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Numa sociedade caracterizada
pelo consumo, estimulado por
uma publicidade agressiva que
cria necessidades, a Arte surge
como reflexo de novas formas de
relacionamento social, onde
certos objectos e imagens se
impõe como ícones.
Andy Warhol serviu-se dessas
imagens, objectos e até figuras
com notoriedade para formular a
essência da PopArt.
Peter Blake,The otingns of POP(1961)
Nascida ainda nos anos
50, sobretudo nos centros
urbanos, primeiro Londres e
depois Nova Iorque, a Pop Art
utilizou uma linguagem
figurativa recorrendo a
símbolos, figuras e objectos
próprios da cidade e do seu
quotidiano.
Peter Blake, Capa do álbum
Sgt.Pepper's Lonnely hearts club
band. –Beatles – Feito a partir de
colagens de imagens de pessoas
famosas
A sua temática esteve ligada à
“cultura popular” constituída
por imagens do
quotidiano, retiradas da BD, das
revistas e dos jornais, da
fotografia, do cinema e da
televisão.
São conhecidos os retratos de
Marilyn Monroe, Jackie
Kennedy, Liz Taylor e Elvis
Presley.
AndyWarhol
A Pop Art foi influenciada pelas recolhas
dadaístas e surrealistas efetuadas por
Robert Motherwell nos anos 50 (The Dada
Paintings and Poets), pelos ready-made de
Duchamp e pelas colagens de Kurt
Schwuitters.
De relembrar que estes dois movimentos
também utilizaram a descontextualização
dos objectos em relação ao quotidiano,
tornando-os ícones da sociedade de
consumo.
AndyWarhol
- Inglaterra – Richard Hamilton, Peter
Blake, David Hockney (objectos de
consumo); Allen Jones ( temas
eróticos e sexuais).
Richard Hamilton
- EUA – 1ª vertente:
- “neodadaísta”: Robert Rauchenberg
(“combine paitings”), Jasper Jones
(bandeiras americanas, alvos e letras), Jim
Dine (combinações de objectos reais
colados sobre fundos de pintura)
Robert RauchenbergJasper Jones
- EUA – 2ª vertente:
- Andy Warhol (imagens de BD, objectos
de consumo, retratos de
personalidades), Roy Lichtenstein
(personagens da Walt Disney e da BD
pintadas com cores puras , lisas e
brilhantes), Tom Wesselmann
(ambientes de tipo “classe média”
AndyWarhol
Roy Lichtenstein
TomWesselmann
AndyWarhol, Garrafas de Coca-Cola, 1961
Andy Warhol é a figura mais
conhecida e controversa da Pop
Art.
A sua obra centra-se na cultura de
massas americanas, como
símbolos das grandes marcas e
produtos, como o simples
hamburger ou à garrafa de Coca-
Cola, cujo objectivo é denunciar a
vulgaridade e o mau gosto que
caracterizavam a cultura de
massas e que conduziram à
globalização.
A popularização da sua obra torna-se
evidente com a imortalização de
ícones de referência da sociedade de
consumo tais como o Rato Mickey ou
garrafa da CocaCola.
De realçar que ícones como a Coca
Cola estão também relacionados
com a verdadeira democratização da
sociedade na qual os consumidores
ricos compravam essencialmente as
mesmas coisas que os pobres.
Fazia arte a partir de marcas e
produtos massificados (símbolos do
american way of life) mas, por outro
lado, convertia a arte num produto
de massas
Abreviatura de Optical Arte ou
Arte Ótica, designa uma forma
de arte que utiliza a ilusão de
ótica do movimento, ou seja, o
mesmo que cinetismo.
É uma arte que explora a
fiabilidade do olho e o uso de
ilusões ópticas.
Defendia para a arte "menos
expressão e mais visualização".
Apesar do rigor com que é
construída, simboliza um mundo
mutável e instável, que não se
mantém nunca o mesmo.VictorVasarely,Veja 200, 1968
Os trabalhos de Op Art são
em geral abstratos, e
muitas das peças mais
conhecidas usam apenas o
preto e o branco.
Quando são
observados, dão a
impressão de
movimento, clarões ou
vibração, ou por vezes
parecem inchar ou
deformar-se.
Ilusões de ótica VictorVasarely
Apesar de ter ganho força na
metade da década de 1950, a
Op Art passou por um
desenvolvimento relativamente
lento. Ela não tem o apelo
emocional da Pop Art; em
comparação, parece
excessivamente cerebral e
sistemática, mais próxima das
ciências do que das
humanidades.
Bridget Riley
Artistas:
- Alexander Calder: “mobiles”
com movimentos permanentes
devido a um equilíbrio instável;
“stabiles”, figuras abstractas
estáticas
-VictorVasarely
- Bridget Riley: jogos
geométrico, normalmente a
preto e branco, que provocam
sensações dinâmicas e ilusões de
ótica que sugerem movimento e
solicitam a participação ativa do
espectador.
Alexander Calder
Bridget Riley
Bridget Riley
A arte-Acontecimento é uma
arte efémera que recebeu
influências das primeiras
vanguardas (
Futurismo, Dadaísmo, Surreali
smo) pois assumiram o
desenraizamento do objecto.
Também recebeu influência do
Informalismo, em particular do
Action Paiting, pois entende a
acção como atitude.
Allan Kaprow
As primeiras manifestações da “arte
como atitude e como acontecimento”
estiveram ligadas às acções
desenvolvidas pelo músico John Cage e
pelo coreógrafo Merce Cunningham, que
constituíram verdadeiros happenings.
Nestas obras, não se conta uma história
mas o drama está presente pela
intensidade cinética e teatral do
movimento.
Os bailarinos não pretendem
representar nada, senão eles
próprios, e muitas vezes nem
tinham conhecimento prévio da
música.
Como dizia Cunningham, em palco
“ tu não estás necessariamente
no teu melhor, mas no mais
humano”.
Nestas novas formas de arte, tem
um papel fundamental a relação
física do bailarino consigo próprio
e com o outro, sugerida por
atitudes, gestos ou expressões
faciais.
Happening Enquanto movimento, esta forma de arte
não tem definição nem regras específicas,
podendo apenas ser considerada como
uma vivência que põe em relevo uma
estreita ligação entre a Arte e aVida.
Não é uma representação teatral na
medida em que não é uma narrativa.
Coloca o espectador e o seu autor numa
atitude expectante e atenta a
determinados factos, acontecimentos ou
vivências. E, como vive de uma só vez,
nascendo e desparecendo no ato de fazer,
constitui a mais pura expressão de arte
efémera.
Allan Kaprow
À semelhança dos ready-made
(objectos descontextualizados e
tronados artísticos), também um
facto ou uma acção são
descontextualizados, tomando a
dimensão de um ritual que reaviva
a função mágica da arte.
O Happening pretendeu chegar a
um público vasto, considerado
espectador e participante na
criação e desenvolvimento da
acção. Ao mesmo
tempo, combatia-se o
mercantilismo artístico.
Happening
Allan Kaprow
Artistas:
O iniciador do Happening é Allan
Kaprow, nos anos 50. Destaque também
para os artistas do grupo Gutai, criado
em 1954 no Japão.O seu fundador foi Jiro
Yoshihara que levou a cabo diversas
acções onde representou o horror da
guerra e as experiências de Hiroshima e
Nagasáqui.
Happening
Grupo Gutai
Na Alemanha foi criado o grupo
Fluxus, cujos protagonistas
foram Wolf Vostel e Joseph
Beüys, sendo este último um
dos mais importantes
protagonistas das grandes
transformações artísticas nas
últimas décadas do século
XX, principalmente com os seus
Environments.
Happening
Grupo Fluxus
A Performance
A Performance é uma
actividade artística que se
confunde com o
Happening.
Tem uma raiz conceptual
mas a sua acção é de
carácter único e
irrepetível, esgotando-se
no próprio ato de fazer. Hermann Nitsch, performance
O autor ou autores
desenvolvem uma actividade
baseada na expressão
corporal, estando presente a
estética do espectáculo mas
sem se assemelhar nem à
dança, nem ao teatro.
Os performers são, na
maioria, artistas que se
dedicam ao Happening, como
Kaprow e Joseph
Beüys, Günter Brus e Hermann
Nitsch.
A Performance
Günter Brus
A Body Art
A Body Art também
desenvolve acções de curta
duração e rápido desgaste.
Enraíza-se no conceito de Arte-
Acontecimento e confunde-se
com o Happening e a
Performance, pois todas são
performativas.
No entanto, aqui o corpo é o
protagonista, sendo utilizado
como principal meio de
expressão. Nesta arte
estiveram incluídas acções
muito variadas que levaram a
práticas brutais, de tipo
sadomasoquista.
O grupo vienense, onde
se incluem Günter Brus
e Hermann Nitsch, é
conhecido pelas suas
performances onde o
corpo é violentamente
agredido.
Outros artistas deste
movimento foram
Gilbert e George, Vito
Acconci eYves Klein.
A Body Art
Yves Klein
VitoAconcci
Pina Bausch
(1940-2009)
20 de maio de 1978
Nova estética no
bailado:
os espaços
fragmentados e as
cenografias impõem-se
à dança
Link noYoutube
destruir a barreira existente entre a
vida real e a representação cénica
+
evidenciar a artificialidade
existente do quotidiano
dançarinos vestem roupas vulgares
+
Espaços realistas
+
coreografias baseiam-se em movimentos e
gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia
que, em palco, adquirem uma função estética.
As coreografias baseiam-se em movimentos e
gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia
que, em palco, adquirem uma função estética.
Assunto centrado na repetição
ritmada de gestos comuns e na
integração de elementos do
quotidiano no espaço
cénico, causando um forte impacto
plástico e dramático
 espectáculo de dança-teatro, mistura
de dança e de teatro;
 performance livre dos actores e
bailarinos, que improvisam
movimentos e histórias;
 um único cenário – um café – como
local de acção, um café;
 envolvimento de um grupo alargado
de artes e de artistas
performativos, bailarinos, actores e
cantores;
 introdução de movimento a solo, que
permite focar momentaneamente a
acção no desempenho de um único
bailarino.
Obra
surrealista, demonstra, pela
negação, o carácter
conceptual das obras deste
movimento, através da
destruição das
correspondências entre as
imagens e os objetivos.
Magritte é considerado o
percursor do movimento
conceptual
René Magritte, ATraição das Imagens, 1929
A arte conceptual, iniciada em 1965, prolongou-se pela década de 70 e implicou
uma profunda revisão nos processos criativos e expressivos, passando a ser
mais importante a ideia (o conceito ou conceção do objecto) do que a sua
realização enquanto obra acabada.
Joseph
Kosuth
Passou a ser valorizado o processo mental e a reflexão sobre o
trabalho, tendo a teoria ocupado o lugar da prática concreta.
Joseph
Kosuth
Recorreu a referências e bases
teóricas, questionando os
fundamentos da arte, a
colocação da obra de arte na
sociedade e o reconhecimento
público do artista.
KeithArnatt, Autofuneral, 1969
Pôs, portanto, em causa, a razão de
existir e a função da arte, afirmando
que a “arte é uma coisa
mental”, uma “reflexão filosófica
desprovida de aplicação prática”.
Como diziam os artistas do grupo
Art and Language, “o artista da
sociedade multimédia e da era da
informática trata exclusivamente de
problemas filosóficos.
Keith Arnatt, Autofuneral, 1969
Este movimento considerou
a arte como acção
linguística, como
comunicação e formação do
pensamento. Foi utilizada a
fotografia, vídeo, gravações,
telefonemas, documentos
escritos e telegramas.
Joseph Kosuth
Esta proposta artística controversa
inspirou-se em Marcel
Duchamp, considerado seu
percursor, e teve como
antecedentes remotos o
Construtivismo, o Abstracionismo, o
Action Painting e o Informalismo.
Entre os autores, destacam-se:
Bruce Nauman, Joseph Kosuth, Hans
Haacke, Joseph Beüys, Keith Arnatt
e Denis Oppenheim
Denis Oppenheim
Esteve ligada a preocupações
ecológicas, questionou a obra de
arte como objecto comercial e
integrou o grupo das atividades
artísticas de tipo conceptual.
Esta forma de arte efémera
esgota-se no próprio ato da sua
execução. Consiste numa
intervenção interventiva na
paisagem, em grandes espaços
naturais.
Land Art:
Robert Smithson, Spiral Jetty, 1970
Utilizou elementos naturais
que se degradam ou
elementos artificiais que se
desmontam. As criações
mais conhecidas são de
Robert Smithson, Walter de
Maria, Denis
Oppenheim, Jean
Dibbets, Richard
Long, Christo e a sua mulher
Jeanne-Claude.
Land Art:
Christo e Jeanne-Claude, Os guarda-sóis, 1984-91
Land Art:
Christo e Jeanne-Claude, Reichtag
Embrulhado, 1971-1995
Foi o nome atribuído por Richard Wollheim, em
1965, à forma de arte que apelou para a
necessidade de recorrer a elementos básicos e
essenciais da matéria plástica.
Decorrente da Land Art, manifestou desprezo
pela figuração e empregou um número mínimo
de elementos plásticos cujo efeito impessoal é
devido ao uso de materiais industriais.
Minimal Art
Donald Judd
 Surge nos E.U.A. por volta de
1960-1970
 Necessidade de reduzir a arte
ao básico
 Reação contra o
expressionismo abstracto e o
pop
 Erradicaram a emoção, a
imagem, e mensagem e tudo
que é considerado essencial à
arte
 Aspecto limpo, nu, simplesT
 écnica feito á máquina,
materiais pré-fabricados em
formas geométricas
Donald Judd
Na maioria, as obras são
tridimensionais, chamadas “estruturas
primordiais”.
Minimal Art
Richard Serra, Casa de
Cartas, 1968-69
Na pintura utilizam-se um número reduzido de
elementos, sendo maioritariamente constituída por
superfícies monocromáticas, sem qualquer alteração
tonal.
Entre os seus representantes destacam-se Donald
Judd, Richard Serra, Carl Andre, Júlio Paolini, Claudio
Parmigiano, Robert Smithson e Christo.
Minimal Art
Frank Stella
Filiada na Arte Conceptual, surge na década de 70 e define-se como um
processo de realização plástica que contempla a construção de cenários e
ambientes, muitas vezes povoados de objectos e detritos do quotidiano.
Instalação
Martin
Kippenberger
A sua expressão é
complexa, contestando
também aspectos sociais. O
pendor crítico e satírico é
revelado também pelo
carácter não comercial das
suas obras.
Instalação
Bruce Nauman
Nas décadas de 80 e 90 integrou
as novas tecnologias
(fotografia, vídeo, computador), c
riando ambientes e narrativas
com som e imagem.
Os artistas mais representativos
são: Joseph Beüys, Wolf
Vostell, Peter Campus, Daniel
Buren, Pistoletto, Nam
Hoover, Fabrizio Plassi, Bruce
Nauman, Christian
Boltanski, Martin Kippenberger e
Marie Jo Lafontaine.
Instalação
Nascido nos EUA, no final dos anos 60 e
prolongando-se pela década de 70, o
Hiper-Realismo abrangeu as artes
plásticas (pintura/escultura) e propôs uma
visão fotográfica de aproximação à
realidade.
Reagiu às artes mais
intelectualizadas das duas
décadas anteriores.
LópezGarcia, Lavabo y Espejo, 1967
Utilizou o recurso à máquina
fotográfica e às técnicas de
fotografia como fonte de
informação e de registo da
realidade. Usou meios
mecânicos ou semi-
mecânicos para transporte
dessas imagens para a tela
(projecção de diapositivos) e
telas fotossensíveis como
suporte plástico. Daí ser
designado, também, fotorre
alismo.
Don Eddy
Constituiu uma expressão artística mais
fria e impessoal, onde não estão patentes
as acções ou emoções do artista. A
pintura apresenta-se lisa e sem marcas de
individualidade, parecendo fotografias de
formato gigante.
GrantWood, Gótico Amereicano, 1930
Andrey Flack referiu que a “Níkon se tinha convertido no prolongamento dos seus
olhos. Outros representantes desta pintura foram Chuck Close, Robert
Cottingham, Don Eddy, Grant Wood e John Salt.
Andrey Flack
O Hiper-Realismo teve algumas
repercussões na Europa, apesar de
não muito significativas. Este novo
interesse pela figuração, que levou
alguns artistas europeus a usarem a
máquina fotográfica, foi designado
por Nova Figuração ou Novo
Realismo Europeu. Entre os artistas
europeus destacam-se López
Garcia, Lucian Freud, Francis Bacon
e Paula Rego.
Lucien Freud, Retrato da Mãe do
Artista Descansando, 1976
Foi um movimento estritamente formal, nascido na América, nos anos
60, sendo caracterizada por uma certa frieza e impessoalidade.
Frank
Stella,Quathlamba, 1964
Constitui uma arte estruturalista ou
literalista, pois a forma ou a estrutura
foram o seu único veículo de
significação, não permitindo juízos de
valor de carácter subjectivo.
Foi uma pintura de tipo
geométrico, caracterizada pela
bidimensionalidade e pela pureza
plástica. São obras reducionistas nas
estruturas, nas formas e nas cores.
Muitos autores enveredaram, mais
tarde, pela arte minimalista.
Frank Stella, Six Mile Bottom, 1960
Os pintores mais significativos foram Frank
Stella, Ellsworth Kelly, Kenneth Noland e
Jules Olitsky.
Ellsworth KellyKenneth Noland
Surgiu em Itália, em
1967, através do
manifesto do crítico de
arte genovês Germano
Celant.
É uma forma de arte
constituída por
actividades artísticas
variadas, pouco
definidas, cujo ponto em
comum é a sua
elaboração com materiais
pobres, já
usados, desgastados ou
pouco usuais em arte.
Jannis Kounellis
Criticada por alguns como repressora da criatividade artística devido à escassez
dos materiais empregues, teve inúmeros adeptos em Itália, como Piero
Manzoni, Mario Merz, Jannis Kounellis, Luciano Fabro e Giullio Paolini.
Mario
Merz,Che
Fare?, 1968
Michelangelo Pistoletto,Vénus deTrapos, 1967
Nascida na década de
80, é o mais recente
movimento artístico de
características
figurativas, considerado
como uma metamorfose
do Expres-sionismo e
constituindo a primeira
manifestação pós-
moderna.
Enzo Cucchi, Un sospiro di un onda, 1983
É tida como a mais recente
tendência artística
contemporânea, sendo uma
resposta europeia à arte minimal e
conceptual que se tinha afirmado
naAmérica.
Retomando a tradição da pintura
convencional, teve como principais
artistas Sandro Chia, Enzo Cuchi e
FrancescoClemente.
Francesco Clemente
Achille Bonito Oliva classificou-a
como “instrumento de
transição, de passagem, de uma
obra para outra, e de um estilo
para outro. Tem uma atitude
inconstante, revertendo todas
as linguagens artísticas do
passado”.
Sandro Chia
Nas últimas décadas do
século XX, a arte
diversificou-se e
desmultiplicou-se em
inúmeras correntes e
expressões
individuais, que, de algum
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expressões do passado mas
agora com novas roupagens
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Enzo Cuchi
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As artes na atualidade

  • 1.
  • 2.
  • 3. Numa sociedade caracterizada pelo consumo, estimulado por uma publicidade agressiva que cria necessidades, a Arte surge como reflexo de novas formas de relacionamento social, onde certos objectos e imagens se impõe como ícones. Andy Warhol serviu-se dessas imagens, objectos e até figuras com notoriedade para formular a essência da PopArt. Peter Blake,The otingns of POP(1961)
  • 4. Nascida ainda nos anos 50, sobretudo nos centros urbanos, primeiro Londres e depois Nova Iorque, a Pop Art utilizou uma linguagem figurativa recorrendo a símbolos, figuras e objectos próprios da cidade e do seu quotidiano. Peter Blake, Capa do álbum Sgt.Pepper's Lonnely hearts club band. –Beatles – Feito a partir de colagens de imagens de pessoas famosas
  • 5. A sua temática esteve ligada à “cultura popular” constituída por imagens do quotidiano, retiradas da BD, das revistas e dos jornais, da fotografia, do cinema e da televisão. São conhecidos os retratos de Marilyn Monroe, Jackie Kennedy, Liz Taylor e Elvis Presley. AndyWarhol
  • 6. A Pop Art foi influenciada pelas recolhas dadaístas e surrealistas efetuadas por Robert Motherwell nos anos 50 (The Dada Paintings and Poets), pelos ready-made de Duchamp e pelas colagens de Kurt Schwuitters. De relembrar que estes dois movimentos também utilizaram a descontextualização dos objectos em relação ao quotidiano, tornando-os ícones da sociedade de consumo. AndyWarhol
  • 7. - Inglaterra – Richard Hamilton, Peter Blake, David Hockney (objectos de consumo); Allen Jones ( temas eróticos e sexuais). Richard Hamilton
  • 8. - EUA – 1ª vertente: - “neodadaísta”: Robert Rauchenberg (“combine paitings”), Jasper Jones (bandeiras americanas, alvos e letras), Jim Dine (combinações de objectos reais colados sobre fundos de pintura) Robert RauchenbergJasper Jones
  • 9. - EUA – 2ª vertente: - Andy Warhol (imagens de BD, objectos de consumo, retratos de personalidades), Roy Lichtenstein (personagens da Walt Disney e da BD pintadas com cores puras , lisas e brilhantes), Tom Wesselmann (ambientes de tipo “classe média” AndyWarhol
  • 12.
  • 13. AndyWarhol, Garrafas de Coca-Cola, 1961
  • 14. Andy Warhol é a figura mais conhecida e controversa da Pop Art. A sua obra centra-se na cultura de massas americanas, como símbolos das grandes marcas e produtos, como o simples hamburger ou à garrafa de Coca- Cola, cujo objectivo é denunciar a vulgaridade e o mau gosto que caracterizavam a cultura de massas e que conduziram à globalização.
  • 15. A popularização da sua obra torna-se evidente com a imortalização de ícones de referência da sociedade de consumo tais como o Rato Mickey ou garrafa da CocaCola. De realçar que ícones como a Coca Cola estão também relacionados com a verdadeira democratização da sociedade na qual os consumidores ricos compravam essencialmente as mesmas coisas que os pobres.
  • 16. Fazia arte a partir de marcas e produtos massificados (símbolos do american way of life) mas, por outro lado, convertia a arte num produto de massas
  • 17.
  • 18. Abreviatura de Optical Arte ou Arte Ótica, designa uma forma de arte que utiliza a ilusão de ótica do movimento, ou seja, o mesmo que cinetismo. É uma arte que explora a fiabilidade do olho e o uso de ilusões ópticas. Defendia para a arte "menos expressão e mais visualização". Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.VictorVasarely,Veja 200, 1968
  • 19. Os trabalhos de Op Art são em geral abstratos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se. Ilusões de ótica VictorVasarely
  • 20. Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Bridget Riley
  • 21. Artistas: - Alexander Calder: “mobiles” com movimentos permanentes devido a um equilíbrio instável; “stabiles”, figuras abstractas estáticas -VictorVasarely - Bridget Riley: jogos geométrico, normalmente a preto e branco, que provocam sensações dinâmicas e ilusões de ótica que sugerem movimento e solicitam a participação ativa do espectador. Alexander Calder
  • 24.
  • 25. A arte-Acontecimento é uma arte efémera que recebeu influências das primeiras vanguardas ( Futurismo, Dadaísmo, Surreali smo) pois assumiram o desenraizamento do objecto. Também recebeu influência do Informalismo, em particular do Action Paiting, pois entende a acção como atitude. Allan Kaprow
  • 26. As primeiras manifestações da “arte como atitude e como acontecimento” estiveram ligadas às acções desenvolvidas pelo músico John Cage e pelo coreógrafo Merce Cunningham, que constituíram verdadeiros happenings. Nestas obras, não se conta uma história mas o drama está presente pela intensidade cinética e teatral do movimento.
  • 27. Os bailarinos não pretendem representar nada, senão eles próprios, e muitas vezes nem tinham conhecimento prévio da música. Como dizia Cunningham, em palco “ tu não estás necessariamente no teu melhor, mas no mais humano”. Nestas novas formas de arte, tem um papel fundamental a relação física do bailarino consigo próprio e com o outro, sugerida por atitudes, gestos ou expressões faciais.
  • 28. Happening Enquanto movimento, esta forma de arte não tem definição nem regras específicas, podendo apenas ser considerada como uma vivência que põe em relevo uma estreita ligação entre a Arte e aVida. Não é uma representação teatral na medida em que não é uma narrativa. Coloca o espectador e o seu autor numa atitude expectante e atenta a determinados factos, acontecimentos ou vivências. E, como vive de uma só vez, nascendo e desparecendo no ato de fazer, constitui a mais pura expressão de arte efémera. Allan Kaprow
  • 29. À semelhança dos ready-made (objectos descontextualizados e tronados artísticos), também um facto ou uma acção são descontextualizados, tomando a dimensão de um ritual que reaviva a função mágica da arte. O Happening pretendeu chegar a um público vasto, considerado espectador e participante na criação e desenvolvimento da acção. Ao mesmo tempo, combatia-se o mercantilismo artístico. Happening Allan Kaprow
  • 30. Artistas: O iniciador do Happening é Allan Kaprow, nos anos 50. Destaque também para os artistas do grupo Gutai, criado em 1954 no Japão.O seu fundador foi Jiro Yoshihara que levou a cabo diversas acções onde representou o horror da guerra e as experiências de Hiroshima e Nagasáqui. Happening Grupo Gutai
  • 31. Na Alemanha foi criado o grupo Fluxus, cujos protagonistas foram Wolf Vostel e Joseph Beüys, sendo este último um dos mais importantes protagonistas das grandes transformações artísticas nas últimas décadas do século XX, principalmente com os seus Environments. Happening Grupo Fluxus
  • 32. A Performance A Performance é uma actividade artística que se confunde com o Happening. Tem uma raiz conceptual mas a sua acção é de carácter único e irrepetível, esgotando-se no próprio ato de fazer. Hermann Nitsch, performance
  • 33. O autor ou autores desenvolvem uma actividade baseada na expressão corporal, estando presente a estética do espectáculo mas sem se assemelhar nem à dança, nem ao teatro. Os performers são, na maioria, artistas que se dedicam ao Happening, como Kaprow e Joseph Beüys, Günter Brus e Hermann Nitsch. A Performance Günter Brus
  • 34. A Body Art A Body Art também desenvolve acções de curta duração e rápido desgaste. Enraíza-se no conceito de Arte- Acontecimento e confunde-se com o Happening e a Performance, pois todas são performativas. No entanto, aqui o corpo é o protagonista, sendo utilizado como principal meio de expressão. Nesta arte estiveram incluídas acções muito variadas que levaram a práticas brutais, de tipo sadomasoquista.
  • 35. O grupo vienense, onde se incluem Günter Brus e Hermann Nitsch, é conhecido pelas suas performances onde o corpo é violentamente agredido. Outros artistas deste movimento foram Gilbert e George, Vito Acconci eYves Klein. A Body Art Yves Klein
  • 37. Pina Bausch (1940-2009) 20 de maio de 1978 Nova estética no bailado: os espaços fragmentados e as cenografias impõem-se à dança Link noYoutube
  • 38. destruir a barreira existente entre a vida real e a representação cénica + evidenciar a artificialidade existente do quotidiano dançarinos vestem roupas vulgares + Espaços realistas + coreografias baseiam-se em movimentos e gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia que, em palco, adquirem uma função estética.
  • 39. As coreografias baseiam-se em movimentos e gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia que, em palco, adquirem uma função estética. Assunto centrado na repetição ritmada de gestos comuns e na integração de elementos do quotidiano no espaço cénico, causando um forte impacto plástico e dramático
  • 40.  espectáculo de dança-teatro, mistura de dança e de teatro;  performance livre dos actores e bailarinos, que improvisam movimentos e histórias;  um único cenário – um café – como local de acção, um café;  envolvimento de um grupo alargado de artes e de artistas performativos, bailarinos, actores e cantores;  introdução de movimento a solo, que permite focar momentaneamente a acção no desempenho de um único bailarino.
  • 41.
  • 42. Obra surrealista, demonstra, pela negação, o carácter conceptual das obras deste movimento, através da destruição das correspondências entre as imagens e os objetivos. Magritte é considerado o percursor do movimento conceptual René Magritte, ATraição das Imagens, 1929
  • 43. A arte conceptual, iniciada em 1965, prolongou-se pela década de 70 e implicou uma profunda revisão nos processos criativos e expressivos, passando a ser mais importante a ideia (o conceito ou conceção do objecto) do que a sua realização enquanto obra acabada. Joseph Kosuth
  • 44. Passou a ser valorizado o processo mental e a reflexão sobre o trabalho, tendo a teoria ocupado o lugar da prática concreta. Joseph Kosuth
  • 45. Recorreu a referências e bases teóricas, questionando os fundamentos da arte, a colocação da obra de arte na sociedade e o reconhecimento público do artista. KeithArnatt, Autofuneral, 1969
  • 46. Pôs, portanto, em causa, a razão de existir e a função da arte, afirmando que a “arte é uma coisa mental”, uma “reflexão filosófica desprovida de aplicação prática”. Como diziam os artistas do grupo Art and Language, “o artista da sociedade multimédia e da era da informática trata exclusivamente de problemas filosóficos. Keith Arnatt, Autofuneral, 1969
  • 47. Este movimento considerou a arte como acção linguística, como comunicação e formação do pensamento. Foi utilizada a fotografia, vídeo, gravações, telefonemas, documentos escritos e telegramas. Joseph Kosuth
  • 48. Esta proposta artística controversa inspirou-se em Marcel Duchamp, considerado seu percursor, e teve como antecedentes remotos o Construtivismo, o Abstracionismo, o Action Painting e o Informalismo. Entre os autores, destacam-se: Bruce Nauman, Joseph Kosuth, Hans Haacke, Joseph Beüys, Keith Arnatt e Denis Oppenheim Denis Oppenheim
  • 49. Esteve ligada a preocupações ecológicas, questionou a obra de arte como objecto comercial e integrou o grupo das atividades artísticas de tipo conceptual. Esta forma de arte efémera esgota-se no próprio ato da sua execução. Consiste numa intervenção interventiva na paisagem, em grandes espaços naturais. Land Art: Robert Smithson, Spiral Jetty, 1970
  • 50. Utilizou elementos naturais que se degradam ou elementos artificiais que se desmontam. As criações mais conhecidas são de Robert Smithson, Walter de Maria, Denis Oppenheim, Jean Dibbets, Richard Long, Christo e a sua mulher Jeanne-Claude. Land Art: Christo e Jeanne-Claude, Os guarda-sóis, 1984-91
  • 51. Land Art: Christo e Jeanne-Claude, Reichtag Embrulhado, 1971-1995
  • 52. Foi o nome atribuído por Richard Wollheim, em 1965, à forma de arte que apelou para a necessidade de recorrer a elementos básicos e essenciais da matéria plástica. Decorrente da Land Art, manifestou desprezo pela figuração e empregou um número mínimo de elementos plásticos cujo efeito impessoal é devido ao uso de materiais industriais. Minimal Art Donald Judd
  • 53.  Surge nos E.U.A. por volta de 1960-1970  Necessidade de reduzir a arte ao básico  Reação contra o expressionismo abstracto e o pop  Erradicaram a emoção, a imagem, e mensagem e tudo que é considerado essencial à arte  Aspecto limpo, nu, simplesT  écnica feito á máquina, materiais pré-fabricados em formas geométricas Donald Judd
  • 54. Na maioria, as obras são tridimensionais, chamadas “estruturas primordiais”. Minimal Art Richard Serra, Casa de Cartas, 1968-69
  • 55. Na pintura utilizam-se um número reduzido de elementos, sendo maioritariamente constituída por superfícies monocromáticas, sem qualquer alteração tonal. Entre os seus representantes destacam-se Donald Judd, Richard Serra, Carl Andre, Júlio Paolini, Claudio Parmigiano, Robert Smithson e Christo. Minimal Art Frank Stella
  • 56. Filiada na Arte Conceptual, surge na década de 70 e define-se como um processo de realização plástica que contempla a construção de cenários e ambientes, muitas vezes povoados de objectos e detritos do quotidiano. Instalação Martin Kippenberger
  • 57. A sua expressão é complexa, contestando também aspectos sociais. O pendor crítico e satírico é revelado também pelo carácter não comercial das suas obras. Instalação Bruce Nauman
  • 58. Nas décadas de 80 e 90 integrou as novas tecnologias (fotografia, vídeo, computador), c riando ambientes e narrativas com som e imagem. Os artistas mais representativos são: Joseph Beüys, Wolf Vostell, Peter Campus, Daniel Buren, Pistoletto, Nam Hoover, Fabrizio Plassi, Bruce Nauman, Christian Boltanski, Martin Kippenberger e Marie Jo Lafontaine. Instalação
  • 59. Nascido nos EUA, no final dos anos 60 e prolongando-se pela década de 70, o Hiper-Realismo abrangeu as artes plásticas (pintura/escultura) e propôs uma visão fotográfica de aproximação à realidade. Reagiu às artes mais intelectualizadas das duas décadas anteriores. LópezGarcia, Lavabo y Espejo, 1967
  • 60.
  • 61. Utilizou o recurso à máquina fotográfica e às técnicas de fotografia como fonte de informação e de registo da realidade. Usou meios mecânicos ou semi- mecânicos para transporte dessas imagens para a tela (projecção de diapositivos) e telas fotossensíveis como suporte plástico. Daí ser designado, também, fotorre alismo. Don Eddy
  • 62. Constituiu uma expressão artística mais fria e impessoal, onde não estão patentes as acções ou emoções do artista. A pintura apresenta-se lisa e sem marcas de individualidade, parecendo fotografias de formato gigante. GrantWood, Gótico Amereicano, 1930
  • 63. Andrey Flack referiu que a “Níkon se tinha convertido no prolongamento dos seus olhos. Outros representantes desta pintura foram Chuck Close, Robert Cottingham, Don Eddy, Grant Wood e John Salt. Andrey Flack
  • 64. O Hiper-Realismo teve algumas repercussões na Europa, apesar de não muito significativas. Este novo interesse pela figuração, que levou alguns artistas europeus a usarem a máquina fotográfica, foi designado por Nova Figuração ou Novo Realismo Europeu. Entre os artistas europeus destacam-se López Garcia, Lucian Freud, Francis Bacon e Paula Rego. Lucien Freud, Retrato da Mãe do Artista Descansando, 1976
  • 65.
  • 66. Foi um movimento estritamente formal, nascido na América, nos anos 60, sendo caracterizada por uma certa frieza e impessoalidade. Frank Stella,Quathlamba, 1964
  • 67. Constitui uma arte estruturalista ou literalista, pois a forma ou a estrutura foram o seu único veículo de significação, não permitindo juízos de valor de carácter subjectivo. Foi uma pintura de tipo geométrico, caracterizada pela bidimensionalidade e pela pureza plástica. São obras reducionistas nas estruturas, nas formas e nas cores. Muitos autores enveredaram, mais tarde, pela arte minimalista. Frank Stella, Six Mile Bottom, 1960
  • 68. Os pintores mais significativos foram Frank Stella, Ellsworth Kelly, Kenneth Noland e Jules Olitsky. Ellsworth KellyKenneth Noland
  • 69.
  • 70. Surgiu em Itália, em 1967, através do manifesto do crítico de arte genovês Germano Celant. É uma forma de arte constituída por actividades artísticas variadas, pouco definidas, cujo ponto em comum é a sua elaboração com materiais pobres, já usados, desgastados ou pouco usuais em arte. Jannis Kounellis
  • 71. Criticada por alguns como repressora da criatividade artística devido à escassez dos materiais empregues, teve inúmeros adeptos em Itália, como Piero Manzoni, Mario Merz, Jannis Kounellis, Luciano Fabro e Giullio Paolini. Mario Merz,Che Fare?, 1968
  • 73.
  • 74. Nascida na década de 80, é o mais recente movimento artístico de características figurativas, considerado como uma metamorfose do Expres-sionismo e constituindo a primeira manifestação pós- moderna. Enzo Cucchi, Un sospiro di un onda, 1983
  • 75. É tida como a mais recente tendência artística contemporânea, sendo uma resposta europeia à arte minimal e conceptual que se tinha afirmado naAmérica. Retomando a tradição da pintura convencional, teve como principais artistas Sandro Chia, Enzo Cuchi e FrancescoClemente. Francesco Clemente
  • 76. Achille Bonito Oliva classificou-a como “instrumento de transição, de passagem, de uma obra para outra, e de um estilo para outro. Tem uma atitude inconstante, revertendo todas as linguagens artísticas do passado”. Sandro Chia
  • 77. Nas últimas décadas do século XX, a arte diversificou-se e desmultiplicou-se em inúmeras correntes e expressões individuais, que, de algum modo, retomam conceitos e expressões do passado mas agora com novas roupagens e conceitos. Enzo Cuchi