SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 3
AGRUPAMENTO DEESCOLAS IBN MUCANA
Ficha formativa
História e Geografia de Portugal

1820 e o Liberalismo
1. Caracteriza a sociedade francesa antes de 1789.
Antes de 1789, a sociedade francesa estava dividida entre os grupos privilegiados (a nobreza e o
clero) e os não privilegiados (a burguesia e o povo).
2. Diz o que aconteceu em França em 1789.
Havia um grande descontentamento em França por parte da burguesia e do povo porque eram os
únicos que pagavam impostos, enquanto que a nobreza e o clero tinham uma série de privilégios.
Para além disso, o rei tinha poder absoluto. Assim, em 1789, deu-se uma revolução.
3. Descreve as transformações ocorridas em França após a Revolução de 1789.
Com a Revolução Francesa, termina a monarquia absoluta e é declarada a igualdade de todos perante
a lei. Deste modo, são abolidos os privilégios da nobreza e do clero.
4. Diz em que consistiu o Bloqueio Continental. (mapa da p. 41)
O Bloqueio Continental consistiu na imposição decretada por Napoleão, em 1806, a todos os países
europeus, obrigando-os a fecharem os portos aos navios ingleses, de forma a arruinar
comercialmente a Inglaterra.
5. Justifica a não adesão de Portugal ao Bloqueio Continental.
Portugal não aderiu ao bloqueio devido à antiga aliança que existe entre os dois países e porque o
encerramento dos portos portugueses aos navios ingleses prejudicaria a economia portuguesa (visto
que o nosso comércio externo era feito principalmente com esse país).
6. Explica a ida de D. João VI para o Brasil.
Perante a invasão francesa do nosso país, em 1807, D. João VI decide refugiar-se no Brasil como
forma de assegurar a independência do nosso país.
7. Refere a data e o nome dos generais franceses que comandaram as três invasões de Portugal.
- 1ª invasão (1807-1808): Junot
- 2ª invasão (1809): Soult
- 3ª invasão (1810-1811): Massena
8. Localiza o percurso feito pelas tropas francesas durante as três invasões (mapa da p. 42).
- 1ª invasão– pelo Tejo, chegam a Lisboa
- 2ª invasão– entrando por Trás-os-Montes, ocupam a cidade do Porto
- 3ª invasão - entram pela Beira Alta, dirigem-se a Lisboa mas são detidos pelas Linhas de Torres
Vedras
9. Refere o nome das principais batalhas ocorridas durante as invasões francesas.
- 1ª invasão – Roliça e Vimeiro
- 3ª invasão - Buçaco
10. Justifica o descontentamento dos portugueses face à primeira invasão francesa.
As invasões francesas provocaram um grande descontentamento entre os portugueses porque
substituíram a bandeira portuguesa pela francesa no Castelo de S. Jorge, governaram Portugal como
terra conquistada e praticaram uma série de roubos e de violências por todo o país.
11. Descreve a saída dos franceses após a 1ª invasão.
Devido ao auxílio do exército inglês, chefiados pelo duque de Wellington, os franceses foram
derrotados nas batalhas da Roliça e do Vimeiro, tendo negociado os termos da sua saída na
Convenção de Sintra.
12. Refere o nome da cidade portuguesa ocupada durante a 2ª invasão.
Em 1809, os franceses ocuparam o Porto
13. Explica a derrota dos franceses na 3ªinvasão.
Os franceses avançavam sobre Lisboa mas foram detidos pelas Linhas de Torres Vedras, um conjunto
de fortificações que os ingleses construíram a norte da cidade. Em 1811, os franceses deixaram
Portugal.
14. Descreve as consequências das invasões francesas.
- consequências políticas: o rei e a Corte permaneciam no Brasil; os ingleses controlavam o exército, o
comércio e o governo portugueses;
- consequências económicas: devido às invasões francesas, o país ficou arruinado e as atividades
económicas estavam paralisadas; em 1808, D. João decreta a abertura dos portos brasileiros ao
comércio internacional, prejudicando os comerciantes portugueses
15. Descreve a conspiração ocorrida em 1817 e o seu desfecho.
Em 1817, Gomes Freire de Andrade foi acusado de chefiar uma conspiração que tinha como objectivo
acabar com o domínio inglês do nosso país. Foi enforcado, queimado e deitado ao mar.
16. Diz em que consistiu o Sinédrio.
O Sinédrio foi uma organização secreta organizada por um grupo de liberais, dirigidos por Manuel
Fernandes Tomás, com o objectivo de preparar uma revolta militar.
17. Descreve a Revolução Liberal de 1820.
No dia 24 de de 1820, um grupo de militares do Porto, dirigidos por Sepúlveda (que fazia parte do
Sinédrio), revoltaram-se contra o regime absoluto e o domínio inglês. No dia 1 de Outubro, os
revolucionários uniram-se aos liberais de Lisboa e, partindo daqui, a revolução espalhou-se por todo
o país. Os ingleses foram afastados e foi criada a Junta Provisional do Governo do Reino.
18. Diz em que consiste uma Constituição.
Constituição é a lei fundamental de um Estado, elaborada e aprovada por representantes eleitos pelo
povo, que define os direitos e os deveres dos cidadãos e o modo de governo do país.
19. Descreve a tarefa atribuída às Cortes Constituintes após a Revolução.
A Junta Provisional do Governo do Reino organizou as primeiras eleições para deputados às Cortes
Constituintes, órgão que tinha como tarefa elaborar uma Constituição Liberal para Portugal.
20. Refere as transformações operadas em Portugal com a Revolução de 1820.
As transformações registadas em Portugal com a Constituição de 1822 foram:
- foi declarada a igualdade de todos perante a lei: deixaram de existir grupos privilegiados, todos
passaram a pagar impostos e a justiça passou a ser aplicada a todos pelos mesmos tribunais.
- foi declarada a soberania da nação: os cidadãos escolhem os seus representantes (aqueles que irão
governar em seu nome)através do voto (votavam os homens com mais de 25 anos, exceto os frades,
os analfabetos e as mulheres); foi aplicada a divisão tripartida do poder político. Deste modo, o rei
ficou submetido à vontade dos cidadãos.
21. Distingue a monarquia absoluta da monarquia constitucional.
Na monarquia absoluta, o rei tem o poder total e concentra nas suas mãos os poderes legislativo,
executivo e judicial. Na monarquia liberal, os três poderes políticos estão divididos, sendo que o
poder legislativo pertence aos deputados nas Cortes, o poder executivo está nas mãos do rei e dos
seus ministros, e o poder judicial é aplicado pelos juízes.
22. Explica o desenvolvimento do Brasil após a ida do rei para o Brasil.
As razões do desenvolvimento do Brasil foram:
- políticas - a transferência da corte para o Brasil em 1808; a elevação do Brasil à categoria de Reino
em 1815;
- económicas - a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional em 1808;
- culturais – foram construídas estradas, escolas, hospitais, teatros e bibliotecas.
23. Descreve a reacção de D. Pedro às exigências das Cortes Constituintes.
Em 1821, as Cortes Constituintes exigiram o regresso do rei e do príncipe herdeiro a Portugal, o
retorno do Brasil à categoria de colónia e a anulação da abertura dos portos brasileiros ao comércio
internacional. D. João VI regressa a Portugal, onde aprovou a Constituição de 1822 mas D. Pedro
permanece no Brasil. No dia 7 de Setembro de 1822, nas margens do Rio Ipiranga, declara
“independência ou morte!”
24. Explica a concessão da regência a D. Miguel por parte de D. Pedro.
Com a morte de D. João VI em 1826, D. Pedro foi declarado rei de Portugal. No entanto, como D.
Pedro era já imperador do Brasil, se subisse ao trono, Portugal e Brasil voltariam a ficar unidos. Por
isso, abdica do trono a favor de sua filha, D. Maria, que casaria com seu tio, D. Miguel. Como este era
adepto do regime absolutista, D. Pedro fez com que D. Miguel prometesse governar segundo um
regime liberal.
25. Descreve o tipo de governo imposto por D. Miguel em 1828.
D. Miguel, com o apoio da nobreza e do clero, desrespeita a promessa feita, dissolve as Cortes e
declara-se rei absoluto.
26. Diz quem liderou o exército liberal.
D. Pedro, em 1931, abdica do trono brasileiro para o seu filho e decide voltar a Portugal para
organizar um exército liberal que abolisse a monarquia absoluta.
27. Descreve o cerco à cidade do Porto.
Na tentativa de obter apoio dos liberais no Norte do país, o exército liderado por D. Pedro
desembarcou na praia em Pampelido, no Porto. O cerco à cidade durou um ano.
28. Descreve a estratégia adotada pelos liberais para derrotar as tropas absolutistas.
Numa tentativa de provocar a divisão das tropas miguelistas, uma parte do exército liberal sai do
Porto e dirige-se para o Algarve. Daqui marcha para Lisboa, onde chegou em 1933.
29. Como terminou a guerra civil?
Entretanto, as tropas miguelistas saem do Porto e dirigem-se para Lisboa, tendo sito derrotadas nas
batalhas de Almoster e de Asseiceira. S. Miguel assinou a paz, em 1834, na Convenção de
Évoramonte, tendo sido obrigado ao exílio.
FIM

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6
Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6
Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6Carla Silva
 
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoBarbaraSilveira9
 
00 05 revisoes_modulo_5
00 05 revisoes_modulo_500 05 revisoes_modulo_5
00 05 revisoes_modulo_5Vítor Santos
 
Liberalismo em portugal
Liberalismo em portugalLiberalismo em portugal
Liberalismo em portugalcattonia
 
04 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_404 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_4Vítor Santos
 
Teste de História 10ºano - Grécia Antiga
Teste de História 10ºano - Grécia AntigaTeste de História 10ºano - Grécia Antiga
Teste de História 10ºano - Grécia AntigaZé Mário
 
A reacção absolutista
A reacção absolutistaA reacção absolutista
A reacção absolutistaCarla Teixeira
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalA identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalSusana Simões
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoEscoladocs
 
2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder políticocattonia
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-pointPAFB
 
A implantação do liberalismo em portugal
A implantação do liberalismo em portugalA implantação do liberalismo em portugal
A implantação do liberalismo em portugalBarbaraSilveira9
 
5 de Outubro de 1910
5 de Outubro de 19105 de Outubro de 1910
5 de Outubro de 1910Jorge Almeida
 
Império português no século XVIII
Império português no século XVIIIImpério português no século XVIII
Império português no século XVIIIcruchinho
 
A constituição de 1822
A constituição de 1822A constituição de 1822
A constituição de 1822Maria Cerqueira
 

Mais procurados (20)

Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6
Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6
Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6
 
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
 
Invasões Francesas
Invasões FrancesasInvasões Francesas
Invasões Francesas
 
00 05 revisoes_modulo_5
00 05 revisoes_modulo_500 05 revisoes_modulo_5
00 05 revisoes_modulo_5
 
Liberalismo em portugal
Liberalismo em portugalLiberalismo em portugal
Liberalismo em portugal
 
04 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_404 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_4
 
Revolução americana
Revolução americanaRevolução americana
Revolução americana
 
Teste de História 10ºano - Grécia Antiga
Teste de História 10ºano - Grécia AntigaTeste de História 10ºano - Grécia Antiga
Teste de História 10ºano - Grécia Antiga
 
A reacção absolutista
A reacção absolutistaA reacção absolutista
A reacção absolutista
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
Aula 8
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalA identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
 
2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político
 
História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-point
 
A implantação do liberalismo em portugal
A implantação do liberalismo em portugalA implantação do liberalismo em portugal
A implantação do liberalismo em portugal
 
Teste 9º os lusíadas
Teste 9º os lusíadasTeste 9º os lusíadas
Teste 9º os lusíadas
 
5 de Outubro de 1910
5 de Outubro de 19105 de Outubro de 1910
5 de Outubro de 1910
 
Império português no século XVIII
Império português no século XVIIIImpério português no século XVIII
Império português no século XVIII
 
A constituição de 1822
A constituição de 1822A constituição de 1822
A constituição de 1822
 

Destaque

Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822maria.antonia
 
Mini ficha avaliação
Mini ficha avaliaçãoMini ficha avaliação
Mini ficha avaliaçãoAna Pereira
 
Mini ficha avaliação correção
Mini ficha avaliação   correçãoMini ficha avaliação   correção
Mini ficha avaliação correçãoAna Pereira
 
RevisõEs 2.º Teste
RevisõEs 2.º TesteRevisõEs 2.º Teste
RevisõEs 2.º Testejdlimaaear
 
Casamento D. Leonor e frederico III
Casamento D. Leonor e frederico IIICasamento D. Leonor e frederico III
Casamento D. Leonor e frederico IIIAna Barreiros
 
Linha conceptual 7º ano 2012-13
Linha conceptual   7º ano 2012-13Linha conceptual   7º ano 2012-13
Linha conceptual 7º ano 2012-13Ana Barreiros
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ana Barreiros
 
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinemaCorrecao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinemaAna Barreiros
 
Preparação para a prova intermédia
Preparação para a prova intermédiaPreparação para a prova intermédia
Preparação para a prova intermédiaAna Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ana Barreiros
 
O estadio e o teatro
O estadio e o teatroO estadio e o teatro
O estadio e o teatroAna Barreiros
 
Religião e Filosofia da grécia antiga
Religião e Filosofia da grécia antigaReligião e Filosofia da grécia antiga
Religião e Filosofia da grécia antigaAna Barreiros
 
Uma aventura no palácio...
Uma aventura no palácio...Uma aventura no palácio...
Uma aventura no palácio...Ana Barreiros
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ana Barreiros
 
Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"Ana Barreiros
 
Ficha formativa cultura da catedral
Ficha formativa cultura da catedralFicha formativa cultura da catedral
Ficha formativa cultura da catedralAna Barreiros
 
O século de péricles
O século de périclesO século de péricles
O século de périclesAna Barreiros
 

Destaque (20)

Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
Ficha de Avaliação - 6º Ano - As Invasões Francesas/ A revolução Liberal de 1822
 
Mini ficha avaliação
Mini ficha avaliaçãoMini ficha avaliação
Mini ficha avaliação
 
Mini ficha avaliação correção
Mini ficha avaliação   correçãoMini ficha avaliação   correção
Mini ficha avaliação correção
 
RevisõEs 2.º Teste
RevisõEs 2.º TesteRevisõEs 2.º Teste
RevisõEs 2.º Teste
 
Casamento D. Leonor e frederico III
Casamento D. Leonor e frederico IIICasamento D. Leonor e frederico III
Casamento D. Leonor e frederico III
 
O maneirismo
O maneirismoO maneirismo
O maneirismo
 
Linha conceptual 7º ano 2012-13
Linha conceptual   7º ano 2012-13Linha conceptual   7º ano 2012-13
Linha conceptual 7º ano 2012-13
 
Bairro dos museus
Bairro dos museusBairro dos museus
Bairro dos museus
 
Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"Ficha "A Cultura do Palco"
Ficha "A Cultura do Palco"
 
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinemaCorrecao 2ª ficha formativa cultura do cinema
Correcao 2ª ficha formativa cultura do cinema
 
Preparação para a prova intermédia
Preparação para a prova intermédiaPreparação para a prova intermédia
Preparação para a prova intermédia
 
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
Ficha formativa "A Cultura do Cinema 1"
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
 
O estadio e o teatro
O estadio e o teatroO estadio e o teatro
O estadio e o teatro
 
Religião e Filosofia da grécia antiga
Religião e Filosofia da grécia antigaReligião e Filosofia da grécia antiga
Religião e Filosofia da grécia antiga
 
Uma aventura no palácio...
Uma aventura no palácio...Uma aventura no palácio...
Uma aventura no palácio...
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 2"
 
Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"Ficha "A Cultura do Salão"
Ficha "A Cultura do Salão"
 
Ficha formativa cultura da catedral
Ficha formativa cultura da catedralFicha formativa cultura da catedral
Ficha formativa cultura da catedral
 
O século de péricles
O século de périclesO século de péricles
O século de péricles
 

Semelhante a Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao

1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismo1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismocruchinho
 
5 04 a implantacao do liberalismo em portugal
5 04 a implantacao do liberalismo em portugal5 04 a implantacao do liberalismo em portugal
5 04 a implantacao do liberalismo em portugalVítor Santos
 
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugalVítor Santos
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820roxy2011
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820roxy2011
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820roxy2011
 
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal Completo
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal   CompletoA ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal   Completo
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal Completoricardup
 
Revolução liberal 1820
Revolução liberal 1820Revolução liberal 1820
Revolução liberal 1820JoanaRitaSilva
 
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp011820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01blade40p
 
Revolução liberal portuguesa - História 8ºano
Revolução liberal portuguesa - História 8ºanoRevolução liberal portuguesa - História 8ºano
Revolução liberal portuguesa - História 8ºanoLuisMagina
 
Processo de independência do Brasil
Processo de independência do BrasilProcesso de independência do Brasil
Processo de independência do BrasilAna Souza
 
A revolução liberal e a independência do brasil
A revolução liberal e a independência do brasilA revolução liberal e a independência do brasil
A revolução liberal e a independência do brasilhelenasoares
 
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptx
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptxA IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptx
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptxPaula Gomes Pereira Gomes
 
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptx
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptxA implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptx
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptxMaria Rodrigues
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesaMC123456789
 
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)A revolução liberal portuguesa aula2 (1)
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)Ligia Eiras
 

Semelhante a Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao (20)

1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismo1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismo
 
1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismo1820 e o liberalismo
1820 e o liberalismo
 
A revolução liberal em portugal
A revolução liberal em portugalA revolução liberal em portugal
A revolução liberal em portugal
 
5 04 a implantacao do liberalismo em portugal
5 04 a implantacao do liberalismo em portugal5 04 a implantacao do liberalismo em portugal
5 04 a implantacao do liberalismo em portugal
 
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal5 04 a implantação do liberalismo em portugal
5 04 a implantação do liberalismo em portugal
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820
 
Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820Revolução liberal portuguesa 1820
Revolução liberal portuguesa 1820
 
As causas da rev 1820
As causas da rev 1820As causas da rev 1820
As causas da rev 1820
 
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal Completo
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal   CompletoA ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal   Completo
A ImplantaçãO Do Liberalismo Em Portugal Completo
 
Apresentação resumida do liberalismo em Portugal
Apresentação resumida do liberalismo em PortugalApresentação resumida do liberalismo em Portugal
Apresentação resumida do liberalismo em Portugal
 
Revolução liberal 1820
Revolução liberal 1820Revolução liberal 1820
Revolução liberal 1820
 
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp011820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01
1820 liberalismoppt-hgp6-2010-11-111128064940-phpapp01
 
Revolução liberal portuguesa - História 8ºano
Revolução liberal portuguesa - História 8ºanoRevolução liberal portuguesa - História 8ºano
Revolução liberal portuguesa - História 8ºano
 
Processo de independência do Brasil
Processo de independência do BrasilProcesso de independência do Brasil
Processo de independência do Brasil
 
A revolução liberal e a independência do brasil
A revolução liberal e a independência do brasilA revolução liberal e a independência do brasil
A revolução liberal e a independência do brasil
 
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptx
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptxA IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptx
A IMPLANTAÇÃO DO LEBERALISMO EM PORTUGAL.pptx
 
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptx
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptxA implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptx
A implantação do Liberalismo em Portugal - Antecedentes e conjuntura.pptx
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
 
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)A revolução liberal portuguesa aula2 (1)
A revolução liberal portuguesa aula2 (1)
 

Mais de Ana Barreiros

Pintura barroca na Europa
Pintura barroca na EuropaPintura barroca na Europa
Pintura barroca na EuropaAna Barreiros
 
Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação Ana Barreiros
 
Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade Ana Barreiros
 
Imagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura BarrocaImagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura BarrocaAna Barreiros
 
Pintura do quattrocento
Pintura do quattrocentoPintura do quattrocento
Pintura do quattrocentoAna Barreiros
 
O aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte goticaO aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte goticaAna Barreiros
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGAna Barreiros
 
Ficha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoesFicha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoesAna Barreiros
 
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º anoFicha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º anoAna Barreiros
 
As artes na atualidade
As artes na atualidadeAs artes na atualidade
As artes na atualidadeAna Barreiros
 
Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual Ana Barreiros
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxAna Barreiros
 
A arte abstrata depois da 2ª guerra
A arte abstrata depois da 2ª guerraA arte abstrata depois da 2ª guerra
A arte abstrata depois da 2ª guerraAna Barreiros
 
Os caminhos da abstracao formal
Os caminhos da abstracao formalOs caminhos da abstracao formal
Os caminhos da abstracao formalAna Barreiros
 
Surrealismo e neorealismo
Surrealismo e neorealismoSurrealismo e neorealismo
Surrealismo e neorealismoAna Barreiros
 
O mundo comunista desenvolvimento e ruturas
O mundo comunista   desenvolvimento e ruturasO mundo comunista   desenvolvimento e ruturas
O mundo comunista desenvolvimento e ruturasAna Barreiros
 

Mais de Ana Barreiros (20)

Pintura barroca na Europa
Pintura barroca na EuropaPintura barroca na Europa
Pintura barroca na Europa
 
Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação Rubrica de avaliação
Rubrica de avaliação
 
Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade Lista de verificação e-atividade
Lista de verificação e-atividade
 
O romantismo
O romantismoO romantismo
O romantismo
 
Casa Sommer
Casa SommerCasa Sommer
Casa Sommer
 
Imagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura BarrocaImagens de Arquitetura Barroca
Imagens de Arquitetura Barroca
 
Pintura do quattrocento
Pintura do quattrocentoPintura do quattrocento
Pintura do quattrocento
 
O aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte goticaO aparecimento da arte gotica
O aparecimento da arte gotica
 
Escultura romana
Escultura romanaEscultura romana
Escultura romana
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
 
Ficha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoesFicha formativa grandes_civilizacoes
Ficha formativa grandes_civilizacoes
 
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º anoFicha formativa 1 HGP 6º ano
Ficha formativa 1 HGP 6º ano
 
As artes na atualidade
As artes na atualidadeAs artes na atualidade
As artes na atualidade
 
Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xx
 
A arte abstrata depois da 2ª guerra
A arte abstrata depois da 2ª guerraA arte abstrata depois da 2ª guerra
A arte abstrata depois da 2ª guerra
 
Arte abstrata
Arte abstrataArte abstrata
Arte abstrata
 
Os caminhos da abstracao formal
Os caminhos da abstracao formalOs caminhos da abstracao formal
Os caminhos da abstracao formal
 
Surrealismo e neorealismo
Surrealismo e neorealismoSurrealismo e neorealismo
Surrealismo e neorealismo
 
O mundo comunista desenvolvimento e ruturas
O mundo comunista   desenvolvimento e ruturasO mundo comunista   desenvolvimento e ruturas
O mundo comunista desenvolvimento e ruturas
 

Último

Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfAnaGonalves804156
 

Último (20)

Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
 

Ficha formativa 1820 e o liberalismo correcao

  • 1. AGRUPAMENTO DEESCOLAS IBN MUCANA Ficha formativa História e Geografia de Portugal 1820 e o Liberalismo 1. Caracteriza a sociedade francesa antes de 1789. Antes de 1789, a sociedade francesa estava dividida entre os grupos privilegiados (a nobreza e o clero) e os não privilegiados (a burguesia e o povo). 2. Diz o que aconteceu em França em 1789. Havia um grande descontentamento em França por parte da burguesia e do povo porque eram os únicos que pagavam impostos, enquanto que a nobreza e o clero tinham uma série de privilégios. Para além disso, o rei tinha poder absoluto. Assim, em 1789, deu-se uma revolução. 3. Descreve as transformações ocorridas em França após a Revolução de 1789. Com a Revolução Francesa, termina a monarquia absoluta e é declarada a igualdade de todos perante a lei. Deste modo, são abolidos os privilégios da nobreza e do clero. 4. Diz em que consistiu o Bloqueio Continental. (mapa da p. 41) O Bloqueio Continental consistiu na imposição decretada por Napoleão, em 1806, a todos os países europeus, obrigando-os a fecharem os portos aos navios ingleses, de forma a arruinar comercialmente a Inglaterra. 5. Justifica a não adesão de Portugal ao Bloqueio Continental. Portugal não aderiu ao bloqueio devido à antiga aliança que existe entre os dois países e porque o encerramento dos portos portugueses aos navios ingleses prejudicaria a economia portuguesa (visto que o nosso comércio externo era feito principalmente com esse país). 6. Explica a ida de D. João VI para o Brasil. Perante a invasão francesa do nosso país, em 1807, D. João VI decide refugiar-se no Brasil como forma de assegurar a independência do nosso país. 7. Refere a data e o nome dos generais franceses que comandaram as três invasões de Portugal. - 1ª invasão (1807-1808): Junot - 2ª invasão (1809): Soult - 3ª invasão (1810-1811): Massena 8. Localiza o percurso feito pelas tropas francesas durante as três invasões (mapa da p. 42). - 1ª invasão– pelo Tejo, chegam a Lisboa - 2ª invasão– entrando por Trás-os-Montes, ocupam a cidade do Porto - 3ª invasão - entram pela Beira Alta, dirigem-se a Lisboa mas são detidos pelas Linhas de Torres Vedras 9. Refere o nome das principais batalhas ocorridas durante as invasões francesas. - 1ª invasão – Roliça e Vimeiro - 3ª invasão - Buçaco 10. Justifica o descontentamento dos portugueses face à primeira invasão francesa. As invasões francesas provocaram um grande descontentamento entre os portugueses porque substituíram a bandeira portuguesa pela francesa no Castelo de S. Jorge, governaram Portugal como terra conquistada e praticaram uma série de roubos e de violências por todo o país. 11. Descreve a saída dos franceses após a 1ª invasão.
  • 2. Devido ao auxílio do exército inglês, chefiados pelo duque de Wellington, os franceses foram derrotados nas batalhas da Roliça e do Vimeiro, tendo negociado os termos da sua saída na Convenção de Sintra. 12. Refere o nome da cidade portuguesa ocupada durante a 2ª invasão. Em 1809, os franceses ocuparam o Porto 13. Explica a derrota dos franceses na 3ªinvasão. Os franceses avançavam sobre Lisboa mas foram detidos pelas Linhas de Torres Vedras, um conjunto de fortificações que os ingleses construíram a norte da cidade. Em 1811, os franceses deixaram Portugal. 14. Descreve as consequências das invasões francesas. - consequências políticas: o rei e a Corte permaneciam no Brasil; os ingleses controlavam o exército, o comércio e o governo portugueses; - consequências económicas: devido às invasões francesas, o país ficou arruinado e as atividades económicas estavam paralisadas; em 1808, D. João decreta a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional, prejudicando os comerciantes portugueses 15. Descreve a conspiração ocorrida em 1817 e o seu desfecho. Em 1817, Gomes Freire de Andrade foi acusado de chefiar uma conspiração que tinha como objectivo acabar com o domínio inglês do nosso país. Foi enforcado, queimado e deitado ao mar. 16. Diz em que consistiu o Sinédrio. O Sinédrio foi uma organização secreta organizada por um grupo de liberais, dirigidos por Manuel Fernandes Tomás, com o objectivo de preparar uma revolta militar. 17. Descreve a Revolução Liberal de 1820. No dia 24 de de 1820, um grupo de militares do Porto, dirigidos por Sepúlveda (que fazia parte do Sinédrio), revoltaram-se contra o regime absoluto e o domínio inglês. No dia 1 de Outubro, os revolucionários uniram-se aos liberais de Lisboa e, partindo daqui, a revolução espalhou-se por todo o país. Os ingleses foram afastados e foi criada a Junta Provisional do Governo do Reino. 18. Diz em que consiste uma Constituição. Constituição é a lei fundamental de um Estado, elaborada e aprovada por representantes eleitos pelo povo, que define os direitos e os deveres dos cidadãos e o modo de governo do país. 19. Descreve a tarefa atribuída às Cortes Constituintes após a Revolução. A Junta Provisional do Governo do Reino organizou as primeiras eleições para deputados às Cortes Constituintes, órgão que tinha como tarefa elaborar uma Constituição Liberal para Portugal. 20. Refere as transformações operadas em Portugal com a Revolução de 1820. As transformações registadas em Portugal com a Constituição de 1822 foram: - foi declarada a igualdade de todos perante a lei: deixaram de existir grupos privilegiados, todos passaram a pagar impostos e a justiça passou a ser aplicada a todos pelos mesmos tribunais. - foi declarada a soberania da nação: os cidadãos escolhem os seus representantes (aqueles que irão governar em seu nome)através do voto (votavam os homens com mais de 25 anos, exceto os frades, os analfabetos e as mulheres); foi aplicada a divisão tripartida do poder político. Deste modo, o rei ficou submetido à vontade dos cidadãos. 21. Distingue a monarquia absoluta da monarquia constitucional. Na monarquia absoluta, o rei tem o poder total e concentra nas suas mãos os poderes legislativo, executivo e judicial. Na monarquia liberal, os três poderes políticos estão divididos, sendo que o poder legislativo pertence aos deputados nas Cortes, o poder executivo está nas mãos do rei e dos seus ministros, e o poder judicial é aplicado pelos juízes. 22. Explica o desenvolvimento do Brasil após a ida do rei para o Brasil.
  • 3. As razões do desenvolvimento do Brasil foram: - políticas - a transferência da corte para o Brasil em 1808; a elevação do Brasil à categoria de Reino em 1815; - económicas - a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional em 1808; - culturais – foram construídas estradas, escolas, hospitais, teatros e bibliotecas. 23. Descreve a reacção de D. Pedro às exigências das Cortes Constituintes. Em 1821, as Cortes Constituintes exigiram o regresso do rei e do príncipe herdeiro a Portugal, o retorno do Brasil à categoria de colónia e a anulação da abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional. D. João VI regressa a Portugal, onde aprovou a Constituição de 1822 mas D. Pedro permanece no Brasil. No dia 7 de Setembro de 1822, nas margens do Rio Ipiranga, declara “independência ou morte!” 24. Explica a concessão da regência a D. Miguel por parte de D. Pedro. Com a morte de D. João VI em 1826, D. Pedro foi declarado rei de Portugal. No entanto, como D. Pedro era já imperador do Brasil, se subisse ao trono, Portugal e Brasil voltariam a ficar unidos. Por isso, abdica do trono a favor de sua filha, D. Maria, que casaria com seu tio, D. Miguel. Como este era adepto do regime absolutista, D. Pedro fez com que D. Miguel prometesse governar segundo um regime liberal. 25. Descreve o tipo de governo imposto por D. Miguel em 1828. D. Miguel, com o apoio da nobreza e do clero, desrespeita a promessa feita, dissolve as Cortes e declara-se rei absoluto. 26. Diz quem liderou o exército liberal. D. Pedro, em 1931, abdica do trono brasileiro para o seu filho e decide voltar a Portugal para organizar um exército liberal que abolisse a monarquia absoluta. 27. Descreve o cerco à cidade do Porto. Na tentativa de obter apoio dos liberais no Norte do país, o exército liderado por D. Pedro desembarcou na praia em Pampelido, no Porto. O cerco à cidade durou um ano. 28. Descreve a estratégia adotada pelos liberais para derrotar as tropas absolutistas. Numa tentativa de provocar a divisão das tropas miguelistas, uma parte do exército liberal sai do Porto e dirige-se para o Algarve. Daqui marcha para Lisboa, onde chegou em 1933. 29. Como terminou a guerra civil? Entretanto, as tropas miguelistas saem do Porto e dirigem-se para Lisboa, tendo sito derrotadas nas batalhas de Almoster e de Asseiceira. S. Miguel assinou a paz, em 1834, na Convenção de Évoramonte, tendo sido obrigado ao exílio. FIM