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O IMPRESSIONISMO
O IMPRESSIONISMO


  Génese entre 1860 e
         1870
           +
  Café Guerbois, Paris


Fotografia   como     técnica
inovadora e revolucionária da
representação do real

Grupo de jovens artistas
reúne-se para discutir as suas
incertezas e atitudes perante
a arte
O IMPRESSIONISMO


FOTOGRAFIA          Reprodução     exata    da
                    natureza


                    Libertação da pintura da
                    representação realista da
                    natureza


                          Novas formas de
                     representação da realidade
O IMPRESSIONISMO

 Influência das                Concepção livre da forma e
   estampas                         da composição
   japonesas                               +
                                  Cores puras e claras
                                           +
                                Linearidade do desenho


                                Ruptura com os cânones
                                    tradicionais da
                                representação pictórica




Mostra de estampas japonesas
O IMPRESSIONISMO

Conjuntura em              Estabilização política e social
   França                                 +
                           Desenvolvimento económico
                                          +
                              Florescimento cultural
                              (letras, ciências, artes)

                             Paris como pólo cultural
                                         +
                           Intensificação da vida social

                          Teatro, ópera, vaudeville, cafés,
                                  mostras de arte
O IMPRESSIONISMO


                      IMPRESSIONISMO

MOVIMENTOS A QUE SE OPÕE                     OBJETIVOS

-   Realismo – intelectualismo   -   Pintura    mais    intuitiva    e
    sociopolítico                    espontânea, realizada perante o
-   Academismo – concepções          motivo, em imediatismo de
    neoclássicas e românticas        percepção e sensação
                                 -   Captação     de    uma       dada
                                     realidade, parcial, sensível e
                                     fugaz
O IMPRESSIONISMO


                       IMPRESSIONISMO

            OBJETIVOS


-   Pintura    mais    intuitiva    e     Captar a luz e os
    espontânea, realizada perante o     seus efeitos sobre a
    motivo, em imediatismo de           Natureza, as pessoas
    percepção e sensação                    e os objetos
-   Captação     de    uma       dada
    realidade, parcial, sensível e                +
    fugaz                                  O tema perde
                                            importância
O IMPRESSIONISMO


    RUPTURA




                            Claude
              Monet, Impressão, Sol
O IMPRESSIONISMO


          RUPTURA



  Modo de ver o mundo exterior
                +
Tradução pictográfica da verdade
sensível e perceptiva da realidade




                                         Claude
                           Monet, Impressão, Sol
O IMPRESSIONISMO


     RUPTURA



   Temas preferidos?




                                     Claude
                       Monet, Impressão, Sol
O IMPRESSIONISMO

Banalização de temas            - Paisagem
                                - Cenas sociais (lazer
          +                       urbano)
Grande variedade de             - Pintura ao ar livre
       temas

                                     Realidade visível
                                             +
                                    Registo do instante
                                   luminoso, fugidio, em
                                    constante mutação


                       Renoir, Mulher ao Sol, 1876
O IMPRESSIONISMO


                 TÉCNICA INOVADORA


       - A pintura executa-se no momento,
         perante o motivo

       - Exclusão de todos os estudos de
         composição e os esboços prévios

       - Negação da racionalização         e
         teorização especulativa na arte



      Émile Zola, Édouard Manet, 1867-68
O IMPRESSIONISMO



      A pintura é feita exclusivamente pela cor
                          +
           A cor é que constrói as formas
                          +
       A cor é usada pura, tirada diretamente
           dos tubos, sem mistura prévia




      Renoir, O Baloiço, 1876
O IMPRESSIONISMO




                                         A tinta é aplicada com
                                                pinceladas
                                      curtas, rápidas, fragmentada
                                                     s
                                                     +
                                            As pinceladas são
                                      justapostas de acordo com a
                                               lei das cores
                                      complementares de modo a
                                          obter a fusão dos tons
Monet, A Gare de Saint-Lazare, 1877           (síntese ótica)
O IMPRESSIONISMO

                                         Quadros de aspeto inacabado
                                         e rugoso, de cores abertas,
                                         formas e volumes pouco
                                         definidos         e     quase
                                         desmaterializados
                                                         +
                                         Em evidência os jogos “frios e
                                         crus” da luz e da cor
                                                         +
                                         Libertação das velhas noções
                                         de claro-escuro
                                                         +
                                         Afastamento         da   visão
Édouard Manet, O almoço na relva, 1863   racionalizada da realidade
                                         física
O IMPRESSIONISMO

                                  Rejeição dos
                                   críticos e do
                                 público do seu
                                      tempo
                                         +
                                  Quadros com
                                      aspeto
                               fluido, dinâmico e
                                   vibrante de
                                colorido, rico de
                                    emoções
                                   sensoriais e
                                     plásticas

Edgar Degas, Jockeys à chuva
O IMPRESSIONISMO

               - Romantismo (Constable e Turner):
                 paisagismo; captação de ambiências
                 atmosféricas
               - “Escola de Barbizon”: pintura ao ar livre
               - Realismo: interesse pelo quotidiano
                 diretamente observado
Influências    - Fotografia: novos enquadramentos e
                 novas perspetivas
               - Estampas japonesas: desenho
                 bidimensional e decorativismo
               - Descobertas científicas na ótica, cor e
                 perceção
               - Fabrico industrializado das tintas em
                 tubo
O IMPRESSIONISMO               Pintores


Édouard Manet (1832-
1883)
- Pintor de transição
- renovador da pintura
  académica
- Temática
  descomprometida
- Paleta clara, sem
  gradação cromática
  entre tons claros e
  escuros
- Pincelada solta
- bidimensionalidade
                          Manet, O Almoço na Relva, 1863
O IMPRESSIONISMO                 Pintores


Édouard Manet (1832-
1883)
- Pintor de transição
- renovador da pintura
  académica
- Temática
  descomprometida
- Paleta clara, sem
  gradação cromática
  entre tons claros e
  escuros
- Pincelada solta
- bidimensionalidade
                          Manet, Música nas Tulherias, 1860
O IMPRESSIONISMO            Pintores


Édouard Manet (1832-
1883)
- Pintor de transição
- renovador da pintura
  académica
- Temática
  descomprometida
- Paleta clara, sem
  gradação cromática
  entre tons claros e
  escuros
- Pincelada solta
- bidimensionalidade
                            Manet, Olympia, 1863
O IMPRESSIONISMO                    Pintores


Claude Monet (1840-1926)
- Paisagens campestres e marinhas
- Temas experimentais de análise dos
   efeitos da luz ambiente sobre a cor e
   as formas




         Monet, Catedral de Saint-         Monet, Catedral de Ruão
              Lazare, 1877
O IMPRESSIONISMO           Pintores


Edgar Degas (1834-1917)
- Cenas de interior (bastidores de
  ópera, cafés)
- Enquadramentos e perspetivas
  inusitadas
- Inspiração nas fotografias e nas
  estampas japonesas
- Desenho menos difuso




                      Degas, O Absinto, 1876
O IMPRESSIONISMO      Pintores


Edgar Degas (1834-1917)
- Cenas de interior (bastidores de
  ópera, cafés)
- Enquadramentos e perspetivas
  inusitadas
- Inspiração nas fotografias e nas
  estampas japonesas
- Desenho menos difuso




     Degas, "A Aula de Dança" (1873-75)
O IMPRESSIONISMO                Pintores


          Auguste Renoir (1841-1919)
          Preferência pelas cenas sociais dos
          pequenos lazeres da burguesia
          urbana e pelo nu feminino




      Renoir, O Baloiço, 1876
O NEOIMPRESSIONISMO


            CRÍTICAS AO IMPRESSIONISMO

                                  O     impressionismo       não
                                  concretizava a teoria da cor


                                  A execução imediata tornava
                                  os pintores negligentes e
                                  intuitivos na aplicação da cor


                                     Pinceladas sobrepostas
                                               +
Renoir, Le Moulin de la Galette         Mistura de cores
O NEOIMPRESSIONISMO



RIGOR NA APLICAÇÃO DAS
  TEORIAS SOBRE A COR




Georges Seurat, Modelo de Costas, 1887
O NEOIMPRESSIONISMO
O NEOIMPRESSIONISMO

  Georges Seurat (1859-1891)

- pontilhismo: pinceladas reduzidas a
  pequenas manchas arredondadas, que
  evoluíram para minúsculos pontos
- -    divisionismo:  cores    puras   não
  misturadas, cientificamente colocadas
  umas ao lado das outras, de acordo com a
  lei das cores complementares
  A uma certa distância, as
  manchas       cromáticas
  misturam-se
O NEOIMPRESSIONISMO




Seurat, Domingo à tarde na Grande Jatte, 1884-85
O NEOIMPRESSIONISMO

                                     - Perde importância a representação
                                       do instante luminoso
                                     - Aumenta a importância dada ao
                                       jogo da harmonia das cores


                                     - Rigorosa construção de cores, de
                                       formas e de linhas, segundo as leis
                                       universais da harmonia
Seurat, Domingo à tarde na Grande
          Jatte, 1884-85
-   temas: vida citadina, paisagens marítimas e diversões
-   Grandes telas executadas em atelier a partir de estudos ao ar livre
-   A expressividade é de grande tranquilidade
O NEOIMPRESSIONISMO




   Paul Signac, Pequeno almoço
O NEOIMPRESSIONISMO

        Pissaro, A Pastora
O PÓS-IMPRESSIONISMO



         1880-1900: diferentes tendências e autores
          que procuram novos caminhos para a arte



Influências do Impressionismo                Afastamento do
                                             Impressionismo
Separação entre a pintura e a Reação contra a superficialidade da
representação      mimética    da sua análise ilusionística da realidade
Natureza, interpretada através da
cor e da bidimensionalidade
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores



Van Gogh (1853-1890)
A Noite Estrelada,
1889

“Os verdadeiros
pintores são, não
aqueles que pintam
as coisas como elas
são, secamente
analisadas, mas
aqueles que as
pintam como as
sentem” (Van Gogh)
O PÓS-IMPRESSIONISMO      Pintores



Van Gogh (1853-1890), Esplanada de Café
à Noite, 1888


-   Desenho anguloso e violento
-   Cores contrastadas (contrastes
    simultâneos de cor) e arbitrárias
-   Formas sinuosas e flamejantes
-   Pincelada larga e pontilhada


    Intencionalidade marcadamente
             expressionista
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores




Paul Cézanne (1839-
1906), Natureza morta

Quis fixar a realidade
em imagens mais
sólidas e
permanentes, começan
do a articular formas e
cores mais
geometrizantes:
- luminosidade
   impressionista
- rigor da forma e
   volume
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores




Paul Cézanne (1839-
1906), Os Jogadores de
Cartas

Quis fixar a realidade em
imagens mais sólidas e
permanentes, começando
a articular formas e cores
mais geometrizantes:
- luminosidade
   impressionista
- rigor da forma e
   volume
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores



Toulouse-Lautrec (1864-
1901), Salão na Rue des
Moulins

-   Influências das estampas
    japonesas e de Degas
-   Desenho delicado e linear
-   Fundos na cor da tela ou
    do papel
-   Bidimensionalidade
-   Aproximação à ilustração
-   Próximo da Arte Nova
-   Temas: vida
    boémia, apresentada de
    forma crítica, até
    obscena e grotesca
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores



Toulouse-Lautrec (1864-
1901), O Palhaço Cha-U-Kao no
Moulin Rouge
-   Influências das estampas
    japonesas e de Degas
-   Desenho delicado e linear
-   Fundos na cor da tela ou
    do papel
-   Bidimensionalidade
-   Aproximação à ilustração
-   Próximo da Arte Nova
-   Temas: vida
    boémia, apresentada de
    forma crítica, até
    obscena e grotesca
O PÓS-IMPRESSIONISMO             Pintores



Paul Gauguin (1848-1903), Auto-retrato com halo

-   Influências das estampas japonesas e da
    arte medieval do vitral
-   Simplificação/sintetização das formas,
    fechadas pela linha de contorno a negro e
    preenchidas com cores planas , sem
    modelado
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores



Paul Gauguin
(1848-
1903), Mulheres
de Tahiti na
praia

- Pintor da
evasão,     da
recusa da vida
moderna
(refúgio  nas
ilhas       da
Polinésia
francesa)
O PÓS-IMPRESSIONISMO   Pintores



Paul Gauguin (1848-1903), O Cristo
Amarelo, 1889


“Porque não exagerar na pintura, do
mesmo modo que os poetas
empregam metáforas? Curve mais um
ombro se isso torna o corpo mais
bonito. Faça-os mais brancos se assim
fica melhor. Mova os galhos das
árvores ainda que não sopre vento.”
                              Gauguin
O PÓS-IMPRESSIONISMO       Pintores



Paul Gauguin (1848-1903), O Cristo
Amarelo, 1889
-   Temas retirados da natureza, mas
    de uma natureza orquestrada pelo
    pintor, explorando o seu carácter
    alegórico, simbólico, idílico, misteri
    oso e sugestivo
-   Formas
    bidimensionais, estilizadas, sintétic
    as e estáticas, circundadas pela
    linha a negro
-   Cores
    antinaturalistas, simbólicas, alegóri
    cas e exóticas
O SIMBOLISMO

O simbolismo procura revelar o mundo do
espírito, dos mitos e da magia


- A pintura não é a cópia da realidade, mas
sim a sua transposição mágica,
imaginativa e alegórica.
- A arte deve reflectir mais que o aspecto
exterior das coisas, serve para revelar o
mundo o espírito, dos mitos, da magia.
- Separação definitiva entre arte e a
representação da Natureza


            Redon, A Mulher Velada, c. 1895-99
O SIMBOLISMO

A obra simbolista deverá ser (Albert
Aurier):
- Ideísta, pois o seu único ideal será a
expressão da Ideia;




Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
O SIMBOLISMO

A obra simbolista deverá ser (Albert
Aurier):
- Ideísta, pois o seu único ideal será a
expressão da Ideia;
- Simbolista, pois exprimirá esta ideia em
formas;




Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
O SIMBOLISMO

A obra simbolista deverá ser (Albert
Aurier):
- Ideísta, pois o seu único ideal será a
expressão da Ideia;
- Simbolista, pois exprimirá esta ideia em
formas;
-   Sintética,   pois    escreverá    estas
formas, esses sinais, segundo um modo de
compreensão geral.




Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
O SIMBOLISMO

A obra simbolista deverá ser (Albert
Aurier):
- Ideísta, pois o seu único ideal será a
expressão da Ideia;
- Simbolista, pois exprimirá esta ideia em
formas;
-   Sintética,    pois    escreverá      estas
formas, esses sinais, segundo um modo de
compreensão geral.
- Subjectiva (é uma consequência) porque
a pintura decorativa propriamente dita não
é senão uma manifestação de arte ao
mesmo                                  tempo
subjectiva, sintética, simbolista e ideísta.
Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
O SIMBOLISMO

O Simbolismo não tem unidade
estilística, inclui:
- Sintetismo de Gauguin
- a escola de Pont Aven
- Percursos individuais
- Grupo dos Nabis (continuadores das
   propostas plásticas de Pont Aven)

-   formas simplificadas;
-   pureza das cores à pintura;
-   pouca relevância para a temática
    (alguns mais intimistas e decorativos)

        Paul Sérusier, Paisagem no Bosque do
                                 Amor, 1888
A ESCULTURA

   Auguste Rodin (1840-1917)


Renovador da escultura europeia
                +
Aproximou-se dos objetivos e da
  estética da pintura da época




Rodin, O Pensador, 1880-1904
A ESCULTURA


                       Influências:

                       -   Miguel Ângelo: gosto pela
                           figura humana e pela
                           forma inacabada
                       -   Românticos – emoção


                       Contraste entre as formas
                       polidas e aveludadas dos
                       corpos e o bloco de pedra
Rodin, Danaide, 1885   rugoso, inacabado
A ESCULTURA

Superfícies reentrantes    e    salientes,
côncavas e convexas
                    +
            Marcas dos dedos


Refletem a luminosidade, criando uma
ilusão de força, dinamismo e vitalidade


Objetivo: captar os aspetos emocionais,
transitórios e fugidios

                    Rodin, O Beijo, 1882-98
A ESCULTURA

Conclusão:
Rodin     foi,   simultaneamente,     um
realista,      um     simbolista,     um
expressionista e um impressionista


             Escultor ímpar
Discípulos:
- Camille Claudel (1864-1943)
- Antoine Bourdelle (1861-1929)




                  Rodin, A Catedral, 1908
A ESCULTURA




Rodin, Os Burguese de Calais, 1884-89
FIM

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Impressionismo

  • 2. O IMPRESSIONISMO Génese entre 1860 e 1870 + Café Guerbois, Paris Fotografia como técnica inovadora e revolucionária da representação do real Grupo de jovens artistas reúne-se para discutir as suas incertezas e atitudes perante a arte
  • 3. O IMPRESSIONISMO FOTOGRAFIA Reprodução exata da natureza Libertação da pintura da representação realista da natureza Novas formas de representação da realidade
  • 4. O IMPRESSIONISMO Influência das Concepção livre da forma e estampas da composição japonesas + Cores puras e claras + Linearidade do desenho Ruptura com os cânones tradicionais da representação pictórica Mostra de estampas japonesas
  • 5. O IMPRESSIONISMO Conjuntura em Estabilização política e social França + Desenvolvimento económico + Florescimento cultural (letras, ciências, artes) Paris como pólo cultural + Intensificação da vida social Teatro, ópera, vaudeville, cafés, mostras de arte
  • 6. O IMPRESSIONISMO IMPRESSIONISMO MOVIMENTOS A QUE SE OPÕE OBJETIVOS - Realismo – intelectualismo - Pintura mais intuitiva e sociopolítico espontânea, realizada perante o - Academismo – concepções motivo, em imediatismo de neoclássicas e românticas percepção e sensação - Captação de uma dada realidade, parcial, sensível e fugaz
  • 7. O IMPRESSIONISMO IMPRESSIONISMO OBJETIVOS - Pintura mais intuitiva e Captar a luz e os espontânea, realizada perante o seus efeitos sobre a motivo, em imediatismo de Natureza, as pessoas percepção e sensação e os objetos - Captação de uma dada realidade, parcial, sensível e + fugaz O tema perde importância
  • 8. O IMPRESSIONISMO RUPTURA Claude Monet, Impressão, Sol
  • 9. O IMPRESSIONISMO RUPTURA Modo de ver o mundo exterior + Tradução pictográfica da verdade sensível e perceptiva da realidade Claude Monet, Impressão, Sol
  • 10. O IMPRESSIONISMO RUPTURA Temas preferidos? Claude Monet, Impressão, Sol
  • 11. O IMPRESSIONISMO Banalização de temas - Paisagem - Cenas sociais (lazer + urbano) Grande variedade de - Pintura ao ar livre temas Realidade visível + Registo do instante luminoso, fugidio, em constante mutação Renoir, Mulher ao Sol, 1876
  • 12. O IMPRESSIONISMO TÉCNICA INOVADORA - A pintura executa-se no momento, perante o motivo - Exclusão de todos os estudos de composição e os esboços prévios - Negação da racionalização e teorização especulativa na arte Émile Zola, Édouard Manet, 1867-68
  • 13. O IMPRESSIONISMO A pintura é feita exclusivamente pela cor + A cor é que constrói as formas + A cor é usada pura, tirada diretamente dos tubos, sem mistura prévia Renoir, O Baloiço, 1876
  • 14. O IMPRESSIONISMO A tinta é aplicada com pinceladas curtas, rápidas, fragmentada s + As pinceladas são justapostas de acordo com a lei das cores complementares de modo a obter a fusão dos tons Monet, A Gare de Saint-Lazare, 1877 (síntese ótica)
  • 15. O IMPRESSIONISMO Quadros de aspeto inacabado e rugoso, de cores abertas, formas e volumes pouco definidos e quase desmaterializados + Em evidência os jogos “frios e crus” da luz e da cor + Libertação das velhas noções de claro-escuro + Afastamento da visão Édouard Manet, O almoço na relva, 1863 racionalizada da realidade física
  • 16. O IMPRESSIONISMO Rejeição dos críticos e do público do seu tempo + Quadros com aspeto fluido, dinâmico e vibrante de colorido, rico de emoções sensoriais e plásticas Edgar Degas, Jockeys à chuva
  • 17. O IMPRESSIONISMO - Romantismo (Constable e Turner): paisagismo; captação de ambiências atmosféricas - “Escola de Barbizon”: pintura ao ar livre - Realismo: interesse pelo quotidiano diretamente observado Influências - Fotografia: novos enquadramentos e novas perspetivas - Estampas japonesas: desenho bidimensional e decorativismo - Descobertas científicas na ótica, cor e perceção - Fabrico industrializado das tintas em tubo
  • 18. O IMPRESSIONISMO Pintores Édouard Manet (1832- 1883) - Pintor de transição - renovador da pintura académica - Temática descomprometida - Paleta clara, sem gradação cromática entre tons claros e escuros - Pincelada solta - bidimensionalidade Manet, O Almoço na Relva, 1863
  • 19. O IMPRESSIONISMO Pintores Édouard Manet (1832- 1883) - Pintor de transição - renovador da pintura académica - Temática descomprometida - Paleta clara, sem gradação cromática entre tons claros e escuros - Pincelada solta - bidimensionalidade Manet, Música nas Tulherias, 1860
  • 20. O IMPRESSIONISMO Pintores Édouard Manet (1832- 1883) - Pintor de transição - renovador da pintura académica - Temática descomprometida - Paleta clara, sem gradação cromática entre tons claros e escuros - Pincelada solta - bidimensionalidade Manet, Olympia, 1863
  • 21. O IMPRESSIONISMO Pintores Claude Monet (1840-1926) - Paisagens campestres e marinhas - Temas experimentais de análise dos efeitos da luz ambiente sobre a cor e as formas Monet, Catedral de Saint- Monet, Catedral de Ruão Lazare, 1877
  • 22. O IMPRESSIONISMO Pintores Edgar Degas (1834-1917) - Cenas de interior (bastidores de ópera, cafés) - Enquadramentos e perspetivas inusitadas - Inspiração nas fotografias e nas estampas japonesas - Desenho menos difuso Degas, O Absinto, 1876
  • 23. O IMPRESSIONISMO Pintores Edgar Degas (1834-1917) - Cenas de interior (bastidores de ópera, cafés) - Enquadramentos e perspetivas inusitadas - Inspiração nas fotografias e nas estampas japonesas - Desenho menos difuso Degas, "A Aula de Dança" (1873-75)
  • 24. O IMPRESSIONISMO Pintores Auguste Renoir (1841-1919) Preferência pelas cenas sociais dos pequenos lazeres da burguesia urbana e pelo nu feminino Renoir, O Baloiço, 1876
  • 25. O NEOIMPRESSIONISMO CRÍTICAS AO IMPRESSIONISMO O impressionismo não concretizava a teoria da cor A execução imediata tornava os pintores negligentes e intuitivos na aplicação da cor Pinceladas sobrepostas + Renoir, Le Moulin de la Galette Mistura de cores
  • 26. O NEOIMPRESSIONISMO RIGOR NA APLICAÇÃO DAS TEORIAS SOBRE A COR Georges Seurat, Modelo de Costas, 1887
  • 28. O NEOIMPRESSIONISMO Georges Seurat (1859-1891) - pontilhismo: pinceladas reduzidas a pequenas manchas arredondadas, que evoluíram para minúsculos pontos - - divisionismo: cores puras não misturadas, cientificamente colocadas umas ao lado das outras, de acordo com a lei das cores complementares A uma certa distância, as manchas cromáticas misturam-se
  • 29. O NEOIMPRESSIONISMO Seurat, Domingo à tarde na Grande Jatte, 1884-85
  • 30. O NEOIMPRESSIONISMO - Perde importância a representação do instante luminoso - Aumenta a importância dada ao jogo da harmonia das cores - Rigorosa construção de cores, de formas e de linhas, segundo as leis universais da harmonia Seurat, Domingo à tarde na Grande Jatte, 1884-85 - temas: vida citadina, paisagens marítimas e diversões - Grandes telas executadas em atelier a partir de estudos ao ar livre - A expressividade é de grande tranquilidade
  • 31. O NEOIMPRESSIONISMO Paul Signac, Pequeno almoço
  • 32. O NEOIMPRESSIONISMO Pissaro, A Pastora
  • 33. O PÓS-IMPRESSIONISMO 1880-1900: diferentes tendências e autores que procuram novos caminhos para a arte Influências do Impressionismo Afastamento do Impressionismo Separação entre a pintura e a Reação contra a superficialidade da representação mimética da sua análise ilusionística da realidade Natureza, interpretada através da cor e da bidimensionalidade
  • 34. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Van Gogh (1853-1890) A Noite Estrelada, 1889 “Os verdadeiros pintores são, não aqueles que pintam as coisas como elas são, secamente analisadas, mas aqueles que as pintam como as sentem” (Van Gogh)
  • 35. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Van Gogh (1853-1890), Esplanada de Café à Noite, 1888 - Desenho anguloso e violento - Cores contrastadas (contrastes simultâneos de cor) e arbitrárias - Formas sinuosas e flamejantes - Pincelada larga e pontilhada Intencionalidade marcadamente expressionista
  • 36. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Cézanne (1839- 1906), Natureza morta Quis fixar a realidade em imagens mais sólidas e permanentes, começan do a articular formas e cores mais geometrizantes: - luminosidade impressionista - rigor da forma e volume
  • 37. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Cézanne (1839- 1906), Os Jogadores de Cartas Quis fixar a realidade em imagens mais sólidas e permanentes, começando a articular formas e cores mais geometrizantes: - luminosidade impressionista - rigor da forma e volume
  • 38. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Toulouse-Lautrec (1864- 1901), Salão na Rue des Moulins - Influências das estampas japonesas e de Degas - Desenho delicado e linear - Fundos na cor da tela ou do papel - Bidimensionalidade - Aproximação à ilustração - Próximo da Arte Nova - Temas: vida boémia, apresentada de forma crítica, até obscena e grotesca
  • 39. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Toulouse-Lautrec (1864- 1901), O Palhaço Cha-U-Kao no Moulin Rouge - Influências das estampas japonesas e de Degas - Desenho delicado e linear - Fundos na cor da tela ou do papel - Bidimensionalidade - Aproximação à ilustração - Próximo da Arte Nova - Temas: vida boémia, apresentada de forma crítica, até obscena e grotesca
  • 40. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Gauguin (1848-1903), Auto-retrato com halo - Influências das estampas japonesas e da arte medieval do vitral - Simplificação/sintetização das formas, fechadas pela linha de contorno a negro e preenchidas com cores planas , sem modelado
  • 41. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Gauguin (1848- 1903), Mulheres de Tahiti na praia - Pintor da evasão, da recusa da vida moderna (refúgio nas ilhas da Polinésia francesa)
  • 42. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Gauguin (1848-1903), O Cristo Amarelo, 1889 “Porque não exagerar na pintura, do mesmo modo que os poetas empregam metáforas? Curve mais um ombro se isso torna o corpo mais bonito. Faça-os mais brancos se assim fica melhor. Mova os galhos das árvores ainda que não sopre vento.” Gauguin
  • 43. O PÓS-IMPRESSIONISMO Pintores Paul Gauguin (1848-1903), O Cristo Amarelo, 1889 - Temas retirados da natureza, mas de uma natureza orquestrada pelo pintor, explorando o seu carácter alegórico, simbólico, idílico, misteri oso e sugestivo - Formas bidimensionais, estilizadas, sintétic as e estáticas, circundadas pela linha a negro - Cores antinaturalistas, simbólicas, alegóri cas e exóticas
  • 44. O SIMBOLISMO O simbolismo procura revelar o mundo do espírito, dos mitos e da magia - A pintura não é a cópia da realidade, mas sim a sua transposição mágica, imaginativa e alegórica. - A arte deve reflectir mais que o aspecto exterior das coisas, serve para revelar o mundo o espírito, dos mitos, da magia. - Separação definitiva entre arte e a representação da Natureza Redon, A Mulher Velada, c. 1895-99
  • 45. O SIMBOLISMO A obra simbolista deverá ser (Albert Aurier): - Ideísta, pois o seu único ideal será a expressão da Ideia; Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
  • 46. O SIMBOLISMO A obra simbolista deverá ser (Albert Aurier): - Ideísta, pois o seu único ideal será a expressão da Ideia; - Simbolista, pois exprimirá esta ideia em formas; Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
  • 47. O SIMBOLISMO A obra simbolista deverá ser (Albert Aurier): - Ideísta, pois o seu único ideal será a expressão da Ideia; - Simbolista, pois exprimirá esta ideia em formas; - Sintética, pois escreverá estas formas, esses sinais, segundo um modo de compreensão geral. Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
  • 48. O SIMBOLISMO A obra simbolista deverá ser (Albert Aurier): - Ideísta, pois o seu único ideal será a expressão da Ideia; - Simbolista, pois exprimirá esta ideia em formas; - Sintética, pois escreverá estas formas, esses sinais, segundo um modo de compreensão geral. - Subjectiva (é uma consequência) porque a pintura decorativa propriamente dita não é senão uma manifestação de arte ao mesmo tempo subjectiva, sintética, simbolista e ideísta. Puvis de Chavannes, Raparigas à Beira-mar, 1879
  • 49. O SIMBOLISMO O Simbolismo não tem unidade estilística, inclui: - Sintetismo de Gauguin - a escola de Pont Aven - Percursos individuais - Grupo dos Nabis (continuadores das propostas plásticas de Pont Aven) - formas simplificadas; - pureza das cores à pintura; - pouca relevância para a temática (alguns mais intimistas e decorativos) Paul Sérusier, Paisagem no Bosque do Amor, 1888
  • 50. A ESCULTURA Auguste Rodin (1840-1917) Renovador da escultura europeia + Aproximou-se dos objetivos e da estética da pintura da época Rodin, O Pensador, 1880-1904
  • 51. A ESCULTURA Influências: - Miguel Ângelo: gosto pela figura humana e pela forma inacabada - Românticos – emoção Contraste entre as formas polidas e aveludadas dos corpos e o bloco de pedra Rodin, Danaide, 1885 rugoso, inacabado
  • 52. A ESCULTURA Superfícies reentrantes e salientes, côncavas e convexas + Marcas dos dedos Refletem a luminosidade, criando uma ilusão de força, dinamismo e vitalidade Objetivo: captar os aspetos emocionais, transitórios e fugidios Rodin, O Beijo, 1882-98
  • 53. A ESCULTURA Conclusão: Rodin foi, simultaneamente, um realista, um simbolista, um expressionista e um impressionista Escultor ímpar Discípulos: - Camille Claudel (1864-1943) - Antoine Bourdelle (1861-1929) Rodin, A Catedral, 1908
  • 54. A ESCULTURA Rodin, Os Burguese de Calais, 1884-89
  • 55. FIM