SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 157
Aguarde, por favor   ! Carregando... 5% 10% 17% 39% 42% 55% 63% 75% 81% 85% 90% 94% 100% Clique para iniciar Clique para iniciar
Administração de Produção Professor: Romilson Cesar Lima Seu futuro na prática
Administração de Produção Menu Sair
PROFESSOR ROMILSON CESAR LIMA Menu unidades 1. Evolução Histórica da Adm. Prod 2. Estratégia de Prod. e Operações 3. Sistema de Adm. da produção 4. Posição sist. de prod./operação 5. Produtividade 6. Sistema de produção 7. Ciclo e medida produtividade 8. Estratégias e competitividade 9. Arranjos Físicos de Sist. Produção 10. Tecn. de gestão do fluxo prod. 12. Balanceamento da capacidade 11. Just in time
Evolução histórica da administração de produção MENU
Função de Produção É o conjunto de atividades que conduzem a transformação de um bem tangível ou não em outro com maior utilidade, dentro de um determinado cenário. Evolução Pedra polida Ferramentas rudimentares Produção organizada – artesãos Ofícios ou profissões elementares Mestre Companheiro (meia-colher) Aprendiz (servente) Revolução Industrial MENU
Evolução (continuação) 1764 – James Watt – máquinas a vapor Manufatura fabril – fábricas Organização / Padronização: produtos e processos Habilitação da mão-de-obra Gerência e Supervisão Planejamento e controle financeiro Técnicas de vendas 1790 – Eli Whitney – padronização/projeto do produto Séc XIX – Frederick Wislow Taylor Adm. Científica Produtividade = output/input MENU
1910 – Henry Ford -  Produção em massa - Linha de montagem -Engenharia industrial 1920 – Henri Fayol -  Administração geral - Visão gerencial superior Pensamento enxuto Produção limpa Just in time – JIT (Taiichi Ohno) Engenharia simultânea Tecnologia de grupo Consórcio modular Célula de produção Função de qualidade Comakership Sistema flexível (redes) Manufatura integrada por computador Benchmarking Produção customizada Globalização Melhoria continua (Kaizen) Ambiente de manufatura Sistema integrado de produção Planejamento dos recursos da empresa Sistema integrado de gestão Cadeia de suprimento A partir de 1960: MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Estratégia de produção e Operações MENU
MENU
MENU
1.  Organização da produção- Foco na alta produtividade com eliminação de atividades que não agreguem valor.  Housekeeping . 2.  Projeto de produto e processo-Qualidade CQFD ( quality function deployment ) e análise de falhas CFMEA ( failure mode and effect analysis ) com confiablildade. 3.  Layout – Células de produção com ilhas de automação, gestão de gargalos.  4.  Comunicação Visual- Informação em tempo real Kanban 5.  Postos de trabalho Ergonomia Economia de movimentos Conforto e segurança 6.  Gestão do conhecimento e inovação Conhecimento compartilhado Liberdade para errar Co-participação e inovação 7.  Compromisso com o Ecoambiente Fábrica ecologicamente correta ISSO 14000 MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Sistema de administração de produção MENU
Sistema para apoio  à tomada de decisões, táticas e operacionais referentes Às questões logísticas básicas como: ♦  O quê ♦  Quanto produzir e comprar ♦  Quando ♦  Com que recursos ? para atingir os objetivos estratégicos da organização CPPC da P. Sistema de administração de produção MENU
O sistema de admin. da produção refere-se ao modo como a organização produz bens e serviços ( Slack ). Para compreender o sistema de administração da produção temos que compreender: O sistema de administração da produção envolve tanto o hoje quanto o amanhã (dinamicidade). O que é a função de produção/ operação O que o gestor de produção/operação faz MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
A posição do sistema de produção/operação MENU
MENU
As saídas das operações (produção) podem diferir em termos de: TANGIBILIDADE –  você pode tocar fisicamente o produto ou serviço? Bens são usualmente tangíveis;Serviços não. ESTOCAGEM –  Bens são usualmente estocáveis;Serviços não. TRANSPORTABILIDADE-  Bens são transportados de um lugar para outro, serviços não.  SIMULTANEIDADE-  Bens são produzidos, normalmente, antes do consumidor recebê-los; serviços são geralmente produzidos e consumidos ao mesmo tempo. CONTATO COM O CONSUMIDOR-  Na produção de bens o contato é pouco; na prestação de serviços é alto. QUALIDADE-  Bens são vistos, em termos de qualidade, pela própria qualidade deles. Em serviços a qualidade vista pelo cliente é um misto da qualidade real do serviço e do modo que o serviço é entregue ou posto ao cliente. MENU
Recursos Transformados Materiais, informações Consumidores Recursos em transformação Pessoal Máquinas e Equipamentos MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Produtividade MENU
- Usada pela 1ª vez pelo economista francês François Quesnay em 1766. - Valor do produto ou serviço/custo dos insumos. - Saídas/entradas As saídas ou faturamento ou ainda o valor obtido pela venda do produto/serviço têm um componente primordial que é o MERCADO às vezes totalmente fora do controle da empresa, outro fator é a GESTÃO DOS CUSTOS ou INSUMOS, que pode ser controlado pela empresa. MENU
Fatores que determinam a Produtividade: 1º Relação Capital –Trabalho •  Nível de investimento em máquinas, equipamentos e instalações em relação à mão  de obra empregada. •  A obsolescência deve ser observada tendo  em vista a modernização. 2º Escassez de alguns recursos Falta de energia, componentes, peças e recursos financeiros prejudicam a produção e encarecem os preços finais. 3º Mudanças na mão-de-obra Alterações nos processos, emprego de mão de obra especializada e instruída de custo elevado são mais do que recompensados por sua produção. MENU
5º Restrições legais- Legislação antiquada, inadequada e protecionista (m. de obra e ambiental) produzem impactos na produtividade. 6º Fatores gerenciais- Capacidade intelectual de gestores em estar preparados para mudanças e melhorias de produtividade da empresa. 7º Qualidade de Vida Qualidade de vida no trabalho e preocupação ambiental como um todo, dos colaboradores e clientes em geral. MENU
Quase sempre aumentos de produtividade requerem mudanças tecnológicas, de qualidade e ou na forma de organização do trabalho como um todo sistêmico. MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Sistemas de produção MENU
MENU
Eficácia É a medida de quão próximo se chegou das metas pré-estabelecidas. Eficiência É a relação entre o que se obteve e o que se consumiu em sua produção. MENU
Exemplo 1.1 Qual a eficiência de um transformador elétrico que no processo de redução de tensão de 11.000 volts para 110 V recebe a energia (carga) de 850 Kwh e envia 830 Kwh? MENU
Exemplo 1.2 Qual a eficiência econômica de uma empresa que incorreu em custos de R$ 150.000,00 para gerar uma receita de R$ 176.000,00? MENU
Exemplo 1.3 Determinar a produtividade parcial da M.O. de uma empresa que faturou R$ 70 milhões em certo ano, no qual 350 colaboradores trabalharam em média 170h/mês. MENU
Exemplo 1.4 A empresa do exemplo 1.3 produziu 1.400.00 ton do produto que fabrica e comercializa. Qual a produtividade parcial da mão-de-obra? MENU
Exemplo 1.5 Achar a produtividade total da empresa do exemplo 1.4 sabendo-se que incorreu em custos totais de R$ 66 milhões/ano. MENU
Exemplo 1.6 Achar a produtividade total da empresa ABC fabricante de auto-peças, no período de um mês, quando produziu 35.000 unidades, que foram vendidas a R$ 12,00/unid. Foram gastos R$357.000,00 mês. MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
[object Object],MENU
A qualquer tempo, uma empresa envolvida em um programa de melhoria da produtividade, estará em uma das quatro fases, conforme a figura: Ciclo da produtividade MENU
Produtividade Nacional IBGE disponibiliza indicadores como PNB, PIB e PIB/população = PIB per capita Órgãos de classe divulgam indicadores como: produto interno industrial, agrícola, etc. Índice de produtividade da mão-de-obra Produtividade de Organização Várias metodologias com vantagens e desvantagens. O aumento da produtividade ao longo do tempo (série temporal) traz: aumento do lucro, maiores salários, menores preços, impactos positivos no nível de vida da sociedade. Medida da produtividade MENU
Exemplo 1.7 Em janeiro, a empresa ABC produziu 1.250 unidades do produto Alfa e empregou, para tanto, 800 homens/hora. Em fevereiro, produziu 1.100 unidades e usou 700 Hh. Determinar a produtividade total em janeiro e fevereiro, assim como sua variação. MENU
Exemplo 1.8 Após analise de um conjunto de dados, um gerente chegou à conclusão de que houve um aumento de 22% na produtividade total da empresa entre a ano anterior (ano 1) e o presente ano (ano 2). Se a empresa teve uma receita bruta de R$ 6.454.298,00 neste ano e os custos totais foram de R$ 5.024.967,00 no ano passado e R$ 6.101.389,00 no ano atual, qual teria sido a receita do ano passado? MENU
MEDIDA DA PRODUTIVIDADE Produtividade Parcial do Trabalho – PPT É a relação entre as saídas totais no período,  a preços constantes e a entrada de mão-de-obra, a preços constantes. MENU
Exemplo 1.9 A industria de papelão ondulado produziu em 1997, 02 milhões de toneladas com o emprego de 15.466 empregados. Em 2002, a produção foi de 2,6 milhões de toneladas com a participação de 13.354 colaboradores. Achar as produtividades em 1997 e em 2002, assim como sua variação. MENU
Exemplo 1.10 A Cia Capricórnio usa água in natura em seu processo industrial e o consumo histórico tem sido de 0,8765 litros por 1.000 unidades produzidas. Uma melhoria no processo reduziu o consumo para 0,8432 litros por 1.000 unidades. Achar a produtividade antes e depois da alteração assim como sua variação. MENU
Produtividade Parcial do Capital – PPC É a relação entre a saída total do período a preços constantes e a entrada de capital no mesmo período, a uma taxa de retorno constante. Produtividade Parcial de Materiais – PPM É a relação entre a saída total do período, a preços constantes, e a entrada dos materiais intermediários comprados e usados na produção, no período, a preços constantes. MENU
Assim, podemos definir a Produtividade Parcial em relação a qualquer insumo ou fator de produção. MENU
MEDIDA DA PRODUTIVIDADE MENU
Exemplo 1.11 Um produto passa em seu processo de fabricação, por 2 departamentos – usinagem e montagem. Em 2004 a empresa praticou em preço médio de venda de R$ 3,22/unid. Em 2005, devido à concorrência, foi obrigada a praticar o preço médio de venda de R$ 2,85/unid. Os dados a seguir referem-se ao produto: MENU
Determinar a produtividade parcial da matéria-prima, da mão-de-obra e a produtividade total para o produto, nos anos 2004 e 2005, e suas variações: MENU
MENU
MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Estratégias do sistema de administração da produção MENU
O sistema de Adm. da Produção tem o papel de suporte ao atingimento dos objetivos estratégicos da empresa e, como tal, deve ser capaz de apoiar o tomador de decisões logísticas a: MENU
Planejar as necessidades futuras da capacidade produtiva da empresa (inércia);  Planejar a compra de insumos e materiais;  Planejar os níveis adequados de estoques de matéria prima, semi-acabados e produtos finais nos pontos certos;  Programar atividades de produção para garantir que os recursos produtivos envolvidos estejam sendo utilizados emcada momento, nas ações certas e prioritárias;  Ser capaz de saber e de informar corretamente sobre a situação ou posição de recursos (m.o, eqp., mat, instalações) e de ordens de compra ou produção;  Ser capaz de estabelecer os menores prazos possíveis aos clientes e em seguida, cumpri-los;  Ser capaz de reagir eficazmente se não, proativamente. MENU
Custo percebido pelo cliente  – preço é um componente do custo percebi- do pelo cliente. Transporte, qualidade, manutenção são outros componentes; Velocidade de entrega  – tempo entre a colocação do pedido e a entrega do produto ao cliente; Confiabilidade  – pontualidade, quantidade e qualidade; Qualidade de produtos  – especificações e desempenho; Serviço prestado ao cliente  – produto com serviços associados(commodity) Planejamento, controle e logística apropriados devem ser complementados com a competitividade da empresa com seus  produtos. Ser competitivo é ser capaz de superar a concorrência  nos aspectos de desempenho que os nichos de mercados visados  mais valorizam Os aspectos de desempenho de um sistema produtivo valorizados pelos nichos de mercado são:
1.  Baixo custo – produtos de mais baixo custo 2.   Segmentação de mercado – satisfação das necessidades de um certo nicho de mercado 3.   Diferenciação de produto – oferta de produtos que deferem significativamente dos da concorrência 4.   Alta qualidade 5.   Entrega rápida 6.   Flexibilidade 7.   Atendimento MENU
Linha do tempo para estratégias de produção MENU
LINHA DO TEMPO PARA ESTRATÉGIAS DE PRODUÇÃO Planejar é entender como a consideração conjunta da situação presente e de visão de futuro influencia as decisões tomadas no presente para que se atinjam determinados objetivos no futuro. Planejar é projetar um futuro que é diferente do passado por causas sobre as quais se tem controle. MENU
Passo1 -  Levantamento da situação presente Passo 2 –  Desenvolvimento e reconhecimento da “visão” de futuro Passo 3 -  Tratamento conjunto da situação presente e da visão de futuro por alguma lógica que transforme dados coletados em informação útil à decisão gerencial Passo 4 -  Tomada de decisão gerencial Passo 5 -  Execução do plano Dinâmicas do Planejamento MENU
MENU
A seleção do local para implantação de uma empresa esta ligada à estratégia e a visão empresarial de seus dirigentes Multinacionais. Transnacionais. Mercados coletivos (estáveis, pouca competitividade). Globalização ou internacionalização integrada das operações de uma empresa. Competitividade e centros de excelência (conhecimento) Regionalização de produtos (adaptação a condições específicas de mercados locais – ambiente, cultura, legislação, ergonomia, etc). Localização das empresas MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Arranjo Físico de Sistemas de Produção MENU
Projeto do Arranjo Físico MENU
Tipos de projetos em sistemas de Manufaturas Projeto Jobbing Lote ou batelada (batch) Em massa Contínua MENU
Arranjo Físico de Sistemas de Produção Tipos de processos Tipos básicos de arranjo físico (AF) Processo por projeto Processo por jobbing Processo em batches Processo contínuo Processo em massa AF posicional (ou de posição fixa) AF funcional (ou por processo) AF celular AF linear (ou por produto) Relação entre tipos de processo e tipos de Arranjo Físico MENU
Gráfico espaguete -  Ajuda a evidenciar a desorganização dos fluxos MENU
MENU
MENU
MENU
MENU
MENU
MENU
 
Baixa qualificação Polivalente Qualificada Qualificada Mão de obra Nenhuma Média/baixa Alta/média Alta Variação de roteiro Baixa/nenhuma Média/baixa Alta/média Alta Flexibilidade de processo Padronizado Repetitivo/ modular Variável/ customizável Especial sob encomenda Projeto Para estoque Para estoque Sob encomenda Sob encomenda Produção Grande quantidade Pequena ou média quantidade Pequena quantidade Uma ou poucas unidades Volume de produção por tipo de produto Baixa/nenhuma Média/baixa Alta Alta Diferenciação de produto Pequeno Médio/pequeno Médio/pequeno Grande Tipo de produto Linear Celular Funcional Posicional MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Tecnologia de gestão do fluxo produtivo MENU
Produção MENU
Gestão do fluxo de produção Funções gerenciais Ponto  origem Ponto  consumo De forma rápida, eficiênte e eficaz. De acordo com: *as necessidades dos clientes *as expectativas dos acionistas Fluxos: *Informações *Materiais *Pessoas *Dinheiro MENU
O QUE É GESTÃO? É o trabalho de estabelecer ou interpretar os OBJETIVOS de uma ORGANIZAÇÃO e DECIDIR O QUE FAZER O QUE FAZER para atingí-los da MELHOR FORMA POSSÍVEL. MENU
Dilema da gestão EFICÁCIA => Objetivos  EFICIÊNCIA => Melhor forma possível MENU
PRODUTIVIDADE Mede as SAÍDAS GERADAS em relação às ENTRADAS CONSUMIDAS Que idéia-chave está associada a este conceito ? OPORTUNIDADES COMERCIAIS => OBJETIVOS e METAS Saídas geradas Entradas consumidas Qual é o melhor quociente ($) global? EFICÁCIA (Comercial quer atender metas de venda...) EFICIÊNCIA (Produção quer cumprir padrões racionais) RACIONALIDADE DA FÁBRICA => LOTES ECONÔMICOS, MÁQUINAS MAIS EFICIENTES, REDUÇÃO DE SET-UPS... MENU
Qual seria o termo que melhor resumiria os meios (instrumentos ou ferramentas) empregados para atingir excelência de desempenho ?  TECNOLOGIA Definição : dos Antropólogos->  Conjunto de procedimentos que os seres humanos usam para resolver os seus problemas. dos Engenheiros->  Conjunto organizado de conhecimentos (científicos, empíricos ou intuitivos) passível de ser utilizado na produção de bens ou prestação de serviços. MENU
JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas JIDOKA automação JIDOKA Automação simples MENU
JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas ‘ Fast response’ ANDON  Painel eletrônico com sinais luminosos MENU
Qualidade na fonte Relação com fornecedores Melhorías logísticas MENU
JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas ‘ POKA - IOKE’ descuidos eliminar Dispositivos que evitam erros Gabaritos e procedimentos de segurança que garantem:  segurança e qualidade MENU
‘ POKA - IOKE’ ‘ POKA - IOKE’ Gabaritos MENU
Tópicos relacionados e/ou complementares TPM - Total Total Productive Productive Maintenance ou Manutenção Produtiva Total Visão da manutenção como a base para Produtividade e Qualidade Six Six Sigma Estabilização dos processos MENU
Sistema KANBAN É um sistema visual de programação, acionamento e controle do ressuprimento, fabricação e/ou distribuição de produtos, que proporciona um fluxo rápido e balanceado de materiais, impedindo a geração de estoques em excesso, bem como a propagação de problemas e desperdícios, através de um simples instrumento de sinalização (o KANBAN) que pode ser, por exemplo, um(a) : Cartão / Etiqueta / Placa / Área / Contenedor E-mail / Sirene. MENU
Analogias do KANBAN •  botijão de gás •  caixa d’água •  folha de requisição de talão de cheques •  placa de contagem de sanduíches (McDonald’s) •  prateleira de um supermercado •  sistema de estoques de 2 gavetas •  dor •  grito •  quadrado de reposição MENU
Principais Tipos de KANBAN em uma Cadeia de Valor Kanban Kanban  de produção Kanban  de movimentação Kanban genérico (para máquinas, set-ups, funcionários, ...) Cartão ou etiqueta  Kanban   para lotes de produção Kanban interno de  movimentação de lotes   (entre etapas de produção) Kanban externo de  movimentação de lotes (entre cliente e fornecedor) ou interprocesso, ou transporte, ou requisição, ou suprimento, ou distribuição Ou processo, ou operação MENU
Fluxo genérico de um processo operado com cartões Kanban MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Just in time
KAISEN •   Melhoria contínua •   Atividades de pequenos grupos: Linha de Frente (Big Memo)  •   Alta Administração: Mapeamento do fluxo de valor Foco Extraído do livro “Aprendendo a Enxergar”, Mike Rother e John Shook MENU
Métodos e ferramentas típicas Preparação rápida (SMED) S M E D ingle inute xchange of ie •  Troca rápida de ferramentas •  reduzir tempos de preparação (“set-up”) por exemplo < 10min. •  transformar tempos de preparação internos em externos. MENU
Tempos internos Tempos externos •  retirada de ferramenta •  remoção de rebarbas •  acoplamento de ferramenta •  transporte de ferramenta •  organização da área •  busca de materiais auxiliares T R A N S F O R M A R Atividades que só podem ser executadas durante o processo de fabricação Atividades que podem ser executadas antecipadamente ou em paralelo ao processo de fabricação Distinção entre tempos de “set-up” MENU
Tópicos relacionados e/ou complementares “ HOUSEKEEPING” ou 5’S S  eiri  =  Senso de Organização S  eiton  =  Senso de Ordem S  eiso =  Senso de Limpeza S  eiketsu  =  Senso de Asseio S  hitsuke  =  Senso de Disciplina MENU
Os 5’S: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Arrumar  (diferencie entre o necessário e o desnecessário (referente tanto a objetos e dados quanto a tarefas) Ordenar   (ponha objetos e dados nos lugares certos e  dispostos de forma correta para que possam ser encontrados prontamente sempre que necessário. Limpar   (mantenha limpo o local de trabalho) Assear  (Cuide da sua própria saúde, nos níveis físicos, mental e emocional Disciplina ( siga o procedimento) MENU
CÉLULA DE MANUFATURA Recursos de produção dedicados à fabricação  de uma família de produtos Lay - out celular “ SHOJINKA” Trabalhador multi-funcional Capaz de manipular diferentes processos,  operações de diferentes estações de trabalho MENU
ARRANJO FÍSICO DE MÁQUINAS MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
Balanceamento da capacidade MENU
QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ROTATIVIDADE DOS ESTOQUES? QUANTO MAIOR A ROTATIVIDADE DOS ESTOQUES: •  Menor capital de giro para o mesmo ou melhor resultado, conse- qüentemente, menor custo financeiro e maior lucratividade; •  Maior capacidade de adaptação às flutuações de demanda; •  Menor quantidade de material defeituoso quando se constata uma falha no processo; •  Menor quantidade de material obsoleto quando ocorre uma mudança no produto; •  Menor necessidade de espaço físico; •  Sistemas de Controle mais simples. MENU
Ou seja, o Giro de Estoques atua ao mesmo tempo nas 3 dimensões da Qualidade: •  PRODUTO  •  PROCESSO •  ORGANIZAÇÃO Impactando diretamente a Qualidade do Negócio MENU
PESQUISA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA BRASILEIRA •  Fonte: Imam Consultoria Ltda.  •  Ano da pesquisa: 2000 •  Nº de empresas pesquisadas: 953 •  Porte das empresas pesquisadas: Até 100 funcionários - 24 % de 100 a 500 - 46 % de 500 a 1000 - 11 % acima de 1000 - 12 % não responderam - 7 % MENU
MENU
Interpretação dos indicadores de Qualidade e Produtividade MENU
Tabela da evolução dos indicadores de Qualidade e Produtividade ↔  Manteve-se  ↑  Melhorou  ↓  Piorou MENU
CONCLUSÃO DA PESQUISA Independentemente se o valor absoluto (médio!) desses indicadores são precisos ou não, o que salta aos olhos são as diferenças relativas as entre as colunas Brasil 2000 / Média Mundial / Japão. HÁ MUITO ESPAÇO E CAMINHOS PARA MELHORIA ! MENU
Tecnologias de gestão do fluxo de produção A árvore do produto Motor (1) Alternador (1) Haste (2) Base (1) Bloco (2) Bloco (2) Conexão (1) Protetor (2) 5 3 2 1 Conjunto  propulsor Suporte (1) 4 Operações do recurso Item MENU
A rede de operações 5 3 2 1 4 Operações do recurso MENU
Operações elementares Operação elementar 3E 2B 2C 2D 1A 1A’ 4F 4G MENU
REDE DE PRECEDÊNCIAS Representação lógica (não física) mostrando as relações de precedências entre as operações conforme o processo de produção definido pela Engenharia SUPONHAMOS QUE ESTAS FOSSEM AS CRONOMETRAGENS DAS OPERAÇÕES INDIVIDUAIS. A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 MENU
CALCULANDO A PRODUÇÃO MÁXIMA TEÓRICA Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 40,8 segundos •  Número de recursos: 5 Determinação do tempo de ciclo mínimo teórico: •  Tempo de ciclo mínimo = “Divisão perfeita” •  Somatório dos tempos de processamento Número de recursos •  Tempo de ciclo mínimo = 40,8 = 8,16 segundos   5 Determinação da produção máxima: •  Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo mínimo teórico •  Produção Máxima = 300 segundos = 36,76 produtos   8,16 minutos MENU
SITUAÇÃO 1   BALANCEAMENTO UTILIZADO NOS EXPERIMENTOS 1 E 2 DIVISÃO DE TRABALHO   (o quinto operador não agrega valor ao produto) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Operador 1 Operador 2 Operador 3 Operador 4 Tempo de gargalo 16,8 seg. MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO INICIAL Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 40,8 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 16,8 segundos Determinação da produção máxima projetada: •  Produção Máxima projetada =  Jornada de trabalho Ciclo máximo projetado (gargalo) •  Produção Máxima = 300 segundos = 17,86 produtos   16,8 segundos MENU
Cálculo da eficiência do balanceamento: MENU
SITUAÇÃO 2   BALANCEAMENTO UTILIZADO NO EXPERIMENTO 3 KAISEN DO PROCESSO NA ESTAÇÃO GARGALO (suponhamos estes houvessem sido os tempos relativos às operações elementares no experimento 3) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Kaisen do processo MENU
RECALCULANDO A PRODUÇÃO MÁXIMA TEÓRICA Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Número de recursos: 5 Determinação do tempo de ciclo m ão do tempo de ciclo mínimo te nimo teórico: rico: •  Tempo de ciclo mínimo = “Divisão perfeita” •  Somatório dos tempos de processamento Número de recursos •  Tempo de ciclo mínimo = 36 seg = 7,2 segundos   5 MENU
MENU
DIVISÃO DE TRABALHO EXPERIMENTO 3 (o quinto operador não agrega valor ao produto) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo –  12  segundos Kaisen do processo MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA EXPERIMENTO 3 Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento:  36  segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”:  12  segundos MENU
RECALCULANDO AS EFICIÊNCIAS MENU
SITUAÇÃO 3   BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO AJUDANDO O “GARGALO” a)  OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 2 Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (7,2 seg)  MENU
A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo  10,8  segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o operador 5 agrega valor ao produto. b) atribuição do “gargalo” é particionada em duas estações. MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO •  Dados do problema: Dados do problema: ♦   Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos ♦   Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 10,8 segundos MENU
CALCULANDO AS EFICIÊNCIAS MENU
SITUAÇÃO 4  a) OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 4 b) OPERADOR 3 AJUDA OPERADOR 2 BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO E O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS OCIOSOS DE OPERADORES “NÃO GARGALO”. Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (0,12 min) Uma solução melhorada MENU
A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo  10,2  segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o operador 5 faz ajuda o operador 4 montando o alternador b) o operador 3 ajuda o “gargalo” montando o protetor superior Uma solução melhorada MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 10,2 segundos Determinação da produção máxima:  •  Produção Máxima = Jornada de trabalho   Ciclo mínimo teórico •  Produção Máxima = 300 segundos =   10,2 segundos 29,41 produtos MENU
CALCULANDO AS EFICIÊNCIAS MENU
SITUAÇÃO 5 BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO  OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO E O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS OCIOSOS DE OPERADORES “NÃO GARGALO” a) OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 4 b) OPERADOR 1 AJUDA OPERADOR 2 Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (0,12 min) UMA SOLUÇÃO MELHOR AINDA ... MENU
A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo  9  segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o quinto operador faz a montagem do alternador; b) Neste caso a primeira estação no fluxo físico teria que ser a do Operador 2. MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 9 segundos Determinação da produção máxima: •  Produção Máxima = Jornada de trabalho  Ciclo mínimo teórico •  Produção Máxima = 300 segundos =   9 segundos 33,33 produtos MENU
CALCULANDO AS EFICIÊNCIAS •  Cálculo da eficiência do balanceamento: MENU
SITUAÇÃO 6   REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER a) MONTAGEM DO ALTERNADOR E MOTOR PASSAM A SER FEITA DIRETAMENTE NA BASE ANTES DA PREPARAÇÃO SUPORTE. MENU
O UNIVERSO DE COMBINAÇÕES Protetor  superior Conexão Motor Bloco 4 Bloco 3 Protetor inferior Bloco 5 Bloco 6 Alternador Bloco 2 Bloco 1 MENU
Quantas formas diferentes há de construir o conjunto propulsor? Existem 11 ligações, portanto teremos potencilamente 11! (ou seja, 39.916.800) diferentes formas. MENU
REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER Uma nova forma de fazer => Uma nova rede de precedências A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 SUPONHAMOS QUE AS CRONOMETRAGENS DAS OPERAÇÕES INDIVIDUAIS CONTINUASSEM AS MESMAS! MENU
A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Uma nova forma de fazer => Uma nova rede de precedências => Um novo balanceamento Operador 1 Operador 2 Operador 3 Operador 4 Operador 5 Neste caso a 1ª estação no fluxo físico tem que ser a do Operador 2. MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 8,4 segundos Determinação da produção máxima: •  Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo Máximo projetado (“gargalo”) •  Produção Máxima = 300 segundos =    8,4 segundos 35,71 produtos MENU
MENU
SITUAÇÃO 7 QUEBRANDO O PARADIGMA: COLOCANDO  2  RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 1 Operador 2 Operador 4 Operador 5 Operador 3 Tempo Gargalo 15 / 2 = 7,5 seg MENU
PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema:  •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 7,5 segundos MENU
MENU
SITUAÇÃO 8 COLOCANDO  3  RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO UMA HIPÓTESE INVIÁVEL! As operações B, C e G não podem estar na mesma estação (pois G depende que D, E e F tenham sido feitas e estas, por seu turno, só podem ser feitas depois de B e C). A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 4 Operador 5 Tempo Gargalo 22,2 / 3 =  7,433 Operador 1 Operador 2 Operador 3 2 recursos MENU
SITUAÇÃO 9 COLOCANDO 4 RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Tempo Gargalo 28,8/ 4 =  7,2 seg 4 recursos MENU
Produção máxima com arranjo proposto Dados do problema: •  Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos •  Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 7,2 segundos Determinação da produção máxima: •  Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo Máximo projetado (“gargalo”) •  Produção Máxima = 300 segundos = 41,67 produtos   7,2 segundos MENU
MENU
Clique na opção desejada: Aguarde  ! M enu S air
PROFESSOR ROMILSON CESAR LIMA Aguarde ! Fechando programa . . . . PRESSIONE  PARA ENCERRAR eSc MENU

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento Lean
Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento LeanSistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento Lean
Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento LeanMayra de Souza
 
Introdução à Gestão da Produção
Introdução à Gestão da ProduçãoIntrodução à Gestão da Produção
Introdução à Gestão da ProduçãoEliseu Fortolan
 
Aula 04 introducao processos de transformação - db
Aula 04   introducao processos de transformação - dbAula 04   introducao processos de transformação - db
Aula 04 introducao processos de transformação - dbDaniela Brauner
 
Processos de Produção
Processos de ProduçãoProcessos de Produção
Processos de ProduçãoMauro Enrique
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operaçõesdouglas
 
Estratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operaçõesEstratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operaçõesdedefs
 
Criação e Gestão de Indicadores de Processos
Criação e Gestão de Indicadores de ProcessosCriação e Gestão de Indicadores de Processos
Criação e Gestão de Indicadores de ProcessosStratec Informática
 
Apresentação - Gestão de serviços
Apresentação - Gestão de serviçosApresentação - Gestão de serviços
Apresentação - Gestão de serviçosMarcel Gois
 
Fundamentos da Qualidade
Fundamentos da QualidadeFundamentos da Qualidade
Fundamentos da Qualidadeblogcorreafabio
 

Mais procurados (20)

Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento Lean
Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento LeanSistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento Lean
Sistema Toyota de Produção - Produção Enxuta x Desenvolvimento Lean
 
administração da producão
administração da producãoadministração da producão
administração da producão
 
Introdução à Gestão da Produção
Introdução à Gestão da ProduçãoIntrodução à Gestão da Produção
Introdução à Gestão da Produção
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Sistemas de Produção
Sistemas de ProduçãoSistemas de Produção
Sistemas de Produção
 
Função Produção
Função ProduçãoFunção Produção
Função Produção
 
Aula 04 introducao processos de transformação - db
Aula 04   introducao processos de transformação - dbAula 04   introducao processos de transformação - db
Aula 04 introducao processos de transformação - db
 
Processos de Produção
Processos de ProduçãoProcessos de Produção
Processos de Produção
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operações
 
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção IIAula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
 
Administração da producao
Administração da producaoAdministração da producao
Administração da producao
 
Aula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de ProduçãoAula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de Produção
 
Lean Manufacturing 1
Lean Manufacturing 1Lean Manufacturing 1
Lean Manufacturing 1
 
Estratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operaçõesEstratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operações
 
Criação e Gestão de Indicadores de Processos
Criação e Gestão de Indicadores de ProcessosCriação e Gestão de Indicadores de Processos
Criação e Gestão de Indicadores de Processos
 
Apresentação - Gestão de serviços
Apresentação - Gestão de serviçosApresentação - Gestão de serviços
Apresentação - Gestão de serviços
 
Aula de Marketing -
Aula de Marketing - Aula de Marketing -
Aula de Marketing -
 
Fundamentos da Qualidade
Fundamentos da QualidadeFundamentos da Qualidade
Fundamentos da Qualidade
 
PCP
PCPPCP
PCP
 
Gestão De Processos
Gestão De ProcessosGestão De Processos
Gestão De Processos
 

Destaque

Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornada
Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornadaAula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornada
Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornadaRenan Kaltenegger
 
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2logisticafacil
 
Gestão da produção introdução e conceitos
Gestão da produção introdução e conceitosGestão da produção introdução e conceitos
Gestão da produção introdução e conceitosMirella Santos
 
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aí
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aíProdutividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aí
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aíAndre Medeiros
 
Gestão da Produção
Gestão da ProduçãoGestão da Produção
Gestão da Produçãogdomingues
 
Apostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestreApostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestrevivianepga
 
Aula 07 evolução histórica da função produção - db
Aula 07   evolução histórica da função produção - dbAula 07   evolução histórica da função produção - db
Aula 07 evolução histórica da função produção - dbDaniela Brauner
 
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...WeNova Consulting
 
Administração de Produção II
Administração de Produção IIAdministração de Produção II
Administração de Produção IIRomilson Cesar
 
Apostila administração da produção 1º semestre (1)
Apostila administração da produção 1º semestre (1)Apostila administração da produção 1º semestre (1)
Apostila administração da produção 1º semestre (1)Joice Assis
 
Gestao da produçao
Gestao da produçaoGestao da produçao
Gestao da produçaoamattos76
 
Gestão da Produção e logística Projeto da Capacidade Produtiva
Gestão da Produção e logística   Projeto da Capacidade ProdutivaGestão da Produção e logística   Projeto da Capacidade Produtiva
Gestão da Produção e logística Projeto da Capacidade ProdutivaWilian Gatti Jr
 
Aula 3 estratégia da produção
Aula 3   estratégia da produçãoAula 3   estratégia da produção
Aula 3 estratégia da produçãoCorreios
 

Destaque (20)

2 aula produtividade
2 aula produtividade2 aula produtividade
2 aula produtividade
 
Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornada
Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornadaAula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornada
Aula 1 e 2 OSM calculos produtividade, hora, jornada
 
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2
Sistemas de Produção I - Exercícios - Aula 2
 
Produtividade
ProdutividadeProdutividade
Produtividade
 
Administração da Produção
Administração da ProduçãoAdministração da Produção
Administração da Produção
 
Exercícios Administração da Produção
Exercícios Administração da ProduçãoExercícios Administração da Produção
Exercícios Administração da Produção
 
Gestão da produção introdução e conceitos
Gestão da produção introdução e conceitosGestão da produção introdução e conceitos
Gestão da produção introdução e conceitos
 
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aí
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aíProdutividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aí
Produtividade para quem não aguenta mais as coisas chatas ditas por aí
 
Adm Producao
Adm ProducaoAdm Producao
Adm Producao
 
Planejamento Tático de Produção
Planejamento Tático de ProduçãoPlanejamento Tático de Produção
Planejamento Tático de Produção
 
Gestão da Produção
Gestão da ProduçãoGestão da Produção
Gestão da Produção
 
Apostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestreApostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestre
 
Aula 07 evolução histórica da função produção - db
Aula 07   evolução histórica da função produção - dbAula 07   evolução histórica da função produção - db
Aula 07 evolução histórica da função produção - db
 
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...
Administração de Operações - ExercíCios Em Sala (Metodos De Definicao Para Lo...
 
Administração de Produção II
Administração de Produção IIAdministração de Produção II
Administração de Produção II
 
Apostila administração da produção 1º semestre (1)
Apostila administração da produção 1º semestre (1)Apostila administração da produção 1º semestre (1)
Apostila administração da produção 1º semestre (1)
 
Aula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de ProduçãoAula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de Produção
 
Gestao da produçao
Gestao da produçaoGestao da produçao
Gestao da produçao
 
Gestão da Produção e logística Projeto da Capacidade Produtiva
Gestão da Produção e logística   Projeto da Capacidade ProdutivaGestão da Produção e logística   Projeto da Capacidade Produtiva
Gestão da Produção e logística Projeto da Capacidade Produtiva
 
Aula 3 estratégia da produção
Aula 3   estratégia da produçãoAula 3   estratégia da produção
Aula 3 estratégia da produção
 

Semelhante a Administração de produção 1

Mecanismo da Função Produção Perdas
Mecanismo da Função Produção PerdasMecanismo da Função Produção Perdas
Mecanismo da Função Produção PerdasUniversity
 
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copiaCelio Chagas
 
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2FELIPEDALUZPINHEIRO
 
1 introdução à gp.pdf
1   introdução à gp.pdf1   introdução à gp.pdf
1 introdução à gp.pdfVera Carlos
 
Administração da Produção
Administração da ProduçãoAdministração da Produção
Administração da ProduçãoRaniere Emin
 
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -Professor Francisco Silva
 
Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I Cristiano Ferreira Cesarino
 
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...Nomus Software Industrial
 
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21Anabela Reis
 
Caderno analitica
Caderno analiticaCaderno analitica
Caderno analiticacarneiro62
 
Apostila mdulo xxii juliano
Apostila mdulo xxii  julianoApostila mdulo xxii  juliano
Apostila mdulo xxii julianoWilliam_Avila
 
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...IFMG e COLTEC
 
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptx
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptxunidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptx
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptxJunior Oliveira
 

Semelhante a Administração de produção 1 (20)

Contabilidade de custos
Contabilidade de custosContabilidade de custos
Contabilidade de custos
 
Mecanismo da Função Produção Perdas
Mecanismo da Função Produção PerdasMecanismo da Função Produção Perdas
Mecanismo da Função Produção Perdas
 
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia
64183461 administracao-da-producao-e-operacoe s-copia
 
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2
240515232 atps-de-administracao-da-producao-e-operacoes 2
 
Produção
ProduçãoProdução
Produção
 
Recursos Humanos
Recursos HumanosRecursos Humanos
Recursos Humanos
 
1 introdução à gp.pdf
1   introdução à gp.pdf1   introdução à gp.pdf
1 introdução à gp.pdf
 
Administração da Produção
Administração da ProduçãoAdministração da Produção
Administração da Produção
 
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -
Gestão da Produção e Operações_ifes colatina2017 -
 
Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I
 
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...
Papo de produção #7: O impacto da produtividade e qualidade no lucro de uma i...
 
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21
Economia de empresa f. produção e f. comercial teóricas 2020-21
 
Cont custos contas
Cont custos contasCont custos contas
Cont custos contas
 
Cont custos contas
Cont custos contasCont custos contas
Cont custos contas
 
Caderno analitica
Caderno analiticaCaderno analitica
Caderno analitica
 
Apostila mdulo xxii juliano
Apostila mdulo xxii  julianoApostila mdulo xxii  juliano
Apostila mdulo xxii juliano
 
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...
A importância da administração de produção como ferramenta impulsionadora da ...
 
Gestão da produção
Gestão da produçãoGestão da produção
Gestão da produção
 
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptx
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptxunidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptx
unidade2-conceitosfuneseobjetivosdosp-100820041757-phpapp02.pptx
 
Oee
OeeOee
Oee
 

Último

Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja Mary Alvarenga
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptxnelsontobontrujillo
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...Eró Cunha
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdfLindinhaSilva1
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoVALMIRARIBEIRO1
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfCsarBaltazar1
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresModelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresAna Isabel Correia
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na Áfricajuekfuek
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024azulassessoria9
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdfCarinaSofiaDiasBoteq
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAbdLuxemBourg
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxprofbrunogeo95
 

Último (20)

Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresModelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
 

Administração de produção 1

  • 1. Aguarde, por favor ! Carregando... 5% 10% 17% 39% 42% 55% 63% 75% 81% 85% 90% 94% 100% Clique para iniciar Clique para iniciar
  • 2. Administração de Produção Professor: Romilson Cesar Lima Seu futuro na prática
  • 4. PROFESSOR ROMILSON CESAR LIMA Menu unidades 1. Evolução Histórica da Adm. Prod 2. Estratégia de Prod. e Operações 3. Sistema de Adm. da produção 4. Posição sist. de prod./operação 5. Produtividade 6. Sistema de produção 7. Ciclo e medida produtividade 8. Estratégias e competitividade 9. Arranjos Físicos de Sist. Produção 10. Tecn. de gestão do fluxo prod. 12. Balanceamento da capacidade 11. Just in time
  • 5. Evolução histórica da administração de produção MENU
  • 6. Função de Produção É o conjunto de atividades que conduzem a transformação de um bem tangível ou não em outro com maior utilidade, dentro de um determinado cenário. Evolução Pedra polida Ferramentas rudimentares Produção organizada – artesãos Ofícios ou profissões elementares Mestre Companheiro (meia-colher) Aprendiz (servente) Revolução Industrial MENU
  • 7. Evolução (continuação) 1764 – James Watt – máquinas a vapor Manufatura fabril – fábricas Organização / Padronização: produtos e processos Habilitação da mão-de-obra Gerência e Supervisão Planejamento e controle financeiro Técnicas de vendas 1790 – Eli Whitney – padronização/projeto do produto Séc XIX – Frederick Wislow Taylor Adm. Científica Produtividade = output/input MENU
  • 8. 1910 – Henry Ford - Produção em massa - Linha de montagem -Engenharia industrial 1920 – Henri Fayol - Administração geral - Visão gerencial superior Pensamento enxuto Produção limpa Just in time – JIT (Taiichi Ohno) Engenharia simultânea Tecnologia de grupo Consórcio modular Célula de produção Função de qualidade Comakership Sistema flexível (redes) Manufatura integrada por computador Benchmarking Produção customizada Globalização Melhoria continua (Kaizen) Ambiente de manufatura Sistema integrado de produção Planejamento dos recursos da empresa Sistema integrado de gestão Cadeia de suprimento A partir de 1960: MENU
  • 9. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 10. Estratégia de produção e Operações MENU
  • 11. MENU
  • 12. MENU
  • 13. 1. Organização da produção- Foco na alta produtividade com eliminação de atividades que não agreguem valor. Housekeeping . 2. Projeto de produto e processo-Qualidade CQFD ( quality function deployment ) e análise de falhas CFMEA ( failure mode and effect analysis ) com confiablildade. 3. Layout – Células de produção com ilhas de automação, gestão de gargalos. 4. Comunicação Visual- Informação em tempo real Kanban 5. Postos de trabalho Ergonomia Economia de movimentos Conforto e segurança 6. Gestão do conhecimento e inovação Conhecimento compartilhado Liberdade para errar Co-participação e inovação 7. Compromisso com o Ecoambiente Fábrica ecologicamente correta ISSO 14000 MENU
  • 14. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 15. Sistema de administração de produção MENU
  • 16. Sistema para apoio à tomada de decisões, táticas e operacionais referentes Às questões logísticas básicas como: ♦ O quê ♦ Quanto produzir e comprar ♦ Quando ♦ Com que recursos ? para atingir os objetivos estratégicos da organização CPPC da P. Sistema de administração de produção MENU
  • 17. O sistema de admin. da produção refere-se ao modo como a organização produz bens e serviços ( Slack ). Para compreender o sistema de administração da produção temos que compreender: O sistema de administração da produção envolve tanto o hoje quanto o amanhã (dinamicidade). O que é a função de produção/ operação O que o gestor de produção/operação faz MENU
  • 18. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 19. A posição do sistema de produção/operação MENU
  • 20. MENU
  • 21. As saídas das operações (produção) podem diferir em termos de: TANGIBILIDADE – você pode tocar fisicamente o produto ou serviço? Bens são usualmente tangíveis;Serviços não. ESTOCAGEM – Bens são usualmente estocáveis;Serviços não. TRANSPORTABILIDADE- Bens são transportados de um lugar para outro, serviços não. SIMULTANEIDADE- Bens são produzidos, normalmente, antes do consumidor recebê-los; serviços são geralmente produzidos e consumidos ao mesmo tempo. CONTATO COM O CONSUMIDOR- Na produção de bens o contato é pouco; na prestação de serviços é alto. QUALIDADE- Bens são vistos, em termos de qualidade, pela própria qualidade deles. Em serviços a qualidade vista pelo cliente é um misto da qualidade real do serviço e do modo que o serviço é entregue ou posto ao cliente. MENU
  • 22. Recursos Transformados Materiais, informações Consumidores Recursos em transformação Pessoal Máquinas e Equipamentos MENU
  • 23. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 25. - Usada pela 1ª vez pelo economista francês François Quesnay em 1766. - Valor do produto ou serviço/custo dos insumos. - Saídas/entradas As saídas ou faturamento ou ainda o valor obtido pela venda do produto/serviço têm um componente primordial que é o MERCADO às vezes totalmente fora do controle da empresa, outro fator é a GESTÃO DOS CUSTOS ou INSUMOS, que pode ser controlado pela empresa. MENU
  • 26. Fatores que determinam a Produtividade: 1º Relação Capital –Trabalho • Nível de investimento em máquinas, equipamentos e instalações em relação à mão de obra empregada. • A obsolescência deve ser observada tendo em vista a modernização. 2º Escassez de alguns recursos Falta de energia, componentes, peças e recursos financeiros prejudicam a produção e encarecem os preços finais. 3º Mudanças na mão-de-obra Alterações nos processos, emprego de mão de obra especializada e instruída de custo elevado são mais do que recompensados por sua produção. MENU
  • 27. 5º Restrições legais- Legislação antiquada, inadequada e protecionista (m. de obra e ambiental) produzem impactos na produtividade. 6º Fatores gerenciais- Capacidade intelectual de gestores em estar preparados para mudanças e melhorias de produtividade da empresa. 7º Qualidade de Vida Qualidade de vida no trabalho e preocupação ambiental como um todo, dos colaboradores e clientes em geral. MENU
  • 28. Quase sempre aumentos de produtividade requerem mudanças tecnológicas, de qualidade e ou na forma de organização do trabalho como um todo sistêmico. MENU
  • 29. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 31. MENU
  • 32. Eficácia É a medida de quão próximo se chegou das metas pré-estabelecidas. Eficiência É a relação entre o que se obteve e o que se consumiu em sua produção. MENU
  • 33. Exemplo 1.1 Qual a eficiência de um transformador elétrico que no processo de redução de tensão de 11.000 volts para 110 V recebe a energia (carga) de 850 Kwh e envia 830 Kwh? MENU
  • 34. Exemplo 1.2 Qual a eficiência econômica de uma empresa que incorreu em custos de R$ 150.000,00 para gerar uma receita de R$ 176.000,00? MENU
  • 35. Exemplo 1.3 Determinar a produtividade parcial da M.O. de uma empresa que faturou R$ 70 milhões em certo ano, no qual 350 colaboradores trabalharam em média 170h/mês. MENU
  • 36. Exemplo 1.4 A empresa do exemplo 1.3 produziu 1.400.00 ton do produto que fabrica e comercializa. Qual a produtividade parcial da mão-de-obra? MENU
  • 37. Exemplo 1.5 Achar a produtividade total da empresa do exemplo 1.4 sabendo-se que incorreu em custos totais de R$ 66 milhões/ano. MENU
  • 38. Exemplo 1.6 Achar a produtividade total da empresa ABC fabricante de auto-peças, no período de um mês, quando produziu 35.000 unidades, que foram vendidas a R$ 12,00/unid. Foram gastos R$357.000,00 mês. MENU
  • 39. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 40.
  • 41. A qualquer tempo, uma empresa envolvida em um programa de melhoria da produtividade, estará em uma das quatro fases, conforme a figura: Ciclo da produtividade MENU
  • 42. Produtividade Nacional IBGE disponibiliza indicadores como PNB, PIB e PIB/população = PIB per capita Órgãos de classe divulgam indicadores como: produto interno industrial, agrícola, etc. Índice de produtividade da mão-de-obra Produtividade de Organização Várias metodologias com vantagens e desvantagens. O aumento da produtividade ao longo do tempo (série temporal) traz: aumento do lucro, maiores salários, menores preços, impactos positivos no nível de vida da sociedade. Medida da produtividade MENU
  • 43. Exemplo 1.7 Em janeiro, a empresa ABC produziu 1.250 unidades do produto Alfa e empregou, para tanto, 800 homens/hora. Em fevereiro, produziu 1.100 unidades e usou 700 Hh. Determinar a produtividade total em janeiro e fevereiro, assim como sua variação. MENU
  • 44. Exemplo 1.8 Após analise de um conjunto de dados, um gerente chegou à conclusão de que houve um aumento de 22% na produtividade total da empresa entre a ano anterior (ano 1) e o presente ano (ano 2). Se a empresa teve uma receita bruta de R$ 6.454.298,00 neste ano e os custos totais foram de R$ 5.024.967,00 no ano passado e R$ 6.101.389,00 no ano atual, qual teria sido a receita do ano passado? MENU
  • 45. MEDIDA DA PRODUTIVIDADE Produtividade Parcial do Trabalho – PPT É a relação entre as saídas totais no período, a preços constantes e a entrada de mão-de-obra, a preços constantes. MENU
  • 46. Exemplo 1.9 A industria de papelão ondulado produziu em 1997, 02 milhões de toneladas com o emprego de 15.466 empregados. Em 2002, a produção foi de 2,6 milhões de toneladas com a participação de 13.354 colaboradores. Achar as produtividades em 1997 e em 2002, assim como sua variação. MENU
  • 47. Exemplo 1.10 A Cia Capricórnio usa água in natura em seu processo industrial e o consumo histórico tem sido de 0,8765 litros por 1.000 unidades produzidas. Uma melhoria no processo reduziu o consumo para 0,8432 litros por 1.000 unidades. Achar a produtividade antes e depois da alteração assim como sua variação. MENU
  • 48. Produtividade Parcial do Capital – PPC É a relação entre a saída total do período a preços constantes e a entrada de capital no mesmo período, a uma taxa de retorno constante. Produtividade Parcial de Materiais – PPM É a relação entre a saída total do período, a preços constantes, e a entrada dos materiais intermediários comprados e usados na produção, no período, a preços constantes. MENU
  • 49. Assim, podemos definir a Produtividade Parcial em relação a qualquer insumo ou fator de produção. MENU
  • 51. Exemplo 1.11 Um produto passa em seu processo de fabricação, por 2 departamentos – usinagem e montagem. Em 2004 a empresa praticou em preço médio de venda de R$ 3,22/unid. Em 2005, devido à concorrência, foi obrigada a praticar o preço médio de venda de R$ 2,85/unid. Os dados a seguir referem-se ao produto: MENU
  • 52. Determinar a produtividade parcial da matéria-prima, da mão-de-obra e a produtividade total para o produto, nos anos 2004 e 2005, e suas variações: MENU
  • 53. MENU
  • 54. MENU
  • 55. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 56. Estratégias do sistema de administração da produção MENU
  • 57. O sistema de Adm. da Produção tem o papel de suporte ao atingimento dos objetivos estratégicos da empresa e, como tal, deve ser capaz de apoiar o tomador de decisões logísticas a: MENU
  • 58. Planejar as necessidades futuras da capacidade produtiva da empresa (inércia); Planejar a compra de insumos e materiais; Planejar os níveis adequados de estoques de matéria prima, semi-acabados e produtos finais nos pontos certos; Programar atividades de produção para garantir que os recursos produtivos envolvidos estejam sendo utilizados emcada momento, nas ações certas e prioritárias; Ser capaz de saber e de informar corretamente sobre a situação ou posição de recursos (m.o, eqp., mat, instalações) e de ordens de compra ou produção; Ser capaz de estabelecer os menores prazos possíveis aos clientes e em seguida, cumpri-los; Ser capaz de reagir eficazmente se não, proativamente. MENU
  • 59. Custo percebido pelo cliente – preço é um componente do custo percebi- do pelo cliente. Transporte, qualidade, manutenção são outros componentes; Velocidade de entrega – tempo entre a colocação do pedido e a entrega do produto ao cliente; Confiabilidade – pontualidade, quantidade e qualidade; Qualidade de produtos – especificações e desempenho; Serviço prestado ao cliente – produto com serviços associados(commodity) Planejamento, controle e logística apropriados devem ser complementados com a competitividade da empresa com seus produtos. Ser competitivo é ser capaz de superar a concorrência nos aspectos de desempenho que os nichos de mercados visados mais valorizam Os aspectos de desempenho de um sistema produtivo valorizados pelos nichos de mercado são:
  • 60. 1. Baixo custo – produtos de mais baixo custo 2. Segmentação de mercado – satisfação das necessidades de um certo nicho de mercado 3. Diferenciação de produto – oferta de produtos que deferem significativamente dos da concorrência 4. Alta qualidade 5. Entrega rápida 6. Flexibilidade 7. Atendimento MENU
  • 61. Linha do tempo para estratégias de produção MENU
  • 62. LINHA DO TEMPO PARA ESTRATÉGIAS DE PRODUÇÃO Planejar é entender como a consideração conjunta da situação presente e de visão de futuro influencia as decisões tomadas no presente para que se atinjam determinados objetivos no futuro. Planejar é projetar um futuro que é diferente do passado por causas sobre as quais se tem controle. MENU
  • 63. Passo1 - Levantamento da situação presente Passo 2 – Desenvolvimento e reconhecimento da “visão” de futuro Passo 3 - Tratamento conjunto da situação presente e da visão de futuro por alguma lógica que transforme dados coletados em informação útil à decisão gerencial Passo 4 - Tomada de decisão gerencial Passo 5 - Execução do plano Dinâmicas do Planejamento MENU
  • 64. MENU
  • 65. A seleção do local para implantação de uma empresa esta ligada à estratégia e a visão empresarial de seus dirigentes Multinacionais. Transnacionais. Mercados coletivos (estáveis, pouca competitividade). Globalização ou internacionalização integrada das operações de uma empresa. Competitividade e centros de excelência (conhecimento) Regionalização de produtos (adaptação a condições específicas de mercados locais – ambiente, cultura, legislação, ergonomia, etc). Localização das empresas MENU
  • 66. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 67. Arranjo Físico de Sistemas de Produção MENU
  • 68. Projeto do Arranjo Físico MENU
  • 69. Tipos de projetos em sistemas de Manufaturas Projeto Jobbing Lote ou batelada (batch) Em massa Contínua MENU
  • 70. Arranjo Físico de Sistemas de Produção Tipos de processos Tipos básicos de arranjo físico (AF) Processo por projeto Processo por jobbing Processo em batches Processo contínuo Processo em massa AF posicional (ou de posição fixa) AF funcional (ou por processo) AF celular AF linear (ou por produto) Relação entre tipos de processo e tipos de Arranjo Físico MENU
  • 71. Gráfico espaguete - Ajuda a evidenciar a desorganização dos fluxos MENU
  • 72. MENU
  • 73. MENU
  • 74. MENU
  • 75. MENU
  • 76. MENU
  • 77. MENU
  • 78.  
  • 79. Baixa qualificação Polivalente Qualificada Qualificada Mão de obra Nenhuma Média/baixa Alta/média Alta Variação de roteiro Baixa/nenhuma Média/baixa Alta/média Alta Flexibilidade de processo Padronizado Repetitivo/ modular Variável/ customizável Especial sob encomenda Projeto Para estoque Para estoque Sob encomenda Sob encomenda Produção Grande quantidade Pequena ou média quantidade Pequena quantidade Uma ou poucas unidades Volume de produção por tipo de produto Baixa/nenhuma Média/baixa Alta Alta Diferenciação de produto Pequeno Médio/pequeno Médio/pequeno Grande Tipo de produto Linear Celular Funcional Posicional MENU
  • 80. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 81. Tecnologia de gestão do fluxo produtivo MENU
  • 83. Gestão do fluxo de produção Funções gerenciais Ponto origem Ponto consumo De forma rápida, eficiênte e eficaz. De acordo com: *as necessidades dos clientes *as expectativas dos acionistas Fluxos: *Informações *Materiais *Pessoas *Dinheiro MENU
  • 84. O QUE É GESTÃO? É o trabalho de estabelecer ou interpretar os OBJETIVOS de uma ORGANIZAÇÃO e DECIDIR O QUE FAZER O QUE FAZER para atingí-los da MELHOR FORMA POSSÍVEL. MENU
  • 85. Dilema da gestão EFICÁCIA => Objetivos EFICIÊNCIA => Melhor forma possível MENU
  • 86. PRODUTIVIDADE Mede as SAÍDAS GERADAS em relação às ENTRADAS CONSUMIDAS Que idéia-chave está associada a este conceito ? OPORTUNIDADES COMERCIAIS => OBJETIVOS e METAS Saídas geradas Entradas consumidas Qual é o melhor quociente ($) global? EFICÁCIA (Comercial quer atender metas de venda...) EFICIÊNCIA (Produção quer cumprir padrões racionais) RACIONALIDADE DA FÁBRICA => LOTES ECONÔMICOS, MÁQUINAS MAIS EFICIENTES, REDUÇÃO DE SET-UPS... MENU
  • 87. Qual seria o termo que melhor resumiria os meios (instrumentos ou ferramentas) empregados para atingir excelência de desempenho ? TECNOLOGIA Definição : dos Antropólogos-> Conjunto de procedimentos que os seres humanos usam para resolver os seus problemas. dos Engenheiros-> Conjunto organizado de conhecimentos (científicos, empíricos ou intuitivos) passível de ser utilizado na produção de bens ou prestação de serviços. MENU
  • 88. JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas JIDOKA automação JIDOKA Automação simples MENU
  • 89. JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas ‘ Fast response’ ANDON Painel eletrônico com sinais luminosos MENU
  • 90. Qualidade na fonte Relação com fornecedores Melhorías logísticas MENU
  • 91. JIT - LEAN - TQC Métodos e ferramentas típicas ‘ POKA - IOKE’ descuidos eliminar Dispositivos que evitam erros Gabaritos e procedimentos de segurança que garantem: segurança e qualidade MENU
  • 92. ‘ POKA - IOKE’ ‘ POKA - IOKE’ Gabaritos MENU
  • 93. Tópicos relacionados e/ou complementares TPM - Total Total Productive Productive Maintenance ou Manutenção Produtiva Total Visão da manutenção como a base para Produtividade e Qualidade Six Six Sigma Estabilização dos processos MENU
  • 94. Sistema KANBAN É um sistema visual de programação, acionamento e controle do ressuprimento, fabricação e/ou distribuição de produtos, que proporciona um fluxo rápido e balanceado de materiais, impedindo a geração de estoques em excesso, bem como a propagação de problemas e desperdícios, através de um simples instrumento de sinalização (o KANBAN) que pode ser, por exemplo, um(a) : Cartão / Etiqueta / Placa / Área / Contenedor E-mail / Sirene. MENU
  • 95. Analogias do KANBAN • botijão de gás • caixa d’água • folha de requisição de talão de cheques • placa de contagem de sanduíches (McDonald’s) • prateleira de um supermercado • sistema de estoques de 2 gavetas • dor • grito • quadrado de reposição MENU
  • 96. Principais Tipos de KANBAN em uma Cadeia de Valor Kanban Kanban de produção Kanban de movimentação Kanban genérico (para máquinas, set-ups, funcionários, ...) Cartão ou etiqueta Kanban para lotes de produção Kanban interno de movimentação de lotes (entre etapas de produção) Kanban externo de movimentação de lotes (entre cliente e fornecedor) ou interprocesso, ou transporte, ou requisição, ou suprimento, ou distribuição Ou processo, ou operação MENU
  • 97. Fluxo genérico de um processo operado com cartões Kanban MENU
  • 98. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 100. KAISEN • Melhoria contínua • Atividades de pequenos grupos: Linha de Frente (Big Memo) • Alta Administração: Mapeamento do fluxo de valor Foco Extraído do livro “Aprendendo a Enxergar”, Mike Rother e John Shook MENU
  • 101. Métodos e ferramentas típicas Preparação rápida (SMED) S M E D ingle inute xchange of ie • Troca rápida de ferramentas • reduzir tempos de preparação (“set-up”) por exemplo < 10min. • transformar tempos de preparação internos em externos. MENU
  • 102. Tempos internos Tempos externos • retirada de ferramenta • remoção de rebarbas • acoplamento de ferramenta • transporte de ferramenta • organização da área • busca de materiais auxiliares T R A N S F O R M A R Atividades que só podem ser executadas durante o processo de fabricação Atividades que podem ser executadas antecipadamente ou em paralelo ao processo de fabricação Distinção entre tempos de “set-up” MENU
  • 103. Tópicos relacionados e/ou complementares “ HOUSEKEEPING” ou 5’S S eiri = Senso de Organização S eiton = Senso de Ordem S eiso = Senso de Limpeza S eiketsu = Senso de Asseio S hitsuke = Senso de Disciplina MENU
  • 104.
  • 105. CÉLULA DE MANUFATURA Recursos de produção dedicados à fabricação de uma família de produtos Lay - out celular “ SHOJINKA” Trabalhador multi-funcional Capaz de manipular diferentes processos, operações de diferentes estações de trabalho MENU
  • 106. ARRANJO FÍSICO DE MÁQUINAS MENU
  • 107. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 109. QUAL É A IMPORTÂNCIA DA ROTATIVIDADE DOS ESTOQUES? QUANTO MAIOR A ROTATIVIDADE DOS ESTOQUES: • Menor capital de giro para o mesmo ou melhor resultado, conse- qüentemente, menor custo financeiro e maior lucratividade; • Maior capacidade de adaptação às flutuações de demanda; • Menor quantidade de material defeituoso quando se constata uma falha no processo; • Menor quantidade de material obsoleto quando ocorre uma mudança no produto; • Menor necessidade de espaço físico; • Sistemas de Controle mais simples. MENU
  • 110. Ou seja, o Giro de Estoques atua ao mesmo tempo nas 3 dimensões da Qualidade: • PRODUTO • PROCESSO • ORGANIZAÇÃO Impactando diretamente a Qualidade do Negócio MENU
  • 111. PESQUISA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA BRASILEIRA • Fonte: Imam Consultoria Ltda. • Ano da pesquisa: 2000 • Nº de empresas pesquisadas: 953 • Porte das empresas pesquisadas: Até 100 funcionários - 24 % de 100 a 500 - 46 % de 500 a 1000 - 11 % acima de 1000 - 12 % não responderam - 7 % MENU
  • 112. MENU
  • 113. Interpretação dos indicadores de Qualidade e Produtividade MENU
  • 114. Tabela da evolução dos indicadores de Qualidade e Produtividade ↔ Manteve-se ↑ Melhorou ↓ Piorou MENU
  • 115. CONCLUSÃO DA PESQUISA Independentemente se o valor absoluto (médio!) desses indicadores são precisos ou não, o que salta aos olhos são as diferenças relativas as entre as colunas Brasil 2000 / Média Mundial / Japão. HÁ MUITO ESPAÇO E CAMINHOS PARA MELHORIA ! MENU
  • 116. Tecnologias de gestão do fluxo de produção A árvore do produto Motor (1) Alternador (1) Haste (2) Base (1) Bloco (2) Bloco (2) Conexão (1) Protetor (2) 5 3 2 1 Conjunto propulsor Suporte (1) 4 Operações do recurso Item MENU
  • 117. A rede de operações 5 3 2 1 4 Operações do recurso MENU
  • 118. Operações elementares Operação elementar 3E 2B 2C 2D 1A 1A’ 4F 4G MENU
  • 119. REDE DE PRECEDÊNCIAS Representação lógica (não física) mostrando as relações de precedências entre as operações conforme o processo de produção definido pela Engenharia SUPONHAMOS QUE ESTAS FOSSEM AS CRONOMETRAGENS DAS OPERAÇÕES INDIVIDUAIS. A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 MENU
  • 120. CALCULANDO A PRODUÇÃO MÁXIMA TEÓRICA Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 40,8 segundos • Número de recursos: 5 Determinação do tempo de ciclo mínimo teórico: • Tempo de ciclo mínimo = “Divisão perfeita” • Somatório dos tempos de processamento Número de recursos • Tempo de ciclo mínimo = 40,8 = 8,16 segundos 5 Determinação da produção máxima: • Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo mínimo teórico • Produção Máxima = 300 segundos = 36,76 produtos 8,16 minutos MENU
  • 121. SITUAÇÃO 1 BALANCEAMENTO UTILIZADO NOS EXPERIMENTOS 1 E 2 DIVISÃO DE TRABALHO (o quinto operador não agrega valor ao produto) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Operador 1 Operador 2 Operador 3 Operador 4 Tempo de gargalo 16,8 seg. MENU
  • 122. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO INICIAL Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 40,8 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 16,8 segundos Determinação da produção máxima projetada: • Produção Máxima projetada = Jornada de trabalho Ciclo máximo projetado (gargalo) • Produção Máxima = 300 segundos = 17,86 produtos 16,8 segundos MENU
  • 123. Cálculo da eficiência do balanceamento: MENU
  • 124. SITUAÇÃO 2 BALANCEAMENTO UTILIZADO NO EXPERIMENTO 3 KAISEN DO PROCESSO NA ESTAÇÃO GARGALO (suponhamos estes houvessem sido os tempos relativos às operações elementares no experimento 3) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Kaisen do processo MENU
  • 125. RECALCULANDO A PRODUÇÃO MÁXIMA TEÓRICA Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Número de recursos: 5 Determinação do tempo de ciclo m ão do tempo de ciclo mínimo te nimo teórico: rico: • Tempo de ciclo mínimo = “Divisão perfeita” • Somatório dos tempos de processamento Número de recursos • Tempo de ciclo mínimo = 36 seg = 7,2 segundos 5 MENU
  • 126. MENU
  • 127. DIVISÃO DE TRABALHO EXPERIMENTO 3 (o quinto operador não agrega valor ao produto) A A’ 3,0 3,0 B 7,8 C 4,8 D 4,2 E 7,2 F G 5,4 5,4 6,0 3,0 3,0 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo – 12 segundos Kaisen do processo MENU
  • 128. PRODUÇÃO MÁXIMA EXPERIMENTO 3 Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 12 segundos MENU
  • 130. SITUAÇÃO 3 BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO AJUDANDO O “GARGALO” a) OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 2 Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (7,2 seg) MENU
  • 131. A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo 10,8 segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o operador 5 agrega valor ao produto. b) atribuição do “gargalo” é particionada em duas estações. MENU
  • 132. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO • Dados do problema: Dados do problema: ♦ Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos ♦ Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 10,8 segundos MENU
  • 134. SITUAÇÃO 4 a) OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 4 b) OPERADOR 3 AJUDA OPERADOR 2 BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO E O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS OCIOSOS DE OPERADORES “NÃO GARGALO”. Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (0,12 min) Uma solução melhorada MENU
  • 135. A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo 10,2 segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o operador 5 faz ajuda o operador 4 montando o alternador b) o operador 3 ajuda o “gargalo” montando o protetor superior Uma solução melhorada MENU
  • 136. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 10,2 segundos Determinação da produção máxima: • Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo mínimo teórico • Produção Máxima = 300 segundos = 10,2 segundos 29,41 produtos MENU
  • 138. SITUAÇÃO 5 BALANCEAMENTO PREVENDO A PARTICIPAÇÃO DO QUINTO OPERADOR AGREGANDO VALOR AO PRODUTO E O APROVEITAMENTO DOS TEMPOS OCIOSOS DE OPERADORES “NÃO GARGALO” a) OPERADOR 5 AJUDA OPERADOR 4 b) OPERADOR 1 AJUDA OPERADOR 2 Procedimento heurístico: agrupar cada tarefa (da esquerda para direita) com as suas anteriores buscando que a estação com maior tempo de ciclo (“gargalo”) diste o menos possível do ciclo mínimo teórico (0,12 min) UMA SOLUÇÃO MELHOR AINDA ... MENU
  • 139. A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 01 Operador 02 Operador 03 Operador 04 Tempo de gargalo 9 segundos Operador 05 Nova divisão de trabalho proposta: a) o quinto operador faz a montagem do alternador; b) Neste caso a primeira estação no fluxo físico teria que ser a do Operador 2. MENU
  • 140. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 9 segundos Determinação da produção máxima: • Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo mínimo teórico • Produção Máxima = 300 segundos = 9 segundos 33,33 produtos MENU
  • 141. CALCULANDO AS EFICIÊNCIAS • Cálculo da eficiência do balanceamento: MENU
  • 142. SITUAÇÃO 6 REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER a) MONTAGEM DO ALTERNADOR E MOTOR PASSAM A SER FEITA DIRETAMENTE NA BASE ANTES DA PREPARAÇÃO SUPORTE. MENU
  • 143. O UNIVERSO DE COMBINAÇÕES Protetor superior Conexão Motor Bloco 4 Bloco 3 Protetor inferior Bloco 5 Bloco 6 Alternador Bloco 2 Bloco 1 MENU
  • 144. Quantas formas diferentes há de construir o conjunto propulsor? Existem 11 ligações, portanto teremos potencilamente 11! (ou seja, 39.916.800) diferentes formas. MENU
  • 145. REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER Uma nova forma de fazer => Uma nova rede de precedências A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 SUPONHAMOS QUE AS CRONOMETRAGENS DAS OPERAÇÕES INDIVIDUAIS CONTINUASSEM AS MESMAS! MENU
  • 146. A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Uma nova forma de fazer => Uma nova rede de precedências => Um novo balanceamento Operador 1 Operador 2 Operador 3 Operador 4 Operador 5 Neste caso a 1ª estação no fluxo físico tem que ser a do Operador 2. MENU
  • 147. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 8,4 segundos Determinação da produção máxima: • Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo Máximo projetado (“gargalo”) • Produção Máxima = 300 segundos = 8,4 segundos 35,71 produtos MENU
  • 148. MENU
  • 149. SITUAÇÃO 7 QUEBRANDO O PARADIGMA: COLOCANDO 2 RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 1 Operador 2 Operador 4 Operador 5 Operador 3 Tempo Gargalo 15 / 2 = 7,5 seg MENU
  • 150. PRODUÇÃO MÁXIMA COM ARRANJO PROPOSTO Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 7,5 segundos MENU
  • 151. MENU
  • 152. SITUAÇÃO 8 COLOCANDO 3 RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO UMA HIPÓTESE INVIÁVEL! As operações B, C e G não podem estar na mesma estação (pois G depende que D, E e F tenham sido feitas e estas, por seu turno, só podem ser feitas depois de B e C). A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Operador 4 Operador 5 Tempo Gargalo 22,2 / 3 = 7,433 Operador 1 Operador 2 Operador 3 2 recursos MENU
  • 153. SITUAÇÃO 9 COLOCANDO 4 RECURSOS NA MESMA ESTAÇÃO REENGENHEIRANDO A FORMA DE FAZER A A’ 3,0 3,0 B 6,0 C 3,0 D 3,0 E 7,2 F G 5,4 5,4 Tempo Gargalo 28,8/ 4 = 7,2 seg 4 recursos MENU
  • 154. Produção máxima com arranjo proposto Dados do problema: • Somatório dos tempos de processamento: 36 segundos • Tempo de ciclo da estação “gargalo”: 7,2 segundos Determinação da produção máxima: • Produção Máxima = Jornada de trabalho Ciclo Máximo projetado (“gargalo”) • Produção Máxima = 300 segundos = 41,67 produtos 7,2 segundos MENU
  • 155. MENU
  • 156. Clique na opção desejada: Aguarde ! M enu S air
  • 157. PROFESSOR ROMILSON CESAR LIMA Aguarde ! Fechando programa . . . . PRESSIONE PARA ENCERRAR eSc MENU