Aula08.03

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Aula08.03

  1. 1. ANTIBIÓTICOSANTIBIÓTICOS
  2. 2. ANTIBIÓTICOSANTIBIÓTICOS Antibiótico é nome genérico dado a uma substância que tem capacidade de interagir com micro-organismos unicelulares ou com seres pluricelulares que causam infecções no organismo. Os antibióticos interferem com os micro-organismos, matando-os ou inibindo seu metabolismo e/ou sua reprodução, permitindo ao sistema imunológico combatê-los com maior eficácia.
  3. 3. ANTIBIÓTICOSANTIBIÓTICOS O termo antibiótico tem sido utilizado de modo mais restrito para indicar substâncias que atingem bactérias, embora possa ser utilizado em sentido mais amplo (contra fungos, por exemplo). Ele pode ser bactericida, quando tem efeito letal sobre a bactéria ou bacteriostático, se interrompe a sua reprodução ou inibe seu metabolismo
  4. 4. PCR NA HEMODIÁLISE CAUSAS DE PCR (parada cardio-CAUSAS DE PCR (parada cardio- respiratória) DURANTE Arespiratória) DURANTE A HEMODIÁLISE:HEMODIÁLISE: CONDUTAS DE ENFERMAGEM NACONDUTAS DE ENFERMAGEM NA RCP (reanimação cárdio-pulmonar)RCP (reanimação cárdio-pulmonar) DURANTE A HEMODIÁLISE:DURANTE A HEMODIÁLISE: SIMULAÇÃOSIMULAÇÃO
  5. 5. Técnico de enfermagem queTécnico de enfermagem que está com o paciente eestá com o paciente e identificou a PCR. Iniciaridentificou a PCR. Iniciar imediatamente asimediatamente as massagens cardíacas emassagens cardíacas e sinalizar outro funcionário.sinalizar outro funcionário. PCR NA HEMODIÁLISE
  6. 6. PCR NA HEMODIÁLISE O funcionário acionado iráO funcionário acionado irá devolver o sangue do paciente edevolver o sangue do paciente e chamar outro funcionáriochamar outro funcionário (enfermeira, médico). Pegar monitor(enfermeira, médico). Pegar monitor cardíaco, ventilador mecânico,cardíaco, ventilador mecânico, desfibrilador e carro de urgência.desfibrilador e carro de urgência.
  7. 7. PCR NA HEMODIÁLISE A enfermeira irá auxiliarA enfermeira irá auxiliar médico na entubação emédico na entubação e depois irá manusear monitordepois irá manusear monitor cardíaco, desfibrilador ecardíaco, desfibrilador e ventilador mecânico.ventilador mecânico.
  8. 8. PCR NA HEMODIÁLISE O técnico de enfermagem queO técnico de enfermagem que iniciou as massagens assumi oiniciou as massagens assumi o acesso e medicações do pacienteacesso e medicações do paciente (quando o médico entuba e a(quando o médico entuba e a enfermeira faz massagem);enfermeira faz massagem); Enquanto o técnico de enfermagemEnquanto o técnico de enfermagem que trouxe o material tranquiliza osque trouxe o material tranquiliza os demais pacientes.demais pacientes.
  9. 9. PCR NA HEMODIÁLISE Após estabilização doApós estabilização do paciente solicitar que apaciente solicitar que a recepção providencie arecepção providencie a transferência( UTI,transferência( UTI, ambulância etc).ambulância etc).
  10. 10. PCR NA HEMODIÁLISE ÓBITOÓBITO  Atestar o óbito. Falar com familiares eAtestar o óbito. Falar com familiares e fornecer declaração de óbito – médicofornecer declaração de óbito – médico  Acionar psicologia para familiares e serAcionar psicologia para familiares e ser testemunha do médico na comunicaçãotestemunha do médico na comunicação do óbito a família – enfermeirado óbito a família – enfermeira  Preparar o corpo e recolher pertences doPreparar o corpo e recolher pertences do paciente para entregar a família – técnicopaciente para entregar a família – técnico de enfermagemde enfermagem
  11. 11. PCR NA HEMODIÁLISEPCR NA HEMODIÁLISE SIMULAÇÃOSIMULAÇÃO
  12. 12. DOENÇA RENAL CRÔNICADOENÇA RENAL CRÔNICA -DRC--DRC- PANDEMIA DE GRAVES CONSEQUÊNCIASPANDEMIA DE GRAVES CONSEQUÊNCIAS
  13. 13. 13 Síndrome que inclui todas as lesõesSíndrome que inclui todas as lesões renais que geralmente acarretam perdarenais que geralmente acarretam perda lenta e progressiva da função excretórialenta e progressiva da função excretória renal..renal.. Doença Renal CrônicaDoença Renal Crônica (DRC):(DRC): Incapacidade crescente de filtrar e excretar solutos tóxicos produzidos pelo metabolismo principalmente de proteínas, com conseqüente acúmulo nos fluidos corporais.
  14. 14. 14 Néfron (Unidade Excretora) RimRim Supra-renalSupra-renal Glomérulo UreterUreter CavaCava AortaAorta A. Henle T. Coletor BexigaBexiga CórtexCórtex NéfronMedulaMedula T. Proximal T. Distal
  15. 15. 15 Causas de Doença RenalCausas de Doença Renal CrônicaCrônica  Diabetes  Hipertensão Arterial  Glomerulonefrites Crônicas  Pielonefrites Crônicas  Doenças Autoimunes  Rins Policísticos; Alport  Malformações Congênitas  Anti-inflamatórios não esteróides  Necrose Cortical Bilateral  IRA Prolongada
  16. 16. 16 DoençaDoença Renal Crônica (I - V) DoençaDoença Renal Crônica (I - V) Diálise (V)Diálise (V) TransplanteTransplante Renal(II – IV)Renal(II – IV) Ciclo vicioso de elevada mortalidade
  17. 17. A Magnitude do ProblemaA Magnitude do Problema • Prevalência elevada das patologias que levam à doença renal • Possibilidade de intervenção na história natural da doença renal mediante a melhoria da atenção à saúde em todos os níveis de atendimento • Gastos cada vez mais elevados com tratamento das doenças renais • Escassez de estudos mais aprofundados sobre a situação epidemiológica nacional da doença renal • Múltiplos interesses econômicos de prestadores, fabricantes de equipamentos de máquinas e insumos. • Prevalência elevada das patologias que levam à doença renal • Possibilidade de intervenção na história natural da doença renal mediante a melhoria da atenção à saúde em todos os níveis de atendimento • Gastos cada vez mais elevados com tratamento das doenças renais • Escassez de estudos mais aprofundados sobre a situação epidemiológica nacional da doença renal • Múltiplos interesses econômicos de prestadores, fabricantes de equipamentos de máquinas e insumos.
  18. 18. 18 A EPIDEMIA DE DOENÇA RENAL CRÔNICA SOMENTE SERÁ CONTROLADA ATRAVÉS DE INTENSO PROGRAMA PREVENTIVO! CONCLUSÃO
  19. 19. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL DIÁLISE AGUDA (IRA)DIÁLISE AGUDA (IRA) MESMOS DOS ADULTOS:MESMOS DOS ADULTOS: OLIGÚRIA, ICC, EAP HIPERTENSÃOOLIGÚRIA, ICC, EAP HIPERTENSÃO GRAVE, ACIDOSE METABÓLICAGRAVE, ACIDOSE METABÓLICA QUANDO NÃO SE PODE CORRIGIRQUANDO NÃO SE PODE CORRIGIR COM BICARBONATO DE SÓDIO,COM BICARBONATO DE SÓDIO, ENCEFALOPATIA URÊMICA,ENCEFALOPATIA URÊMICA, PERICARDITE URÊMICA, INGESTÃOPERICARDITE URÊMICA, INGESTÃO DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS...DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS...
  20. 20. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL MODALIDADE DIALÍTICA NA IRA:MODALIDADE DIALÍTICA NA IRA: DIÁLISE PERITONEAL: NÃO EXIGEDIÁLISE PERITONEAL: NÃO EXIGE EQUIPAMENTO SOFISTICADO,EQUIPAMENTO SOFISTICADO, EVITA UM ACESSO CENTRAL EEVITA UM ACESSO CENTRAL E ANTICOAGULAÇÃOANTICOAGULAÇÃO HEMODIÁLISE: USADA APENASHEMODIÁLISE: USADA APENAS QUANDO A DP É CONTRA INDICADAQUANDO A DP É CONTRA INDICADA (CIRURGIA ABDOMINAL, HÉRNIA(CIRURGIA ABDOMINAL, HÉRNIA DO DIAFRAGMA...)DO DIAFRAGMA...)
  21. 21. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL DIÁLISE CRÔNICA (IRC)DIÁLISE CRÔNICA (IRC) A IRA SE AGRAVOU!A IRA SE AGRAVOU! MEDIDA PROVISÓRIA ATÉ OMEDIDA PROVISÓRIA ATÉ O TRANSPLANTE RENALTRANSPLANTE RENAL
  22. 22. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL MODALIDADE DIALÍTICA NA IRC:MODALIDADE DIALÍTICA NA IRC: MESMO DA IRAMESMO DA IRA DIÁLISE PERITONEAL: NÃO EXIGEDIÁLISE PERITONEAL: NÃO EXIGE EQUIPAMENTO SOFISTICADO, EVITA UMEQUIPAMENTO SOFISTICADO, EVITA UM ACESSO CENTRAL E ANTICOAGULAÇÃOACESSO CENTRAL E ANTICOAGULAÇÃO HEMODIÁLISE: USADA APENAS QUANDO AHEMODIÁLISE: USADA APENAS QUANDO A DP É CONTRA INDICADA (CIRURGIADP É CONTRA INDICADA (CIRURGIA ABDOMINAL, HÉRNIA DO DIAFRAGMA...) OUABDOMINAL, HÉRNIA DO DIAFRAGMA...) OU A FAMÍLIA NÃO TEM CONDIÇÕES.A FAMÍLIA NÃO TEM CONDIÇÕES. COMPLICAÇÕES: PERITONITE, CONFLITOSCOMPLICAÇÕES: PERITONITE, CONFLITOS FAMILIARES – NÃO ADESÃO AOFAMILIARES – NÃO ADESÃO AO TRATAMENTOTRATAMENTO
  23. 23. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL ACESSO VASCULAR NAACESSO VASCULAR NA HEMODIÁLISE:HEMODIÁLISE: CDL E ENXERTOS MAIS COMUNSCDL E ENXERTOS MAIS COMUNS DEVIDO FRAGILIDADE DOS VASOSDEVIDO FRAGILIDADE DOS VASOS SANGUÍNEOSSANGUÍNEOS FLUXO SANGUÍNEO MENOR QUE OFLUXO SANGUÍNEO MENOR QUE O ADULTO PARA EVITAR SÍNDROMEADULTO PARA EVITAR SÍNDROME
  24. 24. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL DIALISADORES, LINHAS, SOLUÇÃODIALISADORES, LINHAS, SOLUÇÃO DE DIÁLISE E MÁQUINAS DEDE DIÁLISE E MÁQUINAS DE DIÁLISES ADEQUADA PARA ADIÁLISES ADEQUADA PARA A CRIANÇA – DIFERENTE DO ADULTOCRIANÇA – DIFERENTE DO ADULTO DURAÇÃO DA HEMODIÁLISE – 3DURAÇÃO DA HEMODIÁLISE – 3 HORASHORAS ANTICOAGULAÇÃO – DE ACORDOANTICOAGULAÇÃO – DE ACORDO COM A MASSA CORPÓREA DACOM A MASSA CORPÓREA DA CRIANÇA (RESTRIÇÕES IGUAIS ASCRIANÇA (RESTRIÇÕES IGUAIS AS
  25. 25. DIÁLISE INFANTILDIÁLISE INFANTIL HAS- MAIS PREOCUPANTE DEVIDOHAS- MAIS PREOCUPANTE DEVIDO PROGRESSÃO PARA DOENÇAPROGRESSÃO PARA DOENÇA CARDÍACA MAIS RÁPIDA QUE OCARDÍACA MAIS RÁPIDA QUE O ADULTO. CONTROLE RIGOROSOADULTO. CONTROLE RIGOROSO DO VOLUMEDO VOLUME ANEMIA – BEM FREQUENTEANEMIA – BEM FREQUENTE CRESCIMENTO – AFETADO PELOSCRESCIMENTO – AFETADO PELOS DISTÚRBIOS DE CÁLCIODISTÚRBIOS DE CÁLCIO (OSTEODISTROFIA)(OSTEODISTROFIA)
  26. 26. HAS/DMHAS/DM DETALHES DO PACIENTE HASDETALHES DO PACIENTE HAS MAIOR RESTRIÇÃO DE SÓDIO EMAIOR RESTRIÇÃO DE SÓDIO E LÍQUIDOSLÍQUIDOS SESSÕES DE HEMODIÁLISE MAISSESSÕES DE HEMODIÁLISE MAIS LONGAS E MAIS FREQUENTES, SELONGAS E MAIS FREQUENTES, SE POSSÍVELPOSSÍVEL MANTER FUNÇÃO RESIDUAL PARAMANTER FUNÇÃO RESIDUAL PARA MELHOR CONTROLE DA VOLEMIAMELHOR CONTROLE DA VOLEMIA AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO PESOAVALIAÇÃO CONTÍNUA DO PESO SECOSECO
  27. 27. HAS/DMHAS/DM DETALHES DO PACIENTE HASDETALHES DO PACIENTE HAS SEMPRE COM UMASEMPRE COM UMA ULTRAFILTRAÇÃO ALTAULTRAFILTRAÇÃO ALTA HAS PÓS HEMODIÁLISEHAS PÓS HEMODIÁLISE USO DE ANTI-HIPERTENSIVOSUSO DE ANTI-HIPERTENSIVOS RISCO PARA AVC ERISCO PARA AVC E ENCEFALOPATIAENCEFALOPATIA
  28. 28. HAS/DMHAS/DM DETALHES DO PACIENTE DMDETALHES DO PACIENTE DM INÍCIO DA HEMODÍALISE MAISINÍCIO DA HEMODÍALISE MAIS CEDOCEDO HEMODIÁLISE MELHOR DO QUE AHEMODIÁLISE MELHOR DO QUE A DIÁLISE PERITONEALDIÁLISE PERITONEAL PRECRIÇÃO CONTÍNUA DAPRECRIÇÃO CONTÍNUA DA NUTRICIONISTANUTRICIONISTA ENTEROPATIA DIABÉTICA –ENTEROPATIA DIABÉTICA –
  29. 29. HAS/DMHAS/DM DETALHES DO PACIENTE DMDETALHES DO PACIENTE DM ALTERAÇÃO NA PRESCRIÇÃO DAALTERAÇÃO NA PRESCRIÇÃO DA INSULINAINSULINA HIPERGLICEMIA/HIPOGLICEMIAHIPERGLICEMIA/HIPOGLICEMIA VASCULOPATIA PERIFÉRICA –VASCULOPATIA PERIFÉRICA – AMPUTAÇÕESAMPUTAÇÕES RETINOPATIA DIABÉTICARETINOPATIA DIABÉTICA DISFUNÇÃO ERÉTILDISFUNÇÃO ERÉTIL
  30. 30. PESQUISAPESQUISA ASPECTOS NEFROLÓGICOS DAASPECTOS NEFROLÓGICOS DA LES (LÚPUS ERITREMATOSOLES (LÚPUS ERITREMATOSO SISTÊMICO)SISTÊMICO) MANUSEIO COM PACIENTE HIVMANUSEIO COM PACIENTE HIV POSITIVOPOSITIVO
  31. 31. OBRIGADA!OBRIGADA!

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