Prof. Me, PostGrad. Romano, Leandro
Convulsões e Epilepsia
Abordagem diagnóstica
Desmistificando as
Convulsões e Epilepsia Prof. Me PostGrad Romano, Leandro
Convulsões e Epilepsia
Introdução
Convulsão é o distúrbio neurológico mais
comum na clínica de pequenos animais.
Convulsões e Epilepsia Prof. Me PostGrad Romano, Leandro
* Andar compulsivo;
* “Head Pressing”,
* Cegueira,
* Surdês,
* Desorientação,
* Apatia,
* Deficits proprioceptivos…..
Convulsões e Epilepsia
Introdução
Segundo principal motivo de admissão de pacientes nos
hospitais e clínicas veterinárias.
Podem ou não vir associadas à outras manifestações clínicas
consideradas menos importantes pelos tutores, tais como:
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Maguila
Boxer, 10 anos,fêmea
* crônico e progressivo,
Andar compulsivo,
Cegueira,
Desorientação, Ataxia
proprioceptiva, “Head
Pressing"
Convulsões e Epilepsia Romano, Leandro MV., Esp., MSc
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Convulsões e Epilepsia
Introdução
Osneurônios docórtex cerebral podem estar sujeitos a
uma atividade paroxística imprevista, excessiva e
desordenada que induz a uma enorme variedade de
manifestações clínicas.
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Convulsões e Epilepsia
Introdução
Aativação deneurônios docórtex motor causa uma
atividade muscular proporcional à extensão da área
cortical afetada.
Pode-se observar desde a ativação depoucos
fascículos musculares até uma atividade muscular
generalizada; alterações comportamentais e
alteração noestado de consciência.
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Convulsões e Epilepsia
Qual prognóstico paraumcão com sinaisde crisesconvulsivas?
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Convulsões e Epilepsia Prof. Me PostGrad Romano, Leandro
Porque as convulsões acontecem?
Diminuição do limiar convulsiógeno
Desequilíbrio entre a excitação e a inibição
-Osneurônios do córtex cerebral ativados num ritmo superior
ao normal produzem uma descarga elétrica desorganizada;
Descarga epiléptica
-Geralmente o foco está rodeado por neurônios inibitórios os
GABAérgicos cujo mediador químico é o GABA.
Essemecanismo de inibição não funciona corretamente, não
controlando a descarga elétrica gerando as manifestações da convulsão.
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Qual o prognóstico para um cão com sinais
de crises convulsivas?
Não se fala de prognóstico para manifestações clínicas,
Prognóstico é para diagnóstico.....
Convulsões e Epilepsia
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! Grande variação nas manifestações clínicas.
Convulsões e Epilepsia
Definições
Convulsão
! Período de função cerebral anormal causado por uma
descarga elétrica excessiva e repentina no cérebro.
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Convulsões e Epilepsia
Definições
Epilepsia
! Caracterizada por síndrome de crises convulsivas
recidivantes de origem intracraniana......
Sem um processo ativo comprometendo o cérebro.
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Convulsões e Epilepsia
Definições
Estado epiléptico
Convulsão com duração maior que 5 minutos.
! Caracterizado por crises convulsivas repetidas sem o retorno
da consciência ou crises muito longas.
Clusters
Mais de 2 convulsões em menos de 24 horas
(convulsões em grupo)
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Convulsões e Epilepsia
Fases das convulsões
Prodromo / Aura
Alterações comportamentais que ocorrem horas ou até dias
antes das crises.
- Início dos sinais comportamentais que ocorrem antes da crise;
Icto
Convulsão propriamente dita - crise.
Pós Icto
Alterações comportamentais, neurológicas horas ou dias
depois das crises.
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Manifestação clínica
Focal motora
Focal com generalização
Generalizada
Etiologia
Idiopática
Sintomática
reativa/criptogênica
Localização
Intracraniana e Extra-craniana
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Manifestação clínica
Focal motora
Simples (somente mioclonias);
Complexas/Psico-motora (mioclonia e alteração da consciência;
Focalcom generalização
Inicia-se localmente e generaliza
Generalizada
Generalizada Motora (somente mioclonias);
Crise deAusência (raríssima)
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Manifestação clínica
Focalmotora Simples (somente mioclonias);
Convulsão Parcial Simples é caracterizada por manifestações
assimétricas com preservação da consciência.
Crises focais motoras são contrações rítmicas das
musculaturas faciais e mastigatórias, movimentos anormais
de um membro e desvio lateral da cabeça.
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Focalmotora Simples (somente mioclonias);
! Aura presente (antes de crise)
! Atividade motora uni ou contralateral
! Manifesta-se na face (mais comum)
! Duração variável
! Anormalidade intracraniana
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Focalmotora Simples (somente mioclonias);
! Aura presente (antes de crise)
! Atividade motora uni ou contralateral
! Manifesta-se na face (mais comum)
! Duração variável
! Anormalidade intracraniana
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! Aura presente (antes de crise)
! Atividade motora uni ou contralateral
! Manifesta-se na face (mais comum)
! Duração variável
! Anormalidade intracraniana
Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Focalmotora Simples (somente mioclonias);
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! Aura presente (antes de crise)
! Atividade motora uni ou contralateral
! Manifesta-se na face (mais comum)
! Duração variável
! Anormalidade intracraniana
Convulsões e E
Classificação das crises
Focalmotora Simples (somente mio
pilepsia
clonias);
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Focalmotora Simples (somente mioclonias);
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Focalmotora Simples (somente mioclonias);
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Ache o erro!
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Classificação das crises
FocalPsico Motora complexa (alteração consciência);
Convulsão Parcial Complexa indica algum distúrbio sensorial
paciente, o qual é expresso por alteração de comportamento.
Animais apresentam inconsciência,olhar ausente, corrida
histérica, perseguição da cauda,automutilação doflanco,
agressividade e fúria, caçar moscas…
Convulsões e Epilepsia
Convulsões
Prof. Me PostGrad Romano, Leandro
e Epilepsia
Classificação das crises
Focal Psico Motora
Inconsciência,
Olhar ausente,
Corrida histérica,
Perseguição da cauda,
Automutilação do flanco,
Agressividade e fúria,
Caçar moscas…
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Convulsões e Epilepsia
Focalcom generalização
!
!
!
!
!
Foco área motora -visível
foco área não motora -desapercebido
observa-se aura, icto e pós icto;
Evolução pode ser rápida;
Anormalidade intracraniana ou
epilepsia idiopática
! Inicia-se localmente e generaliza
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!
!
!
!
!
Foco área motora -visível
foco área não motora -desapercebido
observa-se aura, icto e pós icto;
Evolução pode ser rápida;
Anormalidade intracraniana ou
epilepsia idiopática
Convulsões e Epilepsia
Focalcom generalização
! Inicia-se localmente e generaliza
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Convulsões e Epilepsia
Crises generalizadas
Crises epiléticas generalizadas primária são aquelas em que
ossinais clínicosiniciais refletem o envolvimentodeambos
hemisférios cerebrais.
¥Podem ser classificadas quanto a intensidade e grau de
perda de consciência brandas ou graves.
¥ Quanto a manifestação clínica em Tônico-Clônicas,
Tônicas,Clônicas,Atônicas e de Ausência.
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! Atinge os dois hemisférios cerebrais.
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Crises generalizadas
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Convulsões e Epilepsia
Crises generalizadas
! Aura ausente
! Perda total ou parcial de consciência
! Contrações tônico e/ou clônicas
! Sinais autonômicos
! Sialorréia
! Micção e defecação expontânea
! Opistótono
! Vocalização – asvezes
! Duração <2 minutos
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Convulsões e Epilepsia
Crises generalizadas
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Convulsões e Epilepsia
Classificação das crises
Etiologia
Idiopática
Sintomática
reativa/criptogênica
Manifestação clínica
Focal motora
Focal com generalização
Generalizada
Localização
Intracraniana e Extra-craniana
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Convulsões e Epilepsia
Classificação quanto à localização
Intracranianas e Extra-cranianas
! Muito mais comum que as extra cranianas;
! FUNCIONAL - Epilepsia idiopática
! ESTRUTURAL - Epilepsia sintomática
! Ativas - Tumores, encefalites, hidrocefalia
! Inativas - Displasia cortical, pós-trauma, pós
encefalite, pós anoxia.
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Salsicha
Teckel,5 anos,fêmea
-início crônico, progressivo.
-Convulsões,cegueira, desorientação
Intra ouExtra craniano?
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Intra ouExtra craniano?
Joana Walker
Labrador, 9 anos,fêmea
-início crônico, progressivo.
-Convulsões,andar compulsivo…
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-
-
-
-
-
-
-
Convulsões,
desorientação,
Desequilíbrio,
Depressão mental,
Cegueira,
apatia,
anorexia
Popó
Boxer, 3 anos,macho
- crônico, progressivo.
Convulsões e Epilepsia roProf. Me PostGrad Romano, Leand
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Cabeça
Shitsu, 9 meses,macho
- Convulsões,
- andar em círculos,
- aumento de volume da cabeça
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Cabeça
Shitsu, 9 meses,macho
- Convulsões,
- andar em círculos,
- aumento de volume da cabeça
Intra ouExtra craniano?
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Intra ouExtra craniano?
Toodow
Poodle, 6 anos,fêmea
-Trauma por atropelamento.
-Convulsões,base ampla, tremor
de intenção, ataxia e espasticidade.
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!
!
!
!
!
!
!
Estricnina
Organofosforados
Piretroides
Carbamatos
Chumbo
Micotoxinas
!INTOXICAÇÕES METABOLICAS
!
!
!
!
Hipoglicemia
Hipocalemia (eclâmpsia ex)
Encefalopatia hepática
Encefalopatia Urêmica
Convulsões e Epilepsia
Classificação quanto à localização
Intracranianas e Extra-cranianas
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Convulsões e Epilepsia
Extra-craniana
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https://www.sevneurology.com/diseases/seizures-
dogs-cats/
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Façam suas apostas…..Intra ou Extra?
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Classificação das crises
Etiologia
Idiopática
Sintomática
reativa/criptogênica
Manifestação clínica
Focal motora
Focal com generalização
Generalizada
Localização
Intracraniana e Extra-craniana
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Convulsões e Epilepsia
Epilepsia idiopática
! quando não existe causa aparente para as convulsões.
Epilepsiasintomática (secundária/estrutural)
! quando as crises são decorrentes de uma
afecção comprovada (p.ex.neoplasia )
Epilepsiacriptogênica (provável sintomática)
! quando suspeita-se de uma alteração cerebral,
mas não conseguimos realizar os exames para a
comprovação.
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Convulsões e Epilepsia
Epilepsia idiopática
! quando não existe causa aparente para as convulsões.
! Várias raças - Pastor, Labrador, Golden, Poodle…
! rara em braquiocefálicas
! Início das crises entre 1 e 5 anos de idade;
! Crises generalizadas (ou focal com generalização)
! Exame Neurológico NORMAL;
! Exames complementares NORMAIS;
! responde bem a Fenobarbital e Brometo.
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Convulsões e Epilepsia
Epilepsiasintomática (secundária/estrutural)
! quando as crises são decorrentes de uma
afecção comprovada (p.ex.neoplasia )
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Convulsões e Epilepsia
Epilepsiacriptogênica (provável sintomática)
! quando suspeita-se de uma alteração cerebral,
mas não conseguimos realizar os exames para a
comprovação.
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Convulsões e Epilepsia
Abordagem do paciente com crise
Resenha
Avaliar a idade e possíveis diferenciais para as doenças da faixa etária
Ex:Cães jovens doenças/ inflamatórias, metabólicas ou malformações;
Cães idosos metabólica, degenerativas e neoplásicas
Anamnese
Amaior dificuldade que encontramos se dá pelo fato de que
no momento da consulta o paciente não apresenta crise.
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Convulsões e Epilepsia
Abordagem do paciente com crise
Anamnese
Descreva o que observou?Antes, durante e depois
-pré ictus, ictus e pós ictus
Quando se manifestou?
-Antes de 1 ano, entre 1 e 5 anos ou após 5anos.
Quais manifestações clínicas se apresentaram?
-motoras, sensoriais, autônomas e/ou psiquicas.
Quantas crises já ocorreram até agora?
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Convulsões e Epilepsia
Abordagem do paciente com crise
Anamnese
Foinecessária alguma intervenção farmacológica?
Oque foi feito após a crise?
Quando e com o que foi vacinado?
Referente ao ambiente (agentes tóxicos)
Qualproblemas ou doenças que já teve?
Histórico familiar….(pais, irmãos ninhada)
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Convulsões e Epilepsia
Exame Neurológico
! Interictal - É o mais confiável (24/48 horas)
! Cão pós estado epilético - déficits por até 2 semanas
! Atentar por:
! Estado mental (alterações)
! Reação à ameaça (função cognitiva e córtex)
! Sensibilidade nasal (Nervo craniano V e córtex)
! Reações posturais (propriocepção)
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Convulsões e Epilepsia
Exame Neurológico
Considerar principalmente
lesões assimétricas
! Normal - epilepsia
idiopática simétrica
! Assimétrica -
! Lesão funcional ou estrutural
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! Diagnostico por imagem
! Radiografias
! Ultrassonografia
! Tomografia
! Ressonância
! ECG Eletroencéfalografia
! Mapeamento cerebral
! BIÓPSIA (Crânio e coluna, Encéfalo e músculos/nervos)
! Hemograma
! Bioquímicos
! Função renal
! Função hepática
! Triglicerides e colesterol
! Urinálise
! Análise Líquor - LCE
Convulsões e Epilepsia
Exame Complementares
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Convulsões e Epilepsia
ECG-Eletroencefalograma
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Oque o paciente apresenta é realmente uma convulsão?
Anamnese detalhada com possíveis filmes
Sesim, qual a causa?
Intracraniana ou extracraniana (e o que é?)
Convulsões e Epilepsia
Abordagem Diagnóstica
Importante responder 2 perguntas:
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! INTOXICAÇÕES !
! Estricnina !
! Organofosforados !
! Carbamatos !
! Chumbo !
! Micotoxinas
METABOLICAS
Hipoglicemia
Hipocalemia
Encefalopatia hepática
Encefalopatia Urêmica
Convulsões e Epilepsia
Abordagem Diagnóstica
Primeiro: Excluaas causas extracranianas.
resenha e anamnese -
exame físico, oftálmico hemograma e bioquímico.
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Convulsões e Epilepsia
Abordagem Diagnóstica
Primeiro: Excluaas causas extracranianas.
resenha e anamnese -
exame físico, oftálmico hemograma e bioquímico.
Segundo:se nada for encontrado só restam as
causas intracranianas.
Exameneurológico, analise do Liquor, glicemia
Tomografia computadorizada ou Ressonância
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Abordagem Diagnóstica
Senada for encontrado só restam as causas intracranianas.
Intracranianas
! FUNCIONAL- Epilepsia idiopática
! ESTRUTURAL- Epilepsia sintomática
! Ativas - Tumores, encefalites, hidrocefalia
! Inativas -Displasia cortical, pós-trauma, pós
encefalite, pós anoxia.
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! Avaliação do paciente de acordo com a
faixa etária:
! Até 1 ano de idade
! De 1 a 5 anos de idade
! Acima de 5 anos de idade
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Abordagem Diagnóstica
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“Shunt”
Hipoglicemia
Hidrocefalia
Encefalite
Hematoma
Lissencefalia
! Metabólica
! Estrutural
Convulsões e Epilepsia
Abordagem até 1 anodeidade
! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária:
! Até 1 ano de idade
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! INICIARTERAPIAANTI-CONVULSIVANTE! Urinálise
! Ultra-som
! Fígadoe veia porta
! Encéfalo
! Líquidocefalorraquidiano
Convulsões e Epilepsia
Conduta até 1 anodeidade
! Controle das crises convulsivas
! Glicemia
! Hemograma e VHS
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Epilepsia
Estrutural
Idiopática
Adquirida
Lipidemia
AVC?
Neoplasia cerebral?
Encefalite
Convulsões e Epilepsia
Abordagem de1 a 5 anosdeidade
! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária:
! De 1 a 5 anos de idade
Metabólica
!
!
!
!
Hipoglicemia
Hipocalemia (eclâmpsia ex)
Encef hepática
Encef Urêmica
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! Primeira crise
! Examesde rotina
! Recorrência
! Avaliar a terapia anticonvulsivante
! Examefísico em fase inter-ictal
! Análise do Liquor -LCE
Convulsões e Epilepsia
Conduta de1 a 5 anosdeidade
!
!
Hemograma
Bioquímicos
!
!
!
Função renal
Função hepática
Triglicerides e colesterol
! Urinálise
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Encefalite
AVC?
Neoplasia cerebral?
Convulsões e Epilepsia
Abordagem acima de5 anosde idade
! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária:
! Acima de 5 anos de idade
Insulina
Metabólica
Estrutural
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Convulsões e Epilepsia
Conduta acima de5 anos de idade
! Manitol 20% - 0,5 g/Kg (IV) 6-8 hs
! Corticosteróide 1 mg/kg - SC/ IM/ IV/ VO
! Anticonvulsivantes orais
! Reavaliação em fase inter-ictal
! Recorrência
! Avaliar a terapia anticonvulsivante
! Examefísico em fase inter-ictal
! Análise do Liquor -LCE
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Convulsões e Epilepsia
Tratamento
Importante dizer ao proprietário!
Asedação acontece em 100% dos casos no início do tratamento.
Ofereça a escolha entre SEDAÇÃOou CONVULSÃO
Otratamento pode ser pela vida inteira do paciente.
Casohaja controle, sem crise durante 1 anopode-
se tentar parar com aterapia.
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Convulsões e Epilepsia
Princípios da terapia
Seleção do paciente:
QUANDO INICIAR? - 2º crise com intervalo <6 a 8 semanas;
Cães com epilepsia idiopática com >de 2 anos;
Cãescom crises agrupadas (clusters)
Quanto ao grau de agressividade da crise e o impacto no proprietário
QUANDONÃOINICIAR? - Intervalo >8 semanas ??????
QUANDOPARAR?1 ano sem crise
NUNCAPARARem cães com epilepsia idiopática.
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Razõespara iniciar o tratamento
! Lesões estruturais identificáveis (tumor cerebral,
inflamação, dano parenquimatoso)
! estado epilético
! 2 ou mais convulsões em menos de 24 horas
! 2 ou mais convulsões em menos de 8 semanas
! Eventos incomuns ou prolongados pós ictal
Causas de eutanásia:
! Inadequado controle das crises
! efeitos colaterais dos anticonvulsivantes
! alto custo dos medicamentos e monitorização
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Convulsões e Epilepsia
Tratamento
Escolhendoum anti-convulsivante.
! Condições médicas no momento da introdução
! MONOTERAPIA se possível
! Diferentes Mecanismos de ação (multimodal)
! Intervalos das doses
! Efeitos colaterais
! Custo
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! Estimulantes da ação dos neurotransmissores inibitório GABA
(todos bezodiazepínicos DIAZEPAN,fenobarbital, gabapentina, topiramato)
! Inibidores dos transmissores excitatórios (fenobarbital)
Fármacos que estabilizam as propriedades
elétricas das membranas das células nervosas
Convulsões e Epilepsia
Tipose mecanismode ação
! Moduladores da função do tampão daGlia (acetazolamida)
! Moculadores dos canais deCloroda membrana (Fenobarbital)
! Moduladores dos canais deSódio(Carbamazepina, Topiramato
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! Levetiracetam
! Zonisamida
! Topiramato
! Midazolan
Convulsões e Epilepsia
Medicamentos eficazes na manutenção
! Fenobarbital
! Brometo de potássio ou sódio
! Gabapentina
! NÃO- (Farmacocinética imprópria
! diazepan….
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Fenobarbital - vantagens
! Eficaz,seguro, baixo custo, uso 12/12 horas
! Pode ser usado via oral, IM e IV
! MA - inibição sináptica -Glutamato/GABA
! Metabolização hepática e excreção renal
! Dose cães 2,5mg/kg BID e gatos 1,5mg/kg BID (pode
aumentar)
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Fenobarbital - vantagens
! Sérica ideal -25 a 35µg/ml (excelente de 23 a30
medido 2 a 4 horas após aadministração)
! 2 semanas para estabilizar (dosagemapós)
! Filhotes dose dobrada (monitorar a cada 7 -14 dias;
! Droga de eleição para Gatos
! Eficiência 60% como monoterapia
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Fenobarbital - vantagens
mecanismo de ação
! Desconhecido
! Aumenta a resposta celular ao GABA
! EfeitosANTI-GLUTAMATO
! Diminui a entrada de Ca nos canais.
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!
!
Bloqueia liberaçãoADH
Supressão centro de saciedade hipotálamo
! Dependência;
! Tolerância farmacodinâmica;
! Hepatotoxicidade (aumenta FA)ASTe ácidos biliares indica lesão
hepática;
Fenobarbital - desvantagens
! Sedação, Poliúria e polidpsia, ganho de peso;
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! resolve com a descontinuidade da droga
! Hiperexcitabilidade paradoxal (pastor)
! Dermatite necrotizante superficial
! MONITORAR HEMOGRAMA (por 6 meses)
! Avaliar Dosagem séria e enzimas Hepat.
Fenobarbital - desvantagens
! Neutropenia, trombocitopenia e anemia;
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Brometo - vantagens
! Terapia inicial ou associada ao PB
! Eficaz,segura e de baixo custo
! Excreção renal (não hepatotóxico)
! MA -hiperpolarização da membrana -Brometo
difunde 1,5x mais que o Clnos canais de Cloro.
! Pode ser usado q.24 Horas
! Nenhum relato de toxicidade significativo.
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Brometo - vantagens
! Não está disponível comercialmente
! Meia vidalonga(15 a 25 dias) precisa-se de 5 meias vidaspara
atingir níveisséricos. + - 100 dias
! Sal NaCl na dieta interfere diretamente - (em caso de
cirurgia -soroNaCl = <Br = convulsão).
! Sedação, Poliúria, Polidpsia e diarréia
! Ataxia MPs, alterações comportamentais
! Cuidado com Nefropatas.
! NÃODARPARA GATOS
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Brometo - vantagens
! Dose cães: 30-60 (40) mgkg SID
! Concentração séria estável após 60 120 dias
! Níveis ideais 1000 a 3000 µg/ml;
! Dose de ataque:
! 600 mg/kg dividido em 15 dias
! 120 mg/kg por 5 dias consecutivos (retornar dose normal)
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Brometo - MONITORAR
! 6 / 6 meses ou depois de váriascrises.
! ALTe FAvãosempre aumentar
! não são indicadores da função hepática
! ALTproporcionalmente >que a FA- toxicidade.
! Melhor teste função hepática - Ácidosbiliares
! Registrar e monitorar ao longo do tempo:
! Dose oral e concentração séria
! Albumina, uréia, colesterol,bilirrubina, glicose,ALT, FA.
! CALENDÁRIODASCRISES (proprietários devem fazer)
Não mudar a dieta!
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Diazepan
Emcães, emprega-se para status epilético, entretanto
apresenta um metabolismo muito rápido para que se possa
empregá-lo em terapias a longo prazo.
Emgatos, sua meia vida é de 20 horas e serve de alternativa aos
tratamentos ineficazes.
Adose recomendada é de 0,25 a 0,5 mg/kg a cada 8 a 12 horas
(concentração sérica 300 a700ng/ml.
Sinais de hepatotoxicidade.
Monitorar a terapia nos primeiros dias e nos próximos 6 meses.
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Convulsao

  • 2.
    Prof. Me, PostGrad.Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem diagnóstica Desmistificando as
  • 3.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Introdução Convulsão é o distúrbio neurológico mais comum na clínica de pequenos animais.
  • 4.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro * Andar compulsivo; * “Head Pressing”, * Cegueira, * Surdês, * Desorientação, * Apatia, * Deficits proprioceptivos….. Convulsões e Epilepsia Introdução Segundo principal motivo de admissão de pacientes nos hospitais e clínicas veterinárias. Podem ou não vir associadas à outras manifestações clínicas consideradas menos importantes pelos tutores, tais como:
  • 5.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Maguila Boxer, 10 anos,fêmea * crônico e progressivo, Andar compulsivo, Cegueira, Desorientação, Ataxia proprioceptiva, “Head Pressing"
  • 7.
    Convulsões e EpilepsiaRomano, Leandro MV., Esp., MSc
  • 8.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Introdução Osneurônios docórtex cerebral podem estar sujeitos a uma atividade paroxística imprevista, excessiva e desordenada que induz a uma enorme variedade de manifestações clínicas.
  • 9.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Introdução Aativação deneurônios docórtex motor causa uma atividade muscular proporcional à extensão da área cortical afetada. Pode-se observar desde a ativação depoucos fascículos musculares até uma atividade muscular generalizada; alterações comportamentais e alteração noestado de consciência.
  • 10.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Qual prognóstico paraumcão com sinaisde crisesconvulsivas?
  • 11.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 12.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 13.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Porque as convulsões acontecem? Diminuição do limiar convulsiógeno Desequilíbrio entre a excitação e a inibição -Osneurônios do córtex cerebral ativados num ritmo superior ao normal produzem uma descarga elétrica desorganizada; Descarga epiléptica -Geralmente o foco está rodeado por neurônios inibitórios os GABAérgicos cujo mediador químico é o GABA. Essemecanismo de inibição não funciona corretamente, não controlando a descarga elétrica gerando as manifestações da convulsão.
  • 14.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Qual o prognóstico para um cão com sinais de crises convulsivas? Não se fala de prognóstico para manifestações clínicas, Prognóstico é para diagnóstico..... Convulsões e Epilepsia
  • 15.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Grande variação nas manifestações clínicas. Convulsões e Epilepsia Definições Convulsão ! Período de função cerebral anormal causado por uma descarga elétrica excessiva e repentina no cérebro.
  • 16.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Definições Epilepsia ! Caracterizada por síndrome de crises convulsivas recidivantes de origem intracraniana...... Sem um processo ativo comprometendo o cérebro.
  • 17.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Definições Estado epiléptico Convulsão com duração maior que 5 minutos. ! Caracterizado por crises convulsivas repetidas sem o retorno da consciência ou crises muito longas. Clusters Mais de 2 convulsões em menos de 24 horas (convulsões em grupo)
  • 18.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Fases das convulsões Prodromo / Aura Alterações comportamentais que ocorrem horas ou até dias antes das crises. - Início dos sinais comportamentais que ocorrem antes da crise; Icto Convulsão propriamente dita - crise. Pós Icto Alterações comportamentais, neurológicas horas ou dias depois das crises.
  • 19.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Manifestação clínica Focal motora Focal com generalização Generalizada Etiologia Idiopática Sintomática reativa/criptogênica Localização Intracraniana e Extra-craniana
  • 20.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Manifestação clínica Focal motora Simples (somente mioclonias); Complexas/Psico-motora (mioclonia e alteração da consciência; Focalcom generalização Inicia-se localmente e generaliza Generalizada Generalizada Motora (somente mioclonias); Crise deAusência (raríssima)
  • 21.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Manifestação clínica Focalmotora Simples (somente mioclonias); Convulsão Parcial Simples é caracterizada por manifestações assimétricas com preservação da consciência. Crises focais motoras são contrações rítmicas das musculaturas faciais e mastigatórias, movimentos anormais de um membro e desvio lateral da cabeça.
  • 22.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Focalmotora Simples (somente mioclonias); ! Aura presente (antes de crise) ! Atividade motora uni ou contralateral ! Manifesta-se na face (mais comum) ! Duração variável ! Anormalidade intracraniana
  • 23.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Focalmotora Simples (somente mioclonias); ! Aura presente (antes de crise) ! Atividade motora uni ou contralateral ! Manifesta-se na face (mais comum) ! Duração variável ! Anormalidade intracraniana
  • 24.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Aura presente (antes de crise) ! Atividade motora uni ou contralateral ! Manifesta-se na face (mais comum) ! Duração variável ! Anormalidade intracraniana Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Focalmotora Simples (somente mioclonias);
  • 25.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Aura presente (antes de crise) ! Atividade motora uni ou contralateral ! Manifesta-se na face (mais comum) ! Duração variável ! Anormalidade intracraniana Convulsões e E Classificação das crises Focalmotora Simples (somente mio pilepsia clonias);
  • 26.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Focalmotora Simples (somente mioclonias);
  • 27.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Focalmotora Simples (somente mioclonias);
  • 28.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Ache o erro!
  • 29.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises FocalPsico Motora complexa (alteração consciência); Convulsão Parcial Complexa indica algum distúrbio sensorial paciente, o qual é expresso por alteração de comportamento. Animais apresentam inconsciência,olhar ausente, corrida histérica, perseguição da cauda,automutilação doflanco, agressividade e fúria, caçar moscas…
  • 30.
    Convulsões e Epilepsia Convulsões Prof.Me PostGrad Romano, Leandro e Epilepsia Classificação das crises Focal Psico Motora Inconsciência, Olhar ausente, Corrida histérica, Perseguição da cauda, Automutilação do flanco, Agressividade e fúria, Caçar moscas…
  • 31.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Focalcom generalização ! ! ! ! ! Foco área motora -visível foco área não motora -desapercebido observa-se aura, icto e pós icto; Evolução pode ser rápida; Anormalidade intracraniana ou epilepsia idiopática ! Inicia-se localmente e generaliza
  • 32.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! ! ! ! ! Foco área motora -visível foco área não motora -desapercebido observa-se aura, icto e pós icto; Evolução pode ser rápida; Anormalidade intracraniana ou epilepsia idiopática Convulsões e Epilepsia Focalcom generalização ! Inicia-se localmente e generaliza
  • 33.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Crises generalizadas Crises epiléticas generalizadas primária são aquelas em que ossinais clínicosiniciais refletem o envolvimentodeambos hemisférios cerebrais. ¥Podem ser classificadas quanto a intensidade e grau de perda de consciência brandas ou graves. ¥ Quanto a manifestação clínica em Tônico-Clônicas, Tônicas,Clônicas,Atônicas e de Ausência.
  • 34.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Atinge os dois hemisférios cerebrais. Convulsões e Epilepsia Crises generalizadas
  • 35.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Crises generalizadas ! Aura ausente ! Perda total ou parcial de consciência ! Contrações tônico e/ou clônicas ! Sinais autonômicos ! Sialorréia ! Micção e defecação expontânea ! Opistótono ! Vocalização – asvezes ! Duração <2 minutos
  • 36.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Crises generalizadas
  • 37.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Etiologia Idiopática Sintomática reativa/criptogênica Manifestação clínica Focal motora Focal com generalização Generalizada Localização Intracraniana e Extra-craniana
  • 38.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação quanto à localização Intracranianas e Extra-cranianas ! Muito mais comum que as extra cranianas; ! FUNCIONAL - Epilepsia idiopática ! ESTRUTURAL - Epilepsia sintomática ! Ativas - Tumores, encefalites, hidrocefalia ! Inativas - Displasia cortical, pós-trauma, pós encefalite, pós anoxia.
  • 39.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Salsicha Teckel,5 anos,fêmea -início crônico, progressivo. -Convulsões,cegueira, desorientação Intra ouExtra craniano?
  • 40.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Intra ouExtra craniano? Joana Walker Labrador, 9 anos,fêmea -início crônico, progressivo. -Convulsões,andar compulsivo…
  • 41.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro - - - - - - - Convulsões, desorientação, Desequilíbrio, Depressão mental, Cegueira, apatia, anorexia Popó Boxer, 3 anos,macho - crônico, progressivo.
  • 42.
    Convulsões e EpilepsiaroProf. Me PostGrad Romano, Leand
  • 43.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Cabeça Shitsu, 9 meses,macho - Convulsões, - andar em círculos, - aumento de volume da cabeça
  • 44.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Cabeça Shitsu, 9 meses,macho - Convulsões, - andar em círculos, - aumento de volume da cabeça Intra ouExtra craniano?
  • 45.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 46.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 47.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Intra ouExtra craniano? Toodow Poodle, 6 anos,fêmea -Trauma por atropelamento. -Convulsões,base ampla, tremor de intenção, ataxia e espasticidade.
  • 48.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! ! ! ! ! ! ! Estricnina Organofosforados Piretroides Carbamatos Chumbo Micotoxinas !INTOXICAÇÕES METABOLICAS ! ! ! ! Hipoglicemia Hipocalemia (eclâmpsia ex) Encefalopatia hepática Encefalopatia Urêmica Convulsões e Epilepsia Classificação quanto à localização Intracranianas e Extra-cranianas
  • 49.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Extra-craniana
  • 50.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro https://www.sevneurology.com/diseases/seizures- dogs-cats/
  • 51.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Façam suas apostas…..Intra ou Extra?
  • 52.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 53.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Classificação das crises Etiologia Idiopática Sintomática reativa/criptogênica Manifestação clínica Focal motora Focal com generalização Generalizada Localização Intracraniana e Extra-craniana
  • 54.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Epilepsia idiopática ! quando não existe causa aparente para as convulsões. Epilepsiasintomática (secundária/estrutural) ! quando as crises são decorrentes de uma afecção comprovada (p.ex.neoplasia ) Epilepsiacriptogênica (provável sintomática) ! quando suspeita-se de uma alteração cerebral, mas não conseguimos realizar os exames para a comprovação.
  • 55.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Epilepsia idiopática ! quando não existe causa aparente para as convulsões. ! Várias raças - Pastor, Labrador, Golden, Poodle… ! rara em braquiocefálicas ! Início das crises entre 1 e 5 anos de idade; ! Crises generalizadas (ou focal com generalização) ! Exame Neurológico NORMAL; ! Exames complementares NORMAIS; ! responde bem a Fenobarbital e Brometo.
  • 56.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Epilepsiasintomática (secundária/estrutural) ! quando as crises são decorrentes de uma afecção comprovada (p.ex.neoplasia )
  • 57.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Epilepsiacriptogênica (provável sintomática) ! quando suspeita-se de uma alteração cerebral, mas não conseguimos realizar os exames para a comprovação.
  • 58.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem do paciente com crise Resenha Avaliar a idade e possíveis diferenciais para as doenças da faixa etária Ex:Cães jovens doenças/ inflamatórias, metabólicas ou malformações; Cães idosos metabólica, degenerativas e neoplásicas Anamnese Amaior dificuldade que encontramos se dá pelo fato de que no momento da consulta o paciente não apresenta crise.
  • 59.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem do paciente com crise Anamnese Descreva o que observou?Antes, durante e depois -pré ictus, ictus e pós ictus Quando se manifestou? -Antes de 1 ano, entre 1 e 5 anos ou após 5anos. Quais manifestações clínicas se apresentaram? -motoras, sensoriais, autônomas e/ou psiquicas. Quantas crises já ocorreram até agora?
  • 60.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem do paciente com crise Anamnese Foinecessária alguma intervenção farmacológica? Oque foi feito após a crise? Quando e com o que foi vacinado? Referente ao ambiente (agentes tóxicos) Qualproblemas ou doenças que já teve? Histórico familiar….(pais, irmãos ninhada)
  • 61.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Exame Neurológico ! Interictal - É o mais confiável (24/48 horas) ! Cão pós estado epilético - déficits por até 2 semanas ! Atentar por: ! Estado mental (alterações) ! Reação à ameaça (função cognitiva e córtex) ! Sensibilidade nasal (Nervo craniano V e córtex) ! Reações posturais (propriocepção)
  • 62.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Exame Neurológico Considerar principalmente lesões assimétricas ! Normal - epilepsia idiopática simétrica ! Assimétrica - ! Lesão funcional ou estrutural
  • 63.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Diagnostico por imagem ! Radiografias ! Ultrassonografia ! Tomografia ! Ressonância ! ECG Eletroencéfalografia ! Mapeamento cerebral ! BIÓPSIA (Crânio e coluna, Encéfalo e músculos/nervos) ! Hemograma ! Bioquímicos ! Função renal ! Função hepática ! Triglicerides e colesterol ! Urinálise ! Análise Líquor - LCE Convulsões e Epilepsia Exame Complementares
  • 64.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia ECG-Eletroencefalograma
  • 65.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Oque o paciente apresenta é realmente uma convulsão? Anamnese detalhada com possíveis filmes Sesim, qual a causa? Intracraniana ou extracraniana (e o que é?) Convulsões e Epilepsia Abordagem Diagnóstica Importante responder 2 perguntas:
  • 66.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! INTOXICAÇÕES ! ! Estricnina ! ! Organofosforados ! ! Carbamatos ! ! Chumbo ! ! Micotoxinas METABOLICAS Hipoglicemia Hipocalemia Encefalopatia hepática Encefalopatia Urêmica Convulsões e Epilepsia Abordagem Diagnóstica Primeiro: Excluaas causas extracranianas. resenha e anamnese - exame físico, oftálmico hemograma e bioquímico.
  • 67.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem Diagnóstica Primeiro: Excluaas causas extracranianas. resenha e anamnese - exame físico, oftálmico hemograma e bioquímico. Segundo:se nada for encontrado só restam as causas intracranianas. Exameneurológico, analise do Liquor, glicemia Tomografia computadorizada ou Ressonância
  • 68.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Abordagem Diagnóstica Senada for encontrado só restam as causas intracranianas. Intracranianas ! FUNCIONAL- Epilepsia idiopática ! ESTRUTURAL- Epilepsia sintomática ! Ativas - Tumores, encefalites, hidrocefalia ! Inativas -Displasia cortical, pós-trauma, pós encefalite, pós anoxia.
  • 69.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária: ! Até 1 ano de idade ! De 1 a 5 anos de idade ! Acima de 5 anos de idade Convulsões e Epilepsia Abordagem Diagnóstica
  • 70.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro “Shunt” Hipoglicemia Hidrocefalia Encefalite Hematoma Lissencefalia ! Metabólica ! Estrutural Convulsões e Epilepsia Abordagem até 1 anodeidade ! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária: ! Até 1 ano de idade
  • 71.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! INICIARTERAPIAANTI-CONVULSIVANTE! Urinálise ! Ultra-som ! Fígadoe veia porta ! Encéfalo ! Líquidocefalorraquidiano Convulsões e Epilepsia Conduta até 1 anodeidade ! Controle das crises convulsivas ! Glicemia ! Hemograma e VHS
  • 72.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Epilepsia Estrutural Idiopática Adquirida Lipidemia AVC? Neoplasia cerebral? Encefalite Convulsões e Epilepsia Abordagem de1 a 5 anosdeidade ! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária: ! De 1 a 5 anos de idade Metabólica ! ! ! ! Hipoglicemia Hipocalemia (eclâmpsia ex) Encef hepática Encef Urêmica
  • 73.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Primeira crise ! Examesde rotina ! Recorrência ! Avaliar a terapia anticonvulsivante ! Examefísico em fase inter-ictal ! Análise do Liquor -LCE Convulsões e Epilepsia Conduta de1 a 5 anosdeidade ! ! Hemograma Bioquímicos ! ! ! Função renal Função hepática Triglicerides e colesterol ! Urinálise
  • 74.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Encefalite AVC? Neoplasia cerebral? Convulsões e Epilepsia Abordagem acima de5 anosde idade ! Avaliação do paciente de acordo com a faixa etária: ! Acima de 5 anos de idade Insulina Metabólica Estrutural
  • 75.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Conduta acima de5 anos de idade ! Manitol 20% - 0,5 g/Kg (IV) 6-8 hs ! Corticosteróide 1 mg/kg - SC/ IM/ IV/ VO ! Anticonvulsivantes orais ! Reavaliação em fase inter-ictal ! Recorrência ! Avaliar a terapia anticonvulsivante ! Examefísico em fase inter-ictal ! Análise do Liquor -LCE
  • 76.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Tratamento Importante dizer ao proprietário! Asedação acontece em 100% dos casos no início do tratamento. Ofereça a escolha entre SEDAÇÃOou CONVULSÃO Otratamento pode ser pela vida inteira do paciente. Casohaja controle, sem crise durante 1 anopode- se tentar parar com aterapia.
  • 77.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Princípios da terapia Seleção do paciente: QUANDO INICIAR? - 2º crise com intervalo <6 a 8 semanas; Cães com epilepsia idiopática com >de 2 anos; Cãescom crises agrupadas (clusters) Quanto ao grau de agressividade da crise e o impacto no proprietário QUANDONÃOINICIAR? - Intervalo >8 semanas ?????? QUANDOPARAR?1 ano sem crise NUNCAPARARem cães com epilepsia idiopática.
  • 78.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Razõespara iniciar o tratamento ! Lesões estruturais identificáveis (tumor cerebral, inflamação, dano parenquimatoso) ! estado epilético ! 2 ou mais convulsões em menos de 24 horas ! 2 ou mais convulsões em menos de 8 semanas ! Eventos incomuns ou prolongados pós ictal Causas de eutanásia: ! Inadequado controle das crises ! efeitos colaterais dos anticonvulsivantes ! alto custo dos medicamentos e monitorização
  • 79.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Convulsões e Epilepsia Tratamento Escolhendoum anti-convulsivante. ! Condições médicas no momento da introdução ! MONOTERAPIA se possível ! Diferentes Mecanismos de ação (multimodal) ! Intervalos das doses ! Efeitos colaterais ! Custo
  • 80.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Estimulantes da ação dos neurotransmissores inibitório GABA (todos bezodiazepínicos DIAZEPAN,fenobarbital, gabapentina, topiramato) ! Inibidores dos transmissores excitatórios (fenobarbital) Fármacos que estabilizam as propriedades elétricas das membranas das células nervosas Convulsões e Epilepsia Tipose mecanismode ação ! Moduladores da função do tampão daGlia (acetazolamida) ! Moculadores dos canais deCloroda membrana (Fenobarbital) ! Moduladores dos canais deSódio(Carbamazepina, Topiramato
  • 81.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! Levetiracetam ! Zonisamida ! Topiramato ! Midazolan Convulsões e Epilepsia Medicamentos eficazes na manutenção ! Fenobarbital ! Brometo de potássio ou sódio ! Gabapentina ! NÃO- (Farmacocinética imprópria ! diazepan….
  • 82.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Fenobarbital - vantagens ! Eficaz,seguro, baixo custo, uso 12/12 horas ! Pode ser usado via oral, IM e IV ! MA - inibição sináptica -Glutamato/GABA ! Metabolização hepática e excreção renal ! Dose cães 2,5mg/kg BID e gatos 1,5mg/kg BID (pode aumentar)
  • 83.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Fenobarbital - vantagens ! Sérica ideal -25 a 35µg/ml (excelente de 23 a30 medido 2 a 4 horas após aadministração) ! 2 semanas para estabilizar (dosagemapós) ! Filhotes dose dobrada (monitorar a cada 7 -14 dias; ! Droga de eleição para Gatos ! Eficiência 60% como monoterapia
  • 84.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Fenobarbital - vantagens mecanismo de ação ! Desconhecido ! Aumenta a resposta celular ao GABA ! EfeitosANTI-GLUTAMATO ! Diminui a entrada de Ca nos canais.
  • 85.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! ! Bloqueia liberaçãoADH Supressão centro de saciedade hipotálamo ! Dependência; ! Tolerância farmacodinâmica; ! Hepatotoxicidade (aumenta FA)ASTe ácidos biliares indica lesão hepática; Fenobarbital - desvantagens ! Sedação, Poliúria e polidpsia, ganho de peso;
  • 86.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! resolve com a descontinuidade da droga ! Hiperexcitabilidade paradoxal (pastor) ! Dermatite necrotizante superficial ! MONITORAR HEMOGRAMA (por 6 meses) ! Avaliar Dosagem séria e enzimas Hepat. Fenobarbital - desvantagens ! Neutropenia, trombocitopenia e anemia;
  • 87.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro
  • 88.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Brometo - vantagens ! Terapia inicial ou associada ao PB ! Eficaz,segura e de baixo custo ! Excreção renal (não hepatotóxico) ! MA -hiperpolarização da membrana -Brometo difunde 1,5x mais que o Clnos canais de Cloro. ! Pode ser usado q.24 Horas ! Nenhum relato de toxicidade significativo.
  • 89.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Brometo - vantagens ! Não está disponível comercialmente ! Meia vidalonga(15 a 25 dias) precisa-se de 5 meias vidaspara atingir níveisséricos. + - 100 dias ! Sal NaCl na dieta interfere diretamente - (em caso de cirurgia -soroNaCl = <Br = convulsão). ! Sedação, Poliúria, Polidpsia e diarréia ! Ataxia MPs, alterações comportamentais ! Cuidado com Nefropatas. ! NÃODARPARA GATOS
  • 90.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Brometo - vantagens ! Dose cães: 30-60 (40) mgkg SID ! Concentração séria estável após 60 120 dias ! Níveis ideais 1000 a 3000 µg/ml; ! Dose de ataque: ! 600 mg/kg dividido em 15 dias ! 120 mg/kg por 5 dias consecutivos (retornar dose normal)
  • 91.
    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Brometo - MONITORAR ! 6 / 6 meses ou depois de váriascrises. ! ALTe FAvãosempre aumentar ! não são indicadores da função hepática ! ALTproporcionalmente >que a FA- toxicidade. ! Melhor teste função hepática - Ácidosbiliares ! Registrar e monitorar ao longo do tempo: ! Dose oral e concentração séria ! Albumina, uréia, colesterol,bilirrubina, glicose,ALT, FA. ! CALENDÁRIODASCRISES (proprietários devem fazer) Não mudar a dieta!
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    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Diazepan Emcães, emprega-se para status epilético, entretanto apresenta um metabolismo muito rápido para que se possa empregá-lo em terapias a longo prazo. Emgatos, sua meia vida é de 20 horas e serve de alternativa aos tratamentos ineficazes. Adose recomendada é de 0,25 a 0,5 mg/kg a cada 8 a 12 horas (concentração sérica 300 a700ng/ml. Sinais de hepatotoxicidade. Monitorar a terapia nos primeiros dias e nos próximos 6 meses.
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    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! ! ! ! ! Topiramato TOPAMAX* 15 e 25 mg Compr 25, 50 e 100 mg Dose: 2,5 a 10 mg/Kg BID Droga relativamente cara. TOPAMAX® ! ! ! ! Gabapentina NEURONTIN* Semelhante ao GABA Dose recomendada :10 a 30 a cada 8 horas Custo mensal (cão de 30 Kg) $ 132 a $ 176 Convulsões e Epilepsia O queajuda qdooKbr e oFBnão resolvam?
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    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro ! usar antes de cirurgia de “Shunt" Convulsões e Epilepsia O queajuda qdooKbr e oFBnão resolvam? Levetiracetam ! Keppra® 100mg/ml IV & IM ! Anticonvulsivante e antiepilético ! Dose: 10 a 60 mg/Kg IV (em 10 minutos) - repetir após 8 horas (if) ! 20 mg/kg TID VO ! Utilizar doses altas se associar ao fenobarbital. ! pico de concentração 40 minutos
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    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Falha na Terapia ! Falha em monitorar o nível sérico e/ou em fazer os incrementos necessários por via oral. para coleta devehaver consistência, coletar 30 minutos antes da administração ou duas horas depois e consulta sempre no mesmo horário ! Medicação oral ! Proprietário ! Tolerância farmacodinâmica ! doença progressiva
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    Convulsões e EpilepsiaProf. Me PostGrad Romano, Leandro Prof. Me, PostGrad. Romano, Leandro romano@ortopediaveterinaria.com.br Você ai…você mesmo! Alguma dúvida? Obrigado.
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