SlideShare uma empresa Scribd logo
DESCRITORES DO SAEB
LÍNGUA PORTUGUESA
D20>Reconhecer diferentes formas de tratar uma
informação na comparação de textos que tratam do
mesmo tema, em função das condições em que ele foi
produzido e daquelas em que será recebido.
EMEF CARLOS ALBERTO
MEDEIROS DUARTE SOBREIRA
D20: Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na
comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das
condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.
Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade do aluno
em reconhecer as diferenças entre textos que tratam do mesmo
assunto, em função do leitor-alvo, da ideologia, da época em que
foi produzido e das suas intenções comunicativas. Por exemplo,
historinhas infantis satirizadas em histórias em quadrinhos, ou
poesias clássicas utilizadas como recurso para análises críticas de
problemas do cotidiano.
Essa habilidade é avaliada por meio da leitura de dois ou mais
textos, de mesmo gênero ou de gêneros diferentes, tendo em
comum o mesmo tema, para os quais é solicitado o
reconhecimento das formas distintas de abordagem
Leia os textos e responda à questão proposta
1- Esses dois
textos falam da:
A) água das
indústrias.
B) água da
população.
C) água no
mundo.
D) água no
banho.
Leia os textos e responda à questão proposta
1- Esses dois
textos falam da:
A) água das
indústrias.
B) água da
população.
C) água no
mundo.
D) água no
banho.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto I
Você é a favor de clones humanos?
“Sou contra. Engana-se quem pensa que o clone seria
uma cópia perfeita de um ser humano. Ele teria a
aparência, mas não a mesma personalidade. Já pensou
um clone do Bon Jovi que detestasse música e se
tornasse matemático, passando horas e horas falando
sobre Hipotenusa, raiz quadrada e subtração? Ou o clone
do Brad Pitt se tornando padre? Ou o do Tom Cavalcante
se tornando um executivo sério e o do Maguila estudando
balé? Estranho, não? Mas esses clones não seriam eles,
e, sim, a sua imagem em forma de outra pessoa. No
mundo, ninguém é igual. Prova disso são os gêmeos
idênticos, tão parecidos e com gostos tão diferentes.
Os clones seriam como as fitas piratas: não teriam o
mesmo valor original. Se eu fosse um clone, me sentiria
muito mal cada vez que alguém falasse: ‘olha lá o clone
da fulana’. No fundo, no fundo, eu não passaria de uma
cópia.”.
Alexandra F. Rosa, 16 anos, Francisco Morato,
SP.(Revista Atrevida nº 34)
Texto II
Você é a favor de clones humanos?
“Sou a favor! O mundo tem de aprender a lidar com
a realidade e as inovações que acontecem. Ou seja,
precisa se sofisticar e encontrar caminhos para seus
problemas. Assistimos à televisão, lemos jornais e
vemos que existem muitas pessoas que, para
sobreviver, precisam de doadores de órgãos.
Presenciamos atualmente aqui no Brasil e também em
outros países a tristeza que é a falta de doadores. A
clonagem seria um meio de resolver esse problema!
Já pensou quantas pessoas seriam salvas por esse
meio? Não há dúvida de que existem muitas questões a
serem respondidas e muitos riscos a serem corridos,
mas o melhor que temos a fazer é nos prepararmos
para tudo o que der e vier, aprendendo a lidar com os
avanços científicos que atualmente se realizam.
Acredito que não gostaríamos de parar no tempo. Pelo
contrário, temos de avançar!”
Fabiana C.F. Aguiar, 16 anos, São Paulo, SP. (Revista Atrevida nº 34)
2-Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar que
(A) em I, há a negação da existência de pessoas diferentes; em II,
afirma-se que a clonagem é uma sofisticação.
(B) em I, há a afirmação de que a clonagem se constitui em
distanciamento dos seres humanos; em II, a solução para a
aproximação dos seres humanos.
(C) em I, há indícios de que a humanidade ficará incomodada com a
clonagem; em II, há a afirmação de que é preciso seguir os avanços
científicos.
(D) em I, discute-se o conceito de que a clonagem produz cópias
perfeitas; em II, afirma-se que a clonagem é a solução para muitos
dos problemas humanos.
2-Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar que
(A) em I, há a negação da existência de pessoas diferentes; em II,
afirma-se que a clonagem é uma sofisticação.
(B) em I, há a afirmação de que a clonagem se constitui em
distanciamento dos seres humanos; em II, a solução para a
aproximação dos seres humanos.
(C) em I, há indícios de que a humanidade ficará incomodada com a
clonagem; em II, há a afirmação de que é preciso seguir os avanços
científicos.
(D) em I, discute-se o conceito de que a clonagem produz cópias
perfeitas; em II, afirma-se que a clonagem é a solução para muitos
dos problemas humanos.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto I
O ESPELHO
Marcello Migliaccio
Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a
baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstico. E,
num país em que os domicílios sem televisão são cada
vez mais raros, o que não falta é especialista no
assunto. Se um dia fomos uma pátria de 100 milhões de
técnicos de futebol, hoje, mais do que nunca, temos um
considerável rebanho de briosos críticos televisivos.
[..]
Mas, quando os "especialistas" criticam a TV, estão
olhando para o próprio umbigo. Feita à nossa imagem e
semelhança, ela é resultado do que somos enquanto
rebanho globalizado. [...]
Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam
pensamentos mais nobres e que não se sentem
representados no vídeo.
[...]
Folha de S. Paulo, 19/10/2003.
Texto II
A influência negativa da televisão para as crianças
Jussara de Barros
Bem diziam os Titãs, grupo de rock nacional, quando
cantavam que “a televisão me deixou burro demais”. A
verdade é que, ao pé da letra dessa música, a televisão
coloca-nos dentro de jaulas, como animais. Assim,
paralisa o desenvolvimento de pensamentos críticos e
avaliativos que se desenvolvem em outras formas de
diversão, além de influenciar crianças e adolescentes
com cenas de violência, maldade, psicopatia e sexo
explícito a todo o momento e sem qualquer
responsabilidade.
Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/educacao
Vocabulário
“in” [inglês] – na moda
brioso – orgulhoso, vaidoso
onipresente – que está presente em todos os lugares.
3-Os textos divergem sobre o mesmo tema: a influência da
televisão. A afirmação do texto 1 que contradiz o texto 2 é
(A) “Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria,
desancar o onipresente eletrodoméstico.”
(B) “Feita à nossa imagem e semelhança, ela [a TV] é
resultado do que somos [...].”
(C) “E, num país em que os domicílios sem televisão são
cada vez mais raros, o que não falta é especialista no
assunto.”
(D) “Aqui e ali, alguns vão argumentar que
cultivam pensamentos mais nobres [...].”
3-Os textos divergem sobre o mesmo tema: a influência da
televisão. A afirmação do texto 1 que contradiz o texto 2 é
(A) “Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria,
desancar o onipresente eletrodoméstico.”
(B) “Feita à nossa imagem e semelhança, ela [a TV] é
resultado do que somos [...].”
(C) “E, num país em que os domicílios sem televisão são
cada vez mais raros, o que não falta é especialista no
assunto.”
(D) “Aqui e ali, alguns vão argumentar que
cultivam pensamentos mais nobres [...].”
Leia os textos e responda à questão proposta
4-A comparação entre os textos I e II nos permite afirmar que
(A) em I, há a valorização do amor dos enamorados e do amor ao time preferido; em II, é exaltado o amor à torcida
organizada.
(B) em I, há a expressão sobre a facilidade dos enamorados torcerem pelo mesmo time; em II, é indicada a
dificuldade de um relacionamento de namorados de torcidas diferentes.
(C) em I, há a abordagem da alegria daqueles que amam e torcem para mesmo time; em II, são apresentadas as
frustrações oriundas da mesma torcida.
(D) em I, há a revelação do sentimento negativo em relação ao time do amado; em II, é exaltada a coincidência entre
amor e futebol.
Leia os textos e responda à questão proposta
4-A comparação entre os textos I e II nos permite afirmar que
(A) em I, há a valorização do amor dos enamorados e do amor ao time preferido; em II, é exaltado o amor à torcida
organizada.
(B) em I, há a expressão sobre a facilidade dos enamorados torcerem pelo mesmo time; em II, é indicada a
dificuldade de um relacionamento de namorados de torcidas diferentes.
(C) em I, há a abordagem da alegria daqueles que amam e torcem para mesmo time; em II, são apresentadas as
frustrações oriundas da mesma torcida.
(D) em I, há a revelação do sentimento negativo em relação ao time do amado; em II, é exaltada a coincidência entre
amor e futebol.
Leia os textos e responda à questão proposta
5-O texto I difere do texto II na abordagem da
(A) constatação da ausência de fogueiras juninas nas festas
modernas.
(B) exaltação da dor pela morte dos entes queridos.
(C) expressão de beleza os balões de antigamente.
(D) relação de fraternidade existente entre as pessoas.
5-O texto I difere do texto II na abordagem da
(A) constatação da ausência de fogueiras juninas nas festas
modernas.
(B) exaltação da dor pela morte dos entes queridos.
(C) expressão de beleza os balões de antigamente.
(D) relação de fraternidade existente entre as pessoas.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto I
Viagem ao centro da Terra
Não consigo descrever meu desespero. Nenhuma palavra em língua de gente daria conta de meus
sentimentos. Eu estava enterrado vivo, com a perspectiva de morrer torturado pela fome e pela sede.
Minha primeira reação foi passar as mãos ansiosas pelo chão. Como aquela rocha me pareceu
ressecada!
Mas como eu abandonara o curso do córrego? Sim, porque, afinal de contas, ele não estava mais lá!
Compreendi então por que eu estranhara tanto o silêncio na última vez em que procurei escutar algum
chamado de meus companheiros. Ao tentar apenas ouvir vozes, no momento em que dei o primeiro passo
no caminho errado, não notei a ausência do córrego. É evidente que, naquele momento, devo ter entrado
numa bifurcação, enquanto o Hansbach, obedecendo às exigências de outra rampa, partia com meus
companheiros em rumo às profundezas desconhecidas!
Como voltar? Pistas não havia. Meu pé não deixava nenhuma marca naquele granito. Eu quebrava a
cabeça tentando achar solução para um problema insolúvel. Minha situação podia ser resumida numa única
palavra: perdido!
VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. tradução de Cid Knipel Moreira, São Paulo: Ática, 1993.
Texto II
(...)
Encontraram muitas coisas maravilhosas, mas nada que fosse espantoso. Descobriram que a ilha tinha
cerca de cinco quilômetros de comprimento por meio quilômetro de largura e que a praia mais próxima
estava separada por um canal estreito de no máximo uns duzentos metros de largura. Ficaram nadando
durante quase uma hora e só voltaram
Para o acampamento lá pelo meio da tarde. Estavam com fome demais para ir pescar, mas comeram
presunto à vontade e depois se deitaram à sombra para conversar. Mas a conversa foi morrendo pouco a
pouco.
Twain, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Tradução de Duda Machado, São Paulo: Ática, 1995.
6-Nos textos acima podemos dizer que
(A) há narração em 1ª pessoa no texto I e narração em 3ª pessoa no texto II.
(B) há narração em 3ª pessoa no texto I e há narração em 1ª pessoa no texto II.
(C) ambos são narrados em 1ª pessoa.
(D) ambos são narrados em 3ª pessoa.
Texto II
(...)
Encontraram muitas coisas maravilhosas, mas nada que fosse espantoso. Descobriram que a ilha tinha
cerca de cinco quilômetros de comprimento por meio quilômetro de largura e que a praia mais próxima
estava separada por um canal estreito de no máximo uns duzentos metros de largura. Ficaram nadando
durante quase uma hora e só voltaram
Para o acampamento lá pelo meio da tarde. Estavam com fome demais para ir pescar, mas comeram
presunto à vontade e depois se deitaram à sombra para conversar. Mas a conversa foi morrendo pouco a
pouco.
Twain, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Tradução de Duda Machado, São Paulo: Ática, 1995.
6-Nos textos acima podemos dizer que
(A) há narração em 1ª pessoa no texto I e narração em 3ª pessoa no texto II.
(B) há narração em 3ª pessoa no texto I e há narração em 1ª pessoa no texto II.
(C) ambos são narrados em 1ª pessoa.
(D) ambos são narrados em 3ª pessoa.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Reinações de Narizinho
Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora
uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta.
Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de
costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu
caminho pensando:
– Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...
Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós,
porque vive em companhia da mais encantadora das netas –
Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como
todos dizem.
LOBATO, Monteiro. Disponível em:
<http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/PreModernismo/Monteiro_Lobato_Reinacoes_de_
Narizinho.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. Fragmento.
Texto 2
Sítio do Picapau amarelo
“Marmelada de banana, bananada de
goiaba, goiabada de marmelo...”
Na TV, essa era a senha para o início
da diversão. O mundo mágico de Monteiro
Lobato e o seu Sítio do Picapau Amarelo
era presença constante nas fantasias de
milhares de crianças (e
muitos adultos também!). Eu adorava! Não
queria perder nem a abertura – ficava
fascinada com a estrada que virava arco-
íris... O difícil era esperar o dia seguinte pra
ver o resto!
Disponível em: <http://www.infancia80.com.br/litafins/livros_sitio.htm>.
Acesso em: 31 mar. 2010.
7-Esses dois textos têm em comum
A) a vida de Monteiro Lobato.
B) as histórias de Narizinho.
C) o lugar onde as histórias acontecem.
D) os programas infantis na TV.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Reinações de Narizinho
Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora
uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta.
Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de
costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu
caminho pensando:
– Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...
Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós,
porque vive em companhia da mais encantadora das netas –
Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como
todos dizem.
LOBATO, Monteiro. Disponível em:
<http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/PreModernismo/Monteiro_Lobato_Reinacoes_de_
Narizinho.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. Fragmento.
Texto 2
Sítio do Picapau amarelo
“Marmelada de banana, bananada de
goiaba, goiabada de marmelo...”
Na TV, essa era a senha para o início
da diversão. O mundo mágico de Monteiro
Lobato e o seu Sítio do Picapau Amarelo
era presença constante nas fantasias de
milhares de crianças (e
muitos adultos também!). Eu adorava! Não
queria perder nem a abertura – ficava
fascinada com a estrada que virava arco-
íris... O difícil era esperar o dia seguinte pra
ver o resto!
Disponível em: <http://www.infancia80.com.br/litafins/livros_sitio.htm>.
Acesso em: 31 mar. 2010.
7-Esses dois textos têm em comum
A) a vida de Monteiro Lobato.
B) as histórias de Narizinho.
C) o lugar onde as histórias acontecem.
D) os programas infantis na TV.
Leia os textos e responda à questão proposta
1-A língua de Avatar
[…] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por
conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer
para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre
humanos e os seres da raça Na’vi.
Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe
do departamento de Linguística da University of Southern
California, um roteiro que continha, entre outras coisas,
30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua
maioria nomes de personagens e animais – cuja
sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A
partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena
composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e
morfológicas emprestadas de diversas línguas, com
preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas
africanas.
2-Klingon
Já a língua Klingon, da clássica franquia,
Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2
mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O
idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III:
à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc
Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração
com a missão de elaborar uma estrutura sintática e
lexical para a língua.
Para se ter uma ideia da repercussão do
Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto
com base no trabalho de Okrand – o Klingon
Language Institute (www.kli.org) –, que conta com
600 membros, diálogos em linguagem
extraterrestre e até traduções de clássicos da
literatura.
Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento.
8-Esses dois textos falam sobre
A) a criação de novos idiomas para filmes. B) a repercussão do idioma entre os fãs.
C) o número de palavras criadas para os filmes. D) o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção.
Leia os textos e responda à questão proposta
1-A língua de Avatar
[…] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por
conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer
para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre
humanos e os seres da raça Na’vi.
Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe
do departamento de Linguística da University of Southern
California, um roteiro que continha, entre outras coisas,
30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua
maioria nomes de personagens e animais – cuja
sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A
partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena
composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e
morfológicas emprestadas de diversas línguas, com
preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas
africanas.
2-Klingon
Já a língua Klingon, da clássica franquia,
Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2
mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O
idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III:
à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc
Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração
com a missão de elaborar uma estrutura sintática e
lexical para a língua.
Para se ter uma ideia da repercussão do
Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto
com base no trabalho de Okrand – o Klingon
Language Institute (www.kli.org) –, que conta com
600 membros, diálogos em linguagem
extraterrestre e até traduções de clássicos da
literatura.
Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento.
8-Esses dois textos falam sobre
A) a criação de novos idiomas para filmes. B) a repercussão do idioma entre os fãs.
C) o número de palavras criadas para os filmes. D) o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção.
Leia os textos e responda à questão proposta
IMAGEM 1 IMAGEM 2
- Não, querida, esse aí é o Cobrador de Tributos. Juros
Monstruosos foram os que passaram ontem!
Fonte:http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeli/chargeangeli
.htm?imagem=316&total=335 (ultimo acesso em 01/11/2011)
Fonte: http://www.forex89.com/wp-content/uploads/Juros-
altos.jpg (ultimo acesso em 01/11/2011)
9-Interpretando as duas imagens, conclui-se que
A) o governo estar incluído juros aos brasileiros que é refletida na imagem 1 e cobra juros que é refletida na
imagem 2.
B) na imagem 1 defere a imagem 2.
C) na imagem 2 defere a imagem 1.
D) ambas relata juros cobrados no país.
Leia os textos e responda à questão proposta
IMAGEM 1 IMAGEM 2
- Não, querida, esse aí é o Cobrador de Tributos. Juros
Monstruosos foram os que passaram ontem!
Fonte:http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeli/chargeangeli
.htm?imagem=316&total=335 (ultimo acesso em 01/11/2011)
Fonte: http://www.forex89.com/wp-content/uploads/Juros-
altos.jpg (ultimo acesso em 01/11/2011)
9-Interpretando as duas imagens, conclui-se que
A) o governo estar incluído juros aos brasileiros que é refletida na imagem 1 e cobra juros que é refletida na
imagem 2.
B) na imagem 1 defere a imagem 2.
C) na imagem 2 defere a imagem 1.
D) ambas relata juros cobrados no país.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Rubinho a mil por hora
Desde criança, Rubens Barrichello é louco por
corridas. Aos seis anos já voava nas pistas de kart.
Depois passou rápido pela Fórmula Ford, Fórmula Opel,
Fórmula 3 e Fórmula 3000. Não parou por aí. Foi o mais
jovem piloto da história a entrar para a Fórmula 1, quando
tinha apenas 20 anos.
Texto 2
Vencer ou vencer
Ayrton Senna sempre fez tudo muito rapidinho. Aos
quatro anos ganhou o seu primeiro kart. Aos dez, já
pilotava no Autódromo de Interlagos. Quando tinha 31
anos, era o mais jovem tricampeão da história da Fórmula
1. Vencer ou vencer era o seu lema.
Maurício de Sousa Produções. Manual de esportes do Cascão. São Paulo: Globo, 2003.
10-Esse dois textos
A) apresentam uma
biografia.
B) convidam para
corridas.
C) incentivam o uso
do kart.
D) oferecem um
prêmio.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Rubinho a mil por hora
Desde criança, Rubens Barrichello é louco por
corridas. Aos seis anos já voava nas pistas de kart.
Depois passou rápido pela Fórmula Ford, Fórmula Opel,
Fórmula 3 e Fórmula 3000. Não parou por aí. Foi o mais
jovem piloto da história a entrar para a Fórmula 1, quando
tinha apenas 20 anos.
Texto 2
Vencer ou vencer
Ayrton Senna sempre fez tudo muito rapidinho. Aos
quatro anos ganhou o seu primeiro kart. Aos dez, já
pilotava no Autódromo de Interlagos. Quando tinha 31
anos, era o mais jovem tricampeão da história da Fórmula
1. Vencer ou vencer era o seu lema.
Maurício de Sousa Produções. Manual de esportes do Cascão. São Paulo: Globo, 2003.
10-Esse dois textos
A) apresentam uma
biografia.
B) convidam para
corridas.
C) incentivam o uso
do kart.
D) oferecem um
prêmio.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Sei lá... a vida tem sempre razão
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
TOQUINHO; MORAES, Vinícius de. Disponível em: <http://
letras.terra.com.br/toquinho/87372/>.
Texto 2
Canção do dia de sempre
Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
11-Esses dois textos apresentam ideias
A) complementares.
B) convergentes.
C) opostas.
D) similares.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
QUINTANA, Mário. Disponível em: <http://www.
pensador.info/textos_sobre_vida/> .
Texto 2
Canção do dia de sempre
Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
11-Esses dois textos apresentam ideias
A) complementares.
B) convergentes.
C) opostas.
D) similares.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
QUINTANA, Mário. Disponível em: <http://www.
pensador.info/textos_sobre_vida/> .
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
O chulé das pessoas nervosas é mais fedido
Todo mundo tem chulé?
Tem. Uns, lamentavelmente, mais do que outros. Indivíduos tensos, ansiosos e obesos suam mais e os pés
cheiram pior. Diferenças raciais também interferem no chulé. Segundo o professor Luiz Cucê, dermatologista da
Universidade de São Paulo, os povos mediterrâneos suam mais os pés.
O chulé é causado por bactérias que decompõem o suor e resto de peles dos pés.. “Os micróbios só
sobrevivem em ambientes ácidos”, diz Cucê. Para tirar o cheiro, basta neutralizar a acidez, usando uma
substância alcalina, como o talco ou bicarbonato de sódio.
Outra solução é passar álcool, que mata bactérias e seca o suor. No verão, convém usar sapatos que deixem
o ar circular. Se você adora o seu coturno, evite tirá-lo em público.
Superinteressante. São Paulo: Abril, ano 12, n. 1,
jan.1998. p. 74-5.
Texto 2
Sai do meu pé, chulé!
Como evitar
• Enxugue muito bem os pés depois de lavá-los.
• Não use o mesmo par de tênis durante vários dias seguidos.
• Depois de tirar os sapatos, nada de guardá-los direto no armário.
• Coloque-os em um lugar arejado.
• No calor, prefira os calçados abertos. Deixe os pés respirarem!
• Use talcos para os pés. A casa Granato fabrica um ótimo desde os tempos da sua avó.
• Lave os pés uma vez por dia, ao menos!
Revista Veja Kid. São Paulo: Abril Jovem, ano
1, n.0, p. 74-5.
12-Comparando-se esses textos, observa-se que os
dois
A) explicam, cientificamente, a causa do chulé.
B) fornecem dicas valiosas para evitar o chulé.
C) são voltados exclusivamente ao público juvenil.
D) utilizam palavras próprias de linguagem científica.
12-Comparando-se esses textos, observa-se que os
dois
A) explicam, cientificamente, a causa do chulé.
B) fornecem dicas valiosas para evitar o chulé.
C) são voltados exclusivamente ao público juvenil.
D) utilizam palavras próprias de linguagem científica.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
As Borboletas
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam na luz
As belas borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!
MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Companhia
das Letrinhas, 1991.
Texto 2
Borboletas
As borboletas são insetos com dois pares de asas. Vive melhor em
regiões tropicais pelo clima quente e alimento abundante.
Existem aproximadamente 200 mil espécies de borboletas, mas
somente 120 mil estão registradas.
As borboletas se alimentam de vegetais e néctar. Pesam cerca de 0,3
gramas sendo que a maior pode pesar 3 gramas.
Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As borboletas vivem em
média duas semanas.
http://www.brasilescola.com/animais/borboleta.htm
13-Esses textos falam sobre
A) preservação das borboletas.
B) hábitos das borboletas.
C) características das borboletas.
D) alimentação das borboletas.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
As Borboletas
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam na luz
As belas borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!
MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Companhia
das Letrinhas, 1991.
Texto 2
Borboletas
As borboletas são insetos com dois pares de asas. Vive melhor em
regiões tropicais pelo clima quente e alimento abundante.
Existem aproximadamente 200 mil espécies de borboletas, mas
somente 120 mil estão registradas.
As borboletas se alimentam de vegetais e néctar. Pesam cerca de 0,3
gramas sendo que a maior pode pesar 3 gramas.
Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As borboletas vivem em
média duas semanas.
http://www.brasilescola.com/animais/borboleta.htm
13-Esses textos falam sobre
A) preservação das borboletas.
B) hábitos das borboletas.
C) características das borboletas.
D) alimentação das borboletas.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
A vespa
A vespa faz parte da ordem dos himenópteros. É um inseto que possui
dois pares de asas membranosas, dos quais o posterior é menor. A vespa
caça diferentes insetos, como as lagartas, para alimentar suas próprias
larvas, o que acaba sendo benéfico para as plantas. Por outro lado, atraída
pelo odor das nossas refeições, ela vem nos incomodar e nos amedrontar
no verão, por causa de suas picadas doloridas. Mas ela só ataca quando
se sente ameaçada. E faz isso com a ajuda de um ferrão existente na
extremidade do abdome e ligado a uma glândula de veneno. Ao contrário
das abelhas, a vespa guarda o ferrão assim que pica alguém e, assim, é
capaz de picar várias vezes seguidas.
Existem mais de 9 mil espécies de vespas, cujo tamanho pode variar de
1 a 2 cm de comprimento. Seu abdome, normalmente listrado de amarelo e
preto, pode também ser preto e vermelho. Todas possuem um par de olhos
compostos e três ocelos. Entre as inúmeras espécies, algumas são
solitárias (caçadoras), outras são sociais e vivem em grupo num ninho
chamado vespeiro.
DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p.12.
Texto 2
A abelha
Assim como as vespas, as abelhas fazem parte da ordem
dos himenópteros. Existem 20 mil espécies de abelhas, das
quais mil são sociais, como a abelha-europeia. Insetos
extremamente úteis, elas nos proporcionam mel e cera e
desempenham um importante papel ecológico para as plantas.
A abelha se alimenta de néctar e também de pólen que,
espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma flor para
outra. Isso favorece a polinização das plantas.
As abelhas são espetaculares na organização de sua
sociedade e de seus comportamentos sociais. Em seu ninho,
chamado colmeia, existem inúmeros indivíduos, cada um com
um importante papel a desempenhar. A rainha põe os ovos
(até 2.500 por dia); milhares de operárias recolhem o néctar
que, colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas se
alimentam. Dependendo da idade, uma operária também se
ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), faz a aeração,
arruma e repara a colmeia. Quando sai à procura de alimento,
uma abelha é capaz de comunicar às companheiras a exata
localização do “banquete”, indicando o caminho por meio de
danças.
DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p. 14.
*Adaptado: Reforma Ortográfica
14-Os textos tratam o tema de
forma
A) similar.
B) controversa.
C) poética.
D) irônica.
Texto 2
A abelha
Assim como as vespas, as abelhas fazem parte da ordem
dos himenópteros. Existem 20 mil espécies de abelhas, das
quais mil são sociais, como a abelha-europeia. Insetos
extremamente úteis, elas nos proporcionam mel e cera e
desempenham um importante papel ecológico para as plantas.
A abelha se alimenta de néctar e também de pólen que,
espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma flor para
outra. Isso favorece a polinização das plantas.
As abelhas são espetaculares na organização de sua
sociedade e de seus comportamentos sociais. Em seu ninho,
chamado colmeia, existem inúmeros indivíduos, cada um com
um importante papel a desempenhar. A rainha põe os ovos
(até 2.500 por dia); milhares de operárias recolhem o néctar
que, colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas se
alimentam. Dependendo da idade, uma operária também se
ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), faz a aeração,
arruma e repara a colmeia. Quando sai à procura de alimento,
uma abelha é capaz de comunicar às companheiras a exata
localização do “banquete”, indicando o caminho por meio de
danças.
DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p. 14.
*Adaptado: Reforma Ortográfica
14-Os textos tratam o tema de
forma
A) similar.
B) controversa.
C) poética.
D) irônica.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Vaca Estrela e boi Fubá.
Patativa do Assaré.
Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar,
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
Ô ô ô ô Boi Fubá.
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/jovens-talentos/448501/>. Fragmento .
Texto 2
A Triste Partida
Luiz Gonzaga
...Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Meu Deus, meu Deus
Entonce o nortista
Pensando consigo
Diz: “isso é castigo
não chove mais não”
Ai, ai, ai, ai
Apela pra Março
Que é o mês preferido
Do santo querido
Sinhô São José...
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga
/82378/>. Fragmento
15-Esses textos falam sobre
A) a vegetação do nordeste.
B) a seca do nordeste.
C) o clima do nordeste.
D) o sertão nordestino.
Leia os textos e responda à questão proposta
Texto 1
Vaca Estrela e boi Fubá.
Patativa do Assaré.
Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar,
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela,
Ô ô ô ô Boi Fubá.
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/jovens-talentos/448501/>. Fragmento .
Texto 2
A Triste Partida
Luiz Gonzaga
...Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Meu Deus, meu Deus
Entonce o nortista
Pensando consigo
Diz: “isso é castigo
não chove mais não”
Ai, ai, ai, ai
Apela pra Março
Que é o mês preferido
Do santo querido
Sinhô São José...
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga
/82378/>. Fragmento
15-Esses textos falam sobre
A) a vegetação do nordeste.
B) a seca do nordeste.
C) o clima do nordeste.
D) o sertão nordestino.
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa

Simulado 01 português para concurso público
Simulado 01 português para concurso públicoSimulado 01 português para concurso público
Simulado 01 português para concurso público
Ediuene Souza
 
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃOAULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
normandapatricia
 
Cfs b-2-2009
Cfs b-2-2009Cfs b-2-2009
1º simulado Enem Compacto
1º simulado   Enem Compacto 1º simulado   Enem Compacto
1º simulado Enem Compacto
emanuel
 
avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A
Marcia Oliveira
 
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
Antônio Fernandes
 
Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003
Lucas Ferreira
 
Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003
Lucas Ferreira
 
Avaliaçoes de sociologia pip
Avaliaçoes de sociologia  pipAvaliaçoes de sociologia  pip
Avaliaçoes de sociologia pip
Atividades Diversas Cláudia
 
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptxQUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
GessinguerRodecz1
 
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino MédioAnálise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
Marcia Oliveira
 
Simulado de portugues dois
Simulado de portugues doisSimulado de portugues dois
Simulado de portugues dois
Clara Bertine
 
Lição 4 - 3EM
Lição 4 - 3EMLição 4 - 3EM
Lição 4 - 3EM
Brenda Tacchelli
 
LiçãO 4 3 Em
LiçãO 4   3 EmLiçãO 4   3 Em
LiçãO 4 3 Em
Brenda Tacchelli
 
Aula um li ngua de portuguesa elizandra
Aula um li ngua de portuguesa elizandraAula um li ngua de portuguesa elizandra
Aula um li ngua de portuguesa elizandra
DiedNuenf
 
Avaliação da aprendizagem 8ano cs
Avaliação da aprendizagem 8ano csAvaliação da aprendizagem 8ano cs
Avaliação da aprendizagem 8ano cs
Atividades Diversas Cláudia
 
Avaliação da aprendizagem 8ano jv
Avaliação da aprendizagem 8ano jvAvaliação da aprendizagem 8ano jv
Avaliação da aprendizagem 8ano jv
Atividades Diversas Cláudia
 
Gab port 8 e 9 eja 2 bim
Gab port 8 e 9 eja   2 bimGab port 8 e 9 eja   2 bim
Gab port 8 e 9 eja 2 bim
Valeska Paiva
 
Simulado português e matematica 3 em ok
Simulado português e matematica 3 em okSimulado português e matematica 3 em ok
Simulado português e matematica 3 em ok
Ederson Jacob Zanardo
 
Ebserh Prova 2013
Ebserh Prova 2013 Ebserh Prova 2013
Ebserh Prova 2013
Danyelle Emidio
 

Semelhante a D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa (20)

Simulado 01 português para concurso público
Simulado 01 português para concurso públicoSimulado 01 português para concurso público
Simulado 01 português para concurso público
 
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃOAULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
AULAS ESTRUTURADAS EM FUNCAO DE SIMULAÇÃO
 
Cfs b-2-2009
Cfs b-2-2009Cfs b-2-2009
Cfs b-2-2009
 
1º simulado Enem Compacto
1º simulado   Enem Compacto 1º simulado   Enem Compacto
1º simulado Enem Compacto
 
avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A
 
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
SIMULADO UNIFICADO ESCOLA CORNÉLIA. 2º ANO ENSINO MÉDIO. DOCUMENTO PÚBLICO.
 
Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003
 
Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003Prova internet-pssii-2003
Prova internet-pssii-2003
 
Avaliaçoes de sociologia pip
Avaliaçoes de sociologia  pipAvaliaçoes de sociologia  pip
Avaliaçoes de sociologia pip
 
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptxQUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
 
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino MédioAnálise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
Análise de Textos - Ensino Fundamental e Ensino Médio
 
Simulado de portugues dois
Simulado de portugues doisSimulado de portugues dois
Simulado de portugues dois
 
Lição 4 - 3EM
Lição 4 - 3EMLição 4 - 3EM
Lição 4 - 3EM
 
LiçãO 4 3 Em
LiçãO 4   3 EmLiçãO 4   3 Em
LiçãO 4 3 Em
 
Aula um li ngua de portuguesa elizandra
Aula um li ngua de portuguesa elizandraAula um li ngua de portuguesa elizandra
Aula um li ngua de portuguesa elizandra
 
Avaliação da aprendizagem 8ano cs
Avaliação da aprendizagem 8ano csAvaliação da aprendizagem 8ano cs
Avaliação da aprendizagem 8ano cs
 
Avaliação da aprendizagem 8ano jv
Avaliação da aprendizagem 8ano jvAvaliação da aprendizagem 8ano jv
Avaliação da aprendizagem 8ano jv
 
Gab port 8 e 9 eja 2 bim
Gab port 8 e 9 eja   2 bimGab port 8 e 9 eja   2 bim
Gab port 8 e 9 eja 2 bim
 
Simulado português e matematica 3 em ok
Simulado português e matematica 3 em okSimulado português e matematica 3 em ok
Simulado português e matematica 3 em ok
 
Ebserh Prova 2013
Ebserh Prova 2013 Ebserh Prova 2013
Ebserh Prova 2013
 

Último

A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
SheylaAlves6
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdfRelatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
VIAGEM AO PASSADO -
VIAGEM AO PASSADO                        -VIAGEM AO PASSADO                        -
VIAGEM AO PASSADO -
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdfRelatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
Relatório do Ministério da Defesa (MD) 2017.pdf
 

D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa

  • 1. DESCRITORES DO SAEB LÍNGUA PORTUGUESA D20>Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. EMEF CARLOS ALBERTO MEDEIROS DUARTE SOBREIRA
  • 2. D20: Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade do aluno em reconhecer as diferenças entre textos que tratam do mesmo assunto, em função do leitor-alvo, da ideologia, da época em que foi produzido e das suas intenções comunicativas. Por exemplo, historinhas infantis satirizadas em histórias em quadrinhos, ou poesias clássicas utilizadas como recurso para análises críticas de problemas do cotidiano. Essa habilidade é avaliada por meio da leitura de dois ou mais textos, de mesmo gênero ou de gêneros diferentes, tendo em comum o mesmo tema, para os quais é solicitado o reconhecimento das formas distintas de abordagem
  • 3. Leia os textos e responda à questão proposta 1- Esses dois textos falam da: A) água das indústrias. B) água da população. C) água no mundo. D) água no banho.
  • 4. Leia os textos e responda à questão proposta 1- Esses dois textos falam da: A) água das indústrias. B) água da população. C) água no mundo. D) água no banho.
  • 5. Leia os textos e responda à questão proposta Texto I Você é a favor de clones humanos? “Sou contra. Engana-se quem pensa que o clone seria uma cópia perfeita de um ser humano. Ele teria a aparência, mas não a mesma personalidade. Já pensou um clone do Bon Jovi que detestasse música e se tornasse matemático, passando horas e horas falando sobre Hipotenusa, raiz quadrada e subtração? Ou o clone do Brad Pitt se tornando padre? Ou o do Tom Cavalcante se tornando um executivo sério e o do Maguila estudando balé? Estranho, não? Mas esses clones não seriam eles, e, sim, a sua imagem em forma de outra pessoa. No mundo, ninguém é igual. Prova disso são os gêmeos idênticos, tão parecidos e com gostos tão diferentes. Os clones seriam como as fitas piratas: não teriam o mesmo valor original. Se eu fosse um clone, me sentiria muito mal cada vez que alguém falasse: ‘olha lá o clone da fulana’. No fundo, no fundo, eu não passaria de uma cópia.”. Alexandra F. Rosa, 16 anos, Francisco Morato, SP.(Revista Atrevida nº 34) Texto II Você é a favor de clones humanos? “Sou a favor! O mundo tem de aprender a lidar com a realidade e as inovações que acontecem. Ou seja, precisa se sofisticar e encontrar caminhos para seus problemas. Assistimos à televisão, lemos jornais e vemos que existem muitas pessoas que, para sobreviver, precisam de doadores de órgãos. Presenciamos atualmente aqui no Brasil e também em outros países a tristeza que é a falta de doadores. A clonagem seria um meio de resolver esse problema! Já pensou quantas pessoas seriam salvas por esse meio? Não há dúvida de que existem muitas questões a serem respondidas e muitos riscos a serem corridos, mas o melhor que temos a fazer é nos prepararmos para tudo o que der e vier, aprendendo a lidar com os avanços científicos que atualmente se realizam. Acredito que não gostaríamos de parar no tempo. Pelo contrário, temos de avançar!” Fabiana C.F. Aguiar, 16 anos, São Paulo, SP. (Revista Atrevida nº 34)
  • 6. 2-Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar que (A) em I, há a negação da existência de pessoas diferentes; em II, afirma-se que a clonagem é uma sofisticação. (B) em I, há a afirmação de que a clonagem se constitui em distanciamento dos seres humanos; em II, a solução para a aproximação dos seres humanos. (C) em I, há indícios de que a humanidade ficará incomodada com a clonagem; em II, há a afirmação de que é preciso seguir os avanços científicos. (D) em I, discute-se o conceito de que a clonagem produz cópias perfeitas; em II, afirma-se que a clonagem é a solução para muitos dos problemas humanos.
  • 7. 2-Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar que (A) em I, há a negação da existência de pessoas diferentes; em II, afirma-se que a clonagem é uma sofisticação. (B) em I, há a afirmação de que a clonagem se constitui em distanciamento dos seres humanos; em II, a solução para a aproximação dos seres humanos. (C) em I, há indícios de que a humanidade ficará incomodada com a clonagem; em II, há a afirmação de que é preciso seguir os avanços científicos. (D) em I, discute-se o conceito de que a clonagem produz cópias perfeitas; em II, afirma-se que a clonagem é a solução para muitos dos problemas humanos.
  • 8. Leia os textos e responda à questão proposta Texto I O ESPELHO Marcello Migliaccio Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstico. E, num país em que os domicílios sem televisão são cada vez mais raros, o que não falta é especialista no assunto. Se um dia fomos uma pátria de 100 milhões de técnicos de futebol, hoje, mais do que nunca, temos um considerável rebanho de briosos críticos televisivos. [..] Mas, quando os "especialistas" criticam a TV, estão olhando para o próprio umbigo. Feita à nossa imagem e semelhança, ela é resultado do que somos enquanto rebanho globalizado. [...] Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam pensamentos mais nobres e que não se sentem representados no vídeo. [...] Folha de S. Paulo, 19/10/2003. Texto II A influência negativa da televisão para as crianças Jussara de Barros Bem diziam os Titãs, grupo de rock nacional, quando cantavam que “a televisão me deixou burro demais”. A verdade é que, ao pé da letra dessa música, a televisão coloca-nos dentro de jaulas, como animais. Assim, paralisa o desenvolvimento de pensamentos críticos e avaliativos que se desenvolvem em outras formas de diversão, além de influenciar crianças e adolescentes com cenas de violência, maldade, psicopatia e sexo explícito a todo o momento e sem qualquer responsabilidade. Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/educacao Vocabulário “in” [inglês] – na moda brioso – orgulhoso, vaidoso onipresente – que está presente em todos os lugares.
  • 9. 3-Os textos divergem sobre o mesmo tema: a influência da televisão. A afirmação do texto 1 que contradiz o texto 2 é (A) “Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstico.” (B) “Feita à nossa imagem e semelhança, ela [a TV] é resultado do que somos [...].” (C) “E, num país em que os domicílios sem televisão são cada vez mais raros, o que não falta é especialista no assunto.” (D) “Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam pensamentos mais nobres [...].”
  • 10. 3-Os textos divergem sobre o mesmo tema: a influência da televisão. A afirmação do texto 1 que contradiz o texto 2 é (A) “Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar a baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstico.” (B) “Feita à nossa imagem e semelhança, ela [a TV] é resultado do que somos [...].” (C) “E, num país em que os domicílios sem televisão são cada vez mais raros, o que não falta é especialista no assunto.” (D) “Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam pensamentos mais nobres [...].”
  • 11. Leia os textos e responda à questão proposta 4-A comparação entre os textos I e II nos permite afirmar que (A) em I, há a valorização do amor dos enamorados e do amor ao time preferido; em II, é exaltado o amor à torcida organizada. (B) em I, há a expressão sobre a facilidade dos enamorados torcerem pelo mesmo time; em II, é indicada a dificuldade de um relacionamento de namorados de torcidas diferentes. (C) em I, há a abordagem da alegria daqueles que amam e torcem para mesmo time; em II, são apresentadas as frustrações oriundas da mesma torcida. (D) em I, há a revelação do sentimento negativo em relação ao time do amado; em II, é exaltada a coincidência entre amor e futebol.
  • 12. Leia os textos e responda à questão proposta 4-A comparação entre os textos I e II nos permite afirmar que (A) em I, há a valorização do amor dos enamorados e do amor ao time preferido; em II, é exaltado o amor à torcida organizada. (B) em I, há a expressão sobre a facilidade dos enamorados torcerem pelo mesmo time; em II, é indicada a dificuldade de um relacionamento de namorados de torcidas diferentes. (C) em I, há a abordagem da alegria daqueles que amam e torcem para mesmo time; em II, são apresentadas as frustrações oriundas da mesma torcida. (D) em I, há a revelação do sentimento negativo em relação ao time do amado; em II, é exaltada a coincidência entre amor e futebol.
  • 13. Leia os textos e responda à questão proposta
  • 14. 5-O texto I difere do texto II na abordagem da (A) constatação da ausência de fogueiras juninas nas festas modernas. (B) exaltação da dor pela morte dos entes queridos. (C) expressão de beleza os balões de antigamente. (D) relação de fraternidade existente entre as pessoas.
  • 15. 5-O texto I difere do texto II na abordagem da (A) constatação da ausência de fogueiras juninas nas festas modernas. (B) exaltação da dor pela morte dos entes queridos. (C) expressão de beleza os balões de antigamente. (D) relação de fraternidade existente entre as pessoas.
  • 16. Leia os textos e responda à questão proposta Texto I Viagem ao centro da Terra Não consigo descrever meu desespero. Nenhuma palavra em língua de gente daria conta de meus sentimentos. Eu estava enterrado vivo, com a perspectiva de morrer torturado pela fome e pela sede. Minha primeira reação foi passar as mãos ansiosas pelo chão. Como aquela rocha me pareceu ressecada! Mas como eu abandonara o curso do córrego? Sim, porque, afinal de contas, ele não estava mais lá! Compreendi então por que eu estranhara tanto o silêncio na última vez em que procurei escutar algum chamado de meus companheiros. Ao tentar apenas ouvir vozes, no momento em que dei o primeiro passo no caminho errado, não notei a ausência do córrego. É evidente que, naquele momento, devo ter entrado numa bifurcação, enquanto o Hansbach, obedecendo às exigências de outra rampa, partia com meus companheiros em rumo às profundezas desconhecidas! Como voltar? Pistas não havia. Meu pé não deixava nenhuma marca naquele granito. Eu quebrava a cabeça tentando achar solução para um problema insolúvel. Minha situação podia ser resumida numa única palavra: perdido! VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. tradução de Cid Knipel Moreira, São Paulo: Ática, 1993.
  • 17. Texto II (...) Encontraram muitas coisas maravilhosas, mas nada que fosse espantoso. Descobriram que a ilha tinha cerca de cinco quilômetros de comprimento por meio quilômetro de largura e que a praia mais próxima estava separada por um canal estreito de no máximo uns duzentos metros de largura. Ficaram nadando durante quase uma hora e só voltaram Para o acampamento lá pelo meio da tarde. Estavam com fome demais para ir pescar, mas comeram presunto à vontade e depois se deitaram à sombra para conversar. Mas a conversa foi morrendo pouco a pouco. Twain, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Tradução de Duda Machado, São Paulo: Ática, 1995. 6-Nos textos acima podemos dizer que (A) há narração em 1ª pessoa no texto I e narração em 3ª pessoa no texto II. (B) há narração em 3ª pessoa no texto I e há narração em 1ª pessoa no texto II. (C) ambos são narrados em 1ª pessoa. (D) ambos são narrados em 3ª pessoa.
  • 18. Texto II (...) Encontraram muitas coisas maravilhosas, mas nada que fosse espantoso. Descobriram que a ilha tinha cerca de cinco quilômetros de comprimento por meio quilômetro de largura e que a praia mais próxima estava separada por um canal estreito de no máximo uns duzentos metros de largura. Ficaram nadando durante quase uma hora e só voltaram Para o acampamento lá pelo meio da tarde. Estavam com fome demais para ir pescar, mas comeram presunto à vontade e depois se deitaram à sombra para conversar. Mas a conversa foi morrendo pouco a pouco. Twain, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Tradução de Duda Machado, São Paulo: Ática, 1995. 6-Nos textos acima podemos dizer que (A) há narração em 1ª pessoa no texto I e narração em 3ª pessoa no texto II. (B) há narração em 3ª pessoa no texto I e há narração em 1ª pessoa no texto II. (C) ambos são narrados em 1ª pessoa. (D) ambos são narrados em 3ª pessoa.
  • 19. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Reinações de Narizinho Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: – Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto... Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas – Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem. LOBATO, Monteiro. Disponível em: <http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/PreModernismo/Monteiro_Lobato_Reinacoes_de_ Narizinho.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. Fragmento. Texto 2 Sítio do Picapau amarelo “Marmelada de banana, bananada de goiaba, goiabada de marmelo...” Na TV, essa era a senha para o início da diversão. O mundo mágico de Monteiro Lobato e o seu Sítio do Picapau Amarelo era presença constante nas fantasias de milhares de crianças (e muitos adultos também!). Eu adorava! Não queria perder nem a abertura – ficava fascinada com a estrada que virava arco- íris... O difícil era esperar o dia seguinte pra ver o resto! Disponível em: <http://www.infancia80.com.br/litafins/livros_sitio.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. 7-Esses dois textos têm em comum A) a vida de Monteiro Lobato. B) as histórias de Narizinho. C) o lugar onde as histórias acontecem. D) os programas infantis na TV.
  • 20. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Reinações de Narizinho Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: – Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto... Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas – Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem. LOBATO, Monteiro. Disponível em: <http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/PreModernismo/Monteiro_Lobato_Reinacoes_de_ Narizinho.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. Fragmento. Texto 2 Sítio do Picapau amarelo “Marmelada de banana, bananada de goiaba, goiabada de marmelo...” Na TV, essa era a senha para o início da diversão. O mundo mágico de Monteiro Lobato e o seu Sítio do Picapau Amarelo era presença constante nas fantasias de milhares de crianças (e muitos adultos também!). Eu adorava! Não queria perder nem a abertura – ficava fascinada com a estrada que virava arco- íris... O difícil era esperar o dia seguinte pra ver o resto! Disponível em: <http://www.infancia80.com.br/litafins/livros_sitio.htm>. Acesso em: 31 mar. 2010. 7-Esses dois textos têm em comum A) a vida de Monteiro Lobato. B) as histórias de Narizinho. C) o lugar onde as histórias acontecem. D) os programas infantis na TV.
  • 21. Leia os textos e responda à questão proposta 1-A língua de Avatar […] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre humanos e os seres da raça Na’vi. Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe do departamento de Linguística da University of Southern California, um roteiro que continha, entre outras coisas, 30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua maioria nomes de personagens e animais – cuja sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e morfológicas emprestadas de diversas línguas, com preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas africanas. 2-Klingon Já a língua Klingon, da clássica franquia, Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2 mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III: à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração com a missão de elaborar uma estrutura sintática e lexical para a língua. Para se ter uma ideia da repercussão do Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto com base no trabalho de Okrand – o Klingon Language Institute (www.kli.org) –, que conta com 600 membros, diálogos em linguagem extraterrestre e até traduções de clássicos da literatura. Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento. 8-Esses dois textos falam sobre A) a criação de novos idiomas para filmes. B) a repercussão do idioma entre os fãs. C) o número de palavras criadas para os filmes. D) o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção.
  • 22. Leia os textos e responda à questão proposta 1-A língua de Avatar […] Em Avatar, o artifício mais engenhoso fica por conta do idioma concebido pelo linguista Paul Frommer para o planeta Pandora, palco dos conflitos entre humanos e os seres da raça Na’vi. Em 2005, Cameron entregou a Frommer, então chefe do departamento de Linguística da University of Southern California, um roteiro que continha, entre outras coisas, 30 termos do que viria a ser a língua fictícia – em sua maioria nomes de personagens e animais – cuja sonoridade assemelhava-se à das línguas polinésias. A partir disso, o linguista criou um vocabulário alienígena composto por mil palavras, com estruturas sintáticas e morfológicas emprestadas de diversas línguas, com preferência pelas mais exóticas, como o persa e algumas africanas. 2-Klingon Já a língua Klingon, da clássica franquia, Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2 mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III: à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc Okrand foi contratado para o seriado Nova Geração com a missão de elaborar uma estrutura sintática e lexical para a língua. Para se ter uma ideia da repercussão do Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto com base no trabalho de Okrand – o Klingon Language Institute (www.kli.org) –, que conta com 600 membros, diálogos em linguagem extraterrestre e até traduções de clássicos da literatura. Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento. 8-Esses dois textos falam sobre A) a criação de novos idiomas para filmes. B) a repercussão do idioma entre os fãs. C) o número de palavras criadas para os filmes. D) o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção.
  • 23. Leia os textos e responda à questão proposta IMAGEM 1 IMAGEM 2 - Não, querida, esse aí é o Cobrador de Tributos. Juros Monstruosos foram os que passaram ontem! Fonte:http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeli/chargeangeli .htm?imagem=316&total=335 (ultimo acesso em 01/11/2011) Fonte: http://www.forex89.com/wp-content/uploads/Juros- altos.jpg (ultimo acesso em 01/11/2011) 9-Interpretando as duas imagens, conclui-se que A) o governo estar incluído juros aos brasileiros que é refletida na imagem 1 e cobra juros que é refletida na imagem 2. B) na imagem 1 defere a imagem 2. C) na imagem 2 defere a imagem 1. D) ambas relata juros cobrados no país.
  • 24. Leia os textos e responda à questão proposta IMAGEM 1 IMAGEM 2 - Não, querida, esse aí é o Cobrador de Tributos. Juros Monstruosos foram os que passaram ontem! Fonte:http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeli/chargeangeli .htm?imagem=316&total=335 (ultimo acesso em 01/11/2011) Fonte: http://www.forex89.com/wp-content/uploads/Juros- altos.jpg (ultimo acesso em 01/11/2011) 9-Interpretando as duas imagens, conclui-se que A) o governo estar incluído juros aos brasileiros que é refletida na imagem 1 e cobra juros que é refletida na imagem 2. B) na imagem 1 defere a imagem 2. C) na imagem 2 defere a imagem 1. D) ambas relata juros cobrados no país.
  • 25. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Rubinho a mil por hora Desde criança, Rubens Barrichello é louco por corridas. Aos seis anos já voava nas pistas de kart. Depois passou rápido pela Fórmula Ford, Fórmula Opel, Fórmula 3 e Fórmula 3000. Não parou por aí. Foi o mais jovem piloto da história a entrar para a Fórmula 1, quando tinha apenas 20 anos. Texto 2 Vencer ou vencer Ayrton Senna sempre fez tudo muito rapidinho. Aos quatro anos ganhou o seu primeiro kart. Aos dez, já pilotava no Autódromo de Interlagos. Quando tinha 31 anos, era o mais jovem tricampeão da história da Fórmula 1. Vencer ou vencer era o seu lema. Maurício de Sousa Produções. Manual de esportes do Cascão. São Paulo: Globo, 2003. 10-Esse dois textos A) apresentam uma biografia. B) convidam para corridas. C) incentivam o uso do kart. D) oferecem um prêmio.
  • 26. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Rubinho a mil por hora Desde criança, Rubens Barrichello é louco por corridas. Aos seis anos já voava nas pistas de kart. Depois passou rápido pela Fórmula Ford, Fórmula Opel, Fórmula 3 e Fórmula 3000. Não parou por aí. Foi o mais jovem piloto da história a entrar para a Fórmula 1, quando tinha apenas 20 anos. Texto 2 Vencer ou vencer Ayrton Senna sempre fez tudo muito rapidinho. Aos quatro anos ganhou o seu primeiro kart. Aos dez, já pilotava no Autódromo de Interlagos. Quando tinha 31 anos, era o mais jovem tricampeão da história da Fórmula 1. Vencer ou vencer era o seu lema. Maurício de Sousa Produções. Manual de esportes do Cascão. São Paulo: Globo, 2003. 10-Esse dois textos A) apresentam uma biografia. B) convidam para corridas. C) incentivam o uso do kart. D) oferecem um prêmio.
  • 27. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Sei lá... a vida tem sempre razão Tem dias que eu fico pensando na vida E sinceramente não vejo saída. Como é, por exemplo, que dá pra entender: A gente mal nasce, começa a morrer. Depois da chegada vem sempre a partida, Porque não há nada sem separação. Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão. Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão. A gente nem sabe que males se apronta. Fazendo de conta, fingindo esquecer Que nada renasce antes que se acabe, E o sol que desponta tem que anoitecer. De nada adianta ficar-se de fora. A hora do sim é o descuido do não. Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão. Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão. TOQUINHO; MORAES, Vinícius de. Disponível em: <http:// letras.terra.com.br/toquinho/87372/>.
  • 28. Texto 2 Canção do dia de sempre Tão bom viver dia a dia... A vida assim, jamais cansa... Viver tão só de momentos Como estas nuvens no céu... E só ganhar, toda a vida, Inexperiência... esperança... E a rosa louca dos ventos Presa à copa do chapéu. Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar. 11-Esses dois textos apresentam ideias A) complementares. B) convergentes. C) opostas. D) similares. Nada jamais continua, Tudo vai recomeçar! E sem nenhuma lembrança Das outras vezes perdidas, Atiro a rosa do sonho Nas tuas mãos distraídas... QUINTANA, Mário. Disponível em: <http://www. pensador.info/textos_sobre_vida/> .
  • 29. Texto 2 Canção do dia de sempre Tão bom viver dia a dia... A vida assim, jamais cansa... Viver tão só de momentos Como estas nuvens no céu... E só ganhar, toda a vida, Inexperiência... esperança... E a rosa louca dos ventos Presa à copa do chapéu. Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar. 11-Esses dois textos apresentam ideias A) complementares. B) convergentes. C) opostas. D) similares. Nada jamais continua, Tudo vai recomeçar! E sem nenhuma lembrança Das outras vezes perdidas, Atiro a rosa do sonho Nas tuas mãos distraídas... QUINTANA, Mário. Disponível em: <http://www. pensador.info/textos_sobre_vida/> .
  • 30. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 O chulé das pessoas nervosas é mais fedido Todo mundo tem chulé? Tem. Uns, lamentavelmente, mais do que outros. Indivíduos tensos, ansiosos e obesos suam mais e os pés cheiram pior. Diferenças raciais também interferem no chulé. Segundo o professor Luiz Cucê, dermatologista da Universidade de São Paulo, os povos mediterrâneos suam mais os pés. O chulé é causado por bactérias que decompõem o suor e resto de peles dos pés.. “Os micróbios só sobrevivem em ambientes ácidos”, diz Cucê. Para tirar o cheiro, basta neutralizar a acidez, usando uma substância alcalina, como o talco ou bicarbonato de sódio. Outra solução é passar álcool, que mata bactérias e seca o suor. No verão, convém usar sapatos que deixem o ar circular. Se você adora o seu coturno, evite tirá-lo em público. Superinteressante. São Paulo: Abril, ano 12, n. 1, jan.1998. p. 74-5. Texto 2 Sai do meu pé, chulé! Como evitar • Enxugue muito bem os pés depois de lavá-los. • Não use o mesmo par de tênis durante vários dias seguidos. • Depois de tirar os sapatos, nada de guardá-los direto no armário. • Coloque-os em um lugar arejado. • No calor, prefira os calçados abertos. Deixe os pés respirarem! • Use talcos para os pés. A casa Granato fabrica um ótimo desde os tempos da sua avó. • Lave os pés uma vez por dia, ao menos! Revista Veja Kid. São Paulo: Abril Jovem, ano 1, n.0, p. 74-5.
  • 31. 12-Comparando-se esses textos, observa-se que os dois A) explicam, cientificamente, a causa do chulé. B) fornecem dicas valiosas para evitar o chulé. C) são voltados exclusivamente ao público juvenil. D) utilizam palavras próprias de linguagem científica.
  • 32. 12-Comparando-se esses textos, observa-se que os dois A) explicam, cientificamente, a causa do chulé. B) fornecem dicas valiosas para evitar o chulé. C) são voltados exclusivamente ao público juvenil. D) utilizam palavras próprias de linguagem científica.
  • 33. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 As Borboletas Brancas Azuis Amarelas E pretas Brincam na luz As belas borboletas Borboletas brancas São alegres e francas. Borboletas azuis Gostam muito de luz. As amarelinhas São tão bonitinhas! E as pretas, então . . . Oh, que escuridão! MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Companhia das Letrinhas, 1991. Texto 2 Borboletas As borboletas são insetos com dois pares de asas. Vive melhor em regiões tropicais pelo clima quente e alimento abundante. Existem aproximadamente 200 mil espécies de borboletas, mas somente 120 mil estão registradas. As borboletas se alimentam de vegetais e néctar. Pesam cerca de 0,3 gramas sendo que a maior pode pesar 3 gramas. Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As borboletas vivem em média duas semanas. http://www.brasilescola.com/animais/borboleta.htm 13-Esses textos falam sobre A) preservação das borboletas. B) hábitos das borboletas. C) características das borboletas. D) alimentação das borboletas.
  • 34. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 As Borboletas Brancas Azuis Amarelas E pretas Brincam na luz As belas borboletas Borboletas brancas São alegres e francas. Borboletas azuis Gostam muito de luz. As amarelinhas São tão bonitinhas! E as pretas, então . . . Oh, que escuridão! MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Companhia das Letrinhas, 1991. Texto 2 Borboletas As borboletas são insetos com dois pares de asas. Vive melhor em regiões tropicais pelo clima quente e alimento abundante. Existem aproximadamente 200 mil espécies de borboletas, mas somente 120 mil estão registradas. As borboletas se alimentam de vegetais e néctar. Pesam cerca de 0,3 gramas sendo que a maior pode pesar 3 gramas. Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As borboletas vivem em média duas semanas. http://www.brasilescola.com/animais/borboleta.htm 13-Esses textos falam sobre A) preservação das borboletas. B) hábitos das borboletas. C) características das borboletas. D) alimentação das borboletas.
  • 35. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 A vespa A vespa faz parte da ordem dos himenópteros. É um inseto que possui dois pares de asas membranosas, dos quais o posterior é menor. A vespa caça diferentes insetos, como as lagartas, para alimentar suas próprias larvas, o que acaba sendo benéfico para as plantas. Por outro lado, atraída pelo odor das nossas refeições, ela vem nos incomodar e nos amedrontar no verão, por causa de suas picadas doloridas. Mas ela só ataca quando se sente ameaçada. E faz isso com a ajuda de um ferrão existente na extremidade do abdome e ligado a uma glândula de veneno. Ao contrário das abelhas, a vespa guarda o ferrão assim que pica alguém e, assim, é capaz de picar várias vezes seguidas. Existem mais de 9 mil espécies de vespas, cujo tamanho pode variar de 1 a 2 cm de comprimento. Seu abdome, normalmente listrado de amarelo e preto, pode também ser preto e vermelho. Todas possuem um par de olhos compostos e três ocelos. Entre as inúmeras espécies, algumas são solitárias (caçadoras), outras são sociais e vivem em grupo num ninho chamado vespeiro. DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p.12.
  • 36. Texto 2 A abelha Assim como as vespas, as abelhas fazem parte da ordem dos himenópteros. Existem 20 mil espécies de abelhas, das quais mil são sociais, como a abelha-europeia. Insetos extremamente úteis, elas nos proporcionam mel e cera e desempenham um importante papel ecológico para as plantas. A abelha se alimenta de néctar e também de pólen que, espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma flor para outra. Isso favorece a polinização das plantas. As abelhas são espetaculares na organização de sua sociedade e de seus comportamentos sociais. Em seu ninho, chamado colmeia, existem inúmeros indivíduos, cada um com um importante papel a desempenhar. A rainha põe os ovos (até 2.500 por dia); milhares de operárias recolhem o néctar que, colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas se alimentam. Dependendo da idade, uma operária também se ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), faz a aeração, arruma e repara a colmeia. Quando sai à procura de alimento, uma abelha é capaz de comunicar às companheiras a exata localização do “banquete”, indicando o caminho por meio de danças. DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p. 14. *Adaptado: Reforma Ortográfica 14-Os textos tratam o tema de forma A) similar. B) controversa. C) poética. D) irônica.
  • 37. Texto 2 A abelha Assim como as vespas, as abelhas fazem parte da ordem dos himenópteros. Existem 20 mil espécies de abelhas, das quais mil são sociais, como a abelha-europeia. Insetos extremamente úteis, elas nos proporcionam mel e cera e desempenham um importante papel ecológico para as plantas. A abelha se alimenta de néctar e também de pólen que, espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma flor para outra. Isso favorece a polinização das plantas. As abelhas são espetaculares na organização de sua sociedade e de seus comportamentos sociais. Em seu ninho, chamado colmeia, existem inúmeros indivíduos, cada um com um importante papel a desempenhar. A rainha põe os ovos (até 2.500 por dia); milhares de operárias recolhem o néctar que, colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas se alimentam. Dependendo da idade, uma operária também se ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), faz a aeração, arruma e repara a colmeia. Quando sai à procura de alimento, uma abelha é capaz de comunicar às companheiras a exata localização do “banquete”, indicando o caminho por meio de danças. DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil Edições Ltda, 2008. p. 14. *Adaptado: Reforma Ortográfica 14-Os textos tratam o tema de forma A) similar. B) controversa. C) poética. D) irônica.
  • 38. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Vaca Estrela e boi Fubá. Patativa do Assaré. Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar, Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá Quando era de tardezinha eu começava a aboiar Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela, Ô ô ô ô Boi Fubá. Disponível em: <http://letras.terra.com.br/jovens-talentos/448501/>. Fragmento . Texto 2 A Triste Partida Luiz Gonzaga ...Sem chuva na terra Descamba Janeiro, Depois fevereiro E o mesmo verão Meu Deus, meu Deus Entonce o nortista Pensando consigo Diz: “isso é castigo não chove mais não” Ai, ai, ai, ai Apela pra Março Que é o mês preferido Do santo querido Sinhô São José... Disponível em: <http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga /82378/>. Fragmento 15-Esses textos falam sobre A) a vegetação do nordeste. B) a seca do nordeste. C) o clima do nordeste. D) o sertão nordestino.
  • 39. Leia os textos e responda à questão proposta Texto 1 Vaca Estrela e boi Fubá. Patativa do Assaré. Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar, Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá Quando era de tardezinha eu começava a aboiar Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela, Ô ô ô ô Boi Fubá. Disponível em: <http://letras.terra.com.br/jovens-talentos/448501/>. Fragmento . Texto 2 A Triste Partida Luiz Gonzaga ...Sem chuva na terra Descamba Janeiro, Depois fevereiro E o mesmo verão Meu Deus, meu Deus Entonce o nortista Pensando consigo Diz: “isso é castigo não chove mais não” Ai, ai, ai, ai Apela pra Março Que é o mês preferido Do santo querido Sinhô São José... Disponível em: <http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga /82378/>. Fragmento 15-Esses textos falam sobre A) a vegetação do nordeste. B) a seca do nordeste. C) o clima do nordeste. D) o sertão nordestino.