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ARTE CONTEMPORÂNEA
Do op-art a videoarte
OP ART | POP ART |
MINIMALISMO
No início da segunda metade do século XX, os grandes centros urbanos já estão
recuperados dos danos causados pela Segunda Guerra Mundial. A indústria tem
sua capacidade de produção redobrada, colocando no mercado artigos que são
largamente consumidos pelos habitantes das cidades, que crescem sem parar.”
Foi dentro deste contexto social, que ganhou força dois modos de expressão
artística.
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Op Art
Este tipo de arte tem como principal função
substituir a noção de beleza natural pela
beleza artificial.
Esta arte define-se pela representação do
abstrato e na maior parte das peças as cores
mais utilizadas são o preto e o branco.
Quando observados, dão a impressão de
movimento, clarões ou vibração, ou por vezes
parecem inchar ou deformar.
Principal autor desta obra foi Victor Vasarely, pintor que partiu de influências
abstrato-geométricas. “Introduziu a noção de movimento e de espaço tempo”.
Dinamizou a forma quadrada e o circulo.
Victor Vasarely afirmou que “criar uma obra de arte não significa que se está a imitar
a Natureza, mas sim que estamos em pé de igualdade com ela e que até a
ultrapassarmos utilizando meios que, de entre todos os seres vivos, só são acessíveis
ao homem”
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Para a Op-Art a arte deveria simbolizar a
possibilidade constantes de modificações da
realidade em que o homem vive.
A expressão Op Art vem do inglês (optical art) e significa
“arte óptica”. O seu precursor é Victor Vasarely (1908-
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  • 2. OP ART | POP ART | MINIMALISMO
  • 3. No início da segunda metade do século XX, os grandes centros urbanos já estão recuperados dos danos causados pela Segunda Guerra Mundial. A indústria tem sua capacidade de produção redobrada, colocando no mercado artigos que são largamente consumidos pelos habitantes das cidades, que crescem sem parar.” Foi dentro deste contexto social, que ganhou força dois modos de expressão artística. Op-Art Pop-Art
  • 4. Op Art Este tipo de arte tem como principal função substituir a noção de beleza natural pela beleza artificial. Esta arte define-se pela representação do abstrato e na maior parte das peças as cores mais utilizadas são o preto e o branco. Quando observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar. Principal autor desta obra foi Victor Vasarely, pintor que partiu de influências abstrato-geométricas. “Introduziu a noção de movimento e de espaço tempo”. Dinamizou a forma quadrada e o circulo. Victor Vasarely afirmou que “criar uma obra de arte não significa que se está a imitar a Natureza, mas sim que estamos em pé de igualdade com ela e que até a ultrapassarmos utilizando meios que, de entre todos os seres vivos, só são acessíveis ao homem” Movement in squares - Bridget Riley 1961 Tempera on board 122x122
  • 5. Para a Op-Art a arte deveria simbolizar a possibilidade constantes de modificações da realidade em que o homem vive.
  • 6. A expressão Op Art vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”. O seu precursor é Victor Vasarely (1908- 1997), criador da plástica do movimento.
  • 7. Arte Cinética A arte cinética, é uma das principais corrente das artes plásticas que explora efeitos visuais por meio de movimentos físicos ou pela procura de ilusão óptica ou truques de posicionamento de peças. Victor Vasarely, Vega 200, 1968, acrílico sobre tela, 200 X200 cm Vitor Vasarely dedicou-se a aspectos cinéticos da arte, as suas telas são abstratas e pretendem criar uma ilusão de movimento com elementos geométricos padronizados e cores contrastantes numa progressão matemática. Podemos dizer que as suas obras são uma celebração à velocidade da vida contemporânea. Este é um poeta do cinético.
  • 8. As obras da Op-Art apresentam diferentes figuras geométricas, em preto e branco ou coloridas, combinadas de modo a provocar no espectador sensações de movimento.
  • 9. Trata-se de uma arte que da mesma forma que a vida contemporânea; Está em constante alteração.
  • 10. As pesquisas de sugestão do movimento a partir das sensações ópticas desenvolveram-se principalmente na década de 60. Essa concepção plástica contribuiu para a invenção de móbiles, uma vez que estes dão a idéia de movimento.
  • 11. Embora os móbiles pareçam simples, sua montagem é muito complexa, pois exige o conhecimento da matemática; com peso e contrapeso muito bem estudados, para que o movimento tenha ritmo e sua duração se prolongue.
  • 12. OP ART - 1950 • VITOR VASARELY – 2197 CHEVY
  • 37. Escher – ascendente e descendente
  • 38. anjos
  • 51. Pop Art. • Pop Art, movimento que usava figuras e ícones populares como tema de suas pinturas • Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo • Operava com signos estéticos massificados da publicidade e do consumo, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real.
  • 52. Alguns artistas pop • Roy Fox Lichtenstein • Wayne Thiebaud • Yayoi Kusama • Peter Blake • Andy Warhol
  • 53. Pop Art Roy Lichtenstein, rapariga Lavada em Lágrimas, acrílico sobre tela, 171,6 X 169,5 cm Pop art era um movimento que tinha como principais características o uso de figuras e ícones populares como tema das suas obras. Era um movimento que se baseava numa linguagem figurativa. A principal temática deste movimento estava relacionada com “a cultura popular” que era composta por: imagens do cotidiano, retiradas das revistas e dos jornais, da fotografia, do cinema e da televisão. A imagem utilizada demonstra uma certa frieza e impessoalidade.
  • 54. Enquanto a Op Art procurava expressar as constantes modificações da realidade em que o homem vive; A Pop Art procurava expressar a realidade contemporânea, sobretudo a cultura da cidade, dominada pela tecnologia industrial.
  • 55. A expressão “Pop-Art” vem do inglês e significa “arte popular”. Procura expressar a realidade contemporânea, sobretudo a cultura da cidade, dominada pela tecnologia social.
  • 56. A fonte de criação para os artistas ligados a esse movimento, era o dia-a-dia das grandes cidades norte-americanas, pois sua proposta era romper qualquer barreira entre a arte e a vida comum. Para a Pop Art interessam as imagens, o ambiente, enfim, a vida que a tecnologia industrial criou nos grandes centros urbanos.
  • 57. Os recursos expressivos da Pop-Art são semelhantes ao do meio de comunicação de massa, como o cinema, a publicidade e a tevê.
  • 58. Os temas da Pop-Art são os símbolos e os produtos industriais dirigidos as massas urbanas: Lâmpadas elétricas, automóveis, sinais de trânsito, eletrodomésticos, enlatados e até mesmo imagens de grandes estrelas.
  • 59. Um exemplo bastante ilustrativo é o trabalho de Marilyn Monroe, feito por Andy Warhol (1930-1987). Neste trabalho realizado em uma fotografia, Andy Warhol reproduz, em sequência, as imagens da atriz de Hollywood de muito sucesso na época. Apesar das variações de cor os traços da atriz permanecem invariáveis.
  • 60. POP – ART 1950
  • 61. outro artista que também representava a estética da Pop Art é Roy Lichtenstein (1923-1997), que apreciava a construção das imagens publicitárias e das histórias em quadrinhos. O emprego dos pontos que se tornou uma característica peculiar desse artista, relaciona-se ao tipo de impressão que os ilustradores das revistas norte- americanas, conseguiram fazer no final do século XIX. Nesta época, com os recursos inexistentes, as imagens impressas apresentavam pequenos pontos muito próximos uns dos outros. Apenas com o desenvolvimento tecnológico é que a impressão de imagens em jornais e revistas, torna-se cada vez mais nítidas e desaparecem os pequenos pontos.
  • 62. David Hockney, o mergulho
  • 64. Andy Warhol -16 jackies
  • 65. Warhol, elvis e Marilyn, serigrafia
  • 69. Peter Blake, na sacada
  • 70. Peter Blake, autoretrato com distintivos
  • 71. Hamilton, eu te amo com meu ford
  • 79. Pin-ups – desenvolvidas para o público masculino, eram carregadas de sensualidade e influenciaram ícones do cinema. Bet Boop - 1930 Daves & Max Fleischer
  • 80. MINIMALISMO • O minimalismo surgiu em Nova York no fim da década de 1960. Caracteriza-se pela extrema simplicidade de formas e pela abordagem literal e objetiva dos temas. • As primeiras manifestações dos escultores e pintores minimalistas nasceram de sua insatisfação com a action painting, ramo do expressionismo abstrato que dominou a arte americana de vanguarda durante grande parte da década de 1950. • Os minimalistas consideravam a action painting, de traço intuitivo e espontâneo, muito personalista e sem substância. Defendiam que a obra de arte não deveria referir-se a outra coisa a não ser a si própria e, em seus trabalhos, evitaram associações extra-visuais. » Fonte: www.pitoresco.com.br
  • 81. Minimalismo • Desenvolveu-se nos EUA durante os anos 50 e só usava as formas geométricas mais simples. O caráter impessoal desse gênero é visto como reação à emotividade do expressionismo abstrato. • Surgiu da arte contida e espartana de expressionistas abstratos como Mark Rothko e Barnett Newman. • Alude ou à redução da variedade visual numa imagem, ou ao nível de esforço artístico necessário para produzir tal redução. • Forma de arte pura e livre de mistura, despojada de referências não-essenciais e incontaminada pela subjetividade.
  • 82. Ad Reinhardt (1913 – 1967) foi o minimalista por excelência. Acreditava ardorosamente em reduzir a arte à forma mais pura e, por extensão, ao estado espiritual mais puro. Abstract painting number 5 - nessa superfície uniforme, intensa e negro- azulada, a mão do artista faz-se propositalmente invisível.
  • 83. Outros artistas minimalistas : Frank Stella, Agnes Martin e Dorothea Rockburne
  • 84. • As obras minimalistas possuem um mínimo de recursos e elementos. A pintura minimalista usa um número limitado de cores e privilegia formas geométricas simples, repetidas simetricamente.
  • 85. A segunda e mais importante fase do movimento surgiu de artistas como Sol LeWitt, Frank Stella, Donald Judd e Robert Smithson, cuja produção tendia ultrapassar os conceitos tradicionais sobre a necessidade do suporte: procuravam estudar as possibilidades estéticas a partir de estruturas bi ou tridimensionais.
  • 93. Arte conceitual • Movimento que defende a superioridade das idéias veiculadas pela obra de arte, deixando os meios usados para a criar em lugar secundário. • A obra do artista francês Marcel Duchamp, nas décadas de 1910 e 1920 tinha prenunciado o movimento conceitualista, ao propor vários exemplos de trabalhos que se tornariam o protótipo das obras conceptuais, como os readymades, ao desafiar qualquer tipo de categorização. • Um trabalho de arte conceitual, em sua forma mais típica, costumava ser apresentado ao lado da teoria. Pôde-se assistir a um gradual abandono da realização artística em si, em nome das discussões teóricas. • Artistas: Josef Beuys, Piero Manzoni, Robert Barry
  • 94. • Recorre freqüentemente ao uso de fotografias, mapas e textos escritos (como definições de dicionário). Em alguns casos, como no de Sol Lewitt, Yoko Ono e Lawrence Weiner, reduz-se a um conjunto de instruções escritas que descrevem a obra, sem que esta se realize de fato, dando ênfase à idéia no lugar do artefato. • Alguns artistas tentam, também, desta forma, mostrar a sua recusa em produzir objetos de luxo - função geralmente ligada à idéia tradicional de arte - como os que podemos ver em museus. • O movimento estendeu-se, aproximadamente, de 1967 a 1978. Foi muito influente, contudo, na obra de artistas como Mike Kelley ou Tracy Emin que são por vezes referidos como conceitualistas da segunda ou terceira geração, ou pós-conceitualistas.
  • 95. Joseph Beuys. Felt Suit,1970 Piero Manzoni ("Merda d'artista").
  • 96. A arte conceitual é um processo de contra-cultura que cresceu no pós-guerra é uma arte engajada politicamente e subversiva que costuma questionar parâmetros de valor da própria produção artística.
  • 97. Ready made – Marcel Duchamp
  • 98. Action painting – Jackson Pollock
  • 99. Graffite (Pixação) A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes, dessa maneira temos relatos e vestígios do mesmo desde o Império Romano. Seu aparecimento na idade contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
  • 100. Graffite (Pixação) • Grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. • O que a arte de rua (graffite) faz é subverter estes conceitos.
  • 101. Happenings • O happening (do inglês, acontecimento) é uma forma de expressão das artes visuais que, de certa maneira, apresenta características das artes cênicas. Neste tipo de obra, quase sempre planejada, incorpora-se algum elemento de espontaneidade ou improvisação, que nunca se repete da mesma maneira a cada nova apresentação. • Apesar de ser definida por alguns historiadores como um sinônimo de performance, o happening é diferente porque, além do aspecto de imprevisibilidade, geralmente envolve a participação direta ou indireta do público espectador. Para o compositor John Cage, os happenings eram "eventos teatrais espontâneos e sem trama".
  • 102. Happening • Principais artistas – Allan Kaprow – Claes Oldenburg – Jim Dine – John Cage – Robert Rauschenberg – Roy Lichtenstein – Wolf Vostell O termo happening, como categoria artística, foi utilizado pela primeira vez pelo artista Allan Kaprow, em 1959. Como evento artístico, acontecia em ambientes diversos, geralmente fora de museus e galerias, nunca preparados previamente para esse fim.
  • 103. Allan Kaprow, Fluids, October 1967
  • 105. Body Art • A Body Art (do inglês, arte do corpo) está associada à arte conceitual e ao minimalismo. É uma manifestação das artes visuais onde o corpo do artista é utilizado como suporte ou meio de expressão. • O espectador pode atuar não apenas de forma passiva, mas também como voyeur ou agente interativo. Via de regra, as obras de body art, como criações conceituais, são um convite à reflexão. • Foi na década de 1960 que essa forma de arte se popularizou e se espalhou pelo mundo.
  • 106. Body art • Há casos em que a body art assume o papel de ritual ou apresentação pública, apresentando, portanto, ligações com o Happening e a Performance. Outras vezes, sua comunicação com o público se dá através de documentação, por meio de videos ou fotografia. • Suas origens encontram referências no início do séc. XX na premissa de Marcel Duchamp em que "tudo pode ser usado como uma obra de arte", inclusive o corpo. Além de Duchamp, podem ser considerados precursores da body art o francês Yves Klein, que usava corpos femininos como "pincéis vivos", do americano Vito Acconci e do italiano Pedro Manzoni.
  • 107. Principais artistas • Bob Flanagan • Bruce Nauman • Chris Burden • Dennis Oppenheim • Gina Pane • Marina Abramovic • Mona Hatoum • Piero Manzoni • Rudolf Schwarzkogler • Stuart Brisley • Vito Acconci • Yves Klein • Youri Messen-Jaschin
  • 111. Land Art • A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra. • A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte como conseqüência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia.
  • 112. • O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969. • É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. • Dentre as obras de land art que foram efetivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos da América.
  • 113. Principais artistas • Robert Smithson (1938-1973) • Sol LeWitt (1928) • Robert Morris (1931) • Carl Andre (1935) • Christo & Jeanne-Claude (ambos nascidos em 1935) • Walter de Maria (1935) • Dennis Oppenheim (1938) • Richard Long (1945).
  • 115. Carl André Stone Field Sculpture Rise, 2011
  • 116. Instalações • Arte de instalações (krafts) é uma manifestação artística onde a obra é composta de elementos organizados em um ambiente fechado. A disposição de elementos no espaço tem a intenção de criar uma relação com o espectador. • Uma das possibilidades da instalação é provocar sensações: frio, calor, odores, som ou coisas que simplesmente chamem a atenção do público ao redor.
  • 117. Artistas • Spencer Tunick • Barbara Kruger • Lee Bul • Misha Kuball • Diller + Scofidio • Christo et Jeanne- Claude • Anish Kapoor • Wim Delvoye • Gary Hill • Vanessa Beecroft • Wolf Vostell • Ange Leccia • Norman Dilworth • Ruediger John • Artur Barrio • Joana Vasconcelos
  • 118. Mischa Kuball Broca Re:Mix, 2007, multimedia installation, dimensions variable "space-speech-speed" 1998
  • 119. Norman Dilworth Puff Ball and Parts of a Circle, 2008 White overlap - 1966 - guache e crayon sobre papel
  • 120. Performances • A Performance é uma modalidade de artes visuais que, assim como o happening, apresenta ligações com o teatro e, em algumas situações, com a música, poesia, o vídeo. • Difere do happening por ser mais cuidadosamente elaborada e não envolver necessariamente a participação dos espectadores. Assim, como geralmente possui um "roteiro" previamente definido, é passível de ser reproduzida fielmente, em outros momentos ou locais. • Como muitas vezes a performance é realizada para uma platéia restrita ou mesmo ausente, seu conhecimento depende de registros através de fotografias, vídeos e/ou memoriais descritivos.
  • 121. Principais artistas • Artur Barrio • Chris Burden • Corpos Informáticos • Gilbert & George • Hermann Nitsch • Joseph Beuys • Marina Abramovic • Otto Müehl • Paulo Nazareth • Rudolf Schwarzkogler • Vito Acconci • Youri Messen-Jaschin
  • 124. Vídeoarte • A videoarte é uma forma de expressão artística que utiliza a tecnologia do vídeo em artes visuais. • Desde os anos 1960, a videoarte está associada a correntes de vanguarda. • Alguns dos principais representantes deste tipo de arte são Nam June Paik, Bill Viola e, no Brasil, Eder Santos, Paulo Bruscky , Fernando Cocchiarale, Corpos Informáticos, entre diversos outros.