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Unidade 3 – A produção cultural
http://divulgacaohistoria.com/
História A - Módulo 3
Abertura europeia ao mundo - mutações nos
conhecimentos, sensibilidades e valores nos
séculos XV e XVI
3.1 Distinção social e mecenato
As elites cortesãs e burguesas, as próprias Cortes,
apostaram no embelezamento dos palácios e no apoio
aos artistas e intelectuais como símbolo de afirmação
social.
2
3.1.1 A ostentação das elites cortesãs e burguesa
Os séculos XV e XVI, foram séculos de grande crescimento
económico;
Sectores (nobreza e burguesia) ligados ao comércio e à
finança enriqueceram;
Vão desenvolver formas de exteriorizar a sua riqueza e
ascensão social: luxo, conforto, festas, o apoio à cultura
(mecenato);
3
As elites rodeavam-se de luxo e ostentação: belos
palácios, roupas sumptuosas, banquetes faustosos, etc.;
Praticavam o mecenato;
Mecenato: proteção da arte e da cultura.
Lourenço de Médicis
4
As cortes são um círculo privilegiado da cultura e da
sociabilidade renascentista;
Uma das cortes mais famosa foi a dos Médicis, em
Florença;
A festa privada torna-se o espaço privilegiado de
divertimento dos ricos (banquetes, bailes, teatro, jogos,
etc.);
5
6
Surge um conjunto de regras de civilidade;
Civilidade – conjunto de regras de comportamento que o
indivíduo
Deveria respeitar na sua vida pública. Surgem no século
XV, com a publicação de vários livros de cortesia e boas
maneiras.
Baltazar Castiglione (1478-
1529) idealizou um cortesão
que deveria ser reconhecido
pela sua nobreza, porte,
elegância, bom dançarino,
músico e cantor, delicadeza,
de maneiras, amante das
letras e das artes, bom
cavaleiro, ou seja, o Homem
Ideal do Renascimento.
História A, 10º ano, Módulo 3 7
3.1.2 O estatuto de prestígio dos intelectuais e artistas
Nobres, burgueses, monarcas e membros do clero
fizeram encomendas aos artistas e intelectuais (projetos
de arte, obras literárias, estudos, etc.);
A prática do mecenato era uma forma de imortalizar o
nome das elites;
O estatuto social do artista e do intelectual torna-se mais
importante;
História A, 10º ano, Módulo 3 8
9
São prestigiados e considerados;
Os artistas passam a assinar as suas obras, distinguindo-
se do anonimato dos artistas medievais.
3.1.3 Portugal: O ambiente cultural da corte régia
O ambiente cultural português foi influenciado pelo
processo de centralização do poder real;
A prática do mecenato serviu para atrair intelectuais e
artistas à Corte portuguesa;
História A, 10º ano, Módulo 3 10
11
Reformas do ensino: em 1504, D. Manuel I, reforma a
Universidade de Lisboa;
Em 1537, D. João III, transferiu-a definitivamente para
Coimbra;
Os estatutos da Universidade de Coimbra são inspirados
na de Salamanca, de onde provêm muitos dos docentes;
Em 1547, D. João III, funda o Colégio das Artes (Coimbra),
para o ensino das Línguas Clássicas, Filosofia e Gramática;
Papel importante desempenhado no ensino pela
Companhia de Jesus;
Programa de obras e construções patrocinados pelos
monarcas portugueses: Mosteiro da Batalha, Jerónimos,
Torre de Belém, Convento de Cristo, Paço da Ribeira, etc.;
Estas obras destinavam- se a celebrar a grandeza do rei e
da corte;
12
13
A embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X (1514) foi um
espetáculo deslumbrante;
Os monarcas promoveram a ida de estudantes
portugueses para universidades estrangeiras
Principais artistas e intelectuais que viveram na corte
portuguesa:
Damião de Góis (humanista);
Gil Vicente (dramaturgo);
Nicolau Clenardo (pedagogo);
George Buchanan (professor).
História A, 10º ano, Módulo 3 14
3.2. Os caminhos abertos pelos humanistas
Os artistas e intelectuais
(Humanistas) do Renascimento
abriram novos caminhos para a
arte e a cultura;
Desenvolveram e aprofundaram
os ideais do antropocentrismo e
individualismo;
Pico della Mirandola (1463-
1494) foi um dos primeiros
humanistas.
15
Humanista – É um intelectual (letrado) dos séculos XV e
XVI. Baseia o seu saber no estudo da Antiguidade Clássica
(Roma e Grécia). Procura conciliar os valores da
civilização grega e romana com os valores do
cristianismo.
Defendem uma cultura antropocentrista e os valores do
individualismo.
Dante
Alighieri 16
3.2.1 Valorização da Antiguidade Clássica
Uma das características fundamentais dos humanistas é a
inspiração nos modelos clássicos (Grécia e Roma).
A ideia não é imitar os antigos mas inspirar-se na cultura
clássica para inovar, recriar e transformar;
O estudo dos clássicos não é um fim mas um instrumento
para ajudar os humanistas a desenvolverem a sua
modernidade;
História A, 10º ano, Módulo 3 17
Alguns humanistas:
Petrarca (1303-1374);
Bocaccio (1313-1375);
Lourenço Valla (1407-1457);
Marsílio Ficino (1433-1499);
Maquiavel (1469-1527);
Cervantes (1547-1616);
Rabelais (1494-1553);
Montaigne (1533-1592);
Shakespeare (1564-1616);
Luís Vaz de Camões (1524-1580).
História A, 10º ano, Módulo 3 18
Os humanistas estudaram o grego e o latim para poderem
estudar os autores clássicos;
Recuperaram as Sagradas Escrituras leram o Novo
Testamento e o Antigo Testamento (hebraico), e
corrigiram os erros das traduções medievais;
História A, 10º ano, Módulo 3 19
20
O ensino fomentou o conhecimento da Antiguidade
(estudo do grego, latim, literatura, história, filosofia).
Receberam o nome de studia humanitatis, porque se
consideravam áreas de ensino fundamentais para a
formação moral do ser humano.
A imprensa contribui para a divulgação dos autores
clássicos.
3.2.2 A afirmação das línguas nacionais e a consciência
da modernidade
Os Humanistas desenvolvem um movimento de
afirmação das línguas nacionais;
Dante Alighieri (1265-1321), foi um dos precursores,
escreveu grande parte da sua obra em italiano e não em
latim;
21
22
Os humanistas escreveram grande parte da sua obra
nas respetivas línguas nacionais;
Isto permitiu que mais pessoas lessem as suas obras;
Existia a ideia de divulgar pelo maior número de
pessoas as novas ideias;
Há uma maior difusão da cultura na época do
Renascimento.
3.2.3 Individualismo, espírito crítico, racionalidade e
utopia
O indivíduo distinguia-se e afirmava-se pelo uso da razão;
Os homens do Renascimento adotaram uma mentalidade
racionalista;
O individualismo valoriza o espírito de criatividade das
pessoas;
História A, 10º ano, Módulo 3 23
24
Os humanistas cultivam a ideia de um mundo perfeito;
O espírito crítico tinha-os levado a compreender os
problemas da época (corrupção, ignorância, abusos dos
poderosos, etc.;
Surge a crítica social;
Erasmo de Roterdão (1469-1536) criticando a sociedade
da época propõe o regresso ao cristianismo primitivo e
recuperar os valores da humildade, caridade,
fraternidade e tolerância.
No livro, “Elogio da Loucura”, Erasmo critica o Papa e a
corrupção do clero;
História A, 10º ano, Módulo 3 25
Nascem as utopias;
Alguns humanistas imaginam mundos perfeitos onde os
homens viviam em paz e felizes;
Uma das utopias mais conhecidas é o livro chamado
“Utopia” da autoria de Thomas More (1478-1535), onde
imaginou um mundo racional, onde existia igualdade,
fraternidade e tolerância;
More crítica a intolerância, o abuso de poder dos
monarcas, o luxo do clero, a corrupção da sociedade.
História A, 10º ano, Módulo 3 26
Os homens do Renascimento aliavam (…) a admiração
pelo mundo greco-romano a uma falta de respeito
evidente.
Inspirar-se nos Antigos para fazer coisas novas, eis o
propósito.
Nos grandes artistas do Renascimento a imitação da
Antiguidade nunca foi servil (…).
Jean Delumeau, A Civilização do renascimento
3.3 A reinvenção das formas artísticas. A imitação e
superação dos modelos da Antiguidade
História A, 10º ano, Módulo 3 27
Os artistas do Renascimento possuíam uma técnica
superior à dos Antigos (…). Os pintores da Grécia e
Roma não conheciam a pintura a óleo (…)
Os estudos dos Flamengos e, mais ainda, dos Italianos
tiveram um carácter inédito.
Jean Delumeau, A Civilização do renascimento
História A, 10º ano, Módulo 3 28
Pintura do Gótico, Giotto e do Renascimento
29
A pintura renascentista foi um exercício intelectual;
O artista já não é o artesão medieval anónimo, mas um
intelectual reconhecido;
Procura a fama, o seu trabalho é uma obra de arte, uma
obra-prima;
História A, 10º ano, Módulo 3 30
31
A pintura do Renascimento foi o culminar de um
processo iniciado no século XIII por Giotto;
Inspirado na cultura e arte da Antiguidade Clássica
(Roma e Grécia) o artista procura uma formação
humanista e científica;
O artista ainda devia estudar geometria, perspetiva,
aritmética, gramática, filosofia, história, astronomia,
medicina, anatomia de modo a poderem expressar bem
a sua arte.
A arte deve ser imitação (mimesis) da Natureza;
A pintura renascentista é uma arte racional, científica
e uma imitação intelectualizada e tecnicista da
Natureza;
Todos estes aspetos foram estudados e teorizados;
No século XVI a arte ganhou mais emoção;
A pintura do Renascimento ultrapassou a Arte da
Antiguidade Clássica, e foi a base da pintura ocidental.
História A, 10º ano, Módulo 3 32
Paolo Uccello, A caçada na Floresta
História A, 10º ano, Módulo 3 33
Perspetiva científica
História A, 10º ano, Módulo 3 34
Uma das principais descobertas técnicas do
Renascimento foi a perspetiva, rigorosa e científica;
Permite construir o espaço pictórico segundo as leis da
ótica, das proporções geométricas, da exatidão
matemática e do tratamento da luz de uma forma
coerente.
História A, 10º ano, Módulo 3 35
Todas as linhas convergem para um ponto para o qual
o olhar é atraído;
Tudo é ritmado segundo valores matemáticos;
A perspetiva é o reflexo da harmonia que rege a
Criação.
36
A luz é o elemento que confere materialidade (volume) à
pintura;
Elaboração cuidada do claro-escuro.
37
Paolo Uccello, A batalha de San Romano,
1452, têmpera sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 38
Na Flandres, século XV, inventaram a técnica do óleo:
Seca lentamente, podia ser retocada;
Tornava possível as velaturas (transparências);
Empastes (grande espessura de tinta);
Gradações cromáticas;
Elaboração de modelados – técnica para obter, por meio
de gradações cromáticas, a ilusão de volume.
39
Mestre Flémalle, A Virgem e o Menino
História A, 10º ano, Módulo 3 40
Mestre Flémalle, A Virgem e o Menino
História A, 10º ano, Módulo 3 41
Rogier van der Weyden (c. 1400 – 1464), Tríptico de
Columba
42
Pintam as cenas religiosas com um enquadramento de
atualidade; Grande preocupação com o pormenor; Retrato
com grande realismo.
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Der_Dreik%C3%B6nigsaltar_Rogier_van_der_Weyden.jpg
Jan van Eyck
(1390 – 1441),
O casamento dos
Arnolfini
Simbolismos: o cão, os
pés descalços, a cama, os
frutos, etc.
História A, 10º ano, Módulo 3 44
Jan van Eyck, Chanceler Rollin
45
Jan van Eyck (c. 1390-1441), foi o grande divulgador da
técnica do óleo;
É considerado o grande génio da pintura flamenga do
século XV;
O irmão, Hubert van Eyck, também foi um pintor de
renome.
História A, 10º ano, Módulo 3 46
Hugo van der Goes , Tríptico dos Portinari
História A, 10º ano, Módulo 3 47
https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Hugo-van-der-Goes/394158/O-
Ret%C3%A1bulo-de-Portinari,-c.1479.html
Inovações técnicas na pintura renascentista(conclusão):
Perspetiva;
Pintura a óleo;
Tela e cavalete;
Elaborado claro-escuro.
História A, 10º ano, Módulo 3 48
Inovações estéticas e formais:
Harmonia;
Equilíbrio;
Realismo.
História A, 10º ano, Módulo 3 49
Temática:
Religiosa;
Mitologia e literatura clássica (grega e romana);
Retrato;
Paisagem;
Nu.
História A, 10º ano, Módulo 3 50
Principais pintores do século XV:
Inovadores, preocupados com os estudos de
perspetiva, volume, etc. A pintura é uma reflexão e
procura constante:
Masaccio (1401-1428);
Paolo Ucello (1397-1475);
Piero della Francesca (1415-1492);
Andrea Mantegna (1431-1506).
História A, 10º ano, Módulo 3 51
Grupo de pintores mais marcados pela tradição gótica,
mais líricos e místicos:
Fra Angélico (1395-1455);
Sandro Botticelli (1445-1510)
Fra Fillippo Lippi (1460-1469)
História A, 10º ano, Módulo 3 52
Pintores de Veneza, preocupados com a cor e o
movimento:
Giovanni Bellini (1432-1516);
Antonello da Messina (1430-1479);
Carlo Crivelli (1430-1493)
História A, 10º ano, Módulo 3 53
Análise de alguns pintores
História A, 10º ano, Módulo 3 54
Masaccio, O pagamento do tributo, c. 1427, fresco
História A, 10º ano, Módulo 3 55
Masaccio:
Teve um papel revolucionário na pintura;
Utilizou a luz e sombra para obter volume;
A paisagem e elementos arquitetónicos fazem parte de
uma composição naturalista;
Aplicou a perspetiva empírica.
História A, 10º ano, Módulo 3 56
Paolo Uccello, A Batalha de San Romano, c. 1452,
têmpera sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 57
Paolo Uccello:
Estudo científico da perspetiva;
Composições cénicas complexas.
História A, 10º ano, Módulo 3 58
Piero della Francesca, Díptico dos Duques de Urbino,
1465, têmpera sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 59
Piero della Francesca:
Estudo científico da perspetiva;
Escreve livros sobre matemática, geometria e
perspetiva;
Luminosidade tratada de uma maneira muito
elaborada.
História A, 10º ano, Módulo 3 60
Piero della Francesca, A Flagelação, 1465, têmpera
sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 61
Andrea Mantegna, Cristo Morto, c. 1480, têmpera sobre
madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 62
Sandro Botticelli, Nascimento de Vénus, c. 1485,
têmpera sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 63
Sandro Botticelli:
Prevalência do desenho sobre o modelado;
Harmonia da composição.
História A, 10º ano, Módulo 3 64
A pintura, no século XVI, atinge o auge das:
Pesquisas e inovações;
Equilíbrio e maturidade;
Roma foi a cidade mais importante em termos
artísticos.
Vasari, chama a este período o Alto Renascimento,
Perfeito Renascimento ou Classicismo.
O século XVI e o amadurecimento da pintura
renascentista
História A, 10º ano, Módulo 3 65
Principais artistas:
Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564);
Rafael (1483-1520)
Leonardo da Vinci (1452-1519)
Escola Veneziana:
Giorgione (1477-1510)
Ticiano (1490-1576)
História A, 10º ano, Módulo 3 66
Miguel Ângelo, escultor, pintor, arquiteto, poeta;
Artista temperamental que criou uma arte mais
expressiva, mais dramática e monumental;
Escorços violentos e contrastes de cor e claro/escuro;
Mostrando já sinais de rutura com o Renascimento.
Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564);
História A, 10º ano, Módulo 3 67
Miguel Ângelo, A Sagrada Família, 1503,
Tondo (pintura circular), têmpera sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 68
Em pintura a sua principal obra foi o teto da Capela
Sistina, em Roma, e mais tarde a parede do altar
História A, 10º ano, Módulo 3 69
Capela Sistina,
1508-1512
História A, 10º ano, Módulo 3 70
Miguel Ângelo, teto da
Capela Sistina,
1508-12, fresco
Antigo Testamento –
desde criação do
Homem até ao Dilúvio;
Mais de 300 figuras;
Grande expressividade.
A criação do Homem
História A, 10º ano, Módulo 3 72
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cria%C3%A7%C3%A3o_de_Ad%C3%A3o
Rafael (1483-1520)
Pintor espanhol;
Viveu em Roma;
Pintura expressiva, elegante e serena;
História A, 10º ano, Módulo 3 73
Rafael, Retrato de Maddalena Doni, 1505, óleo
sobre madeira
74
Nascido a 15 de Abril de 1452, Leonardo da Vinci foi
discípulo do pintor e escultor Andrea Verrochio;
Tornou-se o símbolo do Homem culto, racional,
sensível e humanista do Renascimento;
Os seus interesses incluíam: pintura, escultura,
arquitetura, anatomia, física, biologia, engenharia…
História A, 10º ano, Módulo 3 75
Desenhos: Helicóptero e estudos
de anatomia
História A, 10º ano, Módulo 3 76
Máquina para elevação de
pesos; desenho para uma
igreja; estudo para uma
estátua.
História A, 10º ano, Módulo 3 77
Chegou à oficina de Verrochio em 1469 (?);
Em 1472, com 20 anos, é aceite como pintor pela
corporação de artistas de Florença;
Trabalhou em Florença, Milão, Mântua, Roma e França;
Morreu em Amboise, (França), a 2 de Maio de 1519.
História A, 10º ano, Módulo 3 78
São conhecidas 25 obras, cerca de um terço inacabadas;
Conservou 3 obras em seu poder:
Mona Lisa;
Santa Ana, a Virgem e o Menino;
S. João Baptista.
História A, 10º ano, Módulo 3 79
Leonardo da Vinci, Retrato de Ginevra Benci, c.
1478-80, óleo sobre madeira
80
A Última Ceia, 1495-97 óleo sobre alvenaria
História A, 10º ano, Módulo 3 81
Leonardo desenvolveu uma técnica para substituir o
fresco, para poder pintar mais lentamente
História A, 10º ano, Módulo 3 82
Mona Lisa, 1503-06,
Óleo sobre madeira
História A, 10º ano, Módulo 3 83
Leonardo inventou o “sfumato” que consiste numa
transição muito gradual da luz/sombra, que torna
quase impercetível o contorno das formas
História A, 10º ano, Módulo 3 84
A palavra “sfumato” pode ser traduzida para
“esfumado, turvo, nebuloso”;
Não há contornos definidos, as transições e contrastes
são suaves;
Parece que um nevoeiro fino envolve os objetos;
É uma característica da pintura de Leonardo.
História A, 10º ano, Módulo 3 85
Para obter este efeito trabalhava com camadas
finíssimas de óleo;
O “sfumato” foi uma inovação revolucionária para a
pintura;
Permite um novo tratamento do claro/escuro;
Antes existia uma separação nítida das cores, os
objetos pareciam “recortados” do fundo do quadro;
História A, 10º ano, Módulo 3 86
Pintura Veneziana:
Escola de Veneza privilegia a cor;
Exaltação da riqueza e da paisagem;
História A, 10º ano, Módulo 3 87
Gorgione, A Tempestade, 1508, óleo sobre tela
História A, 10º ano, Módulo 3 88
Ticiano, Vénus de Urbino, 1538, óleo sobre tela
História A, 10º ano, Módulo 3 89
A escultura renascentista foi fruto do:
Desenvolvimento e aperfeiçoamento da escultura
gótica;
Contacto dos artistas com a escultura clássica;
Escultura Renascentista
História A, 10º ano, Módulo 3 90
Nasceu em Florença, no século XV:
Lorenzo Ghiberti (1378-14559;
Donato Donatello (1386-1466);
Luca della Robia (1400-1482);
Jacopo della Quercia (1346-1458)
Andrea Verrocchio (1436-1488);
Antonio Pollaiuolo (1431-1498).
História A, 10º ano, Módulo 3 91
Atinge o apogeu no século XVI, com Miguel Ângelo
Buonnaroti (1475-1564)
História A, 10º ano, Módulo 3 92
Estátuas da época clássica (Roma e Grécia)
História A, 10º ano, Módulo 3 93
Túlio Lombardo, Adão, c. 1490, Veneza, Mármore, 1,90 m
História A, 10º ano, Módulo 3 94
A influência clássica, é mais visível na
escultura do que na arquitetura e
sobretudo na pintura;
No século XV, a escultura é a mais prestigiada das
artes;
Aprendizagem rápida dos modelos clássicos;
O Homem é “a medida de todas as coisas”;
A escultura copia a natureza em todas as suas
proporções;
História A, 10º ano, Módulo 3 95
Donatello, busto de Nicola de Uzano, terracota;
Mino de Fiesole, busto de João de Médicis,
mármore;
Benedetto de Maiano, busto de Pietro Mellini,
mármore
História A, 10º ano, Módulo 3 96
Representação do Homem com fidelidade;
Aspetos físicos e anatómicos;
Expressão;
História A, 10º ano, Módulo 3 97
Reaparece o nu;
Retrato (corpo inteiro ou busto);
Estátuas equestres;
História A, 10º ano, Módulo 3 98
Donatello, David, c. 1430, bronze, 1,58 m.
99
Representações da Antiguidade Clássica (Roma e
Grécia), fascínio pela História;
O modelo clássico é utilizado até para representar
figuras bíblicas;
Esculturas de pequeno formato (colecionadores
privados).
História A, 10º ano, Módulo 3 100
Autonomia da escultura em relação à arquitetura;
Predomínio da escultura de vulto redondo (estátua
independente);
Escultura como monumento individual;
Expostas no meio de praças, jardins ou edifícios;
A escultura torna-se independente.
História A, 10º ano, Módulo 3 101
Maior liberdade criadora para o artista;
O artista concebe e executa a obra, à qual pretende dar
um cunho individual (originalidade);
O autor passa a ser reconhecido;
Há uma grande produção escultórica no século XV.
História A, 10º ano, Módulo 3 102
Ghiberti, Portas do Paraíso (pormenores)
História A, 10º ano, Módulo 3 103
104
https://www.arteeblog.com/2015/03/os-portoes-do-paraiso-lorenzo-ghiberti.html
Donato Donatello: aprendiz de Ghiberti;
Primeiro escultor renascentista;
Autor do primeiro nu, desde o fim do Império Romano;
Primeira estátua equestre;
Grande capacidade técnica e expressiva;
História A, 10º ano, Módulo 3 105
O século XVI foi menos rico em escultura;
Miguel Ângelo Buonnaroti foi um dos maiores
escultores de todos os tempos;
História A, 10º ano, Módulo 3 106
Foi escultor, pintor, arquiteto e poeta;
Considerava-se um escultor;
Não fazia desenhos de projeto,
Segundo ele as formas já estavam na pedra a ele
competia extrair essas formas;
História A, 10º ano, Módulo 3 107
M. Ângelo, David, 1501/03, mármore, 2,50 m
História A, 10º ano, Módulo 3 108
Miguel Ângelo, Tondo Pitti,
mármore (pormenor)
1503/04
Inventou uma técnica (non
finito), inacabado,
deixando visíveis as marcas
do cinzel
História A, 10º ano, Módulo 3 109
M. Ângelo, Escravo que
desperta, mármore, 1533
História A, 10º ano, Módulo 3 110
Pietà do Vaticano (1498/1501; Pietà de Florença
(135/50); Pietà Rondanini (1552/64)
História A, 10º ano, Módulo 3 111
A Arquitetura do Renascimento
A Arquitetura é descendente natural da Antiguidade
Clássica de que herdou os princípios fundamentais;
Francesco di Giorgio, estudo, 1482
História A, 10º ano, Módulo 3 113
Harmonia;
Racionalismo;
Equilíbrio;
Proporção humana – “O Homem é o centro e a medida
de todas as coisas.
História A, 10º ano, Módulo 3 114
Estudam os monumentos da Antiguidade;
Surge a Arqueologia e o Colecionismo;
Estudam os tratados sobre arquitetura clássica.
História A, 10º ano, Módulo 3 115
Filippo Brunelleschi (1377-1446) foi um dos primeiros
arquitetos do Renascimento;
Foi ourives, escultor e pintor;
A partir de 1418 dedica-se à arquitetura.
História A, 10º ano, Módulo 3 116
Brunelleschi, Cúpula Catedral de Florença
Em 1420 vai executar o projeto para a conclusão da
cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore (Florença).
História A, 10º ano, Módulo 3 117
Brunelleschi, Cúpula Catedral de Florença
118
A cúpula muito utilizada pelos romanos,
foi esquecida no gótico, é muito utilizada
no Renascimento;
A abertura de óculos permite uma melhor
iluminação do cruzeiro.
A cúpula tem dois cascos:
Interior, mais pequeno, com tirantes metálicos;
Exterior, mais alto, em tijolo;
A cúpula foi construída através de uma série de anéis
horizontais
História A, 10º ano, Módulo 3 119/50
Foi uma das primeiras obras do
Renascimento;
Mais de engenheiro do que de
arquiteto;
Criou novos meios técnicos e
construtivos;
Brunelleschi, Igreja do Espírito Santo
Altura das naves proporcionais, a central é duas vezes
mais alta que as laterais.
Está concebida para proporcionar uma ideia de
perspetiva.
História A, 10º ano, Módulo 3 120
Leon Battista Alberti (c.1404-14729) foi o grande
teórico da arquitetura renascentista;
A ele se deve a primeira teoria sistematizada da
arquitetura do Ocidente – “De reaedificatori”.
História A, 10º ano, Módulo 3 121
Pensa a arquitetura como uma ciência ao serviço do
Homem;
O racionalismo da sua arquitetura traduz-se na
articulação de espaços concebidos a partir de formas
geométricas;
A referência é o espaço circular;
Procura da simetria;
História A, 10º ano, Módulo 3 122
L. B. Alberti, Igreja de Santo André, Mântua, 1470,
fachada com um frontão inspirado no arco do triunfo
História A, 10º ano, Módulo 3 123
L. B. Alberti, Santa Maria Novella, Florença, 1460,
construção segundo traçados geométricos rigorosos
História A, 10º ano, Módulo 3 124
A planta perfeita é circular;
Edifícios pensados em articulação com as construções
que os rodeiam;
História A, 10º ano, Módulo 3 125
A Brunelleschi deve-se a procura da ordem matemática
e racional e a introdução de novos mecanismos e
técnicas;
A Alberti a sistematização teórica.
História A, 10º ano, Módulo 3 126
Alto Renascimento, século XVI
Bramante, plantas do Tempieto de S. Pedro e
projecto para a Basílica de S. Pedro;
Miguel Ângelo, projecto para a Basílica de S. Pedro
História A, 10º ano, Módulo 3 127
Donato Bramante (1444-1514), Tempieto, c. 1502,
tornou-se o modelo para os edifícios de planta
centrada e cobertura em cúpula
A planta centrada tornou-se o modelo mais comum.
128
Os elementos decorativos eram retirados da gramática
decorativa clássica;
História A, 10º ano, Módulo 3 129
Miguel Ângelo, Praça
do Capitólio, Roma,
1546
Urbanismo
História A, 10º ano, Módulo 3 130
Leonardo da Vinci, Praça Ducal de Vigevano
Filarete, cidade ideal de Sforzinda
Piero della Francesca, cidade ideal,
História A, 10º ano, Módulo 3 131
Cidades concebidas segundo uma malha regular;
Alinhamento de igrejas, palácios e edifícios
administrativos alinhados segundo planos
matemáticos;
Local nobre da cidade é a praça;
São elaborados projetos de cidades ideais.
História A, 10º ano, Módulo 3 132
3.3.4 A arte em Portugal: o gótico-manuelino e a
afirmação das novas tendências renascentistas
História A, 10º ano, Módulo 3 133
Gótico desenvolve-se após o fim da Reconquista –
prolonga-se até ao século XVI (Manuelino);
Norte apego ao Românico;
Gótico ligado às ordens monásticas;
Seguindo os princípios estéticos franceses o gótico
português foi simples;
No final do século XV, surge o Manuelino (reinados de
D. Manuel I e D. João III).
História A, 10º ano, Módulo 3 134
Planta de Igreja do Manuelino,
Portal do Mosteiro dos Jerónimos
História A, 10º ano, Módulo 3 135
Janela e Portal do Convento de Cristo, Tomar
Torre de Belém, Lisboa
História A, 10º ano, Módulo 3 136
Mantém a estrutura gótica,
Igrejas-salão (uma só nave);
Ornamentação exuberante (rendilhado na pedra)
Influências: gótico plateresco, gótico flamejante,
Decoração inspirada nos Descobrimentos: cordas,
velas, motivos marítimos e na
Heráldica: brasões, esfera armilar.
História A, 10º ano, Módulo 3 137
A arquitectura renascentista portuguesa reflectiu o
espírito da Contra-Reforma;
Igrejas-salão;
Decoração influenciada pelo plateresco;
Influências do ultramar, sobretudo da Índia;
Foi de curta duração;
História A, 10º ano, Módulo 3 138
Principais arquitetos:
Diogo Arruda (?-1530):
Miguel Arruda (?-1563);
João Castilho (1490-1553);
Diogo Castilho (1493-1574).
História A, 10º ano, Módulo 3 139
Vasco Fernandes, Jesus
em Casa de Marta e
Maria, c. 1542
Pintura
História A, 10º ano, Módulo 3 140
Garcia Fernandes, Natividade, retábulo
História A, 10º ano, Módulo 3 141
A pintura renascentista portuguesa foi de curta
duração;
Temática fundamentalmente religiosa;
Influências da Flandres, Alemanha e Itália;
História A, 10º ano, Módulo 3 142
Gregório Lopes, Martírio de S. Sebastião, c. 1538
História A, 10º ano, Módulo 3 143
Nuno Gonçalves, Painéis de S. Vicente de Fora
História A, 10º ano, Módulo 3 144
Principais pintores:
Vasco Fernandes (c. 1475-1542);
Gaspar Vaz (c. 1490-1568);
Garcia Fernandes (?-1565);
Nuno Gonçalves.
História A, 10º ano, Módulo 3 145
Filipe Hodart, Apóstolos, 1534
História A, 10º ano, Módulo 3 146
Escultura
João de Ruão, deposição de Cristo no Túmulo, Coimbra
História A, 10º ano, Módulo 3 147
Nicolau de
Chanterenne, retábulo
da Pena, Sintra, 1532
História A, 10º ano, Módulo 3 148
Escultura ligada à tradição gótica;
Fundamentalmente ligada à arquitetura;
Relevos, retábulos e decoração do interior das igrejas;
As influências italianas só chegaram no século XVI;
História A, 10º ano, Módulo 3 149
Principais escultores:
Nicolau de Chanterenne (?-1551);
João de Ruão (?-1580);
História A, 10º ano, Módulo 3 150
151
Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte
bibliografia:
ROSAS, Maria Antónia Monterroso; Couto, Célia Pinto; Jesus,
Elisabete, Entre Tempos 10, Porto Editora
SANCHES, Mário; História A, 10º ano, O essencial, Edições Asa,
2005
Apresentação em Power Point da Areal Editora
FORTES, Alexandra; Freitas Gomes, Fátima e Fortes, José, Linhas
da História 10, Areal Editores, 2013
COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O
tempo da História 10, Porto Editora, 2011
Antão, António, Preparação para o Exame Nacional 2014,
História A, 2013

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  • 1. Unidade 3 – A produção cultural http://divulgacaohistoria.com/ História A - Módulo 3 Abertura europeia ao mundo - mutações nos conhecimentos, sensibilidades e valores nos séculos XV e XVI
  • 2. 3.1 Distinção social e mecenato As elites cortesãs e burguesas, as próprias Cortes, apostaram no embelezamento dos palácios e no apoio aos artistas e intelectuais como símbolo de afirmação social. 2
  • 3. 3.1.1 A ostentação das elites cortesãs e burguesa Os séculos XV e XVI, foram séculos de grande crescimento económico; Sectores (nobreza e burguesia) ligados ao comércio e à finança enriqueceram; Vão desenvolver formas de exteriorizar a sua riqueza e ascensão social: luxo, conforto, festas, o apoio à cultura (mecenato); 3
  • 4. As elites rodeavam-se de luxo e ostentação: belos palácios, roupas sumptuosas, banquetes faustosos, etc.; Praticavam o mecenato; Mecenato: proteção da arte e da cultura. Lourenço de Médicis 4
  • 5. As cortes são um círculo privilegiado da cultura e da sociabilidade renascentista; Uma das cortes mais famosa foi a dos Médicis, em Florença; A festa privada torna-se o espaço privilegiado de divertimento dos ricos (banquetes, bailes, teatro, jogos, etc.); 5
  • 6. 6 Surge um conjunto de regras de civilidade; Civilidade – conjunto de regras de comportamento que o indivíduo Deveria respeitar na sua vida pública. Surgem no século XV, com a publicação de vários livros de cortesia e boas maneiras.
  • 7. Baltazar Castiglione (1478- 1529) idealizou um cortesão que deveria ser reconhecido pela sua nobreza, porte, elegância, bom dançarino, músico e cantor, delicadeza, de maneiras, amante das letras e das artes, bom cavaleiro, ou seja, o Homem Ideal do Renascimento. História A, 10º ano, Módulo 3 7
  • 8. 3.1.2 O estatuto de prestígio dos intelectuais e artistas Nobres, burgueses, monarcas e membros do clero fizeram encomendas aos artistas e intelectuais (projetos de arte, obras literárias, estudos, etc.); A prática do mecenato era uma forma de imortalizar o nome das elites; O estatuto social do artista e do intelectual torna-se mais importante; História A, 10º ano, Módulo 3 8
  • 9. 9 São prestigiados e considerados; Os artistas passam a assinar as suas obras, distinguindo- se do anonimato dos artistas medievais.
  • 10. 3.1.3 Portugal: O ambiente cultural da corte régia O ambiente cultural português foi influenciado pelo processo de centralização do poder real; A prática do mecenato serviu para atrair intelectuais e artistas à Corte portuguesa; História A, 10º ano, Módulo 3 10
  • 11. 11 Reformas do ensino: em 1504, D. Manuel I, reforma a Universidade de Lisboa; Em 1537, D. João III, transferiu-a definitivamente para Coimbra; Os estatutos da Universidade de Coimbra são inspirados na de Salamanca, de onde provêm muitos dos docentes;
  • 12. Em 1547, D. João III, funda o Colégio das Artes (Coimbra), para o ensino das Línguas Clássicas, Filosofia e Gramática; Papel importante desempenhado no ensino pela Companhia de Jesus; Programa de obras e construções patrocinados pelos monarcas portugueses: Mosteiro da Batalha, Jerónimos, Torre de Belém, Convento de Cristo, Paço da Ribeira, etc.; Estas obras destinavam- se a celebrar a grandeza do rei e da corte; 12
  • 13. 13 A embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X (1514) foi um espetáculo deslumbrante; Os monarcas promoveram a ida de estudantes portugueses para universidades estrangeiras
  • 14. Principais artistas e intelectuais que viveram na corte portuguesa: Damião de Góis (humanista); Gil Vicente (dramaturgo); Nicolau Clenardo (pedagogo); George Buchanan (professor). História A, 10º ano, Módulo 3 14
  • 15. 3.2. Os caminhos abertos pelos humanistas Os artistas e intelectuais (Humanistas) do Renascimento abriram novos caminhos para a arte e a cultura; Desenvolveram e aprofundaram os ideais do antropocentrismo e individualismo; Pico della Mirandola (1463- 1494) foi um dos primeiros humanistas. 15
  • 16. Humanista – É um intelectual (letrado) dos séculos XV e XVI. Baseia o seu saber no estudo da Antiguidade Clássica (Roma e Grécia). Procura conciliar os valores da civilização grega e romana com os valores do cristianismo. Defendem uma cultura antropocentrista e os valores do individualismo. Dante Alighieri 16
  • 17. 3.2.1 Valorização da Antiguidade Clássica Uma das características fundamentais dos humanistas é a inspiração nos modelos clássicos (Grécia e Roma). A ideia não é imitar os antigos mas inspirar-se na cultura clássica para inovar, recriar e transformar; O estudo dos clássicos não é um fim mas um instrumento para ajudar os humanistas a desenvolverem a sua modernidade; História A, 10º ano, Módulo 3 17
  • 18. Alguns humanistas: Petrarca (1303-1374); Bocaccio (1313-1375); Lourenço Valla (1407-1457); Marsílio Ficino (1433-1499); Maquiavel (1469-1527); Cervantes (1547-1616); Rabelais (1494-1553); Montaigne (1533-1592); Shakespeare (1564-1616); Luís Vaz de Camões (1524-1580). História A, 10º ano, Módulo 3 18
  • 19. Os humanistas estudaram o grego e o latim para poderem estudar os autores clássicos; Recuperaram as Sagradas Escrituras leram o Novo Testamento e o Antigo Testamento (hebraico), e corrigiram os erros das traduções medievais; História A, 10º ano, Módulo 3 19
  • 20. 20 O ensino fomentou o conhecimento da Antiguidade (estudo do grego, latim, literatura, história, filosofia). Receberam o nome de studia humanitatis, porque se consideravam áreas de ensino fundamentais para a formação moral do ser humano. A imprensa contribui para a divulgação dos autores clássicos.
  • 21. 3.2.2 A afirmação das línguas nacionais e a consciência da modernidade Os Humanistas desenvolvem um movimento de afirmação das línguas nacionais; Dante Alighieri (1265-1321), foi um dos precursores, escreveu grande parte da sua obra em italiano e não em latim; 21
  • 22. 22 Os humanistas escreveram grande parte da sua obra nas respetivas línguas nacionais; Isto permitiu que mais pessoas lessem as suas obras; Existia a ideia de divulgar pelo maior número de pessoas as novas ideias; Há uma maior difusão da cultura na época do Renascimento.
  • 23. 3.2.3 Individualismo, espírito crítico, racionalidade e utopia O indivíduo distinguia-se e afirmava-se pelo uso da razão; Os homens do Renascimento adotaram uma mentalidade racionalista; O individualismo valoriza o espírito de criatividade das pessoas; História A, 10º ano, Módulo 3 23
  • 24. 24 Os humanistas cultivam a ideia de um mundo perfeito; O espírito crítico tinha-os levado a compreender os problemas da época (corrupção, ignorância, abusos dos poderosos, etc.; Surge a crítica social;
  • 25. Erasmo de Roterdão (1469-1536) criticando a sociedade da época propõe o regresso ao cristianismo primitivo e recuperar os valores da humildade, caridade, fraternidade e tolerância. No livro, “Elogio da Loucura”, Erasmo critica o Papa e a corrupção do clero; História A, 10º ano, Módulo 3 25
  • 26. Nascem as utopias; Alguns humanistas imaginam mundos perfeitos onde os homens viviam em paz e felizes; Uma das utopias mais conhecidas é o livro chamado “Utopia” da autoria de Thomas More (1478-1535), onde imaginou um mundo racional, onde existia igualdade, fraternidade e tolerância; More crítica a intolerância, o abuso de poder dos monarcas, o luxo do clero, a corrupção da sociedade. História A, 10º ano, Módulo 3 26
  • 27. Os homens do Renascimento aliavam (…) a admiração pelo mundo greco-romano a uma falta de respeito evidente. Inspirar-se nos Antigos para fazer coisas novas, eis o propósito. Nos grandes artistas do Renascimento a imitação da Antiguidade nunca foi servil (…). Jean Delumeau, A Civilização do renascimento 3.3 A reinvenção das formas artísticas. A imitação e superação dos modelos da Antiguidade História A, 10º ano, Módulo 3 27
  • 28. Os artistas do Renascimento possuíam uma técnica superior à dos Antigos (…). Os pintores da Grécia e Roma não conheciam a pintura a óleo (…) Os estudos dos Flamengos e, mais ainda, dos Italianos tiveram um carácter inédito. Jean Delumeau, A Civilização do renascimento História A, 10º ano, Módulo 3 28
  • 29. Pintura do Gótico, Giotto e do Renascimento 29
  • 30. A pintura renascentista foi um exercício intelectual; O artista já não é o artesão medieval anónimo, mas um intelectual reconhecido; Procura a fama, o seu trabalho é uma obra de arte, uma obra-prima; História A, 10º ano, Módulo 3 30
  • 31. 31 A pintura do Renascimento foi o culminar de um processo iniciado no século XIII por Giotto; Inspirado na cultura e arte da Antiguidade Clássica (Roma e Grécia) o artista procura uma formação humanista e científica; O artista ainda devia estudar geometria, perspetiva, aritmética, gramática, filosofia, história, astronomia, medicina, anatomia de modo a poderem expressar bem a sua arte.
  • 32. A arte deve ser imitação (mimesis) da Natureza; A pintura renascentista é uma arte racional, científica e uma imitação intelectualizada e tecnicista da Natureza; Todos estes aspetos foram estudados e teorizados; No século XVI a arte ganhou mais emoção; A pintura do Renascimento ultrapassou a Arte da Antiguidade Clássica, e foi a base da pintura ocidental. História A, 10º ano, Módulo 3 32
  • 33. Paolo Uccello, A caçada na Floresta História A, 10º ano, Módulo 3 33
  • 34. Perspetiva científica História A, 10º ano, Módulo 3 34
  • 35. Uma das principais descobertas técnicas do Renascimento foi a perspetiva, rigorosa e científica; Permite construir o espaço pictórico segundo as leis da ótica, das proporções geométricas, da exatidão matemática e do tratamento da luz de uma forma coerente. História A, 10º ano, Módulo 3 35
  • 36. Todas as linhas convergem para um ponto para o qual o olhar é atraído; Tudo é ritmado segundo valores matemáticos; A perspetiva é o reflexo da harmonia que rege a Criação. 36
  • 37. A luz é o elemento que confere materialidade (volume) à pintura; Elaboração cuidada do claro-escuro. 37
  • 38. Paolo Uccello, A batalha de San Romano, 1452, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 38
  • 39. Na Flandres, século XV, inventaram a técnica do óleo: Seca lentamente, podia ser retocada; Tornava possível as velaturas (transparências); Empastes (grande espessura de tinta); Gradações cromáticas; Elaboração de modelados – técnica para obter, por meio de gradações cromáticas, a ilusão de volume. 39
  • 40. Mestre Flémalle, A Virgem e o Menino História A, 10º ano, Módulo 3 40
  • 41. Mestre Flémalle, A Virgem e o Menino História A, 10º ano, Módulo 3 41
  • 42. Rogier van der Weyden (c. 1400 – 1464), Tríptico de Columba 42 Pintam as cenas religiosas com um enquadramento de atualidade; Grande preocupação com o pormenor; Retrato com grande realismo. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Der_Dreik%C3%B6nigsaltar_Rogier_van_der_Weyden.jpg
  • 43. Jan van Eyck (1390 – 1441), O casamento dos Arnolfini Simbolismos: o cão, os pés descalços, a cama, os frutos, etc.
  • 44. História A, 10º ano, Módulo 3 44
  • 45. Jan van Eyck, Chanceler Rollin 45
  • 46. Jan van Eyck (c. 1390-1441), foi o grande divulgador da técnica do óleo; É considerado o grande génio da pintura flamenga do século XV; O irmão, Hubert van Eyck, também foi um pintor de renome. História A, 10º ano, Módulo 3 46
  • 47. Hugo van der Goes , Tríptico dos Portinari História A, 10º ano, Módulo 3 47 https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Hugo-van-der-Goes/394158/O- Ret%C3%A1bulo-de-Portinari,-c.1479.html
  • 48. Inovações técnicas na pintura renascentista(conclusão): Perspetiva; Pintura a óleo; Tela e cavalete; Elaborado claro-escuro. História A, 10º ano, Módulo 3 48
  • 49. Inovações estéticas e formais: Harmonia; Equilíbrio; Realismo. História A, 10º ano, Módulo 3 49
  • 50. Temática: Religiosa; Mitologia e literatura clássica (grega e romana); Retrato; Paisagem; Nu. História A, 10º ano, Módulo 3 50
  • 51. Principais pintores do século XV: Inovadores, preocupados com os estudos de perspetiva, volume, etc. A pintura é uma reflexão e procura constante: Masaccio (1401-1428); Paolo Ucello (1397-1475); Piero della Francesca (1415-1492); Andrea Mantegna (1431-1506). História A, 10º ano, Módulo 3 51
  • 52. Grupo de pintores mais marcados pela tradição gótica, mais líricos e místicos: Fra Angélico (1395-1455); Sandro Botticelli (1445-1510) Fra Fillippo Lippi (1460-1469) História A, 10º ano, Módulo 3 52
  • 53. Pintores de Veneza, preocupados com a cor e o movimento: Giovanni Bellini (1432-1516); Antonello da Messina (1430-1479); Carlo Crivelli (1430-1493) História A, 10º ano, Módulo 3 53
  • 54. Análise de alguns pintores História A, 10º ano, Módulo 3 54
  • 55. Masaccio, O pagamento do tributo, c. 1427, fresco História A, 10º ano, Módulo 3 55
  • 56. Masaccio: Teve um papel revolucionário na pintura; Utilizou a luz e sombra para obter volume; A paisagem e elementos arquitetónicos fazem parte de uma composição naturalista; Aplicou a perspetiva empírica. História A, 10º ano, Módulo 3 56
  • 57. Paolo Uccello, A Batalha de San Romano, c. 1452, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 57
  • 58. Paolo Uccello: Estudo científico da perspetiva; Composições cénicas complexas. História A, 10º ano, Módulo 3 58
  • 59. Piero della Francesca, Díptico dos Duques de Urbino, 1465, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 59
  • 60. Piero della Francesca: Estudo científico da perspetiva; Escreve livros sobre matemática, geometria e perspetiva; Luminosidade tratada de uma maneira muito elaborada. História A, 10º ano, Módulo 3 60
  • 61. Piero della Francesca, A Flagelação, 1465, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 61
  • 62. Andrea Mantegna, Cristo Morto, c. 1480, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 62
  • 63. Sandro Botticelli, Nascimento de Vénus, c. 1485, têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 63
  • 64. Sandro Botticelli: Prevalência do desenho sobre o modelado; Harmonia da composição. História A, 10º ano, Módulo 3 64
  • 65. A pintura, no século XVI, atinge o auge das: Pesquisas e inovações; Equilíbrio e maturidade; Roma foi a cidade mais importante em termos artísticos. Vasari, chama a este período o Alto Renascimento, Perfeito Renascimento ou Classicismo. O século XVI e o amadurecimento da pintura renascentista História A, 10º ano, Módulo 3 65
  • 66. Principais artistas: Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564); Rafael (1483-1520) Leonardo da Vinci (1452-1519) Escola Veneziana: Giorgione (1477-1510) Ticiano (1490-1576) História A, 10º ano, Módulo 3 66
  • 67. Miguel Ângelo, escultor, pintor, arquiteto, poeta; Artista temperamental que criou uma arte mais expressiva, mais dramática e monumental; Escorços violentos e contrastes de cor e claro/escuro; Mostrando já sinais de rutura com o Renascimento. Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564); História A, 10º ano, Módulo 3 67
  • 68. Miguel Ângelo, A Sagrada Família, 1503, Tondo (pintura circular), têmpera sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 68
  • 69. Em pintura a sua principal obra foi o teto da Capela Sistina, em Roma, e mais tarde a parede do altar História A, 10º ano, Módulo 3 69
  • 70. Capela Sistina, 1508-1512 História A, 10º ano, Módulo 3 70
  • 71. Miguel Ângelo, teto da Capela Sistina, 1508-12, fresco Antigo Testamento – desde criação do Homem até ao Dilúvio; Mais de 300 figuras; Grande expressividade.
  • 72. A criação do Homem História A, 10º ano, Módulo 3 72 https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cria%C3%A7%C3%A3o_de_Ad%C3%A3o
  • 73. Rafael (1483-1520) Pintor espanhol; Viveu em Roma; Pintura expressiva, elegante e serena; História A, 10º ano, Módulo 3 73
  • 74. Rafael, Retrato de Maddalena Doni, 1505, óleo sobre madeira 74
  • 75. Nascido a 15 de Abril de 1452, Leonardo da Vinci foi discípulo do pintor e escultor Andrea Verrochio; Tornou-se o símbolo do Homem culto, racional, sensível e humanista do Renascimento; Os seus interesses incluíam: pintura, escultura, arquitetura, anatomia, física, biologia, engenharia… História A, 10º ano, Módulo 3 75
  • 76. Desenhos: Helicóptero e estudos de anatomia História A, 10º ano, Módulo 3 76
  • 77. Máquina para elevação de pesos; desenho para uma igreja; estudo para uma estátua. História A, 10º ano, Módulo 3 77
  • 78. Chegou à oficina de Verrochio em 1469 (?); Em 1472, com 20 anos, é aceite como pintor pela corporação de artistas de Florença; Trabalhou em Florença, Milão, Mântua, Roma e França; Morreu em Amboise, (França), a 2 de Maio de 1519. História A, 10º ano, Módulo 3 78
  • 79. São conhecidas 25 obras, cerca de um terço inacabadas; Conservou 3 obras em seu poder: Mona Lisa; Santa Ana, a Virgem e o Menino; S. João Baptista. História A, 10º ano, Módulo 3 79
  • 80. Leonardo da Vinci, Retrato de Ginevra Benci, c. 1478-80, óleo sobre madeira 80
  • 81. A Última Ceia, 1495-97 óleo sobre alvenaria História A, 10º ano, Módulo 3 81
  • 82. Leonardo desenvolveu uma técnica para substituir o fresco, para poder pintar mais lentamente História A, 10º ano, Módulo 3 82
  • 83. Mona Lisa, 1503-06, Óleo sobre madeira História A, 10º ano, Módulo 3 83
  • 84. Leonardo inventou o “sfumato” que consiste numa transição muito gradual da luz/sombra, que torna quase impercetível o contorno das formas História A, 10º ano, Módulo 3 84
  • 85. A palavra “sfumato” pode ser traduzida para “esfumado, turvo, nebuloso”; Não há contornos definidos, as transições e contrastes são suaves; Parece que um nevoeiro fino envolve os objetos; É uma característica da pintura de Leonardo. História A, 10º ano, Módulo 3 85
  • 86. Para obter este efeito trabalhava com camadas finíssimas de óleo; O “sfumato” foi uma inovação revolucionária para a pintura; Permite um novo tratamento do claro/escuro; Antes existia uma separação nítida das cores, os objetos pareciam “recortados” do fundo do quadro; História A, 10º ano, Módulo 3 86
  • 87. Pintura Veneziana: Escola de Veneza privilegia a cor; Exaltação da riqueza e da paisagem; História A, 10º ano, Módulo 3 87
  • 88. Gorgione, A Tempestade, 1508, óleo sobre tela História A, 10º ano, Módulo 3 88
  • 89. Ticiano, Vénus de Urbino, 1538, óleo sobre tela História A, 10º ano, Módulo 3 89
  • 90. A escultura renascentista foi fruto do: Desenvolvimento e aperfeiçoamento da escultura gótica; Contacto dos artistas com a escultura clássica; Escultura Renascentista História A, 10º ano, Módulo 3 90
  • 91. Nasceu em Florença, no século XV: Lorenzo Ghiberti (1378-14559; Donato Donatello (1386-1466); Luca della Robia (1400-1482); Jacopo della Quercia (1346-1458) Andrea Verrocchio (1436-1488); Antonio Pollaiuolo (1431-1498). História A, 10º ano, Módulo 3 91
  • 92. Atinge o apogeu no século XVI, com Miguel Ângelo Buonnaroti (1475-1564) História A, 10º ano, Módulo 3 92
  • 93. Estátuas da época clássica (Roma e Grécia) História A, 10º ano, Módulo 3 93
  • 94. Túlio Lombardo, Adão, c. 1490, Veneza, Mármore, 1,90 m História A, 10º ano, Módulo 3 94 A influência clássica, é mais visível na escultura do que na arquitetura e sobretudo na pintura;
  • 95. No século XV, a escultura é a mais prestigiada das artes; Aprendizagem rápida dos modelos clássicos; O Homem é “a medida de todas as coisas”; A escultura copia a natureza em todas as suas proporções; História A, 10º ano, Módulo 3 95
  • 96. Donatello, busto de Nicola de Uzano, terracota; Mino de Fiesole, busto de João de Médicis, mármore; Benedetto de Maiano, busto de Pietro Mellini, mármore História A, 10º ano, Módulo 3 96
  • 97. Representação do Homem com fidelidade; Aspetos físicos e anatómicos; Expressão; História A, 10º ano, Módulo 3 97
  • 98. Reaparece o nu; Retrato (corpo inteiro ou busto); Estátuas equestres; História A, 10º ano, Módulo 3 98
  • 99. Donatello, David, c. 1430, bronze, 1,58 m. 99
  • 100. Representações da Antiguidade Clássica (Roma e Grécia), fascínio pela História; O modelo clássico é utilizado até para representar figuras bíblicas; Esculturas de pequeno formato (colecionadores privados). História A, 10º ano, Módulo 3 100
  • 101. Autonomia da escultura em relação à arquitetura; Predomínio da escultura de vulto redondo (estátua independente); Escultura como monumento individual; Expostas no meio de praças, jardins ou edifícios; A escultura torna-se independente. História A, 10º ano, Módulo 3 101
  • 102. Maior liberdade criadora para o artista; O artista concebe e executa a obra, à qual pretende dar um cunho individual (originalidade); O autor passa a ser reconhecido; Há uma grande produção escultórica no século XV. História A, 10º ano, Módulo 3 102
  • 103. Ghiberti, Portas do Paraíso (pormenores) História A, 10º ano, Módulo 3 103
  • 105. Donato Donatello: aprendiz de Ghiberti; Primeiro escultor renascentista; Autor do primeiro nu, desde o fim do Império Romano; Primeira estátua equestre; Grande capacidade técnica e expressiva; História A, 10º ano, Módulo 3 105
  • 106. O século XVI foi menos rico em escultura; Miguel Ângelo Buonnaroti foi um dos maiores escultores de todos os tempos; História A, 10º ano, Módulo 3 106
  • 107. Foi escultor, pintor, arquiteto e poeta; Considerava-se um escultor; Não fazia desenhos de projeto, Segundo ele as formas já estavam na pedra a ele competia extrair essas formas; História A, 10º ano, Módulo 3 107
  • 108. M. Ângelo, David, 1501/03, mármore, 2,50 m História A, 10º ano, Módulo 3 108
  • 109. Miguel Ângelo, Tondo Pitti, mármore (pormenor) 1503/04 Inventou uma técnica (non finito), inacabado, deixando visíveis as marcas do cinzel História A, 10º ano, Módulo 3 109
  • 110. M. Ângelo, Escravo que desperta, mármore, 1533 História A, 10º ano, Módulo 3 110
  • 111. Pietà do Vaticano (1498/1501; Pietà de Florença (135/50); Pietà Rondanini (1552/64) História A, 10º ano, Módulo 3 111
  • 112. A Arquitetura do Renascimento A Arquitetura é descendente natural da Antiguidade Clássica de que herdou os princípios fundamentais;
  • 113. Francesco di Giorgio, estudo, 1482 História A, 10º ano, Módulo 3 113
  • 114. Harmonia; Racionalismo; Equilíbrio; Proporção humana – “O Homem é o centro e a medida de todas as coisas. História A, 10º ano, Módulo 3 114
  • 115. Estudam os monumentos da Antiguidade; Surge a Arqueologia e o Colecionismo; Estudam os tratados sobre arquitetura clássica. História A, 10º ano, Módulo 3 115
  • 116. Filippo Brunelleschi (1377-1446) foi um dos primeiros arquitetos do Renascimento; Foi ourives, escultor e pintor; A partir de 1418 dedica-se à arquitetura. História A, 10º ano, Módulo 3 116
  • 117. Brunelleschi, Cúpula Catedral de Florença Em 1420 vai executar o projeto para a conclusão da cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore (Florença). História A, 10º ano, Módulo 3 117
  • 118. Brunelleschi, Cúpula Catedral de Florença 118 A cúpula muito utilizada pelos romanos, foi esquecida no gótico, é muito utilizada no Renascimento; A abertura de óculos permite uma melhor iluminação do cruzeiro.
  • 119. A cúpula tem dois cascos: Interior, mais pequeno, com tirantes metálicos; Exterior, mais alto, em tijolo; A cúpula foi construída através de uma série de anéis horizontais História A, 10º ano, Módulo 3 119/50 Foi uma das primeiras obras do Renascimento; Mais de engenheiro do que de arquiteto; Criou novos meios técnicos e construtivos;
  • 120. Brunelleschi, Igreja do Espírito Santo Altura das naves proporcionais, a central é duas vezes mais alta que as laterais. Está concebida para proporcionar uma ideia de perspetiva. História A, 10º ano, Módulo 3 120
  • 121. Leon Battista Alberti (c.1404-14729) foi o grande teórico da arquitetura renascentista; A ele se deve a primeira teoria sistematizada da arquitetura do Ocidente – “De reaedificatori”. História A, 10º ano, Módulo 3 121
  • 122. Pensa a arquitetura como uma ciência ao serviço do Homem; O racionalismo da sua arquitetura traduz-se na articulação de espaços concebidos a partir de formas geométricas; A referência é o espaço circular; Procura da simetria; História A, 10º ano, Módulo 3 122
  • 123. L. B. Alberti, Igreja de Santo André, Mântua, 1470, fachada com um frontão inspirado no arco do triunfo História A, 10º ano, Módulo 3 123
  • 124. L. B. Alberti, Santa Maria Novella, Florença, 1460, construção segundo traçados geométricos rigorosos História A, 10º ano, Módulo 3 124
  • 125. A planta perfeita é circular; Edifícios pensados em articulação com as construções que os rodeiam; História A, 10º ano, Módulo 3 125
  • 126. A Brunelleschi deve-se a procura da ordem matemática e racional e a introdução de novos mecanismos e técnicas; A Alberti a sistematização teórica. História A, 10º ano, Módulo 3 126
  • 127. Alto Renascimento, século XVI Bramante, plantas do Tempieto de S. Pedro e projecto para a Basílica de S. Pedro; Miguel Ângelo, projecto para a Basílica de S. Pedro História A, 10º ano, Módulo 3 127
  • 128. Donato Bramante (1444-1514), Tempieto, c. 1502, tornou-se o modelo para os edifícios de planta centrada e cobertura em cúpula A planta centrada tornou-se o modelo mais comum. 128
  • 129. Os elementos decorativos eram retirados da gramática decorativa clássica; História A, 10º ano, Módulo 3 129
  • 130. Miguel Ângelo, Praça do Capitólio, Roma, 1546 Urbanismo História A, 10º ano, Módulo 3 130
  • 131. Leonardo da Vinci, Praça Ducal de Vigevano Filarete, cidade ideal de Sforzinda Piero della Francesca, cidade ideal, História A, 10º ano, Módulo 3 131
  • 132. Cidades concebidas segundo uma malha regular; Alinhamento de igrejas, palácios e edifícios administrativos alinhados segundo planos matemáticos; Local nobre da cidade é a praça; São elaborados projetos de cidades ideais. História A, 10º ano, Módulo 3 132
  • 133. 3.3.4 A arte em Portugal: o gótico-manuelino e a afirmação das novas tendências renascentistas História A, 10º ano, Módulo 3 133
  • 134. Gótico desenvolve-se após o fim da Reconquista – prolonga-se até ao século XVI (Manuelino); Norte apego ao Românico; Gótico ligado às ordens monásticas; Seguindo os princípios estéticos franceses o gótico português foi simples; No final do século XV, surge o Manuelino (reinados de D. Manuel I e D. João III). História A, 10º ano, Módulo 3 134
  • 135. Planta de Igreja do Manuelino, Portal do Mosteiro dos Jerónimos História A, 10º ano, Módulo 3 135
  • 136. Janela e Portal do Convento de Cristo, Tomar Torre de Belém, Lisboa História A, 10º ano, Módulo 3 136
  • 137. Mantém a estrutura gótica, Igrejas-salão (uma só nave); Ornamentação exuberante (rendilhado na pedra) Influências: gótico plateresco, gótico flamejante, Decoração inspirada nos Descobrimentos: cordas, velas, motivos marítimos e na Heráldica: brasões, esfera armilar. História A, 10º ano, Módulo 3 137
  • 138. A arquitectura renascentista portuguesa reflectiu o espírito da Contra-Reforma; Igrejas-salão; Decoração influenciada pelo plateresco; Influências do ultramar, sobretudo da Índia; Foi de curta duração; História A, 10º ano, Módulo 3 138
  • 139. Principais arquitetos: Diogo Arruda (?-1530): Miguel Arruda (?-1563); João Castilho (1490-1553); Diogo Castilho (1493-1574). História A, 10º ano, Módulo 3 139
  • 140. Vasco Fernandes, Jesus em Casa de Marta e Maria, c. 1542 Pintura História A, 10º ano, Módulo 3 140
  • 141. Garcia Fernandes, Natividade, retábulo História A, 10º ano, Módulo 3 141
  • 142. A pintura renascentista portuguesa foi de curta duração; Temática fundamentalmente religiosa; Influências da Flandres, Alemanha e Itália; História A, 10º ano, Módulo 3 142
  • 143. Gregório Lopes, Martírio de S. Sebastião, c. 1538 História A, 10º ano, Módulo 3 143
  • 144. Nuno Gonçalves, Painéis de S. Vicente de Fora História A, 10º ano, Módulo 3 144
  • 145. Principais pintores: Vasco Fernandes (c. 1475-1542); Gaspar Vaz (c. 1490-1568); Garcia Fernandes (?-1565); Nuno Gonçalves. História A, 10º ano, Módulo 3 145
  • 146. Filipe Hodart, Apóstolos, 1534 História A, 10º ano, Módulo 3 146 Escultura
  • 147. João de Ruão, deposição de Cristo no Túmulo, Coimbra História A, 10º ano, Módulo 3 147
  • 148. Nicolau de Chanterenne, retábulo da Pena, Sintra, 1532 História A, 10º ano, Módulo 3 148
  • 149. Escultura ligada à tradição gótica; Fundamentalmente ligada à arquitetura; Relevos, retábulos e decoração do interior das igrejas; As influências italianas só chegaram no século XVI; História A, 10º ano, Módulo 3 149
  • 150. Principais escultores: Nicolau de Chanterenne (?-1551); João de Ruão (?-1580); História A, 10º ano, Módulo 3 150
  • 151. 151 Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte bibliografia: ROSAS, Maria Antónia Monterroso; Couto, Célia Pinto; Jesus, Elisabete, Entre Tempos 10, Porto Editora SANCHES, Mário; História A, 10º ano, O essencial, Edições Asa, 2005 Apresentação em Power Point da Areal Editora FORTES, Alexandra; Freitas Gomes, Fátima e Fortes, José, Linhas da História 10, Areal Editores, 2013 COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo da História 10, Porto Editora, 2011 Antão, António, Preparação para o Exame Nacional 2014, História A, 2013