Epidemiologia ClínicaGerenciamento da clínicaRicardo Alexandre de Souza
EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA
Conceito de epidemiologia• Ciência que estuda a distribuição e os determinantes dosproblemas de saúde em populações humana...
Mais um dia na UBSFHomem de 52 anos entra no seu consultóriopreocupado com dor no peito. Início há 2semanas, quando ele co...
Perguntas• Muitas perguntas estão na mente dessapessoa:• Estou doente? Quão certo está você? Comoisso irá me afetar? O que...
Conceito da Epidemiologia Clínica• É a ciência de fazer predições sobre pacientesindividualmente ao levar em consideraçãoe...
GERENCIAMENTO DA CLÍNICA
Gerenciamento da clínicaA o eficiente de qualquer ciorequer alguns requisitos sicos: nio datecnologia, uma equipe de traba...
Mitzenberg (2006) nos ensina que a estrutura deuma organização é definida como a soma dosprocessos pelos quais o trabalho ...
Abordagem de processosA abordagem da gestao de processos avaliaaspectos chave do gerenciamento de qualquerclínica ou consu...
RotinaPara analisar as rotinas do seu centro de saúde inicie com um levantamentosimples, mensurando tempo para cada ativid...
Reflexão• Para o mapeamento de atividades, reúna suaequipe e faça um brainstorming sobre osprocessos. Reflita, revise e re...
A GESTÃO DA CLÍNICA
A Gestão da Clínica• Tem como objetivo assegurar padrões clínicosótimos e, conseqüentemente, melhorar aqualidade das práti...
A GESTÃO DA CLÍNICAOs instrumentos tecnológicos: Gestão de patologia (Gestão da condição de saúde)Gestão de casosAudito...
Diretrizes clínicasSão instrumentos de normalização do padrãodo cuidado em saúde.Propósito: orientar os profissionais de...
Diretrizes clínicasFunções primordiais:GerencialEducacionalComunicacional(MENDES, 2002)
Diretrizes clínicasFunções gerencial:Controlar a variabilidade clínica nos serviços desaúde;Instrumentalizar os profissi...
Diretrizes clínicasFunções educacional:Instrumentos de normalização: devem sertransformados em produtos de educação parap...
Diretrizes clínicasFunções comunicacional:Contribuir para mudar o comportamento dosprofissionais e dos usuários em relaçã...
Diretrizes clínicasDiretrizes clínicas:Dois instrumentos:Linhas-guia.Protocolos clínicos(MENDES, 2002)
Linhas-guiaNormalizam todo o processo de atenção, emtodos os pontos de atenção, considerando-se aAPS como coordenadora(ME...
Linhas-guiaNormalizam todo o processo de atenção àsaúde,em todos os pontos de atenção.
Protocolos clínicosNormalizam o padrão de atendimento àdeterminada patologia ou condição, identificandoas ações de preven...
Protocolos clínicosObjetivo de prestar a atenção à saúdeadequada em relação a partes do processo dacondição/patologia e e...
Protocolos clínicos elinhas-guiaExemplo:Normalização da atenção ao pré-natal, ao partoe ao puerpério, em todos os pontos ...
Protocolos clínicos elinhas-guiaLinha-guia: desenvolvida por grau de risco,envolve a estratificação de risco.Ex: uma lin...
Protocolos clínicos elinhas-guiaProtocolos clínicos: normalizam parte doprocesso da condição ou patologia, num únicoponto...
Diretrizes clínicasAssim, pode-se dizer que as diretrizes clínicasdevem orientar as equipes de saúde quanto aoplanejament...
DIRETRIZCLÍNICAMUDANÇA DECOMPORTAMENTODOS PROFISSIONAISMUDANÇA DECOMPORTAMENTODOS USUÁRIOSMELHORIA GERENCIAL EDUCAÇÃO PER...
AS DIRETRIZES CLÍNICAS DA SES
A GESTÃO DE PATOLOGIAS(Gestão da condição de saúde)
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAConsiste no desenvolvimento de um conjunto deintervenções educacionais e gerenciais,relati...
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAEnvolve intervenções na promoção da saúde,na prevenção da condição ou doença e, no seutrat...
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAÉ uma mudança radical naabordagem clínica.
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIASupera o modelo médico individual a um doente,ações curativas e reabilitadoras PARA...Uma ...
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAÊnfase: na promoção da saúde e/ou açãopreventiva, ou a atenção adequada, comintervenção pr...
O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAIndicada: para o manejo das condições crônicasque demandam atenção por longo tempo e emdif...
GESTÃO DE CASOS
CONCEITO DE GESTÃO DECASOS É um processo que se desenvolve entre o gestor decaso e o usuário do serviço de saúde para pla...
CONCEITO DE GESTÃO DECASOSEssência? Relação próxima e personalizada entre o um gestorde caso e um usuário do serviço de s...
GESTÃO DE CASOSObjetivos: advogar as necessidades e expectativas deusuários em situação especial prover o serviço certo ...
GESTÃO DE CASOSPermiteIdentificar as pessoas com maior risco,acompanhar e controlar o curso da doença.Assim, é possível ...
GESTÃO DE CASOSGestor de casoPode ser um enfermeiro ou assistente social.Em alguns casos: grupo de profissionais.
GESTÃO DE CASOSUm bom gestor de caso?Fundamental: conhecer a natureza dosserviços oferecidos em toda a redeassistencial, ...
GESTÃO DE CASOSGestor de caso?Responsabiliza-se por uma pessoa em toda aduração da condição/doença e analisa anecessidade...
GESTÃO DE CASOSGestor de caso?Deve coordenar a atenção, utilizando-se dosserviços que compõem o sistema e observar oplano...
PRONTUÁRIO CLÍNICOMinistério da Saúde“ Prontuário é todo acervo documentalpadronizado, organizado e conciso referenteao r...
PRONTUÁRIO CLÍNICOProntuário EletrônicoConcentra as distintas interações do pacientecom o sistema da saúde, de formaestru...
AUDITORIA NA CLÍNICAAnalisa, de forma sistemática e crítica, aqualidade da atenção à saúde, avaliandodiagnóstico e tratam...
Assim...
Onde estamos ?VOLTADO PARAINDIVÍDUOSOndepretendemoschegar ?VOLTADO PARAUMAPOPULAÇÃOFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A ...
Onde estamos ?O SUJEITO É OPACIENTEOndepretendemoschegar ?O SUJEITO ÉAGENTE DE SUASAÚDEFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (200...
Onde estamos ?REATIVOOndepretendemoschegar ?PROATIVOFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS...
Onde estamos ?ÊNFASE NAS AÇÕESCURATIVASOndepretendemoschegar ?ATENÇÃOINTEGRALFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO...
A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXIAssim, as transformações sãonecessárias para que ocorrame...
Onde estamos ?CUIDADOPROFISSIONALOnde pretendemoschegar ?CUIDADOMULTIPROFISSIONALFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GE...
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Epidemiologia clínica e gerenciamento da clínica

  1. 1. Epidemiologia ClínicaGerenciamento da clínicaRicardo Alexandre de Souza
  2. 2. EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA
  3. 3. Conceito de epidemiologia• Ciência que estuda a distribuição e os determinantes dosproblemas de saúde em populações humanas.• Ciência que estuda o processo saúde-doença nasociedade, analisando a distribuição populacional e osfatores determinantes do risco de doenças, agravos eeventos associados à saúde, propondo medidas específicasde prevenção, controle ou erradicação deenfermidades, danos ou problemas de saúde e deproteção, promoção ou recuperação as saúde individual ecoletiva, produzindo informação e conhecimento paraapoiar a tomada de decisão no planejamento, naadministração e na avaliação desistemas, programas, serviços e ações de saúde
  4. 4. Mais um dia na UBSFHomem de 52 anos entra no seu consultóriopreocupado com dor no peito. Início há 2semanas, quando ele começou a sentir uma dor emaperto no peito quando ele subia morros. O apertodurava de 2 a 3 minutos. Vários desconfortossimilares ocorreram desde então. Ele fuma ummaço de cigarros por dia e foi dito a ele que suapressão estava um pouco alta. Ele não tem outrascomorbidades ou algo de nota. Também não temuso de medicação. Um exame físico completo e ECGsão normais, exceto por uma pressão de 150/100
  5. 5. Perguntas• Muitas perguntas estão na mente dessapessoa:• Estou doente? Quão certo está você? Comoisso irá me afetar? O que pode ser feito emrelação a isso? Quanto irá me custar? O queirá alterar na minha vida? Que exames eudevo fazer?
  6. 6. Conceito da Epidemiologia Clínica• É a ciência de fazer predições sobre pacientesindividualmente ao levar em consideraçãoeventos em grupos de pacientes similares paraassegurar que as predições são acuradas. Aproposta da epidemiologia clínica édesenvolver e aplicar métodos de observaçãoclínica que levam a conclusões válidas porevitar por erros sistemáticos.
  7. 7. GERENCIAMENTO DA CLÍNICA
  8. 8. Gerenciamento da clínicaA o eficiente de qualquer ciorequer alguns requisitos sicos: nio datecnologia, uma equipe de trabalhocompetente, rigoroso controle dequalidade, sistema de o na medidaexata, lise de mercado, o da fatiade mercado a ser conquistada, controlefinanceiro, cumprimento de normas legais elise de risco.
  9. 9. Mitzenberg (2006) nos ensina que a estrutura deuma organização é definida como a soma dosprocessos pelos quais o trabalho pode serdividido e a a coordenação das atividadesrealizadas por cada indivíduo.
  10. 10. Abordagem de processosA abordagem da gestao de processos avaliaaspectos chave do gerenciamento de qualquerclínica ou consultório. Isso inclui o projeto e aprestação de serviços relacionados aospacientes, os processos de apoioadministrativo, financeiro e aquelesrelacionados aos fornecedores, ou seja, ogerenciamento de processos envolve todos osaspectos operacionais da clínica, que devem serdeterminados, coletados e depois analisados
  11. 11. RotinaPara analisar as rotinas do seu centro de saúde inicie com um levantamentosimples, mensurando tempo para cada atividade, frequência e o tipo oufunçãoFunção Diário2xsem3xsem4xsem5semCada15dDuração ResponsávelAcolhimento x 4h EnfermeiraPré-natal x 4h MFC/EnfVisita domiciliar x 3h MFC/Enf/TELimpeza doconsultóriox 15min/ TE/MFCReunião deequipex 2,5h Enfermeira
  12. 12. Reflexão• Para o mapeamento de atividades, reúna suaequipe e faça um brainstorming sobre osprocessos. Reflita, revise e refaça.• Descubra que processos existem dentro desua unidade e dentro de sua equipe.• Traga eficiência para os processos atuais
  13. 13. A GESTÃO DA CLÍNICA
  14. 14. A Gestão da Clínica• Tem como objetivo assegurar padrões clínicosótimos e, conseqüentemente, melhorar aqualidade das práticas clínicas(Department of Health, 1998)É o conjunto de instrumentos tecnológicos quepermite integrar os diversos pontos de atenção àsaúde para conformar uma rede de atenção àsaúde, capaz de prestar a atenção no lugar certo,no tempo certo, com o custo certo e a qualidadecerta(Mendes, 2002)
  15. 15. A GESTÃO DA CLÍNICAOs instrumentos tecnológicos: Gestão de patologia (Gestão da condição de saúde)Gestão de casosAuditoria clínicaListas de esperaDiretrizes Clínicas
  16. 16. Diretrizes clínicasSão instrumentos de normalização do padrãodo cuidado em saúde.Propósito: orientar os profissionais de saúdequanto às intervenções clínicas, pautadas emevidência científica.Busca: alcançar melhoria do atendimento.(EDDY, 1990)
  17. 17. Diretrizes clínicasFunções primordiais:GerencialEducacionalComunicacional(MENDES, 2002)
  18. 18. Diretrizes clínicasFunções gerencial:Controlar a variabilidade clínica nos serviços desaúde;Instrumentalizar os profissionais na tomada dedecisões;Homogeneizar as condutas clínicas.(MENDES, 2002)
  19. 19. Diretrizes clínicasFunções educacional:Instrumentos de normalização: devem sertransformados em produtos de educação paraprofissionais e usuários.(MENDES, 2002)
  20. 20. Diretrizes clínicasFunções comunicacional:Contribuir para mudar o comportamento dosprofissionais e dos usuários em relação à doençaou condição, alterando os indicadores de saúde.(MENDES, 2002)
  21. 21. Diretrizes clínicasDiretrizes clínicas:Dois instrumentos:Linhas-guia.Protocolos clínicos(MENDES, 2002)
  22. 22. Linhas-guiaNormalizam todo o processo de atenção, emtodos os pontos de atenção, considerando-se aAPS como coordenadora(MENDES, 2002)
  23. 23. Linhas-guiaNormalizam todo o processo de atenção àsaúde,em todos os pontos de atenção.
  24. 24. Protocolos clínicosNormalizam o padrão de atendimento àdeterminada patologia ou condição, identificandoas ações de prevenção, diagnóstico, cura/cuidadoou reabilitação em um ponto de atençãoespecífico.(MENDES, 2002)
  25. 25. Protocolos clínicosObjetivo de prestar a atenção à saúdeadequada em relação a partes do processo dacondição/patologia e em um ponto de atenção àsaúde específico.
  26. 26. Protocolos clínicos elinhas-guiaExemplo:Normalização da atenção ao pré-natal, ao partoe ao puerpério, em todos os pontos de atenção àsaúde: linha-guiaDetalhamento do diagnóstico e tratamento datoxoplasmose, uma parte de todo o processo:protocolo clínico.
  27. 27. Protocolos clínicos elinhas-guiaLinha-guia: desenvolvida por grau de risco,envolve a estratificação de risco.Ex: uma linha-guia não normaliza ações paragestante em geral, mas procura estratificar essacondição em grupos de risco que implicam emmanejos clínicos diferentes.
  28. 28. Protocolos clínicos elinhas-guiaProtocolos clínicos: normalizam parte doprocesso da condição ou patologia, num únicoponto de atenção do sistema integrado deserviços de saúde.Ex: protocolo pode ser desenvolvido para o usode determinado medicamento para umapopulação com uma dada condição
  29. 29. Diretrizes clínicasAssim, pode-se dizer que as diretrizes clínicasdevem orientar as equipes de saúde quanto aoplanejamento local, fornecendo indicadores,parâmetros e elementos para a construção de umsistema de informação gerencial, permitindo omonitoramento e avaliação das ações.(MENDES, 2002)
  30. 30. DIRETRIZCLÍNICAMUDANÇA DECOMPORTAMENTODOS PROFISSIONAISMUDANÇA DECOMPORTAMENTODOS USUÁRIOSMELHORIA GERENCIAL EDUCAÇÃO PERMANENTE EDUCAÇÃO EM SAÚDE DESENVOLVIMENTOGERENCIAL INSTRUMENTOSGERENCIAIS: PRONTUÁRIOCLÍNICO, AUDITORIA CLÍNICA,SISTEMA DE INFORMAÇÃOGERENCIALCONTRATUALIZAÇÃO DASEQUIPESFONTE: MENDES (2004)A IMPLANTAÇÃO DASLINHAS-GUIA
  31. 31. AS DIRETRIZES CLÍNICAS DA SES
  32. 32. A GESTÃO DE PATOLOGIAS(Gestão da condição de saúde)
  33. 33. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAConsiste no desenvolvimento de um conjunto deintervenções educacionais e gerenciais,relativas a determinada condição ou patologia,definidas pelas diretrizes clínicas, com o objetivode melhorar a qualidade da atenção à saúde e aeficiência dos serviços.FONTE: TODD & NASH (1997); COUCH (1998); MENDES (NO PRELO)
  34. 34. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAEnvolve intervenções na promoção da saúde,na prevenção da condição ou doença e, no seutratamento e reabilitação.Engloba o conjunto de pontos de atenção àsaúde de uma rede assistencial.
  35. 35. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAÉ uma mudança radical naabordagem clínica.
  36. 36. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIASupera o modelo médico individual a um doente,ações curativas e reabilitadoras PARA...Uma abordagem pautada numa populaçãoadscrita, identificando pessoas em risco deadoecer ou adoecidas.
  37. 37. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAÊnfase: na promoção da saúde e/ou açãopreventiva, ou a atenção adequada, comintervenção precoce objetivando melhoresresultados e menores custos.
  38. 38. O CONCEITO DE GESTÃODE PATOLOGIAIndicada: para o manejo das condições crônicasque demandam atenção por longo tempo e emdiferentes pontos de atenção à saúde.
  39. 39. GESTÃO DE CASOS
  40. 40. CONCEITO DE GESTÃO DECASOS É um processo que se desenvolve entre o gestor decaso e o usuário do serviço de saúde para planejar,monitorar e avaliar opções e serviços, de acordo comas necessidades da pessoa, com o objetivo depropiciar uma atenção de qualidade, personalizada ehumanizada
  41. 41. CONCEITO DE GESTÃO DECASOSEssência? Relação próxima e personalizada entre o um gestorde caso e um usuário do serviço de saúde.
  42. 42. GESTÃO DE CASOSObjetivos: advogar as necessidades e expectativas deusuários em situação especial prover o serviço certo ao usuário certo aumentar a qualidade do cuidado diminuir a fragmentação da atenção
  43. 43. GESTÃO DE CASOSPermiteIdentificar as pessoas com maior risco,acompanhar e controlar o curso da doença.Assim, é possível minimizar o custo dadoença, melhorar a qualidade e autonomia devida.
  44. 44. GESTÃO DE CASOSGestor de casoPode ser um enfermeiro ou assistente social.Em alguns casos: grupo de profissionais.
  45. 45. GESTÃO DE CASOSUm bom gestor de caso?Fundamental: conhecer a natureza dosserviços oferecidos em toda a redeassistencial, ser bom negociador e hábil nacomunicação.
  46. 46. GESTÃO DE CASOSGestor de caso?Responsabiliza-se por uma pessoa em toda aduração da condição/doença e analisa anecessidade da atenção e a propriedade dosserviços ofertados e recebidos.Assim...
  47. 47. GESTÃO DE CASOSGestor de caso?Deve coordenar a atenção, utilizando-se dosserviços que compõem o sistema e observar oplano terapêutico.
  48. 48. PRONTUÁRIO CLÍNICOMinistério da Saúde“ Prontuário é todo acervo documentalpadronizado, organizado e conciso referenteao registro dos cuidados prestados aopaciente e também os documentosrelacionados a essa assistência”.
  49. 49. PRONTUÁRIO CLÍNICOProntuário EletrônicoConcentra as distintas interações do pacientecom o sistema da saúde, de formaestruturada.
  50. 50. AUDITORIA NA CLÍNICAAnalisa, de forma sistemática e crítica, aqualidade da atenção à saúde, avaliandodiagnóstico e tratamento, uso dos recursos eos resultados para os paciente.
  51. 51. Assim...
  52. 52. Onde estamos ?VOLTADO PARAINDIVÍDUOSOndepretendemoschegar ?VOLTADO PARAUMAPOPULAÇÃOFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  53. 53. Onde estamos ?O SUJEITO É OPACIENTEOndepretendemoschegar ?O SUJEITO ÉAGENTE DE SUASAÚDEFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  54. 54. Onde estamos ?REATIVOOndepretendemoschegar ?PROATIVOFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  55. 55. Onde estamos ?ÊNFASE NAS AÇÕESCURATIVASOndepretendemoschegar ?ATENÇÃOINTEGRALFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  56. 56. A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXIAssim, as transformações sãonecessárias para que ocorramelhoria da qualidade daatenção à saúde.
  57. 57. Onde estamos ?CUIDADOPROFISSIONALOnde pretendemoschegar ?CUIDADOMULTIPROFISSIONALFONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007)A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DESAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI

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