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Índice
2
Tópico Slide
Histórico dos Estudos de Tempo 4
Conceitos em Cronometragem 16
Avaliação de Ritmo 29
Tempo Padrão 34
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3
Introdução
“O tempo é sem dúvida o fator mais simples
e de maior importância para a nossa vida
cotidiana, tanto doméstica como industrial
está intimamente ligado ao dinheiro”
.
“TIME IS MONEY”
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4
HISTÓRICO DO ESTUDO DE TEMPOS E DE
MOVIMENTOS
Frederick Taylor (1856 – 1915)
a) Criador da “Administração Científica”.
b) As 4 funções básicas da Administração.
c) Expansão Industrial Americana x MO
desqualificada.
d) Divisão do trabalho.
e) Necessidade de Treinamento.
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5
f. Necessidade de estudos preliminares para
qualquer atividade a fim de se encontrar o
melhor método.
g. Padronização do trabalho.
h. Co-participação entre capital e trabalho.
i. Interesses dos trabalhadores X da empresa
Taylor.
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6
Frank Bunker Gilbreth e Lílian Molle Gilbreth
(1885)
a) Atividades manuais de qualquer tarefa
dividida em 19 movimentos básicos.
b) Descrição do método de trabalho pelo uso
de simbolos.
c) Oscolha dos movimentos mais simples, de
menor fadiga e com maior valor de trabalho
agregado.
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Herold Bright Maynard, John L. Schwab e
Gustave James Stegemerten (1940)
a) Desenvolvimento do "MTM - Methods Time
Measurement".
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8
Henri Fayol (1841-1925)
a) Sempre afirmou que seu êxito se devia não
só às suas qualidades pessoais, mas aos
métodos que empregava.
b) Centrou a atenção no papel da gestão e nas
qualificações dos gestores.
c) Analisou como é que uma empresa poderia
organizar-se de forma mais eficaz.
d) Pai da ideia da organização estrutural das
empresas por funções.
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9
Administração Científica no Século XXI
➢A Administração Científica provou que tem um lugar em
uma economia pós-industrial ainda que de forma híbrida com
o modelo de relações humanas.
➢O modelo de Relações Humanos adicionou uma nova
dimensão à Adm. Científica, sendo possível que as empresas
trabalhem segundo os principais princípios de Taylor (Ex:
estudos de tempos e movimentos, divisão do trabalho) e ao
mesmo tempo considerem fatores humanísticos como:
encorajar a pró-atividade dos funcionários, flexibilidade e mais
autonomia para tomada de decisões, respeitando a
inteligência do trabalhador moderno.
Ver artigo em “anexos”.
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10
Estudo de métodos e tempos
➢ É a analise dos métodos, materiais, ferramentas e
instalações utilizadas para a execução de um trabalho, que tem
por finalidade:
▪ Encontrar uma forma mais econômica de se fazer um
trabalho.
▪ Normalizar os métodos, materiais, ferramentas e
instalações.
▪ Determinar exatamente o tempo necessário para um
empregado realizar um trabalho em ritmo normal.
▪ Ajudar no treinamento de um trabalhador em um método
novo..
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11
Origem da Cronometragem
➢ Tem-se informações de que as primeiras cronometragens
foram realizadas na França, em meados do século XVIII e na
Inglaterra 70 anos mais tarde. Eram, no entanto, tomadas de
tempos total de uma operação sem decomposição de
elementos e avaliação de ritmo, fatores indispensáveis para
uma boa análise.
➢ Os protótipos dos estudos no fim do século XIX foram
realizados por FREDERICK WISLOW TAYLOR, na Midvale
Steel Co. – Filadélfia – U.S.A. e devido a isso TAYLOR
atualmente é reconhecido como o pai da técnica de
cronometragem.
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12
Cronoanálise - Definição
Cronoanálise é a ferramenta necessária às empresas fabris
que têm a necessidade de conhecer sua capacidade produtiva,
a necessidade de mão de obra e de máquinas, para atender a
uma produção preestabelecida.
.
Cronoanálise = Cronometragem + Análise de atividades
➢ Coloca em evidência cada operação ou elemento de
transformação em cada produto ou parte dele, possibilitando
agregar valores a cada mudança realizada em termos de mão
de obra, dispositivos e máquinas empregadas.
.
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13
Importância da Cronoanálise
➢Exemplos clássicos de uso em empresas:
o Atualizar banco de dados do software ERP.
o Entrada de novo produto na linha de
produção (comparar tempo planejado e real).
o Melhoria dos métodos p/ aumentar a
produtividade.
➢Na indústria, profissionalmente, na vida prática...
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14
Objetivos do Estudo de Tempo
✓Eliminar operações desnecessárias.
✓Reduzir elementos de fadiga.
✓Aprimorar o layout.
✓Determinar a real capacidade produtiva das
operações.
✓Determinar carga homem-máquina (saturação do
operador).
✓Ferramentas para otimizar balanceamento da linha.
✓Facilitar administração visual.
✓Melhorar as condições ergonômicas de trabalho.
✓Reduzir de setup.
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15
Instrumentos para cronometragem
✓Lápis ou lapiseira.
✓Calculadora.
✓Prancheta
✓Cronômetro.
✓Formulários.
✓Filmadora.
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16
Tolerâncias em geral
➢Qualquer serviço que o operador deve executar,
mas que não se repete em cada ciclo, como por
exemplo: verificar as medidas, transportar o material,
trocar ferramentas, limpar cavacos ou operações
semelhantes, deve ser estudado com cuidado
quando for elaborado os diversos fatores de
tolerâncias.
Conceitos em Cronometragem
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17
Tolerâncias pessoal
➢Toda a tolerância dada ao empregado permitida
pela firma: preparação para almoço, banho, tempo
para lanche, necessidades fisiológicas, etc. Também
deverá ser considerada a tolerância para fadiga e
atrasos inevitáveis.
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18
PROCESSO
➢É a aplicação de meios mecânicos, químicos ou outros, que
modificam o tamanho, forma ou condições de um objeto.
MOVIMENTO
➢É a ação de mudança de lugar ou posição, ou o movimento
necessário para a execução do trabalho.
MÉTODO
➢É a maneira como é executado o processo em relação à
sequencia dos movimentos usados pelo operador, o trajeto
percorrido pelo objeto e outros fatores que influenciam no
resultado do tempo e da distância percorrida.
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19
ELEMENTO
➢São as partes em que a operação pode ser
dividida.
➢Tem a finalidade de verificar o método de
trabalho e deve ser compatível com a obtenção de
uma medida precisa.
➢Tomar o cuidado de não dividir a operação em
um número excessivo de elementos.
“Um elemento consiste de um ou mais movimentos
que formam uma parte significativa de todo o ciclo”.
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20
➢É importantíssimo identificar pontos de separação
claros entre os elementos.
➢A divisão em elementos deve ter informações
suficientes para reconstruir completamente o ciclo
da peça.
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21
CICLO
➢É uma série de elementos que se repetem numa mesma
sequencia durante a operação.
ELEMENTO CÍCLICO
➢É um elemento que se repete em cada ciclo de uma
operação.
ELEMENTO NÃO CÍCLICO
➢É um elemento que não se repete em cada ciclo, porem só
de vez em quando, de modo a atender às necessidades de
execução do trabalho. Por exemplo: lubrificar o estampo.
Quando é feito uma vez a cada 10 peças. Porém não é feito a
cada ciclo, mas é necessário para executar o trabalho.
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22
1) Pegar arruela com a mão direita e a rebite
com a mão esquerda e colocar no dispositivo.
2) Acionar bimanual.
3) Rebitar.
4) Pegar conjunto do dispositivo com a mão
direita e dispor na esteira.
5) Medir altura da cabeça rebitada (a cada 500
peças)
Ex: Operação de Rebitagem
➢Quais elementos são cíclicos
e acíclicos?
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23
ELEMENTO ANORMAL
➢É um elemento onde a sequencia de movimentos é
modificada ou exagerada, outra série de movimentos
introduzida, ou uma série de movimentos eliminada.
➢Por exemplo, ao colocar o material na prensa ocorre
ocasionalmente uma dificuldade de introdução devido a uma
rebarba, resultando em um aumento excessivo de tempo
gasto.
ELEMENTO ESTRANHO
➢É um elemento que ocorre de vez em quando, mas não é
necessário para executar a operação.
➢São exemplos de elementos estranhos:tomar água, acender
cigarro,falar com outro operador...
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24
TEMPO MÉDIO – ELEMENTO CICLICO
➢É o resultado obtido, eliminando-se os elementos anormais
assinalados, os quais devem ser explicados e justificados, e
somando-se os tempos dos elementos restantes e dividindo-
se a soma obtida pelo número de elementos não eliminados.
TEMPO MÉDIO – ELEMENTO NÃO CICLICO
➢É o resultado obtido, eliminando-se os elementos anormais,
os quais devem ser explicados e justificados, e dividindo-se a
soma dos tempos restantes dos elementos não cíclicos pela
quantidade de peças que devem ser consideradas.
TEMPO MÉDIO TOTAL
➢É a soma dos tempos médios dos elementos cíclicos e não
cíclicos.
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25
OPERAÇÃO
➢É um conjunto de elementos cíclicos e não cíclicos
necessários à execução do trabalho.
OBSERVAÇÃO
➢É a leitura do cronômetro e correspondentes anotações na
folha de observações.
CODIFICAÇÃO
➢É a identificação e classificação de elementos estranhos,
elementos anormais, interrupções e elementos não cíclicos,
bem como símbolos e abreviações para a descrição do
elemento.
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26
➢Movimentos básicos:
1) PEGAR: Inclui todos os movimentos para alcançar e pegar um objeto.
2) COLOCAR: Inclui os movimentos para mover a mão ou um objeto para
outro lugar, geralmente onde o processo será efetuado
3) PROCESSAR: Inclui os movimentos necessários para montar ou
desmontar uma peça, usar uma ferramenta ou a própria mão e mudar a
forma de um objeto.
4) DISPOR: Inclui os movimentos executados para conduzir um objeto
para um ponto onde ele será conservado.
Movimentos:
➢Todo trabalho manual compreende uma série relativamente
pequena de movimentos fundamentais
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27
➢Movimentos suplementares:
1) SEGURAR: O ato compreende a retenção de um objeto pela mão.
2) ESPERAR: O ato inclui descansos, atrasos evitáveis e inevitáveis.
➢Tanto SEGURAR como ESPERAR, podem interromper qualquer outro
ato, ou ocorrer com uma mão e simultaneamente com outro ato que
ocorre com a outra mão
➢Movimentos menores:
oProcurar, Selecionar, Tocar, Mover sem Carga, Mover com
Carga, Soltar, Posicionar, Pré-posicionar, Inspecionar, Montar,
Desmontar, Atraso Inevitável, Atraso Evitável, Planejar,
Descansar...
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28
OPERADOR NORMAL
➢É um operador habilitado, bem treinado e adaptado
para o tipo de trabalho a ser executado.
DESEMPENHO NORMAL
✓É obtido quando um operador normal executa uma
sequencia de movimentos necessários, quando ele
produz com qualidade e segurança; e com
movimentos naturais e um ritmo que pode ser
mantido durante o dia inteiro sem fadiga excessiva.
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29
Avaliação de Ritmo
A velocidade V (também denominada de Ritmo) do
operador é determinada subjetivamente por parte do
cronometrista, que a referencia à assim denominada
velocidade normal de operação, à qual é atribuído
um valor 1,00 (ou 100%).
Assim, se: V = 100% → Velocidade Normal
V > 100% → Velocidade Acelerada
V < 100% → Velocidade Lenta
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30
O ritmo é o fator que mede a influência dos componentes
“habilidade” e “esforço” na produtividade da operação.
O “esforço” pode ser definido como a quantidade de
trabalho que o operador pode ou quer dar. É influenciado por
diversos fatores como: disposição física, entusiasmo do
operador, cansaço em diferentes momentos do dia e outros. E
esforço varia no dia a dia.
A “habilidade” é o que o operador traz para o trabalho como
potencial próprio. Depende de fatores como: destreza manual,
experiência, inteligência, poucas interrupções e hesitações
durante o trabalho. A habilidade não varia no dia a dia.
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31
Percentuais para cálculo da eficiência do operador (apenas uma referência)
Adaptado de “Cronoanálise. O&M. 1974.
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32
Conceitos para classificação da habilidade e do esforço
Adaptado de “Cronoanálise. O&M. 1974.
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33
Tolerâncias (Adicionais de Fadiga)
➢Temperatura Ambiente
➢Poeira e Fumaça.
➢Iluminação.
➢Barulho.
➢Atenção e Concentração: tamanho do campo visual/ objeto
➢Irritabilidade do Material.
➢Monotonia.
➢Fadiga Mental: possibilidade de perda de material ou acidente
➢Fadiga Física: tamanho da carga
➢Esforço: complexidade dos movimentos.
➢Postura: sentado, em pé, posição difícil
➢Necessidades pessoais: proximidade de instalações sanit. / bebedouros
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34
TEMPO STANDARD (TEMPO PADRÃO)
➢ É o tempo total necessário para a execução do trabalho
(tempo normal+tolerâncias)
Fazer Nivelamento dos
tempos cronometrados
Uma vez obtidas as n cronometragens válidas, deve-se:
o Calcular a média da n cronometragens, obtendo-se
Tempo Cronometrado (TC) ou Tempo Real ;
o Calcular o Tempo Normal (TN):
TN = TC x V
o Calcular o Tempo Padrão (TP)
TP = TN x FT
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35
Nivelamento
“Outliers” devem ser eliminados, ou seja, tempos bastante
diferentes dos demais valores cronometrados devem ser
desprezados para não “contaminar” o Tempo Normal, uma vez
que algo diferente ocorreu. Isto pode ser causado por fatores
como:
•Erro humano por parte do Cronoanalista: embora raro num
profissional treinado, isto pode ocorrer e não deve interferir no
resultado final.
•Elementos Estranhos: são elementos desnecessários à
operação, como por exemplo, o operador enxugar o suor da
testa.
•Elementos Anormais: modificam a sequencia natural de
movimentos de forma exagerada, como por exemplo, uma
rebarba dificultando o encaixe de uma peça ou ferramenta.
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36
Exemplo: Uma empresa do ramo metalúrgico deseja determinar o tempo
padrão necessário, com 90% de confiabilidade e um erro relativo de 5%,
para a fabricação de determinado componente que será utilizado na linha
de montagem. O analista de processos realizou uma cronometragem
preliminar de nove tomadas de tempo, obtendo os dados a seguir.
Pergunta-se:
a. O número de amostragens é suficiente?
b. Qual o tempo cronometrado (TC) e o tempo normal (TN)?
c. Qual o tempo padrão (TP) se a fabrica definir um índice de tolerância
de 15%?
d. Caso a empresa conceda 12 minutos para necessidades pessoais,
15 minutos para lanches e 20 minutos para alívio de fadiga em um
dia de 8 horas de trabalho, qual será o novo tempo padrão?
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37
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38
Continuação...
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39
Número de ciclos a serem cronometrados
Onde: n ... Número de ciclos a cronometrar
z ... Coeficiente da distribuição Normal Padrão
R ... Amplitude da amostra
d2 ... Coeficiente que depende do número de
cronometragens realizadas preliminarmente
X .. Média da amostra
Er: erro relativo
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40
Exemplo com Atividades Acíclicas
Um produto é processado em 3 operações cuja soma dos
tempos padrões é de 3,5 minutos. O tempo padrão do setup é
de 5 minutos para 1000 peças. As peças produzidas são
colocadas em uma caixa com capacidade para 100 peças,
que quando cheio é fechado e colocado ao lado. O tempo
necessário para fechar uma caixa é de 1,5 minutos.
Calcular o tempo padrão de 1 peça.
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41
TEMPO - conversão
Tempo sexagesimal (segundos) transformado para o
sistema centesimal (centésimos)
•1 segundo = 1/60 = 0,017 min
•10 segundos = 10/60 = 0,17 min
•20 segundos = 20/60 = 0,33 min
•30 segundos = 30/60 = 0,50 min
Tempo centesimal (centésimos) transformado para o
sistema sexagesimal (segundos)
•1 centésimo = 0,01 * 60 = 0,6 seg
•10 centésimos = 0,10 * 60 = 6,0 seg
•20 centésimos = 0,20 * 60 = 12,0 seg
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42
Estudo Geral dos Movimentos
➢Lei 1: quando ambas as mãos começam e completam o
movimento simultaneamente e não ficam paradas, exceto
durante períodos curtos, aproxima-se do desempenho
máximo.
➢Lei 2: quando os movimentos dos braços são executados
simultaneamente em direções opostas e em trajetórias
simétricas, o ritmo e a automaticidade desenvolvem-se mais
naturalmente.
➢Lei 3: a sequencia de movimentos que emprega as divisões
básicas menos numerosas do desempenho é a melhor para a
execução de determinada tarefa.
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43
➢Lei 4: quando os movimentos são limitados às
classificações práticas mais baixas, aproxima-se do máximo
em desempenho e mínimo em fadiga.
➢Lei 5: quando as condições são as mesmas, o tempo
requerido para executar todas as divisões básicas da
execução é constante para qualquer grau de habilidade e
esforço.
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44
▪A hesitação ou a parada temporária e frequente do
movimento deve ser analisada.
▪A melhor sequencia de movimentos para outras espécies de
trabalho é útil para sugerir a melhor sequencia.
▪Todo o material e ferramentas devem estar localizados de
forma a permitir o seguimento da sequencia adequada de
movimentos.
▪As ferramentas e materiais devem ser pré-posicionados de
forma a eliminar a “procura e escolha” das operações básicas.
▪As mãos devem ser aliviadas de todo trabalho que pode ser
feito com os pés ou outras partes do corpo, arranjado outro
trabalho para as mãos retomadas aqui que seja executado ao
mesmo tempo.
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45
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Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6

  • 1. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.br Curso Cronoanálise www.dunamath.com “Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que cite os websites abaixo como fonte de referencia.” Parte 1 de 6
  • 2. Índice 2 Tópico Slide Histórico dos Estudos de Tempo 4 Conceitos em Cronometragem 16 Avaliação de Ritmo 29 Tempo Padrão 34 Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 3. 3 Introdução “O tempo é sem dúvida o fator mais simples e de maior importância para a nossa vida cotidiana, tanto doméstica como industrial está intimamente ligado ao dinheiro” . “TIME IS MONEY” Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 4. 4 HISTÓRICO DO ESTUDO DE TEMPOS E DE MOVIMENTOS Frederick Taylor (1856 – 1915) a) Criador da “Administração Científica”. b) As 4 funções básicas da Administração. c) Expansão Industrial Americana x MO desqualificada. d) Divisão do trabalho. e) Necessidade de Treinamento. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 5. 5 f. Necessidade de estudos preliminares para qualquer atividade a fim de se encontrar o melhor método. g. Padronização do trabalho. h. Co-participação entre capital e trabalho. i. Interesses dos trabalhadores X da empresa Taylor. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 6. 6 Frank Bunker Gilbreth e Lílian Molle Gilbreth (1885) a) Atividades manuais de qualquer tarefa dividida em 19 movimentos básicos. b) Descrição do método de trabalho pelo uso de simbolos. c) Oscolha dos movimentos mais simples, de menor fadiga e com maior valor de trabalho agregado. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 7. Herold Bright Maynard, John L. Schwab e Gustave James Stegemerten (1940) a) Desenvolvimento do "MTM - Methods Time Measurement". Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 8. 8 Henri Fayol (1841-1925) a) Sempre afirmou que seu êxito se devia não só às suas qualidades pessoais, mas aos métodos que empregava. b) Centrou a atenção no papel da gestão e nas qualificações dos gestores. c) Analisou como é que uma empresa poderia organizar-se de forma mais eficaz. d) Pai da ideia da organização estrutural das empresas por funções. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 9. 9 Administração Científica no Século XXI ➢A Administração Científica provou que tem um lugar em uma economia pós-industrial ainda que de forma híbrida com o modelo de relações humanas. ➢O modelo de Relações Humanos adicionou uma nova dimensão à Adm. Científica, sendo possível que as empresas trabalhem segundo os principais princípios de Taylor (Ex: estudos de tempos e movimentos, divisão do trabalho) e ao mesmo tempo considerem fatores humanísticos como: encorajar a pró-atividade dos funcionários, flexibilidade e mais autonomia para tomada de decisões, respeitando a inteligência do trabalhador moderno. Ver artigo em “anexos”. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 10. 10 Estudo de métodos e tempos ➢ É a analise dos métodos, materiais, ferramentas e instalações utilizadas para a execução de um trabalho, que tem por finalidade: ▪ Encontrar uma forma mais econômica de se fazer um trabalho. ▪ Normalizar os métodos, materiais, ferramentas e instalações. ▪ Determinar exatamente o tempo necessário para um empregado realizar um trabalho em ritmo normal. ▪ Ajudar no treinamento de um trabalhador em um método novo.. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 11. 11 Origem da Cronometragem ➢ Tem-se informações de que as primeiras cronometragens foram realizadas na França, em meados do século XVIII e na Inglaterra 70 anos mais tarde. Eram, no entanto, tomadas de tempos total de uma operação sem decomposição de elementos e avaliação de ritmo, fatores indispensáveis para uma boa análise. ➢ Os protótipos dos estudos no fim do século XIX foram realizados por FREDERICK WISLOW TAYLOR, na Midvale Steel Co. – Filadélfia – U.S.A. e devido a isso TAYLOR atualmente é reconhecido como o pai da técnica de cronometragem. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 12. 12 Cronoanálise - Definição Cronoanálise é a ferramenta necessária às empresas fabris que têm a necessidade de conhecer sua capacidade produtiva, a necessidade de mão de obra e de máquinas, para atender a uma produção preestabelecida. . Cronoanálise = Cronometragem + Análise de atividades ➢ Coloca em evidência cada operação ou elemento de transformação em cada produto ou parte dele, possibilitando agregar valores a cada mudança realizada em termos de mão de obra, dispositivos e máquinas empregadas. . Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 13. 13 Importância da Cronoanálise ➢Exemplos clássicos de uso em empresas: o Atualizar banco de dados do software ERP. o Entrada de novo produto na linha de produção (comparar tempo planejado e real). o Melhoria dos métodos p/ aumentar a produtividade. ➢Na indústria, profissionalmente, na vida prática... Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 14. 14 Objetivos do Estudo de Tempo ✓Eliminar operações desnecessárias. ✓Reduzir elementos de fadiga. ✓Aprimorar o layout. ✓Determinar a real capacidade produtiva das operações. ✓Determinar carga homem-máquina (saturação do operador). ✓Ferramentas para otimizar balanceamento da linha. ✓Facilitar administração visual. ✓Melhorar as condições ergonômicas de trabalho. ✓Reduzir de setup. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 15. 15 Instrumentos para cronometragem ✓Lápis ou lapiseira. ✓Calculadora. ✓Prancheta ✓Cronômetro. ✓Formulários. ✓Filmadora. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 16. 16 Tolerâncias em geral ➢Qualquer serviço que o operador deve executar, mas que não se repete em cada ciclo, como por exemplo: verificar as medidas, transportar o material, trocar ferramentas, limpar cavacos ou operações semelhantes, deve ser estudado com cuidado quando for elaborado os diversos fatores de tolerâncias. Conceitos em Cronometragem Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 17. 17 Tolerâncias pessoal ➢Toda a tolerância dada ao empregado permitida pela firma: preparação para almoço, banho, tempo para lanche, necessidades fisiológicas, etc. Também deverá ser considerada a tolerância para fadiga e atrasos inevitáveis. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 18. 18 PROCESSO ➢É a aplicação de meios mecânicos, químicos ou outros, que modificam o tamanho, forma ou condições de um objeto. MOVIMENTO ➢É a ação de mudança de lugar ou posição, ou o movimento necessário para a execução do trabalho. MÉTODO ➢É a maneira como é executado o processo em relação à sequencia dos movimentos usados pelo operador, o trajeto percorrido pelo objeto e outros fatores que influenciam no resultado do tempo e da distância percorrida. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 19. 19 ELEMENTO ➢São as partes em que a operação pode ser dividida. ➢Tem a finalidade de verificar o método de trabalho e deve ser compatível com a obtenção de uma medida precisa. ➢Tomar o cuidado de não dividir a operação em um número excessivo de elementos. “Um elemento consiste de um ou mais movimentos que formam uma parte significativa de todo o ciclo”. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 20. 20 ➢É importantíssimo identificar pontos de separação claros entre os elementos. ➢A divisão em elementos deve ter informações suficientes para reconstruir completamente o ciclo da peça. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 21. 21 CICLO ➢É uma série de elementos que se repetem numa mesma sequencia durante a operação. ELEMENTO CÍCLICO ➢É um elemento que se repete em cada ciclo de uma operação. ELEMENTO NÃO CÍCLICO ➢É um elemento que não se repete em cada ciclo, porem só de vez em quando, de modo a atender às necessidades de execução do trabalho. Por exemplo: lubrificar o estampo. Quando é feito uma vez a cada 10 peças. Porém não é feito a cada ciclo, mas é necessário para executar o trabalho. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 22. 22 1) Pegar arruela com a mão direita e a rebite com a mão esquerda e colocar no dispositivo. 2) Acionar bimanual. 3) Rebitar. 4) Pegar conjunto do dispositivo com a mão direita e dispor na esteira. 5) Medir altura da cabeça rebitada (a cada 500 peças) Ex: Operação de Rebitagem ➢Quais elementos são cíclicos e acíclicos? Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 23. 23 ELEMENTO ANORMAL ➢É um elemento onde a sequencia de movimentos é modificada ou exagerada, outra série de movimentos introduzida, ou uma série de movimentos eliminada. ➢Por exemplo, ao colocar o material na prensa ocorre ocasionalmente uma dificuldade de introdução devido a uma rebarba, resultando em um aumento excessivo de tempo gasto. ELEMENTO ESTRANHO ➢É um elemento que ocorre de vez em quando, mas não é necessário para executar a operação. ➢São exemplos de elementos estranhos:tomar água, acender cigarro,falar com outro operador... Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 24. 24 TEMPO MÉDIO – ELEMENTO CICLICO ➢É o resultado obtido, eliminando-se os elementos anormais assinalados, os quais devem ser explicados e justificados, e somando-se os tempos dos elementos restantes e dividindo- se a soma obtida pelo número de elementos não eliminados. TEMPO MÉDIO – ELEMENTO NÃO CICLICO ➢É o resultado obtido, eliminando-se os elementos anormais, os quais devem ser explicados e justificados, e dividindo-se a soma dos tempos restantes dos elementos não cíclicos pela quantidade de peças que devem ser consideradas. TEMPO MÉDIO TOTAL ➢É a soma dos tempos médios dos elementos cíclicos e não cíclicos. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 25. 25 OPERAÇÃO ➢É um conjunto de elementos cíclicos e não cíclicos necessários à execução do trabalho. OBSERVAÇÃO ➢É a leitura do cronômetro e correspondentes anotações na folha de observações. CODIFICAÇÃO ➢É a identificação e classificação de elementos estranhos, elementos anormais, interrupções e elementos não cíclicos, bem como símbolos e abreviações para a descrição do elemento. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 26. 26 ➢Movimentos básicos: 1) PEGAR: Inclui todos os movimentos para alcançar e pegar um objeto. 2) COLOCAR: Inclui os movimentos para mover a mão ou um objeto para outro lugar, geralmente onde o processo será efetuado 3) PROCESSAR: Inclui os movimentos necessários para montar ou desmontar uma peça, usar uma ferramenta ou a própria mão e mudar a forma de um objeto. 4) DISPOR: Inclui os movimentos executados para conduzir um objeto para um ponto onde ele será conservado. Movimentos: ➢Todo trabalho manual compreende uma série relativamente pequena de movimentos fundamentais Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 27. 27 ➢Movimentos suplementares: 1) SEGURAR: O ato compreende a retenção de um objeto pela mão. 2) ESPERAR: O ato inclui descansos, atrasos evitáveis e inevitáveis. ➢Tanto SEGURAR como ESPERAR, podem interromper qualquer outro ato, ou ocorrer com uma mão e simultaneamente com outro ato que ocorre com a outra mão ➢Movimentos menores: oProcurar, Selecionar, Tocar, Mover sem Carga, Mover com Carga, Soltar, Posicionar, Pré-posicionar, Inspecionar, Montar, Desmontar, Atraso Inevitável, Atraso Evitável, Planejar, Descansar... Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 28. 28 OPERADOR NORMAL ➢É um operador habilitado, bem treinado e adaptado para o tipo de trabalho a ser executado. DESEMPENHO NORMAL ✓É obtido quando um operador normal executa uma sequencia de movimentos necessários, quando ele produz com qualidade e segurança; e com movimentos naturais e um ritmo que pode ser mantido durante o dia inteiro sem fadiga excessiva. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 29. 29 Avaliação de Ritmo A velocidade V (também denominada de Ritmo) do operador é determinada subjetivamente por parte do cronometrista, que a referencia à assim denominada velocidade normal de operação, à qual é atribuído um valor 1,00 (ou 100%). Assim, se: V = 100% → Velocidade Normal V > 100% → Velocidade Acelerada V < 100% → Velocidade Lenta Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 30. 30 O ritmo é o fator que mede a influência dos componentes “habilidade” e “esforço” na produtividade da operação. O “esforço” pode ser definido como a quantidade de trabalho que o operador pode ou quer dar. É influenciado por diversos fatores como: disposição física, entusiasmo do operador, cansaço em diferentes momentos do dia e outros. E esforço varia no dia a dia. A “habilidade” é o que o operador traz para o trabalho como potencial próprio. Depende de fatores como: destreza manual, experiência, inteligência, poucas interrupções e hesitações durante o trabalho. A habilidade não varia no dia a dia. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 31. 31 Percentuais para cálculo da eficiência do operador (apenas uma referência) Adaptado de “Cronoanálise. O&M. 1974. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 32. 32 Conceitos para classificação da habilidade e do esforço Adaptado de “Cronoanálise. O&M. 1974. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 33. 33 Tolerâncias (Adicionais de Fadiga) ➢Temperatura Ambiente ➢Poeira e Fumaça. ➢Iluminação. ➢Barulho. ➢Atenção e Concentração: tamanho do campo visual/ objeto ➢Irritabilidade do Material. ➢Monotonia. ➢Fadiga Mental: possibilidade de perda de material ou acidente ➢Fadiga Física: tamanho da carga ➢Esforço: complexidade dos movimentos. ➢Postura: sentado, em pé, posição difícil ➢Necessidades pessoais: proximidade de instalações sanit. / bebedouros Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 34. 34 TEMPO STANDARD (TEMPO PADRÃO) ➢ É o tempo total necessário para a execução do trabalho (tempo normal+tolerâncias) Fazer Nivelamento dos tempos cronometrados Uma vez obtidas as n cronometragens válidas, deve-se: o Calcular a média da n cronometragens, obtendo-se Tempo Cronometrado (TC) ou Tempo Real ; o Calcular o Tempo Normal (TN): TN = TC x V o Calcular o Tempo Padrão (TP) TP = TN x FT Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 35. 35 Nivelamento “Outliers” devem ser eliminados, ou seja, tempos bastante diferentes dos demais valores cronometrados devem ser desprezados para não “contaminar” o Tempo Normal, uma vez que algo diferente ocorreu. Isto pode ser causado por fatores como: •Erro humano por parte do Cronoanalista: embora raro num profissional treinado, isto pode ocorrer e não deve interferir no resultado final. •Elementos Estranhos: são elementos desnecessários à operação, como por exemplo, o operador enxugar o suor da testa. •Elementos Anormais: modificam a sequencia natural de movimentos de forma exagerada, como por exemplo, uma rebarba dificultando o encaixe de uma peça ou ferramenta. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 36. 36 Exemplo: Uma empresa do ramo metalúrgico deseja determinar o tempo padrão necessário, com 90% de confiabilidade e um erro relativo de 5%, para a fabricação de determinado componente que será utilizado na linha de montagem. O analista de processos realizou uma cronometragem preliminar de nove tomadas de tempo, obtendo os dados a seguir. Pergunta-se: a. O número de amostragens é suficiente? b. Qual o tempo cronometrado (TC) e o tempo normal (TN)? c. Qual o tempo padrão (TP) se a fabrica definir um índice de tolerância de 15%? d. Caso a empresa conceda 12 minutos para necessidades pessoais, 15 minutos para lanches e 20 minutos para alívio de fadiga em um dia de 8 horas de trabalho, qual será o novo tempo padrão? Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 37. 37 Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 38. 38 Continuação... Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 39. 39 Número de ciclos a serem cronometrados Onde: n ... Número de ciclos a cronometrar z ... Coeficiente da distribuição Normal Padrão R ... Amplitude da amostra d2 ... Coeficiente que depende do número de cronometragens realizadas preliminarmente X .. Média da amostra Er: erro relativo Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 40. 40 Exemplo com Atividades Acíclicas Um produto é processado em 3 operações cuja soma dos tempos padrões é de 3,5 minutos. O tempo padrão do setup é de 5 minutos para 1000 peças. As peças produzidas são colocadas em uma caixa com capacidade para 100 peças, que quando cheio é fechado e colocado ao lado. O tempo necessário para fechar uma caixa é de 1,5 minutos. Calcular o tempo padrão de 1 peça. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 41. 41 TEMPO - conversão Tempo sexagesimal (segundos) transformado para o sistema centesimal (centésimos) •1 segundo = 1/60 = 0,017 min •10 segundos = 10/60 = 0,17 min •20 segundos = 20/60 = 0,33 min •30 segundos = 30/60 = 0,50 min Tempo centesimal (centésimos) transformado para o sistema sexagesimal (segundos) •1 centésimo = 0,01 * 60 = 0,6 seg •10 centésimos = 0,10 * 60 = 6,0 seg •20 centésimos = 0,20 * 60 = 12,0 seg Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 42. 42 Estudo Geral dos Movimentos ➢Lei 1: quando ambas as mãos começam e completam o movimento simultaneamente e não ficam paradas, exceto durante períodos curtos, aproxima-se do desempenho máximo. ➢Lei 2: quando os movimentos dos braços são executados simultaneamente em direções opostas e em trajetórias simétricas, o ritmo e a automaticidade desenvolvem-se mais naturalmente. ➢Lei 3: a sequencia de movimentos que emprega as divisões básicas menos numerosas do desempenho é a melhor para a execução de determinada tarefa. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 43. 43 ➢Lei 4: quando os movimentos são limitados às classificações práticas mais baixas, aproxima-se do máximo em desempenho e mínimo em fadiga. ➢Lei 5: quando as condições são as mesmas, o tempo requerido para executar todas as divisões básicas da execução é constante para qualquer grau de habilidade e esforço. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 44. 44 ▪A hesitação ou a parada temporária e frequente do movimento deve ser analisada. ▪A melhor sequencia de movimentos para outras espécies de trabalho é útil para sugerir a melhor sequencia. ▪Todo o material e ferramentas devem estar localizados de forma a permitir o seguimento da sequencia adequada de movimentos. ▪As ferramentas e materiais devem ser pré-posicionados de forma a eliminar a “procura e escolha” das operações básicas. ▪As mãos devem ser aliviadas de todo trabalho que pode ser feito com os pés ou outras partes do corpo, arranjado outro trabalho para as mãos retomadas aqui que seja executado ao mesmo tempo. Curso - Cronoanálise www.betagama.com.brwww.dunamath.com