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APRESENTA
Informações Gerais
Início - Tarde
– 14:00 às 16:30 hs
Intervalo – Tarde
– 16:30 às 16:50 hs
Retorno – Tarde
– 16:50 ás 19:00 hs
Cases e Dinâmicas de Grupo
• Favor Celulares Desligados ou Silencioso
– Favor utilizar fora da sala
Instrutor - Glauber Ribeiro
4
Diretor da PSCLog empresa parceira e homologada a ABGroup - Desenvolvimento de Negócios
37 anos, mais de 13 anos de experiência na área de Logística onde participou, desenvolveu e
acompanhou projetos em grandes clientes como:
Veneza Parafusos e Limeira Logística (Recife – PE) e Casa Norte Atacado (Natal – RN)
Grupo Carvalho, Armazém Santa Mônica, Expansão e DEC Rio Piranhas (Teresina - Piauí)
No Pará: Imifarma - Extra farmas, Pantanal, FACEPA, Belém Alimentos, Paraferro, Armazém Real,
Formosa Mix, Dispar, Amazônia, Talian, Durães, Impersik, Atalaia e outros.
No Maranhão: Hipperpan Food Service, Potiguar Home Center, Centro Elétrico, Marcopol, Jacaré
Home Center, Carone Supermecados, RJ Distribuidora e Outros
No Amazonas: 3 Rios e 4 Mares e PetShop
Graduado em Ciências Contábeis com ênfase em informática pelo Centro Universitário do Pará –
CESUPA e Graduado em Administração de Empresa pela UNAMA
MBA em Logística Empresarial pela Universidade Gama Filho – UGF – RJ e Especialista em
Engenharia de Produção pela UEPA – Universidade Estadual do Pará
Instrutor e Consultor do SEBRAE na área de Logística e Produção.
Professor da UND - Universidade da Distribuição & Professor convidado da Estratego Pós –
Graduação
Apresentação
Institucional
Norte e Nordeste
Apresentação
6
Objetivos
7
Reflexão
Dale Carnegie
Agenda Interativa
9
•Conceitos de Logística e Cadeia de Abastecimento
•Padronização: Embalagens, Paletes, Caminhões e Informações
•Armazém – Conceitos Básicos e Estratégicos
•Recursos de Movimentação, Armazenagem e Automação
•Indicadores de Desempenho em Centros de Distribuição
•Remuneração Variável por Produtividade em CDs
•Custos Logísticos em Centros de Distribuição
•Dimensionamento, Construção e Implementação (Início das
Operações) de Centros de Distribuição
•Melhores Práticas em Centros de Distribuição
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Problemas
8
James Martin (The
Great Transition -
1995)
Evolução dos Negócios
11
Conhecimento = Poder
Estratégia de Comercialização no Mercado
Globalizado
Definições sobre Logística
15
Qual seu conceito
sobre logística?
?!
Dinâmica
DistribuidoresFornecedores Varejistas Consumidores
Produtos
Informações
Conceitos Básicos: “Supply-Chain” ou
Cadeia de Abastecimento
16
O Interesse pela Logística no Brasil
17
 Solenemente ignorada pela maior parte das organizações
 Necessidade Crescente de Competitividade
 Abertura de Mercado
 Estabilização Econômica
 Globalização
 Destaque sobre a Logística
 Necessidade de Profissionais qualificados na área
FOCO
ATUAÇÃO
Tático
Operacional
Logística
3a. Fase
Mercado
Supply Chain
Management
Gerenciamento
da Cadeia de
Abastecimento
4a. Fase
Consumidor
ECR
5a. FaseFASE
Operacional
Armazém
e
Transportes
1a.. Fase
Tático
Operacional
Distribuição
Física
2a. Fase
EUA
BRASIL
Evolução dos Conceitos Logísticos
18
Empresa
Marketing &
Vendas
LOGÍSTICA
Compras
Fornecedores
Clientes
Pedidos
Pedidos
Produtos
Produtos
Informações
Informações
Adm/Fin
RH
TI
Recursos
Recursos
Recursos
A Logística nas Organizações
19
ExpediçãoArmazenagem
MEA /
Estoques
Abastecimento/
Separação
Produtividade
Remuneração
Por
Produtividade
Recebimentos
Entrada
$
Entrega
Entrada de
Pedidos
Contas a
Receber
Cliente
Compras
Contas a
Pagar
Pagamentos
Saida
$
Fornecedor
Recebimento
O Negócio Logística
20
O Papel da Logística
21
 Suporte para:
Decisões Estratégicas
Decisões Mercadológicas
Manutenção da Qualidade das Operações
Manutenção do Nível de Serviço
 Diferencial competitivo:
Fazer com custo menor
Fazer mais rápido
Fazer com constância
Chegar aonde não se chega hoje
Chegar aonde os outros não chegam
O Profissional de Logística
22
 Provém de variadas áreas; Vivência prática;
 Poucos possuem cursos na área
 Conhecimento conceitual sobre Logística;
 Vontade e coragem para mudanças;
 Conhecimento conceitual sobre Logística mesclado com prática;
 Visão ampla de mercado
 Sintonia com benchmarkings (locais e mundiais)
 Abrangente x Especialista
 Busca de Certificações
Logística de Suprimentos e Distribuição
23
 O Canal de Suprimentos é o fluxo de Produtos e Informações
entre uma Empresa e seus Fornecedores
 O Canal de Distribuição é o fluxo de Produtos e Informações
entre uma Empresa e seus Clientes
“A coordenação falha entre os processos envolvidos nos canais
de Suprimentos e Distribuição podem levar a custos Logísticos
desnecessários’’
Canais de Distribuição
CDs
Atacadistas e
Distribuidores
+ Lojas
Independentes =
Independentes
e
Franqueados
CDs
Varejos + Lojas de
Supermercados = Redes
Restaurantes, Bares,
Fast-Foods e
Lanchonetes
CDs
Distribuidores
Especializados
+ = FoodService /
Institucionais
Lojas de
Conveniência
CDs
Distribuidores
Especializados
+ = Conveniência
CDs
Distribuidores
Especializados
+
Farmácia
e
Conveniência
= Farmacon
24
Desafios Atuais para a Rede de
Suprimentos/Distribuição
25
 Redução acelerada do Ciclo de Vida dos produtos
 Expectativas crescentes dos Clientes sobre o Nível de
Serviços e Produtos
 Avanços Tecnológicos, exigindo atualização constante,
com elevados investimentos
 Proliferação de novos Produtos, afetando a administração
dos níveis e a localização dos estoques
 Globalização que traz competição crescente e reduções
das margens
 Crescimento do “e-commerce” (Varejo Virtual),
multiplicando os pontos entrega
Metodologia
RECURSOS HUMANOS
|Estrutura Organizacional
|Descrição de Cargos
|Avaliação da Equipe
PROJETO
RECURSOS
HUMANOS RECURSOS
FISICOS
METODOLOGIA
TECNOLOGIA
DA
INFORMAÇÃO
METODOLOGIA
|Processos Otimizados
RECURSOS FÍSICOS
|InfraEstrutura
|Centro de Distribuição
|Equipamentos
|Veículos
TECNOLOGIA
|Sistemas para Operação
Otimizada
Metodologia
A Estrutura Logística nas Organizações
M&A
Movimentação
e
Armazenagem
PCE
Planejamento
e Controle de
Estoques
FPP
Faturamento e
Processamento
de Pedidos
Transportes
PCL
Planejamento
e Controle
Logístico
Gerência de
Logística
Tema do
nosso curso
Remuneração
Por
Produtividade
Recebimentos
Entrada
$
Entrada de
Pedidos
Contas a
Receber
Cliente
Compras
Contas a
Pagar
Pagamentos
Saida
$
Fornecedor
ExpediçãoArmazenagem
MEA /
Estoques
Abastecimento/
Separação
Produtividade
EntregaRecebimento
O Primeiro Enfoque de Hoje – M&A
28
A Estrutura Logística nas Organizações
Recebimento Embalagens Movimentação Separação Carregamento
• Devoluções
• Descarga
• Conferência
• Montagens de
Kit’s
• Movimentadores
• Operadores de
Empilhadeira
• Operador de
Mesa
• Separadores
• Conferentes
• Carregadores
A Estrutura Logística nas Organizações
• Introduzir e gerenciar medidas de desempenho
da equipe e do armazém;
• Assegurar o cumprimento de normas de segurança e utilização
de EPI * (treinamento, conscientização e fiscalização das
equipes de trabalho);
• Buscar novas tecnologias visando otimizar o processo de M&A;
• Promover o controle físico das avarias nas embalagens e
produtos, em estoque ou em movimentação;
Função:
“Simplificar e racionalizar processos para eliminar
desperdícios na cadeia de abastecimento.”
Padronização
31
Pontos Chaves:
• Otimização geral da cadeia de abastecimento
• Redução dos custos de movimentação, armazenagem e transportes
• Melhor relação com Clientes e Fornecedores
• Redução dos riscos de avarias e margens de erro
• Melhor apresentação dos produtos favorecendo a imagem da marca
• Racionalização e padronização das embalagens para melhor
utilização da superfície do palete
• Seleção de dimensões de veículos adaptados às dimensões dos
paletes
Unitização
32
Pontos Chaves:
• Carga intacta por maior trecho possível (redução de manuseio e
custos)
• Otimização de espaços (transportes e depósito)
• Coordenação modular
– Definir espaços disponíveis
– Combinação de 2 cargas para formação de uma nova unidade
modular
– Unitização de pequenos itens preenchendo grandes espaços
– Medição da utilização do espaço atual
– Utilização ótima das capacidades
Função:
“Agrupar produtos de forma a facilitar a movimentação,
a armazenagem e o transporte de cargas.”
Unidade primária de
carga, embalagem de
venda, unidade de
consumo
Unidade Primária Unidade Secundária Unidade Terciária
Embalagem de
embarque, grupo de
unidades de consumo
Paletes, conteiners
e rolltainers
Unidades de Carga
Padronização de Embalagens
33
Sistema Modular e Unitização Modular
34
Vista Frontal e Lateral
1000
Vista Superior
Módulo padrão 600 mm x 400 mm
Altura máxima da unidade secundária determinada em função
da altura máxima da unidade terciária (medida modelo)
Modularização Padrão
35
Benefícios Mensuráveis da Padronização
36
 Melhor utilização da capacidade
cúbica nos transportes;
 Movimentação, armazenagem,
manuseio e composição de unidades
coletivas;
 Movimentações internas e
reabastecimento de gôndolas;
 Embalagem e gerenciamento de
materiais;
 Melhor controle dos estoques;
 Melhor arrumação física das
mercadorias;
 Redução da avaria de produtos;
PBR 1
Padronização de Informações
37
Base de sustentação:
 Cadastro com gestão eficiente e seguindo regras
mínimas de conteúdo de dados compartilhados
 Dados sobre os produtos alinhados entre os
Fornecedores e Clientes
 Transferência de dados automática (Via EDI)
 Atualização da base de dados a baixo custo
Padronização de Informações
38
 identificação padrão ao longo da cadeia abastecimento
 localização e nova introdução
 alinhamento de dados entre parceiros
 arquivos de pesquisa de preços
 gerenciamento de espaço (loja e armazém)
 cálculo de Rentabilidade Direta de Produto (RDP)
 auditoria e carregamento de unidades na loja e armazém
 utilização de técnicas de ECR
Aumento da
complexidade
dos negócios e
do comércio
entre as
organizações
Necessidade de
identificação de
produtos, locais,
serviços e
processos de
forma única e
inequívoca, por
toda a cadeia de
distribuição
Padronização
das
Informações
através de
Código de
Barras
Padronização de Informações
39
Níveis de Aplicação nas Embalagens
40 SSCC 18
Fonte: site da Ean Brasil (GS1)
http://www.gs1brasil.org.br
Níveis de Aplicação nas Embalagens
41
UCC/EAN-14
Níveis de Aplicação nas Embalagens
42 SSCC 18
Idéia
simples
Elimina burocracia desnecessária
Aumento da precisão > Evita erros
Reduz custos
Maior segurança
Aumento da velocidade
Serviços melhores e mais rápidos
Dados “visíveis” p/ toda a cadeia abastecimento
Padronização das Informações – EDI
43
 Intercâmbio Eletrônico de Documentos
 Troca de documentos através de integração
automática entre sistemas com mínima intervenção
manual
Padronização de Informações – EDI
44
Comércio/Indústria Transporte
Ordem de
compra
Aviso de
despacho
Aviso de
faturamento
Fatura
Instruções de
transporte
Status de
transporte
Movimento
manuseio de
carga
Plano de
armazenamento/
movimentação
interna
Carga e
descarga
Notificação
antecipada de
chegada
Entrega Programada = Agendamento
45
 Código de barra: embalagens primárias, secundárias e terciárias;
 Comunicação: EDI, Internet, etc;
 Horários: datas, horários, horários alternativos;
 Informações do Pedido
 Operador Logístico integrado ao processo e treinado;
 Recurso de transporte adequado ao volume;
 Planejamento, comunicação e informação prévia para o
recebimento/ descarga;
 Cumprimento dos requisitos negociados;
Entrega Programada = Agendamento
46
 Garantia de entrega
 Otimização do planejamento e execução das operações
de mercadoria/embarque, trajeto e recebimento
 Redução dos níveis de estoques
 Agilidade com a paletização, eliminando o desperdício
de tempo e as reentregas
 Ponto de venda abastecido com fluxo sincronizado e
horários cumpridos
 Eliminação de conflitos de responsabilidades
 Ganhos financeiros para todos os componentes da
cadeia
 Redução de veículos da frota
Reposição Contínua
47
Reposição Contínua
48
 Utilização de algoritmos para execução automática de
pedidos
• o que, quanto e quando pedir;
• base: saídas do produto pelo check-out;
 Comprador (Varejo) e Vendedor (Indústria ou Atacado
/ Distribuidor) como gestores de um processo;
 organização do reabastecimento
 relação comercial + aspectos logísticos da reposição
 produtos ao alcance do consumidor com:
• maior constância e velocidade
• menos estoque e custos
 otimização da logística na cadeia e não isoladamente
Reposição Contínua
49
 Redução da falta de produtos na loja gerando
aumento de vendas
 Diminuição de estoques/aumento do capital de giro:
no fabricante, em trânsito, no Centro de Distribuição,
na retaguarda da loja, na gôndola
 Diminuição do custo logístico e administrativo
• racionalização de transportes
• diminuição do manuseio de produtos
• redução generalizada de erros e retrabalhos
• diminuição do custo de gestão de pedidos
• liberação de tempo dos compradores e vendedores
para atividades de maior valor agregado
 Diminuição do erro de estimativa de vendas
 Produção dos fornecedores baseada em pedidos
programados com maior antecedência
Fornecedor
Fornecedor
Fornecedor
Loja
Loja
Loja
Loja
Loja
CD
CD
Estoque CD
Cross-docking
Via Centro de
Distribução
Cross-docking
Direto Loja
(DSD-Direct Store
Delivery)
Entrega direta na loja
Reposição Contínua
50
Reposição Contínua
51
 Objetivos conflitantes na empresa como um todo
para mudanças
 Intervenções constantes com os pedidos gerados
manualmente
 Falta de treinamento dos envolvidos
 Falta de planejamento e de persistência
 Detalhamentos não suficientes
 Sistema de recompensa não compatíveis
 Não disponibilidade ou Falta de acuracidade nos
dados (estoque, custos, falta de produtos nos pontos
de vendas);
Preparação dos sistemas
Acompanhamento e
medição dos resultados
Reajuste e avaliação
Reposição Contínua
52
Implantação:
Natureza e Importância da Armazenagem
53
 Obter economias de transporte e produção
(consolidação)
 Aproveitar descontos por quantidades e compras
antecipadas
 Manter uma fonte de fornecimento
 Apoiar as políticas de serviço ao cliente da empresa
 Atender as condições de mercados em mudança
 Superar diferenciais de tempo e espaço que existem
entre produtores e consumidores
 Atingir uma logística de menor custo total em
harmonia com um nível desejado de serviço ao
cliente.
 Agregar valor (embalamento, customizações,
etiquetagens, precificação, etc)
Armazenagem Estratégica
54
DECISÕES ESTRATÉGICAS:
Tratam da alocação dos recursos no decorrer
do tempo de acordo com a política e objetivo
geral do negócio, sendo normalmente de longo
prazo ou projeto.
Exemplos: escolha entre armazém próprio ou
alugado, terceirizar, automatizar, consolidar armazéns
filiais em um centro regional de distribuição, entre
outros.
Armazenagem Estratégica
55
DECISÕES OPERACIONAIS:
Usadas para administrar ou controlar a
coordenação e o desempenho da logística.
Fazem parte da rotina e são de curto prazo.
Exemplos: custos em ascensão, queda na
produtividade da expedição, alta demanda de
produção semanal, entre outros.
Necessidades Atuais:
56
 Atender as necessidades dos Clientes
 Prover disponibilidade de produtos onde e quando
forem necessários
 Agilizar o fluxo de materiais, comprimindo o tempo
entre o recebimento e a entrega dos pedidos e
reduzindo estoques
 Quebrar paradigmas
 Revisão das redes logísticas
 Flexibilidade e capacidade de resposta
 Gerenciamento Logístico: disponibilidade de estoque
e tempo de atendimento.
X Estoque
Armazenagem Estratégica
57
Armazenagem x Distribuição
58
 CDs anexos a Fábrica
 CDs Avançados
 Transit Point
 Cross-Docking
CDs Avançados
59
 Rápido atendimento regional – Nível de serviço
 Redução dos custos com transporte e conseqüente
equilíbrio entre este custo e custo de estoque
 Descentralização de estoques -> aumento nível de
estoque ou passará para possibilidade a Falta
 Gerenciamento complexo -> demanda regional
 Possibilidade de ocorrência de pedidos incompletos
 Riscos de obsolescência
“Transit Point”
60
 Estruturalmente simples, com Gerenciamento
facilitado;
 Semelhantes aos CDs Avançados, mas não
mantêm estoques;
 Carregamento consolidado, com Produtos com
destinos definidos;
 Baixo custo de manutenção e de transporte;
 Dependência do volume de pedidos;
 Constância das transferências de cargas;
Fonte: Leonardo
Lacerda - COPPEAD
“Cross Docking”
61
 Estruturalmente simples e de Fácil operação;
 Baixo custo de manutenção e de transporte;
 Atende clientes comuns;
 Alto nível de eficiência (docas de recebimento e expedição)
 Difícil gerenciamento;
 Alto nível de coordenação entre participantes
 Custo de sistemas de informação
 Trata-se de uma relação inversamente proporcional
 Medição do porte: metragem cúbica x superfície
Porte x Número de Armazéns
 Níveis de serviço ao cliente;
 Tamanho do(s) mercado(s) servido(s);
 Número de produtos comercializados;
 Volume do(s) produto(s);
 Sistema de movimentação de materiais utilizado;
 Taxa de processamento;
 Duração do processo de produção (lead time);
 Economias de escala;
 Layout do estoque;
 Necessidades de corredores.
62
Porte do Armazém x Equipamentos
 Faz-se necessário analisar as trocas de custo envolvidas
 Determinar a alternativa mais vantajosa sob a perspectiva de
custo e serviço
Empilhadeiras de diferentes capacidades podem
justificar a aquisição de unidades mais dispendiosas
quando são capazes de proporcionar uma utilização
mais eficaz de espaço.
63
Princípios Básicos de Movimentação e
Armazenagem
64
 Mínimo manuseio
 Mínima distância / movimentos
 Fluxos retos e diretos
 Horizontal, sempre que possível
 Reduzir, eliminar, combinar, simplificar movimentos
 Padronização de métodos e equipamentos
 Equipamentos flexíveis
 Equipamentos econômicos
 Respeitar os limites técnicos dos equipamentos
 Capacidade estática x dinâmica
65
Funções e Objetivos do Estoque
66
Gestão de Estoques
ESTOQUE: Grande volume de capital investido
67
Gestão de Estoques
 Cadastro dos produtos adequado e unificado
 Acompanhamento das movimentações e
“status” do estoque, garantindo sua
acuracidade
 Previsão de Demanda
 Reduzi-los a níveis adequados e coerentes com
sua demanda, acompanhando o giro e
antecipando-se às Faltas e Excessos
68
Planejamento e Controle de Estoques
 Movimentação manuais: entradas – saídas – transferências, etc;
 Controle de Estoque: relatórios, inventários;
 Cadastro de Produto: liberar produto, verificando norma de
paletização, dimensões, localização no depósito/gôndolo
(endereço), peso, volume, etc;
 Contato com fornecedores: programação de recebimento, acerto
de vencidos e avariados, contatos geral;
69
Custo do Desbalanceamento dos
Estoques
“Identificar as perdas da empresa decorrentes
das faltas e excessos de estoque”
“Um estoque balanceado deverá estar com suas
quantidades médias em torno de uma
cobertura adequada à demanda”
70
Principais Conseqüências
71
Necessidades para o Cálculo
72
Exemplo
Produto A B Total
Unidade
1 Estoque Médio (Un)
2 Venda Média Diária (Un/ dia)
3 Custo Médio de Compra (R$/ un)
4 Margem Média de Venda (R$/ un)
5 Prazo Médio de Fornecimento (dias)
6 Cobertura Real (dias)
7 Cobertura ideal (dias)
8 Diferença de Cobertura (dias)
9 Custo do Excesso (R$/ mês)
10 Custo da Falta (R$/ mês)
Custo Total do Desbalanceamento (R$/ mês)
CX CX
200
5
2,50
0,50
7
200
40
4,00
0,20
7
Taxa financeira mensal: 2 % (aprox.)
Dias do mês: 30
8 * 2 * 3 * 2%
6 -7
5 +(1)
1 / 2
8 * 2 * 4
Exemplo
Produto A B Total
Unidade
1 - Estoque Médio (Un)
2 - Venda Média Diária (Un/ dia)
3 - Custo Médio de Compra (R$/ un)
4 - Margem Média de Venda (R$/ un)
5 - Prazo Médio de Fornecimento (dias)
6 - Cobertura Real (dias)
7 - Cobertura ideal (dias)
8 - Diferença de Cobertura (dias)
9 - Custo do Excesso (R$/ mês)
10 - Custo da Falta (R$/ mês)
11 - Custo Total do Desbalanceamento (R$/ mês)
CX CX
200
5
2,50
0,50
7
200
40
4,00
0,20
7
40 5
8
32
8,00
0,00
8,00
8
-3
0,00
24,00
24,00
Taxa financeira mensal: 2 % (aprox.)
Dias do mês: 3
1 dia de segurança
8 * 2 * 3 * 2%
6 -
7
5 +(1)
1 / 2
8 * 2 * 4
Layouts
74
Loja de Departamentos e
Material de Construção
Indústria
Atacado Distribuidor
Blocado Racks
Auto-Empilháveis
Porta-Paletes
Simples
Porta-Palete
Dupla Profundidade
Drive-In
Drive-Thru Flow-Rack Push-Back
Alguns Dispositivos de Armazenagem
75
Permite verticalização do
espaço de forma simples
Sistema seletivo
Uso de empilhadeiras;
Possibilita implantar picking
Porta Pallets
76
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Alta seletividade +
densidade;
Uso de empilhadeiras
trilaterais e / ou
selecionadoras de pedidos
e / ou transelevadores
controlados por softwares;
Permite também a
utilização como Auto
Portante;
Porta Pallets Corredores Estreitos
77
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Alta densidade;
Corredor de circulação e acesso é compartilhado em
função do sistema eletromecânico de deslocamento lateral
dos conjuntos de estruturas Porta Pallets.
Porta Pallet Deslizante
78
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Armazenagem de grandes volumes e pouca variedade de itens;
Aproveitamento da área maximizando o volume armazenado
pela redução do número de corredores.
Operação Lenta e Prejuízo ao FIFO
Drive in / Drive Through
79
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Seletividade na armazenagem de alta densidade;
Configuração dividida em túneis permite o acesso
direto a cada túnel facilitando a rotatividade.
O pallet é colocado sobre carrinhos ou roletes e
empurrados pela empilhadeira > L.I.F.O (last in
firt out).
Push Back
80
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Estocagem de cargas com grande rotatividade
Necessidade de controle do prazo de validade pelo princípio F.I.F.O
(First in first out).
Os pallets são colocados em uma extremidade da estrutura e
deslizam sobre roletes até a outra pela ação da gravidade, sendo que
a aceleração dos pallets é controlada por reguladores de velocidade.
Proporciona uma extraordinária economia na movimentação e a
melhor ocupação volumétrica do espaço.
Armazenagem Dinâmica Paletizada
81
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Armazenagem de cargas irregulares e volumosas, paletizadas
ou não;
Caracteriza-se por possuir somente uma coluna central onde
são fixados os braços que, em balanço, servirão de apoio para
a carga ou planos de armazenagem.
Cantilever
82
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Manuais, gravitacionais ou mecanizados.
Uso geralmente está direcionado ao transporte de produtos
durante a seleção de um pedido e seu envio até a expedição.
Os transportadores podem ser dotados de acessórios que
complementam seu uso como balanças, transferidores de
carga, separadores, cancelas, leitoras de código de barras, etc.
Transportador
83
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Boa Seletividade
Velocidade na Operação
Melhor FIFO
Alto custo
Aplicações Específicas
Flow Rack
84
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Composta de painéis que podem ser de chapa, tela de
arame ou mista em chapa e tela. modulada e de ótimo
acabamento, seu uso é destinado à separação ou
isolamento de áreas.
Divisórias Industriais
85
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Indicada para áreas onde os níveis de ruído e calor são fatores que
atrapalham o desempenho do trabalho.
É constituída de painéis de chapa de aço parede dupla contendo em
seu interior material isolante térmico e acústico.
Divisória Termo Acústica
86
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Utilizado para a armazenagem de materiais ou para áreas de
trabalho;
Modulado e tem sua montagem rápida
Mezanino
87
Alguns Dispositivos de Armazenagem
88
 Produtos de Baixo Giro
 Alta Seletividade
 Peças pequenas
 Grande Variedade de Itens
 Baixo Custo
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Possibilita transportar, armazenar, agrupar, distribuir e expor
mercadorias.
Construído em estrutura metálica tubular e fechamento em
arame, é auto empilhável, montado em até 1+4 alturas,
Container Tubular
89
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Atende as mais diversas modalidades de armazenagem e movimentação,
Leve e possui ótima estabilidade.
Auto empilhável ou armazenado em porta pallets.
Montagem e desmontagem são rápidas e permite um acesso fácil a carga.
Desmontado fica ¼ do seu tamanho.
Container Aramado
90
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Solução para o transporte vertical de
carga em áreas com diversos níveis de
altura.
Possui estrutura auto portante,
Opcionalmente fechada em tela, portas
pantográficas,
Comandos de acionamento interno e
externo
Capacidade de carga pode variar de
250 kg a 2.500 kg.
Elevador de Carga
91
Alguns Dispositivos de Armazenagem
São desenvolvidos através de projetos específicos a atender
as mais diversas necessidades de armazenagem ou
transporte de peças com volume e peso variável.
Container Especial
92
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Para maior segurança e funcionalidade das estruturas de
armazenagem são desenvolvidos constantemente diversos
acessórios conforme são detectadas as necessidades. Entre
eles destacam-se: protetor frontal de coluna, protetor de
canto, guard rayl, guia para pallet, bandejas aramadas, entre
outros.
Acessórios
93
Alguns Dispositivos de Armazenagem
Alguns Equipamentos de Movimentação
94
95
 Velocidade horizontal
 Corredores largos (> 3m)
 Elevação limitada (~ 5m)
 Trabalhos externos (pátio)
 Barulho, Poluição e Vibrações
Alguns Equipamentos de Movimentação
96
Retrátil
Elevação até ~ 10 m
Corredor operacional aprox. 2,80m
Operador embarcado
Patolada
Elevação até ~ 6 m
Corredor operacional aprox. 2,40m
Operador a pé ou na prancha
Alguns Equipamentos de Movimentação
97
Tri lateral
Elevação até 15m
Selecionadora de pedidos
Corredor operacional aprox. 2,00m
Operador embarcado
Pneumática, a combustão
Elevação até ~ 8 m
Corredor operacional aprox. 4m
Operador a pé
Alguns Equipamentos de Movimentação
98
 Corredores mais largos
 Dificuldade nas curvas e túneis
 Produtividade na separação
 Velocidade Horizontal
 Aumento de produtividade
 Recebimento/Expedição
 Cross-Docking
 Separação
Alguns Equipamentos de Movimentação
 Maior produtividade por colaborador
 Redução em despesas operacionais
 Utilização otimizada de máquinas
 Maior utilização de espaço
 Redução de perdas em estoques
 Níveis maiores de serviço ao cliente
 Menor cansaço entre colaborador
 Redução em acidentes ao manuseiar caixas
 Melhor fluxo de materiais
99
Alguns Equipamentos de Movimentação
Automação: RF
100
 O terminal de rádio freqüência indica os produtos que
devem ser coletados e faz a comprovação
 Possibilidade de convocação ativa
Automação: Voice Picking
101
 Através de sistema de voz.
 A voz é transformada em dados, por um decodificador
acoplado à cintura do profissional, e estes são
enviados por ondas de rádio a um computador;
 Uma das principais vantagens é deixar o trabalhador
com as mãos livres para operar maior rapidez e
precisão.
Automação: Vertical Shuttle
102
 Armazenagem de produtos em
temperatura ambiente ou climatizada
 Agilidade para efetuar picking
automatizado, tanto fracionado,
quanto de caixas completas
 Redução dos prazos de picking,
embalagem e entrega, com grande
elevação dos índices de produtividade
Automação: Carrossel Vertical
103
 Proteção contra furto e extravios;
 Rapidez na apanha;
 O sistema exige um bom controle de estoque e armazenagem
 Melhor controle físico do estoque
Sistema de estocagem vertical que possui cestas
suspensas e tracionadas por sistema mecânico. Pode
ser controlado manualmente ou por computador com
sistema integrado de controle de estoque.
Automação: Comparativo
 Redução em custos de mão-de-obra
 Capacidade de aumentar a taxa de produção
 Melhoria na consistência do serviço
 Redução em manuseio de materiais
 Melhoria no nível de precisão
104
 Custo do equipamento/justificativa financeira
 Paradas ou confiabilidade de equipamentos
 Problemas de software, como incompatibilidade e falhas
 Falta de flexibilidade na reação a ambientes em mudança
 Problemas de capacidade como limitações em aplicações
ERP - Enterprise Resource Planning
Definição
ERP - Enterprise Resource Planning
(Exemplo de fluxo)
WMS - Warehouse Management System
Importância
 Fornece a rotação dirigida de estoques
 Diretivas inteligentes de picking
 Consolidação automática e cross-docking
 Maximiza o uso do valioso espaço do armazém
 Controla data de validade
O que são Indicadores de Desempenho
109
Métricas
Indicadores
de
Ocorrência
Indicadores
de
Tendência
Foco Passado Foco Futuro
Quais os Indicadores essenciais
para sua empresa?
Dinâmica
Clientes
Movimentação e
Armazenagem
Faturamento e
Processamento de
Pedidos
Transportes
Planejamento e
Controle de
Estoques
obs.: 2 exemplos de cada tópico
A construção dos Indicadores de
Desempenho
110
Metodologia
PCE
• Avarias;
• Corte;
• Excesso estoque;
• Produtos sem vendas
30/60/90/120;
• NFs sem pedido de
compra.
MEA
• Produtividade
(separação,
recebimento,
expedição);
• Devolução de clientes.
PCL
• Avaliação de e % curva
ABC;
• % Ocupação do
estoque;
• Cargas expedidas (Kg,
R$, QTD)
• Consolidação e
avaliação dos
indicadores.
Metodologia
Guia para Implantação Rápida
113
Algumas sugestões Indicadores de
Desempenho
114
Movimentação e Armazenagem
CROSS-DOCKING
ARMAZENAGEM
CARREGAMENTO
EMBALAGEM
ETIQUETAGEM
PRECIFICAÇÃO
RECEBIMENTO MOVIMENTAÇÃO
ENDEREÇAMENTO
SEPARAÇÃO
SUPORTE
PROCESSAMENTO
DE MERCADORIAS
DISTRIBUIÇÃO
116
:
 Expandir a capacidade existente de armazenagem
através da instalação de equipamentos e pallets para
corredores estreitos;
 Estocar materiais estruturas porta-pallets utilizando
equipamentos de movimentação;
 Utilizar estruturas porta-pallets com altura variável;
 Instalar mezaninos acima das áreas de boxs;
 Localizar produtos de maior giro nas proximidades
das docas;
 Localizar produtos que exigem movimentação similar
na mesma área, maximizando uso de equipamento e
pessoal;
 Criar procedimentos de simplificação do trabalho;
Produtividade em Centros de Distribuição
117
:
 Utilizar acesso combinado a itens de pouca saída;
 Utilizar equipamentos de movimentação, colocando e
retirando produtos em uma única viagem;
 Utilizar embalagens flexíveis para diminuir as
exigências de movimentação e avarias no transporte;
 Utilizar contagem cíclica de estoques;
 Iniciar programas de revisão de obsolescência de
produtos;
 Eliminar armazéns mal localizados ou anti-econônicos.
Produtividade em Centros de Distribuição
118
 Utilizar etiquetadoras automáticas;
 Gerar listas sequenciais de colocação e busca de
produtos nas prateleiras;
 Utilizar equipamentos automáticos ao invés de
manuais;
 Instalar mecanismos de comunicação entre pessoal;
 Utilizar computadores em todas as fases das operações
do armazém;
 Automatizar ou semi-automatizar as operações do
armazém.
Produtividade em Centros de Distribuição
119
 Utilizar sistemas de rotas/localização
 Monitorar a eficiência da mão-de-obra através do
uso de padrões de medição;
 Instituir programas para proporcionar uma carteira
de pedidos mais constante;
 Utilizar computadores para atribuir itens ao acaso a
espaços disponíveis.’
Produtividade em Centros de Distribuição
120
 Realizar treinamentos formais em intervalos periódicos;
 Realizar treinamentos formais Gerenciais (habilidades
liderança e comunicação);
 Implementar sistemas de recompensas baseado no
desempenho / produtividade;
 Proporcionar prêmios de reconhecimento a pessoas que
desempenhem particularmente bem suas atividades.
Produtividade em Centros de Distribuição
Modelo de Remuneração
121
 Dificuldade para administrar faixas salariais
 Funcionários diferenciados não são recompensados
 Estimula o nivelamento “para baixo”
 Não motiva o aumento de produtividade
 Equipes “inchadas” e “aparentemente” produtivas
 Produtividade obtida com “pressão gerencial”
122
 Elimina risco de se cometer injustiças salariais
 Remuneração proporcional à produção individual
 De custo fixo para custo variável
 Remuneração como fator de motivação
 Estimula o aumento de produtividade
 Equipes enxutas e produtivas
 Trabalho auto-gerenciado
 Movimentação e Armazenagem
 Transportes
 Linhas de produção
Modelo de Remuneração
Passos para Implantação
123
Definir Itens de
Controle
Levantar Informações
de Produtividade
Remuneração Atual
+ Produção Atual
Definir Índices
Implementar
Remuneração por Produtividade
Maior Velocidade no Trabalho
Maior Probabilidade de Erro
Solução ?
Ocorrência de Erros
124
125
 Enquanto a remuneração de alguns deverá subir, a de
outros deverá cair
 Com o incentivo, a produtividade dos melhores
funcionários deverá aumentar, provocando
possibilidades de redução do quadro
 Menor quadro de funcionários  redução do volume
de encargos e benefícios
Remuneração por Produtividade
126
 Verificar da legislação trabalhista
 Não aplicar nova política sem antes testar impacto
do novo modelo na produtividade  possibilidade de
aumento acentuado na folha de pagamento
 Expor claramente a nova política, não deixando
margem a dúvidas
 Expor claramente os motivos da nova política
Remuneração por Produtividade
Administração de Custos
127
Composição dos Custos Logísticos
128
 Movimentação
 Armazenagem
 Estoques
 Transportes (entrega e coleta)
 Processamento de Pedidos
 Embalagem
 Impostos
 Administrativos
Componentes de Custo
129
 Remuneração de Capital
 Seguros
 Informática
 Comunicação
 Pessoal
 Depreciação
 Suprimentos
 entre outros.
Impacto do Custo Logístico
130
VARIAÇÃO NO CUSTO LOGÍSTICO
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Glauber Ribeiro
Gerente de Negócios
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Curso Gestão de Centro de Distribuição

  • 2. Informações Gerais Início - Tarde – 14:00 às 16:30 hs Intervalo – Tarde – 16:30 às 16:50 hs Retorno – Tarde – 16:50 ás 19:00 hs Cases e Dinâmicas de Grupo • Favor Celulares Desligados ou Silencioso – Favor utilizar fora da sala
  • 3.
  • 4. Instrutor - Glauber Ribeiro 4 Diretor da PSCLog empresa parceira e homologada a ABGroup - Desenvolvimento de Negócios 37 anos, mais de 13 anos de experiência na área de Logística onde participou, desenvolveu e acompanhou projetos em grandes clientes como: Veneza Parafusos e Limeira Logística (Recife – PE) e Casa Norte Atacado (Natal – RN) Grupo Carvalho, Armazém Santa Mônica, Expansão e DEC Rio Piranhas (Teresina - Piauí) No Pará: Imifarma - Extra farmas, Pantanal, FACEPA, Belém Alimentos, Paraferro, Armazém Real, Formosa Mix, Dispar, Amazônia, Talian, Durães, Impersik, Atalaia e outros. No Maranhão: Hipperpan Food Service, Potiguar Home Center, Centro Elétrico, Marcopol, Jacaré Home Center, Carone Supermecados, RJ Distribuidora e Outros No Amazonas: 3 Rios e 4 Mares e PetShop Graduado em Ciências Contábeis com ênfase em informática pelo Centro Universitário do Pará – CESUPA e Graduado em Administração de Empresa pela UNAMA MBA em Logística Empresarial pela Universidade Gama Filho – UGF – RJ e Especialista em Engenharia de Produção pela UEPA – Universidade Estadual do Pará Instrutor e Consultor do SEBRAE na área de Logística e Produção. Professor da UND - Universidade da Distribuição & Professor convidado da Estratego Pós – Graduação
  • 9. Agenda Interativa 9 •Conceitos de Logística e Cadeia de Abastecimento •Padronização: Embalagens, Paletes, Caminhões e Informações •Armazém – Conceitos Básicos e Estratégicos •Recursos de Movimentação, Armazenagem e Automação •Indicadores de Desempenho em Centros de Distribuição •Remuneração Variável por Produtividade em CDs •Custos Logísticos em Centros de Distribuição •Dimensionamento, Construção e Implementação (Início das Operações) de Centros de Distribuição •Melhores Práticas em Centros de Distribuição 1 2 3 4 5 6 7 8 9
  • 10.
  • 12. 8 James Martin (The Great Transition - 1995) Evolução dos Negócios
  • 14. Estratégia de Comercialização no Mercado Globalizado
  • 15. Definições sobre Logística 15 Qual seu conceito sobre logística? ?! Dinâmica
  • 16. DistribuidoresFornecedores Varejistas Consumidores Produtos Informações Conceitos Básicos: “Supply-Chain” ou Cadeia de Abastecimento 16
  • 17. O Interesse pela Logística no Brasil 17  Solenemente ignorada pela maior parte das organizações  Necessidade Crescente de Competitividade  Abertura de Mercado  Estabilização Econômica  Globalização  Destaque sobre a Logística  Necessidade de Profissionais qualificados na área
  • 18. FOCO ATUAÇÃO Tático Operacional Logística 3a. Fase Mercado Supply Chain Management Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento 4a. Fase Consumidor ECR 5a. FaseFASE Operacional Armazém e Transportes 1a.. Fase Tático Operacional Distribuição Física 2a. Fase EUA BRASIL Evolução dos Conceitos Logísticos 18
  • 20. ExpediçãoArmazenagem MEA / Estoques Abastecimento/ Separação Produtividade Remuneração Por Produtividade Recebimentos Entrada $ Entrega Entrada de Pedidos Contas a Receber Cliente Compras Contas a Pagar Pagamentos Saida $ Fornecedor Recebimento O Negócio Logística 20
  • 21. O Papel da Logística 21  Suporte para: Decisões Estratégicas Decisões Mercadológicas Manutenção da Qualidade das Operações Manutenção do Nível de Serviço  Diferencial competitivo: Fazer com custo menor Fazer mais rápido Fazer com constância Chegar aonde não se chega hoje Chegar aonde os outros não chegam
  • 22. O Profissional de Logística 22  Provém de variadas áreas; Vivência prática;  Poucos possuem cursos na área  Conhecimento conceitual sobre Logística;  Vontade e coragem para mudanças;  Conhecimento conceitual sobre Logística mesclado com prática;  Visão ampla de mercado  Sintonia com benchmarkings (locais e mundiais)  Abrangente x Especialista  Busca de Certificações
  • 23. Logística de Suprimentos e Distribuição 23  O Canal de Suprimentos é o fluxo de Produtos e Informações entre uma Empresa e seus Fornecedores  O Canal de Distribuição é o fluxo de Produtos e Informações entre uma Empresa e seus Clientes “A coordenação falha entre os processos envolvidos nos canais de Suprimentos e Distribuição podem levar a custos Logísticos desnecessários’’
  • 24. Canais de Distribuição CDs Atacadistas e Distribuidores + Lojas Independentes = Independentes e Franqueados CDs Varejos + Lojas de Supermercados = Redes Restaurantes, Bares, Fast-Foods e Lanchonetes CDs Distribuidores Especializados + = FoodService / Institucionais Lojas de Conveniência CDs Distribuidores Especializados + = Conveniência CDs Distribuidores Especializados + Farmácia e Conveniência = Farmacon 24
  • 25. Desafios Atuais para a Rede de Suprimentos/Distribuição 25  Redução acelerada do Ciclo de Vida dos produtos  Expectativas crescentes dos Clientes sobre o Nível de Serviços e Produtos  Avanços Tecnológicos, exigindo atualização constante, com elevados investimentos  Proliferação de novos Produtos, afetando a administração dos níveis e a localização dos estoques  Globalização que traz competição crescente e reduções das margens  Crescimento do “e-commerce” (Varejo Virtual), multiplicando os pontos entrega
  • 26. Metodologia RECURSOS HUMANOS |Estrutura Organizacional |Descrição de Cargos |Avaliação da Equipe PROJETO RECURSOS HUMANOS RECURSOS FISICOS METODOLOGIA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO METODOLOGIA |Processos Otimizados RECURSOS FÍSICOS |InfraEstrutura |Centro de Distribuição |Equipamentos |Veículos TECNOLOGIA |Sistemas para Operação Otimizada Metodologia
  • 27. A Estrutura Logística nas Organizações M&A Movimentação e Armazenagem PCE Planejamento e Controle de Estoques FPP Faturamento e Processamento de Pedidos Transportes PCL Planejamento e Controle Logístico Gerência de Logística Tema do nosso curso
  • 28. Remuneração Por Produtividade Recebimentos Entrada $ Entrada de Pedidos Contas a Receber Cliente Compras Contas a Pagar Pagamentos Saida $ Fornecedor ExpediçãoArmazenagem MEA / Estoques Abastecimento/ Separação Produtividade EntregaRecebimento O Primeiro Enfoque de Hoje – M&A 28
  • 29. A Estrutura Logística nas Organizações Recebimento Embalagens Movimentação Separação Carregamento • Devoluções • Descarga • Conferência • Montagens de Kit’s • Movimentadores • Operadores de Empilhadeira • Operador de Mesa • Separadores • Conferentes • Carregadores
  • 30. A Estrutura Logística nas Organizações • Introduzir e gerenciar medidas de desempenho da equipe e do armazém; • Assegurar o cumprimento de normas de segurança e utilização de EPI * (treinamento, conscientização e fiscalização das equipes de trabalho); • Buscar novas tecnologias visando otimizar o processo de M&A; • Promover o controle físico das avarias nas embalagens e produtos, em estoque ou em movimentação;
  • 31. Função: “Simplificar e racionalizar processos para eliminar desperdícios na cadeia de abastecimento.” Padronização 31 Pontos Chaves: • Otimização geral da cadeia de abastecimento • Redução dos custos de movimentação, armazenagem e transportes • Melhor relação com Clientes e Fornecedores • Redução dos riscos de avarias e margens de erro • Melhor apresentação dos produtos favorecendo a imagem da marca • Racionalização e padronização das embalagens para melhor utilização da superfície do palete • Seleção de dimensões de veículos adaptados às dimensões dos paletes
  • 32. Unitização 32 Pontos Chaves: • Carga intacta por maior trecho possível (redução de manuseio e custos) • Otimização de espaços (transportes e depósito) • Coordenação modular – Definir espaços disponíveis – Combinação de 2 cargas para formação de uma nova unidade modular – Unitização de pequenos itens preenchendo grandes espaços – Medição da utilização do espaço atual – Utilização ótima das capacidades Função: “Agrupar produtos de forma a facilitar a movimentação, a armazenagem e o transporte de cargas.”
  • 33. Unidade primária de carga, embalagem de venda, unidade de consumo Unidade Primária Unidade Secundária Unidade Terciária Embalagem de embarque, grupo de unidades de consumo Paletes, conteiners e rolltainers Unidades de Carga Padronização de Embalagens 33
  • 34. Sistema Modular e Unitização Modular 34
  • 35. Vista Frontal e Lateral 1000 Vista Superior Módulo padrão 600 mm x 400 mm Altura máxima da unidade secundária determinada em função da altura máxima da unidade terciária (medida modelo) Modularização Padrão 35
  • 36. Benefícios Mensuráveis da Padronização 36  Melhor utilização da capacidade cúbica nos transportes;  Movimentação, armazenagem, manuseio e composição de unidades coletivas;  Movimentações internas e reabastecimento de gôndolas;  Embalagem e gerenciamento de materiais;  Melhor controle dos estoques;  Melhor arrumação física das mercadorias;  Redução da avaria de produtos; PBR 1
  • 37. Padronização de Informações 37 Base de sustentação:  Cadastro com gestão eficiente e seguindo regras mínimas de conteúdo de dados compartilhados  Dados sobre os produtos alinhados entre os Fornecedores e Clientes  Transferência de dados automática (Via EDI)  Atualização da base de dados a baixo custo
  • 38. Padronização de Informações 38  identificação padrão ao longo da cadeia abastecimento  localização e nova introdução  alinhamento de dados entre parceiros  arquivos de pesquisa de preços  gerenciamento de espaço (loja e armazém)  cálculo de Rentabilidade Direta de Produto (RDP)  auditoria e carregamento de unidades na loja e armazém  utilização de técnicas de ECR
  • 39. Aumento da complexidade dos negócios e do comércio entre as organizações Necessidade de identificação de produtos, locais, serviços e processos de forma única e inequívoca, por toda a cadeia de distribuição Padronização das Informações através de Código de Barras Padronização de Informações 39
  • 40. Níveis de Aplicação nas Embalagens 40 SSCC 18 Fonte: site da Ean Brasil (GS1) http://www.gs1brasil.org.br
  • 41. Níveis de Aplicação nas Embalagens 41 UCC/EAN-14
  • 42. Níveis de Aplicação nas Embalagens 42 SSCC 18
  • 43. Idéia simples Elimina burocracia desnecessária Aumento da precisão > Evita erros Reduz custos Maior segurança Aumento da velocidade Serviços melhores e mais rápidos Dados “visíveis” p/ toda a cadeia abastecimento Padronização das Informações – EDI 43  Intercâmbio Eletrônico de Documentos  Troca de documentos através de integração automática entre sistemas com mínima intervenção manual
  • 44. Padronização de Informações – EDI 44 Comércio/Indústria Transporte Ordem de compra Aviso de despacho Aviso de faturamento Fatura Instruções de transporte Status de transporte Movimento manuseio de carga Plano de armazenamento/ movimentação interna Carga e descarga Notificação antecipada de chegada
  • 45. Entrega Programada = Agendamento 45  Código de barra: embalagens primárias, secundárias e terciárias;  Comunicação: EDI, Internet, etc;  Horários: datas, horários, horários alternativos;  Informações do Pedido  Operador Logístico integrado ao processo e treinado;  Recurso de transporte adequado ao volume;  Planejamento, comunicação e informação prévia para o recebimento/ descarga;  Cumprimento dos requisitos negociados;
  • 46. Entrega Programada = Agendamento 46  Garantia de entrega  Otimização do planejamento e execução das operações de mercadoria/embarque, trajeto e recebimento  Redução dos níveis de estoques  Agilidade com a paletização, eliminando o desperdício de tempo e as reentregas  Ponto de venda abastecido com fluxo sincronizado e horários cumpridos  Eliminação de conflitos de responsabilidades  Ganhos financeiros para todos os componentes da cadeia  Redução de veículos da frota
  • 48. Reposição Contínua 48  Utilização de algoritmos para execução automática de pedidos • o que, quanto e quando pedir; • base: saídas do produto pelo check-out;  Comprador (Varejo) e Vendedor (Indústria ou Atacado / Distribuidor) como gestores de um processo;  organização do reabastecimento  relação comercial + aspectos logísticos da reposição  produtos ao alcance do consumidor com: • maior constância e velocidade • menos estoque e custos  otimização da logística na cadeia e não isoladamente
  • 49. Reposição Contínua 49  Redução da falta de produtos na loja gerando aumento de vendas  Diminuição de estoques/aumento do capital de giro: no fabricante, em trânsito, no Centro de Distribuição, na retaguarda da loja, na gôndola  Diminuição do custo logístico e administrativo • racionalização de transportes • diminuição do manuseio de produtos • redução generalizada de erros e retrabalhos • diminuição do custo de gestão de pedidos • liberação de tempo dos compradores e vendedores para atividades de maior valor agregado  Diminuição do erro de estimativa de vendas  Produção dos fornecedores baseada em pedidos programados com maior antecedência
  • 50. Fornecedor Fornecedor Fornecedor Loja Loja Loja Loja Loja CD CD Estoque CD Cross-docking Via Centro de Distribução Cross-docking Direto Loja (DSD-Direct Store Delivery) Entrega direta na loja Reposição Contínua 50
  • 51. Reposição Contínua 51  Objetivos conflitantes na empresa como um todo para mudanças  Intervenções constantes com os pedidos gerados manualmente  Falta de treinamento dos envolvidos  Falta de planejamento e de persistência  Detalhamentos não suficientes  Sistema de recompensa não compatíveis  Não disponibilidade ou Falta de acuracidade nos dados (estoque, custos, falta de produtos nos pontos de vendas);
  • 52. Preparação dos sistemas Acompanhamento e medição dos resultados Reajuste e avaliação Reposição Contínua 52 Implantação:
  • 53. Natureza e Importância da Armazenagem 53  Obter economias de transporte e produção (consolidação)  Aproveitar descontos por quantidades e compras antecipadas  Manter uma fonte de fornecimento  Apoiar as políticas de serviço ao cliente da empresa  Atender as condições de mercados em mudança  Superar diferenciais de tempo e espaço que existem entre produtores e consumidores  Atingir uma logística de menor custo total em harmonia com um nível desejado de serviço ao cliente.  Agregar valor (embalamento, customizações, etiquetagens, precificação, etc)
  • 54. Armazenagem Estratégica 54 DECISÕES ESTRATÉGICAS: Tratam da alocação dos recursos no decorrer do tempo de acordo com a política e objetivo geral do negócio, sendo normalmente de longo prazo ou projeto. Exemplos: escolha entre armazém próprio ou alugado, terceirizar, automatizar, consolidar armazéns filiais em um centro regional de distribuição, entre outros.
  • 55. Armazenagem Estratégica 55 DECISÕES OPERACIONAIS: Usadas para administrar ou controlar a coordenação e o desempenho da logística. Fazem parte da rotina e são de curto prazo. Exemplos: custos em ascensão, queda na produtividade da expedição, alta demanda de produção semanal, entre outros.
  • 56. Necessidades Atuais: 56  Atender as necessidades dos Clientes  Prover disponibilidade de produtos onde e quando forem necessários  Agilizar o fluxo de materiais, comprimindo o tempo entre o recebimento e a entrega dos pedidos e reduzindo estoques  Quebrar paradigmas  Revisão das redes logísticas  Flexibilidade e capacidade de resposta  Gerenciamento Logístico: disponibilidade de estoque e tempo de atendimento. X Estoque
  • 58. Armazenagem x Distribuição 58  CDs anexos a Fábrica  CDs Avançados  Transit Point  Cross-Docking
  • 59. CDs Avançados 59  Rápido atendimento regional – Nível de serviço  Redução dos custos com transporte e conseqüente equilíbrio entre este custo e custo de estoque  Descentralização de estoques -> aumento nível de estoque ou passará para possibilidade a Falta  Gerenciamento complexo -> demanda regional  Possibilidade de ocorrência de pedidos incompletos  Riscos de obsolescência
  • 60. “Transit Point” 60  Estruturalmente simples, com Gerenciamento facilitado;  Semelhantes aos CDs Avançados, mas não mantêm estoques;  Carregamento consolidado, com Produtos com destinos definidos;  Baixo custo de manutenção e de transporte;  Dependência do volume de pedidos;  Constância das transferências de cargas;
  • 61. Fonte: Leonardo Lacerda - COPPEAD “Cross Docking” 61  Estruturalmente simples e de Fácil operação;  Baixo custo de manutenção e de transporte;  Atende clientes comuns;  Alto nível de eficiência (docas de recebimento e expedição)  Difícil gerenciamento;  Alto nível de coordenação entre participantes  Custo de sistemas de informação
  • 62.  Trata-se de uma relação inversamente proporcional  Medição do porte: metragem cúbica x superfície Porte x Número de Armazéns  Níveis de serviço ao cliente;  Tamanho do(s) mercado(s) servido(s);  Número de produtos comercializados;  Volume do(s) produto(s);  Sistema de movimentação de materiais utilizado;  Taxa de processamento;  Duração do processo de produção (lead time);  Economias de escala;  Layout do estoque;  Necessidades de corredores. 62
  • 63. Porte do Armazém x Equipamentos  Faz-se necessário analisar as trocas de custo envolvidas  Determinar a alternativa mais vantajosa sob a perspectiva de custo e serviço Empilhadeiras de diferentes capacidades podem justificar a aquisição de unidades mais dispendiosas quando são capazes de proporcionar uma utilização mais eficaz de espaço. 63
  • 64. Princípios Básicos de Movimentação e Armazenagem 64  Mínimo manuseio  Mínima distância / movimentos  Fluxos retos e diretos  Horizontal, sempre que possível  Reduzir, eliminar, combinar, simplificar movimentos  Padronização de métodos e equipamentos  Equipamentos flexíveis  Equipamentos econômicos  Respeitar os limites técnicos dos equipamentos  Capacidade estática x dinâmica
  • 66. 66 Gestão de Estoques ESTOQUE: Grande volume de capital investido
  • 67. 67 Gestão de Estoques  Cadastro dos produtos adequado e unificado  Acompanhamento das movimentações e “status” do estoque, garantindo sua acuracidade  Previsão de Demanda  Reduzi-los a níveis adequados e coerentes com sua demanda, acompanhando o giro e antecipando-se às Faltas e Excessos
  • 68. 68 Planejamento e Controle de Estoques  Movimentação manuais: entradas – saídas – transferências, etc;  Controle de Estoque: relatórios, inventários;  Cadastro de Produto: liberar produto, verificando norma de paletização, dimensões, localização no depósito/gôndolo (endereço), peso, volume, etc;  Contato com fornecedores: programação de recebimento, acerto de vencidos e avariados, contatos geral;
  • 69. 69 Custo do Desbalanceamento dos Estoques “Identificar as perdas da empresa decorrentes das faltas e excessos de estoque” “Um estoque balanceado deverá estar com suas quantidades médias em torno de uma cobertura adequada à demanda”
  • 72. 72 Exemplo Produto A B Total Unidade 1 Estoque Médio (Un) 2 Venda Média Diária (Un/ dia) 3 Custo Médio de Compra (R$/ un) 4 Margem Média de Venda (R$/ un) 5 Prazo Médio de Fornecimento (dias) 6 Cobertura Real (dias) 7 Cobertura ideal (dias) 8 Diferença de Cobertura (dias) 9 Custo do Excesso (R$/ mês) 10 Custo da Falta (R$/ mês) Custo Total do Desbalanceamento (R$/ mês) CX CX 200 5 2,50 0,50 7 200 40 4,00 0,20 7 Taxa financeira mensal: 2 % (aprox.) Dias do mês: 30 8 * 2 * 3 * 2% 6 -7 5 +(1) 1 / 2 8 * 2 * 4
  • 73. Exemplo Produto A B Total Unidade 1 - Estoque Médio (Un) 2 - Venda Média Diária (Un/ dia) 3 - Custo Médio de Compra (R$/ un) 4 - Margem Média de Venda (R$/ un) 5 - Prazo Médio de Fornecimento (dias) 6 - Cobertura Real (dias) 7 - Cobertura ideal (dias) 8 - Diferença de Cobertura (dias) 9 - Custo do Excesso (R$/ mês) 10 - Custo da Falta (R$/ mês) 11 - Custo Total do Desbalanceamento (R$/ mês) CX CX 200 5 2,50 0,50 7 200 40 4,00 0,20 7 40 5 8 32 8,00 0,00 8,00 8 -3 0,00 24,00 24,00 Taxa financeira mensal: 2 % (aprox.) Dias do mês: 3 1 dia de segurança 8 * 2 * 3 * 2% 6 - 7 5 +(1) 1 / 2 8 * 2 * 4
  • 74. Layouts 74 Loja de Departamentos e Material de Construção Indústria Atacado Distribuidor
  • 76. Permite verticalização do espaço de forma simples Sistema seletivo Uso de empilhadeiras; Possibilita implantar picking Porta Pallets 76 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 77. Alta seletividade + densidade; Uso de empilhadeiras trilaterais e / ou selecionadoras de pedidos e / ou transelevadores controlados por softwares; Permite também a utilização como Auto Portante; Porta Pallets Corredores Estreitos 77 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 78. Alta densidade; Corredor de circulação e acesso é compartilhado em função do sistema eletromecânico de deslocamento lateral dos conjuntos de estruturas Porta Pallets. Porta Pallet Deslizante 78 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 79. Armazenagem de grandes volumes e pouca variedade de itens; Aproveitamento da área maximizando o volume armazenado pela redução do número de corredores. Operação Lenta e Prejuízo ao FIFO Drive in / Drive Through 79 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 80. Seletividade na armazenagem de alta densidade; Configuração dividida em túneis permite o acesso direto a cada túnel facilitando a rotatividade. O pallet é colocado sobre carrinhos ou roletes e empurrados pela empilhadeira > L.I.F.O (last in firt out). Push Back 80 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 81. Estocagem de cargas com grande rotatividade Necessidade de controle do prazo de validade pelo princípio F.I.F.O (First in first out). Os pallets são colocados em uma extremidade da estrutura e deslizam sobre roletes até a outra pela ação da gravidade, sendo que a aceleração dos pallets é controlada por reguladores de velocidade. Proporciona uma extraordinária economia na movimentação e a melhor ocupação volumétrica do espaço. Armazenagem Dinâmica Paletizada 81 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 82. Armazenagem de cargas irregulares e volumosas, paletizadas ou não; Caracteriza-se por possuir somente uma coluna central onde são fixados os braços que, em balanço, servirão de apoio para a carga ou planos de armazenagem. Cantilever 82 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 83. Manuais, gravitacionais ou mecanizados. Uso geralmente está direcionado ao transporte de produtos durante a seleção de um pedido e seu envio até a expedição. Os transportadores podem ser dotados de acessórios que complementam seu uso como balanças, transferidores de carga, separadores, cancelas, leitoras de código de barras, etc. Transportador 83 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 84. Boa Seletividade Velocidade na Operação Melhor FIFO Alto custo Aplicações Específicas Flow Rack 84 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 85. Composta de painéis que podem ser de chapa, tela de arame ou mista em chapa e tela. modulada e de ótimo acabamento, seu uso é destinado à separação ou isolamento de áreas. Divisórias Industriais 85 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 86. Indicada para áreas onde os níveis de ruído e calor são fatores que atrapalham o desempenho do trabalho. É constituída de painéis de chapa de aço parede dupla contendo em seu interior material isolante térmico e acústico. Divisória Termo Acústica 86 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 87. Utilizado para a armazenagem de materiais ou para áreas de trabalho; Modulado e tem sua montagem rápida Mezanino 87 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 88. 88  Produtos de Baixo Giro  Alta Seletividade  Peças pequenas  Grande Variedade de Itens  Baixo Custo Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 89. Possibilita transportar, armazenar, agrupar, distribuir e expor mercadorias. Construído em estrutura metálica tubular e fechamento em arame, é auto empilhável, montado em até 1+4 alturas, Container Tubular 89 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 90. Atende as mais diversas modalidades de armazenagem e movimentação, Leve e possui ótima estabilidade. Auto empilhável ou armazenado em porta pallets. Montagem e desmontagem são rápidas e permite um acesso fácil a carga. Desmontado fica ¼ do seu tamanho. Container Aramado 90 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 91. Solução para o transporte vertical de carga em áreas com diversos níveis de altura. Possui estrutura auto portante, Opcionalmente fechada em tela, portas pantográficas, Comandos de acionamento interno e externo Capacidade de carga pode variar de 250 kg a 2.500 kg. Elevador de Carga 91 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 92. São desenvolvidos através de projetos específicos a atender as mais diversas necessidades de armazenagem ou transporte de peças com volume e peso variável. Container Especial 92 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 93. Para maior segurança e funcionalidade das estruturas de armazenagem são desenvolvidos constantemente diversos acessórios conforme são detectadas as necessidades. Entre eles destacam-se: protetor frontal de coluna, protetor de canto, guard rayl, guia para pallet, bandejas aramadas, entre outros. Acessórios 93 Alguns Dispositivos de Armazenagem
  • 94. Alguns Equipamentos de Movimentação 94
  • 95. 95  Velocidade horizontal  Corredores largos (> 3m)  Elevação limitada (~ 5m)  Trabalhos externos (pátio)  Barulho, Poluição e Vibrações Alguns Equipamentos de Movimentação
  • 96. 96 Retrátil Elevação até ~ 10 m Corredor operacional aprox. 2,80m Operador embarcado Patolada Elevação até ~ 6 m Corredor operacional aprox. 2,40m Operador a pé ou na prancha Alguns Equipamentos de Movimentação
  • 97. 97 Tri lateral Elevação até 15m Selecionadora de pedidos Corredor operacional aprox. 2,00m Operador embarcado Pneumática, a combustão Elevação até ~ 8 m Corredor operacional aprox. 4m Operador a pé Alguns Equipamentos de Movimentação
  • 98. 98  Corredores mais largos  Dificuldade nas curvas e túneis  Produtividade na separação  Velocidade Horizontal  Aumento de produtividade  Recebimento/Expedição  Cross-Docking  Separação Alguns Equipamentos de Movimentação
  • 99.  Maior produtividade por colaborador  Redução em despesas operacionais  Utilização otimizada de máquinas  Maior utilização de espaço  Redução de perdas em estoques  Níveis maiores de serviço ao cliente  Menor cansaço entre colaborador  Redução em acidentes ao manuseiar caixas  Melhor fluxo de materiais 99 Alguns Equipamentos de Movimentação
  • 100. Automação: RF 100  O terminal de rádio freqüência indica os produtos que devem ser coletados e faz a comprovação  Possibilidade de convocação ativa
  • 101. Automação: Voice Picking 101  Através de sistema de voz.  A voz é transformada em dados, por um decodificador acoplado à cintura do profissional, e estes são enviados por ondas de rádio a um computador;  Uma das principais vantagens é deixar o trabalhador com as mãos livres para operar maior rapidez e precisão.
  • 102. Automação: Vertical Shuttle 102  Armazenagem de produtos em temperatura ambiente ou climatizada  Agilidade para efetuar picking automatizado, tanto fracionado, quanto de caixas completas  Redução dos prazos de picking, embalagem e entrega, com grande elevação dos índices de produtividade
  • 103. Automação: Carrossel Vertical 103  Proteção contra furto e extravios;  Rapidez na apanha;  O sistema exige um bom controle de estoque e armazenagem  Melhor controle físico do estoque Sistema de estocagem vertical que possui cestas suspensas e tracionadas por sistema mecânico. Pode ser controlado manualmente ou por computador com sistema integrado de controle de estoque.
  • 104. Automação: Comparativo  Redução em custos de mão-de-obra  Capacidade de aumentar a taxa de produção  Melhoria na consistência do serviço  Redução em manuseio de materiais  Melhoria no nível de precisão 104  Custo do equipamento/justificativa financeira  Paradas ou confiabilidade de equipamentos  Problemas de software, como incompatibilidade e falhas  Falta de flexibilidade na reação a ambientes em mudança  Problemas de capacidade como limitações em aplicações
  • 105. ERP - Enterprise Resource Planning Definição
  • 106. ERP - Enterprise Resource Planning (Exemplo de fluxo)
  • 107. WMS - Warehouse Management System Importância  Fornece a rotação dirigida de estoques  Diretivas inteligentes de picking  Consolidação automática e cross-docking  Maximiza o uso do valioso espaço do armazém  Controla data de validade
  • 108. O que são Indicadores de Desempenho 109 Métricas Indicadores de Ocorrência Indicadores de Tendência Foco Passado Foco Futuro
  • 109. Quais os Indicadores essenciais para sua empresa? Dinâmica Clientes Movimentação e Armazenagem Faturamento e Processamento de Pedidos Transportes Planejamento e Controle de Estoques obs.: 2 exemplos de cada tópico A construção dos Indicadores de Desempenho 110
  • 110. Metodologia PCE • Avarias; • Corte; • Excesso estoque; • Produtos sem vendas 30/60/90/120; • NFs sem pedido de compra. MEA • Produtividade (separação, recebimento, expedição); • Devolução de clientes. PCL • Avaliação de e % curva ABC; • % Ocupação do estoque; • Cargas expedidas (Kg, R$, QTD) • Consolidação e avaliação dos indicadores.
  • 112. Guia para Implantação Rápida 113
  • 113. Algumas sugestões Indicadores de Desempenho 114
  • 114. Movimentação e Armazenagem CROSS-DOCKING ARMAZENAGEM CARREGAMENTO EMBALAGEM ETIQUETAGEM PRECIFICAÇÃO RECEBIMENTO MOVIMENTAÇÃO ENDEREÇAMENTO SEPARAÇÃO SUPORTE PROCESSAMENTO DE MERCADORIAS DISTRIBUIÇÃO
  • 115. 116 :  Expandir a capacidade existente de armazenagem através da instalação de equipamentos e pallets para corredores estreitos;  Estocar materiais estruturas porta-pallets utilizando equipamentos de movimentação;  Utilizar estruturas porta-pallets com altura variável;  Instalar mezaninos acima das áreas de boxs;  Localizar produtos de maior giro nas proximidades das docas;  Localizar produtos que exigem movimentação similar na mesma área, maximizando uso de equipamento e pessoal;  Criar procedimentos de simplificação do trabalho; Produtividade em Centros de Distribuição
  • 116. 117 :  Utilizar acesso combinado a itens de pouca saída;  Utilizar equipamentos de movimentação, colocando e retirando produtos em uma única viagem;  Utilizar embalagens flexíveis para diminuir as exigências de movimentação e avarias no transporte;  Utilizar contagem cíclica de estoques;  Iniciar programas de revisão de obsolescência de produtos;  Eliminar armazéns mal localizados ou anti-econônicos. Produtividade em Centros de Distribuição
  • 117. 118  Utilizar etiquetadoras automáticas;  Gerar listas sequenciais de colocação e busca de produtos nas prateleiras;  Utilizar equipamentos automáticos ao invés de manuais;  Instalar mecanismos de comunicação entre pessoal;  Utilizar computadores em todas as fases das operações do armazém;  Automatizar ou semi-automatizar as operações do armazém. Produtividade em Centros de Distribuição
  • 118. 119  Utilizar sistemas de rotas/localização  Monitorar a eficiência da mão-de-obra através do uso de padrões de medição;  Instituir programas para proporcionar uma carteira de pedidos mais constante;  Utilizar computadores para atribuir itens ao acaso a espaços disponíveis.’ Produtividade em Centros de Distribuição
  • 119. 120  Realizar treinamentos formais em intervalos periódicos;  Realizar treinamentos formais Gerenciais (habilidades liderança e comunicação);  Implementar sistemas de recompensas baseado no desempenho / produtividade;  Proporcionar prêmios de reconhecimento a pessoas que desempenhem particularmente bem suas atividades. Produtividade em Centros de Distribuição
  • 120. Modelo de Remuneração 121  Dificuldade para administrar faixas salariais  Funcionários diferenciados não são recompensados  Estimula o nivelamento “para baixo”  Não motiva o aumento de produtividade  Equipes “inchadas” e “aparentemente” produtivas  Produtividade obtida com “pressão gerencial”
  • 121. 122  Elimina risco de se cometer injustiças salariais  Remuneração proporcional à produção individual  De custo fixo para custo variável  Remuneração como fator de motivação  Estimula o aumento de produtividade  Equipes enxutas e produtivas  Trabalho auto-gerenciado  Movimentação e Armazenagem  Transportes  Linhas de produção Modelo de Remuneração
  • 122. Passos para Implantação 123 Definir Itens de Controle Levantar Informações de Produtividade Remuneração Atual + Produção Atual Definir Índices Implementar
  • 123. Remuneração por Produtividade Maior Velocidade no Trabalho Maior Probabilidade de Erro Solução ? Ocorrência de Erros 124
  • 124. 125  Enquanto a remuneração de alguns deverá subir, a de outros deverá cair  Com o incentivo, a produtividade dos melhores funcionários deverá aumentar, provocando possibilidades de redução do quadro  Menor quadro de funcionários  redução do volume de encargos e benefícios Remuneração por Produtividade
  • 125. 126  Verificar da legislação trabalhista  Não aplicar nova política sem antes testar impacto do novo modelo na produtividade  possibilidade de aumento acentuado na folha de pagamento  Expor claramente a nova política, não deixando margem a dúvidas  Expor claramente os motivos da nova política Remuneração por Produtividade
  • 127. Composição dos Custos Logísticos 128  Movimentação  Armazenagem  Estoques  Transportes (entrega e coleta)  Processamento de Pedidos  Embalagem  Impostos  Administrativos
  • 128. Componentes de Custo 129  Remuneração de Capital  Seguros  Informática  Comunicação  Pessoal  Depreciação  Suprimentos  entre outros.
  • 129. Impacto do Custo Logístico 130 VARIAÇÃO NO CUSTO LOGÍSTICO VARIAÇÃO NA MARGEM DE VENDA VARIAÇÃO NO PREÇO DE VENDA
  • 130. Glauber Ribeiro Gerente de Negócios (91) 3229 - 3932 / (91) 8269 – 4340 (98) 3082-2391 / (98) 8112 - 0032 glauber.ribeiro@abgroup.com.br www.abgroup.com.br Muito Obrigado!!! 131