COMA
COMA

  1. Definição
  2. Fisiopatologia
  3. Causas e Tipos
  4. Avaliação Neurológica e Clínica
  5. Manejo do Paciente em Coma
  6. Tratamento do Coma




TPA                                    2
1. Definição

      Consciência - estado em que o indivíduo
      está cônscio de si mesmo e do ambiente; é
      conhecedor das circunstâncias que lhe
      dizem respeito e daquelas com que se
      relaciona (tempo, espaço, pessoas e fatos).
      Nível de Consciência – ciclo Sono-vigília
      Conteúdo de Consciência - determina nossa
      consciência a cerca de nós mesmos e do
      meio que nos cercas.


TPA                                                 3
1. Definição

      Síndrome clínica caracterizada por uma diminuição
           do estado de despertar e do conteúdo da
                         consciência.
      Adams, R; Feske, SK;




         O Coma é caracterizado pela perda parcial ou
         completa da consciência. Isso significa que o
         paciente NÃO CONSEGUE RESPONDER aos
       estímulos do meio ambiente, o que é evidenciado
            pela falta de REAÇÃO DE DESPERTAR.

TPA                                                      4
2. Fisiopatologia

      Reação de Despertar – componente mais
      básico da consciência, que depende da
      interação complexa de várias estruturas.


      •Sistema Reticular Ativados Ascendente – SRAA
      •Hemisférios Cerebrais
      •Sistema Límbico




TPA                                                   5
2. Fisiopatologia

 Sistema Reticular Ativados Ascendente – SRAA
 Estrutura funcional e anatômica constituída de
 núcleos e fibras, que se localiza no TRONCO
 ENCEFÁLICO e no DIENCÉFALO (Tálamo)


 •Ativação do Córtex
 •Regulação do Ciclo Sono-Vigília




TPA                                               6
2. Fisiopatologia




TPA                 7
2. Fisiopatologia

                      SRAA


             Vias de Sensibilidade



          Córtex Cerebral (Hemisférios)



             Fenômenos Psíquicos



             Conteúdo de Consciência
TPA                                       8
2. Fisiopatologia




TPA                 9
2. Fisiopatologia

                  SRAA


         Vias de Sensibilidade


                                      Doenças que
      Córtex Cerebral (Hemisférios)   provocam o
                                        COMA

         Fenômenos Psíquicos



            Conteúdo de Consciência
TPA                                            10
2. Fisiopatologia




TPA                 11
2. Fisiopatologia


 • Século XVIII
 • 1942
 • 1949 Morison e Dempsey ( FRAA )

 • “ Podemos dizer que o estado de coma
   é decorrente de uma lesão na FRAA, de
   um comprometimento cerebral difuso
   ou de ambos”
TPA                                  12
3. Causas e Tipos

 De acordo com a sua Etiologia, podemos classificar o
 Coma em:


 •Coma Estrutural
 •Coma Metabólico




TPA                                                13
3. Causas e Tipos

Coma Estrutural

É caracterizado por lesões que comprimem, desloquem
ou destroem o SRAA


      •Lesão Supratentorial Unilateral
      •Lesão Supratentorial Bilateral
      •Infratorial




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3. Causas e Tipos




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3. Causas e Tipos

 Lesão Supratentorial Unilateral
 •Hematomas
 •Infarto Extenso
 •Trauma Crânio-encefálico
 •Abcesso
 •Tumor




TPA                                16
3. Causas e Tipos

 Lesão Supratentorial Bilateral

 •Trauma Crânio-encefálico
 •Múltiplos Infartos
 •Infarto talâmico bilateral
 •Encefalite
 •Gliomatose
 •Encefalomielite difusa aguda
 •Hidrocefalia

TPA                               17
3. Causas e Tipos

 Lesão Infratentorial
 •Hemorragia pontina
 •Oclusão da artéria basilar
 •Mielinólise pontina
 •Acidente vascular cerebelar
 •Tumor




TPA                             18
3. Causas e Tipos




TPA                 19
3. Causas e Tipos




TPA                 20
3. Causas e Tipos




TPA                 21
3. Causas e Tipos




TPA                 22
3. Causas e Tipos




TPA                 23
3. Causas e Tipos

Coma Metabólico

É caracterizado por uma disfunção cerebral difusa por
comprometimento dos processos metabólicos ou
orgânicos do cérebro


 •Desordens Metabólicas
 •Desordens Orgânicas
 •Agentes Exógenos
 •Causas Psiquiátricas


TPA                                                24
3. Causas e Tipos

Desordens Metabólicas
•Hipoglicemia
•Hiperglicemia
•Hiponatremia
•Hipernatremia
•Hipercalemia




TPA                     25
3. Causas e Tipos

Desordens Orgânicas
•Uremia
•Encefalopatia Hepática
•Hipercapnia
•Hipotireoidismo
•Doença de Addison
•Hipopituitarismo




TPA                       26
3. Causas e Tipos

Agentes Exógenos
•Drogas
•Inalação de Gases
•Hipotermia




TPA                  27
3. Causas e Tipos

Causas Psiquiátricas
•Coma Psicogênico




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3. Causas e Tipos

Estatísticas:
•No Brasil estima-se que 1% a 2% das consultas em PA,
correspondem a pacientes com alteração de nível de
consciência
•Segundo Francis et al. a prevalência é maior em idosos e em
pacientes hospitalizados, onde 22% destas apresentam delirium
•O Coma metabólico é a causa mais freqüente de alterações de
consciência
•As principais causas de com de origem estrutural são: AVC-H ,
Hematomas Subdurais e AVC-I de tronco



                                    Paciente Crítico - Diagnóstico e
                                    Tratamento – HSL - 2006
TPA                                                                29
3. Causas e Tipos




TPA                 30
3. Causas e Tipos




TPA                 31
3. Causas e Tipos




TPA                 32
3. Causas e Tipos




TPA                 33
4. Avaliação Neurológica e Clínica

  Avaliação Neurológica em PA ou UTI, Objetivos:
  1. Confirmar o diagnóstico clínico de alteração de
     estado mental
  2. Buscar informações que ajudem a localizar a
     disfunção neurológica
  3. Elucidar a causa subjacente do distúrbio




TPA                                                    34
4. Avaliação Neurológica e Clínica

      Exame Neurológico:


      1. Consciência
      2. Padrões Respiratórios
      3. Exame dos olhos (pupilas e motricidade ocular)
      4. Resposta Motora



                                    Plum & Posner


TPA                                                       35
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 1. Consciência




TPA                                  36
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 1. Consciência

  Redução ou falta da REAÇÃO DE DESPERTAR
  •Confusão
  •Delirium
  •Letargia
  •Estupor
  •Coma


TPA                                         37
4. Avaliação Neurológica e Clínica


•Confusão - Caracteriza-se por um impedimento de
atenção e manutenção do discurso com coerência
•Delirium – Confusão associada a períodos de agitação
•Letargia – Resposta lenta ao estímulo sonoro ou ao
toque
•Estupor – Paciente não responde aos estímulos
sonoros, só aos dolorosos
•Coma – falta total ou quase total de reação de despertar



TPA                                                   38
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  39
ECG 15 a 12 = Leve
      ECG 9 a 12 =
      Moderado
      ECG < 8 = Grave




TPA                  40
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 1. Consciência

  Redução ou falta de CONTEÚDO DE CONSCIÊNCIA
  •Atenção
  •Orientação
  •Raciocíneo
  •Memória
  •Linguagem


TPA                                         41
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  42
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 2. Padrões Respiratórios

  As doenças que levam ao coma, geralmente levam
  a anormalidades respiratórias




TPA                                                43
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 2. Padrões Respiratórios

 Cheyne-Stokes                Hiperventilação neurogênica
                              central


 Atáxica                      Apnêustica



 Apnéia pós-hiperventilação



TPA                                                         44
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  45
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 3. Exames dos Olhos

  As áreas do tronco encefálico que controlam os
  movimentos das pupilas são adjacentes à aquelas que
  controlam a consciência. Por isso a alteração da
  motricidade pupilar é freqüente em pacientes em
  coma.
  •Forma das pupilas
  •Tamanho das pupilas
  •Reatividade das pupilas
TPA                                              46
4. Avaliação Neurológica e Clínica


 Características             Localização
 Mióticas                    Diencéfalo,
 fotorreagentes              metabólicas

 Anisocoria                  Claude
 fotorreagente               Bernard-Horner

 Diâmetro médio              Mesencéfalo
 e fixas


TPA                                        47
4. Avaliação Neurológica e Clínica

      Características        Localização
      Puntiformes,           Ponte
      fotorreagentes

      Anisocoria             Herniação uncal
      paralítica

      Midríase com           Tecto
      hippus
      Midríase               Morte encefálica,
      paralítica             medicamentos

TPA                                         48
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  49
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 3. Exames dos Olhos

  Exame da movimentação ocular, avalia a integridade
  das estruturas do tronco, relacionadas a
  movimentação do globo ocular
  •Reflexo óculo-cefálico
  •Reflexo óculo-vestibular




TPA                                               50
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  51
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  52
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  53
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  54
4. Avaliação Neurológica e Clínica

 Exame Neurológico:
 4. Resposta Motora

  Os núcleos e vias que controlam os movimentos
  ficam separados dos que regulam o estado mental,
  portanto as respostas motoras nem semprte se
  correlacionam à profundidade do Coma
  •Melhor Resposta Motora
  •Descerebração
  •Decorticação


TPA                                                  55
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  56
4. Avaliação Neurológica e Clínica




TPA                                  57
5. Manejo do Paciente em Coma

  Condutas baseadas em:
  •Diagnóstico diferencial
  •Exames complementares
  •Tratamento




TPA                             58
5. Manejo do Paciente em Coma

  Diagnóstico diferencial:
  1. Hipertensão Intra-Craniana
  Trauma, tumor, infecção – Papiledema,
    Anormalidades Pupilares, Descerebração
    Refelexo de Cusching (Hipertensão arterial e
    Bradicradia)
  2. Acidente Vascular Cerebral Isquêmico
  3. Infecção do SNC
      Febre, Sinais Meníngeos
  4. Estado de Mal Epilético
TPA                                                59
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             60
5. Manejo do Paciente em Coma

  Exames Complementares:
  • Avaliação Metabólica
  • Neuroimagem
  • Líquor
  • Monitorização da Função Cerebral




TPA                                    61
5. Manejo do Paciente em Coma

  Exames Complementares:
  Avaliação Metabólica
  • Sódio
  • Potássio
  • Magnésio
  • Cálcio
  • Glicose
  • Uréia
  • Creatinina
  • Rastreamento toxicológico

TPA                             62
5. Manejo do Paciente em Coma

  Exames Complementares:
  Neuroimagem




TPA                             63
5. Manejo do Paciente em Coma

  Exames Complementares:
  Líquor
  • Suspeita de Infecção do SNC
  • Antibioticoterapia




TPA                               64
5. Manejo do Paciente em Coma

  Exames Complementares:
  Monitorização da Função Cerebral
  • Eletroencefalograma
  • Doppler
  • Cateter Bulbo-jugular
  • Monitor BIS




TPA                                  65
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             66
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             67
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             68
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             69
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             70
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             71
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             72
5. Manejo do Paciente em Coma




TPA                             73
6. Tratamento do Coma



      O tratamento específico do coma depende da causa
      subjacente ao distúrbio da consciência. Para todos
       os pacientes em coma, independente da causa, é
           fundamental que a equipe de atendimento,
            mantenha o SUPORTE BÁSICO DE VIDA




TPA                                                   74
6. Tratamento do Coma


      •Controle de vias aéreas
      •Controle da ventilação e oxigenação
      •Estabilização circulatória
      •Estabilização da Coluna Cervical (Trauma)
      •Estabilização da Glicemia
      •Cuidados para Crises convulsivas




TPA                                                75
6. Tratamento do Coma




TPA                     76
6. Tratamento do Coma




TPA                     77
6. Tratamento do Coma




TPA                     78
6. Tratamento do Coma




TPA                     79
6. Tratamento do Coma




TPA                     80
6. Tratamento do Coma




TPA                     81
6. Tratamento do Coma




TPA                     82
6. Tratamento do Coma




TPA                     83
6. Tratamento do Coma

      Prognóstico
      •Etiologia da doença
      •Profundidade do coma
      •Grau de lesão inicial
      •Lesões secundárias (hipóxia, hipotensão,
      hipertensão intracraniana)
      •Comorbidades presentes




TPA                                               84
6. Tratamento do Coma

      Prognóstico
      •40% dos casos de coma associadas ao TCE em
      geral poderão ter uma recuperação favorável
      •Em pacientes comatosos pós parada, em geral
      89% morrem ou ficam com graves seqüelas
      •Em geral a mortalidade global de pacientes com
      hipóxia cerebral grave é de 54%
      •Os casos de coma de origem metabólica,
      geralmente possuem um melhor prognóstico em
      relação aos caos de coma estrutural

                                Paciente Crítico - Diagnóstico e
                                Tratamento – HSL - 2006
TPA                                                            85
OBRIGADO.

Coma

  • 1.
  • 2.
    COMA 1.Definição 2. Fisiopatologia 3. Causas e Tipos 4. Avaliação Neurológica e Clínica 5. Manejo do Paciente em Coma 6. Tratamento do Coma TPA 2
  • 3.
    1. Definição Consciência - estado em que o indivíduo está cônscio de si mesmo e do ambiente; é conhecedor das circunstâncias que lhe dizem respeito e daquelas com que se relaciona (tempo, espaço, pessoas e fatos). Nível de Consciência – ciclo Sono-vigília Conteúdo de Consciência - determina nossa consciência a cerca de nós mesmos e do meio que nos cercas. TPA 3
  • 4.
    1. Definição Síndrome clínica caracterizada por uma diminuição do estado de despertar e do conteúdo da consciência. Adams, R; Feske, SK; O Coma é caracterizado pela perda parcial ou completa da consciência. Isso significa que o paciente NÃO CONSEGUE RESPONDER aos estímulos do meio ambiente, o que é evidenciado pela falta de REAÇÃO DE DESPERTAR. TPA 4
  • 5.
    2. Fisiopatologia Reação de Despertar – componente mais básico da consciência, que depende da interação complexa de várias estruturas. •Sistema Reticular Ativados Ascendente – SRAA •Hemisférios Cerebrais •Sistema Límbico TPA 5
  • 6.
    2. Fisiopatologia SistemaReticular Ativados Ascendente – SRAA Estrutura funcional e anatômica constituída de núcleos e fibras, que se localiza no TRONCO ENCEFÁLICO e no DIENCÉFALO (Tálamo) •Ativação do Córtex •Regulação do Ciclo Sono-Vigília TPA 6
  • 7.
  • 8.
    2. Fisiopatologia SRAA Vias de Sensibilidade Córtex Cerebral (Hemisférios) Fenômenos Psíquicos Conteúdo de Consciência TPA 8
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    2. Fisiopatologia SRAA Vias de Sensibilidade Doenças que Córtex Cerebral (Hemisférios) provocam o COMA Fenômenos Psíquicos Conteúdo de Consciência TPA 10
  • 11.
  • 12.
    2. Fisiopatologia •Século XVIII • 1942 • 1949 Morison e Dempsey ( FRAA ) • “ Podemos dizer que o estado de coma é decorrente de uma lesão na FRAA, de um comprometimento cerebral difuso ou de ambos” TPA 12
  • 13.
    3. Causas eTipos De acordo com a sua Etiologia, podemos classificar o Coma em: •Coma Estrutural •Coma Metabólico TPA 13
  • 14.
    3. Causas eTipos Coma Estrutural É caracterizado por lesões que comprimem, desloquem ou destroem o SRAA •Lesão Supratentorial Unilateral •Lesão Supratentorial Bilateral •Infratorial TPA 14
  • 15.
    3. Causas eTipos TPA 15
  • 16.
    3. Causas eTipos Lesão Supratentorial Unilateral •Hematomas •Infarto Extenso •Trauma Crânio-encefálico •Abcesso •Tumor TPA 16
  • 17.
    3. Causas eTipos Lesão Supratentorial Bilateral •Trauma Crânio-encefálico •Múltiplos Infartos •Infarto talâmico bilateral •Encefalite •Gliomatose •Encefalomielite difusa aguda •Hidrocefalia TPA 17
  • 18.
    3. Causas eTipos Lesão Infratentorial •Hemorragia pontina •Oclusão da artéria basilar •Mielinólise pontina •Acidente vascular cerebelar •Tumor TPA 18
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    3. Causas eTipos TPA 19
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    3. Causas eTipos TPA 20
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    3. Causas eTipos TPA 21
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    3. Causas eTipos TPA 22
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    3. Causas eTipos TPA 23
  • 24.
    3. Causas eTipos Coma Metabólico É caracterizado por uma disfunção cerebral difusa por comprometimento dos processos metabólicos ou orgânicos do cérebro •Desordens Metabólicas •Desordens Orgânicas •Agentes Exógenos •Causas Psiquiátricas TPA 24
  • 25.
    3. Causas eTipos Desordens Metabólicas •Hipoglicemia •Hiperglicemia •Hiponatremia •Hipernatremia •Hipercalemia TPA 25
  • 26.
    3. Causas eTipos Desordens Orgânicas •Uremia •Encefalopatia Hepática •Hipercapnia •Hipotireoidismo •Doença de Addison •Hipopituitarismo TPA 26
  • 27.
    3. Causas eTipos Agentes Exógenos •Drogas •Inalação de Gases •Hipotermia TPA 27
  • 28.
    3. Causas eTipos Causas Psiquiátricas •Coma Psicogênico TPA 28
  • 29.
    3. Causas eTipos Estatísticas: •No Brasil estima-se que 1% a 2% das consultas em PA, correspondem a pacientes com alteração de nível de consciência •Segundo Francis et al. a prevalência é maior em idosos e em pacientes hospitalizados, onde 22% destas apresentam delirium •O Coma metabólico é a causa mais freqüente de alterações de consciência •As principais causas de com de origem estrutural são: AVC-H , Hematomas Subdurais e AVC-I de tronco Paciente Crítico - Diagnóstico e Tratamento – HSL - 2006 TPA 29
  • 30.
    3. Causas eTipos TPA 30
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    3. Causas eTipos TPA 31
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    3. Causas eTipos TPA 32
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    3. Causas eTipos TPA 33
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    4. Avaliação Neurológicae Clínica Avaliação Neurológica em PA ou UTI, Objetivos: 1. Confirmar o diagnóstico clínico de alteração de estado mental 2. Buscar informações que ajudem a localizar a disfunção neurológica 3. Elucidar a causa subjacente do distúrbio TPA 34
  • 35.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 1. Consciência 2. Padrões Respiratórios 3. Exame dos olhos (pupilas e motricidade ocular) 4. Resposta Motora Plum & Posner TPA 35
  • 36.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 1. Consciência TPA 36
  • 37.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 1. Consciência Redução ou falta da REAÇÃO DE DESPERTAR •Confusão •Delirium •Letargia •Estupor •Coma TPA 37
  • 38.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica •Confusão - Caracteriza-se por um impedimento de atenção e manutenção do discurso com coerência •Delirium – Confusão associada a períodos de agitação •Letargia – Resposta lenta ao estímulo sonoro ou ao toque •Estupor – Paciente não responde aos estímulos sonoros, só aos dolorosos •Coma – falta total ou quase total de reação de despertar TPA 38
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    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 39
  • 40.
    ECG 15 a12 = Leve ECG 9 a 12 = Moderado ECG < 8 = Grave TPA 40
  • 41.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 1. Consciência Redução ou falta de CONTEÚDO DE CONSCIÊNCIA •Atenção •Orientação •Raciocíneo •Memória •Linguagem TPA 41
  • 42.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 42
  • 43.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 2. Padrões Respiratórios As doenças que levam ao coma, geralmente levam a anormalidades respiratórias TPA 43
  • 44.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 2. Padrões Respiratórios Cheyne-Stokes Hiperventilação neurogênica central Atáxica Apnêustica Apnéia pós-hiperventilação TPA 44
  • 45.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 45
  • 46.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 3. Exames dos Olhos As áreas do tronco encefálico que controlam os movimentos das pupilas são adjacentes à aquelas que controlam a consciência. Por isso a alteração da motricidade pupilar é freqüente em pacientes em coma. •Forma das pupilas •Tamanho das pupilas •Reatividade das pupilas TPA 46
  • 47.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Características Localização Mióticas Diencéfalo, fotorreagentes metabólicas Anisocoria Claude fotorreagente Bernard-Horner Diâmetro médio Mesencéfalo e fixas TPA 47
  • 48.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Características Localização Puntiformes, Ponte fotorreagentes Anisocoria Herniação uncal paralítica Midríase com Tecto hippus Midríase Morte encefálica, paralítica medicamentos TPA 48
  • 49.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 49
  • 50.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 3. Exames dos Olhos Exame da movimentação ocular, avalia a integridade das estruturas do tronco, relacionadas a movimentação do globo ocular •Reflexo óculo-cefálico •Reflexo óculo-vestibular TPA 50
  • 51.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 51
  • 52.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 52
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    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 53
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    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 54
  • 55.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica Exame Neurológico: 4. Resposta Motora Os núcleos e vias que controlam os movimentos ficam separados dos que regulam o estado mental, portanto as respostas motoras nem semprte se correlacionam à profundidade do Coma •Melhor Resposta Motora •Descerebração •Decorticação TPA 55
  • 56.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 56
  • 57.
    4. Avaliação Neurológicae Clínica TPA 57
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    5. Manejo doPaciente em Coma Condutas baseadas em: •Diagnóstico diferencial •Exames complementares •Tratamento TPA 58
  • 59.
    5. Manejo doPaciente em Coma Diagnóstico diferencial: 1. Hipertensão Intra-Craniana Trauma, tumor, infecção – Papiledema, Anormalidades Pupilares, Descerebração Refelexo de Cusching (Hipertensão arterial e Bradicradia) 2. Acidente Vascular Cerebral Isquêmico 3. Infecção do SNC Febre, Sinais Meníngeos 4. Estado de Mal Epilético TPA 59
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 60
  • 61.
    5. Manejo doPaciente em Coma Exames Complementares: • Avaliação Metabólica • Neuroimagem • Líquor • Monitorização da Função Cerebral TPA 61
  • 62.
    5. Manejo doPaciente em Coma Exames Complementares: Avaliação Metabólica • Sódio • Potássio • Magnésio • Cálcio • Glicose • Uréia • Creatinina • Rastreamento toxicológico TPA 62
  • 63.
    5. Manejo doPaciente em Coma Exames Complementares: Neuroimagem TPA 63
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    5. Manejo doPaciente em Coma Exames Complementares: Líquor • Suspeita de Infecção do SNC • Antibioticoterapia TPA 64
  • 65.
    5. Manejo doPaciente em Coma Exames Complementares: Monitorização da Função Cerebral • Eletroencefalograma • Doppler • Cateter Bulbo-jugular • Monitor BIS TPA 65
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 66
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 67
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 68
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 69
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 70
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 71
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 72
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    5. Manejo doPaciente em Coma TPA 73
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    6. Tratamento doComa O tratamento específico do coma depende da causa subjacente ao distúrbio da consciência. Para todos os pacientes em coma, independente da causa, é fundamental que a equipe de atendimento, mantenha o SUPORTE BÁSICO DE VIDA TPA 74
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    6. Tratamento doComa •Controle de vias aéreas •Controle da ventilação e oxigenação •Estabilização circulatória •Estabilização da Coluna Cervical (Trauma) •Estabilização da Glicemia •Cuidados para Crises convulsivas TPA 75
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    6. Tratamento doComa TPA 76
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    6. Tratamento doComa TPA 77
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    6. Tratamento doComa TPA 78
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    6. Tratamento doComa TPA 79
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    6. Tratamento doComa TPA 80
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    6. Tratamento doComa TPA 81
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    6. Tratamento doComa TPA 82
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    6. Tratamento doComa TPA 83
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    6. Tratamento doComa Prognóstico •Etiologia da doença •Profundidade do coma •Grau de lesão inicial •Lesões secundárias (hipóxia, hipotensão, hipertensão intracraniana) •Comorbidades presentes TPA 84
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    6. Tratamento doComa Prognóstico •40% dos casos de coma associadas ao TCE em geral poderão ter uma recuperação favorável •Em pacientes comatosos pós parada, em geral 89% morrem ou ficam com graves seqüelas •Em geral a mortalidade global de pacientes com hipóxia cerebral grave é de 54% •Os casos de coma de origem metabólica, geralmente possuem um melhor prognóstico em relação aos caos de coma estrutural Paciente Crítico - Diagnóstico e Tratamento – HSL - 2006 TPA 85
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