SlideShare uma empresa Scribd logo
Aula 13 de 20
   Santarém – Tapajós – Brasil
      05 de Novembro de 2012

Fernando Monteiro D’Andrea
               dodandre2@gmail.com
Aula Anterior
        Tema: Dominando o Processo
        Data: 22 de Outubro de 2012
        Principais pontos:
              A importância do controle;
              Indicadores e a gestão baseada em fatos;
              KPI’s;
              Balanced Scorecard (BSC);




                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 29/10/2012                  D’Andrea                   2
Estudaremos
    Introdução ao estudo da Qualidade;
    Foco no Cliente - a busca de Resultados;
    Organização de processos: uso racional de recursos;
    Gerenciamento da Qualidade: fazer certo da primeira vez;
    Housekeeping – 5s;
    Sistema da Qualidade nas empresas;
    Resolução estruturada de problemas;
    Dominando o processo;
    As normas da Qualidade;
    A Qualidade de Vida no Trabalho – contexto histórico;
    Conceitos e modelos de QVT;
    A Excelência na gestão das empresas;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 29/10/2012                  D’Andrea                   3
Aula de hoje


         As Normas da Qualidade



                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 29/10/2012                  D’Andrea                   4
Evolução das Normas sobre SGQ (1)
 Vimos que o Conceito de Qualidade evoluiu com
  o tempo:
 Foco no Produto:
   Controle de conformidade do produto após a
    fabricação, a inspeção separava os aceitos dos
    rejeitados;
 Foco no Processo:
    As dificuldades em garantir o a conformidade do
     produto em casos como o das centrais nucleares,
     neste ponto surge a Garantia da Qualidade com o
     estabelecimento de normas que regulamentam a
     forma de execução das atividades e que assim
     permitem assegurar o cumprimento dos requisitos
     de qualidade e de segurança;
                                                       5
Evolução das Normas sobre SGQ (2)
 Foco no Cliente:
    Garantir a Qualidade não é suficiente para
     “garantir a empresa”. Deve-se atingi-la com o
     menor custo possível, é preciso gerir a
     qualidade;
    Garantir e gerir a Qualidade como um todo
     para satisfazer os clientes (internos e
     externos);
 Foco no Cultura empresarial:
    Além de atender ao cliente deve-se observar a
     sociedade como um todo e o impacto da
     empresa e de sua Cultura sobre esta;
                                                     6
Liderança
                           Presença no
Evolução das Normas sobre SGQ (3)
                            Foco na
                            Mercado
                           Cultura da




                                                                       Nível de Envolvimento do Pessoal
                                         Foco no             empresa
                                         Cliente
                     Foco no                           Comportamen
                     Processo         Melhoria               to
Sobreviver                           Contínua do          Atitude,
                 Procedimento           SGQ             Cidadania,
                   Prevenção              +                   +
                 Planejamento        Garantia da         Gestão da
                    do SGQ            Qualidade          Qualidade
   Foco no                                +                   +
   Produto,      + Controle de
                   Qualidade         Controle da        Garantia da
especificações                        Qualidade          Qualidade
                 ISSO 9000 até                                +
 INSPEÇÃO                           ISSO 9000 pós       Controle da
                     2000
                                        2000             Qualidade
Controle de      Garantia de         Gestão de           Qualidade
Qualidade        Qualidade           Qualidade          Total (TQM)
           Produto                                 Cultura             7
Evolução das Normas sobre SGQ (4)
 O mercado muda em função especialmente das
  mudanças no modo de viver das pessoas e das
  suas necessidades também mutantes;
 Ainda hoje existe quem defenda a dicotomia:
  QUANTIDADE ou
 QUALIDADE?;
 Contudo deve-se ter em mente uma nova
  equação entre que relaciona recursos Técnicos e
  Econômico-Financeiros de cada organização;
 A Eficiência e portanto a Produtividade e a
  Qualidade desde a gestão ocupam hoje lugar
  predominante e estratégico;
                                                    8
Evolução das Normas sobre SGQ (5)
 As organizações passaram a ter como prioridade
 a contenção de custos através de:
   Normalização técnica e humana através de
   formação e treinamento de pessoal e definição de
   processos padronizados ;
 Redução de inconformidades na produção/
  prestação (do serviço);
 Desenvolvimento das técnicas de descoberta das
  expectativas e necessidades dos consumidores,
  especialmente pela criação de canais de
  comunicação com o mercado que diminuem os
  custos e necessidades de testes para novos
  produtos;
                                                      9
Evolução das Normas sobre SGQ (6)
 Qualidade como fator competitivo;
 Identificar a necessidade do consumidor;
 Detectar e controlar os Custos da Qualidade
                 “A qualidade orientada para
 (cultura orientada ao consumidor e
                         resultados):
   O fator custo é determinante, custos a Qualidade
                     sustentada em nunca
    pode ultrapassar o valor constituí mais
                   razoáveis, limite de aquisição;
   Um custo elevado torna o produto indesejado pelo
                  forte estratégia dos nossos
    cliente não respondendo a sua1990
                      dias” Crosby, expectativa além de
    tornar a sobrevivência da empresa difícil;
 O equilíbrio entre estes dois princípios que
 determinam a competitividade;
                                                      10
Evolução das Normas sobre SGQ (7)
                    O que dizer sobre
                      o custo total?        Custo das
                                           Avaliação e
                     Qual o melhor
                                           Prevenção
Custo de Produção




                    ponto no tempo
                    (eixo X) para se
                      investir em
                      qualidade?




                                         Custo das Falhas



                    Nível de Qualidade                      11
Evolução das Normas sobre SGQ (8)
 Crosby introduziu as idéias de Cliente e Resultados, logo
  depois Deming acrescentou a importância do serviço para a
  Qualidade;
 No início dos anos 90 a Qualidade nos serviços (mesmo em
  casos de organizações fortemente fabris) passou a ser
  considerada imprescindível;
    Problemas em se medir qualidade em serviços:
        O cliente é que mede, não mais o produtor;
        Difícil conseguir especificações claras (quantitativas) medidas
         em geral são qualitativas (e portanto subjetivas);
            Exemplos: Instalações, capacidade, número de pessoas, quantidades
             dos materiais, tempo de espera, tempo de entrega, tempo de
             processamento, higiene, segurança de bens e pessoas, fiabilidade,
             capacidade de resposta, acessibilidade, cortesia, conforto, estética
             ambiental, competência, grau de dependência, exatidão, integridade,
             estado da arte, credibilidade, comunicação eficaz, etc.;
        Muitas vezes a medição só pode ser feita no processo de
         serviço, não nele em sí;
                                                                                    12
Evolução das Normas sobre SGQ (9)
 Com o crescimento do comercio internacional e
  da troca de mercadorias entre regiões cada vez
  mais distantes do planeta criou-se a necessidade
  de padronizar certos aspectos dos produtos em
  comercialização;
 Simplificadamente pode-se dizer que esta
  necessidade de aproximar os padrões gerou os
  primeiros esforços de criação e implantação de
  normais industriais de nível internacional:
   Em 1906 foi criada a International Electrotechnical
    Commission (IEC), considerada a pioneira na
    coordenação do processo para o estabelecimento de
    medidas e critérios unificados, respeitados entre
    indústrias de diferentes países;
                                                          13
Evolução das Normas sobre SGQ (10)
 O trabalho da IEC ganhou cada vez mais
  reconhecimento e levou à criação de várias
  outras organizações semelhantes em
  diferentes campos;
 Com o passar do tempo esses grupos
  constataram que havia um desperdício de
  esforços coincidentes e um risco de criar
  normas sobrepostas o que poderia causar
  problemas ao sistema produtivo;
 Desta forma algumas destas organizações se
  integraram e outras desapareceram;
                                               14
Evolução das Normas sobre SGQ (11)
 Por consequência em 1946, foi criada a International Organization for
  Standardization, uma ONG que reúne órgãos de normalização de todo
  o mundo (mais de 150 países), com sede na Suiça;
 Os padrões ISO já foram adotados por cerca de 650 mil organizaçõesno
  mundo
    As séries ISO 9000 (qualidade) e Gestão Ambiental: ISO 14000 (meio-
     ambiente) estão entre as mais conhecidas normas internacionais;
 Os padrões são estabelecidos por acordos entre os representantes de
  todas as partes envolvidas em determinado setor;
 A ISO possui cerca de 3.000 Comitês Técnicos, Subcomitês e Grupos de
  Trabalho, dos quais participam cerca de 50.000 pessoas;
 No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é o órgão
  responsável por nos representar nos comitês da ISO e editar as normas
  no país (NBR ISO);




                                                                           15
Evolução das Normas sobre SGQ (12)
 A ABNT, em virtude da proliferação de normas
  nacionais e estrangeiras sobre sistemas da qualidade e
  do crescente intercambio entre empresas nacionais e
  estrangeiras criou o TC 176 (Comitê Técnico da
  Qualidade) da ISO (Organização Internacional de
  Normalização) em 1979;
 Alguns anos depois, em 1987, ocorreu a primeira
  emissão nacional das normas da série ISO 9000;
 O Comitê continua atuando na elaboração, atualização
  e adaptação das diversas normas para vários setores
  específicos;
 Este fator (ISO no mundo e ABNT no Brasil) tem
  impulsionado organismos de normalização e
  associações industriais à elaborar padrões específicos
  para sistemas ainda não atendidos pela norma maior;
                                                       16
ISO: O que é? (1)
  A International Organization for Stantandardization
   (ISO) é um instituto sediado em Genebra, na Suíça.
   É uma ONG com mais de 100 países menbros;
     A sigla ISO provém da palavra grega “Isos”:
      igualdade e uniformidade;
  A ISO define e organiza padrões internacionais
   através d trabalho conjunto de times nacionais de
   especialistas do ramo, governo e outras organizações
   relevantes;
  Os resultados do trabalho da ISO são publicados
   como normas internacionais as quais são adaptadas
   às particularidades (inclusive à legislação) de cada
   um dos países que decidem adotá-la;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   17
ISO: O que é? (2)
  Tem como missão promover o
   desenvolvimento da padronização e
   atividades relacionadas no mundo com o
   objetivo de facilitar a troca ou
   comercialização de produtos e serviços e
   desenvolver cooperação na esfera intelectual
   científica tecnológica e econômica;
  O Certificado ISO não significa excelência,
   mas a implantação de um sistema de
   garantia da qualidade.
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   18
ISO: O que são os padrões?
  Os padrões ISO são acordos documentados
     contendo especificações técnicas e outros
     critérios precisos para serem usados
     constantemente como regras, guias, ou
     definições de características, para assegurar que
     materiais, produtos, processos e serviços
     estejam de acordo com os seus propósitos.
        Os cartões de créditos, telefone e cartões de
           banco, são exemplos de aplicação de uma norma
           ISO internacional que se espalhou
           mundialmente;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   19
NBR ISO 9000 (1)
  A norma ISO da série 9000 é um conjunto (família)
   de padrões internacionais que trata da
   Administração e Garantia da Qualidade;
  NBR – ISO 9000 - Sistemas de gestão da qualidade -
   Fundamentos e vocabulário;
     Descreve os fundamentos de SGQ e estabelece a
      terminologia para estes sistemas;
  A NBR ISO 9001:2000 estabelece requisitos para
   implementação de um sistema de gestão da
   qualidade que a organização possa demonstrar
   capacidade para fornecer produtos que atendam aos
   clientes e regulamentações aplicáveis e aumentar
   satisfação dos clientes;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   20
NBR ISO 9000 (2)
  A NBR ISO 9001:2008 (assim como as
     anteriores, 2000 e 1994):
        Especifica requisitos para um SGQ;
        Devem ser conseguidos pela organização
         para que ela demonstre sua capacidade de
         fornecer produtos que atendam os requisitos
         do cliente e regulamentares aplicáveis;
        Objetiva (como qualquer SGQ) aumentar a
         satisfação do cliente (tanto interno quanto
         externo);
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   21
NBR ISO 9000 (3)
  4 - Sistemas de Gestão da Qualidade
     4.1 Requisitos Gerais
  4.2 - Requisitos de Documentação
     4.2.1 Generalidades
  4.2.2 - Manual da Qualidade
  4.2.3 e 4.2.4 - Controle de Documentos e Registros + Lista Mestra
  5. Responsabilidade da Direção
     5.1 Comprometimento da Direção
     5.2 - Foco no Cliente
     5.3 - Política da Qualidade
     5.4.1 - Objetivos da Qualidade
     5.4.2 - Planejamento do SGQ




                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   22
NBR ISO 9000 (4)
  5.5 - Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
  5.6 - Análise Crítica pela Direção
     6.1 - Provisão de Recursos
     6.2 - Recursos Humanos
  6.3 - Infra Estrutura
  6.4 - Ambiente de Trabalho
  7.1 - Planejamento da Realização do Produto
  7.2 - Processos Relacionados a Clientes
  7.3 - Projeto e Desenvolvimento (1/2)
  7.3 - Projeto e Desenvolvimento (2/2)

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   23
NBR ISO 9000 (5)
  7.4 – Aquisições
  7.5.1 - Controle de Produção e Prestação de
   Serviço
  7.5.2 - Validação dos processos de produção e
   prestação de serviço
  7.5.3 - Identificação e Rastreabilidade
  7.5.4 - Propriedade do Cliente
  7.5.5 - Preservação do Produto
  7.6 - Controle de Equipamento de
   Monitoramento e Medição

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   24
NBR ISO 9000 (6)
  8 Medição, Análise e Melhoria
     8.1 Generalidades
  8.2.1 - Satisfação do Cliente
  8.2.2 - Auditoria Interna
  8.2.3 - Monitoramento e Medição de Processos
  8.2.4 - Monitoramento e Medição do Produto
  8.3 - Controle de Produto Não Conforme
  8.4 - Análise de Dados
  8.5 Melhoria
     8.5.2 Ações Corretivas
     8.5.3 Ações Preventivas

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   25
NBR ISO 9000 (7)
  A NBR ISO 9004:
    Dá diretrizes que consideram a eficácia e a
     eficiência do SGQ;
    Tem por objetivo melhorar o desempenho da
     organização e, por conseguinte a satisfação
     dos clientes e outras partes interessadas
     (stakeholders);



                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   26
NBR ISO 9000 (8)
  A NBR ISO 19011: 2002 :
        Dá diretrizes para auditoria de SGQ e
           meio ambiente;
          É das mais em voga atualmente em virtude
           
          da importância que vem tomando a
          questão ambiental;
        Serve como preparação para a ISO 14001:
         2004 que trata de Sistemas de Gestão
         Ambiental;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   27
NBR ISO 9000 (9): Princípios
  1. Foco no Cliente;
  2. Liderança entre objetivos comuns;
  3. Envolvimento de todos;
  4. Abordagem de processos;
  5. Considerar o impacto de decisões em outros
   processos;
  6. Melhoria Contínua;
  7. Decisão baseada em dados;
  8. Benefícios mútuos entre clientes e
   fornecedores;

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   28
NBR ISO 9000 (10):
  O SGQ objetiva melhoria contínua da organização, através de:
     Planejamento;
     Controle;
     Ações corretivas;
     Ações preventivas
  Como se observa a norma segue a idéia do “PDCA”;
  Deve-se, de início determinar os requisitos do cliente;
  Depois fornecer de acordo com as especificações;
     Para tanto a organização precisa de processos que disponham de
      recursos e profissionais competentes;
  Por fim deve-se avaliar a satisfação do cliente, e com base nesses
     resultados implementar as correções no sistema;
       O resultado é a melhoria, contínua;



                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                     29
NBR ISO Melhoria Contínua do SGQ
            9000 (11)

                                             Responsabilidade da
                                                   Gestão


                                                   Organização
          Requisitos




                                                       e seu   Medição, Análise




                                                                                  Satisfação
                                Gestão de
Cliente




                                                                                                Cliente
                                Recursos            Sistema de   e Melhoria
                                                    Gestão da
                                                    Qualidade


                                               Realização do
                                             Produto ou Serviço

                                      Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
    Segunda-feira, 05/11/2012                        D’Andrea                                  30
4.1 Requisitos gerais

NBR ISO 9000 (12)                                        4.2 Requisitos de documentação
                                                         5.1 Comprometimento
                                                         5.2 Foco no cliente
      5.6 Análise crítica                                5.3 Política da qualidade
      8.4 Análise de dados                               5.4 Planejamento
      8.5 Melhoria                                       5.5 Responsabilidade, autoridade e
        8.5.1 Melhoria contínua                          comunicação
        8.5.2 Ação corretiva                             6.1Provisão de recursos
        8.5.3 Ação preventiva                            7.1 Planejamento da realização do produto

                                     P          D
                                     A           C
                                                              6.2 Recursos humanos
 8.2 Monitoramento e medição                                  6.3 Infra-estrutura
   8.2.1 Satisfação do cliente                                6.4 Ambiente de trabalho
   8.2.2 Auditoria interna                                    7.2 Processos relacionados a cliente
   8.2.3 Medição de processo                                  7.3 Projeto
   8.2.4 Medição de produto                                   7.4 Aquisição
                                                              7.5 Produção
                                                              7.6 Controle dispositivos de medição
                               Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
                                                              8.3 Controle de produto não conforme
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                                                  31
A Família ABNT NBR ISO 9000
  ISO 9000:2005 – Sistema de Gestão da Qualidade,
   Fundamentos e Vocabulário;
  ISO 9001:2008 – Sistema de Gestão da Qualidade,
   Requisitos;
  ISO 9004:2009 – Sistema de Gestão da Qualidade,
   Diretrizes para Melhoria de Desempenho;

  A ISO 9001 é a norma que define os requisitos para um
     Sistema de Gestão da Qualidade, é através dela que a
     organização se preparara para uma certificação;


                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   32
Estrutura da NBR ISO 9000:2008
    0 – Introdução;
    1 – Escopo;
    2 - Referência Normativa;
    3 - Termos e definições;
    4 - Sistema de Gestão da Qualidade;
    5 - Responsabilidade da Direção;
    6 - Gestão de Recursos;
    7 - Realização do Produto;
    8 - Medição, análise e melhoria;
        A estrutura novamente segue o PDCA: melhoria contínua;


  Em geral as certificadores emitem Diplomas válidos por três
     anos, depois dos quais deverá ser feita nova certificação;

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   33
Gestão Ambiental: ISO 14000 (1)
  A NBR ISO 14001:2004 estabelece requisitos para
   implementação, manutenção e melhoria contínua de um
   Sistema Ambiental com base em requisitos legais e
   informações de aspectos ambientais significativos,
   introduzindo na organização uma postura de prevenção
   de ocorrências de impactos adversos ao meio ambiente.
  Foco no meio ambiente;
  Estabelece as bases de um SGA, com a definição de uma
   política e de um planejamento para o meio ambiente,
   com aplicações internas nas organizações, certificação
   ou fins contratuais;
  Um SGA tem como objetivo principal atingir o controle
   do impacto ambiental gerado pelas atividades
   desenvolvidas pela organização;

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   34
Gestão Ambiental: ISO 14000 (2)
 Porquê um SGA na base da NBR ISO 14.001:2004?
  Uma ferramenta Gerencial;
  Fornecer estrutura para melhoria contínua;
  Competir melhor nos mercados internos e externos;
  Promover a imagem ambiental;
  Melhorar o desempenho ambiental;
  Reduzir custos;
  Aumentar a competitividade;
  Minimizar riscos;
  Reduzir impactos ambientais;

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   35
Gestão Ambiental: ISO 14000 (3)




                                           P          D
                                           A          C




                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   36
Gestão Ambiental: ISO 14000 (4)
 SGA Requisitos típicos:
  Reduzir impactos ambientais;
  Melhoria Contínua
  Prevenção da Poluição
  Cumprimento da legislação/outros requisitos (p. ex.
   protocolos)
  Licenças operacionais
  Limites de emissão / ruídos
  Gerenciamento de resíduos
  Manuseio de material perigoso
  Outorgas

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   37
Saúde e Segurança Ocupacional SSO -
OHSAS 18001:2007(1)
 Foco na Saúde e Segurança Ocupacional;
  A OHAS 18001:2007 estabelece requisitos para implementação,
   manutenção e melhoria contínua de um sistema de gestão de segurança
   e saúde ocupacional com base em requisitos legais e informações de
   perigos e avaliação de riscos das atividades e processos para eliminar ou
   minimizar os riscos em segurança e saúde ocupacional dos empregados
   e outras partes interessadas;
  Planejamento e Treinamento (P)
        Levantamento de Perigos e Riscos Ocupacionais
        Objetivos, Metas, Programas de Prevenção de Acidentes
  Registros (D)
     Mitigação dos riscos, EPIs, EPCs, Práticas seguras, Proteção
  Controles (C)
     Inspeções, Medições, Auditorias, Análise de Dados, CIPA
  Ações de Melhoria (A)
     Correção, Corretiva, Preventiva e Melhoria

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                        38
Saúde e Segurança Ocupacional SSO -
  OHSAS 18001:2007(2)
      Atender a legislação;
      Redução dos acidentes;
      Proteção da saúde;
      Controle das tarefas;
      Controle dos riscos;
      Planos de prevenção;
      Transparência;
Atividade         Perigo           Risco ou Dano                 Redução          Controle

                Levantar                                                         Inspeção de
                                  Lesão por esforço        Técnica de Levantar
              Equipamento                                                         Rotina de
                                    ou contusão             pesos e uso de EPI
Operação         Pesado                                                           Segurança
    de
                                    Lesão e perda            Uso de protetor       Teste de
Máquina       Ruído Intenso
                                      auditiva             Auricular Adequado    Audiometria
Britadeira
                     Vibração                               Pausas periódicas,   Inspeção de
                                    Lesões diversas
                                Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
                      Intensa
  Segunda-feira, 05/11/2012                    D’Andrea         revezamento
                                                                        no uso    Segurança
                                                                                         39
Segurança alimentar – ISO 22000 (1)
  Desde muito tempo se observa uma crescente pressão clientela (interna
   e externa) para que as organizações da cadeia alimentar sejam capazes
   de demonstrar e evidenciar adequadamente sua capacidade de
   identificar e controlar os riscos alimentares com impacto na segurança
   dos alimentos;
  Surgiram então no mundo referenciais de segurança alimentar, que os
   diversos elos da cadeia alimentar tinham que cumprir;
  O grande número de normas diversas gerou confusão e assim surgiu a
   necessidade de harmonizar tais normas num referencial reconhecido
   internacionalmente, a ISO 22000 que tem como benefícios:
          Reconhecimento internacional ;
          Esperada há muito pelos intervenientes da cadeia alimentar;
          Aplicabilidade em toda a cadeia;
          Preenche uma lacuna entre a ISO 9001 e o HACCP;
          Contribui para uma melhor compreensão do Código da HACCP;


                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                         40
Segurança alimentar – ISO 22000 (2)
  A ISO 22000 especifica os requisitos de um sistema
   de gestão da segurança alimentar, para organizações
   da cadeia de fornecimento de produtos alimentares
   (aplicáveis em todas as fases), que pretendam
   demonstrar a sua aptidão para fornecer produtos
   seguros para o consumidor final.
  O objetivo da norma é harmonizar os requisitos
   necessários para fornecer ao consumidor final um
   alimento seguro;
     Deve-se gerir um sistema que garanta ao
      consumidor que o alimento é seguro no momento
      do consumo.
  A versão nacional mais recente data de 2005;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   41
Segurança alimentar – ISO 22000 (3)
  A norma aplica os princípios do HACCP
   (Hazard Analysis Critical Control Point, ou
   em Português, Análise de Perigos e Pontos
   Críticos de Controle);
  Junta-se à ele uma estrutura de gestão que
   engloba os outros processos da organização;
  Assim como as outras normas ISO esta pode
   ser aplicada sozinha ou em conjunto com
   suas “irmãs”;

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   42
Segurança alimentar – ISO 22000 (4)
  A ISO 22000 pode ser aplicada a todas as fases
   (produção primária, rações, indústria alimentar,
   transporte, armazenamento e distribuição e
   comércio);
  Além das diretamente ligadas à produção de
   Alimentos a norma se aplica também à organizações
   que participam indiretamente da cadeia de produção
   (fornecedores de equipamento, produtos de limpeza
   e higienização, materiais de embalagem ou outros
   materiais que entrem – ou possam entrar - em
   contato com os alimentos, prestadores de serviços,
   etc.);
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   43
Gestão de Responsabilidade Social –
SA 8000:2001 (1)
  A SA 8000:2001 estabelece requisitos para
     implementação, manutenção e melhoria contínua de um
     Gestão de Responsabilidade Social (SGRS) interna com
     objetivo de melhoria do relacionamento organizacional
     interno por meio da demonstração da preocupação com
     o trabalhador e do estabelecimento de condições
     adequadas de saúde e segurança
     Atender a legislação Internacional e nacional;
     Melhorar a qualidade de vida do Trabalhador a nível
     mundial;
    Transparência;
    Olhar para dentro da organização;


                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   44
Gestão de Responsabilidade Social –
SA 8000:2001 (2)
  Trabalho Infantil:                                  Práticas Disciplinares
     Atender Legislação Internacional
      (OIT) e Nacional;                                     Tratamento adequado e
     Eliminar o trabalho de Crianças e                     humano aos Trabalhadores
      Muito Jovens;                                    Horário de Trabalho
  Trabalho Escravo:                                      Legislação Trabalhista
     Política de Prevenção e Combate
      junto aos parceiros comerciais;                       Nacional e OIT
  Saúde e Segurança no Trabalho:                      Remuneração
     Legislação Trabalhista Nacional e                   Legislação Trabalhista
      OIT;                                                  Nacional e OIT
  Liberdade de Associação:
                                                       Sistema de Gestão
     Garantia de Acesso, Participação e
      Negociação Coletiva;                                Auditorias, Ações de
  Discriminação                                            Reparação, Registros.
                                                          Controle de Subcontratados

                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                                     45
Gestão de Responsabilidade Social –
SA 8000:2001 (3)
  Norma Brasileira de Responsabilidade Social
  NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema
     da Gestão – Requisitos




                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   46
Visão Integrada dos sistemas ISO (1)
  Todos os sistemas da ISO podem (e devem,
   se assim for visto como necessário) ser
   integrados;
  Não há nenhuma incoerência lógica entre os
   sistemas, todos usam as idéias centrais de:
        Foco no Cliente;
        Melhoria Contínua;
  Todos os sistemas ISO, quando adaptados,
     seguem estritamente a legislação vigente;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   47
Visão Integrada dos sistemas ISO (2)
  Os sistemas juntos permitirão maior identificação e
   distribuição de responsabilidades internas, assim
   cada pessoa será mais consciente da sua importância
   e função na organização;
  Facilita a identificação de possíveis fragilidades da
   empresa, podendo prevenir ocorrências de
   problemas no futuro;
  Dentre muitos outros;
  Por fim a implementação conjunta auxilia no
   aumento da satisfação dos clientes e, portanto na
   manutenção da organização no mercado;
                            Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro
Segunda-feira, 05/11/2012                  D’Andrea                   48
Próxima Aula: 14 de 20

Dia 12 de Novembro de 2012,
          Segunda

QVT – Contexto Histórico
Bibliografia (1)
 Livros e Aulas
    CARPINETTI, MIGUEL, GEROLAMO. Gestão da
     Qualidade - ISSO 9001:2008. São Paulo: Atlas, 2010.
    PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade. 2ª
     ed., São Paulo: Atlas, 2011.
    TAKASHINA, NEWTON TADACHI . Indicadores da
     Qualidade e do Desempenho. Rio de Janeiro:
     Qualitymark, 1999.
    EQUIPE GRIFO. Iniciando os conceitos da qualidade
     total. São Paulo: Pioneira, 1998.
    BRUM, ALESSANDRO. Notas de Aula. Como, 2007.
Bibliografia (2)
 Websites
   http://nurse2006.web.simplesnet.pt/almerindo/gestaod
    equalidade.pdf
   http://pt.scribd.com/doc/16207099/Trabalho-Normas-
    Qualidade-ISO-9000
   http://www.eps.ufsc.br/disserta96/ribeiro/cap4/cap4.ht
    m
   http://www.grupodestra.com.br/100392-noticia-a-
    evoluo-da-qualidade-e-o-surgimento-das-normas-iso
   http://www.qualidade.com.br/internas/int1.php?item1=
    39&item2=61&item3=&idIntA=27
Bibliografia (2)
 Websites
   http://www.totalqualidade.com.br/2009/12/norma-abnt-nbr-iso-
    90012008-saiba-mais.html
   http://www.bsibrasil.com.br/certificacao/sistemas_gestao/normas/
    iso22000/
   http://www.dqa.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:21:42:30;42:-1:0:0
   http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=F
    iles/FileDescription&ID=503&state=FD
   http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-
    Ambiente/Interessante/content/Sistemas-de-Gestao-da-Seguranca-
    Alimentar--Introducao-a-Norma-ISO-22000?bl=1&viewall=true
   http://www.trenton.com.br/iso22000.pdf
   http://iso14001.homestead.com/ISO14000ISO9000integration.html

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fundamentos da Administração
Fundamentos da AdministraçãoFundamentos da Administração
Fundamentos da Administração
alemartins10
 
Aula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da QualidadeAula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da Qualidade
Unidade Acedêmica de Engenharia de Produção
 
Fundamentos de administração 1
Fundamentos de administração 1Fundamentos de administração 1
Fundamentos de administração 1
Andrey Martins
 
introdução à gestão da qualidade
introdução à gestão da qualidadeintrodução à gestão da qualidade
introdução à gestão da qualidade
elliando dias
 
Gestão da Qualidade - Logística
Gestão da Qualidade - LogísticaGestão da Qualidade - Logística
Gestão da Qualidade - Logística
Adeildo Caboclo
 
Estrutura organizacional
Estrutura organizacionalEstrutura organizacional
Estrutura organizacional
Letícia Vilela de Aquino
 
Gestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade TotalGestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade Total
UerjFundamentosDaAdministracao2013_1
 
ISO 9001
ISO 9001ISO 9001
Aula 01 SGQ - Introdução
Aula 01 SGQ - IntroduçãoAula 01 SGQ - Introdução
Aula 01 SGQ - Introdução
Claudio Bernardi Stringari
 
Aula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADMAula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADM
PMY TECNOLOGIA LTDA
 
O que é ISO
O que é ISOO que é ISO
O que é ISO
elliando dias
 
Gestao da qualidade em logistica
Gestao da qualidade em logisticaGestao da qualidade em logistica
Gestao da qualidade em logistica
Josane Souto
 
Programa de qualidade aplicado na produção
Programa de qualidade aplicado na produçãoPrograma de qualidade aplicado na produção
Programa de qualidade aplicado na produção
Marcelo Aparecido Sampaio
 
Administração da produção
Administração da produçãoAdministração da produção
Administração da produção
milton junior
 
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da QualidadeIndicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
Ideia Consultoria
 
Produção cap1 aula 1
Produção cap1   aula 1Produção cap1   aula 1
Produção cap1 aula 1
Diego José
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
Fabricio Pangoni
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
Alexandre Porto Araujo
 
Aula de fundamentos da qualidade 1 e 2
Aula de fundamentos da qualidade   1 e 2Aula de fundamentos da qualidade   1 e 2
Aula de fundamentos da qualidade 1 e 2
Mauro Sobrenome
 
Organizações e administração
Organizações e administraçãoOrganizações e administração

Mais procurados (20)

Fundamentos da Administração
Fundamentos da AdministraçãoFundamentos da Administração
Fundamentos da Administração
 
Aula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da QualidadeAula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da Qualidade
 
Fundamentos de administração 1
Fundamentos de administração 1Fundamentos de administração 1
Fundamentos de administração 1
 
introdução à gestão da qualidade
introdução à gestão da qualidadeintrodução à gestão da qualidade
introdução à gestão da qualidade
 
Gestão da Qualidade - Logística
Gestão da Qualidade - LogísticaGestão da Qualidade - Logística
Gestão da Qualidade - Logística
 
Estrutura organizacional
Estrutura organizacionalEstrutura organizacional
Estrutura organizacional
 
Gestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade TotalGestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade Total
 
ISO 9001
ISO 9001ISO 9001
ISO 9001
 
Aula 01 SGQ - Introdução
Aula 01 SGQ - IntroduçãoAula 01 SGQ - Introdução
Aula 01 SGQ - Introdução
 
Aula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADMAula 1 adm - Introdução ADM
Aula 1 adm - Introdução ADM
 
O que é ISO
O que é ISOO que é ISO
O que é ISO
 
Gestao da qualidade em logistica
Gestao da qualidade em logisticaGestao da qualidade em logistica
Gestao da qualidade em logistica
 
Programa de qualidade aplicado na produção
Programa de qualidade aplicado na produçãoPrograma de qualidade aplicado na produção
Programa de qualidade aplicado na produção
 
Administração da produção
Administração da produçãoAdministração da produção
Administração da produção
 
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da QualidadeIndicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
Indicadores de Desempenho - Ferramenta da Qualidade
 
Produção cap1 aula 1
Produção cap1   aula 1Produção cap1   aula 1
Produção cap1 aula 1
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Aula de fundamentos da qualidade 1 e 2
Aula de fundamentos da qualidade   1 e 2Aula de fundamentos da qualidade   1 e 2
Aula de fundamentos da qualidade 1 e 2
 
Organizações e administração
Organizações e administraçãoOrganizações e administração
Organizações e administração
 

Semelhante a 2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade

Iso 9000 e séries
Iso  9000 e sériesIso  9000 e séries
Iso 9000 e séries
R Gómez
 
126131644_slides_qualidade.ppt
126131644_slides_qualidade.ppt126131644_slides_qualidade.ppt
126131644_slides_qualidade.ppt
RicardoAmadeu3
 
1206131644_slides_qualidade[1].pptx
1206131644_slides_qualidade[1].pptx1206131644_slides_qualidade[1].pptx
1206131644_slides_qualidade[1].pptx
MarcoFrancisco24
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidade Gestão da qualidade
Gestão da qualidade
Filipa Andrade
 
Qualidade Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
Qualidade   Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da FonsecaQualidade   Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
Qualidade Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
guest8096
 
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Qualidade e excelência organizacional
Qualidade e excelência organizacionalQualidade e excelência organizacional
Qualidade e excelência organizacional
daianadelima
 
Qualidade
QualidadeQualidade
35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria
Amanda Fraga
 
Iso 9001 palestra power point
Iso  9001 palestra   power pointIso  9001 palestra   power point
Iso 9001 palestra power point
Fabiano Mesquita
 
apresentação de gestao da qualidade em power point
apresentação de gestao da qualidade em power pointapresentação de gestao da qualidade em power point
apresentação de gestao da qualidade em power point
SeleoRH3
 
Qualidade senai
Qualidade senaiQualidade senai
Qualidade senai
Cinthia Frade
 
Gestao da qualidade - unesav
Gestao da qualidade - unesavGestao da qualidade - unesav
Gestao da qualidade - unesav
casa
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
Paulo Henrique
 
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
Pelo Siro
 
1279
12791279
1279
Pelo Siro
 
Engenharia da qualidade
Engenharia da qualidadeEngenharia da qualidade
Engenharia da qualidade
Alexandre Oliveira
 
sistema de gestão da qualidade
sistema de gestão da qualidadesistema de gestão da qualidade
sistema de gestão da qualidade
Bruno Lagarto
 
Aula 7 e 8 modelos de gestão 2011.1 final
Aula 7 e 8    modelos de gestão 2011.1 finalAula 7 e 8    modelos de gestão 2011.1 final
Aula 7 e 8 modelos de gestão 2011.1 final
Angelo Peres
 
Garantiadaqualidade[2]
Garantiadaqualidade[2]Garantiadaqualidade[2]
Garantiadaqualidade[2]
emc5714
 

Semelhante a 2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade (20)

Iso 9000 e séries
Iso  9000 e sériesIso  9000 e séries
Iso 9000 e séries
 
126131644_slides_qualidade.ppt
126131644_slides_qualidade.ppt126131644_slides_qualidade.ppt
126131644_slides_qualidade.ppt
 
1206131644_slides_qualidade[1].pptx
1206131644_slides_qualidade[1].pptx1206131644_slides_qualidade[1].pptx
1206131644_slides_qualidade[1].pptx
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidade Gestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Qualidade Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
Qualidade   Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da FonsecaQualidade   Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
Qualidade Manual Pedagogico Joao Jose Saraiva Da Fonseca
 
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
2012 09-17 - aula 07-09 - sistema de qualidade nas empresas
 
Qualidade e excelência organizacional
Qualidade e excelência organizacionalQualidade e excelência organizacional
Qualidade e excelência organizacional
 
Qualidade
QualidadeQualidade
Qualidade
 
35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria
 
Iso 9001 palestra power point
Iso  9001 palestra   power pointIso  9001 palestra   power point
Iso 9001 palestra power point
 
apresentação de gestao da qualidade em power point
apresentação de gestao da qualidade em power pointapresentação de gestao da qualidade em power point
apresentação de gestao da qualidade em power point
 
Qualidade senai
Qualidade senaiQualidade senai
Qualidade senai
 
Gestao da qualidade - unesav
Gestao da qualidade - unesavGestao da qualidade - unesav
Gestao da qualidade - unesav
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
 
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
1306967307 gestão da_qualidade_evolução_e_normas.
 
1279
12791279
1279
 
Engenharia da qualidade
Engenharia da qualidadeEngenharia da qualidade
Engenharia da qualidade
 
sistema de gestão da qualidade
sistema de gestão da qualidadesistema de gestão da qualidade
sistema de gestão da qualidade
 
Aula 7 e 8 modelos de gestão 2011.1 final
Aula 7 e 8    modelos de gestão 2011.1 finalAula 7 e 8    modelos de gestão 2011.1 final
Aula 7 e 8 modelos de gestão 2011.1 final
 
Garantiadaqualidade[2]
Garantiadaqualidade[2]Garantiadaqualidade[2]
Garantiadaqualidade[2]
 

Mais de Fernando Monteiro D'Andrea

Futuro da Escola Austríaca no Brasil
Futuro da Escola Austríaca no BrasilFuturo da Escola Austríaca no Brasil
Futuro da Escola Austríaca no Brasil
Fernando Monteiro D'Andrea
 
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequênciasPEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
Fernando Monteiro D'Andrea
 
O que te move?
O que te move?O que te move?
Caminho para a servidão em quadrinhos
Caminho para a servidão em quadrinhosCaminho para a servidão em quadrinhos
Caminho para a servidão em quadrinhos
Fernando Monteiro D'Andrea
 
O Advogado como empreendedor
O Advogado como empreendedorO Advogado como empreendedor
O Advogado como empreendedor
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Moeda e inflação
Moeda e inflaçãoMoeda e inflação
Moeda e inflação
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Inovação em modelos de negócios: O Canvas
Inovação em modelos de negócios: O CanvasInovação em modelos de negócios: O Canvas
Inovação em modelos de negócios: O Canvas
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPESApresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Planejamento Estratégico
Planejamento EstratégicoPlanejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Macroeconomia - Inflação
Macroeconomia - Inflação Macroeconomia - Inflação
Macroeconomia - Inflação
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Elaboração de Currículum Vitae
Elaboração de Currículum VitaeElaboração de Currículum Vitae
Elaboração de Currículum Vitae
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Moeda e Inflação
Moeda e InflaçãoMoeda e Inflação
Moeda e Inflação
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Planos econômicos no brasil - Aula 17
Planos econômicos no brasil - Aula 17Planos econômicos no brasil - Aula 17
Planos econômicos no brasil - Aula 17
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Desenvolvimentismo - Aula 16
Desenvolvimentismo - Aula 16Desenvolvimentismo - Aula 16
Desenvolvimentismo - Aula 16
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Sistemas econômicos - Aula 14
Sistemas econômicos - Aula 14Sistemas econômicos - Aula 14
Sistemas econômicos - Aula 14
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
Fernando Monteiro D'Andrea
 
A opção - Russel Roberts - Aula 5
A opção - Russel Roberts - Aula 5A opção - Russel Roberts - Aula 5
A opção - Russel Roberts - Aula 5
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
Fernando Monteiro D'Andrea
 

Mais de Fernando Monteiro D'Andrea (20)

Futuro da Escola Austríaca no Brasil
Futuro da Escola Austríaca no BrasilFuturo da Escola Austríaca no Brasil
Futuro da Escola Austríaca no Brasil
 
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequênciasPEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
PEC 55 - Esclarecimentos e possíveis consequências
 
O que te move?
O que te move?O que te move?
O que te move?
 
Caminho para a servidão em quadrinhos
Caminho para a servidão em quadrinhosCaminho para a servidão em quadrinhos
Caminho para a servidão em quadrinhos
 
O Advogado como empreendedor
O Advogado como empreendedorO Advogado como empreendedor
O Advogado como empreendedor
 
Moeda e inflação
Moeda e inflaçãoMoeda e inflação
Moeda e inflação
 
Inovação em modelos de negócios: O Canvas
Inovação em modelos de negócios: O CanvasInovação em modelos de negócios: O Canvas
Inovação em modelos de negócios: O Canvas
 
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPESApresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
Apresentação no XIII Encontro de Administração do IESPES
 
Planejamento Estratégico
Planejamento EstratégicoPlanejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
 
Macroeconomia - Inflação
Macroeconomia - Inflação Macroeconomia - Inflação
Macroeconomia - Inflação
 
Elaboração de Currículum Vitae
Elaboração de Currículum VitaeElaboração de Currículum Vitae
Elaboração de Currículum Vitae
 
Moeda e Inflação
Moeda e InflaçãoMoeda e Inflação
Moeda e Inflação
 
Planos econômicos no brasil - Aula 17
Planos econômicos no brasil - Aula 17Planos econômicos no brasil - Aula 17
Planos econômicos no brasil - Aula 17
 
Desenvolvimentismo - Aula 16
Desenvolvimentismo - Aula 16Desenvolvimentismo - Aula 16
Desenvolvimentismo - Aula 16
 
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
Macroeconomia, pib, pnb, per capta - Aula 15
 
Sistemas econômicos - Aula 14
Sistemas econômicos - Aula 14Sistemas econômicos - Aula 14
Sistemas econômicos - Aula 14
 
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
Economia amazônica - facts and figures - Aula 20
 
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
Falhas de mercado e Busca de Renda - Aula 11
 
A opção - Russel Roberts - Aula 5
A opção - Russel Roberts - Aula 5A opção - Russel Roberts - Aula 5
A opção - Russel Roberts - Aula 5
 
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
Demanda, oferta, elasticidade e mercados - Aulas 3 a 7
 

Último

UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 

Último (20)

UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 

2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade

  • 1. Aula 13 de 20 Santarém – Tapajós – Brasil 05 de Novembro de 2012 Fernando Monteiro D’Andrea dodandre2@gmail.com
  • 2. Aula Anterior  Tema: Dominando o Processo  Data: 22 de Outubro de 2012  Principais pontos:  A importância do controle;  Indicadores e a gestão baseada em fatos;  KPI’s;  Balanced Scorecard (BSC); Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 29/10/2012 D’Andrea 2
  • 3. Estudaremos  Introdução ao estudo da Qualidade;  Foco no Cliente - a busca de Resultados;  Organização de processos: uso racional de recursos;  Gerenciamento da Qualidade: fazer certo da primeira vez;  Housekeeping – 5s;  Sistema da Qualidade nas empresas;  Resolução estruturada de problemas;  Dominando o processo;  As normas da Qualidade;  A Qualidade de Vida no Trabalho – contexto histórico;  Conceitos e modelos de QVT;  A Excelência na gestão das empresas; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 29/10/2012 D’Andrea 3
  • 4. Aula de hoje As Normas da Qualidade Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 29/10/2012 D’Andrea 4
  • 5. Evolução das Normas sobre SGQ (1)  Vimos que o Conceito de Qualidade evoluiu com o tempo:  Foco no Produto:  Controle de conformidade do produto após a fabricação, a inspeção separava os aceitos dos rejeitados;  Foco no Processo:  As dificuldades em garantir o a conformidade do produto em casos como o das centrais nucleares, neste ponto surge a Garantia da Qualidade com o estabelecimento de normas que regulamentam a forma de execução das atividades e que assim permitem assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade e de segurança; 5
  • 6. Evolução das Normas sobre SGQ (2)  Foco no Cliente:  Garantir a Qualidade não é suficiente para “garantir a empresa”. Deve-se atingi-la com o menor custo possível, é preciso gerir a qualidade;  Garantir e gerir a Qualidade como um todo para satisfazer os clientes (internos e externos);  Foco no Cultura empresarial:  Além de atender ao cliente deve-se observar a sociedade como um todo e o impacto da empresa e de sua Cultura sobre esta; 6
  • 7. Liderança Presença no Evolução das Normas sobre SGQ (3) Foco na Mercado Cultura da Nível de Envolvimento do Pessoal Foco no empresa Cliente Foco no Comportamen Processo Melhoria to Sobreviver Contínua do Atitude, Procedimento SGQ Cidadania, Prevenção + + Planejamento Garantia da Gestão da do SGQ Qualidade Qualidade Foco no + + Produto, + Controle de Qualidade Controle da Garantia da especificações Qualidade Qualidade ISSO 9000 até + INSPEÇÃO ISSO 9000 pós Controle da 2000 2000 Qualidade Controle de Garantia de Gestão de Qualidade Qualidade Qualidade Qualidade Total (TQM) Produto Cultura 7
  • 8. Evolução das Normas sobre SGQ (4)  O mercado muda em função especialmente das mudanças no modo de viver das pessoas e das suas necessidades também mutantes;  Ainda hoje existe quem defenda a dicotomia: QUANTIDADE ou  QUALIDADE?;  Contudo deve-se ter em mente uma nova equação entre que relaciona recursos Técnicos e Econômico-Financeiros de cada organização;  A Eficiência e portanto a Produtividade e a Qualidade desde a gestão ocupam hoje lugar predominante e estratégico; 8
  • 9. Evolução das Normas sobre SGQ (5)  As organizações passaram a ter como prioridade a contenção de custos através de:  Normalização técnica e humana através de formação e treinamento de pessoal e definição de processos padronizados ;  Redução de inconformidades na produção/ prestação (do serviço);  Desenvolvimento das técnicas de descoberta das expectativas e necessidades dos consumidores, especialmente pela criação de canais de comunicação com o mercado que diminuem os custos e necessidades de testes para novos produtos; 9
  • 10. Evolução das Normas sobre SGQ (6)  Qualidade como fator competitivo;  Identificar a necessidade do consumidor;  Detectar e controlar os Custos da Qualidade “A qualidade orientada para (cultura orientada ao consumidor e resultados):  O fator custo é determinante, custos a Qualidade sustentada em nunca pode ultrapassar o valor constituí mais razoáveis, limite de aquisição;  Um custo elevado torna o produto indesejado pelo forte estratégia dos nossos cliente não respondendo a sua1990 dias” Crosby, expectativa além de tornar a sobrevivência da empresa difícil;  O equilíbrio entre estes dois princípios que determinam a competitividade; 10
  • 11. Evolução das Normas sobre SGQ (7) O que dizer sobre o custo total? Custo das Avaliação e Qual o melhor Prevenção Custo de Produção ponto no tempo (eixo X) para se investir em qualidade? Custo das Falhas Nível de Qualidade 11
  • 12. Evolução das Normas sobre SGQ (8)  Crosby introduziu as idéias de Cliente e Resultados, logo depois Deming acrescentou a importância do serviço para a Qualidade;  No início dos anos 90 a Qualidade nos serviços (mesmo em casos de organizações fortemente fabris) passou a ser considerada imprescindível;  Problemas em se medir qualidade em serviços:  O cliente é que mede, não mais o produtor;  Difícil conseguir especificações claras (quantitativas) medidas em geral são qualitativas (e portanto subjetivas);  Exemplos: Instalações, capacidade, número de pessoas, quantidades dos materiais, tempo de espera, tempo de entrega, tempo de processamento, higiene, segurança de bens e pessoas, fiabilidade, capacidade de resposta, acessibilidade, cortesia, conforto, estética ambiental, competência, grau de dependência, exatidão, integridade, estado da arte, credibilidade, comunicação eficaz, etc.;  Muitas vezes a medição só pode ser feita no processo de serviço, não nele em sí; 12
  • 13. Evolução das Normas sobre SGQ (9)  Com o crescimento do comercio internacional e da troca de mercadorias entre regiões cada vez mais distantes do planeta criou-se a necessidade de padronizar certos aspectos dos produtos em comercialização;  Simplificadamente pode-se dizer que esta necessidade de aproximar os padrões gerou os primeiros esforços de criação e implantação de normais industriais de nível internacional:  Em 1906 foi criada a International Electrotechnical Commission (IEC), considerada a pioneira na coordenação do processo para o estabelecimento de medidas e critérios unificados, respeitados entre indústrias de diferentes países; 13
  • 14. Evolução das Normas sobre SGQ (10)  O trabalho da IEC ganhou cada vez mais reconhecimento e levou à criação de várias outras organizações semelhantes em diferentes campos;  Com o passar do tempo esses grupos constataram que havia um desperdício de esforços coincidentes e um risco de criar normas sobrepostas o que poderia causar problemas ao sistema produtivo;  Desta forma algumas destas organizações se integraram e outras desapareceram; 14
  • 15. Evolução das Normas sobre SGQ (11)  Por consequência em 1946, foi criada a International Organization for Standardization, uma ONG que reúne órgãos de normalização de todo o mundo (mais de 150 países), com sede na Suiça;  Os padrões ISO já foram adotados por cerca de 650 mil organizaçõesno mundo  As séries ISO 9000 (qualidade) e Gestão Ambiental: ISO 14000 (meio- ambiente) estão entre as mais conhecidas normas internacionais;  Os padrões são estabelecidos por acordos entre os representantes de todas as partes envolvidas em determinado setor;  A ISO possui cerca de 3.000 Comitês Técnicos, Subcomitês e Grupos de Trabalho, dos quais participam cerca de 50.000 pessoas;  No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT é o órgão responsável por nos representar nos comitês da ISO e editar as normas no país (NBR ISO); 15
  • 16. Evolução das Normas sobre SGQ (12)  A ABNT, em virtude da proliferação de normas nacionais e estrangeiras sobre sistemas da qualidade e do crescente intercambio entre empresas nacionais e estrangeiras criou o TC 176 (Comitê Técnico da Qualidade) da ISO (Organização Internacional de Normalização) em 1979;  Alguns anos depois, em 1987, ocorreu a primeira emissão nacional das normas da série ISO 9000;  O Comitê continua atuando na elaboração, atualização e adaptação das diversas normas para vários setores específicos;  Este fator (ISO no mundo e ABNT no Brasil) tem impulsionado organismos de normalização e associações industriais à elaborar padrões específicos para sistemas ainda não atendidos pela norma maior; 16
  • 17. ISO: O que é? (1)  A International Organization for Stantandardization (ISO) é um instituto sediado em Genebra, na Suíça. É uma ONG com mais de 100 países menbros;  A sigla ISO provém da palavra grega “Isos”: igualdade e uniformidade;  A ISO define e organiza padrões internacionais através d trabalho conjunto de times nacionais de especialistas do ramo, governo e outras organizações relevantes;  Os resultados do trabalho da ISO são publicados como normas internacionais as quais são adaptadas às particularidades (inclusive à legislação) de cada um dos países que decidem adotá-la; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 17
  • 18. ISO: O que é? (2)  Tem como missão promover o desenvolvimento da padronização e atividades relacionadas no mundo com o objetivo de facilitar a troca ou comercialização de produtos e serviços e desenvolver cooperação na esfera intelectual científica tecnológica e econômica;  O Certificado ISO não significa excelência, mas a implantação de um sistema de garantia da qualidade. Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 18
  • 19. ISO: O que são os padrões?  Os padrões ISO são acordos documentados contendo especificações técnicas e outros critérios precisos para serem usados constantemente como regras, guias, ou definições de características, para assegurar que materiais, produtos, processos e serviços estejam de acordo com os seus propósitos.  Os cartões de créditos, telefone e cartões de banco, são exemplos de aplicação de uma norma ISO internacional que se espalhou mundialmente; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 19
  • 20. NBR ISO 9000 (1)  A norma ISO da série 9000 é um conjunto (família) de padrões internacionais que trata da Administração e Garantia da Qualidade;  NBR – ISO 9000 - Sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário;  Descreve os fundamentos de SGQ e estabelece a terminologia para estes sistemas;  A NBR ISO 9001:2000 estabelece requisitos para implementação de um sistema de gestão da qualidade que a organização possa demonstrar capacidade para fornecer produtos que atendam aos clientes e regulamentações aplicáveis e aumentar satisfação dos clientes; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 20
  • 21. NBR ISO 9000 (2)  A NBR ISO 9001:2008 (assim como as anteriores, 2000 e 1994):  Especifica requisitos para um SGQ;  Devem ser conseguidos pela organização para que ela demonstre sua capacidade de fornecer produtos que atendam os requisitos do cliente e regulamentares aplicáveis;  Objetiva (como qualquer SGQ) aumentar a satisfação do cliente (tanto interno quanto externo); Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 21
  • 22. NBR ISO 9000 (3)  4 - Sistemas de Gestão da Qualidade  4.1 Requisitos Gerais  4.2 - Requisitos de Documentação  4.2.1 Generalidades  4.2.2 - Manual da Qualidade  4.2.3 e 4.2.4 - Controle de Documentos e Registros + Lista Mestra  5. Responsabilidade da Direção  5.1 Comprometimento da Direção  5.2 - Foco no Cliente  5.3 - Política da Qualidade  5.4.1 - Objetivos da Qualidade  5.4.2 - Planejamento do SGQ Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 22
  • 23. NBR ISO 9000 (4)  5.5 - Responsabilidade, Autoridade e Comunicação  5.6 - Análise Crítica pela Direção  6.1 - Provisão de Recursos  6.2 - Recursos Humanos  6.3 - Infra Estrutura  6.4 - Ambiente de Trabalho  7.1 - Planejamento da Realização do Produto  7.2 - Processos Relacionados a Clientes  7.3 - Projeto e Desenvolvimento (1/2)  7.3 - Projeto e Desenvolvimento (2/2) Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 23
  • 24. NBR ISO 9000 (5)  7.4 – Aquisições  7.5.1 - Controle de Produção e Prestação de Serviço  7.5.2 - Validação dos processos de produção e prestação de serviço  7.5.3 - Identificação e Rastreabilidade  7.5.4 - Propriedade do Cliente  7.5.5 - Preservação do Produto  7.6 - Controle de Equipamento de Monitoramento e Medição Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 24
  • 25. NBR ISO 9000 (6)  8 Medição, Análise e Melhoria  8.1 Generalidades  8.2.1 - Satisfação do Cliente  8.2.2 - Auditoria Interna  8.2.3 - Monitoramento e Medição de Processos  8.2.4 - Monitoramento e Medição do Produto  8.3 - Controle de Produto Não Conforme  8.4 - Análise de Dados  8.5 Melhoria  8.5.2 Ações Corretivas  8.5.3 Ações Preventivas Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 25
  • 26. NBR ISO 9000 (7)  A NBR ISO 9004:  Dá diretrizes que consideram a eficácia e a eficiência do SGQ;  Tem por objetivo melhorar o desempenho da organização e, por conseguinte a satisfação dos clientes e outras partes interessadas (stakeholders); Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 26
  • 27. NBR ISO 9000 (8)  A NBR ISO 19011: 2002 :  Dá diretrizes para auditoria de SGQ e meio ambiente; É das mais em voga atualmente em virtude  da importância que vem tomando a questão ambiental;  Serve como preparação para a ISO 14001: 2004 que trata de Sistemas de Gestão Ambiental; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 27
  • 28. NBR ISO 9000 (9): Princípios  1. Foco no Cliente;  2. Liderança entre objetivos comuns;  3. Envolvimento de todos;  4. Abordagem de processos;  5. Considerar o impacto de decisões em outros processos;  6. Melhoria Contínua;  7. Decisão baseada em dados;  8. Benefícios mútuos entre clientes e fornecedores; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 28
  • 29. NBR ISO 9000 (10):  O SGQ objetiva melhoria contínua da organização, através de:  Planejamento;  Controle;  Ações corretivas;  Ações preventivas  Como se observa a norma segue a idéia do “PDCA”;  Deve-se, de início determinar os requisitos do cliente;  Depois fornecer de acordo com as especificações;  Para tanto a organização precisa de processos que disponham de recursos e profissionais competentes;  Por fim deve-se avaliar a satisfação do cliente, e com base nesses resultados implementar as correções no sistema;  O resultado é a melhoria, contínua; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 29
  • 30. NBR ISO Melhoria Contínua do SGQ 9000 (11) Responsabilidade da Gestão Organização Requisitos e seu Medição, Análise Satisfação Gestão de Cliente Cliente Recursos Sistema de e Melhoria Gestão da Qualidade Realização do Produto ou Serviço Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 30
  • 31. 4.1 Requisitos gerais NBR ISO 9000 (12) 4.2 Requisitos de documentação 5.1 Comprometimento 5.2 Foco no cliente 5.6 Análise crítica 5.3 Política da qualidade 8.4 Análise de dados 5.4 Planejamento 8.5 Melhoria 5.5 Responsabilidade, autoridade e 8.5.1 Melhoria contínua comunicação 8.5.2 Ação corretiva 6.1Provisão de recursos 8.5.3 Ação preventiva 7.1 Planejamento da realização do produto P D A C 6.2 Recursos humanos 8.2 Monitoramento e medição 6.3 Infra-estrutura 8.2.1 Satisfação do cliente 6.4 Ambiente de trabalho 8.2.2 Auditoria interna 7.2 Processos relacionados a cliente 8.2.3 Medição de processo 7.3 Projeto 8.2.4 Medição de produto 7.4 Aquisição 7.5 Produção 7.6 Controle dispositivos de medição Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro 8.3 Controle de produto não conforme Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 31
  • 32. A Família ABNT NBR ISO 9000  ISO 9000:2005 – Sistema de Gestão da Qualidade, Fundamentos e Vocabulário;  ISO 9001:2008 – Sistema de Gestão da Qualidade, Requisitos;  ISO 9004:2009 – Sistema de Gestão da Qualidade, Diretrizes para Melhoria de Desempenho;  A ISO 9001 é a norma que define os requisitos para um Sistema de Gestão da Qualidade, é através dela que a organização se preparara para uma certificação; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 32
  • 33. Estrutura da NBR ISO 9000:2008  0 – Introdução;  1 – Escopo;  2 - Referência Normativa;  3 - Termos e definições;  4 - Sistema de Gestão da Qualidade;  5 - Responsabilidade da Direção;  6 - Gestão de Recursos;  7 - Realização do Produto;  8 - Medição, análise e melhoria;  A estrutura novamente segue o PDCA: melhoria contínua;  Em geral as certificadores emitem Diplomas válidos por três anos, depois dos quais deverá ser feita nova certificação; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 33
  • 34. Gestão Ambiental: ISO 14000 (1)  A NBR ISO 14001:2004 estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um Sistema Ambiental com base em requisitos legais e informações de aspectos ambientais significativos, introduzindo na organização uma postura de prevenção de ocorrências de impactos adversos ao meio ambiente.  Foco no meio ambiente;  Estabelece as bases de um SGA, com a definição de uma política e de um planejamento para o meio ambiente, com aplicações internas nas organizações, certificação ou fins contratuais;  Um SGA tem como objetivo principal atingir o controle do impacto ambiental gerado pelas atividades desenvolvidas pela organização; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 34
  • 35. Gestão Ambiental: ISO 14000 (2) Porquê um SGA na base da NBR ISO 14.001:2004?  Uma ferramenta Gerencial;  Fornecer estrutura para melhoria contínua;  Competir melhor nos mercados internos e externos;  Promover a imagem ambiental;  Melhorar o desempenho ambiental;  Reduzir custos;  Aumentar a competitividade;  Minimizar riscos;  Reduzir impactos ambientais; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 35
  • 36. Gestão Ambiental: ISO 14000 (3) P D A C Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 36
  • 37. Gestão Ambiental: ISO 14000 (4) SGA Requisitos típicos:  Reduzir impactos ambientais;  Melhoria Contínua  Prevenção da Poluição  Cumprimento da legislação/outros requisitos (p. ex. protocolos)  Licenças operacionais  Limites de emissão / ruídos  Gerenciamento de resíduos  Manuseio de material perigoso  Outorgas Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 37
  • 38. Saúde e Segurança Ocupacional SSO - OHSAS 18001:2007(1)  Foco na Saúde e Segurança Ocupacional;  A OHAS 18001:2007 estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um sistema de gestão de segurança e saúde ocupacional com base em requisitos legais e informações de perigos e avaliação de riscos das atividades e processos para eliminar ou minimizar os riscos em segurança e saúde ocupacional dos empregados e outras partes interessadas;  Planejamento e Treinamento (P)  Levantamento de Perigos e Riscos Ocupacionais  Objetivos, Metas, Programas de Prevenção de Acidentes  Registros (D)  Mitigação dos riscos, EPIs, EPCs, Práticas seguras, Proteção  Controles (C)  Inspeções, Medições, Auditorias, Análise de Dados, CIPA  Ações de Melhoria (A)  Correção, Corretiva, Preventiva e Melhoria Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 38
  • 39. Saúde e Segurança Ocupacional SSO - OHSAS 18001:2007(2)  Atender a legislação;  Redução dos acidentes;  Proteção da saúde;  Controle das tarefas;  Controle dos riscos;  Planos de prevenção;  Transparência; Atividade Perigo Risco ou Dano Redução Controle Levantar Inspeção de Lesão por esforço Técnica de Levantar Equipamento Rotina de ou contusão pesos e uso de EPI Operação Pesado Segurança de Lesão e perda Uso de protetor Teste de Máquina Ruído Intenso auditiva Auricular Adequado Audiometria Britadeira Vibração Pausas periódicas, Inspeção de Lesões diversas Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Intensa Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea revezamento no uso Segurança 39
  • 40. Segurança alimentar – ISO 22000 (1)  Desde muito tempo se observa uma crescente pressão clientela (interna e externa) para que as organizações da cadeia alimentar sejam capazes de demonstrar e evidenciar adequadamente sua capacidade de identificar e controlar os riscos alimentares com impacto na segurança dos alimentos;  Surgiram então no mundo referenciais de segurança alimentar, que os diversos elos da cadeia alimentar tinham que cumprir;  O grande número de normas diversas gerou confusão e assim surgiu a necessidade de harmonizar tais normas num referencial reconhecido internacionalmente, a ISO 22000 que tem como benefícios:  Reconhecimento internacional ;  Esperada há muito pelos intervenientes da cadeia alimentar;  Aplicabilidade em toda a cadeia;  Preenche uma lacuna entre a ISO 9001 e o HACCP;  Contribui para uma melhor compreensão do Código da HACCP; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 40
  • 41. Segurança alimentar – ISO 22000 (2)  A ISO 22000 especifica os requisitos de um sistema de gestão da segurança alimentar, para organizações da cadeia de fornecimento de produtos alimentares (aplicáveis em todas as fases), que pretendam demonstrar a sua aptidão para fornecer produtos seguros para o consumidor final.  O objetivo da norma é harmonizar os requisitos necessários para fornecer ao consumidor final um alimento seguro;  Deve-se gerir um sistema que garanta ao consumidor que o alimento é seguro no momento do consumo.  A versão nacional mais recente data de 2005; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 41
  • 42. Segurança alimentar – ISO 22000 (3)  A norma aplica os princípios do HACCP (Hazard Analysis Critical Control Point, ou em Português, Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle);  Junta-se à ele uma estrutura de gestão que engloba os outros processos da organização;  Assim como as outras normas ISO esta pode ser aplicada sozinha ou em conjunto com suas “irmãs”; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 42
  • 43. Segurança alimentar – ISO 22000 (4)  A ISO 22000 pode ser aplicada a todas as fases (produção primária, rações, indústria alimentar, transporte, armazenamento e distribuição e comércio);  Além das diretamente ligadas à produção de Alimentos a norma se aplica também à organizações que participam indiretamente da cadeia de produção (fornecedores de equipamento, produtos de limpeza e higienização, materiais de embalagem ou outros materiais que entrem – ou possam entrar - em contato com os alimentos, prestadores de serviços, etc.); Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 43
  • 44. Gestão de Responsabilidade Social – SA 8000:2001 (1)  A SA 8000:2001 estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um Gestão de Responsabilidade Social (SGRS) interna com objetivo de melhoria do relacionamento organizacional interno por meio da demonstração da preocupação com o trabalhador e do estabelecimento de condições adequadas de saúde e segurança  Atender a legislação Internacional e nacional;  Melhorar a qualidade de vida do Trabalhador a nível mundial;  Transparência;  Olhar para dentro da organização; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 44
  • 45. Gestão de Responsabilidade Social – SA 8000:2001 (2)  Trabalho Infantil:  Práticas Disciplinares  Atender Legislação Internacional (OIT) e Nacional;  Tratamento adequado e  Eliminar o trabalho de Crianças e humano aos Trabalhadores Muito Jovens;  Horário de Trabalho  Trabalho Escravo:  Legislação Trabalhista  Política de Prevenção e Combate junto aos parceiros comerciais; Nacional e OIT  Saúde e Segurança no Trabalho:  Remuneração  Legislação Trabalhista Nacional e  Legislação Trabalhista OIT; Nacional e OIT  Liberdade de Associação:  Sistema de Gestão  Garantia de Acesso, Participação e Negociação Coletiva;  Auditorias, Ações de  Discriminação Reparação, Registros.  Controle de Subcontratados Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 45
  • 46. Gestão de Responsabilidade Social – SA 8000:2001 (3)  Norma Brasileira de Responsabilidade Social  NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema da Gestão – Requisitos Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 46
  • 47. Visão Integrada dos sistemas ISO (1)  Todos os sistemas da ISO podem (e devem, se assim for visto como necessário) ser integrados;  Não há nenhuma incoerência lógica entre os sistemas, todos usam as idéias centrais de:  Foco no Cliente;  Melhoria Contínua;  Todos os sistemas ISO, quando adaptados, seguem estritamente a legislação vigente; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 47
  • 48. Visão Integrada dos sistemas ISO (2)  Os sistemas juntos permitirão maior identificação e distribuição de responsabilidades internas, assim cada pessoa será mais consciente da sua importância e função na organização;  Facilita a identificação de possíveis fragilidades da empresa, podendo prevenir ocorrências de problemas no futuro;  Dentre muitos outros;  Por fim a implementação conjunta auxilia no aumento da satisfação dos clientes e, portanto na manutenção da organização no mercado; Gestão da Qualidade - Fernando Monteiro Segunda-feira, 05/11/2012 D’Andrea 48
  • 49. Próxima Aula: 14 de 20 Dia 12 de Novembro de 2012, Segunda QVT – Contexto Histórico
  • 50. Bibliografia (1)  Livros e Aulas  CARPINETTI, MIGUEL, GEROLAMO. Gestão da Qualidade - ISSO 9001:2008. São Paulo: Atlas, 2010.  PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade. 2ª ed., São Paulo: Atlas, 2011.  TAKASHINA, NEWTON TADACHI . Indicadores da Qualidade e do Desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.  EQUIPE GRIFO. Iniciando os conceitos da qualidade total. São Paulo: Pioneira, 1998.  BRUM, ALESSANDRO. Notas de Aula. Como, 2007.
  • 51. Bibliografia (2)  Websites  http://nurse2006.web.simplesnet.pt/almerindo/gestaod equalidade.pdf  http://pt.scribd.com/doc/16207099/Trabalho-Normas- Qualidade-ISO-9000  http://www.eps.ufsc.br/disserta96/ribeiro/cap4/cap4.ht m  http://www.grupodestra.com.br/100392-noticia-a- evoluo-da-qualidade-e-o-surgimento-das-normas-iso  http://www.qualidade.com.br/internas/int1.php?item1= 39&item2=61&item3=&idIntA=27
  • 52. Bibliografia (2)  Websites  http://www.totalqualidade.com.br/2009/12/norma-abnt-nbr-iso- 90012008-saiba-mais.html  http://www.bsibrasil.com.br/certificacao/sistemas_gestao/normas/ iso22000/  http://www.dqa.pt/002.aspx?dqa=0:0:0:21:42:30;42:-1:0:0  http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=F iles/FileDescription&ID=503&state=FD  http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e- Ambiente/Interessante/content/Sistemas-de-Gestao-da-Seguranca- Alimentar--Introducao-a-Norma-ISO-22000?bl=1&viewall=true  http://www.trenton.com.br/iso22000.pdf  http://iso14001.homestead.com/ISO14000ISO9000integration.html