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Novas técnicas, ferramentas tecnológicas de
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Professor: Daniel Moura
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Ergonomia do produto
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Unidade ii.3 estratégia de distribuição
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Unidade 7 - novas ferramentas de gestão

  • 1. Novas técnicas, ferramentas tecnológicas de gestão de operações e as suas principais influências nos sistemas de produção Professor: Daniel Moura Disciplina: Sistemas de Produção Curso: Graduação em Engenharia de Produção influências nos sistemas de produção
  • 2. JIT – Just in Time Objetivo: Aumentar o retorno sobre o investimento da empresa através do aumento da receita, da redução dos custos e do imobilizado e da participação dos empregados noimobilizado e da participação dos empregados no processo produtivo.
  • 3. JIT – Just in Time “...propõe-se a fazer um produto em fluxo balanceado e sincronizado segundo as necessidades do consumidor com o mínimo absoluto de recursos”.com o mínimo absoluto de recursos”.
  • 4. JIT – Just in Time “...conjunto integrado de atividades projetado para obter uma produção de alto volume usando um mínimo de estoques de matérias-primas, estoques em processos eestoques de matérias-primas, estoques em processos e produtos acabados”. “...é baseado na lógica de que nada será produzido até que seja necessário”.
  • 5. Histórico do Just in Time - Década de 1960 - Japão - Fábrica da Toyota Motor Company - Taichi Ohno- Taichi Ohno - Forma alternativa à produção em massa - “produção enxuta”, - Gestão dos materiais - Trabalho humano nas fábricas.
  • 6. JIT – Just in Time Preceitos: - preparo rápido de máquinas; - disposição física celular;
  • 7. JIT – Just in Time Preceitos: - redução de estoques; -produção “puxada”;
  • 8. JIT – Just in Time Preceitos: - círculos de controle da qualidade; - lotes de produção pequenos; - qualidade absoluta;- qualidade absoluta; - manutenção preventiva, etc.
  • 9. Excesso de estoques mascaram problemas
  • 10. JIT diminui estoques e permite detectar e corrigir os problemas
  • 11. Filosofia das operações JIT - Eliminação de desperdícios; - Envolvimento dos funcionários na produção;- Envolvimento dos funcionários na produção; - Esforço de aprimoramento contínuo.
  • 12. Kanban é uma palavra do vocabulário Japonês que significa ETIQUETA Baseia-se todo seu funcionamento na circulação de etiquetas entre postos de trabalho. Foi desenvolvido no Japão depois da 2ª Guerra mundialFoi desenvolvido no Japão depois da 2ª Guerra mundial por M. Ohno na Toyota Motor Company. Surgiu devido, à necessidade de encontrar um sistema de informação que permite se transmitir as necessidades de jusante para montante do processo produtivo
  • 13. Linha de Produção O fluxo de produção circula da esquerda para a direita, passando por um posto e depois por outro
  • 14. Fluxo de KANBAN Sobrepor ao fluxo físico de produtos um fluxo inverso de informações
  • 15. As etiquetas Kanban encontram-se assim: Colocadas nos contentores aguardando utilização junto ao posto de trabalho 2 Quadro de Planejamento KANBAN no posto 1 aguardando a fabricação de novas peças
  • 16. Falta de materiais => Não atendimento a demanda; Estoque elevado => Altos custos; Resolve o problema da demanda; PCP => Disponibiliza o MRP => planejamento da Planejamento das Necessidades de Materiais MRP1 PCP => Disponibiliza o MRP => planejamento da produção integrado e o estoque; JIT (Just in time); Técnica estruturada para planejar e calcular as quantidades de materiais e os momentos do suprimento a fim de atender a demanda de um produto em uma data futura definida.
  • 17. MRP => quanto, o que e quando produzir, visando eliminar estoques; Duas maneiras de se conseguir isso: superestimar o lead time ou garantir sempre capacidade produtiva; Pesquisadores perceberam que com algumas informações Do MRP I ao MRP IIDo MRP I ao MRP II Pesquisadores perceberam que com algumas informações adicionais, havia a possibilidade de minorar estes problemas.
  • 18. S A D O QUE QUANTO M R P M R Abrangência do MRP I e do MRP II QUANDO P 1COMO (RECURSOS PRODUTIVOS) R P 2PRODUZIR E COMPRAR
  • 19. Sistema de programação da distribuição desde a fábrica aos centros de armazenamento e aos centros de distribuição; Aplicação do princípio do MRP1 Logística. Planejamento das necessidades de distribuição (DRP) Logística.
  • 20. Desenho conceitual de um sistema DRP integrado
  • 21. ERPERP É uma arquitetura de software que facilita o fluxo de informação entre todas as funções dentro de uma companhia, tais como logística, finanças e recursos humanos.
  • 22. ERP MRP II Sistemas ERP incorporando outrosSistemas ERP incorporando outros recursos de Gestão Empresarialrecursos de Gestão Empresarial MRP I
  • 23. ERPERP –– estrutura típicaestrutura típica Estrutura típica de funcionamento de um sistema ERP (DAVENPORT, 1998)