Câncer de tireóide 6 ano

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  • Câncer de tireóide 6 ano

    1. 1. CÂNCER DE TIREÓIDEDISCIPLINA DE CIRURGIADE CABEÇA E PESCOÇO UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES- UMC
    2. 2. INTRODUÇÃO  RARO  ALTO ÍNDICE DE CURA  DIAGNÓSTICO RELATIVAMENTE FÁCIL PELA PUNÇÃO E ULTRA-SONOGRAFIA  CERCA DE 5% EM NÓDULOS ISOLADOS E 8 A 10% EM MULTINODULARES
    3. 3. CLASSIFICAÇÃO PAPILÍFERO- 85% FOLICULAR HURTLE – SOMADOS CERCA DE 10 A 15% MEDULAR ANAPLÁSICO- SOMADOS, MENOS DE 5% OUTROS: LINFOMAS, SARCOMAS- MUTÍSSIMOS RAROS
    4. 4. CLASSIFICAÇÃO
    5. 5. CLASSIFICAÇÃO DIFERENCIADOS: PAPILÍFERO, FOLICULAR, HURTLE MEDULAR INDIFERENCIADOS OU ANAPLÁSICO NÃO EPITELIAIS: LINFOMAS, SARCOMAS.
    6. 6. ETIOLOGIA
    7. 7. ETIOLOGIA RADIAÇÃO- CHERNOBIL E GOIÂNIA ESTÍMULO DO TSH- PRICIPAL FATOR ATUALMENTE ACEITO- HIPOTIREOIDISMO, TIREOIDITES GENÉTRICA- PROTONCOGENE RET NO MEDULAR, ESTUDA-SE TAMBÉM NO PAPILÍFERO E NESTE TUMOR GERALMENTE RESPONSÁNEL PELAS METASTASES A DISTÂNCIA.
    8. 8. PACIENTE SENDO PREPARADA PARA TIREOIDECTOMIA POR CÂNCER APÓS A RADIAÇÃOO ESTADO DE SÃO PAULO, CHERNOBYL- DUAS DÉCADAS DEPOIS, VAZIO E SILÊNCIO- 26 DE ABRIL DE 2006- EDIÇÃO- 41.098
    9. 9. PACIENTE SENDO PREPARADA PARA TIREOIDECTOMIA POR CÂNCER APÓS A RADIAÇÃOO ESTADO DE SÃO PAULO, CHERNOBYL- DUAS DÉCADAS DEPOIS, VAZIO E SILÊNCIO- 26 DE ABRIL DE 2006- EDIÇÃO- 41.098
    10. 10. ZONA DE EXCLUSÃO- CHERNOBYL- UCRÂNIA, 20 ANOS DEPOIS...
    11. 11. ZONA DE EXCLUSÃO- CHERNOBYL- UCRÂNIA, 20 ANOS DEPOIS...
    12. 12. CRIANÇAS EM ESCOLA, PREPARO PARA NOVO ACIDENTE CHERNOBYL, UCRÂNIA
    13. 13. CRIANÇAS EM ESCOLA, PREPARO PARA NOVO ACIDENTE CHERNOBYL, UCRÂNIA
    14. 14. CONSIDERAÇÕES GERAIS  INÍCIO COMO NÓDULO  VIA DE SAÍDA PRINCIPAL É O PESCOÇO  VIA DE SAÍDA A DISTÂNCIA É HEMATOGÊNICA, COM SEDE PRINCIPAL NOS PULMÕES  ALTO ÍNDICE DE CURA NOS DIFERENCIADOS  ACOMPANHAMENTO EM 20 ANOS  UMA BOA CIRURGIA, GERALMENTE TRAZ A CURA – A CURA ESTÁ NA PONTA DE SEU BISTURI!!!
    15. 15. SINAIS DE ALERTA
    16. 16. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO
    17. 17. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO NÓDULO ENDURECIDO
    18. 18. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO NÓDULO ENDURECIDO HOMENS
    19. 19. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO NÓDULO ENDURECIDO HOMENS ROUQUIDÃO
    20. 20. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO NÓDULO ENDURECIDO HOMENS ROUQUIDÃO ADENOPATIA CERVICAL ASSOCIADA
    21. 21. SINAIS DE ALERTA NÓDULO COM CRESCIMETO RÁPIDO NÓDULO ENDURECIDO HOMENS ROUQUIDÃO ADENOPATIA CERVICAL ASSOCIADA HISTÓRIA FAMILIAR DE CÂNCER DE TIREÓIDE
    22. 22. PAPILÍFERO
    23. 23. PAPILÍFERO MUITO MAIS COMUM- 85% TUMOR DO JOVEM E DO IDOSO, ENTRE 20 ANOS E DEPOIS DOS 60 ANOS ÍNDICE DE CURA EM TORNO DE 92% DISSEMINAÇÃO LINFÁTICA- ALTA TEM POTENCIALIDADE DE INVASÃO LOCAL PELA ORDEM: MUSCULATURA PRÉ-TIREOIDEANA,TRAQUÉIA, NERVO, ESÔFAGO VIA DE SAÍDA CERVICAL: RECORRENCIAIS (VI) CADIAS PRÉ TRAQUEAIS(VII), MEDIASTINAIS (VII), CERVICAL LATERAL ALTA E MÉDIA (II E III) SE HOUVE SAÍDA PARA A CADEIA LATERAL (II, III) OU POSTERIOR (V), CERTAMENTE A CADEIA RECORRENCIAL ESTÁ ACOMETIDA PODE HAVER MAIS DE UM NÓDULO - MULTIFOCAIS
    24. 24. PAPILÍFERO -DIAGNÓSTICO DURANTE PUNÇÃO BIÓPSIA DURANTE A CONGELAÇÃO ALGUMAS VEZES NA PARAFINA
    25. 25. PAPILÍFERO -MACROSCOPIA  TUMOR COM CÁPSULA IRREGULAR  ENDURECIDO A PALPAÇÃO E AO CORTE  MICROGRANULAÇÕES – CORPÚSCULOS PSAMOMATOSOS  GERALMETE PEQUENOS E NO POLO
    26. 26. PAPILÍFERO -MACROSCOPIA  TUMOR COM CÁPSULA IRREGULAR  ENDURECIDO A PALPAÇÃO E AO CORTE  MICROGRANULAÇÕES – CORPÚSCULOS PSAMOMATOSOS  GERALMETE PEQUENOS E NO POLO
    27. 27. PAPILÍFERO-MICROSCOPIA  PRESENÇA DE CORDÕES CELULARES EM FORMA DE PAPILA- “FOLHA DE SAMAMBAIA”  VÁRIOS TIPOS: CLÁSSICO, FOLICULAR, HURTLE, COLUNAR, ESCLEROSANTE DIFUSO E OUTROS  OBSERVAR SEMPRE O NÚCLEO, A PAPILA PODE EXISTIR EM OUTRAS DOENÇAS DA TIREÓIDE
    28. 28. PAPILÍFERO-MICROSCOPIA  PRESENÇA DE CORDÕES CELULARES EM FORMA DE PAPILA- “FOLHA DE SAMAMBAIA”  VÁRIOS TIPOS: CLÁSSICO, FOLICULAR, HURTLE, COLUNAR, ESCLEROSANTE DIFUSO E OUTROS  OBSERVAR SEMPRE O NÚCLEO, A PAPILA PODE EXISTIR EM OUTRAS DOENÇAS DA TIREÓIDE
    29. 29. CONDUTA TIREOIDECTOMIA TOTAL – ABSOLUTA PREFERÊNCIA PESCOÇO: EXPLORAÇÃO CERVICAL COM CONGELAÇÃO, SE POSITIVO ESVAZIAR ELETIVAMENTE AS CADEIAS VI E VII, RETIRANDO-SE O TIMO E REGRADAMENTE (“CATA SEMENTE”) AS OUTRAS CADEIAS “SHAVING” OU RETIRADA DAS ESTRUTURAS INVADIDAS, PORÉM COM CUIDADO, POIS NÃO SÃO FATORES PROGNÓSTICOS E SIM DE RECIDIVA
    30. 30. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO
    31. 31. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO O PAPILÍFERO É O ÚNICO TUMOR QUE A IDADE INFLUENCIA DIRETAMENTE NO PROGNÓSTICO
    32. 32. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO O PAPILÍFERO É O ÚNICO TUMOR QUE A IDADE INFLUENCIA DIRETAMENTE NO PROGNÓSTICO A METÁSTASE CERVICAL NÃO É FATOR PROGNÓSTICO
    33. 33. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO O PAPILÍFERO É O ÚNICO TUMOR QUE A IDADE INFLUENCIA DIRETAMENTE NO PROGNÓSTICO A METÁSTASE CERVICAL NÃO É FATOR PROGNÓSTICO SOMENTE TUMORES GIGANTES É QUE CONTAM
    34. 34. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO O PAPILÍFERO É O ÚNICO TUMOR QUE A IDADE INFLUENCIA DIRETAMENTE NO PROGNÓSTICO A METÁSTASE CERVICAL NÃO É FATOR PROGNÓSTICO SOMENTE TUMORES GIGANTES É QUE CONTAM A INVASÃO DE ESTRUTURAS ADJACENTES NÃO CONTAM NO PROGNÓSTICO.
    35. 35. DADOS INTERESSANTESNO PROGNÓSTICO O PAPILÍFERO É O ÚNICO TUMOR QUE A IDADE INFLUENCIA DIRETAMENTE NO PROGNÓSTICO A METÁSTASE CERVICAL NÃO É FATOR PROGNÓSTICO SOMENTE TUMORES GIGANTES É QUE CONTAM A INVASÃO DE ESTRUTURAS ADJACENTES NÃO CONTAM NO PROGNÓSTICO. A RECIDIVA NÃO É FATOR PROGNÓSTICO
    36. 36. GRUPOS DE RISCO-PAPILÍFERO ASHOK SHAH e cols- Memorial, Nova Iorque- 1998, MOSTRA SOBREVIDA EM 20 ANOS
    37. 37. GRUPOS DE RISCO-PAPILÍFERO ASHOK SHAH e cols- Memorial, Nova Iorque- 1998, MOSTRA SOBREVIDA EM 20 ANOS Baixo risco (99%)- HOMENS COM ATÉ 41 ANOS E MULHERES COM ATÉ 51 ANOS; SEM METÁSTASE A DISTÂNCIA; DOENÇA ITRA- TIREOÍDEA E MENOR QUE 5 cm
    38. 38. GRUPOS DE RISCO-PAPILÍFERO ASHOK SHAH e cols- Memorial, Nova Iorque- 1998, MOSTRA SOBREVIDA EM 20 ANOS Baixo risco (99%)- HOMENS COM ATÉ 41 ANOS E MULHERES COM ATÉ 51 ANOS; SEM METÁSTASE A DISTÂNCIA; DOENÇA ITRA- TIREOÍDEA E MENOR QUE 5 cm Alto Risco (57%)- HOMENS COM MAIS DE 41 ANOS OU MULHERES COM MAIS DE 51 ANOS E COM DOENÇA EXTRA- TIREÓIDEA OU INTRA- TIREÓIDEO MAIOR QUE 5 cm NA IDADE ACIMA OU AINDA QUALQUER CASO DE METÁSTASE A DISATÂNCIA.
    39. 39. ACOMPANHAMENTO NA PRIMEIRACONSULTA AMBULATORIAL PÓS-OPERATÓRIA A TENDÊNCIA MAIS ATUAL É SEMPRE COMPLEMETAR O TRATAMENTO COM ABLAÇÃO COM IODO 131, EM PACIENTES DE ALTO RISCO!!! MANTER A TIROXINA SÓDICA (T4)
    40. 40. ACOMPANHAMENTO MANTER SEMPRE O TSH ENTRE 0,01 E 0,5, QUE É CONSEGUIDO COM DOSE DE TIROXINA (T4) EM TORNO DE 2,6 mcg X PESO. TIREOGLOBULINA SÉRICA DEVE ESTAR ABAIXO DE 2ug/ml- CADA 4 A 6 MESES PALPAÇÃO CERVICAL MINUCIOSA USG CERVICAL RX DE TORAX 20 ANOS
    41. 41. TIREOGLOBULINA MACROMOLÉCULA MARCADOR ALTAMENTE ESPECÍFICO PODE SER MASCARADO SE OS ANTI- CORPOS ANTI- TIREOGLOBULINA ESTIVEREM MAIORES QUE 30. EVIDÊNCIA ATUAL: FEITO COM SUPRESSÃO E AUMENTO DO TSH- DIMINUIR A DOSE OU USAR TSH RECOMBINANTE.
    42. 42. ABLAÇÃO DE RESTOSCOM IODO 131 DOSE ENTRE 100 E 200 mci BOAS CIRURGIAS DEIXAM ATÉ 5% DE RESTOS CERVICAIS TENDÊNCIA ATUAL= SEMPRE FAZER A ABLAÇÃO ACIMA DE 15% CERVICAL- REOPERAÇÃO
    43. 43. TERAPIA NUCLEAR ABLAÇÃO- LEITO DA TIREÓIDE- RESTOS DOSE TERAPÊUTICA- TRATAMENTO DAS METÁSTASES INTERNAÇÃO EM DOSES MAIORES QUE 30 mCi LEITO- 100 mCi LINFONODOS- 150- 175 mCi PULMÃO- 175- 200 mCi OSSOS- 200- 300 mCi USO DO LÍTIO (VO- 900 mg/dia) E ÁCIDO RETINÓICO
    44. 44. CARCINOMA FOLICULAR
    45. 45. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS
    46. 46. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO
    47. 47. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15%
    48. 48. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15% CHANCE DE CURA EM TORNO DE 70 A 60%
    49. 49. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15% CHANCE DE CURA EM TORNO DE 70 A 60% DISSEMINAÇÃO HEMATOGÊNICA
    50. 50. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15% CHANCE DE CURA EM TORNO DE 70 A 60% DISSEMINAÇÃO HEMATOGÊNICA POUCA CHANCE DE METÁSTASE CERVICAL E MAIOR CHANCE DE METÁSTASE PULMONAR, ÓSSEA, HEPÁTICA E CEREBRAL
    51. 51. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15% CHANCE DE CURA EM TORNO DE 70 A 60% DISSEMINAÇÃO HEMATOGÊNICA POUCA CHANCE DE METÁSTASE CERVICAL E MAIOR CHANCE DE METÁSTASE PULMONAR, ÓSSEA, HEPÁTICA E CEREBRAL PODE SER LOCALMENTE INVASIVO, PORÉM MENOS QUE O PAPILÍFERO
    52. 52. CARCINOMA FOLICULAR ENTRE 4 E 5 DÉCADAS MAIS AGRESSIVO 15% CHANCE DE CURA EM TORNO DE 70 A 60% DISSEMINAÇÃO HEMATOGÊNICA POUCA CHANCE DE METÁSTASE CERVICAL E MAIOR CHANCE DE METÁSTASE PULMONAR, ÓSSEA, HEPÁTICA E CEREBRAL PODE SER LOCALMENTE INVASIVO, PORÉM MENOS QUE O PAPILÍFERO PODE SER MULTIFOCAL, PORÉM MENOS COMUM QUE O PAPILÍFERO
    53. 53. DIAGNÓSTICO SEMPRE DIFÍCIL RARO OU NUNCA NA PUNÇÃO, DAÍ O PADRÃO FOLICULAR MUITO SEMELHANTE A TIREÓIDE NORMAL DIFÍCIL NA CONGELAÇÃO CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO: INVASÃO DA CÁPSULA DO NÓDULO, INVASÃO DE VEIAS DENTRO DO NÓDULO. A ANAPLASIA CELULAR NÃO É CRITÉRIO
    54. 54. FOLICULAR-MACROSCOPIA  SEMELHANTE AO BÓCIO  CÁPSULA IRREGULAR  MACRO INVASÃO DE VEIA NA CÁPSULA EXTERNA DA GLÂNDULA É FATOR DE PIOR PROGNÓSTICO
    55. 55. FOLICULAR-MACROSCOPIA  SEMELHANTE AO BÓCIO  CÁPSULA IRREGULAR  MACRO INVASÃO DE VEIA NA CÁPSULA EXTERNA DA GLÂNDULA É FATOR DE PIOR PROGNÓSTICO
    56. 56. FOLICULAR-MICROSCOPIA ROBINS K
    57. 57. FOLICULAR-MICROSCOPIA ROBINS K
    58. 58. FOLICULAR-MICROSCOPIA  INVASÃO DA CÁPSULA  INVASÃO VENOSA NO NÓDULO ROBINS K
    59. 59. FOLICULAR- CONDUTA TIREOIDECTROMIA TOTAL EXPLORAÇÃO CERVICAL, SE POSITIVO ESVAZIAMENTO DOS GÂNGLIOS PRESENTES E POUPANDO AS ESTRUTURAS CASO DE DÚVIDA NO DIAGNÓSTICO E QUE NECESSITAM DE TOTALIZAÇÃO: ATÉ 7 DIAS DA PRIMEIRA CIRURGIA OU 6 MESES DEPOIS.
    60. 60. FOLICULARACOMPANHAMENTO TIROXINA NA DOSE DE 2,8mcg/Dia X PESO MANTER TSH ENTRE 0,01 E 0,5 TIREOGLOBULINA ATÉ 2ug/ml FAZER CAPTAÇÃO DE CORPO INTEIRO E ABLAÇÃO DE RESTOS CERVICAIS SE NECESSÁRIO E A DISTÂNCIA SEMPRE RX DE TORAX, USG TIREÓIDE EXAME CERVICAL QUADRIMESTRAL, SEMESTRAL
    61. 61. ESTADIO DOS TUMORESDIFERENCIADOS MAIOR OU IGUAL A45 ANOS- UICC 2004 I= T1 N0 M0 II= T2- 3 N0 M0 III= T3 N0 M0 T1- 3 N1a M0 IVA= T1- 3 N1b M0 T4a N0- 1 M0
    62. 62. HURTLE VARIANTE DO FOLICULAR MUITO RARO SEPARADOS APARTIR DA DÉCADA DE 90. A CÉLULA DE HURTLE É FISIOLÓGICA NA TIREÓIDE, TEM CITOPLASMA GRANDE E NÚCLEO GRANDE DENTRO DO NÓDULO, É IMPOSSÍVEL DIFERENCIAR ENTRE O ADENOMA E O ADENOCARCINOMA, DAÍ SUA PRESENÇA NA PUNÇÃO INDICA A CIRURGIA CRITÉRIOS COMO DO FOLICULAR MUITO MAIS AGRESSIVO, RARA METÁSTASE GÂNGLIONAR, PULMONAR COMUM TEM A CARACTERÍSTICA DE RECIDIVA LOCAL, DIFERENTE DO FOLICULAR TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO SEMELHANTE AO FOLICULAR. PODE SER USADO A RADIOTERAPIA EXTERNA NOS CASOS ONDE NÃO HÁ CAPTAÇÃO DO IODO E HÁ RESTOS CERVICAIS
    63. 63. HURTLE VARIANTE DO FOLICULAR MUITO RARO SEPARADOS APARTIR DA DÉCADA DE 90. A CÉLULA DE HURTLE É FISIOLÓGICA NA TIREÓIDE, TEM CITOPLASMA GRANDE E NÚCLEO GRANDE DENTRO DO NÓDULO, É IMPOSSÍVEL DIFERENCIAR ENTRE O ADENOMA E O ADENOCARCINOMA, DAÍ SUA PRESENÇA NA PUNÇÃO INDICA A CIRURGIA CRITÉRIOS COMO DO FOLICULAR MUITO MAIS AGRESSIVO, RARA METÁSTASE GÂNGLIONAR, PULMONAR COMUM TEM A CARACTERÍSTICA DE RECIDIVA LOCAL, DIFERENTE DO FOLICULAR TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO SEMELHANTE AO FOLICULAR. PODE SER USADO A RADIOTERAPIA EXTERNA NOS CASOS ONDE NÃO HÁ CAPTAÇÃO DO IODO E HÁ RESTOS CERVICAIS
    64. 64. FATORESPROGNÓSTICOS- AMES, Lahey Clinic, Blake Cady, Boston, EUA- 1988 AGES, Mayo Clinic, Ian Hay, Rochester, EUA- 1988 MACIS, Ian Hay, EUA- 1993. INDICE DE PONTOS, INCLUIDO EXTENSÃO DA RESSECÇÃO. QUANTO MAIS PONTOS, MAIOR A MORTALIDADE
    65. 65. QUAL O PRINCIPAL FATORPROGNÓSTICO? PRINCIPAL FATOR PROGNÓSTICO?
    66. 66. QUAL O PRINCIPAL FATORPROGNÓSTICO? PRINCIPAL FATOR PROGNÓSTICO?IDADE
    67. 67. QUAL O PRINCIPAL FATORPROGNÓSTICO? PRINCIPAL FATOR PROGNÓSTICO?IDADE TALVEZ O ÚNICO ÓRGÃO QUE TEM A IDADE COMO PRINCIPAL FATOR PROGNÓSTICO
    68. 68. MEDULAR CLASSIFICADO À PARTE ORIGEM NAS CÉLULAS PARA FOLICULARES OU CÉLULAS C DIFÍCIL DIAGNÓSTICO, NA PUNÇÃO E NA CONGELAÇÃO É SEMELHANTE AO FOLICULAR REQUER COLORAÇÃO ESPECIAL COM VERMELHO CONGO PARA O DIAGNÓSTICO FORMA ESPORÁDICA (70-80%) E A FORMA FAMILIAR LIGADA AO GENE (ret- protoncogene), ESTE GENE É PRODUTOR DE CALCITONINA, E FAZENDO PARTE DA NEOPLASIA ENDÓCRINA MÚLTIPLA (NEM) ÚNICA FORMA DE CLASSIFICAR É POR SEQUENCIAMENTO GENÉTICO
    69. 69. MEDULAR E NEOPLASIAENDÓCRINA MÚLTIPLA NEM 2 A- SÍNDROME DE SIPPLE- CARCINOMA MEDULAR, FEOCROMOCITOMA, CARCINOMA DA PARATIREÓIDE.MUTAÇÃO DA CISTEÍNA NOS CONDONS 609, 611, 618, 620 E 634 EM 95% NEM 2 B- CARCINOMA MEDULAR, FEOCROMOCITOMA, SÍDROME MARFANÓIDE E GANGLIONEUROMAS NA MUCOSA. MUDANÇAS NO CONDOM 918.
    70. 70. MEDULAR FAMILIARTIREOIDECTOMIA PREVENTIVA AOS 7 ANOS DE IDADE
    71. 71. CONDUTA NO MEDULAR TIREOIDECTOMIA TOTAL COM ESVAZIAMENTO DAS CADEIAS II, III, IV, V E VI SEMPRE, MESMO QUANDO NEGATIVOS TUMORES DE ATE 1 CM. ESVZIAR COMPARTIMENTO CENTRAL BILATERAL TUMORES MAIORES QUE 1 CM. RADICAL MODIFICADO, POUPANDO ESTRUTURAS E A GLÂNDULA SUB- MANDIBULAR E CENTRAL CONTRALATERAL O MARCADOR NESTA CASO É A CALCITONINA, QUE QUANDO AUMENTA O DOENTE APRESENTA DIARRÉIA. RECIDIVA PIORA MUITO O PROGNÓSTICO, ESTIMANDO A CURA SOMENTE ENTRE 15 A 20% METASTASE PULMONAR, OSSOS, CÉREBRO E FÍGADO NÃO CAPTA IODO, PORTANTO RESTOS SÃO TRATADOS COM RXT EXTERNA QT PODE SER FEITA NAS METÁSTASES A DISTÂNCIA CASOS FAMILIARES COM ESTUDO GENÉTICO COMPROVADO, A TIREOIDECTOMIA PROFILÁTICA PODE SER FEITA APÓS OS 7 ANOS DE IDADE
    72. 72. ANAPLÁSICO MUITO AGRESSIVO INDIFERENCIADO NÃO RESPONDE A CIRURGIA, QT OU RXT MAIS COMUM APÓS OS 60 ANOS CERCA DE 20% POSSUIAM NÓDULOS COM CARCIMA PAPILÍFERO QUE SE DIFERNCIOU INVADE LOCALMENTE E RAPIDAMENTE, CAUSANDO INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA TRATAMENTO GERALMETE É UMA TRAQUEOSTOMIA TRANSTUMORAL, RESSECÇÃO QUANDO POSSIVEL SEGUIDA DE RXT E QT
    73. 73. DIFERENÇAS PRINCIPAIS PAPILIFERO FOLICULAR META PESCOÇO PULMÃO / OSSO IDADE 20 OU IDOSOS 40- 60 SEXO F F MULTIFOCAL MAIS MENOS % 85 10- 15 INVASÃO LOCAL MAIS MENOS AGRESSIVIDADE BAIXA MAIOR DISSEMINAÇÃO LINFÁTICA HEMATOG TRATAMENTO TOTAL... TOTAL
    74. 74. CASO 1 HOMEM, 19 ANOS, MASSA CERVICAL SUPRA- CLAVICULAR DE 2 CM DURANTE INVESTIGAÇÃO, NÓDULOS EM AMBOS OS LOBOS DA TIREÓIDE PAAF DOS NÓDULOS= PADRÃO FOLICULAR PAAF DO PESCOÇO= LINFOADENOPATIA REACIONAL CONDUTA ???
    75. 75. CASO 1 TIREOIDECTOMIA TOTAL CONGELAÇÃO= POSITVO PARA CARCINOMA EXPL RECORRECIAL= NEGATIVO PARA CARCINOMA, PORÉM GÂNGLIOS ENEGRECIDOS E PEQUENOS FEITO ESVAZIAMENTO CERVICAL DAS CADEIAS VI E VII E RETIRADO O TIMO
    76. 76. CASO 1 CARCINOMA PAPILÍFERO, MULTICÊNTRICO, MAIOR NÓDULO DE 1,8 cm, EXTRAVAZAMENTO EXTR- CAPSULAR GÂNGLIOS= 0/6 , TIMO SEM INVASÃO SEGUIMENTO ???
    77. 77. CASO 1 TIREOGLOBULINA= 192- RECOMBINANTE CCI COM RECOMBINANTE= 54% CERVICAL LATERAL PESCOÇO= TORNOU-SE POSITIVO EXAMES E PROPOSTAS ???
    78. 78. FAVERO E. ARQUIVO
    79. 79. CASO 1 PROPOSTA DE ESVAZIAMENTO CERVICAL COM MONITORIZAÇÃO DO NERVO RECORRENTE
    80. 80. CASO 1 AP= METÁSTASE DE CARCINOMA PAPILÍFERO DE 5 E 3,5 cm. FEITO ABLAÇÃO DIRETA COM IODO 131, 200. 24 HORAS DEPOIS DA ABLAÇÃO, MOSTRA CAPTAÇÃO HEPÁTICA E TIREOGLOBULINA DE 500 QUAL A CONDUTA ???
    81. 81. CASO 1 60 DIAS DEPOIS MOSTRA 13 DE TIREOGLOBULINA E USG CERVICAL COM ADENOPATIA DE 1,5 cm PERI- TRAQUEAIS QUAL A CONDUTA ???
    82. 82. CASO 1 PAAF= NEGATIVO PARA MALIGNIDADE E TIREOGLOBULINA DO ASPIRADO IMPERCEPTÍVEL MANTIDO COM 200mcg DE TIROXINA E EM ACOMPANHAMENTO
    83. 83. CASO 2 PACIETE DO SEXO FEMININO, 36 ANOS, NÓDULO EM LOBO D DA TIREÓIDE, SÓLIDO DE 1,2 cm PAAF DE PADRÃO FOLICULAR COM CÉLULAS DE HURTLE. CONDUTA ???
    84. 84. CASO 2 HEMITIREOIDECTOMIA ESQUERDA CONGELAÇÃO= BENIGNO AP= CARCINOMA DE CÉLULAS DE HURTLE DE 1,2 cm COM INVASÃO DA CÁPSULA, PARCIAL CONDUTA ???
    85. 85. CASO 2 TOTALIZAÇÃO, CERCA DE 48 HORAS APÓS O PRIMEIRO PROCEDIMENTO, NÃO USAMOS MONITORIZAÇÃO EXPLORAÇÃO CERVICAL= NEGATIVA SEGUIMENTO ???
    86. 86. CASO 2 CCI= 2%, CERVICAL ANTERIOR CONDUTA ???
    87. 87. CASO 2 ABLAÇÃO DOS RESTOS SEGUIMENTO COM TIREOGLOBULINA ÚLTIMA TIREOGLOBULINA COM SUPRESSÃO= 1,2 TIROXINA= 2,8 X 52= 146= USANDO 125 TSH= MANTIDO EM 0,01
    88. 88. CASO 3 MULHER, 54 ANOS, PRESENÇA DE BÓCIO MULTINODULAR GIGANTE (5 CM) PAAF DO MAIOR NÓDULO= BÓCIO PRESENÇA DE NÓDULOS LATERIAS, COMPATÍVEIS COM ADENOPATIA CONDUTA ???
    89. 89. CASO 3 PROPOSTA A TIREOIDECTOMIA DURANTE O CAMPO, CONGELADO O LOBO ESUERDO= PADRÃO FOLICULAR, SUGERE CARCINOIMA, NÓDULO DE 4cm PESCOÇO= PRESENÇA DE ADENOPATIA DE 10cm EM CADEIA IV E V A ESQUERDA
    90. 90. CASO 3 AP= CA. FOLICULAR, INVASÃO DE CAPSULA E DE 4 cm ESVAZIAMENTO= LINFONODO COM METÁSTASE DE CA. FOLICULAR DE 10 cm.
    91. 91. CASO 3 DURANTE ESPERA PARA CCI, APRESENTOU MASSA CERVICAL LATERO- POSTERIOR A ESQUERDA CONDUTA ???
    92. 92. CASO 3 EXAMES DE IMAGEM, COM NÓDULO DE 3,5 cm OPTADO POR NOVO ESVAZIAMENTO
    93. 93. CASO 3 ENCAMINHADO DIRETAMENTE PARA ABLAÇÃO FEITA COM 200 TIREOGLOBULINA= 3,6 PESCOÇO= NEGATIVO USG NEGATIVO

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