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Portugal: da 1ª república à ditadura militar

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História - 9º ano
Apogeu e declínio da influência europeia
9.3.
Portugal: da I República à Ditadura
Militar
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2
A crise da monarquia
Apesar de Portugal continuar um país essencialmente
rural, as cidades cresceram e nelas desenvolveram-se a
classe média e o proletariado;
Os progresso ocorridos no ensino permitiram o
desenvolvimento da imprensa;
Estes fatores contribuíram para que nas últimas décadas
da monarquia se tivesse criado a opinião pública, fator
que os governos tiveram de passar a considerar;
3
Nas últimas décadas do século XIX, o país tomava
consciência dos seus problemas agravados com a crise
económica;
O descontentamento com a monarquia cresce:
O rotativismo partidário entre o Partido Progressista e o
Partido Regenerador provocava desânimo pois não
conseguiam resolver a crise económica. O rei era
culpado pela opinião pública por não conseguir que os
partidos resolvessem a situação;
4
A crise económica de 1880-1890 e a bancarrota de 1892
deixaram marcas na sociedade portuguesa apesar das
políticas protecionistas e de desenvolvimento industrial.
Os problemas estruturais não foram resolvidos (falta de
investimento em atividades produtivas, atraso da
agricultura, emigração). Sucedem-se vários escândalos
financeiros;
História 9º ano 5
O Ultimato inglês opondo-se ao mapa cor de rosa,
ameaçando recorrer à força contra Portugal foi aceite
pelo governo português, o que gerou muita contestação
entre a população. A monarquia foi acusada de não
defender os interesses nacionais;
Curiosidade – Nesta altura foi composto “A Portuguesa”, o atual
Hino Nacional. O atual verso “Contra os canhões marchar” na
versão inicial era “Contra os Bretões marchar”;
6
O Partido Republicano,
fundado em 1876,
conquistou grande parte
deste descontentamento,
sobretudo no seio da
classe média;
As suas críticas ao sistema
iam granjeando apoios;
Obteve 6% dos votos nas
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9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf

  • 1. História - 9º ano Apogeu e declínio da influência europeia 9.3. Portugal: da I República à Ditadura Militar http://divulgacaohistoria.com/
  • 2. 2 A crise da monarquia Apesar de Portugal continuar um país essencialmente rural, as cidades cresceram e nelas desenvolveram-se a classe média e o proletariado; Os progresso ocorridos no ensino permitiram o desenvolvimento da imprensa; Estes fatores contribuíram para que nas últimas décadas da monarquia se tivesse criado a opinião pública, fator que os governos tiveram de passar a considerar;
  • 3. 3 Nas últimas décadas do século XIX, o país tomava consciência dos seus problemas agravados com a crise económica; O descontentamento com a monarquia cresce: O rotativismo partidário entre o Partido Progressista e o Partido Regenerador provocava desânimo pois não conseguiam resolver a crise económica. O rei era culpado pela opinião pública por não conseguir que os partidos resolvessem a situação;
  • 4. 4 A crise económica de 1880-1890 e a bancarrota de 1892 deixaram marcas na sociedade portuguesa apesar das políticas protecionistas e de desenvolvimento industrial. Os problemas estruturais não foram resolvidos (falta de investimento em atividades produtivas, atraso da agricultura, emigração). Sucedem-se vários escândalos financeiros;
  • 5. História 9º ano 5 O Ultimato inglês opondo-se ao mapa cor de rosa, ameaçando recorrer à força contra Portugal foi aceite pelo governo português, o que gerou muita contestação entre a população. A monarquia foi acusada de não defender os interesses nacionais; Curiosidade – Nesta altura foi composto “A Portuguesa”, o atual Hino Nacional. O atual verso “Contra os canhões marchar” na versão inicial era “Contra os Bretões marchar”;
  • 6. 6 O Partido Republicano, fundado em 1876, conquistou grande parte deste descontentamento, sobretudo no seio da classe média; As suas críticas ao sistema iam granjeando apoios; Obteve 6% dos votos nas eleições de 1879 e 33% em 1884;
  • 7. 7 Princípios do Partido Republicano: Separação da Igreja e do Estado (laicização do Estado); Justiça social; Abolir a monarquia e implantar uma república.
  • 8. 8 Em 31 de janeiro de 1891, dá-se no Porto uma tentativa de derrube da monarquia e implantação da República realizada por militares; A tentativa gorou-se mas era um sinal do descontentamento popular que grassava entre a população; A agitação social, greves, protestos estudantis e contestação generalizada aos governos monárquicos vai aumentando; Criaram-se associações secretas com o intuito de derrubar a monarquia. A mais importante foi a Carbonária;
  • 9. 9 Em 1907, o rei D. Carlos dissolveu o parlamento e o primeiro-ministro, João Franco governa com plenos poderes, este período foi denominado a ditadura de João Franco, esta situação contribuiu para o reforço do descontentamento; O rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe foram assassinados (Regicídio) em Lisboa em 1908, por membros da Carbonária;
  • 10. 10 A Primeira República No dia 5 de Outubro é implantada a República em Portugal; Conta-me História – Implantação da República
  • 11. 11 Constitui-se um Governo Provisório presidido por Teófilo Braga; Em 1911 são realizadas eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte; Em 21 de agosto de 1911 é promulgada a Constituição da República Portuguesa; Em 24 de agosto, Manuel de Arriaga é eleito o primeiro Presidente da República Portuguesa;
  • 12. 12 A Constituição de 1911 estabelece que: Existe uma superioridade do poder legislativo. A Câmara dos Deputados e o Senado controla o governo, pode destituir o Presidente da República; Esta característica é uma das razões da instabilidade governativa em que vivei a Primeira República; O Presidente da República é uma figura simbólica, é eleito pelo parlamento e não pode vetar as leis; Estabelece-se o sufrágio direto e universal para os maiores de 21 anos alfabetizados ou que fossem chefes de família;
  • 13. 13 Os governos da República tiveram como principais linhas de atuação: A laicização do Estado, a separação do Estado e da Igreja (Lei da Separação do Estado e da Igreja); As medidas anticlericais foram mal aceites pelo povo profundamente católico e originou que a República perdesse uma grande parte do apoio;
  • 14. 14 Abolição definitiva da sociedade de ordens com a aniquilação definitiva dos privilégios do clero e da nobreza; Lei do divórcio; Defesa da justiça social, é promulgada a lei que reconhece o direito à greve, é instituído o descanso obrigatório para os trabalhadores ao domingo; Em 1916, é criado o ministério do Trabalho e da Previdência Social; O Registo Civil passa a obrigatório;
  • 15. 15 Desenvolveu-se o ensino público. A taxa de analfabetismo (76%) era uma das maiores da Europa; O ensino primário foi tornado obrigatório e gratuito; Foram criadas novas escolas e programas de formação de professores; Foram criadas as universidades do Porto e Lisboa;
  • 16. 16 A Primeira República não conseguiu resolver os problemas estruturais da sociedade portuguesa; Foi uma época extremamente conturbada devido a fatores internos e externos (1ª Guerra Mundial 1914- 1918);
  • 17. 17 Os governos da República nunca conseguiram uma estabilidade governativa, entre 1910 e 1926 existiram 39 governos; O Partido Republicano, devido a diferenças ideológicas, dividiu-se em três partidos: Partido Democrático (Afonso Costa), Partido Evolucionista (António José da Almeida) e União Republicana (Brito Camacho); Surgem outros partidos políticos: socialista, independentista, monárquico, esquerdista, etc.;
  • 18. 18 A oposição ao regime vai crescendo liderada pelos setores mais conservadores da sociedade: Igreja, devido ao anticlericalismo do regime; Os adeptos do retorno à monarquia; A alta burguesia descontente com a legislação de caráter social;
  • 19. O expansionismo europeu 19 Surge o Integralismo Lusitano, que agrupa os opositores monárquicos e religiosos; Este movimento apoiou várias tentativas de derrube da República (Monarquia do Norte (1919), Ditadura de Sidónio Pais (1917-1918); As lutas internas entre os partidos republicanos e a oposição dividiram o país e, por vezes, assumiram o carácter de guerra civil;
  • 20. 20 A situação económica e social do país era marcada por uma industrialização atrasada e Portugal permanecia essencialmente rural, setor que se opunha às tentativas de modernização da República; A produção continuava deficitária o que provocava a alta dos preços e a balança de pagamento do estado era negativa; Apesar de toda a legislação promulgada os operários e o campesinato viam-se numa miséria extrema e sujeitos aos abusos do patronato;
  • 21. 21 Esta situação provocou um descontentamento em muitos setores da população; No dia 28 de maio de 1926 dá-se um golpe militar que irá estabelecer uma nova ditadura em Portugal.
  • 22. 22 Bibliografia: Apresentação construída com base nos livros: Oliveira, Ana Rodrigues e outros, O fio da História, Texto Editora Neto, Helena e outros, História 9, Editora Santillana, 2014 Diniz, Maria Emília, Tavares, Adérito, Caldeira, Arlindo M., História 9, Raiz Editora, 2012 Amaral, Cláudia e outros, História sobre Investigação, Porto Editora, 2023