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As artes na atualidade

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As artes na atualidade

  1. 1. Numa sociedade caracterizada pelo consumo, estimulado por uma publicidade agressiva que cria necessidades, a Arte surge como reflexo de novas formas de relacionamento social, onde certos objectos e imagens se impõe como ícones. Andy Warhol serviu-se dessas imagens, objectos e até figuras com notoriedade para formular a essência da PopArt. Peter Blake,The otingns of POP(1961)
  2. 2. Nascida ainda nos anos 50, sobretudo nos centros urbanos, primeiro Londres e depois Nova Iorque, a Pop Art utilizou uma linguagem figurativa recorrendo a símbolos, figuras e objectos próprios da cidade e do seu quotidiano. Peter Blake, Capa do álbum Sgt.Pepper's Lonnely hearts club band. –Beatles – Feito a partir de colagens de imagens de pessoas famosas
  3. 3. A sua temática esteve ligada à “cultura popular” constituída por imagens do quotidiano, retiradas da BD, das revistas e dos jornais, da fotografia, do cinema e da televisão. São conhecidos os retratos de Marilyn Monroe, Jackie Kennedy, Liz Taylor e Elvis Presley. AndyWarhol
  4. 4. A Pop Art foi influenciada pelas recolhas dadaístas e surrealistas efetuadas por Robert Motherwell nos anos 50 (The Dada Paintings and Poets), pelos ready-made de Duchamp e pelas colagens de Kurt Schwuitters. De relembrar que estes dois movimentos também utilizaram a descontextualização dos objectos em relação ao quotidiano, tornando-os ícones da sociedade de consumo. AndyWarhol
  5. 5. - Inglaterra – Richard Hamilton, Peter Blake, David Hockney (objectos de consumo); Allen Jones ( temas eróticos e sexuais). Richard Hamilton
  6. 6. - EUA – 1ª vertente: - “neodadaísta”: Robert Rauchenberg (“combine paitings”), Jasper Jones (bandeiras americanas, alvos e letras), Jim Dine (combinações de objectos reais colados sobre fundos de pintura) Robert RauchenbergJasper Jones
  7. 7. - EUA – 2ª vertente: - Andy Warhol (imagens de BD, objectos de consumo, retratos de personalidades), Roy Lichtenstein (personagens da Walt Disney e da BD pintadas com cores puras , lisas e brilhantes), Tom Wesselmann (ambientes de tipo “classe média” AndyWarhol
  8. 8. Roy Lichtenstein
  9. 9. TomWesselmann
  10. 10. AndyWarhol, Garrafas de Coca-Cola, 1961
  11. 11. Andy Warhol é a figura mais conhecida e controversa da Pop Art. A sua obra centra-se na cultura de massas americanas, como símbolos das grandes marcas e produtos, como o simples hamburger ou à garrafa de Coca- Cola, cujo objectivo é denunciar a vulgaridade e o mau gosto que caracterizavam a cultura de massas e que conduziram à globalização.
  12. 12. A popularização da sua obra torna-se evidente com a imortalização de ícones de referência da sociedade de consumo tais como o Rato Mickey ou garrafa da CocaCola. De realçar que ícones como a Coca Cola estão também relacionados com a verdadeira democratização da sociedade na qual os consumidores ricos compravam essencialmente as mesmas coisas que os pobres.
  13. 13. Fazia arte a partir de marcas e produtos massificados (símbolos do american way of life) mas, por outro lado, convertia a arte num produto de massas
  14. 14. Abreviatura de Optical Arte ou Arte Ótica, designa uma forma de arte que utiliza a ilusão de ótica do movimento, ou seja, o mesmo que cinetismo. É uma arte que explora a fiabilidade do olho e o uso de ilusões ópticas. Defendia para a arte "menos expressão e mais visualização". Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.VictorVasarely,Veja 200, 1968
  15. 15. Os trabalhos de Op Art são em geral abstratos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se. Ilusões de ótica VictorVasarely
  16. 16. Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Bridget Riley
  17. 17. Artistas: - Alexander Calder: “mobiles” com movimentos permanentes devido a um equilíbrio instável; “stabiles”, figuras abstractas estáticas -VictorVasarely - Bridget Riley: jogos geométrico, normalmente a preto e branco, que provocam sensações dinâmicas e ilusões de ótica que sugerem movimento e solicitam a participação ativa do espectador. Alexander Calder
  18. 18. Bridget Riley
  19. 19. Bridget Riley
  20. 20. A arte-Acontecimento é uma arte efémera que recebeu influências das primeiras vanguardas ( Futurismo, Dadaísmo, Surreali smo) pois assumiram o desenraizamento do objecto. Também recebeu influência do Informalismo, em particular do Action Paiting, pois entende a acção como atitude. Allan Kaprow
  21. 21. As primeiras manifestações da “arte como atitude e como acontecimento” estiveram ligadas às acções desenvolvidas pelo músico John Cage e pelo coreógrafo Merce Cunningham, que constituíram verdadeiros happenings. Nestas obras, não se conta uma história mas o drama está presente pela intensidade cinética e teatral do movimento.
  22. 22. Os bailarinos não pretendem representar nada, senão eles próprios, e muitas vezes nem tinham conhecimento prévio da música. Como dizia Cunningham, em palco “ tu não estás necessariamente no teu melhor, mas no mais humano”. Nestas novas formas de arte, tem um papel fundamental a relação física do bailarino consigo próprio e com o outro, sugerida por atitudes, gestos ou expressões faciais.
  23. 23. Happening Enquanto movimento, esta forma de arte não tem definição nem regras específicas, podendo apenas ser considerada como uma vivência que põe em relevo uma estreita ligação entre a Arte e aVida. Não é uma representação teatral na medida em que não é uma narrativa. Coloca o espectador e o seu autor numa atitude expectante e atenta a determinados factos, acontecimentos ou vivências. E, como vive de uma só vez, nascendo e desparecendo no ato de fazer, constitui a mais pura expressão de arte efémera. Allan Kaprow
  24. 24. À semelhança dos ready-made (objectos descontextualizados e tronados artísticos), também um facto ou uma acção são descontextualizados, tomando a dimensão de um ritual que reaviva a função mágica da arte. O Happening pretendeu chegar a um público vasto, considerado espectador e participante na criação e desenvolvimento da acção. Ao mesmo tempo, combatia-se o mercantilismo artístico. Happening Allan Kaprow
  25. 25. Artistas: O iniciador do Happening é Allan Kaprow, nos anos 50. Destaque também para os artistas do grupo Gutai, criado em 1954 no Japão.O seu fundador foi Jiro Yoshihara que levou a cabo diversas acções onde representou o horror da guerra e as experiências de Hiroshima e Nagasáqui. Happening Grupo Gutai
  26. 26. Na Alemanha foi criado o grupo Fluxus, cujos protagonistas foram Wolf Vostel e Joseph Beüys, sendo este último um dos mais importantes protagonistas das grandes transformações artísticas nas últimas décadas do século XX, principalmente com os seus Environments. Happening Grupo Fluxus
  27. 27. A Performance A Performance é uma actividade artística que se confunde com o Happening. Tem uma raiz conceptual mas a sua acção é de carácter único e irrepetível, esgotando-se no próprio ato de fazer. Hermann Nitsch, performance
  28. 28. O autor ou autores desenvolvem uma actividade baseada na expressão corporal, estando presente a estética do espectáculo mas sem se assemelhar nem à dança, nem ao teatro. Os performers são, na maioria, artistas que se dedicam ao Happening, como Kaprow e Joseph Beüys, Günter Brus e Hermann Nitsch. A Performance Günter Brus
  29. 29. A Body Art A Body Art também desenvolve acções de curta duração e rápido desgaste. Enraíza-se no conceito de Arte- Acontecimento e confunde-se com o Happening e a Performance, pois todas são performativas. No entanto, aqui o corpo é o protagonista, sendo utilizado como principal meio de expressão. Nesta arte estiveram incluídas acções muito variadas que levaram a práticas brutais, de tipo sadomasoquista.
  30. 30. O grupo vienense, onde se incluem Günter Brus e Hermann Nitsch, é conhecido pelas suas performances onde o corpo é violentamente agredido. Outros artistas deste movimento foram Gilbert e George, Vito Acconci eYves Klein. A Body Art Yves Klein
  31. 31. VitoAconcci
  32. 32. Pina Bausch (1940-2009) 20 de maio de 1978 Nova estética no bailado: os espaços fragmentados e as cenografias impõem-se à dança Link noYoutube
  33. 33. destruir a barreira existente entre a vida real e a representação cénica + evidenciar a artificialidade existente do quotidiano dançarinos vestem roupas vulgares + Espaços realistas + coreografias baseiam-se em movimentos e gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia que, em palco, adquirem uma função estética.
  34. 34. As coreografias baseiam-se em movimentos e gestos recolhidos na vulgaridade do dia-a-dia que, em palco, adquirem uma função estética. Assunto centrado na repetição ritmada de gestos comuns e na integração de elementos do quotidiano no espaço cénico, causando um forte impacto plástico e dramático
  35. 35.  espectáculo de dança-teatro, mistura de dança e de teatro;  performance livre dos actores e bailarinos, que improvisam movimentos e histórias;  um único cenário – um café – como local de acção, um café;  envolvimento de um grupo alargado de artes e de artistas performativos, bailarinos, actores e cantores;  introdução de movimento a solo, que permite focar momentaneamente a acção no desempenho de um único bailarino.
  36. 36. Obra surrealista, demonstra, pela negação, o carácter conceptual das obras deste movimento, através da destruição das correspondências entre as imagens e os objetivos. Magritte é considerado o percursor do movimento conceptual René Magritte, ATraição das Imagens, 1929
  37. 37. A arte conceptual, iniciada em 1965, prolongou-se pela década de 70 e implicou uma profunda revisão nos processos criativos e expressivos, passando a ser mais importante a ideia (o conceito ou conceção do objecto) do que a sua realização enquanto obra acabada. Joseph Kosuth
  38. 38. Passou a ser valorizado o processo mental e a reflexão sobre o trabalho, tendo a teoria ocupado o lugar da prática concreta. Joseph Kosuth
  39. 39. Recorreu a referências e bases teóricas, questionando os fundamentos da arte, a colocação da obra de arte na sociedade e o reconhecimento público do artista. KeithArnatt, Autofuneral, 1969
  40. 40. Pôs, portanto, em causa, a razão de existir e a função da arte, afirmando que a “arte é uma coisa mental”, uma “reflexão filosófica desprovida de aplicação prática”. Como diziam os artistas do grupo Art and Language, “o artista da sociedade multimédia e da era da informática trata exclusivamente de problemas filosóficos. Keith Arnatt, Autofuneral, 1969
  41. 41. Este movimento considerou a arte como acção linguística, como comunicação e formação do pensamento. Foi utilizada a fotografia, vídeo, gravações, telefonemas, documentos escritos e telegramas. Joseph Kosuth
  42. 42. Esta proposta artística controversa inspirou-se em Marcel Duchamp, considerado seu percursor, e teve como antecedentes remotos o Construtivismo, o Abstracionismo, o Action Painting e o Informalismo. Entre os autores, destacam-se: Bruce Nauman, Joseph Kosuth, Hans Haacke, Joseph Beüys, Keith Arnatt e Denis Oppenheim Denis Oppenheim
  43. 43. Esteve ligada a preocupações ecológicas, questionou a obra de arte como objecto comercial e integrou o grupo das atividades artísticas de tipo conceptual. Esta forma de arte efémera esgota-se no próprio ato da sua execução. Consiste numa intervenção interventiva na paisagem, em grandes espaços naturais. Land Art: Robert Smithson, Spiral Jetty, 1970
  44. 44. Utilizou elementos naturais que se degradam ou elementos artificiais que se desmontam. As criações mais conhecidas são de Robert Smithson, Walter de Maria, Denis Oppenheim, Jean Dibbets, Richard Long, Christo e a sua mulher Jeanne-Claude. Land Art: Christo e Jeanne-Claude, Os guarda-sóis, 1984-91
  45. 45. Land Art: Christo e Jeanne-Claude, Reichtag Embrulhado, 1971-1995
  46. 46. Foi o nome atribuído por Richard Wollheim, em 1965, à forma de arte que apelou para a necessidade de recorrer a elementos básicos e essenciais da matéria plástica. Decorrente da Land Art, manifestou desprezo pela figuração e empregou um número mínimo de elementos plásticos cujo efeito impessoal é devido ao uso de materiais industriais. Minimal Art Donald Judd
  47. 47.  Surge nos E.U.A. por volta de 1960-1970  Necessidade de reduzir a arte ao básico  Reação contra o expressionismo abstracto e o pop  Erradicaram a emoção, a imagem, e mensagem e tudo que é considerado essencial à arte  Aspecto limpo, nu, simplesT  écnica feito á máquina, materiais pré-fabricados em formas geométricas Donald Judd
  48. 48. Na maioria, as obras são tridimensionais, chamadas “estruturas primordiais”. Minimal Art Richard Serra, Casa de Cartas, 1968-69
  49. 49. Na pintura utilizam-se um número reduzido de elementos, sendo maioritariamente constituída por superfícies monocromáticas, sem qualquer alteração tonal. Entre os seus representantes destacam-se Donald Judd, Richard Serra, Carl Andre, Júlio Paolini, Claudio Parmigiano, Robert Smithson e Christo. Minimal Art Frank Stella
  50. 50. Filiada na Arte Conceptual, surge na década de 70 e define-se como um processo de realização plástica que contempla a construção de cenários e ambientes, muitas vezes povoados de objectos e detritos do quotidiano. Instalação Martin Kippenberger
  51. 51. A sua expressão é complexa, contestando também aspectos sociais. O pendor crítico e satírico é revelado também pelo carácter não comercial das suas obras. Instalação Bruce Nauman
  52. 52. Nas décadas de 80 e 90 integrou as novas tecnologias (fotografia, vídeo, computador), c riando ambientes e narrativas com som e imagem. Os artistas mais representativos são: Joseph Beüys, Wolf Vostell, Peter Campus, Daniel Buren, Pistoletto, Nam Hoover, Fabrizio Plassi, Bruce Nauman, Christian Boltanski, Martin Kippenberger e Marie Jo Lafontaine. Instalação
  53. 53. Nascido nos EUA, no final dos anos 60 e prolongando-se pela década de 70, o Hiper-Realismo abrangeu as artes plásticas (pintura/escultura) e propôs uma visão fotográfica de aproximação à realidade. Reagiu às artes mais intelectualizadas das duas décadas anteriores. LópezGarcia, Lavabo y Espejo, 1967
  54. 54. Utilizou o recurso à máquina fotográfica e às técnicas de fotografia como fonte de informação e de registo da realidade. Usou meios mecânicos ou semi- mecânicos para transporte dessas imagens para a tela (projecção de diapositivos) e telas fotossensíveis como suporte plástico. Daí ser designado, também, fotorre alismo. Don Eddy
  55. 55. Constituiu uma expressão artística mais fria e impessoal, onde não estão patentes as acções ou emoções do artista. A pintura apresenta-se lisa e sem marcas de individualidade, parecendo fotografias de formato gigante. GrantWood, Gótico Amereicano, 1930
  56. 56. Andrey Flack referiu que a “Níkon se tinha convertido no prolongamento dos seus olhos. Outros representantes desta pintura foram Chuck Close, Robert Cottingham, Don Eddy, Grant Wood e John Salt. Andrey Flack
  57. 57. O Hiper-Realismo teve algumas repercussões na Europa, apesar de não muito significativas. Este novo interesse pela figuração, que levou alguns artistas europeus a usarem a máquina fotográfica, foi designado por Nova Figuração ou Novo Realismo Europeu. Entre os artistas europeus destacam-se López Garcia, Lucian Freud, Francis Bacon e Paula Rego. Lucien Freud, Retrato da Mãe do Artista Descansando, 1976
  58. 58. Foi um movimento estritamente formal, nascido na América, nos anos 60, sendo caracterizada por uma certa frieza e impessoalidade. Frank Stella,Quathlamba, 1964
  59. 59. Constitui uma arte estruturalista ou literalista, pois a forma ou a estrutura foram o seu único veículo de significação, não permitindo juízos de valor de carácter subjectivo. Foi uma pintura de tipo geométrico, caracterizada pela bidimensionalidade e pela pureza plástica. São obras reducionistas nas estruturas, nas formas e nas cores. Muitos autores enveredaram, mais tarde, pela arte minimalista. Frank Stella, Six Mile Bottom, 1960
  60. 60. Os pintores mais significativos foram Frank Stella, Ellsworth Kelly, Kenneth Noland e Jules Olitsky. Ellsworth KellyKenneth Noland
  61. 61. Surgiu em Itália, em 1967, através do manifesto do crítico de arte genovês Germano Celant. É uma forma de arte constituída por actividades artísticas variadas, pouco definidas, cujo ponto em comum é a sua elaboração com materiais pobres, já usados, desgastados ou pouco usuais em arte. Jannis Kounellis
  62. 62. Criticada por alguns como repressora da criatividade artística devido à escassez dos materiais empregues, teve inúmeros adeptos em Itália, como Piero Manzoni, Mario Merz, Jannis Kounellis, Luciano Fabro e Giullio Paolini. Mario Merz,Che Fare?, 1968
  63. 63. Michelangelo Pistoletto,Vénus deTrapos, 1967
  64. 64. Nascida na década de 80, é o mais recente movimento artístico de características figurativas, considerado como uma metamorfose do Expres-sionismo e constituindo a primeira manifestação pós- moderna. Enzo Cucchi, Un sospiro di un onda, 1983
  65. 65. É tida como a mais recente tendência artística contemporânea, sendo uma resposta europeia à arte minimal e conceptual que se tinha afirmado naAmérica. Retomando a tradição da pintura convencional, teve como principais artistas Sandro Chia, Enzo Cuchi e FrancescoClemente. Francesco Clemente
  66. 66. Achille Bonito Oliva classificou-a como “instrumento de transição, de passagem, de uma obra para outra, e de um estilo para outro. Tem uma atitude inconstante, revertendo todas as linguagens artísticas do passado”. Sandro Chia
  67. 67. Nas últimas décadas do século XX, a arte diversificou-se e desmultiplicou-se em inúmeras correntes e expressões individuais, que, de algum modo, retomam conceitos e expressões do passado mas agora com novas roupagens e conceitos. Enzo Cuchi

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