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Tópicos Especiais em Psicologia IV:
Introdução à Filosofia da Mente
Aula 6:
Materialismo eliminacionista e
naturalismo biológico
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Eliminativismo:
Definição geral
● O eliminativismo é uma teoria filosófica que combina o princípio
da inexistência de entidades e propriedades supostamente
referidas por um dado vocabulário com o princípio de que esse
vocabulário deve ser eliminado.
● O materialismo eliminativista é a tese radical de que o nosso
entendimento de senso comum sobre a mente (a “psicologia do
senso comum”, “psicologia popular”, ou folk psychology) está
profundamente errado, e que alguns ou todos os estados
mentais postulados por esse entendimento não existem.
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A
Eliminativismo:
Definição geral
● “Para o materialista eliminativista, as
correspondências um-a-um não serão encontradas,
e a estrutura psicológica de nosso senso comum
não pode obter uma redução interteórica, porque a
estrutura psicológica de nosso senso comum é uma
concepção falsa e radicalmente enganosa das
causas do comportamento humano e da natureza
da atividade cognitiva” (Churchland, p. 79)
CHURCHLAND, P. M. Matéria e consciência. Uma introdução contemporânea à filosofia da mente. São Paulo: Editora
UNESP, 1998.
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Objeções ao materialismo
● Churchland (1981) afirma que a motivação para o materialismo
eliminacionista é a grande quantidade de objeções ao fisicalismo
focadas nos qualia e no problema da intencionalidade
– Intencionalidade = conteúdo/significado dos estados mentais
– Como estados mentais são intencionais (atitudes proposicionais), não podem
ser reduzidos ou eliminados em favor de algo mental
● Irredutibilidade do estado mental (Brentano)
● Para que essas objeções sejam dispersadas, é preciso demonstrar que
fazem parte de uma teoria falsa
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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Paralelos históricos
● Churchland argumenta que o eliminativismo, como procedimento epistemológico, tem
“casos históricos de eliminação pura e simples da ontologia de uma nova teoria mais
antiga, em favor de uma teoria nova e superior” (p. 79)
● “Calórico” - fluido retido nos corpos responsável pela temperatura
– Relativo sucesso na explicação das trocas de calor, expansão térmica, derretimento, ebulição, &c
– No séc. XIX, o calórico é eliminado pela teoria cinético-corpuscular da matéria e do calor → maior
sucesso explanatório; dificuldades em demonstrar a existência da substância
● “Flogisto” - substância volátil que é liberada na combustão ou na oxidação, ou que é
adicionada a uma substância na fundição
– “O flogisto revelou-se não uma descrição incompleta do que acontecia, mas sim uma descrição
radicalmente incorreta”.
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Dinosaur Comics: http://qwantz.com/index.php?comic=574
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Antecedentes históricos
● Holbach (1770) – não há nenhuma dimensão da psicologia
humana que corresponda à nossa noção de senso comum de
liberdade; portanto, o conceito livre arbítrio deve ser eliminado
● Hume (1739) – “À parte alguns metafísicos dessa espécie,
arrisco-me, porém, a afirmar que os demais homens não são
senão um feixe ou uma coleção de diferentes percepções (…)
que se sucedem umas às outras com uma rapidez inconcebível,
e estão em perpétuo fluxo e movimento”
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Antecedentes históricos
● C. D. Broad (1925) – The Mind and Its Place in Nature – rejeição de um materialismo
ingênuo que trata estados mentais como atributos que não se aplicam a algo “no mundo”
(p. ex., comportamento)
● Sellars (1965), “Empiricism and the philosophy of mind” - as nossas concepções do
mental não podem ser derivadas do acesso direto ao “funcionamento interno” de nossas
mentes, mas de um arcabouço teórico primitivo que herdamos da cultura
● Paul Feyerabend (1963), “Mental events and the brain” - As concepções da psicologia do
senso comum são não-físicas, e qualquer versão do materialismo tende a rejeitá-las
● Quine (1960), Word and Object: “Seria o fisicalismo um repúdio aos objetivos mentais,
ou uma teoria sobre eles? [O fisicalismo] repudia os estados mentais da dor ou da raiva
em favor de seus concomitantes físicos, ou identifica o estado mental com um estado do
organismo físico?”
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Antecedentes históricos
● O materialismo eliminativista
representa uma “tensão” entre duas
condições diferentes nas quais os
conceitos mentais são descartados:
(a)Não existem estados mentais, só estados
do cérebro
(b)Existem estados mentais, mas eles só
são estados do cérebro (e eventualmente
iremos assumi-los como tal)
● Rorty (1965), “Mind-body identity,
privacy, and categories” - as
sensações não existem, e são tão
somente estados cerebrais
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Redução vs. eliminação
● As teorias da identidade de Smart e Feigl
assumem o processo de redução interteórica,
com demonstração de correspondências
pontuais entre os conceitos
● O eliminativismo afirma que essas
correspondências são impossíveis de encontrar,
porque o vocabulário da PSC descreve
entidades fictícias
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No entanto...
●
Lycan e Pappas (1972): em alguns sentidos (sentido b), não há
diferença entre reducionismo e eliminativismo
– OU você afirma que os conceitos da PSc não se referem a nada real e que
os termos mentais são vazios
– OU você afirma que os termos mentais são de alguma forma redutíveis a
estados neurofisiológicos ou computacionais do cérebro
●
Savitt (1974): mudança teórica ontologicamente radical
(eliminativismo) ou ontologicamente conservadora (reducionismo)
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A psicologia do senso comum
como teoria
● Tese de Sellars: utilizamos um arcabouço teórico para explicar
e prever o comportamento inteligente – usamos uma TEORIA
para ao utilizar um idioma mental (“theory-theory”)
● É uma teoria porque contém generalizações (ou relações tipo-
lei, que descrevem relações causais e contrafactuais e
regularidades) e afirmações teóricas específicas, denotadas
por termos psicológicos como “crença” e “dor”
● Como construtos teóricos, os estados mentais não são
diretamente observáveis
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A psicologia do senso comum
como teoria
● P. ex.: se uma pessoa deseja que X e acredita
que a melhor forma de conseguir X é fazer Y,
então essa pessoa tenderá a fazer Y
● A PSC atribui propriedades a esses estados; p.
ex., crenças apresentam propriedades causais
(relações com estados no mundo e outros
estados mentais); crenças tem intencionalidade
(expressam proposições)
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A
A psicologia do senso comum
como teoria
● Churchland (1981) argumenta que assumirmos a PSC como
teoria permite que unifiquemos os problemas mais
importantes da filosofia da mente e da psicologia, incluindo
– A explicação e a previsão do comportamento
– Os significados de nossos termos para estados mentais
– O problema das outras mentes
– A introspecção
– A intencionalidade dos estados mentais
– O problema mente-corpo
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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A
Explanação e previsão do
comportamento
● Todos somos capazes, em certa medida, de explicar e prever o
comportamento de outras pessoas e animais de forma
relativamente fácil
● Essas explicações e previsões atribuem crenças e desejos aos
outros
● Explicações e previsões pressupõem relações tipo-lei, mas
Churchland (1981) acredita que algumas relações nomológicas
podem ser reconstruídas a partir das explicações da PSC
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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O significado dos nossos
termos mentais
● Se a PSC é uma teoria, a semântica dos
nossos termos deve ser entendida da mesma
forma como a semântica de quaisquer termos
teóricos
● Churchland (1981): o significado de um termo
teórico é derivado de uma rede nomológica no
qual ele figua
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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Intencionalidade
● Desde Brentano, a intencionalidade marca um contraste
fundamental com o que é meramente físico
● Na perspectiva de Churchland (1981), a intencionalidade
dos estados mentais não é uma característica misteriosa
da natureza, mas uma “característica estrutural” dos
conceitos da psicologia do senso comum
● Essas características estruturais revelam o quanto a
PSC é similar às teorias científicas
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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Intencionalidade
● P. ex.: comparemos as atitudes proposicionais (acredito que p) com “atitudes numéricas”
(tem massa n) (Churchland, 1981)
● Ambas são expressões formadoras de predicado
– No caso numérico, substitutimos n por um número para formar um predicado
– No caso proposicional, substituimos p por uma proposição para formar um predicado
● Em ambos os casos, as relações lógicas mantidas entre as “atitudes” são as mesmas
mantidas entre seus conteúdos
● Em ambos os casos podemos formar leis para quantificadores ∀
● A única diferença entre a PSC e as teorias científicas encontra-se no tipo de entidade
abstrate que utilizam (proposições ao invés de números)
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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A psicologia do senso comum como
teoria e o problema mente-corpo
● A questão do problema mente-corpo passa a ser “como a ontologia de uma
teoria relaciona-se com a ontologia de outra teoria?
●
As diferentes respostas refletem diferentes posições acerca da redução da
PSC à neurociência (Churchland, 1981)
– A teoria da identidade sustenta que haverá uma redução suave que preserva a
ontologia da PSC
– O dualismo afirma que não haverá redução, pois tratam-se de domínios diferentes
– O funcionalismo sustenta que não haverá redução, porque a psicologia lida com um
conjunto abstrato de relações entre estados funcionais que podem ser realizados
em diferentes meios
– O eliminativismo afirma que a PSC não será reduzida à neurociência, porque está
radicalmente incorreta
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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Mudanças teóricas
eliminativas e redutivas
● Savitt – Mudanças teóricas ontologicamente conservadoras ou radicais
● Conservadora quando as entidades e postulados da teoria substituída são realocadas,
com algum grau de revisão, na teoria substituinte
– Conforme a teoria da luz foi gradualmente substituída pelo entendimento da radiação
eletromagnética, nossas concepções foram dramaticamente transformadas; entretanto não
dizemos que não há algo como a luz
● Radical quando a revisão aponta a necessidade de eliminar um conceito falso
– A transição da demonologia para a psicopatologia levou à eliminação dos espíritos malignos
como entidades causadoras de transtornos mentais
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Três cenários para a eliminação
da psicologia do senso comum
(Churchland, 1981)
1. Conexionismo
– Chegaremos a uma teoria do cérebro que é consistente com a biologia evolutiva, e que nos prescreve, a cada
momento, um estado complexo que pode ser descrito como um sólido em um espaço de fases n-dimensional
– Qualquer sentença possível será como uma projeção unidimensional àquela desse espaço de fases
2. Antipodianos (Cenário mais radical)
– Partindo da hipótese de que nossa capacidade de utilizar a linguagem é uma função adquirida adicional do
nossa maquinaria cognitiva, que organiza a experiência perceptual...
– Idiomas como o português utilizam somente uma fração dessa maquinaria cognitiva
– O conhecimento de como essa maquinaria funciona nos permitirá inventar uma linguagem muito mais
sofisticada, com sintaxe e semântica totalmente novas, fazendo com que a PSC desapareça
3. Ficção científica
– Descobrimos como diferentes partes do encéfalo comunicam-se (p. ex., hemisférios)
– Com base nisso, inventamos máquinas que permitam que os cérebros dos diferentes indivíduos comuniquem-
se diretamente entre si, sem a mediação da linguagem
CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
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Naturalismo externalista
● “Uma determinada assimetria paradoxal surgiu na história do materialismo. As teorias de
identidade tipo-tipo anteriores argumentavam que podíamos nos livrar de estados mentais
cartesianos e misteriosos porque tais estados não eram nada mais que estados físicos (nada
“além de” estados físicos); e defendiam isso com base na assunção de que se poderia mostrar
que tipos de estados mentais seriam idênticos a tipos de estados físicos, que obteríamos uma
correspondência entre as asserções da neurobiologia e nossas noções convencionais, como a
dor e a crença. Já no caso do materialismo eliminativo, o que se considera como a justificativa da
eliminação desses estados mentais é exatamente o pretenso fracasso de qualquer
correspondência semelhante” (Searle, pp. 73-74)
SEARLE, J. A redescoberta da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997
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A
Naturalismo externalista e o
problema da intencionalidade
● “Todo fenômeno mental é caracterizado por aquilo que os escolásticos da Idade Média chamaram a inexistência
intencional (ou mental) de um objeto, e aquilo que podemos chamar, ainda que de forma não completamente
não-ambígua, referência a um conteúdo de direção, no sentido de para um objeto (que não deve aqui ser
entendido como querendo dizer uma coisa), ou objetividade imanente. Todo o fenômeno mental inclui algo em si
como objeto, embora nem todos o façam da mesma maneira. Na representação algo é representado, no juízo
algo é afirmado ou negado, no amor amado, no ódio odiado, no desejo desejado, e assim por diante. Esta "in-
existência" é uma característica exclusiva dos fenômenos mentais. Nenhum fenômeno físico exibe nada parecido.
Poderíamos, portanto, definir os fenômenos mentais, dizendo que eles são aqueles fenômenos que contêm um
objeto intencionalmente dentro de si.” (Brentano, 1874/1995)
BRENTANO, F. Psychology From an Empirical Standpoint. Londres: Routledge, 1995
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Naturalismo externalista e o
problema da intencionalidade
● Naturalizar a intencionalidade é explicá-la em termos
totalmente físicos, não-mentais (redução)
● P. ex., funcionalismo busca explicar a intencionalidade a partir
das relações causais entre estímulos, respostas, e outros
estados mentais
● Entretanto, o conteúdo semântico (atitude
proposicional/intencionalidade) não pode estar somente na
mente, porque o que isso é “insuficiente para determinar como
a linguagem se relaciona com a realidade” (Searle, p. 75)
SEARLE, J. A redescoberta da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997
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O externalismo de conteúdo
● O externalismo é um conjunto de posições na filosofia da
mente que afirma que os estados mentais não são só
resultado do que ocorre no sistema nervoso, mas também
do que ocorre fora do sujeito
● Diferentes versões; em um extremo, a mente
possivelmente depende de fatores externos; em outro, a
mente é constituída ou idêntica a processos parcial ou
totalmente externos ao sistema nervoso
●
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A
Externalismo de conteúdo: a
Terra Gêmea
● A discussão tradicional acerca do externalismo centra-se nos aspectos semânticos das atitudes
proposicionais
● Putnam (1975), The Meaning of ‘Meaning’ - externalismo semântico ou de conteúdo: alguns
estados mentais apresentam conteúdos que podem ser capturados por clásulas “que” (acredito que
a água é úmida; acredito que Cunha é culpado…)
● Experimento mental: suponha que existe, em algum lugar do universo, um planeta exatamente
igual à Terra em virtualmente todos os aspectos (“Terra Gêmea”); lá, há um Gêmeo equivalente a
cada pessoa e coisa na Terra. A única diferença é que a água não existe na Terra Gêmea, sendo
substituída por um líquido idêntico, mas quimicamente diferente. Além disso, para esse
experimento as pessoas da Terra e da Terra Gêmea não conhecem a composição química desses
líquidos
● Quando um Terráqueo e seu equivalente na Terra Gêmea utilizam o termo “água”, querem dizer a
mesma coisa?
– Certamente estarão no mesmo estado neurofisiológico, mas a referência é diferente
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A
Externalismo fenomenal
● Extensão da visão externalista ao conteúdo fenomenal
● Dretske: “As experiências em si estão na cabeça (por que mais
fecharíamos os olhos ou os ouvidos para extingui-las?), mas não é
preciso que nada na cabeça (de fato, no momento em que temos
essas experiências, nada fora cabeça) tenha as qualidades que
distinguimos nessas experiências”
– Ainda que as experiências mantenham-se “na cabeça” (i.e., sistema
nervoso), o conteúdo fenomenal pode depender de algo além
● Lycan: os qualia não são estreitos (i.e., não fazem referência
somente a algo subjetivo, mas a algo no mundo)
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Enactivismo e cognição
incorporada
● Alguns autores sublinham a ligação próxima entre processos cognitivos,
corpo, e ambiente
● Proto-externalistas (antecedentes): Gregory Bateson, James Gibson, Maurice
Merleau-Ponty, Eleanor Rosch
●
A mente é dependente de, ou idêntica a, interações entre o mundo e seus
agentes
– Kevin O’Regan e Alva Noe: a mente é constituída por contingências sensório-motoras
(ocasiões para agir de determinada forma, resultando na equiparação entre
propriedades ambientais e corporais) entre o agente e o mundo
– Gibson: “affordances” - possibilidades de ação sobre um objeto ou sobre o ambiente

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Materialismo eliminativista e naturalismo

  • 1. UNIFESSP A Tópicos Especiais em Psicologia IV: Introdução à Filosofia da Mente Aula 6: Materialismo eliminacionista e naturalismo biológico
  • 2. UNIFESSP A Eliminativismo: Definição geral ● O eliminativismo é uma teoria filosófica que combina o princípio da inexistência de entidades e propriedades supostamente referidas por um dado vocabulário com o princípio de que esse vocabulário deve ser eliminado. ● O materialismo eliminativista é a tese radical de que o nosso entendimento de senso comum sobre a mente (a “psicologia do senso comum”, “psicologia popular”, ou folk psychology) está profundamente errado, e que alguns ou todos os estados mentais postulados por esse entendimento não existem.
  • 3. UNIFESSP A Eliminativismo: Definição geral ● “Para o materialista eliminativista, as correspondências um-a-um não serão encontradas, e a estrutura psicológica de nosso senso comum não pode obter uma redução interteórica, porque a estrutura psicológica de nosso senso comum é uma concepção falsa e radicalmente enganosa das causas do comportamento humano e da natureza da atividade cognitiva” (Churchland, p. 79) CHURCHLAND, P. M. Matéria e consciência. Uma introdução contemporânea à filosofia da mente. São Paulo: Editora UNESP, 1998.
  • 4. UNIFESSP A Objeções ao materialismo ● Churchland (1981) afirma que a motivação para o materialismo eliminacionista é a grande quantidade de objeções ao fisicalismo focadas nos qualia e no problema da intencionalidade – Intencionalidade = conteúdo/significado dos estados mentais – Como estados mentais são intencionais (atitudes proposicionais), não podem ser reduzidos ou eliminados em favor de algo mental ● Irredutibilidade do estado mental (Brentano) ● Para que essas objeções sejam dispersadas, é preciso demonstrar que fazem parte de uma teoria falsa CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 5. UNIFESSP A Paralelos históricos ● Churchland argumenta que o eliminativismo, como procedimento epistemológico, tem “casos históricos de eliminação pura e simples da ontologia de uma nova teoria mais antiga, em favor de uma teoria nova e superior” (p. 79) ● “Calórico” - fluido retido nos corpos responsável pela temperatura – Relativo sucesso na explicação das trocas de calor, expansão térmica, derretimento, ebulição, &c – No séc. XIX, o calórico é eliminado pela teoria cinético-corpuscular da matéria e do calor → maior sucesso explanatório; dificuldades em demonstrar a existência da substância ● “Flogisto” - substância volátil que é liberada na combustão ou na oxidação, ou que é adicionada a uma substância na fundição – “O flogisto revelou-se não uma descrição incompleta do que acontecia, mas sim uma descrição radicalmente incorreta”.
  • 7. UNIFESSP A Antecedentes históricos ● Holbach (1770) – não há nenhuma dimensão da psicologia humana que corresponda à nossa noção de senso comum de liberdade; portanto, o conceito livre arbítrio deve ser eliminado ● Hume (1739) – “À parte alguns metafísicos dessa espécie, arrisco-me, porém, a afirmar que os demais homens não são senão um feixe ou uma coleção de diferentes percepções (…) que se sucedem umas às outras com uma rapidez inconcebível, e estão em perpétuo fluxo e movimento”
  • 8. UNIFESSP A Antecedentes históricos ● C. D. Broad (1925) – The Mind and Its Place in Nature – rejeição de um materialismo ingênuo que trata estados mentais como atributos que não se aplicam a algo “no mundo” (p. ex., comportamento) ● Sellars (1965), “Empiricism and the philosophy of mind” - as nossas concepções do mental não podem ser derivadas do acesso direto ao “funcionamento interno” de nossas mentes, mas de um arcabouço teórico primitivo que herdamos da cultura ● Paul Feyerabend (1963), “Mental events and the brain” - As concepções da psicologia do senso comum são não-físicas, e qualquer versão do materialismo tende a rejeitá-las ● Quine (1960), Word and Object: “Seria o fisicalismo um repúdio aos objetivos mentais, ou uma teoria sobre eles? [O fisicalismo] repudia os estados mentais da dor ou da raiva em favor de seus concomitantes físicos, ou identifica o estado mental com um estado do organismo físico?”
  • 9. UNIFESSP A Antecedentes históricos ● O materialismo eliminativista representa uma “tensão” entre duas condições diferentes nas quais os conceitos mentais são descartados: (a)Não existem estados mentais, só estados do cérebro (b)Existem estados mentais, mas eles só são estados do cérebro (e eventualmente iremos assumi-los como tal) ● Rorty (1965), “Mind-body identity, privacy, and categories” - as sensações não existem, e são tão somente estados cerebrais
  • 10. UNIFESSP A Redução vs. eliminação ● As teorias da identidade de Smart e Feigl assumem o processo de redução interteórica, com demonstração de correspondências pontuais entre os conceitos ● O eliminativismo afirma que essas correspondências são impossíveis de encontrar, porque o vocabulário da PSC descreve entidades fictícias
  • 11. UNIFESSP A No entanto... ● Lycan e Pappas (1972): em alguns sentidos (sentido b), não há diferença entre reducionismo e eliminativismo – OU você afirma que os conceitos da PSc não se referem a nada real e que os termos mentais são vazios – OU você afirma que os termos mentais são de alguma forma redutíveis a estados neurofisiológicos ou computacionais do cérebro ● Savitt (1974): mudança teórica ontologicamente radical (eliminativismo) ou ontologicamente conservadora (reducionismo)
  • 12. UNIFESSP A A psicologia do senso comum como teoria ● Tese de Sellars: utilizamos um arcabouço teórico para explicar e prever o comportamento inteligente – usamos uma TEORIA para ao utilizar um idioma mental (“theory-theory”) ● É uma teoria porque contém generalizações (ou relações tipo- lei, que descrevem relações causais e contrafactuais e regularidades) e afirmações teóricas específicas, denotadas por termos psicológicos como “crença” e “dor” ● Como construtos teóricos, os estados mentais não são diretamente observáveis
  • 13. UNIFESSP A A psicologia do senso comum como teoria ● P. ex.: se uma pessoa deseja que X e acredita que a melhor forma de conseguir X é fazer Y, então essa pessoa tenderá a fazer Y ● A PSC atribui propriedades a esses estados; p. ex., crenças apresentam propriedades causais (relações com estados no mundo e outros estados mentais); crenças tem intencionalidade (expressam proposições)
  • 14. UNIFESSP A A psicologia do senso comum como teoria ● Churchland (1981) argumenta que assumirmos a PSC como teoria permite que unifiquemos os problemas mais importantes da filosofia da mente e da psicologia, incluindo – A explicação e a previsão do comportamento – Os significados de nossos termos para estados mentais – O problema das outras mentes – A introspecção – A intencionalidade dos estados mentais – O problema mente-corpo CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 15. UNIFESSP A Explanação e previsão do comportamento ● Todos somos capazes, em certa medida, de explicar e prever o comportamento de outras pessoas e animais de forma relativamente fácil ● Essas explicações e previsões atribuem crenças e desejos aos outros ● Explicações e previsões pressupõem relações tipo-lei, mas Churchland (1981) acredita que algumas relações nomológicas podem ser reconstruídas a partir das explicações da PSC CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 16. UNIFESSP A O significado dos nossos termos mentais ● Se a PSC é uma teoria, a semântica dos nossos termos deve ser entendida da mesma forma como a semântica de quaisquer termos teóricos ● Churchland (1981): o significado de um termo teórico é derivado de uma rede nomológica no qual ele figua CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 17. UNIFESSP A Intencionalidade ● Desde Brentano, a intencionalidade marca um contraste fundamental com o que é meramente físico ● Na perspectiva de Churchland (1981), a intencionalidade dos estados mentais não é uma característica misteriosa da natureza, mas uma “característica estrutural” dos conceitos da psicologia do senso comum ● Essas características estruturais revelam o quanto a PSC é similar às teorias científicas CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 18. UNIFESSP A Intencionalidade ● P. ex.: comparemos as atitudes proposicionais (acredito que p) com “atitudes numéricas” (tem massa n) (Churchland, 1981) ● Ambas são expressões formadoras de predicado – No caso numérico, substitutimos n por um número para formar um predicado – No caso proposicional, substituimos p por uma proposição para formar um predicado ● Em ambos os casos, as relações lógicas mantidas entre as “atitudes” são as mesmas mantidas entre seus conteúdos ● Em ambos os casos podemos formar leis para quantificadores ∀ ● A única diferença entre a PSC e as teorias científicas encontra-se no tipo de entidade abstrate que utilizam (proposições ao invés de números) CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 19. UNIFESSP A A psicologia do senso comum como teoria e o problema mente-corpo ● A questão do problema mente-corpo passa a ser “como a ontologia de uma teoria relaciona-se com a ontologia de outra teoria? ● As diferentes respostas refletem diferentes posições acerca da redução da PSC à neurociência (Churchland, 1981) – A teoria da identidade sustenta que haverá uma redução suave que preserva a ontologia da PSC – O dualismo afirma que não haverá redução, pois tratam-se de domínios diferentes – O funcionalismo sustenta que não haverá redução, porque a psicologia lida com um conjunto abstrato de relações entre estados funcionais que podem ser realizados em diferentes meios – O eliminativismo afirma que a PSC não será reduzida à neurociência, porque está radicalmente incorreta CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 20. UNIFESSP A Mudanças teóricas eliminativas e redutivas ● Savitt – Mudanças teóricas ontologicamente conservadoras ou radicais ● Conservadora quando as entidades e postulados da teoria substituída são realocadas, com algum grau de revisão, na teoria substituinte – Conforme a teoria da luz foi gradualmente substituída pelo entendimento da radiação eletromagnética, nossas concepções foram dramaticamente transformadas; entretanto não dizemos que não há algo como a luz ● Radical quando a revisão aponta a necessidade de eliminar um conceito falso – A transição da demonologia para a psicopatologia levou à eliminação dos espíritos malignos como entidades causadoras de transtornos mentais
  • 21. UNIFESSP A Três cenários para a eliminação da psicologia do senso comum (Churchland, 1981) 1. Conexionismo – Chegaremos a uma teoria do cérebro que é consistente com a biologia evolutiva, e que nos prescreve, a cada momento, um estado complexo que pode ser descrito como um sólido em um espaço de fases n-dimensional – Qualquer sentença possível será como uma projeção unidimensional àquela desse espaço de fases 2. Antipodianos (Cenário mais radical) – Partindo da hipótese de que nossa capacidade de utilizar a linguagem é uma função adquirida adicional do nossa maquinaria cognitiva, que organiza a experiência perceptual... – Idiomas como o português utilizam somente uma fração dessa maquinaria cognitiva – O conhecimento de como essa maquinaria funciona nos permitirá inventar uma linguagem muito mais sofisticada, com sintaxe e semântica totalmente novas, fazendo com que a PSC desapareça 3. Ficção científica – Descobrimos como diferentes partes do encéfalo comunicam-se (p. ex., hemisférios) – Com base nisso, inventamos máquinas que permitam que os cérebros dos diferentes indivíduos comuniquem- se diretamente entre si, sem a mediação da linguagem CHURCHLAND, P. M. Eliminative materialism and the propositional attitudes. Journal of Philosophy 78, 67-90, 1981
  • 22. UNIFESSP A Naturalismo externalista ● “Uma determinada assimetria paradoxal surgiu na história do materialismo. As teorias de identidade tipo-tipo anteriores argumentavam que podíamos nos livrar de estados mentais cartesianos e misteriosos porque tais estados não eram nada mais que estados físicos (nada “além de” estados físicos); e defendiam isso com base na assunção de que se poderia mostrar que tipos de estados mentais seriam idênticos a tipos de estados físicos, que obteríamos uma correspondência entre as asserções da neurobiologia e nossas noções convencionais, como a dor e a crença. Já no caso do materialismo eliminativo, o que se considera como a justificativa da eliminação desses estados mentais é exatamente o pretenso fracasso de qualquer correspondência semelhante” (Searle, pp. 73-74) SEARLE, J. A redescoberta da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997
  • 23. UNIFESSP A Naturalismo externalista e o problema da intencionalidade ● “Todo fenômeno mental é caracterizado por aquilo que os escolásticos da Idade Média chamaram a inexistência intencional (ou mental) de um objeto, e aquilo que podemos chamar, ainda que de forma não completamente não-ambígua, referência a um conteúdo de direção, no sentido de para um objeto (que não deve aqui ser entendido como querendo dizer uma coisa), ou objetividade imanente. Todo o fenômeno mental inclui algo em si como objeto, embora nem todos o façam da mesma maneira. Na representação algo é representado, no juízo algo é afirmado ou negado, no amor amado, no ódio odiado, no desejo desejado, e assim por diante. Esta "in- existência" é uma característica exclusiva dos fenômenos mentais. Nenhum fenômeno físico exibe nada parecido. Poderíamos, portanto, definir os fenômenos mentais, dizendo que eles são aqueles fenômenos que contêm um objeto intencionalmente dentro de si.” (Brentano, 1874/1995) BRENTANO, F. Psychology From an Empirical Standpoint. Londres: Routledge, 1995
  • 24. UNIFESSP A Naturalismo externalista e o problema da intencionalidade ● Naturalizar a intencionalidade é explicá-la em termos totalmente físicos, não-mentais (redução) ● P. ex., funcionalismo busca explicar a intencionalidade a partir das relações causais entre estímulos, respostas, e outros estados mentais ● Entretanto, o conteúdo semântico (atitude proposicional/intencionalidade) não pode estar somente na mente, porque o que isso é “insuficiente para determinar como a linguagem se relaciona com a realidade” (Searle, p. 75) SEARLE, J. A redescoberta da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1997
  • 25. UNIFESSP A O externalismo de conteúdo ● O externalismo é um conjunto de posições na filosofia da mente que afirma que os estados mentais não são só resultado do que ocorre no sistema nervoso, mas também do que ocorre fora do sujeito ● Diferentes versões; em um extremo, a mente possivelmente depende de fatores externos; em outro, a mente é constituída ou idêntica a processos parcial ou totalmente externos ao sistema nervoso ●
  • 26. UNIFESSP A Externalismo de conteúdo: a Terra Gêmea ● A discussão tradicional acerca do externalismo centra-se nos aspectos semânticos das atitudes proposicionais ● Putnam (1975), The Meaning of ‘Meaning’ - externalismo semântico ou de conteúdo: alguns estados mentais apresentam conteúdos que podem ser capturados por clásulas “que” (acredito que a água é úmida; acredito que Cunha é culpado…) ● Experimento mental: suponha que existe, em algum lugar do universo, um planeta exatamente igual à Terra em virtualmente todos os aspectos (“Terra Gêmea”); lá, há um Gêmeo equivalente a cada pessoa e coisa na Terra. A única diferença é que a água não existe na Terra Gêmea, sendo substituída por um líquido idêntico, mas quimicamente diferente. Além disso, para esse experimento as pessoas da Terra e da Terra Gêmea não conhecem a composição química desses líquidos ● Quando um Terráqueo e seu equivalente na Terra Gêmea utilizam o termo “água”, querem dizer a mesma coisa? – Certamente estarão no mesmo estado neurofisiológico, mas a referência é diferente
  • 27. UNIFESSP A Externalismo fenomenal ● Extensão da visão externalista ao conteúdo fenomenal ● Dretske: “As experiências em si estão na cabeça (por que mais fecharíamos os olhos ou os ouvidos para extingui-las?), mas não é preciso que nada na cabeça (de fato, no momento em que temos essas experiências, nada fora cabeça) tenha as qualidades que distinguimos nessas experiências” – Ainda que as experiências mantenham-se “na cabeça” (i.e., sistema nervoso), o conteúdo fenomenal pode depender de algo além ● Lycan: os qualia não são estreitos (i.e., não fazem referência somente a algo subjetivo, mas a algo no mundo)
  • 28. UNIFESSP A Enactivismo e cognição incorporada ● Alguns autores sublinham a ligação próxima entre processos cognitivos, corpo, e ambiente ● Proto-externalistas (antecedentes): Gregory Bateson, James Gibson, Maurice Merleau-Ponty, Eleanor Rosch ● A mente é dependente de, ou idêntica a, interações entre o mundo e seus agentes – Kevin O’Regan e Alva Noe: a mente é constituída por contingências sensório-motoras (ocasiões para agir de determinada forma, resultando na equiparação entre propriedades ambientais e corporais) entre o agente e o mundo – Gibson: “affordances” - possibilidades de ação sobre um objeto ou sobre o ambiente