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“Epilepsia”, vem do verbo grego 
epilambanein, que significa “Ser 
atacado, dominado ou tomado”, o que 
sugere que a epilepsia seria 
provocada por uma força externa.
ASPECTOS HISTÓRICOS 
 Origem: 
. Na Antiguidade, acreditava-se que a epilepsia 
estava vinculada a uma divindade ou espírito 
diabólico, era comumente considerada uma doença 
associada a fenômenos sobrenaturais decorrentes de 
castigo ou possessão de espíritos. 
. Crenças como essas foram apresentadas na antiga 
Babilônia em documentos que datam 2000 a.C. 
. No período clássico houve um grande avanço da 
medicina e em 400 a.C. Hipócrates, no livro Sobre a 
doença sagrada,¹ inferiu que o cérebro seria a sede 
da mente e afirmou que a epilepsia não estava 
associada ao caráter divino, e sim ao cérebro.
 O QUE É? 
 É um distúrbio cerebral caracterizado por uma disposição natural do 
cérebro a gerar crises epilépticas e pelas conseqüências 
neurobiológicas e cognitivas. 
 É definida pela ocorrência de pelo menos uma crise epiléptica, as 
quais recorrem na ausência de condições toxicometabólicas do 
organismo (Fisher et al., 2005). 
 Elas provocam descargas neuronais súbitas, excessivas e 
descontrolados que ocorrem, predominantemente, no córtex cerebral.
 O cérebro é um órgão altamente complexo e 
sensitivo. Ele regula e controla todas nossas ações. 
Ele controla movimentos, sensações, pensamentos e 
emoções. 
 Ele é o sítio da memória e regula os mecanismos 
involuntários do corpo, tais como os do coração e 
pulmões. As células cerebrais trabalham em conjunto, 
comunicando-se por meio de sinais elétricos. 
 Ocasionalmente ocorre uma descarga elétrica 
anormal de um grupo de células e o resultado é uma 
crise. O tipo de crise depende da região do cérebro 
onde ocorre a descarga.
 O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista através de 
uma história médica completa, coletada com o paciente e 
pessoas que tenham observado a crise. 
 Os exames clínico-neurológicos, a avaliação neuropsicológica 
e os testes complementares proporcionam auxílio valiosos ao 
diagnóstico completo e seguro. 
 Exames como: eletroencefalograma (EEG) 
 Neuroimagem como: tomografia e ressonância magnética de 
crânio. 
 Vídeo – EEG. – Superfície/limitado.
Tipos de crises: 
- Parcial/Focais e Generalizada. 
 Parcial: Crises parciais (antes denominadas crises focais). 
Durante esse tipo de crise o paciente pode experimentar uma 
gama de sensações estranhas, movimentos bruscos de uma 
parte do corpo, distorções auditivas ou visuais, desconforto 
estomacal ou sensação de medo.
Descargas epilépticas surgindo em uma parte do cérebro 
originam crises parciais (ex. logo occipital que origina 
manifestações visuais).
 Parcial: 
 A consciência não sofre prejuízo. 
 Se a pessoa fica inconsciente durante a crise pode 
não haver sensação alguma. Muitas pessoas 
experimentam 
uma “aura” antes da crise 
propriamente dita.
 Antes do começo de uma crise algumas pessoas experimentam 
uma sensação ou aviso chamado "aura". A aura pode ocorrer com 
antecedência tal que possibilita à pessoa tomar medidas preventivas quanto 
a possíveis lesões provocadas pelas crises. 
 O tipo de aura varia de pessoa para pessoa. Algumas sentem uma mudança 
na temperatura corporal, outras têm uma sensação de tensão ou ansiedade. 
Em alguns casos a aura epiléptica pode manifestar-se como um som 
musical, um gosto estranho ou um curioso e particular odor. Se a pessoa 
consegue fazer uma boa descrição da sua aura isso pode ajudar o médico a 
descobrir em que região do cérebro ocorre a descarga inicial. 
 Uma aura pode ocorrer sem ser seguida por uma crise e, em alguns casos, 
ela mesma pode ser classificada como sendo um tipo de "crise parcial 
simples".
 Tipos de crises: 
- Generalizada: Se originam em algum ponto de uma rede 
neuronal e rapidamente se desenvolvem e se propagam 
em redes neuronais bilaterais; atingem os dois 
hemisférios cerebrais, todo o cérebro está envolvido.
Descargas epilépticas surgindo em ambos os 
hemisférios cerebrais ao mesmo tempo
 Obs.: Ao todo existem mais de 30 diferentes tipos 
de crises. Como decorrência disto, a nova 
classificação subdivide as epilepsias em Parciais 
e Generalizadas.
 A maioria das síndromes epilépticas não tem uma causa 
comum. 
 Elas podem ser subdivididas de acordo com sua etiologia: 
genética, estrutural/metabólica ou desconhecida. 
 Genética – resultado direto de um defeito genético conhecido 
ou presumido, em que as crises são o principal sintoma da 
doença. 
 Estrutural/ metabólica – epilepsias cujas causas são 
identificáveis.
 Há evidencias de que indivíduos com determinados tipos de epilepsia 
podem apresentar prejuízos cognitivos graves, sendo que, para alguns, tais 
déficits podem ser mais debilitantes do que as próprias crises epilépticas. 
 A avaliação neuropsicológica tem como objetivo diagnosticar tais 
prejuízos cognitivos; contribuir para a compreensão da condição 
neurológica do paciente e auxiliar nas decisões de seu tratamento; 
compreender os problemas emocionais, educacionais e psicossociais 
relacionados com o comprometimento cognitivo; além de monitorar os 
efeitos dos medicamentos e/ou da epilepsia sobre a cognição, bem como o 
impacto dessas disfunções cognitivas no dia a dia.
Idiopática é um adjetivo usado primeiramente pela medicina em causa obscura 
ou desconhecida. 
Por anos o neuropsicológo na epilepsia foi avaliar a eficiência funcional de 
várias regiões cerebrais e revelar aquelas que estavam disfuncionais, e 
determinar os benefícios de vários tratamentos medicamentosos e cirúrgicos. 
Dessa forma, grande parte dos estudos iniciais em neuropsicologia da 
epilepsia concentra-se na localização lateralização do foco epileptiforme de 
epilepsia parciais em pacientes adultos. 
Dentre as síndromes idiopáticas, a mais freqüentemente estudada na literatura 
de neuropsicologia é a epilepsia mioclônica juvenil (EMJ).
A epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) é caracterizada por movimentos mioclônicos 
(tremores rápidos no corpo) presentes em todos os casos, associados ou não às crises 
tônico-clônicas generalizadas e raramente às crises de ausência. 
É um tipo de epilepsia relativamente comum, de caráter benigno, respondendo bem aos 
tratamentos anticonvulsivantes tradicionais. 
As crises mioclônicas, costumam iniciar-se na adolescência. É comum aparecerem 
crises geralmente ao acordar, muitas vezes precipitadas por privação do sono ou 
estresse. 
Estudos neuropsicológicos em pacientes com EMJ revelaram déficits em inúmeras 
habilidades executivas, como, por exemplo, formação de conceitos, pensamento 
abstrato, flexibilidade mental, velocidade de processamento mental e planejamento.
Tônico-clônicas – 
Perda da consciência seguida de contrações sustentadas (tônica) dos músculos, seguida de 
períodos de contrações musculares alternadas com relaxamento (clônica). 
Crises de Ausência – 
As crises de ausência são um lapso da consciência que dura de 5 a 30 segundos em que a pessoa 
para o que estava fazendo. 
Os olhos do paciente podem girar para cima ou ficar olhando fixamente para o vazio, e a pupila 
pode se dilatar. Objetos que ele esteja segurando podem cair, e podem ocorrer automatismos 
musculares repetitivos, como por exemplo, piscar de olhos, estalar os lábios, mastigação. 
Nesse tipo de epilepsia não há a confusão mental após a crise, e por vezes o paciente nem a 
percebe.
Epilepsia de lobo temporal – 
Estima-se que 40% das síndromes epilépticas são epilepsias de 
lobo temporal (ELT), e aproximadamente 60% das crises parciais 
iniciam-se em lobos temporais, mais freqüentes em adultos. 
 Aura 
 Parada e fixação do olhar 
 Alteração motora contralateral 
com automatismos simples 
 Automatismos complexos
Epilepsia de lobo Frontal – 
Estima-se que 20% a 30% das síndromes epilépticas de lobo 
frontal são crises focais (ELF). 
 Auras não específicas 
 Pode ocorrer várias vezes ao dia e ou noite 
 Automatismos motores: debater, balançar, pedalar, chutar com 
emissão de gruídos ou gemidos 
 Manipulação genital
São raras 
Distúrbio de imagem corporal 
Distúrbios visuais e alucinações visuais
 Virtualmente, sob circunstâncias favoráveis qualquer 
um pode ter uma crise. 
 Cada um de nós tem um limiar cerebral 
convulsivo que nos torna mais ou menos resistentes a 
crises. 
 Não são exclusivos para qualquer faixa etária, sexo ou 
raça.
 A epilepsia pode atingir qualquer um em qualquer 
idade. Contudo, a maior parte das pessoas que 
desenvolvem crises durante seus primeiros anos de 
vida tendem a apresentar uma redução na intensidade 
e freqüência de suas crises na medida em que 
envelhecem. 
 Em alguns casos a epilepsia pode desaparecer por 
completo. Metade dos casos desenvolve-se antes dos 
10 anos.
 Através de medicações que 
possam controlar a atividade 
anormal dos neurônios. 
 Cirurgia da epilepsia, consiste na 
retirada de parte da lesão ou das 
conexões cerebrais que levam a 
propagação das descargas 
anormais.
Alguns medicamentos: 
Ácido Valpróico 
Carbamazepina 
Fenitoína 
Primidona 
Gabapentina 
Diazepam 
Clonazepam 
Clobazam 
Primidona 
ψ O tratamento da epilepsia é feito com 
medicamentos que inibem as descargas 
epilépticas. 
Os medicamentos normalmente 
necessitam ser ingeridos a cada 8,12 ou 
24 horas, dependendo da medicação 
prescrita. Tomar os medicamentos na 
quantidade e na hora indicada pelo 
médico é um dos passos importantes para 
obter sucesso no tratamento.
EPIDEMIOLOGIA 
ψ Dados específicos (atual) 
 Estima-se que essas síndromes atinjam cerca de 60 milhões de pessoas no 
mundo, e que surjam 3 milhões de novos casos a cada ano. 
 O Brasil ainda não dispõe de dados epidemiológicos precisos, mas estima-se 
uma prevalência variando de 11,9 a 20 casos de epilepsia a cada mil 
habitantes. 
 A Organização Mundial de Saúde estima que: 
*1% da população nos países desenvolvidos têm a doença 
*2% da população nos países subdesenvolvidos têm a doença 
*70% a 80% de sucesso com tratamento medicamentoso 
*40% das pessoas com epilepsia não estão em tratamento 
*20% das pessoas com epilepsia sequer tomam medicação alguma
 Sim. 
 Na Tanzânia 4% da população apresenta severas 
desordens convulsivas. 
 Neste caso uma predisposição genética para 
baixos limiares convulsivos é conhecida. 
 No Canadá 1-2% da população tem epilepsia.
PAPEL DO PSICÓLOGO 
ψ É fundamental que as pessoas saibam o que é epilepsia, quais são 
suas implicações práticas, para que o paciente e sua família deixem de ser 
vítimas de preconceito e estigma na comunidade. Por isso, este trabalho 
tem como objetivo mostrar a importância do trabalho em grupos na 
epilepsia, fornecendo orientações básicas de como realizá-los. 
O trabalho com grupos facilita as relações interpessoais e enfoca o 
tratamento de problemas e dificuldades, especialmente em doenças 
crônicas. Do ponto de vista psicológico, proporciona oportunidade para 
troca de experiências e vivências, além de possibilitar a interação entre 
pacientes e profissionais da saúde. Os grupos têm por objetivo auxiliar no 
conhecimento de informações, discutir os medos, ansiedade e confusões a 
respeito da epilepsia, sendo oportunidade para compartilhar idéias, 
expressar sentimentos e trocar experiências com outras pessoas que 
vivem situações similares. Além disso, as pessoas podem aumentar seus 
conhecimentos, discutir mágoas e desconfortos relacionados à epilepsia 
Pacientes com epilepsia 
apresentam isolamento 
social, dificuldade nos 
relacionamentos 
sociais, no trabalho, na 
escola, no lazer e até nas 
atividades de vida diária. Por 
isso, costuma-se dizer que a 
epilepsia é uma condição que 
afeta o bem-estar 
biopsicossocial, ou seja, afeta 
a vida do paciente como um 
todo.
 PAPEL DO NEUROPSICÓLOGO 
O Neuropsicólogo tem um importante papel na investigação dos 
comprometimentos cognitivos secundários à medicação antiepileptica e na 
avaliação dos potenciais e déficits cognitivos pré e pós cirúrgicos. Contudo 
ainda que muitos estudos tenham sido feitos nos últimos anos, muitas 
síndromes epilépticas e a epilepsia na faixa etária pediátrica foram pouco 
pesquisadas. Desta forma, a inserção do Neuropsicólogo nesse campo de 
pesquisa e clinica faz-se de suma importância para o crescimento do 
conhecimento sobre as epilepsias.
 A prevenção da epilepsia e, portanto, das crises epilépticas, liga-se 
diretamente às condições de vida e à assistência médica-sanitária: 
 Cuidados pré-natais e de parto às gestantes; 
 Cumprimento do calendário de vacinações nas crianças; 
 Controle de doenças infecciosas e parasitárias e seus sintomas; 
 Cuidado com a febre em crianças; 
 Não tomar remédio sem orientação médica; 
 O controle da hipertensão arterial sistêmica e do alcoolismo; 
 E a prevenção do uso de drogas; 
 Dirija veículos com atenção usando o cinto de segurança, e capacete 
quando necessário.
Não é contagiosa. 
Não se deve puxar a língua 
da pessoa durante a crise. 
Não é causada por problema 
espiritual.
A pessoa com epilepsia pode 
trabalhar na maior parte 
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podem e devem frequentar a 
escola.
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Epilepsia - Neuropsicologia

  • 1.
  • 2. “Epilepsia”, vem do verbo grego epilambanein, que significa “Ser atacado, dominado ou tomado”, o que sugere que a epilepsia seria provocada por uma força externa.
  • 3. ASPECTOS HISTÓRICOS  Origem: . Na Antiguidade, acreditava-se que a epilepsia estava vinculada a uma divindade ou espírito diabólico, era comumente considerada uma doença associada a fenômenos sobrenaturais decorrentes de castigo ou possessão de espíritos. . Crenças como essas foram apresentadas na antiga Babilônia em documentos que datam 2000 a.C. . No período clássico houve um grande avanço da medicina e em 400 a.C. Hipócrates, no livro Sobre a doença sagrada,¹ inferiu que o cérebro seria a sede da mente e afirmou que a epilepsia não estava associada ao caráter divino, e sim ao cérebro.
  • 4.  O QUE É?  É um distúrbio cerebral caracterizado por uma disposição natural do cérebro a gerar crises epilépticas e pelas conseqüências neurobiológicas e cognitivas.  É definida pela ocorrência de pelo menos uma crise epiléptica, as quais recorrem na ausência de condições toxicometabólicas do organismo (Fisher et al., 2005).  Elas provocam descargas neuronais súbitas, excessivas e descontrolados que ocorrem, predominantemente, no córtex cerebral.
  • 5.  O cérebro é um órgão altamente complexo e sensitivo. Ele regula e controla todas nossas ações. Ele controla movimentos, sensações, pensamentos e emoções.  Ele é o sítio da memória e regula os mecanismos involuntários do corpo, tais como os do coração e pulmões. As células cerebrais trabalham em conjunto, comunicando-se por meio de sinais elétricos.  Ocasionalmente ocorre uma descarga elétrica anormal de um grupo de células e o resultado é uma crise. O tipo de crise depende da região do cérebro onde ocorre a descarga.
  • 6.  O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista através de uma história médica completa, coletada com o paciente e pessoas que tenham observado a crise.  Os exames clínico-neurológicos, a avaliação neuropsicológica e os testes complementares proporcionam auxílio valiosos ao diagnóstico completo e seguro.  Exames como: eletroencefalograma (EEG)  Neuroimagem como: tomografia e ressonância magnética de crânio.  Vídeo – EEG. – Superfície/limitado.
  • 7. Tipos de crises: - Parcial/Focais e Generalizada.  Parcial: Crises parciais (antes denominadas crises focais). Durante esse tipo de crise o paciente pode experimentar uma gama de sensações estranhas, movimentos bruscos de uma parte do corpo, distorções auditivas ou visuais, desconforto estomacal ou sensação de medo.
  • 8. Descargas epilépticas surgindo em uma parte do cérebro originam crises parciais (ex. logo occipital que origina manifestações visuais).
  • 9.  Parcial:  A consciência não sofre prejuízo.  Se a pessoa fica inconsciente durante a crise pode não haver sensação alguma. Muitas pessoas experimentam uma “aura” antes da crise propriamente dita.
  • 10.  Antes do começo de uma crise algumas pessoas experimentam uma sensação ou aviso chamado "aura". A aura pode ocorrer com antecedência tal que possibilita à pessoa tomar medidas preventivas quanto a possíveis lesões provocadas pelas crises.  O tipo de aura varia de pessoa para pessoa. Algumas sentem uma mudança na temperatura corporal, outras têm uma sensação de tensão ou ansiedade. Em alguns casos a aura epiléptica pode manifestar-se como um som musical, um gosto estranho ou um curioso e particular odor. Se a pessoa consegue fazer uma boa descrição da sua aura isso pode ajudar o médico a descobrir em que região do cérebro ocorre a descarga inicial.  Uma aura pode ocorrer sem ser seguida por uma crise e, em alguns casos, ela mesma pode ser classificada como sendo um tipo de "crise parcial simples".
  • 11.  Tipos de crises: - Generalizada: Se originam em algum ponto de uma rede neuronal e rapidamente se desenvolvem e se propagam em redes neuronais bilaterais; atingem os dois hemisférios cerebrais, todo o cérebro está envolvido.
  • 12. Descargas epilépticas surgindo em ambos os hemisférios cerebrais ao mesmo tempo
  • 13.  Obs.: Ao todo existem mais de 30 diferentes tipos de crises. Como decorrência disto, a nova classificação subdivide as epilepsias em Parciais e Generalizadas.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.  A maioria das síndromes epilépticas não tem uma causa comum.  Elas podem ser subdivididas de acordo com sua etiologia: genética, estrutural/metabólica ou desconhecida.  Genética – resultado direto de um defeito genético conhecido ou presumido, em que as crises são o principal sintoma da doença.  Estrutural/ metabólica – epilepsias cujas causas são identificáveis.
  • 20.  Há evidencias de que indivíduos com determinados tipos de epilepsia podem apresentar prejuízos cognitivos graves, sendo que, para alguns, tais déficits podem ser mais debilitantes do que as próprias crises epilépticas.  A avaliação neuropsicológica tem como objetivo diagnosticar tais prejuízos cognitivos; contribuir para a compreensão da condição neurológica do paciente e auxiliar nas decisões de seu tratamento; compreender os problemas emocionais, educacionais e psicossociais relacionados com o comprometimento cognitivo; além de monitorar os efeitos dos medicamentos e/ou da epilepsia sobre a cognição, bem como o impacto dessas disfunções cognitivas no dia a dia.
  • 21. Idiopática é um adjetivo usado primeiramente pela medicina em causa obscura ou desconhecida. Por anos o neuropsicológo na epilepsia foi avaliar a eficiência funcional de várias regiões cerebrais e revelar aquelas que estavam disfuncionais, e determinar os benefícios de vários tratamentos medicamentosos e cirúrgicos. Dessa forma, grande parte dos estudos iniciais em neuropsicologia da epilepsia concentra-se na localização lateralização do foco epileptiforme de epilepsia parciais em pacientes adultos. Dentre as síndromes idiopáticas, a mais freqüentemente estudada na literatura de neuropsicologia é a epilepsia mioclônica juvenil (EMJ).
  • 22. A epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) é caracterizada por movimentos mioclônicos (tremores rápidos no corpo) presentes em todos os casos, associados ou não às crises tônico-clônicas generalizadas e raramente às crises de ausência. É um tipo de epilepsia relativamente comum, de caráter benigno, respondendo bem aos tratamentos anticonvulsivantes tradicionais. As crises mioclônicas, costumam iniciar-se na adolescência. É comum aparecerem crises geralmente ao acordar, muitas vezes precipitadas por privação do sono ou estresse. Estudos neuropsicológicos em pacientes com EMJ revelaram déficits em inúmeras habilidades executivas, como, por exemplo, formação de conceitos, pensamento abstrato, flexibilidade mental, velocidade de processamento mental e planejamento.
  • 23. Tônico-clônicas – Perda da consciência seguida de contrações sustentadas (tônica) dos músculos, seguida de períodos de contrações musculares alternadas com relaxamento (clônica). Crises de Ausência – As crises de ausência são um lapso da consciência que dura de 5 a 30 segundos em que a pessoa para o que estava fazendo. Os olhos do paciente podem girar para cima ou ficar olhando fixamente para o vazio, e a pupila pode se dilatar. Objetos que ele esteja segurando podem cair, e podem ocorrer automatismos musculares repetitivos, como por exemplo, piscar de olhos, estalar os lábios, mastigação. Nesse tipo de epilepsia não há a confusão mental após a crise, e por vezes o paciente nem a percebe.
  • 24. Epilepsia de lobo temporal – Estima-se que 40% das síndromes epilépticas são epilepsias de lobo temporal (ELT), e aproximadamente 60% das crises parciais iniciam-se em lobos temporais, mais freqüentes em adultos.  Aura  Parada e fixação do olhar  Alteração motora contralateral com automatismos simples  Automatismos complexos
  • 25. Epilepsia de lobo Frontal – Estima-se que 20% a 30% das síndromes epilépticas de lobo frontal são crises focais (ELF).  Auras não específicas  Pode ocorrer várias vezes ao dia e ou noite  Automatismos motores: debater, balançar, pedalar, chutar com emissão de gruídos ou gemidos  Manipulação genital
  • 26. São raras Distúrbio de imagem corporal Distúrbios visuais e alucinações visuais
  • 27.  Virtualmente, sob circunstâncias favoráveis qualquer um pode ter uma crise.  Cada um de nós tem um limiar cerebral convulsivo que nos torna mais ou menos resistentes a crises.  Não são exclusivos para qualquer faixa etária, sexo ou raça.
  • 28.  A epilepsia pode atingir qualquer um em qualquer idade. Contudo, a maior parte das pessoas que desenvolvem crises durante seus primeiros anos de vida tendem a apresentar uma redução na intensidade e freqüência de suas crises na medida em que envelhecem.  Em alguns casos a epilepsia pode desaparecer por completo. Metade dos casos desenvolve-se antes dos 10 anos.
  • 29.  Através de medicações que possam controlar a atividade anormal dos neurônios.  Cirurgia da epilepsia, consiste na retirada de parte da lesão ou das conexões cerebrais que levam a propagação das descargas anormais.
  • 30. Alguns medicamentos: Ácido Valpróico Carbamazepina Fenitoína Primidona Gabapentina Diazepam Clonazepam Clobazam Primidona ψ O tratamento da epilepsia é feito com medicamentos que inibem as descargas epilépticas. Os medicamentos normalmente necessitam ser ingeridos a cada 8,12 ou 24 horas, dependendo da medicação prescrita. Tomar os medicamentos na quantidade e na hora indicada pelo médico é um dos passos importantes para obter sucesso no tratamento.
  • 31. EPIDEMIOLOGIA ψ Dados específicos (atual)  Estima-se que essas síndromes atinjam cerca de 60 milhões de pessoas no mundo, e que surjam 3 milhões de novos casos a cada ano.  O Brasil ainda não dispõe de dados epidemiológicos precisos, mas estima-se uma prevalência variando de 11,9 a 20 casos de epilepsia a cada mil habitantes.  A Organização Mundial de Saúde estima que: *1% da população nos países desenvolvidos têm a doença *2% da população nos países subdesenvolvidos têm a doença *70% a 80% de sucesso com tratamento medicamentoso *40% das pessoas com epilepsia não estão em tratamento *20% das pessoas com epilepsia sequer tomam medicação alguma
  • 32.  Sim.  Na Tanzânia 4% da população apresenta severas desordens convulsivas.  Neste caso uma predisposição genética para baixos limiares convulsivos é conhecida.  No Canadá 1-2% da população tem epilepsia.
  • 33. PAPEL DO PSICÓLOGO ψ É fundamental que as pessoas saibam o que é epilepsia, quais são suas implicações práticas, para que o paciente e sua família deixem de ser vítimas de preconceito e estigma na comunidade. Por isso, este trabalho tem como objetivo mostrar a importância do trabalho em grupos na epilepsia, fornecendo orientações básicas de como realizá-los. O trabalho com grupos facilita as relações interpessoais e enfoca o tratamento de problemas e dificuldades, especialmente em doenças crônicas. Do ponto de vista psicológico, proporciona oportunidade para troca de experiências e vivências, além de possibilitar a interação entre pacientes e profissionais da saúde. Os grupos têm por objetivo auxiliar no conhecimento de informações, discutir os medos, ansiedade e confusões a respeito da epilepsia, sendo oportunidade para compartilhar idéias, expressar sentimentos e trocar experiências com outras pessoas que vivem situações similares. Além disso, as pessoas podem aumentar seus conhecimentos, discutir mágoas e desconfortos relacionados à epilepsia Pacientes com epilepsia apresentam isolamento social, dificuldade nos relacionamentos sociais, no trabalho, na escola, no lazer e até nas atividades de vida diária. Por isso, costuma-se dizer que a epilepsia é uma condição que afeta o bem-estar biopsicossocial, ou seja, afeta a vida do paciente como um todo.
  • 34.  PAPEL DO NEUROPSICÓLOGO O Neuropsicólogo tem um importante papel na investigação dos comprometimentos cognitivos secundários à medicação antiepileptica e na avaliação dos potenciais e déficits cognitivos pré e pós cirúrgicos. Contudo ainda que muitos estudos tenham sido feitos nos últimos anos, muitas síndromes epilépticas e a epilepsia na faixa etária pediátrica foram pouco pesquisadas. Desta forma, a inserção do Neuropsicólogo nesse campo de pesquisa e clinica faz-se de suma importância para o crescimento do conhecimento sobre as epilepsias.
  • 35.  A prevenção da epilepsia e, portanto, das crises epilépticas, liga-se diretamente às condições de vida e à assistência médica-sanitária:  Cuidados pré-natais e de parto às gestantes;  Cumprimento do calendário de vacinações nas crianças;  Controle de doenças infecciosas e parasitárias e seus sintomas;  Cuidado com a febre em crianças;  Não tomar remédio sem orientação médica;  O controle da hipertensão arterial sistêmica e do alcoolismo;  E a prevenção do uso de drogas;  Dirija veículos com atenção usando o cinto de segurança, e capacete quando necessário.
  • 36. Não é contagiosa. Não se deve puxar a língua da pessoa durante a crise. Não é causada por problema espiritual.
  • 37. A pessoa com epilepsia pode trabalhar na maior parte das ocupações. Todos os indivíduos com epilepsia podem e devem frequentar a escola.