SlideShare uma empresa Scribd logo
A Arte do Rococó
o sentido da festa; a arte galante
a arquitetura
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
Rococó, provém do francês Rocaille;
Rocaille designa um tipo de decoração de interiores que
usava predominantemente elementos naturalistas onde
sobressai a concha de vieira;

Cómoda Luís XV; Poltrona “La Reine”
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

2
No século XVIII, coexistiram o Barroco, o Neoclássico e o
pré-Romantismo;
O Rococó nasceu em França, entre 1715-20, atingiu o
apogeu na década de 30 e entrou em declínio no último
quarto do século, fim do reinado de Luís XV (1715-74);

Cafeteira de porcelana da Saxónia

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

3
Expandiu-se por toda a Europa e impérios coloniais
português e espanhol;
O Rococó apresenta um espírito crítico, irreverente, intimista,
individualista característica do Homem culto do século das
Luzes;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

4
Foi uma arte que procurou fugir às imposições das
academias;
Defende a criatividade individual, a excentricidade, a
improvisação e os prazeres da vida;

Felipe Juvara,
Palácio Stupinigi,
1729, Turim

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

5
Foi criada segundo e para o gosto de uma elite aristocrática e
intelectual;
Amante do exotismo, da fantasia, da alegria;
Que discute temas filosóficos e políticos;
Que assiste à comédia italiana,
Que organiza festas;
Que aprecia a intimidade galante;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

6
Inicialmente o Rococó foi um novo tipo de ornamentação;
Um estilo leve, elegante e refinado;
Cores suaves;
Linhas delicadas, sinuosas e informais;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

7
As artes ornamentais utilizam os motivos naturais, retirados
dos livros de Botânica;
As artes menores (decorativas) eram importantes: mobiliário,
cerâmica, ourivesaria, tapeçaria, etc.

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

8
A arquitetura Rococó
Princípios essenciais da arquitetura Rococó:
Diferenciação dos edifícios de acordo com a sua função;
Preocupação com os espaços interiores, a sua articulação e
decoração;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

9
R. Aubert, Palácio Biron, 1731, Paris (Museu Rodin;
Boffrand, salão oval, Hotel Soubise, 1735

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

10
R. Aubert, Palácio Biron, 1731, Paris
(Museu Rodin, planta;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

11/30
Estruturas arquitectónicas com um traçado exterior simples
com um interior muito decorado;
Elementos decorativos barrocos acrescidos de conchas,
algas marinhas, rocalhos (imitação de pedras, chinoiseries
(lacas, porcelanas, sedas, etc.)

Cuvilles, teatro Residenz, Munique, 1753
Residência Wurzburg
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

12/30
Uso de materiais fingidos: falsos mármores (escariola);
madeiras e estuques pintados, o fictício tornava-se realidade;
Existe sobretudo arquitetura rococó civil (palácios e hotéis);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

13
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

14
Características essenciais dos palácios:
2 andares;
Fachadas alinhadas e alisadas;
Poucos elementos decorativos no exterior, concentrados nas
portas e janelas, nas ferragens e batentes;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

15
Jacques-Ange Gabriel,
Pavilhão Francês;
Ferro forjado, Jardim das Tulherias

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

16/30
Pavilhão de chá chinês

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

17/30
Fonte de Trevi, Roma

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

18/30
Utilização do ferro forjado (grades e portas);
Os jardins integram a composição arquitetónica;
Relvados com árvores, incluem pavilhões, lagos, pagodes
chineses, etc;
Os jardins eram o palco de festas e reuniões;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

19
Sala Gasparini, Palácio Real de Madrid

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

20
Interior dos edifícios:
Habitação centrada no salão principal;
As paredes estão cobertas de abundante decoração, os
cantos e os limites das paredes desaparecem sob a
decoração e os sofitos;
Sofito: superfície curva que faz a ligação entre a parede e o
teto;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

21
Há um horror ao “vazio”;
Como o Barroco coexistiu com o Rococó é frequente o palácio
ou a igreja terem uma estrutura barroca e uma decoração
rococó;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

22
Baltasar Neumann, Abadia Vierzehnheiligen

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

23
A arquitetura religiosa rococó existe sobretudo na
Alemanha e Áustria;
Exteriores simples, mas com muitas janelas;
Decoração interior luxuriante;

Zimmermann, Igreja Wies
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

24
A Arte do Rococó
o sentido da festa; a arte galante
a escultura e a pintura
Escultura rococó

Giuseppe Gricci, Mater
Dolorosa, porcelana, 1774,
39,4 cm altura

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

26
Próxima da estética barroca pela expressão plástica mas
Oposta pelas formas, conteúdos e objetivos;

Falconet, estátua equestre do
czar, Pedro, O Grande, bronze

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo
27
Claude Michel, La Gimbelette

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

28/30
Giacomo Serpotta, relevo em estuque

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo
29
Ignaz Günther, São Korbiniano, Cupido

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo
30
Características principais da escultura Rococó:
Novos cânones estéticos: linhas curvas e contracurvas
mas mais delicadas e fluidas, em “S” ou “C”;

Porcelana Biscuit

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

31
Corpos alongados;
Gestos graciosos, atitudes galantes;
Grupos escultóricos as composições possuem movimento e
ritmo, parecem dançar;

P. Persico e T. Solari, Fonte de Diana, Nápoles, Jardins do
Palácio Caserta
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

32
Géneros escultóricos:
Escultura decorativa, como parte integrante da arquitetura;
Estatuária de pequeno porte, o chamado bibelot, destinavase a interiores;
A tradição do bibelot iniciou-se neste época;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

33
Novos materiais:
Para além da pedra e bronze, utilizou-se:
Madeira, argila, estuque, gesso e uma porcelana especial
chamada biscuit;
O biscuit foi o material mais utilizado, transformando-se
numa verdadeira indústria;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

34
Novos temas:
Os temas “sérios” são substituídos por temas irónicos,
jocosos, sensuais, eróticos e galantes;
Na temática mitológica preferiram os deuses menores: Pã,
Cupido, etc.;
Temas profanos valorizam-se os aspetos pitorescos e
frívolos;
Temática religiosa: quase só existe na Alemanha; o
dramatismo barroco é substituído por gestos galantes;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

35
A arte do Rococó reflete uma nova maneira de sentir e viver
a arte:
A da Arte pela Arte.

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

36
A pintura Rococó
A pintura sobre tela
A pintura foi o reflexo da sociedade aristocrática e festiva;
A temática mais frequente são as festas, cenas pastoris e o
retrato;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

37
França

Fragonard, O baloiço,
1766, óleo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

38
Watteau, Peregrinação à ilha de Cítera, óleo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

39
Boucher, O banho de Diana, 1766, óleo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

40
Chardin, Natureza-morta, óleo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

41
É em França que encontramos os pintores mais
significativos:
Jean Antoine Watteau (1648-1721), que realizou trabalhos
sobre festas, cenas mitológicas e de género;
François Boucher (1703-1770) que também foi ilustrador e
gravador;
Jean-Honoré Fragonard (1732-1806);
Jean-Baptiste Chardin (1699-1779);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

42
A pintura mural foi quase inexistente porque a maior parte
da decoração mural consistia em pequenos painéis em tela
que emolduravam a parede e tectos:

Felipe Juvara,
Palácio Stupinigni

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

43
Da Europa para o Mundo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

44/
O Rococó em Itália

Giambattista Tiepolo, triunfo da
Monarquia Espanhola (pormenor),
Palácio Real, Madrid

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

45
Na arquitetura, o Barroco continuou a dominar até ao
século XVIII;
O Rococó limita-se à decoração interior e à pintura
decorativa mural;
O maior artista é Giambatistta Tiepolo (1696-1770);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

46
Pintura sobre tela é importante em Veneza, onde se retrata
a cidade;
António Canala (Canaletto) (1697-1768);
Francesco Guardi (1712-1793);
Na escultura o maior nome foi Giacomo Serpotta (16251732);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

47
F. Guardi, A festa da Ascensão, óleo
Porto de Veneza

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

48
Canaletto, Praça de S. Marcos óleo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

49
F. Guardi, Canaletto, óleo
Porto de Veneza

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

50
O Rococó na Europa Central e do Norte

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

51
Foi nos países germânicos que o rococó foi melhor
aplicado em termos estilísticos em termos de arquitetura;
Na Suécia o rococó reflete-se apenas na decoração de
interiores;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

52
Na Inglaterra, para além da decoração de interiores,
ressalta a pintura de:
William Hogarth (1697-1764);
Thomas Gainsborough (1727-1788);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

53
T. Gainsborough, A carroça do Mercado e O passeio
matinal
W. Hogarth, Rapariga com cesto à cabeça

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

54
O rococó em Espanha

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

55
O Rococó espanhol resultou da influência do
Churriguerismo, refletiu-se sobretudo na decoração de
interiores;
Na escultura a obra de Narciso Tomé (1690-1742), o
retábulo da Catedral de Toledo foi uma obra emblemática;
O estilo foi exportado para a América Latina;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

56
G. Sacchetti, Palácio real Madrid
Narciso Tomé, O retábulo Transparente, Catedral de Toledo

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo
57
O Rococó em Portugal

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

58
O maior arquitecto do rococó português foi André Ribeiro
Soares da silva (1720-1769);

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

59
André Soares, Capela da Santa
Madalena, Falperra, Braga

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

60
André Soares, Caso do Raio, Braga

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

61
Após o terramoto surgiu um estilo mais sóbrio, o estilo
pombalino;
Devido à necessidade de reconstruir rapidamente;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

62
A escultura Rococó entra em Portugal na segunda metade
do século XVIII, na continuação da “Escola de Mafra”;
O maior escultor deste período foi Machado de Castro
(1731-18229;
Surge a tradição dos presépios de barro, seguindo o gosto
do bibelot;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

63
Continua também a tradição dos retábulos em talha, a
talha é aplicada a coches, bibliotecas e mobiliário;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

64
Machado de Castro, Estátua equestre de D. José I;
Presépio da Basílica da Estrela

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

65
A pintura rococó não teve a
importância da pintura barroca,
aplicou-se sobretudo a
retábulos, tetos e retratos;
Foi uma arte menos elegante
que a francesa;
O principal pintor foi Pedro
Alexandrino (1730-1810);

Pedro Alexandrino,
Salvador do Mundo
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

66
A azulejaria continuou a desempenhar um papel importante na
decoração;
Foi retomada a policromia, sobretudo com a utilização do
amarelo;
Surgem várias escolas em Lisboa, Coimbra, Alcobaça e Porto;

Quinta dos Azulejos, Paço do
Lumiar, Lisboa
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

67
O Rococó americano: o caso de Minas Gerais

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

68
Quando o rococó entrou em decadência na Europa, a
descoberta de ouro no Brasil criou as condições
(económicas e culturais) para o desenvolvimento no Brasil;

O maior arquiteto foi Manuel Francisco Lisboa, que
projetou várias igrejas no estado de Minas Gerais;
O seu filho António Francisco Lisboa, o Aleijadinho,
colaborou com o pai, mas foi sobretudo um escultor e
entalhador;

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

69
A sua obra mais importante foram as
12 estátuas de Profetas do Antigo
Testamento, que estão no adro da
Igreja do Bom Jesus de Matosinhos;

António Lisboa, o Aleijadinho,
Profeta Joel, pedra-sabão

Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

70
António Lisboa, o
Aleijadinho, Cristo
transportando a cruz,
madeira

Esta a apresentação foi
construída tendo por base o
manual, História da Cultura e
das Artes,, Ana Lídia Pinto e
outros, Porto Editora, 2011
Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo

71

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A Arte Rococó
A Arte RococóA Arte Rococó
A Arte Rococó
Carlos Pinheiro
 
Rococó em Portugal
Rococó em PortugalRococó em Portugal
Rococó em Portugal
Mluzsantos
 
03 arquitectura renascentista
03 arquitectura renascentista03 arquitectura renascentista
03 arquitectura renascentista
Vítor Santos
 
Maneirismo e rococó
Maneirismo e rococóManeirismo e rococó
Maneirismo e rococó
Aline Raposo
 
Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
cattonia
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
Andreia Ramos
 
Barroco ou barrocos
Barroco ou barrocosBarroco ou barrocos
Barroco ou barrocos
Ana Barreiros
 
Arte românica
Arte românicaArte românica
Arte românica
Carla Camuso
 
Módulo 3 - Arquitetura românica
Módulo 3 - Arquitetura românicaMódulo 3 - Arquitetura românica
Módulo 3 - Arquitetura românica
Carla Freitas
 
O Barroco
O BarrocoO Barroco
O Barroco
Rui Neto
 
Pintura Neoclássica
Pintura NeoclássicaPintura Neoclássica
Pintura Neoclássica
Hca Faro
 
Módulo 6 pintura barroca
Módulo 6   pintura barrocaMódulo 6   pintura barroca
Módulo 6 pintura barroca
Carla Freitas
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"
Ana Barreiros
 
Pintura barroca
Pintura barrocaPintura barroca
Pintura barroca
Ana Barreiros
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
Vítor Santos
 
Módulo 7 contexto histórico
Módulo 7   contexto históricoMódulo 7   contexto histórico
Módulo 7 contexto histórico
Carla Freitas
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
Ana Barreiros
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Carla Freitas
 
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimentoCultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
Carlos Vieira
 
A arte renascentista
A arte renascentistaA arte renascentista
A arte renascentista
Carla Freitas
 

Mais procurados (20)

A Arte Rococó
A Arte RococóA Arte Rococó
A Arte Rococó
 
Rococó em Portugal
Rococó em PortugalRococó em Portugal
Rococó em Portugal
 
03 arquitectura renascentista
03 arquitectura renascentista03 arquitectura renascentista
03 arquitectura renascentista
 
Maneirismo e rococó
Maneirismo e rococóManeirismo e rococó
Maneirismo e rococó
 
Maneirismo
ManeirismoManeirismo
Maneirismo
 
Arquitectura romantica
Arquitectura romanticaArquitectura romantica
Arquitectura romantica
 
Barroco ou barrocos
Barroco ou barrocosBarroco ou barrocos
Barroco ou barrocos
 
Arte românica
Arte românicaArte românica
Arte românica
 
Módulo 3 - Arquitetura românica
Módulo 3 - Arquitetura românicaMódulo 3 - Arquitetura românica
Módulo 3 - Arquitetura românica
 
O Barroco
O BarrocoO Barroco
O Barroco
 
Pintura Neoclássica
Pintura NeoclássicaPintura Neoclássica
Pintura Neoclássica
 
Módulo 6 pintura barroca
Módulo 6   pintura barrocaMódulo 6   pintura barroca
Módulo 6 pintura barroca
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"
 
Pintura barroca
Pintura barrocaPintura barroca
Pintura barroca
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
 
Módulo 7 contexto histórico
Módulo 7   contexto históricoMódulo 7   contexto histórico
Módulo 7 contexto histórico
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
 
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimentoCultura do Palácio - Pintura do renascimento
Cultura do Palácio - Pintura do renascimento
 
A arte renascentista
A arte renascentistaA arte renascentista
A arte renascentista
 

Destaque

01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos
Vítor Santos
 
01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive
Vítor Santos
 
05 europa para o mundo
05 europa para o mundo05 europa para o mundo
05 europa para o mundo
Vítor Santos
 
04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo
Vítor Santos
 
01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue
Vítor Santos
 
02 romantismo
02 romantismo02 romantismo
02 romantismo
Vítor Santos
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
vitormbsantos
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
Vítor Santos
 
05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível
Vítor Santos
 
04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material
Vítor Santos
 
07 arte portuguesa
07 arte portuguesa07 arte portuguesa
07 arte portuguesa
Vítor Santos
 
03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal
Vítor Santos
 
01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos
Vítor Santos
 
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
Vítor Santos
 
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
Vítor Santos
 
02 criar é provocar
02 criar é provocar02 criar é provocar
02 criar é provocar
Vítor Santos
 
06 arte e função
06 arte  e função06 arte  e função
06 arte e função
Vítor Santos
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
Vítor Santos
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
Vítor Santos
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 

Destaque (20)

01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos
 
01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive
 
05 europa para o mundo
05 europa para o mundo05 europa para o mundo
05 europa para o mundo
 
04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo
 
01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue
 
02 romantismo
02 romantismo02 romantismo
02 romantismo
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
 
05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível
 
04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material
 
07 arte portuguesa
07 arte portuguesa07 arte portuguesa
07 arte portuguesa
 
03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal
 
01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos
 
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
 
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
 
02 criar é provocar
02 criar é provocar02 criar é provocar
02 criar é provocar
 
06 arte e função
06 arte  e função06 arte  e função
06 arte e função
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 

Semelhante a 02 arte rococó

02 arte rococó
02 arte rococó02 arte rococó
02 arte rococó
Vítor Santos
 
A arte do rococó
A arte do rococóA arte do rococó
A arte do rococó
Guilherme Malta
 
A arte do rococó
A arte do rococóA arte do rococó
A arte do rococó
Guilherme Malta
 
Módulo 7 a arte rococó
Módulo 7   a arte rococóMódulo 7   a arte rococó
Módulo 7 a arte rococó
Carla Freitas
 
O Barroco
O BarrocoO Barroco
O Barroco
Sandra Alves
 
Seminários história da arte 1 b 04
Seminários história da arte 1 b   04Seminários história da arte 1 b   04
Seminários história da arte 1 b 04
Gabriela Lemos
 
Arte Rococó
Arte RococóArte Rococó
Arte Rococó
Andrea Dressler
 
9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ
André Figundio
 
Período Artístico Rococó
Período Artístico RococóPeríodo Artístico Rococó
Período Artístico Rococó
Gab's Proença
 
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdfA arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
Beto Cavalcante
 
Rococó
RococóRococó
Rococó
Mluzsantos
 
Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
Cristina Verbitska
 
Rococó e Setecentismo
Rococó e SetecentismoRococó e Setecentismo
Rococó e Setecentismo
Bruno Conti
 
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
João Pedro Costa
 
ROCOCO.pptx
ROCOCO.pptxROCOCO.pptx
ROCOCO.pptx
MARILDARODRIGUES10
 
Renascimento em Portugal
Renascimento em PortugalRenascimento em Portugal
Renascimento em Portugal
Carlos Vieira
 
Barroco em Portugal
Barroco em Portugal Barroco em Portugal
Barroco em Portugal
tetiana turyk
 
Cultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacionalCultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacional
Carlos Vieira
 
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelotRiqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Jhoritza
 
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMOMISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
VIVIAN TROMBINI
 

Semelhante a 02 arte rococó (20)

02 arte rococó
02 arte rococó02 arte rococó
02 arte rococó
 
A arte do rococó
A arte do rococóA arte do rococó
A arte do rococó
 
A arte do rococó
A arte do rococóA arte do rococó
A arte do rococó
 
Módulo 7 a arte rococó
Módulo 7   a arte rococóMódulo 7   a arte rococó
Módulo 7 a arte rococó
 
O Barroco
O BarrocoO Barroco
O Barroco
 
Seminários história da arte 1 b 04
Seminários história da arte 1 b   04Seminários história da arte 1 b   04
Seminários história da arte 1 b 04
 
Arte Rococó
Arte RococóArte Rococó
Arte Rococó
 
9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ9 hist da art barro e rococ
9 hist da art barro e rococ
 
Período Artístico Rococó
Período Artístico RococóPeríodo Artístico Rococó
Período Artístico Rococó
 
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdfA arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
A arte do Rococó, suas características, principais artistas.pdf
 
Rococó
RococóRococó
Rococó
 
Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
 
Rococó e Setecentismo
Rococó e SetecentismoRococó e Setecentismo
Rococó e Setecentismo
 
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
A Escultura de Machado de Castro e João José de Aguiar - A Escultura Rococó e...
 
ROCOCO.pptx
ROCOCO.pptxROCOCO.pptx
ROCOCO.pptx
 
Renascimento em Portugal
Renascimento em PortugalRenascimento em Portugal
Renascimento em Portugal
 
Barroco em Portugal
Barroco em Portugal Barroco em Portugal
Barroco em Portugal
 
Cultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacionalCultura do Salão – Rococo internacional
Cultura do Salão – Rococo internacional
 
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelotRiqueza cultural brasileira_e_pelot
Riqueza cultural brasileira_e_pelot
 
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMOMISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA, ACADEMIA DE BELAS ARTES E SUPERAÇÃO DO ACADEMICISMO
 

Último

educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
djincognito
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 

02 arte rococó

  • 1. A Arte do Rococó o sentido da festa; a arte galante a arquitetura http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. Rococó, provém do francês Rocaille; Rocaille designa um tipo de decoração de interiores que usava predominantemente elementos naturalistas onde sobressai a concha de vieira; Cómoda Luís XV; Poltrona “La Reine” Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 2
  • 3. No século XVIII, coexistiram o Barroco, o Neoclássico e o pré-Romantismo; O Rococó nasceu em França, entre 1715-20, atingiu o apogeu na década de 30 e entrou em declínio no último quarto do século, fim do reinado de Luís XV (1715-74); Cafeteira de porcelana da Saxónia Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 3
  • 4. Expandiu-se por toda a Europa e impérios coloniais português e espanhol; O Rococó apresenta um espírito crítico, irreverente, intimista, individualista característica do Homem culto do século das Luzes; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 4
  • 5. Foi uma arte que procurou fugir às imposições das academias; Defende a criatividade individual, a excentricidade, a improvisação e os prazeres da vida; Felipe Juvara, Palácio Stupinigi, 1729, Turim Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 5
  • 6. Foi criada segundo e para o gosto de uma elite aristocrática e intelectual; Amante do exotismo, da fantasia, da alegria; Que discute temas filosóficos e políticos; Que assiste à comédia italiana, Que organiza festas; Que aprecia a intimidade galante; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 6
  • 7. Inicialmente o Rococó foi um novo tipo de ornamentação; Um estilo leve, elegante e refinado; Cores suaves; Linhas delicadas, sinuosas e informais; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 7
  • 8. As artes ornamentais utilizam os motivos naturais, retirados dos livros de Botânica; As artes menores (decorativas) eram importantes: mobiliário, cerâmica, ourivesaria, tapeçaria, etc. Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 8
  • 9. A arquitetura Rococó Princípios essenciais da arquitetura Rococó: Diferenciação dos edifícios de acordo com a sua função; Preocupação com os espaços interiores, a sua articulação e decoração; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 9
  • 10. R. Aubert, Palácio Biron, 1731, Paris (Museu Rodin; Boffrand, salão oval, Hotel Soubise, 1735 Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 10
  • 11. R. Aubert, Palácio Biron, 1731, Paris (Museu Rodin, planta; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 11/30
  • 12. Estruturas arquitectónicas com um traçado exterior simples com um interior muito decorado; Elementos decorativos barrocos acrescidos de conchas, algas marinhas, rocalhos (imitação de pedras, chinoiseries (lacas, porcelanas, sedas, etc.) Cuvilles, teatro Residenz, Munique, 1753 Residência Wurzburg Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 12/30
  • 13. Uso de materiais fingidos: falsos mármores (escariola); madeiras e estuques pintados, o fictício tornava-se realidade; Existe sobretudo arquitetura rococó civil (palácios e hotéis); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 13
  • 14. Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 14
  • 15. Características essenciais dos palácios: 2 andares; Fachadas alinhadas e alisadas; Poucos elementos decorativos no exterior, concentrados nas portas e janelas, nas ferragens e batentes; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 15
  • 16. Jacques-Ange Gabriel, Pavilhão Francês; Ferro forjado, Jardim das Tulherias Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 16/30
  • 17. Pavilhão de chá chinês Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 17/30
  • 18. Fonte de Trevi, Roma Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 18/30
  • 19. Utilização do ferro forjado (grades e portas); Os jardins integram a composição arquitetónica; Relvados com árvores, incluem pavilhões, lagos, pagodes chineses, etc; Os jardins eram o palco de festas e reuniões; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 19
  • 20. Sala Gasparini, Palácio Real de Madrid Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 20
  • 21. Interior dos edifícios: Habitação centrada no salão principal; As paredes estão cobertas de abundante decoração, os cantos e os limites das paredes desaparecem sob a decoração e os sofitos; Sofito: superfície curva que faz a ligação entre a parede e o teto; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 21
  • 22. Há um horror ao “vazio”; Como o Barroco coexistiu com o Rococó é frequente o palácio ou a igreja terem uma estrutura barroca e uma decoração rococó; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 22
  • 23. Baltasar Neumann, Abadia Vierzehnheiligen Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 23
  • 24. A arquitetura religiosa rococó existe sobretudo na Alemanha e Áustria; Exteriores simples, mas com muitas janelas; Decoração interior luxuriante; Zimmermann, Igreja Wies Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 24
  • 25. A Arte do Rococó o sentido da festa; a arte galante a escultura e a pintura
  • 26. Escultura rococó Giuseppe Gricci, Mater Dolorosa, porcelana, 1774, 39,4 cm altura Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 26
  • 27. Próxima da estética barroca pela expressão plástica mas Oposta pelas formas, conteúdos e objetivos; Falconet, estátua equestre do czar, Pedro, O Grande, bronze Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 27
  • 28. Claude Michel, La Gimbelette Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 28/30
  • 29. Giacomo Serpotta, relevo em estuque Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 29
  • 30. Ignaz Günther, São Korbiniano, Cupido Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 30
  • 31. Características principais da escultura Rococó: Novos cânones estéticos: linhas curvas e contracurvas mas mais delicadas e fluidas, em “S” ou “C”; Porcelana Biscuit Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 31
  • 32. Corpos alongados; Gestos graciosos, atitudes galantes; Grupos escultóricos as composições possuem movimento e ritmo, parecem dançar; P. Persico e T. Solari, Fonte de Diana, Nápoles, Jardins do Palácio Caserta Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 32
  • 33. Géneros escultóricos: Escultura decorativa, como parte integrante da arquitetura; Estatuária de pequeno porte, o chamado bibelot, destinavase a interiores; A tradição do bibelot iniciou-se neste época; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 33
  • 34. Novos materiais: Para além da pedra e bronze, utilizou-se: Madeira, argila, estuque, gesso e uma porcelana especial chamada biscuit; O biscuit foi o material mais utilizado, transformando-se numa verdadeira indústria; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 34
  • 35. Novos temas: Os temas “sérios” são substituídos por temas irónicos, jocosos, sensuais, eróticos e galantes; Na temática mitológica preferiram os deuses menores: Pã, Cupido, etc.; Temas profanos valorizam-se os aspetos pitorescos e frívolos; Temática religiosa: quase só existe na Alemanha; o dramatismo barroco é substituído por gestos galantes; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 35
  • 36. A arte do Rococó reflete uma nova maneira de sentir e viver a arte: A da Arte pela Arte. Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 36
  • 37. A pintura Rococó A pintura sobre tela A pintura foi o reflexo da sociedade aristocrática e festiva; A temática mais frequente são as festas, cenas pastoris e o retrato; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 37
  • 38. França Fragonard, O baloiço, 1766, óleo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 38
  • 39. Watteau, Peregrinação à ilha de Cítera, óleo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 39
  • 40. Boucher, O banho de Diana, 1766, óleo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 40
  • 41. Chardin, Natureza-morta, óleo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 41
  • 42. É em França que encontramos os pintores mais significativos: Jean Antoine Watteau (1648-1721), que realizou trabalhos sobre festas, cenas mitológicas e de género; François Boucher (1703-1770) que também foi ilustrador e gravador; Jean-Honoré Fragonard (1732-1806); Jean-Baptiste Chardin (1699-1779); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 42
  • 43. A pintura mural foi quase inexistente porque a maior parte da decoração mural consistia em pequenos painéis em tela que emolduravam a parede e tectos: Felipe Juvara, Palácio Stupinigni Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 43
  • 44. Da Europa para o Mundo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 44/
  • 45. O Rococó em Itália Giambattista Tiepolo, triunfo da Monarquia Espanhola (pormenor), Palácio Real, Madrid Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 45
  • 46. Na arquitetura, o Barroco continuou a dominar até ao século XVIII; O Rococó limita-se à decoração interior e à pintura decorativa mural; O maior artista é Giambatistta Tiepolo (1696-1770); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 46
  • 47. Pintura sobre tela é importante em Veneza, onde se retrata a cidade; António Canala (Canaletto) (1697-1768); Francesco Guardi (1712-1793); Na escultura o maior nome foi Giacomo Serpotta (16251732); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 47
  • 48. F. Guardi, A festa da Ascensão, óleo Porto de Veneza Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 48
  • 49. Canaletto, Praça de S. Marcos óleo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 49
  • 50. F. Guardi, Canaletto, óleo Porto de Veneza Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 50
  • 51. O Rococó na Europa Central e do Norte Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 51
  • 52. Foi nos países germânicos que o rococó foi melhor aplicado em termos estilísticos em termos de arquitetura; Na Suécia o rococó reflete-se apenas na decoração de interiores; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 52
  • 53. Na Inglaterra, para além da decoração de interiores, ressalta a pintura de: William Hogarth (1697-1764); Thomas Gainsborough (1727-1788); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 53
  • 54. T. Gainsborough, A carroça do Mercado e O passeio matinal W. Hogarth, Rapariga com cesto à cabeça Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 54
  • 55. O rococó em Espanha Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 55
  • 56. O Rococó espanhol resultou da influência do Churriguerismo, refletiu-se sobretudo na decoração de interiores; Na escultura a obra de Narciso Tomé (1690-1742), o retábulo da Catedral de Toledo foi uma obra emblemática; O estilo foi exportado para a América Latina; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 56
  • 57. G. Sacchetti, Palácio real Madrid Narciso Tomé, O retábulo Transparente, Catedral de Toledo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 57
  • 58. O Rococó em Portugal Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 58
  • 59. O maior arquitecto do rococó português foi André Ribeiro Soares da silva (1720-1769); Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 59
  • 60. André Soares, Capela da Santa Madalena, Falperra, Braga Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 60
  • 61. André Soares, Caso do Raio, Braga Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 61
  • 62. Após o terramoto surgiu um estilo mais sóbrio, o estilo pombalino; Devido à necessidade de reconstruir rapidamente; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 62
  • 63. A escultura Rococó entra em Portugal na segunda metade do século XVIII, na continuação da “Escola de Mafra”; O maior escultor deste período foi Machado de Castro (1731-18229; Surge a tradição dos presépios de barro, seguindo o gosto do bibelot; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 63
  • 64. Continua também a tradição dos retábulos em talha, a talha é aplicada a coches, bibliotecas e mobiliário; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 64
  • 65. Machado de Castro, Estátua equestre de D. José I; Presépio da Basílica da Estrela Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 65
  • 66. A pintura rococó não teve a importância da pintura barroca, aplicou-se sobretudo a retábulos, tetos e retratos; Foi uma arte menos elegante que a francesa; O principal pintor foi Pedro Alexandrino (1730-1810); Pedro Alexandrino, Salvador do Mundo Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 66
  • 67. A azulejaria continuou a desempenhar um papel importante na decoração; Foi retomada a policromia, sobretudo com a utilização do amarelo; Surgem várias escolas em Lisboa, Coimbra, Alcobaça e Porto; Quinta dos Azulejos, Paço do Lumiar, Lisboa Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 67
  • 68. O Rococó americano: o caso de Minas Gerais Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 68
  • 69. Quando o rococó entrou em decadência na Europa, a descoberta de ouro no Brasil criou as condições (económicas e culturais) para o desenvolvimento no Brasil; O maior arquiteto foi Manuel Francisco Lisboa, que projetou várias igrejas no estado de Minas Gerais; O seu filho António Francisco Lisboa, o Aleijadinho, colaborou com o pai, mas foi sobretudo um escultor e entalhador; Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 69
  • 70. A sua obra mais importante foram as 12 estátuas de Profetas do Antigo Testamento, que estão no adro da Igreja do Bom Jesus de Matosinhos; António Lisboa, o Aleijadinho, Profeta Joel, pedra-sabão Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 70
  • 71. António Lisboa, o Aleijadinho, Cristo transportando a cruz, madeira Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 Vítor Santos, Mod. 7, Curso de Turismo 71