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Da Europa para o Mundo

Barroco ou Barrocos?

http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
O caso francês
A oposição Barroco-Classicismo na França
do Rei-Sol, mito ou realidade?
As ideias renascentistas, fruto da ação das Academias,
permaneceram até tarde, houve uma grande resistência ao
Barroco;
O desenvolvimento da Contra-Reforma, vai favorecer a
aceitação do Barroco;
O estilo foi essencialmente aplicado à gramática
decorativa, as estruturas arquitetónicas mantiveram-se
clássicas;

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3/51
Louis Le vau, Palácio
Vaux-Le-Vicomte,
1612-70

O palácio de Vaux-Le-Vicomte foi a
inspiração para a construção de
Versalhes;

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4
Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart,
Palácio de Versalhes, 1668-78, Fachada

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5
Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart,
Palácio de Versalhes, 1668-78, planta

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6
Versalhes, construído para glorificar o rei, embora reflita o
espírito barroco, é também clássico na sua forma em U,
nos três andares, na fachada retilínea e na simetria;

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7
A decoração do interior reflete um grande aparato e luxo e
uma conceção barroca, estatuária, relevos, pinturas,
mármores, etc.;
Destinava-se a ser a habitação do rei, onde a sua vida era
encenada, como um espetáculo;

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8
Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart,
Palácio de Versalhes, 1668-78, vista aérea

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9
Os jardins, com canteiros simetricamente desenhados,
espelhos de água, terreiros, pavilhões, labirintos,
caracterizam o Barroco francês;

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10
François Mansart e Jacques Lemercier, Igreja
de Val-de-Grâce, 1645-70, Paris

A arquitectura religiosa francesa teve como modelo a Igreja
de Il Gesú;
A ornamentação estava concentrada nas fachadas e
interiores densamente trabalhados;
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11
A escultura francesa, teve uma forte influência do
Renascimento e rejeitou a influência de Bernini, com
excepção de Pierre Puget (1620-1694);

Pierre Puget,
Milo de Crotona e
Perseu

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12
François Girardon (1628-1715) foi o principal escultor de
Versalhes;
Na fase final da sua obra foi um escultor de transição para
o rococó;

François Girardon, Apolo
servido pelas Musas,
Jardins de Versalhes

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13
François Girardon, Túmulo
do Cardeal Richelieu,
1675-94

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14
A pintura francesa, deste período, também não foi
verdadeiramente barroca, talvez com a exceção de
Georges de La Tour;
A pintura barroca francesa apresenta tendências clássicas
na composição, na cor e no tratamento da luz;

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15
George de La Tour,
S. José

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16
Georges de La Tour (1593-1652), foi o mais “caravaggista”
dos pintores franceses;
Utiliza um luz rasante (focal) que ilumina fortemente partes
da cena e deixa outras na obscuridade;

George de La Tour,
A Madalena arrependida,
óleo

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17
Nicola Poussin (1594-1665) e Claude Lorrain (1600-82)
apresentam características clássicas nos temas e na
composição;

Nicolas Poussin,
O triunfo de David

Claude Lorrain, Desembarque de
Cleópatra em Tarso, óleo
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18
Lorrain criou visões maravilhosas situadas em paisagens
idílicas, mergulhadas numa luminosidade clara e dourada;

Poussin criou obras onde os valores fundamentais são os
da harmonia e da beleza ideal;

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19
Outro importante pintor francês foi Nicolas Tournier (15901657) com um tratamento “caravaggista” da luz.

Nicola Tournier,
Descida da cruz,
1632

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20
Nos países do Norte e Centro da Europa, a arquitetura
barroca adaptou-se a diferentes:
Condições geográficas;
Tradições religiosas;
Culturais e;
Históricas;

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21
Nasceu em Itália e daí irradiou para toda a Europa;
Adquirindo diferentes tendências regionais;
A França, nunca chegou a ser verdadeiramente barroca,
mantendo a tradição clássica;

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22
Áustria (Império Austro-Húngaro)

J. Lucas von Hildebrandt,
Palácio Belvedere, 1712, Viena

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23
Fischer von Erlach,
Igreja de S. Carlos
Borromeu, 1761,
Viena

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24
Fischer von Erlach,
Igreja de S. Carlos
Borromeu, 1761,
Viena

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25
Alemanha

Dresden e Potsdam são as mais importantes cidades do
barroco;
A escultura sofreu influências maneiristas;
Trabalharam escultores estrangeiros nomeadamente o
holandês, Adrien de Vries (c.1545-1626);
Os retábulos foram uma arte muito importante na Alemanha;

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26
Matthäus D. Pöppelmann,
Palácio Zwinger,Dresden

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27
Matthäus D. Pöppelmann,
Palácio Zwinger,Dresden

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28
Adrien de Vries, Agonia de Cristo, bronze

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29
Johannes Juncker,
Retábulo da Paixão,
1609-13,
Mármore preto e
vermelho e alabastro,
Capela do Castelo de
Aschaffenburg

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30
Flandres (Bélgica)
Casa de Bruxelas

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31
A Flandres, dominada pela Espanha, acolheu bem o
Barroco;
A Casa de Bruxelas, mistura o barroco com a tradição
gótica;

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Inglaterra

Na Inglaterra a manutenção da tradição gótica foi evidente;
O maior arquiteto inglês foi Cristhopher Wren (1683-1723);
Devido à reforma protestante quase toda a escultura foi
destruída;
O escultor mais importante foi Louis-François Roubilliac
(1695-1762);

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33
Cristhopher Wren, Igreja de S. Paulo,
Londres, 1675-1710

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34
Roubilliac, Bustos de Handel e Wren

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35
A pintura no Norte da Europa

A pintura no norte da Europa, sobretudo na Flandres e na
Holanda, revelou alguns do maiores pintores da época;

Na Bélgica (Flandres), o maior pintor foi Pieter Paul
Rubens (1577-1640);
Trabalhou em Itália, regressou a Antuérpia e tornou-se o
pintor oficial da corte do rei espanhol nos Países Baixos;

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Rubens, A Descida
Da Cruz, 1612-14,
óleo

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37
A sua pintura é requintada, sensual e faustosa, quer pela cor
quer pela forma;
As suas telas são fortemente coloridas e contrastadas;
Temas: mitológicos e religiosos;
Na temática religiosa é visível a influência de Caravaggio;

Rubens, A batalha
das Amazonas,
óleo

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38
Rubens, Desembarque de Maria de Médicis
em Marselha; O rapto das filhas de Leucipo;
Baco.

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39
Outros pintores belgas foram:
Jordaens (1593-1678);
Van Dyck (1599-1641), discípulo de Rubens, ficou
conhecido pelos seus retratos de reis e aristocratas, foi
pintor na corte inglesa;
Van Dyck, Retrato do rei Carlos I
de Inglaterra

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40
Holanda

Na Holanda, efeitos da reforma protestante, a pintura
religiosa deixou de ser fundamental;
Surge uma maior diversidade temática;
Forte realismo, típico da arte do Norte da Europa e das
sociedades burguesas;

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41
Foi uma arte de mercadores;
Executadas em telas de reduzidas dimensões, para casas
vulgares;
É uma comemoração do prazer de viver;
O grande número de encomendas permite a
especialização a alguns pintores;

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42
Jan de Heem, Jarra de flores, c. 1645, 70X57cm

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43
William Heda, Natureza-morta

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44
William Heda, Sobremesa, 1637, 45X55cm,
pormenor

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45
William Heda (1593-1682) e Jan de Heem (1606-1684),
desenvolveram a temática das naturezas-mortas;
Combinaram verismo com capacidade técnica;
São composições serenas, contrárias ao espírito do
barroco, que é movimentado e violento;

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46
Vermeer, Rapariga com brinco de pérola;
A leiteira

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47
Vermeer, A pesagem das pérolas;
Rapariga junta a uma janela; Mulher bebendo
com um jovem

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48
Vermeer, O geógrafo

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49
Vermeer (1632-1675) pintou sobretudo cenas de género;
Obras serenas onde os jogos de luz e sombra são
delicados e não violentos;
Os pormenores são tratados com grande minúcia;
Procura a verdade física e psicológica dos personagens;
A sua obra vai dar origem à “escola de Delft”;

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50
Jacob von Ruysdael, paisagem

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51
Jacob von Ruysdael (1628-1683), foi um pintor paisagista,
utilizando uma linguagem barroca;
Nas suas paisagens é possível perceber a intensidade
dramática

Jacob von Ruysdael, o moinho

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52
Franz Hals, Retrato coletivo; O Cavaleiro sorridente; O
alegre bebedor

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53
Franz Hals (c.1583-1666) foi um retratista;
Pinceladas largas (poucos pormenores);

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54
Rembrandt, Auto-retrato

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55
Rembrandt, A meditação do Filosofo; A Descida da
Cruz; Autorretrato

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56
Rembrandt van Rijn (1606-1669), foi o mais conhecido
pintor holandês;
Pintou cenas bíblicas, retratos coletivos e individuais e
cerca de 80 autorretratos;
É uma pintura introspetiva, à procura da verdade
psicológica, a verdade interior dos homens;

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57
Influenciado por Caravaggio na forma de tratar a luz;
Em muitos dos seus quadros o uso de amarelos e
castanhos sugere o tom dourado (que na realidade não
existe);
Usa uma pincelada larga e solta;

Rembrandt, Lição
de Anatomia

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58
Barroco
Espanha

O Barroco foi bem aceite, o absolutismo e a Contrarreforma
contribuíram para isso;

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59/51
Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San
Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584

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60
Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San
Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584

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61
Juan Bautista de
Toledo e Juan de
Herrera, San Lorenzo
d’el Escorial, 15631584

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62
Palácio do Escorial, mandado construir por Filipe II em
1562;
Integra a residência real, a igreja e o hospital;
Influência maneirista;
Conceção clássica;
Esquemas geométricos;
Esta construção marca toda a arquitetura espanhola;

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63
Casasy Novoa, Santiago de Compostela,
Obradoiro

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64
Alberto de Churriguera e Andrés de Quiñones,
Plaza Mayor, 1728, Salamanca

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65
Igreja de Vera Cruz, Salamanca, “churriguerismo”

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66
Obras mais significativas da arquitetura barroca espanhola:
Obradoiro da Catedral de Santiago de Compostela;
Plaza Mayor de Salamanca, por Alberto Churriguera (16761740);
Dá origem a uma corrente artística chamada
“churriguerismo”, caracterizada por uma decoração
abundante;

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67
Na América Latina o barroco misturou-se com a linguagem
artística dos povos pré-colombianos;

Igreja de S. Francisco de
Acatepec

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68
Manuel Pereira,
S. Bruno, 1692, pedra, 170
cm

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69
Gregório Fernandés, Retábulo
da Catedral de Palência, 1632,
madeira

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70
A escultura foi sobretudo religiosa;
Surgem várias escolas regionais: Valhadolid, Sevilha,
Granada, Catalunha e Madrid;
Predomínio da escultura em madeira policromada,
aplicada a retábulos e estatuária religiosa;

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71/51
Destacam-se os escultores:
Manuel Pereira, português (1588-1683);
Alonso Cano (1601-1667);

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72/51
A pintura espanhola foi sobretudo religiosa;
Embora tenham cultivado outros temas como temas
mitológicos, cenas de género, retratos e naturezas-mortas;
Nota-se a influência italiana nos contrastes de cor e luz e
da cor, embora adaptada à tendência naturalista da pintura
espanhola;

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73/51
Diego Velásquez (1599-1660)

Velásquez, autorretrato
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74
Velásquez, Cristo em casa de Marta e Maria

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75
Velásquez, Vénus

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76
Velásquez, As meninas

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77
Velásquez, As
meninas, pormenor

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78
Pintor oficial da corte espanhola, é um dos maiores pintores
de todos os tempos;
Influenciado por Caravaggio criou uma luz com múltiplos
focos;
As formas são tratadas com manchas de cor;
Nas suas pinturas cria um espaço próprio entre o real e o
imaginário;
A sua pintura é um jogo entre a realidade e a ilusão, através
da variação dos pontos de vista;

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79
Barroco
Portugal
O barroco em Portugal durou cerca de dois séculos, (XVII
e XVIII);
Coincidiu com dificuldades políticas e económicas: domínio
filipino, perda de colónias, guerra da Restauração, controlo
da Inquisição;
E tempos de esplendor, descoberta de ouro no Brasil:
reinados de D. João V (1706-50) e D. José I (1750-77);

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81
Inicialmente a arquitetura barroca é um prolongamento do
Maneirismo de influência espanhola;
Igrejas de planta retangular, fachadas simples e regulares,
sobriedade decorativa, exceto no altar;

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82/
A Igreja de Santa Engrácia é uma das primeiras
tipicamente barroca, da autoria de João Nunes Tinoco (m.
1690) e João Antunes (1643-1712);

Igreja de Santa Engrácia

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83
Paredes ondulantes, planta centrada e mármore
policromado no interior;
A planta centrada é muito utilizada em Portugal;
Igreja do Senhor da Cruz, Barcelos; Igreja de S. Gonçalo
de Amarante; Igreja do Senhor da Pedra, Óbidos;

Igreja de Santa
Engrácia

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84
A partir dos finais do século XVII, sobretudo a partir do
reinado de D. João V (ouro do Brasil), dá-se um
incremento das artes no país;
Vários artistas estrangeiros trabalharam em Portugal,
nomeadamente em Mafra, destaca-se o alemão Ludovice
(1670-1752), influenciaram toda a arquitetura do Centro e
Sul ;

Convento de Mafra

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85
No Norte foi marcante a influência de Nicolau Nazoni
(1691-1773);
Conjugou o estilo italiano com o gosto português e a
utilização do granito;
Criou edifícios com expressividade e movimento
explorando a luz difusa do Norte;
Adaptação dos edifícios ao terreno;
Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, Igreja dos Clérigos,
loggia da Sé do Porto;

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86
Nasoni, Igreja do Bom Jesus de Matosinhos,
Palácio do Freixo

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87
Nasoni, Igreja dos Clérigos

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88
Nasoni, Solar de Mateus, Vila Real, fachada
e capela

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89
A escultura foi a arte mais importante, recobriu as igrejas,
nomeadamente a talha dourada;
Dois períodos: Século XVII e século XVIII, do barroco
pleno:
No primeiro há influências espanholas e no segundo
francesas e italianas, importação de obras e artistas;

Manuel Pereira, O crucifixo

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90
Mestres Barristas de Alcobaça,
retábulo

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91
Igreja de S. Francisco,
Porto

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92
Retábulos, Igreja de S. Francisco, Igreja de S. Bento da
Vitória, Igreja da Pena

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93
Igreja de Santa Clara, Porto, Porto, Largo de 1º de Dezembro

A talha foi a mais original das
características do barroco
português;
Recobriu todos os espaços
arquitetónicos interiores
(altares, paredes, púlpitos,
frisos, cornijas, etc.);
Nasceu no século XVI, ligada
aos retábulos de altares;
É designada por “estilo
nacional”;

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94
A conjugação da pintura, talha e do azulejo foi uma das
originalidades do barroco português;

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95
Principais artistas da primeira fase:
André Reinoso (activo entre 1610-1641);
Domingos Vieira, o Escuro (1600-1678);
Josefa de Óbidos (1630-1684);

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96/51
André Reinoso, O Milagre de S. Francisco,
A pregação de S. Francisco, O naufrágio
de S. Francisco

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97
Domingos Vieira, o Escuro, D. Isabel de Moura

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98
Josefa de Óbidos, Maria Madalena e Natureza-morta

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99
Principais pintores da segunda fase:
André Gonçalves (1685-1762);
Vieira Lusitano (1699-1783), o maior pintor deste período,
formação italiana e sentimentalismo português;
Domenico Duprá ( ativo em Portugal durante 1719-1730)

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100
André Lusitano, Adoração dos Magos e Assunção de
Nossa Senhora

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101
Vieira Lusitano, S. Agostinho e Repouso e Fuga do
Egipto

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102
Domenico Duprá, Retrato de D. João V

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103
O azulejo teve grande importância nos séculos XVII e XVIII;
Usado como revestimento decorativo, passou a ser utilizado
na forma narrativa e em trompe l’oeil;
Temática: religiosa, laica;

No século XVII os azulejos são policromados (azul castanho,
amarelo, verde, etc.);
No século XVIII, devido à influência holandesa domina a
figuração em azul e branco;

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104
Palácio dos Marqueses de Abrantes
Igreja paroquial de Carcavelos

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105
Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira

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106
O barroco desenvolveu-se no Brasil, sobretudo em
algumas cidades costeiras como S. Salvador da Baía;
A igreja do Senhor de Matosinhos de Congonhas do
Campo, da autoria do arquiteto e escultor, Aleijadinho,
transformou-se num símbolo da arte brasileira barroca;

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107/51
Aleijadinho, Bom Jesus de Matosinhos

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108
O Real Edifício de Mafra
(1717-1737)
Convento de Mafra (fachada)

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110
Convento de Mafra (planta)

Convento

Palácio,
Igreja

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111
Convento de Mafra (claustro)

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112
Convento de Mafra (biblioteca)

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113
Mandado construir por D. João V, o Real Convento de
Mafra é o mais importante monumento do barroco
português;

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114
O conjunto arquitetónico desenvolve-se simetricamente a
partir de um eixo central, a basílica, ponto principal de uma
longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na
sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São
Francisco da Província da Arrábida;

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115
A direção da obra coube a João Frederico Ludovice,
ourives alemão, com formação de arquitetura em Itália,
que adotou um modelo barroco classicizante, inspirado na
Roma papal, e de influência berniniana (Bernini), onde não
faltam igualmente elementos borrominianos (Borromini);

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116
As obras iniciaram-se em 1717, ano do lançamento da
primeira pedra, e a 22 de Outubro de 1730, dia do 41º
aniversário do rei, procedeu-se à sagração da basílica;

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117
O Palácio-Convento possui uma das mais importantes
bibliotecas portuguesas, constituída por cerca de 40 000
livros, e numerosas obras artísticas encomendadas pelo
monarca no país, em França, Flandres (de onde procedem
os dois carrilhões de 92 sinos) e Itália;
Breve história da construção de Mafra;

Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da
Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011
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118

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05 europa para o mundo

  • 1. Da Europa para o Mundo Barroco ou Barrocos? http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. O caso francês A oposição Barroco-Classicismo na França do Rei-Sol, mito ou realidade?
  • 3. As ideias renascentistas, fruto da ação das Academias, permaneceram até tarde, houve uma grande resistência ao Barroco; O desenvolvimento da Contra-Reforma, vai favorecer a aceitação do Barroco; O estilo foi essencialmente aplicado à gramática decorativa, as estruturas arquitetónicas mantiveram-se clássicas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 3/51
  • 4. Louis Le vau, Palácio Vaux-Le-Vicomte, 1612-70 O palácio de Vaux-Le-Vicomte foi a inspiração para a construção de Versalhes; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 4
  • 5. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, Fachada HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 5
  • 6. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, planta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 6
  • 7. Versalhes, construído para glorificar o rei, embora reflita o espírito barroco, é também clássico na sua forma em U, nos três andares, na fachada retilínea e na simetria; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 7
  • 8. A decoração do interior reflete um grande aparato e luxo e uma conceção barroca, estatuária, relevos, pinturas, mármores, etc.; Destinava-se a ser a habitação do rei, onde a sua vida era encenada, como um espetáculo; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 8
  • 9. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, vista aérea HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 9
  • 10. Os jardins, com canteiros simetricamente desenhados, espelhos de água, terreiros, pavilhões, labirintos, caracterizam o Barroco francês; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 10
  • 11. François Mansart e Jacques Lemercier, Igreja de Val-de-Grâce, 1645-70, Paris A arquitectura religiosa francesa teve como modelo a Igreja de Il Gesú; A ornamentação estava concentrada nas fachadas e interiores densamente trabalhados; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 11
  • 12. A escultura francesa, teve uma forte influência do Renascimento e rejeitou a influência de Bernini, com excepção de Pierre Puget (1620-1694); Pierre Puget, Milo de Crotona e Perseu HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 12
  • 13. François Girardon (1628-1715) foi o principal escultor de Versalhes; Na fase final da sua obra foi um escultor de transição para o rococó; François Girardon, Apolo servido pelas Musas, Jardins de Versalhes HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 13
  • 14. François Girardon, Túmulo do Cardeal Richelieu, 1675-94 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 14
  • 15. A pintura francesa, deste período, também não foi verdadeiramente barroca, talvez com a exceção de Georges de La Tour; A pintura barroca francesa apresenta tendências clássicas na composição, na cor e no tratamento da luz; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 15
  • 16. George de La Tour, S. José HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 16
  • 17. Georges de La Tour (1593-1652), foi o mais “caravaggista” dos pintores franceses; Utiliza um luz rasante (focal) que ilumina fortemente partes da cena e deixa outras na obscuridade; George de La Tour, A Madalena arrependida, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 17
  • 18. Nicola Poussin (1594-1665) e Claude Lorrain (1600-82) apresentam características clássicas nos temas e na composição; Nicolas Poussin, O triunfo de David Claude Lorrain, Desembarque de Cleópatra em Tarso, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 18
  • 19. Lorrain criou visões maravilhosas situadas em paisagens idílicas, mergulhadas numa luminosidade clara e dourada; Poussin criou obras onde os valores fundamentais são os da harmonia e da beleza ideal; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 19
  • 20. Outro importante pintor francês foi Nicolas Tournier (15901657) com um tratamento “caravaggista” da luz. Nicola Tournier, Descida da cruz, 1632 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 20
  • 21. Nos países do Norte e Centro da Europa, a arquitetura barroca adaptou-se a diferentes: Condições geográficas; Tradições religiosas; Culturais e; Históricas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 21
  • 22. Nasceu em Itália e daí irradiou para toda a Europa; Adquirindo diferentes tendências regionais; A França, nunca chegou a ser verdadeiramente barroca, mantendo a tradição clássica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 22
  • 23. Áustria (Império Austro-Húngaro) J. Lucas von Hildebrandt, Palácio Belvedere, 1712, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 23
  • 24. Fischer von Erlach, Igreja de S. Carlos Borromeu, 1761, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 24
  • 25. Fischer von Erlach, Igreja de S. Carlos Borromeu, 1761, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 25
  • 26. Alemanha Dresden e Potsdam são as mais importantes cidades do barroco; A escultura sofreu influências maneiristas; Trabalharam escultores estrangeiros nomeadamente o holandês, Adrien de Vries (c.1545-1626); Os retábulos foram uma arte muito importante na Alemanha; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 26
  • 27. Matthäus D. Pöppelmann, Palácio Zwinger,Dresden HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 27
  • 28. Matthäus D. Pöppelmann, Palácio Zwinger,Dresden HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 28
  • 29. Adrien de Vries, Agonia de Cristo, bronze HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 29
  • 30. Johannes Juncker, Retábulo da Paixão, 1609-13, Mármore preto e vermelho e alabastro, Capela do Castelo de Aschaffenburg HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 30
  • 31. Flandres (Bélgica) Casa de Bruxelas HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 31
  • 32. A Flandres, dominada pela Espanha, acolheu bem o Barroco; A Casa de Bruxelas, mistura o barroco com a tradição gótica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo
  • 33. Inglaterra Na Inglaterra a manutenção da tradição gótica foi evidente; O maior arquiteto inglês foi Cristhopher Wren (1683-1723); Devido à reforma protestante quase toda a escultura foi destruída; O escultor mais importante foi Louis-François Roubilliac (1695-1762); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 33
  • 34. Cristhopher Wren, Igreja de S. Paulo, Londres, 1675-1710 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 34
  • 35. Roubilliac, Bustos de Handel e Wren HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 35
  • 36. A pintura no Norte da Europa A pintura no norte da Europa, sobretudo na Flandres e na Holanda, revelou alguns do maiores pintores da época; Na Bélgica (Flandres), o maior pintor foi Pieter Paul Rubens (1577-1640); Trabalhou em Itália, regressou a Antuérpia e tornou-se o pintor oficial da corte do rei espanhol nos Países Baixos; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo
  • 37. Rubens, A Descida Da Cruz, 1612-14, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 37
  • 38. A sua pintura é requintada, sensual e faustosa, quer pela cor quer pela forma; As suas telas são fortemente coloridas e contrastadas; Temas: mitológicos e religiosos; Na temática religiosa é visível a influência de Caravaggio; Rubens, A batalha das Amazonas, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 38
  • 39. Rubens, Desembarque de Maria de Médicis em Marselha; O rapto das filhas de Leucipo; Baco. HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 39
  • 40. Outros pintores belgas foram: Jordaens (1593-1678); Van Dyck (1599-1641), discípulo de Rubens, ficou conhecido pelos seus retratos de reis e aristocratas, foi pintor na corte inglesa; Van Dyck, Retrato do rei Carlos I de Inglaterra HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 40
  • 41. Holanda Na Holanda, efeitos da reforma protestante, a pintura religiosa deixou de ser fundamental; Surge uma maior diversidade temática; Forte realismo, típico da arte do Norte da Europa e das sociedades burguesas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 41
  • 42. Foi uma arte de mercadores; Executadas em telas de reduzidas dimensões, para casas vulgares; É uma comemoração do prazer de viver; O grande número de encomendas permite a especialização a alguns pintores; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 42
  • 43. Jan de Heem, Jarra de flores, c. 1645, 70X57cm HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 43
  • 44. William Heda, Natureza-morta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 44
  • 45. William Heda, Sobremesa, 1637, 45X55cm, pormenor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 45
  • 46. William Heda (1593-1682) e Jan de Heem (1606-1684), desenvolveram a temática das naturezas-mortas; Combinaram verismo com capacidade técnica; São composições serenas, contrárias ao espírito do barroco, que é movimentado e violento; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 46
  • 47. Vermeer, Rapariga com brinco de pérola; A leiteira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 47
  • 48. Vermeer, A pesagem das pérolas; Rapariga junta a uma janela; Mulher bebendo com um jovem HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 48
  • 49. Vermeer, O geógrafo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 49
  • 50. Vermeer (1632-1675) pintou sobretudo cenas de género; Obras serenas onde os jogos de luz e sombra são delicados e não violentos; Os pormenores são tratados com grande minúcia; Procura a verdade física e psicológica dos personagens; A sua obra vai dar origem à “escola de Delft”; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 50
  • 51. Jacob von Ruysdael, paisagem HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 51
  • 52. Jacob von Ruysdael (1628-1683), foi um pintor paisagista, utilizando uma linguagem barroca; Nas suas paisagens é possível perceber a intensidade dramática Jacob von Ruysdael, o moinho HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 52
  • 53. Franz Hals, Retrato coletivo; O Cavaleiro sorridente; O alegre bebedor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 53
  • 54. Franz Hals (c.1583-1666) foi um retratista; Pinceladas largas (poucos pormenores); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 54
  • 55. Rembrandt, Auto-retrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 55
  • 56. Rembrandt, A meditação do Filosofo; A Descida da Cruz; Autorretrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 56
  • 57. Rembrandt van Rijn (1606-1669), foi o mais conhecido pintor holandês; Pintou cenas bíblicas, retratos coletivos e individuais e cerca de 80 autorretratos; É uma pintura introspetiva, à procura da verdade psicológica, a verdade interior dos homens; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 57
  • 58. Influenciado por Caravaggio na forma de tratar a luz; Em muitos dos seus quadros o uso de amarelos e castanhos sugere o tom dourado (que na realidade não existe); Usa uma pincelada larga e solta; Rembrandt, Lição de Anatomia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 58
  • 59. Barroco Espanha O Barroco foi bem aceite, o absolutismo e a Contrarreforma contribuíram para isso; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 59/51
  • 60. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 60
  • 61. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 61
  • 62. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 15631584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 62
  • 63. Palácio do Escorial, mandado construir por Filipe II em 1562; Integra a residência real, a igreja e o hospital; Influência maneirista; Conceção clássica; Esquemas geométricos; Esta construção marca toda a arquitetura espanhola; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 63
  • 64. Casasy Novoa, Santiago de Compostela, Obradoiro HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 64
  • 65. Alberto de Churriguera e Andrés de Quiñones, Plaza Mayor, 1728, Salamanca HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 65
  • 66. Igreja de Vera Cruz, Salamanca, “churriguerismo” HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 66
  • 67. Obras mais significativas da arquitetura barroca espanhola: Obradoiro da Catedral de Santiago de Compostela; Plaza Mayor de Salamanca, por Alberto Churriguera (16761740); Dá origem a uma corrente artística chamada “churriguerismo”, caracterizada por uma decoração abundante; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 67
  • 68. Na América Latina o barroco misturou-se com a linguagem artística dos povos pré-colombianos; Igreja de S. Francisco de Acatepec HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 68
  • 69. Manuel Pereira, S. Bruno, 1692, pedra, 170 cm HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 69
  • 70. Gregório Fernandés, Retábulo da Catedral de Palência, 1632, madeira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 70
  • 71. A escultura foi sobretudo religiosa; Surgem várias escolas regionais: Valhadolid, Sevilha, Granada, Catalunha e Madrid; Predomínio da escultura em madeira policromada, aplicada a retábulos e estatuária religiosa; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 71/51
  • 72. Destacam-se os escultores: Manuel Pereira, português (1588-1683); Alonso Cano (1601-1667); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 72/51
  • 73. A pintura espanhola foi sobretudo religiosa; Embora tenham cultivado outros temas como temas mitológicos, cenas de género, retratos e naturezas-mortas; Nota-se a influência italiana nos contrastes de cor e luz e da cor, embora adaptada à tendência naturalista da pintura espanhola; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 73/51
  • 74. Diego Velásquez (1599-1660) Velásquez, autorretrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 74
  • 75. Velásquez, Cristo em casa de Marta e Maria HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 75
  • 76. Velásquez, Vénus HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 76
  • 77. Velásquez, As meninas HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 77
  • 78. Velásquez, As meninas, pormenor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 78
  • 79. Pintor oficial da corte espanhola, é um dos maiores pintores de todos os tempos; Influenciado por Caravaggio criou uma luz com múltiplos focos; As formas são tratadas com manchas de cor; Nas suas pinturas cria um espaço próprio entre o real e o imaginário; A sua pintura é um jogo entre a realidade e a ilusão, através da variação dos pontos de vista; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 79
  • 81. O barroco em Portugal durou cerca de dois séculos, (XVII e XVIII); Coincidiu com dificuldades políticas e económicas: domínio filipino, perda de colónias, guerra da Restauração, controlo da Inquisição; E tempos de esplendor, descoberta de ouro no Brasil: reinados de D. João V (1706-50) e D. José I (1750-77); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 81
  • 82. Inicialmente a arquitetura barroca é um prolongamento do Maneirismo de influência espanhola; Igrejas de planta retangular, fachadas simples e regulares, sobriedade decorativa, exceto no altar; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 82/
  • 83. A Igreja de Santa Engrácia é uma das primeiras tipicamente barroca, da autoria de João Nunes Tinoco (m. 1690) e João Antunes (1643-1712); Igreja de Santa Engrácia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 83
  • 84. Paredes ondulantes, planta centrada e mármore policromado no interior; A planta centrada é muito utilizada em Portugal; Igreja do Senhor da Cruz, Barcelos; Igreja de S. Gonçalo de Amarante; Igreja do Senhor da Pedra, Óbidos; Igreja de Santa Engrácia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 84
  • 85. A partir dos finais do século XVII, sobretudo a partir do reinado de D. João V (ouro do Brasil), dá-se um incremento das artes no país; Vários artistas estrangeiros trabalharam em Portugal, nomeadamente em Mafra, destaca-se o alemão Ludovice (1670-1752), influenciaram toda a arquitetura do Centro e Sul ; Convento de Mafra HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 85
  • 86. No Norte foi marcante a influência de Nicolau Nazoni (1691-1773); Conjugou o estilo italiano com o gosto português e a utilização do granito; Criou edifícios com expressividade e movimento explorando a luz difusa do Norte; Adaptação dos edifícios ao terreno; Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, Igreja dos Clérigos, loggia da Sé do Porto; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 86
  • 87. Nasoni, Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, Palácio do Freixo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 87
  • 88. Nasoni, Igreja dos Clérigos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 88
  • 89. Nasoni, Solar de Mateus, Vila Real, fachada e capela HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 89
  • 90. A escultura foi a arte mais importante, recobriu as igrejas, nomeadamente a talha dourada; Dois períodos: Século XVII e século XVIII, do barroco pleno: No primeiro há influências espanholas e no segundo francesas e italianas, importação de obras e artistas; Manuel Pereira, O crucifixo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 90
  • 91. Mestres Barristas de Alcobaça, retábulo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 91
  • 92. Igreja de S. Francisco, Porto HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 92
  • 93. Retábulos, Igreja de S. Francisco, Igreja de S. Bento da Vitória, Igreja da Pena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 93
  • 94. Igreja de Santa Clara, Porto, Porto, Largo de 1º de Dezembro A talha foi a mais original das características do barroco português; Recobriu todos os espaços arquitetónicos interiores (altares, paredes, púlpitos, frisos, cornijas, etc.); Nasceu no século XVI, ligada aos retábulos de altares; É designada por “estilo nacional”; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 94
  • 95. A conjugação da pintura, talha e do azulejo foi uma das originalidades do barroco português; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 95
  • 96. Principais artistas da primeira fase: André Reinoso (activo entre 1610-1641); Domingos Vieira, o Escuro (1600-1678); Josefa de Óbidos (1630-1684); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 96/51
  • 97. André Reinoso, O Milagre de S. Francisco, A pregação de S. Francisco, O naufrágio de S. Francisco HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 97
  • 98. Domingos Vieira, o Escuro, D. Isabel de Moura HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 98
  • 99. Josefa de Óbidos, Maria Madalena e Natureza-morta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 99
  • 100. Principais pintores da segunda fase: André Gonçalves (1685-1762); Vieira Lusitano (1699-1783), o maior pintor deste período, formação italiana e sentimentalismo português; Domenico Duprá ( ativo em Portugal durante 1719-1730) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 100
  • 101. André Lusitano, Adoração dos Magos e Assunção de Nossa Senhora HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 101
  • 102. Vieira Lusitano, S. Agostinho e Repouso e Fuga do Egipto HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 102
  • 103. Domenico Duprá, Retrato de D. João V HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 103
  • 104. O azulejo teve grande importância nos séculos XVII e XVIII; Usado como revestimento decorativo, passou a ser utilizado na forma narrativa e em trompe l’oeil; Temática: religiosa, laica; No século XVII os azulejos são policromados (azul castanho, amarelo, verde, etc.); No século XVIII, devido à influência holandesa domina a figuração em azul e branco; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 104
  • 105. Palácio dos Marqueses de Abrantes Igreja paroquial de Carcavelos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 105
  • 106. Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 106
  • 107. O barroco desenvolveu-se no Brasil, sobretudo em algumas cidades costeiras como S. Salvador da Baía; A igreja do Senhor de Matosinhos de Congonhas do Campo, da autoria do arquiteto e escultor, Aleijadinho, transformou-se num símbolo da arte brasileira barroca; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 107/51
  • 108. Aleijadinho, Bom Jesus de Matosinhos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 108
  • 109. O Real Edifício de Mafra (1717-1737)
  • 110. Convento de Mafra (fachada) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 110
  • 111. Convento de Mafra (planta) Convento Palácio, Igreja HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 111
  • 112. Convento de Mafra (claustro) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 112
  • 113. Convento de Mafra (biblioteca) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 113
  • 114. Mandado construir por D. João V, o Real Convento de Mafra é o mais importante monumento do barroco português; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 114
  • 115. O conjunto arquitetónico desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, a basílica, ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São Francisco da Província da Arrábida; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 115
  • 116. A direção da obra coube a João Frederico Ludovice, ourives alemão, com formação de arquitetura em Itália, que adotou um modelo barroco classicizante, inspirado na Roma papal, e de influência berniniana (Bernini), onde não faltam igualmente elementos borrominianos (Borromini); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 116
  • 117. As obras iniciaram-se em 1717, ano do lançamento da primeira pedra, e a 22 de Outubro de 1730, dia do 41º aniversário do rei, procedeu-se à sagração da basílica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 117
  • 118. O Palácio-Convento possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, constituída por cerca de 40 000 livros, e numerosas obras artísticas encomendadas pelo monarca no país, em França, Flandres (de onde procedem os dois carrilhões de 92 sinos) e Itália; Breve história da construção de Mafra; Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 118