SlideShare uma empresa Scribd logo
Supply Chain e Logística
Ref. Bibliográfica: Martins, Petrônio G.
Administração da Produção, Editora Saraiva, 2°Ed., Cap. 6
“Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que
cite os websites abaixo como fonte de referencia.”
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Supply Chain
Conceito de integração da empresa com todas as
demais empresas da cadeia de suprimento.
 Fornecedores, clientes e provedores externos de
meios logísticos compartilham informações e planos
necessários para tornar o canal mais eficiente e
competitivo.
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Estrutura de Supply Chain
Fornece-
dores
Procure-
ment
Manu-
fatura
Distrib.
física
Membros
do canal
Clientes
Fluxo de valor agregado
Fluxo de informações das necessidades
Alianças
com
fornecedores
Integração
logística
interna
Estratégias
clientes /trading
partner
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Exemplo de Supply Chain
Supply Chain Management: práticas de gestão para que
todas as empresas agreguem valor ao cliente.
Estrutura de uma SC
Três dimensões estruturais na SC:
 estrutura horizontal: é o número de camadas da SC;
 estrutura vertical: é o número de empresas em cada camada da
SC;
 foco: é a posição da empresa focal na estrutura da SC;
Classes de membros da SC:
 primários: empresas que executam atividades de agregação
direta de valor; e
 apoio: prestam serviços de apoio às atividades primárias.
fornecedor
fornecedor
fornecedor
fabricação
fabricação
fabricação distrib.
distrib.
distrib.
venda
venda
venda
Consumo
Consumo
Consumo
Estrutura horizontal
Estrutura vertical
Estrutura de uma SC
A SC pode ser dividida em três aninhamentos:
 cadeia interna: é composta pelos fluxos de informações e de
materiais que ocorre dentro do âmbito da empresa focal;
 cadeia imediata: é formada pelos fornecedores e clientes de
conexão imediata com a empresa focal, e que são mais
suscetíveis a negociações e estratégias compartilhadas;
 cadeia total: é formada por todas as cadeias imediatas de um
setor.
Estrutura de uma SC
Estrutura de uma SC
FF
FF
FF
FF
FF
CC
CC
CC
CC
CC
CC
CC
Empresa focal: cadeia
interna
atacado
varejo
consumo
.
.
.
.
.
.
...
...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Logística
de
aquisição
Logística
interna
Logística
de
distribuição
GESTÃO DA CADEIA DE
SUPRIMENTOS fluxo de materiais
fluxo de informações
fornecimento
Compras Fabricação Vendas
Cadeia imediata
Cadeia total
Mas qual a diferença entre a
visão de supply chain e a visão
tradicional das empresas?
Na visão antiga do negócio, cada empresa da cadeia da
produtiva somente enxergava, na melhor das hipóteses, seu
cliente imediato.
Relações entre os atores da supply chain era chamadas de
“relações binárias”.
Sem preocupação com relação entre ponto mais a montante e
ponto mais à jusante da cadeia.
Comum objetivos conflitantes entre diferentes departamentos de
uma mesma empresa.
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 1
 Visão Departamental (..1960)
- Atividades divididas em departamentos
- Estoques para amortecer a falta de sincronização
- Controles departamentais refletindo uma visão local
- Falta de visão de toda a cadeia
- Indicadores de desempenho específicos ao
departamento
- Visão de curto prazo
Fornecedores Desenv. Compras Produção Mk/vendas Distrb. Clientes
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 2
 Visão funcional: (1960 – 1990)
- Atividades aglutinadas visando redução de custos
- Visão de negócio ainda interna
- Baixa visão de toda a cadeia
- Sistemas locais – não integrados
- Indicadores de desempenho específicos à função
- Visão de curto prazo
Fornecedores
Desenv/
aquisição
Produção/
integrada
Comercial/
distribuição Clientes
12
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 3
 Visão da cadeia logística integrada (século XXI)
- Atividades desenhadas visando atender a cadeia
interna
- Integração tática
- Foco em processos eficientes
- Sistemas internos integrados em suas interfaces
- Planejamento de médio prazo
- Decisões baseadas no histórico passado
Fornecedores
Cadeia de
Valor da
empresa
Clientes
Efeito Forrester ou efeito chicote
Pequenas oscilações na demanda final produzem
grandes oscilações nos primeiros estágios das
empresas que formam a supply chain.
(alterações de demanda – unidades produtivas –
cadeia de suprimentos)
Efeito Forrester ou efeito chicote
A supply chain
“ Web - centrada”
Internet
Supply chain
E-business ou “negócio eletrônico
Supply chain dinâmica: e-commerce, e-
procurement; e-collaboration
Estruturas – ERP (enterprise resouse
planning) Sistemas integradaos de Gestão
Comércio Eletrônico
O E-Business possui três aplicações principais:
E-commerce
E-procurement
E-collaboration
O comércio eletrônico
É a realização de transações empresariais por meio
de redes de comunicação eletrônica, sem a presença
física do parceiro comercial;
Pode acontecer entre membros do arranjo logístico,
ou entre a gestão do arranjo e fornecedores ou
consumidores externos;
Se incluir serviços não comerciais (p.ex., assistência
técnica), pode ser chamado de e-business (e-biz).
Classificação quanto à natureza da
aplicação
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Logística e comércio eletrônico
Logística de
suprimento
Logística de
distribuição
FornecedorFornecedor
FabricanteFabricante
AtacadistaAtacadista
VarejistaVarejista
Portal de negóciosPortal de negócios
ConsumidorConsumidor
B2B
B2B
B2B
B2B
B2C
O meio eletrônico
pode automatizar
dois dos três fluxos:
informações
e pagamentos.
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Venda eletrônica
E-commerce: inclui o consumidor final na cadeia
de valor .
Executar os pedidos dos clientes
Comunicação entre as partes
Rastreamento automático e instantâneo de cada
pedido
Testes e diagnósticos remotos de problemas em
qualquer parte da cadeia
Registro de dados e informações relevantes
Compra eletrônica
E-procurement: é o processo de compra de
materiais incluindo procura e seleção de
fornecedores;
Pode usar portal de compras fechado, onde
fornecedores e compradores se relacionam para
negócios e visitas a catálogos eletrônicos;
Reduz custos de processamento de pedidos e tempo
de ciclo e oferece uma comunicação assíncrona e
rápida com fornecedores.
Colaboração eletrônica
E-colaboration: é o processo em que
empresas, clientes, parceiros, instituições e
consultores compartilham informações,
trabalhando on-line;
Pode ser útil em desenvolvimento de novos
produtos, pois cada parte opera em sua base,
porém conectada e atualizada com os avanços dos
parceiros;
Também pode ser útil em produção multi-
estágios (pré-montagens).
A empresa focal: o foco da análise
Ladodoco
Ladodo
Análise à jusanteAnálise à montante
A empresa focal e a TI
Ladodoco
Ladodo
e-
procurement
e- commerce
e-
collaboration
Vantagens:
Acesso rápido e global a todo e qualquer tipo de
informação
Todos os atores envolvidos no processo podem ter
acesso instantâneo a todas as particularidades do
negócio/ clientes/ fornecedores
Desvantagens:
Custos da tecnologia necessária para implantação
dessa integração eletrônica
desconfiança entre os parceiros
TENDÊNCIA: adoção em larga escala da supply chain
eletrônica
LOGÍSTICA
 É o processo de planejamento, implementação e
controle da eficiência, e do custo efetivo relacionado
ao fluxo de matéria-prima, material em processo e
produto acabado; bem como do fluxo de
informações do ponto de origem ao ponto de
consumo com o objetivo de atender o cliente.
(Council of Logistics Management)
OBS: logística não trata-se apenas da distribuição física de produtos.
LOGÍSTICA
 Busca melhorar o fluxo de materiais e
informações (conseqüentemente com redução de
custos) com o uso de:
• Modelos matemáticos.
• Softwares.
• Tecnologia da Informação.
Decisões Logísticas
Estratégicas (longo prazo):
Ex: quantidade e localização de facilidades, tipos de
equipamentos de movimentação e de produção.
Táticas (médio prazo):
Ex: meios de transporte e níveis de estoques.
Operacionais (curto prazo):
Ex: programa diário de produção, alocação de pessoal.
Problemas Clássicos de Logística
Localização de Facilidades.
Roteirização (roteamento) de Veículos.
Problemas de Transporte.
As soluções destes problemas são largamente estudas por
uma área de conhecimento chamada “Pesquisa
Operacional”.
Localização de Facilidades
A localização de serviços é importante, seja para o
escoamento da produção de maneira mais satisfatória; para
atender clientes de uma empresa de maneira mais
satisfatória; para a instalação de antenas celulares, que
tenham uma maior abrangência; para a instalação de
hospitais em regiões que atendam ao maior número possível
de habitantes, dentre outros objetivos a serem cumpridos.
Conhecido o tamanho e a localização da demanda, quantos
centros de distribuição devem ser instalados e onde instalá-
los de modo a minimizar o custo logístico do sistema?
Localização de Facilidades
Localização de Facilidades
Localização de Facilidades
Roteirização de Veículos
Problemas de Roteirização e Programação de Veículos
destacam-se como um daqueles de maior incidência em
empresas de logística, face ao seu caráter altamente
operacional.
− Entrega, em domicílio, de produtos comprados nas lojas de
varejo ou pela internet;
− Distribuição de bebidas em bares e restaurantes;
− Distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos de bancos;
− Distribuição de combustíveis para postos de gasolina;
− Coleta de lixo urbano;
− Entrega domiciliar de correspondência;
− Distribuição de produtos dos Centros de Distribuição (CD) de
atacadistas para lojas do varejo.
douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 35
D
E se todas as mercadorias não
couberem num único veículo?
Qual rota percorrer? Qual a
seqüência de clientes a
visitar de modo a minimizar a
distância total percorrida?
35
Problema do Caixeiro
Viajante
Objetivo: determinar a rota de
menor caminho (distância, tempo
ou custo) existente entre um ponto
de origem (cidade, endereço,
computador, objeto etc.) e um
ponto de destino.
Parâmetros: demanda de cada cliente, distância entre cada cliente
Variável: números de veículos, rota de cada veículo
Restrições: respeitar capacidade dos veículos, atender integralmente a
demanda
FO: Qual a rota que fornece o menor custo?
Problema de Roteamento de Veículos
Como seria o modelo
matemático deste
problema ?
douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 39
E se houver um janela
de tempo em cada
cliente?
E se o objetivo for
minimizar o tempo total
de viagem?
E se o tempo de viagem
entre cada cliente varia?
E se houver mais de 1
depósito?
Modelo Matemático para um PRV
Capacitado
Trata do transporte de alguma carga – um
produto, um material ou insumo, por exemplo – de
diversas fontes até um conjunto de destinos,
procurando minimizar custo ou maximizar lucro
ou receita, respeitando as capacidades de
fornecimento das fontes e de absorção dos
destinos.
Problemas de Transporte
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Problemas de Transporte
ci,j: custo unitário de enviar produto do fornecedor i para cliente j
xi,j: quantidade de produtos a ser enviado de i para j
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Exercícios
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
www.betagama.com.br
www.dunamath.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
Felippi Perez
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Correios
 
Gestão/Administração da produção.
Gestão/Administração da produção.Gestão/Administração da produção.
Gestão/Administração da produção.
Henrique Ferreira
 
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e DistribuiçãoSistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Aline
 
Gestão de compras
Gestão de comprasGestão de compras
Gestão de compras
Danilo Pires
 
Administração da Produção
Administração da ProduçãoAdministração da Produção
Administração da Produção
Guilherme Vieira de Moraes
 
Gestão de Processos de Negócio (BPM)
Gestão de Processos de Negócio (BPM)Gestão de Processos de Negócio (BPM)
Gestão de Processos de Negócio (BPM)
Synergia - Engenharia de Software e Sistemas
 
03 aula armazenagem
03 aula armazenagem03 aula armazenagem
03 aula armazenagem
Homero Alves de Lima
 
Just in time (jit)
Just in time (jit)Just in time (jit)
Just in time (jit)
Robson Costa
 
Cadeia de abastecimento
Cadeia de abastecimentoCadeia de abastecimento
Cadeia de abastecimento
Marcelo Aparecido Sampaio
 
Fundamentos da logistica
Fundamentos da logisticaFundamentos da logistica
Fundamentos da logistica
lopes22
 
Logística Empresarial - Introdução
Logística Empresarial - IntroduçãoLogística Empresarial - Introdução
Logística Empresarial - Introdução
WeNova Consulting
 
Composto de Marketing
Composto de MarketingComposto de Marketing
Composto de Marketing
Graziela Bernardo Mota
 
A automação nos processos e sistemas logísticos
A automação nos processos e sistemas logísticosA automação nos processos e sistemas logísticos
A automação nos processos e sistemas logísticos
Rafaella Belchior
 
Aula 01 gestao de materiais
Aula 01 gestao de materiaisAula 01 gestao de materiais
Aula 01 gestao de materiais
Larissa da Costa Melo
 
Gestão de compras
Gestão de comprasGestão de compras
Gestão de compras
HealthMinds Academy
 
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
douglas
 
Aula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de ProduçãoAula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de Produção
Unidade Acedêmica de Engenharia de Produção
 
IntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
IntroduçãO à AdministraçãO De MateriaisIntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
IntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
lvalini
 
Adm Producao
Adm ProducaoAdm Producao

Mais procurados (20)

Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
 
Gestão/Administração da produção.
Gestão/Administração da produção.Gestão/Administração da produção.
Gestão/Administração da produção.
 
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e DistribuiçãoSistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
 
Gestão de compras
Gestão de comprasGestão de compras
Gestão de compras
 
Administração da Produção
Administração da ProduçãoAdministração da Produção
Administração da Produção
 
Gestão de Processos de Negócio (BPM)
Gestão de Processos de Negócio (BPM)Gestão de Processos de Negócio (BPM)
Gestão de Processos de Negócio (BPM)
 
03 aula armazenagem
03 aula armazenagem03 aula armazenagem
03 aula armazenagem
 
Just in time (jit)
Just in time (jit)Just in time (jit)
Just in time (jit)
 
Cadeia de abastecimento
Cadeia de abastecimentoCadeia de abastecimento
Cadeia de abastecimento
 
Fundamentos da logistica
Fundamentos da logisticaFundamentos da logistica
Fundamentos da logistica
 
Logística Empresarial - Introdução
Logística Empresarial - IntroduçãoLogística Empresarial - Introdução
Logística Empresarial - Introdução
 
Composto de Marketing
Composto de MarketingComposto de Marketing
Composto de Marketing
 
A automação nos processos e sistemas logísticos
A automação nos processos e sistemas logísticosA automação nos processos e sistemas logísticos
A automação nos processos e sistemas logísticos
 
Aula 01 gestao de materiais
Aula 01 gestao de materiaisAula 01 gestao de materiais
Aula 01 gestao de materiais
 
Gestão de compras
Gestão de comprasGestão de compras
Gestão de compras
 
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
 
Aula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de ProduçãoAula 2 - Sistemas de Produção
Aula 2 - Sistemas de Produção
 
IntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
IntroduçãO à AdministraçãO De MateriaisIntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
IntroduçãO à AdministraçãO De Materiais
 
Adm Producao
Adm ProducaoAdm Producao
Adm Producao
 

Semelhante a Administração da Produção - Supply Chain e Logistica

Introdução à SCM
Introdução à SCMIntrodução à SCM
Introdução à SCM
CLT Valuebased Services
 
Aula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdfAula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdf
julianocorrea17
 
Aula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_SAula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_S
mifarias
 
PALESTRA ERP
PALESTRA ERPPALESTRA ERP
PALESTRA ERP
Fabio Pimenta
 
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Everton Souza
 
Prointer parcial
Prointer parcialProinter parcial
Prointer parcial
Ana Paula
 
CPFR lean SCM
CPFR lean SCMCPFR lean SCM
O brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valorO brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valor
Fernando Alcoforado
 
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
SAP Ariba
 
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De SuprimentosPro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Joel Soares Anjos, MSc
 
Scm
ScmScm
CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016
Marcelo Murad Saad
 
Sistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEISistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEI
Brunomaglione
 
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
z133014
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
Jonathan Nascyn
 
si
 si si
Competição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentosCompetição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentos
Ricardo Domingues
 
Lean Supply Chain Management
Lean Supply Chain ManagementLean Supply Chain Management
Lean Supply Chain Management
CLT Valuebased Services
 
Projeto
ProjetoProjeto
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSASUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
Paulo Roberto Bertaglia
 

Semelhante a Administração da Produção - Supply Chain e Logistica (20)

Introdução à SCM
Introdução à SCMIntrodução à SCM
Introdução à SCM
 
Aula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdfAula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdf
 
Aula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_SAula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_S
 
PALESTRA ERP
PALESTRA ERPPALESTRA ERP
PALESTRA ERP
 
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
 
Prointer parcial
Prointer parcialProinter parcial
Prointer parcial
 
CPFR lean SCM
CPFR lean SCMCPFR lean SCM
CPFR lean SCM
 
O brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valorO brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valor
 
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
 
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De SuprimentosPro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
 
Scm
ScmScm
Scm
 
CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016
 
Sistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEISistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEI
 
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
si
 si si
si
 
Competição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentosCompetição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentos
 
Lean Supply Chain Management
Lean Supply Chain ManagementLean Supply Chain Management
Lean Supply Chain Management
 
Projeto
ProjetoProjeto
Projeto
 
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSASUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
SUPPLY CHAIN, INTERNET E UMA LOGISTICA PRA LA DE NERVOSA
 

Mais de douglas

TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínuaTPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
douglas
 
Administração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - CronoanaliseAdministração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - Cronoanalise
douglas
 
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e LocalizaçãoAdministração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
douglas
 
Administração da Produção - Produto
Administração da Produção - ProdutoAdministração da Produção - Produto
Administração da Produção - Produto
douglas
 
Administração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de DemandaAdministração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de Demanda
douglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de CapacidadeAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
douglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de EstoquesAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
douglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
douglas
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
douglas
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
douglas
 
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo FisicoAdministração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
douglas
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operações
douglas
 

Mais de douglas (18)

TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínuaTPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
 
Administração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - CronoanaliseAdministração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - Cronoanalise
 
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e LocalizaçãoAdministração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
 
Administração da Produção - Produto
Administração da Produção - ProdutoAdministração da Produção - Produto
Administração da Produção - Produto
 
Administração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de DemandaAdministração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de Demanda
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de CapacidadeAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de EstoquesAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
 
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
 
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo FisicoAdministração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operações
 

Último

UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 

Último (20)

UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 

Administração da Produção - Supply Chain e Logistica

  • 1. Supply Chain e Logística Ref. Bibliográfica: Martins, Petrônio G. Administração da Produção, Editora Saraiva, 2°Ed., Cap. 6 “Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que cite os websites abaixo como fonte de referencia.” www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 2. Supply Chain Conceito de integração da empresa com todas as demais empresas da cadeia de suprimento.  Fornecedores, clientes e provedores externos de meios logísticos compartilham informações e planos necessários para tornar o canal mais eficiente e competitivo. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 3. Estrutura de Supply Chain Fornece- dores Procure- ment Manu- fatura Distrib. física Membros do canal Clientes Fluxo de valor agregado Fluxo de informações das necessidades Alianças com fornecedores Integração logística interna Estratégias clientes /trading partner www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 4. Exemplo de Supply Chain Supply Chain Management: práticas de gestão para que todas as empresas agreguem valor ao cliente.
  • 5. Estrutura de uma SC Três dimensões estruturais na SC:  estrutura horizontal: é o número de camadas da SC;  estrutura vertical: é o número de empresas em cada camada da SC;  foco: é a posição da empresa focal na estrutura da SC; Classes de membros da SC:  primários: empresas que executam atividades de agregação direta de valor; e  apoio: prestam serviços de apoio às atividades primárias.
  • 7. A SC pode ser dividida em três aninhamentos:  cadeia interna: é composta pelos fluxos de informações e de materiais que ocorre dentro do âmbito da empresa focal;  cadeia imediata: é formada pelos fornecedores e clientes de conexão imediata com a empresa focal, e que são mais suscetíveis a negociações e estratégias compartilhadas;  cadeia total: é formada por todas as cadeias imediatas de um setor. Estrutura de uma SC
  • 8. Estrutura de uma SC FF FF FF FF FF CC CC CC CC CC CC CC Empresa focal: cadeia interna atacado varejo consumo . . . . . . ... ... . . . . . . . . . Logística de aquisição Logística interna Logística de distribuição GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS fluxo de materiais fluxo de informações fornecimento Compras Fabricação Vendas Cadeia imediata Cadeia total
  • 9. Mas qual a diferença entre a visão de supply chain e a visão tradicional das empresas? Na visão antiga do negócio, cada empresa da cadeia da produtiva somente enxergava, na melhor das hipóteses, seu cliente imediato. Relações entre os atores da supply chain era chamadas de “relações binárias”. Sem preocupação com relação entre ponto mais a montante e ponto mais à jusante da cadeia. Comum objetivos conflitantes entre diferentes departamentos de uma mesma empresa.
  • 10. Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 1  Visão Departamental (..1960) - Atividades divididas em departamentos - Estoques para amortecer a falta de sincronização - Controles departamentais refletindo uma visão local - Falta de visão de toda a cadeia - Indicadores de desempenho específicos ao departamento - Visão de curto prazo Fornecedores Desenv. Compras Produção Mk/vendas Distrb. Clientes
  • 11. Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 2  Visão funcional: (1960 – 1990) - Atividades aglutinadas visando redução de custos - Visão de negócio ainda interna - Baixa visão de toda a cadeia - Sistemas locais – não integrados - Indicadores de desempenho específicos à função - Visão de curto prazo Fornecedores Desenv/ aquisição Produção/ integrada Comercial/ distribuição Clientes
  • 12. 12 Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 3  Visão da cadeia logística integrada (século XXI) - Atividades desenhadas visando atender a cadeia interna - Integração tática - Foco em processos eficientes - Sistemas internos integrados em suas interfaces - Planejamento de médio prazo - Decisões baseadas no histórico passado Fornecedores Cadeia de Valor da empresa Clientes
  • 13. Efeito Forrester ou efeito chicote Pequenas oscilações na demanda final produzem grandes oscilações nos primeiros estágios das empresas que formam a supply chain. (alterações de demanda – unidades produtivas – cadeia de suprimentos)
  • 14. Efeito Forrester ou efeito chicote
  • 15. A supply chain “ Web - centrada” Internet Supply chain E-business ou “negócio eletrônico Supply chain dinâmica: e-commerce, e- procurement; e-collaboration Estruturas – ERP (enterprise resouse planning) Sistemas integradaos de Gestão
  • 16. Comércio Eletrônico O E-Business possui três aplicações principais: E-commerce E-procurement E-collaboration
  • 17. O comércio eletrônico É a realização de transações empresariais por meio de redes de comunicação eletrônica, sem a presença física do parceiro comercial; Pode acontecer entre membros do arranjo logístico, ou entre a gestão do arranjo e fornecedores ou consumidores externos; Se incluir serviços não comerciais (p.ex., assistência técnica), pode ser chamado de e-business (e-biz).
  • 18. Classificação quanto à natureza da aplicação www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 19. Logística e comércio eletrônico Logística de suprimento Logística de distribuição FornecedorFornecedor FabricanteFabricante AtacadistaAtacadista VarejistaVarejista Portal de negóciosPortal de negócios ConsumidorConsumidor B2B B2B B2B B2B B2C O meio eletrônico pode automatizar dois dos três fluxos: informações e pagamentos. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 20. Venda eletrônica E-commerce: inclui o consumidor final na cadeia de valor . Executar os pedidos dos clientes Comunicação entre as partes Rastreamento automático e instantâneo de cada pedido Testes e diagnósticos remotos de problemas em qualquer parte da cadeia Registro de dados e informações relevantes
  • 21. Compra eletrônica E-procurement: é o processo de compra de materiais incluindo procura e seleção de fornecedores; Pode usar portal de compras fechado, onde fornecedores e compradores se relacionam para negócios e visitas a catálogos eletrônicos; Reduz custos de processamento de pedidos e tempo de ciclo e oferece uma comunicação assíncrona e rápida com fornecedores.
  • 22. Colaboração eletrônica E-colaboration: é o processo em que empresas, clientes, parceiros, instituições e consultores compartilham informações, trabalhando on-line; Pode ser útil em desenvolvimento de novos produtos, pois cada parte opera em sua base, porém conectada e atualizada com os avanços dos parceiros; Também pode ser útil em produção multi- estágios (pré-montagens).
  • 23. A empresa focal: o foco da análise Ladodoco Ladodo Análise à jusanteAnálise à montante
  • 24. A empresa focal e a TI Ladodoco Ladodo e- procurement e- commerce e- collaboration
  • 25. Vantagens: Acesso rápido e global a todo e qualquer tipo de informação Todos os atores envolvidos no processo podem ter acesso instantâneo a todas as particularidades do negócio/ clientes/ fornecedores Desvantagens: Custos da tecnologia necessária para implantação dessa integração eletrônica desconfiança entre os parceiros TENDÊNCIA: adoção em larga escala da supply chain eletrônica
  • 26. LOGÍSTICA  É o processo de planejamento, implementação e controle da eficiência, e do custo efetivo relacionado ao fluxo de matéria-prima, material em processo e produto acabado; bem como do fluxo de informações do ponto de origem ao ponto de consumo com o objetivo de atender o cliente. (Council of Logistics Management) OBS: logística não trata-se apenas da distribuição física de produtos.
  • 27. LOGÍSTICA  Busca melhorar o fluxo de materiais e informações (conseqüentemente com redução de custos) com o uso de: • Modelos matemáticos. • Softwares. • Tecnologia da Informação.
  • 28. Decisões Logísticas Estratégicas (longo prazo): Ex: quantidade e localização de facilidades, tipos de equipamentos de movimentação e de produção. Táticas (médio prazo): Ex: meios de transporte e níveis de estoques. Operacionais (curto prazo): Ex: programa diário de produção, alocação de pessoal.
  • 29. Problemas Clássicos de Logística Localização de Facilidades. Roteirização (roteamento) de Veículos. Problemas de Transporte. As soluções destes problemas são largamente estudas por uma área de conhecimento chamada “Pesquisa Operacional”.
  • 30. Localização de Facilidades A localização de serviços é importante, seja para o escoamento da produção de maneira mais satisfatória; para atender clientes de uma empresa de maneira mais satisfatória; para a instalação de antenas celulares, que tenham uma maior abrangência; para a instalação de hospitais em regiões que atendam ao maior número possível de habitantes, dentre outros objetivos a serem cumpridos. Conhecido o tamanho e a localização da demanda, quantos centros de distribuição devem ser instalados e onde instalá- los de modo a minimizar o custo logístico do sistema?
  • 34. Roteirização de Veículos Problemas de Roteirização e Programação de Veículos destacam-se como um daqueles de maior incidência em empresas de logística, face ao seu caráter altamente operacional. − Entrega, em domicílio, de produtos comprados nas lojas de varejo ou pela internet; − Distribuição de bebidas em bares e restaurantes; − Distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos de bancos; − Distribuição de combustíveis para postos de gasolina; − Coleta de lixo urbano; − Entrega domiciliar de correspondência; − Distribuição de produtos dos Centros de Distribuição (CD) de atacadistas para lojas do varejo.
  • 35. douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 35 D E se todas as mercadorias não couberem num único veículo? Qual rota percorrer? Qual a seqüência de clientes a visitar de modo a minimizar a distância total percorrida? 35 Problema do Caixeiro Viajante Objetivo: determinar a rota de menor caminho (distância, tempo ou custo) existente entre um ponto de origem (cidade, endereço, computador, objeto etc.) e um ponto de destino.
  • 36. Parâmetros: demanda de cada cliente, distância entre cada cliente Variável: números de veículos, rota de cada veículo Restrições: respeitar capacidade dos veículos, atender integralmente a demanda FO: Qual a rota que fornece o menor custo? Problema de Roteamento de Veículos
  • 37.
  • 38. Como seria o modelo matemático deste problema ?
  • 39. douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 39 E se houver um janela de tempo em cada cliente? E se o objetivo for minimizar o tempo total de viagem? E se o tempo de viagem entre cada cliente varia? E se houver mais de 1 depósito? Modelo Matemático para um PRV Capacitado
  • 40. Trata do transporte de alguma carga – um produto, um material ou insumo, por exemplo – de diversas fontes até um conjunto de destinos, procurando minimizar custo ou maximizar lucro ou receita, respeitando as capacidades de fornecimento das fontes e de absorção dos destinos. Problemas de Transporte www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 41. Problemas de Transporte ci,j: custo unitário de enviar produto do fornecedor i para cliente j xi,j: quantidade de produtos a ser enviado de i para j www.betagama.com.brwww.dunamath.com

Notas do Editor

  1. Clique para adicionar texto
  2. Aumentou de 100 para 110. Estoque rediziu de 100 para 90. E deseja elevar estoque para 110. Portanto, deve produzir 20 a mais, ou seja 120. Outra forma: aumentou de 100 para 110. // Restrição de equilíbrio de estoque
  3. Business; government; customer
  4. 3 interfaces
  5. Não há mais desculpas como: o telefone estava desligado ou “não tivemos acesso ‘a informacao em tempo hábil.
  6. Fornecedores, consumidor, fabricante, depositos