SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS – FACIME
BACHARELADO EM ENFERMAGEM – 1º PERÍODO
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ENFERMAGEM
PROFESSORA: MARIA ELIANE MARTINS
TERESINA, JUNHO DE 2013.1
Desde sua “descoberta” em 1500 por
Pedro Álvares Cabral, o Brasil era visto
no exterior como o Paraíso Terreno, o
Éden perdido. De fato o novo mundo
encantava os europeus que aqui
chegavam;
Os recursos naturais eram
praticamente intocáveis, águas
puras, matas verdejantes e
ecossistemas preservados onde
os nativos, chamados de “índios”
pelos europeus viviam em
harmonia com a natureza
usando-a sem trazer danos a
mesma;
Os nativos habitam as regiões litorâneas do Brasil, eram fortes e sadios e
não tinham o menor conhecimentos sobre as doenças dos homens
brancos que, sobretudo aos grandes surtos epidêmicos que dizimavam a
população europeia.
 De paraíso tropical, o Brasil passou a
ser conhecido no século XVII como
inferno, uma vez que os brancos e os
africanos tinham poucas chances de
sobrevivência;
 Conflitos intensos com os indígenas
(muitas vezes iniciados pelas tentativas
dos colonizadores de escravizar os
nativos.)
As enfermidades tropicais que os
colonizadores não estava acostumados
e as diversas dificuldades matérias
foram os motivos pelo qual o homem
branco já não via o Brasil como um
paraíso e sim um verdadeiro inferno;
 As guerras constantes, o isolamento geográfico e as
doenças eram um grande entrave para colonização do
Brasil;
Então o Conselho Ultramarino Português teve que
intervir para poder garantir o acesso a saúde da
população da colônia;
Alem da dificuldade da falta de profissionais, os
poucos que estavam no território não conseguiam
desempenhar suas tarefas devido ao território ser
muito extenso e a população pobre de mais para pagar
as consultas e tratamentos;
A população tinha medo dos tratamentos (sangrias e
purgantes) muitas vezes ineficazes;
Os tratamentos muitas vezes deixavam a população
em estado mais grave, fato que fazia com que todos
procurassem curandeiros e tratamentos indígenas.
Sem serviços de saúde eficazes os médicos so
eram úteis em épocas de epidemias, na época
muito comum a varíola;
Provavelmente o “mal das bexigas” veio com os
escravos do continente africano;
Vitimou muitos índios e escravos que eram a
principal mão de obra dos sertões seja nos
engenhos do nordeste ou extração de ouro em
Minas Gerais;
Os doentes eram isolados da sociedade;
Nos surtos epidêmicos nem médicos e nem
curandeiros podiam ajudar a população, uma vez
que a prevenção era a única forma de evitar a
doença e devido a forma rudimentar em que era
feia a prevenção muitas pessoas se negavam a
submeter-se a técnicas preventivas dos médicos
(usava-se o pus).
•Com a vinda da família real ao Brasil em
1808, foi visto que o caos que reinava na
cidade do maior porto do país deveria chegar
ao fim;
•Assim dom João VI começou a dar
assistência ao problema da saúde o Rio de
Janeiro que virou centro de ações sanitárias;
•Ações essas para mudar a visão que o
exterior possuía do Brasil;
• Foram ciradas academia médico-cirtugicas
no Rio de Janeiro (1813) e na Bahia (1815),
depois foi criada a Imperial Academia de
Medicina (1829).
•As inovações foram muitas, porem
ineficazes;
• Os médicos da época não
sabiam o motivos das doenças
infectocontagiosas então
culpavam os viajantes que
circulavam pelo teritorio;
• Depois concluiram que os
estrangeiros é que disseminavam
as doenças assim começaram a
inspecionar os portos;
Depois foi exigido que todos da
corte se vacinassem como
forma de prevenção contra
varíola ;
Por fim alguns médicos
disseram que as enfermidades
aconteciam pelos miasmas que
era ar corrompido;
•Com a proclamação da República (1889) o ideal de
modernizar o Brasil a todo custo foi preconizado pelas
elites e grupos políticos da época;
•Começa o choque entre medicina tradicional e moderna;
•No início da república a desorganização dos serviços de
saúde facilitou a ocorrência de ondas de epidemias como:
febre amarela, peste bubônica, varíola e outras;
•Com as epidemias muitas pessoas ficavam
impossibilitadas de trabalhar e as doenças diminuíam a
produtividade do trabalhador e
para reverter esse quadro
foram criadas políticas
de saúde publica no
Brasil.
Os lucros com o café foram aplicados nas cidades, favorecendo a industrialização;
Modernização dos grandes portos;
Vinda de imigrantes;
A nova mentalidade nacional busca apoio no modelo médico europeu;
Forte higienização em São Paulo e no porto de Santos;
Aumento da fiscalização sanitária em ruas, casas e i ndustrias;
Início da era dos institutos de saúde;
Novas teorias foram aplicadas no cenário da saúde nacional, e descoberta dos de que os
mosquitos transmitiam doenças.
•Se nas cidades a população tinha assistência
precária, no campo praticamente não havia
assistência;
•A população recorria aos coronéis para poder ter
acesso a remédios, muitas vezes feitos de plantas e
ervas medicinais;
•Nas cidades as grandes aglomerações, a chegada
quase que incessante de imigrantes e as péssimas
condições de vida faziam com que as epidemias se
alastrassem de forma indiscriminada e muitas vezes
sem nenhum tipo de assistência.
•Correntes sobre a Eugenia surgiram na época.
O campo foi praticamente esquecido durante essa etapa da história
brasileira;
A maior quantidade de políticas voltadas ao saneamento e a saúde
forma feitas no Rio de Janeiro;
No Rio de Janeiro a higienização da cidade se tornou algo obrigatório e
de suma importância para o controle das epidemias;
Houve a destruição das favelas;
Com a adoção dessas medidas o Rio de Janeiro teve uma drástica
redução nos óbitos por epidemias;
Em São Paulo novas ruas foram abertas.muitos edifícios e fábricas foram
inaugurados e os pântanos drenados para o bem da saúde pública;
•Era perceptível que as novas políticas de saúde beneficiavam
apenas os ricos;
•As camadas mais pobres continuavam sofrendo com as
epidemias e as péssimas condições de vida;
•Assim com a crescente onda epidêmica nas camadas mais
baixas as políticas de intervenções médicas se tornavam cada
vez mais autoritárias e a população cada vez mais descontente
com esse cenário;
•Com a obrigatoriedade da vacina pelo congresso nacional (31
de outubro de 1904) a população se revoltou e deu inicio a
Revolta da Vacina;
•A revolta fez com que o governo retirasse a obrigatoriedade da
vacina e pressionasse as organizações de saúde por
estratégias mais eficazes.
O estado se desvincula
das oligarquias rurais;
Ampla reforma política
administrativa
Suspendeu a constituição de
1891 e governou por decretos
até 1934
Forte repressão a seus
opositores
De 1937 a 1945 Houve o
estado Novo, onde centralizou
todos os poderes suas mãos
Usava políticas públicas de caráter
populista para manter a
população subjulgada
•A área sanitária passou a compartilhar com o setor educacional um
ministério próprio;
•O Ministério fez amplas modificações nos serviços de saúde do pais, porem
apenas reforçava o controle do Estado sobe todos os setores do país;
•O estado tinha que zelar pelo bem estar da população;
•As inovações médico- hospitalares chegaram as pequenas vilas e cidades
porem nos estados mais ricos a intervenção federal não foi tão necessária;
•As verbas públicas usadas desde o inicio da república permitiram a criação
(em meados da década de 20) de uma sistema de saúde público
descentralizado e ajustado às questões sanitárias de cada estado;
•Com o fracasso em São Paulo fez com que os modelos de assistência
descentralizada fossem reutilizados e os tratamento fossem voltados apenas
para enfermidades especificas.
 Populismo direcionado a população
urbana;
 Intensa pressão popular por medidas
eficazes no setor de saúde;
 Caixas de aposentadoria e pensões e
institutos de previdências;
 Todos os órgãos sobre a tutela do
Estado;
 Pouca cobertura aos doentes graves;
 Serviço IRREGULAR;
 Legislação própria para tuberculosos
 Falta de amparo a que não possuía
carteira de trabalho;
 CONQUISTAS:
Assistência médica;
Licença remunerada;
Jornada de trabalho de oito horas.
 Movimentos educativos no início da
Republica;
 Panfletos educativos fornecidos pelo
ministério da saúde e da educação;
 A partir de 1938 passaram a ser divulgadas
via rádio;
 Cursos de formação das enfermeiras
sanitárias;
 O estado novo primou por educar a
população criando serviços especiais de
educação em saúde;
 Correntes racistas (de inspiração fascista)
ainda apoiavam a EUGENIA;
A partir de 1942 as políticas sanitárias
mudaram devido a adoção dos modelos norte-
americanos;
Apologia ao estilo de vida norte-americano.
 Disputas dentro do governo e entre as classes
dominantes foram um grande problema para criação de
políticas eficazes de saúde pública;
1953 Vargas cria o Ministério da Saúde ( resultado de
sete anos de debate);
 Precariedade na saúde pela falta de incentivos do
governo;
Falta de profissionais capacitados e de equipamentos;
Ineficácia do ministério no combate as doenças e nos
índices de mortalidade.
Alta burocracia;
A saúde no Regime Militar de 1964
O esvaziamento do Ministério da Saúde
O primeiro efeito do golpe militar sobre o MS foi a redução das verbas destinadas à saúde
pública
Em contradição, em nome da política de
“segurança e desenvolvimento”, cresceu o
orçamento dos ministérios militares,
transportes, indústria e comércio
A individualização da saúde
pública
O Ministério da Saúde
privilegiava a saúde como
elemento individual e não como
fenômeno coletivo
Epidemias silenciosas
Meningite: uma epidemia sob censura
Campanha de
vacinação de
1975, no bairro
da Lapa
O Estado e a Previdência social
INPS:
• Com sua criação, todos os órgãos foram
unificados.
• Ficou subordinado ao MS
• Deveria tratar dos doentes
individualmente
MPAS( Ministério da Previdência e
Assistência Social)
• Ao incorporar o INPS, o Ministério da
Previdência livrou-o das imposições do
Ministério do Trabalho
Dataprev:
• Para controlar a onda de corrupção,
pagamentos ilegais de serviços médicos
e aposentadorias “fantasmas”
Funrural( em 1971) :
• Estendia aos trabalhadores do campo
os direitos previdenciários.
PPA ( Plano de Pronta Ação) :
• Objetivo: acelerar o atendimento dos
casos médicos de urgência.
Sistema de Saúde Nacional ( em 1975):
• Finalidade de baratear e ao mesmo
tempo tornar mais eficazes as ações de
saúde em todo o país.
O Estado e a Previdência social: Acidentes e doenças de
trabalho
Saúde: um bom negócio para o capital estrangeiro
MmA entrada no país de um grande volume de capitais estrangeiros,
imediatamente deixou claro que o investimento na área de serviços médico-
hospitalares privados poderia ser um negócio extremamente lucrativo.
A presença do capital
estrangeiro também
pôde ser detectada na
indústria farmacêutica
CEME ( Central de Medicamentos), em 1971:
Com o objetivo de produzir, contratar e distribuir remédios essenciais
à população de baixa renda
A Saúde nos anos 80 e 90
A Crise da Saúde
Hospitais em precário estado de
funcionamento, dificuldades de encontrar
atendimento médico, mortes sem socorro
especializado: este tem sido o quadro a
que está submetida a maior parte da
população brasileira.
O País é assolado por
epidemias evitáveis, como
os surtos de coléra e dengue
Prev- Saúde, Conasp e AIS - mantiveram sempre a
mesma proposta:
 Reorganizar de forma racional as atividades de
proteção e tratamento da saúde individual e
coletiva, evitar as fraudes e lutar contra o
monopólio das emprasas particulares de saúde.
Movimentos Sociais
Com os novos ares da abertura política, os moradores da periferia dos grandes
centros começaram a lutar pela melhoria de suas condições de vida. O clima
político permitiu que a classe médica expressasse seu descontentamento com as
condições de trabalho que lhe eram impostas.
Conselhos Populares
de Saúde,
encarregados de
obter saneamento
básico e a criação de
hospitais e centros de
saúde nas áreas mais
carentes.
Conselho Popular
de Saúde em São
Paulo
O Sistema Unificado de Saúde
Cientes do péssimo estado de
saúde da população, os
profissionais de setor
organizaram-se na defesa da
profissão e dos diretos dos
profissionais
Desenvolveu-se o chamado
Movimento Sanitarista que ,
ao incentivar as discussões,
buscou encontrar respostas
para os dilemas da política
de saúde nacional
SUDS( Sistema Unificado de
Saúde):
Deveria constituir uma rede
hierarquizada e regionalizada, com
a participação da comunicade na
administração das unidades locais.
SUS (Sistema Unificado de Saúde):
Encarregado de organizar, no plano
regional, as ações do MS, do Inamps
e dos serviços de saúde estaduais e
municipais.
A epidemiologia da desigualdade
Na década de 90, o Brasil
continua sendo um país ferido
por desigualdades e injustiças.
Muitos municípios brasileiros
ainda não têm médico nem
unidades de assistência aos
enfermos, enquanto no eixo Rio-
São Paulo se concentram mais de
50% dos profissionais de saúde e
dos hospitais.
Distribuição regional-
Subnutrição e Saneamento
O resultado histórico da
subnutrição e da fome repercute
diretamente nas avaliações
sanitárias. As taxas de
mortalidade infantil do Nordeste
são assustadoras.
Junta-se a isso a escassez dos
serviços de saneamento básico e a
deficiente rede hospitalar, fazendo
com que os brasileiros da região
sofram de doenças típicas das
áreas pobres, como o cólera e a
febre tifoide.
TERESINA, JUNHO DE 2013.1

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Historia Da Enfermagem
Historia Da EnfermagemHistoria Da Enfermagem
Historia Da EnfermagemFernando Dias
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaCarla Couto
 
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3Cintia Colotoni
 
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.luzienne moraes
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemfnanda
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIADOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIAAna Carolina Costa
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeJesiele Spindler
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Rafaela Amanso
 
Lei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissionalLei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissionalanapatricialima
 
Saude da familia
Saude da familiaSaude da familia
Saude da familiakarensuelen
 
Administração em enfermagem hupe 2012
Administração em enfermagem hupe 2012Administração em enfermagem hupe 2012
Administração em enfermagem hupe 2012Ismael Costa
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005Rodrigo Abreu
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemPedro Miguel
 
Historia da enfermagem período pré-cristão
Historia da enfermagem   período pré-cristãoHistoria da enfermagem   período pré-cristão
Historia da enfermagem período pré-cristãoGilberto de Jesus
 
Ética e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagemÉtica e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagemluzienne moraes
 

Mais procurados (20)

Historia Da Enfermagem
Historia Da EnfermagemHistoria Da Enfermagem
Historia Da Enfermagem
 
Apresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletivaApresentação saude do idoso coletiva
Apresentação saude do idoso coletiva
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
 
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
Psicologia aula 4 resumo aulas 1 2-3
 
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEMSAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
 
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagem
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIADOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
Aula 01 O Hospital
Aula 01 O HospitalAula 01 O Hospital
Aula 01 O Hospital
 
Lei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissionalLei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissional
 
Saude da familia
Saude da familiaSaude da familia
Saude da familia
 
Administração em enfermagem hupe 2012
Administração em enfermagem hupe 2012Administração em enfermagem hupe 2012
Administração em enfermagem hupe 2012
 
SAÚDE COLETIVA
SAÚDE COLETIVASAÚDE COLETIVA
SAÚDE COLETIVA
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - Enfermagem
 
Historia da enfermagem período pré-cristão
Historia da enfermagem   período pré-cristãoHistoria da enfermagem   período pré-cristão
Historia da enfermagem período pré-cristão
 
HistóRia Da Enfermagem No Brasil
HistóRia Da Enfermagem No BrasilHistóRia Da Enfermagem No Brasil
HistóRia Da Enfermagem No Brasil
 
Ética e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagemÉtica e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagem
 

Destaque

Historia da Enfermagem
Historia da EnfermagemHistoria da Enfermagem
Historia da EnfermagemCélia Costa
 
Edith Piaff - Uma historia de amor
Edith Piaff - Uma historia de amorEdith Piaff - Uma historia de amor
Edith Piaff - Uma historia de amornikitasts
 
Enfermagem moderna no Brasil
Enfermagem moderna no BrasilEnfermagem moderna no Brasil
Enfermagem moderna no BrasilPedro Miguel
 
Wanda De Aguiar Horta V Final
Wanda De Aguiar Horta V FinalWanda De Aguiar Horta V Final
Wanda De Aguiar Horta V FinalMarcos Moraes
 
História da enfermagem do trabalho
História da enfermagem do trabalhoHistória da enfermagem do trabalho
História da enfermagem do trabalhoMarcos da Silva
 
Avaliação de etica e história da enfermagem
Avaliação de etica e história da enfermagemAvaliação de etica e história da enfermagem
Avaliação de etica e história da enfermagemfrizo1965
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemMarco Antonio
 
Etapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemEtapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemPaulo Aragão
 
Saúde pública no Brasil
Saúde pública no BrasilSaúde pública no Brasil
Saúde pública no BrasilAndreia Morais
 
Histórico de enfermagem
Histórico de enfermagemHistórico de enfermagem
Histórico de enfermagemRodrigo Bruno
 

Destaque (14)

Historia da Enfermagem
Historia da EnfermagemHistoria da Enfermagem
Historia da Enfermagem
 
Edith stein
Edith steinEdith stein
Edith stein
 
Edith Piaff - Uma historia de amor
Edith Piaff - Uma historia de amorEdith Piaff - Uma historia de amor
Edith Piaff - Uma historia de amor
 
Edith stein ppt
Edith stein   pptEdith stein   ppt
Edith stein ppt
 
Enfermagem moderna no Brasil
Enfermagem moderna no BrasilEnfermagem moderna no Brasil
Enfermagem moderna no Brasil
 
Florence Nightingale
Florence NightingaleFlorence Nightingale
Florence Nightingale
 
Wanda De Aguiar Horta V Final
Wanda De Aguiar Horta V FinalWanda De Aguiar Horta V Final
Wanda De Aguiar Horta V Final
 
Anos 90
Anos 90Anos 90
Anos 90
 
História da enfermagem do trabalho
História da enfermagem do trabalhoHistória da enfermagem do trabalho
História da enfermagem do trabalho
 
Avaliação de etica e história da enfermagem
Avaliação de etica e história da enfermagemAvaliação de etica e história da enfermagem
Avaliação de etica e história da enfermagem
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
 
Etapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemEtapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de Enfermagem
 
Saúde pública no Brasil
Saúde pública no BrasilSaúde pública no Brasil
Saúde pública no Brasil
 
Histórico de enfermagem
Histórico de enfermagemHistórico de enfermagem
Histórico de enfermagem
 

Semelhante a Histéria da enfemagem

Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptx
Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptxAula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptx
Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptxWanessaSales6
 
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaTopico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaAtividades Diversas Cláudia
 
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaTopico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaAtividades Diversas Cláudia
 
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptx
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptxHistória das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptx
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptxAnaPaulaCruz57
 
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasil
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasilAula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasil
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasilGuilherme Araújo
 
Evolução Histórica daSaúde, Constituição
Evolução Histórica daSaúde, ConstituiçãoEvolução Histórica daSaúde, Constituição
Evolução Histórica daSaúde, ConstituiçãoKaiannyFelix
 
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docx
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docxFACULDADE DE PARA DE MINAS.docx
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docxTaisdeJesusSantos
 
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República Velha
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República VelhaSaúde Pública no Brasil Colonia, Império, República Velha
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República VelhaAdhonias Moura
 
períodos evolutivos da enfermagem.pptx
períodos evolutivos da enfermagem.pptxperíodos evolutivos da enfermagem.pptx
períodos evolutivos da enfermagem.pptxJessiellyGuimares
 
A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil
 A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil
A Origem da Enfermagem Profissional no BrasilJean Pierre Claudino
 
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.doc
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.docA REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.doc
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.docGabrielAzevedodeOliv1
 
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022Márcia Lima
 
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)LeoNascimento29
 
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil Matriz das Políticas de Saúde no Brasil
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil Helenice Alexandrino
 

Semelhante a Histéria da enfemagem (20)

Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptx
Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptxAula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptx
Aula-Início-da-Saúde-no-Brasil.pptx
 
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaTopico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
 
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplicaTopico resistencias e conflitos na primeira repuplica
Topico resistencias e conflitos na primeira repuplica
 
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptx
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptxHistória das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptx
História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil - N1 (1) (1).pptx
 
História da Medicina no Brasil
História da Medicina no BrasilHistória da Medicina no Brasil
História da Medicina no Brasil
 
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasil
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasilAula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasil
Aula 2 -_histria_da_sade_pblica_no_brasil
 
História das Doenças Negligenciadas
História das Doenças NegligenciadasHistória das Doenças Negligenciadas
História das Doenças Negligenciadas
 
Evolução Histórica daSaúde, Constituição
Evolução Histórica daSaúde, ConstituiçãoEvolução Histórica daSaúde, Constituição
Evolução Histórica daSaúde, Constituição
 
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docx
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docxFACULDADE DE PARA DE MINAS.docx
FACULDADE DE PARA DE MINAS.docx
 
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República Velha
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República VelhaSaúde Pública no Brasil Colonia, Império, República Velha
Saúde Pública no Brasil Colonia, Império, República Velha
 
períodos evolutivos da enfermagem.pptx
períodos evolutivos da enfermagem.pptxperíodos evolutivos da enfermagem.pptx
períodos evolutivos da enfermagem.pptx
 
Historia
HistoriaHistoria
Historia
 
Revolta da vacina
Revolta da vacinaRevolta da vacina
Revolta da vacina
 
A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil
 A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil
A Origem da Enfermagem Profissional no Brasil
 
Os condenados da lepra
Os condenados da lepraOs condenados da lepra
Os condenados da lepra
 
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.doc
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.docA REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.doc
A REVOLTA DA VACINA - BRASIL III.doc
 
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022
Apostila de Práticas Comunicativas - Novo Ensino Médio 2022
 
Os condenados da lepra
Os condenados da lepraOs condenados da lepra
Os condenados da lepra
 
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)
Aprendizado acelerado resumo_historia_do_sus_parte_2(1)(1)
 
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil Matriz das Políticas de Saúde no Brasil
Matriz das Políticas de Saúde no Brasil
 

Mais de Adhonias Moura

Músculos da face, couro cabeludo e mastigação
Músculos da face, couro cabeludo e mastigaçãoMúsculos da face, couro cabeludo e mastigação
Músculos da face, couro cabeludo e mastigaçãoAdhonias Moura
 
Fissura lábio palatina
Fissura lábio palatina Fissura lábio palatina
Fissura lábio palatina Adhonias Moura
 
Métodos Naturais de Contracepção
Métodos Naturais de ContracepçãoMétodos Naturais de Contracepção
Métodos Naturais de ContracepçãoAdhonias Moura
 
Procedimentos de ensino
Procedimentos de ensinoProcedimentos de ensino
Procedimentos de ensinoAdhonias Moura
 

Mais de Adhonias Moura (6)

Esteatose Hepática
Esteatose HepáticaEsteatose Hepática
Esteatose Hepática
 
Núcleos da base
Núcleos da baseNúcleos da base
Núcleos da base
 
Músculos da face, couro cabeludo e mastigação
Músculos da face, couro cabeludo e mastigaçãoMúsculos da face, couro cabeludo e mastigação
Músculos da face, couro cabeludo e mastigação
 
Fissura lábio palatina
Fissura lábio palatina Fissura lábio palatina
Fissura lábio palatina
 
Métodos Naturais de Contracepção
Métodos Naturais de ContracepçãoMétodos Naturais de Contracepção
Métodos Naturais de Contracepção
 
Procedimentos de ensino
Procedimentos de ensinoProcedimentos de ensino
Procedimentos de ensino
 

Último

6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimWashingtonSampaio5
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzparte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzAlexandrePereira818171
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfErasmo Portavoz
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 

Último (20)

6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzparte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
parte indígena.pptxzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 

Histéria da enfemagem

  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS – FACIME BACHARELADO EM ENFERMAGEM – 1º PERÍODO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA ENFERMAGEM PROFESSORA: MARIA ELIANE MARTINS TERESINA, JUNHO DE 2013.1
  • 2. Desde sua “descoberta” em 1500 por Pedro Álvares Cabral, o Brasil era visto no exterior como o Paraíso Terreno, o Éden perdido. De fato o novo mundo encantava os europeus que aqui chegavam; Os recursos naturais eram praticamente intocáveis, águas puras, matas verdejantes e ecossistemas preservados onde os nativos, chamados de “índios” pelos europeus viviam em harmonia com a natureza usando-a sem trazer danos a mesma; Os nativos habitam as regiões litorâneas do Brasil, eram fortes e sadios e não tinham o menor conhecimentos sobre as doenças dos homens brancos que, sobretudo aos grandes surtos epidêmicos que dizimavam a população europeia.
  • 3.  De paraíso tropical, o Brasil passou a ser conhecido no século XVII como inferno, uma vez que os brancos e os africanos tinham poucas chances de sobrevivência;  Conflitos intensos com os indígenas (muitas vezes iniciados pelas tentativas dos colonizadores de escravizar os nativos.) As enfermidades tropicais que os colonizadores não estava acostumados e as diversas dificuldades matérias foram os motivos pelo qual o homem branco já não via o Brasil como um paraíso e sim um verdadeiro inferno;
  • 4.  As guerras constantes, o isolamento geográfico e as doenças eram um grande entrave para colonização do Brasil; Então o Conselho Ultramarino Português teve que intervir para poder garantir o acesso a saúde da população da colônia; Alem da dificuldade da falta de profissionais, os poucos que estavam no território não conseguiam desempenhar suas tarefas devido ao território ser muito extenso e a população pobre de mais para pagar as consultas e tratamentos; A população tinha medo dos tratamentos (sangrias e purgantes) muitas vezes ineficazes; Os tratamentos muitas vezes deixavam a população em estado mais grave, fato que fazia com que todos procurassem curandeiros e tratamentos indígenas.
  • 5. Sem serviços de saúde eficazes os médicos so eram úteis em épocas de epidemias, na época muito comum a varíola; Provavelmente o “mal das bexigas” veio com os escravos do continente africano; Vitimou muitos índios e escravos que eram a principal mão de obra dos sertões seja nos engenhos do nordeste ou extração de ouro em Minas Gerais; Os doentes eram isolados da sociedade; Nos surtos epidêmicos nem médicos e nem curandeiros podiam ajudar a população, uma vez que a prevenção era a única forma de evitar a doença e devido a forma rudimentar em que era feia a prevenção muitas pessoas se negavam a submeter-se a técnicas preventivas dos médicos (usava-se o pus).
  • 6. •Com a vinda da família real ao Brasil em 1808, foi visto que o caos que reinava na cidade do maior porto do país deveria chegar ao fim; •Assim dom João VI começou a dar assistência ao problema da saúde o Rio de Janeiro que virou centro de ações sanitárias; •Ações essas para mudar a visão que o exterior possuía do Brasil; • Foram ciradas academia médico-cirtugicas no Rio de Janeiro (1813) e na Bahia (1815), depois foi criada a Imperial Academia de Medicina (1829). •As inovações foram muitas, porem ineficazes; • Os médicos da época não sabiam o motivos das doenças infectocontagiosas então culpavam os viajantes que circulavam pelo teritorio; • Depois concluiram que os estrangeiros é que disseminavam as doenças assim começaram a inspecionar os portos; Depois foi exigido que todos da corte se vacinassem como forma de prevenção contra varíola ; Por fim alguns médicos disseram que as enfermidades aconteciam pelos miasmas que era ar corrompido;
  • 7. •Com a proclamação da República (1889) o ideal de modernizar o Brasil a todo custo foi preconizado pelas elites e grupos políticos da época; •Começa o choque entre medicina tradicional e moderna; •No início da república a desorganização dos serviços de saúde facilitou a ocorrência de ondas de epidemias como: febre amarela, peste bubônica, varíola e outras; •Com as epidemias muitas pessoas ficavam impossibilitadas de trabalhar e as doenças diminuíam a produtividade do trabalhador e para reverter esse quadro foram criadas políticas de saúde publica no Brasil.
  • 8. Os lucros com o café foram aplicados nas cidades, favorecendo a industrialização; Modernização dos grandes portos; Vinda de imigrantes; A nova mentalidade nacional busca apoio no modelo médico europeu; Forte higienização em São Paulo e no porto de Santos; Aumento da fiscalização sanitária em ruas, casas e i ndustrias; Início da era dos institutos de saúde; Novas teorias foram aplicadas no cenário da saúde nacional, e descoberta dos de que os mosquitos transmitiam doenças.
  • 9. •Se nas cidades a população tinha assistência precária, no campo praticamente não havia assistência; •A população recorria aos coronéis para poder ter acesso a remédios, muitas vezes feitos de plantas e ervas medicinais; •Nas cidades as grandes aglomerações, a chegada quase que incessante de imigrantes e as péssimas condições de vida faziam com que as epidemias se alastrassem de forma indiscriminada e muitas vezes sem nenhum tipo de assistência. •Correntes sobre a Eugenia surgiram na época.
  • 10. O campo foi praticamente esquecido durante essa etapa da história brasileira; A maior quantidade de políticas voltadas ao saneamento e a saúde forma feitas no Rio de Janeiro; No Rio de Janeiro a higienização da cidade se tornou algo obrigatório e de suma importância para o controle das epidemias; Houve a destruição das favelas; Com a adoção dessas medidas o Rio de Janeiro teve uma drástica redução nos óbitos por epidemias; Em São Paulo novas ruas foram abertas.muitos edifícios e fábricas foram inaugurados e os pântanos drenados para o bem da saúde pública;
  • 11. •Era perceptível que as novas políticas de saúde beneficiavam apenas os ricos; •As camadas mais pobres continuavam sofrendo com as epidemias e as péssimas condições de vida; •Assim com a crescente onda epidêmica nas camadas mais baixas as políticas de intervenções médicas se tornavam cada vez mais autoritárias e a população cada vez mais descontente com esse cenário; •Com a obrigatoriedade da vacina pelo congresso nacional (31 de outubro de 1904) a população se revoltou e deu inicio a Revolta da Vacina; •A revolta fez com que o governo retirasse a obrigatoriedade da vacina e pressionasse as organizações de saúde por estratégias mais eficazes.
  • 12. O estado se desvincula das oligarquias rurais; Ampla reforma política administrativa Suspendeu a constituição de 1891 e governou por decretos até 1934 Forte repressão a seus opositores De 1937 a 1945 Houve o estado Novo, onde centralizou todos os poderes suas mãos Usava políticas públicas de caráter populista para manter a população subjulgada
  • 13. •A área sanitária passou a compartilhar com o setor educacional um ministério próprio; •O Ministério fez amplas modificações nos serviços de saúde do pais, porem apenas reforçava o controle do Estado sobe todos os setores do país; •O estado tinha que zelar pelo bem estar da população; •As inovações médico- hospitalares chegaram as pequenas vilas e cidades porem nos estados mais ricos a intervenção federal não foi tão necessária; •As verbas públicas usadas desde o inicio da república permitiram a criação (em meados da década de 20) de uma sistema de saúde público descentralizado e ajustado às questões sanitárias de cada estado; •Com o fracasso em São Paulo fez com que os modelos de assistência descentralizada fossem reutilizados e os tratamento fossem voltados apenas para enfermidades especificas.
  • 14.  Populismo direcionado a população urbana;  Intensa pressão popular por medidas eficazes no setor de saúde;  Caixas de aposentadoria e pensões e institutos de previdências;  Todos os órgãos sobre a tutela do Estado;  Pouca cobertura aos doentes graves;  Serviço IRREGULAR;  Legislação própria para tuberculosos  Falta de amparo a que não possuía carteira de trabalho;  CONQUISTAS: Assistência médica; Licença remunerada; Jornada de trabalho de oito horas.
  • 15.  Movimentos educativos no início da Republica;  Panfletos educativos fornecidos pelo ministério da saúde e da educação;  A partir de 1938 passaram a ser divulgadas via rádio;  Cursos de formação das enfermeiras sanitárias;  O estado novo primou por educar a população criando serviços especiais de educação em saúde;  Correntes racistas (de inspiração fascista) ainda apoiavam a EUGENIA; A partir de 1942 as políticas sanitárias mudaram devido a adoção dos modelos norte- americanos; Apologia ao estilo de vida norte-americano.
  • 16.
  • 17.
  • 18.  Disputas dentro do governo e entre as classes dominantes foram um grande problema para criação de políticas eficazes de saúde pública; 1953 Vargas cria o Ministério da Saúde ( resultado de sete anos de debate);  Precariedade na saúde pela falta de incentivos do governo; Falta de profissionais capacitados e de equipamentos; Ineficácia do ministério no combate as doenças e nos índices de mortalidade. Alta burocracia;
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23. A saúde no Regime Militar de 1964
  • 24. O esvaziamento do Ministério da Saúde O primeiro efeito do golpe militar sobre o MS foi a redução das verbas destinadas à saúde pública Em contradição, em nome da política de “segurança e desenvolvimento”, cresceu o orçamento dos ministérios militares, transportes, indústria e comércio A individualização da saúde pública O Ministério da Saúde privilegiava a saúde como elemento individual e não como fenômeno coletivo
  • 25. Epidemias silenciosas Meningite: uma epidemia sob censura Campanha de vacinação de 1975, no bairro da Lapa
  • 26. O Estado e a Previdência social INPS: • Com sua criação, todos os órgãos foram unificados. • Ficou subordinado ao MS • Deveria tratar dos doentes individualmente MPAS( Ministério da Previdência e Assistência Social) • Ao incorporar o INPS, o Ministério da Previdência livrou-o das imposições do Ministério do Trabalho Dataprev: • Para controlar a onda de corrupção, pagamentos ilegais de serviços médicos e aposentadorias “fantasmas” Funrural( em 1971) : • Estendia aos trabalhadores do campo os direitos previdenciários. PPA ( Plano de Pronta Ação) : • Objetivo: acelerar o atendimento dos casos médicos de urgência. Sistema de Saúde Nacional ( em 1975): • Finalidade de baratear e ao mesmo tempo tornar mais eficazes as ações de saúde em todo o país.
  • 27. O Estado e a Previdência social: Acidentes e doenças de trabalho
  • 28. Saúde: um bom negócio para o capital estrangeiro MmA entrada no país de um grande volume de capitais estrangeiros, imediatamente deixou claro que o investimento na área de serviços médico- hospitalares privados poderia ser um negócio extremamente lucrativo. A presença do capital estrangeiro também pôde ser detectada na indústria farmacêutica CEME ( Central de Medicamentos), em 1971: Com o objetivo de produzir, contratar e distribuir remédios essenciais à população de baixa renda
  • 29. A Saúde nos anos 80 e 90
  • 30. A Crise da Saúde Hospitais em precário estado de funcionamento, dificuldades de encontrar atendimento médico, mortes sem socorro especializado: este tem sido o quadro a que está submetida a maior parte da população brasileira. O País é assolado por epidemias evitáveis, como os surtos de coléra e dengue Prev- Saúde, Conasp e AIS - mantiveram sempre a mesma proposta:  Reorganizar de forma racional as atividades de proteção e tratamento da saúde individual e coletiva, evitar as fraudes e lutar contra o monopólio das emprasas particulares de saúde.
  • 31. Movimentos Sociais Com os novos ares da abertura política, os moradores da periferia dos grandes centros começaram a lutar pela melhoria de suas condições de vida. O clima político permitiu que a classe médica expressasse seu descontentamento com as condições de trabalho que lhe eram impostas. Conselhos Populares de Saúde, encarregados de obter saneamento básico e a criação de hospitais e centros de saúde nas áreas mais carentes. Conselho Popular de Saúde em São Paulo
  • 32. O Sistema Unificado de Saúde Cientes do péssimo estado de saúde da população, os profissionais de setor organizaram-se na defesa da profissão e dos diretos dos profissionais Desenvolveu-se o chamado Movimento Sanitarista que , ao incentivar as discussões, buscou encontrar respostas para os dilemas da política de saúde nacional SUDS( Sistema Unificado de Saúde): Deveria constituir uma rede hierarquizada e regionalizada, com a participação da comunicade na administração das unidades locais. SUS (Sistema Unificado de Saúde): Encarregado de organizar, no plano regional, as ações do MS, do Inamps e dos serviços de saúde estaduais e municipais.
  • 33. A epidemiologia da desigualdade Na década de 90, o Brasil continua sendo um país ferido por desigualdades e injustiças. Muitos municípios brasileiros ainda não têm médico nem unidades de assistência aos enfermos, enquanto no eixo Rio- São Paulo se concentram mais de 50% dos profissionais de saúde e dos hospitais.
  • 34. Distribuição regional- Subnutrição e Saneamento O resultado histórico da subnutrição e da fome repercute diretamente nas avaliações sanitárias. As taxas de mortalidade infantil do Nordeste são assustadoras. Junta-se a isso a escassez dos serviços de saneamento básico e a deficiente rede hospitalar, fazendo com que os brasileiros da região sofram de doenças típicas das áreas pobres, como o cólera e a febre tifoide.