[slides] Empreendedorismo (2015: 2º semestre)

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Slides da disciplina Empreendedorismo (2º semestre de 2015)

Turma: SIN-NA7

Versão final: 30/09/2015

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[slides] Empreendedorismo (2015: 2º semestre)

  1. 1. Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 SLIDES DAS AULAS
  2. 2. DATA DA AULA TÓPICOS ABORDADOS LINK 10/08/2015 Objetivo da disciplina e referências bibliográficas. Acesse 17/08/2015 Definições de projeto, gestão de projetos e empreendedorismo. Estudo de caso: Instituto Beleza Natural. Acesse 24/08/2015 O empreendedor. Acesse 26/08/2015 DesignThinking. Ideação. Acesse 14/09/2015 Business Model Canvas e Lean Canvas Acesse 16/09/2015 Lean Startup. Canvas x Plano de Negócios. Acesse
  3. 3. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 10/08/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  4. 4. COMBINANDO O JOGO
  5. 5.  Empreendedorismo:  Apresentar o conceito de empreendedorismo, incentivando a sua prática através da aplicação de ferramentas e análises de estudos de caso
  6. 6. Acreditem, outras sugestões de livros serão citadas durante as aulas...
  7. 7. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 17/08/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  8. 8. Entendimento sobre Gestão de Projetos e Empreendedorismo
  9. 9. 1. O que é um projeto? Citem exemplos. 2. O que é gestão de projetos? Por que é importante se preocupar com a forma como os projetos são gerenciados? 3. O que é empreendedorismo? 4. Qualquer pessoa pode empreender, ou esta é uma habilidade inata (que pertence ao ser desde o seu nascimento)? 5. “Um empreendedor de sucesso sempre estará focado no lucro.” O grupo concorda com esta afirmação? Justifiquem.
  10. 10. Analisando a atividade da aula passada...
  11. 11. Conjunto de atividades, com data de início e fim, a fim de alcançar um determinado objetivo. Exemplos: Desenvolver uma aplicação, construir uma casa e fazer uma viagem Intenção de fazer ou realizar algo no futuro com um planejamento, com uma descrição detalhada de um empreendimento a ser realizado, seja para uma correção ou melhoria.
  12. 12. Conjunto de atividades, com data de início e fim, a fim de alcançar um determinado objetivo. Exemplos: Desenvolver uma aplicação, construir uma casa e fazer uma viagem Intenção de fazer ou realizar algo no futuro com um planejamento, com uma descrição detalhada de um empreendimento a ser realizado, seja para uma correção ou melhoria.
  13. 13. Conjunto de atividades, com data de início e fim, a fim de alcançar um determinado objetivo. Exemplos: Desenvolver uma aplicação, construir uma casa e fazer uma viagem Intenção de fazer ou realizar algo no futuro com um planejamento, com uma descrição detalhada de um empreendimento a ser realizado, seja para uma correção ou melhoria.
  14. 14. Traçar planos para chegar a um destino / fim. Exemplos: Casamento e desenvolvimento de um softtware Conjunto de ações planejadas visando o desenvolvimento de um projeto / serviço / resultado, com um início e um término definidos. Exemplo: Planejamento de casamento e desenvolvimento de software.
  15. 15. Traçar planos para chegar a um destino / fim. Exemplos: Casamento e desenvolvimento de um softtware Conjunto de ações planejadas visando o desenvolvimento de um projeto / serviço / resultado, com um início e um término definidos. Exemplo: Planejamento de casamento e desenvolvimento de software.
  16. 16. Traçar planos para chegar a um destino / fim. Exemplos: Casamento e desenvolvimento de um softtware Conjunto de ações planejadas visando o desenvolvimento de um projeto / serviço / resultado, com um início e um término definidos. Exemplo: Planejamento de casamento e desenvolvimento de software.
  17. 17. É o gerenciamento do projeto para que o mesmo seja executado com eficiência. Organização e condução de atividades e recursos do projeto, além da mitigação de riscos e contemplação dos prazos. Garante a entrega do produto final do projeto com eficácia em relação aos recursos, tempo e custo. É a utilização de técnicas, ferramentas e conceitos para garantir o sucesso sem perdas e no tempo necessário. É a administração e organização das atividades. É importante para acompanhar a evolução do projeto.
  18. 18. É o gerenciamento do projeto para que o mesmo seja executado com eficiência. Organização e condução de atividades e recursos do projeto, além da mitigação de riscos e contemplação dos prazos. Garante a entrega do produto final do projeto com eficácia em relação aos recursos, tempo e custo. É a utilização de técnicas, ferramentas e conceitos para garantir o sucesso sem perdas e no tempo necessário. É a administração e organização das atividades. É importante para acompanhar a evolução do projeto.
  19. 19. É o gerenciamento do projeto para que o mesmo seja executado com eficiência. Organização e condução de atividades e recursos do projeto, além da mitigação de riscos e contemplação dos prazos. Garante a entrega do produto final do projeto com eficácia em relação aos recursos, tempo e custo. É a utilização de técnicas, ferramentas e conceitos para garantir o sucesso sem perdas e no tempo necessário. É a administração e organização das atividades. É importante para acompanhar a evolução do projeto.
  20. 20. É o gerenciamento do projeto para que o mesmo seja executado com eficiência. Organização e condução de atividades e recursos do projeto, além da mitigação de riscos e contemplação dos prazos. Garante a entrega do produto final do projeto com eficácia em relação aos recursos, tempo e custo. É a utilização de técnicas, ferramentas e conceitos para garantir o sucesso sem perdas e no tempo necessário. É a administração e organização das atividades. É importante para acompanhar a evolução do projeto.
  21. 21. É o gerenciamento do projeto para que o mesmo seja executado com eficiência. Organização e condução de atividades e recursos do projeto, além da mitigação de riscos e contemplação dos prazos. Garante a entrega do produto final do projeto com eficácia em relação aos recursos, tempo e custo. É a utilização de técnicas, ferramentas e conceitos para garantir o sucesso sem perdas e no tempo necessário. É a administração e organização das atividades. É importante para acompanhar a evolução do projeto.
  22. 22.  Definição do Dicionário Houaiss:  “ideia, desejo, intenção de fazer ou realizar (algo), no futuro; plano”  Definição do PMBOK, 5ª edição:  Um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.
  23. 23.  Algumas características de um projeto:  Objetivo e metas definidos  Início e fim definidos  São únicos (é improvável que você realize dois projetos exatamente iguais)  Entregas (conforme requisitos)  Possui premissas, restrições, partes interessadas (stakeholders) e patrocinador (sponsor)
  24. 24.  Exemplos:  Organização de uma festa de casamento  Desenvolvimento de um software  Implementação de um ERP  Construção de uma casa  Compra de um carro  Viagem  Trabalho de Conclusão do Curso
  25. 25.  Palavras-chave: Gestão e Gerir  Gestão:  “ato ou efeito de gerir; administração, gerência”  Fonte: Dicionário Houaiss  Gerir:  “exercer gerência sobre; administrar, dirigir, gerenciar”  Fonte: Dicionário Houaiss
  26. 26.  Definição do PMBOK, 5ª edição:  A aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos.
  27. 27. Administrar, direcionar e ter controle sobre o projeto
  28. 28. Qual é a forma correta de gerenciar um projeto?
  29. 29. Em setembro voltaremos ao tema Gestão de Projetos
  30. 30. Criar novos negócios visando torná-los algo de sucesso e lucrativo. Colocando as ideias em prática, tendo a disposição ou capacidade de coordenar e realizar projetos, serviços e negócios.
  31. 31. É a arte de transformar ideias em produtos. É a capacidade de transformar uma ideia em negócio. Ter ideias e conduzí-las (gerenciá-las) a fim de obter lucro.
  32. 32. É a arte de transformar ideias em produtos. É a capacidade de transformar uma ideia em negócio. Ter ideias e conduzí-las (gerenciá-las) a fim de obter lucro.
  33. 33. É a arte de transformar ideias em produtos. É a capacidade de transformar uma ideia em negócio. Ter ideias e conduzí-las (gerenciá-las) a fim de obter lucro.
  34. 34. É a arte de transformar ideias em produtos. É a capacidade de transformar uma ideia em negócio. Ter ideias e conduzí-las (gerenciá-las) a fim de obter lucro.
  35. 35.  Disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços, negócios  Inciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes, geralmente com alterações que envolvem inovação e riscos
  36. 36.  DISPOSIÇÃO ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços, negócios  INICIATIVA de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes, geralmente com alterações que envolvem inovação e riscos
  37. 37. Sim, porém algumas pessoas nascem com essa facilidade, mas algumas pessoas precisam de estudo para serem emprendedoras. Qualquer pessoa pode empreender, desde que ela saiba gerenciar sua ideia, ter uma visão globalizada, desenvolver a capacidade de enxergar oportunidades em qualquer lugar. Com prática e disciplina, somos todos empreendedores. Sim, desde que seja por livre por livre e espontânea vontade, porém pode se considerar que algumas pessoas já nascem com vocação para empreender.
  38. 38. Sim, porém algumas pessoas nascem com essa facilidade, mas algumas pessoas precisam de estudo para serem emprendedoras. Qualquer pessoa pode empreender, desde que ela saiba gerenciar sua ideia, ter uma visão globalizada, desenvolver a capacidade de enxergar oportunidades em qualquer lugar. Com prática e disciplina, somos todos empreendedores. Sim, desde que seja por livre por livre e espontânea vontade, porém pode se considerar que algumas pessoas já nascem com vocação para empreender.
  39. 39. Sim, porém algumas pessoas nascem com essa facilidade, mas algumas pessoas precisam de estudo para serem emprendedoras. Qualquer pessoa pode empreender, desde que ela saiba gerenciar sua ideia, ter uma visão globalizada, desenvolver a capacidade de enxergar oportunidades em qualquer lugar. Com prática e disciplina, somos todos empreendedores. Sim, desde que seja por livre por livre e espontânea vontade, porém pode se considerar que algumas pessoas já nascem com vocação para empreender.
  40. 40. Sim, porém algumas pessoas nascem com essa facilidade, mas algumas pessoas precisam de estudo para serem emprendedoras. Qualquer pessoa pode empreender, desde que ela saiba gerenciar sua ideia, ter uma visão globalizada, desenvolver a capacidade de enxergar oportunidades em qualquer lugar. Com prática e disciplina, somos todos empreendedores. Sim, desde que seja por livre por livre e espontânea vontade, porém pode se considerar que algumas pessoas já nascem com vocação para empreender.
  41. 41. Sim, porém algumas pessoas nascem com essa facilidade, mas algumas pessoas precisam de estudo para serem emprendedoras. Qualquer pessoa pode empreender, desde que ela saiba gerenciar sua ideia, ter uma visão globalizada, desenvolver a capacidade de enxergar oportunidades em qualquer lugar. Com prática e disciplina, somos todos empreendedores. Sim, desde que seja por livre por livre e espontânea vontade, porém pode se considerar que algumas pessoas já nascem com vocação para empreender.
  42. 42. Sim, pois o objetivo de qualquer empreendimento é o lucro. Ao enxergar oportunidades, o empreendedor já consegue imaginar o retorno que isso trará. Ele estará focado no lucro, porém tem uma preocupação junto ao projeto como um todo, para poder tornar real a ideia.
  43. 43. Sim, pois o objetivo de qualquer empreendimento é o lucro. Ao enxergar oportunidades, o empreendedor já consegue imaginar o retorno que isso trará. Ele estará focado no lucro, porém tem uma preocupação junto ao projeto como um todo, para poder tornar real a ideia.
  44. 44. Sim, pois o objetivo de qualquer empreendimento é o lucro. Ao enxergar oportunidades, o empreendedor já consegue imaginar o retorno que isso trará. Ele estará focado no lucro, porém tem uma preocupação junto ao projeto como um todo, para poder tornar real a ideia.
  45. 45. Não, mas sim em como contribuir com seu meio. O pagamento pode ser permuta e assim haverá harmonia. O que define o lucro é o capitalismo, necessário para a vida da empresa, pois o socialismo não é fator motivacional. Sim, pois ele demonstra que o negócio, produto e serviço atingiu um objetivo. Porém algumas vezes o lucro é apenas uma consequência.
  46. 46. Não, mas sim em como contribuir com seu meio. O pagamento pode ser permuta e assim haverá harmonia. O que define o lucro é o capitalismo, necessário para a vida da empresa, pois o socialismo não é fator motivacional. Sim, pois ele demonstra que o negócio, produto e serviço atingiu um objetivo. Porém algumas vezes o lucro é apenas uma consequência.
  47. 47. Não, mas sim em como contribuir com seu meio. O pagamento pode ser permuta e assim haverá harmonia. O que define o lucro é o capitalismo, necessário para a vida da empresa, pois o socialismo não é fator motivacional. Sim, pois ele demonstra que o negócio, produto e serviço atingiu um objetivo. Porém algumas vezes o lucro é apenas uma consequência.
  48. 48. Uma história que poderia ser sua...
  49. 49. Instituto Beleza Natural: Uma história que poderia ser sua!
  50. 50.  Rede voltada para tratamento de cabelos crespos  Público-alvo: Mulheres e homens da Classe C  Possui quase 30 lojas:  Rio de Janeiro  Salvador  Vitória  Belo Horizonte  São Paulo
  51. 51.  Em 2013 faturou R$ 180 milhões  Emprega mais de 3000 pessoas e atende, em média, 120 mil clientes por mês  Ticket médio: R$ 175,00  Até 2018...  120 salões  Filiais nos EUA
  52. 52.  ZicaAssis, fundadora do Beleza Natural, aparece entre as dez mulheres de negócios mais poderosas do país  Fonte: Forbes (www.forbes.com/pictures/eifl45ekgd/no-10-heloisa- helena-assis/)
  53. 53.  LeilaVelez, também fundadora do Beleza Natural, recebeu do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, o título de jovem líder global.  Fonte: Época (http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2014/07/leila- velez-e-preciso-quebrar-algema-dos-bpadroes-de-beleza-b.html)
  54. 54. Ou seja, é uma empresa relevante!
  55. 55. Mas será que sempre foi assim?
  56. 56.  Para saber mais:  http://belezanatural.com.br/wp- content/uploads/2013/08/Jornal-Valor-Econ%C3%B4mico- 1jul13-2.jpg  http://en.insper.edu.br/sites/default/files/Dona_Zica.pdf  http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/11/noticias/a_g azeta/economia/1039846-heloisa-assis-a-zica--quando-meu- cabelo-ficou-bonito-muita-gente-me-procurou.html  http://premioclaudia.abril.com.br/finalistas/heloisa-helena- assis/  http://www.endeavor.org.br/videos/start-up/day1/aprendendo- a-ser-empreendedor/a-formula-da-autoestima-zica-e-leila- velez-e-o-beleza-natural-day1
  57. 57. Vídeo disponível no endereço http://www.endeavor.org.br/videos/start-up/day1/aprendendo-a-ser-empreendedor/a-formula-da-autoestima-zica-e-leila-velez-e-o-beleza-natural-day1
  58. 58. O que este exemplo nos ensina?
  59. 59. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 24/08/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  60. 60. Instituto Beleza Natural: Uma história que poderia ser sua!
  61. 61. Vídeo disponível no endereço http://www.endeavor.org.br/videos/start-up/day1/aprendendo-a-ser-empreendedor/a-formula-da-autoestima-zica-e-leila-velez-e-o-beleza-natural-day1
  62. 62. O que este exemplo nos ensina?
  63. 63.  Alguns fatores críticos para um empreendimento ser bem sucedido:  Atitude e disposição!  Acreditar na causa (Paixão)!  Foco e persistência!  Desejo de construir uma história (ou, não querer “viver a vida de outros”) Cuidado com a busca por histórias inspiradoras!
  64. 64.  Alguns fatores críticos para um empreendimento ser bem sucedido:  Atitude e disposição!  Acreditar na causa (Paixão)!  Foco e persistência!  Desejo de construir uma história (ou, não querer “viver a vida de outros”) Pergunte a um empreendedor bem sucedido quantos livros de autoajuda ele leu.
  65. 65.  Alguns fatores críticos para um empreendimento ser bem sucedido:  Atitude e disposição!  Acreditar na causa (Paixão)!  Foco e persistência!  Desejo de construir uma história (ou, não querer “viver a vida de outros”)  Desapego dos ganhos financeiros...
  66. 66.  Alguns fatores críticos para um empreendimento ser bem sucedido:  Atitude e disposição!  Acreditar na causa (Paixão)!  Foco e persistência!  Desejo de construir uma história (ou, não querer “viver a vida de outros”)  Desapego dos ganhos financeiros...  Concordam?
  67. 67. Como as duas empreendedoras se complementam?
  68. 68. Como dosar empreendedorismo e gestão?
  69. 69. Um GESTOR pode EMPREENDER?
  70. 70. Empregado x Empreendedor
  71. 71. Fonte: Grupos de empreendedorismo no Facebook
  72. 72. Definições do livro O Segredo de Luísa
  73. 73. O empreendedor é um insatisfeito que transforma seu inconformismo em descobertas e propostas positivas para si mesmo e para os outros.
  74. 74. É alguém que prefere seguir caminhos não percorridos, que define a partir do indefinido, acredita que seus atos podem gerar consequências.
  75. 75. Empreendedorismo é atitude!
  76. 76. Não tente seguir a história de terceiros! Construa a sua história.
  77. 77. Empreendedorismo (ainda) não é um tema que faz parte da rotina do brasileiro.
  78. 78. Pesquisas acadêmicas identificaram alguns traços que acompanham os empreendedores bem-sucedidos:
  79. 79.  Tem iniciativa e necessidade de realização  É perseverante  Aprende com o fracasso  É um trabalhador incansável e um sonhador realista  Tem foco!  Conhece (e estuda) o ramo onde deseja atuar
  80. 80.  Tem iniciativa e necessidade de realização  Tem perseverança  Considera o fracasso um resultado como outro qualquer; aprende com resultados negativos, com os próprios erros  Tem grande energia. É um trabalhador incansável  Sabe fixar metas e atingí-las
  81. 81.  Tem sempre alto comprometimento. Crê no que faz  É um sonhador realista  É orientado para resultados, para o futuro, para o longo prazo  Conhece muito bem o ramo em que atua
  82. 82.  Define o que deve aprender (a partir do não definido) para realizar suas visões  Cria um método próprio de aprendizagem. Aprende a partir do que faz  Tem alta tolerância à ambiguidade e à incerteza; é hábil em definir a partir do indefinido
  83. 83.  Capacidade de influenciar as pessoas com as quais lida  Tece rede de relações  Sabe buscar, utilizar e controlar recursos  Tem um “modelo”, uma pessoa que o influencia  É líder
  84. 84.  Muitas das características listadas são aprendidas, outras já estão em você e são despertadas pela sua vontade de realizar os próprios sonhos
  85. 85. O empreendedor é alguém que busca resultados financeiros (ou, ficar rico)?
  86. 86. O empreendedor é alguém que busca resultados financeiros (ou, ficar rico)?
  87. 87. NÃO!
  88. 88. O empreendedor é um insatisfeito que transforma seu inconformismo em descobertas e propostas positivas para si mesmo e para os outros.
  89. 89. É alguém que prefere seguir caminhos não percorridos, que define a partir do indefinido, acredita que seus atos podem gerar consequências.
  90. 90.  O empreendedor pode sim desejar resultados financeiros...  Talvez não como objetivo final, mas como um caminho para algo maior O que você faria com R$ 10.000.000?
  91. 91.  Mas o empreendedor também pode estar buscando outro tipo de realização...  Promover o desenvolvimento da sua comunidade (trabalhos assistenciais, cooperativas, atividades culturais, etc.) Ser um agente de mudança do seu mundo
  92. 92. Erros e acertos com o empreendimento Células de Estudo
  93. 93.  Centralização  A preocupação com a integridade da marca Células de Estudo fez com que eu centralizasse diversas atividades de gestão, limitando a expansão do empreendimento
  94. 94.  Desejo de resolver tudo de uma vez (ou, abraçando o mundo) Fonte: http://nantboechat.blogspot.com.br/2008/10 /evangelizar-servindo-comunidade.html
  95. 95.  Desejo de resolver tudo de uma vez (ou, abraçando o mundo)  Talvez o correto teria sido aguardar os resultados da primeira Célula, validar o modelo (através de indicadores) e só depois buscar ampliar a atuação e focar em outras iniciativas  Foco na progressão lenta, mas consistente
  96. 96.  Definir uma missão e uma marca  Definir uma missão e uma marca – além de saber comunicá-los – foi um diferencial para conseguir espaço nas escolas e manifestar o interesse dos voluntários
  97. 97.  Construção de uma rede consistente  O processo de seleção de voluntários garantiu que somente aqueles realmente engajados na proposta do Células de Estudo participassem do empreendimento  Comunicação constante (através de relatórios e conversas informais) com os responsáveis pelo Escola da Família e Diretores das escolas fortaleceram a relação
  98. 98.  Organização  Mesmo na fase embrionária, o empreendimento foi organizado com documentos, apresentações e planilhas de controle (foco no necessário para a gestão)  Aplicação de conceitos do mundo corporativo  Aprendizado compartilhado com outros empreendimentos sociais
  99. 99.  Paixão e Atitude  Principal lição!  Provavelmente o empreendimento não surgiria sem a junção da PAIXÃO (acreditar na causa) com a ATITUDE (sair da zona de conforto)
  100. 100. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 26/08/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  101. 101. Ou, o gatilho do empreendedor!
  102. 102. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  103. 103.  Fonte: http://www.flickr.com/photos/sapiamaia/420 0296153/
  104. 104. Fonte: http://geradormemes.com/meme/ucn0wa
  105. 105. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  106. 106. Tá, mas como eu desenvolvo a minha ideia de empreendimento?
  107. 107. Calma, jovem... Vamos fazer um parênteses e conversar sobre Design Thinking
  108. 108. WTF O que é Design Thinking?
  109. 109. Ao ouvir a palavra design, provavelmente imaginamos algo assim...
  110. 110.  A palavra design é frequentemente associada a qualidade ou aparência de produtos  Mas o design como disciplina tem por objetivo máximo promover bem-estar na vida das pessoas
  111. 111.  O DesignThinking não é “coisa de designer”, mas reflete a essência do Design, que é o foco nas pessoas  Ele pega emprestado do Design o olhar necessário para criar coisas melhores para as pessoas
  112. 112.  DesignThinking não é um framework ou metodologia! É um modelo mental, um novo jeito de pensar e abordar os problemas  Para aplicá-lo, você pode (e deve) usar conceitos multidisplinares (desde psicologia atéTI)... Tudo depende do problema que precisa ser resolvido!
  113. 113. Três palavras que compõem a essência do Design Thinking: Empatia Colaboração Experimentação
  114. 114. Cara, o que isso tem a ver com empreendedorismo?!?!
  115. 115. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  116. 116.  A aplicação do DesignThinking vai ajudá-lo a entender PLENAMENTE a necessidade do seu público-alvo e a desenvolver a solução mais adequada Três palavras que compõem a essência do Design Thinking: Empatia | Colaboração | Experimentação
  117. 117. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  118. 118. Gerando novas ideias de modelos de negócios
  119. 119.  Processo criativo para gerar um grande número de ideias e isolar as melhores
  120. 120.  Possui duas fases principais... 1. Geração de Ideias: A quantidade é o que importa (brainstorming)! 2. Síntese: Onde as ideias são discutidas, combinadas e reduzidas a um pequeno número de opções viáveis
  121. 121. GERAÇÃO SÍNTESE
  122. 122.  Durante a ideação... 1. Ignorar o cenário atual pode trazer soluções promissoras 2. Não se concentre nas soluções disponíveis 3. Desafie as ortodoxias, não se prenda aos padrões 4. Sempre que possível, pense visualmente (cores e figuras ajudam a transmitir uma ideia)
  123. 123. Perigo!
  124. 124.  Selecionando as ideias... Cuidado para não selecionar uma ideia inovadora, mas que não é possível (ou, muito difícil) executar
  125. 125. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  126. 126. Mas como vamos discutir soluções para um problema que não conhecemos?
  127. 127. Desenvolvendo uma ideia
  128. 128.  Vocês são empreendedores em busca de uma nova oportunidade de negócio  Em grupos, realizem um brainstorming que busque soluções para os seguintes problemas...
  129. 129. Venho ao shopping somente para comprar meias, mas NUNCA encontro a loja na primeira tentativa!
  130. 130. Quero comprar uma nova casa, mas não sei por onde começar... É tudo tão complicado! Qual é a melhor forma de financiamento? É melhor comprar na planta? Quais empresas são confiáveis?
  131. 131. Como podemos achar bons pedreiros, jardineiros, eletricistas e encanadores? Como saber se estão cobrando corretamente?
  132. 132. Este restaurante é confiável? Não posso romper minha dieta!
  133. 133. Como saber onde meu ônibus está, quanto tempo vai demorar e se há outras opções para chegar no meu destino?
  134. 134. Ou algum problema que o grupo acreditar que representa uma oportunidade de negócio
  135. 135.  Infelizmente, não teremos tempo para fazer a “imersão” (empatia), mas a discussão entre o grupo costuma resultar em soluções interessantes
  136. 136.  Regras:  Definam um facilitador  Concentrem-se  Não julguem  Uma discussão por vez  Quantidade é o que importa  Pensem visualmente  Encorajem as ideias malucas  O facilitador deve trazer a discussão para o foco, sempre que necessário
  137. 137. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 14/09/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  138. 138. Ou, o gatilho do empreendedor!
  139. 139. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  140. 140. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  141. 141. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  142. 142. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  143. 143. Desenvolvendo a ideia de empreendimento
  144. 144. O problema! Solução 1 Solução 2 Solução 5 Solução 7 Solução 6 Solução 3 Solução 9 Solução 8 Solução 4 Solução 10 Solução 11 Solução 12 Solução 13 Solução 14 Solução 15 Solução 16 Solução 17
  145. 145. EasyShopObraFácil
  146. 146. Solução escolhida pelo grupo (mais viável) O que é necessário para “fazer acontecer”? Como faremos a “conta fechar”? (ou, quais serão as fontes de receita?)
  147. 147. EasyShopObraFácil
  148. 148. Acesse as imagens em alta resolução: Geração de Ideias: https://www.flickr.com/photos/alessandroalmeida/albums/7215765 7240627853 Síntese: https://www.flickr.com/photos/alessandroalmeida/albums/7215765 9155458568
  149. 149. GERAÇÃO SÍNTESE
  150. 150. Próximo passo...
  151. 151. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  152. 152. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  153. 153. Como o seu empreendimento vai funcionar?
  154. 154. Um Modelo de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização
  155. 155. Como documentar o nosso modelo de negócios?
  156. 156.  Documento onde o negócio é descrito nos detalhes pertinentes aos objetivos que visa cumprir e ao público a quem é apresentado  objetivos que visa cumprir...  desde um estudo da viabilidade da ideia até a obtenção de recursos para iniciar o empreendimento
  157. 157.  Pode ser um documento complexo...  Plano de Marketing ▪ Análise do mercado, dos concorrentes, dos fornecedores e dos clientes  Estratégia de Marketing ▪ Objetivos, produto, preço, distribuição, comunicação  Plano Financeiro ▪ Investimentos iniciais, apuração dos resultados, fluxo de caixa, ponto de equilíbrio  Produção e Operações ▪ Equipamentos  Etc...  ... e com dezenas de páginas
  158. 158.  Basicamente, sua construção é um exercício de pesquisa feito por um empreendedor...  Antes mesmo de ter começado a criar o produto
  159. 159.  Considera a premissa de que é possível responder a maioria das interrogações de um empreendimento, antes de colocar a ideia em prática
  160. 160. Somente após finalizar o plano de negócios o empreendimento entra em operação...
  161. 161. Mas, em poucas semanas ou meses, alguém pode REALIZAR a ideia que você teve hoje!
  162. 162. Por isso, talvez o modelo tradicional de Plano de Negócios fique obsoleto...
  163. 163. ...ou possa ser resultado de um trabalho mais dinâmico, colaborativo e centrado no cliente
  164. 164. Business Model Canvas: Se preparando para a execução!
  165. 165. Células de Estudo Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  166. 166. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  167. 167. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  168. 168. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  169. 169. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Principal: Doações (PF ou PJ) Venda de material didático (preço de custo) Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  170. 170. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Principal: Doações (PF ou PJ) Venda de material didático (preço de custo) Marca Voluntários Dinâmica inovadora Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  171. 171. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Principal: Doações (PF ou PJ) Venda de material didático (preço de custo) Criar material didático Promover os cursos e eventos Captação de recursos e de voluntários Marca Voluntários Dinâmica inovadora Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  172. 172. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Principal: Doações (PF ou PJ) Venda de material didático (preço de custo) Criar material didático Promover os cursos e eventos Captação de recursos e de voluntários Marca Voluntários Dinâmica inovadora Escolas Empresas ONGs Associações dos Bairros Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  173. 173. Células de Estudo Adolescentes Crianças Adultos Famílias dos participantes do projeto Somente moradores de regiões periférias (avaliar indicador: IDH?) Escolas públicas (rede estadual) ONGs da região? Rede de empregos Encontro anual das células APLs e Cooperativas Principal: Doações (PF ou PJ) Venda de material didático (preço de custo) Material didático Ajuda de custo para os voluntários Criar material didático Promover os cursos e eventos Captação de recursos e de voluntários Marca Voluntários Dinâmica inovadora Escolas Empresas ONGs Associações dos Bairros Promover a evolução cultural de crianças, jovens e adultos de comunidades carentes através da utilização de todos os recursos tecnológicos e pedagógicos disponíveis
  174. 174.  Para quem estamos criando valor?  Quem são os nossos clientes mais importantes?
  175. 175. Nespresso Residências Empresas
  176. 176.  Quais problemas de nossos clientes estamos ajudando a resolver? Quais necessidades estamos satisfazendo?  Quais pacotes de produtos e serviços estamos oferecendo a cada segmento de clientes?
  177. 177. Nespresso Expresso de alto nível e qualidade de restaurante em casa
  178. 178.  Através de quais canais os segmentos de clientes querem ser abordados?  Como iremos alcançar e nos comunicar com os Segmentos de Clientes?
  179. 179. Nespresso Nespresso Boutiques nespresso.comCall Center Revenda Pedido por correio
  180. 180.  Como conquistamos, mantemos e expandimos nossa base de clientes?  Quais tipos de relações desejamos estabelecer?  Pode variar desde relações pessoais até automatizadas
  181. 181. Nespresso Clube Nespresso
  182. 182.  Por qual benefício (valor) nossos clientes estão dispostos a pagar?  Por qual pagam atualmente?  Qual é o modelo de precificação?
  183. 183. Nespresso Principais receitas: Cápsulas Outras: Máquinas e Acessórios
  184. 184.  Quais são os recursos mais importantes exigidos pelas Propostas deValor, Segmentos de Clientes, Canais, Relações com os Clientes e Fontes de Receita para fazer o modelo de negócios funcionar?
  185. 185. Nespresso Canais de distribuição Fábricas Marcas Patentes do sistema
  186. 186.  Quais são as atividades mais importantes exigidas pelas Propostas deValor, Segmentos de Clientes, Canais, Relações com os Clientes e Fontes de Receita para fazer o modelo de negócios funcionar?
  187. 187. Nespresso Marketing Produção Logística
  188. 188.  Quem são os nossos principais parceiros e fornecedores?  Quais recursos cruciais estamos adquirindo de nossos parceiros?  Quais atividades cruciais nossos parceiros executam?
  189. 189. Nespresso Fabricantes de máquinas de café Produtores de café
  190. 190.  Quais os custos mais importantes em nosso modelo de negócios?  Dentre os principais recursos e atividades, quais são os mais caros?
  191. 191. Nespresso Fabricação Marketing Distribuição & Canais
  192. 192.  O Quadro do Modelo de Negócios permite a visualização dos nove componentes de um negócio em uma única página...
  193. 193. Referências: http://bmgenbrasil.com/ e http://www.businessmodelgeneration.com/ Nespresso Expresso de alto nível e qualidade de restaurante em casa Clube Nespresso Residências Nespresso Boutiques nespresso.comCall Center Revenda Principais receitas: Cápsulas Outras: Máquinas e Acessórios Fabricação Marketing Distribuição & Canais Marketing Produção Canais de distribuição Fábricas Marcas Patentes do sistema Fabricantes de máquinas de café Produtores de café Logística Empresas Pedido por correio
  194. 194. VALOR
  195. 195. EFICIÊN CIA
  196. 196.  Construção colaborativa!  Equipe  Clientes  Parceiros e Fornecedores  Todos que puderem contribuir!  Permite uma visão clara e rápida do modelo de negócios
  197. 197.  A construção do Quadro pode ser tão trabalhosa quanto a criação de um Plano de Negócios, mas o processo é menos burocrático...  E muito mais dinâmico e divertido!
  198. 198. Mais uma opção para definir o seu modelo de negócios
  199. 199.  A partir das ideias do Business Model Canvas, Ash Maurya criou o Lean Canvas
  200. 200.  A estrutura do Lean Canvas é semelhante ao BMC, mas o autor substituiu alguns componentes... Quadro do Modelo de Negócios Lean Canvas Principais parceiros O problema Principais atividades A solução Principais recursos Métricas principais Relações com os clientes Vantagem competitiva
  201. 201. Business Model Canvas
  202. 202. Lean Canvas
  203. 203.  www.strategyzer.com  www.leanstack.com
  204. 204. “Escrevendo” o nosso Modelo de Negócios (ou, construindo o nosso primeiro Canvas)
  205. 205.  Construam o Canvas da solução escolhida  As informações levantadas durante a Síntese são um ótimo ponto de partida  BMC ou Lean Canvas? Vocês escolhem!
  206. 206. AlessandroAlmeida | www.alessandroalmeida.com 16/09/2015 2° Semestre de 2015 SIN-NA7 Clique aqui para escolher outra aula
  207. 207. Ou, o gatilho do empreendedor!
  208. 208. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  209. 209. Uma ideia! Execução! Uma necessidade (minha ou de outra pessoa) Incômodo com alguma situação Ociosidade Crises Sofrimento ONDE TUDO COMEÇA:
  210. 210. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  211. 211. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  212. 212. Desenvolvendo a ideia de empreendimento
  213. 213. O problema! Solução 1 Solução 2 Solução 5 Solução 7 Solução 6 Solução 3 Solução 9 Solução 8 Solução 4 Solução 10 Solução 11 Solução 12 Solução 13 Solução 14 Solução 15 Solução 16 Solução 17
  214. 214. EasyShopObraFácil
  215. 215. Solução escolhida pelo grupo (mais viável) O que é necessário para “fazer acontecer”? Como faremos a “conta fechar”? (ou, quais serão as fontes de receita?)
  216. 216. EasyShopObraFácil
  217. 217. Acesse as imagens em alta resolução: Geração de Ideias: https://www.flickr.com/photos/alessandroalmeida/albums/7215765 7240627853 Síntese: https://www.flickr.com/photos/alessandroalmeida/albums/7215765 9155458568
  218. 218. GERAÇÃO SÍNTESE
  219. 219. Próximo passo...
  220. 220. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  221. 221. IDEAÇÃO CRIAÇÃO DO CANVAS
  222. 222. EasyShopObraFácil
  223. 223. Acesse as imagens em alta resolução: https://www.flickr.com/photos/alessand roalmeida/albums/72157659499548096
  224. 224.  Instituição humana projetada para criar novos produtos e serviços sob condições de extrema incerteza Ou seja: Um empreendimento
  225. 225.  Em vez de lançar um produto totalmente acabado, a partir de um plano de negócios, a ideia é testar hipóteses, apresentando um produto mínimo viável aos stakeholders  Hipóteses apresentadas no Canvas...
  226. 226.  Produto MínimoViável...  Maneira mais rápida de entregar valor para o cliente (produto ou serviço), obtendo feedbacks para rodar novamente o ciclo e gerar um novo produto mínimo viável
  227. 227.  Produto MínimoViável...  É definido na Proposta deValor do Canvas Qual será o produto mínimo viável?
  228. 228.  O foco é buscar um modelo de negócios adequado a partir da constante interação com o público-alvo
  229. 229. Planejamento Requisitos Análise & Design Implementação Teste Avaliação
  230. 230. Planejamento Requisitos Análise & Design Implementação Teste Avaliação Produto mínimo viável
  231. 231. Planejamento Requisitos Análise & Design Implementação Teste Avaliação Feedback de clientes
  232. 232. Jogarei fora meus livros sobre Plano de Negócios!!!
  233. 233. CANVAS PLANO DE NEGÓCIOS • Foco na entrega de valor no menor prazo possível (fluxo da startup enxuta) • Maior participação das partes interessadas no processo de criação • Dinamismo • Permite testar as hipóteses (fluxo da startup enxuta) • Apresentação simples pode ser essencial para a “venda” da ideia (pitch) • Análise detalhada do cenário • Mais planejamento • Foco na mitigação de riscos • Visão das possibilidades • Mais tempo para ter algum produto ou serviço disponível • Pode ser exigido pelos possíveis investidores
  234. 234. CANVAS PLANO DE NEGÓCIOS • Foco na entrega de valor no menor prazo possível (fluxo da startup enxuta) • Maior participação das partes interessadas no processo de criação • Dinamismo • Permite testar as hipóteses (fluxo da startup enxuta) • Apresentação simples pode ser essencial para a “venda” da ideia (pitch) • Análise detalhada do cenário • Mais planejamento • Foco na mitigação de riscos • Visão das possibilidades • Mais tempo para ter algum produto ou serviço disponível • Pode ser exigido pelos possíveis investidores
  235. 235. CANVAS PLANO DE NEGÓCIOS • Foco na entrega de valor no menor prazo possível (fluxo da startup enxuta) • Maior participação das partes interessadas no processo de criação • Dinamismo • Permite testar as hipóteses (fluxo da startup enxuta) • Apresentação simples pode ser essencial para a “venda” da ideia (pitch) • Análise detalhada do cenário • Mais planejamento • Foco na mitigação de riscos • Visão das possibilidades • Mais tempo para ter algum produto ou serviço disponível • Pode ser exigido pelos possíveis investidores
  236. 236.  O Canvas pode ser um ponto de partida para o Plano de Negócios...  Após vários ciclos de teste das hipóteses
  237. 237.  O Canvas pode ser um resumo do Plano de Negócios existente...  Para colher os benefícios da metodologia, você terá que assumir o risco de descartar o Plano de Negócios criado
  238. 238.  Eles também podem ser criados em paralelo...  Loucura!
  239. 239.  A combinação do DesingThinking + Canvas + metodologia Startup Enxuta pode ser o ideal para quem deseja empreender – principalmente – em negócios digitais...  Colaboração  Velocidade  Simplicidade  Participação constante do cliente
  240. 240.  O Plano de Negócios não pode ser ignorado, pois será útil para fornecer uma visão detalhada de como o empreendimento vai funcionar...  O empreendedor deve avaliar o melhor momento de construí-lo
  241. 241. 1. Assumir riscos racionalmente 2. Identificar oportunidades sistematicamente 3. Valorizar e buscar o conhecimento 4. Habilidade com a organização 5. Tomada de decisões como um processo
  242. 242. 6. Desenvolver a liderança 7. Dinamismo, nunca acomodação 8. Autonomia 9. Otimismo 10. “Tino” empresarial
  243. 243. Canvas doTCC
  244. 244.  Construam o Canvas doTCC...  BMC ou Lean Canvas? Vocês escolhem!
  245. 245. alessandro.almeida@uol.com.br www.slideshare.net/alessandroalmeida

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