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O Rococó
Um novo estilo artístico …
“Tardo-Barroco e Rococó constituem as útimas fases do período
histórico iniciado pelo Renascimento. Um aspeto menos restrito, uma
composição mais livre, um sossegado desabrochar, o gosto pela
beleza sensual opõe-se à densidade, ao sopro heróico, ao carácter
sistemático do Barroco do século XVII.
Mais do que nunca se impõe o prazer dos olhos como critério
decisivo: sumptuosidade e decoração, estilo teatral e agradável, o
ritmo da luz e das cores desempenham papel decisivo. É com razão
que geralmente se utilizam os adjetivos agradável, alegre para
qualificar a época e o termo recreio para designar pavilhões e casas.”
                A. Châtelet e B.P. Groslier, História da Arte, Larousse
Um novo estilo artístico …
“Tardo-Barroco e Rococó constituem as útimas fases do período histórico
iniciado pelo Renascimento. Um aspeto menos restrito, uma composição
mais livre, um sossegado desabrchar, o gosto pela beleza sensual opõe-se à
densidade, ao sopro heróico, ao carácter sistemático do Barroco do século
XVII.
Mais do que nunca se impõe o prazer dos olhos como critério decisivo:
sumptuosidade e decoração, estilo teatral e agradável, o ritmo da luz e das
cores desempenham papel decisivo. É com razão que geralmente se utilizam
os adjetivos agradável, alegre para qualificar a época e o termo recreio para
designar pavilhões e casas.”
                       A. Châtelet e B.P. Groslier, História da Arte, Larousse



                      Continuidade e rutura com o Barroco
Um novo estilo artístico …




   Movimento artístico que irradiou de França para o resto da Europa


               Centro intelectual e artístico da Europa
Os estilos artísticos do século XVIII

 Século XVII           Século XVIII


Luís XIV (1643-1715)                  Luís XV (1715-74)    Luís XVI(1774-91))

                           Barroco tardio

                                          Rococó

                                                          Neoclassicismo

                                                            Pré- Romantismo
Um novo estilo artístico …
                        Continuidade e rutura com o Barroco




- Revolta contra as regras seiscentistas
- procura de intimidade, requinte e de
elegância nas festas galantes
- insere-se no novo espírito de
liberdade cortesã, sem vínculo ao
“gosto oficial” de Versalhes
- procura de efeitos fantasiosos,
expressivos e puramente visuais,
exaltando o prazer dos sentidos

                                                   Palácio de Wurzburg
A origem da palavra

  Rocaille



                Tipo de decoração de interiores que
                usava     elementos      naturalistas
                (rochas, conchas, flores, etc),
                procurando obter efeitos artificiais,
                grotescos ou inquietantes
Um novo estilo decorativo


  O estilo
  Luís XV
Um novo estilo decorativo




Estilo leve, elegante e   Estilo próprio de uma elite
refinado, com cores       aristocrática e intelectual,
suaves, linhas            amante da alegria, do
                          natural e do convívio
delicadas, sinuosas,
caprichosas e
informais, em oposição
à oponência barroca
Valorização das artes decorativas


                                     - Mobiliário
                                     - cerâmica
                                     - ourivesaria
                                     - ferraria
                                     - tapeçaria




Cressent, cómoda do estilo Luís XV                    Poltrona à la Reine,
                                                     meados do século XVIII
Valorização das artes decorativas




        Blanchard, canapé com assentos de canto,
         pertencente às filhas de Luís XV, c. 1784
Valorização das artes decorativas


                                  - Mobiliário
                                  - cerâmica
                                  - ourivesaria
                                  - ferraria
                                  - tapeçaria




 Matin Carlin, mesa-secretária,                    Ferro forjado num
                                                  portão do Jadim das
            c. 1772
                                                       Tulherias
Valorização das artes decorativas


                            - Mobiliário
                            - cerâmica
                            - ourivesaria
                            - ferraria
                            - tapeçaria




  Vaso da Manufatura Real                   Cafeteira de porcelana da
         de Sèvres                                   Saxónia
Valorização das artes decorativas




    Centro de mesa do Duque de Kingston (gravura), Juste-
                  Aurèle Meissonier, 1735
Valorização das artes decorativas




   Prato de sopa de prata, Henri-Guillaume Adnet and Francois
    Bonnestrenne, sob a direção de Juste-Aurèle Meissonier
A arquitetura rococó
Princípios:
-Diferenciação dos edifícios, de acordo com
a sua função
- traçado exterior simples
- conceito de interior, que deve proporcionar
conforto, comodidade e intimidade
- utilização de elementos decorativos
barrocos, mas de um modo mais liberto, mais
sensual
- novos elementos decorativos (conchas,
algas marinhas, rocalhos e chinoiseries)
- uso de materiais fingidos: falsos mármores,
madeiras e estuques pintados


R. Aubert, Palácio de Biron, 1731, Paris
A arquitetura rococó
Princípios:
-Diferenciação dos edifícios, de acordo
com a sua função
- traçado exterior simples
- conceito de interior, que deve
proporcionar conforto, comodidade e              Arabescos, linhas ondulantes,
intimidade                                         irregulares e assimétricas)

- utilização de elementos decorativos
barrocos, mas de um modo mais liberto,
mais sensual
- novos elementos decorativos (conchas,
algas marinhas, rocalhos e chinoiseries)
                                           chinesices
- uso de materiais fingidos: falsos
mármores, madeiras e estuques pintados
         Imitação de rochas

R. Aubert, Palácio de Biron, 1731, Paris
A arquitetura rococó

      Arquitetura civil




   Hôtel            Château
 particulier
                              Delamair, secção central da fachada,
                              Hôtel de Soubise, século XVIII, Paris
A arquitetura rococó
     Características exteriores

- Fachadas:
    - mais alinhadas
    - banidos os elementos
    decorativos clássicos (colunas,
    frontões e esculturas)
    - manutenção dos
    entablamentos e das
    balaustradas
    - ângulos retos suavizados por    Delamair, secção central da fachada,
    curvas                            Hôtel de Soubise, século XVIII, Paris

- Tetos de duas águas
A arquitetura rococó
                            Características exteriores
                       Portas-janelas:
                           - de maiores dimensões
                           - alinhadas na vertical e na
                           horizontal, ritmando as fchadas
                           - recortadas e emoluradas com
                           arcos de volta perfeita ou
                           abatidos
                       - Decoração exterior concentrada nas
                       portas e nas janelas, nas consolas,
                       nas arcadas, no aparelho de
                       alvenaria, nas ferragens e batentes
                       - ferro forjado muito abundante
                       (grades para jardins, lagos e portas)
A arquitetura rococó
                                               Características exteriores
                                          Portas-janelas:
                                              - de maiores dimensões
                                              - alinhadas na vertical e na
                                              horizontal, ritmando as fchadas
                                              - recortadas e emoluradas com
                                              arcos de volta perfeita ou
                                              abatidos
                                          - Decoração exterior concentrada nas
                                          portas e nas janelas, nas concolas,
                                          nas arcadas, no aparelho de
                                          alvenaria, nas ferragens e batentes
Vergara e Rovira, Entrada do Palácio de
                                          - ferro forjado muito abundante
Duas Águas, 1740-44, Valência, Espanha
                                          (grades para jardins, lagos e portas)
A arquitetura rococó
Jardins:
    - Grandes relvados com
    arvoredos
    - esculturas, rampas,
    lagos, pavilhões de caça,
    pequenos apartamentos,
    pagodes chineses


  Locais de festas faustosas



                                Hôtel de Soubise
A arquitetura rococó
Jardins:
    - Grandes relvados com
    arvoredos
    - esculturas, rampas,
    lagos, pavilhões de caça,
    pequenos apartamentos,
    pagodes chineses


  Locais de festas faustosas



                                Neumann, Residência do Arcebispo de
                                       Wurzburg, 1737-42
A arquitetura rococó
Jardins:
    - Grandes relvados com
    arvoredos
    - esculturas, rampas,
    lagos, pavilhões de caça,
    pequenos apartamentos,
    pagodes chineses


  Locais de festas faustosas




                                Neumann, Residência do Arcebispo de
                                       Wurzburg, 1737-42
A arquitetura rococó
     Características interiores




Átrio do Imperador, da Residência Episcopal de Wurzburg, de Neumann, 1737,
 com estuques e estatuária de A. Bossi (1749-51) e frescos de Tiepolo (1752)
A arquitetura rococó
       Características interiores

- Plano central das habitações: salão
principal
- em torno deste estão as salas
secundárias e a biblioteca
- 2º piso: divisões privadas
- divisões baixas, pequenas,
independentes, arredondadas e
pavimento em parquet
- interior iluminado: portas-janelas,
espelhos, candeeiros e lustres
- paredes com decoração exuberante
com cores claras(molduras douradas,
telas, tapeçarias, frescos, relevos
policromados)
A arquitetura rococó
     Características interiores

Arabescos em estuque
dourado

Sofitos com pinturas
em trompe l’oeil

 Diferentes entradas
 de luz

 Estatuária de
 movimento “galante”

 Espelhos para
 ampliar os espaços
A arquitetura rococó
Boffrand (1667-1754), interior
do salão oval, cerca de 1735




                                 Pinturas, telas, estuques, mobiliário
                                 e lustre
A arquitetura rococó




     Hôtel de Soubise Chambre de Parade de la princesse
A arquitetura rococó




          Lambert-Sigisbert , Hôtel de Soubise
A arquitetura rococó
                                                Arquitetura religiosa


                                          -Plantas longitudinais
                                          complexas
                                          - exteriores simples mas cheios
                                          de janelas
                                          - principal elemento decorativo:
                                          a concha
                                          - interiores: mistura escultura,
                                          pintura e arquitetura, com
                                          vários pontos de fuga, criando
                                          um cenário fictício
Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen,
        1743-72, Francónia, Alemanha
A arquitetura rococó
                                                Arquitetura religiosa


                                          -Plantas longitudinais
                                          complexas
                                          - exteriores simples mas cheios
                                          de janelas
                                          - principal elemento decorativo:
                                          a concha
                                          - interiores: mistura escultura,
                                          pintura e arquitetura, com
                                          vários pontos de fuga, criando
                                          um cenário fictício
Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen,
        1743-72, Francónia, Alemanha
A arquitetura rococó
                                                Arquitetura religiosa


                                          -Plantas longitudinais
                                          complexas
                                          - exteriores simples mas cheios
                                          de janelas
                                          - principal elemento decorativo:
                                          a concha
                                          - interiores: mistura escultura,
                                          pintura e arquitetura, com
                                          vários pontos de fuga, criando
                                          um cenário fictício
Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen,
        1743-72, Francónia, Alemanha
A arquitetura rococó
                                              Arquitetura religiosa


                                        -Plantas longitudinais
                                        complexas
                                        - exteriores simples mas cheios
                                        de janelas
                                        - principal elemento decorativo:
                                        a concha
                                        - interiores: mistura escultura,
                                        pintura e arquitetura, com
                                        vários pontos de fuga, criando
                                        um cenário fictício
Zimmermann, Igreja de Peregrinação de Wies,
      Baviera, Alemanha, 1745-1754
A escultura do Rococó

Novos cânones estéticos:
- manutenção das linhas curvas e
contra-curvas
- linhas mais delicadas e diluidas,
organizadas em:
    - estilizados esses (S),
    - expressivos ces (C)
    - em contracurvados duplos



   Edmé Bouchardon, Cupido a tirar uma seta
                     da pata do leão, 1747
A escultura do Rococó
Novos cânones estéticos:
-adoção do cânone maneirista da figura
humana:
    - corpos alongados e silhuetas
    caprichosas;
    - leveza e graciosidade nos gestos, nas
    aitudes e nas posições (esculturas
    galantes)




   Edmé Bouchardon, Cupido a tirar uma seta
                     da pata do leão, 1747
A escultura do Rococó

Novos cânones
estéticos:
-grupos escultóricos:
composições com
movimento e ritmo,
com elevado sentido
cénico e
enquadradas no
cenário onde se
destinam




                        P. Persico e T. Solari, Fonte de Diana, 1770-89, Jardins do
                                     Palácio Real de Caserta, Nápoles
A escultura do Rococó
Preferência por:
- Escultura decorativa que
complementa a
arquitetura, de forma a
cobrir todas as estruturas
e superfícies
- estatuária de pequeno
porte que complementa a
decoração de interiores
(bibelots), com pequenos
objetos sem função
utilitária (bustos,
estatuetas religiosas ou
mitológicas)



                             Claude Michel, o Clodion, La Gimbelette
A escultura do Rococó

                Materiais:
                - nas grandes obras escultóricas do
                exterior: pedra e bronze
                - escultura de pequena dimensão e
                objetos ornamentais: bronze, ouro,
                prata, porcelana (a porcelana
                biscuit)
                - decoração mural de interiores:
                madeira, argila, estuque e gesso



              Giuseppe Gricci, Mater Dolorosa, 1744, (39,4
              cm)
A escultura do Rococó
                      Materiais:
                      - nas grandes obras escultóricas do
                      exterior: pedra e bronze
                      - escultura de pequena dimensão e
                      objetos ornamentais: bronze, ouro,
                      prata, porcelana (a porcelana
                      biscuit)
                      - decoração mural de interiores:
                      madeira, argila, estuque e gesso




                 Claude Michel, o Clodion, Ninfa e
                 Sátiro, c. 1780 (terracota)
A escultura do Rococó
Novos temas:
-sobretudo na pequena
escultura, preferência por
temas “menores”: irónicos,
jocosos, sensuais e até
eróticos e galantes
- Estatuária monumental:
temas           tradicionais
(comemorativos, alegóricos
e/ou honoríficos)




                               Claude Michel, o Clodion, La Gimbelette
A escultura do Rococó
Novos temas:
- sobretudo na pequena escultura,
preferência por temas “menores”: irónicos,
jocosos, sensuais e até eróticos e galantes
- Estatuária monumental: temas tradicionais
(comemorativos,      alegóricos        e/ou
honoríficos)




                                 Falconet, estátua equestre do czar Oedro, o
                                  Grande, 1782, bronze sobre rocha natural
A escultura do Rococó
Maior frivolidade:
- mitologia - preferência por deuses
“menores”
- temas profanos – preferência por
aspetos pitorescos ou frívolos do
quotidiano
- temas religiosos (Alemanha) –
contraste tema sagrado / roupagens
luxuosas e maneirismos galantes




 Claude Michel, o Clodion, Baco e
 uma Ninfa, c. 1790
A escultura do Rococó
Maior frivolidade:
- mitologia - preferência por deuses
“menores”
- temas profanos – preferência por
aspetos pitorescos ou frívolos do
quotidiano
- temas religiosos (Alemanha) –
contraste tema sagrado / roupagens
luxuosas e maneirismos galantes




 Ignaz Gunther, O Anjo da Guarda
A pintura do Rococó
                     Século XVIII: nova maneira de sentir e viver a arte


                           Temas:
Pintura sobre tela         - cenas pastoris      Amor, sedução, erotismo,
                           - festas galantes     hedonismo      Doutrina filosófica   que faz
                           - retrato:                              do prazer o objeto de vida
                                 - histórico
                                 - sereno
                                 - burguês
                                 - psicológico                    François, Boucher,
                                                                  Confidências
                                                                  pastorais
                         Temas tratados de forma
                         ligeira e superficial, com
                         referência a deuses e a
                         pequenos cupidos
A pintura do Rococó
                     Século XVIII: nova maneira de sentir e viver a arte


                           Temas:
Pintura sobre tela         - cenas pastoris
                           - festas galantes
                           - retrato:
                                 - histórico
                                 - sereno
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                                 - psicológico

                         Temas tratados de forma
                         ligeira e superficial, com
                         referência a deuses e a
                         pequenos cupidos
                                                          F. Boucher, Rapariga com
                                                                 um bouquet
A pintura do Rococó
Composições:
   - rítmicas
   - exuberantes
   - tendência
   decorativa

Ornamentos:
    - mais ricos
    - relacionados
    com o mundo
    marinho
    (conchas, ondas

Cromatismo:
    - brancos
    - azuis
    - rosas
                      Fragonard, Os amantes felizes
A pintura do Rococó
 Pintores franceses

    Jean Antoine
      Watteau

-Festas galantes
- cenas de género
- cenas mitológicas
-        teatralidade
próprias do estilo
Rococó, aliada à
ansiedade e tristeza
do Barroco

                        Watteau, Peregrinação à Ilha de Cítera, 1717
A pintura do Rococó
  Pintores franceses

     Jean Antoine
       Watteau


-Festas galantes
- cenas de género
- cenas mitológicas
- teatralidade próprias
do      estilo Rococó,
aliada à ansiedade e
tristeza do Barroco




                          Watteau, A Lição do Amor, 1716
A pintura do Rococó
 Pintores franceses


     François Boucher

-Pintura mais robusta e
sólida
- decorativismo e frivolidade




                                Boucher, O Banho de Diana, 1742
A pintura do Rococó
 Pintores franceses


     François Boucher

-Pintura mais robusta e
sólida
- decorativismo e frivolidade




                                Boucher, Jupiter, 1759
A pintura do Rococó
  Pintores franceses


                Jean-Honoré
                 Fragonard


-Pincelada rápida e espontânea
- temas: amor e alegria de viver
- sensibilidade apurada




                        O baloiço, 1766-67
Pintores franceses


            Jean-Honoré
             Fragonard

-Pincelada rápida e espontânea
- temas: amor e alegria de viver
- sensibilidade apurada




            O concurso musical
A pintura do Rococó
Pintores franceses

Jean-Baptiste-Siméon
      Chardin
- cenas de género (vida
quotidiana)
- naturezas-mortas
(linha flamenga e
holandesa)



Natureza-morta com Caça,
               c. 1760-65
A pintura do Rococó
Pintores franceses

  Jean-Baptiste-
 Siméon Chardin

- cenas de género (vida
quotidiana)
- naturezas-mortas
(linha flamenga e
holandesa)


             A Lavadeira,
                  c. 1735
A pintura do Rococó
  Pintura mural



- Pintura mural
quase inexistente
- colocação de
pequenos painéis
em tela colocados
sobre painéis
decorativos fixos,
que emolduravam
a pintura




                     Boffrand, interior do salão oval do Hôtel de Soubise,
                                            c. 1735

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Rococó

  • 2. Um novo estilo artístico … “Tardo-Barroco e Rococó constituem as útimas fases do período histórico iniciado pelo Renascimento. Um aspeto menos restrito, uma composição mais livre, um sossegado desabrochar, o gosto pela beleza sensual opõe-se à densidade, ao sopro heróico, ao carácter sistemático do Barroco do século XVII. Mais do que nunca se impõe o prazer dos olhos como critério decisivo: sumptuosidade e decoração, estilo teatral e agradável, o ritmo da luz e das cores desempenham papel decisivo. É com razão que geralmente se utilizam os adjetivos agradável, alegre para qualificar a época e o termo recreio para designar pavilhões e casas.” A. Châtelet e B.P. Groslier, História da Arte, Larousse
  • 3. Um novo estilo artístico … “Tardo-Barroco e Rococó constituem as útimas fases do período histórico iniciado pelo Renascimento. Um aspeto menos restrito, uma composição mais livre, um sossegado desabrchar, o gosto pela beleza sensual opõe-se à densidade, ao sopro heróico, ao carácter sistemático do Barroco do século XVII. Mais do que nunca se impõe o prazer dos olhos como critério decisivo: sumptuosidade e decoração, estilo teatral e agradável, o ritmo da luz e das cores desempenham papel decisivo. É com razão que geralmente se utilizam os adjetivos agradável, alegre para qualificar a época e o termo recreio para designar pavilhões e casas.” A. Châtelet e B.P. Groslier, História da Arte, Larousse Continuidade e rutura com o Barroco
  • 4. Um novo estilo artístico … Movimento artístico que irradiou de França para o resto da Europa Centro intelectual e artístico da Europa
  • 5. Os estilos artísticos do século XVIII Século XVII Século XVIII Luís XIV (1643-1715) Luís XV (1715-74) Luís XVI(1774-91)) Barroco tardio Rococó Neoclassicismo Pré- Romantismo
  • 6. Um novo estilo artístico … Continuidade e rutura com o Barroco - Revolta contra as regras seiscentistas - procura de intimidade, requinte e de elegância nas festas galantes - insere-se no novo espírito de liberdade cortesã, sem vínculo ao “gosto oficial” de Versalhes - procura de efeitos fantasiosos, expressivos e puramente visuais, exaltando o prazer dos sentidos Palácio de Wurzburg
  • 7. A origem da palavra Rocaille Tipo de decoração de interiores que usava elementos naturalistas (rochas, conchas, flores, etc), procurando obter efeitos artificiais, grotescos ou inquietantes
  • 8. Um novo estilo decorativo O estilo Luís XV
  • 9. Um novo estilo decorativo Estilo leve, elegante e Estilo próprio de uma elite refinado, com cores aristocrática e intelectual, suaves, linhas amante da alegria, do natural e do convívio delicadas, sinuosas, caprichosas e informais, em oposição à oponência barroca
  • 10. Valorização das artes decorativas - Mobiliário - cerâmica - ourivesaria - ferraria - tapeçaria Cressent, cómoda do estilo Luís XV Poltrona à la Reine, meados do século XVIII
  • 11. Valorização das artes decorativas Blanchard, canapé com assentos de canto, pertencente às filhas de Luís XV, c. 1784
  • 12. Valorização das artes decorativas - Mobiliário - cerâmica - ourivesaria - ferraria - tapeçaria Matin Carlin, mesa-secretária, Ferro forjado num portão do Jadim das c. 1772 Tulherias
  • 13. Valorização das artes decorativas - Mobiliário - cerâmica - ourivesaria - ferraria - tapeçaria Vaso da Manufatura Real Cafeteira de porcelana da de Sèvres Saxónia
  • 14. Valorização das artes decorativas Centro de mesa do Duque de Kingston (gravura), Juste- Aurèle Meissonier, 1735
  • 15. Valorização das artes decorativas Prato de sopa de prata, Henri-Guillaume Adnet and Francois Bonnestrenne, sob a direção de Juste-Aurèle Meissonier
  • 16. A arquitetura rococó Princípios: -Diferenciação dos edifícios, de acordo com a sua função - traçado exterior simples - conceito de interior, que deve proporcionar conforto, comodidade e intimidade - utilização de elementos decorativos barrocos, mas de um modo mais liberto, mais sensual - novos elementos decorativos (conchas, algas marinhas, rocalhos e chinoiseries) - uso de materiais fingidos: falsos mármores, madeiras e estuques pintados R. Aubert, Palácio de Biron, 1731, Paris
  • 17. A arquitetura rococó Princípios: -Diferenciação dos edifícios, de acordo com a sua função - traçado exterior simples - conceito de interior, que deve proporcionar conforto, comodidade e Arabescos, linhas ondulantes, intimidade irregulares e assimétricas) - utilização de elementos decorativos barrocos, mas de um modo mais liberto, mais sensual - novos elementos decorativos (conchas, algas marinhas, rocalhos e chinoiseries) chinesices - uso de materiais fingidos: falsos mármores, madeiras e estuques pintados Imitação de rochas R. Aubert, Palácio de Biron, 1731, Paris
  • 18. A arquitetura rococó Arquitetura civil Hôtel Château particulier Delamair, secção central da fachada, Hôtel de Soubise, século XVIII, Paris
  • 19. A arquitetura rococó Características exteriores - Fachadas: - mais alinhadas - banidos os elementos decorativos clássicos (colunas, frontões e esculturas) - manutenção dos entablamentos e das balaustradas - ângulos retos suavizados por Delamair, secção central da fachada, curvas Hôtel de Soubise, século XVIII, Paris - Tetos de duas águas
  • 20. A arquitetura rococó Características exteriores Portas-janelas: - de maiores dimensões - alinhadas na vertical e na horizontal, ritmando as fchadas - recortadas e emoluradas com arcos de volta perfeita ou abatidos - Decoração exterior concentrada nas portas e nas janelas, nas consolas, nas arcadas, no aparelho de alvenaria, nas ferragens e batentes - ferro forjado muito abundante (grades para jardins, lagos e portas)
  • 21. A arquitetura rococó Características exteriores Portas-janelas: - de maiores dimensões - alinhadas na vertical e na horizontal, ritmando as fchadas - recortadas e emoluradas com arcos de volta perfeita ou abatidos - Decoração exterior concentrada nas portas e nas janelas, nas concolas, nas arcadas, no aparelho de alvenaria, nas ferragens e batentes Vergara e Rovira, Entrada do Palácio de - ferro forjado muito abundante Duas Águas, 1740-44, Valência, Espanha (grades para jardins, lagos e portas)
  • 22. A arquitetura rococó Jardins: - Grandes relvados com arvoredos - esculturas, rampas, lagos, pavilhões de caça, pequenos apartamentos, pagodes chineses Locais de festas faustosas Hôtel de Soubise
  • 23. A arquitetura rococó Jardins: - Grandes relvados com arvoredos - esculturas, rampas, lagos, pavilhões de caça, pequenos apartamentos, pagodes chineses Locais de festas faustosas Neumann, Residência do Arcebispo de Wurzburg, 1737-42
  • 24. A arquitetura rococó Jardins: - Grandes relvados com arvoredos - esculturas, rampas, lagos, pavilhões de caça, pequenos apartamentos, pagodes chineses Locais de festas faustosas Neumann, Residência do Arcebispo de Wurzburg, 1737-42
  • 25. A arquitetura rococó Características interiores Átrio do Imperador, da Residência Episcopal de Wurzburg, de Neumann, 1737, com estuques e estatuária de A. Bossi (1749-51) e frescos de Tiepolo (1752)
  • 26. A arquitetura rococó Características interiores - Plano central das habitações: salão principal - em torno deste estão as salas secundárias e a biblioteca - 2º piso: divisões privadas - divisões baixas, pequenas, independentes, arredondadas e pavimento em parquet - interior iluminado: portas-janelas, espelhos, candeeiros e lustres - paredes com decoração exuberante com cores claras(molduras douradas, telas, tapeçarias, frescos, relevos policromados)
  • 27. A arquitetura rococó Características interiores Arabescos em estuque dourado Sofitos com pinturas em trompe l’oeil Diferentes entradas de luz Estatuária de movimento “galante” Espelhos para ampliar os espaços
  • 28. A arquitetura rococó Boffrand (1667-1754), interior do salão oval, cerca de 1735 Pinturas, telas, estuques, mobiliário e lustre
  • 29. A arquitetura rococó Hôtel de Soubise Chambre de Parade de la princesse
  • 30. A arquitetura rococó Lambert-Sigisbert , Hôtel de Soubise
  • 31. A arquitetura rococó Arquitetura religiosa -Plantas longitudinais complexas - exteriores simples mas cheios de janelas - principal elemento decorativo: a concha - interiores: mistura escultura, pintura e arquitetura, com vários pontos de fuga, criando um cenário fictício Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen, 1743-72, Francónia, Alemanha
  • 32. A arquitetura rococó Arquitetura religiosa -Plantas longitudinais complexas - exteriores simples mas cheios de janelas - principal elemento decorativo: a concha - interiores: mistura escultura, pintura e arquitetura, com vários pontos de fuga, criando um cenário fictício Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen, 1743-72, Francónia, Alemanha
  • 33. A arquitetura rococó Arquitetura religiosa -Plantas longitudinais complexas - exteriores simples mas cheios de janelas - principal elemento decorativo: a concha - interiores: mistura escultura, pintura e arquitetura, com vários pontos de fuga, criando um cenário fictício Baltasar Neumann, Abadia de Vierzehnheiligen, 1743-72, Francónia, Alemanha
  • 34. A arquitetura rococó Arquitetura religiosa -Plantas longitudinais complexas - exteriores simples mas cheios de janelas - principal elemento decorativo: a concha - interiores: mistura escultura, pintura e arquitetura, com vários pontos de fuga, criando um cenário fictício Zimmermann, Igreja de Peregrinação de Wies, Baviera, Alemanha, 1745-1754
  • 35. A escultura do Rococó Novos cânones estéticos: - manutenção das linhas curvas e contra-curvas - linhas mais delicadas e diluidas, organizadas em: - estilizados esses (S), - expressivos ces (C) - em contracurvados duplos Edmé Bouchardon, Cupido a tirar uma seta da pata do leão, 1747
  • 36. A escultura do Rococó Novos cânones estéticos: -adoção do cânone maneirista da figura humana: - corpos alongados e silhuetas caprichosas; - leveza e graciosidade nos gestos, nas aitudes e nas posições (esculturas galantes) Edmé Bouchardon, Cupido a tirar uma seta da pata do leão, 1747
  • 37. A escultura do Rococó Novos cânones estéticos: -grupos escultóricos: composições com movimento e ritmo, com elevado sentido cénico e enquadradas no cenário onde se destinam P. Persico e T. Solari, Fonte de Diana, 1770-89, Jardins do Palácio Real de Caserta, Nápoles
  • 38. A escultura do Rococó Preferência por: - Escultura decorativa que complementa a arquitetura, de forma a cobrir todas as estruturas e superfícies - estatuária de pequeno porte que complementa a decoração de interiores (bibelots), com pequenos objetos sem função utilitária (bustos, estatuetas religiosas ou mitológicas) Claude Michel, o Clodion, La Gimbelette
  • 39. A escultura do Rococó Materiais: - nas grandes obras escultóricas do exterior: pedra e bronze - escultura de pequena dimensão e objetos ornamentais: bronze, ouro, prata, porcelana (a porcelana biscuit) - decoração mural de interiores: madeira, argila, estuque e gesso Giuseppe Gricci, Mater Dolorosa, 1744, (39,4 cm)
  • 40. A escultura do Rococó Materiais: - nas grandes obras escultóricas do exterior: pedra e bronze - escultura de pequena dimensão e objetos ornamentais: bronze, ouro, prata, porcelana (a porcelana biscuit) - decoração mural de interiores: madeira, argila, estuque e gesso Claude Michel, o Clodion, Ninfa e Sátiro, c. 1780 (terracota)
  • 41. A escultura do Rococó Novos temas: -sobretudo na pequena escultura, preferência por temas “menores”: irónicos, jocosos, sensuais e até eróticos e galantes - Estatuária monumental: temas tradicionais (comemorativos, alegóricos e/ou honoríficos) Claude Michel, o Clodion, La Gimbelette
  • 42. A escultura do Rococó Novos temas: - sobretudo na pequena escultura, preferência por temas “menores”: irónicos, jocosos, sensuais e até eróticos e galantes - Estatuária monumental: temas tradicionais (comemorativos, alegóricos e/ou honoríficos) Falconet, estátua equestre do czar Oedro, o Grande, 1782, bronze sobre rocha natural
  • 43. A escultura do Rococó Maior frivolidade: - mitologia - preferência por deuses “menores” - temas profanos – preferência por aspetos pitorescos ou frívolos do quotidiano - temas religiosos (Alemanha) – contraste tema sagrado / roupagens luxuosas e maneirismos galantes Claude Michel, o Clodion, Baco e uma Ninfa, c. 1790
  • 44. A escultura do Rococó Maior frivolidade: - mitologia - preferência por deuses “menores” - temas profanos – preferência por aspetos pitorescos ou frívolos do quotidiano - temas religiosos (Alemanha) – contraste tema sagrado / roupagens luxuosas e maneirismos galantes Ignaz Gunther, O Anjo da Guarda
  • 45. A pintura do Rococó Século XVIII: nova maneira de sentir e viver a arte Temas: Pintura sobre tela - cenas pastoris Amor, sedução, erotismo, - festas galantes hedonismo Doutrina filosófica que faz - retrato: do prazer o objeto de vida - histórico - sereno - burguês - psicológico François, Boucher, Confidências pastorais Temas tratados de forma ligeira e superficial, com referência a deuses e a pequenos cupidos
  • 46. A pintura do Rococó Século XVIII: nova maneira de sentir e viver a arte Temas: Pintura sobre tela - cenas pastoris - festas galantes - retrato: - histórico - sereno - burguês - psicológico Temas tratados de forma ligeira e superficial, com referência a deuses e a pequenos cupidos F. Boucher, Rapariga com um bouquet
  • 47. A pintura do Rococó Composições: - rítmicas - exuberantes - tendência decorativa Ornamentos: - mais ricos - relacionados com o mundo marinho (conchas, ondas Cromatismo: - brancos - azuis - rosas Fragonard, Os amantes felizes
  • 48. A pintura do Rococó Pintores franceses Jean Antoine Watteau -Festas galantes - cenas de género - cenas mitológicas - teatralidade próprias do estilo Rococó, aliada à ansiedade e tristeza do Barroco Watteau, Peregrinação à Ilha de Cítera, 1717
  • 49. A pintura do Rococó Pintores franceses Jean Antoine Watteau -Festas galantes - cenas de género - cenas mitológicas - teatralidade próprias do estilo Rococó, aliada à ansiedade e tristeza do Barroco Watteau, A Lição do Amor, 1716
  • 50. A pintura do Rococó Pintores franceses François Boucher -Pintura mais robusta e sólida - decorativismo e frivolidade Boucher, O Banho de Diana, 1742
  • 51. A pintura do Rococó Pintores franceses François Boucher -Pintura mais robusta e sólida - decorativismo e frivolidade Boucher, Jupiter, 1759
  • 52. A pintura do Rococó Pintores franceses Jean-Honoré Fragonard -Pincelada rápida e espontânea - temas: amor e alegria de viver - sensibilidade apurada O baloiço, 1766-67
  • 53. Pintores franceses Jean-Honoré Fragonard -Pincelada rápida e espontânea - temas: amor e alegria de viver - sensibilidade apurada O concurso musical
  • 54. A pintura do Rococó Pintores franceses Jean-Baptiste-Siméon Chardin - cenas de género (vida quotidiana) - naturezas-mortas (linha flamenga e holandesa) Natureza-morta com Caça, c. 1760-65
  • 55. A pintura do Rococó Pintores franceses Jean-Baptiste- Siméon Chardin - cenas de género (vida quotidiana) - naturezas-mortas (linha flamenga e holandesa) A Lavadeira, c. 1735
  • 56. A pintura do Rococó Pintura mural - Pintura mural quase inexistente - colocação de pequenos painéis em tela colocados sobre painéis decorativos fixos, que emolduravam a pintura Boffrand, interior do salão oval do Hôtel de Soubise, c. 1735