SlideShare uma empresa Scribd logo
Cultura da Gare
Entre a ilustração do sonho e a captação do real:
o romantismo
Apresentação concebida para o Curso
Profissional de Turismo
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
O Romantismo
(c. 1789-c. 1850)
O triunfo do indivíduo e da emoção;
o passado enquanto refúgio
Nos finais do século XVIII surge uma forte corrente antirracionalista
(anti neoclássico);
Valorizam a sensibilidade, os sentimentos e as emoções;
Para eles a arte não é um conjunto de regras académicas, mas uma
“revelação da alma”, produto da inspiração e do génio;

Friedrich, Snow
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

3
O Romantismo é um produto da época e das suas contradições:
Os princípios do individualismo, humanismo e nacionalismo
inerentes ao Liberalismo;
Do idealismo revolucionário, surge o herói romântico;
Desilusão causada pelo facto de a burguesia no poder ter virado
as costas ao povo e se ter transformado numa nova elite
dominadora;
O avanço da industrialização e urbanização e dos problemas
sociais daí decorrentes;
Das novas correntes do pensamento como Kant e Schelling e o
pessimismo de Schopenhauer;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

4
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

5
O Romantismo defende os seguintes princípios:
A interioridade, o mundo complexo dos sentimentos e das
emoções, os sonhos, os devaneios e as fantasias;
As viagens dentro de si mesmo, numa incansável fuga ao real (que
desilude e magoa);

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

6
O isolamento da alma na comunhão com a Natureza, na exaltação
do mundo rural, puro, e no interesse pelas sociedades primitivas
ou exóticas, não maculadas pela civilização oriental;
A valorização do passado de cada nação, cujas raízes mergulhavam
na Idade Média, agora idealizada através da literatura e das suas
ruínas;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

7
A convicção de que a arte é essencialmente inspiração e criação (não
nasce por receita ou academismo) e obedece unicamente a impulsos
pessoais;
O Romantismo quer libertar a criação artística das grandes teorias;
A necessidade de cultivar a diferença, modifica o estatuto do artista
na sociedade e coloca em questão a sua estabilidade material;
O pintor trabalha cada vez menos sob encomenda, porque ele quer
ter o controlo absoluto sobre as suas criações;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

8
A Arquitetura do Romantismo

Rejeitou as regras académicas da arquitectura neoclássica e
os princípios da ordem, da proporção, da simetria e da harmonia que
a caracterizaram;

Palácio da Pena, Sintra

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

9
Os arquitetos românticos procuraram a irregularidade, o
organicismo das formas, os efeitos de luz, o movimento, a
decoração pitoresca e exótica;
Tudo o que provocasse: encantamento, evasão, estimulasse os
sentidos e a imaginação, fosse um convite ao sonho e à fantasia,
evocação de realidades imaginárias ou distantes;
A arquitetura devia provocar emoções, motivar estados de
espírito e transmitir ideias;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

10
Jardim romântico com ruínas
Jardim com pagode chinês

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

11
No século XVIII surge um novo tipo de jardim, (oposto ao jardim
neoclássico: geométrico, racional), natural, selvagem com pavilhões
chineses ou falsas ruínas;
Deu menos importância aos aspetos técnicos e estruturais e
preocupou-se mais com a forma e a decoração;
Preferiam os materiais naturais mas utilizaram o ferro, o aço, o
tijolo, o vidro, etc.;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

12
A. Boileau, Igreja de Santo Eugénio, 1854, Paris
Finos pilares de ferro sustentam abóbadas semelhantes às
abóbadas góticas

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

13
A procura de uma nova estética, não conduziu a um novo estilo;
Levou à reprodução de estilos de outros tempos e outros
lugares;
Sobretudo os não influenciados pelo Classicismo (Idade Média e
países do Oriente e África);

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

14
Os revivalismos e ecletismos

Revivalismo ou historicismo – tendência para reviver estilos do
passado;
O contexto histórico-cultural da época fomentou:
O interesse pela história, o nacionalismo político, a valorização das
tradições nacionais, a exaltação do instinto, as desilusões provocadas
pelo Liberalismo e pela industrialização, o desejo de fuga ao
presente;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

15
A Idade Média foi a época de eleição do primeiro revivalismo,
sobretudo o Neogótico, mas também existiu o neorromânico;
O passado era apresentado como uma fonte de inspiração, a partir
da qual se pretendia construir o presente;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

16
O Neogótico começa a desenvolver-se em meados do século XVIII,
em Inglaterra;
Com os arquitetos Horace Walpole (1717-1785) e James Wyatt
(1748-1813);

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

17
Principais arquitetos do românico:
Ingleses: August Pugin (1762-1832); Augut Pugin, filho (18121852), John Ruskin (1818-1900), John Nash (1752-1835);
Franceses: Viollet-le-Duc (1814-1879);
Alemães: Georg von Dollmann (1750-1853);

Viollet-le-Duc afirmou que “O Gótico é superior ao classicismo,
da mesma forma que o cristianismo é superior ao paganismo”;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

18
Principais construções neogóticas:

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

19
Charles Barry e August Pugin, filho
Palácio do Parlamento, Londres

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

20
F. Bau e T. Ballu, Igreja de Santa Clotilde, Paris

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

21
G. Von Dollmann, Castelo de Neuschanstein, 1870, Baviera,
Alemanha

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

22
Ao longo do século XIX, foram-se desenvolvendo outros
revivalismos: neorromânico, Neorrenascentista, neoárabe,
Neobizantino, Neobarroco;
Procurando alimentar a imaginação romântica;
Em meados do século surgem os ecletismos: combinação de
vários estilos no mesmo edifício;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

23
Charles Garnier, Ópera de
Paris, 1862, combinação de
neoclássico e neobarroco

Desenvolveu-se um verdadeiro
“carnaval de estilos”, como o
designaram os críticos deste
revivalismo exagerado;
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

24
Os exotismos

John Nash, Pavilhão Real de Brighton, Inglaterra, 1821
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

25
O gosto pelas culturas exóticas deu origem aos exotismos;
É uma forma de alimentar o espírito romântico de fuga, de viagens, a
procura de terras e ambientes estranhos;
Desenvolve-se o colecionismo de estampas japonesas;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

26
A arquitetura recria ambientes de outras culturas, neo-hindu,
neoárabe, e outros estilos de influência chinesa e japonesa;

John Nash, Pavilhão Real de Brighton, Inglaterra, 1821, Salão
de Banquetes
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

27
Villaseca, Arco do Triunfo, Barcelona

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

28
A arquitetura romântica em Portugal

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

29
Na arquitetura o romantismo entrou em Portugal pela mão do
príncipe D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, marido de D. Maria II;
Encomendou ao engenheiro, barão de Eschwege, o Palácio da Pena,
em Sintra (1838-1868/1885);

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

30
D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885) empenhou-se
em atividades culturais;
Praticou o mecenato;
Participou ativamente no restauro de vários monumentos
nacionais;
Apaixonado pela Idade Média;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

31
Partilhou com o engenheiro de minas, Guilherme von Eschwege
(1777-1855) o projeto revivalista do Palácio da Pena;
A sua primeira ideia foi restaurar o antigo mosteiro:
A partir de 1840 o projeto sofreu modificações e surgiu o Palácio
Novo;

Palácio da Pena, planta
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

32
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

33
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

34
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

35
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

36
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

37
Palácio da Pena, salão árabe

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

38
Palácio da Pena

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

39
Em Portugal os revivalismo tiveram um carácter marcadamente
nacionalista, revivendo o período áureo dos Descobrimentos –
surge o Neomanuelino;

Luigi Manini, Palácio-Hotel do Buçaco, 1888-1907
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

40
L. Manini, Palácio da Regaleira, Sintra
José Luís Monteiro, Estação do Rossio, Lisboa

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

41
Albano Cascão, Palácio dos Pestanas, Porto, 1888; Costa Mota Tio,
Jazigo dos Condes do Amial, 1893; Adães Bermudes, Jazigo do
Visconde de Valmor (Neorromânico)

A predominância do Neomanuelino colocou em segundo plano o
Neogótico, que se concretizou em igrejas e jazigos fúnebres;
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

42
Os exotismos tiveram uma preferência pelo estilo Neoárabe, como
consequência da nossa história;

A. J. Dias da Silva, Praça de Touro do Campo Pequeno, 1892, Lisboa
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

43
James Knowles, Palacete de Monserrate, 1863, Sintra

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

44
Nos finais do século XIX, divulgam-se em Portugal, os ecletismos;

Palácio da Bolsa, Porto
Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

45
Palácio da Bolsa, Porto, Salão árabe

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

46
A pintura romântica
A pintura foi aquela em que o
ideário romântico melhor se
expressou, atingiu o seu
apogeu entre 1820 2 1850;
Antecedentes:
Pintura pré-romântica de
finais do século XVIII e do
grupo “Os Nazarenos” e dos
“Pré-Rafaelitas”;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

47
Nazarenos – Grupo de pintores alemães sediados em Roma;
Reagiram contra o academismo neoclássico, propuserem o
retorno a uma pintura mística de inspiração cristã que copiasse
a estética dos frescos renascentistas;

Pré-rafaelitas – grupo de pintores ingleses, surgido nos meados
do séc. XIX, que procuraram
recriar a pureza e a simplicidade da arte primitiva italiana
a arte produzida antes de Rafael, considerado o fundador do
academismo;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

48
Jonh Everett Millais – Ofélia Morta;
Burne-Jones – O rei Cophetua e a Mendiga

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

49
Os pintores românticos lutaram pela livre expressão;
Defendiam a imaginação, o sonho, os sentimentos, a sensibilidade;
Vão-se emancipar da encomenda, pintando segundo a inspiração;

Géricault, Retrato de um alienado

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

50
Surge uma pintura
individualizada:
Quer a nível temático
Quer a nível estilístico;

John Constable, Árvore

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

51
Eugéne Delacroix, A liberdade guiando o povo

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

52
Caspar David
Friedrich, Viajante
junto a um mar de
névoa

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

53
William Blake, Piedade, 1795, aguarela

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

54
Goya, O 3 de Maio em Madrid, 1814

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

55
John Constable, Catedral de Salisbury

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

56
Henri Füssli, O pesadelo

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

57
Eugéne Delacroix, Mulheres de Argel

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

58
William Turner, O Temerário (pormenor);
Incêndio no Parlamento

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

59
William Turner, Chuva, vapor, velocidade

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

60
Henri Füssli, O despertar de Belinda; Titânia, Bottom e as
Fadas

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

61
Eugéne Delacroix, Massacre
de Quios

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

62
Caspar David
Friedrich, O caçador
na floresta

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

63
Théodore Géricault, A jangada da Medusa

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

64
William Turner,
Funeral no mar

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

65
Goya, Nu

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

66
Eugéne Delacroix, Dante no Inferno

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

67
Eugéne Delacroix, Tânger

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

68
As temáticas românticas:

Históricas: preferência por temas medievais, com uma leitura
exaltada dos acontecimentos e a valorização do herói;
Literárias: inspiração na literatura do passado, sobretudo
medieval (romances de cavalaria);
Mitológicas: relevo para a mitologia cristã e nórdica;
Retrato: não apenas os retratos oficiais mas também de pessoas
anónimas, tentativa de realizar o retrato psicológico;
Costumes populares: feiras, romarias, festas, etc.;
Vida animal: animais selvagens;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

69
Temas inspirados no mundo do sonho (onírico): inspiração no
mundo interior, na imaginação, na fantasia, no subconsciente, no
absurdo;
Paisagens: retratada de uma forma bucólica ou dramática;
Temas exóticos: inspiração em civilizações não europeias, África,
China, Índia, etc.;

Temas da atualidade político-social da época: naufrágios,
revoltas sociais, lutas nacionalistas e independentistas;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

70
Os modos de execução (características estilísticas)

Existe uma grande diversidade estilística;
A pintura romântica é caracterizada pela espontaneidade e
individualismo;
Apresenta um tratamento realista da forma e a cor é utilizada de
uma forma livre, emocional;
Alguns autores apresentam significativas inovações:
Simplificação do desenho das formas e no tratamento do claroescuro;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

71
Traços estilísticos comuns:
Prevalece a cor sobre o desenho: paleta cromática variada,
fortes contrastes cromáticos,
intensos efeitos de claro-escuro;
A luz foi, frequentemente, focalizada para o assunto que se
queria evidenciar, iluminando sentimentos;
Utilizam, por vezes, sombras coloridas, conseguidas com cores
opostas, que ajudam a definir esta pintura vigorosa e dinâmica;
O assunto base era, muitas vezes, envolvido por um cenário
natural dramático, animado pela violência dos elementos, de
modo a reforçar a emotividade da cena principal;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

72
Pincelada larga, fluida, espontânea, definindo formas menos
nítidas (ao contrário dos nítidos contornos da pintura
neoclássica);
Composição com estruturas agitadas, movimentadas, linhas
obliquas e sinuosas que reforçam o dramatismo;
Figura humana por vezes representada em atitudes
contrastadas, reforçando o dramatismo;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

73
Principais pintores:
França: Théodore Géricault (1791-1824); Eugéne Delacroix (17981863);
Alemanha: Caspar David Friedrich (1774-1840);
Espanha: Francisco Goya (1746-1828);
Inglaterra: William Blake (1757-1827); John Constable (1776-18379;
William Turner (1755-1851);
Suíça: Henri Füssli (1741-1825);
Estados Unidos: Benjamim West (1738-1820); John Singleton
Copley (1738-1815);

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

74
A pintura romântica em Portugal

A estética romântica entrou tardiamente na pintura portuguesa;
Nunca possuiu um programa concreto nem objetivos bem
definidos;
Os temas pintados foram sobretudo cenas de género, e
paisagens, pintura histórica (sobretudo medieval) e festas
populares;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

75
Principais autores:
Augusto Roquemont (1804-1852);
Luís Pereira Meneses (1817-1878), excelente
retratista;
Tomás da Anunciação (1818-1879), pintor de
temas rurais e campestres;
João Cristino da Silva (1829-1877), paisagista e
pintor de género;
Leonel Marques Pereira (1828-1892), pintor de
costumes populares;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

76
Augusto Roquemont, Festa popular
Luís Pereira Meneses, retrato de D. Carlota

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

77
Tomás da Anunciação, Vista d’Amora

João Cristino da Silva, Cinco Artistas

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

78
Leonel Marques Pereira, Cena de Aldeia

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

79
A escultura romântica

Por exigência dos materiais em que se exprime (mármore,
bronze, madeira, etc.) a escultura tem uma conceção mais lenta
e por isso menos espontânea;
Esta situação opunha-se à espontaneidade defendida pelos
artistas românticos;
A escultura ocupou um lugar secundário no movimento
romântico;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

80
A escultura romântica teve um maior desenvolvimento em
França;
As temáticas mais usadas: Inspiradas na Natureza; Carácter
alegórico e fantasista; Temas históricos e literários; Retrato;
Procuram o sentido dramático, as emoções, os contrastes de luz
e sombra e cheio/vazio;
As composições são movimentadas;
Exaltação da expressividade;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

81
Para dar mais força a essa expressividade usaram, na técnica,
o acabamento rigoroso da tradição escultórica neoclássica,
juntamente com as novas técnicas do inacabado e
do propositadamente indefinido, realçadas pelas texturas
ásperas e contrastantes;
Rejeitam os cânones clássicos nas proporções e modelados dos
corpos como no tratamento das vestes;
As esculturas não representam um tipo, mas o indivíduo;
Emoções e sensações fortes substituem a frieza da escultura
neoclássica;
Intenso dinamismo e exotismo;

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

82
Principais autores:
August Préault (1809-1879);
François Rude (1784-1855);
Antoine Louis Barye (1796-1875);
Jean-Baptiste Carpeaux (1827-1904);

August Préault,
Massacre, Bronze

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

83
François Rude, A Marselhesa; Marechal Ney

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

84
Antoine Louis Barye, Jaguar

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

85
Jean-Baptiste Carpeaux, Ugolino; A dança; Cabeça de
Negra

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

86
Em Portugal, apesar da forte tradição neoclássica, distinguem-se
os seguintes escultores românticos:
Vítor Bastos (1828-1894);
Costa Mota Tio (1861-1930);
Anatole Camels (1822-1906), francês estabelecido em Portugal;

Vítor Bastos, Monumento
a Camões

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

87
Costa Mota Tio, Monumento a Afonso de Albuquerque

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

88
Anatole Camels, estátua
equestre de D. Pedro IV

Esta a apresentação foi construída tendo por
base o manual, História da Cultura e das Artes,,
Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011

Módulo 8, HCA, Curso de Turismo

89

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As grandes ruturas no início do seculo xx
As grandes ruturas no início do seculo xxAs grandes ruturas no início do seculo xx
As grandes ruturas no início do seculo xx
Ana Barreiros
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
Carla Freitas
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
Catarina Barbosa
 
Rococó
RococóRococó
Rococó
Ana Barreiros
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
Ana Barreiros
 
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
Hca Faro
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ana Barreiros
 
Módulo 8 - Naturalismo e Realismo
Módulo 8 - Naturalismo e RealismoMódulo 8 - Naturalismo e Realismo
Módulo 8 - Naturalismo e Realismo
Carla Freitas
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
Vítor Santos
 
A arquitetura do ferro e do vidro
A arquitetura do ferro e do vidroA arquitetura do ferro e do vidro
A arquitetura do ferro e do vidro
Carlos Pinheiro
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Carla Freitas
 
Naturalismo, realismo
Naturalismo, realismo Naturalismo, realismo
Naturalismo, realismo
Ana Barreiros
 
Módulo 9 arte e função
Módulo 9   arte e funçãoMódulo 9   arte e função
Módulo 9 arte e função
cattonia
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
Vítor Santos
 
Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
Cristina Verbitska
 
Arte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xixArte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xix
Ana Barreiros
 
A cultura do cinema
A cultura do cinema   A cultura do cinema
A cultura do cinema
Ana Barreiros
 
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismoMódulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Carla Freitas
 
Modulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCAModulo 9 de HCA
Naturalismo e Realismo na Pintura
Naturalismo e Realismo na PinturaNaturalismo e Realismo na Pintura
Naturalismo e Realismo na Pintura
Carlos Pinheiro
 

Mais procurados (20)

As grandes ruturas no início do seculo xx
As grandes ruturas no início do seculo xxAs grandes ruturas no início do seculo xx
As grandes ruturas no início do seculo xx
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
 
Rococó
RococóRococó
Rococó
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
 
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
Cultura da Gare - caso prático 2 Italian Family in Ferryboat Leaving Ellis Is...
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
 
Módulo 8 - Naturalismo e Realismo
Módulo 8 - Naturalismo e RealismoMódulo 8 - Naturalismo e Realismo
Módulo 8 - Naturalismo e Realismo
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
 
A arquitetura do ferro e do vidro
A arquitetura do ferro e do vidroA arquitetura do ferro e do vidro
A arquitetura do ferro e do vidro
 
Módulo 7 arquitetura neoclássica
Módulo 7   arquitetura neoclássicaMódulo 7   arquitetura neoclássica
Módulo 7 arquitetura neoclássica
 
Naturalismo, realismo
Naturalismo, realismo Naturalismo, realismo
Naturalismo, realismo
 
Módulo 9 arte e função
Módulo 9   arte e funçãoMódulo 9   arte e função
Módulo 9 arte e função
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
 
Romantismo em Portugal
Romantismo em PortugalRomantismo em Portugal
Romantismo em Portugal
 
Arte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xixArte em Portugal finais seculo xix
Arte em Portugal finais seculo xix
 
A cultura do cinema
A cultura do cinema   A cultura do cinema
A cultura do cinema
 
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismoMódulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
Módulo 8 - Do impressionismo ao Pós-impressionismo
 
Modulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCAModulo 9 de HCA
Modulo 9 de HCA
 
Naturalismo e Realismo na Pintura
Naturalismo e Realismo na PinturaNaturalismo e Realismo na Pintura
Naturalismo e Realismo na Pintura
 

Destaque

04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo
Vítor Santos
 
01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue
Vítor Santos
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
vitormbsantos
 
01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos
Vítor Santos
 
01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive
Vítor Santos
 
05 europa para o mundo
05 europa para o mundo05 europa para o mundo
05 europa para o mundo
Vítor Santos
 
02 arte rococó
02 arte rococó02 arte rococó
02 arte rococó
vitormbsantos
 
05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível
Vítor Santos
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
Vítor Santos
 
02 criar é provocar
02 criar é provocar02 criar é provocar
02 criar é provocar
Vítor Santos
 
06 arte e função
06 arte  e função06 arte  e função
06 arte e função
Vítor Santos
 
01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos
Vítor Santos
 
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
Vítor Santos
 
04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material
Vítor Santos
 
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
Vítor Santos
 
07 arte portuguesa
07 arte portuguesa07 arte portuguesa
07 arte portuguesa
Vítor Santos
 
03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal
Vítor Santos
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
Vítor Santos
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
Vítor Santos
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 

Destaque (20)

04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo04 para alem do impressionismo
04 para alem do impressionismo
 
01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue01 das revoluções à revolução blogue
01 das revoluções à revolução blogue
 
03 arte neoclássica
03 arte neoclássica03 arte neoclássica
03 arte neoclássica
 
01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos01 euforia das invenções alunos
01 euforia das invenções alunos
 
01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive01 a velocidade impoe se drive
01 a velocidade impoe se drive
 
05 europa para o mundo
05 europa para o mundo05 europa para o mundo
05 europa para o mundo
 
02 arte rococó
02 arte rococó02 arte rococó
02 arte rococó
 
05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível05 regresso ao mundo visível
05 regresso ao mundo visível
 
02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos02 a materialização da vida nos movimentos
02 a materialização da vida nos movimentos
 
02 criar é provocar
02 criar é provocar02 criar é provocar
02 criar é provocar
 
06 arte e função
06 arte  e função06 arte  e função
06 arte e função
 
01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos01 o fenómeno da globalização alunos
01 o fenómeno da globalização alunos
 
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea03 os caminhos da arquitetura contemporânea
03 os caminhos da arquitetura contemporânea
 
04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material04 a nova complexidade material
04 a nova complexidade material
 
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
04 vias de expressão da arte portuguesa contemporânea
 
07 arte portuguesa
07 arte portuguesa07 arte portuguesa
07 arte portuguesa
 
03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal03 os caminhos da abstração formal
03 os caminhos da abstração formal
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 

Semelhante a 02 romantismo

Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Susana Simões
 
05 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 105 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 1
Vítor Santos
 
01 a cultura do palácio
01 a cultura do palácio01 a cultura do palácio
01 a cultura do palácio
Vítor Santos
 
A Cultura do Salão
A Cultura do SalãoA Cultura do Salão
A Cultura do Salão
Dylan Bonnet
 
Neoclassicismo, romantismo e realismo
Neoclassicismo, romantismo e realismoNeoclassicismo, romantismo e realismo
Neoclassicismo, romantismo e realismo
Márcia Siqueira
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Viviane Marques
 
Resposta aos Objectivos de História
Resposta aos Objectivos de HistóriaResposta aos Objectivos de História
Resposta aos Objectivos de História
Filipe Machado
 
Romantismo 9º ano
Romantismo 9º anoRomantismo 9º ano
Romantismo 9º ano
josivaldopassos
 
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismoAula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Marcio Duarte
 
Histarte resumos
Histarte resumosHistarte resumos
Histarte resumos
Fernanda Duarte
 
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
Vítor Santos
 
oficinahg16.pptx
oficinahg16.pptxoficinahg16.pptx
oficinahg16.pptx
Juliana618850
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
IdinneyMax1
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
Vítor Santos
 
Renascimento Cultural Módulo
Renascimento Cultural Módulo Renascimento Cultural Módulo
Renascimento Cultural Módulo
CarlosNazar1
 
A arte no brasil império
A arte no brasil impérioA arte no brasil império
A arte no brasil império
Jesrayne Nascimento
 
Renascimento cultural 1
Renascimento cultural 1Renascimento cultural 1
Renascimento cultural 1
CarlosNazar1
 
3 a abertura europeia ao mundo
3   a abertura europeia ao mundo3   a abertura europeia ao mundo
3 a abertura europeia ao mundo
Maria Cristina Ribeiro
 
Capitulo 9
Capitulo 9Capitulo 9
Capitulo 9
Marcelo Pontes
 
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptxA Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
JoanaPereira737226
 

Semelhante a 02 romantismo (20)

Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
05 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 105 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 1
 
01 a cultura do palácio
01 a cultura do palácio01 a cultura do palácio
01 a cultura do palácio
 
A Cultura do Salão
A Cultura do SalãoA Cultura do Salão
A Cultura do Salão
 
Neoclassicismo, romantismo e realismo
Neoclassicismo, romantismo e realismoNeoclassicismo, romantismo e realismo
Neoclassicismo, romantismo e realismo
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Resposta aos Objectivos de História
Resposta aos Objectivos de HistóriaResposta aos Objectivos de História
Resposta aos Objectivos de História
 
Romantismo 9º ano
Romantismo 9º anoRomantismo 9º ano
Romantismo 9º ano
 
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismoAula 05 neoclassicismo-romantismo
Aula 05 neoclassicismo-romantismo
 
Histarte resumos
Histarte resumosHistarte resumos
Histarte resumos
 
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
01 cultura palco muitos palcos um espetaculo blogue
 
oficinahg16.pptx
oficinahg16.pptxoficinahg16.pptx
oficinahg16.pptx
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
 
Renascimento Cultural Módulo
Renascimento Cultural Módulo Renascimento Cultural Módulo
Renascimento Cultural Módulo
 
A arte no brasil império
A arte no brasil impérioA arte no brasil império
A arte no brasil império
 
Renascimento cultural 1
Renascimento cultural 1Renascimento cultural 1
Renascimento cultural 1
 
3 a abertura europeia ao mundo
3   a abertura europeia ao mundo3   a abertura europeia ao mundo
3 a abertura europeia ao mundo
 
Capitulo 9
Capitulo 9Capitulo 9
Capitulo 9
 
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptxA Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
A Arte do Século XIX - O Romantismo.pptx
 

Mais de Vítor Santos

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
Vítor Santos
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
Vítor Santos
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
Vítor Santos
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
Vítor Santos
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
Vítor Santos
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
Vítor Santos
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
Vítor Santos
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
Vítor Santos
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
Vítor Santos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
Vítor Santos
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
Vítor Santos
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
Vítor Santos
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
Vítor Santos
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
Vítor Santos
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
Vítor Santos
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
Vítor Santos
 

Mais de Vítor Santos (20)

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 
Cronologia prec
Cronologia precCronologia prec
Cronologia prec
 

Último

Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 

Último (20)

Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 

02 romantismo

  • 1. Cultura da Gare Entre a ilustração do sonho e a captação do real: o romantismo Apresentação concebida para o Curso Profissional de Turismo http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. O Romantismo (c. 1789-c. 1850) O triunfo do indivíduo e da emoção; o passado enquanto refúgio
  • 3. Nos finais do século XVIII surge uma forte corrente antirracionalista (anti neoclássico); Valorizam a sensibilidade, os sentimentos e as emoções; Para eles a arte não é um conjunto de regras académicas, mas uma “revelação da alma”, produto da inspiração e do génio; Friedrich, Snow Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 3
  • 4. O Romantismo é um produto da época e das suas contradições: Os princípios do individualismo, humanismo e nacionalismo inerentes ao Liberalismo; Do idealismo revolucionário, surge o herói romântico; Desilusão causada pelo facto de a burguesia no poder ter virado as costas ao povo e se ter transformado numa nova elite dominadora; O avanço da industrialização e urbanização e dos problemas sociais daí decorrentes; Das novas correntes do pensamento como Kant e Schelling e o pessimismo de Schopenhauer; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 4
  • 5. Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 5
  • 6. O Romantismo defende os seguintes princípios: A interioridade, o mundo complexo dos sentimentos e das emoções, os sonhos, os devaneios e as fantasias; As viagens dentro de si mesmo, numa incansável fuga ao real (que desilude e magoa); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 6
  • 7. O isolamento da alma na comunhão com a Natureza, na exaltação do mundo rural, puro, e no interesse pelas sociedades primitivas ou exóticas, não maculadas pela civilização oriental; A valorização do passado de cada nação, cujas raízes mergulhavam na Idade Média, agora idealizada através da literatura e das suas ruínas; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 7
  • 8. A convicção de que a arte é essencialmente inspiração e criação (não nasce por receita ou academismo) e obedece unicamente a impulsos pessoais; O Romantismo quer libertar a criação artística das grandes teorias; A necessidade de cultivar a diferença, modifica o estatuto do artista na sociedade e coloca em questão a sua estabilidade material; O pintor trabalha cada vez menos sob encomenda, porque ele quer ter o controlo absoluto sobre as suas criações; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 8
  • 9. A Arquitetura do Romantismo Rejeitou as regras académicas da arquitectura neoclássica e os princípios da ordem, da proporção, da simetria e da harmonia que a caracterizaram; Palácio da Pena, Sintra Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 9
  • 10. Os arquitetos românticos procuraram a irregularidade, o organicismo das formas, os efeitos de luz, o movimento, a decoração pitoresca e exótica; Tudo o que provocasse: encantamento, evasão, estimulasse os sentidos e a imaginação, fosse um convite ao sonho e à fantasia, evocação de realidades imaginárias ou distantes; A arquitetura devia provocar emoções, motivar estados de espírito e transmitir ideias; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 10
  • 11. Jardim romântico com ruínas Jardim com pagode chinês Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 11
  • 12. No século XVIII surge um novo tipo de jardim, (oposto ao jardim neoclássico: geométrico, racional), natural, selvagem com pavilhões chineses ou falsas ruínas; Deu menos importância aos aspetos técnicos e estruturais e preocupou-se mais com a forma e a decoração; Preferiam os materiais naturais mas utilizaram o ferro, o aço, o tijolo, o vidro, etc.; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 12
  • 13. A. Boileau, Igreja de Santo Eugénio, 1854, Paris Finos pilares de ferro sustentam abóbadas semelhantes às abóbadas góticas Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 13
  • 14. A procura de uma nova estética, não conduziu a um novo estilo; Levou à reprodução de estilos de outros tempos e outros lugares; Sobretudo os não influenciados pelo Classicismo (Idade Média e países do Oriente e África); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 14
  • 15. Os revivalismos e ecletismos Revivalismo ou historicismo – tendência para reviver estilos do passado; O contexto histórico-cultural da época fomentou: O interesse pela história, o nacionalismo político, a valorização das tradições nacionais, a exaltação do instinto, as desilusões provocadas pelo Liberalismo e pela industrialização, o desejo de fuga ao presente; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 15
  • 16. A Idade Média foi a época de eleição do primeiro revivalismo, sobretudo o Neogótico, mas também existiu o neorromânico; O passado era apresentado como uma fonte de inspiração, a partir da qual se pretendia construir o presente; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 16
  • 17. O Neogótico começa a desenvolver-se em meados do século XVIII, em Inglaterra; Com os arquitetos Horace Walpole (1717-1785) e James Wyatt (1748-1813); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 17
  • 18. Principais arquitetos do românico: Ingleses: August Pugin (1762-1832); Augut Pugin, filho (18121852), John Ruskin (1818-1900), John Nash (1752-1835); Franceses: Viollet-le-Duc (1814-1879); Alemães: Georg von Dollmann (1750-1853); Viollet-le-Duc afirmou que “O Gótico é superior ao classicismo, da mesma forma que o cristianismo é superior ao paganismo”; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 18
  • 19. Principais construções neogóticas: Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 19
  • 20. Charles Barry e August Pugin, filho Palácio do Parlamento, Londres Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 20
  • 21. F. Bau e T. Ballu, Igreja de Santa Clotilde, Paris Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 21
  • 22. G. Von Dollmann, Castelo de Neuschanstein, 1870, Baviera, Alemanha Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 22
  • 23. Ao longo do século XIX, foram-se desenvolvendo outros revivalismos: neorromânico, Neorrenascentista, neoárabe, Neobizantino, Neobarroco; Procurando alimentar a imaginação romântica; Em meados do século surgem os ecletismos: combinação de vários estilos no mesmo edifício; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 23
  • 24. Charles Garnier, Ópera de Paris, 1862, combinação de neoclássico e neobarroco Desenvolveu-se um verdadeiro “carnaval de estilos”, como o designaram os críticos deste revivalismo exagerado; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 24
  • 25. Os exotismos John Nash, Pavilhão Real de Brighton, Inglaterra, 1821 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 25
  • 26. O gosto pelas culturas exóticas deu origem aos exotismos; É uma forma de alimentar o espírito romântico de fuga, de viagens, a procura de terras e ambientes estranhos; Desenvolve-se o colecionismo de estampas japonesas; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 26
  • 27. A arquitetura recria ambientes de outras culturas, neo-hindu, neoárabe, e outros estilos de influência chinesa e japonesa; John Nash, Pavilhão Real de Brighton, Inglaterra, 1821, Salão de Banquetes Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 27
  • 28. Villaseca, Arco do Triunfo, Barcelona Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 28
  • 29. A arquitetura romântica em Portugal Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 29
  • 30. Na arquitetura o romantismo entrou em Portugal pela mão do príncipe D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, marido de D. Maria II; Encomendou ao engenheiro, barão de Eschwege, o Palácio da Pena, em Sintra (1838-1868/1885); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 30
  • 31. D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha (1816-1885) empenhou-se em atividades culturais; Praticou o mecenato; Participou ativamente no restauro de vários monumentos nacionais; Apaixonado pela Idade Média; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 31
  • 32. Partilhou com o engenheiro de minas, Guilherme von Eschwege (1777-1855) o projeto revivalista do Palácio da Pena; A sua primeira ideia foi restaurar o antigo mosteiro: A partir de 1840 o projeto sofreu modificações e surgiu o Palácio Novo; Palácio da Pena, planta Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 32
  • 33. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 33
  • 34. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 34
  • 35. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 35
  • 36. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 36
  • 37. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 37
  • 38. Palácio da Pena, salão árabe Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 38
  • 39. Palácio da Pena Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 39
  • 40. Em Portugal os revivalismo tiveram um carácter marcadamente nacionalista, revivendo o período áureo dos Descobrimentos – surge o Neomanuelino; Luigi Manini, Palácio-Hotel do Buçaco, 1888-1907 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 40
  • 41. L. Manini, Palácio da Regaleira, Sintra José Luís Monteiro, Estação do Rossio, Lisboa Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 41
  • 42. Albano Cascão, Palácio dos Pestanas, Porto, 1888; Costa Mota Tio, Jazigo dos Condes do Amial, 1893; Adães Bermudes, Jazigo do Visconde de Valmor (Neorromânico) A predominância do Neomanuelino colocou em segundo plano o Neogótico, que se concretizou em igrejas e jazigos fúnebres; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 42
  • 43. Os exotismos tiveram uma preferência pelo estilo Neoárabe, como consequência da nossa história; A. J. Dias da Silva, Praça de Touro do Campo Pequeno, 1892, Lisboa Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 43
  • 44. James Knowles, Palacete de Monserrate, 1863, Sintra Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 44
  • 45. Nos finais do século XIX, divulgam-se em Portugal, os ecletismos; Palácio da Bolsa, Porto Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 45
  • 46. Palácio da Bolsa, Porto, Salão árabe Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 46
  • 47. A pintura romântica A pintura foi aquela em que o ideário romântico melhor se expressou, atingiu o seu apogeu entre 1820 2 1850; Antecedentes: Pintura pré-romântica de finais do século XVIII e do grupo “Os Nazarenos” e dos “Pré-Rafaelitas”; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 47
  • 48. Nazarenos – Grupo de pintores alemães sediados em Roma; Reagiram contra o academismo neoclássico, propuserem o retorno a uma pintura mística de inspiração cristã que copiasse a estética dos frescos renascentistas; Pré-rafaelitas – grupo de pintores ingleses, surgido nos meados do séc. XIX, que procuraram recriar a pureza e a simplicidade da arte primitiva italiana a arte produzida antes de Rafael, considerado o fundador do academismo; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 48
  • 49. Jonh Everett Millais – Ofélia Morta; Burne-Jones – O rei Cophetua e a Mendiga Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 49
  • 50. Os pintores românticos lutaram pela livre expressão; Defendiam a imaginação, o sonho, os sentimentos, a sensibilidade; Vão-se emancipar da encomenda, pintando segundo a inspiração; Géricault, Retrato de um alienado Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 50
  • 51. Surge uma pintura individualizada: Quer a nível temático Quer a nível estilístico; John Constable, Árvore Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 51
  • 52. Eugéne Delacroix, A liberdade guiando o povo Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 52
  • 53. Caspar David Friedrich, Viajante junto a um mar de névoa Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 53
  • 54. William Blake, Piedade, 1795, aguarela Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 54
  • 55. Goya, O 3 de Maio em Madrid, 1814 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 55
  • 56. John Constable, Catedral de Salisbury Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 56
  • 57. Henri Füssli, O pesadelo Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 57
  • 58. Eugéne Delacroix, Mulheres de Argel Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 58
  • 59. William Turner, O Temerário (pormenor); Incêndio no Parlamento Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 59
  • 60. William Turner, Chuva, vapor, velocidade Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 60
  • 61. Henri Füssli, O despertar de Belinda; Titânia, Bottom e as Fadas Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 61
  • 62. Eugéne Delacroix, Massacre de Quios Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 62
  • 63. Caspar David Friedrich, O caçador na floresta Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 63
  • 64. Théodore Géricault, A jangada da Medusa Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 64
  • 65. William Turner, Funeral no mar Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 65
  • 66. Goya, Nu Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 66
  • 67. Eugéne Delacroix, Dante no Inferno Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 67
  • 68. Eugéne Delacroix, Tânger Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 68
  • 69. As temáticas românticas: Históricas: preferência por temas medievais, com uma leitura exaltada dos acontecimentos e a valorização do herói; Literárias: inspiração na literatura do passado, sobretudo medieval (romances de cavalaria); Mitológicas: relevo para a mitologia cristã e nórdica; Retrato: não apenas os retratos oficiais mas também de pessoas anónimas, tentativa de realizar o retrato psicológico; Costumes populares: feiras, romarias, festas, etc.; Vida animal: animais selvagens; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 69
  • 70. Temas inspirados no mundo do sonho (onírico): inspiração no mundo interior, na imaginação, na fantasia, no subconsciente, no absurdo; Paisagens: retratada de uma forma bucólica ou dramática; Temas exóticos: inspiração em civilizações não europeias, África, China, Índia, etc.; Temas da atualidade político-social da época: naufrágios, revoltas sociais, lutas nacionalistas e independentistas; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 70
  • 71. Os modos de execução (características estilísticas) Existe uma grande diversidade estilística; A pintura romântica é caracterizada pela espontaneidade e individualismo; Apresenta um tratamento realista da forma e a cor é utilizada de uma forma livre, emocional; Alguns autores apresentam significativas inovações: Simplificação do desenho das formas e no tratamento do claroescuro; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 71
  • 72. Traços estilísticos comuns: Prevalece a cor sobre o desenho: paleta cromática variada, fortes contrastes cromáticos, intensos efeitos de claro-escuro; A luz foi, frequentemente, focalizada para o assunto que se queria evidenciar, iluminando sentimentos; Utilizam, por vezes, sombras coloridas, conseguidas com cores opostas, que ajudam a definir esta pintura vigorosa e dinâmica; O assunto base era, muitas vezes, envolvido por um cenário natural dramático, animado pela violência dos elementos, de modo a reforçar a emotividade da cena principal; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 72
  • 73. Pincelada larga, fluida, espontânea, definindo formas menos nítidas (ao contrário dos nítidos contornos da pintura neoclássica); Composição com estruturas agitadas, movimentadas, linhas obliquas e sinuosas que reforçam o dramatismo; Figura humana por vezes representada em atitudes contrastadas, reforçando o dramatismo; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 73
  • 74. Principais pintores: França: Théodore Géricault (1791-1824); Eugéne Delacroix (17981863); Alemanha: Caspar David Friedrich (1774-1840); Espanha: Francisco Goya (1746-1828); Inglaterra: William Blake (1757-1827); John Constable (1776-18379; William Turner (1755-1851); Suíça: Henri Füssli (1741-1825); Estados Unidos: Benjamim West (1738-1820); John Singleton Copley (1738-1815); Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 74
  • 75. A pintura romântica em Portugal A estética romântica entrou tardiamente na pintura portuguesa; Nunca possuiu um programa concreto nem objetivos bem definidos; Os temas pintados foram sobretudo cenas de género, e paisagens, pintura histórica (sobretudo medieval) e festas populares; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 75
  • 76. Principais autores: Augusto Roquemont (1804-1852); Luís Pereira Meneses (1817-1878), excelente retratista; Tomás da Anunciação (1818-1879), pintor de temas rurais e campestres; João Cristino da Silva (1829-1877), paisagista e pintor de género; Leonel Marques Pereira (1828-1892), pintor de costumes populares; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 76
  • 77. Augusto Roquemont, Festa popular Luís Pereira Meneses, retrato de D. Carlota Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 77
  • 78. Tomás da Anunciação, Vista d’Amora João Cristino da Silva, Cinco Artistas Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 78
  • 79. Leonel Marques Pereira, Cena de Aldeia Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 79
  • 80. A escultura romântica Por exigência dos materiais em que se exprime (mármore, bronze, madeira, etc.) a escultura tem uma conceção mais lenta e por isso menos espontânea; Esta situação opunha-se à espontaneidade defendida pelos artistas românticos; A escultura ocupou um lugar secundário no movimento romântico; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 80
  • 81. A escultura romântica teve um maior desenvolvimento em França; As temáticas mais usadas: Inspiradas na Natureza; Carácter alegórico e fantasista; Temas históricos e literários; Retrato; Procuram o sentido dramático, as emoções, os contrastes de luz e sombra e cheio/vazio; As composições são movimentadas; Exaltação da expressividade; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 81
  • 82. Para dar mais força a essa expressividade usaram, na técnica, o acabamento rigoroso da tradição escultórica neoclássica, juntamente com as novas técnicas do inacabado e do propositadamente indefinido, realçadas pelas texturas ásperas e contrastantes; Rejeitam os cânones clássicos nas proporções e modelados dos corpos como no tratamento das vestes; As esculturas não representam um tipo, mas o indivíduo; Emoções e sensações fortes substituem a frieza da escultura neoclássica; Intenso dinamismo e exotismo; Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 82
  • 83. Principais autores: August Préault (1809-1879); François Rude (1784-1855); Antoine Louis Barye (1796-1875); Jean-Baptiste Carpeaux (1827-1904); August Préault, Massacre, Bronze Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 83
  • 84. François Rude, A Marselhesa; Marechal Ney Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 84
  • 85. Antoine Louis Barye, Jaguar Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 85
  • 86. Jean-Baptiste Carpeaux, Ugolino; A dança; Cabeça de Negra Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 86
  • 87. Em Portugal, apesar da forte tradição neoclássica, distinguem-se os seguintes escultores românticos: Vítor Bastos (1828-1894); Costa Mota Tio (1861-1930); Anatole Camels (1822-1906), francês estabelecido em Portugal; Vítor Bastos, Monumento a Camões Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 87
  • 88. Costa Mota Tio, Monumento a Afonso de Albuquerque Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 88
  • 89. Anatole Camels, estátua equestre de D. Pedro IV Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 Módulo 8, HCA, Curso de Turismo 89