Dor no pescoço e dor irradiada para o braço

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Aula de Reumatologia da Unilus

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Dor no pescoço e dor irradiada para o braço

  1. 1. DOR NO PESCOÇO E DOR IRRADIADA PARA O BRAÇO Alambert,PA
  2. 2. RELATO DO CASO  F.H.D.,36 anos,feminina,refere que há 3 meses vem apresentando quadro de dor no pescoço e irradiação de dor intermitente, em choque, para a face radial do braço, antebraço e polegar esquerdo. Virar a cabeça na direção da dor tende a exacerbar os sintomas.
  3. 3. EXAME FÍSICO DA COLUNA CERVICAL  Coluna Vertebral Curvaturas fisiológicas -Cifose torácica e sacral -Lordose cervical e lombar -Acentuação ou retificação das curvaturas
  4. 4. LORDOSE CERVICAL E LOMBAR
  5. 5. PALPAÇÃO DA COLUNA CERVICAL
  6. 6. EXAME FÍSICO DA COLUNA CERVICAL  ESTUDO DA MOBILIDADE 1-Rotação (D/E) 2-Flexão / Extensão 3-Flexão lateral ou Lateralização (D/E)
  7. 7. TESTE DE ADSON- COMPRESSÃOTESTE DE ADSON- COMPRESSÃO DA SUBCLÁVIADA SUBCLÁVIA  Com o paciente em posição sentada, mãos repousando sobre as coxas, o examinador palpa ambos os pulsos radiais quando o paciente rapidamente enche os pulmões com inspiração profunda e, contendo a respiração, hiperestende o pescoço e vira a cabeça para o lado 'afetado'. Se o pulso radial naquele lado for obliterado, o resultado é considerado positivo
  8. 8. EXAME NEUROLÓGICO C5  1-Motricidade: m. deltóide e m. bíceps  2-Reflexo: bicipital  3-Sensibilidade: dermátomo de C5
  9. 9. EXAME NEUROLÓGICO C7  1-Motricidade: m. tríceps e m. flexores do punho e m.extensores dos dedos  2-Reflexo: tricipital  3-Sensibilidade: dermátomo de C7
  10. 10. TESTE DE SPURLING A cabeça do paciente é rodada,de forma passiva, para o lado da dor e estendida. Uma leve pressão, direcionada para baixo, é então exercida sobre o topo da cabeça.
  11. 11. EXAME FÍSICO DO CASO APRESENTADO Teste de Spurling positivo a esquerda Reflexo braquioradial diminuido a esquerda Sensibilidade diminuida no polegar esquerdo
  12. 12. EXAMES SUBSIDIÁRIO  RXSinais indiretos  RNMpadrão -ouro  ENM Quando cirurgia for cogitada
  13. 13. RNM
  14. 14. HERNIA DE DISCO CERVICAL  As hérnias discais são patologias que fazem parte do quadro de degeneração da coluna, tendo sua origem ligada ao desgaste das estruturas do disco.  Se a coluna lombar sofre principalmente por ser a região que suporta maiores cargas, a coluna cervical também sofre um desgaste muito grande, principalmente devido a sua grande mobilidade.
  15. 15. HERNIA DE DISCO CERVICAL  Hérnias discais cervicais assintomáticas estão presentes em pelo menos 25% das pessoas de 50 anos.  As hérnias discais sintomáticas, quer dizer, aquelas que provocam problemas clínicos, e são consideradas uma doença, ocorrem também na região cervical, apresentando um quadro de sintomas bastante diferenciado.
  16. 16. HERNIA DE DISCO CERVICAL  Do ponto vista anatômico, as hérnias discais cervicais são muito semelhantes às da região lombar, ou seja, tratam-se de fragmentos do disco intervertebral que se deslocam, devido a rupturas ocorridas na periferia do disco, e acabam comprimindo as estruturas nervosas próximas .
  17. 17. QUADRO CLÍNICO  Os sintomas das hérnias cervicais, devido sua localização na parte mais alta da coluna faz com elas atinjam nervos com distribuições bem distintas.  As hérnias cervicais podem provocar sintomas não só de compressão dos nervos, mas também de compressão da própria medula.
  18. 18. QUADRO CLÍNICO  As hérnias cervicais podem ser responsáveis por três tipos principais de sintomas: cervicalgia, braquialgia, e mielopatia.
  19. 19. CERVICALGIA  A cervicalgia nada mais é do que dor no pescoço, na região cervical. Embora seja muito freqüente nos caso de hérnia, a dor cervical é um sintoma pouco específico, que pode ser causado por inúmeros problemas além das hérnias cervicais, desde a má postura, até as deformidades do pescoço.
  20. 20. BRAQUIALGIA  Braquialgia é a dor irradiada para o braço, que vem a ser o sintoma mais típico da hérnia discal cervical. Geralmente esta braquialgia vem acompanhada de dor cervical, podendo então ser chamada de cervicobraquialgia.  Esta dor é provocada pela compressão que a hérnia faz nas raízes dos nervos que se distribuem nos braços, sendo equivalente à dor ciática,
  21. 21. MIELOPATIA  A mielopatia é o quadro provocado pela compressão da medula cervical. Nem todas as hérnias cervicais comprimem a medula, apenas aquelas de tamanho maior, e que se deslocam para a parte mais central do canal  A existência de mielopatia significa sofrimento do tronco nervoso principal daquela região, existindo risco de lesões definitivas, irreversíveis, que podem comprometer os movimentos e a sensibilidade de todo o corpo do pescoço para baixo, deixando seqüelas muito graves.
  22. 22. DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS  Radiculite cervical  Distensão cervical  Dor miofascial cervical  Síndrome facetária  Neuralgia occipital  Dor discogênica  Mielopatia cervical  Síndrome do Desfiladeiro torácico  Síndrome de Parsonage-Turner
  23. 23. TRATAMENTO  FISIOTERRAPIA-Mecânica postural, exercícios de fortalecimento.  AINES  GELO  RELAXANTE MUSCULAR  GABAPENTINA  PREGABALINA  INFILTRAÇÃO EPIDURAL  CIRURGIA

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