Treinamento Personalizado e Composição Corporal Prof. Esp.Vicente Paulo Stefano Junior [email_address] Copyright 1996-99 © Dale Carnegie & Associates, Inc.
Introdução O profissional de Educação Física é capacitado em avaliar, prescrever e controlar a atividade física, respeitando as individualidades e necessidades dos alunos, sem que os mesmos corram riscos.
Saúde Saúde se identifica como uma multiplicidade de aspectos do comportamento humano voltado a um estado de completo bem-estar físico, mental e social. (David C. Nieman - Exercício e Saúde, 1999.)
Continuum da saúde
Sucesso no Treinamento Temos que dar aos nossos clientes   MOMENTOS MÁGICOS!  Evitando a qualquer custo  MOMENTOS TRÁGICOS! Dar prazer Criar hábito Idéia fixa Satisfação “ Mudança de hábito”
Exame Médico »  Exame cardiovascular » Exame Laboratorial
Anamnese ›  Objetivo ›   Patologia/medicamentos ›   Hábitos sociais ›   Alimentação ›   Condição física
Avaliação
Avaliação Física
Teste de VO 2  máx Tem como objetivo identificar a capacidade aeróbia, possibilitar a correta prescrição de exercícios, adequando volume e intensidade para a atividade a ser desenvolvida.
Tipos de Ergômetros ›   Ciclo Ergômetro; ›   Esteira Ergométrica; ›   Teste de Escada ou Banco; ›   Ergometria de Membros Superiores .
Ciclo-Ergômetro
Vantagens do Ciclo Ergômetro: Menos cara que a Esteira Ergométrica; Menor, Segura; Silenciosa, menor movimentação do tronco e dos braços; Medida precisa da POTÊNCIA. Desvantagens do Ciclo Ergômetro: Gesto não específico; Desconforto do selim em obesos; Regulagem do selim influencia a medida; Menor estresse FISIOLÓGICO.
Esteira Ergométrica
Vantagens: Exige maior estresse metabólico (6-11%); Cardíaco (detecção de Isquemia); e Ventilatório (broncoconstricção induzida pelo esforço) Específica ao movimento Humano. Desvantagens: Necessita familiarização; Mais caras, volumosas; Dificuldade de aferição maior; Maior dificuldade na detecção das variáveis fisiológicas (PA, Lactato, saliva, etc...).
Escada (banco)
Vantagens: Baixo custo; Portátil; Testes rápidos; Elevada demanda cardiorespiratória e metabólica em sedentários e cardíacos. Desvantagens: Escassa padronização (altura do degrau, nível de apoio dos membros superiores); Limitações ortopédicas e  medos de quedas.
Ergômetro de membros superiores
Características Apresenta características operacionais semelhantes ao ciclo ergômetro padrão; É uma modalidade de avaliação extremamente útil para:  Indivíduos com impossibilidade de movimentação dos membros inferiores; Atletas cuja modalidade esportiva envolva uma atividade continuada dos membros superiores; Demonstrar limitação ventilatória nos indivíduos com baixa reserva mecânica respiratória;
Métodos de campo  Teste de 1 milha Teste de Cooper (12’)
Flexibilidade Definição:  Capacidade de executar movimentos com a maior amplitude possível. Teste:  Tem como objetivo determinar a mobilidade articular somada a elasticidade músculo-ligamentar-tendinosa.
Testes Goniômetro Flexiteste Banco de Wells
Banco de Wells
Objetivo do teste O teste de "sentar e alcançar" proposto por Wells e modificado por Camaione, tem por objetivo avaliar a flexibilidade da região inferior da coluna lombar e da região posterior da coxa.
Avaliação da Força Teste de 1 RM Teste abdominal Teste de extensão e flexão dos cotovelos
Teste de 1RM Mede a força  Concêntrica e/ou Excêntrica Concêntrica  absoluta do movimento. Deve ser  detectada  em no máximo  3 tentativas . Intervalos  de  1 a 3 minutos  entre as tentativas.
Teste abdominal Com este teste mediremos indiretamente a força da musculatura abdominal, através da realização do maior número possível de flexões abdominais em um minuto.
Teste de extensão e flexão dos cotovelos O avaliado deverá iniciar o teste em decúbito ventral, apoiado nas pontas dos pés e nas mãos que deverão estar posicionadas na linha dos ombros, com os cotovelos em extensão. Para mulheres o teste é realizado com o apoio nos joelhos e nas mãos.
Avaliação Postural “ É o alinhamento, balanceamento e grau de amplitude de movimento fisiológico e individual entre ossos, músculos, nervos, fáscias, vasos sanguíneos e órgãos sistêmicos, proporcionando níveis de função e contração muscular ideais, diminuindo o gasto energético e conseqüentemente a fadiga, levando a um maior rendimento” Carneiro,1997
Postura padrão Equilíbrio: Tornozelo Joelho Quadril Tronco Cabeça Estruturas inertes: ligamentos, fáscias,  osso e articulações Estruturas dinâmicas: músculos e suas  inserções tendíneas
Objetivo da avaliação postural Identificar desvios a fim de evitar a prescrição de exercícios que possam vir a agrava-los. Encaminhar a um especialista quando necessário.
Desvios graves
Exercícios terapêuticos
 
 
Avaliação da Composição Corporal Por que avaliar a composição corporal Como parte de uma avaliação da aptidão física relacionada a saúde; Para monitorar mudanças nos componentes corporais em resposta a programas de perda ou ganho de peso; Para monitorar a eficiência de programas de treinamento físico para atletas;
Métodos de Avaliação da Composição Corporal  Diretos Dissecação de tecidos e  Estudos em animais.  Indiretos Densitometria (esagem hidrostática, pletismografia)  Hidrometria  Espectometria  Tomografia csomputadorizada  Ultra Som  Absortometria de dupla energia (DEXA), etc  Duplamente Indiretos Antropometria e  Bioimpedância.
Métodos Indiretos: Densiometria Entre os métodos indiretos  a pesagem hidrostática tem sido o mais empregado para validação dos métodos duplamente indiretos
Métodos Indiretos: DXA Absortometria de raios X de dupla energia (DXA) A DXA utiliza uma fonte de raio X com  um filtro que converte um feixe de raio X  em picos fotoelétricos  de baixa e alta energia que atravessam  o corpo
Métodos Duplamente indiretos Impedância bioelétrica (BIA) Baseia-se na resistência total do corpo à passagem de uma corren-te elétrica de  500 a 800   A e 50 kHz.  Os componentes corporais oferecem uma resistência diferenciada à passagem  da corrente.
Procedimentos prévios ao teste com BIA Não utilizar medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o teste; Manter-se em jejum pelo menos 4 hs antes do teste; Não ingerir bebidas alcoólicas nas 48 hs anteriores ao teste; Não realizar atividades físicas extenuantes nas 24 hs ante-riores ao teste; Urinar pelo menos 30 minutos antes  do teste; Permanecer pelo menos de 5 a 10 minutos deitado em decúbito dorsal, em total repouso antes da execução do teste.
Equipamentos portáteis da BIA
TANITA   –  É  uma  balança  que contém em sua  plataforma os eletrodos para a emissão e recepção da corrente elétrica. Informa-se ao equipamento: SEXO, ESTATURA  e FAIXA ETÁRIA; Sobe-se  na  balança com o  display  fornecendo o % G estimado.    Utilização: Estudos com o  TANITA :   Em estudantes de Ed.Física o BIA  superestimou  o % de gordura Estudos com o  OMROM : Em  mulheres de 20 a 44 anos o BIA  subestimou  o % de gordura FONTE DE ERRO  Quando as equações contidas no  software  do equipamento não são válidas para o indivíduo que se pretende avaliar
Vantagens e desvantagens da BIA Nem sempre os equipamentos dispõem de equações adequadas aos indivíduos que se pretende avaliar. Possui equações específicas para diferentes grupos populacionais Depende  de  grande  colaboração por  parte do avaliado, nos procedimentos prévios Pode  ser  utilizada  na  avaliação da composição corporal de indivíduos obesos Apresenta custo mais elevado que outras técnicas duplamente indiretas. É um procedimento confortável e não invasivo É altamente influenciado pelo estado de hidratação do avaliado  (*) Não  requer um alto grau de habilidade do avaliador DESVANTAGENS VANTAGENS
Antropometria A estimativa da composição corporal por meio de medidas antropométricas utiliza medidas relativamente simples: > Massa corporal e Estatura > Perímetros > Diâmetros ósseos > Espessura de dobras cutâneas Associam-se a  INDICADORES ,  ÍNDICES ,  GRÁFICOS  E  EQUAÇÕES : Indicadores de Peso/Altura (P/A) Índice de Massa Corporal (IMC) Relação Cintura Quadril (RCQ) Somatograma Equações de predição de gordura corporal (% G)
Índice de Massa Corporal  (IMC = Kg/m ²) Uma das limitações  é não considerar os componentes da Composição Corporal O IMC tem uma maior associação com a gordura corporal que estimativas baseadas apenas na  estatura  e massa corporal  Adaptado de WHO (1997) >  40  Obesidade mórbida  III 35,0  –  39,9 Obesidade  II 30,0  –  34,9 Obesidade  I 25,0  –  29,9  Sobrepeso 18,5  –  24,9  Normal <  18,5 Baixo Peso IMC (kg/m 2 ) CLASSE DE OBESIDADE
Relação Cintura/Quadril P erda de peso rápida em indivíduos com obesidade na parte   superior do   corpo não é acompanhada,   com a mesma velocidade, por mudanças nas medidas de circunferências de cintura e quadril. Portanto, o método não deve ser utilizado para avaliação de mudanças na distribuição de tecido adiposo durante a perda de peso aguda É  utilizado para diagnosticar o tipo de obesidade Relação Cintura Quadril RCQ =  C (cm)   ÷  Q  (cm)
Critérios para identificação do risco a saúde pelo RCQ Adaptado de Bray & Gray (1988 ) > 0,90 0,84 – 0,90 0,76 – 0,83 < 0,76 60 –  69  > 0,88 0,82 – 0,88 0,74 – 0,81 < 0,74 50 –  59  > 0,87 0,80 – 0,87 0,73 – 0,79 < 0,73 40 –  49  > 0,84 0,79 – 0,84 0,72 – 0,78  < 0,72 30 –  39  > 0,82 0,78 – 0,82 0,71 – 0,77 < 0,71 20 –  29 Mulheres > 1,03 0,99 – 1,03 0,91 – 0,98  < 0,91 60 –  69  > 1,02 0,97 – 1,02 0,90 – 0,96 < 0,90 50 –  59  > 1,00 0,96 – 1,00 0,88 – 0,95 < 0,88 40 –  49  > 0,96 0,92 – 0,96 0,84 – 0,91 < 0,84 30 –  39  > 0,94 0,89 – 0,94 0,83 – 0,88 < 0,83 20 –  29 Homens MUITO  ALTO ALTO MODERADO BAIXO IDADE SEXO R I S C O
Método de Dobras Cutâneas Compasso de DOC (adipômetro ou plicômetro) Harpenden Cescorf Lange Sanny
Pressupostos do Método de DOC Devido à existência de uma relação entre gordura subcutânea e gordura  corporal total, a soma de várias dobras cutâneas pode ser utilizada para estimar a gordura corporal total:    Pesquisas  observaram que a gordura subcutânea,  avaliada por DOC em 12 locais, é similar ao valor obtido nas imagens de ressonância magnética. *   É necessário considerar que existe uma variação biológica considerável nos vários adipócitos
Na literatura especializada são mencionados 93 possíveis locais anatômicos onde a medida de uma dobra cutânea pode ser realizada; A maioria dos protolocos utiliza do seguintes  locais para a medida:      Triciptal (TR)    Subescapular (SB)    Axilar média (AM)    Biciptal (BI)       Torácica ou Peitoral (TX)    Supra-ilíaca (SI)     Coxa  (CX)  (medial e proximal)    Panturrilha medial (PM)    Abdominal (AB) Locais para medidas de DOC
Fracionamento da Composição Corporal Sistema de 4 componentes Gordura corporal Massa óssea Massa muscular Resíduos Sistema   de 2 componentes Massa gorda Massa corporal magra
Padrões Percentuais de Gordura Corporal:   (Fonte: Lohman (1992), p.80)   * A  - risco de doenças e desordens associadas à desnutrição. ** B  - risco de doenças associadas a obesidade. > OU = 32% > OU = 25% Risco B ** 24 - 31% 16 - 24% Acima da média 23% 15% Média 9 - 22% 6 - 14% Abaixo da média < OU = 8% < OU = 5% Risco A * MULHERES HOMENS Classificações
Parâmetros de Percentual de Gordura ESTÉTICO acima de 30% acima de 25% Obeso 24 - 29% 20 - 25% Gordo 18-23% 14-19% Saudável 12-17% 8-13% Ideal 8-11% 5-7% Baixo MULHERES HOMENS PADRÃO ESTÉTICO
Treinamento
Treinamento Para ser eficaz, uma sessão de treinamento deve provocar, uma perturbação no equilíbrio interno do corpo - (homeostase)  O exercício é um esforço e deteriora o desempenho. Durante a fase de recuperação o corpo começa a ser reconstruído, se adaptando as exigências do exercício para ser capaz de repetir a tarefa.  Na realidade o corpo é reconstruído de uma forma um pouco melhor, num fenômeno chamado de &quot;supercompensação&quot;.  Efeito do Treinamento
Princípios que regem o Treinamento Desportivo Leis do Treinamento
Princípio da Supercompensação Energética O organismo é capaz de  aumentar suas reservas energéticas  após uma carga  depletora quase máxima , desde que seja submetido a um período de  descanso suficiente .
Sobrecarga É a capacidade do  agente estressor  (Exercício)  ultrapassar  as demandas  fisiológicas  vivenciadas no  dia a dia,  obrigando o organismo a  nova aclimação . Possui Basicamente 3 tipos: (1) Volume (2) Intensidade (3) Densidade
Volume A utilização dessa sobrecarga refere-se no aumento da  Quantidade do treinamento : Distância  e/ou  tempo  do treino (km, m, minutos, horas); N ° de  Movimentos  (   Rep/Série;    n °  séries;    n  °  de Exercícios;    freqüência do treino).
Intensidade A utilização dessa sobrecarga refere-se no aumento da  Qualidade do treinamento : Aumento no %  da capacidade máxima da  qualidade física  treinada (%1RM; % VO2máx.; % Tmáx.); Aumento da  carga  e/ou  velocidade  do movimento (20    25kg; 12    13km/h).
Densidade A utilização dessa sobrecarga refere-se na diminuição do  intervalo  entre os movimentos (repetições; séries e exercícios): 3 x 10RM c/  2’int     3 x 10RM c/  1’int .
Especificidade Metabólica: O estresse fisiológico causado pelo exercício é específico em relação a sua intensidade e duração: Maratona: 95% Aerob. -  5% Anaerob. 100m: 02% Aerob. - 98% Anaerob. 10km (50% VO2máx)    65%CHO 35%G. 10km (80% VO2máx)    90%CHO 10%G.
Continuidade e Reversibilidade A  interrupção  na aplicação da sobre carga, promove no organismo a  incapacidade da aclimação . Se esta escassez de estímulos  persistir  por mais tempo (dias e/ou semanas), ocorrerá a  reversão  das conquistas fisiológicas.
Individualidade  Biológica Capacidade  única  dos seres vivos de responder ao agente estressor, sofrendo  quantitativamente e qualitativamente aclimações específicas .
Variabilidade ou Alternância da Sobrecarga O organismo possui capacidade de  acomodar  a repetição de gestos e cargas  específicas (barreira de velocidade). Desta forma a alternância na  aplicação da sobre carga  e/ou  padrões de movimento diferentes  ajudam a combater tal acomodação. Acomodação : na presença de estímulos constantes, o organismo  deixa  progressivamente de ser  afetado  por ele.
Treinamento de Força
Fatores Intervenientes na Musculação 1)  Número de Exercícios 2)  Número de Séries 3)  Número de Repetições 4)  Freqüência Semanal 5)  Intervalo de Recuperação (Densidade) 6)  % 1RM (Intensidade) 7)  Veloc. de Movimento (Intensidade) 8)  Amplitude do Movimento 9)  Uni x Bi-Lateral 10) Uni x Bi-Articular 11) Quantidade de Massa Muscular Envolvida
Bases Fisiológicas ao Esforço Aeróbio Fatores Limitantes e Determinantes da Performance
Performance Dieta CHO Água Função do SNC Estimulação Motivação Força/Habilidade -Prática -Biotipo -Tipo de fibra Meio Ambiente -Altitude -Calor -Umidade Fontes aeróbicas -VO2máx/Limiar -DC -Liberação de O2
Pesquisa: natureza do trabalho científico e ética ☺  O que é?  É o conjunto de atividades intelectuais tendentes a descoberta de novos conhecimentos.
Natureza do trabalho científico  Responsável pelo avanço científico e tecnológico nas diferentes áreas do conhecimento. Exige organização, disciplina e criatividade. O pesquisador rompe com o conhecimento vulgar e constrói novas teorias ou confronta as já existentes.
A ética na investigação Honradez no trabalho de produção científica. Amor à verdade. A modéstia. A ciência a serviço do homem. A preservação da identidade dos sujeitos-alvo da pesquisa. O sigilo profissional.

Treinamento personalizado e composição corporal

  • 1.
    Treinamento Personalizado eComposição Corporal Prof. Esp.Vicente Paulo Stefano Junior [email_address] Copyright 1996-99 © Dale Carnegie & Associates, Inc.
  • 2.
    Introdução O profissionalde Educação Física é capacitado em avaliar, prescrever e controlar a atividade física, respeitando as individualidades e necessidades dos alunos, sem que os mesmos corram riscos.
  • 3.
    Saúde Saúde seidentifica como uma multiplicidade de aspectos do comportamento humano voltado a um estado de completo bem-estar físico, mental e social. (David C. Nieman - Exercício e Saúde, 1999.)
  • 4.
  • 5.
    Sucesso no TreinamentoTemos que dar aos nossos clientes MOMENTOS MÁGICOS! Evitando a qualquer custo MOMENTOS TRÁGICOS! Dar prazer Criar hábito Idéia fixa Satisfação “ Mudança de hábito”
  • 6.
    Exame Médico » Exame cardiovascular » Exame Laboratorial
  • 7.
    Anamnese › Objetivo › Patologia/medicamentos › Hábitos sociais › Alimentação › Condição física
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    Teste de VO2 máx Tem como objetivo identificar a capacidade aeróbia, possibilitar a correta prescrição de exercícios, adequando volume e intensidade para a atividade a ser desenvolvida.
  • 11.
    Tipos de Ergômetros› Ciclo Ergômetro; › Esteira Ergométrica; › Teste de Escada ou Banco; › Ergometria de Membros Superiores .
  • 12.
  • 13.
    Vantagens do CicloErgômetro: Menos cara que a Esteira Ergométrica; Menor, Segura; Silenciosa, menor movimentação do tronco e dos braços; Medida precisa da POTÊNCIA. Desvantagens do Ciclo Ergômetro: Gesto não específico; Desconforto do selim em obesos; Regulagem do selim influencia a medida; Menor estresse FISIOLÓGICO.
  • 14.
  • 15.
    Vantagens: Exige maiorestresse metabólico (6-11%); Cardíaco (detecção de Isquemia); e Ventilatório (broncoconstricção induzida pelo esforço) Específica ao movimento Humano. Desvantagens: Necessita familiarização; Mais caras, volumosas; Dificuldade de aferição maior; Maior dificuldade na detecção das variáveis fisiológicas (PA, Lactato, saliva, etc...).
  • 16.
  • 17.
    Vantagens: Baixo custo;Portátil; Testes rápidos; Elevada demanda cardiorespiratória e metabólica em sedentários e cardíacos. Desvantagens: Escassa padronização (altura do degrau, nível de apoio dos membros superiores); Limitações ortopédicas e medos de quedas.
  • 18.
  • 19.
    Características Apresenta característicasoperacionais semelhantes ao ciclo ergômetro padrão; É uma modalidade de avaliação extremamente útil para: Indivíduos com impossibilidade de movimentação dos membros inferiores; Atletas cuja modalidade esportiva envolva uma atividade continuada dos membros superiores; Demonstrar limitação ventilatória nos indivíduos com baixa reserva mecânica respiratória;
  • 20.
    Métodos de campo Teste de 1 milha Teste de Cooper (12’)
  • 21.
    Flexibilidade Definição: Capacidade de executar movimentos com a maior amplitude possível. Teste: Tem como objetivo determinar a mobilidade articular somada a elasticidade músculo-ligamentar-tendinosa.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Objetivo do testeO teste de &quot;sentar e alcançar&quot; proposto por Wells e modificado por Camaione, tem por objetivo avaliar a flexibilidade da região inferior da coluna lombar e da região posterior da coxa.
  • 25.
    Avaliação da ForçaTeste de 1 RM Teste abdominal Teste de extensão e flexão dos cotovelos
  • 26.
    Teste de 1RMMede a força Concêntrica e/ou Excêntrica Concêntrica absoluta do movimento. Deve ser detectada em no máximo 3 tentativas . Intervalos de 1 a 3 minutos entre as tentativas.
  • 27.
    Teste abdominal Comeste teste mediremos indiretamente a força da musculatura abdominal, através da realização do maior número possível de flexões abdominais em um minuto.
  • 28.
    Teste de extensãoe flexão dos cotovelos O avaliado deverá iniciar o teste em decúbito ventral, apoiado nas pontas dos pés e nas mãos que deverão estar posicionadas na linha dos ombros, com os cotovelos em extensão. Para mulheres o teste é realizado com o apoio nos joelhos e nas mãos.
  • 29.
    Avaliação Postural “É o alinhamento, balanceamento e grau de amplitude de movimento fisiológico e individual entre ossos, músculos, nervos, fáscias, vasos sanguíneos e órgãos sistêmicos, proporcionando níveis de função e contração muscular ideais, diminuindo o gasto energético e conseqüentemente a fadiga, levando a um maior rendimento” Carneiro,1997
  • 30.
    Postura padrão Equilíbrio:Tornozelo Joelho Quadril Tronco Cabeça Estruturas inertes: ligamentos, fáscias, osso e articulações Estruturas dinâmicas: músculos e suas inserções tendíneas
  • 31.
    Objetivo da avaliaçãopostural Identificar desvios a fim de evitar a prescrição de exercícios que possam vir a agrava-los. Encaminhar a um especialista quando necessário.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
    Avaliação da ComposiçãoCorporal Por que avaliar a composição corporal Como parte de uma avaliação da aptidão física relacionada a saúde; Para monitorar mudanças nos componentes corporais em resposta a programas de perda ou ganho de peso; Para monitorar a eficiência de programas de treinamento físico para atletas;
  • 37.
    Métodos de Avaliaçãoda Composição Corporal Diretos Dissecação de tecidos e Estudos em animais. Indiretos Densitometria (esagem hidrostática, pletismografia) Hidrometria Espectometria Tomografia csomputadorizada Ultra Som Absortometria de dupla energia (DEXA), etc Duplamente Indiretos Antropometria e Bioimpedância.
  • 38.
    Métodos Indiretos: DensiometriaEntre os métodos indiretos a pesagem hidrostática tem sido o mais empregado para validação dos métodos duplamente indiretos
  • 39.
    Métodos Indiretos: DXAAbsortometria de raios X de dupla energia (DXA) A DXA utiliza uma fonte de raio X com um filtro que converte um feixe de raio X em picos fotoelétricos de baixa e alta energia que atravessam o corpo
  • 40.
    Métodos Duplamente indiretosImpedância bioelétrica (BIA) Baseia-se na resistência total do corpo à passagem de uma corren-te elétrica de 500 a 800  A e 50 kHz. Os componentes corporais oferecem uma resistência diferenciada à passagem da corrente.
  • 41.
    Procedimentos prévios aoteste com BIA Não utilizar medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o teste; Manter-se em jejum pelo menos 4 hs antes do teste; Não ingerir bebidas alcoólicas nas 48 hs anteriores ao teste; Não realizar atividades físicas extenuantes nas 24 hs ante-riores ao teste; Urinar pelo menos 30 minutos antes do teste; Permanecer pelo menos de 5 a 10 minutos deitado em decúbito dorsal, em total repouso antes da execução do teste.
  • 42.
  • 43.
    TANITA – É uma balança que contém em sua plataforma os eletrodos para a emissão e recepção da corrente elétrica. Informa-se ao equipamento: SEXO, ESTATURA e FAIXA ETÁRIA; Sobe-se na balança com o display fornecendo o % G estimado.  Utilização: Estudos com o TANITA : Em estudantes de Ed.Física o BIA superestimou o % de gordura Estudos com o OMROM : Em mulheres de 20 a 44 anos o BIA subestimou o % de gordura FONTE DE ERRO Quando as equações contidas no software do equipamento não são válidas para o indivíduo que se pretende avaliar
  • 44.
    Vantagens e desvantagensda BIA Nem sempre os equipamentos dispõem de equações adequadas aos indivíduos que se pretende avaliar. Possui equações específicas para diferentes grupos populacionais Depende de grande colaboração por parte do avaliado, nos procedimentos prévios Pode ser utilizada na avaliação da composição corporal de indivíduos obesos Apresenta custo mais elevado que outras técnicas duplamente indiretas. É um procedimento confortável e não invasivo É altamente influenciado pelo estado de hidratação do avaliado (*) Não requer um alto grau de habilidade do avaliador DESVANTAGENS VANTAGENS
  • 45.
    Antropometria A estimativada composição corporal por meio de medidas antropométricas utiliza medidas relativamente simples: > Massa corporal e Estatura > Perímetros > Diâmetros ósseos > Espessura de dobras cutâneas Associam-se a INDICADORES , ÍNDICES , GRÁFICOS E EQUAÇÕES : Indicadores de Peso/Altura (P/A) Índice de Massa Corporal (IMC) Relação Cintura Quadril (RCQ) Somatograma Equações de predição de gordura corporal (% G)
  • 46.
    Índice de MassaCorporal (IMC = Kg/m ²) Uma das limitações é não considerar os componentes da Composição Corporal O IMC tem uma maior associação com a gordura corporal que estimativas baseadas apenas na estatura e massa corporal Adaptado de WHO (1997) > 40 Obesidade mórbida III 35,0 – 39,9 Obesidade II 30,0 – 34,9 Obesidade I 25,0 – 29,9 Sobrepeso 18,5 – 24,9 Normal < 18,5 Baixo Peso IMC (kg/m 2 ) CLASSE DE OBESIDADE
  • 47.
    Relação Cintura/Quadril Perda de peso rápida em indivíduos com obesidade na parte superior do corpo não é acompanhada, com a mesma velocidade, por mudanças nas medidas de circunferências de cintura e quadril. Portanto, o método não deve ser utilizado para avaliação de mudanças na distribuição de tecido adiposo durante a perda de peso aguda É utilizado para diagnosticar o tipo de obesidade Relação Cintura Quadril RCQ = C (cm) ÷ Q (cm)
  • 48.
    Critérios para identificaçãodo risco a saúde pelo RCQ Adaptado de Bray & Gray (1988 ) > 0,90 0,84 – 0,90 0,76 – 0,83 < 0,76 60 – 69 > 0,88 0,82 – 0,88 0,74 – 0,81 < 0,74 50 – 59 > 0,87 0,80 – 0,87 0,73 – 0,79 < 0,73 40 – 49 > 0,84 0,79 – 0,84 0,72 – 0,78 < 0,72 30 – 39 > 0,82 0,78 – 0,82 0,71 – 0,77 < 0,71 20 – 29 Mulheres > 1,03 0,99 – 1,03 0,91 – 0,98 < 0,91 60 – 69 > 1,02 0,97 – 1,02 0,90 – 0,96 < 0,90 50 – 59 > 1,00 0,96 – 1,00 0,88 – 0,95 < 0,88 40 – 49 > 0,96 0,92 – 0,96 0,84 – 0,91 < 0,84 30 – 39 > 0,94 0,89 – 0,94 0,83 – 0,88 < 0,83 20 – 29 Homens MUITO ALTO ALTO MODERADO BAIXO IDADE SEXO R I S C O
  • 49.
    Método de DobrasCutâneas Compasso de DOC (adipômetro ou plicômetro) Harpenden Cescorf Lange Sanny
  • 50.
    Pressupostos do Métodode DOC Devido à existência de uma relação entre gordura subcutânea e gordura corporal total, a soma de várias dobras cutâneas pode ser utilizada para estimar a gordura corporal total:  Pesquisas observaram que a gordura subcutânea, avaliada por DOC em 12 locais, é similar ao valor obtido nas imagens de ressonância magnética. * É necessário considerar que existe uma variação biológica considerável nos vários adipócitos
  • 51.
    Na literatura especializadasão mencionados 93 possíveis locais anatômicos onde a medida de uma dobra cutânea pode ser realizada; A maioria dos protolocos utiliza do seguintes locais para a medida:  Triciptal (TR)  Subescapular (SB)  Axilar média (AM)  Biciptal (BI)  Torácica ou Peitoral (TX)  Supra-ilíaca (SI)  Coxa (CX) (medial e proximal)  Panturrilha medial (PM)  Abdominal (AB) Locais para medidas de DOC
  • 52.
    Fracionamento da ComposiçãoCorporal Sistema de 4 componentes Gordura corporal Massa óssea Massa muscular Resíduos Sistema de 2 componentes Massa gorda Massa corporal magra
  • 53.
    Padrões Percentuais deGordura Corporal: (Fonte: Lohman (1992), p.80) * A - risco de doenças e desordens associadas à desnutrição. ** B - risco de doenças associadas a obesidade. > OU = 32% > OU = 25% Risco B ** 24 - 31% 16 - 24% Acima da média 23% 15% Média 9 - 22% 6 - 14% Abaixo da média < OU = 8% < OU = 5% Risco A * MULHERES HOMENS Classificações
  • 54.
    Parâmetros de Percentualde Gordura ESTÉTICO acima de 30% acima de 25% Obeso 24 - 29% 20 - 25% Gordo 18-23% 14-19% Saudável 12-17% 8-13% Ideal 8-11% 5-7% Baixo MULHERES HOMENS PADRÃO ESTÉTICO
  • 55.
  • 56.
    Treinamento Para sereficaz, uma sessão de treinamento deve provocar, uma perturbação no equilíbrio interno do corpo - (homeostase) O exercício é um esforço e deteriora o desempenho. Durante a fase de recuperação o corpo começa a ser reconstruído, se adaptando as exigências do exercício para ser capaz de repetir a tarefa. Na realidade o corpo é reconstruído de uma forma um pouco melhor, num fenômeno chamado de &quot;supercompensação&quot;. Efeito do Treinamento
  • 57.
    Princípios que regemo Treinamento Desportivo Leis do Treinamento
  • 58.
    Princípio da SupercompensaçãoEnergética O organismo é capaz de aumentar suas reservas energéticas após uma carga depletora quase máxima , desde que seja submetido a um período de descanso suficiente .
  • 59.
    Sobrecarga É acapacidade do agente estressor (Exercício) ultrapassar as demandas fisiológicas vivenciadas no dia a dia, obrigando o organismo a nova aclimação . Possui Basicamente 3 tipos: (1) Volume (2) Intensidade (3) Densidade
  • 60.
    Volume A utilizaçãodessa sobrecarga refere-se no aumento da Quantidade do treinamento : Distância e/ou tempo do treino (km, m, minutos, horas); N ° de Movimentos (  Rep/Série;  n ° séries;  n ° de Exercícios;  freqüência do treino).
  • 61.
    Intensidade A utilizaçãodessa sobrecarga refere-se no aumento da Qualidade do treinamento : Aumento no % da capacidade máxima da qualidade física treinada (%1RM; % VO2máx.; % Tmáx.); Aumento da carga e/ou velocidade do movimento (20  25kg; 12  13km/h).
  • 62.
    Densidade A utilizaçãodessa sobrecarga refere-se na diminuição do intervalo entre os movimentos (repetições; séries e exercícios): 3 x 10RM c/ 2’int  3 x 10RM c/ 1’int .
  • 63.
    Especificidade Metabólica: Oestresse fisiológico causado pelo exercício é específico em relação a sua intensidade e duração: Maratona: 95% Aerob. - 5% Anaerob. 100m: 02% Aerob. - 98% Anaerob. 10km (50% VO2máx)  65%CHO 35%G. 10km (80% VO2máx)  90%CHO 10%G.
  • 64.
    Continuidade e ReversibilidadeA interrupção na aplicação da sobre carga, promove no organismo a incapacidade da aclimação . Se esta escassez de estímulos persistir por mais tempo (dias e/ou semanas), ocorrerá a reversão das conquistas fisiológicas.
  • 65.
    Individualidade BiológicaCapacidade única dos seres vivos de responder ao agente estressor, sofrendo quantitativamente e qualitativamente aclimações específicas .
  • 66.
    Variabilidade ou Alternânciada Sobrecarga O organismo possui capacidade de acomodar a repetição de gestos e cargas específicas (barreira de velocidade). Desta forma a alternância na aplicação da sobre carga e/ou padrões de movimento diferentes ajudam a combater tal acomodação. Acomodação : na presença de estímulos constantes, o organismo deixa progressivamente de ser afetado por ele.
  • 67.
  • 68.
    Fatores Intervenientes naMusculação 1) Número de Exercícios 2) Número de Séries 3) Número de Repetições 4) Freqüência Semanal 5) Intervalo de Recuperação (Densidade) 6) % 1RM (Intensidade) 7) Veloc. de Movimento (Intensidade) 8) Amplitude do Movimento 9) Uni x Bi-Lateral 10) Uni x Bi-Articular 11) Quantidade de Massa Muscular Envolvida
  • 69.
    Bases Fisiológicas aoEsforço Aeróbio Fatores Limitantes e Determinantes da Performance
  • 70.
    Performance Dieta CHOÁgua Função do SNC Estimulação Motivação Força/Habilidade -Prática -Biotipo -Tipo de fibra Meio Ambiente -Altitude -Calor -Umidade Fontes aeróbicas -VO2máx/Limiar -DC -Liberação de O2
  • 71.
    Pesquisa: natureza dotrabalho científico e ética ☺ O que é? É o conjunto de atividades intelectuais tendentes a descoberta de novos conhecimentos.
  • 72.
    Natureza do trabalhocientífico Responsável pelo avanço científico e tecnológico nas diferentes áreas do conhecimento. Exige organização, disciplina e criatividade. O pesquisador rompe com o conhecimento vulgar e constrói novas teorias ou confronta as já existentes.
  • 73.
    A ética nainvestigação Honradez no trabalho de produção científica. Amor à verdade. A modéstia. A ciência a serviço do homem. A preservação da identidade dos sujeitos-alvo da pesquisa. O sigilo profissional.

Notas do Editor

  • #2 Vender suas idéias é desafiador. Primeiro, é necessário fazer com que seus ouvintes concordem com você. Em seguida, é necessário fazer com que tomem iniciativa. Use a fórmula Evidência – Ação – Benefício da Dale Carnegie Training® e você realizará uma apresentação motivadora e em direção à ação.
  • #3 Abra a sua apresentação com um incidente chamativo. Escolha um incidente ao qual seu público esteja relacionado. A incidência será a evidência que dará suporte à ação e prova o benefício. Iniciar com um incidente motivadora irá preparar seu público para a etapa de ação seguinte.
  • #4 Em seguida, descreva a etapa de ação. Especifique-a, sendo claro e breve. Certifique-se de que você possa ver o público realizando a ação. Se você não puder, ele não poderá também. Seja confiante ao descrever as etapas e será mais fácil motivar o público a tomar iniciativa.
  • #5 Para completar a fórmula Evidência - Ação – Benefício da Dale Carnegie Training®, siga as etapas com os benefícios ao público. Considere seus interesses, necessidades e preferências. Dê suporte aos benefícios com evidência; ou seja, estatísticas, demonstrações, atestados, incidentes, analogias e exibições e você mostrará credibilidade.
  • #6 Para fechar, descreva novamente a etapa seguida pelos benefícios. Fale com convicção e confiança e você venderá suas idéias.