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Arte e Função
Apresentação concebida para o
Curso Profissional de Turismo
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 2
Nas primeiras décadas do século XX surgem várias
polémicas, no campo da arquitetura e do design, e
envolveu engenheiros, arquitetos e artistas, as questões
de discussão eram:
“Arte e Técnica”;
“Forma e Função”;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 3
É o reflexo da primeira grande crise de valores das
sociedades industrializadas do Ocidente;
Presas a concepção mentais e valores estéticos do
passado, impostos pela tradição e pelo academismo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 4
A Arte Nova, finais do século XIX e princípios do XX, foi o
primeiro movimento a criar as raízes da rutura e o
Modernismo abriu caminho às tendências inovadoras da
arquitetura e do design no pós Primeira Guerra Mundial;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 5
As escolas de Chicago, Glasgow e a Secessão Vienense
utilizaram os novos materiais (ferro, vidro, betão) à vista,
sem disfarces;
Utilizaram os novos sistemas construtivos, esqueleto
estrutural em ferro e betão, fachadas sem função
sustentadora;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 6
Aplicaram critérios cada vez mais racionalistas e
funcionalistas que desenvolveram construções de planta
livre, a depuração formal e a desornamentação dos
edifícios;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 7
Surge uma nova arquitetura que procurou responder de
forma técnica, racional, pragmática e funcional às novas
exigências da sociedade: higiene, luz, ventilação, conforto,
etc.);
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 8
Antes de 1914 surgem alguns exemplos marcantes desta
arquitetura Modernista;
Modernismo: Nome dado ao conjunto das vanguardas
artísticas do início do século XX, que refletem as
influências das várias correntes estéticas da época;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 9
França:
August Perret (1874-1945), nos finais do século XIX
utilizou estruturas de betão armado nas suas construções;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 10
Perret, Edifício de apartamentos, Paris
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 11
Áustria:
Adolf Loos (1870-1933), combate o academismo e
historicismos, propõe uma arquitetura racional, pragmática
e funcional;
Defendeu uma arquitetura urbana, económica e acessível
às massas;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 12
Loos, casa Steiner,
1910, Viena
“Se por estilo se entende ornamento, então a grandeza do
nosso tempo está em não termos produzido um novo estilo.
Encontrar a beleza da forma, em vez de a fazer depender da
decoração, é o objetivo ao qual aspira toda a Humanidade”;
Alfred Loos
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 13
Loos, casa Steiner, 1910, Viena
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 14
Alemanha:
A arquitectura e o design modernistas nasceram da
actividade da Deutscher Werkbund;
Deutscher Werkbund, Associação Alemã para o Trabalho,
fundada em 1907 que agrupava industriais, arquitectos e
artistas, cuja finalidade era promover a qualidade dos
objectos industriais;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 15
O seu objetivo era promover a ligação entre arte, indústria
e artesanato;
Os objetos produzidos industrialmente, com qualidade
estética e funcional, podiam alcançar as massas
populacionais;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 16
A Deutscher Werkbund criou uma nova conceção de
design industrial, assente na racionalização dos processos
e na estandardização;
Contribuiu para a Alemanha alcançar a vanguarda da
produção industrial europeia;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 17
Na Deutscher Werkbund, ao nível da arquitetura destacou-
se Peter Behrens (1868-1940), com construções de
carácter utilitário;
Aplicou as regras do desenho industrial ao desenho
arquitetónico;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 18
No seu atelier trabalharam:
Mies van der Rohe (1886-1969);
Le Corbusier (1887-1965);
Max Berg (1870-1947);
Adolf Meyer (1881-1929);
Walter Gropius (1883-1969);
e outros;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 19
Behrens, Fábrica das Turbinas AEG, 1909
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 20
Behrens, Fábrica das
Turbinas AEG, 1909
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 21
Gropius enunciou os princípios do seu futuro estilo:
Estruturas metálicas em ferro e aço (gaiola estrutural);
Fachadas em vidro (paredes-cortina);
Utilização racional dos novos materiais;
Novas formas espaciais adaptadas às funções;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 22
Segundo Gropius o papel da arquitetura estava em “dar
forma artística ao espaço da técnica e não em decorá-la”;
A Deutscher Werkbund gerou uma corrente de arquitetura
expressionista que atingiu o seu auge no pós Primeira
Guerra Mundial;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 23
Gropius, fábrica Fagus
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 24
Meyer, edifício de escritórios
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 25
Berg, Sala do Centenário
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 26
Utopias Arquitectónicas
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
Entre 1914 e 1920 a construção sofreu um período de
estagnação;
Desenvolveu-se uma reflexão teórico-prática sobre a nova
arquitetura e o seu papel nas sociedades contemporâneas;
Os arquitetos foram influenciados pelas teorias dos
movimentos plásticos seus contemporâneos:
Expressionismo, Cubismo, Construtivismo, Neoplasticismo,
etc.;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 28
Procuram concretizar nos seus projetos as novas
propostas dessas vanguardas artísticas;
Procuram encontrar uma arquitetura capaz de responder
aos anseios das novas sociedades;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 29
Idealizaram verdadeiras utopias arquitetónicas apoiados
nos mais modernos e sofisticados processos construtivos;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 30
Taut, Pavilhão de
Vidro, 1914
O Expressionismo arquitetónico nasceu na Deutscher
Werkbund e atingiu o seu apogeu nos anos 20 do século
XX;
Recorrendo a modernas e arrojadas soluções de
engenharia construíram edifícios com um carácter
fantasista e bizarro;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 31
Mendelsohn, Torre
Einstein, 1921,
Potsdam
Valorizaram a expressividade das formas arquitetónicas,
usando a arquitetura com o mesmo valor plástico e
conceptual da escultura e da pintura;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 32
A expressividade era obtida através das formas, dos
volumes e através dos materiais, explorando as
capacidades construtivas e plásticas dos diversos
materiais;
Materiais mais utilizados: vidro e o betão;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 33
Höger, Casa Chile,
1924, Hamburgo
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 34
Principais arquitetos:
Bruno Taut (1889-1938);
Eric Mendelsohn (1887-1953);
Fritz Höger;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 35
O Manifesto da Arquitetura Futurista foi elaborado por
António Sant’Elia (1888-1916) em 1914;
A máquina era o modelo de estética universal;
A funcionalidade e o bem-estar eram elementos
fundamentais;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 36
Sant’Elia, Projeto para uma central elétrica, 1914, Milão
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 37
Preferiam os materiais modernos (aço, betão, vidro);
Criaram linha obliquas para criar uma ideia de dinamismo;
Propuseram a total abolição da decoração;
Propunham uma arquitetura racional e funcional adaptada
às necessidades do mundo moderno;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 38
O Construtivismo arquitetónico nasceu na Rússia, nos
primeiros tempos da Revolução;
Influências do Futurismo;
É a procura de uma arquitetura funcional aos serviços dos
ideais revolucionários que contribuísse para a renovação
social e mental do povo soviético;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 39
A função da nova arquitetura seria desenhar os objetos da
nova cultura material;
Surgiram na União Soviética numerosas associações de
arquitetos;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 40
Principais arquitetos:
Irmãos Vesnine (Alexander, Viktor, Leonid);
Konstantin Melnikov (1890-1974);
El Lissitzky (1890-1941);
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 41
Irmãos Vesnine, Palácio dos Sovietes,
projeto não realizado, 1933
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 42
Irmãos Vesnine, Palácio do
Trabalho, projeto não realizado,
1933
As propostas arquitetónicas construtivistas raramente foram
concretizadas;
Demasiado radicais na sua formulação plástica;
Não foram entendidas pelo povo e eram demasiado caras;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 43
Melnikov, Casa da
Rússia, Moscovo, 1928
A partir da década de 30, o governo soviético, retirou-lhes
apoio;
Estas propostas modernistas foram substituídas pelo
Realismo Socialista, de carácter propagandístico;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 44
Na arquitetura desenvolveu-se uma corrente ligada às
propostas do Neoplasticismo;
Procuravam o rigor técnico, a clareza formal, aplicando
regras matemáticas e geométricas;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 45
Exteriormente os edifícios eram organizados por superfícies
planas e retilíneas;
Vidraças horizontais criando a comunicação interior e
exterior;
As plantas privilegiavam a conceção de espaço livre,
funcional, quase sem divisões ou utilizando divisórias
deslizantes;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 46
Nenhum elemento ornamental prejudicava o jogo abstrato
das formas;
Apresentem algumas notas de cor em elementos lineares
verticais e horizontais (vermelho, amarelo, azul, preto);
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 47
Rietveld, Casa Schröder, 1924
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 48
Rietveld, Casa Schröder, 1924
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 49
Rietveld, Casa Schröder, 1924
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 50
Oud, Café “De Unie”, fachada e desenho
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 51
Rietveld, cadeira, mesa
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 52
Principais arquitetos do neoplasticismo:
Gerrit Rietveld (1888-1964);
Jacobus Johannes Pieter Oud (1890-1963);
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 53
Os conceitos arquitetónicos do neoplasticismo estiveram
presentes na construção de alguns complexos
habitacionais na década de 20 na Europa;
Influenciaram os arquitetos da Bauhaus;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 54
Sharoun, Bairro Popular,
Alemanha
Ehn, Pátio Karl Marx,
Viena
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 55
Em 1919, na Alemanha, surgiu a Bauhaus (Casa das
Artes), uma escola das artes;
Propunha a integração entre as artes aplicadas e as belas-
artes;
Desenvolveu o conceito de design industrial;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 56
Resulta da fusão da Escola de Artes e Ofícios de Weimar e
a Escola Superior de Artes Aplicadas;
O seu primeiro diretor foi Walter Gropius;
Foram influenciados pelo Arts and Crafts e, pela
Deutscher Werkbund;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 57
Tinha um projeto pedagógico inovador:
Trabalho de equipa;
Interação entre a teoria e a prática;
Aplicam o conceito de unidade das artes;
Grande liberdade de criação e conceção;
Reunia no mesmo projeto de ensino a Arquitectura, o
Design, as Artes Plásticas, as Artes Decorativas, as Artes
Decorativas, o Cinema, a Fotografia, o Ballet, etc.;
Breuer, cadeira, 1923
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 58
Jucker, candeeiro, 1924
O projeto era executado por um conjunto de professores
(mestres-artesãos, operários e artistas plásticos);
A Bauhaus, formou novos artistas e contribuiu para a
renovação da pesquisa plástica e do design industrial;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 59
Brandt, serviço de chá
O projeto passou por 3 fases e cidades diferentes:
Weimar de 1919 a 1924;
Dessau de 1925 a 1932;
Berlim, 1933;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 60
Gropius, Escola
da Bauhaus, 1925
O período de Dessau foi o mais fecundo da escola;
Ultrapassadas as tendências expressionistas da primeira fase
a escola orientou-se por critérios mais racionalistas e
funcionais;
Procuram uma colaboração mais directa com a sociedade e
com a indústria;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 61
Gropius, Escola da Bauhaus, 1925
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 62
Foi o período de maior desenvolvimento do design;
Preocupam-se com a qualidade do desenho, a
modernidade dos materiais e a relação forma/função;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 63
Behrens,
ventoinha
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 64
Foi criado o Departamento de Arquitetura da Bauhaus
(1927), que segue os critérios enunciados na Deutscher
Werkbund por Walter Gropius, sendo um dos
impulsionadores do Movimento da Arquitetura Moderna;
A sede da Bauhaus de Dessau é um dos exemplos de
arquitetura racionalista;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 65
Estruturas metálicas em ferro e aço (gaiola estrutural);
Fachadas em vidro (paredes-cortina);
Utilização racional dos novos materiais;
Novas formas espaciais adaptadas às funções;
Segundo Gropius o papel da arquitetura estava em “dar
forma artística ao espaço da técnica e não em decorá-la”;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 66
Gropius, bairro residencial, 1927
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 67
Gropius, casa
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 68
Gropius abandona a Bauhaus em 1928 e em 1937, emigra
para os EUA, fugindo do regime nazi;
Foi professor de arquitetura em Harvard;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 69
Sucederam-lhe no cargo de director Hannes Meyer (1889-
1954) e na fase de Berlim Ludwig Mies van der Rohe
(1886-1969);
Mies van der Rohe, foi um dos expoentes da Arquitetura
Moderna;
Criou uma arquitetura racionalista e estruturalista;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 70
Van der Rohe, Casa Hermann, 1928
Procurou soluções técnicas avançadas com base no
esqueleto estrutural em aço;
Utilizou materiais sumptuosos (mármore e vidro);
Simplicidade estrutural dos exteriores e interiores;
Afirmava: “em arquitectura menos é mais”;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 71
Van der Rohe,
Casa Tugendhat
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 72
Van der Rohe, Pavilhão alemão, Exposição Universal de
Barcelona, projeto de 1929, reconstrução 1986
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 73
Van der Rohe, Edifício
Seagram
Com o encerramento da Bauhaus, em 1933, pelos nazis, van
der Rohe emigrou para os EUA, onde vai contribuir para o
desenvolvimento do Estilo Internacional com estruturas
como o edifício Seagram em Nova Iorque;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 74
Art Déco
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
No período entre as duas guerras mundiais, surgiu a Art
Déco, que abrangeu a arquitetura, a decoração de
interiores, o design, o cinema, a publicidade, a moda, etc.;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 76
“Seguiu-se à Arte Nova,
esta baseara-se em
motivos florais para
modelar e ornamentar, a
Art Déco voltou-se para o
design abstrato e na
Natureza sobretudo
representando a beleza
feminina e animais”;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 77
Caixa de cartão
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 78
“Os seus objetos foram confecionados em materiais
dispendiosos e estas ideias foram copiadas e fabricadas
em alternativas mais baratas;
A Art Déco atingiu todas as formas de arte desde a
arquitetura até ao design de automóveis ou de mobiliário”;
Arie van de Lemme, Guia de Art Déco
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 79
Cassandre, Nord Express, 1927
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 80
Aderiu aos novos materiais e aos processos industriais de
produção;
Inspirou-se nos ideais do Arts and Crafts (unidade das
artes) e no Deutscher Werbund;
Foi influenciada pelo Cubismo, Construtivismo, Futurismo,
na abstração, distorção e simplificação, sobretudo
evidentes nas artes decorativas;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
Arte Nova Art Déco
Onde a Arte Nova fora pesada complexa a Art Déco era limpa
e pura.
As linhas se se encurvavam, eram graduais e impetuosas, se
eram direitas, apresentavam a retidão de uma régua.
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 82
Numa época de racionalidade e funcionalismo assumiu-se
como um estilo decorativo;
Uma estética nova, moderna, eclética, aplicável a todas as
atividades artísticas;
Transformou-se numa moda característica de um tempo e de
um modo de pensar;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 83
Bagge, quarto
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 84
A Art Déco tornou-se conhecida na Exposição de Artes
Decorativas e Industriais de Paris, de 1925;
Expandiu-se por toda a Europa e América;
Esteve presentes em períodos tão distintos como os
prósperos Anos Loucos e na miséria da Grande Depressão;
Adnet, Aparador
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 85
Assimilou e aproveitou os conceitos estéticos e plásticos das
vanguardas pictóricas;
Foi influenciada pela arte africana;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 86
Retirou inspiração da natureza animal, do corpo feminino e
das formas geométricas e abstratas;
Produziu um desenho estilizado e geometrizado (baseado na
linha reta ou quebrada em contraposição com curvas traçadas
a compasso associada a um colorido vivo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 87
No design industrial aplicou-se a todo o tipo de objetos
utilitários: mobiliário, louças, automóveis, etc.;
Utilizou os materiais mais modernos: plástico, baquelite (tipo
de plástico), etc.;
Usando formas estilizadas, geométricas e cores vivas;
Delamane, Grade de radiador
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 88
Legran, chaise, biombo, mesa
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 89
Saladeira de vidro
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 90
Na arquitetura aplicou-se sobretudo na decoração de
interiores mas influenciou a construção modernista de muitos
edifícios;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 91
Wallis, Fábrica da Hoover
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 92
Na Art Déco predomina a geometrização e simplificação da
estrutura, das plantas e das fachadas;
Alternam superfícies planas e retilíneas com curvas
pronunciadas de traçado geométrico;
A cor aparece condensada em determinados locais: lintéis,
puxadores, fechos, etc.;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 93
Coufs, Cinema
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 94
Hood, entrada do Rockefeller Center
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 95
Van Alen, Edifício
Chryler
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 96
A divulgação industrial e o êxito levou ao cansaço e na
década de 30, do século XX, a Art Déco desapareceu;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 97
Principais características da Art Déco:
Influências da Deutscher Werkbund, Arts and Crafts,
Cubismo, Construtivismo e Futurismo;
Decoração geométrica;
Geometrização da estrutura e da forma;
Utilização de materiais exóticos;
Valorização estéticas dos materiais;
Espírito racionalista nas artes decorativas;
Design industrial;
Aplicada a tudo transformou-se numa moda;
Símbolo de modernismo.
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 98
Estilo Internacional
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
Em 1918 começa a destacar-se um nome na arquitetura
europeia, o suíço, Charles-Édouard Jeanneret (1887-
1965), mais conhecido por “Le Corbusier”;
Principais obras:
Aprés le Cubisme, 1918;
Para uma nova Arquitectura, 1923;
O Modulor, 1924;
Revista L’Esprit Nouveau, 1920;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 100
Le Corbusier, O Modulor
Nestas obras divulgou as suas ideias sobre a forma pura que
implicava uma estética nova e racional;
Abriu o seu escritório de arquitetura em 1922 e começou a
interessar-se pelos problemas do urbanismo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 101
Dentro do espírito do racionalismo funcionalista propôs a
aliança entre a arquitetura e indústria;
Na procura de uma construção que respondesse, de forma
técnica, racional e materialista, aos problemas das
sociedades do seu tempo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 102
Le Corbusier,
cidade refúgio
Defendeu uma arquitetura
prática, liberta de
individualismos e
sentimentalismos fantasistas,
preocupada com a economia
de meios e de gastos e
socialmente comprometida;
apostada em encontrar
soluções viáveis para, com
qualidade e economia, resolver
os problemas de habitação
colectiva nas grandes cidades;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 103
Le Corbusier,
Quartiers Modernes
de Frugès
Desenvolveu estudos sobre os comportamentos coletivos,
e de ergonomia e proporcionalidade (tomaram por medida
o corpo humano), para matematização dos espaços e
produção de bens de equipamento;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 104
Le Corbusier, prédio em
Marselha
Procurou normas padronizadas
para projectar habitações
económicas, acessíveis à maioria
das pessoas;
Com altos padrões de conforto,
higiene e funcionalidade;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 105
Le Corbusier, prédio
em Marselha
Definiu o “mínimo vital” e optimizou meios e recursos na sua
construção
Estas construções, marcadas por uma grande racionalidade e
pragmatismo, chegaram a levá-lo a definir as habitações
como “máquinas para se viver”;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 106
Le Corbusier, Dom-Ino
As ideias de Le Corbusier foram materializadas, pela
primeira vez, na construção da Casa Dom-Ino (1914)
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 107
Em 1926,
escreveu Os
Cinco Pontos da
Nova
Arquitetura:
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
Construção apoiada em pilotis (pilares), colocados livremente
em relação à planta, servindo para sustentar e isolar o
edifício de humidades;
Tetos planos com terraços e jardins na cobertura;
Plantas de andar totalmente livres;
Fachadas de composição livre;
Janelas colocadas em longas faixas horizontais;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 109
Le Corbusier, Villa Sabóia
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
Projetou moradias, prédios de habitação social, blocos de
alojamento, pavilhões de exposições, etc.;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 111
Le Corbusier, Pavilhão do Espírito Novo
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 112
Após a 2ª Guerra Mundial projetou construções mais
expressivas, usando o betão em superfícies exteriores com
o aspeto de inacabada;
São exemplos a Igreja de Nossa Senhora de Romchamp e
o Ministério da Educação Brasileiro (colaboração com
Lúcio Costa e Óscar Niemeyer);
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 113
Le Corbusier, Igreja de Nossa Senhora de Romchamp
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 114
Le Corbusier, Niemeyer e Lúcio Costa, Ministério da
Educação do Brasil
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 115
Projetou espaços urbanísticos funcionalistas;
As suas teorias urbanísticas estão no livro A Cidade
Radiosa (1930);
As ruas cruzavam-se ortogonalmente e existiam 3 zonas
diferenciadas: trabalho, lazer e residência;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 116
Le Corbusier, projecto urbanístico
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 117
Óscar Niemeyer (1907-2012) e Lúcio Costa (1902-1998)
inspiraram-se nestes estudos para a construção da cidade
de Brasília;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 118
Niemeyer, Palácio dos Congressos, Brasília
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 119
Brasília
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 120
As conceções racionalistas e funcionalistas de Le
Corbusier, de Gropius e Mies van der Rohe,
foram amplamente divulgadas e expandidas pelos CIAM
(Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna) que,
a partir de 1928, se realizaram em várias cidades
europeias
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 121
A ética dos CIAM, patenteada na Carta de Atenas, de
1933, norteou a reconstrução das cidades europeias no
pós-Segunda Guerra Mundial;
pondo a tónica na construção habitacional em torre e nos
princípios urbanísticos de Le Corbusier;
Contribuíram para organizar o chamado Estilo
Internacional;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 122
Estilo Internacional foi a designação atribuída pelo
historiador de arte Henri Russel Hitchock e pelo arquiteto
Philip Johnson, em 1932, para nomear as vanguardas
arquitetónicas da época;
Estas, apesar de muito diversificadas, correspondiam a
certos princípios comuns:
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 123
usaram a “estética da máquina” e os materiais modernos
(betão, aço, vidro);
valorizaram o esqueleto estrutural, plantas flexíveis e um
planeamento e funcional dos interiores;
projetaram fachadas geometricamente;
deram importância às janelas, com armações metálicas
leves e colocadas à face das fachadas;
preferiram os telhados planos, em terraço;
excluíram toda a ornamentação aplicada.
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 124
Breuer, Sede da UNESCO
Hoody, Edifício do Daily News
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 125
Organicismo
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
A partir dos anos 30, surge uma primeira reação ao
funcionalismo racionalista da arquitetura europeia;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 127
Wright, Casa Robbie
Resposta a uma evolução demasiado tecnológica, a
arquitetura procurava vias mais humanas e sensitivas, que
evidenciassem preocupações com o ambiente circundante e
respeitassem as tradições locais, a nível do uso de materiais
e das técnicas construtivas;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 128
O contexto regional e as preocupações ambientais, a nível
estético e ecológico;
Foram para o Organicismo, aspetos importantes na
construção e no urbanismo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 129
Wright, Casa Charles Ennis
Destaca-se o trabalho do arquiteto americano Frank Lloyd
Wright (1869-1959), que iniciou a sua atividade cerca de
1890, junto da Escola de Chicago;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 130
Wright desenvolveu, desde a sua fase das casas da pradaria
(c. 1893-1916) uma arquitetura organicista onde:
as divisões da planta não resultavam da “divisão distributiva
do volume”, mas integravam-se umas nas outras, como num
sistema vivo (orgânico) coerente;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 131
Wright, Casa W. Fricke
Rejeitando os historicismos influenciado também pelas
conceções construtivas japonesas, F. L. Wright associou a
estas ideias a recusa do maquinismo tecnológico,
enquanto estandardização;
Valorização do individualismo;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 132
Relação intima entre artesanato e indústria e a utilização
dos materiais tradicionais em cada região;
Conceções espaciais e estéticas baseadas na pureza das
linhas horizontais;
No equilíbrio das massas e volumes;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 133
Wright, Casa
da Cascata
Na perfeita integração do edifício no meio envolvente, algo
que sempre respeitou como elemento estético;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 134
O espaço arquitetónico é concebido como expressão da
própria vida do homem que o habita, obedece à escala
humana;
Os aspetos estruturais, espaciais e mesmo decorativos da
sua arquitetura têm uma função orgânica, de modo a
adaptarem-se à vida como organismos vivos da natureza;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 135
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 136
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 137
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 138
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 139
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 140
Wright, Casa da Cascata (Modelo)
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 141
Wright, Casa da Cascata
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 142
Após 1930, trabalhou principalmente com betão,
explorando a criação de maior variedade de formas,
assentes sempre em critérios geométricos;
Museu Guggenheim (Nova Iorque, 1959) concebido a
partir de uma rampa em espiral que liga os diversos pisos;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 143
Wright, Museu
Guggenheim
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 144
Ligada a esta conceção organicista e mais sensitiva da
arquitetura está o arquiteto finlandês Alvar Aalto (1898-
1976);
Procurou uma arquitetura integrada que respeitasse o
ambiente e as “necessidades psicológicas” do Homem;
As ideias de Aalto dominaram toda a escola nórdica de
arquitetura, nos anos 50, exerceu importante influência
noutros países da Europa;
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 145
Aalto, Villa Mairea
Sanatório Paimio
Centro Municipal, Finlândia
Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e
das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011
HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 146

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06 arte e função

  • 1. Arte e Função Apresentação concebida para o Curso Profissional de Turismo http://divulgacaohistoria.wordpress.com/ HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 2. HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 2
  • 3. Nas primeiras décadas do século XX surgem várias polémicas, no campo da arquitetura e do design, e envolveu engenheiros, arquitetos e artistas, as questões de discussão eram: “Arte e Técnica”; “Forma e Função”; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 3
  • 4. É o reflexo da primeira grande crise de valores das sociedades industrializadas do Ocidente; Presas a concepção mentais e valores estéticos do passado, impostos pela tradição e pelo academismo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 4
  • 5. A Arte Nova, finais do século XIX e princípios do XX, foi o primeiro movimento a criar as raízes da rutura e o Modernismo abriu caminho às tendências inovadoras da arquitetura e do design no pós Primeira Guerra Mundial; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 5
  • 6. As escolas de Chicago, Glasgow e a Secessão Vienense utilizaram os novos materiais (ferro, vidro, betão) à vista, sem disfarces; Utilizaram os novos sistemas construtivos, esqueleto estrutural em ferro e betão, fachadas sem função sustentadora; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 6
  • 7. Aplicaram critérios cada vez mais racionalistas e funcionalistas que desenvolveram construções de planta livre, a depuração formal e a desornamentação dos edifícios; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 7
  • 8. Surge uma nova arquitetura que procurou responder de forma técnica, racional, pragmática e funcional às novas exigências da sociedade: higiene, luz, ventilação, conforto, etc.); HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 8
  • 9. Antes de 1914 surgem alguns exemplos marcantes desta arquitetura Modernista; Modernismo: Nome dado ao conjunto das vanguardas artísticas do início do século XX, que refletem as influências das várias correntes estéticas da época; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 9
  • 10. França: August Perret (1874-1945), nos finais do século XIX utilizou estruturas de betão armado nas suas construções; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 10
  • 11. Perret, Edifício de apartamentos, Paris HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 11
  • 12. Áustria: Adolf Loos (1870-1933), combate o academismo e historicismos, propõe uma arquitetura racional, pragmática e funcional; Defendeu uma arquitetura urbana, económica e acessível às massas; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 12
  • 13. Loos, casa Steiner, 1910, Viena “Se por estilo se entende ornamento, então a grandeza do nosso tempo está em não termos produzido um novo estilo. Encontrar a beleza da forma, em vez de a fazer depender da decoração, é o objetivo ao qual aspira toda a Humanidade”; Alfred Loos HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 13
  • 14. Loos, casa Steiner, 1910, Viena HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 14
  • 15. Alemanha: A arquitectura e o design modernistas nasceram da actividade da Deutscher Werkbund; Deutscher Werkbund, Associação Alemã para o Trabalho, fundada em 1907 que agrupava industriais, arquitectos e artistas, cuja finalidade era promover a qualidade dos objectos industriais; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 15
  • 16. O seu objetivo era promover a ligação entre arte, indústria e artesanato; Os objetos produzidos industrialmente, com qualidade estética e funcional, podiam alcançar as massas populacionais; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 16
  • 17. A Deutscher Werkbund criou uma nova conceção de design industrial, assente na racionalização dos processos e na estandardização; Contribuiu para a Alemanha alcançar a vanguarda da produção industrial europeia; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 17
  • 18. Na Deutscher Werkbund, ao nível da arquitetura destacou- se Peter Behrens (1868-1940), com construções de carácter utilitário; Aplicou as regras do desenho industrial ao desenho arquitetónico; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 18
  • 19. No seu atelier trabalharam: Mies van der Rohe (1886-1969); Le Corbusier (1887-1965); Max Berg (1870-1947); Adolf Meyer (1881-1929); Walter Gropius (1883-1969); e outros; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 19
  • 20. Behrens, Fábrica das Turbinas AEG, 1909 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 20
  • 21. Behrens, Fábrica das Turbinas AEG, 1909 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 21
  • 22. Gropius enunciou os princípios do seu futuro estilo: Estruturas metálicas em ferro e aço (gaiola estrutural); Fachadas em vidro (paredes-cortina); Utilização racional dos novos materiais; Novas formas espaciais adaptadas às funções; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 22
  • 23. Segundo Gropius o papel da arquitetura estava em “dar forma artística ao espaço da técnica e não em decorá-la”; A Deutscher Werkbund gerou uma corrente de arquitetura expressionista que atingiu o seu auge no pós Primeira Guerra Mundial; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 23
  • 24. Gropius, fábrica Fagus HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 24
  • 25. Meyer, edifício de escritórios HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 25
  • 26. Berg, Sala do Centenário HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 26
  • 28. Entre 1914 e 1920 a construção sofreu um período de estagnação; Desenvolveu-se uma reflexão teórico-prática sobre a nova arquitetura e o seu papel nas sociedades contemporâneas; Os arquitetos foram influenciados pelas teorias dos movimentos plásticos seus contemporâneos: Expressionismo, Cubismo, Construtivismo, Neoplasticismo, etc.; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 28
  • 29. Procuram concretizar nos seus projetos as novas propostas dessas vanguardas artísticas; Procuram encontrar uma arquitetura capaz de responder aos anseios das novas sociedades; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 29
  • 30. Idealizaram verdadeiras utopias arquitetónicas apoiados nos mais modernos e sofisticados processos construtivos; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 30
  • 31. Taut, Pavilhão de Vidro, 1914 O Expressionismo arquitetónico nasceu na Deutscher Werkbund e atingiu o seu apogeu nos anos 20 do século XX; Recorrendo a modernas e arrojadas soluções de engenharia construíram edifícios com um carácter fantasista e bizarro; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 31
  • 32. Mendelsohn, Torre Einstein, 1921, Potsdam Valorizaram a expressividade das formas arquitetónicas, usando a arquitetura com o mesmo valor plástico e conceptual da escultura e da pintura; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 32
  • 33. A expressividade era obtida através das formas, dos volumes e através dos materiais, explorando as capacidades construtivas e plásticas dos diversos materiais; Materiais mais utilizados: vidro e o betão; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 33
  • 34. Höger, Casa Chile, 1924, Hamburgo HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 34
  • 35. Principais arquitetos: Bruno Taut (1889-1938); Eric Mendelsohn (1887-1953); Fritz Höger; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 35
  • 36. O Manifesto da Arquitetura Futurista foi elaborado por António Sant’Elia (1888-1916) em 1914; A máquina era o modelo de estética universal; A funcionalidade e o bem-estar eram elementos fundamentais; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 36
  • 37. Sant’Elia, Projeto para uma central elétrica, 1914, Milão HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 37
  • 38. Preferiam os materiais modernos (aço, betão, vidro); Criaram linha obliquas para criar uma ideia de dinamismo; Propuseram a total abolição da decoração; Propunham uma arquitetura racional e funcional adaptada às necessidades do mundo moderno; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 38
  • 39. O Construtivismo arquitetónico nasceu na Rússia, nos primeiros tempos da Revolução; Influências do Futurismo; É a procura de uma arquitetura funcional aos serviços dos ideais revolucionários que contribuísse para a renovação social e mental do povo soviético; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 39
  • 40. A função da nova arquitetura seria desenhar os objetos da nova cultura material; Surgiram na União Soviética numerosas associações de arquitetos; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 40
  • 41. Principais arquitetos: Irmãos Vesnine (Alexander, Viktor, Leonid); Konstantin Melnikov (1890-1974); El Lissitzky (1890-1941); HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 41
  • 42. Irmãos Vesnine, Palácio dos Sovietes, projeto não realizado, 1933 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 42
  • 43. Irmãos Vesnine, Palácio do Trabalho, projeto não realizado, 1933 As propostas arquitetónicas construtivistas raramente foram concretizadas; Demasiado radicais na sua formulação plástica; Não foram entendidas pelo povo e eram demasiado caras; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 43
  • 44. Melnikov, Casa da Rússia, Moscovo, 1928 A partir da década de 30, o governo soviético, retirou-lhes apoio; Estas propostas modernistas foram substituídas pelo Realismo Socialista, de carácter propagandístico; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 44
  • 45. Na arquitetura desenvolveu-se uma corrente ligada às propostas do Neoplasticismo; Procuravam o rigor técnico, a clareza formal, aplicando regras matemáticas e geométricas; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 45
  • 46. Exteriormente os edifícios eram organizados por superfícies planas e retilíneas; Vidraças horizontais criando a comunicação interior e exterior; As plantas privilegiavam a conceção de espaço livre, funcional, quase sem divisões ou utilizando divisórias deslizantes; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 46
  • 47. Nenhum elemento ornamental prejudicava o jogo abstrato das formas; Apresentem algumas notas de cor em elementos lineares verticais e horizontais (vermelho, amarelo, azul, preto); HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 47
  • 48. Rietveld, Casa Schröder, 1924 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 48
  • 49. Rietveld, Casa Schröder, 1924 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 49
  • 50. Rietveld, Casa Schröder, 1924 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 50
  • 51. Oud, Café “De Unie”, fachada e desenho HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 51
  • 52. Rietveld, cadeira, mesa HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 52
  • 53. Principais arquitetos do neoplasticismo: Gerrit Rietveld (1888-1964); Jacobus Johannes Pieter Oud (1890-1963); HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 53
  • 54. Os conceitos arquitetónicos do neoplasticismo estiveram presentes na construção de alguns complexos habitacionais na década de 20 na Europa; Influenciaram os arquitetos da Bauhaus; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 54
  • 55. Sharoun, Bairro Popular, Alemanha Ehn, Pátio Karl Marx, Viena HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 55
  • 56. Em 1919, na Alemanha, surgiu a Bauhaus (Casa das Artes), uma escola das artes; Propunha a integração entre as artes aplicadas e as belas- artes; Desenvolveu o conceito de design industrial; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 56
  • 57. Resulta da fusão da Escola de Artes e Ofícios de Weimar e a Escola Superior de Artes Aplicadas; O seu primeiro diretor foi Walter Gropius; Foram influenciados pelo Arts and Crafts e, pela Deutscher Werkbund; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 57
  • 58. Tinha um projeto pedagógico inovador: Trabalho de equipa; Interação entre a teoria e a prática; Aplicam o conceito de unidade das artes; Grande liberdade de criação e conceção; Reunia no mesmo projeto de ensino a Arquitectura, o Design, as Artes Plásticas, as Artes Decorativas, as Artes Decorativas, o Cinema, a Fotografia, o Ballet, etc.; Breuer, cadeira, 1923 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 58
  • 59. Jucker, candeeiro, 1924 O projeto era executado por um conjunto de professores (mestres-artesãos, operários e artistas plásticos); A Bauhaus, formou novos artistas e contribuiu para a renovação da pesquisa plástica e do design industrial; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 59
  • 60. Brandt, serviço de chá O projeto passou por 3 fases e cidades diferentes: Weimar de 1919 a 1924; Dessau de 1925 a 1932; Berlim, 1933; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 60
  • 61. Gropius, Escola da Bauhaus, 1925 O período de Dessau foi o mais fecundo da escola; Ultrapassadas as tendências expressionistas da primeira fase a escola orientou-se por critérios mais racionalistas e funcionais; Procuram uma colaboração mais directa com a sociedade e com a indústria; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 61
  • 62. Gropius, Escola da Bauhaus, 1925 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 62
  • 63. Foi o período de maior desenvolvimento do design; Preocupam-se com a qualidade do desenho, a modernidade dos materiais e a relação forma/função; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 63
  • 64. Behrens, ventoinha HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 64
  • 65. Foi criado o Departamento de Arquitetura da Bauhaus (1927), que segue os critérios enunciados na Deutscher Werkbund por Walter Gropius, sendo um dos impulsionadores do Movimento da Arquitetura Moderna; A sede da Bauhaus de Dessau é um dos exemplos de arquitetura racionalista; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 65
  • 66. Estruturas metálicas em ferro e aço (gaiola estrutural); Fachadas em vidro (paredes-cortina); Utilização racional dos novos materiais; Novas formas espaciais adaptadas às funções; Segundo Gropius o papel da arquitetura estava em “dar forma artística ao espaço da técnica e não em decorá-la”; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 66
  • 67. Gropius, bairro residencial, 1927 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 67
  • 68. Gropius, casa HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 68
  • 69. Gropius abandona a Bauhaus em 1928 e em 1937, emigra para os EUA, fugindo do regime nazi; Foi professor de arquitetura em Harvard; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 69
  • 70. Sucederam-lhe no cargo de director Hannes Meyer (1889- 1954) e na fase de Berlim Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969); Mies van der Rohe, foi um dos expoentes da Arquitetura Moderna; Criou uma arquitetura racionalista e estruturalista; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 70
  • 71. Van der Rohe, Casa Hermann, 1928 Procurou soluções técnicas avançadas com base no esqueleto estrutural em aço; Utilizou materiais sumptuosos (mármore e vidro); Simplicidade estrutural dos exteriores e interiores; Afirmava: “em arquitectura menos é mais”; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 71
  • 72. Van der Rohe, Casa Tugendhat HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 72
  • 73. Van der Rohe, Pavilhão alemão, Exposição Universal de Barcelona, projeto de 1929, reconstrução 1986 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 73
  • 74. Van der Rohe, Edifício Seagram Com o encerramento da Bauhaus, em 1933, pelos nazis, van der Rohe emigrou para os EUA, onde vai contribuir para o desenvolvimento do Estilo Internacional com estruturas como o edifício Seagram em Nova Iorque; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 74
  • 75. Art Déco HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 76. No período entre as duas guerras mundiais, surgiu a Art Déco, que abrangeu a arquitetura, a decoração de interiores, o design, o cinema, a publicidade, a moda, etc.; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 76
  • 77. “Seguiu-se à Arte Nova, esta baseara-se em motivos florais para modelar e ornamentar, a Art Déco voltou-se para o design abstrato e na Natureza sobretudo representando a beleza feminina e animais”; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 77
  • 78. Caixa de cartão HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 78
  • 79. “Os seus objetos foram confecionados em materiais dispendiosos e estas ideias foram copiadas e fabricadas em alternativas mais baratas; A Art Déco atingiu todas as formas de arte desde a arquitetura até ao design de automóveis ou de mobiliário”; Arie van de Lemme, Guia de Art Déco HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 79
  • 80. Cassandre, Nord Express, 1927 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 80
  • 81. Aderiu aos novos materiais e aos processos industriais de produção; Inspirou-se nos ideais do Arts and Crafts (unidade das artes) e no Deutscher Werbund; Foi influenciada pelo Cubismo, Construtivismo, Futurismo, na abstração, distorção e simplificação, sobretudo evidentes nas artes decorativas; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 82. Arte Nova Art Déco Onde a Arte Nova fora pesada complexa a Art Déco era limpa e pura. As linhas se se encurvavam, eram graduais e impetuosas, se eram direitas, apresentavam a retidão de uma régua. HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 82
  • 83. Numa época de racionalidade e funcionalismo assumiu-se como um estilo decorativo; Uma estética nova, moderna, eclética, aplicável a todas as atividades artísticas; Transformou-se numa moda característica de um tempo e de um modo de pensar; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 83
  • 84. Bagge, quarto HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 84
  • 85. A Art Déco tornou-se conhecida na Exposição de Artes Decorativas e Industriais de Paris, de 1925; Expandiu-se por toda a Europa e América; Esteve presentes em períodos tão distintos como os prósperos Anos Loucos e na miséria da Grande Depressão; Adnet, Aparador HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 85
  • 86. Assimilou e aproveitou os conceitos estéticos e plásticos das vanguardas pictóricas; Foi influenciada pela arte africana; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 86
  • 87. Retirou inspiração da natureza animal, do corpo feminino e das formas geométricas e abstratas; Produziu um desenho estilizado e geometrizado (baseado na linha reta ou quebrada em contraposição com curvas traçadas a compasso associada a um colorido vivo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 87
  • 88. No design industrial aplicou-se a todo o tipo de objetos utilitários: mobiliário, louças, automóveis, etc.; Utilizou os materiais mais modernos: plástico, baquelite (tipo de plástico), etc.; Usando formas estilizadas, geométricas e cores vivas; Delamane, Grade de radiador HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 88
  • 89. Legran, chaise, biombo, mesa HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 89
  • 90. Saladeira de vidro HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 90
  • 91. Na arquitetura aplicou-se sobretudo na decoração de interiores mas influenciou a construção modernista de muitos edifícios; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 91
  • 92. Wallis, Fábrica da Hoover HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 92
  • 93. Na Art Déco predomina a geometrização e simplificação da estrutura, das plantas e das fachadas; Alternam superfícies planas e retilíneas com curvas pronunciadas de traçado geométrico; A cor aparece condensada em determinados locais: lintéis, puxadores, fechos, etc.; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 93
  • 94. Coufs, Cinema HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 94
  • 95. Hood, entrada do Rockefeller Center HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 95
  • 96. Van Alen, Edifício Chryler HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 96
  • 97. A divulgação industrial e o êxito levou ao cansaço e na década de 30, do século XX, a Art Déco desapareceu; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 97
  • 98. Principais características da Art Déco: Influências da Deutscher Werkbund, Arts and Crafts, Cubismo, Construtivismo e Futurismo; Decoração geométrica; Geometrização da estrutura e da forma; Utilização de materiais exóticos; Valorização estéticas dos materiais; Espírito racionalista nas artes decorativas; Design industrial; Aplicada a tudo transformou-se numa moda; Símbolo de modernismo. HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 98
  • 99. Estilo Internacional HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 100. Em 1918 começa a destacar-se um nome na arquitetura europeia, o suíço, Charles-Édouard Jeanneret (1887- 1965), mais conhecido por “Le Corbusier”; Principais obras: Aprés le Cubisme, 1918; Para uma nova Arquitectura, 1923; O Modulor, 1924; Revista L’Esprit Nouveau, 1920; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 100
  • 101. Le Corbusier, O Modulor Nestas obras divulgou as suas ideias sobre a forma pura que implicava uma estética nova e racional; Abriu o seu escritório de arquitetura em 1922 e começou a interessar-se pelos problemas do urbanismo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 101
  • 102. Dentro do espírito do racionalismo funcionalista propôs a aliança entre a arquitetura e indústria; Na procura de uma construção que respondesse, de forma técnica, racional e materialista, aos problemas das sociedades do seu tempo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 102
  • 103. Le Corbusier, cidade refúgio Defendeu uma arquitetura prática, liberta de individualismos e sentimentalismos fantasistas, preocupada com a economia de meios e de gastos e socialmente comprometida; apostada em encontrar soluções viáveis para, com qualidade e economia, resolver os problemas de habitação colectiva nas grandes cidades; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 103
  • 104. Le Corbusier, Quartiers Modernes de Frugès Desenvolveu estudos sobre os comportamentos coletivos, e de ergonomia e proporcionalidade (tomaram por medida o corpo humano), para matematização dos espaços e produção de bens de equipamento; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 104
  • 105. Le Corbusier, prédio em Marselha Procurou normas padronizadas para projectar habitações económicas, acessíveis à maioria das pessoas; Com altos padrões de conforto, higiene e funcionalidade; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 105
  • 106. Le Corbusier, prédio em Marselha Definiu o “mínimo vital” e optimizou meios e recursos na sua construção Estas construções, marcadas por uma grande racionalidade e pragmatismo, chegaram a levá-lo a definir as habitações como “máquinas para se viver”; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 106
  • 107. Le Corbusier, Dom-Ino As ideias de Le Corbusier foram materializadas, pela primeira vez, na construção da Casa Dom-Ino (1914) HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 107
  • 108. Em 1926, escreveu Os Cinco Pontos da Nova Arquitetura: HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 109. Construção apoiada em pilotis (pilares), colocados livremente em relação à planta, servindo para sustentar e isolar o edifício de humidades; Tetos planos com terraços e jardins na cobertura; Plantas de andar totalmente livres; Fachadas de composição livre; Janelas colocadas em longas faixas horizontais; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 109
  • 110. Le Corbusier, Villa Sabóia HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 111. Projetou moradias, prédios de habitação social, blocos de alojamento, pavilhões de exposições, etc.; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 111
  • 112. Le Corbusier, Pavilhão do Espírito Novo HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 112
  • 113. Após a 2ª Guerra Mundial projetou construções mais expressivas, usando o betão em superfícies exteriores com o aspeto de inacabada; São exemplos a Igreja de Nossa Senhora de Romchamp e o Ministério da Educação Brasileiro (colaboração com Lúcio Costa e Óscar Niemeyer); HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 113
  • 114. Le Corbusier, Igreja de Nossa Senhora de Romchamp HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 114
  • 115. Le Corbusier, Niemeyer e Lúcio Costa, Ministério da Educação do Brasil HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 115
  • 116. Projetou espaços urbanísticos funcionalistas; As suas teorias urbanísticas estão no livro A Cidade Radiosa (1930); As ruas cruzavam-se ortogonalmente e existiam 3 zonas diferenciadas: trabalho, lazer e residência; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 116
  • 117. Le Corbusier, projecto urbanístico HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 117
  • 118. Óscar Niemeyer (1907-2012) e Lúcio Costa (1902-1998) inspiraram-se nestes estudos para a construção da cidade de Brasília; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 118
  • 119. Niemeyer, Palácio dos Congressos, Brasília HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 119
  • 120. Brasília HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 120
  • 121. As conceções racionalistas e funcionalistas de Le Corbusier, de Gropius e Mies van der Rohe, foram amplamente divulgadas e expandidas pelos CIAM (Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna) que, a partir de 1928, se realizaram em várias cidades europeias HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 121
  • 122. A ética dos CIAM, patenteada na Carta de Atenas, de 1933, norteou a reconstrução das cidades europeias no pós-Segunda Guerra Mundial; pondo a tónica na construção habitacional em torre e nos princípios urbanísticos de Le Corbusier; Contribuíram para organizar o chamado Estilo Internacional; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 122
  • 123. Estilo Internacional foi a designação atribuída pelo historiador de arte Henri Russel Hitchock e pelo arquiteto Philip Johnson, em 1932, para nomear as vanguardas arquitetónicas da época; Estas, apesar de muito diversificadas, correspondiam a certos princípios comuns: HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 123
  • 124. usaram a “estética da máquina” e os materiais modernos (betão, aço, vidro); valorizaram o esqueleto estrutural, plantas flexíveis e um planeamento e funcional dos interiores; projetaram fachadas geometricamente; deram importância às janelas, com armações metálicas leves e colocadas à face das fachadas; preferiram os telhados planos, em terraço; excluíram toda a ornamentação aplicada. HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 124
  • 125. Breuer, Sede da UNESCO Hoody, Edifício do Daily News HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 125
  • 126. Organicismo HCA, Módulo 9, Curso de Turismo
  • 127. A partir dos anos 30, surge uma primeira reação ao funcionalismo racionalista da arquitetura europeia; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 127
  • 128. Wright, Casa Robbie Resposta a uma evolução demasiado tecnológica, a arquitetura procurava vias mais humanas e sensitivas, que evidenciassem preocupações com o ambiente circundante e respeitassem as tradições locais, a nível do uso de materiais e das técnicas construtivas; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 128
  • 129. O contexto regional e as preocupações ambientais, a nível estético e ecológico; Foram para o Organicismo, aspetos importantes na construção e no urbanismo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 129
  • 130. Wright, Casa Charles Ennis Destaca-se o trabalho do arquiteto americano Frank Lloyd Wright (1869-1959), que iniciou a sua atividade cerca de 1890, junto da Escola de Chicago; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 130
  • 131. Wright desenvolveu, desde a sua fase das casas da pradaria (c. 1893-1916) uma arquitetura organicista onde: as divisões da planta não resultavam da “divisão distributiva do volume”, mas integravam-se umas nas outras, como num sistema vivo (orgânico) coerente; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 131
  • 132. Wright, Casa W. Fricke Rejeitando os historicismos influenciado também pelas conceções construtivas japonesas, F. L. Wright associou a estas ideias a recusa do maquinismo tecnológico, enquanto estandardização; Valorização do individualismo; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 132
  • 133. Relação intima entre artesanato e indústria e a utilização dos materiais tradicionais em cada região; Conceções espaciais e estéticas baseadas na pureza das linhas horizontais; No equilíbrio das massas e volumes; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 133
  • 134. Wright, Casa da Cascata Na perfeita integração do edifício no meio envolvente, algo que sempre respeitou como elemento estético; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 134
  • 135. O espaço arquitetónico é concebido como expressão da própria vida do homem que o habita, obedece à escala humana; Os aspetos estruturais, espaciais e mesmo decorativos da sua arquitetura têm uma função orgânica, de modo a adaptarem-se à vida como organismos vivos da natureza; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 135
  • 136. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 136
  • 137. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 137
  • 138. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 138
  • 139. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 139
  • 140. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 140
  • 141. Wright, Casa da Cascata (Modelo) HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 141
  • 142. Wright, Casa da Cascata HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 142
  • 143. Após 1930, trabalhou principalmente com betão, explorando a criação de maior variedade de formas, assentes sempre em critérios geométricos; Museu Guggenheim (Nova Iorque, 1959) concebido a partir de uma rampa em espiral que liga os diversos pisos; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 143
  • 144. Wright, Museu Guggenheim HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 144
  • 145. Ligada a esta conceção organicista e mais sensitiva da arquitetura está o arquiteto finlandês Alvar Aalto (1898- 1976); Procurou uma arquitetura integrada que respeitasse o ambiente e as “necessidades psicológicas” do Homem; As ideias de Aalto dominaram toda a escola nórdica de arquitetura, nos anos 50, exerceu importante influência noutros países da Europa; HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 145
  • 146. Aalto, Villa Mairea Sanatório Paimio Centro Municipal, Finlândia Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 HCA, Módulo 9, Curso de Turismo 146