SlideShare uma empresa Scribd logo

Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC

Insuficiência Cardíaca Congestiva e Nutrição

1 de 32
Baixar para ler offline
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
CONGESTIVA
Discentes: Anne Cardim, Cíntia Costa, Elandia
Moreno, Greice Santana, Laís Santos, Larissa
Cerqueira, Laura Helena, Rafaela Lima,
Shâmara Lisboa.
DEFINIÇÃO
 A insuficiência cardíaca (IC) pode ser definida como uma
síndrome clínica na qual uma desordem estrutural ou
funcional do coração leva a diminuição da capacidade do
ventrículo em ejetar e/ou se encher de sangue nas pressões
de enchimento fisiológicas.
(Lameu,2005)
 Assim, o coração não consegue fornecer o fluxo de sangue
adequado para o resto do corpo.
(Krause, 2005)
EPIDEMIOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
 IC pode ser classificada de acordo com:
Lado do coração
afetado (direito ou
esquerdo)
Parte do ciclo cardíaco
envolvido (disfunção
sistólica ou diastólica)
80-90% portadores de IC: Sintomas cuja origem é disfunção
ventrículo esquerdo.
Mahan et al, 2005
FISIOPATOLOGIA
IC: precipitada por diferentes doenças que causam dano
ao tecido e às células.
Mahan etal, 2005
Também por: agentes
tóxicos (álcool,
quimioterápicos) ou por
doenças sistêmicas
HAS, doença cardíaca
isquêmica ou congênita,
miocardite, valvulopatiase
cardiomiopatiachagásica
FISIOPATOLOGIA

Recomendados

Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017pauloalambert
 
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...José Alexandre Pires de Almeida
 
Edema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de PulmãoEdema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de Pulmãoresenfe2013
 
Insuficiência cardíaca
Insuficiência cardíacaInsuficiência cardíaca
Insuficiência cardíacadapab
 
Infarto agudo do miocárdio (IAM)
Infarto agudo do miocárdio   (IAM)Infarto agudo do miocárdio   (IAM)
Infarto agudo do miocárdio (IAM)Shirley Rodrigues
 
Doença Arterial Coronariana
Doença Arterial CoronarianaDoença Arterial Coronariana
Doença Arterial Coronarianaresenfe2013
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaprofsempre
 
Acidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular EncefálicoAcidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular EncefálicoBrenda Lahlou
 
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICOINFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICODouglas Tedesco
 
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVAINSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVAPaulo Alambert
 
Hipotireoidismo e Hipertireoidismo
Hipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e Hipertireoidismo
Hipotireoidismo e HipertireoidismoTaillany Caroline
 
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016Maycon Silva
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosresenfe2013
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativasresenfe2013
 
Monitorização Hemodinâmica não invasiva
Monitorização Hemodinâmica não invasivaMonitorização Hemodinâmica não invasiva
Monitorização Hemodinâmica não invasivaresenfe2013
 
Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacasdapab
 
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseFlávia Salame
 
Insuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshareInsuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshareMarco Aguiar
 
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - Adriana
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - AdrianaAula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - Adriana
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - AdrianaSMS - Petrópolis
 
Semiologia das arritmias 2019
Semiologia das arritmias 2019Semiologia das arritmias 2019
Semiologia das arritmias 2019pauloalambert
 

Mais procurados (20)

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestiva
 
Acidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular EncefálicoAcidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular Encefálico
 
Choque
Choque Choque
Choque
 
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICOINFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
 
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVAINSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIENCIA CARDÍACA CONGESTIVA
 
Hipotireoidismo e Hipertireoidismo
Hipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e Hipertireoidismo
Hipotireoidismo e Hipertireoidismo
 
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA - 2016
 
Aula sobre DPOC
Aula sobre DPOCAula sobre DPOC
Aula sobre DPOC
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticos
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
 
Arritmias
ArritmiasArritmias
Arritmias
 
Reabilitação cardíaca
Reabilitação cardíacaReabilitação cardíaca
Reabilitação cardíaca
 
Cardiologia
CardiologiaCardiologia
Cardiologia
 
Arritmias..
Arritmias..Arritmias..
Arritmias..
 
Monitorização Hemodinâmica não invasiva
Monitorização Hemodinâmica não invasivaMonitorização Hemodinâmica não invasiva
Monitorização Hemodinâmica não invasiva
 
Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacas
 
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
 
Insuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshareInsuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshare
 
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - Adriana
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - AdrianaAula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - Adriana
Aula sobre a Síndrome de guillain barré (sgb) - Adriana
 
Semiologia das arritmias 2019
Semiologia das arritmias 2019Semiologia das arritmias 2019
Semiologia das arritmias 2019
 

Destaque

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaSolange Broggine
 
Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015Sergio Butman
 
Insuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestivaInsuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestivaDaniel Villarroel
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaCesar Martin Moran
 
Ppt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiacaPpt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiacaalopezmagallanes
 
Insuficiencia cardiaca 2016
Insuficiencia cardiaca  2016Insuficiencia cardiaca  2016
Insuficiencia cardiaca 2016Alfonso Jauregui
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestivalorenalow
 

Destaque (7)

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestiva
 
Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015
 
Insuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestivaInsuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestiva
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
 
Ppt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiacaPpt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiaca
 
Insuficiencia cardiaca 2016
Insuficiencia cardiaca  2016Insuficiencia cardiaca  2016
Insuficiencia cardiaca 2016
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
 

Semelhante a Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC

Caquexia
CaquexiaCaquexia
Caquexiauhgeri
 
Cetoacidose Diabética
Cetoacidose DiabéticaCetoacidose Diabética
Cetoacidose DiabéticaJoyce Wadna
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Finalgalegoo
 
Anais cbep sm na infancia
Anais cbep   sm na infanciaAnais cbep   sm na infancia
Anais cbep sm na infanciagisa_legal
 
Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda betoivomedeiros
 
Defesa tese mestrado everton
Defesa tese mestrado   evertonDefesa tese mestrado   everton
Defesa tese mestrado evertonEverton Cazzo
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativosONCOcare
 
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações Liliana Mendes
 
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades FísicasMarcos Mendes Almeida
 
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetiteObesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetiteVan Der Häägen Brazil
 
Hidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacaoHidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacaoricardovianna81
 

Semelhante a Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC (20)

Caquexia
CaquexiaCaquexia
Caquexia
 
Manual 2
 Manual 2 Manual 2
Manual 2
 
Cetoacidose Diabética
Cetoacidose DiabéticaCetoacidose Diabética
Cetoacidose Diabética
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
 
Anais cbep sm na infancia
Anais cbep   sm na infanciaAnais cbep   sm na infancia
Anais cbep sm na infancia
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
 
NutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em CirurgiaNutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em Cirurgia
 
Apresentação IC
Apresentação ICApresentação IC
Apresentação IC
 
Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda
 
Defesa tese mestrado everton
Defesa tese mestrado   evertonDefesa tese mestrado   everton
Defesa tese mestrado everton
 
Nutrição em Cirurgia
Nutrição em CirurgiaNutrição em Cirurgia
Nutrição em Cirurgia
 
Enf Reab Cardiaca
Enf Reab CardiacaEnf Reab Cardiaca
Enf Reab Cardiaca
 
Terapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOCTerapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOC
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
 
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
 
Fases da rcv
Fases da rcvFases da rcv
Fases da rcv
 
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
 
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetiteObesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
 
Jornada 2012
Jornada 2012Jornada 2012
Jornada 2012
 
Hidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacaoHidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacao
 

Mais de Cíntia Costa

Estudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - HepatopataEstudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - HepatopataCíntia Costa
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisCíntia Costa
 
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaCíntia Costa
 
Rins - Apresentação
Rins - ApresentaçãoRins - Apresentação
Rins - ApresentaçãoCíntia Costa
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoCíntia Costa
 

Mais de Cíntia Costa (11)

Estudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - HepatopataEstudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - Hepatopata
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
 
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
 
Rins - Apresentação
Rins - ApresentaçãoRins - Apresentação
Rins - Apresentação
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
 
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por Pressão
 
Dislipidemias
DislipidemiasDislipidemias
Dislipidemias
 
Fitoterapia
FitoterapiaFitoterapia
Fitoterapia
 
Apresentação TNE
Apresentação TNEApresentação TNE
Apresentação TNE
 
Estudo de Caso
Estudo de CasoEstudo de Caso
Estudo de Caso
 

Último

Queimando Calorias em menos de 24h acesse agora
Queimando Calorias  em menos de 24h acesse agoraQueimando Calorias  em menos de 24h acesse agora
Queimando Calorias em menos de 24h acesse agoraframciscoj136
 
Revista Bonifica ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...
Revista Bonifica  ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...Revista Bonifica  ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...
Revista Bonifica ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...Lusani Dias
 
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.PrimeAssessoriaAcadm3
 
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudável
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudávelCatalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudável
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudávelJorge Favato
 
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdf
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdfProfissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdf
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdfendres.bazz bazz
 
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.ppt
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.pptApresentação sobre arboviroses: Dengue.ppt
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.pptALucasBarros
 
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdf
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdfaula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdf
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdfIsabelleSampaio10
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...PrimeAssessoriaAcadm3
 
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdf
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdfSaude,vida e Emagrecimento saudávell.pdf
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdfDiego Cesar
 
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...deiserabello223
 
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas Modernas
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas ModernasTeoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas Modernas
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas ModernasPrimeAssessoriaAcadm3
 
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptx
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptxAula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptx
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptxprofwilberthlincoln1
 
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevenção
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e PrevençãoAlerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevenção
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevençãolojaperfeita43
 

Último (13)

Queimando Calorias em menos de 24h acesse agora
Queimando Calorias  em menos de 24h acesse agoraQueimando Calorias  em menos de 24h acesse agora
Queimando Calorias em menos de 24h acesse agora
 
Revista Bonifica ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...
Revista Bonifica  ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...Revista Bonifica  ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...
Revista Bonifica ENCOMENDAS WhatsApp 44 99957 9694 ou Cadastre-se através do...
 
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.
- Ler o conteúdo da unidade 2 do livro da disciplina.
 
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudável
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudávelCatalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudável
Catalogo de Ofertas SCG - EKTUS - para uma vida mais saudável
 
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdf
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdfProfissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdf
Profissionais indicam 9 formas de perder peso rápido sem dieta.pdf
 
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.ppt
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.pptApresentação sobre arboviroses: Dengue.ppt
Apresentação sobre arboviroses: Dengue.ppt
 
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdf
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdfaula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdf
aula1sadecoletivai-slidesaula-cpia-160815095802.pdf
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
 
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdf
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdfSaude,vida e Emagrecimento saudávell.pdf
Saude,vida e Emagrecimento saudávell.pdf
 
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL GUIA COMPLETO ...
 
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas Modernas
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas ModernasTeoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas Modernas
Teoria Burocrática e sua Aplicação nas Empresas Modernas
 
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptx
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptxAula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptx
Aula sobreo Sistema Único de Saúde slides_SUS.pptx
 
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevenção
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e PrevençãoAlerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevenção
Alerta de Dengue: Sintomas, Tratamento e Prevenção
 

Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC

  • 1. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Discentes: Anne Cardim, Cíntia Costa, Elandia Moreno, Greice Santana, Laís Santos, Larissa Cerqueira, Laura Helena, Rafaela Lima, Shâmara Lisboa.
  • 2. DEFINIÇÃO  A insuficiência cardíaca (IC) pode ser definida como uma síndrome clínica na qual uma desordem estrutural ou funcional do coração leva a diminuição da capacidade do ventrículo em ejetar e/ou se encher de sangue nas pressões de enchimento fisiológicas. (Lameu,2005)  Assim, o coração não consegue fornecer o fluxo de sangue adequado para o resto do corpo. (Krause, 2005)
  • 4. FISIOPATOLOGIA  IC pode ser classificada de acordo com: Lado do coração afetado (direito ou esquerdo) Parte do ciclo cardíaco envolvido (disfunção sistólica ou diastólica) 80-90% portadores de IC: Sintomas cuja origem é disfunção ventrículo esquerdo. Mahan et al, 2005
  • 5. FISIOPATOLOGIA IC: precipitada por diferentes doenças que causam dano ao tecido e às células. Mahan etal, 2005 Também por: agentes tóxicos (álcool, quimioterápicos) ou por doenças sistêmicas HAS, doença cardíaca isquêmica ou congênita, miocardite, valvulopatiase cardiomiopatiachagásica
  • 7. SINTOMAS  Distúrbio hemodinâmicos e alterações neuro-hormonais Manifestações mais frequentes:  Dispnéia / Fadiga / Edema  Pode ocorrer baixo débito cardíaco com alterações na perfusão periférica, como:  Sudorese, palidez cutâneo-mucosa e manifestações de baixo fluxo cerebral; (Cuppari,2009)
  • 8. SINTOMAS  Caso haja falência ventricular direita: Congestão hepática, plenitude gástrica e dor no hipocôndrio direito  Arritmias: Podem também justificar quadros de palpitações, síncope e até morte súbita.  Retenção de Líquidos (causada pela falência do ventrículo esquerdo e por congestão venocapilar): Sintoma mais freqüente na IC e é progressivo. Cansaço aos grandes esforços até em repouso ou sob forma de dispnéia paroxística noturna.
  • 9. SINTOMAS Tolerância aos esforços habituais: Utilizada para estimar a gravidade da IC Classificação funcional (NYHA)  -Classe I: paciente é assintomático em atividades habituais.  -Classe II: assintomático em repouso. Sintomas podem ser desencadeados pela atividade física habitual.  -Classe III: assintomático em repouso, porém com sintomas em atividade < que habitual.  -Classe IV: apresenta sintomas (dispnéia, fadiga e palpitações) que podem ocorrer aos menores esforços e mesmo em repouso. New York Heart Association (NYHA), apud Fisher, 1972
  • 10.  Estágio I: Intervenção terapêutica Alto risco de desenvolver IC pela presença de condições clínicas associadas à IC Pacientes não apresentam alteração do pericárdio, miocárdio ou de valvas cardíacas  Fatores etiológicos: -HAS, coronariopatia, DM, histórico de cardiotoxidade, tratamento por droga ou abuso de álcool, histórico pessoal de febre reumática, historia familiar de cardiomiopatia.  Estágio II: Intervenção terapêutica Já desenvolveram cardiopatia estrutural sabidamente associada à IC, mas nunca exibiram sinais ou sintomas da doença  Alterações: -hipertrofia ventricular esquerda ou fibrose, dilatação ventricular esquerda ou hipocontratilidade, e valvulopatia. (SBC,2002)
  • 11.  Estágio III: Intervenção terapêutica Sintomas prévios ou presentes de IC associados com cardiopatia estrutural subjacente: Pacientes com dispnéia ou fadiga por disfunção ventricular esquerda sistólica; assintomáticos sob tratamento para prevenção da IC. Estágio IV: Intervenção especializada e cuidados paliativos Pacientes com cardiopatia estrutural e sintomas acentuados de IC em repouso, apesar da terapia clínica máxima. Hospitalizados por IC ou que não podem receber alta; hospitalizados esperando transplante; em casa sob tratamento de suporte intravenoso ou sob circulação assistida; em unidade especial para manejo da IC.
  • 12. TRATAMENTO  Abordagem terapêutica multidisciplinar;  Modificações no estilo de vida, fármacos, intervenção cirúrgica e transplante cardíaco;  A Abordagem terapêutica tem como objetivos principais:  Minimizar os sintomas;  Melhorar a qualidade de vida dos pacientes;  Dentre todas as abordagens terapêuticas : Abordado o tratamento dietoterápico. Veloso, 2005
  • 13. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 14. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 15. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 16. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 17. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 18. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 19. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC  Importantes objetivos na prática clínica:  Identificar as principais causas da desnutrição;  Compreender o melhor momento para a inserção da terapia nutricional ;  A terapia nutricional precoce: diminuir o número de complicações, tempo e custos da internação hospitalar ;  Terapia nutricional bem sucedida: diagnóstico nutricional de forma adequada;
  • 20. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL  Avaliação nutricional em pacientes com IC :  Evolução clínica;  Exame físico;  Antropometria;  Parâmetros bioquímicos, imunológicos;  História dietética e ingestão alimentar que refletem na alteração da composição corpórea;  Avaliação Subjetiva Global: não validada em Pacientes com ICC  Porém: pode ser método adequado por avaliar aspectos importantes como: história clínica, exame físico, anamnese alimentar e histórica de perda de peso recente.  Pode estar prejudicada devido à retenção hídrica.  O edema pode provocar alterações no peso e nas dobras cutâneas, mascarar a perda de massa muscular. Cuppari, 2009
  • 21. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL  Circunferências da panturrilha, da coxa e do braço -Indicador mais sensível de massa corporal magra em pacientes cardíacos que retêm líquidos. Retenção hídrica: IMC sempre associado a outros indicadores;  Bioimpedância: Pode ser utilizada, porém é altamente limitado devido à retenção hídrica.  Marcadores bioquímicos: albumina, pré-albumina, transferrina.  Desproporcionalmente baixos em razão do desequilíbrio hidroeletrolítico. Krause, 2005
  • 22. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS  Introduzida o mais precocemente possível :  Objetivos principais:  Fornecer energia e nutrientes necessários para minimizar a perda de peso;  Recuperar o estado nutricional;  Evitar a sobrecarga cardíaca ; Lameu, 2005; Cuppari, 2009  Necessidade energéticas:  Estimada com base na recomendação:  28Kcal/Kg PC/dia  32Kcal/Kg PC/ dia  Peso atual deve ser utilizado-Pacientes com edema deve-se estimar o peso ajustado. Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 23. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS
  • 24. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS  Suprir as necessidades energéticas de pacientes hospitalizados (anorexia);  Aumentar a densidade calórica das preparações:  Módulos de nutrientes;  Suplementos nutricionais especializados;  Aumento de gordura da dieta; Cuppari, 2009 Carboidratos: 50 a 60% do valor calórico total Excesso de CHO (alta carga glicêmica): podem agravar a resistência à insulina, comumente encontrado em pacientes com IC, representando mau prognóstico. Kok & Costa, 2002; Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 25. TERAPIA NUTRICIONAL  Proteínas: Desnutrição grave a recomendação de proteínas é de 1,5 a 2,0g/Kg/dia. Peso atual deve ser utilizado para cálculo. Se edema: utilizar o peso ajustado. Insuficiência renal: receber orientações individualizadas em relação às proteínas. Silva, 2007; Kok &Costa, 2002 Lipídios: 25 a 30% do valor calórico total; Preferência às gorduras mono e poliinsaturadas e restringir gorduras trans e saturadas. Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 26. TERAPIA NUTRICIONAL  Colesterol não deve ultrapassar 200mg/dia. Seleção é importante para pacientes com dislipidemias.  Apesar de pacientes com DEP geralmente não apresentarem hipercolesterolemia, a promoção de ganho de peso deve ser saudável.  Má absorção de gordura: ocorre em cerca de 1/3 dos pacientes com caquexia cardíaca. Quando ocorrer esteatorréia: suplementação de TCM. SBC, 2002  Micronutrientes: Não há recomendações específicas para pacientes com IC adequado: utilização da Ingestão Dietética Recomendada (RDA)Lembrar: estabelecidas para atender necessidades de indivíduos saudáveis, pode subestimar necessidades reais de pacientes com IC.
  • 27. TERAPIA NUTRICIONAL  Restrição de sódio: de acordo com o grau de IC e com o balanço hidroeletrolítico. Restrições mais severas: pouco indicadas (geralmente para pacientes hospitalizados, cuja tolerância ao sódio é incomumente baixa).  Hipocalemia: toxicidade digital (sintomas: náuseas, vômitos, desconforto abdominal, arritmia entre outros).  Recomendação de potássio: 50 a 70 mEq.  Caso o paciente apresente comprometimento renal essa recomendação deve ser reavaliada.  Oferta:atingida com consumo de frutas, legumes, verduras e leguminosas;-Em alguns casos: necessário a suplementação medicamentosa. SBC, 2002
  • 28. TERAPIA NUTRICIONAL  Alguns diuréticos favorecem excreção de magnésio:  Hipomagnesemia: associada com pior prognóstico.  Níveis séricos de magnésio devem ser monitorados em pacientes com IC e a oferta deve ser realizada de forma adequada.  Vitaminas lipossolúveis (A, D, E eK):  Repor quando o paciente apresentar má-absorção de gorduras.  Atenção à oferta de tiamina: alguns diuréticos aumentam sua excreção.  A deficiência leva a prejuízo do metabolismo oxidativo, especialmente do carboidrato, favorecendo o acúmulo de piruvato e lactato, que pode agravar a IC.
  • 29. TERAPIA NUTRICIONAL  Restrição hídrica:  Nem sempre é necessária e deve ser estabelecida de acordo com ao grau da IC e quadro clínico do paciente.  A restrição varia entre 600 a 1500 ml, dependendo do balanço hídrico do paciente.  A restrição hídrica e de sódio são frequentemente interrompidas com a alta hospitalar.  Fibra alimentar:  Recomendação é de 20 a 30gpor dia. Prevenir obstipação intestinal e consequente esforço para evacuar: pode predispor alterações no ritmo cardíaco.
  • 30. TERAPIA NUTRICIONAL  Palatabilidade:  Dieta geralmente pouco saborosa: favorece diminuição da ingestão alimentar.  Para melhorar a palatabilidade: utilizar condimentos naturais com baixo teor de sódio.  Fracionamento: 5-6 refeições ao dia, podendo chegar a 8. Pequenos volumes, evitando o aumento do trabalho cardíaco durante o processo de digestão e uma sobrecarga pós-prandial.  Consistência:  Modificada de acordo com a aceitação e o quadro clínico do paciente. Dietas com consistência pastosa geralmente são utilizadas pela presença de dispnéia e dificuldade de mastigação.
  • 31. TERAPIA NUTRICIONAL  Se a ingestão oral estiver abaixo de 60%:  Necessária suplementação com fórmula enteral. Promover a recuperação do paciente e melhorar o seu prognóstico. Considerações finais Acompanhamento nutricional individualizado Intervenções nutricionais precoces TN não segue regras fixas Realizar avaliação criteriosa e com senso crítico. Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007
  • 32. REFERÊNCIAS  New York Heart Association (NYHA), apud Fisher, 1972;  Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007;  Silva, 2007; Kok &Costa, 2002;  Mahan et al, 2005;  SBC, 2002; Krause 2005;