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Sintomas do ap.digestivo

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Sintomas do Aparelho Digestivo
Disciplina de Clínica Médica l
UNILUS

Publicada em: Saúde e medicina
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Sintomas do ap.digestivo

  1. 1. SINAIS E SINTOMAS DO APARELHO DIGESTIVO CLÍNICA MÉDICA DRA MARIA JOSÉ GONZALEZ PARADA
  2. 2. -- DRGE– É UMA DAS ENFERMIDADES DO APARELHO DIGESTIVO COM MAIOR PREVALÊNCIA MUNDIAL— TEM MANIFESTAÇÕES TÍPICAS E ATÍPICAS E EVOLUÇÃO BENIGNA NA GRANDE MAIORIA DOS CASOS HÁBITO ALIMENTAR--- UTILIZAÇÃO DE ETANOL E TABACO
  3. 3.  DEFINIÇÃO-- DRGE- MANIFESTAÇÃO CLÍNICA DO REFLUXO DO CONTEÚDO GÁSTRICO PARA O ESÔFAGO E OU ÓRGÃOS ADJACENTES-  IDADE – MAIS COMUM EM IDOSOS  SEXO– MAIOR PREVALÊNCIA EM HOMENS  GESTAÇÃO  OBESIDADE
  4. 4.  FATORES GENÉTICOS  HÉRNIA HIATAL  MEDICAMENTOS- ALENDRONATO OBS – NEM TODO PACIENTE COM HÉRNIA DE HIATO APRESENTA DRGE—
  5. 5.  DOR - LOCALIZAÇÃO RETROESTERNAL ( MÃO ABERTA PERCORRENDO O ESTERNO DE BAIXO PARA CIMA- PODE PROPAGAR-SE PARA A REGIÃO EPIGÁSTRICA– E TORÁCICA BILATERALMENTE— - PÓS –PRANDIAL– ASSOCIAÇÃO COM ALIMETOS ESPECÍFICOS (CÍTRICOS)
  6. 6.  COMUM SER DESENCADEADA POR DECÚBITO-  SÃO MAIS NOTURNOS--
  7. 7. -- QUADRO CLÍNICO— SINTOMAS DE PIROSEAZIA SÃO MUITO SUGESTIVOS DE DRGE--- TABELA 1– DETALHA TODS OS SINTOMAS DESTA ENFERMIDADE ATUALMENTE O DIAGNÓSTICO É FECHADO POR UM QUADRO CLÍNICO COMPATÍVEL E A PRESENÇA DE SINTOMAS TÍPICOS POR MAIS DE DUAS VEZES POR SEMANA E MAIS DE DOIS MESES SEGUIDOS
  8. 8. TÍPICOS ATÍPICO Epigastralgia Dor de garganta Pirose/Azia Rouquidão Regurgitação Dor torácica não cardíaca Disfagia Halitose Sialorreia Laringite/Faringite Globus Tosse crônica Odinofagia Bronquite/Bronquiectasia Náuseas Otite média
  9. 9.  Tabela 2 - Sinais e sintomas de alerta  Anemia Ferropriva  Anorexia  Disfagia/Odinofagia  Sangramento Gastrointestinal  Perda Ponderal  Idade > 50 anos  Icterícia  Massa Abdominal  História de Neoplasia Abdominal
  10. 10. - ANAMNESE FORNECE O DIAGNÓSTICO PROVÁVEL EM 80% DOS CASOS - DISFAGIA - ODINOFAGIA - PIROSEAZIA - DOR ESOFAGIANA - REGURGITAÇÃO - ERUCTAÇÃO
  11. 11. - SOLUÇO - SIALORRÉIA - HEMATÊMESE - ROUQUIDÃO - GÂNGLIO SUPRA- CLAVICULAR ESQUEDO- GÂNGLIO DE TROISIER
  12. 12. -- DISFAGIA– DIFICULDADE À DEGLUTIÇÃO QUANDO INICIALMENTE É PARA SÓLIDOS – POSTERIORMENTE PARA LÍQUIDOS– TEMOS UMA OBSTRUÇÃO MECÂNICA– PROVÁVEL DOENÇA MALIGNA --QUANDO A DISFAGIA É PARA ALIMENTOS SÓLIDOS E LÍQUIDOS--- INTERMITENTE– DOENÇA BENIGNA
  13. 13. -- DISFAGIA– SENSAÇÃO DE PARADA DO BOLO ALIMENTAR DURANTE A DEGLUTIÇÃO DIFICULDADE PARA ENGOLIR— DISFAGIA ALTA– TIPO ENGASGO DISFAGIA BAIXA- TIPO ENTALAMENTO
  14. 14. -- PSEUDODISFAGIA-- DEVIDO A ALIMENTAR-SE RAPIDAMENTE - EXISTE A SENSAÇÃO DE DESCONFORTO A DEGLUTIÇÃO--- -- GLOBO HISTÉRICO– SENSAÇÃO DE CORPO ESTRANHO AO NÍVEL DA FÚRCULA ESTERNAL E QUE SE MOVIMENTA DE CIMA PARA BAIXO E VICE – VERSA DESAPARECENDO COMPLETAMENTE DURANTE A ALIMENTAÇÃO E REAPARECENDO EM SEGUIDA
  15. 15. -ODINOFAGIA- DOR QUE SURGE COM A INGESTÃO DE ALIMENTOS- COMUMENTE ESTÁ ASSOCIADA A CARÁTER VARIÁVEL, EM PUNHALADA, CONSTRICTIVA OU ESPASMÓDICA- LEMBRAR DE ULCERAÇÕES DE ESÔFAGO– MONILÍASE ESOFÁGICA -PIROSE-QUEIMAÇÃO – AZIA -- MÃO ABERTA PERCORRENDO O ESTERNO DE BAIXO PARA CIMA . PODE PROPAGAR-SE PARA A REGIÃO EPIGÁSTRICA, TORÁCICA BILATERALMENTE –(acompanha a dor esofágica)
  16. 16. - PIROSE--QUASE SEMPRE APÓS AS REFEIÇÕES (PÓS – PRANDIAL) DESENCADEADA POR DECÚBITO– E NOTURNA - PODE ACOMPANHAR-SE DE REGURGITAÇÃO DE PEQUENAS QUANTIDADES DE LÍQUIDOS DE SABOR AZEDO E AMARGO - REGURGITAÇÃO– VOLTA DO ALIMENTO OU DE SECREÇÕES CONTIDAS NO ESÔFAGO OU ESTÔMAGO À CAVIDADE BUCAL, SEM NÁUSEAS – OCORRE QUASE SEMPRE APÓS AS REFEIÇÕES- PIORAM A NOITE OU EM DECÚBITO
  17. 17. - ERUCTAÇÃO –OCORRE NA MAIORIA DAS VEZES EM CONSEQUÊNCIA DA INGESTÃO DE MAIOR QUANTIDADE DE AR DURANTE AS REFEIÇÕES OU EM SITUAÇÕES DE ANSIEDADE - SOLUÇO– CAUSADO POR CONTRAÇÕES CLÔNICAS DO DIAFRAGMA
  18. 18. -- SIALORRÉIA-- SIALOSE E PTIALISMO PRODUÇÃO EXCESSIVA DE SECREÇÃO SALIVAR
  19. 19. EVITAR Mudanças no estilo de vida Cafeína Perder peso Chocolate Interromper tabagismo Pimenta Evitar deitar se logo após refeições Etanol Elevar cabeceira da cama se sintomas noturnos Bebidas gaseificadas Frutas cítricas Alimentos a base de tomate/condimentos Vinagre a
  20. 20.  E a hérnia de hiato, tão discutida no passado? chegou a ser considerada sinônimo da DRGE. Hoje sabe-se que pequenas hérnias podem ou não estar associadas a DRGE, como um fator de agressão, enquanto as grandes herniações sempre estão associadas e a correção cirúrgica torna-se imperiosa.  Portadores de formas graves, nos casos de complicações como úlcera, estenose e  esôfago de Barrett, sugere-se o acompanhamento de especialista, assim como portadores de sintomas respiratórios.
  21. 21. -- COMPLICAÇÕES DO DRGE— ÚLCERA DE ESÔFAGO ESTENOSE SANGRAMENTO ESÔFAGO DE BARRET
  22. 22. --DISPEPSIA -- DOR -- NÁUSEAS -- VÔMITOS -- PIROSE
  23. 23. - DISPEPSIA É SINTOMA MUITO FREQUENTE— - EM CERCA DE 50% DOS CASOS NÃO SE ENCONTRA CAUSA ORGÂNICA DE DISPEPSIA- - DISPESIA ORGÂNICA X - DISPESIA FUNCIONAL - OS SINAIS E SINTOMAS NÃO DIFERENCIAM SÍNDROMES DISPÉPTICAS DE DOENÇA ULCEROSA – DE MODO FIDEDIGNO - EXCLUIR PARASITOSE-
  24. 24. -- MÁ DIGESTÃO DOR EPIGÁSTRICA CONCEITUALMENTE SIGNIFICA DOR OU DESCONFORTO NO EPIGÁSTRIO– DE FORMA CON- TÍNUA OU RECORRENTE-- - A DISPEPSIA É QUALQUER DOR OU DESCONFORTO ABDOMINAL COM LOZALIZAÇÃO PRINCIPALMENTE NO EPIGÁSTRIO - AS DISPEPSIAS FUNCIONAIS – TRATA- SE DOENÇA FUNCIONAL DO APARELHO DIGESTIVO COM ALTA PREVALÊNCIA
  25. 25. -- QUANDO A DISPEPSIA –É ACOMPANHADA OU NÃO DE--- --- SACIEDADE PRECOCE -- PLENITUDE GÁSTRICA ---DISTENSÃO --- NÁUSEAS -
  26. 26. -- SINAIS E SINTOMAS DE ALERTA ( COMO DRGE) ANEMIA FERROPRIVA ANOREXIA DISFAGIAODINOFAGIA SANGRAMENTO GASTROINTESTINAL PERDA PONDERAL IDADE MAIOR QUE 50 ANOS
  27. 27. -- ICTERÍCIA -- MASSA ABDOMINAL -- HISTÓRIA DE NEOPLASIA ABDOMINAL CUIDADO NEOPLASIA PANCREÁTICA– PODE APRESENTAR APENAS SINTOMAS VAGOS- EM PACIENTES COM MAIS DE 50 ANOS--
  28. 28. -- O LEIGO HABITUALMENTE EMPREGA O TERMO GASTRITE PARA DESCREVER UMA AMPLA VARIEDADE DE SINTOMAS RELACIONADOS AO TUBO DIGESTIVO ( DOR EPIGÁSTRICA, PIROSE, EMPACHAMENTO, PLENITUDE, ERUCTAÇÕES, REGURGITAÇÃO , BOCA AMARGA, ENXAQUECA
  29. 29. -- GASTRITE—INFLAMAÇÃO DA MUCOSA GÁSTRICA, PODE TER EROSÃO- DEFEITOS SUPERFICIAIS– PORÉM É UM CONCEITO ANÁTOMO PATOLÓGICO— --- ÚLCERA- EROSÕES PROFUNDAS DA MUCOSA ATÉ A MUSCULAR DA MUCOSA PORTANTO DIAGNÓSTICO ANÁTOMO- PATOLÓGICO
  30. 30. ----QUADRO CLÍNICO--- - DOR EPIGÁSTRICA SINTOMA MAIS FREQUENTE LOCALIZAÇÃO– GERALMENTE BEM DELIMITADA E O PACIENTE APONTA O DEDO PARA --- – O APÊNDICE XIFÓIDE- APRESENTA CARÁTER--- EM QUEIMAÇÃO– AS VEZES SENSAÇÃO DE FOME
  31. 31. -- CLÁSSICO AFORISMA -- ¨¨ SEM ÁCIDO SEM ÚLCERA¨¨ CONTINUA VÁLIDO— FATORES DE PROTEÇÃO DA MUCOSA GASTRO DUODENAL SÃO VENCIDOS PELOS FATORES AGRESSIVOS -- CAUSADAS OU PELA H. PYLORI E USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS ( AINES) FATORES DESENCADEANTES PRINCIPAIS
  32. 32. -- QUADRO CLÍNICO--- ÚLCERA DUODENAL- DOE – COME– PASSA ÚLCERA GÁSTRICA – COME- DOE- PASSA CUIDADO COM AS ÚLCERAS GÁSTRICAS—É UMA ÚLCERA GÁSTRICA OU UM TUMOR ULCE RADO--
  33. 33. -- CLOCKING--- DOR QUE ACORDA O PACIENTE A NOITE— PONTUALIDADE– ÚLCERA DUODENAL— PERÍODOS DE CRISE E DEPOIS PERÍODOS DE ACALMIA POR VÁRIOS MESES -- NÁUSEAS E VÔMITOS— PODEM OCORRER COMO MANIFESTAÇÃO DA DOR OU SEJA DURANTE AS CRISES– SENSAÇÃO DE PESO E ESTUFAMENTO ABDOMINAL-
  34. 34. --- DICAS IMPORTANTES NO LAUDO DA EDA ( endoscopia digestiva alta) -- O TERMO LESÃO ULCERADA– QUANDO CONSIDERAM Á LESÃO COM ASPECTO MALIGNO E AO UTILIZAREM ESTE TERMO QUEREM DIZER ATENÇÃO PARA ESTA LESÃO
  35. 35. -- RECOMENDA-SE EXAME DE CONTROLE– ESTÁ BASEADO NO RISCO DE ERRO NA AMOSTRA DA BIÓPSIA, POIS ESTA PODE SER NEGATIVA EM DOENÇAS MALIGNAS INICIAIS- CAUSANDO NECESSIDADE DE REPETIR AS BIÓPSIAS APÓS O TRATAMENTO--
  36. 36. --COMPLICAÇÕES--- ---SANGRAMENTO ---PERFURAÇÃO--- APRESENTAM-SE COMO ABDOMEN AGUDO ---OBSTRUÇÃO---- OBSTRUÇÃO PILÓRICA – NÁUSEAS E VÔMITOS-
  37. 37. -- HEMORRAGIA DIGESTIVA---- AGUDA E CRÔNICA--- PODE SER ORIGINADO DE QUALQUER LUGAR DO TRATO DIGESTIVO -- HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA– SANGRAMENTOS ACIMA DO ÂNGULO DE TREITZ ÚLCERA GÁSTRICA VARIZES ESOFÁGICAS TUMOR ( gástrico ou esofágico)
  38. 38. --- HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA--- SANGRAMENTO ABAIXO DO ÂNGULO DE TREITZ ----- DOENÇA COLÔNICA E ----- DOENÇA HEMORROIDÁRIA ----- TUMOR -- ENTERORRAGIA- ELIMINAÇÃO DE SANGUE PELO ÂNUS , VERMELHO VIVO -- HEMATOQUEZIA- ELIMINAÇÃO DE SANGUE VERMELHO VIVO PELO RETO, MISTURADO COM A EVACUAÇÃO-
  39. 39. --- HEMATÊSE– VÔMITOS COM SANGUE VERMELHO VIVO OU VÔMITOS COM SANGUE ESCURECIDO ( EM BORRA DE CAFÉ) --- MELENA– HDA– FEZES ENEGRECIDAS , PRETAS, SANGUE DE ASPECTO DIGERIDO(DEGRADAÇÃO DA HEMOGLOBINA PELAS BACTÉRIAS COLÔNICAS– FÉTIDAS)— PASTOSAS E FÉTIDAS---
  40. 40. - DIARRÉIA DISINTERIA - ESTEATORRÉIA - DOR ABDOMINAL FLATULÊNCIA - HEMORRAGIA DIGESTIVA - FEBRE - OBSTIPAÇÃO - PRURIDO ANAL - DISTENSÃO ABDOMINAL
  41. 41.  DOENÇAS INFLAMATÓRIAS - VÍRUS- BACTÉRIAS - RADIOTERAPIA - NEOPLASIAS - ILEÍTE– DOENÇA DE CHRON - RETOCOLITE ULCERATIVA - DOENÇA DIVERTICULAR - DOENÇA HEMORROIDÁRIA - DOENÇA DO INTESTINO IRRITÁVEL DOENÇA CELÍACA- INTOLERÂNCIA AO GLUTEN TRIGO – CENTEIO E CEVADA
  42. 42.  AUMENTO DO TEOR DE LÍQUIDO DAS FEZES  FREQUENTEMENTE ASSOCIADO AO AUMENTO DO NÚMERO DE EVACUAÇÕES E DO VOLUME FECAL EM 24 HORAS -- DIARRÉIA OSMÓTICA-SINDROME DE MÁ- ABSORÇÃO -- DIARRÉIA SECRETORA- CÓLERA- ESCHERICHA COLI
  43. 43. --DIARRÉIA EXUDATIVA- NEOPLASIA, DOENÇAS INFLAMATÓRIAS— -- DIARRÉIA MOTORA- HIPERTIREOIDISMO
  44. 44. -- PARÂMETROS SEMIOLÓGICOS- -DURAÇÃO - AGUDA- ATÉ DUAS SEMANAS -PROLONGADA OU PERSISTENTE -CRÔNICAS- MAIS DE SEMANAS
  45. 45. - ALTA – PROVENIENTE DO INTESTINO DELGADO, OS EPISÓDIOS SÃO MAIS VOLUMOSOS E A CAUSA É A SÍNDROME DISABSORTIVA ASSOCIADA COM ESTEATORREIA - - BAIXA- EVACUAÇÕES EM POUCA QUANTIDADE ASSOCIADAS A TENESMOE URGÊNCIA FECAL - -FUNCIONAL- CAUSADA POR HIPERMOTILIDADE INTESTINAL (PEX, SINDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL
  46. 46. -AUMENTO DA QUANTIDADE DE GORDURAS EXCRETADAS NAS FEZES— FREQUENTEMENTE ASSOCIADA À DIARRÉIA COM AUMENTO DO VOLUME DAS FEZES – CÓLICAS E DISTENSÃO ABDOMINAL E FLATULÊNCIA
  47. 47.  DESINTERIA– DIARRÉIA ACOMPANHADA DE CÓLICAS COM FEZES MUCOSSANGUINOLENTA PODE APRESENTAR TENESMO–  TENESMO– SENSAÇÃO DE DOR NO RETO E PERÍNEO- ACOMPANHADA DE DESEJO IMPERIOSO DE EVACUAR-
  48. 48. - RITMO NORMAL– VARIÁVEL - NORMAL– VAI DE TRÊS VEZES AO DIA– A UMA VEZ A CADA DOIS DIAS - OBSTIPAÇÃO—CONSIDERADA QUANDO MAIOR QUE 48 HORAS - ASPECTO DAS FEZES- NORMAIS– FORMA CILÍNDRICA ( 2 OU MAIS CMS- DE DIÂMETRO,FRAGMENTADAS)
  49. 49. - OBSTIPAÇÃO- MAIOR QUE 48 HORAS - ALTERAÇÃO DAS FEZES--- RESSECADAS— FEZES EM CÍBALAS- EM PEQUENAS BOLAS – ( CAPRINO) FEZES EM FITA- DECORRENTES DE ESTREITA MENTO DO CÓLON OU RETO--
  50. 50. - APENDICITE - SÍNDROME DO CÓLON IRRITÁVEL - COLITES - RETOCOLITE ULCERATIVA - DOENÇA DIVERTICULAR ( DIVERTICULOSE OU DIVERTICULITE) - MEGACÓLON CHAGÁSICO - NEOPLASIAS - DOENÇAS ANORRETAIS- DOENÇA HEMORROIDARIA, FÍSTULAS, FISSURAS, PROLAPSO RETAL - COLITE AMEBIANA.....

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