Estado Nutricional
Ing.
Nutrientes
Nece.
Nutrientes
F. Emocionais
F. Econômicos
F. S. e Culturais
F. Físicos (doença (SIC))
Des. e crescimento
M. Nec. Corporais
Cond. Especiais (doença,
febre...)
Obeso Nutrido Risco Subnutrido
Ingestão
Adequada
Alt. F. Fisiol
Alt. Func. C.
Depleção
MORTE
Morbidade
Alt. F. Metab
Ing. Exc.
Morbidade
Sinais e
sintomas
Evolução do Estado Nutricional
Triagem
Nutricional
Manter acompanhamento da
população/individuo
Avaliação do EN e
DN
Avaliação das
necessidades Nut.
Avaliação do EN e
DN
Triagem
Nutricional
Com risco?
Sem risco?
Desenvolvimento Plano
de cuidado/Intervenção
Reavaliação do Estado
Nutricional Sem risco?
Com risco?
Manter
Refazer
Processo de Cuidado Nutricional
Avaliação Nutricional
História Alimentar
Antropometria Bioquímico
Sinais Clínicos
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
DE QUE FORMA PODERÍAMOS UNIR
ESTES INDICADORES DEFININDO UM
DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL?
Gestante Criança
Adolescente
Adulto e Idoso
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
História Alimentar
Antropometria Bioquímico
Sinais Clínicos
Avaliação Antropométrica
Não será destacado
ANPH para grupos de
Patologias - Geral
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
História Alimentar
Antropometria Bioquímico
Sinais Clínicos
Avaliação Antropométrica
Breve Introdução
Fuchs et. al. Nutr. Hosp. vol.23 no.3 Madrid May-June 2008
Avaliação Antropométrica
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, jan./mar. 1996
História Alimentar
Antropometria Bioquímico
Sinais Clínicos
Avaliação Antropométrica
História
Alimentar
Antropometria
Bioquímico
Sinais Clínicos
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
Avaliação Antropométrica
Am. J. Clin. Nutr., 1992:56:19-28.
The five levels of human body composition. ECS: extracellular
solids; ECF: extracellular fluid. Adapted from Wang, Z, Pierson, RN,
Heymsfield, SB, Am J Clin Nutr 1992; 56:19.
Indicadores
1- Estatura
2- Comp. Segmentos
3- Largura
4- Circunf. Abdominal
5- Dobras cutâneas
6- Área e vol. Corporal
7- IMC
8- Densidade corporal
Avaliação Composição Corporal
História
Alimentar
Antropometria
Bioquímico
Sinais Clínicos
Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
Avaliação Antropométrica
Antropometria
Indicadores Diretos (Medidos)
- Peso
- Estatura
- Dobras
- Circunferências
Indicadores Indiretos (Equações)
- IMC
- CMB
- AMB
- ATB
- AGB
- IGB
- % gordura e outros ...
 Vantagens:
-Baixo custo;
-Simplicidade dos equipamentos;
-Técnica não invasiva;
-Rápida;
-Confiabilidade do método variável ( desde q/
executado interpretado por pessoas treinadas, é
bom)
-Validade é boa para a maior parte das pessoas
 Desvantagens:
- Identificar deficiências específicas de nutrientes;
- Incapacidade de detectar distúrbios recentes no estado
nutricional;
-Tabelas de valores padrão foram desenvolvidas a partir
de uma população saudável, às vezes desconsiderando
idosos, sem incluir pctes hospitalizados e vítimas de dçs
crônicas;
- Poucas tabelas de valores padrão foram obtidas a partir
da nossa população.
 Peso: é a somatória de todos os componentes
corporais. (não determina a porção de massa magra,
gordura e fluidos)
 Peso atual: é o encontrado no momento da avaliação.
 Peso ideal/teórico : é aquele calculado de acordo c/ o
sexo, estatura e estrutura óssea do indivíduo. (PI = E² x
IMC ideal).
 Peso usual/habitual: é aquele referido pelo indivíduo
quando este está hígido exercendo suas atividades usuais.
Circunferências e Dobras
Circunferência Abdominal
Comprimento
Dobras Cutâneas
POSSIBILIDADES SÃO DIVERSAS
Espessura do m. adutor do
polegar
Circunferência da coxa
Circunferência quadril Altura do joelho
POSSIBILIDADES SÃO DIVERSAS
5%
10,1%
4,4%
1,1,5%
2,7%
1,6%
16%
8%
0,7%
Fonte: De Osterkamp LK. Current perspective on assessment of human body proportions of
relevance to amputees. J Am Dietetic Assn, 95: 215-218, 1995.
AMPUTADOS
- Em casos de
amputação, o peso
corporal deve ser
corrigido
subtraindo-se do
peso ideal o peso
estimado da parte
amputada.
Fonte: De Osterkamp LK. Current perspective on assessment of human body proportions of relevance to
amputees. J Am Dietetic Assn, 95: 215-218, 1995.
5%
10,0%1%
4,4%
1,5%
2,7%
1,6%
16%
8%
0,7%
 É um índice simples de peso/estatura² utilizado para classificação
do estado nutricional.
IMC (Kg/m²) Classificação
< 16,0 Magreza grau III
16,0 – 16,9 Magreza grau II
17,0 – 18,4 Magreza grau I
18,5 – 24,9 Eutrofia
25 – 29,9 Pré – obeso
30 – 34,9 Obesidade grau I
35,0 – 39,9 Obesidade grau II
 40 Obesidade grau III
Fonte: OMS, 1995 e 1997
É um indicador que não diferencia o excesso ou a falta de peso
por adiposidade, massa muscular ou edema.
Peso ideal = estatura² x IMC ideal*
*FAO: - homens = 22Kg/m²
- mulheres = 20,5Kg/m²
Segundo ASPEN (1998)
- Para IMC >27kg/m² o peso ideal deve ser calculado utilizando-
se a fórmula de ajuste do peso ideal.
Ajuste de peso ideal= (PA-PI) x 0,25+PI
Peso estimado:
Mulheres:
Peso(Kg)=(0,98xCB)+(1,27xCP)+(0,4xDSE)+(0,87xAJ)-62,35
Homens:
Peso(Kg)=(1,73xCB)+(0,98xCP)+(0,37xDSE)+(1,16xAJ)-81,69
Fonte: Chumlea WC, Roche AF, Steinbaugh ML. Estimating stature from
knee height for person 60 for 90 years of age. J Am Geriatric Soc, 33: 116-
120, 1985.
Identificar o grau de gravidade de perda de peso em relação ao peso usual ou habitual
% perda de peso= (PU-PA) x100
PU
Tempo Perda de peso
moderada
Perda de peso intensa
1 semana 1 – 2 % > 2 %
1 mês 5 % > 5 %
3 meses 7,5 % > 7,5 %
6 meses 10 % > 20 %
Fonte: Blackburn GL, Bistrian BR. Nutritional and metabolic assessment of the hospitalized patient. JPEN,
1: 11-22, 1977.
COMO FAZER NAS SITUAÇÕES
ONDE NÃO É POSSÍVEL
REALIZAR AS MEDIDAS?
Hospitalizados e imobilizados
SEM RECURSOS
Estatura estimada:
Mulheres:
Estatura(cm)= 64,19 – (0,04 x idade em anos) + (2,02 x AJ em
cm)
Homens:
Estatura(cm)= 84,88 – (0,24 x idade em anos) + (1,83 x AJ em
cm)
Estatura desconhecida pode
ser estimada
Fonte: Chumlea WC, Roche AF, Steinbaugh ML. Estimating stature from knee height for person 60 for
90 years of age. J Am Geriatric Soc, 33: 116-120, 1985.
Validation of predictive equations for weight and
height using a metric tape
E. I. Rabito. Mialich, E. Z. Martínez, R. W. D. García, A. A. Jr. Jordao and J. S.
Marchini
Nutr Hosp. 2008;23(6):614-618
Nutr Hosp. 2008;23(6):614-618
Validation of predictive equations for weight and
height using a metric tape
E. I. Rabito. Mialich, E. Z. Martínez, R. W. D. García, A. A. Jr. Jordao and J. S.
Marchini
Circunferência do braço
 O braço a ser avaliado deve estar
flexionado em direção ao tórax,
formando um ângulo de 90º e marcar o
ponto médio entre o acrômio e
olécrano. Após, solicitar que o
indivíduo fique com o braço estendido
ao longo do corpo com a palma da mão
voltada p/ a coxa.
Circunferência muscular do braço
Este parâmetro avalia a reserva de tecido
muscular no braço, sem correção da área óssea.
CMB(cm) = CB (cm) –(DCT (mm) x 0,314)
Valores em percentis ou em escore-Z são mais
adequados à categorização e avaliação
Adequação da CMB (%) = CMB obtida x 100
CMB percentil 50*
*Fonte: Frisancho, 1981
Área muscular do braço corrigida (AMB)
Avalia a reserva de tecido muscular, corrigindo
para a área óssea.
AMB(cm²) = [CB (cm) –  x (DCT (mm)  10]² - 10
4 - 6,5
OBS: - 10 p/ homens;
- 6,5 p/ mulheres.
 Valores de referência: Frisancho, 1990.
Área de gordura do braço (AGB)
Avalia a reserva de tecido adiposo do braço.
AGB(cm²) = CMB (cm)x [DCT(mm)  10 –  x [DCT (mm)  10]²
2 4
 Cintura: parte mais estreita do corpo, no nível
da cintura “ natural”, entre as costelas e a crista
ilíaca. O avaliador deve ficar atrás ou na lateral
do avaliado.
 Abdominal: protuberância anterior máxima do
abdômen, usualmente no nível da cicatriz
umbilical, sendo o ponto médio entre a ultima
costela e crista ilíaca.
 Quadril: extensão posterior máxima dos
glúteos.
CINTURA
QUADRIL
Critérios de classificação
Circunferência
abdominal
Risco
aumentado
Alto risco
Homens >94 cm >102 cm
Mulheres >80 cm >88 cm
RC/Q Alto risco
Homens > 1,0
Mulheres >0,85
 As dobras cutâneas: permitem estimar indiretamente a
gordura corporal total e possibilitam a caracterização da
distribuição dessa gordura em estudos de campo e na prática
clínica (LOHMAN et al, 1991);
 A compressibilidade da pele e do tecido adiposo varia com o
estado de hidratação, idade e entre indivíduos;
 Utilizar adipômetros de alta qualidade e calibrados;
 Em geral, realizam-se três medidas e emprega-se o valor
médio (diferenças devem ser de no máximo 1,0 mm)
Técnicas para aferição de dobras cutâneas
•Mensurar a dobra, sempre que possível com o paciente de pé, com braços
relaxados e estendidos ao longo do corpo;
•Padronizar o lado que será utilizado para a medição.O importante é
padronizar um lado para aferição (ver referência) e mantenha-os nas
demais medições;
•Identificar, medir e marcar criteriosamente o local das dobras cutâneas;
•Segurar firmemente a DC entre o polegar e o indicador a uma distância de
1 cm do ponto marcado;
•Manter a dobra elevada enquanto a medida é realizada.
Prega Cutânea Tricipital
 É realizada no mesmo ponto da CB,
separando levemente a prega do
braço, desprendendo-a do tecido
muscular, e aplicar o adipômetro
formando um ângulo reto.
Prega Cutânea Bicipital
 É obtida com o mesmo
procedimento para a PCT, sobre o
músculo do bíceps, com a palma da
mão voltada para fora.
Prega Cutânea Subescapular
 É realizada obliquamente em relação
ao eixo longitudinal, seguindo a
orientação dos arcos costais, sendo
localizada a um centímetro abaixo do
ângulo inferior da escápula.
Prega Cutânea Suprailíaca
 É obtida horizontalmente 1 cm
acima da crista ilíaca, na linha axilar
média.
Interpretação :
1- A somatória de 4 dobras (DCT +DCB + DCSE + DCSI) permite estimar a
% gordura corporal (tabela de Durnin & Womersley, 1974).
2- Cada dobra pode ser comparada a uma tabela de referência e
classificada isoladamente, utilizando-se a distribuição em percentis ou em
escore-Z de uma população de referência
Percentis (DCT e DCSE) (tabela de Cronk & Roche, 1982).

Antropometria Apresentação em power point

  • 1.
    Estado Nutricional Ing. Nutrientes Nece. Nutrientes F. Emocionais F.Econômicos F. S. e Culturais F. Físicos (doença (SIC)) Des. e crescimento M. Nec. Corporais Cond. Especiais (doença, febre...)
  • 2.
    Obeso Nutrido RiscoSubnutrido Ingestão Adequada Alt. F. Fisiol Alt. Func. C. Depleção MORTE Morbidade Alt. F. Metab Ing. Exc. Morbidade Sinais e sintomas Evolução do Estado Nutricional
  • 3.
    Triagem Nutricional Manter acompanhamento da população/individuo Avaliaçãodo EN e DN Avaliação das necessidades Nut. Avaliação do EN e DN Triagem Nutricional Com risco? Sem risco? Desenvolvimento Plano de cuidado/Intervenção Reavaliação do Estado Nutricional Sem risco? Com risco? Manter Refazer Processo de Cuidado Nutricional
  • 4.
    Avaliação Nutricional História Alimentar AntropometriaBioquímico Sinais Clínicos Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996
  • 5.
    DE QUE FORMAPODERÍAMOS UNIR ESTES INDICADORES DEFININDO UM DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL?
  • 6.
    Gestante Criança Adolescente Adulto eIdoso Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996 História Alimentar Antropometria Bioquímico Sinais Clínicos Avaliação Antropométrica
  • 7.
    Não será destacado ANPHpara grupos de Patologias - Geral Vannucchi et al. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996 História Alimentar Antropometria Bioquímico Sinais Clínicos Avaliação Antropométrica
  • 8.
    Breve Introdução Fuchs et.al. Nutr. Hosp. vol.23 no.3 Madrid May-June 2008 Avaliação Antropométrica
  • 9.
    Vannucchi et al.Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, jan./mar. 1996 História Alimentar Antropometria Bioquímico Sinais Clínicos Avaliação Antropométrica
  • 10.
    História Alimentar Antropometria Bioquímico Sinais Clínicos Vannucchi etal. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996 Avaliação Antropométrica
  • 11.
    Am. J. Clin.Nutr., 1992:56:19-28. The five levels of human body composition. ECS: extracellular solids; ECF: extracellular fluid. Adapted from Wang, Z, Pierson, RN, Heymsfield, SB, Am J Clin Nutr 1992; 56:19. Indicadores 1- Estatura 2- Comp. Segmentos 3- Largura 4- Circunf. Abdominal 5- Dobras cutâneas 6- Área e vol. Corporal 7- IMC 8- Densidade corporal Avaliação Composição Corporal
  • 12.
    História Alimentar Antropometria Bioquímico Sinais Clínicos Vannucchi etal. Medicina, Ribeirão Preto, 29: 5-18, 1996 Avaliação Antropométrica
  • 13.
    Antropometria Indicadores Diretos (Medidos) -Peso - Estatura - Dobras - Circunferências Indicadores Indiretos (Equações) - IMC - CMB - AMB - ATB - AGB - IGB - % gordura e outros ...
  • 14.
     Vantagens: -Baixo custo; -Simplicidadedos equipamentos; -Técnica não invasiva; -Rápida; -Confiabilidade do método variável ( desde q/ executado interpretado por pessoas treinadas, é bom) -Validade é boa para a maior parte das pessoas
  • 15.
     Desvantagens: - Identificardeficiências específicas de nutrientes; - Incapacidade de detectar distúrbios recentes no estado nutricional; -Tabelas de valores padrão foram desenvolvidas a partir de uma população saudável, às vezes desconsiderando idosos, sem incluir pctes hospitalizados e vítimas de dçs crônicas; - Poucas tabelas de valores padrão foram obtidas a partir da nossa população.
  • 16.
     Peso: éa somatória de todos os componentes corporais. (não determina a porção de massa magra, gordura e fluidos)  Peso atual: é o encontrado no momento da avaliação.  Peso ideal/teórico : é aquele calculado de acordo c/ o sexo, estatura e estrutura óssea do indivíduo. (PI = E² x IMC ideal).  Peso usual/habitual: é aquele referido pelo indivíduo quando este está hígido exercendo suas atividades usuais.
  • 17.
    Circunferências e Dobras CircunferênciaAbdominal Comprimento Dobras Cutâneas POSSIBILIDADES SÃO DIVERSAS
  • 18.
    Espessura do m.adutor do polegar Circunferência da coxa Circunferência quadril Altura do joelho POSSIBILIDADES SÃO DIVERSAS
  • 19.
    5% 10,1% 4,4% 1,1,5% 2,7% 1,6% 16% 8% 0,7% Fonte: De OsterkampLK. Current perspective on assessment of human body proportions of relevance to amputees. J Am Dietetic Assn, 95: 215-218, 1995. AMPUTADOS
  • 20.
    - Em casosde amputação, o peso corporal deve ser corrigido subtraindo-se do peso ideal o peso estimado da parte amputada. Fonte: De Osterkamp LK. Current perspective on assessment of human body proportions of relevance to amputees. J Am Dietetic Assn, 95: 215-218, 1995. 5% 10,0%1% 4,4% 1,5% 2,7% 1,6% 16% 8% 0,7%
  • 21.
     É umíndice simples de peso/estatura² utilizado para classificação do estado nutricional. IMC (Kg/m²) Classificação < 16,0 Magreza grau III 16,0 – 16,9 Magreza grau II 17,0 – 18,4 Magreza grau I 18,5 – 24,9 Eutrofia 25 – 29,9 Pré – obeso 30 – 34,9 Obesidade grau I 35,0 – 39,9 Obesidade grau II  40 Obesidade grau III Fonte: OMS, 1995 e 1997 É um indicador que não diferencia o excesso ou a falta de peso por adiposidade, massa muscular ou edema.
  • 23.
    Peso ideal =estatura² x IMC ideal* *FAO: - homens = 22Kg/m² - mulheres = 20,5Kg/m² Segundo ASPEN (1998) - Para IMC >27kg/m² o peso ideal deve ser calculado utilizando- se a fórmula de ajuste do peso ideal. Ajuste de peso ideal= (PA-PI) x 0,25+PI
  • 24.
    Peso estimado: Mulheres: Peso(Kg)=(0,98xCB)+(1,27xCP)+(0,4xDSE)+(0,87xAJ)-62,35 Homens: Peso(Kg)=(1,73xCB)+(0,98xCP)+(0,37xDSE)+(1,16xAJ)-81,69 Fonte: ChumleaWC, Roche AF, Steinbaugh ML. Estimating stature from knee height for person 60 for 90 years of age. J Am Geriatric Soc, 33: 116- 120, 1985.
  • 25.
    Identificar o graude gravidade de perda de peso em relação ao peso usual ou habitual % perda de peso= (PU-PA) x100 PU Tempo Perda de peso moderada Perda de peso intensa 1 semana 1 – 2 % > 2 % 1 mês 5 % > 5 % 3 meses 7,5 % > 7,5 % 6 meses 10 % > 20 % Fonte: Blackburn GL, Bistrian BR. Nutritional and metabolic assessment of the hospitalized patient. JPEN, 1: 11-22, 1977.
  • 26.
    COMO FAZER NASSITUAÇÕES ONDE NÃO É POSSÍVEL REALIZAR AS MEDIDAS? Hospitalizados e imobilizados SEM RECURSOS
  • 27.
    Estatura estimada: Mulheres: Estatura(cm)= 64,19– (0,04 x idade em anos) + (2,02 x AJ em cm) Homens: Estatura(cm)= 84,88 – (0,24 x idade em anos) + (1,83 x AJ em cm) Estatura desconhecida pode ser estimada Fonte: Chumlea WC, Roche AF, Steinbaugh ML. Estimating stature from knee height for person 60 for 90 years of age. J Am Geriatric Soc, 33: 116-120, 1985.
  • 28.
    Validation of predictiveequations for weight and height using a metric tape E. I. Rabito. Mialich, E. Z. Martínez, R. W. D. García, A. A. Jr. Jordao and J. S. Marchini Nutr Hosp. 2008;23(6):614-618
  • 29.
    Nutr Hosp. 2008;23(6):614-618 Validationof predictive equations for weight and height using a metric tape E. I. Rabito. Mialich, E. Z. Martínez, R. W. D. García, A. A. Jr. Jordao and J. S. Marchini
  • 31.
    Circunferência do braço O braço a ser avaliado deve estar flexionado em direção ao tórax, formando um ângulo de 90º e marcar o ponto médio entre o acrômio e olécrano. Após, solicitar que o indivíduo fique com o braço estendido ao longo do corpo com a palma da mão voltada p/ a coxa.
  • 32.
    Circunferência muscular dobraço Este parâmetro avalia a reserva de tecido muscular no braço, sem correção da área óssea. CMB(cm) = CB (cm) –(DCT (mm) x 0,314) Valores em percentis ou em escore-Z são mais adequados à categorização e avaliação Adequação da CMB (%) = CMB obtida x 100 CMB percentil 50* *Fonte: Frisancho, 1981
  • 33.
    Área muscular dobraço corrigida (AMB) Avalia a reserva de tecido muscular, corrigindo para a área óssea. AMB(cm²) = [CB (cm) –  x (DCT (mm)  10]² - 10 4 - 6,5 OBS: - 10 p/ homens; - 6,5 p/ mulheres.  Valores de referência: Frisancho, 1990.
  • 34.
    Área de gordurado braço (AGB) Avalia a reserva de tecido adiposo do braço. AGB(cm²) = CMB (cm)x [DCT(mm)  10 –  x [DCT (mm)  10]² 2 4
  • 35.
     Cintura: partemais estreita do corpo, no nível da cintura “ natural”, entre as costelas e a crista ilíaca. O avaliador deve ficar atrás ou na lateral do avaliado.  Abdominal: protuberância anterior máxima do abdômen, usualmente no nível da cicatriz umbilical, sendo o ponto médio entre a ultima costela e crista ilíaca.  Quadril: extensão posterior máxima dos glúteos.
  • 36.
  • 37.
    Critérios de classificação Circunferência abdominal Risco aumentado Altorisco Homens >94 cm >102 cm Mulheres >80 cm >88 cm RC/Q Alto risco Homens > 1,0 Mulheres >0,85
  • 39.
     As dobrascutâneas: permitem estimar indiretamente a gordura corporal total e possibilitam a caracterização da distribuição dessa gordura em estudos de campo e na prática clínica (LOHMAN et al, 1991);  A compressibilidade da pele e do tecido adiposo varia com o estado de hidratação, idade e entre indivíduos;  Utilizar adipômetros de alta qualidade e calibrados;  Em geral, realizam-se três medidas e emprega-se o valor médio (diferenças devem ser de no máximo 1,0 mm)
  • 43.
    Técnicas para aferiçãode dobras cutâneas •Mensurar a dobra, sempre que possível com o paciente de pé, com braços relaxados e estendidos ao longo do corpo; •Padronizar o lado que será utilizado para a medição.O importante é padronizar um lado para aferição (ver referência) e mantenha-os nas demais medições; •Identificar, medir e marcar criteriosamente o local das dobras cutâneas; •Segurar firmemente a DC entre o polegar e o indicador a uma distância de 1 cm do ponto marcado; •Manter a dobra elevada enquanto a medida é realizada.
  • 44.
    Prega Cutânea Tricipital É realizada no mesmo ponto da CB, separando levemente a prega do braço, desprendendo-a do tecido muscular, e aplicar o adipômetro formando um ângulo reto.
  • 45.
    Prega Cutânea Bicipital É obtida com o mesmo procedimento para a PCT, sobre o músculo do bíceps, com a palma da mão voltada para fora.
  • 46.
    Prega Cutânea Subescapular É realizada obliquamente em relação ao eixo longitudinal, seguindo a orientação dos arcos costais, sendo localizada a um centímetro abaixo do ângulo inferior da escápula.
  • 47.
    Prega Cutânea Suprailíaca É obtida horizontalmente 1 cm acima da crista ilíaca, na linha axilar média.
  • 48.
    Interpretação : 1- Asomatória de 4 dobras (DCT +DCB + DCSE + DCSI) permite estimar a % gordura corporal (tabela de Durnin & Womersley, 1974). 2- Cada dobra pode ser comparada a uma tabela de referência e classificada isoladamente, utilizando-se a distribuição em percentis ou em escore-Z de uma população de referência Percentis (DCT e DCSE) (tabela de Cronk & Roche, 1982).