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Cartilha para fases da crianças 1

Este documento discute abordagens clínicas, psicopedagógicas e psicanalíticas para ensino e aprendizagem. Ele enfatiza a importância de desconstruir ideias rígidas para permitir novas ideias e aprendizados, e discute como fatores familiares e sociais influenciam o desenvolvimento e comportamento das crianças.

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Cartilha para
Ensinantes e Aprendentes
Uma abordagem Clínica Psicopedagógica e Psicanalítica.

Para pensar novas idéias temos que desarmar nossas ideias feitas e misturar as peças, assim
como um tipógrafo ver-se-á obrigado a desarmar os clichês, se deseja imprimir um texto num
novo idioma.
(Alicia Fernández).
P

recisamos aprender a desarmar nossos clichês da rigidez para perceber o porquê não mudamos ou não desejamos
mudar para aprender coisas novas.

Acredito que esta cartilha permitirá a todos os ensinantes e aos aprendentes refletir sobre o que considero e
espero contribuir na educação de nossos filhos.

Quem educa goza para si o desfrute de uma grande responsabilidade.
A origem do problema do sujeito não se encontra numa estrutura individual. O sintoma se ancora
em uma rede particular de vínculos familiares, que se entrecruzam com uma também particular
estrutura individual. O sujeito “problema” suporta a dificuldade, porém, os outros dão o sentido.
Para compreender um ser humano, às vezes é necessário recorrer pelo menos à
“terceira geração” de antecessores.
(Alicia Fernández).
Uma abordagem Clínica Psicopedagógica e Psicanalítica.

Caro leitor, meu desejo é contribuir e facilitar seu conhecimento sobre algumas fases do crescimento da sua criança.
Crianças não devem ter suas inteligências aprisionadas e encapsuladas.
Todas as crianças têm as fases de evolução do desenvolvimento mental
infantil e suas individualidades.
Nosso papel como ensinantes e aprendentes é motivar, estimular e
educar, acolhendo diariamente com alegria demonstrando e
devolvendo para elas um Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
No gráfico o sujeito esta envolvido pela: cultura,
sociedade,

família

nuclear,

escolas

e

seus

equivalentes, (Família: avós, tia outros). Econômica e
política.

Para podermos chegar a uma avaliação ou
conclusão de diversas patologias estruturadas
no aprender (sintoma-inibição – transtorno de
aprendizagem,

hiperatividade,

dependência

química, ansiedade, depressão, medo, angústia e outras psicopatias) somente através da relação
com o sujeito e seu conhecimento.
Precisamos buscar responder a interrogações como:
Com que recurso o sujeito (indivíduo) conta para aprender?
Que papel foi lhe dado pelos seus educadores (pai, mãe, tio outros) em relação ao aprender?
Como foi o aprendizado dos seus pais biológicos e não biológicos?
Que posição tem esse sujeito ao secreto, ao não dito e oculto?
Que função tem o não aprender para ele e para o seu grupo conforme o circulo colorido na 1ª
página anterior.
Qual seu modo de aprender?
Qual o papel da escola e seus equivalentes, frente ao aprender do sujeito?
Para aprender o ser humano deve pôr em jogo:
Seu organismo (saudável ou não).
Seu corpo físico bem construído.
Sua inteligência autoconstruída (compreender, entender).
O desejo, que é o desejo, desejo sempre do outro em ensinar numa situação visceral, vincular e
social.
Caracterização do sujeito problema, denominado desajustado ou difícil, apresenta um ou diversos
comportamentos abaixo:

Rebeldia.
Capricho.
Desconfiança.
Medo exagerado.
Turbulência.
Agressividade e cólera.
Rixas frequentes.
Indolência.
Apatia.
Furto.
Histeria.
Mentira.
Falta de interesse pelos
estudos.
 Fugas














 Incapacidade para aprender.
 Enurese (incapacidade de
conter a urina).
 Estados de angústia.
 Antipatia pela escola, pelos
colegas.
 Nervosismo e instabilidade.
 Inibição e timidez.
 Perversidade
 Outros.
Acreditamos que 90% dos casos tem sua origem no lar como:
I.
II.

Desajustamento da vida familiar;
Desajustamento da saúde física e alimentação;

III.

Desajustamentos da saúde mental;

IV.

Desajustamento da vida social.

V.

Desentendimento entre os pais;

VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.

Falta de afeto dos pais para com os filhos;
Separação entre os pais (o perigo do divórcio, mesmo sendo “aceito e globalizado”);
Sentimentos de insegurança diante da vida financeira dos pais biológicos ou não biológicos;
Comparação desfavorável feita pelo sujeito entre os pais e outros membros da família ou seus semelhantes;
Incapacidade do sujeito em atingir o nível de esperanças e aspirações da família a seu respeito.
Crianças expostas à subnutrição materna e lesões diversas;

XII.
Assim como álcool, fumo e outras toxinas (na gestação ou não) são mais propensos a evidenciar danos cerebrais, defeitos
provenientes do parto, problemas de aprendizado e comportamento antissocial;
XIII.
Complicações de partos, prematuridade e danos pós-natais tais como envenenamento devido a presença de resíduos de
chumbo em tinta velha, traumas na cabeça, infecções e febres recorrentes;
XIV.
Paternidade negligente, lar desfeito; (filhos homens principalmente, necessitam da referencia masculina, mesmo que essa
seja um avô, tio ou até um professor responsável).
XV.
XVI.

Mães cujas escolhas irresponsáveis, pouco discernimento;
Brinquedos como armas e violentos;

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Cartilha para fases da crianças 1

  • 1. Cartilha para Ensinantes e Aprendentes Uma abordagem Clínica Psicopedagógica e Psicanalítica. Para pensar novas idéias temos que desarmar nossas ideias feitas e misturar as peças, assim como um tipógrafo ver-se-á obrigado a desarmar os clichês, se deseja imprimir um texto num novo idioma. (Alicia Fernández).
  • 2. P recisamos aprender a desarmar nossos clichês da rigidez para perceber o porquê não mudamos ou não desejamos mudar para aprender coisas novas. Acredito que esta cartilha permitirá a todos os ensinantes e aos aprendentes refletir sobre o que considero e espero contribuir na educação de nossos filhos. Quem educa goza para si o desfrute de uma grande responsabilidade. A origem do problema do sujeito não se encontra numa estrutura individual. O sintoma se ancora em uma rede particular de vínculos familiares, que se entrecruzam com uma também particular estrutura individual. O sujeito “problema” suporta a dificuldade, porém, os outros dão o sentido. Para compreender um ser humano, às vezes é necessário recorrer pelo menos à “terceira geração” de antecessores. (Alicia Fernández). Uma abordagem Clínica Psicopedagógica e Psicanalítica. Caro leitor, meu desejo é contribuir e facilitar seu conhecimento sobre algumas fases do crescimento da sua criança. Crianças não devem ter suas inteligências aprisionadas e encapsuladas. Todas as crianças têm as fases de evolução do desenvolvimento mental infantil e suas individualidades. Nosso papel como ensinantes e aprendentes é motivar, estimular e educar, acolhendo diariamente com alegria demonstrando e devolvendo para elas um Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
  • 3. No gráfico o sujeito esta envolvido pela: cultura, sociedade, família nuclear, escolas e seus equivalentes, (Família: avós, tia outros). Econômica e política. Para podermos chegar a uma avaliação ou conclusão de diversas patologias estruturadas no aprender (sintoma-inibição – transtorno de aprendizagem, hiperatividade, dependência química, ansiedade, depressão, medo, angústia e outras psicopatias) somente através da relação com o sujeito e seu conhecimento.
  • 4. Precisamos buscar responder a interrogações como: Com que recurso o sujeito (indivíduo) conta para aprender? Que papel foi lhe dado pelos seus educadores (pai, mãe, tio outros) em relação ao aprender? Como foi o aprendizado dos seus pais biológicos e não biológicos? Que posição tem esse sujeito ao secreto, ao não dito e oculto? Que função tem o não aprender para ele e para o seu grupo conforme o circulo colorido na 1ª página anterior. Qual seu modo de aprender? Qual o papel da escola e seus equivalentes, frente ao aprender do sujeito? Para aprender o ser humano deve pôr em jogo: Seu organismo (saudável ou não). Seu corpo físico bem construído. Sua inteligência autoconstruída (compreender, entender). O desejo, que é o desejo, desejo sempre do outro em ensinar numa situação visceral, vincular e social.
  • 5. Caracterização do sujeito problema, denominado desajustado ou difícil, apresenta um ou diversos comportamentos abaixo: Rebeldia. Capricho. Desconfiança. Medo exagerado. Turbulência. Agressividade e cólera. Rixas frequentes. Indolência. Apatia. Furto. Histeria. Mentira. Falta de interesse pelos estudos.  Fugas               Incapacidade para aprender.  Enurese (incapacidade de conter a urina).  Estados de angústia.  Antipatia pela escola, pelos colegas.  Nervosismo e instabilidade.  Inibição e timidez.  Perversidade  Outros.
  • 6. Acreditamos que 90% dos casos tem sua origem no lar como: I. II. Desajustamento da vida familiar; Desajustamento da saúde física e alimentação; III. Desajustamentos da saúde mental; IV. Desajustamento da vida social. V. Desentendimento entre os pais; VI. VII. VIII. IX. X. XI. Falta de afeto dos pais para com os filhos; Separação entre os pais (o perigo do divórcio, mesmo sendo “aceito e globalizado”); Sentimentos de insegurança diante da vida financeira dos pais biológicos ou não biológicos; Comparação desfavorável feita pelo sujeito entre os pais e outros membros da família ou seus semelhantes; Incapacidade do sujeito em atingir o nível de esperanças e aspirações da família a seu respeito. Crianças expostas à subnutrição materna e lesões diversas; XII. Assim como álcool, fumo e outras toxinas (na gestação ou não) são mais propensos a evidenciar danos cerebrais, defeitos provenientes do parto, problemas de aprendizado e comportamento antissocial; XIII. Complicações de partos, prematuridade e danos pós-natais tais como envenenamento devido a presença de resíduos de chumbo em tinta velha, traumas na cabeça, infecções e febres recorrentes; XIV. Paternidade negligente, lar desfeito; (filhos homens principalmente, necessitam da referencia masculina, mesmo que essa seja um avô, tio ou até um professor responsável). XV. XVI. Mães cujas escolhas irresponsáveis, pouco discernimento; Brinquedos como armas e violentos;
  • 7. Informações Importantes. A psicopatia é classificada pelos psiquiátricos como distúrbio de caráter ou de personalidade, a psicopatia não implica em perda da razão, depressão, agitação ou ansiedade. Os psicopatas são lúcidos e livres de angústia, dúvidas íntimas ou tormentos neuróticos. Ex.: Quantas vezes ouvimos após uma trágica ocorrência comentários como “Mas ele (a) era tão sossegado!”. Os psicopatas aparentam muita calma fora do comum: Jonathan Kellerman escritor do livro Filhos Selvagens: reflexões sobre crianças violentas, editora Rocco, 2002. As explicações incluem: òe 1. Sanitização e dessensibilização – depois de repetida exposição – depois de repetida exposição à violência as crianças se acostumam a presenciar crueldade e lesões corporais e se tornam menos relutantes a empregá-las; 2. Identificação – as crianças imitam tudo o que vêem na tela; 3. Incitação – as crianças são estimuladas perniciosamente pela violência na mídia e a veem como algo emocionante a ser experimentado; 4. Reforço positivo – as crianças aprendem pela televisão e pelo cinema que a violência é recompensada.
  • 8. Você deseja acolher e se aproximar dos seus filhos (as)? Passe a caminhar com eles, jogar bola, brincar muito, conversar e discriminar o verdadeiro sentido da masculinidade e feminilidade. Conciliar os conflitos com amor e gentileza, assim evitar a violência e agressão física. B ebês e seu futuro nas mãos dos educadores diretos ou indiretos. De acordo com o médico pediatra Marcelo Reibscheid do Hospital São Luiz, em São Paulo, os estímulos no primeiro ano de vida são fundamentais para o seu bebê. As atividades lúdicas auxiliam na coordenação motora para construção das múltiplas inteligências que contribuem para o desenvolvimento cognitivo.
  • 9. A Associação Americana de Pediatria não recomenda: Programas televisivos são “hipnóticos” O outra mídia qualquer para crianças com menos de 2 anos de idade ou DVDs “não educativo”. Os brinquedos devem ser certificados pelo Inmetro para idade certa do bebê. Dica para estimular a criatividade e imaginação do bebê: Contar história, mesmo que o bebê não compreenda na sua percepção. Colocar colchonete no chão para o bebê aprender melhor movimentar-se. Ao começar no berço, desde o primeiro dias, o bebê vai desenvolver a intimidade com o mundo das letrinhas e educação. O bebê vai crescendo e desenvolvendo a necessidade de TER e SER com as palavras e aprende ser bom ouvinte e praticante. Evite falar palavras como: “pepetinha” entre outras. Evite ser dependente “viciado” em chupeta, paninho etc. para acalmar o bebê, pois na realidade o “vício” é seu para acalmar você. (não é uma norma).
  • 10. Fase de evolução do desenvolvimento mental infantil: 1. 2. 3. 4. 5. 6. Fase Fase Fase Fase Fase Fase sensorial do 0 aos 6 meses motora dos 7 aos 12 meses glóssica do 1 a 3 anos lúdica dos 3 a 7 anos de especialização dos 7 aos 12 anos ética e social dos 12 aos 18 anos Simplificando essa divisão em 6 fases, podemos adotar abaixo em 4 fases ou períodos: 1. 2. 3. 4. 1ª 2ª 3ª 4ª infância infância infância infância de de de de 0 a 3 anos 3 a 7 anos 7 a 12 anos 12 a 18 anos Devemos respeitar a escala de evolução dos interesses infantis: só podemos dominar a natureza obedecendo a suas leis. Escala de evolução dos interesses INFANTIS conforme CLAPARÈDE: 1ª fase – Estágio de aquisição de conhecimentos e experimentação: 1. Período dos interesses perceptivos (1º ano de vida); 2. Período dos interesses glóssicos ou da linguagem (2 a 3 anos); 3. Período dos interesses gerais: despertar do pensamento; idade perguntadora (3 a 7 anos); 4. Período dos interesses especiais e objetivos (7 a 12 anos).
  • 11. 2ª fase – Estágio de organização, de elaboração de valores: 5. Período sentimental; interesses éticos e sociais; interesses especializados; interesses relativos ao sexo (de 12 a 18 anos). 3ª fase – Estágio de produção: atividades profissionais; fixação de diretrizes: 6. Período de trabalho. Os diversos interesses se subordinam por si mesmos, a um interesse, seja um ideal superior, seja simplesmente o da conservação dos indivíduos. Aqueles representam apenas meios para a consecução de um fim. Atenção: CHUPAR OS DEDOS? Tão comum nas crianças, mas que não é normal, precisa merecer a devida atenção dos pais, médicos, educadores, psicopedagogos, psicanalistas, psicólogos etc. Inicialmente a criança chupa os dedos levada pelo reflexo de sucção, que, é o primeiro a aparecer no recém-nascido e é o que lhe garante a sobrevivência (visto que lhe permite sugar o seio materno ou a mamadeira). Depois a criança passa chupar os dedos pelo hábito da chupeta. Por esse motivo os profissionais da educação e saúde condena o uso da chupeta. A criança viciada na chupeta tende a chupar o dedo, quando esta lhe é tirada. Muitas vezes, também o chupar dedo é sintoma de atraso no desenvolvimento mental da criança, isto é, ela continua a manifestar aquele reflexo que deveria ter desaparecido numa idade anterior. É que o garoto, embora mais crescido, continua com atitudes de recém-nascido.
  • 12. Dicas para parar de chupar o dedo Você pode achar que não tem como fazer seu filho parar de chupar o dedo, mas a Associação Dental Americana tem algumas dicas para acabar com esse hábito natural. A sucção é um reflexo natural das crianças e pode agir como um calmante e relaxante para elas. A sucção do polegar, demais dedos, chupeta ou outros objetos, pode fazer os bebês se sentirem mais seguros e felizes, e os ajuda a conhecer seu mundo. Porém, depois que os dentes permanentes irrompem, a sucção pode causar problemas para o crescimento adequado da boca e o alinhamento dos dentes, podendo gerar alterações no céu da boca. A intensidade dos problemas bucais que podem surgir nesse caso depende da intensidade da sucção. Geralmente, as crianças param de chupar o dedo entre 2 e 4 anos de idade, mas devem parar definitivamente até os dentes anteriores permanentes estarem prontos para irromper. Chupetas também podem causar problemas dentais, mas geralmente é um hábito mais fácil de ser interrompido. A ADA oferece as seguintes dicas para parar com o hábito de chupar o dedo: Elogie as crianças quando não estiverem chupando o dedo, em vez de repreendê-las quando estiverem. As crianças, geralmente, chupam o dedo quando se sentem inseguras ou precisam de conforto. Concentre-se em corrigir a causa da ansiedade e ofereça conforto para seu filho. Para crianças maiores, envolva-as na escolha do método para parar o hábito. Seu dentista pode oferecer estímulos para a criança e explicar o que pode acontecer aos dentes se ela não parar de chupar o dedo. Se as dicas acima não funcionarem, faça a criança se lembrar do hábito enfaixando o dedo ou colocando uma meia na mão durante a noite. Seu dentista ou pediatra também pode prescrever uma medicação amarga para passar no dedo ou o uso de um aparelho ortodôntico. http://www.colgate.com.br/app/CP/BR/OC/Information/Articles/ADA/2010/article/ADA-11-Tips-to-Break-Thumb-Suckers.cvsp
  • 13. Larga essa chupeta! Saliva abriga bactérias causadoras da cárie, diz resposta da ADA ao estudo sobre chupetas. Lamber uma chupeta pode transmitir as bactérias causadoras da cárie dos pais para os filhos – aumentando a possibilidade de cárie dental quando as crianças crescerem. A ADA publicou uma declaração em 6 de maio em resposta a um estudo sobre os benefícios imunológicos da saliva adulta recentemente publicado em Pediatrics, um periódico da Academia Americana de Pediatria. O estudo “não mostra o quadro completo de que a saliva adulta também pode conter bactérias que causam a cárie”, diz a ADA. “Os dentes da criança são suscetíveis à cárie assim que começam a irromper”, diz Dr. Jonathan Shenkin, um odontopediatra do Maine e um porta-voz da ADA. “As bactérias causadoras da cárie, especialmente Streptococcus mutans, podem ser transferidas da saliva adulta para as crianças, aumentando o risco de desenvolvimento de cárie”. O compartilhamento de utensílios domésticos com um bebê, ou ato de levar a chupeta à boca para limpá-la, também pode aumentar a probabilidade de transmissão das bactérias causadoras da cárie. Existem outras medidas que os pais podem tomar para ajudar as crianças a desenvolver o sistema imunológico, acrescenta Dr. Shenkin. “O leite materno é altamente reconhecido como bom construtor da imunidade e também a forma de nutrição mais completa para bebês”, diz ele. “Esse é um fato com o qual a ADA e a AAP concordam”. A ADA recomenda que os pais protejam a saúde bucal dos bebês promovendo uma dieta saudável, monitorando a ingestão de alimentos e bebidas, escovando os dentes e limpando as gengivas após as refeições e fazendo as crianças terminarem a mamadeira antes de irem para a cama. A ADA recomenda que as crianças façam a primeira consulta com o dentista até seis meses após a erupção do primeiro dente e antes de completar um ano de idade. ©2011 Associações Dentais Americana. Todos os direitos reservados. Proibida qualquer reprodução ou redistribuição sem permissão prévia por escrito da Associação Dental Americana. 26/09/2013 thttp://www.colgate.com.br/app/CP/BR/OC/Information/Articles/ADA/2010/article/ADA-11-Tips-to-Break-Thumb-Suckers.cvspudo rápida ao meu paciente, isso de forma acessível e
  • 15. Como brincar com o bebê: Lembre-se: criança tem seu próprio desenvolvimento psicomotor cognitivo e biológico. Seu papel é acolher, estimular e incentivar o seu próprio desenvolvimento sempre com belas e criativas experiências. Ele vai amar, e sentir-se protegido. Brinque, cante e converse muito com o bebê. Abaixo existem diversas sequencias que podem ser antecipada ou não. Tudo vai depender do seu bebê. Se ele for hiperativo as sequências podem ser antecipadas ou não. 1º mês: (fique sempre perto do bebê) Balançar chocalhos ou objetos com barulhos com movimentos calmos e acalentadores. Ajudar o bebê colocar os pés e as mãos na boca (não para vício, estimulando a coordenação motora espacial e reconhecimento do seu corpinho). Colocar objetos bem macios e coloridos cerca de 20 cm da criança. Movimentar os objetos quando seu bebê estiver no colo ou deitado.
  • 16. 2º mês (fique sempre perto do bebê) Pendurar no berço objetos coloridos que façam barulhos. Cantar, conversar, brincar e movimentar objetos para o bebê. Colocar o bebê de bruços, colocando brinquedos coloridos em ambos os lados. 3º mês: (fique sempre perto do bebe) Utilizar mobílie Colocar brinquedos ao alcance das mãos. Manter o bebê de barriga para baixo, para ele brincar. 4º mês: (fique sempre perto do bebe) Movimentar o bebê para frente e para trás. Com muita delicadeza, enquanto ele estiver sentado. Estimular o bebê a rolar em superfícies planas e seguras. Brincar de esconder o rosto com uma fralda ou esconder brinquedos para observar se ele procura. Oferecer o mordedor.
  • 17. 5º mês: (fique sempre perto do bebe) Oferecer ao bebê diversas caixas e cubos coloridos. Estimular bater palmas, cantar e conversar. Segurar o bebê pelas axilas e coloca-los de pé por períodos curtos, estimulando a psicomotricidade. 6º mês: (fique sempre perto do bebe) Colocar o bebê na frente do espelho e fazer brincadeiras de aparecer e desaparecer. (você pode utilizar essas técnicas nos meses anteriores). Brincar de esconder o brinquedo fora do alcance da criança e estimular a procurar ou “alcançar” o brinquedo. Sentar o bebe com leve apoio.
  • 18. 7º mês: (fique sempre perto do bebe) No momento da brincadeira, pedir para ele dar um brinquedo a alguém. Fazer caretas para o bebê imitar Durante as refeições, deixar que ele coma sozinho alguns alimentos com as mãos. (não se importe com a sujeira). Depois você limpa o local. (somente no principio como brincadeira). Com passar dos meses você ensina educação-higiene 8º mês: (fique sempre perto do bebe) Incentivar se arrastar e colocar o brinquedo perto dele. Tem relação entre o pensamento e a ação, envolvendo a emoção e funções da inteligência. Desenvolver a percepções sensoriais e do corpo. Oferecer brinquedos que façam barulhos. Brincar de imitar sons e movimentos.
  • 19. 9º mês: (fique sempre perto do bebe) Deixar o bebê no chão para que se arraste e engatinhe (ou ande). Interação com o corpo e o meio. Reconhecimento das possibilidades corporais. Ajudar o bebê a colocar tampas em potinhos. Oferecer ao bebê objetos de texturas diferentes. 10º mês: (fique sempre perto do bebe) Estimular o bebê engatinhar por toda casa. Ensinar movimentos como tchau, sim, não e vem. Explicar o significado dos nomes como cadeira, mesa, cama etc. Perguntar por pessoas e objetos para que ele aponte ou balbucie. (existem bebês que já fazem isso).
  • 20. 11º mês: (fique sempre perto do bebe) Colocar o bebe junto aos sofás, mesas baixas e camas para que ele se apoie e andar em volta. Dar carrinho grande para que ele ou ela empurre para o desenvolvimento psicomotor. Dar potinhos ou caixinhas para empilhar. Na refeição oferecer colher. 12º mês: (fique sempre perto do bebe) Oferecer potes grandes com brinquedos dentro e com tampa de rosca para tentar abrir. Dar papel, jornal e revista. Oferecer giz de cera para rabisco. Mostrar livros e sempre contanto histórias. Lembre-se em todos os meses e anos de vida.
  • 21. DICAS  Não compre e não coloque seu bebê no andador.  Não compre e não coloque seu filho no cercadinho, nem o bebê e seu animal foi feito para viverem restritos. Cercadinho não desenvolve a coordenação motora e as múltiplas inteligências.  Quem coloca sua criança no cercadinho é para não perturbar a vida do próprio adulto. O ser humano precisa de liberdade para ser criativo. Se cercado fosse educativo, os delinquentes carcerários ao serem libertado seriam educados.
  • 22. Andador: um atraso na vida dos bebês Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê. Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos. Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita. O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna. Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea. Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça. Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro. Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico. Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus. De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida. O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas consequências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador. Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam "sentadas". Os andadores "modernos" são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição. Fonte:www.guiadobebe.com.br
  • 23. Papai ou mamãe, vocês sabiam que:  Os educadores por muitas vezes são os primeiros a perceberem a dificuldade do aprendizado do seu filho, a violência e a hiperatividade.  São os melhores informantes da dificuldade e do transtorno.  Podem fazer avaliações sistematicamente, ajudando para eficácia do tratamento. Fale com o Professor, peça orientação e encaminhamento para o profissional psicopedagogo ou uma avaliação com equipe multidisciplinar. Assim todos colaboram para construção do conhecimento e aprendizagem das crianças.
  • 25. “Educar para vida é considerar, como um de seus fins primordiais, o aperfeiçoamento de tudo quanto esteja compreendido na existência do ser humano, promovendo a eliminação das deficiências pela correção consciente dos erros e despertando nos seres o afã de superação pela aspiração natural de servir à humanidade, em posições que permitam um maior e melhor aproveitamento das energias internas, dedicadas as obras de bem e de profundo sentido humano e espiritual”. Carlos Bernardo Gonzàles Pecotche.
  • 27. “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22:6 LINK: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI2000-15162,00.html http://bebe.abril.com.br/0-12-meses http://www.roteirobaby.com.br/2011/04/brinquedos-para-bebes-de-4-e-5-meses.html Kátia Barbosa Rumbelsperger Pedagoga Institucional e Empresarial. Psicopedagoga Clínica, Institucional e Empresarial. Terapeuta Familiar. Orientadora Profissional e Vocacional. Consultora Empr1esarial e Institucional. Educadora e Conselheira em Dependência Química. Bacharel em Educação Religiosa. Cursando Psicanálise Clínica. CRPA 07909/09-RJ CNPJ – 14.032.217/000198 http://katiarumbelsperger.blogspot.com/ katiarumbelsperger@ig.com.br katiaperger@gmail.com (21) 3248.51.30 (Livre Embratel) (21)3079.7753 (Net fone) (21)7198.9442(Vivo) (21)6917.5261 (Tim) (21) 688.8565 (Claro) (21) 8502.5244 (Oi). Página 1