GERENCIAMENTO DE 
   INTEGRAÇÃO DE 
        PROJETOS

          Turma GPJ04

             Natal‐RN
                2012
Projeto




Empresa
A Empresa
 A D. Best Projetos é uma empresa de engenharia de médio porte 
  que  atua  na  elaboração  de  projetos  (básicos  e  detalhados  ‐
  design)  e  no  gerenciamento  integrado  de  projetos 
  (empreendimentos),  com  base  nas  boas  práticas  previstas  no 
  PMBOK.  Sua  expertise  está relacionada  às  obras  de  montagens 
  industriais, desde a concepção do projeto básico até o start‐up da 
  unidade.
Integrantes da Equipe
 Guilherme Abreu Pontes
 Guilherme Augusto Faria de Queiroz
 Kresly Medeiros Faria
 Leonardo Cavalcanti Alves Teixeira
 Manoela Cirne Barreto
 Paulo Ribeiro
Objetivo do Trabalho
 Apresentar  como  devem  ser  empregados,  na  prática,  os  processos  que 
  fazem  parte  do  gerenciamento  da  integração  de  projetos,  a  partir  do 
  desenvolvimento  do  projeto  executivo  para  construção  de  uma  Estação 
  de Tratamento de Efluentes (ETE). A referida ETE está destinada a tratar, 
  em  sua  totalidade,  os  efluentes  líquidos  originados  em  unidade 
  industrial  de  exploração  e  produção  de  petróleo,  com  recuperação  de 
  um volume de 1500m³/ano de óleo, aumentando em 5% a produtividade 
  da  unidade.  Todo  o  projeto  deve  atender  à legislação  vigente,  no  que 
  tange aos índices de absorção de contaminantes no solo.

 Cliente: PETROGRANA – Exploração e Produção de Petróleo S/A.

 Programa: Excelência Operacional.

 Projeto  Executivo  para  Instalação  de  uma  Estação  de  Tratamento  de 
  Efluentes na unidade de Exploração e Produção de Natal‐RN.
EAP do Projeto
Fases do Projeto
 A elaboração do Projeto Executivo (design), embora seja o  projeto  a 
  ser  desenvolvido  e  gerenciado  pela  empresa  D.Best,  é parte 
  integrante  (fase)  do  projeto  "Instalação  da  Nova  Unidade  de 
  Tratamento de Efluentes", cujo escopo não é de responsabilidade da 
  referida empresa.

 O Projeto “Instalação da Nova Unidade de Tratamento de Efluentes”
  é composto pelas seguintes fases:
    Abertura
    Projeto Conceitual
    Projeto Básico
    Projeto Executivo (Escopo D. Best)
    Construção e Montagem
    Pré‐Operação
    Operação Assistida
    Encerramento
Fases do Projeto
 A  elaboração  do  Projeto  Executivo  (design)  para  construção  de  uma 
  Estação  de  Tratamento  de  Efluentes  (ETE),  escopo  da  empresa  D. 
  Best, por sua vez, é composto das seguintes fases:

       Gerenciamento de Projeto
       Desenvolvimento do DED (Detailed Engineering Design)
       Elaboração de AS‐BUILT
       Encerramento
Gerenciamento de Projeto
 De  acordo  com  a  metodologia  de  gerenciamento  Otmma3  GP, 
  desenvolvida pelo Eng. Marco Coghi, e utilizada na elaboração deste 
  trabalho, em cada fase do ciclo de vida do projeto pode ser aplicada 
  a  técnica  do  PDCA.  A  referida  metodologia  prevê,  ainda,  dois 
  processos  adicionais    aos  processos  de  P    (Planejamento),  D 
  (Execução), C (Monitoramento e Controle) e A (Ação), a saber: 

     Desenvolvimento do Termo de Abertura do Projeto ‐ DTAP
      Autoriza o início do cliclo PDCA.

     Encerramento do Projeto ou Fase – EP F
      Encerra o cliclo do PDCA.
Gerenciamento de Projeto
Iniciação
 A  etapa  de  iniciação  contempla  o  desenvolvimento  do  termo  de 
  abertura  do  projeto  (DTAP)  que  formalmente  autoriza  o  projeto  ou
  uma  fase  do  seu  ciclo  de  vida.  Está inserido  nesse  contexto,  a 
  responsabilidade  pela  documentação  dos  requisitos  iniciais  que 
  satisfaçam  as  necessidades  e  expectativas  dos  stakeholders em  um 
  documento  único  (TAP).  Assim,  o  processo  de  DTAP  integra  dois 
  documentos, a saber:

     TAP – Termo de Abertura do Projeto
     ISH – Identificação dos Stakeholders
Iniciação
 Neste  etapa,  o  diretor  de  operações  da  PETROGRANA  (SPONSOR) 
  identifica,  seleciona  e  designa  o  gerente  de  projeto  que,  por  sua  vez,  é
  convidado a participar da elaboração do TAP. 
 O TAP deve ser preenchido em dois momentos, conforme segue:
    Primeiro Momento – Preenchido pelo sponsor  com  as  seguintes
      informações:
         Descrição do Projeto;
         Justificativa do Projeto;
         Objetivo do Projeto na forma S.M.A.R.T. estruturada;
         Requisitos para Aprovação do Projeto;
         Gerente de Projeto designado.
    Segundo  Momento – Preenchido pelo GP  designado pelo sponsor 
      com, no mínimo, as seguintes informações:
         Lista de Milestones (Marcos do Projeto);
         Orçamento Sumarizado;
         Riscos (alto nível);
         Assinatura do Sponsor.
Iniciação
 Importante salientar que o  Segundo  Momento do  preenchimento do  TAP 
  (pelo GP  designado),  conforme relatado anteriormente,    ocorre após o 
  processo de Identificação dos Stakeholders (ISH) que, por sua vez, abrange:

     Identificação dos stakeholders (deve ser sigiloso);
     Classificação dos  stakeholders  (poder,  influência,  interesse, 
      legtimidade e urgência);
     Registro dos requisitos superficiais dos stakeholders;
     Estratégias de abordagem dos stakeholders (plano de ação do GP).
Planejamento do Projeto
 Na  etapa  de  Planejamento  será desenvolvido  o  processo  (DPGP)  de 
  documentação das ações necessárias para definir, preparar, integrar 
  e  coordenar  todos  os  planos  auxiliares,  linhas  de  base  e  outros 
  documentos de escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos,
  comunicações,  riscos  e  aquisições  utilizados  para  gerenciamento  do 
  projeto como um todo (PGP). 
 A  pasta  do  PGP  deverá conter  documentos  que  definem  como  o 
  projeto  deverá ser  executado,  monitorado/controlado  e  encerrado, 
  conforme segue:
    Planos Auxiliares (PGReq, PGE, PGCrono, PGC, PGQ, PGRH, PGCo, 
      PGR e PGA);
    Linhas de Base (DE, WBS, D‐WBS, Crono e Orç)
    Documentos de Projeto (TAP, ISH, DReq Projeto, LAtv, LVQ, MCR, 
      PA, MC, RBS, W, RBS, K, RR, VL, AT, SP, EVA, Curva S, RD e SM);
    Plano de Gerenciamento de Mudanças (PGMud)
    Plano de Gerenciamento de Configuração (PGConfig)
    Plano de Gerenciamento das Melhorias (PGMelhProc)
Planejamento do Projeto
 Algumas  considerações  importantes  a  cerca  da  pasta  do  Plano  de 
  Gerenciamento de Projetos (PGP):

     Deve  ser  progressivamente  elaborada  através  de  atualizações 
      geradas pelos vários ciclos PDCA, aplicados fase a fase durante o 
      ciclo de vida do projeto;
     Para  o  preenchimento dos  vários documentos componentes do 
      PGP relacionados às áreas de conhecimento do PMBOK (escopo, 
      tempo,  custo,  qualidade,  recursos humanos,  comunicações, 
      riscos e  aquisiçoes),  é importante realização de  consultas às
      bases de informações históricas e de lições aprendidas. 
     Quando não se  dispor de  Ativos de  Processos organizacionais
      (APO), deve‐se fazer uso da opinião especializada;
     DE, WBS, D‐WBS, Crono e Orç formarão uma linha de base única
      que servirá de referência para medição do desempenho.
Planejamento do Projeto
 Dreq – Declaração  de  Requisitos  – Componente  do  DPGP  que  irá
  contemplar :
    Requisitos (detalhados) do Produto;
    Rastreabilidade do Produto;
    Requisitos (detalhados) do Projeto;
    Rastreabilidade do Projeto.

 DE  – Declaração  de  Escopo  – Componente  do  DPGP  que  irá
  contemplar :
    Escopo do Produto;
    Escopo do Projeto;
    Entregas e Critérios de Aceitação;
    Escopo não incluso no Projeto;
    Premissas;
    Restrições.
Planejamento do Projeto
 WBS  – Estrutura  Analítica  de  Projeto  – Componente  do  DPGP  que 
  apresenta a estrutura de decomposição do trabalho e todos os pacotes de 
  trabalho que formam o escopo.

 D‐WBS – Dicionário da EAP – Componente do DPGP que deve contemplar :
    Pacotes de Trabalho;
    Descrição dos Pacotes de Trabalho;
    Entregas dos Pacotes de Trabalho;
    Critérios de Aceitação dos Pacotes de Trabalho.

 L‐Atv – Lista de Atividades do PT– Componente do DPGP que apresenta:
    Duração das Atividades do PT;
    Custo das Atividades do PT;
    Custo do PT.
Planejamento do Projeto
 Orç – Orçamento do Projeto – Componente do DPGP que contém:
    Orçamento por Fase do Projeto;
    Total do Orçamento das Fases;
    Verba de Contingência;
    Total do Orçamento.

 LVQ  – Lista  de  Verificação  da  Qualidade  – Componente  do  DPGP  que  irá
  contemplar:
    Pacotes de Trabalho;
    Descrição dos Pacotes de Trabalho;
    Entregas dos Pacotes de Trabalho;
    Critérios de Validação dos Pacotes de Trabalho.

 MCR  – Matriz  de  Competência  e  Responsabilidade  (deve  constar  apenas 
  pacotes MAKE) – Componente do DPGP que apresenta:
    Trabalho a ser feito;
    Colaboradores;
    Responsabilidade;
    Perfil da Qualificacão na Habilitação para Atividade ou PT.
Planejamento do Projeto
 PA – Plano de Ação – Componente do DPGP que apresenta:
    Recurso Analisado;
    Ação a ser Adotada;
    Responsável;
    Prazo.

 MC – Mapa de Comunicações – Componente do DPGP que irá contemplar:
    Stakeholder Destinatário;
    Assunto da Informação;
    Documentos Relacionados;
    Meios;
    Freqüência;
    Ação Esperada;
    Emitente.
Planejamento do Projeto
 RBS – Estrutura de Decomposição de Riscos;

 Matriz  de  Probabilidade  X  Impacto  – Componente  do  DPGP  que  apresenta 
  uma  relação  entre  os  impactos,  probabilidades,  ameaças  e  oportunidades 
  em função dos riscos;

 RR – Registro de Riscos ‐ Componente do DPGP que apresenta:
   Categoria na RBS;
   ID;
   Descrição do Risco Identificado;
   Tipo do Risco;
   Data de Registro;
   Qualitativo de Probabilidade;
   Probabilidade;
   Qualitativo de Impacto;
   Impacto;
   Semáforo.
Planejamento do Projeto
 RR – Registro de Riscos ‐ Componente do DPGP que apresenta (continuação):
   Categoria na RBS;
   ID;
   Descrição do Risco Identificado;
   Tipo do Risco;
   Data de Registro;
   Qualitativo de Probabilidade;
   Probabilidade;
   Qualitativo de Impacto;
   Impacto;
   Semáforo;
   V.M.E antes da Resposta (R$);
   Resposta;
   V.M.E depois da Resposta;
   Sinal de Alerta;
   Proprietário;
   Ação a Tomar.
Planejamento do Projeto
 MA – Mapa de Aquisições ‐ Componente do DPGP que contempla:
   Concorrência;
   Item a ser contratado;
   Concorrentes;


 Consideração importante a cerca das Aquisições:
    Deve constar apenas pacotes do tipo BUY, definidos após análise do 
     tipo MAKE OR BUY.


 OBSERVAÇÃO:  A  etapa de  Planejamento do  Projeto (PLAN) 
  tem como entrada o TAP e como saída o PGP.
Execução do Projeto
 Na  fase  da  execução,  de  acordo  com  a  EAP,  deverão  ocorrer  as 
  seguintes entregas de pacote de trabalho:
    Projeto Executivo
    Projeto Civil
    Projeto Elétrico
    Projeto de Tubulação
    Projeto de Instrumentação
Execução do Projeto
 Na  etapa  de  Execução  será desenvolvido  o  processo  (OGEP)  de  orientar  e 
  gerenciar a execução do projeto, o qual implementa o quadrante D (DO) do 
  ciclo PDCA. 
 OGEP  é o  processo  de  realização  do  trabalho  definido  em  P  (PLAN)  para 
  atingir  os  objetivos  do  projeto  e  materializá‐lo  em  Entregas  Terminadas, 
  fase  por  fase  do  ciclo  de  vida  do  projeto.  É composto  pelas  seguintes 
  atividades:
    Executar as atividades para realizar os objetivos do projeto;
    Criar as Entregas do projeto, fase a fase;
    Formar, treinar e gerenciar membros da equipe do projeto;
    Implementar os padrões e os métodos planejados;
    Estabelecer e gerenciar os canais de comunicação do projeto;
    Gerar dados do projeto;
    Emitir solicitações de mudanças e adaptar mudanças aprovadas;
    Gerenciar riscos e implementar respostas aos mesmos;
    Coletar e  documentar lições aprendidas e  implementar melhorias no 
      processo.
Execução do Projeto
 Para a implementar etapa de Execução é necessário a emissão de um 
  documento  formal  intitulado  AT  (Autorização  de  Trabalho),  o  qual 
  deverá ser  feito  Pacote  de  Trabalho  a  Pacote  de  Trabalho.  Tal 
  documento deverá contemplar:
    Pacotes de Trabalho;
    Contrato;
    Recursos Planejados;
    Autorização
    Data e Assinatura do GP.

 A fase de Execução (DO) possui como entrada o PGP.

 Entregas são produzidas como saídas de  processos realizados para
  completar o trabalho planejado e agendado no PGP.

 As  informações sobre o  desempenho do  trabalho serão utilizadas
  como entrada no grupo de processos de monitoramento e controle.
Execução do Projeto
 Orientar  e  gerenciar  a  execução  do  projeto  requer,  ainda,  a 
  implementação de mudanças aprovadas, as quais incluem:

       Ação Corretiva;
       Ação Preventiva;
       Reparo de Defeito;
       SM aprovadas. 

 A implementação do OGEP implica em Entregas Concluídas que,  por
  sua vez, corresponde ao trabalho materializado de um PT ou Fase.
Execução do Projeto
 No  que  concerne  aos  Pacotes  de  Trabalho  do  tipo  BUY,  deverá ser 
  elaborado  e  utilizado  um  Sistema  de  Pontuação  contendo  as 
  seguintes informações:

       RFP;
       ID;
       Critério de Avaliação;
       Peso do Critério;
       Propostas;
        Nota de cada proposta;
       Média de cada proposta;
       Totais.
Monitoramento e Controle (Check)
 Na  etapa  de  Monitoramento  e  Controle  será desenvolvido  o  processo 
  (MCTP) de monitorar e controlar o trabalho do projeto, o qual implementa 
  o quaante C (CHECK) do ciclo PDCA. 
 MCTP  é o  processo  de  acompanhamento,  revisão  e  controle  do  progresso 
  do  trabalho  que  foi  planejado  em  P  (PLAN)  e  executado  em  D  (DO). Uma 
  vez  satisfeito,  gera  Entregas  Validadas  e  Entregas  Aceitas,  fase por  fase  do 
  ciclo de vida do projeto. Compreende as seguintes atividades:
    Comparação do desempenho real do projeto com o PGP;
    Avaliação do  desempenho para determinação de  ações corretivas ou
       preventivas;
    Identificação,  análise e  acompanhamento de  novos riscos e  o 
       monitoramento de riscos existentes;
    Manutenção de  uma base  de  informações precisas e  oportunas a 
       respeito do produto do projeto;
    Fornecimento de informações para suportar o relatório de andamento, 
      medição de progresso e previsão;
    Fornecimento de previsões para atualização do custo;
    Emissão de Relatórios de Desempenho.
Monitoramento e Controle (Check)
 Os  Relatórios  de  Desempenho  devem  apresentar  algumas  informações 
  chaves, a saber:
    Situação Atual;
    Relizações Significativas no Período;
    Atividades Agendadas;
    Previsões e Questões Diversas.

 O MCTP subsidia as atualizações de alguns componentes do PGP, tais como:
    Plano de Gerenciamento do Cronograma;
    Plano de Gerenciamento de Custos;
    Plano de Gerenciamento da Qualidade;
    Linha de Base do Escopo;
    Linha de Base do Cronograma;
    Linha de Base do Desempenho de Custos.

 A fase de Monitoramento e Controle (CHECK) possui as entregas concluídas
  como entradas de  processos e  entregas validadas e  entregas aceitas como
  saída de processo.
Monitoramento e Controle (Check)
  No MCTP deve‐se utilizar algumas ferramentas importantes, tais como:
  EVA – Análise de Valor Agregado;
         Análise de Desempenho
              Orçamento;
              Cronograma;
              Medição da eficiência no uso de recursos aprovisionados;
              Medição da eficência no uso do tempo;
         Análises de Previsões (Duração e Custos)
  RD – Relatórios de Desempenho
         Pacotes de Trabalho realizados no período;
         Pacotes de Trabalho pendentes ou acumulados no período;
         Avanços Físicos acima do planejado;
         Análise do Desempenho;
         Análise das Previsões;
         Desvios em foco para o próximo período;
         Plano de Ação (O que? Quem? Quando?).
Agir(Action)
 Na  etapa  de  Ação  deve  ser  desenvolvido  o  processo  (RCIM)  de  Realizar  o 
  Controle  Integrado  de  Mudanças,  o  qual  implementa  o  quandrante A 
  (ACTION) do ciclo PDCA. 
 RCIM  é o  processo  de  revisão  de  todas  as  solicitações,  aprovação  e 
  gerenciamento  de  Mudanças  em  Entregas,  Ativos  de  Processo 
  Organizacionais  (APO),  documentos  de  projeto  e  PGP.  Inclui  as  seguintes 
  atividades:
    Influenciar fatores que tentam evitar o controle integrado de mudanças 
      para que somente as mudanças aprovadas sejam implementadas;
    Revisar,  analisar e  aprovar as  SM’s imediatamente,  uma vez que uma
      decisão lenta pode afetar negativamente o tempo, custo ou viabilidade
      de uma mudança;
    Gerenciar as mudanças aprovadas;
    Revisar,  aprovar ou rejeitar todas as  ações corretivas e  preventivas
      recomendadas;
    Documentar o impacto completo das SM’s.
Agir(Action)
 Todos  os  processos  de  monitoramento  e  controle  e  vários  de  execução 
  produzem  Solicitações  de  Mudança  como  saída.  Destarte,  é necessário  ter 
  um  robusto  Sistema  de  Gerenciamento  de  Configuração  (SGenConf)  com 
  Controle Integrado de Mudanças (CIM). 
 O  SGenConf e  o  CIM  consistem  numa  maneira  padronizada,  efetiva  e 
  eficiente de gerenciar, de forma centralizada, as mudanças e linhas de base 
  aprovadas  para  um  projeto.  O  primeiro  é focado  nas  especificações  das 
  entregas  e  processos,  enquanto  que  o  último  tem  como  alvo  a 
  identificação, documentação e controle de mudanças e as linhas de base do 
  produto.  Seguem,    abaixo,  os  principais  objetivos  da  utilização  dessas 
  ferramentas:
    Estabelecer  um  método  evolutivo  para  identificar  e  solicitar  mudanças 
      nas  linhas  de  base  estabelecidas  e  avaliar  o  valor  e  efetividade dessas 
      mudanças;
    Proporcionar oportunidades de  validar e  aprimorar o  projeto
      continuamente considerando o impacto de cada mudança;
    Fornece o mecanismo à equipe de gerenciamento de projeto, para que
      se  comunique,  de  forma  consistente,  às partes interessadas,  todas as 
      mudanças aprovadas e rejeitadas. 
Agir(Action)
 Apresentamos,  a  seguir,  alguma    das  atividades  do  gerenciamento  da 
  configuração,  inclusas  no  processo  integrado  de  controle  de  mudanças,  as 
  quais deve‐se fazer uso ostensivo para controlar as mudanças:

     Identificação da Configuração – Fornece a base pela qual a configuração 
      de  um  produto  é definida  e  verificada.  Assim,  produtos  e  documentos 
      são  rotulados,  mudanças  são  gerenciadas  e  a  responsabilidade  é
      mantida;
     Registro da Situação da Configuração – Compõe uma lista de 
      identificação de  configurações aprovadas,  andamentos das  propostas
      de mudanças na configuração e andamento da execução das mudanças
      aprovadas;
     Verificação e  Auditoria  da Configuração – Garantem que a  composição
      dos  itens de  configuração de  um  projeto está correta e  que as 
      mudanças        correspondentes        foram      registradas,      avaliadas, 
      acompanhadas e adequadamente efetuadas;
Agir(Action)
 Um Comitê de Controle de Mudanças – Deve ser estabelecido com o intuito 
  de:

     Coordenar  as reuniões de controle de mudanças;
     Revisar as Solicitações de Mudanças, aprovando‐as ou rejeitando‐as;
     Documentar e  comunicar às partes interessadas as  decisões tomadas
      no que se refere às Solicitações de Mudanças.
Agir(Action)
 Atualizações do Andamento de Solicitação de Mudança:

     As  Solicitações  de  Mudanças  devem  ser  processadas  pelo  GP  ou  pelo 
      membro da EP designado;
     As  Solicitações de  Mudanças aprovadas serão realizadas pelo processo
      OGEP;
     O  andamento de  todas as  mudanças,  aprovadas ou não,  deve ser 
      atualizado no  registro de  solicitação de  mudanças como parte  das 
      atualizações dos documentos de projeto.
Agir(Action)
 Atualizações  do  Plano  de  Gerenciamento  de  Projetos  – Seguem  alguns 
  elementos  que  podem  ter  sua  atualização  requerida,  em  função  das 
  mudanças implementadas:

     Quaisquer planos auxiliares;
     Linhas de Base que estejam sujeitas ao processo formal de controle de 
      mudanças.

 OBSERVAÇÕES: 
    Alterações nas Linhas de  Base  devem apresentar apenas alterações a 
     partir do tempo atual para frente;
    Os desempenhos passados não podem e não devem ser modificados.
Encerramento
 Na  etapa  de  Encerramento  deve  ser  desenvolvido  o  processo  (EP  F) de 
  finalização  de  todas  as  atividades  dos  processos  anteriores,  para  terminar 
  formalmente  uma  fase.  Esse  processo  também  encerra  o  projeto,  quando 
  estivermos girando o ciclo PDCA na última fase de seu ciclo de vida.

 Durante o encerramento do projeto, o Gerenciamento deverá, entre outras 
  atribuições:
    Revisar  todas  as  informações  prévias  dos  encerramentos  de  fases 
      anteriores,  assegurando  que  todo  o  trabalho  do  projeto  está completo 
      e que o mesmo alcançou seus objetivos;
    Revisar o Plano de Gerenciamento de Projetos, uma vez que o escopo é
      medido em comparação com o PGP.
Encerramento
 Durante  o  encerramento  do  projeto,  devem  ser  determinados  os 
  procedimentos  para  investigação  ou  documentação  dos  motivos  de  ações 
  realizadas,  caso  o  mesmo  seja  encerrado  antes  de  sua  conclusão.  Dessa 
  forma, estão inclusas nesse âmbito:
    Atividades necessárias para administrar o encerramento do projeto ou 
      de uma fase;
    Metodologia passo a passo que tratam das:
         Ações e  atividades necessárias para satisfazer a  conclusão ou
          critérios de saída para a fase ou projeto;
         Ações e atividades necessárias para transferir os produtos, serviços
          ou resultados do  projeto para a  próxima fase ou produção e/ou
          operações;
         Atividades necessárias para coletar registros do projeto ou da fase, 
          auditar o sucesso ou fracasso do projeto, coletar lições aprendidas e 
          arquivar informações do projeto para o uso futuro da organização.
Encerramento
 A  fase  de  encerramento  tem  como  entrada  as  entregas  aceitas  e  as
  entregas  validadas  e  como  saída  o  somatório  de  todas  as  entregas  que 
  compõem  o  escopo  do  projeto.  Entregas  aceitas  são  aquelas  que  foram 
  aceitas através do processo de verificação do escopo.

 Alguns Ativos de  Processos Organizacionais (APO)  devem ser  atualizados
  como resultado do processo Encerrar o Projeto ou Fase, a saber:
    Arquivos  de  Projeto  (PGP,  Escopo,  Custo,  Cronograma,  Registro  de 
      Riscos,  Documentação  de  Gerenciamento  de  Mudanças,  Ações 
      Planejadas de Respostas aos Riscos e Impacto de Riscos);
    Documentos de  Encerramento de  Projeto ou Fase (documentação
      formal  indicando a  conclusão do  projeto ou fase e  a  transferência das 
      entregas do projeto concluído ou fase concluída para outros, tais como
      grupo de operações ou para a próxima fase;
    Informações Históricas e Lições Aprendidas – Devem ser transferidas à
      base de conhecimento para uso em projetos ou fases futuros. 
Encerramento do Projeto
 Nesta  fase,  de  acordo  com  a  EAP,  deverão  ocorrer  as  seguintes 
  entregas de pacote de trabalho:

     Entrega Final do Livro de Projetos
        Formalizar  a  entrega  final  do  Livro  de  Projetos,  visando  o 
          encerramento do Projeto.

     Relatório de Lições Aprendidas
        Gerar  Relatório  de  Lições  Aprendidas  de  acordo  com  o 
          modelo definido pelo Plano de Gerenciamento da Execução e 
          Controle do Projeto.

     Relatório Final

     Atualizações de Ativos de Processos Organizacionais (APO)
F I M

INTEGRACAO - D.BEST

  • 1.
    GERENCIAMENTO DE  INTEGRAÇÃO DE  PROJETOS Turma GPJ04 Natal‐RN 2012
  • 2.
  • 3.
    A Empresa  A D. Best Projetos é uma empresa de engenharia de médio porte  que  atua  na  elaboração  de  projetos  (básicos  e  detalhados  ‐ design)  e  no  gerenciamento  integrado  de  projetos  (empreendimentos),  com  base  nas  boas  práticas  previstas  no  PMBOK.  Sua  expertise  está relacionada  às  obras  de  montagens  industriais, desde a concepção do projeto básico até o start‐up da  unidade.
  • 4.
    Integrantes da Equipe  Guilherme Abreu Pontes  Guilherme Augusto Faria de Queiroz Kresly Medeiros Faria  Leonardo Cavalcanti Alves Teixeira  Manoela Cirne Barreto  Paulo Ribeiro
  • 5.
    Objetivo do Trabalho  Apresentar  como devem  ser  empregados,  na  prática,  os  processos  que  fazem  parte  do  gerenciamento  da  integração  de  projetos,  a  partir  do  desenvolvimento  do  projeto  executivo  para  construção  de  uma  Estação  de Tratamento de Efluentes (ETE). A referida ETE está destinada a tratar,  em  sua  totalidade,  os  efluentes  líquidos  originados  em  unidade  industrial  de  exploração  e  produção  de  petróleo,  com  recuperação  de  um volume de 1500m³/ano de óleo, aumentando em 5% a produtividade  da  unidade.  Todo  o  projeto  deve  atender  à legislação  vigente,  no  que  tange aos índices de absorção de contaminantes no solo.  Cliente: PETROGRANA – Exploração e Produção de Petróleo S/A.  Programa: Excelência Operacional.  Projeto  Executivo  para  Instalação  de  uma  Estação  de  Tratamento  de  Efluentes na unidade de Exploração e Produção de Natal‐RN.
  • 6.
  • 7.
    Fases do Projeto  A elaboração do Projeto Executivo (design), embora seja o  projeto a  ser  desenvolvido  e  gerenciado  pela  empresa  D.Best,  é parte  integrante  (fase)  do  projeto  "Instalação  da  Nova  Unidade  de  Tratamento de Efluentes", cujo escopo não é de responsabilidade da  referida empresa.  O Projeto “Instalação da Nova Unidade de Tratamento de Efluentes” é composto pelas seguintes fases:  Abertura  Projeto Conceitual  Projeto Básico  Projeto Executivo (Escopo D. Best)  Construção e Montagem  Pré‐Operação  Operação Assistida  Encerramento
  • 8.
    Fases do Projeto  A  elaboração do  Projeto  Executivo  (design)  para  construção  de  uma  Estação  de  Tratamento  de  Efluentes  (ETE),  escopo  da  empresa  D.  Best, por sua vez, é composto das seguintes fases:  Gerenciamento de Projeto  Desenvolvimento do DED (Detailed Engineering Design)  Elaboração de AS‐BUILT  Encerramento
  • 9.
    Gerenciamento de Projeto  De  acordo com  a  metodologia  de  gerenciamento  Otmma3  GP,  desenvolvida pelo Eng. Marco Coghi, e utilizada na elaboração deste  trabalho, em cada fase do ciclo de vida do projeto pode ser aplicada  a  técnica  do  PDCA.  A  referida  metodologia  prevê,  ainda,  dois  processos  adicionais    aos  processos  de  P    (Planejamento),  D  (Execução), C (Monitoramento e Controle) e A (Ação), a saber:   Desenvolvimento do Termo de Abertura do Projeto ‐ DTAP Autoriza o início do cliclo PDCA.  Encerramento do Projeto ou Fase – EP F Encerra o cliclo do PDCA.
  • 10.
  • 11.
    Iniciação  A  etapa de  iniciação  contempla  o  desenvolvimento  do  termo  de  abertura  do  projeto  (DTAP)  que  formalmente  autoriza  o  projeto  ou uma  fase  do  seu  ciclo  de  vida.  Está inserido  nesse  contexto,  a  responsabilidade  pela  documentação  dos  requisitos  iniciais  que  satisfaçam  as  necessidades  e  expectativas  dos  stakeholders em  um  documento  único  (TAP).  Assim,  o  processo  de  DTAP  integra  dois  documentos, a saber:  TAP – Termo de Abertura do Projeto  ISH – Identificação dos Stakeholders
  • 12.
    Iniciação  Neste  etapa, o  diretor  de  operações  da  PETROGRANA  (SPONSOR)  identifica,  seleciona  e  designa  o  gerente  de  projeto  que,  por  sua  vez,  é convidado a participar da elaboração do TAP.   O TAP deve ser preenchido em dois momentos, conforme segue:  Primeiro Momento – Preenchido pelo sponsor  com  as  seguintes informações:  Descrição do Projeto;  Justificativa do Projeto;  Objetivo do Projeto na forma S.M.A.R.T. estruturada;  Requisitos para Aprovação do Projeto;  Gerente de Projeto designado.  Segundo  Momento – Preenchido pelo GP  designado pelo sponsor  com, no mínimo, as seguintes informações:  Lista de Milestones (Marcos do Projeto);  Orçamento Sumarizado;  Riscos (alto nível);  Assinatura do Sponsor.
  • 13.
    Iniciação  Importante salientarque o  Segundo  Momento do  preenchimento do  TAP  (pelo GP  designado),  conforme relatado anteriormente,    ocorre após o  processo de Identificação dos Stakeholders (ISH) que, por sua vez, abrange:  Identificação dos stakeholders (deve ser sigiloso);  Classificação dos  stakeholders  (poder,  influência,  interesse,  legtimidade e urgência);  Registro dos requisitos superficiais dos stakeholders;  Estratégias de abordagem dos stakeholders (plano de ação do GP).
  • 14.
    Planejamento do Projeto  Na  etapa de  Planejamento  será desenvolvido  o  processo  (DPGP)  de  documentação das ações necessárias para definir, preparar, integrar  e  coordenar  todos  os  planos  auxiliares,  linhas  de  base  e  outros  documentos de escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações,  riscos  e  aquisições  utilizados  para  gerenciamento  do  projeto como um todo (PGP).   A  pasta  do  PGP  deverá conter  documentos  que  definem  como  o  projeto  deverá ser  executado,  monitorado/controlado  e  encerrado,  conforme segue:  Planos Auxiliares (PGReq, PGE, PGCrono, PGC, PGQ, PGRH, PGCo,  PGR e PGA);  Linhas de Base (DE, WBS, D‐WBS, Crono e Orç)  Documentos de Projeto (TAP, ISH, DReq Projeto, LAtv, LVQ, MCR,  PA, MC, RBS, W, RBS, K, RR, VL, AT, SP, EVA, Curva S, RD e SM);  Plano de Gerenciamento de Mudanças (PGMud)  Plano de Gerenciamento de Configuração (PGConfig)  Plano de Gerenciamento das Melhorias (PGMelhProc)
  • 15.
    Planejamento do Projeto  Algumas  considerações importantes  a  cerca  da  pasta  do  Plano  de  Gerenciamento de Projetos (PGP):  Deve  ser  progressivamente  elaborada  através  de  atualizações  geradas pelos vários ciclos PDCA, aplicados fase a fase durante o  ciclo de vida do projeto;  Para  o  preenchimento dos  vários documentos componentes do  PGP relacionados às áreas de conhecimento do PMBOK (escopo,  tempo,  custo,  qualidade,  recursos humanos,  comunicações,  riscos e  aquisiçoes),  é importante realização de  consultas às bases de informações históricas e de lições aprendidas.   Quando não se  dispor de  Ativos de  Processos organizacionais (APO), deve‐se fazer uso da opinião especializada;  DE, WBS, D‐WBS, Crono e Orç formarão uma linha de base única que servirá de referência para medição do desempenho.
  • 16.
    Planejamento do Projeto  Dreq –Declaração  de  Requisitos  – Componente  do  DPGP  que  irá contemplar :  Requisitos (detalhados) do Produto;  Rastreabilidade do Produto;  Requisitos (detalhados) do Projeto;  Rastreabilidade do Projeto.  DE  – Declaração  de  Escopo  – Componente  do  DPGP  que  irá contemplar :  Escopo do Produto;  Escopo do Projeto;  Entregas e Critérios de Aceitação;  Escopo não incluso no Projeto;  Premissas;  Restrições.
  • 17.
    Planejamento do Projeto  WBS  –Estrutura  Analítica  de  Projeto  – Componente  do  DPGP  que  apresenta a estrutura de decomposição do trabalho e todos os pacotes de  trabalho que formam o escopo.  D‐WBS – Dicionário da EAP – Componente do DPGP que deve contemplar :  Pacotes de Trabalho;  Descrição dos Pacotes de Trabalho;  Entregas dos Pacotes de Trabalho;  Critérios de Aceitação dos Pacotes de Trabalho.  L‐Atv – Lista de Atividades do PT– Componente do DPGP que apresenta:  Duração das Atividades do PT;  Custo das Atividades do PT;  Custo do PT.
  • 18.
    Planejamento do Projeto  Orç –Orçamento do Projeto – Componente do DPGP que contém:  Orçamento por Fase do Projeto;  Total do Orçamento das Fases;  Verba de Contingência;  Total do Orçamento.  LVQ  – Lista  de  Verificação  da  Qualidade  – Componente  do  DPGP  que  irá contemplar:  Pacotes de Trabalho;  Descrição dos Pacotes de Trabalho;  Entregas dos Pacotes de Trabalho;  Critérios de Validação dos Pacotes de Trabalho.  MCR  – Matriz  de  Competência  e  Responsabilidade  (deve  constar  apenas  pacotes MAKE) – Componente do DPGP que apresenta:  Trabalho a ser feito;  Colaboradores;  Responsabilidade;  Perfil da Qualificacão na Habilitação para Atividade ou PT.
  • 19.
    Planejamento do Projeto  PA – Plano de Ação –Componente do DPGP que apresenta:  Recurso Analisado;  Ação a ser Adotada;  Responsável;  Prazo.  MC – Mapa de Comunicações – Componente do DPGP que irá contemplar:  Stakeholder Destinatário;  Assunto da Informação;  Documentos Relacionados;  Meios;  Freqüência;  Ação Esperada;  Emitente.
  • 20.
    Planejamento do Projeto  RBS – Estrutura de Decomposição de Riscos; Matriz  de  Probabilidade  X  Impacto  – Componente  do  DPGP  que  apresenta  uma  relação  entre  os  impactos,  probabilidades,  ameaças  e  oportunidades  em função dos riscos;  RR – Registro de Riscos ‐ Componente do DPGP que apresenta:  Categoria na RBS;  ID;  Descrição do Risco Identificado;  Tipo do Risco;  Data de Registro;  Qualitativo de Probabilidade;  Probabilidade;  Qualitativo de Impacto;  Impacto;  Semáforo.
  • 21.
    Planejamento do Projeto  RR – Registrode Riscos ‐ Componente do DPGP que apresenta (continuação):  Categoria na RBS;  ID;  Descrição do Risco Identificado;  Tipo do Risco;  Data de Registro;  Qualitativo de Probabilidade;  Probabilidade;  Qualitativo de Impacto;  Impacto;  Semáforo;  V.M.E antes da Resposta (R$);  Resposta;  V.M.E depois da Resposta;  Sinal de Alerta;  Proprietário;  Ação a Tomar.
  • 22.
    Planejamento do Projeto  MA – Mapade Aquisições ‐ Componente do DPGP que contempla:  Concorrência;  Item a ser contratado;  Concorrentes;  Consideração importante a cerca das Aquisições:  Deve constar apenas pacotes do tipo BUY, definidos após análise do  tipo MAKE OR BUY.  OBSERVAÇÃO:  A  etapa de  Planejamento do  Projeto (PLAN)  tem como entrada o TAP e como saída o PGP.
  • 23.
    Execução do Projeto  Na  fase da  execução,  de  acordo  com  a  EAP,  deverão  ocorrer  as  seguintes entregas de pacote de trabalho:  Projeto Executivo  Projeto Civil  Projeto Elétrico  Projeto de Tubulação  Projeto de Instrumentação
  • 24.
    Execução do Projeto  Na  etapa de  Execução  será desenvolvido  o  processo  (OGEP)  de  orientar  e  gerenciar a execução do projeto, o qual implementa o quadrante D (DO) do  ciclo PDCA.   OGEP  é o  processo  de  realização  do  trabalho  definido  em  P  (PLAN)  para  atingir  os  objetivos  do  projeto  e  materializá‐lo  em  Entregas  Terminadas,  fase  por  fase  do  ciclo  de  vida  do  projeto.  É composto  pelas  seguintes  atividades:  Executar as atividades para realizar os objetivos do projeto;  Criar as Entregas do projeto, fase a fase;  Formar, treinar e gerenciar membros da equipe do projeto;  Implementar os padrões e os métodos planejados;  Estabelecer e gerenciar os canais de comunicação do projeto;  Gerar dados do projeto;  Emitir solicitações de mudanças e adaptar mudanças aprovadas;  Gerenciar riscos e implementar respostas aos mesmos;  Coletar e  documentar lições aprendidas e  implementar melhorias no  processo.
  • 25.
    Execução do Projeto  Para a implementar etapa de Execução é necessário a emissão de um  documento  formal  intitulado  AT  (Autorização  de  Trabalho),  o  qual  deverá ser  feito  Pacote  de  Trabalho  a  Pacote  de  Trabalho.  Tal  documento deverá contemplar:  Pacotes de Trabalho;  Contrato;  Recursos Planejados;  Autorização  Data e Assinatura do GP.  A fase de Execução (DO) possui como entrada o PGP.  Entregas são produzidas como saídas de  processos realizados para completar o trabalho planejado e agendado no PGP.  As  informações sobre o  desempenho do  trabalho serão utilizadas como entrada no grupo de processos de monitoramento e controle.
  • 26.
    Execução do Projeto  Orientar  e gerenciar  a  execução  do  projeto  requer,  ainda,  a  implementação de mudanças aprovadas, as quais incluem:  Ação Corretiva;  Ação Preventiva;  Reparo de Defeito;  SM aprovadas.   A implementação do OGEP implica em Entregas Concluídas que,  por sua vez, corresponde ao trabalho materializado de um PT ou Fase.
  • 27.
    Execução do Projeto  No  que concerne  aos  Pacotes  de  Trabalho  do  tipo  BUY,  deverá ser  elaborado  e  utilizado  um  Sistema  de  Pontuação  contendo  as  seguintes informações:  RFP;  ID;  Critério de Avaliação;  Peso do Critério;  Propostas;  Nota de cada proposta;  Média de cada proposta;  Totais.
  • 28.
    Monitoramento e Controle (Check)  Na  etapa de  Monitoramento  e  Controle  será desenvolvido  o  processo  (MCTP) de monitorar e controlar o trabalho do projeto, o qual implementa  o quaante C (CHECK) do ciclo PDCA.   MCTP  é o  processo  de  acompanhamento,  revisão  e  controle  do  progresso  do  trabalho  que  foi  planejado  em  P  (PLAN)  e  executado  em  D  (DO). Uma  vez  satisfeito,  gera  Entregas  Validadas  e  Entregas  Aceitas,  fase por  fase  do  ciclo de vida do projeto. Compreende as seguintes atividades:  Comparação do desempenho real do projeto com o PGP;  Avaliação do  desempenho para determinação de  ações corretivas ou preventivas;  Identificação,  análise e  acompanhamento de  novos riscos e  o  monitoramento de riscos existentes;  Manutenção de  uma base  de  informações precisas e  oportunas a  respeito do produto do projeto;  Fornecimento de informações para suportar o relatório de andamento,  medição de progresso e previsão;  Fornecimento de previsões para atualização do custo;  Emissão de Relatórios de Desempenho.
  • 29.
    Monitoramento e Controle (Check)  Os  Relatórios de  Desempenho  devem  apresentar  algumas  informações  chaves, a saber:  Situação Atual;  Relizações Significativas no Período;  Atividades Agendadas;  Previsões e Questões Diversas.  O MCTP subsidia as atualizações de alguns componentes do PGP, tais como:  Plano de Gerenciamento do Cronograma;  Plano de Gerenciamento de Custos;  Plano de Gerenciamento da Qualidade;  Linha de Base do Escopo;  Linha de Base do Cronograma;  Linha de Base do Desempenho de Custos.  A fase de Monitoramento e Controle (CHECK) possui as entregas concluídas como entradas de  processos e  entregas validadas e  entregas aceitas como saída de processo.
  • 30.
    Monitoramento e Controle (Check)  No MCTP deve‐se utilizar algumas ferramentas importantes, tais como:  EVA – Análise de Valor Agregado;  Análise de Desempenho  Orçamento;  Cronograma;  Medição da eficiência no uso de recursos aprovisionados;  Medição da eficência no uso do tempo;  Análises de Previsões (Duração e Custos)  RD – Relatórios de Desempenho  Pacotes de Trabalho realizados no período;  Pacotes de Trabalho pendentes ou acumulados no período;  Avanços Físicos acima do planejado;  Análise do Desempenho;  Análise das Previsões;  Desvios em foco para o próximo período;  Plano de Ação (O que? Quem? Quando?).
  • 31.
    Agir(Action)  Na  etapa de  Ação  deve  ser  desenvolvido  o  processo  (RCIM)  de  Realizar  o  Controle  Integrado  de  Mudanças,  o  qual  implementa  o  quandrante A  (ACTION) do ciclo PDCA.   RCIM  é o  processo  de  revisão  de  todas  as  solicitações,  aprovação  e  gerenciamento  de  Mudanças  em  Entregas,  Ativos  de  Processo  Organizacionais  (APO),  documentos  de  projeto  e  PGP.  Inclui  as  seguintes  atividades:  Influenciar fatores que tentam evitar o controle integrado de mudanças  para que somente as mudanças aprovadas sejam implementadas;  Revisar,  analisar e  aprovar as  SM’s imediatamente,  uma vez que uma decisão lenta pode afetar negativamente o tempo, custo ou viabilidade de uma mudança;  Gerenciar as mudanças aprovadas;  Revisar,  aprovar ou rejeitar todas as  ações corretivas e  preventivas recomendadas;  Documentar o impacto completo das SM’s.
  • 32.
    Agir(Action)  Todos  os processos  de  monitoramento  e  controle  e  vários  de  execução  produzem  Solicitações  de  Mudança  como  saída.  Destarte,  é necessário  ter  um  robusto  Sistema  de  Gerenciamento  de  Configuração  (SGenConf)  com  Controle Integrado de Mudanças (CIM).   O  SGenConf e  o  CIM  consistem  numa  maneira  padronizada,  efetiva  e  eficiente de gerenciar, de forma centralizada, as mudanças e linhas de base  aprovadas  para  um  projeto.  O  primeiro  é focado  nas  especificações  das  entregas  e  processos,  enquanto  que  o  último  tem  como  alvo  a  identificação, documentação e controle de mudanças e as linhas de base do  produto.  Seguem,    abaixo,  os  principais  objetivos  da  utilização  dessas  ferramentas:  Estabelecer  um  método  evolutivo  para  identificar  e  solicitar  mudanças  nas  linhas  de  base  estabelecidas  e  avaliar  o  valor  e  efetividade dessas  mudanças;  Proporcionar oportunidades de  validar e  aprimorar o  projeto continuamente considerando o impacto de cada mudança;  Fornece o mecanismo à equipe de gerenciamento de projeto, para que se  comunique,  de  forma  consistente,  às partes interessadas,  todas as  mudanças aprovadas e rejeitadas. 
  • 33.
    Agir(Action)  Apresentamos,  a seguir,  alguma    das  atividades  do  gerenciamento  da  configuração,  inclusas  no  processo  integrado  de  controle  de  mudanças,  as  quais deve‐se fazer uso ostensivo para controlar as mudanças:  Identificação da Configuração – Fornece a base pela qual a configuração  de  um  produto  é definida  e  verificada.  Assim,  produtos  e  documentos  são  rotulados,  mudanças  são  gerenciadas  e  a  responsabilidade  é mantida;  Registro da Situação da Configuração – Compõe uma lista de  identificação de  configurações aprovadas,  andamentos das  propostas de mudanças na configuração e andamento da execução das mudanças aprovadas;  Verificação e  Auditoria  da Configuração – Garantem que a  composição dos  itens de  configuração de  um  projeto está correta e  que as  mudanças correspondentes foram registradas,  avaliadas,  acompanhadas e adequadamente efetuadas;
  • 34.
    Agir(Action)  Um Comitê de Controle de Mudanças – Deve ser estabelecido com o intuito  de:  Coordenar  as reuniões de controle de mudanças;  Revisar as Solicitações de Mudanças, aprovando‐as ou rejeitando‐as;  Documentar e  comunicar às partes interessadas as  decisões tomadas no que se refere às Solicitações de Mudanças.
  • 35.
    Agir(Action)  Atualizações do Andamento de Solicitação de Mudança:  As  Solicitações  de  Mudanças  devem  ser  processadas  pelo  GP  ou  pelo  membro da EP designado;  As  Solicitações de  Mudanças aprovadas serão realizadas pelo processo OGEP;  O  andamento de  todas as  mudanças,  aprovadas ou não,  deve ser  atualizado no  registro de  solicitação de  mudanças como parte  das  atualizações dos documentos de projeto.
  • 36.
    Agir(Action)  Atualizações  do Plano  de  Gerenciamento  de  Projetos  – Seguem  alguns  elementos  que  podem  ter  sua  atualização  requerida,  em  função  das  mudanças implementadas:  Quaisquer planos auxiliares;  Linhas de Base que estejam sujeitas ao processo formal de controle de  mudanças.  OBSERVAÇÕES:   Alterações nas Linhas de  Base  devem apresentar apenas alterações a  partir do tempo atual para frente;  Os desempenhos passados não podem e não devem ser modificados.
  • 37.
    Encerramento  Na  etapa de  Encerramento  deve  ser  desenvolvido  o  processo  (EP  F) de  finalização  de  todas  as  atividades  dos  processos  anteriores,  para  terminar  formalmente  uma  fase.  Esse  processo  também  encerra  o  projeto,  quando  estivermos girando o ciclo PDCA na última fase de seu ciclo de vida.  Durante o encerramento do projeto, o Gerenciamento deverá, entre outras  atribuições:  Revisar  todas  as  informações  prévias  dos  encerramentos  de  fases  anteriores,  assegurando  que  todo  o  trabalho  do  projeto  está completo  e que o mesmo alcançou seus objetivos;  Revisar o Plano de Gerenciamento de Projetos, uma vez que o escopo é medido em comparação com o PGP.
  • 38.
    Encerramento  Durante  o encerramento  do  projeto,  devem  ser  determinados  os  procedimentos  para  investigação  ou  documentação  dos  motivos  de  ações  realizadas,  caso  o  mesmo  seja  encerrado  antes  de  sua  conclusão.  Dessa  forma, estão inclusas nesse âmbito:  Atividades necessárias para administrar o encerramento do projeto ou  de uma fase;  Metodologia passo a passo que tratam das:  Ações e  atividades necessárias para satisfazer a  conclusão ou critérios de saída para a fase ou projeto;  Ações e atividades necessárias para transferir os produtos, serviços ou resultados do  projeto para a  próxima fase ou produção e/ou operações;  Atividades necessárias para coletar registros do projeto ou da fase,  auditar o sucesso ou fracasso do projeto, coletar lições aprendidas e  arquivar informações do projeto para o uso futuro da organização.
  • 39.
    Encerramento  A  fase de  encerramento  tem  como  entrada  as  entregas  aceitas  e  as entregas  validadas  e  como  saída  o  somatório  de  todas  as  entregas  que  compõem  o  escopo  do  projeto.  Entregas  aceitas  são  aquelas  que  foram  aceitas através do processo de verificação do escopo.  Alguns Ativos de  Processos Organizacionais (APO)  devem ser  atualizados como resultado do processo Encerrar o Projeto ou Fase, a saber:  Arquivos  de  Projeto  (PGP,  Escopo,  Custo,  Cronograma,  Registro  de  Riscos,  Documentação  de  Gerenciamento  de  Mudanças,  Ações  Planejadas de Respostas aos Riscos e Impacto de Riscos);  Documentos de  Encerramento de  Projeto ou Fase (documentação formal  indicando a  conclusão do  projeto ou fase e  a  transferência das  entregas do projeto concluído ou fase concluída para outros, tais como grupo de operações ou para a próxima fase;  Informações Históricas e Lições Aprendidas – Devem ser transferidas à base de conhecimento para uso em projetos ou fases futuros. 
  • 40.
    Encerramento do Projeto  Nesta  fase, de  acordo  com  a  EAP,  deverão  ocorrer  as  seguintes  entregas de pacote de trabalho:  Entrega Final do Livro de Projetos  Formalizar  a  entrega  final  do  Livro  de  Projetos,  visando  o  encerramento do Projeto.  Relatório de Lições Aprendidas  Gerar  Relatório  de  Lições  Aprendidas  de  acordo  com  o  modelo definido pelo Plano de Gerenciamento da Execução e  Controle do Projeto.  Relatório Final  Atualizações de Ativos de Processos Organizacionais (APO)
  • 41.