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A regionalização da saúde e perspectivas – a visão dos estados

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Apresentação feita pela assessora técnica do CONASS, Lourdes Almeida, durante o debate sobre Regionalização da Saúde e Co-gestão, no XXX Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, realizado em Serra/ES, entre os dias 01 e 04 de junho de 2014.

Publicada em: Saúde e medicina
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A regionalização da saúde e perspectivas – a visão dos estados

  1. 1. Serra/ES  -­‐  junho  de  2014   A  regionalização  da  saúde  e   perspec>vas  –  a  visão  dos  estados  
  2. 2.   Aspectos:     »   Organização  da  região  de  saúde   »   Organização  do  sistema  de  atenção  à  saúde   »   Financiamento  
  3. 3. Decreto  7508/2011  -­‐  Regulamenta  a  Lei  nº  8.080/90,  para   dispor  sobre  a  organização  do    SUS,  o  planejamento  da  saúde,  a   assistência  à  saúde  e  a  arDculação  interfederaDva.     LC  141/12  -­‐  Regulamenta  o  §  3o  do  art.  198  da  ConsDtuição   Federal  para  dispor  sobre  os  valores  mínimos  a  serem  aplicados   anualmente  pela  União,  Estados,  Distrito  Federal  e  Municípios   em  ações  e  serviços  públicos  de  saúde;  estabelece  os  critérios   de   rateio   dos   recursos   de   transferências   para   a   saúde   e   as   normas  de  fiscalização,  avaliação  e  controle  das  despesas  com   saúde  nas  três  esferas  de  governo;  revoga  disposiDvos  das  Leis   nos  8.080/90,  e  8.689/93     Decreto   7.827/12   -­‐   Regulamenta   os   procedimentos   de   condicionamento   e   restabelecimento   das   transferências   de   recursos   da   EC   29,   dispõe   sobre   os   procedimentos   de   suspensão  e  restabelecimento  das  transferências  voluntárias  da   União,  nos  casos  de  descumprimento  da  aplicação  dos  recursos   em   ações   e   serviços   públicos   de   saúde   de   que   trata   a   LC   nº   141/12  
  4. 4. Região  de  Saúde     Espaço   geográfico   conQnuo   cons>tuído   por   agrupamentos   de   Municípios   limítrofes,   delimitado   a   par>r   de   iden>dades   culturais,   econômicas  e  sociais  e  de  redes  de  comunicação   e   infraestrutura   de   transportes   compar>lhados,   com   a   finalidade   de   integrar   a   organização,   o   planejamento   e   a   execução   de   ações   e   serviços   de  saúde;      
  5. 5. Região  de  Saúde   Para   ser   ins>tuída   deve   conter,   no   mínimo,   ações  e  serviços  de:     I  -­‐  atenção  primária;   II  -­‐  urgência  e  emergência;   III  -­‐  atenção  psicossocial;   IV   -­‐   atenção   ambulatorial   especializada   e   hospitalar;  e   V  -­‐  vigilância  em  saúde.      
  6. 6. BRASIL/REGIÕES   REGIÕES  DE  SAÚDE   CENTRO-­‐OESTE   38   SUL   68   SUDESTE   153   NORDESTE   133   NORTE   44   TOTAL   436  
  7. 7. Contrato  Organiza>vo  da  Ação  Pública  da  Saúde         Acordo   de   colaboração   firmado   entre   entes   federa>vos   com   a   finalidade   de   organizar   e   integrar   as   ações   e   serviços   de   saúde   na   rede   regionalizada  e  hierarquizada,  com  definição  de   responsabilidades,  indicadores  e  metas  de  saúde,   critérios   de   avaliação   de   desempenho,   recursos   financeiros  que  serão  disponibilizados,  forma  de   controle  e  fiscalização  de  sua  execução  e  demais   elementos   necessários   à   implementação   integrada  das  ações  e  serviços  de  saúde  
  8. 8. Contrato  Organiza>vo  da  Ação  Pública  da  Saúde     •  Instrumento   jurídico   que   explicita   os   compromissos  pactuados  em  cada  região  de   saúde.   •  Instrumento  que  retrata  a  situação  atual  e  as   intervenções   necessárias   para   uma   situação   futura   e   expressa   a   programação   geral   de   ações  e  serviços  de  saúde  para  a  região;   •  Instrumento  de  alocação  de  recursos  das  três   esferas  de  Governo.    
  9. 9. Rede  de  Atenção  à  Saúde        Conjunto  de  ações  e  serviços  de  saúde  arDculados   em  níveis  de  complexidade  crescente,  com  a   finalidade  de  garan>r  a  integralidade  da   assistência  à  saúde    (Portaria  4279/10)          As  Comissões  Intergestores  pactuarão  as  regras  de   conDnuidade  do  acesso  às  ações  e  aos  serviços  de   saúde  na  respecDva  área  de  atuação    
  10. 10. A  TRANSIÇÃO  EPIDEMIOLÓGICA       As  condições  de  saúde        condições  agudas      condições  crônicas           Fonte:  Mendes  EV.  As  redes  de  atenção  à  saúde.  Brasília,  Organização   Pan-­‐Americana  da  Saúde,  2011    
  11. 11. AS  CONDIÇÕES  CRÔNICAS   •  as  doenças  crônicas    doenças  cardiovasculares,  cânceres,  diabetes,   doenças  respiratórias  crônicas   •  as  condições  gerais  e  inespecíficas  de  curso  mais  longo   •  os  fatores  de  risco  individuais  biopsicológicos          colesterol  elevado,  depressão,  hipertensão   arterial,  nível  glicêmico  alterado,  sobrepeso  ou   obesidade   •  as  doenças  transmissíveis  de  curso  longo  como   hanseníase,  hiv/aids,  hepa>tes  b  e  c  
  12. 12. AS  CONDIÇÕES  CRÔNICAS   •  as  condições  maternas  e  perinatais   •  a  manutenção  da  saúde  por  ciclos  de  vida  :            puericultura,  hebicultura  e  senicultura   •  as  enfermidades     •  os  distúrbios  mentais  de  longo  prazo   •  as  deficiências  psicas  e  estruturais  conQnuas:            amputações  e  deficiências  motoras   persistentes   •  as  doenças  bucais    
  13. 13. Desafios  e  Perspec>vas   MODELO  FRAGMENTADO   v Organizado  por   componentes  isolados   v Organizado  por  níveis   hierárquicos   v Orientado  para  a  atenção   a  condições  agudas   MODELO    INTEGRADO   v  Organizado  por  um   congnuo  de  atenção   v  Organizado  por  uma   rede  horizontal   v  Orientado  para  a   atenção  a  condições   crônicas                                                              Fonte:  MENDES  (2002)   Mudança  no  modelo  de  atenção  à  saúde  
  14. 14. Desafios  e  Perspec>vas     v Do  modelo  de  atenção  à  saúde  voltado  para   as  condições  agudas  para  o  modelo  de   atenção  à  saúde  voltado  para  as  condições   crônicas   v   Do  sistema  fragmentado  para  as  redes  de   atenção  à  saúde                                                                                                             FONTE:  MENDES  (2002)  
  15. 15. O modelo de atenção às condições crônicas Comunidade Recursos e políticas Organização do Sistema de Saúde Sistema de Saúde Autocuidado suportado Sistema de prestação de serviço de saúde Suporte de decisão Sistema de informações clínicas Pacientes ativos e informados Equipe de saúde proativa e preparada Interações produtivas FONTE: WAGNER (1998)
  16. 16. Desafios  e  Perspec>vas   Fortalecer   o   papel   da   CIR   no   processo   de   governança  da  RAS   •  Assegurar   a   insDtucionalidade   da   CIR   como   o   espaço  de  tomada  de  decisão  e  de  definição  de   ações  estratégicas  no  âmbito  da  região  de  saúde;   (Portaria  4.279/10)   •  IncenDvar   o   papel   coordenador   das   secretarias   estaduais  na  organização  das  CIR     •  Assegurar   as   condições   de   organização   dos   Cosems  para  sua  parDcipação  efeDva  na  CIR  
  17. 17. Desafios  e  Perspec>vas   •  Qualificar  os  gestores  que  integram  a  CIR  nos   instrumentos  e  mecanismos  do  processo  de   governança  da  RAS;   •  Incorporar  permanentemente  nas  pautas  da  CIB   o  apoio  à  organização  da  RAS;   •  Fortalecer  a  gestão  municipal  tendo  em  vista   que  a  governabilidade  local  é  pressuposto  para   qualificar  o  processo  de  governança  regional.   (Portaria  4.279/10)  
  18. 18. Desafios  e  Perspec>vas   •  Revisão de rotinas de trabalho, descentralização de tarefas e formação de equipes para acompanhamento e monitoramento; •  Estabelecimento de consensos sobre resolutividade, acesso, escala, regulação, responsabilidades individuais e compartilhadas;
  19. 19. Desafios  e  Perspec>vas   •  A  implantação  de  novas  regras  de  organização   e   gestão   no   SUS,   sem   recursos   financeiros   novos;   •  Revisão da Portaria 204/07 – blocos de financiamento; •  Definição da metodologia do critério de rateio dos recursos da União aos estados e municípios – art. 17 LC 141/12.

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