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Planejamento e Controle Just in Time
(JIT)
Ref. Bibliográfica:
Peinado, J. “Administração da Produção”,
Slack, N. “Administração da Produção”, 2º Ed.,
“Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas
que cite os websites abaixo como fonte de referencia.”
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Introdução
–Que é o JIT e como ele se difere de práticas de gestão de
operação tradicionais?
–Quais são os principais elementos da Filosofia JIT?
–Quais são as Técnicas de JIT?
–Como o JIT pode ser usado no planejamento e controle?
–Como MRP e JIT podem coexistir?
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Inspiração no supermercados
As mercadorias são retiradas pelo próprio
consumidor.
A lição aprendida foi que o controle do estoque pode
ser realizado diretamente por quem vai utilizar o material, no
caso do supermercado, o próprio consumidor.
As mercadorias são distribuídas em prateleiras.
A lição foi que o controle de estoque poderia ser
realizado diretamente com base na proporção de espaço
destinado a cada item.
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Inspiração no supermercados
A reposição é feita de acordo com a demanda.
Neste caso, a lição observada foi que o
reabastecimento dos estoque poderia ser feito por meio de
controle visual, por qualquer pessoa, sem necessidade de
maiores controles computacionais.
As informações necessárias são apresentadas
em um cartão.
Em suma, cada produto tem seu local e espaço
definido de forma visual.
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O que é “Just in Time” ?
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JIT x Gestões Tradicionais
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JIT x Gestões Tradicionais
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JIT x Gestões Tradicionais
Menor utilização da
capacidade. Mas...
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JIT x Gestões Tradicionais
Há vantagem em produzir mais peças para
aumentar a utilização da capacidade?
No sistema tradicional (MRP), há estoques de segurança em
todos os estágios do processo para compensar as muitas
incertezas. Assim, é possível atingir uma maior utilização da
capacidade.
No JIT, a utilização da capacidade é sacrificada para ser
possível trabalhar com baixos estoques.
Os defensores do JIT argumentam que não há vantagem em
produzir componentes apenas para mantê-los em estoque.
Exceto quanto isto signifique um aumento real nas vendas.
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O JIT requer alta performance em todos
os 5 objetivos de desempenho da produção:
Qualidade
Velocidade
Confiabilidade (pontualidade)
Flexibilidade
Custo reduzido
O processo tem estabilidade suficiente
para implementar o sistema puxado ?
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JIT: Filosofia + Técnicas
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Filosofia JIT
Teoria da alta dependência
Autonomia ou dependência?
O JIT amplia a dependência da empresa em relação a seus agentes
especialmente funcionários e fornecedores
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Sist. Empurrado x Puxado
Empurrado
Olha sempre p/ o estoque à jusante.
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Filosofia JIT
1. Eliminar os 7 desperdícios
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Filosofia JIT aplicada ao lotes de
compra
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Filosofia JIT
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Técnicas JIT
Práticas Básicas de Trabalho
Projeto para Manufatura
Máquinas simples e pequenas.
Arranjo Físico Celular
Manutenção Produtiva Total (TPM):
Redução de Setup.
Gestão à vista.
Fornecimento JIT
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Técnicas JIT
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Projeto para a Manufatura
–70% a 80% dos custos de produção são definidos
no projeto.
–Muitos problemas de manufatura teriam suas
soluções facilitadas no projeto.
Máquinas simples e pequenas
–várias máquinas pequenas significam mais
flexibilidade.
–máquinas pequenas facilitam a flexibilidade
–desenvolver equipamentos em casa.
–automatizar máquinas da produção.
Técnicas JIT
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Arranjo físico e fluxo
–aproximar as máquinas para evitar estoques
intermediários.
–fazer o fluxo mais visível e transparente.
–usar linhas U porque facilita o balanceamento da
capacidade.
–adotar arranjo físico celular.
Técnicas JIT
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Manutenção produtiva total (TPM)
–Envolvimento dos operadores na manutenção
–Os setores são incentivados a se responsabilizarem
pela manutenção.
– Melhoria contínua nos equipamentos p/ aumentar
sua capacidade e estabilidade.
Redução de Set-up(SMED)
–Ferramentas pré-montadas.
–Dispositivos padrões facilitam o set-up.
–Troca rápida em dispositivos com roletes ou mesas
c/ esferas.
Técnicas JIT
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Envolvimento total das pessoas
Participação do pessoal na gestão, na seleção
de novos funcionários, na negociação direta com
fornecedor e na utilização de orçamento para
melhorias, no planejamento das tarefas, na
negociação com clientes.
Compromissos da empresa com pessoal,
emprego para a vida, desenvolvimento e
treinamento, transparência, participação nos lucros,
avaliação de desempenho.
Técnicas JIT
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Visibilidade
Exibição de métricas de desemp.
Luzes indicando paradas.
Exibição de cartas de controle.
Mapas de melhoria.
Área de exibição de produtos bons e defeituosos.
Sistema de controle visual como kanban.
Fornecimento JIT
Parcerias com fornecedores.
Desenvolvimento de fornecedores.
Integração desde o projeto do produto.
Entregas Just in Time.
Técnicas JIT
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Planejamento e Controle JIT
Um método de planejamento e controle
baseado na redução de estoques e na produção
puxada:
–Controle kanban
–Programação nivelada
–Sincronização
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Controle Kanban
É um sistema de ordens de produção puxado.
Kanban significa “cartão”, mas pode tomar outras
formas.
Tipos de Kanban
•de movimentação ou transporte.
•de produção.
•de fornecedor.
O contêiner Kanban
•a forma do contêiner é função do produto.
•o contêiner é associado ao Kanban em alguns casos ele é
o kanban.
Sistema de cartão
•cartão único.
•dois cartões.
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O que é o Kanban?
É um dispositivo sinalizador que fornece
instruções para a produção, retirada ou transporte de
itens.
Produção Retirada Produção em Bateladas
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Tipos de Kanban
Regras do Kanban
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Tipos de Sistemas Kanban
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Sistema de 1 cartão Kanban
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Sistema de 1 cartão Kanban
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1) O quadro kanban está vazio, ou seja,
sem cartões, e o contentor está
abastecido com peças. Neste caso, o
cartão permanece fixado ao contentor.
2) A área consumidora do item, quando
precisar de reposição, retira o cartão do
contentor, coloca-o no quadro e passa a
consumir as peças que estavam naquele
contentor.
3) Área produtora verifica que existe um cartão no quadro
e o toma como uma ordem de fabricação, passando a
produzir mais um contentor da peça. Quando o contentor
estiver abastecido, a área produtora retira o cartão do
quadro e o coloca no contentor novamente. O ciclo
recomeça.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Todos os supermercados estão cheios e não há cartões
nos quadros Kanban.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Aparece cartão no quadro, solicitado pelo processo 3.
Processo 3
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Sistema de 2 cartões Kanban
Operador A visualiza o cartão de produção.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Operador A recolhe cartão de produção, coloca cartão de
movimentação no quadro, processa o lote e coloca o cartão
de produção no lote processado.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Abastecedor vê cartão de movimentação.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Abastecedor recolhe o cartão de movimentação e dirige-se
para o supermercado do fornecedor.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Abastecedor retira cartão de produção do lote e coloca no
quadro. Então identifica o lote com o cartão de movimentação
e o leva p/ o supermercado do processo 2 (jusante).
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Sistema de 2 cartões Kanban
Operador B visualiza cartão kanban de produção no
quadro.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Operador B recolhe cartão, processa o material e envia o
material junto com o cartão. Também coloca respectivo
cartão de movimentação no quadro.
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Sistema de 2 cartões Kanban
Supermercados estão repostos e não há cartões de
produção no quadro. Situação inicial.
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1ª etapa: ambos os quadros kanban estão vazios, ou seja, sem cartão, e
os contentores, tanto do consumidor, como do fornecedor estão
abastecidos. Assim, cada cartão permanece fixado no seu respectivo
contentor. São utilizados dois tipos de cartões: o cartão da área
fornecedora é denominado de cartão de produção e o cartão da área
consumidora é chamado de cartão de movimentação. Estes nomes estão
associados à função que cada cartão exerce.
Resumo do
sistema com 2
cartões
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2ª etapa: a área consumidora, ao precisar do item,
retira o cartão de movimentação do contentor de sua
área, coloca-o no quadro e passa a consumir as
peças que estavam naquele contentor.
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3ª etapa: o “transportador” verifica que existe um cartão de
movimentação no quadro da área consumidora e o toma como
uma requisição de material, levando-o para a área
fornecedora. Convém observar que a área fornecedora pode
ser um fornecedor externo à empresa.
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4ª etapa: o transportador, ao chegar no fornecedor, retira o
cartão de produção do contentor cheio e o coloca no quadro
kanban do fornecedor. O cartão de movimentação é, então,
colocado no contentor cheio, que é transportado, com o cartão
de movimentação, para a área consumidora.
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5ª etapa: a área produtora verifica que existe um cartão no quadro
e o toma como uma ordem de fabricação, passando a produzir o
item na quantidade necessária para preencher mais um contentor
de peças. Quando o contentor estiver completo, a área produtora
retira o cartão do quadro e o coloca no contentor, novamente. Desta
forma, o ciclo é completado e a situação volta a ser idêntica à da 1ª
etapa, em que ambos os quadros kanban ficam vazios e os
contentores cheios apresentam os respectivos cartões afixados a
eles.
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Este sistema de dois quadros kanban, é normalmente
utilizado quando o fornecedor é externo ou distante do cliente
interno, caso em que o transporte, em si, já representa um
fator adicional de consumo de tempo, sendo aconselhável
dispor de uma quantidade pré-definida de itens para serem
transportados imediatamente.
Na prática, a utilização de dois cartões gera um
estoque maior do que o uso do sistema com um único cartão,
pois há 2 estoques: um contentor cheio na saída do processo
fornecedor e outro na entrada do processo cliente,
diferentemente do que acontece no sistema de cartão único,
em que só há um contentor na entrada do processo cliente.
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Quadro Kanban
Na medida que o cliente retira peças do supermercado
os cartões de produção que acompanhavam as caixas são
levados para o processo fornecedor e são colocados em
quadros.
Estes quadros devem mostrar para a linha qual o item
que deve ser produzido primeiro e qual o tamanho do lote a
ser produzido.
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Quadro Kanban
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Funcionamento - Quadro Kanban
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Funcionamento - Quadro Kanban
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Funcionamento - Quadro Kanban
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Funcionamento - Quadro Kanban
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Loop do “Abastecedor” de materiais
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Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Programação Nivelada
–Objetivo é produzir no ritmo certo p/ atender a demanda.
–Planejamento para que o mix e o volume sejam
constantes ao longo do tempo.
–Funciona bem quando há um fluxo de demanda estável.
–Quando se pode reduzir drasticamente os tempo de
setup.
–Os benefícios são grandes mas o esforço é grande
também.
Planejamento e Controle JIT
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Programação Nivelada
Exemplo:
Suponha que a quantidade de produtos necessários no
período de 20 dias seja:
Produto A: 1920 unidades
Produto B: 1200 unidades
Produto C: 960 unidades
Assumindo dias de 8 horas, qual o tempo de ciclo de cada
produto p/ atender a demanda? Qual uma possível
sequência de produção que atenda a demanda?
Planejamento e Controle JIT
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Planejamento e Controle JIT
Programação Nivelada
Solução:
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Ex 2A=3000; B=1000; C=1000
Período: 20dias LEFA: 600; LEFB=200; LEFC=200
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JIT x MRP
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Sistemas separados p/ diferentes
produtos
OBS: Peças comuns: alta demanda
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MRP p/ Programação e Kanban p/
Chão de Fábrica
Faz contato c/ fornecedor
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Quando utilizar JIT / MRP
?Kanban
MRP
?
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Exercícios
1. Cite e comente as quatro características no abastecimento de um
supermercado que foram base de inspiração para a criação do sistema
kanban de abastecimento.
2. Um Diretor Administrativo de uma grande indústria de eletrodomésticos,
após recente visita às linhas de montagem, explana sua indignação com o
descaso com o controle de estoques da fábrica, mencionando que o
almoxarife “controla o estoque no olho”. Comente esta afirmação do
Diretor Administrativo, considerando que a empresa adota um sistema
kanban (Questão baseada em situação real).
3. Cite e comente as duas principais regras que norteiam o sistema kanban
de abastecimento.
4. Qual a diferença entre um sistema de empurrar e um sistema de puxar a
produção?
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5. O que é um cartão kanban de produção e um cartão kanban de
movimentação?
6. Quando é recomendável a utilização do sistema kanban com dois
cartões?
7. Quando o quadro de kanban estiver vazio, o operador não deve produzir
nada. Por que?
8. Um supervisor de produção sabe que, se o quadro kanban estiver vazio,
o funcionário não deverá produzir nada. Por outro lado, ele sabe que um
funcionário não deve ficar muito tempo ocioso. O que você recomendaria
para este supervisor de produção?
9. Em que condições de volume e flutuação de demanda é recomendado
utilizar o sistema kanban e quando é recomendado o sistema MRP?
Exercícios
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10. Dado o quadro kanban abaixo, liste os itens a serem produzidos na
ordem decrescente de prioridade. Justifique a posição de cada item em
sua lista. Faça suas considerações.
Exercícios
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Administração de Produção - Just in Time (JIT)

  • 1. Planejamento e Controle Just in Time (JIT) Ref. Bibliográfica: Peinado, J. “Administração da Produção”, Slack, N. “Administração da Produção”, 2º Ed., “Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que cite os websites abaixo como fonte de referencia.” www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 2. Introdução –Que é o JIT e como ele se difere de práticas de gestão de operação tradicionais? –Quais são os principais elementos da Filosofia JIT? –Quais são as Técnicas de JIT? –Como o JIT pode ser usado no planejamento e controle? –Como MRP e JIT podem coexistir? www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 3. Inspiração no supermercados As mercadorias são retiradas pelo próprio consumidor. A lição aprendida foi que o controle do estoque pode ser realizado diretamente por quem vai utilizar o material, no caso do supermercado, o próprio consumidor. As mercadorias são distribuídas em prateleiras. A lição foi que o controle de estoque poderia ser realizado diretamente com base na proporção de espaço destinado a cada item. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 4. Inspiração no supermercados A reposição é feita de acordo com a demanda. Neste caso, a lição observada foi que o reabastecimento dos estoque poderia ser feito por meio de controle visual, por qualquer pessoa, sem necessidade de maiores controles computacionais. As informações necessárias são apresentadas em um cartão. Em suma, cada produto tem seu local e espaço definido de forma visual. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 5. O que é “Just in Time” ? www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 6. JIT x Gestões Tradicionais www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 7. JIT x Gestões Tradicionais www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 8. JIT x Gestões Tradicionais Menor utilização da capacidade. Mas... www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 9. JIT x Gestões Tradicionais Há vantagem em produzir mais peças para aumentar a utilização da capacidade? No sistema tradicional (MRP), há estoques de segurança em todos os estágios do processo para compensar as muitas incertezas. Assim, é possível atingir uma maior utilização da capacidade. No JIT, a utilização da capacidade é sacrificada para ser possível trabalhar com baixos estoques. Os defensores do JIT argumentam que não há vantagem em produzir componentes apenas para mantê-los em estoque. Exceto quanto isto signifique um aumento real nas vendas. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 10. O JIT requer alta performance em todos os 5 objetivos de desempenho da produção: Qualidade Velocidade Confiabilidade (pontualidade) Flexibilidade Custo reduzido O processo tem estabilidade suficiente para implementar o sistema puxado ? www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 11. JIT: Filosofia + Técnicas www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 12. Filosofia JIT Teoria da alta dependência Autonomia ou dependência? O JIT amplia a dependência da empresa em relação a seus agentes especialmente funcionários e fornecedores www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 13. Sist. Empurrado x Puxado Empurrado Olha sempre p/ o estoque à jusante. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 14. Filosofia JIT 1. Eliminar os 7 desperdícios www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 15. Filosofia JIT aplicada ao lotes de compra www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 18. Técnicas JIT Práticas Básicas de Trabalho Projeto para Manufatura Máquinas simples e pequenas. Arranjo Físico Celular Manutenção Produtiva Total (TPM): Redução de Setup. Gestão à vista. Fornecimento JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 20. Projeto para a Manufatura –70% a 80% dos custos de produção são definidos no projeto. –Muitos problemas de manufatura teriam suas soluções facilitadas no projeto. Máquinas simples e pequenas –várias máquinas pequenas significam mais flexibilidade. –máquinas pequenas facilitam a flexibilidade –desenvolver equipamentos em casa. –automatizar máquinas da produção. Técnicas JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 21. Arranjo físico e fluxo –aproximar as máquinas para evitar estoques intermediários. –fazer o fluxo mais visível e transparente. –usar linhas U porque facilita o balanceamento da capacidade. –adotar arranjo físico celular. Técnicas JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 22. Manutenção produtiva total (TPM) –Envolvimento dos operadores na manutenção –Os setores são incentivados a se responsabilizarem pela manutenção. – Melhoria contínua nos equipamentos p/ aumentar sua capacidade e estabilidade. Redução de Set-up(SMED) –Ferramentas pré-montadas. –Dispositivos padrões facilitam o set-up. –Troca rápida em dispositivos com roletes ou mesas c/ esferas. Técnicas JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 23. Envolvimento total das pessoas Participação do pessoal na gestão, na seleção de novos funcionários, na negociação direta com fornecedor e na utilização de orçamento para melhorias, no planejamento das tarefas, na negociação com clientes. Compromissos da empresa com pessoal, emprego para a vida, desenvolvimento e treinamento, transparência, participação nos lucros, avaliação de desempenho. Técnicas JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 24. Visibilidade Exibição de métricas de desemp. Luzes indicando paradas. Exibição de cartas de controle. Mapas de melhoria. Área de exibição de produtos bons e defeituosos. Sistema de controle visual como kanban. Fornecimento JIT Parcerias com fornecedores. Desenvolvimento de fornecedores. Integração desde o projeto do produto. Entregas Just in Time. Técnicas JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 25. Planejamento e Controle JIT Um método de planejamento e controle baseado na redução de estoques e na produção puxada: –Controle kanban –Programação nivelada –Sincronização www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 26. Controle Kanban É um sistema de ordens de produção puxado. Kanban significa “cartão”, mas pode tomar outras formas. Tipos de Kanban •de movimentação ou transporte. •de produção. •de fornecedor. O contêiner Kanban •a forma do contêiner é função do produto. •o contêiner é associado ao Kanban em alguns casos ele é o kanban. Sistema de cartão •cartão único. •dois cartões. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 27. O que é o Kanban? É um dispositivo sinalizador que fornece instruções para a produção, retirada ou transporte de itens. Produção Retirada Produção em Bateladas www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 30. Tipos de Sistemas Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 31. Sistema de 1 cartão Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 32. Sistema de 1 cartão Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 33. 1) O quadro kanban está vazio, ou seja, sem cartões, e o contentor está abastecido com peças. Neste caso, o cartão permanece fixado ao contentor. 2) A área consumidora do item, quando precisar de reposição, retira o cartão do contentor, coloca-o no quadro e passa a consumir as peças que estavam naquele contentor. 3) Área produtora verifica que existe um cartão no quadro e o toma como uma ordem de fabricação, passando a produzir mais um contentor da peça. Quando o contentor estiver abastecido, a área produtora retira o cartão do quadro e o coloca no contentor novamente. O ciclo recomeça. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 34. Sistema de 2 cartões Kanban Todos os supermercados estão cheios e não há cartões nos quadros Kanban. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 35. Sistema de 2 cartões Kanban Aparece cartão no quadro, solicitado pelo processo 3. Processo 3 www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 36. Sistema de 2 cartões Kanban Operador A visualiza o cartão de produção. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 37. Sistema de 2 cartões Kanban Operador A recolhe cartão de produção, coloca cartão de movimentação no quadro, processa o lote e coloca o cartão de produção no lote processado. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 38. Sistema de 2 cartões Kanban Abastecedor vê cartão de movimentação. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 39. Sistema de 2 cartões Kanban Abastecedor recolhe o cartão de movimentação e dirige-se para o supermercado do fornecedor. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 40. Sistema de 2 cartões Kanban Abastecedor retira cartão de produção do lote e coloca no quadro. Então identifica o lote com o cartão de movimentação e o leva p/ o supermercado do processo 2 (jusante). www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 41. Sistema de 2 cartões Kanban Operador B visualiza cartão kanban de produção no quadro. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 42. Sistema de 2 cartões Kanban Operador B recolhe cartão, processa o material e envia o material junto com o cartão. Também coloca respectivo cartão de movimentação no quadro. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 43. Sistema de 2 cartões Kanban Supermercados estão repostos e não há cartões de produção no quadro. Situação inicial. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 44. 1ª etapa: ambos os quadros kanban estão vazios, ou seja, sem cartão, e os contentores, tanto do consumidor, como do fornecedor estão abastecidos. Assim, cada cartão permanece fixado no seu respectivo contentor. São utilizados dois tipos de cartões: o cartão da área fornecedora é denominado de cartão de produção e o cartão da área consumidora é chamado de cartão de movimentação. Estes nomes estão associados à função que cada cartão exerce. Resumo do sistema com 2 cartões www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 45. 2ª etapa: a área consumidora, ao precisar do item, retira o cartão de movimentação do contentor de sua área, coloca-o no quadro e passa a consumir as peças que estavam naquele contentor. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 46. 3ª etapa: o “transportador” verifica que existe um cartão de movimentação no quadro da área consumidora e o toma como uma requisição de material, levando-o para a área fornecedora. Convém observar que a área fornecedora pode ser um fornecedor externo à empresa. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 47. 4ª etapa: o transportador, ao chegar no fornecedor, retira o cartão de produção do contentor cheio e o coloca no quadro kanban do fornecedor. O cartão de movimentação é, então, colocado no contentor cheio, que é transportado, com o cartão de movimentação, para a área consumidora. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 48. 5ª etapa: a área produtora verifica que existe um cartão no quadro e o toma como uma ordem de fabricação, passando a produzir o item na quantidade necessária para preencher mais um contentor de peças. Quando o contentor estiver completo, a área produtora retira o cartão do quadro e o coloca no contentor, novamente. Desta forma, o ciclo é completado e a situação volta a ser idêntica à da 1ª etapa, em que ambos os quadros kanban ficam vazios e os contentores cheios apresentam os respectivos cartões afixados a eles. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 49. Este sistema de dois quadros kanban, é normalmente utilizado quando o fornecedor é externo ou distante do cliente interno, caso em que o transporte, em si, já representa um fator adicional de consumo de tempo, sendo aconselhável dispor de uma quantidade pré-definida de itens para serem transportados imediatamente. Na prática, a utilização de dois cartões gera um estoque maior do que o uso do sistema com um único cartão, pois há 2 estoques: um contentor cheio na saída do processo fornecedor e outro na entrada do processo cliente, diferentemente do que acontece no sistema de cartão único, em que só há um contentor na entrada do processo cliente. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 50. Quadro Kanban Na medida que o cliente retira peças do supermercado os cartões de produção que acompanhavam as caixas são levados para o processo fornecedor e são colocados em quadros. Estes quadros devem mostrar para a linha qual o item que deve ser produzido primeiro e qual o tamanho do lote a ser produzido. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 52. Funcionamento - Quadro Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 53. Funcionamento - Quadro Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 54. Funcionamento - Quadro Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 55. Funcionamento - Quadro Kanban www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 56. Loop do “Abastecedor” de materiais www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 58. Programação Nivelada –Objetivo é produzir no ritmo certo p/ atender a demanda. –Planejamento para que o mix e o volume sejam constantes ao longo do tempo. –Funciona bem quando há um fluxo de demanda estável. –Quando se pode reduzir drasticamente os tempo de setup. –Os benefícios são grandes mas o esforço é grande também. Planejamento e Controle JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 59. Programação Nivelada Exemplo: Suponha que a quantidade de produtos necessários no período de 20 dias seja: Produto A: 1920 unidades Produto B: 1200 unidades Produto C: 960 unidades Assumindo dias de 8 horas, qual o tempo de ciclo de cada produto p/ atender a demanda? Qual uma possível sequência de produção que atenda a demanda? Planejamento e Controle JIT www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 60. Planejamento e Controle JIT Programação Nivelada Solução: www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 61. Ex 2A=3000; B=1000; C=1000 Período: 20dias LEFA: 600; LEFB=200; LEFC=200 www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 63. Sistemas separados p/ diferentes produtos OBS: Peças comuns: alta demanda www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 64. MRP p/ Programação e Kanban p/ Chão de Fábrica Faz contato c/ fornecedor www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 65. Quando utilizar JIT / MRP ?Kanban MRP ? www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 66. Exercícios 1. Cite e comente as quatro características no abastecimento de um supermercado que foram base de inspiração para a criação do sistema kanban de abastecimento. 2. Um Diretor Administrativo de uma grande indústria de eletrodomésticos, após recente visita às linhas de montagem, explana sua indignação com o descaso com o controle de estoques da fábrica, mencionando que o almoxarife “controla o estoque no olho”. Comente esta afirmação do Diretor Administrativo, considerando que a empresa adota um sistema kanban (Questão baseada em situação real). 3. Cite e comente as duas principais regras que norteiam o sistema kanban de abastecimento. 4. Qual a diferença entre um sistema de empurrar e um sistema de puxar a produção? www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 67. 5. O que é um cartão kanban de produção e um cartão kanban de movimentação? 6. Quando é recomendável a utilização do sistema kanban com dois cartões? 7. Quando o quadro de kanban estiver vazio, o operador não deve produzir nada. Por que? 8. Um supervisor de produção sabe que, se o quadro kanban estiver vazio, o funcionário não deverá produzir nada. Por outro lado, ele sabe que um funcionário não deve ficar muito tempo ocioso. O que você recomendaria para este supervisor de produção? 9. Em que condições de volume e flutuação de demanda é recomendado utilizar o sistema kanban e quando é recomendado o sistema MRP? Exercícios www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 68. 10. Dado o quadro kanban abaixo, liste os itens a serem produzidos na ordem decrescente de prioridade. Justifique a posição de cada item em sua lista. Faça suas considerações. Exercícios www.betagama.com.brwww.dunamath.com

Notas do Editor

  1. Empurrado: olha apenas p/ os 3 fatores.Nao importa o estoque à jusante. Puxado: olha sempre p/ o estoque à jusante.
  2. Reducao de setup: frete p/ LEF
  3. Flexibilidade: faz parte qq tipo de serviço
  4. TPM: reduzir quebras não planejadas
  5. Fime: caneta kanban
  6. Regra 2: kanbans = cartoes
  7. Kanban = cartao
  8. Operador do processo 2 (cliente) vai até processo 1 (fornecedor ) e leva o material que ele precisa p/ processar.
  9. Ver Excel feito CIPI/Metagal sobre JIT/LEan
  10. Papel do abastecedor. Visualizacao do supermercado central no contexto de toda a fábrica.
  11. 40 é minimo multiplo comum de 5,8 e 10 (tempos takt) Qualquer sequencia que possua 8 unidades de A, 5 de B e 4 de C e que seja repetida a cada 40 minutos irá acompanhar a taxa de demanda. Cada letra corresponde a 1 unidade do respectivo produto.
  12. Slack pag 496 Começa produzindo A e só termina o lote de 600 peças no dia 3. Entao começa a produzir lote de B e termina no dia 4, e neste mesmo dia termina lote de C. Ciclo recomeça. Como cda dia tem programação diferente, é mais difícil controlar a produção. Na programação nivelada, produz-se o mesmo todos os dias durante o período.
  13. A BOM pode ser dividida numa lista de itens comuns (alta demanda) que podem ser gerenciados por kanban; e numa lista de itens eventuais (baixa demanda) que podem ser gerenciados pelo MRP, rodando-o mais frequentemente p/ ter mais precisao no planejamento.
  14. MRP é rodado para a compra de materiais e para a montagem final. Dentro da fábrica, toda a movimentacao de materiais é governada pelo kanban. MRP de materiais comprados visa garantir que quantidades suficientes de itens estarao disponiveis no sistema para que possam ser puxadas pelo JIT. Ele apenas fornece aos fornecedores a demanda futura para que os mesmos possam se programar. A necessidade real é sinalizada para o fornecedor pelo kanban de PA (fornecedor) e de MP (cliente). Resumindo, o MRP manda ordens de produção apenas para a montagem final, pois esta irá puxar (via kanban) as demais operacoes. E o MRP p/ compras é apenas uma informacao para ajudar os fornecedores a se programarem.
  15. Peinedo numera invertido quadrante 3 e 4 na pag 233 pdf // Este slide já está corrigido.