Caso clínico

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CASO CLINICO

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Caso clínico

  1. 1. Caso clínico • Discussão de caso da semiologia
  2. 2. M.A.G.A., 60 ANOS DE IDADE, SEXO FEMININO QUEIXA PRINCIPAL DOR NO PEITO HPMA PACIENTE RELATA DOR RETRO ESTERNAL DO TIPO APERTO DE INÍCIO HÁ UMAHORA, COM IRRADIAÇÃO PARA MMSS ,SEM POSIÇÃO DE ALÍVIO, RELATA ASSOCIAÇÃO COM NÁUSEAS E VOMITOS, DISPNEIA E SUDORESE, FOI AO PRONTO SOCORRO SENDO MEDICADA COM NITRATOS MELHORA DA DOR, HMP DM INSULINO DEPENDENTE HÁ 10 ANOS HAS HÁ 20 ANOS 2 CAT ( último em 2010) COLECISTECTOMIA HÁ 10 ANOS HMF PAI DM IRMÃ IAM AOS 62 ANOS HÁBITOS E VÍCIOS TABAGISTA HÁ 30 ANOS UM MAÇO DIA CARGA TABÁGICA 30MAÇOS ANO
  3. 3. EXAME FÍSICO REGULAR ESTADO GERAL PALIDEZ CUTÂNEA- HIDRATADA – DISPNEICA – AFEBRIL- LOTE CABEÇA E PESCOÇO – SEM PARTICULARIDADES APARELHO RESPIRATÓRIO – MV PRESENTE BILATERALMENTE APARELHO CARDIOVASCULAR BULHARS CARDÍACAS NORMOFONÉTICAS ABDOMEN- SEM PARTICULARIDADES MM PULSOS SIMÉTRCOS , AUSENCIA DE EDEMA— A PARTIR DA ANAMNESE QUAL SERÁ A ABORDAGEM DESTE PACIENTEOGICS A DOR TORÁCICA APARECE EM TORNO DE 10% DOS ATENDIMENTOS EMERGENCIAIS , PODE SER CAUSADA POR VÁRIAS ETIOLOGIAS CARDÍACAS VASCULARES PULMONARES DIGESTIVAS PAIETAIS E PSICOLÓGICAS
  4. 4. HIPOTESE DIAGNÓSTICA --- INSUFICIENCIA CORONARIANA PORQUE:::::::::: VER DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE DOR PRECORDIAL
  5. 5. AO SE ABORDAR UMA PACIENTE COM DOR TORÁCICA, DEVE –SE PROCURAR FAZER O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE ESSAS PATOLOGIAS, O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, PARA EU A CONDUTA CERTA SEJATOMADA, PARA ISSO DEVEMOS CARACTRIZAR A CLÍNICA, PROCURAR FATORES DE RISCO PARA DAC, CLASSIFICAR A DOR E ESTABELECER A ROTA A SER SEGUIDA 1) CARACTERIAÇÃO DA CLÍNICA PULMONAR - DOR TIPO PONTADA - VENTILATÓRIO DEPENDENTE UNILATERAL - IRRADIADA PARA OMBRO( PNEUMOTÓRAX) - DSIPNÉIA - SINAIS INFLAMATÓRIOS E INFECCIOSOS FEBRE TOSSE SECA OU PRODUTIVA SECREÇÃO MUCOSA OU PURULENTA EXEMPLO PNEUMONIA PLEURITE TRAQUEOBRONQUITE PNEUMOTÓRAX ES PONTÂNEO
  6. 6. DIGESTIVAS -DESCONFORTO OU QUEIMAÇÃO -EPIGÁSTRICA OU SUBESTERNAL O QUADRANTE SUEPRIOR DIREITO (VIAS BILIARES) O DORSO ( PANCRETITE) ALÍVIO COM ANTIÁICIDOS EXEMPLO REFLUXO ESOFÁGICO, ULCERA PÉPTICA,DOENÇA DE VESÍCULA BILIAR,PANCREATITITE PARIETAL -DOR LOC-ALIZADA SOBRE A ARTICULAÇÃO (COSTOCONDRITE) -DOR IRRADIADA DA COLUNA (CERVICAL) -DOR LOCALIZADA EM DERMÁTOMO( HERPES ZOSTER) -DOLORIMENTO ASSOCIADO A OUTROS DISTÚRBIOSEMOCIONAIS( PSICOSSOMÁTICA) -EXEMPLO COSTOCONDRITE ( SÍNDROME DE TIETZE) DOENÇA DO DISCO CERVICAL, HERPES ZOSTER CARDÍACA ---PERICARDITE --------DOR AGUDA TIPO PONTADA -------- AGRAVADA PELA POSIÇÃO -------- ALIVIO EM POSIÇÃO GENUPEITORAL
  7. 7. --------DURAÇÃO E INTENSIDADE VARÍAVEIS -------- ATRITO PERICÁRDICO ( CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA) ---CORONARIANA --------TIPO PRESSÃO , QUEIMAÇÃO OU PESO -------- LOCALIZAÇÃO RETROESTERNALOU PRECORDIAL ---------IRRADICAÇÃO- PESCOÇO ,MANDÍBULA,EPIGASTRIO,OMBROS, FACE INTERNA MMSS E MSE --------- DESENCADEANES ESFORÇO , STRESS E FRIO --------- DIFERENCIAL ANGINA ESTÁVEL- FATOR DESENCADEANTE- EXERCÍCIO, STRESS, FRIO,INTENSIDADE LEVE, MENOR QUE DEZ MINUTOS,ALIVIO COM NITRATO ANGINA INSTÁVEL MENOR DESENCADEANTE, INTENSIDADE MODERADA ,DURAÇÃO DE DEZ AVINTE MINUTOS,ALIVIO COM NITRATO --- VASCULAR ---------DISSEÇÃO DE AORTA DOR LACERANTE E EXCRUCIANTE
  8. 8. INÍCIO ABRUPTO,PROLONGADA E REFRATÁRIA PAREDE ANTERIOR TÓRAX IRRADIADO PARAPOSTERIOR HIPERTENSÕ ARTERAL – SINDROME DEMARFAN ALTERAÇÕES NO EXAME FÍSICO ---TROMBOEMBOLISMO PUMONAR DOR PLEURÍTICA ASSOCIADA A DISPNEIA TOSSE E HEMOPTISE TAQUIPNEIA E TAQUICARDIA SINAIS DE HIERPTENSÃO PUMOANR E ICD
  9. 9. FATORESDE RISCO PARA DAC EISTEM ALGUNS FATORES DE RISCO PARA DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA QUE AO AUMENTAM AS CHANCES DA CLÍNICA APRESENTADA SER CARDÍACA. ESSES FATORESDEVEM SER INVESTIGADOS DURANTE A ANAMNESE , SÃO ELES IDADE HOMEN MAIOR QUE 45 E MULHER MAIOR QUE 55 DIABETES MELLITUS HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA DISLIPIDEMIA DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA HISTÓRIA FAMILIAL POSITIVA PARA DAC O PAI OU IRMÃO MENOR QUE 55 AOS O MÃE OU IRMÃS MENOR QUE 65 ANOS
  10. 10. CASO CLÍNICO 2 S.T.P. 68 ANOS DE IDADE, SEXO FEMININO, APOSENTADA, VIÚVA, QUEIXA PRINCIPAL- FALTA DE AR E CANSAÇO HMA- PACIENTE REFERE QUE HÁ 8 MESES TEM QUADRO DE DISPNÉIA PROGRESIVA HOJE A PEQUENOS ESFORÇOS, ACOMPANADO DE ASTENIA, MAL ESTAR GERAL,RELATA EDEMA DE MMI. NEGA FEBRE. TEVE TOSSE SECA NOS ULTIOS DIAS,FILHA RELATA QUEHÁ4 MESES O MÉDICA DA UBS RECEITOU CARVEDILOL,MAS NÃO HOUVE MELHORADO QUADRO COM A MEDICAÇÃO HMP – DM TIPO 2 HÁ 11 ANOS EM USO DE METFORMINA E GLIBENCLAMIDA TUBERCULOSE PULMOANR HÁ 2 ANOS EGA ALERGIA HMF – PAI HAS E DM, FALECIDO POR IAM,~MÃEFALECIDA POR CA DECÓLON HÁBITOS E VÍCIOS -NEGA TABAGISMO E ETILISMO
  11. 11. EXAME FÍSICO BEG , CORADA , HIDRATADA,TAQUIDISPNEICA, TAQUICARIA, AFEBRIL, LOTE PA 10080 CABEÇAEPESCOÇO JUGULARES INGURGITADAS, SEM LINFONODOMEGALIA APARELHO RESPIRATÓRIO- MV POSITIVO COM ESTERTORES EM BASE APARELHO CARDIOVASCULAR – BULHAS CAÍACASNORMOFONÉTICAS COM PRESENÇA DE TERCEIRA BULHA ABDOMEN FLÁCIDO,PLANO , INDOLOR A PALPAÇÃO EXTREMIDADES- PELE FRIA, PULSO FINO E PARADOXAL,EDEMACOM CACIFO +++|++++ EXAMES COMPLEMENTARES HEMOGRAMA NORMAL ECG ALTERAÇÃO DIFUSA DA REPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR RAIO X DE TORAX CONGESTÃO PULMONAR CORAÇÃO DE DIMENSÕES NORMAIS CALCIFICAÇÃO AO REDOR DO CORAÇÃO
  12. 12. HIPÓTESE DIAGNÓSTICA PERICARDITE CONSTRITIVA A PERICARDITE CONTRITIVA TEM COMO CARACTERISTICA PRINCIPAL O APARECIMENTO DE UM ESPESSAMENTO FIBRÓTCO DO PERICÁRDIO QUE ABRE AO MIOCÁRDIO, FORMANDO UMA CARAPAÇA RÍGIDA QUE DIFICULTA O ENCHIMENTO DIASTÓLICO DO CORAÇAO.ATUBERCULOSE É A CAUSA MAIS COMUM. NA FASE AVANÇADA ENCONTRA-SE QUASE SMPRE EXTENSA CALCIFICAÇÃO AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DEPENDEM DO GRAU DEPERTURBAÇÃO HEMODINÂMICA, SENDO CONSTITUÍDAS DOS SINAIS E SINTOMAS INDICATIVOS DE CONGESTÃO PULMONAR E SISTÊMICA, ALÉM DAS MANIFESTAÇÕES DECORRENTES DIMINUIÇÃO DO DÉBITO CARDÍACO . ASTENIA, DISPNEIA, ESTERTORES PULMOANRES, JUGULARES INGURGITADAS, HEPATOMEGALIA, EDEMAGENERALIZADO E ASCITE SÃO FREQUENTES. AO EXAME, PULSO RADIAL DE AMPLITUDE DIMINUIDA E PULSO PARADOXAL ( A AMPLITUDE DO PULSO RADIAL DIMINUI DURANTE A INSPIRAÇÃO, EMVEZ DE AUMENTAR, COMO ACONTECE EMC COM DIÇÕES NORMAIS)
  13. 13. A AUSCULTA CARDÍACA, PERCEBE- SE UMA TERCEIRA BULHA BEM NÍTIDA , ORIGINADA NO ABRUPTO ENCHIMENTO VENTRICULAR NO INÍCIO DA DIÁSTOLE ---- ELETROCARDIOGRAMA , OBSERA SE ALTERAÇÃO DIFUSA DE REPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR ----- RADIOGRAFIA DE TÓRAX MOSTRA UM CORAÇÃO NÃO AUMENTADO DE TAMANHO, OQUE AJUDA A PENSAR EM PERICARDITE CONSTRITIVA NOS PACIENTECOM QUADRO DE INSUFICIENCA CARDÍACA CONGESTIVA. A PRESENA DE CALCIFICAÇÃO AO REDOR DO CORAÇÃO REFORÇA ESTE DIAGNÓSTICO O ESTUDO ECOCARDIOGRÁFICO EVIDENCIA AS LESÕES PERICÁRDICAS

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