Avaliação física no personal Aplicações práticas
Objetivo Saúde Aptidão física Avaliação Tomada de decisão
Saúde
Saúde Educador físico Mental Social Físico Bem estar
Saúde Condição humana Educador físico Dimensões Psicológica Física Social
Aptidão Física
Aptidão física + saúde Aptidão física  pode ser definida como: “ Capacidade do indivíduo em realizar efetivamente sua função na sociedade, sem excessiva fadiga e com reserva de energia para desfrutar o tempo livre ”. Aptidão física relacionada à saúde  pode ser definida como: “ Capacidade de realizar as atividades do cotidiano com vigor e energia, demonstrando traços e capacidades associadas a um  baixo risco  para o  desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas ”. by Pingo  ®
Aptidão física + saúde Educador físico Aptidão física relacionada à saúde Fisiológica Morfológica Funcional-motora Comportamental Pressão arterial; Glicemia; Colesterol; Etc. Distribuição de gordura ; Composição corporal. Flexibilidade; Força/resistência muscular; Consumo máximo de oxigênio.
Domínio Fisiológico
Pressão arterial
Pressão arterial PA: força ou pressão sangue  -> artérias ζ  cardíaco : elasticidade vasos PAS: sístole cardíaca PAD: recuo arterial + ↓PA Objetivo: Possibilidade de hipertensão arterial sistêmica Fator de risco independente para doença arterial coronariana Hipertensão: elevação crônica e persistente da PA Prognóstico de comprometimento vascular Atividade física regular (aeróbio, 3-5×sem, 40-60% VO 2 máx) ≈ ↓10mmHg PAS/PAD by Pingo  ®
Pressão arterial
Pressão arterial Local tranqüilo Palpar pulso da artéria braquial no aspecto antêro-medial (2-3cm acima da fossa antecubital) A borda inferior do manguito -> 2,5cm acima da fossa antecubital Manômetro -> centro deve estar visível aos olhos e tubos não devem estar obstruídos Estetoscópio colocado ~1cm superior e medial à fossa antecubital Notar o primeiro som (primeiro som de Korotkof, ou fase I) -> PAS Notar quando o som desaparece (fase V) -> PAD 30 segundos -> repetir a mensuração Registrar a média entre as duas leituras by Pingo  ®
Pressão arterial <80 <120 Ótima Adaptado de SBC (2002). Obs: PAS ≠ PAD, classificar pela maior. <90 >140 Sistólica isolada >110 >180 Estágio 3 (grave) 100-109 160-179 Estágio 2 (moderada) 90-99 140-159 Estágio 1 (leve) Hipertensão 85-89 130-139 Normal limitrófe <85 <130 Normal PAD (mmHg) PAS (mmHg) Categoria
Glicemia & colesterol
Glicemia
Glicemia Quantidade ou concentração de glicose no sangue Excesso ≈ hiperglicemia Manifestação de diabetes mellitus / intolerância à glicose DM: doença sistêmica crônica Desordem metabólica Estrutura e função dos vasos Tipos: I: insulino-dependente II: não insulino-dependente Gestacional Intolerância à glicose Atividade física regular ≈ ↓ risco de DM tipo II Dependência da freqüência semanal by Pingo  ®
Glicemia Adaptado de Heyward (1997). >125 Diabetes 101-125 Limiar <100 Normal Glicemia (mg/dl) Classificação
Colesterol
Colesterol Encontrado em: Fígado, ovos, manteiga, camarão Função: Membrana celular, Precursor -> hormônios esteróides Excesso: hipercolesterolemia Indução de aterosclerose Associação com doença arterial coronariana (DAC) ↓  1% [colesterol sérico] ≈ ↓ 2% DAC by Pingo  ®
Colesterol Adaptado de Heyward (1997). >240 Elevada 201-239 Limiar <200 Desejável Colesterol (mg/dl) Classificação
Domínio Morfológico
Distribuição de gordura Distribuição de gordura ↔ Gordura total Determinação do risco para doenças Impacto na saúde -> gordura visceral na cavidade abdominal ↑  gordura abdominal ≈ ↑ mortalidade e morbidade Índice aplicado: Relação cintura/quadril Índice de conicidade Circunferência da cintura by Pingo  ®
Distribuição de gordura Mensuração de circunferências: Identifique cuidadosamente os locais antropométricos para mensuração; Utilize uma fita métrica antropométrica para mensurar as circunferências. A tensão a ser aplicada pela fita não deve comprimir a pele ou o tecido subcutâneo.
Distribuição de gordura Relação cintura-quadril: Diagnóstico do acúmulo de gordura Relação com: Hiperlipidemia Concentração de colesterol Problemas cardiovasculares Morte prematura by Pingo  ®
Classificando RCQ Adaptado de COSTA (2000). >0,90 0,84-0,90 0,76-0,83 <0,76 60-69 >0,88 0,82-0,88 0,74-0,81 <0,74 50-59 >0,87 0,80-0,87 0,73-0,79 <0,73 40-49 >0,84 0,79-0,84 0,72-0,78 <0,72 30-39 >0,82 0,78-0,82 0,71-0,77 <0,71 20-29 Mulher >1,03 0,99-1,03 0,91-0,98 <0,91 60-69 >1,02 0,97-1,02 0,90-0,96 <0,90 50-59 >1,00 0,96-1,00 0,88-0,95 <0,88 40-49 >0,96 0,92-0,96 0,84-0,91 <0,84 30-39 >0,94 0,89-0,94 0,83-0,88 <0,83 20-29 Homem Muito alto Alto Moderado Baixo Idade Sexo
Distribuição de gordura Circunferência da cintura: Diagnosticar fator de risco cardiovascular Feminino: 89cm Masculino: 101cm by Pingo  ®
Índice de massa corporal Avaliar sobrepeso / obesidade Avaliar desnutrição Relação com todas as causas de morte Melhor aplicável para população by Pingo  ®
Índice de massa corporal Adaptado de COSTA (2000). ≥ 40,0 III Obesidade mórbida 35,0-39,9 II 30,0-34,9 I Obesidade 25,0-29,9 Sobrepeso 18,5-24,9 Normal <18,5 Baixo peso IMC (kg/m 2 ) Classe de obesidade Classificação
Composição corporal Massa magra Massa isenta de gordura Massa de gordura Massa de gordura Gordura essencial Peso (kg) by Pingo  ®
Impedância bioelétrica Princípio: Corrente de baixa tensão passada pelo corpo Impedância ou resistência ao fluxo Água corporal total é estimada Massa isenta de gordura -> abundante em água (73%) Vantagem: Sem necessidade de muita técnica Mais confortável e menos intrusivo Aplicação em obesos Desvantagens: Custo elevado ≠  estimativas -> ≠ aparelhos Procedimentos pré-avaliação Procedimentos: Sem comida ou bebida 4hs pré-teste Sem exercícios 12hs pré-teste Urinar 30min pré-teste Sem consumo de álcool 48hs pré-teste Sem medicação diurética 7d pré-teste Não avaliar mulheres que percebem retenção hídrica durante período menstrual Procedimentos: Medida tomada no lado direito do corpo Avaliado em decúbito dorsal Limpar pele no local dos eletrodos Retirar objetos de metal by Pingo  ®
Dobras cutâneas Princípio: Relação entre tecido adiposo subcutâneo e gordura total Estimativa da densidade corporal Vantagens Relativamente simples de aplicar Baixo custo Transporte Desvantagens Habilidade do avaliador Equações Procedimentos Todas as DCs tomadas no lado direito Identificar e marcar pontos de reparo Destacar a DC 1cm acima do ponto de reparo Manter a DC elevada durante a mensuração Fazer leitura após 2-4 segundos by Pingo  ®
Composição corporal Adaptado de HEYWARD & STOLARCZYK (2000). a  Em risco para doenças e desordens associadas à má nutrição. b  Em risco para doenças relacionadas à obesidade. ≥   32% ≥ 25% Em risco  b 24-31% 16-24% Acima da média   23% 15% Média 9-22% 6-14% Abaixo da média  ≤   8% ≤ 5% Em risco  a Mulher Homem
Massa corporal ideal IMC ideal PGC ideal
Domínio Funcional-Motor
Flexibilidade Definição Mobilidade fluída ao longo do arco completo de movimento Importância ¿ ↓ força muscular : ↓ flexibilidade ≈ ↑ lesão? Estabelecer linha de base pré-treinamento Medidas: Direta: goniômetria, flexímetro Indireta (linear): teste de sentar-e-alcançar, teste de Schober Indireta (adimensional): flexiteste
Sentar e alcançar modificado Equipamento Estender fita métrica no chão Colocar uma faixa de 30cm de comprimento perpendicular ao marco de 38,1cm Procedimentos O avaliado, descalço, coloca os calcanhares na faixa, separados no comprimento indicado pela mesma Joelhos devem estar estendidos Mãos sobrepostas
Teste de Schober modificado Procedimentos Colocar a marca de 0cm na linha média da coluna lombar na intersecção da crista ilíaca póstero-superior Colocar segunda marca a 15cm Realizar flexão da coluna lombar e marcar a nova distância entre os dois pontos
Flexibilidade - Masculino <14 <15 <17 <22 <24 <23 Ruim 15-19 16-23 18-23 23-27 25-29 24-28 Abaixo da média 20-24 24-27 24-28 28-32 30-33 29-33 Média 25-32 28-34 29-34 33-37 34-39 34-38 Acima da média >33 >35 >35 >38 >40 >39 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Flexibilidade - Feminino <22 <24 <24 <26 <27 <28 Ruim 23-26 25-29 25-29 27-31 28-32 29-33 Abaixo da média 27-30 30-32 30-33 32-35 33-36 34-37 Média 31-34 33-38 34-37 36-40 37-40 38-42 Acima da média >35 >39 >38 >41 >41 >43 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Resistência/força muscular Definição Força: habilidade de um grupo muscular em desenvolver força contrátil contra uma resistência a uma velocidade determinada Resistência: habilidade de um grupo muscular em exercer força submáxima por períodos de tempo longos Importância: Níveis mínimos -> realização AVDs + independencia Níveis adequados -> ↓ risco dor lombar + ↓ risco fratura por osteoporose Medidas: Carga máxima dinâmica + repetições máximas + exercícios calistênicos
Carga máxima dinâmica Procedimentos: O indivíduo realiza um aquecimento com 5 a 10 repetições com 40 a 60% do máximo percebido; Após 1 minuto de repouso, realiza de 3 a 5 repetições com 60 a 80% do percebido Acrescenta-se uma pequena quantidade de carga e tenta-se 1RM. Se for bem sucedido realiza-se um repouso de 3 a 5 minutos e acrescenta-se uma nova carga. É permitido até 4 tentativas.
Carga máxima dinâmica 0,47 0,35 1,40 0,70 Mulheres 0,67 0,50 2,00 1,00 Homens Desenvolvimento Rosca Leg press Supino Gênero
Resistência - Repetições Procedimentos Definir a carga equivalente a 70% da CMD Avaliado realizar o levantamentos até exaustão Verificar o maior número de repetições executados corretamente ¿ Avaliação das alterações?
Resistência – Abdominal Procedimentos: Deitado Joelhos 90º Mãos atrás da nuca Flexionar o tronco até tocar com os cotovelos nas coxas Desvantagens: Obesos Sedentários Solicitação de outros grupamentos musculares Alternativa: Teste modificado de Robertson
Abdominal - Masculino <06 <12 <16 <21 <28 <32 Ruim 07-11 13-17 17-21 22-26 29-32 33-37 Regular 12-16 18-21 22-25 27-30 33-36 38-41 Média 17-22 22-25 26-30 31-35 37-42 42-47 Bom >23 >26 >31 >36 >43 >48 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Abdominal - Feminino <01 <02 <06 <14 <20 <26 Ruim 02-03 03-04 07-14 15-19 21-24 27-31 Regular 04-11 05-11 15-19 20-23 25-30 32-35 Média 12-15 12-18 20-24 24-28 31-35 36-41 Bom >16 >19 >25 >29 >36 >42 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Resistência – Flexão de braço Procedimentos:  Decúbito ventral em quatro apoios; Braços estendidos e na linha dos ombros; Realizar flexão de cotovelo até tocar o tórax no colchonete
Flexão de braço - Masculino <04 <06 <09 <11 <16 <17 Ruim 05-07 07-09 10-12 12-16 17-21 18-22 Abaixo da média 08-10 10-12 13-16 17-21 22-28 23-28 Média 11-17 13-20 17-21 22-29 29-35 29-38 Acima da média >18 >21 >22 >30 >36 >39 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Flexão de braço - Feminino <01 <01 <04 <07 <09 <11 Ruim 02-04 02-06 05-10 08-12 10-14 12-17 Abaixo da média 05-11 07-10 11-14 13-19 15-20 18-24 Média 12-16 11-20 15-23 20-26 21-29 25-32 Acima da média >17 >21 >24 >27 >30 >33 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
Aptidão aeróbia Definição Habilidade de realizar exercícios dinâmicos envolvendo grandes grupos musculares em intensidade moderada a elevada por prolongados períodos Importância: Componente + importante da aptidão física relacionada à saúde Associação entre VO 2 máx e HAS, DAC, DM, hiperlipidemia e obesidade Medidas: Máxima e submáxima Esteira, cicloergômetro, step etc.
Equações metabólicas Caminhada (50-100 m/min ou 3-6 km/h) Corrida (>134 m/min ou >8 km/h) Vel: velocidade (m/min), Inc: inclinação (decimal) 1 m/min = 0,06 km/h | 1km/h = 16,67 m/min
Esteira – carga única Procedimentos: Aquecimento Estágios com duração de pelo menos 3 minutos FC alvo -> 130-150 Aplicar equações do ACSM para cálculo do VO 2 carga Masculino Feminino
Teste de banco – estágio único Procedimentos: Banco: 40,6cm O avaliado deverá manter um ritmo 96 (Homens) e 88 (mulheres) respectivamente; Duração 3 minutos; Aferir a FC, começando após 5s da interrupção do  teste.  Masculino Feminino
Corrida 12 minutos - Cooper Objetivo: Percorrer maior distância possível em 12 minutos Permitido caminhar
VO 2 máx e rendimento 33:00 ou menos Acima de 70,0 36:15 a 33:40 65,0 a 69,0 39:30 a 36:50 60,0 a 64,0 42:45 a 40:10 55,0 a 59,0 Tempo na corrida de 10 km (min:seg) VO 2 máx (ml/kg/min) 46:00 a 43:25 50,0 a 54,0 49:15 a 46:40 45,0 a 49,0 52:30 a 49:50 40,0 a 44,0 53:10 ou mais Menor que 39,0
Classificação VO 2 máx > 40 23 – 40 < 22 60-69 > 42 25 – 42 < 24 50-59 > 44 27 – 44 < 26  40-49 > 48 31 -48 < 30 30-39 > 52 34 – 52 < 33 20-29 Muito elevada Médio Baixa Masculino  > 34 18 -34 <17 60-69 > 37 21 -37 < 20 50-59 > 41 24 – 41 <23  40-49 > 44 28 -44 < 27 30-39 > 48 31 -48 < 30 20-29 Muito elevada Médio Baixa Feminino
Tomada de Decisão
Tomada de decisão Primeira avaliação Sim Não Uso de tabelas de classificação Comparação com resultados prévios Possível uso do ETM Chamar atenção para resultados negativos; Elogiar resultados positivos Estabelecer nível de base para futuras avaliações
Erro típico da medida (ETM) Definição: ruído ou incerteza quanto à alteração observada Confiabilidade da medida Objetivo: classificar alteração entre dois momentos, facilitando: Interpretação da alteração Tomada de decisão ≈ ênfase do treino by Pingo  ®
Erro típico da medida 25,6 ±  0,4 Média ± S 25,1 26 25,3 25,8 João 4ª 3ª 2ª 1ª Voluntário -0,8 ±  1,1 Média ± S -1,3 17,8 19,1 Gilberto 0,4 27,3 26,9 Carlos -2,2 43,0 45,2 Américo -0,4 15,6 16,0 Claudio -0,7 29,0 29,7 João Diferença 2ª 1ª Voluntário
Erro típico da medida 25,6 ±  0,4 Média ± S 25,1 26 25,3 25,8 João 4ª 3ª 2ª 1ª Voluntário
Erro típico da medida
Bibliografia MONTEIRO, W.  Personal training: manual para avaliação e prescrição de condicionamento físico . 3ª ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2001. KISS, M. A. P. D.  Esporte e exercício: avaliação e prescrição . São Paulo: Roca, 2003. NORTON, K.; OLDS, T.  Antropométrica . Porto Alegre: Artmed, 2005. PITANGA, F. J. G.  Epidemiologia da atividade física, exercício físico e saúde . 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2004. HEYWARD, V. H.  Advanced fitness assessment & exercise prescription . 3 rd  ed. Champaign: Human Kinetics, 1997. MAUD, P. J.; FOSTER, C.  Physiological assessment of human fitness . Champaign: Human Kinetics, 1995. HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M.  Applied body composition assessment . Champaign: Human Kinetics, 1996.
MUITO OBRIGADO!!! [email_address] http://www.ctpnewlife.com.br by Pingo  ®

Avaliação física para o personal training

  • 1.
  • 2.
    Avaliação física nopersonal Aplicações práticas
  • 3.
    Objetivo Saúde Aptidãofísica Avaliação Tomada de decisão
  • 4.
  • 5.
    Saúde Educador físicoMental Social Físico Bem estar
  • 6.
    Saúde Condição humanaEducador físico Dimensões Psicológica Física Social
  • 7.
  • 8.
    Aptidão física +saúde Aptidão física pode ser definida como: “ Capacidade do indivíduo em realizar efetivamente sua função na sociedade, sem excessiva fadiga e com reserva de energia para desfrutar o tempo livre ”. Aptidão física relacionada à saúde pode ser definida como: “ Capacidade de realizar as atividades do cotidiano com vigor e energia, demonstrando traços e capacidades associadas a um baixo risco para o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas ”. by Pingo ®
  • 9.
    Aptidão física +saúde Educador físico Aptidão física relacionada à saúde Fisiológica Morfológica Funcional-motora Comportamental Pressão arterial; Glicemia; Colesterol; Etc. Distribuição de gordura ; Composição corporal. Flexibilidade; Força/resistência muscular; Consumo máximo de oxigênio.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Pressão arterial PA:força ou pressão sangue -> artérias ζ cardíaco : elasticidade vasos PAS: sístole cardíaca PAD: recuo arterial + ↓PA Objetivo: Possibilidade de hipertensão arterial sistêmica Fator de risco independente para doença arterial coronariana Hipertensão: elevação crônica e persistente da PA Prognóstico de comprometimento vascular Atividade física regular (aeróbio, 3-5×sem, 40-60% VO 2 máx) ≈ ↓10mmHg PAS/PAD by Pingo ®
  • 13.
  • 14.
    Pressão arterial Localtranqüilo Palpar pulso da artéria braquial no aspecto antêro-medial (2-3cm acima da fossa antecubital) A borda inferior do manguito -> 2,5cm acima da fossa antecubital Manômetro -> centro deve estar visível aos olhos e tubos não devem estar obstruídos Estetoscópio colocado ~1cm superior e medial à fossa antecubital Notar o primeiro som (primeiro som de Korotkof, ou fase I) -> PAS Notar quando o som desaparece (fase V) -> PAD 30 segundos -> repetir a mensuração Registrar a média entre as duas leituras by Pingo ®
  • 15.
    Pressão arterial <80<120 Ótima Adaptado de SBC (2002). Obs: PAS ≠ PAD, classificar pela maior. <90 >140 Sistólica isolada >110 >180 Estágio 3 (grave) 100-109 160-179 Estágio 2 (moderada) 90-99 140-159 Estágio 1 (leve) Hipertensão 85-89 130-139 Normal limitrófe <85 <130 Normal PAD (mmHg) PAS (mmHg) Categoria
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Glicemia Quantidade ouconcentração de glicose no sangue Excesso ≈ hiperglicemia Manifestação de diabetes mellitus / intolerância à glicose DM: doença sistêmica crônica Desordem metabólica Estrutura e função dos vasos Tipos: I: insulino-dependente II: não insulino-dependente Gestacional Intolerância à glicose Atividade física regular ≈ ↓ risco de DM tipo II Dependência da freqüência semanal by Pingo ®
  • 19.
    Glicemia Adaptado deHeyward (1997). >125 Diabetes 101-125 Limiar <100 Normal Glicemia (mg/dl) Classificação
  • 20.
  • 21.
    Colesterol Encontrado em:Fígado, ovos, manteiga, camarão Função: Membrana celular, Precursor -> hormônios esteróides Excesso: hipercolesterolemia Indução de aterosclerose Associação com doença arterial coronariana (DAC) ↓ 1% [colesterol sérico] ≈ ↓ 2% DAC by Pingo ®
  • 22.
    Colesterol Adaptado deHeyward (1997). >240 Elevada 201-239 Limiar <200 Desejável Colesterol (mg/dl) Classificação
  • 23.
  • 24.
    Distribuição de gorduraDistribuição de gordura ↔ Gordura total Determinação do risco para doenças Impacto na saúde -> gordura visceral na cavidade abdominal ↑ gordura abdominal ≈ ↑ mortalidade e morbidade Índice aplicado: Relação cintura/quadril Índice de conicidade Circunferência da cintura by Pingo ®
  • 25.
    Distribuição de gorduraMensuração de circunferências: Identifique cuidadosamente os locais antropométricos para mensuração; Utilize uma fita métrica antropométrica para mensurar as circunferências. A tensão a ser aplicada pela fita não deve comprimir a pele ou o tecido subcutâneo.
  • 26.
    Distribuição de gorduraRelação cintura-quadril: Diagnóstico do acúmulo de gordura Relação com: Hiperlipidemia Concentração de colesterol Problemas cardiovasculares Morte prematura by Pingo ®
  • 27.
    Classificando RCQ Adaptadode COSTA (2000). >0,90 0,84-0,90 0,76-0,83 <0,76 60-69 >0,88 0,82-0,88 0,74-0,81 <0,74 50-59 >0,87 0,80-0,87 0,73-0,79 <0,73 40-49 >0,84 0,79-0,84 0,72-0,78 <0,72 30-39 >0,82 0,78-0,82 0,71-0,77 <0,71 20-29 Mulher >1,03 0,99-1,03 0,91-0,98 <0,91 60-69 >1,02 0,97-1,02 0,90-0,96 <0,90 50-59 >1,00 0,96-1,00 0,88-0,95 <0,88 40-49 >0,96 0,92-0,96 0,84-0,91 <0,84 30-39 >0,94 0,89-0,94 0,83-0,88 <0,83 20-29 Homem Muito alto Alto Moderado Baixo Idade Sexo
  • 28.
    Distribuição de gorduraCircunferência da cintura: Diagnosticar fator de risco cardiovascular Feminino: 89cm Masculino: 101cm by Pingo ®
  • 29.
    Índice de massacorporal Avaliar sobrepeso / obesidade Avaliar desnutrição Relação com todas as causas de morte Melhor aplicável para população by Pingo ®
  • 30.
    Índice de massacorporal Adaptado de COSTA (2000). ≥ 40,0 III Obesidade mórbida 35,0-39,9 II 30,0-34,9 I Obesidade 25,0-29,9 Sobrepeso 18,5-24,9 Normal <18,5 Baixo peso IMC (kg/m 2 ) Classe de obesidade Classificação
  • 31.
    Composição corporal Massamagra Massa isenta de gordura Massa de gordura Massa de gordura Gordura essencial Peso (kg) by Pingo ®
  • 32.
    Impedância bioelétrica Princípio:Corrente de baixa tensão passada pelo corpo Impedância ou resistência ao fluxo Água corporal total é estimada Massa isenta de gordura -> abundante em água (73%) Vantagem: Sem necessidade de muita técnica Mais confortável e menos intrusivo Aplicação em obesos Desvantagens: Custo elevado ≠ estimativas -> ≠ aparelhos Procedimentos pré-avaliação Procedimentos: Sem comida ou bebida 4hs pré-teste Sem exercícios 12hs pré-teste Urinar 30min pré-teste Sem consumo de álcool 48hs pré-teste Sem medicação diurética 7d pré-teste Não avaliar mulheres que percebem retenção hídrica durante período menstrual Procedimentos: Medida tomada no lado direito do corpo Avaliado em decúbito dorsal Limpar pele no local dos eletrodos Retirar objetos de metal by Pingo ®
  • 33.
    Dobras cutâneas Princípio:Relação entre tecido adiposo subcutâneo e gordura total Estimativa da densidade corporal Vantagens Relativamente simples de aplicar Baixo custo Transporte Desvantagens Habilidade do avaliador Equações Procedimentos Todas as DCs tomadas no lado direito Identificar e marcar pontos de reparo Destacar a DC 1cm acima do ponto de reparo Manter a DC elevada durante a mensuração Fazer leitura após 2-4 segundos by Pingo ®
  • 34.
    Composição corporal Adaptadode HEYWARD & STOLARCZYK (2000). a Em risco para doenças e desordens associadas à má nutrição. b Em risco para doenças relacionadas à obesidade. ≥ 32% ≥ 25% Em risco b 24-31% 16-24% Acima da média 23% 15% Média 9-22% 6-14% Abaixo da média ≤ 8% ≤ 5% Em risco a Mulher Homem
  • 35.
    Massa corporal idealIMC ideal PGC ideal
  • 36.
  • 37.
    Flexibilidade Definição Mobilidadefluída ao longo do arco completo de movimento Importância ¿ ↓ força muscular : ↓ flexibilidade ≈ ↑ lesão? Estabelecer linha de base pré-treinamento Medidas: Direta: goniômetria, flexímetro Indireta (linear): teste de sentar-e-alcançar, teste de Schober Indireta (adimensional): flexiteste
  • 38.
    Sentar e alcançarmodificado Equipamento Estender fita métrica no chão Colocar uma faixa de 30cm de comprimento perpendicular ao marco de 38,1cm Procedimentos O avaliado, descalço, coloca os calcanhares na faixa, separados no comprimento indicado pela mesma Joelhos devem estar estendidos Mãos sobrepostas
  • 39.
    Teste de Schobermodificado Procedimentos Colocar a marca de 0cm na linha média da coluna lombar na intersecção da crista ilíaca póstero-superior Colocar segunda marca a 15cm Realizar flexão da coluna lombar e marcar a nova distância entre os dois pontos
  • 40.
    Flexibilidade - Masculino<14 <15 <17 <22 <24 <23 Ruim 15-19 16-23 18-23 23-27 25-29 24-28 Abaixo da média 20-24 24-27 24-28 28-32 30-33 29-33 Média 25-32 28-34 29-34 33-37 34-39 34-38 Acima da média >33 >35 >35 >38 >40 >39 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 41.
    Flexibilidade - Feminino<22 <24 <24 <26 <27 <28 Ruim 23-26 25-29 25-29 27-31 28-32 29-33 Abaixo da média 27-30 30-32 30-33 32-35 33-36 34-37 Média 31-34 33-38 34-37 36-40 37-40 38-42 Acima da média >35 >39 >38 >41 >41 >43 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 42.
    Resistência/força muscular DefiniçãoForça: habilidade de um grupo muscular em desenvolver força contrátil contra uma resistência a uma velocidade determinada Resistência: habilidade de um grupo muscular em exercer força submáxima por períodos de tempo longos Importância: Níveis mínimos -> realização AVDs + independencia Níveis adequados -> ↓ risco dor lombar + ↓ risco fratura por osteoporose Medidas: Carga máxima dinâmica + repetições máximas + exercícios calistênicos
  • 43.
    Carga máxima dinâmicaProcedimentos: O indivíduo realiza um aquecimento com 5 a 10 repetições com 40 a 60% do máximo percebido; Após 1 minuto de repouso, realiza de 3 a 5 repetições com 60 a 80% do percebido Acrescenta-se uma pequena quantidade de carga e tenta-se 1RM. Se for bem sucedido realiza-se um repouso de 3 a 5 minutos e acrescenta-se uma nova carga. É permitido até 4 tentativas.
  • 44.
    Carga máxima dinâmica0,47 0,35 1,40 0,70 Mulheres 0,67 0,50 2,00 1,00 Homens Desenvolvimento Rosca Leg press Supino Gênero
  • 45.
    Resistência - RepetiçõesProcedimentos Definir a carga equivalente a 70% da CMD Avaliado realizar o levantamentos até exaustão Verificar o maior número de repetições executados corretamente ¿ Avaliação das alterações?
  • 46.
    Resistência – AbdominalProcedimentos: Deitado Joelhos 90º Mãos atrás da nuca Flexionar o tronco até tocar com os cotovelos nas coxas Desvantagens: Obesos Sedentários Solicitação de outros grupamentos musculares Alternativa: Teste modificado de Robertson
  • 47.
    Abdominal - Masculino<06 <12 <16 <21 <28 <32 Ruim 07-11 13-17 17-21 22-26 29-32 33-37 Regular 12-16 18-21 22-25 27-30 33-36 38-41 Média 17-22 22-25 26-30 31-35 37-42 42-47 Bom >23 >26 >31 >36 >43 >48 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 48.
    Abdominal - Feminino<01 <02 <06 <14 <20 <26 Ruim 02-03 03-04 07-14 15-19 21-24 27-31 Regular 04-11 05-11 15-19 20-23 25-30 32-35 Média 12-15 12-18 20-24 24-28 31-35 36-41 Bom >16 >19 >25 >29 >36 >42 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 49.
    Resistência – Flexãode braço Procedimentos: Decúbito ventral em quatro apoios; Braços estendidos e na linha dos ombros; Realizar flexão de cotovelo até tocar o tórax no colchonete
  • 50.
    Flexão de braço- Masculino <04 <06 <09 <11 <16 <17 Ruim 05-07 07-09 10-12 12-16 17-21 18-22 Abaixo da média 08-10 10-12 13-16 17-21 22-28 23-28 Média 11-17 13-20 17-21 22-29 29-35 29-38 Acima da média >18 >21 >22 >30 >36 >39 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 51.
    Flexão de braço- Feminino <01 <01 <04 <07 <09 <11 Ruim 02-04 02-06 05-10 08-12 10-14 12-17 Abaixo da média 05-11 07-10 11-14 13-19 15-20 18-24 Média 12-16 11-20 15-23 20-26 21-29 25-32 Acima da média >17 >21 >24 >27 >30 >33 Excelente 60-69 50-59 40-49 30-39 20-29 15-19 Idade
  • 52.
    Aptidão aeróbia DefiniçãoHabilidade de realizar exercícios dinâmicos envolvendo grandes grupos musculares em intensidade moderada a elevada por prolongados períodos Importância: Componente + importante da aptidão física relacionada à saúde Associação entre VO 2 máx e HAS, DAC, DM, hiperlipidemia e obesidade Medidas: Máxima e submáxima Esteira, cicloergômetro, step etc.
  • 53.
    Equações metabólicas Caminhada(50-100 m/min ou 3-6 km/h) Corrida (>134 m/min ou >8 km/h) Vel: velocidade (m/min), Inc: inclinação (decimal) 1 m/min = 0,06 km/h | 1km/h = 16,67 m/min
  • 54.
    Esteira – cargaúnica Procedimentos: Aquecimento Estágios com duração de pelo menos 3 minutos FC alvo -> 130-150 Aplicar equações do ACSM para cálculo do VO 2 carga Masculino Feminino
  • 55.
    Teste de banco– estágio único Procedimentos: Banco: 40,6cm O avaliado deverá manter um ritmo 96 (Homens) e 88 (mulheres) respectivamente; Duração 3 minutos; Aferir a FC, começando após 5s da interrupção do teste. Masculino Feminino
  • 56.
    Corrida 12 minutos- Cooper Objetivo: Percorrer maior distância possível em 12 minutos Permitido caminhar
  • 57.
    VO 2 máxe rendimento 33:00 ou menos Acima de 70,0 36:15 a 33:40 65,0 a 69,0 39:30 a 36:50 60,0 a 64,0 42:45 a 40:10 55,0 a 59,0 Tempo na corrida de 10 km (min:seg) VO 2 máx (ml/kg/min) 46:00 a 43:25 50,0 a 54,0 49:15 a 46:40 45,0 a 49,0 52:30 a 49:50 40,0 a 44,0 53:10 ou mais Menor que 39,0
  • 58.
    Classificação VO 2máx > 40 23 – 40 < 22 60-69 > 42 25 – 42 < 24 50-59 > 44 27 – 44 < 26 40-49 > 48 31 -48 < 30 30-39 > 52 34 – 52 < 33 20-29 Muito elevada Médio Baixa Masculino > 34 18 -34 <17 60-69 > 37 21 -37 < 20 50-59 > 41 24 – 41 <23 40-49 > 44 28 -44 < 27 30-39 > 48 31 -48 < 30 20-29 Muito elevada Médio Baixa Feminino
  • 59.
  • 60.
    Tomada de decisãoPrimeira avaliação Sim Não Uso de tabelas de classificação Comparação com resultados prévios Possível uso do ETM Chamar atenção para resultados negativos; Elogiar resultados positivos Estabelecer nível de base para futuras avaliações
  • 61.
    Erro típico damedida (ETM) Definição: ruído ou incerteza quanto à alteração observada Confiabilidade da medida Objetivo: classificar alteração entre dois momentos, facilitando: Interpretação da alteração Tomada de decisão ≈ ênfase do treino by Pingo ®
  • 62.
    Erro típico damedida 25,6 ± 0,4 Média ± S 25,1 26 25,3 25,8 João 4ª 3ª 2ª 1ª Voluntário -0,8 ± 1,1 Média ± S -1,3 17,8 19,1 Gilberto 0,4 27,3 26,9 Carlos -2,2 43,0 45,2 Américo -0,4 15,6 16,0 Claudio -0,7 29,0 29,7 João Diferença 2ª 1ª Voluntário
  • 63.
    Erro típico damedida 25,6 ± 0,4 Média ± S 25,1 26 25,3 25,8 João 4ª 3ª 2ª 1ª Voluntário
  • 64.
  • 65.
    Bibliografia MONTEIRO, W. Personal training: manual para avaliação e prescrição de condicionamento físico . 3ª ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2001. KISS, M. A. P. D. Esporte e exercício: avaliação e prescrição . São Paulo: Roca, 2003. NORTON, K.; OLDS, T. Antropométrica . Porto Alegre: Artmed, 2005. PITANGA, F. J. G. Epidemiologia da atividade física, exercício físico e saúde . 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2004. HEYWARD, V. H. Advanced fitness assessment & exercise prescription . 3 rd ed. Champaign: Human Kinetics, 1997. MAUD, P. J.; FOSTER, C. Physiological assessment of human fitness . Champaign: Human Kinetics, 1995. HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M. Applied body composition assessment . Champaign: Human Kinetics, 1996.
  • 66.
    MUITO OBRIGADO!!! [email_address]http://www.ctpnewlife.com.br by Pingo ®