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Guia do Pré-Natal na Atenção
Básica: a Planificação da
Atenção à Saúde como Estratégia
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Objetivo:
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 Padronizou a Carteira de Serviços para 100% das gestantes do território gaúcho;
 Propiciou a “linguagem comum” no proce...
É necessário ter protocolos estaduais para nortear e padronizar a
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Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Razão de Mortalidade Materna. Disponível em:
http://svs.aids.gov.br/dantps/acesso...
Obrig@da!!
Secretaria de Estado da Saúde do
Rio Grande do Sul
Contatos:
saudedamulher@saude.rs.gov.br
(51) 32885903
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Guia do Pré-Natal na Atenção Básica: a Planificação da Atenção à Saúde como Estratégia de Qualificação da Atenção às Gestantes no RS

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Apresentação feita por Gisleine Lima da Silva
no II Seminário da Planificação da Atenção à Saúde, realizado em Brasília, nos dias 10 e 11 de dezembro de 2019.

Publicada em: Saúde e medicina
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Guia do Pré-Natal na Atenção Básica: a Planificação da Atenção à Saúde como Estratégia de Qualificação da Atenção às Gestantes no RS

  1. 1. Guia do Pré-Natal na Atenção Básica: a Planificação da Atenção à Saúde como Estratégia de Qualificação da Atenção às Gestantes no RS Gisleine Lima da Silva Política de Saúde das Mulheres Departamento de Ações em Saúde - SES/RS Brasília Dezembro, 2019
  2. 2. Planificação da Atenção à Saúde no RS – 2015 a 2019 4ª CRS (32 municípios) Santa Maria 18ª CRS (23 municípios) Osório Rede Materno Infantil Ambulatórios de Gestante de Alto Risco (AGAR) 7500 profissionais envolvidos diretamente; 400 facilitadores; 200 tutores; 108 municípios envolvidos; 5 CRS e 7 regiões de saúde 2015 (out) CONASS 2017 (set) CONASS 10ª CRS (11 municípios) Alegrete 2018 (set) CONASS 17ª CRS (20 municípios) Ijuí 3ª CRS (22 municípios) Pelotas 2019 (jul) (ProadiSUS). 2019 (jul) (ProadiSUS). Rede Saúde Mental (SM) Abertura de 4 Ambulatórios de SM Rede de Crônicos (HAS e Diabetes) 2018 - abertura do 1º Ambulatório
  3. 3. RS 2016 2017 2018 75% (+1,4) 76,40% (+ 2,3) 78,70% Resultados - Pré-natal Sete ou mais consultas de pré-natal - 18ª CRSSete ou mais consultas de pré-natal - 4ª CRS +4,19 +2,17 +2,93
  4. 4. Meta Brasil 3.1: 30 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos. Em 2016 a RMM foi de 64,4. Meta Brasil 3.2: taxa de mortalidade neonatal (0 a 27 dias)de 5,3 por 1 mil nascidos e para a taxa de mortalidade na infância (menores de 5 anos) de 8,3 por 1 mil nascidos vivos. Desafio permanente para a Saúde Pública e para a Sociedade! Mapa Estratégico SES/RS Meta RS - Reduzir a morbidade e mortalidade por causas evitáveis materna, infantil e fetal. Em 2016 RMM 38,89 – meta em 2030 é de RMM 20.
  5. 5. 0.00 10.00 20.00 30.00 40.00 50.00 60.00 70.00 80.00 90.00 100.00 RS Brasil Razão de Mortalidade Materna 2017 – UF e Regiões Regiões
  6. 6. Modelo Tradicional: Especialista realizando pré-natal de risco habitual na APS (“dia da gestante”, “pré-natal com o especialista é mais qualificado”); Pré-natal centralizado – centros maternos infantis, centro de especialidades médicas, hospitais; Assistência a gestantes: Fragilidade técnica dos profissionais para manejo clínico das gestantes; Dificuldades de estratificação do risco gestacional e referenciamento equivocados para o AGAR; Assistência médico/dependente (protocolos e rotinas estabelecidas em evidências); Exames: Falta ou excesso, cada município com um rol de exames diferente, sem padrão estabelecido. Ex: mulheres em extrema vulnerabilidade social realizando pré-natal no privado devido à falta de exames no SUS, exames que deveriam ser ofertados de rotina no pré-natal – desfecho óbito materno; Indicadores de Saúde da Mulher e Criança (Epidemia de sífilis e de cesariana) Problemas no Pré-natal: Modelo, Assistência, Exames e Indicadores
  7. 7. Objetivo: Subsidiar as equipes da APS na perspectiva da qualificação da assistência no pré-natal, através de critérios para a estratificação de risco e suporte para tomada de decisão clínica para gestações de risco habitual. Aborda as seguintes temáticas: planejamento sexual e reprodutivo, abordagem pré concepcional, o acompanhamento da gestação na AB, pré-natal do parceiro, estratificação de risco da gestante e a consulta puerperal. Construção do Guia (convencimento do gestor): Diversas áreas e setores da SES e Consulta Pública no site da SES; Revisado pela equipe do TelessaúdeRS; Pactuado na Comissão Intergestores Bipartite, (CIB/RS 022/2019); Disponível em versão digital no site da SES e impresso (10 mil cópias). Implementação do Guia: Lógica da Educação Permanente em Saúde – realizada pelas 19 CRS de forma regionalizada abrangendo os 497 municípios (a distribuição condicionada a realização de cursos/seminários/oficinas); Apresentação do Guia para os gestores municipais nas CIR; Regiões em Planificação – inserção do Guia nas tutorias da APS e AAE.
  8. 8.  Padronizou a Carteira de Serviços para 100% das gestantes do território gaúcho;  Propiciou a “linguagem comum” no processo de Planificação da Atenção à Saúde;  Apresentou o modelo de pré-natal preconizado pelo estado, potencializando o papel da APS na Rede Materno Infantil;  Gradativo aumento de pré-natal realizado pelos profissionais da APS, em regiões de Planificação;  Melhoria da estratificação de risco e referenciamento em tempo oportuno para o alto risco;  Integração dos AGAR com a APS - matriciamento dos ambulatórios para a rede;  Melhoria na organização dos serviços, exames e fluxos do pré-natal, ampliando o acesso e qualificando a atenção às gestantes; Gestores municipais – conhecimento do papel do município sobre o pré-natal, as necessidades das gestantes e a programação financeira; Gestor Estadual – transição do modelo de contratualização dos serviços – da oferta para os parâmetros de necessidades. Responsabilidade sanitária pelas gestantes do território. R E S U L T A D O S
  9. 9. É necessário ter protocolos estaduais para nortear e padronizar a conduta clínica dos profissionais, é imprescindível pactuar estes documentos com os gestores, nos espaços das CIR e da CIB; Imprescindível o investimento na qualificação técnica dos profissionais de saúde, ter espaços de formação/discussão da política, da rede e dos fluxos. Constatou-se que profissionais inseridos nestas atividades se sentem mais preparados e apoiados pra realizar o acompanhamento das gestantes; “Feedbacks” positivos: o Guia tem sido estratégico para qualificação das equipes de saúde, do fortalecimento da APS, organização dos serviços e do cuidado integral da saúde das gestantes e seus bebês. Lições Aprendidas
  10. 10. Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Razão de Mortalidade Materna. Disponível em: http://svs.aids.gov.br/dantps/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/busca-ativa/indicadores-de- saude/mortalidade/. Acesso em: 08 dez de 2019. RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Saúde. Guia do Pré-natal na Atenção Básica. Porto Alegre, 2018. Disponível em: https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/201901/09090527- guia-pre-natal-na-atencao-basica-web.pdf . Acesso em: 08 dez. 2019. RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Estado da Saúde. Portal BI Saúde. Disponível em: http://bipublico.saude.rs.gov.br/index.htm . Acesso em: 08 dez de 2019.
  11. 11. Obrig@da!! Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul Contatos: saudedamulher@saude.rs.gov.br (51) 32885903

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