AUTORES: Charlles Zapp e Ricardo Mendes
Planificação sobre a Assistência Farmacêutica na
Atenção Primária à Saúde
PROBLEMA
Mostrar para toda a equipe que trabalha na
atenção primária à saúde o que engloba os
processos constituintes da assistência
farmacêutica, que em última análise, culminam
na disponibilidade do medicamento nas Unidades
Básicas de Saúde.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
O uso de plataformas de acompanhamento de
pacientes, planilhas de registro de retiradas de
medicamentos e orientações diretas para o uso de
medicamentos são algumas das ferramentas
utilizadas visando a melhoria de resultados na
farmacoterapia, diminuindo abandonos e
consequente aumentando os índices de cura e
melhorando a qualidade de vida dos pacientes
crônicos.
CONCLUSÃO
O uso de linguagem acessível a toda a equipe tornou possível a ampliação do entendimento do que vem a
ser a assistência farmacêutica, com suas respectivas ramificações, dentro do cuidado ao paciente.
Email: nafcap31@gmail.com
RIO DE JANEIRO / RJ
CONTEXTO
A assistência farmacêutica possui uma dimensão que engloba várias atividades e processos, tendo como
propósito primordial e finalístico o uso racional de medicamentos e a garantida da qualidade de vida do
paciente.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
Verificamos que infelizmente, para muitos, o
trabalho da farmácia dentro da atenção primária
é pobremente resumido na "entrega de
remédios". Acreditamos que isto se deva ao fato
do desconhecimento por parte da população e
equipe da UBS quanto à real potencialidade para
cuidado do paciente de um serviço que se
encontra subestimado.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Convidamos alguns farmacêuticos que realizam
ações ativas em suas Unidades para
compartilhar a experiência que realizam dentro
da assistência farmacêutica, como a adesão à
farmacoterapia (insulinodependentes, aqueles
em tratamento de sífilis e tuberculose), além de
compartilharem a importância da conciliação
farmacêutica, bem como as orientações básicas
para a correta administração de medicamentos.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Os resultados dos trabalhos realizados nestas
Unidades mostram aumento nos índices de cura em
casos de tuberculose e maior adesão ao tratamento
de pacientes insulinodependentes. Mesmo não
registrados oficialmente, pacientes que utilizam
antibióticos não costumam retornam para uso de
outro antibiótico, indicando sucesso na orientação
de seu uso.
LIÇÕES APRENDIDAS
A importância do trabalho de educação continuada
nos processos relacionados aos serviços
farmacêuticos como ferramenta de gestão reforça a
integração entre os diversos atores envolvidos no
cuidado do paciente.
Flávia Atanazio do Nascimento
Apoiadora Institucional da Coordenadoria de Atenção Primária 3.1
O FACILITADOR COMO UMA POTÊNCIA DE FORTALECIMENTO DOS
PROCESSOS DA PLANIFICAÇÃO DE ATENÇÃO A SAÚDE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
flavia.saude15@gmail.com
Município do Rio de Janeiro / RJ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
O início do processo de implantação da Planificação da Atenção a Saúde no Município do Rio de Janeiro na
CAP 3.1, desde o ano 2018, tem gerado oportunidade para alguns profissionais que compõem a Gestão de
atuarem de forma ativa como facilitadores junto aos trabalhadores de saúde nas etapas de concentração,
dispersão, oficinas de tutoria e grupo condutor.
1) Fragilidade na aproximação entre a gestão e
as equipes de saúde;
2) Dificuldade das equipes em identificar o
perfil de sua demanda de atendimento;
3) Falta de mapeamento do processo de
trabalho das equipes ocasionando no
desconhecimento de suas fragilidades;
4) Predomínio da resolução de problemas com
caráter emergencial pela ausência do
planejamento de ações de forma longínqua.
Este processo contou com o apoio de uma equipe
multiprofissional que compõe a assistência e a
gestão da rede de atenção primária a saúde da
Coordenadoria de Atenção Primária 3.1. Estes
profissionais são capacitados para atuarem como
facilitadores na implantação da Planificação da
Atenção a Saúde a fim de replicar as oficinas nas
unidades laboratório.
Estruturação dos macroprocessos: Acolhimento e
classificação de risco, estratificação de risco,
programação da agenda; Realizar gestão de lista de
gestantes e crianças menores de 2 anos; Aplicar estudo de
demanda periódico nas Unidades de saúde; Confeccionar
matriz para o monitoramento das metas pactuadas;
Construir plano de ação para realizar e alcançar as metas
propostas.
Profissionais engajados na construção e monitoramento
da lista de gestantes e crianças menores de 2 anos e
doenças crônicas, impactando na organização das
agendas, oportunizando vagas e garantindo o acesso
para novos usuários.
Compreensão das equipes de saúde que a organização
do processo de trabalho proposto pela Planificação de
Atenção a Saúde não se configura como uma tarefa que
demanda tempo e sim uma importante ferramenta que
garante a oferta de um serviço de qualidade de acordo
com a demanda do território.
O profissional que compõe a gestão na função de facilitador tem um papel importante na relação dialógica com
os profissionais de saúde instituindo uma aproximação que permite a melhor visualização da deficiência das
equipes e oportuniza ações viáveis para a melhoria dos indicadores de saúde.
A Frágil aproximação entre a gestão e equipes
de saúde para realização do mapeamento do
processo de trabalho prejudica a identificação
dos problemas prioritários o que reflete nos
indicadores de saúde.
LIÇÕES APRENDIDAS
Foto 1,2 e 3 Profissionais da APS que participaram da Oficina de Planificação em Atenção a Saúde no Município
do Rio de Janeiro CAP 3.1 ( atividades subgrupos). Setembro/2019. Fonte: arquivo pessoal
Rita Torres Sobral, Isabella Cristina Lopes de Souza, Paula Araujo Vahia de Abreu, Janaina Rangel de Lima Porto Pinto, Rosane Esteves
A Planificação Como Estratégia de Fortalecimento da Cultura de Segurança do
Paciente na Atenção Primária à Saúde – experiência do CSEGSF/ENSP
PROBLEMA
Desde que o relatório errar é humano,
que apontou que cerca de 100.000
pessoas morreram nos EUA por conta
de EAs a cada ano, diversos estudos
vem mostrando que o cuidado à saúde,
se tornou potencialmente perigoso. Os
danos causados pelos cuidados podem
ter muito impacto na condição de
saúde.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
A Planificação traz discussão, reflexão e propostas
aos processos de trabalho por meio de oficinas
temáticas objetivando a operacionalização das RAS.
A criação da oficina de Segurança do Paciente foi
uma oportunidade de dar visibilidade ao tema,
contextualizá-lo em relação aos atributos da APS e
assim, fomentar a cultura de segurança do paciente.
Desta forma espera-se melhorar ações relacionadas.
CONCLUSÃO
As oficinas de planificação tem contribuído muito para o alinhamento de conceitos
e reconhecimentos dos processos de trabalho da APS. Este processo, somado a uma
oficina dedicada a este tema, fortalecem a cultura de segurança do paciente e
melhoram as condições para implementação das suas ações.
ritasobral@ensp.fiocruz.br
Rio de Janeiro - RJ
CONTEXTO
A Segurança do Paciente visa reduzir ao mínimo aceitável o risco de dano desnecessário
associado ao cuidado em saúde. Tem como metas a identificação dos pacientes, a comunicação
efetiva, o uso seguro de medicamentos, cirurgia segura, higienização das mãos e redução de
quedas e úlceras por pressão
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
A APS é onde ocorre o maior número de
interações entre profissionais de saúde
e pacientes, é o nível mais utilizado pela
população, e é o nível de atenção no
qual o paciente tem maior autonomia
em aderir ou não as recomendações dos
profissionais de saúde. Ainda que com
poucos estudos, já se verificou que a
maior parte eventos adversos da APS
relacionam-se a diagnóstico e
tratamento medicamentoso.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Provocado pelo núcleo da ENSP, o CSEGSF criou, em
2018, sua comissão interna de segurança do paciente.
Diversas ações foram implementadas e sentiu-se a
necessidade de promover a cultura de segurança.
Optou-se por utilizar-se da Planificação para
sensibilização, com inclusão, pela primeira vez, de
uma oficina exclusiva para o tema, desenvolvida por
profissionais do serviço e da gestão das unidades.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Espera-se verificar um aumento nas ações de
cultura de segurança, marcada por comunicação
aberta, trabalho em equipe, cultura justa,
reconhecimento da dependência mútua,
incentivo à notificação de incidentes,
aprendizado contínuo a partir das notificações de
eventos e a primazia da segurança como uma
prioridade em todos os níveis da organização.
LIÇÕES APRENDIDAS
Importância de acumular conhecimento em relação aos
incidentes e eventos adversos, para que se possa aprender com
eles. Considerar que os profissionais vão errar. Cabe ao sistema
criar mecanismos para evitar que o erro atinja o paciente.
Fortalecer trabalho em equipe com a presença do farmacêutico,
educação profissional e envolvimento do paciente.
Thainna Barbosa de Souza Nogueira/ Enfermeira de Família
Fortalecimento da Linha de Cuidado da Criança e Adolescente no nível da
gestão de um Área de Planejamento (AP) no Município do Rio de Janeiro
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
Email: thainnabsnogueira@gmail.com
Rio de Janeiro/ RJ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Assessoria Técnica da Linha de Cuidados da Criança e do Adolescente atende 32 Unidades da Atenção
Primária à Saúde em uma AP com uma população de 1 milhão de pessoas.
A Linha de Cuidados da Criança e do
Adolescente respondia demandas de outras
linhas com vacância; não tinha processo
estruturado e análise de óbitos sem
desdobramentos no processo de trabalho.
Organizar e potencializar a coordenação do cuidado,
oportunizar os encaminhamentos e discussões das equipes a
respeito dos casos de comorbidade infantil, nivelar o
conhecimento básico de cuidados e sinais de alarme na
infância.
Falta de tempo para organizar ações preventivas;
Falta de padronização escrita pela Linha da;
Criança dos principais cuidados e pontos de
atenção; Agentes Comunitários pouco
sensibilizados para os sinais de alarme na
Infância;
Otimização do tempo para os processos da Linha; Construção
do Guia de Bolso do Agente Comunitário em Saúde.
Equipes mais comprometidas e envolvidas nos processos de
trabalho, além de fundamentadas e sensibilizadas para o olhar
de identificação dos principais cuidados e sinais de riscos
relacionados às maiores taxas de óbitos infantis do território.
Foi realizada discussão durante a Planificação,
avaliação dos casos de óbitos e recomendações,
organização dos processos da Linha, visitas de
monitoramento em Unidades e discussão entres
as demais Linhas de Cuidado da DAPS
denominados "Momento Equipar".
Como estruturar processos de trabalho mesmo em meio as
intercorrências e demandas; Estudar os casos de óbitos
visando intervenção dos macros e microprocessos visando
também a prevenção de incidentes; Como construir material
acessível, rápido e factível para as equipes.
Durante a Planificação a Linha de Cuidado da Criança, mesmo em meio às demandas, conseguiu avaliar os
principais pontos críticos, realizar diagnóstico situacional e trabalhar projeto de interação visando diminuição das
taxas de mortalidade infantil dentro do território de residência, buscando maior acessibilidade e nivelamento de
conhecimento para aa equipes e um olhar mais sensibilizado para os sinais de alarme na Infância.
KAMILA CABRAL KOSA; BIANCA MAIA CURTY; ÉRIKA DE ALMEIDA LEITE DA SILVA TEIXEIRA DE SOUZA ;
EDNA FERRREIRA SANTOS.
VIVÊNCIA DE RESIDENTES EM SAÚDE COLETIVA NO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À
SAÚDE (PAS) NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (APS) NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
kamilackosas2@hotmail.com
RIO DE JANEIRO/ RJ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A vivência de residentes em saúde coletiva na Planificação da Atenção à Saúde (PAS) ocorre concomitante a sua inserção na
Divisão de Ações e Programas em Saúde (DAPS), onde é feita a gerência de linhas de cuidados e de ações em saúde da
Coordenadoria da Atenção Primária da Área de Planejamento (CAP).
A vivência como residentes em Saúde Coletiva
neste cenário trouxe enfrentamentos a respeito
do contexto sociodemográfico, epidemiológico
e organizacional dos serviços de saúde em que
se insere a proposta da Planificação e o
desenvolvimento de habilidades,
conhecimentos e atitudes para aplicar como
facilitadores no processo da PAS.
A ausência de vivências e discussões sobre
processos de PAS e a respeito dos contextos dos
territórios das CAPs do município do Rio de
Janeiro no primeiro ano de residência, aliado a
recente chegada das residentes na DAPS.
Participaram da PAS profissionais da atenção
primária a saúde, tais como agentes
comunitários de saúde (ACS), enfermeiros,
técnicos de enfermagem, médicos e residentes
em saúde coletiva, desde os que se encontram
na gestão até os que estão na ponta,
demonstrando a riqueza dessa vivência.
Para apreenderem conhecimentos, habilidades e atitudes foi
necessária imersão das residentes nos textos, casos da apostila e
referenciais da PAS (Construção Social da APS e Modelo de Atenção
às Condições Crônicas - MACC) durante a Formação de facilitadores.
Posteriormente atuaram na Multiplicação nas unidades, Tutoria para
o acompanhamento das atividades da oficina anterior e da Dispersão
para as atividades futuras. Nesse movimento, as residentes
articularam dinâmicas, fomentaram debates sobre conceitos,
vivências e processos de trabalho dos profissionais e ouviram o
relato dos tutores sobre seus enfrentamentos.
A vivência na Oficina de Formação de Facilitadores e a aplicação do
que foi apreendido nas Oficinas de Multiplicação nas unidades
permitiram um novo olhar do processo de gestão e organização da
Atenção Primária à Saúde para as residentes. A partir dos
referenciais teóricos da Construção Social da APS e do processo de
PAS foi possível fomentar nas futuras sanitaristas, reflexões e
discussões sobre um modo colaborativo e resolutivo de gestão em
saúde já no primeiro ano de residência.
A vivência na PAS proporcionou conhecimentos e experiências potentes no processo de formação do futuro sanitarista,
subsidiando a sua prática nos campos e fomentando o desenvolvimento de habilidades de gestão em saúde.
Como potencialidades, vê-se que a PAS se configura como um
processo participativo, problematizador e customizado para a
realidade do território e para atuação de profissionais em formação,
como residentes em saúde coletiva. A dependência da
disponibilidade dos profissionais envolvidos na PAS são potenciais
limitadores neste processo, devido às intensas demandas externas.
Foto 1 - Profissionais da APS que participaram da Oficina de formação de
multiplicadores. Setembro/2019 Fonte: arquivo pessoal.
Foto 2 e 3 - Profissionais da APS que participaram da Oficina de PAS em uma das unidades de
saúde (atividades em subgrupos). Setembro/2019. Fonte: arquivo pessoal.
Sheila Cristina de Souza Pinheiro
Bianca Fernanda Evangelista e Ana Paula Oliveira Reis
Região Itabaiana/ Município Areia Branca /Sergipe
sheila.beca@yahoo.com.br
Apenas a unidade laboratório participava da oficina
tutorial, as demais equipes que não estão na
unidade laboratório demandaram uma organização
dos macroprocessos da APS.
Realizado a mesma oficina tutorial da
unidade laboratório nas demais unidades.
Observado melhorias através de indicadores
de participação dos profissionais nos
workshops, e satisfação das equipes com os
avanços na organização da APS.
A EXPERIÊNCIA DA EXPANSÃO SIMULTÂNEA DA PROPOSTA DO PLANIFICASUS NO
MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA/SE
A participação de todos os profissionais do
município no alinhamento promovido pelos
Workshops do Planifica e a mudança de
comportamento motivacional dos demais
profissionais da unidade laboratório fez que com
despertasse no coletivo do município a necessidade
de sua organização. Isso incentivou na gestão a ir
além da UL , ou seja, planificar todo o município
simultaneamente.
Município de Areia Branca/ Sergipe com população
estimada pelo IBGE de 18.542 Hab. Contém 7
Equipes de Estratégia de Saúde da família e 3 de
saúde bucal totalizando 140 profissionais que atuam
na APS aderiu ao PlanificaSUS na região de
Itabaiana/SE.
O movimento foi gerado pelos próprios profissionais
do município que demandou a gestão na organização
e qualificação dos macros e microprocessos.
A motivação da equipe para organizar os processos
de trabalho de forma mais resolutiva é umas das
maneiras de também motivar a gestão as ações para
atender as expectativas de seus profissionais e
usuários da APS.
ANA CLÁUDIA BEZERRA; MARIA APARECIDA SOUZA; FABRICIO LAGO; ALINE SILVA; RISONETH SILVA; ANDREZA SILVA; MARCIA; LUCICLEIDE
SANTOS; LUIZ SANTOS; JOSEFA SANTOS; CILENE NETO; RICARDO XAVIER; MARIA SILVA; ANIELLY VASCONCELOS; VANDERLEIA SILVA; MARCELO
FILHO; GILCILENE VASCONCELOS
TERRITORIALIZAÇÃO: INTENSIFICAÇÃO CADASTRAL DA
POPULAÇÃO
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
E-mail:
anacbenfer@gmail.comPOÇÃO / PE CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Territorialização é um passo importante para qualificação do processo de
trabalho da atenção primária a saúde. A planificação da atenção contribuiu para
fortalecer essa estratégia.
Ausência de cadastros domiciliares e
individuais, dificultando a
identificação da área, ações em
saúde e alcance de metas, devido a
ausência de cadastros na base de
dados do E-SUS.
Atualização
cadastral
Estratificação
de risco
individual
Educação
permanente
com a equipe
Educação em
saúde
Estratificação
familiar
Para alcançar a meta de 100% da
população cadastrada, foi
realizada uma força tarefa onde
todos os profissionais da equipe se
dedicaram a realizar visitas para
cadastrarem as famílias e/ou
digitações no e-sus
É possível dar o melhor de si para o bem do
outro. Prestar uma assistência de qualidade,
saber ouvir, observar e querer sempre melhor
para a nossa casa que está sendo construída
de acordo com os conceitos do grande mestre
Eugênio Vilaça
Conhecimento
da população
adstrita
Melhoria dos
indicadores de
atenção
Assistência de
qualidade aos
grupos/atrás
de risco
Redução da
espera por
atendimento
Ofertar o
serviço de
acordo com a
necessidade
da população
Ausência de cadastros no e-sus e/ou cadastros
desatualizados
Recusa Cadastral / Ausência da
documentação necessária no ato do cadastro
Não realização de algumas visitas
domiciliares
O planifica SUS veio realmente para resgatar a essência da atenção primária a saúde e está
sendo muito eficaz, visto que ela auxiliou no planejamento das ações, no desejo de
mudança dos profissionais e impactou de forma positiva a unidade básica de saúde no
território.
Ana Carolina Oliveira Nóbrega
EDUC+Saúde: Planificação da APS e Educação Permanente
através de curso em EAD
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
Carol12.nobrega@gmail.comÁguas Lindas de Goiás/ Goiás
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O município de Águas Lindas está em processo de Planificação da APS desde 2016, hoje
em 100% das equipes de ESF.Conta com uma tutora externa; além dos tutores
internos(Coordenadores) e facilitadores(membros Eq).
Desaceleração do processo de
Tutoria, dificuldade em encerrar
alguns processos e vários estavam
em estágios diferentes nas
diferentes EqESF. Além de
sobrecarga da Tutora externa,
rodízio de profissionais e
desmotivação das equipes.
O projeto EDUC+Saúde surge com a proposta de
associar Educação Permanente e Continuada ao
efetivo avanço no processo de Planificação. É o
instrumento utilizado para fortalecimento e
avanço do processo de Planificação, uma vez que é
planejado de forma a ofertar conhecimento
teórico e vivência prática dos processos de
trabalho da APS.
Devido à alta demanda de ações
(Plano de ação da Tutoria), ao
rodízio interno dos profissionais
das EqESF e à presença de apenas
uma tutora externa; o processo de
Tutoria estava lento e desnivelado
entre as equipes.
Tutora externa, 18 Tutores internos
(enfermeiros) e 36 facilitadores (2
membros de cada equipe.
Avanços no processo de construção social da APS,
maior envolvimento dos servidores, domínio do
conteúdo por parte dos servidores (mais
conhecimento),nivelamento e aceleração do
processo em todas as equipes. Além de unidade e
fortalecimento de parcerias municipais, como
entre a SMS e o IFG.,
É indispensável perseverar; necessário avaliar
sistematicamente o processo de
Planificação/tutoria; e mudar os trajetos quando
necessário.
Para o êxito no processo de Planificação da APS é necessário determinação e
esforço para persistir,recomeçar,inovar e sensibilizar os envolvidos. Demanda
tempo,energia,entrega e amor; mas com resultados mensuráveis.
Analaura Ribeiro Pereira; Edna Ferreira Santos; Renata da Silva Rodrigues
Reestruturação e Qualificação da Informação de Usuários
Cadastrados do Território a partir do ESUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
analaurarpereira@gmail.com
RIO DE JANEIRO/RJ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Unidade de Atenção Primária à Saúde da cidade do Rio de Janeiro inaugurada em setembro de 2016 com 24000
habitantes de população adscrita com oito equipes de ESF e quatro equipes de ESB, em início de 2019 há redução de
equipes da ESF e ESB, permanecendo 6 e 2, respectivamente.
Processos construídos em conjunto:
- Educação permanente com os agentes comunitários de saúde
sobre inconsistências do ESUS e sobre formas/unificação de
cadastro;
- Criação de uma lista no google drive dos cadastros que necessitam
de unificação de cadastro, que atualmente, só pode ser feito pelo
gestor/coordenador;
- Educação permanente com os enfermeiros, cirurgiãs-dentistas,
médicos e administrativos sobre formas de cadastro, como verificar
o cadastro e como editar cadastro no ESUS.
- Educação permanente de acesso aos relatórios de inconsistências e
demais funcionalidades do ESUS e como podemos qualificar o ESUS.
Desde a inauguração em 2016 utiliza-se o
prontuário eletrônico do paciente (PEP) privado
e em novembro de 2018 foi feita a transição
para o ESUS.
Em 2019, devido à redução das Equipes de ESF
com a manutenção da base territorial foi
necessário reajustar a quantidade de usuários
por equipe de ESF, e agora estamos em novo
processo de reestruturação para remodelar
novamente as equipes, já que tivemos redução
de área adscrita, graças ao processo que iniciado
na Planificação.
A base de cadastro do PEP privado migrou em
novembro de 2018 para o ESUS e foi constatado
4500 inconsistências e atualmente, estamos
com 612 inconsistências.
A base territorial de cadastros da equipe e da unidade de estar
sempre atualizada e sem inconsistências cadastrais, já que a base
cadastral é o “base/chão de casa” na construção de cuidado na APS. É
o nosso ponto de partida.
Diariamente, nos deparamos com a necessidade de verificar, monitorar e avaliar processos de cuidado em saúde. Para
termos qualidade em saúde precisamos saber a real necessidade de saúde da população e a nossa base deve ser conhecida
e qualificada de informações fidedignas.
INCONSISTÊNCIAS TOTAL
NOV 2018 4500
NOV 2019 612
O ESUS possui integração com Cadweb SUS
online, que cadastra os usuários do SUS e gera o
Cartão Nacional de Saúde (CNS), que é o
documento de identificação do usuário no SUS.
Essa integração facilita e agiliza o dia-a-dia dos
usuários e profissionais do SUS.
Camila Dayane Andrade Lopes
PLANO DE CUIDADOS COMPARTILHADO: UM INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO, DAATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE E AATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA, QUE AUXILIA NA
CONTINUIDADE DO CUIDADO DOS USUÁRIOS NA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
camila_dayanne@yahoo.com.br
CAXIAS-MA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
No Município de Caxias no interior do Estado do Maranhão vivenciamos avanços na melhoria da
assistência aos usuários na linha de cuidado materno infantil, que vem passando pelo processo de
Planificação desde o ano de 2015.
Ausência de comunicação entre os
serviços, dificultando para o usuário a
garantia da continuidade do cuidado
Após a reorganização da Atenção
Primária em Saúde (APS) e
consolidação do seu papel como
coordenadora do cuidado e ordenadora
dos fluxos de atenção, foi necessário a
integração desta com a Atenção
Ambulatorial Especializada (AAE),
concretizando de fato a implantação da
rede de atenção à saúde materno
infantil.
A medida que foram implantados
novos processos de trabalho, foi
possível realizar a discussão entre os
dois serviços, melhorando a relação
entre eles além de qualificar a
assistência as gestantes e crianças do
Município e Região.
Com a implementação de diretrizes clínicas e
estabelecimento da estratificação de risco de crianças e
gestantes que anteriormente eram acompanhadas
somente na APS, foi estabelecido o fluxo de
encaminhamento para o serviço especializado, daqueles
usuários que apresentassem algum fator de risco.
Todos os usuários que são encaminhados para o serviço
especializado concluem o atendimento com seu Plano
de Cuidados Compartilhado que deverá ser levado até a
sua equipe de Estratégia de Saúde da Família para que o
mesmo possa ser monitorado pelos membros da equipe
dentro da sua unidade básica de origem ou em qualquer
outro ponto de atenção da rede de saúde que esse
usuário precise utilizar.
A utilização dessa ferramenta tem contribuído
efetivamente para a comunicação entre as equipes,
aproximando os profissionais que estão envolvidos com
a assistência aos usuários facilitando a troca de saberes
entre estes.
Desta forma, resultando em melhorias e qualidade da assistência através do empoderamento das
equipes no manejo clínico além da organização do fluxo de atendimento priorizando o acesso e
estabelecendo vínculo do usuário na APS que representa a porta de entrada destes para os demais
pontos da Rede de Atenção à Saúde.
[Karina Kelly de Oliveira]
A Planificação da Saúde sob o olhar da gestão da Atenção
Primária do município de Uberlândia
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
karinakellyoliveira66@gmail.com
[Uberlândia_MG]
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Desde 2017, a Planificação da Atenção à Saúde, proposta pelo CONASS, em Uberlândia, Qualifica SaUDI, qualifica as
equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) para a coordenação das Redes de Atenção a Saúde (RAS) e interação mais
resolutiva entre a APS e a Atenção Ambulatorial Especializada (AAE).
As equipes da APS atuavam na lógica da
consultação, com o cuidado centrado na figura do
médico. As agendas não respeitavam a
estratificação de risco e a parametrização proposta
para cada condição de saúde. O que na maioria das
vezes deixava os profissionais decepcionados pela
carga de trabalho e com pouca resolução perante a
rede.
As oficinas educacionais, realização das tutorias e elaboração de
planos de ações realizadas com as equipes de acordo com os
referenciais teóricos “Construção Social da Atenção Primária” e o
Modelo de Atenção às Condições Crônicas de Eugênio Vilaça,
foram fundamentais para organização da “casa” da APS.
A alta rotatividade dos profissionais da APS aliado à
falta de preparo dos novos profissionais colaborava
para uma atuação fragmentada nas condições
crônicas. Além disto, a falta de uma metodologia
que possibilitasse os profissionais a atuarem de uma
forma padronizada trazia as dificuldades relatadas
acima.
A APS monitora periodicamente os indicadores e os resultados
podem ser medidos quantitativamente e qualitativamente.
Equipes fortalecidas para atendimento aos portadores de
condições crônicas, ao idoso, ao paciente com fibromialgia e
assistência com qualidade de hora marcada para realização de
procedimentos como vacina e curativo.
Por meio das oficinas e tutoria iniciou-se a
planificação, em 10 unidades laboratório e para cada
unidade um tutor era responsável por replicar
oficinas tutoriais definidas em vários momentos.
Isto fez com que os profissionais conhecessem os
processos a serem implantados e se motivaram para
mudar os processos de trabalho nas unidades de
saúde.
A Planificação introduziu o trabalho
interdisciplinar. Pacientes crônicos são
estratificados por risco, possuem
consultas programadas e a participação
no autocuidado apoiado.
A organização dos macroprocessos da Atenção Primária à Saúde e
a integração com a Atenção Especializada modificou a forma de
pensar e de agir das equipes de saúde no município. Deu a
possibilidade da coordenação da APS do município trabalhar com
uma metodologia comprovada pelo CONASS, em busca do
fortalecimento da APS.
AUTORA: DANIELE OLIVEIRA DA SILVA TEIXEIRA
O modelo de planificação: As estratégias entre tutores de uma região
do Maranhão para organização e melhorias dos serviços de saúde
PROBLEMA
 Serviços de saúde fragmentado
 Falta de comunicação em Rede
 Falta de fluxo de atendimento
 Peregrinação de Gestantes e crianças
de alto risco em busca de atendimento
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
De início foram criados grupos de WhatsApp para
aproximação e acompanhamento dos trabalhos e
evolução dos tutores na organização dos serviços como
forma de apoio mútuo entre tutores, Coordenação do
Estado e analistas do Albert Einstein.
CONCLUSÃO
Através da Planificação do SUS, do comprometimento e responsabilidade dos tutores, municípios e
Estado, uma Rede está em construção. E com a estratificação de risco, gestantes e crianças de alto risco
recebem um melhor cuidado e acompanhamento, uma vez que a comunicação entre APS e AAE através
das tutorias melhorou.
[enf.dos7@gmail.com]
COLINAS/MARANHÃO
CONTEXTO
A proposta de reorganização dos serviços de saúde na Atenção Primária e implantação dos serviços no
Ambulatório Especializado em uma Maternidade na região de São João dos Patos, Maranhão, conforme o
Modelo de Atenção as Condições Crônicas através da planificação do SUS.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Os serviços de saúde funcionavam de
forma fragmentada e individual nos 15
municípios da região, não havia fluxo
de agendamento da oferta dos serviços
do Ambulatório de Alto Risco,
impossibilitando o atendimento de
gestantes e crianças de alto risco e o
compartilhamento do cuidado dos
usuários; e as unidades hospitalares
recebiam grande demanda de usuários
com problemas solucionáveis na APS.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Cada tutor externou suas dificuldades e
identificou como o funcionamento em Rede é
de suma importância para qualidade dos
serviços de saúde e
oportunidades de melhorias na oferta dos
serviços e cobertura dos usuários.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
 Comunicação e vontade são os primeiros passos
para organização dos serviços
 O que está ao alcance das mãos pode ser feito
 Trabalhar em Rede é a melhor estratégia para
oferta de um serviço de saúde digno e com
equidade
14 29 25 34 6443 58 87 78 100
1177
946 913
775 763
0
200
400
600
800
1000
1200
1400
Jun-19 Jul-19 Aug-19 Sep-19 Oct-19
Jun-19 Jul-19 Aug-19 Sep-19 Oct-19
PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO 14 29 25 34 64
CONSULTAS CRIANÇA DE ALTO
RISCO
43 58 87 78 100
CASOS AMBULATORIAIS
ATENDIDOS EM PRONTO
ATENDIMENTO
1177 946 913 775 763
PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO
CONSULTAS CRIANÇA DE ALTO RISCO
CASOS AMBULATORIAIS ATENDIDOS EM PRONTO ATENDIMENTO
LAYLIANE SOUSA NETTO
DESAFIO DO CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS PELAS EQUIPES QUE
COMPÕEM A UNIDADE LABORATÓRIO CENTRAL DA REGIÃO
CONSORCIADA DE VALENÇA- BA.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
laylianenetto@yahoo.com.br
VALENÇA/BAHIA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Unidade Laboratório Central da Região de Valença possui sede no município de Valença,
localizada no bairro do Novo Horizonte. Esta possuem duas Equipes de Saúde da Família com Saúde
Bucal.
Baixo percentual de cadastro
familiar e individual da população
adscrita pelas Equipes de Saúde da
Família do Novo Horizonte digitalizadas
no E-SUS. A equipe tem uma
estimativa das pessoas e famílias que
acompanham, porém não tem
registros no Sistema de Informação.
A população total de
responsabilidade de uma Rede de
Atenção à Saúde deve ser totalmente
conhecidas e registradas em sistemas
de informações potentes. O cadastro
familiar é uma ferramenta fundamental
para a Equipe de Saúde da Família. Com
o cadastro familiar efetivo é possível
instituir a gestão de base populacional.
As Equipes estão comprometidas no
desafio de atingir 100% do cadastro.
Pois, já estão conscientes que a
Territorialização é a base para o
desenvolvimento das ações na Atenção
Primária à Saúde.
A Planificação despertou na equipe a conclusão de
que a deficiência no cadastro de forma sistematizada
faz com que a equipe não consiga desenvolver as
atividades proposta. Isso é possível verificar a cada
oficina diante da dependência das informações do
cadastro.
A Planificação vem sendo uma indutora de mudanças e mostrando as equipes que não existe
Unidade de Saúde da Família sem cadastro. Que é preciso melhorar o processo de trabalho nas
equipes, pois estas são responsáveis pelo território sanitário, área de abrangência. E que o processo
de Territorialização tem como um dos pilares o cadastramento das famílias e seus indivíduos.
Nº DE CADASTROS INDIVIDUAIS X ETAPAS
São João dos Patos-Maranhão e Rios dos Caetés-Pará
“Uma diretriz assistencial é uma trilha, não um trilho.” A importância dos
extratos de risco para o planejamento regional de saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
Lucileia.elller@gmail.com
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
As ameaças ao Sistema Único de Saúde são constantes, no que tange a garantia da implantação do Projeto do
PlanificaSUS é necessário que possamos utilizar as garantias constitucionais a partir de um planejamento loco
regional que retrate a necessidade da população.
Cenário de transição política, realidade das
regiões sem repasse de recursos, suspensão
ou incentivo aos municípios que garanta
cofinanciamento de Atenção Primária à Saúde,
congelamento de gastos,
Ausência de conhecimentos dos problemas
de saúde, perfil demográfico e
epidemiológico comprometendo o
planejamento de saúde.
Observadas elaboração dos Planos Anuais de Saúde e
Planos Estaduais de Saúde, garantindo recursos para a
atenção Primária nos instrumentos de gestão do SUS:
Plano Plurianial, Lei Diretrizes Orçamentárias e Lei
Orçamentária Anual, além de contribuir com o
fortalecimento regional no processo de regionalização,
descentralização do poder político e administrativo
Integração dos Projetos PlanificaSUS,
Fortalecimento da Gestão Estadual do SUS e
Planejamento Regional Integrado, a
apresentação dos planos de ação nos espaços
de governança regional -Colegiado Gestor e
Colegiado de Gestão Regional CIR.
A integração entre as equipes de atenção primária e a atenção
secundária que vem disciplinando o fluxo da rede de saúde no
território e mudando a lógica da regulação do acesso e da
assistência
As propostas de melhorias apontadas no
plano de ação das Unidades Laboratórios que
demandam recursos estão sendo
programadas para o Plano Anual de Saúde .
Todas as etapas do projeto PlanificaSUS devem ser bem planejadas junto as regiões de saúde. A elaboração da
programação assistencial, custos para rateio da oferta de serviços com base na necessidade de saúde, fluxos assistenciais
e instrumentos que serão utilizados para a integração entre os pontos de atenção. Os investimentos necessários para a
melhoria da organização da assistência a saúde devem ser garantidos nos instrumentos de gestão do SUS.
Aliny Pedrosa, Ana Carolina Fernandes, Juciara Sampaio, Lucileia Eller, Samia Borges
CHARLENE DIPAULA DA COSTA MARTINS
A EXPERIENCIA DO CIRCUITO DE ATENDIMENTO A GESTANTE NA UNIDADE
LABORATORIO DANIEL GUANABARA EM COELHO NETO - MA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
CHARLENEDIPAULA@GMAIL.COM
COELHO NETO/ MA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Uma atenção pré-natal de qualidade é capaz de diminuir a morbidade e a mortalidade materno-infantil uma vez
que a identificação do risco gestacional pelo profissional permite a orientação e os encaminhamentos adequados
em cada momento da gravidez. A organização dos processos de trabalho, a capacitação profissional e a
organização de fluxos dentro da Ubs são fatores de extrema importância para esse processo. Este trabalho
destaca a importância da qualidade e do cuidado multiprofissional no pré-natal e a utilização de um novo
processo de trabalho.
A desorganização dos processos de trabalho,
baixa adesão ao pré-natal,
baixa qualidade da assistência e do cuidado
multiprofissional ofertado as gestantes,
qualidade dos registros em prontuário.
A desorganização dos processos de
trabalho, a inadequação da atenção a
gestante, a importância da qualidade dos
registros em prontuário e do cuidado
multiprofissional no pré-natal que não
existia na Ubs.
Participam desse novo formato de assistência a
equipe multiprofissional, composta pela equipe
da Esf, Nasf e atenção hospitalar.
Após as vivências do atendimento multiprofissional às gestantes,
observou-se uma melhora significativa da qualidade das
orientações ofertadas a
esse publico que passaram a ser focadas nas suas
especificidades e particularidades. Notou-se ainda um maior
apoio a equipe da ESF após a organização dos processos e dos
fluxos dentro da UBS.
Uma equipe multiprofissional fortalecida e capacitada com
processos organizados é capaz de prestar um serviço de
qualidade a sua população,
transformando a APS na ordenadora dos serviços.
A assistência pré-natal é fator essencial para se prevenir eventos adversos sobre a saúde da gestante e seus bebes.
A estratificação de risco mostrou-se um importante instrumento de trabalho permitindo assim a comunicação das
equipes da APS com os demais níveis da atenção. Também se mostram fatores determinantes a capacitação
profissional, a qualidade dos registros e a comunicação entre as equipes. A Planificação da APS foi fator de extrema
importância, pois organizou os processos de trabalho e propôs intervenções para qualificar a atenção prestada a
população, fortalecendo assim a APS na coordenação do cuidado.
• Organização dos processos de trabalho;
• Utilização da estratificação de risco da gestante nas consultas;
• Formação de grupos operativos;
• Realização do plano de cuidados individualizado e autocuidado
apoiado;
• Analise da qualidade da assistência e do cuidado multiprofissional
oferecido as gestantes da unidade Laboratório;
• Coleta de dados através da análise dos registros realizados nos
prontuários das gestantes, vinculadas ao Pré- Natal que utilizaram
a nova ferramenta “Circuito de atendimento as Gestantes.”
ADRIANA SILVA TRINIDAD/ ANNY KAROLE MARTINS DE MORAES/ ÉRICA COÊLHO DE SÁ RUFINO/ KÉLLYDA LIMA MONTEIRO GEDEON
A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AUTOCUIDADO APOIADO PARA O FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO CONTINUADA: A
VISÃO DOS USUÁRIOS NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE PARQUE UNIÃO NO MUNICÍPIO DE TIMON/MA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
TRINIDAD.DRI@GMAIL.COMTIMON/ MARANHÃO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Após as intervenções obteve-se uma ampliação na habilidade e na confiança dos
pacientes em gerenciarem suas condições de saúde no dia a dia, assim prevenindo,
controlando ou reduzindo os impactos das condições crônicas. Eles se
autoconheceram e compreenderam a mudança de comportamento. Outra mudança
foi à relação estabelecida e a valorização da equipe para com o outro, assim
considerando sua história de vida e sua capacidade em resolver seus problemas.
Com o reconhecimento do grau de motivação que o paciente se dispõe em
querer mudar, a equipe de saúde apresenta uma maior efetividade na escolha
das estratégias de ação, ou seja, aquelas que favoreçam o trânsito de um
estágio para outro, na sustentação das mudanças, na prevenção de recaídas e
no fortalecimento do compromisso para a mudança.
É de fundamental importância à elaboração de um plano de autocuidado individualizado com metas
realistas para atender às necessidades dos pacientes. Ele deve ser elaborado de acordo com o
paciente, os profissionais da equipe multiprofissional e com os familiares. A equipe de saúde da
família tem que estar preparada e proativa, a fim de colaborar para a reabilitação e reinserção dos
indivíduos buscando um cuidado humanizado e integral em todos os níveis de atenção.
Há uma crise na microrrelação clínica entre equipe de saúde da APS e usuários. Para dar conta das
condições crônicas dos usuários, uma nova clínica deve incorporar um conjunto de mudanças, entre
elas a implantação do plano de autocuidado como forma de melhorar a atenção continuada.
O fracasso dos sistemas de atenção à saúde fragmentados,
no plano micro, determinou a falência da principal instituição
que o sustentou, a consulta médica de curta duração. O
modelo de atenção centrado na atenção uniprofissional, em
tempo curto, é fonte de inúmeros problemas.
A melhoria da saúde das pessoas portadoras de condições
crônicas requer transformar um sistema de atenção à saúde
que é essencialmente fragmentado, em um outro sistema
que seja proativo, integrado, contínuo, focado na pessoa e
na família e voltado para a promoção e a manutenção da
saúde. O autocuidado apoiado prepara e empodera
usuários para que autogerenciem sua saúde e a atenção à
saúde prestada.
É preciso cooperação entre a equipe de saúde e as pessoas
usuárias para, conjuntamente, definir os problemas,
estabelecer as prioridades, propor as metas, elaborar os
planos de cuidado e monitorar os resultados.
O plano de autocuidado apoiado deve ser individualizado, ter metas realistas e ser
elaborado de acordo com o paciente, os profissionais da equipe multiprofissional e
com os familiares, e devem ser elencados todos os recursos disponíveis na
comunidade e segmentos da saúde para efetiva realização.
A equipe multidisciplinar foi formada por duas enfermeiras, duas médicas e dois
dentistas, atuantes na UBS, além de uma nutricionista, uma psicóloga e uma
fisioterapeuta, que atuam no NASF da região adscrita. Em um único dia, cada
profissional consultou cada paciente e foi preenchido um questionário com metas e
pactuação, com posterior reunião para discutir e individualizar o plano de cuidado.
Prycyla Melo, Maria Madalena Veras
Utilização de estratégias lúdicas para promover maior
participação nos workshops
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
P_nutri@yahoo.com.br
São João de Pirabas/PA – Região Rio Caetés
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A planificação da atenção primária à saúde tem sido um momento de reflexão e
transformação indiscutíveis e tem trazido, em seu desenho, o fortalecimento da educação
permanente, englobando toda a rede de atenção à saúde no nível municipal, com os
workshops temáticos para alinhamento teórico.
A linguagem utilizada nos guias dos
workshops é bastante técnica, o que
trouxe consigo algumas dificuldades na
condução da metodologia proposta,
visto que algumas pessoas apresentam
menor contato com tais conteúdos no
cotidiano.
Baixa participação de alguns
profissionais no workshop;
Problemas em relação à leitura do
texto ;
Receio de não dar a contribuição
esperada.
Fotos: Palavras cruzadas com conceitos trabalhados no workshop 2.
Proposta "aprender brincando" → Melhor
participação e empenho das pessoas →
Compreensão dos conceitos → Discussão
acerca da aplicabilidade dos conceitos na
prática.
Os jogos e outras metodologias ativas são bastante
eficazes nos workshops da planificação da atenção à
saúde, provocando maior interação e tornando o
momento divertido e mais produtivo.
As metodologias que utilizam o lúdico para trabalhar atividades teóricas com profissionais da
saúde são de grande valia em eventos de educação permanente. É um desafio inserir essa
proposta constantemente em nosso cotidiano.
As equipes de saúde da família do
município tiveram boa frequência nos
eventos de alinhamento teórico. A
equipe condutora dos workshops
realizou a avaliação dos problemas
apresentados no anterior..
FREDERYCO LISBÔA LÔBO
Utilização da Análise de Situação de Saúde (ASIS) para
Planejamento Individualizado de Cada Território
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
frederycolobo@outlook.com
OUVIDOR / GOIÁS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
As ações e intervenções não eram planejadas
acarretando em:
 Falsa percepção da realidade local;
 Desconhecimento se os dados estavam dentro
do esperado para o município; e
 As Unidades apresentavam realidades
diferentes, mas trabalhavam da mesma forma
e com as mesmas metas.
As ações e tomadas de decisões na equipe eram
realizadas apenas com os conhecimentos
empíricos e datas comemorativas da saúde e não
representavam a realidade nem do município
quanto mais de cada uma das unidades de saúde.
Toda a equipe identificou os ganhos com a
utilização da ASIS no planejamento
individualizado, pois compartilharam de um
conhecimento até então desconhecido e
direcionaram as ações para a realidade de cada
Unidade
Pelo E-SUS AB, foram levantados os
dados demográficos e de
morbimortalidade de cada área adscrita a
Unidade de Saúde. Os dados foram
confrontados com a literatura e a
realidade local no qual foram
interpretados para o planejamento de
ações que viessem a melhorar os
números obtidos.
Com a ASIS foi observado:
 Identificação das peculiaridades dos dados demográficos de cada
unidade;
 Conhecimento da morbimortalidade e fatores de risco para cada
unidade;
 Ações foram individualizadas de acordo com a realidade de cada
unidade;
 As metas foram estabelecidas de forma diferenciada para cada
Unidade; e
 Criação de uma identidade local e personalizada
Existe a necessidade de reuniões permanentes com toda a equipe
para que diante da identificação de problemas sejam criadas. Tão
importante quanto a inserção dos dados nos sistemas é a utilização
destes dados para o planejamento e monitorização das ações. E é
importante conhecer a realidade local e confrontá-la com a literatura
para conhecermos nossas necessidades
Diante da escassez de recursos, principalmente financeiro, há a necessidade de soluções que melhorem a funcionalidade e
resolubilidade da equipe. Quando se utiliza o ASIS para o estabelecimento de ações, estamos priorizando a utilização de
recursos para as maiores necessidades, bem como teremos maior chance destes recursos mudarem efetivamente a nossa
realidade local. A realidade nacional é a média de varias realidades locais, e muitas vezes a nossa realidade local se distancia
em alguns dados desta média, por isto é necessário personalizarmos a um contexto municipal e, ainda mais desejável, no
território das Unidades de Saúde para que as medidas sejam ainda mais efetivas.
A Atenção Primária à Saúde (APS) em Ouvidor-GO rendeu-se ao “apaga fogo” de doenças agudas e crônicas agudizadas,
esquecendo-se dos pilares da Estratégia Saúde da Família. Com a tutoria da Planificação da APS os processos foram revisados
e vários problemas foram identificados, dentre os quais a falta de planejamento das ações e tomadas de decisões.
Alessandra Milene da Silva Rodrigues, Aliny Pedrosa, Ana Carolina Fernandes, Aurilívia
Barros, Eduardo Barros, Juciara Sampaio, Luciléia Eller, Sâmia Borges, Soliane Monteiro.
“UM PASSO E JÁ NÃO ESTAMOS NO MESMO LUGAR”.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
Lucileia.eller@gmail.com
Utilização de modelo fragmentado
de atenção à saúde, gerando
ineficiência do serviço, por
dificuldade de compreensão das
necessidades da população em seu
território e de suas diversidades
regionais, prejudicando o
planejamento e provimento.
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O projeto do PlanificaSUS acabou de completar três meses nas regiões de saúde de São João dos Patos localizada no Maranhão e Rio dos Caetés
no Pará. Apesar de recém-iniciado, já é possível perceber as inúmeras melhorias alcançadas com a implementação do projeto. A cada fase,
percebe-se a evolução ocorrida no processo, que se incrementa em tão pouco tempo, isso somente é possível pela efetiva adesão das equipes.
São João dos Patos - Maranhão, Rio dos Caetés – Pará.
Por meio das ações do projeto, pretende-se induzir a mudança de modelo de
atenção à saúde para a gestão de base populacional. A realização de workshops
para alinhamento conceitual, as oficinas tutoriais e os prazos estabelecidos para a
replicação no território, o incremento para acompanhamento das ações por meio
da Plataforma de Monitoramento e Avaliação do PlanificaSUS, têm contribuído
para os avanços evidenciados nas etapas propostas pelo projeto. Bem como, o
monitoramento dos Planos de ação nos espaços de governança regional
Colegiado Gestor e Colegiado de Gestão Regional CIR.
O perfil dos tutores e suas habilidades
como dedicação e liderança, a parceria
com as equipes e com o grupo gestor
tem demonstrado em pouco tempo bons
resultados.
As melhorias são identificadas por meio das atividades de
monitoramento realizadas nas UL, do monitoramento à
Plataforma do PlanificaSUS e do feedback nas apresentações
realizadas pelos tutores nas oficinas tutoriais de formação
com socialização de experiências exitosas, nesse espaço
também se apresenta os registros fotográficos. É possível
identificar por meio dos relatos alguns avanços, como a
organização do processo de trabalho, segurança e satisfação
para o profissional e para o usuário do serviço de saúde.
A análise situacional realizada nas Unidades Laboratórios
(UL) identificou várias situações de fragilidade, como
segue: 1) Fragilidade em gestão do serviço- dificuldade
na efetivação dos processos de controle, gestão de
qualidade, gestão do tempo; 2)Fragilidade nos processos
de trabalho- desperdício de insumos e materiais, baixa
fixação e sobrecarga dos profissionais de saúde, gerando
alto custo para os municípios e insatisfação dos usuários.
A utilização da metodologia da Planificação da Atenção à Saúde se apresenta eficaz para a organização da atenção à saúde por meio das Redes de
Atenção à Saúde (RAS), com foco na mudança do modelo assistencial. Nesse contexto, é possível observar o engajamento dos tutores, do grupo
gestor e dos gestores municipais, que mesmo com adversidades avançam para o alcance na melhoria do processo de trabalho nas suas regiões. É
possível notar que os trabalhadores do SUS estão motivados com o aprendizado adquirido, com a certificação do Curso EAD para Tutores e com a
troca de saberes entre profissionais de saúde.
Evidencia-se neste projeto:
- A construção das relações e valorização das equipes.
- A integração entre as equipes de Atenção Primária e
Atenção Ambulatorial Especializada durante as oficinas
tutoriais e intercâmbio entre as equipes.
E
Lopes, M.G.D; Pereira, A.M.V.B; Rocha, G.
A Planificação da Atenção à Saúde no Cuidado ao Idoso
no Estado do Paraná
PROBLEMA: capacitar os profissionais de
saúde para o desafio de manejar as
necessidades de saúde da pessoa idosa em
todos os pontos de atenção do SUS.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO:
Planificação da Atenção à Saúde para
implementar a Linha Guia Saúde do Idoso no
estado. Aderir ao PlanificaSUS.
CONCLUSÃO: partir da experiência de Irati, a SESA/PR pretende ampliar o uso da metodologia do
PlanificaSUS para as outras regiões do estado, no fortalecimento da Linha de Cuidado do Idoso na Rede de
Atenção à Saúde, visando promover o envelhecimento ativo, digno e saudável.
maria.lopes@sesa.pr.gov.br
CURITIBA/PR
Contexto: A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA/PR), em abril de
2019, assinou sua adesão ao projeto A Organização da Atenção Ambulatorial
Especializada em Rede com a Atenção Primária à Saúde (PlanificaSUS),
visando fortalecer a linha de cuidado à saúde do idoso no SUS estadual.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS: O
envelhecimento da população, com
estimativa que o número de idosos será
aumentado em 756,1 mil pessoas entre 2020
e 2030 no Paraná.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE: integração
do trabalho das equipes
multiprofissionais da APS e da AAE.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS:
Garantia apoio gestores envolvidos no PlanificaSUS no
Paraná; 30 facilitadores, 12 tutores e 900 trabalhadores
da saúde no Projeto, aproximação equipes APS e da AAE
na Região de Irati e sensibilização para o cuidado da
pessoa idosa. Reorganização de equipe de atenção básica,
fortalecimento da Rede de Atenção à Saúde, percepção
das fragilidades, especificidades e necessidades do idoso.
LIÇÕES APRENDIDAS: Vale a pena lutar pelo SUS ,
promovendo a integração da APS e a AAE
FLÁVIA KARITAS O.S. BOARETO; MELYNE SERRALHA ROCHA
A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS NA UBSF SÃO
JORGE V
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
flaviakaritas@saudesetorsul.org.brUBERLÂNDIA/MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
As condições de saúde são circunstâncias na saúde das pessoas que se apresentam de forma mais ou menos persistentes
e que exigem respostas sociais reativas ou proativas, episódicas ou contínuas e fragmentadas ou integradas, dos sistemas
de atenção à saúde, dos profissionais de saúde e das pessoas usuárias.
Na UBSF São Jorge V havia um desencontro entre
a situação epidemiológica dominada por
condições crônicas e um sistema de atenção à
saúde, voltado para responder as agudizações de
condições crônicas de forma fragmentada,
episódica e reativa.
No início de 2017 os ACS realizaram a atualização do cadastro da
população adscrita, realizando visitas domiciliares mesmo em
períodos noturnos para que se conhecessem os usuários que
apresentavam condições crônicas. Médica e enfermeira foram
capacitadas para a estratificação de risco segundo as diretrizes
clínicas para cada condição crônica.
Com base nos dados obtidos, a médica e a enfermeira realizaram em
formato de mutirão, a estratificação de risco de todos as gestantes,
crianças, hipertensos, diabéticos e idosos e as consultas garantidas e
agendadas conforme parametrização do protocolo, nos próximos 12
meses.
Na UBSF São Jorge V, não diferente das demais
unidades de atenção à saúde, trabalhava com a
agenda centrada nas condições agudas, em
resposta às demandas que os usuários traziam
no momento. Na avaliação dos prontuários
clínicos foi possível observar usuários portadores
de HAS e DIA não compensados, em
hiperutilização dos serviços, com
aproximadamente 10 consultas médicas e de
enfermagem em um período de 1 ano.
- A agenda é equilibrada entre
a demanda espontânea e
programada.
- Redução dos
hiperutilizadores, por se
sentirem seguros com a
consulta garantida.
- Atendimento profissional foca
em aspectos clínicos e
cuidado, conforme o risco,
resultando em um plano de
cuidados determinado à
aquele paciente.
Com a implantação da Planificação da Atenção á
Saúde no município de Uberlândia-MG, a equipe
foi capacitada para organizar o macroprocesso
das condições crônicas.
Para isto toda a equipe passou pela oficina
teórica e participou das tutorias.
Foi esclarecido sobre a epidemiologia das
condições crônicas no Brasil, e do território da
UAPSF, demonstrando o fracasso no modelo de
atendimento realizado anteriormente.
A estratificação da população em subpopulações leva à identificação
e ao registro das pessoas usuárias portadoras de necessidades
similares, a fim de colocá-las juntas, com os objetivos de padronizar
as condutas referentes a cada grupo nas diretrizes clínicas e de
assegurar e distribuir os recursos humanos específicos para cada
qual.
A estratificação de riscos trouxe um forte impacto na agenda dos profissionais de saúde, racionalizando os atendimentos e
diminuindo os hiperutilizadores. A atenção é centrada na pessoa usuária, conforme o risco, encaminhando para os
especialistas, apenas os que realmente necessitam de atenção especializada.
Aliny Pedrosa, Aurilivia Barros, Eduardo Barros, Juciara Sampaio, Lucileia Eller
“Análise comportamental, aplicada à prática de ensino
aprendizagem no processo da Planificação”.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
Lucileia.eller@gmail.com
Despertar o desejo de aprendizado e aplicação da
metodologia da planificação pelo tutor na unidade
laboratório para a garantia da implantação do projeto,
considerando temperamento e a personalidade do
indivíduo, ligadas diretamente a sua forma de
comportamento de agir, interagir e desenvolver as
atividades.
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O processo de ensino exige habilidade do educador para que identifique que cada tutor possui seu próprio ritmo de
aprendizagem. Respeitar a história particular formada por sua estrutura biológica, psicológica, social e cultural no
processo de ensino e aprendizagem observando cada aluno
São João dos Patos-Maranhão, Rio dos Caetés-Pará
Durante as aulas semipresenciais com base no estudo de temperamento, foi
possível identificar os seguintes perfis: sanguíneos, colérico melancólico e
fleumático bem como os defeitos e qualidades de cada grupo, sendo assim a
formação do grupo e as atividades desenvolvidas incluindo as ativas são
baseada na afinidade entre temperamentos.
Maior comprometimento da equipe e iniciativas para
melhoria do rendimento das atividades de dispersão e
durante atividades em grupo nas aulas semipresenciais.
Ao aplicar a melhoria relacionada ao temperamento, no que diz respeito a
formação de grupos de trabalho, e a aplicação de metodologias ativas,
notou-se uma melhor integração entre os indivíduos e conseqüentemente
um melhor rendimento nas atividades afins. Deve-se ao fato do
conhecimento dos temperamentos e do melhor direcionamento para
trabalhos, baseado no temperamento do indivíduo.
Com base em estudos comportamentais dos
componentes do grupo, foram observadas diversidades
de temperamentos e personalidades durante as aulas
semipresenciais o que vem contribuindo diretamente
andamento ou não das atividades dentro e fora da sala de
aula, dependendo da formação da turma suas respectivas
características, focadas em relação ao temperamento do
individuo ou na relação grupal.
Para identificar o melhor caminho a seguir, e para que estejamos preparados para respeitar o ritmo da cada aluno, saber lidar com as
diferença e necessário estabelecer relação entre a pluralidade de pessoas e a pessoa singular a que chamamos “indivíduo". Foi
possível despertar o envolvimento e interesse individual e coletivo no desenvolvimento das atividades de dispersão no processo do
Planifica SUS.
É preciso observar atentamente o fator humano como forma de alcance de
objetivos e metas. Desenvolver tutores e dar autonomia é muito mais que
compartilhar a execução de tarefas ou instrumentos é acompanhar não
somente a atividade mas também o comportamental de cada componente do
grupo, que deve ser levado em consideração quando o fator é humano.
OTONI SILVA DE QUEIROZ SOUZA, MARCILENE SANTIAGO NEGRÃO MODESTO, STÉFANIE PINTO DA COSTA MARTINS
(Re)Discutindo Territorialização No Contexto Da Estratégia Saúde Da Família,
A Partir Do Processo de Planificação Da Atenção À Saúde Na Região Do Rio
Caetés, Pará – Um Relato De Experiência
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
otonisouza.primavera@gmail.comREGIÃO DO RIO CAETÉS, PRIMAVERA/ PARÁ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O Processo de Planificação da Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (PlanificaSUS) está fundamentado num conjunto de ações educacionais,
baseadas em metodologias ativas, voltadas para o desenvolvimento de competências, conhecimento, habilidades e atitude, necessárias para a
organização e a qualificação das ações e serviços de saúde. A Região de Saúde do Rio Caetés está localizada na Região Nordeste do Pará, e foi eleita
para desenvolvimento do PlanificaSUS. A cidade de Primavera é um dos 16 municípios que compõe esta região, sendo a Unidade de Saúde do
ARDEP (CNES 5545188) a Unidade Laboratório (UL). O PlanificaSUS propõe (re)discutir a territorialização, considerando aspectos do macroprocesso
da Atenção Primária à Saúde (APS), inserida na reconfiguração das Redes de Atenção à Saúde (RAS) da Região Caetés. A territorialização em saúde
configura-se como processo permanente de identificação, compreensão e ação com base nas características territoriais.
O processo de territorialização é o ponto de partida para
organização dos serviços e das práticas de vigilância em
saúde, isto é, a partir do qual se realiza o reconhecimento e
o esquadrinhamento do território segundo a lógica das
relações entre condições de vida, ambiente e acesso às
ações e serviços de saúde (Teixeira et.al.1998).
De acordo com Mendes (2015), o processo de
territorialização configura-se como um macroprocesso
básico, necessário à construção social da APS. Nesta
perspectiva, Teixeira (1998) destaca que o processo de
elaboração de diagnósticos territoriais de condições de
vida e situação de saúde devem estar relacionado
tecnicamente ao trinômio estratégico: informação-decisão-
ação.
Assim, cabe inquirir se a Equipe de Saúde da Família (eSF)
identifica o processo de territorialização como uma
estratégia fundamental e permanente do processo de
trabalho?
A ampliação do olhar dos profissionais da APS sobre
o território e o processo de territorialização é
estratégica e ponto de partida para superação dos
limites da unidade de saúde e das práticas do
modelo de atenção convencional; (re)construção do
vínculo dos profissionais e do sistema de saúde com
o lugar; adequação das ações de saúde à
singularidade de cada contexto sócio-histórico
específico; e incorporação efetiva do paradigma da
promoção da saúde e da participação (SANTOS e
RIGOTTO 2011). Nessa perspectiva, a OT
possibilitou uma intensa reflexão sobre território e
o processo de territorialização a partir de uma
perspectiva multiprofissional, (re)construindo o
saber e acrescentando novas compreensões.
A atuação das eSF deve estar fundamentada em um
processo de territorialização realizado de modo seguro e
esclarecedor, sendo capaz de servir de alicerce ao
planejamento em saúde. Este processo envolve uma
relação dialógica ativa entre eSF e comunidade, propondo a
compreensão ampliada da saúde-doença-cuidado.
Contudo, ainda existe uma lacuna científica que sirva de
referência à execução do processo de territorialização.
Considerando a proposta metodológica do PlanificaSUS,
toda a eSF do Ardep/ UL foi convidada a participar da
Oficina Tutorial (OT) da etapa 2.1: MACROPROCESSOS
BÁSICOS – TERRITORIALIZAÇÃO E CADASTRO FAMILIAR.
A medição das melhorias e efeitos das
mudanças aconteceram em dois
momentos distintos: durante a OT,
onde foi possível identificar a
compreensão dos profissionais sobre o
processo de territorialização; e nos dias
que se seguintes, durante o exercício do
processo de trabalho dos profissionais.
• O território é dinâmico e mutável;
• A territorialização é um processo permanente;
• O processo de territorialização é permanente;
• O processo de territorialização exige organização, metodologia e conhecimento
multidimensional sobre o território;
• O processo de territorialização possibilita a elaboração de diagnósticos
territoriais de condições de vida e saúde, fomentando o trinômio: informação-
decisão-ação;
A qualidade do processo de territorialização está relacionada com inúmeros fatores, dentre eles, pode-se destacar: a compreensão das eSF sobre
território e territorialização; os sujeitos do processo; as estratégias metodológicas utilizadas pelas eSF para aproximação com território e com o
processo de territorialização; a relação entre eSF, comunidade, família. Assim, a proposta da territorialização representa um esforço no
(re)conhecimento do território. Envolve uma relação dialógica e ativa entre profissionais da APS e a comunidade, permanentemente, e de forma
processual, supondo a compreensão ampliada da saúde-doença-cuidado.
Christina Coelho Nunes, Diana Martins Barbosa, Gelza Matos Nunes, Jacqueline dos Santos Silva, Kátia Guimarães Ramos
Ribeiro. Priscila Vieira Elias, Raquel Guieiro Cruz, Rosana de Vasconcelos Parra, Tatianna Mendes da Rocha
O desafio da implementação do PlanificaSUS em um
Estado de 853 municípios
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[guieiroraquel@gmail.com
REGIÕES DE CAPELINHA E DIAMANTINA,
MINAS GERAIS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O Estado de Minas Gerais fez adesão ao PlanificaSUS em fevereiro de 2019 tendo como objetivo a
integração da Atenção Ambulatorial Especializada e a Atenção Primária à Saúde. Os 29 municípios
participantes estão localizados nas Regiões de Saúde Ampliada Jequitinhonha e Nordeste.
O desafio de implantação do
PlanificaSUS em um estado de 853
municípios, sem perder a qualidade
do projeto, assim como alcançar os
resultados esperados com a premissa
de não acarretar custos nem para os
municípios e nem para o estado.
O PlanificaSUS vem sendo conduzido em Minas Gerais
já pensando na expansão para todo o estado. Assim,
buscamos o envolvimento do maior número de
servidores para que o piloto já servisse como
instrumento de alinhamento conceitual e treinamento,
além de construirmos e organizarmos uma estrutura
de governança técnica apta a multiplicar o projeto às
demais regiões do estado.
Necessidade da equipe da SES/MG
absorver a metodologia do projeto,
revisar as ações e programas já
vigentes em função dos novos inputs
do PlanificaSUS e criar um
mecanismo de capilarizar esse
processo. Tudo isso sob a pressão de
“Cronos” e em plena crise financeira.
Todo o projeto se encontra em fase inicial, portanto o
principal efeito imediato medido é o alcance da
segurança na condução do projeto, sem as atribulações
iniciais. A partir dessa segunda etapa do piloto
estaremos ainda monitorando a execução satisfatória
dos planos de ação, assim como a evolução de cada
município em relação ao modelo proposto.
Enfrentamos uma série de
desencontros em função do
contingente de pessoas, do tempo
muito curto para alinhamentos
internos e pela falta de clareza em
relação a metodologia a ser adotada.
Hoje, para cada rodada de workshop,
o projeto conta com 56 Facilitadores,
08 Tutoras Analistas Estaduais e 42
Tutores Municipais.
As principais lições aprendidas estão relacionadas às
estratégias de comunicação adotadas ou a ausência
delas. É sempre necessário um sponsor do projeto para
condução política da proposta e, sobretudo, dar o tom
de prioridade e dirimir impasses de autoridade ou
divergências de relações interpessoais.
Entendemos que é necessária uma estrutura de
governança robusta para a ampliação da proposta para
as demais regiões do estado. Para além do domínio do
conteúdo técnico e aprendizado do método, há o
desafio da capilarização do projeto e resposta às
questões assistenciais que irão surgir.
Autores: ARAGÃO, Fernanda Barreto1; REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; FERREIRA,
Guadalupe Sales; JÚNIOR, João dos Santos Lima; ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier.
ARACAJU / SERGIPE.
A Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe ingressa no PlanificaSUS contemplando duas regiões de saúde, Região
de Lagarto (composta por 06 municípios) e Região de Itabaiana (composta por 14 municípios).
DESAFIOS E AVANÇOS DE SERGIPE NA REALIZAÇÃO DE ALINHAMENTO CONCEITUAL
ATRAVÉS DE UM POLO FORMADOR DE WORKSHOP: RELATO DE EXPERIÊNCIA.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
fernanda.aragao@saude.se.gov.br
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Qualidade de alinhamento conceitual
através de
Um (01) polo formador por região de
saúde
Problema:
Quantitativo de profissionais versus
espaço físico adequado
Dificuldade quanto a espaços
públicos ou privados que
comportem público superior a
500 pessoas
Dificuldades em relação
ao transporte
intermunicipal
Fragilidades para
disponibilização de
alimentação para os
participantes
Parceria
SES/SE
SMS
IE
Funesa
PLANIFICASUS
SERGIPE
Sergipe possui parceiros estratégicos que têm contribuído para a realização dos
Workshops, com polo formador unificado.
1. Escola Estadual de Saúde Pública (FUNESA) Gestão logística e operacional,
garantindo condições estruturais para o desenvolvimento das atividades
pedagógicas;
2. SMS Transporte intermunicipal deslocando os profissionais ao polo formador
a cada etapa;
3. Instituições de ensino Espaço, mediante termo de cooperação técnico,
didático e científico do Programa de Estágio Curricular obrigatório.
A cada etapa a organização dos Workshops em polo único, por região,
tem sido aprimorada. Reconhecendo desafios, estratégias são discutidas
e implantadas a fim de promover encontros presenciais de qualidade na
formação teórica e bem-estar aos participantes.
A integração entre atores estaduais estratégicos enriquece e
fortalece o PlanificaSUS em Sergipe.
O estado de Sergipe tem realizado os encontros de alinhamento conceitual
do PlanificaSUS de forma unificada, por região, garantindo a logística
necessária para sua realização com qualidade, a partir da articulação
estratégica entre parceiros estaduais.
Maria Gisélia Da Silva Rocha
Projeto de Melhoria na Qualidade de Vida dos Usuários da Atenção Básica de
Buritinópolis- GO, a Partir do Uso de Plantas Medicinais
PROBLEMA
A diminuição e perca dos saberes culturais na
comunidade quanto ao uso das plantas medicinais
que promovem o auto cuidado, promoção da saúde
e empoderamento dos saberes tradicionais, além da
procura demasiadamente excessiva por
medicamentos na Atenção Básica.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
Parceria da equipe multidisciplinar e atores das secretarias
municipais de saúde, envolvimento da comunidade e consolidação
da implementação da horta de plantas medicinais na Atenção Básica.
CONCLUSÃO
O projeto de melhoria na qualidade de vida dos usuários da Atenção Básica de Buritinópolis a partir do uso de plantas
medicinais estimula a interação entre usuários e profissionais de saúde, além do empoderamento da comunidade, uma
vez que traz para o serviço de saúde a troca de saberes práticos e culturais o desenvolvimento local e promove o resgate
dos saber tradicional da população, estimulando a promoção e prevenção a saúde. Também contribui para socialização
da pesquisa científica e desenvolvimento da visão crítica tanto dos profissionais quanto da população sobre o uso
adequado de plantas medicinais, sendo relevante para promoção de saúde e para o cuidado profissional e autônomo, o
uso das plantas medicinais ainda viabiliza a possibilidade terapêutica, além dos medicamentos em comum aos serviços
de saúde, ainda fortalece a implementação de políticas públicas e estimula os profissionais de saúde a organizarem as
ações de educação em saúde e ambiental juntamente com a equipe multidisciplinar do município.
gilmaryy@hotmail.com
BURITINÓPOLIS-GO
CONTEXTO
Buritinópolis é um município do estado de Goiás localizado na Região de Saúde Nordeste II possui uma população
estimada em 3.3021 habitantes. O município possui uma Equipe de Estratégia de Saúde da Família com 100% de
cobertura estimada pelo E-SUS, sendo a Atenção Básica a reorganizadora do cuidado e única porta de entrada dos
serviços de saúde no município.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
Observa-se que a diminuição e perda dos saberes
tradicionais da comunidade a cerca do uso das plantas
medicinais tem impactado na busca demasiada por
medicação nos serviços da Atenção Básica, o que
reflete o uso corriqueiro por medicamentos e fomenta
a diminuição ou perca dos saberes tradicionais a cerca
do uso das plantas medicinais sendo visto que a
unidade de saúde não possuía outra forma de
terapêutica. Essa analise foi levantada a partir das
oficinas de Planificação da Atenção à Saúde.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
contou-se com o envolvimento da equipe
multidisciplinar do município tais como: ACS,
enfermeiro, farmacêutico, médico, técnico em
enfermagem, odontólogo, assistente social, professores,
nutricionista, educador físico entre outros, além da
interação com outras secretarias municipais,
envolvimento da comunidade, da gerencia da Atenção
Básica e Gestores do Município.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Procura pela comunidade pela oferta do uso de plantas
medicinais na atenção básica e diminuição do uso de
medicamentos em síntese na Atenção Básica.
LIÇÕES APRENDIDAS
Para implementação de ações significativas de promoção a saúde,
redução de danos e implementação de políticas publicas
necessitamos do trabalho multidisciplinar, envolvimento da equipe,
apoio da gerencia e gestores em saúde, e principalmente conhecer
os vazios assistenciais na nossa comunidade.
GISELI DA ROCHA
ESTRATÉGIAS PARA ORGANIZAÇÃO DOS WORKSHOPS NO
PARANÁ
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
giseli.rocha@sesa.pr.gov.br
4ª REGIÃO/ PR
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Este relato de experiência demonstra a evolução das estratégias utilizadas pelos profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (SESA/PR) para
organização dos workshops na 4ª Região de Saúde no Estado do Paraná, seguindo a metodologia proposta pelo projeto do PlanificaSUS.
O Paraná escolheu a 4ª Região de Saúde para implantação do
projeto do PlanificaSUS, que possui 9 municípios e 950
profissionais. Os problemas na execução dos workshops estavam
principalmente na viabilização de espaço e garantia de refeição
para profissionais devido à distância de alguns municípios.
Após a escolha da região verificou-se que na 4ª Regional de
Saúde nenhum dos municípios possuía estrutura física para
receber os profissionais de saúde que viriam nas turmas A e B dos
nove municípios. Além disso a distância entre o município sede
para o mais distante de aproximadamente 60 Km prejudicava o
deslocamento dos profissionais caso precisassem de almoço nos
seus respectivos municípios.
Com a identificação dos principais problemas, o Grupo Condutor
Estadual do PlanificaSUS, com apoio da equipe da 4ª Regional de
Saúde do Paraná, tomou medidas para identificar locais e
responsáveis por cada ação, para preparar da melhor maneira
possível os encontros com todos os profissionais da Atenção
Primária à Saúde, AAE, vigilâncias e pontos estratégicos.
Benefícios gerados através do planejamento da execução dos workshops fazem com que se gaste menos tempo na organização e os
resultados esperados melhores. Entendemos que para uma boa execução dos objetivos propostos pelo PlanificaSUS é necessário
discutir intensamente o conteúdo em uma boa estrutura.
A realização do workshop para participação de diversos profissionais precisa de “várias
mãos”, contudo, a definição de papéis é fundamental. Um dos pontos fortes foi a escolha da
melhor metodologia a ser utilizada em cada conteúdo e os parceiros que foram identificados
nos municípios, além da avaliação do grupo condutor ao término de cada workshop.
Uma das estratégias utilizadas no avanço das etapas foi a distribuição de ações e o trabalho
em equipe. Buscando ações para soluções dos problemas identificados e melhoria na
qualidade, sem que somente remediasse a situação, evitando desperdícios de tempo,
materiais, mão de obra e otimizando os recursos disponíveis.
Divididos os grupos em dois polos diferente na cidade sede da região Irati. Realizado escala
dos municípios na turma A e B de acordo com o número de profissionais que participariam dos
workshops, realizado licitação pela SESA/PR para contratação de alimentação (almoço) para
todos os participantes. Identificado os parceiros para auxílio na execução dos trabalhos.
Satisfação dos integrantes da equipe de facilitadores realizado via feedback ao término do
workshop e avaliação de satisfação dos participantes de todos os municípios envolvidos.
O workshop de abertura foi realizado no município sede da unidade vitrine Teixeira Soares, pois
o público alvo que participaria do evento era menor. No workshop 1 e 2, a regional de saúde
ficou com a organização da estrutura física local e o nível central com o apoio administrativo,
logístico e das metodologias que seriam utilizadas.
Alves, Gracielen Cristina Milomes, Veras,Graciella de Sousa.
Melhorias na linha de cuidado materno infantil no município de Pimenta
Bueno - RO através do processo de Planificação da Atenção à Saúde.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
assessoriapimentabueno@gmail.com
Pimenta Bueno/RO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Planificação da Atenção à Saúde é uma proposta de gestão e organização da Atenção Primária à Saúde e da Atenção
Ambulatorial Especializada. É nesse contexto que as Unidades Básicas de Saúde do Município de Pimenta Bueno –
RO, vem apresentando melhorias, desde 2017 com o início da Planificação na região.
As unidades não possuíam detector fetal, teste
rápido de gravidez, estratificação de risco das
gestantes e referência para o pré-natal de alto
risco.
Reuniões de equipe (gestão/profissionais), para discutir metas e
estratégias de melhoria. Transparência com os recursos financeiros
disponíveis. Investimento em Educação Permanente. Valorização da
opinião popular.
A falha na organização dos processos de
trabalho relacionados a assistência materno
infantil, resultava em um pré-natal ineficaz,
com consequências indesejáveis que
resultavam no deslocamento de uma gestante
ou concepto a cerca de 500km para uma
assistência de alta complexidade.
O impacto da Implantação da Rede de Assistência Materno Infantil
foi avaliado através das planilhas de monitoramento e dos
instrumentos de avaliação disponibilizados através do processo de
tutoria da Planificação da APS.
Avalia-se continuamente indicadores de gestão, através dos
programas e-sus AB e e-Gestor.
Com o envolvimento e comprometimento das
equipes foram realizados, intervenções na
estrutura das UBS, reorganização do território,
aquisição de equipamentos, organização de
fluxos e protocolos.
A importância de prestar um atendimento de qualidade a esta
fração da população tão vulnerável e que com pouco recurso é
possível transformar a realidade dos nossos indicadores de
assistência materno infantil. O quão importante é o trabalho em
equipe o bom relacionamento gestor/profissional/usuário.
Através da experiencia vivenciada com o Processo de Planificação da Atenção à
Saúde obteve-se um rico aprendizado. Observou-se nitidamente os impactos
provocados pela proposta de organização dos processos de trabalho e o quanto
pode ser feito com recursos alocados de forma correta e transparente.
FREDERYCO LISBÔA LÔBO
Cartão da Família: Uma Ferramenta de Fortalecimento do
Elo Entre a Unidade de Saúde e o Núcleo Familiar
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
frederycolobo@outlook.com
OUVIDOR / GOIÁS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O PEC traz enormes ganhos a funcionalidade da
UBSF, contudo com a sua utilização os
profissionais:
 Não identificam o usuário dentro do seu
núcleo familiar;
 Perdem a referência de quem é o seu ACS; e
 Não localizam o usuário dentro do território,
dificultando o fluxograma de referência dentro
da Rede de Atenção a Saúde (RAS).
A substituição dos prontuários manuais
separados por Agentes Comunitários de Saúde
(ACS) e núcleos familiares pelo Prontuário
Eletrônico do Cidadão (PEC) individualizou o
usuário, fragilizando o vínculo entre os
profissionais da Unidade Básica de Saúde da
Família (UBSF) e o Núcleo familiar pela ausência
desta identificação dentro do sistema
Toda a equipe identificou os ganhos com a
implantação do Cartão da Família, desde a
recepção, a classificação de risco/vulnerabilidade,
os profissionais da assistência e, inclusive os ACS
que relataram a valorização de suas visitas
O Cartão da Família é preenchido pelo ACS
durante o cadastro e assinado pelo mesmo em
toda visita domiciliar. Durante o agendamento é
solicitado e se estiver desatualizado é recolhido
para a realização da visita domiciliar. Os
profissionais identificam todo o núcleo familiar e
a sua localização, facilitando a adequada
aplicação do protocolo durante a classificação de
risco/vulnerabilidade. No verso do cartão existem
informações da unidade aos usuários
Com a implantação do Cartão da Família foi observado:
 Valorização das visitas domiciliares dos ACSs pelos usuários;
 Aumento do número de visitas domiciliares dos ACSs;
 Identificação do usuário com a unidade de saúde ao qual
pertencem;
 Facilidade nas decisões da equipe que envolvem o posicionamento
do usuário dentro da RAS; e
 Reconhecimento do núcleo familiar ao qual pertence o usuário
Existe a necessidade de reuniões permanentes com toda a equipe
para que diante da identificação de problemas sejam criadas
soluções, muitas vezes simples e de baixo custo como o Cartão da
Família, e que durante este processo seja realizado o monitoramento
para o aprimoramento das medidas implantadas
A Atenção Primária à Saúde (APS) em Ouvidor-GO rendeu-se ao “apaga fogo” de doenças agudas e crônicas agudizadas,
esquecendo-se dos pilares da Estratégia Saúde da Família. Com a tutoria da Planificação da APS os processos foram revisados
e vários problemas foram identificados, dentre os quais a perda de elo entre a equipe e os núcleos familiares do território
adscrito
Diante da escassez de recursos, principalmente financeiro, há a necessidade de soluções simples e de baixo custo, que
venham a melhorar a funcionalidade da equipe. O Cartão da Família foi uma das ideias que vieram a trazer inúmeras
melhorias e mudou o comportamento positivamente tanto dos usuários quanto dos profissionais. Procurou-se melhorar o
elo entre a equipe e o núcleo familiar e acabou-se por conseguir ajustar outros problemas que até então não haviam sido
identificados, como a valorização do ACS e a receptividade as visitas domiciliares.
MARA LILIAN SOUZA CORREIA, DANIELA FARIAS DE CARVALHO, KELVYA FERNANDA ALMEIDA LAGO, JOZILMA PEREIRA DE ARAUJO, ALINY DE OLIVEIRA
PEDROSA
EMPODERAMENTO DO USUARIO NO ATENDIMENTO COMPARTILHADO
PARA FAVORECIMENTO DO AUTO CUIDADO APOIADO
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
fono.mara@yahoo.com.br
CAXIAS / MARANHÃO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O uso de imagens ilustrativas é considerada relevante nas orientações em saúde pois proporciona na vida
das pessoas a facilidade de entendimento, o que possibilita alcançar a criança e seus familiares de forma
global, particular, criativa e participativa para adesão ao tratamento.
A demanda para tratamento na rede de
atendimento especializada da região de
Caxias – MA e pensando em favorecer o
potencial de atendimento e humanização
para diminuir o fluxo para tratamento na
atenção especializada e otimizar a
participação da família no tratamento de
crianças de alto risco.
Procurando desenvolver a melhoria do auto
cuidado apoiado dos usuários atendidos e
priorizando sua efetivação para resguardar
a atenção em sua integralidade, inerentes à
promoção, prevenção, recuperação e
reabilitação da saúde, respeitando,
sobretudo a individualidade do usuário.
A proposta principal da equipe é oferecer
empoderamento do usuário no
envolvimento pelo atendimento
compartilhado, pois além de otimizar o
tempo, colaborar com o atendimento
integral e multidisciplinar, cada um
ofertando a sua conduta de forma acessível
através de figuras educativas afim de
contemplar um objetivo comum.
São levantadas durante a consulta as alterações que devem
ser modificadas no cotidiano da criança com a utilização da
estratégia participativa, associados a recursos lúdicos.
Esclarecendo a família para que faça adesão participativa e
significativa no tratamento das crianças, entendendo sua
realidade, e a possibilidade de alcançar sucesso no processo
de acompanhamento na atenção especializada.
As orientações são transmitidas de maneira lúdica,
identificadas com os familiares de forma simples, que
funcionam como um estimulo. Quando visualizam as
imagens com as metas identificadas, eles conseguem fazer as
associações da criança com sintomatologia semelhante, o
que se avalia como aprendizado adquirido.
Nessa vivência é perceptível que as intervenções tiveram
rendimento satisfatório em relação as crianças. A experiência
permitiu conhecer as peculiaridades de cada grupo familiar
para planejar orientações compreensíveis e significativas aos
acompanhantes, auxiliando no desenvolvimento da
responsabilidade individual e na prevenção de alterações.
O uso da estratégia por meio de imagens, nota-se um processo de mediação, que facilita a compreensão de
cada meta a ser alcançada, constatando-se desta forma, o interesse e adesão ao tratamento. Enquanto
profissionais as ações desenvolvidas contribuem para o atendimento de forma holística.
GISELI DA ROCHA
GRUPO DE ESTUDOS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO
DOS FACILITADORES DO PLANIFICASUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
giseli.rocha@sesa.pr.gov.br
4ª REGIÃO/ PR
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná aderiu, em abril/2019, ao projeto PlanificaSUS, com o intuito de fortalecer o cuidado à saúde do
idoso na Atenção Primária e organizar a Rede de Atenção à Saúde. O projeto contém sete etapas, com ciclos de workshops, oficinas tutoriais e
cursos curtos.
Os workshops são conduzidos por facilitadores, que recebem
formação técnica no curso de educação à distância (EaD). Como
facilitar aos participantes dos workshops da região de Irati a
participação, compreensão e discussão do conteúdo técnico no
cuidado à saúde do idoso em cada etapa do PlanificaSUS
A técnica de ensino definida para trabalhar as fragilidades evidenciadas no processo de
formação dos facilitadores, foi a implantação de um grupo de estudos, com o objetivo de
fomentar a reflexão, discussão dos textos e proposições de metodologias de ensino
aprendizagem para envolver o público.
A intervenção estratégica adotada para desenvolver o PlanificaSUS no Paraná foi a
organização de grupo de estudos, implantado em agosto/2019, com a participação de apenas
14 (quatorze) facilitadores, que na sequência envolveu todos os 30 (trinta) facilitadores, via
videoconferência, ferramenta que passou a ser utilizada em todas as reuniões subsequentes.
A ausência de conhecimento de métodos de ensino e de diálogos
participativos, a densidade dos textos apresentados para os
trabalhos em grupos e a necessidade de adequar os textos à Linha
de Cuidado do Idoso, motivou a equipe de facilitadoras/es a criar
grupo de estudos, como estratégia de formação e de educação
continuada para facilitadores do PlanificaSUS no Paraná.
Após a implantação do grupo de estudos evidenciou-se a satisfação dos integrantes da
equipe de facilitadores do PlanificaSUS no Paraná, realizado por meio de feedback ao
término de cada workshop e avaliação de satisfação quanto ao domínio dos facilitadores
na condução dos grupos, realizada por todos os participantes.
Apropriação do conteúdo apresentado nos guias do PanificaSUS, tanto pelos facilitadores
como pelos participantes, atores principais no processo de ensino aprendizagem, com
postura reflexiva, valorizando os diferentes saberes (des)construídos, ressignificando a
prática profissional e valorizando o Sistema Único de Saúde.
O processo de formação dos facilitadores, paralelo com as etapas operacionais do
PlanificaSUS, demonstrou a necessidade de qualificar os facilitadores, não apenas com
repasse de informações/conteúdos, mas também a capacitação e desenvolvimento destes para
engajar, ensinar e facilitar o processo de ensino-aprendizagem.
A educação à distância para a formação de facilitador é uma importante ferramenta de qualificação e
desenvolvimento do PlanificaSUS. Porém, é necessário trabalhar, para além do conteúdo técnico, as formas de
abordagem e interação com o público, por meio de metodologias ativas, no caso a andragogia.
O Grupo Condutor do PlanificaSUS, envolveu profissionais de todas as
regiões de saúde para atuarem como facilitadores, visando sua
ampliação no estado. Entre o primeiro e segundo workshop, a
percepção da equipe de facilitadores, foi de que trabalhar apenas o
conteúdo técnico dos guias do PlanificaSUS não era suficiente para
apresentá-lo e facilitar o entendimento e o diálogo entre os
participantes.
KELVYA FERNANDA ALMEIDA LAGO LOPES; JOZILMA PEREIRA DE ARAÚJO; VALESKA CINTIA OLIVEIRA DA ROCHA; MARAISA
PEREIRA SENA; ALINY PEDROSA; EGISLANE DA SILVA SALES
MONITORAMENTO CRUZADO COMO ESTRATÉGIA PARA QUALIFICAÇÃO DO
ATENDIMENTO NA LINHA MATERNO- INFANTIL
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
kelvya-fernanda@hotmail.com
MUNICÍPIO/REGIÃO: CAXIAS- MA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O Centro Especializado em Assistência Materno Infantil (CEAMI), presta atendimento seguindo as
instruções da planificação na atenção ambulatorial especializada (AAE), às gestantes e crianças
estratificadas como alto risco pela Atenção Primária à Saúde (APS).
Lacunas da APS na estratificação de
risco, bem como a necessidade de
certificar as contribuições do plano
de cuidados compartilhado.
A estratificação de risco (ER)
adequada é indispensável para o
oferecimento do atendimento
especializado às crianças e gestantes
de alto risco. No que tange o plano
de cuidados, este instrumento é
norteador para o tratamento que
necessita ser analisado pela equipe
da APS para implementação da
assistência.
PROFISSSIONAIS
CEAMI NEP CEAMIX
MONITORAMENTO CRUZADO
( MENSAL)
Sorteio da UBS
Após as visitas, teve-se como meta inicial a
confiabilidade na estratificação de risco e busca pelo
aperfeiçoamento nos processos organizacionais nas
UBS e melhorias quanto ao registro no plano de
cuidados compartilhado.
Representante NEP/ CEAMI +
Coordenadores APS+ Gestão/
VISITA À UBS
Acontece em um clima de cooperação mútua e cultura
de aprendizado em conjunto, inclusive com os erros.
Observa-se os processos de trabalho, com atenção
especial para reorganização assistencial prestada às
gestantes e crianças.
Firma-se um elo de confiança com identificação das
possibilidades de melhorias entre CEAMI E APS,
enfatizando aspectos essenciais e indispensáveis que
devem constar tanto nos registros quanto no
envolvimento educativo do profissional e cliente.
Percebe-se a importância do monitoramento cruzado e de sua permanência efetiva, sendo um
meio eficaz para diálogo dos profissionais. A cada visita realizada, valoriza-se as potencialidades e a
necessidade de permanente vigilância e qualificação no atendimento materno infantil, com base
nas evidências científicas e no efetivo alinhamento dos protocolos entre a APS e CEAMI.
Autores: ALVES, Luciana Santana Santos; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; REIS, Ana Paula Oliva; MELO, Ana Lúcia
Sousa Nascimento; ARAGÃO, Fernanda Barreto; JÚNIOR, João dos Santos Lima; SILVA , Maria do Socorro Xavier; REIS,
Maria Izabel Mendes Cortes; ROCHA, Tatiane Batista.
O PlanificaSUS na região de Lagarto/SE: Um relato de experiência sob o
olhar do Grupo Executor Estadual.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[lucianaaju2010@hotmail.com]
ARACAJU / SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Março de 2019 / A escolha da região de saúde: critérios técnicos
Região de Lagarto, com 06 municípios, foi eleita por possuir maior cobertura NASF, enquanto critério de
desempate. Para eleger a rede prioritária a ser trabalhada (Materno Infantil), foram utilizados indicadores
estaduais de saúde.
Pré-Natal
Fragmentada
Atuação
independente
Sem carteira
básica de
serviços
TRANSFORMAR,
MODIFICAR, ADEQUAR MICRO
MACROPROCESSOS DENTRO DA
UL
ALCANÇAR AS
FUNÇÕES DA APS
RESOLUTIVIDADE
COMUNICAÇÃO
RESPONSABILIDADE
Durante os processos das Etapas Preparatória:
1, 2.1 e 2.2
Envolvimento satisfatório da APS :
profissionais e gestores
Ausência da carteira de serviços para linha de
cuidado materno-infantil (unidade isolada,
cuidado médico, decisões desarticuladas,
função assistencial
Envolvimento efetivo :
• Da Gestão Estadual (reuniões articuladas)
• Grupo Condutor Regional (apresentação dos resultados
parciais)
• Da Gestão da Unidade (com reuniões tutoriais semanais e
chamamento de outros atores locais)
Movimento de apresentação e sensibilização para os servidores
do serviço especializado
Elaboração de Plano de Ação
• projeção de impacto financeiro
• reforma e ou adequações estruturais
• aquisição de equipamentos e mobiliários
• decisão de política e de gestão para a efetivação da
carteira de serviço em resposta à necessidade da linha
materno-infantil.
• Painel de bordo com indicadores e prazos
• Verificação de avanços pelos instrumentos de
avaliação dos macroprocessos da AAE e da
execução do plano de ação.
Entende-se que muito foi feito e que ainda há muito
a fazer para o segmento e efetivação da proposta
do projeto PlanificaSUS na região de Lagarto.
O experenciar-se no projeto permitiu conhecer a
realidade da prática do fazer distante do ideal e do
esperado, o que gera coragem para perseguir a
mudança que o projeto propõe.
DANIELA COELHO BORGES danicoelho_enf@hotmail.com
VINCULAÇÃO DE GESTANTES À MATERNIDADE DE
REFERÊNCIA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
UBERLÂNDIA/ MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Rede Cegonha, estratégia criada pelo Ministério da Saúde em 2011, tem como objetivos qualificar as Redes de Atenção Materno-Infantil nos municípios e reduzir a taxa de mortalidade materno-infantil no Brasil (BRASIL, 2019). Dentre suas
ações, a articulação entre os pontos de atenção em rede, a vinculação da gestantes às maternidades e o acolhimento das gestantes e dos recém-nascidos em tempo hábil pelas unidades de saúde possuem grande peso e importância para o
alcance dos objetivos propostos pela estratégia. O município de Uberlândia nos últimos anos vinha apresentando altas taxas de mortalidade materna e infantil e tal situação fez com fossem repensadas algumas práticas para garantir a
integralidade do cuidado e a qualidade da assistência prestada e, a partir daí, a diminuição desses números. A vinculação das gestantes à maternidade de referência foi a base desse plano de ações.
Alta taxa de mortalidade materno-infantil no município. Esse fato, infelizmente, acompanha a
realidade do cenário nacional sobre mortalidade. Para Laurenti et al. (2004), a mensuração
da mortalidade materna não é simples, o que reduz sobremaneira, a criação de estratégias
para redução desse fenômeno. Os mesmos autores informam que no Brasil as taxas de
mortalidade materna e infantil são motivos de grande preocupação para os governantes.
Viana et al. (2011) declaram que para mudar esse triste quadro é necessário
comprometimento das áreas política, social e econômica de forma responsável.
Além da vinculação e avaliação da mulher grávida com 40 semanas de idade gestacional na maternidade, outras estratégias da equipe
para garantir o adequado acompanhamento das gestantes são: captação precoce das gestantes; orientação para as pacientes sobre o
fluxo de atendimento na rede de saúde e ações durante o pré-natal; realização de visitas domiciliares mais constantes nas casas das
gestantes; encaminhamento para avaliação e conduta com equipe de saúde bucal de referência; marcação de todas as consultas
programadas de pré-natal já no primeiro atendimento; confirmação prévia das consultas marcadas - pelo whatsapp, contato telefônico
ou vistas domiciliares, lembrando a gestante sobre sua consulta marcada; busca ativa das faltosas para atendimento ainda na mesma
semana; agendamento programado de vacinas; atendimento compartilhado entre médica da unidade e tutora de ginecologia e
obstetrícia; relato de caso de infecções ou quaisquer outras intercorrências do pré-natal, feito pela médica para a enfermeira, para que
essa possa acompanhar de perto a resolução do caso (uso de antibióticos prescritos, repetição de exames laboratoriais etc.);
atendimento compartilhado das gestantes com profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF (assistente social,
fisioterapeuta, educador físico, psicóloga), quando necessário; realização de grupos operativos com as gestantes.
Ainda não foi criado nenhum instrumento de avaliação qualitativa sobre as ações que vêm sendo executadas, embora as falas das
puérperas após retorno para atendimento na unidade de saúde têm sido favoráveis. Também as gestantes fazem relatos de estarem
surpresas com a organização do serviço, principalmente quanto à programação de todas as consultas de pré-natal, já no primeiro
atendimento. Além disso, elas fazem menção sobre o quanto é interessante conhecer a maternidade e a equipe que as
acompanharão durante o parto, fato esse que confere bastante segurança às pacientes e confiança no serviço prestado. Espera-se
que, em breve, a medição da melhoria ocasionada com a intervenção estará expressa na diminuição da taxa de mortalidade do
município, em virtude das boas práticas que vêm sendo aplicadas.
Foram feitas reuniões de padronização de condutas entre membros das equipes de Atenção
Primária (enfermeiro e médico) e representantes da maternidade. Nessas reuniões foi
elucidada a importância da vinculação das gestantes à maternidade para garantia da
integralidade do cuidado e maior segurança e tranquilidade para a gestante. A partir das
reuniões para alinhamento de conduta foram feitas reuniões locais com a totalidade da
equipe de Saúde da Família para divulgação da ideia e definição de responsabilidades de
cada um dos profissionais da unidade. Algumas ações realizadas na unidade: envio de
relatórios quinzenais à gestão e à maternidade, contendo os principais dados das gestantes
e destacando a idade gestacional de cada uma delas; conferência dos cadastros das
gestantes a respeito da vinculação à maternidade; orientação massiva às pacientes durante
as consultas de pré-natal sobre a vinculação à maternidade (com ênfase das informações na
primeira consulta de pré-natal, que é realizada pela enfermeira); encaminhamento médico da
gestante com 40 semanas de idade gestacional para avaliação e conduta na maternidade de
vinculação; marcação rápida de consulta para o binômio – primeira consulta puerperal e de
puericultura, mediante contato da maternidade com a unidade de referência da paciente ou a
partir da identificação da alta da puérpera e do bebê da maternidade, por algum membro da
equipe de saúde. Além dessas ações, o olhar cuidadoso de toda equipe a respeito de todo o
cuidado pré-natal fazem parte da rotina de trabalho dos profissionais.
A atenção adequada durante a assistência pré-natal é essencial para a garantia da saúde
materna e fetal. Através das boas práticas durante esse acompanhamento assegura-se a
evolução favorável da gravidez, o parto sem complicações e a saúde do binômio mãe-
bebê (ANDRADE, et al., 2016, p. 2377). Altas taxas de mortalidade materna e infantil
podem ser evitadas a partir da assistência qualificada e garantia da completude do
cuidado, que nada mais é do que assegurar o princípio de integralidade da assistência no
Sistema Único de Saúde. No caso de gestantes e recém-nascidos, esses cuidados
envolvem o atendimento pré-natal, a assistência durante o parto e os cuidados após o
nascimento. É essencial o trabalho em rede e a manutenção da “conversa” e da troca de
informações permanentes entre unidade de saúde e maternidade. O envio de relatórios
periódicos com informações das gestantes acompanhadas na Atenção Primária à Saúde
(APS), o encaminhamento de gestantes com 40 semanas para serem avaliadas e para
conhecerem o serviço de saúde no qual darão a luz aos seus bebês (fluxo de informações
da unidade para a maternidade), a contrarreferência de como foi o parto e a informação
da alta da puérpera e do bebê (fluxo de informações da maternidade para a unidade) são
estratégias simples, porém de grande valor, que podem fazer toda a diferença na
qualidade do serviço prestado pela rede de saúde como um todo. É a tecnologia leve
sendo bem empregada e a serviço do sistema de saúde para garantir bons resultados na
resolução das causas que podem contribuir para o aumento da mortalidade materno-
infantil.
A respeito dos aprendizados sobre essa experiência, enfatiza-se o trabalho em equipe, que deve apresentar fala coesa e única e
ações assertivas e no tempo certo. Outros pontos importantes são a boa orientação aos pacientes, o acolhimento e o
acompanhamento sistemático e rigoroso dos casos, principalmente dos que mais requerem nossa atenção. Além disso, o
trabalho em rede, com destaque para a referência e contrarreferência das pacientes, e o diálogo constante, tanto dentro da
mesma equipe de saúde, quanto entre equipes de saúde de diferentes pontos de atenção. Devemos ter sempre em mente que
fazemos parte da mesma rede de assistência, cada equipe de saúde com suas particularidades e pontos fortes e que
precisamos agir, de fato, como um sistema de saúde único, visto que todas as ações realizadas são em prol do bem-estar e da
qualidade de vida dos pacientes.
Pode-se concluir que todo esse processo será de ganho para todas as esferas de sujeitos envolvidos, a citar: as gestantes e suas famílias que adquirem segurança e confiança na assistência prestada, recebendo informações
coesas da equipe de saúde, tomam conhecimento de toda a programação do pré-natal, recebem atendimento multiprofissional quando necessário, são ajudadas a monitorar e resolver quaisquer problemas que porventura venham
a surgir durante o acompanhamento, conhecem previamente a maternidade, as ações e a equipe responsável pelo parto; os profissionais de saúde que promovem a integração entre os pontos de atenção responsáveis pela
assistência à saúde da mulher, compreendem que a tecnologia leve é um poderoso instrumento de trabalho e se realizam profissionalmente, pois conseguem proporcionar a boa condução de seus trabalhos e obter bons resultados
nos casos acompanhados; a gestão da rede de saúde, que terá a certeza do comprometimento dos profissionais de saúde com seu trabalho e da qualidade da assistência prestada aos usuários do sistema de saúde; a sociedade
como um todo que, certamente, ganhará com a redução das taxas de mortalidade materna e infantil e poderá contar com uma rede de saúde integral e eficaz.
Adilson Ribeiro; Jessica Souza; Josiane Moreira; Jussara Oliveira; Leandro Gama; Monica Cruz; Muriel Andrade;
Patrícia Borges; Roberto Deway; Simone Soares
O processo de implementação do Planifica SUS na Atenção Ambulatorial
Especializada (AAE): Relato de experiência da Policlínica Regional de Saúde do
Baixo Sul
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
jessicaenf@yahoo.com.br
VALENÇA/BAHIA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Policlínica Regional de Saúde do Baixo Sul atende uma população adscrita de 13 municípios consorciados totalizando,
aproximadamente, 334.242 habitantes. A cobertura populacional da Estratégia de Saúde da Família (ESF) na região é de
86%. Inicialmente será adotada a carteira básica da linha de cuidado de Hipertensão e Diabetes.
 Envolvimento das Comissões de Saúde da Policlínica na
organização dos macroprocessos;
 Marcação de consultas/exames subsequentes na Policlínica;
 Envolver a APS nos agendamentos e no cuidado
compartilhado;
 Formulário de compartilhamento do cuidado
 Gestão baseada na oferta;
 Critério Populacional para rateio das vagas;
 Acesso aos serviços especializados através
das Centrais Municipais de Regulação à
Saúde;
Ausência da
participação da APS na
regulação do acesso aos
serviços especializados
Comprometimento da
garantia da Integralidade
do cuidado;
Não utiliza o modelo de
estratificação de risco para
o acesso;
Sem vínculo entre usuário
e os profissionais da
atenção especializada.
 Equipes da assistência e da gestão AAE
comprometidas com o novo modelo de
atenção;
 Ações cooperativas e interdependentes da AAE
e da APS;
 Aumento da participação dos profissionais e da gestão na
construção de indicadores de acesso/qualidade;
 Participação do usuário através da ouvidoria no processo de
implementação do projeto;
 Reuniões frequentes entre os tutores/equipe APS e AAE
 Construir um modelo de atenção à saúde resolutivo,
organizado por meio das Redes de Atenção á Saúde (RAS);
 Comunicação qualificada entre APS e AAE que permite a
identificação de fragilidades e potencialidades dos serviços e
da RAS.
A implementação do projeto propõe mudanças no modus
operandi das equipes e dos serviços, o que é desafiador,
porém esse modelo irá direcionar o cuidado para as
condições crônicas mais prevalentes na região
proporcionando resolutividade na assistência e otimização
na utilização dos recursos no SUS.
Rosângela A. Vaz / Silvana Hubner
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM GESTANTES NO PROCESSO DE
PLANIFICAÇÃO
PROBLEMA
No município de Pimenteiras do
Oeste, as gestantes antes da
Planificação não eram
estratificadas pelo risco Habitual,
médio e Alto Risco.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
A partir das tutorias nos foi apresentado o
instrumento check list da gestante, e realizado
capacitação na ficha de estratificação de risco.
Aplicamos em todas as consultas de pré natal que
resulta num plano de ação, em seguida através do
levantamento de todas as gestantes do município
com os ACS, mapeamos 37 gestantes, destas, 30
classificadas como risco habitual, 5 classificadas
como médio risco e apenas 2 foram encaminhadas a
atenção terciária especializada.
CONCLUSÃO
O acompanhamento do pré-natal assegura um melhor desenvolvimento da
gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impactos para a
saúde materna, sendo fundamental a estratificação do risco gestacional na atenção
básica.
roaraujo.vaz@gmail.com
Pimenteiras do Oeste - Rondônia
CONTEXTO
A estratificação das gestantes por estratos de riscos é um elemento central da
organização da rede de atenção à saúde da mulher e criança, possibilitando um elo
entre a atenção básica e a especialidade.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Com o processo de Planificação em
especial após abril 2019 ficou claro
ao médico de família e enfermeiro a
necessidade de uma revisão dos
critérios e dos estratos de risco da
gestante.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Inicialmente o médico não achava
necessários a estratificação em todas as
consultas, porém após discussões com a
enfermeira houve uma boa adesão e a
equipe prontamente aceitou este
processo. Todos perceberam a
importância de estratificar as gestantes
bem como o monitoramento.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
A medição é feita pela enfermeira da equipe com o
auxílio dos ACS, através de monitoramento mensal da
planilha no horário protegido, intensificado as visitas
domiciliares a estas mulheres, em especial se o escore
nos aponta para médio risco ou alto risco.
LIÇÕES APRENDIDAS
A aproximação e o compartilhamento com a rede
especializada trouxe mais segurança no processo
da Planificação e no atendimento a gestante na
atenção básica, esta realidade foi muito esperada
na nossa região de saúde.
Autores: ARAGÃO, Fernanda Barreto1; BARROS, Ana Lídia Nascimento de; REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana
Paula Vieira Alves; FERREIRA, Guadalupe Sales; SANTOS, Ivamilton Nascimento; JÚNIOR, João dos Santos Lima;
ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier. ARACAJU / SERGIPE.
A região de Lagarto é composta por 06 municípios com especificidades relevantes para o processo de
reorganização e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde.
ESTRATÉGIAS PARA AVANÇOS DA APS EM MUNICÍPIO DA REGIÃO
DE LAGARTO/SE: RELATO DE EXPERIÊNCIA.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
fernanda.aragao@saude.se.gov.br
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Dentre os municípios que compõem a Região,
encontra-se o município PV, que apresenta
fragilidades na APS:
Falhas na execução de ações inerentes à ESF;
Cumprimento de carga horária;
Equipes incompletas;
Áreas descobertas.
Dificuldades
financeiras
Recursos
destinados a
manutenção
de serviço de
urgência
Impasses
importantes
nos
processos de
trabalho
Fragilização
nas relações
interpessoais
Falhas quanto ao
cumprimento
efetivo das
atribuições das
eSF
Ações de Apoio Institucional
SES COSEMS
Durante as Oficinas Tutoriais (OT)
Discussão das problemáticas municipais
•Promover a discussão técnica da PNAB e
programas da APS;
•Visita da RT e-SUS AB/SES;
Apoio Institucional
APS/SES
•Discussão sobre a efetividade do serviço
de urgência municipal;
Apoio Gestão APS
/SES
•Apoio direto à gestão municipal.
Apoio Institucional
do COSEMS/SE
A integração de diversos atores, que ocupam diferentes
espaços de gestão (SES, SMS, COSEMS) tende a
potencializar o produto de projetos de intervenção como o
PlanificaSUS.
O Projeto PlanificaSUS reafirma a necessidade de construção da rede
entre pessoas, com apoio mútuo e integração, rumo aos primeiros
passos na construção das RAS.
Elaboração de relatórios de análise situacional do
serviço de urgência para avaliação da efetividade junto
ao poder executivo local;
Reflexão e discussão sobre a necessidade de
fortalecimento da APS;
Proposta, a ser aprovada, para realocação de recursos.
CASTELLO, R; BONATI, P; OLIVEIRA, K; BARRA, R.
TREM DA SAÚDE DO IDOSO
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
ricardovcastello@gmail.com
UBERLÂNDIA/ MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
No início de 2017 foi implantado o Qualifica SaUDI em Uberlândia-MG, cuja metodologia é a Planificação da Atenção à Saúde
(PAS), utilizada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), desde então é realizada a qualificação das equipes
de saúde com foco nas Rede de Atenção à Saúde (RAS).
No município de Uberlândia-MG não era
realizada a estratificação de risco da saúde do
idoso, por isso, o sistema era fragmentado e
pouco eficiente, além de ser reativo e orientado a
atenção às condições agudas da pessoa idosa.
O problema de ofertar atendimento de maneira
fragmentada é que se torna reativo às demandas,
uma vez que o médico, sendo o principal ator a
ser responsabilizado, direciona seu atendimento
com ênfase em ações curativas e pouco observa a
influência da equipe multiprofissional, além
disso, compreende sua consulta de maneira
biomédica focada na doença.
Para que exista um plano de cuidado à saúde da
pessoa idosa é necessário envolver
principalmente a gestão, considerando que ações
à longo prazo devem ser bem gerenciadas e
monitoradas. Após estabelecidas as metas e
identificado o problema, envolve-se toda a
equipe de atenção básica restabelecendo a
coerência entre a demanda e a oferta,
otimizando a utilização dos recursos municipais.
A primeira estratégia foi sensibilizar a gestão em saúde sobre a
importância da estratificação de risco, após feito, realizou "mutirões"
em cada setor da cidade (central/norte, leste, oeste, sul, zona rural)
realizando capacitação dos profissionais no instrumento IVCF-20 e
como realizar a gestão de caso na situações de idosos estratificados
como frágeis.
No período de 2018 e 2019, nesses 5 mutirões, foram avaliados 514
idosos com idade média de 70 anos. Através do IVCF-20 verificou-se
que desses idosos, 281 foram considerados robustos, 159 estão em
processo de fragilização e 71 foram avaliados em risco frágil. Foram
capacitados mais de 300 profissionais vinculados a atenção básica e
especializada.
O trabalho em rede se torna eficiente por identificar o indivíduo
dentro de um contexto biopsicossocial, além disso, desenvolver ações
baseadas em conhecimentos técnicos de cada segmento profissional
torna mais rico o diagnóstico e o plano de cuidado. O conhecimento
ampliado da clínica organizado por um contínuo de atenção foi
melhorado.
A capacitação dos profissionais de saúde foi muito positiva. Sabe-se
que a qualidade da assistência está diretamente relacionada à
formação dos profissionais. Por isso, destaca-se a importância desse
tipo de atividade político-pedagógica, a qual proporciona a melhora e
a qualificação da saúde.
Autores: Cristiane Muniz Saad / Érika de Almeida Leite da Silva Teixeira de Souza / Claudia Cristina Macedo
Contribuições da Planificação da Atenção à Saúde (PAS) na Qualificação do Processo de Trabalho da
Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) de uma Coordenadoria de Área de Planejamento (CAP) no Município do Rio de
Janeiro (Período de Agosto de 2018 à Novembro de 2019)
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
cristianesaad.sms@gmail.com
Rio de Janeiro - AP 3.1
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A CAP tem a responsabilidade sanitária sobre o território com 1 milhão de pessoas e 32 unidades da APS. A Divisão de Ações e Programas - DAPS com o Núcleo Interno de Regulação-NIR e o Núcleo de
assistência farmacêutica-NAF realizam a assessoria técnica o cuidado das pessoas que nascem, crescem e envelhecem nesse território.
A DAPS/NIR/NAF realizava a assessoria técnica com base na resolução de
problemas emergenciais sem um propósito específico. As Linhas de Cuidados e
Eixos Estratégicos não tinham a estruturação dos processos de trabalho e
portanto possuíam uma série de fragilidades no monitoramento e avaliação.
Engajamento da equipe no estabelecimento de 4 fases: Compreender, Reestruturar, Ajustar e Construir Novos
Processos na DAPS/NIR/NAF; Construção da identidade desse novo jeito de trabalho em equipe, Descrição da
Cadeia de Valor e da Metodologia de trabalho, Desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais,
Desenvolvimento de projetos de melhoria com foco em resultados.
Construir cultura organizacional baseada em propósitos; Coordenar Linhas de Cuidados, Eixos Estratégicos e
Ações de saúde no território; Estruturar os macro
e microprocessos com base no modelo operacional de Construção Social da Atenção Primária à Saúde e Modelo
de Atenção às Condições Crônicas, Desenvolvimento de Competências Técnicas e Comportamentais;
Implementação dos projetos de melhoria.
Trabalho realizado de forma emergencial e com falta de propósito; fragilidade
na definição e interação nos processos; falta de definição de responsabilidade
técnica e vacâncias em linhas de cuidados ou eixos estratégicos; grupo de
trabalho desagregado e com fragilidades técnicas; falta de um diagnóstico de
situação de saúde e sua análise; fragilidade no monitoramento e avaliação dos
indicadores.
Construção do propósito, missão, visão e valores, Criação da Cadeia de Valor e do Quadro de gestão das Linhas
de Cuidados e Eixos Estratégicos; Materialização dos Projetos: Segurança do Paciente na APS, Sistematização da
Assistência de Enfermagem, Estruturação da Porta de Entrada com Classificação de Risco e Estratificação das
Condições Crônicas.
Aproximação da Alta Liderança; Desconforto da equipe e das unidades com as mudanças; Entendimento sobre
uma organização com propósito; Mapeamento dos Processos, Estruturação do Monitoramento e Avaliação dos
indicadores, Reorganização dos processos de Porta de Entrada, Indução da Assistência Farmacêutica e Boas
Prática de Segurança do paciente.
Realizou-se consultorias e oficinas da PAS com a Assessoria do CONASS;
Encontros com Alta Liderança (SES,SMS eCAP), FIOCRUZ, Assessores Técnicos,
Gestores das Unidades APS e Conselho Distrital de Saúde; Participação de
capacitações e eventos que agregassem valor à equipe; Tutorias nas 4 unidades
laboratório e Visitas de monitoramento dos processos nas outras unidades.
Trabalhar os processos com visão sistêmica e fator humano; Realizar projetos curtos, com metas alcançáveis e
recursos disponíveis, atendendo às necessidades do território em tempo oportuno; Incidentes com desfechos
desfavoráveis ocorrem por condições crônicas agudizadas, Monitorar em tempo real; Processo de cocriação
para garantir resolutividade.
A assessoria do CONASS potencializou a PAS com a materialização das inovações a partir das unidades laboratórios, que contribuíram para o fortalecimento das Redes de Atenção à Saúde e das linhas
de cuidados, a melhora dos processos e o acompanhamento do território vivo.
AUTORES: Giane Gioia e Kátia Virgílio
PLANIFICASUS – O Resgate do encantamento da Atenção Primária
PROBLEMA
Verificamos que houve uma
perda de encantamento, da
emoção em atender o
usuário e enxergar o
resultado, perderam a lógica
da APS no nosso município
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
Criaram estratégias de encontros e discussão
que foram sendo demonstradas no dia a dia da
unidade, inclusive na visualização. E, fomos
verificando a mudança no atendimento ao
usuário.
CONCLUSÃO
A Atenção Primária de Saúde é o carro chefe
da nossa saúde.
Que consigamos sempre tornar o Sistema
Único universal a todos sem
distinção.
controleavaliacaopr@gmail.com
Médio Paraíba-PORTO REAL/RJ
CONTEXTO
A Atenção Primária de Saúde tem em seu contexto trabalho de equipe e tem como objetivo a
integralidade, articulando com as Redes de Atenção à Saúde a certeza da promoção e
prevenção, bem como a garantia da continuidade do cuidado, reconhecendo que o cuidado
integral do usuário deverá ser
prioridade.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Aumento das demandas
reprimidas, o aumento de
doenças, exemplo a oncológica,
o aumento do atendimento da
urgência e emergência do
Hospital Municipal.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Na chegada do PLANIFICASUS,
apesar da desconfiança,
observamos que a equipe
escolhida para laboratório
demonstrou um alívio, uma luz
no fim do túnel em reconstruir
as diretrizes, enfim dar cor a
unidade
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Desde o primeiro encontro na unidade e nos
posteriores, verificamos um encantamento e
cor diferente na unidade, uma alegria em
providenciar a melhoria
LIÇÕES APRENDIDAS
O usuário estar sendo atendido e
acompanhado na unidade, ver o brilho nos
olhos de cada um, aquela força interna, mas
agora chegando organizada e objetiva,
promovendo o cuidado, fazendo em sintonia,
tudo junto, tendo tempo para a busca e para o
tratamento
AUTOR PRINCIPAL: Marcia Ribeiro da Silva Prado;
CO-AUTORES: Georgia Santos de Souza; Ana Rita Faria; Nubia Cassia Camargo Carvalho;
Cynthia Silva Stockler
Atenção Continua- Auto Cuidado Apoiado para Pacientes
Diabéticos
PROBLEMA
Foram incluídas pessoas com DM2, acompanhadas
pela equipe da UBSF Morumbi 1. Os critérios de
exclusão foram os seguintes: Dificuldades de
locomoção dos pacientes, diabéticos
impossibilitados de realizar as atividades de
autocuidado, em virtude de déficit visual, transtorno
mental e/ou limitações físicas.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
Em casa, os usuários continuam sendo acompanhados pelos agentes comunitários de saúde,
que verificam se o plano pactuado com a equipe está sendo cumprido.
Visitas domiciliares pelo padrinho são realizadas periodicamente.
É um atendimento direcionado de forma integral para o usuário. Não é feito um atendimento
com base apenas em um olhar, mas um olhar integrado, inter e multidisciplinar.
No autocuidado apoiado, os usuários e a equipe multiprofissional fazem parte de um único
time, com o mesmo objetivo: enfrentar as condições crônicas de maneira inovadora. Trata-se
de intervenção voltada à mudança de comportamento e estilo de vida aplicada nas ações de
adoção de comportamentos saudáveis e apoio ao autocuidado. Os usuários gerenciam seu
próprio cuidado, tomam decisões cotidianas sobre alimentação, atividade física e medicação.
A equipe de saúde preparada procura ampliar a capacidade de confiança e eficácia dele no
manejo de sua condição. Nessa parceria que se estabeleceu entre o profissional de saúde e o
paciente é construído colaborativamente o Plano de Autocuidado. O início da elaboração do
plano de autocuidado, após a avaliação é aconselhar, esclarecer dúvidas, verificar se a pessoa
entendeu sobre o assunto, a partir daí o paciente seleciona algum comportamento para adotar
nos próximos dias, considerando o grau de interesse e de confiança em executar o plano. O
acompanhamento do processo de mudança pelo profissional é realizado semanalmente e/ou
quinzenalmente. Os instrumentos de registros de monitoramento são diários pelo usuário e
pelo profissional registro de planilhas de monitoramento.
CONCLUSÃO
Adotar comportamentos saudáveis é fundamental para o alcance das metas do cuidado das condições crônicas.
No entanto, as pessoas e as equipes de saúde geralmente desconhecem abordagens efetivas para lidar com
questões como a ambivalência, os obstáculos, os lapsos e as recaídas presentes no processo de mudança. Ao
reconhecer isto, a equipe de saúde escolhe as melhores estratégias para apoiar a pessoa no processo de adoção
e sustentação de comportamentos saudáveis.
marciarsprado2017@gmail.com
Uberlândia- MG
CONTEXTO
Para a equipe de saúde, é fundamental reconhecer o contexto pessoal e cultural como dimensões importantes na dinâmica de
mudança de comportamento. Desta maneira, estabelece-se uma relação ética onde a valorização do outro, da sua história de vida e
da sua capacidade em resolver seus problemas é considerada. Com o apoio dos profissionais de saúde, o usuário é quem decide
quais comportamentos quer adotar neste momento, pactua e elabora um plano de ação para isso. A equipe de saúde acompanha e
monitora este processo, auxiliando-o a adequar seu plano de acordo com os resultados alcançados.
AVALIAÇÃO DOS PROBLEMAS E ANALISE DAS
CAUSAS
Alcançar a estabilidade no controle clínico e metabólico
do DM é um desafio, tendo em vista a complexidade dos
fatores que interveem nesse processo. Além de
informações sobre mudanças na alimentação, na prática
de exercícios físicos, uso de medicamentos e manejo de
insumos necessários ao tratamento, a equipe de Saúde
da Família também precisa entender o conceito que o
usuário tem sobre a doença e quais são as
informações necessárias para que ele consiga assumir a
autonomia e a corresponsabilidade nas decisões
diárias referentes ao autocuidado, adaptadas à sua
realidade socioeconômica e cultural.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
As metas do plano de cuidado são ajustadas e
acordadas com uma equipe multiprofissional,
composta por Enfermeiros, Dentistas,
Fisioterapeutas, Profissional de educação física,
Psicólogos, Assistentes sociais, Farmacêuticos,
Médicos Clínicos, Cardiologista, Endocrinologista,
Oftalmologista e Agentes comunitários de saúde.
Os profissionais trabalham de maneira
interdisciplinar, discutindo os casos e
acompanhando a evolução de cada usuário.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
Após o monitoramento de três meses os pacientes são avaliados novamente através de
exame laboratorial em um novo encontro com a equipe multidisciplinar. Mudanças podem
significar um processo intenso na vida de qualquer pessoa. Quando se tratam de
transformações no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação
mais saudável, o assunto fica ainda mais sério.
“Eu preciso de alguém me incentivando para fazer exercícios”, resume um paciente que
aderiu muito a mudança do estilo de vida e tem participado das atividades com
profissional de educação física na unidade.
O brilho no olhar de uma paciente que relata que tem se sentido muito melhor após o
inicio do monitoramento das mudanças que foi pactuada.
LIÇÕES APRENDIDAS
Achar que a pessoa não poderá mudar por não estar motivada; Não avaliar a capacidade de
autocuidado da pessoa; Estabelecer o plano de autocuidado e o monitoramento sem
solicitar permissão antes; Não permitir que a pessoa crie suas próprias formas de solução
de problemas induzindo-a a uma solução; Forçar a escolha de um comportamento para
mudança gerando resistência; Focar no problema e nas metas e esquecer o vínculo com a
pessoa; Pactuar muitas mudanças ao mesmo tempo; Não cumprir com a agenda de
monitoramento acordada; Não registrar o monitoramento e o Plano de Autocuidado
acordado com a pessoa.
As metas do plano de cuidado são ajustadas e acordadas com uma equipe multiprofissional, composta por Enfermeiros, Dentistas, Fisioterapeutas, Profissional de educação física, Psicólogos, Assistentes sociais, Farmacêuticos, Médicos Clínicos, Cardiologista, Endocrinologista, Oftalmologista e Agentes comunitários de saúde. Os profissionais trabalham de maneira interdisciplinar, discutindo os casos e acompanhando a evolução de cada usuário.
Cordélia Maria de Araújo
PlanificaSUS: uma Estratégia de Organização da Atenção à Saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
cordeliamaria4ursap@rn.gov.br
4ª Região de Saúde/RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A 4ª Região de Saúde, RN, possui uma população de 310.142 habs, distribuída em 25 municípios; elegeu
atuar na organização da rede de atenção às pessoas com condições crônicas, com foco na linha de cuidado da
hipertensão e diabetes.
O alto índice de hipertensos e diabéticos
com uma projeção (IBGE) de 9.082 pessoas,
na faixa etária de 20 anos e mais,
estratificados como alto risco em diabetes e
hipertensão, com uma resposta ineficiente
do sistema de saúde às necessidades de
saúde da população.
Oficina preparatória sobre o papel
dos facilitadores e tutores;
Oficina de alinhamento conceitual e
metodológico para facilitadores e
tutores, antes de cada workshop;
Descentralização dos workshops
para o território de cada município;
Uso de metodologias ativas na
condução dos workshops.
Complicações por diabetes e hipertensão
elevando o índice de internações por
condições sensíveis à Atenção básica –
ICSAB;
Ações fragmentadas e centradas nos
eventos agudos, com manejo inadequado
das condições crônicas na APS;
Necessidade de organização de uma AAE de
forma regionalizada e integrada às equipes
da APS.
Trabalhadores da APS (1983) em
processo de capacitação;
Bom índice de adesão dos
profissionais de saúde;
Integração de tutores e
facilitadores, qualificando o
processo;
Melhoria do processo de trabalho
das equipes da ESF.
Envolvimento dos
grupos condutores
estadual/regional;
Facilitadores:50
Tutores: 26
A proatividade dos facilitadores com suas habilidades e
conhecimentos para formar os demais;
O envolvimento das universidades em atividades de
formação;
A criação de grupos de comunicação entre todos os atores.
A planificação é um processo de muito aprendizado e aponta muitos desafios.
Inicialmente foi um misto de ansiedade, insegurança mediante um processo
desconhecido e que aponta transformações que exige pactuações para implantação da
AAE e uma APS resolutiva e coordenadora do cuidado.
BRUNA MELO AMADOR; AURIMERY GOMES CHERMONT, ALDA HELENA DASILVA MELO; DELMÁRCIA THAIS BARBOZA ROCHA; EDUARDO PADILHA BARROS
LÍLIAN CARLA MONTEIRO DA SILVA; LILIAN OLIVEIRA MAGALHÃES; LUÍS AUGUSTO MELO E SILVA e MARIA DE NAZARÉ SOUZA DA SILVA
A METÁFORA DA CASA COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA
APLICAÇÃO DO WORKSHOP NO PROJETO “PLANIFICASUS” NO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA-PARÁ
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
bruna.amador@hotmail.comBRAGANÇA - PARÁ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A experiência do segundo workshop do projeto “PLANIFICASUS” ocorreu no município de Bragança, Pará, composto de
26 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com 48 Equipes de Saúde da Família, cinco pontos de apoio.
A abordagem de uma temática tão
intrincada de conceitos e discussões a cerca
da construção da Atenção Primária à Saúde,
trouxe para tutores e facilitadores a
interrogação de como se trabalharia o
conteúdo de forma dinâmica e objetiva para
500 pessoas em três dias.
Portanto, os workshops dois aconteceram em três dias, em um
espaço que propiciava a formação de grupos e como estratégia
de metodologia, utilizou-se “a metáfora da construção da casa”,
proposta por Mendes, que norteou toda atividade. Para tal,
foram utilizados materiais como: papéis coloridos, E.V.A, isopor,
cola, cartolinas, canetas coloridas e o guia workshop 2.
Alguns objetivos não foram alcançados no
primeiro wokshop, devido o local do evento que
não favoreceu a formação de grupos, além da
leitura compartilhada utilizada pela equipe não
sensibilizou para o assunto a plateia.
A equipe da “planificaSUS” otimizou todo o conteúdo sobre
território, gestão de base populacional e de oferta, e ações de
vigilância em saúde com a construção social da atenção primária
à saúde. Além de conseguir cumprir o horário estabelecido pelo
local.
A equipe da planificação após a construção do material e
utilização de metodologias ativas para aplicar o conteúdo, se
aproximou mais da plateia, instigou discussões e a interação
entre participantes de várias categorias profissionais, com
uma linguagem que nivelou o conhecimento entre os
participantes e provocou discussões da forma como a
assistência é prestada no município.
É necessário estar sensível a novas forma de desenvolver metodologias dentro do processo do projeto do “PlanificaSUS”,
desafiando a equipe a trabalhar conteúdos densos, por meio de propostas dinâmicas que movimentem a plateia e
provoque a criatividade da equipe.
Carolina Leite Ossege, Cristiane Peres dos Santos, Moema Liziane Silva Campos e
Carine de Cássia Souza de Assis Ribeiro Rodrigues
IMPLEMENTAÇÃO DO CADASTRO NA APS: UMA EXPERIÊNCIA
POSITIVA NA PLANIFICAÇÃO DA REGIÃO CENTRO-SUL
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
ossege.c@gmail.com
Brasília/Distrito Federal
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Atenção Primária à Saúde (APS) abrange a discussão da territorialização como peça chave para o fortalecimento da rede
de atenção. Assim, o cadastro familiar consiste em uma ferramenta para conhecer a população, constituindo base
importante para o vínculo entre os profissionais e os usuários.
Identificou-se um número inicial de cadastros
subestimado em relação à meta de cobertura,
considerando os dados das cinco Unidades
Básicas de Saúde incluídas na Planificação. Há,
também, dificuldades estruturais e logísticas das
equipes quanto à implementação do
cadastramento no território.
Os profissionais demonstraram ao início do
processo dificuldades em relação às mudanças.
Entretanto, foi possível perceber um
envolvimento crescente ao longo das duas etapas
desenvolvidas até então na planificação. Após o
workshop cujo tema foi territorialização, as
equipes evidenciaram maior apropriação do
tema, o que forneceu subsídio para as ações
propostas.
Os fatores limitadores da expansão do cadastro
pelas equipes incluem o déficit expressivo de
Agentes Comunitários de Saúde, a demanda
significativa das unidades básicas de saúde. Além
disso, há a interferência do fator humano no
processo, e a inconsistência dos registros
realizados nos sistemas de informação
É notável o empenho do grupo condutor e dos servidores em realizar
as devolutivas propostas, o que não seria possível sem a
compreensão da importância de repensar os processos de trabalho
da inserção dos profissionais, usuários e serviços nas redes de
atenção à saúde.
A planificação traz as ferramentas necessárias para instrumentalizar os
profissionais em seus papéis, particularmente quanto à consolidação dos cadastros
pelas equipes de Estratégia de Saúde da Família. Com isso, tem-se uma maior
responsabilidade sanitária sob o território e vinculação dos usuários.
372
246
87 59 0
UBS 01 - GUARÁ UBS 01 - ESTRUTURAL UBS 02 - NÚCLEO
BANDEIRANTE
UBS 02 - RIACHO
FUNDO I
UBS 02 - ESTRUTURAL
Evolução dos Cadastros no Período de Agosto a Outubro de 2019
(números absolutos)
Composição de colegiado gestor
das unidades e capacitação dos
profissionais, visando à
implementação da mudança do
modelo da gestão da oferta para a
gestão de base populacional.
Reuniões de alinhamento
do grupo condutor
regional
Workshops, oficinas
tutoriais e instrumentos
de alinhamento conceitual
Mutirões como ferramenta
principal para a ampliação
dos cadastros
MELYNE SERRALHA ROCHA; RUBIA PEREIRA BARRA
RELATO DE EXPERIÊNCIA: A IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE
ATENÇÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS NO SETOR SUL DO
MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA - MG
melyne@missaosaldaterra.org.br
CONTEXTO
A Organização Social Missão Sal da Terra gerencia, por meio de contrato de gestão 21 ESF, 3 EAB, 02 Unidade de
Atendimento Integrado e 01 ambulatório de especialidades, no setor sul de Uberlândia, responsável por uma população
de aproximadamente 178 mil habitantes.
Embora os processos de trabalhos estivessem em fase de
organização notava-se que o modelo de atenção das
condições crônicas não estava implantado em sua
totalidade. Observava-se fragilidades relacionas a
estratificação de riscos de hipertensos e diabéticos,
idosos, integração entre APS e AAE e implantação de
novas tecnologias para o manejo de crônicos.
As mudanças na forma de atenção baseada no modelo de
atenção das condições crônicas trouxeram uso de novas
tecnologias, prática do autocuidado e do cuidado
profissional; a distribuição da atenção profissional, por
membros, na equipe multiprofissional; a integração da APS e
AE e a racionalização da agenda dos profissionais de saúde.
A implantação do MACC no Setor Sul está exigindo mudanças bem definidas no modelo, e forte liderança para responder
aos desafios do cuidado das condições crônicas. A essência da mudança é construir capacidade para diagnosticar a
situação presente, a fim de propor um futuro melhor, o MACC.
Em fevereiro de 2017 sob a orientação da SMS iniciou a
implantação da planificação da atenção à saúde para a
organização dos macros e microprocessos da APS e a
implantação do modelo de atenção das condições
crônicas.
O envolvimento das equipes se deu por meio da
participação de todos os profissionais nas oficinas
conceituais e nos momentos de tutoria. Como o município
já havia vivenciado o Plano Diretor da APS, as oficinas
conceituais foram concentradas. Trabalhou-se com as
equipes a construção social da APS e o MACC, e na tutoria
utilizou-se as matrizes de gerenciamento de tutoria.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃOPROBLEMA
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Focou-se em alguns pontos principais como a implantação do
agendamento por blocos de horas, o uso do “Whatsapp” para
confirmação de consultas, a estratificação de risco de
hipertensos, diabéticos e idosos, bem como o agendamento de
suas consultas conforme parametrização. Utilizou-se o uso de
tecnologias como a atenção contínua (interação entre APS e AE),
atenção compartilhada em grupos e autocuidado apoiado. As
crianças e gestantes já estavam estratificadas.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
CONCLUSÃO
UBERLÂNDIA/MG
O agendamento por bloco de horas e a confirmação das consultas
por telefone ou WhatsApp, matem as salas de espera das unidades
de saúde sempre com usuários bem acomodados durante todo o
período de atendimento. Usuários com condições crônicas por ter
sua consulta programada garantida deixaram de buscar a unidade
constantemente. Um maior número de diabéticos e hipertenso
estão se mantendo controlados.
ANNA CLAUDIA DOS SANTOS ALMEIDA; LIDIANE DE OLIVEIRA TELES
VIVÊNCIA DAS ENFERMEIRAS AO APRESENTAR A ESTRATIFICAÇÃO
DE RISCO FAMILIAR PARA A ESF: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
annasantosalmeida@gmail.com
SÃO JOSÉ DO POVO/MT
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Planificação no estado de Mato Grosso, está acontecendo na região de saúde sul mato-
grossense, que abrange 19 municípios. São José do Povo está inserido nessa regional e
conta com 1 UBS, que trabalha com 2 Equipe de Saúde da Família(ESF) para o atendimento
de uma população cadastrada de 2700hab.
Os atendimentos e visitas domiciliares são ineficazes,
visto que são focados para eventos agudos em
detrimento aos eventos crônicos. Esses processos de
trabalho não possuem: sistematização e roteiro
padrão, e além disso, não tem critérios preconizando
as famílias de risco do território.
A estratificação de risco familiar de Ciconnelo Neto é uma ferramenta,
proposta pelo grupo condutor do estado do MT, que auxilia nos processos
de trabalho da APS para a identificação das famílias que se encontram em
maior vulnerabilidade. Com o auxilio do mapa inteligente é possível que a
ESF enxergue sua população adstrita permitindo o melhor planejamento das
ações de saúde.
Os atendimentos domiciliares deveriam ser
direcionados para as famílias em maior
vulnerabilidade (risco máx. e médio), com o objetivo
de reduzir os riscos. Porém, devido a mudança na
pirâmide etária e nas condições crônicas de saúde, as
ações realizadas atualmente não contemplam este
cenário. Sendo necessárias mudanças nos processos
de trabalho a fim de corrigir esta eventualidade.
Para nós enfermeiras ao findar desta etapa de territorialização, iremos obter
conhecimento e dados sobre a nossa real população, o que consideramos o
ponto de partida para o planejamento das ações de saúde. Com o objetivo
de preconizar as reais necessidades do indivíduo e a família, para melhorar
a assistência prestada por nossas equipes.
No decorrer da apresentação da ferramenta de
estratificação de risco familiar desenhada por
Ciconnello Neto, adaptada pela regional de saúde do
Tele Pires-MT, a equipe percebeu a necessidade da
utilização de tal instrumento para organizar e
priorizar as ações de saúde prestada à comunidade.
Partindo das ACS a proatividade na execução e
aplicabilidade desta atividade em tempo oportuno.
A estratificação de risco familiar Ciconello Neto será
utilizada nessa etapa de territorialização como
ferramenta norteadora para sistematizar e padronizar as
visitas domiciliares das ACS. E com a identificação das
famílias vulneráveis, isso será subsídios para as ações de
saúde de toda a equipe.
(Re)Cadastrar
Família
Sem Risco
Estratificar o
Risco
Realizar Plano
de Cuidados
Monitoramento
Risco Baixo
Risco Médio
Risco Alto
OBS: Os Planos de Cuidados e
monitoramento serão realizados pela
ESF + NASF
Maria Aparecida de Souza1 Edilene de C. Chaves; Mª do Carmo Ferreira de Andrade2
1- Autora, 2- Co-autoras
O cuidado às doenças crônicas na IV Região de Saúde(PE):
o olhar da gestão regional a partir da Planificação da Saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
cidatutora@gmail.com
IV REGIÃO DE SAÚDE/ PERNAMBUCO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
AIV Região de Saúde é uma região complexa: muito populosa, 1.365.390 habitantes distribuídos em 32 municípios;
território sede com gestão dupla; sistema de saúde potente, com boa cobertura de atenção básica e razoável
capacidade instalada de atenção especializada e hospitalar; localização geográfica privilegiada, entre o sertão e a região
metropolitana, o que facilita o fluxo de usuários, inclusive de outras regiões, em busca de cuidado em saúde.
Na IV Região de Saúde as doenças crônicas
são um grave problema de saúde. A
hipertensão e o diabetes, por exemplo, estão
entre as primeiras causas de mortalidade e
hospitalizações, e são apontadas como as
grandes responsáveis pelo diagnóstico
primário em pessoas com insuficiência renal
crônica submetidas à diálise no SUS.
Pautar a discussão do Modelo de Atenção às Condições Crônicas
na Comissão Intergestores Regional (CIR), fortalecendo esse fórum
de decisão da política de saúde para deliberações que promovam
mudanças no modelo de atenção à saúde;
Coordenar o processo de implantação do Planejamento Regional
Integrado (PRI), visando à organização, integração e atualização da
Rede Regional de Atenção à Saúde.
Embora a Região possua uma boa oferta de
serviços, estes estão organizados de forma
fragmentada, comprometendo o acesso, a
qualidade dos serviços e a vinculação entre as
equipes da atenção especializada e da atenção
primária em saúde, situação que pode causar o
agravamento do quadro dos pacientes que não
têm a garantia do diagnóstico em tempo
oportuno e do cuidado contínuo e integral.
Aumento da discussão e pactuações na CIR-IV Região de temas
relevantes para expansão da planificação da atenção à saúde e
para a consolidação da Rede Regional de Atenção à Saúde;
Integração do Setor de Regulação da IV Gerência Regional de
Saúde com as Unidades de Atenção Ambulatorial Especializadas
sob gestão estadual, visando a mudança da gestão de oferta pela
gestão do cuidado, a partir da implantação de diretrizes clínicas,
da estratificação de risco e do cuidado compartilhado.
Aequipe da IV Gerência Regional de Saúde está
trabalhando nos espaços de governança junto
aos gestores municipais e no território, junto às
equipes, contribuindo para a mudança no modus
operandi dos serviços de saúde, visando a
implantação do Modelo de Atenção às Condições
Crônicas.
É necessário fortalecer o papel da Atenção Primária à Saúde e
promover a organização da Atenção Ambulatorial Especializada,
integrando-as, para efetivamente consolidar uma Rede Regional
de Atenção à Saúde capaz de responder às necessidades de saúde
das pessoas, especialmente aquelas com doenças crônicas.
A adesão à planificação da atenção à saúde criou as condições para que o corpo técnico-gerencial da IV Gerência
Regional de Saúde se qualificasse para apoiar/induzir a consolidação no nível regional da organização dos
macroprocessos da atenção primária e da atenção especializada, integrados a partir do Modelo de Atenção às Condições
Crônicas, o que vai melhorar a gestão do cuidado oferecido aos usuários, à família e a comunidade.
CONTEXTO
Priscilla Santos de Oliveira Rocha/ Amanda Gomes Ribeiro/ Jaqueline Bragio / Mariana Varajão
FORTALECENDO E RESSIGNIFICANDO O SUS
NO CAPARAÓ CAPIXABA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[priscillasor@gmail.com]
REGIÃO SUL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO/ES
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
LIÇÕES APRENDIDAS
A região sul do ES é composta por 26 municípios, que participaram em 2018 do processo de Planificação da Atenção à Saúde
envolvendo 4260 profissionais de saúde. Deste total, 14 municípios formam a Região do Caparaó, onde também em 2018 foi
inaugurada a Unidade de Cuidado Integral à Saúde – REDE CUIDAR SUL, um ambulatório de especialidades que trabalha com o
Modelo de Atenção às Condições Crônicas - MACC, recebendo os pacientes portadores de condições crônicas estratificados como
Alto e Muito Alto Risco. Atualmente a Unidade Cuidar Sul atendente cinco Linhas de Cuidado, mas o trabalho apresentado refere-se
aos usuários portadores de Hipertensão e Diabetes.
As 71 (setenta e uma) equipes vinculadas à Rede Cuidar Sul
apresentavam dificuldades na identificação e estratificação
correta dos usuários portadores de condição crônica para o
compartilhamento dos que apresentam alto e muito alto risco
com a Unidade de Atenção Especializada. Outra dificuldade era o
manejo dos usuários com condição crônica estratificados com
baixo e médio risco na APS.
Não estava no escopo das ações da APS a estratificação de risco
como pré-requisito para encaminhamento/ compartilhamento
do usuário aos serviços especializados. A planificação trouxe a
reflexão sobre essa necessidade para melhor organização do
trabalho, mas principalmente para tornar mais resolutiva a AAE,
que passa a receber somente aquele usuário que realmente se
beneficiará desse serviço.
A comunicação entre os profissionais da APS e os da AAE é a
principal ferramenta para o sucesso do trabalho. Contamos com
71 equipes de APS que referenciam/compartilham seus usuários
com a Unidade Cuidar Sul. Temos um cronograma de encontros
mensais, visitas de monitoramento, oficinas, reuniões para estudo
de caso e capacitações. Além do contato direto via e-mail, whats
app e telefone com médicos e enfermeiros da APS.
A implantação de uma mudança estrutural nos processos de trabalho, desde o
primeiro atendimento do usuário na APS, até o compartilhamento com o serviço
especializado, garantindo um fluxo mais adequado e a integralidade do cuidado.
Dessa forma evitamos encaminhamentos desnecessários, aumento nas filas de
espera, demora excessiva para o acesso ao atendimento especializado e
ineficiência alocativa de recursos.
Foram oito meses de oficinas teóricas com
realização de atividades intermódulos (de mar. a
out/18), conjugadas com nove meses de tutorias
(mar. a nov/18) nas Unidades Laboratórios dos
municípios adstritos. A equipe do NIR – Núcleo
Interno de Regulação realizou duas Oficinas de
Estratificação de risco por município adstrito
para garantir que todos os profissionais da APS
seriam preparados (jan. a abril/19) além das
visitas de monitoramento mensais.
Considerando algumas mudanças no quadro de
servidores, de abril/19 a outubro/19 foram
oferecidas 10 (dez) capacitações pontuais com
novos integrantes das equipes de APS vinculadas
à Unidade Cuidar Sul.
Os compartilhamentos começaram a ser realizados em janeiro de 2019 e tínhamos uma
média de 70% de compartilhamentos equivocados, ou o usuário não estava na Linha de
Cuidado correta, ou não era de alto ou muito alto risco. Em outubro de 2019 chegamos a
20% de devoluções por falha na estratificação, o que indica uma melhoria continua na
qualidade do processo que agora integra o roll de ações previstas para a equipe de APS. Em
outubro de 2019 estavam em acompanhamento na Unidade Cuidar Sul - 1.222 (mil duzentos
e vinte dois) pacientes Diabéticos, Hipertensos e Hiperdia de alto e muito alto risco.
A melhoria na qualidade de vida dos usuários com condição crônica é visível. A estabilização
dos índices glicêmicos e pressóricos, a mudança nos hábitos de vida e redução nas
hospitalizações são alguns dos indicadores monitorados pela Unidade Cuidar Sul e os
resultados estão sendo consolidados para posterior apresentação e divulgação.
Outra melhoria foi a redução no tempo de espera para a realização de exames de alto custo,
solicitados via SISREG, pelo Núcleo Interno de Regulação da Unidade Cuidar Sul, isso devido a
qualificação das justificativas e informações que facilitam o processo regulatório.
O trabalho em equipe é essencial para a construção do SUS que
queremos. Avaliar nossos erros e dificuldades e redefinir as
estratégias é essencial para alcançarmos a qualidade de nosso
trabalho e a melhoria contínua do atendimento aos nossos
usuários. O registro das ações e resultados é uma importante
ferramenta para envolvimento de gestores.
Percorremos um longo caminho, desde as primeiras discussões sobre Planificação na região de
saúde, em dezembro de 2017 até a inauguração e funcionamento da Unidade de Cuidado
Integral à Saúde – Rede Cuidar Sul. Foram inúmeras ações realizadas, assim como inúmeros os
resultados alcançados. Fica a certeza de que temos muito a conquistar, e com o envolvimento e
comprometimento de todos conseguiremos dar continuidade às mudanças no modus operandi
do atendimento aos usuários portadores de condição crônica, garantindo um SUS mais
resolutivo no Caparaó Capixaba.
Número Estimado de usuários com
Condição Crônica existente na
região
Número de usuários previstos para
serem atendidos na Unidade Cuidar
Sul (12,5%)
Número de usuários compartilhados
até Janeiro de 2019
Número Estimado de usuários com
Condição Crônica existente na região
Número de usuários previstos para
serem atendidos na Unidade Cuidar Sul
(12,5%)
Número de usuários compartilhados
até outubro de 2019
0
100
200
300
400
500
600
700
TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC
jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 jun/19 jul/19 ago/19 set/19 out/19
DIABETES
HIPERDIA
HIPERTENSÃO
Total de
Compartilhamentos
TC = Total de usuários
compartilhados no
período.
CC = Total de
compartilhamentos
corretos.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
Gabriel Souza Santos, tutor municipal, Bianca Evangelista, analista da APS e Ana Paula
de Oliva Reis, consultora regional.
Aceitação dos Profissionais do Município de Moita Bonita ao Projeto PlanificaSUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
gabrielenf@outlook.com
Regional de Itabaiana/ Moita Bonita/ Sergipe
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Unidade Laboratório do município é composta por duas equipes de saúde da família e o NASF-AB. A boa
aceitação dos profissionais da Unidade Laboratório ao projeto PlanificaSUS fez com que os profissionais
das demais unidades produtivas que vem participando dos Workshops recebessem a expansão já nessa
etapa 2.2 quase que simultaneamente, ora vista que quando houve a abertura oficial do projeto
mostrando que irá organizar o fluxo dos serviços na Atenção Primária e na Secundária, todos sentiram-se
motivados pois terão seus atendimentos integrados para melhorar o acesso dos usuários à rede.
Como está interligado a aceitação dos
Profissionais ao Projeto PlanificaSUS na
APS do município de Moita Bonita?
Está ocorrendo uma boa aceitação dos
Profissionais ao Projeto, já se passaram
quatro meses que a implantação vem sendo
feita e são observadas algumas mudanças
principalmente no modo de pensar como
realizar atividades voltadas à prevenção,
desenvolvendo uma atenção melhor aos
grupos prioritários.
A todo o momento os profissionais são postos a frente a
novas ferramentas para melhor organizar a APS, fazendo
com que eles sejam capacitados de maneira coerente com
sua realidade, tentando mudar o ritmo corriqueiro que
muitos vêm trabalhando, mostrando a importância quando
as ferramentas novas são postas em prática.
A intervenção ocorre de maneira regular e unificado a partir
do momento que são familiarizados com as ferramentas e
fazem com que o trabalho seja mais organizado tornando o
sistema mais prático e eficaz não só para os usuários como
também para os profissionais desde a Unidade Laboratório
como as demais, pois em todas estão sendo implantadas as
metodologias do PlanificaSUS, unificando a forma e o acesso
das informações aos usuários.
A partir do momento que é feito o giro pela
unidade é observado não só a ambiência,
mas como está à funcionalidade daquela
unidade, dai em diante todos os
funcionários desde a recepção até o
médico daquela unidade unem-se para
juntos abordarem a formação pelo
PlanificaSUS, nesse momento o
engajamento teórico passado pelo tutor
mostra como será desenvolvidas as novas
ferramentas.
As melhorias vão acontecendo aos poucos e nos dizem se
estamos fazendo o que foi planejado corretamente para
chegarmos aos melhores resultados.
As mudanças geram “competitividade” entre os
profissionais, pois observasse que coloca-los sob novas
ferramentas os fazem organizar corretamente a
metodologia de trabalho, obtendo o êxito esperado.
Por mais difícil que esteja sendo o processo
de planificação alegramo-nos ao vermos
que o processo começa realmente a andar,
quando observamos os resultados obtidos
durante as oficinas tutoriais.
Conclui-se que, tudo que é novo causa medo, não seria
diferente com o PlanificaSUS, quando começou foi observado
um pouco de resistência naqueles profissionais mais antigos
na área que veem a APS com suas concepções e significado,
porém, na prática realizam como se fosse um pronto socorro
em vez da preventiva focam na curativa, hoje surge uma luz
no fim do túnel com a planificação mostrando que
organizando a casa tudo fica conectado, fazendo uma APS
cada vez mais preparada e humana para as resolutividades.
Rodrigo Leal da Silva
Relato de experiência e avanços no fortalecimento da Atenção
Primária na Unidade Laboratório Morada da Barra
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
planificasusresende@gmail.com
Resende - RJ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Saúde no Brasil parte dos princípios do SUS e a Atenção
Primária é a porta de entrada do sistema, acolhedora, preventiva
e resolutiva.
Hoje há uma incoerência entre as
necessidades de saúde da população e
o modelo proposto. É preciso observar
e oferecer ao usuário o que ele precisa
e não o que ele quer, através da
avaliação e estratificação de risco.
Reformulando e adotando novos fluxos, observamos
melhorias no processo, com estratificação de risco,
agendamento com hora marcada, padronização das
atividades, conscientizando toda a equipe sobre a
importância de seu trabalho dentro do sistema e
principalmente o papel da Atenção Primária dentro da
Rede.
O atendimento hospitalar passou a
ser a principal opção da população que
busca sempre a solução através de
medicações. Com o aumento das
condições crônicas a Atenção Primária
deve se reestruturar e resgatar seu
papel preventivo, resolutivo e
ordenador no processo.
Com a implantação do Planifica SUS, já observamos
melhorias na Unidade, na organização dos fluxos, no
sistema de agendamento, fim das longas filas,
cadastramento e estratificação de toda a área de
cobertura, mapeamento epidemiológico e
principalmente motivação de toda equipe com maior
humanização do atendimento.
Toda a equipe está envolvida, nas
oficinas e no processo de tutoria,
momentos que permitem a discussão,
estabelecendo maior vínculo entre a
gestão, profissionais e comunidade.
A importância de conhecer as necessidades de seus
usuários, o planejamento das atividades, a valorização
do trabalho em grupo e o papel da Atenção Primária
como ordenadora do processo.
A Planificação valoriza a Atenção Primária,
gera motivação profissional, garante atendimento
qualificado proporcionando resolutividade e
promoção de saúde.
Angela de Melo Santos, Raquel Ferreira Coelho, Juliana Lima Costa de Souza
ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS COM TEA NA ATENÇÃO
PRIMÁRIA: POSSIBILIDADES E AVANÇOS
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E
INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
anjapedagogia@hotmail.com
CAXIAS - MA
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPEMEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS
DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O reconhecimento dos sinais iniciais da pessoa com
Transtorno do Espectro Autista (TEA) necessita de um
olhar diferenciado, e a equipe da APS pode detectar
precocemente e trabalhar as ações com foco no
autocuidado apoiado tanto o usuário quanto a família.
Usuários com diagnóstico de TEA sem o devido
acompanhamento para a condição que tem.
Atendimento individualizado, orientação aos pais
quanto a atividades a serem realizadas em casa,
atendimento com fonoaudiólogo, nutricionista,
psicólogo e assistente social para a criança com TEA e
familiares. As intervenções realizadas trabalham a
seletividade alimentar, aquisição da fala, arte terapia,
coordenação motora fina e coordenação motora grossa,
assim como a aceitação e envolvimento da família no
processo e reabilitação.
É sabido que as terapias necessárias para o tratamento
de pessoas com autismo, constituem em um
orçamento alto, sendo necessário o acompanhamento
de equipe multidisciplinar, assim como o cuidado aos
cuidadores desse indivíduo. Sendo que se for
estimulado precocemente a chance de
desenvolvimento em todos os aspectos dos indivíduos
as chances de reabilitação são enormes.
A aceitação da família quanto ao transtorno dos filhos e
busca de melhoria para o tratamento, desenvolvimento
da fala, diminuição de estereotipias, melhora na
coordenação motora grossa e fina, socialização e
aceitação de alimentos, em que a criança não tinha
interesse. Assiduidade nas atividades com a equipe
multidisciplinar e em outras instituições e a
continuidade das atividades na residência familiar e um
olhar bastante atento dos ACS quanto aos sinais de
desenvolvimento/ou atraso e com isso procurar
encaminhar para o atendimento nos serviços de saúde.
Mediante intervenções precoce, durante as terapias os
familiares, passam a ver o indivíduo com transtorno de
forma diferenciada, focando nos avanços. Assim como a
significância dos atendimentos e a formação com os
ACS, que monitora suas áreas de atuação através da
estratificação de risco e com foco no plano de cuidado.
Durante o projeto, foram realizadas capacitações com
os ACS de três UBS, para identificação de possíveis
casos de TEA, para posterior acompanhamento com os
profissionais da Equipe NASF-AB e, se necessário,
encaminhar aos serviços especializados, focando
sempre a autonomia do sujeito quanto ao auto
cuidado.
A atenção Básica, segundo as Diretrizes de Atenção à
Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do
Autismo, diz que as equipes profissionais são
importantes na identificação de sinais iniciais de
problemas de desenvolvimento. Isso só é possível
quando os territórios estão definidos, estratificados e
planos de cuidados realizados.
CONTEXTO
A Implantação da Estratificação de risco da
gestante na Região do Café: Fortalecendo o vínculo
entre a Atenção Primaria em Saúde e Atenção
Ambulatorial Especializada
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
elilicausa@aol.com
CACOAL-RONDONIA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Silva, Elisangela Oliveira
Lins, Laís Fernanda Tenório
Carris, Keila Pulqueiro Varjão
O Modelo de Atenção as Condições Crônicas, veio para organizar o funcionamento das Redes de Atenção à Saúde (RAS). Sendo
implantado na Região do Café, através do processo da Planificação, trouxe parâmetros para estruturação e organização das redes. O
processo foi introduzido no que tange a área materna e infantil, com intuito de reduzir a mortalidade.
Os indicadores de mortalidade materna
no Estado de Rondônia apontam níveis altos,
observa-se superlotação nas maternidades de
médio e alto risco, evidenciando que o manejo
desta condição, não só pela Atenção Primaria em
saúde, como por toda a RAS, não era resolutivo,
não havia parâmetros para estratificação dos
riscos e nem protocolos instituídos.
Como matriciadores a Atenção Ambulatorial
Especializada identificou as dificuldades na aplicação da ficha de
estratificação por parte dos profissionais, trazendo a problemática
ao conhecimento dos gestores, onde foi proposto a capacitação
de toda a rede, e visitas e in loco em cada município pelos
profissionais da AAE, estabelecendo a comunicação, que ainda
era inexistente na rede e compartilhando as dúvidas no manejo
das gestantes.
Através das oficinas e tutorias realizadas na
Região evidenciaram que não havia organização na
RAS, pois grande parte das APS não tinha a base
populacional cadastrada, deixando os grupos
populacionais prioritários, como as gestantes sem a
assistência apropriada para a sua condição clínica, pois
o manejo através da estratificação de risco era
ineficiente. A consequência foi a fragmentação da
assistência direta, tornando as urgências e emergências
congestionadas por despreparo e não continuidade
adequada do cuidado prestados.
A aproximação das equipes se deu através das
oficinas, onde toda a região foi envolvida. Após com a
instituição das reuniões semanais para as equipes
alavancou nos microprocessos, tornando assim os planos
de ação como guia para identificar os problemas, e
traçando estratégias para implantação das melhorias
propostas pelo CONASS.
Foram instituídas planilhas no Excel para o monitoramento dos
compartilhamentos, possibilitando a identificação não só da Atenção
Primaria Saúde de origem, como também do profissional que
estratificava de forma errônea, dando assim subsídios para a equipe
trabalhar pontualmente com as problemáticas levantadas.
A implementação adequada da estratificação de risco das
gestantes possibilitou na região, não só identificação precoce dos riscos
e o manejo adequado para as diversas condições, como também a
comunicação efetiva dos profissionais, que era inexistente. O processo
fortaleceu a RAS, aproximou a região polo dos demais municípios, onde
possibilita a troca de experiências, e a busca constante por melhorias.
A Ficha de Estratificação é um instrumento altamente
norteador sobre os próximos passos a serem realizados, para o
desenvolvimento do quadro clínico, e os parceiros necessários para
seguimento do caso. A visão multiprofissional integra a gestante como
um todo, fortalecendo o autocuidado apoiado e o empoderamento
quanto a sua condição.
A Ficha de Estratificação de Riscos das gestantes está em constante estudo, para melhor identificar e trabalhar os quadros
maléficos para uma gestação. Muitos foram os avanços na região, principalmente no que tange a comunicação da RAS, e o manejo
adequado da gestante estratificada como alto risco, pois possibilita a identificação precoce dos riscos, minimizando não so as
sequelas, como também os números de mortalidade na fase gestacional.
Rita Torres Sobral, Isabella Cristina Lopes de Souza, Paula Araujo Vahia de Abreu, Janaina Rangel de Lima Porto Pinto, Quezia de Ornellas Soares, Liliane Botelho de Santana
A Planificação Como Estratégia de Fortalecimento da Assistência Farmacêutica
na Atenção Primária à Saúde – experiência do CSEGSF/ENSP
PROBLEMA
A desigualdade do acesso, o manejo
inadequado, a falta de seguimento de
padrões definidos em diretrizes clínicas,
o impacto dos erros de medicação e
questões econômicas são algumas razões
que colocam o mau uso dos
medicamentos como um problema a ser
combatido inclusive dentro das unidades
básicas.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
A apostila de planificação foi revista pelos farmacêuticos
da CAP 3.1 e das unidades envolvidas nas oficinas em
algumas reuniões e debates, para que o texto refletisse a
realidade do território. Os grupos nas oficinas tiveram
pelo menos um facilitador farmacêutico,
preferencialmente das UBSs. A importância dos
processos de trabalho e as possibilidades de
contribuição no cuidado foram enfatizadas.
CONCLUSÃO
A oficina de planificação foi uma grande oportunidade de dar visibilidade ao
trabalho realizado pelas equipes de Farmácia das unidades e de demonstrar que a
atenção à saúde tem muito a ganhar garantindo condições para o cuidado
farmacêutico, tendo assim fortalecido a assistência Farmacêutica na APS.
ritasobral@ensp.fiocruz.br
Rio de Janeiro - RJ
CONTEXTO
As ações de Assistência Farmacêutica visam garantir o acesso aos medicamentos e seu uso
racional, atuando em diversas áreas, desde a logística de abastecimento, para garantir sua
disponibilidade oportuna, até a farmácia clínica, e na perspectiva da segurança do paciente,
evitando dano desnecessário
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
Por razões econômicas e sanitárias,
impõe-se, nas RAS, organizar e
fortalecer a assistência farmacêutica,
como um de seus sistemas transversais
de apoio. Este engloba dois grandes
campos: a logística e a farmácia clínica.
Em geral, prevalecem os esforços
quanto aos ciclos logísticos, mas é
preciso garantir condições para que
sejam realizadas também ações
relacionadas ao cuidado farmacêutico.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
A proposta das Redes de Atenção à Saúde é uma
organização contínua de todos os níveis de atenção.
A Planificação traz discussão, reflexão e propostas
aos processos de trabalho por meio de oficinas
temáticas objetivando a operacionalização das RAS.
A adaptação da oficina de assistência farmacêutica
para a realidade do território foi uma oportunidade
de dar visibilidade ao tema, envolvendo a equipe.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
As melhorias se deram desde a elaboração da
apostila, entre os farmacêuticos envolvidos,
durante as oficinas, com a apresentação e o
reconhecimento da importância dos processos
de trabalho, e após, com o maior entrosamento
entre a equipe e os outros profissionais de
saúde, possibilitando maior contribuição da
assistência farmacêutica no cuidado.
LIÇÕES APRENDIDAS
O reconhecimento da importância dos processos de trabalho
dentro do contexto de garantia de acesso e uso racional de
medicamentos, trouxe mais motivação para a equipe da Farmácia
que aprimorou registros e investiu em demonstrar suas ações em
congressos, tendo obtido uma menção honrosa no trabalho sobre
intervenção farmacêutica, no X RioPharma
SOUZA, Claudiana Duarte1; REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; FRANÇA, Clóvis de Oliveira; ARAGÃO, Fernanda Barreto;
FERREIRA, Guadalupe; JÚNIOR, João dos Santos Lima; ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier da;
A Planificação Da Atenção À Saúde Promovendo Maior Integração Entre Os Profissionais De
Saúde E Qualificando O Atendimento Ao Usuário Do SUS: Relato De Experiência.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
claudiasouza@hotmail.comSalgado/Sergipe
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A PAS, pareceria entre CONASS, MS e Hospital Albert Einstein pelo PROAD-SUS chegou a Sergipe com grande
potencial de organização e melhoria no trabalho e relações interpessoais dos participantes. No município de
Salgado a Unidade Laboratório é a UBS Pov Água Fria com ações alcançando as demais UBS.
A PAS trouxe consigo a lição que organizando é possível fazer
mais e de forma mais tranquila, também de não deixar de
acreditar que é possível melhorar e que a união de esforços e o
uso das ferramentas corretas são o caminho para se alcançar o
sucesso que todos desejam.
A planificação ainda está em andamento na UBS Água Fria, sabemos que há um longo caminho a ser
percorrido, que muitos desafios virão e precisarão ser superados, porém mediante tudo já foi vivido
até aqui, estamos dispostos e entusiasmados a ir adiante, rumo ao sucesso. Avante SUS! Este é o
lema.
↑ Demanda
↑ Insatisfação
Profissional
↓ Relacionamentos
Interpessoais
↑ Fragilidade nos
Atendimentos
↓ Organização dos
Processos
↑ Insatisfação
↓ Ordenação dos
Insumos
↓ Entendimento de
APS e ESF
↑ Atrito membros da eSF
e Gerência de UBS
↓ Fluxos Definidos
Ferra-
mentas
do
Planifica
SUS
Oficinas
Tutoriais
e
Colegia-
do
Gestor
Plano de
Ação e
Devolu-
tivas
com os
tutores
Reconhe
cimento
da UL
Organi-
zação de
Proces-
sos
Estratific
ação
Mudan-
ça de
Pensa-
mento e
Intera-
ção
↑ Fluidez
Processos e
Relações
Realização das
Ações do Plano
↑ Satisfação e
Comprometimen
to
Planificação da APS (melhoria das Condições de Trabalho e
Energias Renovadas, Qualidade do SUS)
Profis-
sionais
Ges-
tão
Carolina Leite Ossege, Cássia de Andrade Araújo, Maria Luiza Alves Naves dos Santos e
Laila Melo Dantas Torres
O CAMINHAR DO CEDHIC NA CONSOLIDAÇÃO DA AAE
REGIÃO CENTRO-SUL
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
ossege.c@gmail.com
Brasília/Distrito Federal
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Foi realizada a análise situacional do serviço ambulatorial da Região de Saúde Centro-Sul do Distrito Federal, para a
implementação do Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (CEDHIC), que opera em modelo
tradicional e contempla a linha de cuidado do PlanificaSUS, em hipertensão e diabetes.
A limitação do fator humano (envolvido na
mudança do modelo de atenção à saúde),
culminou em baixa adesão inicial ao processo.
Além disso, percebeu-se a necessidade de
adequação do ambulatório para rodar o Modelo
de Atenção às Condições Crônicas (MACC).
O desafio posto foi o de envolver toda a equipe,
tanto da Atenção Ambulatorial Especializada
(AAE) quanto do colegiado gestor, em torno da
identificação das necessidades do ambulatório.
Para tanto, fez-se necessário compreender a que
veio a planificação, de que modo a equipe
começou a se inserir dentro das etapas propostas
e, a partir daí, projetar um envolvimento maior
no processo.
A atual inserção do serviço ocorre na lógica de
um sistema fragmentado. É evidente o
funcionamento com base na demanda por oferta,
em detrimento do reconhecimento do território.
Além disso, pode ser apontada a dificuldade de
estabelecimento da atenção em rede,
considerando a integração entre os serviços, as
barreiras de acesso e o efeito velcro.
Oportunamente,
verificou-se as
expectativas dos
profissionais (listadas
à direita) durante a
reunião de equipe.
Além disso, notou-se
que os servidores
superaram as
resistências iniciais.
Como todo processo, leva-se tempo para a análise, o planejamento e
a consolidação das ações. A todo momento, faz-se primordial
envolver a equipe e identificar as limitações existentes, sendo o
registro do processo parte fundamental.
A estruturação dos processos da AAE consiste em um desafio, na medida em que
exige a superação de limitações físicas, estruturais e de recursos humanos para a
implementação do modelo. Esse processo possui um inegável benefício quando se
dá de forma motivada, com a finalidade de alcançar as metas propostas.
Composição do colegiado gestor
da AAE, como potente ferramenta
de gestão para a ressignificação
dos processos de trabalho e
garantia de que a mudança se
traduza, na prática, em melhoria
Cartazes informativos e
comunicação direta com
os servidores
Questionário de avaliação
da satisfação dos
profissionais
Identificação das
necessidades de estrutura
física, equipamentos e
recursos humanos
Reorganização do serviço
Satisfação do usuário e da equipe
Melhoria dos indicadores de saúde
Maior integração e motivação para o
trabalho
Qualidade assistencial dos
atendimentos prestados
Tatiane B. Rocha; Luciana S. S. Alves; Maria do Socorro X. Silva;
Maria Izabel M. C. Reis; Ana Lúcia S. N. Melo; Ana Paula O. Reis
Relato de experiência: Desafios para a implantação atenção ambulatorial
especializada na Região de Saúde de Lagarto sob a perspectiva de ter assistência
ao usuário do SUS de forma qualificada, integrada em rede de atenção à saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
tatinha_batistarocha@hotmail.com
LAGARTO / SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Região de Lagarto:
● formada por seis municípios
●aproximadamente 259.261 mil habitantes
● incidência de óbitos na fase materno-infantil em Sergipe
● Projeto PlanificaSUS realizado na rede materno-infantil
Como reestruturar o ambulatório da
unidade laboratório especializado para
garantir a linha de cuidados materno-
infantil da atenção ambulatorial
especializada a partir do Modelo de
Atenção das Condições Crônicas (MACC).
● Projeto com 100% de envolvimento dos gestores estaduais,
municipais, membros do grupo condutor estadual e regional, e
gestores da unidade laboratório.
● “Fazer junto” com a equipe,
analisando e discutindo através da
construção dos “Planos de Ações”
com prazos estabelecidos para cada
tarefa.
● ações corretivas a partir das
fragilidades apresentadas.
● Atender a proposta da linha de cuidado
materno-infantil no ambulatório especializado a
partir do MACC, visto que, faz-se presente
apenas nesta unidade as categorias de
profissionais: técnico de enfermagem,
enfermeiro e médico, os quais não atendem aos
critérios trazidos na carteira básica.
● Monitoramento e avaliação contínua fase a fase do projeto.
● Etapas superadas e outras a serem superadas com clareza do
que se deve fazer.
● Aspectos positivos na equipe referente a
mudança no “modus operando” .
● Entraves na atenção ambulatorial
especializada, visto que o laboratório em curso
não contempla a carteira da linha de cuidado
materno-infantil baseado no MACC.
● Através das ferramentas aplicadas notou-se a necessidade da
reorganização e reestruturação do ambiente e da equipe operacional
para atender a proposta de organização da atenção ambulatorial
especializada em rede com a Atenção Primária à Saúde.
● O projeto vem permitindo avaliar o que é feito e o que se deve fazer,
dando força e apoio para que os entraves sejam verificados e superados da
melhor forma para garantir a organização da Atenção Ambulatorial
Especializada em rede com a Atenção Primária à Saúde na região de
Lagarto.
SÔNIA APARECIDA GOMES; KÊNIA LEAL PIMENTA; MELYNE SERRALHA ROCHA
O USO DO APLICATIVO WHATSAPP PARA AGENDAMENTO DE
CONSULTAS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
sonia.uaipp@gmail.com
UBERLÂNDIA/MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Atualmente, grande parte da população dispõe de telefone celular. A incorporação dessa ferramenta nos
processos de trabalho nas UBSs deve ser considerada. A utilização das mídias sociais se tornou um facilitador
no cotidiano e deve ser aproveitada para melhorar o acesso aos agendamentos de consultas.
O tempo de espera para o agendamento de
consultas, a dificuldade de locomoção à
unidade, o intenso fluxo de pacientes na
central de marcação e a alta demanda de
ouvidorias tornavam os agendamentos
morosos e trazia insatisfação dos usuários.
A incompatibilidade de horários para
agendamentos presenciais e o tumulto
decorrentes de filas na unidade, somados à
organização dos processos de trabalho com
a implantação da Planificação da Atenção à
Saúde, nos motivou a implantar o uso da
tecnologia do WhatsApp para facilitar os
agendamentos.
O envolvimento da equipe foi primordial
para a mudança do processo de trabalho. A
mesma foi sensibilizada sobre a
problemática e, posteriormente, capacitada
para aprimorar o manejo do aplicativo a fim
de garantir a qualidade e agilidade do
atendimento aos usuários.
Definiu-se pelo uso do aplicativo WhatsApp, como elo
facilitador do processo de agendamento, uma vez que ele
possibilita mensagens instantâneas sem custos para o serviço
e usuários do SUS. Foi implantado em todos os computadores
da recepção o aplicativo WhatsApp Business e divulgado o
número para todos os usuários que se deslocavam até a
marcação de consultas e salas de espera da unidade. O
comprovante de agendamento é fotografado por meio de
print e disponibilizado no WhatsApp da pessoa solicitante. A
confirmação de presença da consulta também é realizada via
WhatsApp.
São realizadas análises de
gráficos e relatórios mensais
das consultas agendadas por
meio do aplicativo.
O atendimento via aplicativo
proporcionou a redução dos
atendimentos presenciais,
diminuindo filas na unidade,
além de ser uma inovação
que facilitou o acesso do
usuário.
No Brasil, a utilização de mensagens instantâneas é um dos principais usos dos aparelhos móveis. A partir
disso, concluímos que o uso do aplicativo WhatsApp para o agendamento dos usuários é fundamental: de fácil
acesso e que gera maior praticidade e modernidade no processo do atendimento.
A experiência do atendimento ao público pelo WhatsApp
demonstrou que a utilização desta tecnologia leve beneficia
tanto os usuários quanto o próprio sistema de saúde, gerando
maior conforto e satisfação.
Autores: Luiz Leonardo Nobrega / Edna Ferreira Santos / Lucia Marques
Cuidado Centrado na Pessoa com Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde (APS) em uma de Área
de Planejamento (AP) do Município do Rio de Janeiro
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
nobrega20@gmail.com
Rio de Janeiro - AP 3.1
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O fortalecimento dos Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas é um desafio no cotidiano institucional para gestores, profissionais e usuários, então é fundamental cocriar processos que
agreguem valor para vida das pessoas que nascem, crescem e envelhecem no território vivo.
O cuidado centrado na doença, no procedimento e na agudização das condições
crônicas; dificuldade em realizar encaminhamentos adequados por falta de
consenso no uso de múltiplos protocolos; variação de fluxos internos e de
padronização; falha e falta de registro qualificado.
Utilização do Modelo da Construção Social da Atenção Primária à Saúde e do Modelo de Atenção às Condições
Crônicas para o gerencimento dos Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas propondo cuidados
centrados na pessoa; Alinhamento de Protocolos e Fluxos; Qualificação dos profissionais; Qualificação de
Registros; Estruturar o monitoramento e avaliação; Gestão de casos complexos.
Criação do Painel de Monitoramento da Linha de Cuidados de Doenças Crônica Não Transmissível; Portal de
monitoramento das pessoas com lesões; Monitoramento do insulinodependente; Auditoria de Prontuário;
Projetos de organização da porta de entrada e reorganização de agenda; Quadro de inconformidades; Sessão
clínica para indução para raciocínio clínico, Encontro mensais de Educação permanente.
Variabilidade dos fluxos internos que direcionam as condições agudizadas e
crônicas, Fragilidade na capacitação da equipe em relação a classificação e
estratificação de risco; Manejo clínico inadequado das pessoas com condições
crônicas; Indefinição de Fluxos de Rede para algumas condições crônicas;
Desenvolver habilidade no manejo do prontuário eletrônico do cidadão.
Planilha de estratificação de risco; Painel de Monitoramento da Linha de Cuidado de Doenças Crônicas Não
Transmissíveis; Identificação de inconformidades; Perfil das pessoas com lesões; Enfermeiro como protagonista
no cuidado da pessoa com lesão; Gestão dos insumos para o curativo conforme protocolo.
Criação de instrumentos de monitoramento, Potencialização do cuidado das condições crônicas pelos ciclos de
vida; Reorganização dos insumos de insulinodependentes na rede; Altas por cicatrização de lesão; Participação
do processo de formação dos facilitadores da PAS e aproximação com profissionais da rede; Apropriação do E-
SUS.
Aproximação da alta liderança da CAP; Encontros com Assessoria Técnica
Divisão de Ações e Programas de Saúde/Núcleo Interno de Regulação/Núcleo
de Assistência Farmacêutica, Consultorias do Conselho Nacional de Secretários
de Saúde (CONASS), Reuniões com Gestores da unidades laboratórios de
inovação da PAS; Capacitações com Profissionais da APS e do NASF-AB.
Descobrimos que: Trabalhar com uma visão sistêmica e com fator humano é importante na organização de
redes e na entrega de valor; A ocorrência de óbito materno evitável tem relação com às doenças crônicas; O
cuidado centrado na pessoa e as boas práticas relacionados à condição crônicas precisam de indução; O
monitoramento é contínuo.
Interação com as consultoras do CONASS provocou atitudes para mudanças estratégica na operacionalização da metáfora da casa na APS e instrumentalizou a linha de cuidado para enxergar questões
relacionadas às condições crônicas que estão invisíveis no território e que exigem contínua capacitação.
Aceitar a
proposta
Aderir ao
programa
Organização do
Workshop de
abertura
Intervenção mensal: participando cerca de 1.850
profissionais e 14 unidades laboratório em oficinas tutorias.
MARA RÚBIA DO NASCIMENTO MELO; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE OLIVEIRA
FRANÇA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARIA
DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT.
O PAPEL DA GOVERNANÇA NA ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO A
SAÚDE: COMO ADERIMOS AO PLANIFICASUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
[mara.pmi@hotmail.com]
ITABAIANA/SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Desistência de um estado da federação ao PlanificaSUS: oportunidade ofertada para 2ª região de Sergipe.
Decisão da adesão: precisava ser tomada em 24hs.
• Como reunir 14 gestores municipais de
saúde para decidir sobre a adesão em
um espaço curto de tempo, sem a
possibilidade de discussão ampliada e
apresentação das proposta do projeto?
Rede de articulação
formada:
Medição das melhorias:
• Indicadores de participação dos profissionais nos
workshops;
• Participação e satisfação das equipes trabalhadoras das
unidades laboratório;
• Avanços na organização da APS medidos pelos próprios
indicadores do PlanificaSUS.
Efeitos das mudanças: organizar a RAS da região = integração
efetiva entre AAE e APS.
Importância do sistema de governança local para a
organização do SUS:
• Ausência de um grupo coeso = poderíamos ter perdido a
oportunidade de estar com ferramentas concretas para a
organização da RAS.
Vislumbramos a melhor organização de nossos serviços aos nossos usuários e reforçamos esse compromisso
mês a mês da reunião de grupo condutor, quando maciçamente estamos presentes para discutir e rediscutir o
processo.
Participar do PlanificaSUS e adquirir
ferramentas técnico gerenciais
Precisávamos neste comento ser um grupo
coeso e tomar a melhor decisão
Oferta irrecusável
Utilização da
governança
Alianças
estratégicas
pré-
estabelecidas
Resposta em
período
escasso de
tempo
SANDRA HILDEBRANDT DOS SANTOS
UMA PERSPECTIVA REGIONAL DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À
SAÚDE
PROBLEMA:
Dificuldades na sensibilização dos
profissionais de saúde para
adesão ao projeto de planificação,
tornando o processo segmentado.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO:
Os Tutores Regionais optaram por construir um
calendário de visitas aos 7 municípios que
recebiam a tutoria na Unidade Laboratório em
Santo Augusto, o objetivo era trabalhar com 100%
dos trabalhadores de saúde deste polo.
Intervenção: Visita de sensibilização para os
municípios com agenda com as equipes num
turno e com a gestão no outro.
CONCLUSÃO:
Realizar a planificação é um processo continuo, dever de toda a Regional de Saúde, exige
o fortalecimento de vínculos entre os profissionais da Coordenadoria e os profissionais
dos municípios; o acompanhamento deve ser constante e contínuo.
Sandra-hildebrandt@saude.rs.gov.brIJUÍ/ RIO GRANDE DO SUL
CONTEXTO:
No segundo semestre de 2018 foi proposto aos profissionais da 17ª Coordenadoria de
saúde iniciar as atividades da planificação, seríamos a primeira coordenadoria a conduzir
o processo da Planificação de forma descentralizada, assumindo todas as fases do
processo, com ênfase na gestão.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS:
Grande parte dos trabalhadores
de saúde não acreditavam no
método, tornando o momento
da planificação um processo
isolado, com ênfase na leitura de
textos e cumprimento de
tarefas. Facilitadores e Tutores
municipais enfrentavam
dificuldades para envolver as
equipes nas atividades de
dispersão.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE:
Foi criando um grupo condutor
regional da planificação pra
discussão dos problemas
evidenciados.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS:
A realização das atividades de dispersão com
ênfase no cadastramento e classificação de risco
das famílias. Efeitos da mudança: Segundo
relato das tutoras as equipes se apropriaram do
processo, nas apresentações das atividades
tivemos mais participação de diferentes
profissionais de saúde. As avaliações das oficinas
apresentaram saldo positivo.
LIÇÕES APRENDIDAS:
A Planificação requer comprometimento dos
profissionais que estão conduzindo o processo.
Medição das melhorias:
• Redução do número de encaminhamentos ao especialista;
• Número de planos terapêuticos singulares estabelecidos;
• Matriciamento dos especialistas a equipe mínima alocada.
• Efeitos da mudança: maior resolutividade → organizar a Clinica
para demanda com base na população adscrita, com a atenção
centrada na pessoa, exercendo a responsabilização sanitária e o
vínculo com a população.
Estruturar a porta de entrada do SUS:
• organização da Clínica de Saúde da Família;
• garantir a oferta de acordo com a demanda populacional,
• retirar a cultura da consulta
Vincular a população às suas respectivas equipes: especialistas
presentes no município possam atuar como matriciadores.
Verificar:
• carga horária de cada especialista;
• origem da demanda;
• escopo do atendimento.
PRISCILLA DE MELO RAMOS; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE
OLIVEIRA FRANÇA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES
DE MATTOS; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT.
ORGANIZANDO O ACESSO NA UNIDADE LABORATÓRIO DE ITABAIANA/SE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
[pri.mramos22@gmail.com]
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Unidade laboratório: Clínica da Saúde da Família Vereador Vivaldo Menezes.
Profissionais atuantes: 2 ESF´s, 2 ESB´s, 1 NASF e diversas especialidades funcionando como
ambulatório = 64 profissionais de saúde.
Disposição de 15 especialistas que exercem
suas atividades em organização de
ambulatório, de forma complementar as
equipes de Atenção Básica.
Possibilidade de melhor organizar a atenção a saúde em Itabaiana, na égide do custo/efetividade, organizando a porta
de entrada para o modelo da atenção centrada na pessoa = garantia da resposta que a população espera do SUS.
Observar o quadro de especialistas que desenvolvem suas
atividades na Unidade Laboratório
ESF, ESB e NASF: dissonância de atuação de
acordo com a Política Nacional de Atenção
Básica.
Cultura da consulta, no lugar do
cuidado compartilhado.
Especialistas: exercendo a lacuna deixada
no cuidado primário pela APS = deixa de
garantir o acesso a quem realmente
necessita.
Aplicação dos instrumentos
do PlanificaSUS nas Oficinas
Tutoriais
Evidência da necessidade de
organizar o acesso às
especialidades
Mobilização das equipes
através de ações elencadas
no Plano de Ação
Criação de um Ambulatório de Atenção Especializada Municipal
poderá melhorar o acesso e economia de escala?
Impacto da permanência
ou retirada dos
especialistas
• qual o cuidado estamos ofertando?
• qual o custo desse cuidado?
• estamos respondendo às suas necessidades na melhor
perspectiva custo/efetividade?
Neusa Conceição de Souza
Relato de experiência sobre a contribuição e condução do Grupo Condutor Municipal de
Dom Aquino-MT na planificação da APS com as equipes de saúde da família do município.
PROBLEMA
Fazer com que o grupo condutor participe
ativamente das atividades da
planificação, através dos workshops, das
oficinas tutoriais e momentos de estudos.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E
INTERVENÇÃO
-Buscar apoio e desenvolvimento do GCM.
-Formação de tutores.
-Fazer momento de estudo com o GCM.
-Socializar as informações.
-Fazer Plano de ação.
CONCLUSÃO
O projeto propõe um SUS mais humanizado,
qualificado, sustentável para atender as
necessidades dos usuários. Crescimento dos
profissionais.
souzaneusa@hotmail.com
Dom Aquino - MT CONTEXTO
Dom Aquino aderiu ao projeto da Planificação da APS
(MS/CONASS/HIAE), com o objetivo de organizar e integrar a APS e
AAE em uma RAS, efetiva e resolutiva para o usuário do SUS. Esse
projeto iniciou-se na UBS Vila Planaltina UL APS equipe 1.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
-Dificuldades do GCM na expansão
para as outras 2 Unidades.
-Falta de apoio do poder Estadual
para a expansão.
ENVOLVIMENTO DA
EQUIPE
-Participação nos workshops,
oficinas tutoriais mensais,
momentos de estudos
semanais.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS
DAS MUDANÇAS
O GCM apresenta um vínculo com a planificação,
integrando a teoria com a prática, se responsabilizando
com as atividades e buscando as melhorias possíveis
dentro de suas áreas de atuação.
LIÇÕES APRENDIDAS
-Necessidade de fazer o planejamento
das ações em equipe.
-Organização dos serviços.
-Valorização do usuário.
Administração Municipal
Secretaria Municipal de Saúde
Dom Aquino-MT
EQUIPE - 1
GCM EQUIPE 1,2 e 3
Ms. Emalline Angélica de Paula Santos – Psicóloga (CIS/AMCESPAR – PPGDC/UNICENTRO)
Profa. Dra. Cristina Ide Fujinaga – Fonoaudióloga (DEFONO – PPGDC/UNICENTRO)
Prof. Dr. Gustavo Zambenedetti – Psicólogo (DEPSI – PPGDC/UNICENTRO)
Jackeline da Rocha Vasques – Enfermeira (NDS – SESA/PR)
Willidiane Tessari – Enfermeira (CIS/AMCESPAR – PPGDC/UNICENTRO)
Planificação da Atenção à Saúde como dispositivo de reorganização do processo de trabalho:
A Territorialização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE)
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
emallineaps@hotmail.com
4ª Região de Saúde/Paraná
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A 4ª Região de Saúde do Paraná, composta por
9 municípios, é pioneira do PlanificaSUS na Linha de
Cuidado do Idoso. O Projeto propõe a organização da
Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) em Rede
com a Atenção Primária à Saúde (APS). A AAE está
localizada em Irati, representada pelo CIS/Amcespar.
Um dos problemas identificados durante a
Etapa 2 do PlanificaSUS (Território), foi o
desconhecimento da equipe do CIS/Amcespar em
relação ao território de abrangência da AAE e a
necessidade de realizar o mapeamento diagnóstico
da Região para efetivar o modelo de gestão com
base populacional.
Analisando a capacidade operacional do
Ambulatório do CIS/Amcespar, identificou-se que o
desconhecimento dos profissionais em relação ao
território de abrangência da AAE se dá em
decorrência de ser a mesma equipe que realiza os
atendimentos de todas as Linhas de Cuidados,
sendo que cada uma ocorre em um dia da semana.
Dessa forma, a equipe exercia somente a função
assistencial prevista para a AAE.
Para efetivar a territorialização, a equipe da
AAE, composta por 16 profissionais (1 Assistente
Social, 1 Cardiologista, 1 Endocrinologista, 3
Enfermeiras, 1 Farmacêutica 1 Fisioterapeuta, 1
Fonoaudióloga, 1 Geriatra, 1 Nutricionista, 1
Obstetra, 2 Pediatras, 1 Psicóloga, 1 Técnica de
Enfermagem) foi dividida em duplas, de modo que
cada dupla, ficou responsável pelo cadastramento
de um município.
A equipe do CIS/Amcespar desenvolveu instrumentos padrão de
registro dos dados e demais informações relevantes que pudessem
auxiliar os profissionais durante as visitas aos municípios e facilitar o
cadastramento dos serviços. Além disso, elaborou um checklist de cada
uma das Linhas de Cuidado, contendo os critérios de encaminhamentos
para a AAE para ser disponibilizado às equipes da APS. A territorialização
ocorreu durante 2 meses. Cada dupla realizou visitas aos 9 municípios da
região visando a integração com as equipes da APS, buscando o
cadastramento dos serviços e a identificação dos pontos de apoio,
analisando as singularidades de cada município, além de realizarem
orientações sobre o trabalho da AAE, bem como sobre os critérios de
encaminhamento, através do checklist.
Os dados produzidos pela equipe da AAE durante a etapa da
territorialização foram sistematizados em uma planilha de Excel, criada
pela equipe do Ambulatório, onde foi possível evidenciar a realidade do
território de abrangência da AAE e a necessidade de planejar e organizar
o trabalho da AAE de acordo com as necessidades da APS. Essa
experiência produziu mudanças na reorganização do processo de trabalho
da AAE. A aproximação entre as equipes da AAE e da APS possibilitou a
integração entre os profissionais, repercutindo na busca e construção
conjunta de estratégias de melhorias para os casos compartilhados entre
as equipes, tornando os encaminhamentos destes mais efetivos.
A intervenção da territorialização possibilitou que a equipe da AAE
conhecesse o seu território de abrangência e reconhecesse a necessidade
de exercer, além da função assistencial, a função educacional e
supervisional. Além disso, contribuiu para que a equipe da AAE buscasse
construir estratégias e ferramentas que viabilizem o apoio matricial.
Para que o trabalho em Rede se desenvolva de forma efetiva é
importante que a AAE conheça o seu território de abrangência e exerça as
quatro funções previstas: assistencial, educacional, supervisional e de
pesquisa. Também é fundamental o uso de tecnologias leves para a
integração entre a AAE e APS.
MARQUES,M.S; ROCHA,K.
CRIAÇÃO DO PROTOCOLO CLÍNICO DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO
TRANSMISSÍVEIS NOS MUNICÍPIOS QUE COMPÕE A REGIONAL DE SAÚDE
CENTRAL DO ESTADO DE GOIÁS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
marlice.marques@goias.gov.br
Goiânia-GO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Responsabilidade de todas as esferas de governo
Qualificação da
força de trabalho
- gestão e atenção à saúde
- estimular e viabilizar a formação
- educação permanente e continuada dos profissionais
Linha de cuidado
definir e implementar
protocolos e diretrizes
clínicas com base em
evidências
3 oficinas presenciais 8 horas
Turma com 30 profissionais de nível
superior que atuam na APS
- Diabetes;
- Obesidade;
- Hipertensão.
Participação do Gestor Municipal → criação do fluxo
de atendimento
Goiás não possui uma linha de
cuidados pactuada
atualizar os profissionais de nível
superior que atuam na AP
Diagnóstico Tratamento
 Facilitando o acesso do usuário às
unidades e serviços dos quais
necessita
Monitoramento e avaliação
Indicadores preenchidos pelos próprios
municípios prestadores destes serviços
Oficinas → Equipe interdisciplinar →
Secretaria de Estado de Saúde de Goiás
→ Atenção à Saúde da Regional Central
Multiplicação nos municípios
Tutores da planificação
Educação em saúde reflexão crítica sobre as
práticas de atenção, gestão
e formação
Educação continuada aperfeiçoamento das
habilidades dos profissionais
Primeiro módulo
Tutores da
regional Central
Grande
aceitação
Na futura aplicação para
os profissionais do
município piloto
Acredita-se em rápidos
efeitos positivos da
mudança
DIEGO CAMILO PINTO; TOBIAS MARTINS QUEIROZ NETO
A IMPORTÂNCIA DO GRUPO DE FIBROMIALGIA NA REDUÇÃO DA
LISTA DE ESPERA PARA CONSULTAS DE REUMATOLOGIA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
diegosep86@gmail.com
UBERLÂNDIA/MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A fibromialgia é uma condição que se caracteriza por dor muscular generalizada, crônica que dura mais que três
meses e é acompanhada de sintomas típicos, como sono não reparador e cansaço. Pode haver também distúrbios
do humor como ansiedade, depressão, alterações da concentração e memória.
Em Uberlândia com a implantação da Planificação da
Atenção à Saúde os protocolos de encaminhamento
para os especialistas foram revistos. As filas da
Reumatologia era um ponto crítico. Não bastava só
intervir na fila, pois o tratamento é multifatorial. O
Centro de Especialidades em Reabilitação (CER) já
realizava um grupo de Fibromialgia com sucesso nos
resultados. As equipes de saúde da família foram
matriciadas pela equipe do CER, o que trouxe um ganho
no manejo da doença.
O Trabalho em grupo propicia o desenvolvimento da
consciência do não isolado e que não é o único a ter
problemas, possibilitando reconhecer limitações e
semelhanças identificadas com as experiências dos
outros e maior compreensão sobre si mesmo
promovendo trocas e vivencias com cidadãos em
condições crônicas similares.
Conclui-se que os grupos de fibromialgia se consolidaram na atenção primária, os encaminhamentos para o
especialista em reumatologia estão melhores qualificados e as filas reduziram 50% em 07 (sete) meses. As práticas
corporais estão gradativamente ganhando espaço na vida dos pacientes e com isso os benefícios dos exercícios
físicos estão indo além do tratamento da fibromialgia.
Os pacientes irão passar por uma avaliação na unidade. A
maioria dos casos apresentarão outras doenças associadas,
como, as osteomusculares e serão encaminhados para o
grupo de fibromialgia. As intervenções ocorrem com
duração prevista de 12 semanas e serão realizadas em
grupos com auxílio da equipe multiprofissional. A equipe
deverá verificar individualmente o cumprimento das metas
estabelecidas pelo próprio paciente no início do projeto.
No Brasil, a Fibromialgia e a segunda doença
reumática mais comum, e com tratamento ineficiente.
A prática do exercício físico influencia nas áreas de
dores. Estudos demonstraram que a prática de
exercícios físicos contribui no manejo da dor, fadiga,
depressão e qualidade de vida dos pacientes.
As avaliações deverão ser aplicadas no início e no final do
projeto, utilizando a Escala Visual Analógica e o
Questionário sobre o Impacto da Fibromialgia. Um dos
benefícios obtidos através do profissional de educação
física está na capacidade dos pacientes em realizar os
exercícios físicos resistidos, alongamentos e aeróbios e
que em médio prazo resultará na diminuição da fadiga,
estimulará a socialização e melhorará a qualidade de vida.
A equipe de profissionais é formada por médico,
fisioterapeuta, profissional de educação física,
enfermeiro, serviço social, psicólogo, nutricionista e
agente comunitário da saúde. O tratamento
multiprofissional tem se mostrado a melhor forma de
enfrentamento do problema, uma vez que a fibromialgia
tem aspectos em diversas dimensões de suas vidas,
tanto física, quanto emocional e social.
Severino Azevedo de Oliveira Junior; Matheus Barbosa Santos; Alessandra Justino Dionísio; Isabelle
Albuquerque; Ana Carolina Cunha Tavares; Ana Paula Carneiro de Melo
Workshop da Atenção Primária à Saúde em um Município
do Estado do Rio Grande do Norte
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
juniorazevedo3719@yahoo.com.brParnamirim/RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O município de Parnamirim-RN, através do Workshop, faz o alinhamento conceitual da APS para a
Estratégia de Saúde da Família baseado na metodologia e conteúdo das oficinas do CONASS
objetivando a implantação do processo de trabalho a fim de melhorar a assistência aos seus munícipes.
Existe atualmente 54 equipes de Saúde da
Família, o que corresponde a um percentual de
cobertura em torno de 62%, nas quais não há
protocolos ou diretrizes clínicas municipais de
forma que unifiquem o processo de trabalho,
assim como uma avaliação e monitoramento
dos dados.
Desenvolver um material de qualidade baseado nos princípios de
Eugênio Mendes e das oficinas do CONASS. Seguinte a isso,
aplicamos para todos os profissionais supracitados,
confeccionamos todos os Procedimentos Operacionais Padrão da
assistência e implantamos nos equipamentos de saúde, visando a
melhoria da qualidade da assistência. Tendo em vista os
problemas pontuais da ESF/APS (Falta de comunicação, falta de
integralidade e intersetorialidade, falta de coordenação e
ordenação da rede de atenção à Saúde, alta rotatividade dos
profissionais não concursados) foi planejado um plano de ação
englobando tais problemas na tentativa de minimizá-los e saná-los
com intuito de qualificar a APS municipal.
A falta de padronização interfere diretamente
na prestação de serviços de saúde de
qualidade para a população adscrita. Isso
acarreta numa falta de integralidade dos
equipamentos, ausência de comunicação,
fragilização a carteira de serviços das UBS de
forma que o planejamento é totalmente
fragmentado não atendendo de fato a
demanda real dos usuários, mas sim um
serviço de baseado na oferta.
Diante do cenário exposto, o município realiza
concurso público para efetivar todo o corpo
profissional referente à APS. Com isso, o
desenvolvimento do Workshop se deu para
269 profissionais efetivos, atualmente.
Salientamos que há 356 ACS participaram da
oficina, dividida em cinco dias com carga
horária de 40 horas, onde houve um
envolvimento em massa tanto dos
profissionais quanto da gestão.
Aumento da credibilidade entre a população adscrita e a Unidade
Básica e Secretaria Municipal de Saúde, assim como um maior
envolvimento dos profissionais no acolhimento para a melhoria da
assistência. Melhor empoderamento individual e coletivo dos
profissionais, tornando a saúde mais atuante no cenário
municipal.
Realizar mudança de paradigmas entre os profissionais da Saúde,
assim como dos profissionais meios que também estão inseridos
diretamente na assistência. Realizar o envolvimento das diversas
secretarias municipais com a secretaria de Saúde. Trazer o gestor
maior (prefeito) para o cerne da discussão no campo da saúde de
Parnamirim RN
Inicia-se um novo olhar dos profissionais da APS e da gestão da SMS acerca de qualidade do serviço ofertado
que antes era baseado em cima da oferta e não da demanda real. Ocorre uma maior integração entre os
setores da SMS, assim como melhoria no monitoramento e avaliação dos indicadores de saúde.
Priscilla da Silva Araújo;
Izabel Sarmento; Renata Nóbrega e Vinícius Suares
ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA: DESAFIOS DA
GESTÃO
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
priscilladasilvaaraujo@gmail.com
14ª Região de Saúde/Paraíba
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A partir da adesão ao PlanificaSUS, pela PB no inicio de 2019 e as consequentes discussões que o
projeto acarreta, a gestão Estadual decidiu apoiar e fortalecer o processo, de forma efetiva,
possibilitando um financiamento à AAE da 14ª RS, a qual foi a escolhida para o processo de
planificação
Dificuldades apresentadas pelos
municípios 14ª Região de Saúde (RS)
em custear o Centro de Atenção
Ambulatorial Especializada (AAE).
A gestão Estadual reconheceu a necessidade de saúde da
região e firmou compromisso com o processo e propôs o
financiamento da AAE, a partir de convênio entre o
Estado e Município sede, a fim de possibilitar uma
Atenção Ambulatorial Especializada (Pré-Natal de Alto-
Risco), regionalizada e de qualidade.
A situação econômica dos municípios
pertencentes à 14ª Região de Saúde, a
dificuldade de repactuação da
Programação Pactuada e Integrada (PPI)
da mesma e a consequente dificuldade no
que diz respeito a regionalização da
Atenção Ambulatorial Especializada
(AAE).
Considerando o cenário atual, as melhorias são
significantes para a 14ª Região, tendo como foco o
usuário.
A partir da discussão do problema no
grupo condutor, uma reunião de gestão se
deu na região, entre a Secretária Executiva
do Estado, acompanhada dos Gerentes
Executivos de Atenção à Saúde e
Planejamento, além da Coord. PlanificaSUS
no Estado da PB, com o secretário de saúde
do município sede e prefeita.
O poder da análise responsável das realidades e
comunicação entre os envolvidos, torna possível
uma discussão com encaminhamentos que promova
organização e integração, no que diz respeito aos
processos de trabalho e consequentemente
reconhecimento das reais necessidades e assim agir
de maneira efetiva.
O financiamento, a partir do convênio firmado,
fortalece a regionalização, as oportunidades de
melhorias do serviço e indicadores, da Rede
Materno Infantil.
CINTIA ALVES TEIXEIRA; MELYNE SERRALHA ROCHA
PROGRAMAÇÃO DAS CONSULTAS DE PRÉ-NATAL DE ACORDO COM A
PARAMETRIZAÇAO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
cintia.teixeira@saudesetorsul.org.br
UBERLÂNDIA/MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A rede de atenção materno infantil é uma das prioridades do modelo de planificação da atenção à saúde no município de
Uberlândia. O pré-natal adequado é de fundamental importância para prevenção e detecção precoce de doenças
materno/fetais, bem como a garantia de todas as consultas definidas no protocolo.
O território da UBS Pampulha é extenso e por ser
uma unidade convencional, apresenta uma
população de aproximadamente 60 mil pessoas.
Assim, há um número expressivo de gestantes,
as quais não conseguiam garantir o
agendamento de todas as consultas do pré-natal.
Com a organização dos processos de trabalho da Planificação, o
território foi dividido em três EAB´S e em cada uma foi vinculada
uma equipe multiprofissional afim de estreitar a relação
paciente/unidade. Assim, foi garantido o agendamento de todas as
155 gestante até 41 semanas com o ginecologista de referência e a
vinculação das mesmas a maternidade de referência. Além disso,
com intuito de diminuir o absenteísmo é discutido com a paciente
qual melhor dia e horário para o agendamento. A gestante é
informada sobre as datas de suas consultas e avisada por telefone
ou WhatsApp 24h antes do dia da consulta.
A grande extensão territorial somada a
dificuldade de vagas disponíveis e deslocamento
à unidade para agendamento das consultas
impactava diretamente na qualidade do pré-
natal, uma vez que muitas gestantes finalizavam
o acompanhamento com menos de 7 consultas
conforme preconizado pelo Ministério da Saúde.
A garantia dos agendamentos de todas as consultas de pré-natal
possibilitou a intensificação das buscas ativas de gestantes faltosas, o
reconhecimento e intervenção precoce de patologias materno/fetais,
bem como a satisfação das gestantes que relatavam a ansiedade e
angústia sentida quanto à existência ou não de vagas para suas
consultas subsequentes. Com a garantia dos agendamentos de todas
as consultas de pré-natal já na primeira consulta houve a redução da
peregrinação das gestantes por marcação de consultas e a
consequente diminuição das filas. Favoreceu o estreitamento da
relação de confiança entre unidade/gestante, a intensificação das
buscas ativas de gestantes faltosas, e por fim a possibilidade de
reconhecer e intervir precocemente em patologias materno/fetal
curáveis.
O envolvimento da equipe foi primordial para
execução das etapas do processo do
agendamento. Inicialmente houve sensibilização
dos colaboradores sobre problemática e
posterior participação das enfermeiras e dos
setores responsáveis de agendas médicas e da
central de marcação.
Mesmo diante de um território extenso e heterogêneo, é possível
organizar os processos de trabalho garantindo as gestantes suas
consultas durante todo o período de pré-natal. Além disso o
estreitamento do vínculo das gestantes com a unidade e os
profissionais ampliou a relação de confiança proporcionando maior
adesão ao pré-natal.
Diante do exposto conclui-se que a criação do vínculo, por meio da garantia do agendamento de todas as consultas de
pré-natal, foi o fator determinante para o acompanhamento de uma gravidez sem complicações, com intervenções e
tratamento precoce de patologias materno/fetais evitáveis.
ÉRICA IANÓSKI.
A PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE COMO INSTRUMENTO NA MELHORIA DA
LINHA DE CUIDADO AO IDOSO NA 4ª REGIÃO DE SAÚDE DO PARANÁ
PROBLEMA
O perfil da população está em transição demográfica
e alimentar, evidenciando um aumento da
prevalência das Condições Crônicas, porém o
sistema atual de saúde encontra-se fragmentado e
centrado apenas nas consultas médicas.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
O PlanificaSUS busca o conhecimento dos territórios,
estratificação de risco da população e seu correto
acompanhamento com o alinhamento entre a APS e a AAE.
O Paraná elencou a linha de cuidados ao idoso para aplicar
a planificação. Através dos workshops, das oficinas
tutoriais, do aprendizado do curso EAD e de reuniões de
planejamento, houveram grandes mudanças.
CONCLUSÃO
Evidenciamos que com o processo de Planificação, tanto a APS e a AAE
devem caminhar juntas, na busca das soluções dos problemas de saúde da
população do seu território, incorporando também tanto o paciente,
quanto a família, no processo da construção do seu restabelecimento e no
seu autocuidado.
erica.ianoski@sesa.pr.gov.br
4ª REGIÃO DE SAÚDE/PARANÁ
CONTEXTO
Este relato de experiência tem como objetivo mostrar a mudança do
perfil da população e como o PlanificaSUS está transformando a linha de
cuidados à Saúde dos idosos da 4ª Região de Saúde do Paraná, que é
localizada na Região Sul do Estado e composta por 09 municípios.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
A pirâmide etária está invertendo,
apresentando uma maior expectativa de
vida e menor taxa de natalidade. Porém o
envelhecimento da população não está
ocorrendo de forma saudável, surgindo
maior predominância das condições
crônicas.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
O novo olhar da equipe deve ser focado na
integração das ações e nos serviços de
Atenção à Saúde por meio da estruturação
de rede e fortalecimento da Região de
Saúde.
A planificação da Saúde atua com foco no
cuidado centrado na população idosa, com
planejamento e acompanhamento das
ações.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
Na APS destacamos a territorialização e análise da divisão
das áreas, considerando os aspectos demográficos,
geográficos, sociais e a garantia do cuidado integral, com
credenciamento de mais equipes de ESF, NASF e Saúde
Bucal. Na AAE organização do atendimento e reabertura
da agenda para atenção ao idoso, atendendo aos critérios
do modelo MACC.
LIÇÕES APRENDIDAS
A transição das necessidades de saúde da população nos
mostra que a organização dos sistemas de saúde deve ser
planejada e organizada constantemente, pautada na
atenção integral ao usuário. Diante deste cenário a APS
deve coordenar e ordenar o cuidado em todos os ciclos de
vida da população e também da promoção e prevenção
até a reabilitação.
Beatriz Amaro Rocha; Anna Claudia dos Santos Almeida
Experiências da Tutoria do PlanificaSUS na Região de Saúde
Sul Mato Grossense
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
beatrizamaro.mt@gmail.com
Campo Verde e São José do Povo/MT
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Em Julho de 2019 deu início a Planificação da Atenção à Saúde no Estado de Mato Grosso abrangendo os 19
municípios da região de saúde Sul Mato Grossense. Conforme estabelecido foram indicados profissionais da SMS
com perfil para serem tutores, responsáveis pela implantação dos macroprocessos da APS.
A escolha do profissional para ter o
papel de tutor obedece aos critérios
fundamentais do processo
principalmente o de conhecer e ter
experiência sobre APS do seu município.
Porém, percebemos que a prática da
tutoria exige responsabilidades e
esforços para absorver novos
conhecimentos e condutas.
Ao iniciarmos as etapas de capacitação
para tutoria da Planificação,
percebemos o quanto o processo é
complexo e que precisaríamos rever
nossos conceitos e práticas realizadas.
No início surgiram muitas dúvidas e
indagações, principalmente em como
relacionar a teoria estudada com a
implantação efetiva nas equipes.
Temos o apoio dos consultores e
analistas. A troca de experiências entre
os tutores dos diferentes municípios é
visto como um momento enriquecedor
para entender a vivência em outras
perspectivas.
Acreditamos que a troca de experiências e vivências de cada
tutor dos diferentes municípios é um momento que deve ser
mais incentivado durante os encontros de realinhamento
conceitual das semanas padrão. Nas oficinas tutoriais podemos
colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos. No
momento da realização da oficina que somos desafiados a
exercer a tutoria objetivando o “fazer junto”, ajudando a equipe
na reflexão sobre a própria prática, na identificação de
fragilidades e nas ações corretivas necessárias.
Conseguimos acompanhar o avanço do processo e
possíveis melhorias através dos anexos ofertados na
plataforma da planificação. O processo da tutoria a cada
nova etapa nos permite descobrir uma nova ferramenta
ou processo a ser implantado, com isso conseguimos de
forma gradativa trazer mudanças para as equipes e os
efeitos são notados ao longo do processo. Os resultados
das tutorias estão sendo construindo com diferentes
metodologias de aplicabilidade para as equipes de UL.
Percebemos que a forma de trabalhar com a equipe durante a
tutoria está se aperfeiçoando. Pois ao longo do tempo com as
dificuldades enfrentadas e experiências, passamos a conhecer
melhor a equipe e as suas particularidades. Ressaltamos
também que os momentos de troca de vivências entre os
tutores nos fortalece e motiva a enfrentar as dificuldades.
O papel do tutor é desafiador e exige preparo do profissional para conseguir
realmente ser um apoiador para as equipes. Percebemos que é fundamental que o
tutor tenha disponibilidade de tempo, horário protegido para exercer a tutoria e
que o apoio da gestão durante o processo é de suma importância.
SOARES, F.A.D.; VIEIRA, A.H.S.; RESENDE, A.F.S.M.; SILVA; C.A.R.; SILVA; D.M.;
COUTO, E.L.; NASCIMENTO, S.D.G.
ANÁLISE DO PROCESSO DE TUTORIA DA PLANIFICAÇÃO
DA ATENÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE ADELÂNDIA-GO
PROBLEMA
O processo de Tutoria realizado por
profissionais da Regional Oeste II seria
realmente válido? Ou se mostraria apenas como
uma tentativa de intervenção do Estado nos
processos de trabalho do município? Os
membros da equipe municipal compreendem o
papel dos tutores?
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
Foram analisadas as modificações realizadas nos
processos de trabalho após a implementação da
Tutoria, de setembro/2017 a agosto/2019, e
observadas as contribuições reais dos tutores no
sentido de orientação/facilitação aos membros da
equipe.
CONCLUSÃO
O tutor desempenha funções como orientar e educar, e o processo de Tutoria se mostrou indispensável à
perfeita implementação da Planificação. Concluímos que é como a janela da construção da Atenção
Primária, onde aprendemos a nos cuidar enquanto profissionais, e cuidar melhor dos nossos usuários.
nutfernanda@hotmail.com
ADELÂNDIA/GOIÁS
CONTEXTO
A constante troca de profissionais e os vícios na Atenção Básica dificultam a implantação da Planificação.
A Tutoria vem como um socorro da Regional de Saúde nesse sentido, mas a equipe, e principalmente a
gestão, questiona o papel dos tutores e os resultados reais desse processo.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
Com as mudanças no SUS, resultantes
da Planificação, a participação
popular/planejamento local ganharam
ênfase. O processo de Tutoria chega,
então, gerando desconfiança. Há
dúvidas quanto ao seu objetivo: se
seria uma forma de nos auxiliar na
implementação de novos e mais
eficazes processos de trabalho, ou
seria um viés para induzir/influenciar
as ações planejadas/desenvolvidas
pelo município.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Todos os membros da equipe se envolvem
no desempenhar das atividades propostas
pela Tutoria, seja em ações individuais, ou
nas propostas por equipe/parcerias. Dessa
forma, para a análise desse relato de
experiência foram utilizadas as atas de
reuniões, onde são registradas as opiniões
de todos quanto às modificações propostas
e implementadas, e a compreensão do
papel da Tutoria nesse contexto.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
Foram avaliados os pontos trabalhados: profissionais com
ações individualizadas e sem comunicação dentro da equipe;
visitas domiciliares ineficientes; prioridade do atendimento
curativo, sem agendamento de consultas; ambiente
desorganizado; Programa Saúde na Escola com estratégias
limitadas; pré-natal ineficaz; interferência negativa da
Gestão.
Após a Tutoria: reuniões de equipe, educação permanente e
ações conjuntas, inclusive com consulta compartilhada;
atendimento domiciliar com PTS; agendamento de consultas
e intensificação das campanhas preventivas; melhor
ambiência; maior interação saúdexeducação; implantação do
Pré-natal do Parceiro; cooperação da Gestão nos processos
de trabalho.
LIÇÕES APRENDIDAS
A equipe compreendeu que o aprendizado é essencial à
excelência do trabalho, e que o processo de Tutoria foi
fundamental para a organização da implantação das
mudanças necessárias, auxiliando a estabelecer
prioridades e dividir as tarefas segundo as funções de cada
profissional. Foi mantida liberdade para adaptações
conforme realidade do município.
Beatriz Amaro Rocha; Gabriella Oliveira Costa
Relato de Experiência do Processo de Expansão no
Município de Campo Verde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
beatrizamaro.mt@gmail.com
Campo Verde/MT
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Planificação em Mato Grosso abrange 19 municípios da região de saúde Sul Mato-Grossense, com o
apoio e acompanhamento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. No município de Campo
Verde o processo iniciou em julho de 2019, sendo a Unidade Laboratório (UL) a ESF São Miguel.
Cada novo processo implantado na
UL é, posteriormente, replicado
pelos tutores nas demais unidades
de atenção primária de saúde do
município (APS), o que se caracteriza
como fase de expansão do processo
de construção social da APS.
No município de Campo Verde contamos
com o quantitativo de 11 ESF e 08 UBS. Há
muito a ser desenvolvido, com o objetivo
de envolver a todos de forma que
entendam a importância da planificação.
Com isso surge a necessidade de articular e
planejar o processo de expansão, para que
ele ocorra nas demais unidades da APS do
município com avanços e qualidade.
Temos em média 230 profissionais
envolvidos na APS e na coordenação
temos uma gerente e uma supervisora.
Buscou-se os profissionais “peças-chave”
do processo e houve a criação do Grupo
Condutor Municipal.
Em Campo Verde o tutor é um profissional com
dedicação exclusiva para a tutoria e com isso pode
apoiar um número maior de unidades e realizar a
implantação das mudanças nos processos de trabalho
in loco na etapa de expansão. Contando com o apoio da
gestão municipal, das consultoras e analistas estaduais,
foi construído um cronograma da 1ª etapa da expansão
no município.
Temos um cronograma estabelecido para a 1ª etapa de
expansão, envolvendo dez unidades da ESF do
município. Os profissionais que já participaram da
etapa de expansão estão muito mais envolvidos e
buscam estabelecer vínculos com a UL, com o propósito
de aprender o “como se faz”, o que reforça o papel de
referência da UL. Os efeitos são mais positivos tendo
em vista que não se trata apenas de teorias, mas de
transformações reais nos processos de trabalho.
Com dois meses de início das tutorias da planificação na UL do
município o fato de concretizarmos o processo da expansão
para as demais unidades nos trouxe muito aprendizado e
motivação. Com a expansão as demais unidades tem a
oportunidade de aplicar as novas tecnologias, processos e
ferramentas, tendo como referência as experiências da UL.
São várias as dificuldades encontradas, é desafiador implantar mudanças no
processo de trabalho das equipes. Porém, os impactos de melhoria já evidenciados,
nos motiva a expandir para todo o município, enriquecendo as experiências e
fortalecendo a planificação como um processo contínuo e integrado.
Maria Dierly Nunes
A união da equipe é fundamental para transformação da planificação da atenção a
saúde
A unidade localiza-se na zona
rural e apresenta estrutura física
delimitada, Demarcação
territorial de difícil acesso e
micro-área sem cobertura de
ACS.
Comunicação entre a equipe mais rápida e
eficaz, avaliação interna de insumos e
equipamentos, computadores, impressora, ar-
condicionado, TV, birôs. Longarinas, macas,
cadeira para coleta de exames, carrinho de
curativo, cadeiras de escritório, etc.
Diante das dificuldades e dos problemas vivenciados na
unidade a união e o engajamento da equipe foi essencial
na aceitação de uma unidade laboratório na zona rural.
Dierly_nunes@hotmail.com
Nordeste, Sanharó - PE
A UBS Barriguda, localizada na zona rural do município de Sanharó -PE. Abrange os sítios
barriguda, serrinha, Jeto , malhada da pedra e pagão. Possui dois pontos de apoio e
totaliza 2,750 usuários. Apresenta equipe completa, após ser inserida no planifica sus está
trazendo melhor qualidade de vida e assistência a população.
A unidade não atende os aos
requisitos para ser comtemplada
como unidade laboratório, devido
a sua estrutura física,
equipamentos e localização.
O planifica sus é responsabilidade
de todos e chegou para nossa
equipe como um grande incentivo
de mudança o entrosamento,
responsabilidade,
comprometimento, pontualidade e
participação de todos os
profissionais tornou-se referencia
no nosso dia a dia.
Ambiente acolhedor, gerou satisfação aos
usuários com entretenimento (dicas de saúde)
nos intervalos de atendimento, maior conforto
e segurança no espaço físico, aumentando a
demanda de oferta da cadeira de serviços,
profissionais motivados, envolvidos e
comprometidos com a planificação.
A união e o entrosamento fazem toda
diferença, o recurso limitado ou mesmo a falta
dele somado ao espaço físico reduzido, não é
justificativa para diminuição da assistência
prestada aos nossos usuários, a comunicação
eficaz entre a equipe é primordial para um bom
desenvolvimento dos nossos trabalhos.
Aliny de Oliveira Pedrosa; Egislane da Silva Sales; Kalyanne Maria Nogueira Paiva, Kelvya Fernanda
Almeida Lago Lopes; Mara Lilian Souza Correia; Valeska Cintia Oliveira da Rocha.
Plano de Cuidados como Dispositivo Matriciador para
Usuários de Alto Risco e Atenção Primária à Saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
alinypedrosa08@Hotmail.com
Caxias-MA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Na Região de Saúde de Caxias, para garantir a continuidade da atenção ao usuário com condições crônicas, houve, com a planificação, a
integração da atenção primária à saúde com a atenção ambulatorial especializada para prestar uma melhor assistência aos usuários
estratificados como alto risco.
Usuários estratificados como alto ou muito alto risco
precisam de melhor assistência e vigilância da Rede.
Dessa forma, há a necessidade de uma comunicação
efetiva entre Atenção Primária à Saúde e demais pontos
de atenção.
Com a estratificação de risco de gestantes e crianças
começaram a surgir muitas dúvidas em relação ao manejo
de cada condição, além disso, notou-se que o cuidado
qualificado precisava ser estabelecido em uma linguagem
única entre os dois níveis de atenção, constituindo um
único microssistema clínico.
A equipe do Centro de Especialidade em Assistência
Materno Infantil (CEAMI) é constantemente capacitada
por técnicos do CONASS em relação ao preenchimento do
Plano de Cuidados a fim de garantir um cuidado de
excelência que possa contribuir para a educação do
usuário e da equipe que compartilha o cuidado.
Para avaliação da eficácia do Plano de Cuidados é realizado o monitoramento
cruzado com equipes da Atenção Primária, assim como, reuniões de rotina para
discussão de casos, na ocasião oportunidades de melhorias são identificadas e
assim pactuadas atividades em equipe para o plano de ação. Os planos de
cuidados são monitorados constantemente, focando em cada categoria
profissional e, em meio a lacunas, estratégias são desenvolvidas, como por
exemplo a implantação do prontuário eletrônico no CEAMI, que facilitará a
leitura tanto pelo usuário como pelos profissionais da Unidade Básica de Saúde.
Além do monitoramento cruzado, a cada tutoria com facilitadores do CONASS,
os planos de cuidados são avaliados e é notado um aprimoramento constante
das ações sugeridas e evoluções escritas, o que evidencia a relevância dos
alinhamentos internos. Ainda, há o relato dos usuários de que participam da
discussão do Plano em sua Unidade de origem.
Com o Plano de Cuidados preenchido pelo CEAMI e recebido pela APS, dúvidas
sobre a assistência são sanadas a partir da educação que o instrumento
proporciona. Quando surge alguma inconsistência entre o manejo do usuário,
tanto coordenação do Centro como da APS pode agendar um novo encontro
entre os profissionais para discussão que acontece por meio do Projeto
GESTAR ou do CRESCER.
A cada novo Plano de Cuidados elaborado, há a garantia de aprendizado mútuo e a certeza de que o cuidado é fortalecido pela APS e
CEAMI, com a possibilidade constante de adequações e a necessidade de monitoramento diário.
Beatriz Xavier Ramos de Souza (principal)
Alessandro Simões Marinho
Claudine Prado da Silva
Rio Claro-RJ
Fortalecimento de Microprocessos de Excelência em Serviços e de Ferramentas de Gestão nas Ações da
Atenção Primária em Saúde: A Implantação Inicial do PlanificaSUS no Município de Rio Claro-RJ
PROBLEMA
Instauraram-se dois problemas frente à experiência de
implantação do projeto: (a) que estratégias deveriam ser
utilizadas para a atração, adesão e manutenção dos
profissionais da APS e da AAE junto às propostas e conteúdos
dos workshops? (b) como materializar a prática dos conteúdos
da Planificação, na tutoria, mediante a resistência dos
profissionais em aderir à revisão dos processos de trabalho
visando maior eficácia e excelência?
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
A análise das intervenções está sendo realizada a partir de dois momentos no
processo de implantação do PlanificaSUS: (a) intervenção no Workshop e (b)
intervenção na prática da Tutoria. No que tange aos dois Workshops executados,
primou-se pelo processo de planejamento e organização das tarefas dos
profissionais envolvidos diretamente na condução do processo. No que se refere
à intervenção na prática da Tutoria, vivencia-se o processo de aprendizagem e
de melhor compreensão por parte dos profissionais das equipes da ESF do
conteúdo trabalhados nos Workshops.
CONCLUSÃO
Pôde-se concluir, neste primeiro momento de análise, que a implantação do Projeto tem trazido
a importância da revisão de atitudes frente aos objetivos estratégicos da APS, assim como a
necessidade de utilização de ferramentas de gestão a partir de um novo conceito de
intervenção em saúde vislumbrando ações analíticas de acordo com os microprocessos,
possibilitando um fazer mais simples, porém, mais eficiente e eficaz junto à população adstrita.
Contudo, os resultados iniciais vêm apontando a necessidade de se desenvolver uma cultura de
gestão por excelência não somente na qualidade dos acolhimentos, como também, na
tecnicidade e no fomento de competências dos profissionais das eESF, frente ao mapeamento e
análises situacionais que constituem os microprocessos interventivos junto aos usuários do
Sistema Único de Saúde, de maneira a se compreender que qualidade não se limita ao
acolhimento, mas se ramifica para a resolubilidade diante das reais necessidades destes
mesmos usuários.
beatriz.enf@globo.com
CONTEXTO
Os trabalhos do processo de estudo, compreensão e implantação do Projeto de Planificação da Atenção Primária em Saúde
(APS) e da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) no município de Rio Claro se iniciaram, objetivamente, no Workshop de
Apresentação e de Capacitação de Facilitadores e Tutores realizado na cidade de Volta Redonda-RJ, enquanto Polo para a
capacitação dos referidos profissionais representantes dos doze municípios que configuram a Região do Médio-Paraíba. Por
conseguinte, visando a cumplicidade, co-responsabilidade e sinergia interpessoal entre os profissionais da APS e AAE, além
da facilidade logística, primou-se pela realização dos Workshops no próprio território de maneira a proporcionar um
ambiente estruturado de aprendizagem mútua e respeitando as especificidades do município.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
O processo de modificação cultural quanto à compreensão do
papel da APS enquanto serviço estratégico, é perpassado por
gargalos como o interesse, a motivação dos profissionais em
aderir à proposta de Planificação do Sistema Único de Saúde
(PlanificaSUS) enquanto projeto de melhorias na
sistematização, eficácia e excelência dos processos de trabalho
e, consequentemente, na qualidade e resolubilidade das ações
da APS.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Em Rio Claro, compreendemos como envolvimento das
equipes, inicialmente, duas evidências que vêm configurando
o processo de implantação. A primeira faz alusão à
manutenção da média de participantes nos dois Workshops
realizados até o momento, com a ausência de quaisquer
reforçadores negativos, como punições ou exigências maiores,
para o aceite na participação do processo de aprendizagem
para a execução da Planificação. A segunda evidência, se deu
na participação ativa da equipe de Estratégia de Saúde Família
(eESF) escolhida como piloto na proposta de tutoria.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Considerando a informalidade dos dados coletados para a exposição das
mudanças e melhorias descritas neste trabalho, optou-se para o presente
momento, pela criação de instrumentos quantitativos de análise de
satisfação, aprendizagem e resultados parciais, a partir de um modelo de
escala de Likert para uma mais fidedigna coleta e análise dos dados
levantados. A aplicação dos instrumentos será realizada, tendo em vista a
especificidade situacional de implantação da Planificação, ao final dos
Workshops e nas etapas que constitui a Tutoria.
LIÇÕES APRENDIDAS
O processo de implantação do Projeto tem evidenciado a relevância da utilização
de instrumentos de gestão fundamentados em estratégias de coleta, análise e
execução de ações baseadas no fomento de intervenções técnicas, possibilitando
a abertura para a aprendizagem e desenvolvimento de práticas considerando o
conhecimento populacional, a partir de suas genuínas necessidades, além dos
macro e microprocessos que perpassam a RAS, tendo a APS como ordenadora
desta rede.
Aliny de Oliveira Pedrosa; Ana Carolina Fernandes; Juciara Sampaio, Lucileia Eller.
O Diferencial do Trabalho Coletivo entre Tutores de uma Região
de Saúde do Maranhão: Suprimindo o Modelo Fragmentado
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
alinypedrosa08@Hotmail.com
São João dos Patos-MA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A planificação da Atenção especializada e Atenção Primária surgiu como proposta de reorganização de processos de trabalho, com a
implantação do Modelo de Atenção às condições crônicas na Região de São Joãos dos Patos, Maranhão, por meio do PlanificaSUS, participando
do projeto 15 municípios.
A realidade de um modelo fragmentado na Região
ainda não permite o compartilhamento do cuidado dos
usuários pelas equipes de saúde, não incentivada a
troca de experiências e vivências, visto que a maioria
dos profissionais não se conheciam e por isso não
trabalhavam em Rede.
Os indicadores de saúde, assim como relatos dos
profissionais durante oficinas tutoriais evidenciaram a
falta de comunicação, o trabalho fragmentado e a
existência de concorrência entre os serviços de saúde
antes de iniciar de fato o processo de planificação nos
municípios, no ambulatório e maternidade regional. Tal
problema se devia principalmente em virtude do simples
fato dos profissionais não se conhecerem.
Durante as oficinas tutoriais, a equipe do PlanificaSUS,
juntamente com coordenação e tutores do Estado
identificaram oportunidades de melhoria entre os tutores
locais a fim de contribuir para a comunicação efetiva
estre estes.
Inicialmente foram criados grupos de WhatsApp com o intuito de prestação de
apoio por parte da consultora, analistas e representantes da SES aos tutores
locais que se mostravam inseguros com o processo. Ao final de cada oficina
tutorial e durante o intervalo destas, tutores dos 15 municípios e do
ambulatório regional são monitorados em grupos de WhatsApp, espaço no
qual compartilham experiências de sua realidade e se conhecem melhor,
aproximando os serviços e cooperando para o trabalho em equipe. A
ferramenta permite ainda sanar dúvidas por meio do caráter educativo.
A cada tutoria nota-se uma maior segurança e empenho entre os tutores, visto
que estão cada vez mais próximos permitindo a compreensão do processo. A
eficácia dos grupos é percebida por meio de relatos de ajuda mútua, decisões e
aflições compartilhadas, que além de amadurecê-los durante o processo, os
torna mais ágeis e resolutivos. Com o monitoramento das ações por meio de
grupos, os prazos pactuados vem sendo cumpridos, a comunicação entre os
profissionais tem melhorado e a concorrência entre os serviços diminuída, já
favorecendo o compartilhamento do cuidado entre atenção primária e
ambulatório especializado.
O trabalho em equipe beneficia diretamente os tutores e principalmente os
usuários. Os serviços concorrentes fazem parte de um modelo fragmentado
que impede o crescimento profissional e a garantia de direitos fundamentais à
saúde, visto que o desenho das Redes e conhecimento favorece o cuidado
seguro.
O trabalho coletivo garante uma maior confiança durante a planificação, sendo notório o aprendizado mútuo. Assim, tutores,
facilitadores e equipes em geral do PlanificaSUS devem manter-se próximos e cooperativos neste processo educativo, pois a
comunicação efetiva será decisiva para o compartilhamento do cuidado de gestantes e crianças de alto risco de forma segura.
ADRIANA MARIA FIGUEREDO BATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE OLIVEIRA FRANÇA; ENEIDA
CARVALHO GOMES FERREIRA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA
CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MARLI FRANCISCA DOS SANTOS PALMEIRA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT.
O TELESSAÚDE E SUA INSERÇÃO NO PLANIFICASUS: O CASO DE SERGIPE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
ITABAIANA/ SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
eneida.telessaude@gmail.com
Telessaúde Sergipe: Integra ensino e serviço por meio de ferramentas de Tecnologias da
Informação e Comunicação (TIC), promovendo Educação Permanente em Saúde (EPS).
•Baixa resolutividade
da APS e da AAE
Fragilidade da Rede
de Atenção à
Saúde (RAS)
•Demanda ampla
•Oferta restrita
•Precariedade da cultura
de EPS
Sobrecarga do
Sistema de Saúde
Necessidade de intervir em qualificação nos
espaços de trabalho tendo como referencial
o Modelo de Atenção às Condições Crônicas
(MACC).
Agrega-se a ferramenta Telessaúde:
 Secretarias Municipais e Estadual
 Fundação Estadual de Saúde
 CONASEMS
 Sistema Interfederativo de Garantia de
Acesso Universal
 Conselhos de Saúde
 Universidade Federal de Sergipe (UFS)
Integração que outorga a APS como ordenadora da rede e potencializadora da longitudinalidade do cuidado e
a AAE apoia no matriciamento, supervisão clínica e monitoramento cruzado da APS.
Melhoria da resolutividade
•Uso de teleconsultoria
•Segundas opiniões formativas
•Apoio institucional
•Tele-educação Casos clínicos e
construção de plano de
cuidado compartilhado
Telessaúde: potencializa o PlanificaSUS → qualificação para
integralidade do cuidado no baixo, médio e alto risco da
RAMI, no envolvimento dos Núcleos de Apoio à Saúde da
Família (NASF) = diminuição de encaminhamentos
equivocados para a AAE.
Fortalecimento de assistência
qualificada no território
sanitário e consequente
prevenção quaternária
Qualificação como
rotina da APS e da AAE
Integrar estas iniciativas significa potencializar os micro e
macro processos para obtenção de melhores resultados.
PlanificaSUS Telessaúde
Heleno Alves da Silva Júnior1 Adilânia Cordeiro da Silva2
1- Autor, 2- Co-autor
Qualidade da Territorialização com a Implantação da
Plataforma ESUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
helenoenf@gmail.com
BELO JARDIM/ PERNAMBUCO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A territorialização é uma ferramenta para o planejamento das ações de saúde que possibilita a identificação dos
aspectos ambientais, sociais, demográficos, econômicos e dos principais problemas de saúde em determinada área e, a
Plataforma e-SUS, é a proposta de reestruturação das informações da atenção primária, fundamental para ampliar a
qualidade no atendimento ao usuário e a organização do território adscrito.
Ausência do total de usuários e domicílios na
Plataforma e-SUS para gerenciamento das
informações e organização do território, com a
devida identificação da população adscrita,
domicílios e suas características gerais.
Realizar o cadastramento individual e domiciliar de todos os indivíduos.
Identificar as área descobertas e sua população específica.
Atualização das informações nas fichas individuais e domiciliares.
Realizar visita domiciliar, através do Agente Comunitário de Saúde e demais
membros da equipe.
Inserir as fichas preenchidas na Plataforma e-SUS na ferramenta exclusiva de
Coleta de Dados Simplificado – CDS.
Elaborar mapa do território adscrito no contexto da APS.
Reorganizar os processos de trabalho, através
das atividades de territorialização com
alimentação adequada dos dados na
Plataforma e-SUS, através das visitas
domiciliares e atualizações das informações dos
indivíduos e domicílios.
Aumento do número de cadastros no e-SUS, com identificação
da população, novos usuários, áreas adscritas, atualizações de
forma periódica e sistematizada.
Emissão de relatórios de acompanhamentos, com alinhamentos
das ações de territorialização da Unidade Básica de Saúde
laboratorial e demais de abrangência da APS do município.
Atendimento individual através dos profissionais de saúde da
equipe, com identificação dos usuários no PEC- Prontuário
Eletrônico do Cidadão.
Conhecer a área adscrita da UBS é uma função
de todos os profissionais vinculados. A equipe
participa dos cadastramentos e atualizações,
identificando seu território e no planejamento
das ações.
É necessário conhecer a população adscrita através do
cadastramento e, a alimentação da Plataforma e-SUS deve ser o
principal ponto de organização dos processos de territorialização
de forma sistemática e evolutiva.
O cadastramento dos indivíduos e domicílios na Plataforma e-SUS estabelece um contato mais próximo com a
população e indica caminhos para uma Atenção Primária mais crítica, reflexiva e humanizada. O perfil da área, o
conhecimento das condições de vida da população, frequência como as doenças ocorrem, diagnósticos, entre outros
pontos definem as prioridades de atuação. Por fim, o conhecimento do território e a adscrição são de suma importância
no processo de trabalho, uma vez que o reconhecimento adequado permite maior capacidade de intervenção na origem
dos problemas, tornando a APS acolhedora e resolutiva.
Tânia Berbert Ferreira Lima; Cristina Angélica Gomes; Eliane Márcia Veloso Almeida; Rubia Pereira Barra
INSTRUMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DAS EQUIPES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À
SAÚDE DE UBERLÂNDIA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
[taniabflima@gmail.com
Uberlandia - MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O CONASS desenvolve a Planificação da Atenção à Saúde, organiza os serviços por meio das Redes de
Atenção á Saúde, coordenada pela APS, abrangendo a elaboração de conteúdos técnicos, metodologias e
realização de atividades voltadas à melhoria da eficiência da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia.
Verificar se aconteceu mudanças na
qualidade dos serviços prestados pela
Secretaria Municipal de Saúde com a
implantação das propostas desenvolvidas
pela Planificação da Atenção à Saúde.
No sentido de certificar a qualidade dos
serviços prestados, por meio Planificação
da Atenção à Saúde, a equipe da SMS de
Uberlândia MG, elaborou-se um
instrumento de avaliação, que contemplam
os macros e microprocessos da APS, que
permite uma análise percentual de
conformidade dos subitens de verificação
para cada processo proposto.
STATUS
Percentual de
Conformidade
Pontuação
Bronze 70 a 79% 71 a 80
Prata 80 a 89% 81 a 90
Ouro 90 a 100% 91 a 101
5 facilitadores
21 tutores da SMS 55 UBSFs e 15 UBSs
100% das Unidades de
Uberlândia
Que o instrumento elaborado pela equipe da SMS de Uberlândia MG seja útil às outras secretarias de saúde
para avaliar o estágio de implantação das tecnologias propostas pela Planificação da Atenção à Saúde.
As avaliações serão registradas e utilizadas como indicador
de resultado no âmbito do planejamento estratégico da
SMS de Uberlândia para as melhorias das tecnologias
propostas pela Planificação da Atenção à Saúde junto ao
Programa Qualifica SaUDI.
A avaliação orientará os gestores e as equipes quanto ao
diagnóstico do estágio da implantação das tecnologias
propostas pela Planificação da Atenção à Saúde – Programa
Qualifica SaUDI. A importância desta etapa não é o
julgamento de não conformidades, mas o feedback
construtivo e oportunidades de melhoria para implantar
e/ou implementar a organização dos macros e
microprocessos da APS.
VANESSA DIAS DE ARAÚJO BARRÊTO; SEBASTIÃO CAIO DOS SANTOS DANTAS; MAURA VANESSA SILVA SOBREIRA;
RAYEGNE ALVES DOS SANTOS MENDES; ULLY NAYANE EPIFÂNIO CARNEIRO; CLARISSA GOMES DE ARAÚJO; PÂMERA
MEDEIROS DA COSTA
Sistematização do Processo: Uma Análise da Implementação da Estratégia de
Alinhamento Metodológico pelo Grupo Condutor Regional da Planificação no
Rio Grande do Norte
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
vnssdias@hotmail.comCAICÓ/RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE É FONTE DE PREOCUPAÇÃO DOS GESTORES POR SER O PRINCIPAL ACESSO DO USUÁRIO AO SERVIÇO DE SAÚDE.
O CONASS CRIOU A PLANIFICAÇÃO DA APS VISANDO DESENVOLVÊ-LA E EFETIVÁ-LA. DURANTE O PROCESSO NO RN FOI CRIADO O GRUPO
CONDUTOR REGIONAL, RESPONSÁVEL PELA EFETIVAÇÃO DO PROCESSO.
O PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO NO RN ENCONTROU
DIVERSOS PROBLEMAS, DADO O ELEVADO NÚMERO DE
MUNICÍPIOS E PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS, NÃO SENDO
POSSÍVEL GARANTIR AS CONDIÇÕES IDEAIS PREVISTAS SE
CADA WORKSHOP DE FACILITAÇÃO FOSSE FEITO APENAS
LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO O MATERIAL FORNECIDO
PELO EINSTEIN.
APÓS O I WORKSHOP, FORAM IDENTIFICADAS VULNERABILIDADES QUE
PRECISAVAM SER CORRIGIDAS OU OCASIONARIAM PROBLEMAS DE
COMPREENSÃO POR PARTE DOS PROFISSIONAIS. FORAM, ENTÃO, DISCUTIDOS
MÉTODOS QUE PERMITISSEM MAIOR RESPOSTA À PROPOSTA APRESENTADA,
COM REALIZAÇÃO DE REUNIÕES DE ALINHAMENTO ANTES DOS ENCONTROS
PREVISTOS NO CALENDÁRIO, CAPACITANDO TUTORES E FACILITADORES PARA
A CONDUÇÃO DO PROCESSO. FORAM REALIZADAS OFICINAS DE
ALINHAMENTO METODOLÓGICO COM TUTORES E FACILITADORES QUE
ANTECEDERAM OS ENCONTROS DOS WORKSHOPS. TAIS REUNIÕES TIVERAM
COMO FINALIDADE O ALINHAMENTO DOS PROCESSOS DE
CONDUÇÃO/FACILITAÇÃO, ALÉM DA GARANTIA DA EFETIVIDADE NA
CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS, TORNANDO PREMENTE A QUALIFICAÇÃO
DO PROCESSO E CONSOLIDANDO AS PROPOSTAS DA PLANIFICAÇÃO DA
ATENÇÃO PRIMÁRIA.
NO RN, O PLANIFICASUS INICIOU-SE NA 4ª REGIÃO DE
SAÚDE, QUE POSSUI 25 MUNICÍPIOS E QUASE DOIS MIL
PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS. DIANTE DISSO, VERIFICOU-
SE A DIFICULDADE DE GARANTIR A QUALIDADE DO
PROCESSO DE FACILITAÇÃO E PERCEBEU-SE A
NECESSIDADE DE MUDANÇA ESTRATÉGICA, OPTANDO-SE
POR UM ALINHAMENTO METODOLÓGICO QUE
PRECEDERIA CADA ENCONTRO, A FIM DE GARANTIR A
QUALIDADE DAS CAPACITAÇÕES REALIZADAS.
OS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO GRUPO CONDUTOR
REGIONAL PERCEBERAM A NECESSIDADE DE CRIAÇÃO DE
UM ALINHAMENTO METODOLÓGICO APÓS A REALIZAÇÃO
DO I WORKSHOP, DADAS AS FRAGILIDADES
IDENTIFICADAS PELO MONITORAMENTO. COM ISSO,
ELABOROU-SE, DE MANEIRA AUTÔNOMA E PROATIVA,
NOVA ESTRATÉGIA DE ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO DE
CAPACITAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DOS WORKSHOPS
SEGUINTES.
APÓS A REALIZAÇÃO DOS WORKSHOPS, OS FACILITADORES REALIZARAM
AVALIAÇÕES EM CADA GRUPO, CUJOS PRODUTOS AVALIATIVOS FORAM
ENCAMINHADOS AO GRUPO CONDUTOR REGIONAL. ESTE, POR SUA VEZ,
REALIZOU ANÁLISES CONTÍNUAS BUSCANDO IDENTIFICAR FRAGILIDADES E
POTENCIALIDADES QUE REQUERESSEM INTERVENÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO,
COM A FINALIDADE DE GARANTIR UNANIMIDADE. APÓS A IMPLEMENTAÇÃO
DOS ENCONTROS DE ALINHAMENTO, OBSERVOU-SE MAIOR RESPOSTA
POSITIVA DOS FACILITADORES EM RELAÇÃO A CONDUÇÃO DOS WORKSHOPS
COM AS EQUIPES, POIS PASSARAM A APRESENTAR MAIOR SEGURANÇA
METODOLÓGICA, INTERESSE EM GARANTIR A QUALIDADE DA CONDUÇÃO E
DISPOSIÇÃO EM SENSIBILIZAR AS EQUIPES PARA O PROCESSO DE
PLANIFICAÇÃO.
A INTEGRAÇÃO DO GRUPO CONDUTOR REGIONAL E A DISPOSIÇÃO EM
PROPOR MELHORIAS CONTÍNUAS PARA A PLANIFICAÇÃO, ENQUANTO
"LOCUS" CRIADOR DE FERRAMENTAS DE APOIO E GESTÃO DO PROCESSO,
FIZERAM COM QUE A PROPOSTA DO PLANIFICASUS FOSSE MELHOR
COMPREENDIDA E SEU PAPEL NO FORTALECIMENTO DA SAÚDE NA REGIÃO
FOSSE RESSIGNIFICADO.
A ESTRATÉGIA DE REALIZAÇÃO DE CAPACITAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO DIRECIONADA A TUTORES E FACILITADORES COM A FINALIDADE DE
ALINHAR O CONTEÚDO A SER REPASSADO ÀS EQUIPES PERMITIU MAIOR COMPREENSÃO DA PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO, DISSIPANDO
DÚVIDAS E ASSEGURANDO MAIOR QUALIDADE E OPERACIONALIZAÇÃO AO PROCESSO.
SEBASTIÃO CAIO DOS SANTOS DANTAS; MAURA VANESSA SILVA SOBREIRA; RAYEGNE ALVES DOS SANTOS MENDES;
VANESSA DIAS DE ARAÚJO BARRETO; ULLY NAYANE EPIFÂNIO CARNEIRO; CLARISSA GOMES DE ARAÚJO; PÂMERA
MEDEIROS DA COSTA
Onde Estamos e Para Onde Vamos? Uma Abordagem Sobre o Processo
de Planificação no Município de Parelhas/RN
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E
INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
profcaiodantas@hotmail.com
PARELHAS/RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
No Brasil, a Atenção Primária a Saúde (APS) ocupa um lugar
central no acesso a serviços de saúde, tendo em vista o
processo de organização do setor, com especial força a
partir dos movimentos de profissionais, em consonância
com aqueles movimentos sociais que nos anos 80 do século
XX dedicavam seus esforços a implementação de uma
reforma sanitária em nosso território, que sistematizasse o
modus operandi em saúde para garantia do direito humano
fundamental consolidado nos tratados e acordos
internacionais de direitos humanos.
O SUS revela sua operacionalidade através da compreensão
da densidade de tecnologias para o atendimento aos
usuários, e adota diferentes perspectivas de construção da
APS, vislumbrando o processo de adscrição e adstrição. Tal
movimento se fez de forma cada vez mais desordenada,
gerando vícios na implementação da lógica fundante.
Ocorre que na época de sua implementação, as equipes de
saúde da família tinham por foco as questões voltadas ao
controle de natalidade, crescimento e desenvolvimento,
acompanhamento do pré-natal e puerpério, e o combate às
epidemias. Com o tempo inseriu-se como foco o controle
endêmico e de zoonoses e aos agravos e condições crônica. A
mira foi ampliando-se de tal maneira que o lapso restou em
ausência em capacitar de forma ampliativa as novas equipes
que se criava. Seja pela necessidade de implementação cada
vez mais imediata de novas equipes, ou pelo surgimento de
situações passíveis de controle cada vez mais recorrentes, tal
aspecto pode se caracterizar enquanto agente desmotivador
na gestão do trabalho.
Os profissionais da APS em Parelhas foram vitimizadas pela
intensificação da implementação, e clamavam por um
processo de capacitação e treinamento ampliativo.
Mostraram-se em um primeiro momento, desconfiados e
inquietos, apresentando inclusive questionamentos de ordem
estrutural. Todavia, ao compreenderem a proposta
demonstraram engajamento e proatividade.
Para além do que fora proposto pela promotora da formação,
um aspecto válido tratou da realização prévia de uma análise
da realidade regional, com direcionamento metodológico
voltado a atenção a essa perspectiva, tal ação foi
desenvolvida pelo grupo condutor regional (GCR), com o
apoio dos tutores e facilitadores.
A estratégia de implementação da lógica da APS em Parelhas/RN foi
maculado pelas intervenções de natureza diversa, que impôs uma
dinâmica desprovida de mecanismos de motivação e formação das
equipes, gerando insatisfações e resistência nos profissionais. Todavia, a
utilização de estratégias de Educação Permanente foi capaz de produzir
implicação e credibilidade com o processo de trabalho em saúde,
produzindo valor para profissionais e por conseguinte aos usuários.
A partir da implementação do processo de planificação notou-se a
iniciativa das equipes em produzir e socializar estratégias de
acompanhamento estatístico de demandas e oferta, bem como de
compreender a territorialização, requisitando a criação de um grupo
virtual para demonstração e discussão coletiva das produções.
A educação permanente enquanto estratégia de valorização profissional
e de melhoria no processo de gestão do trabalho, apresenta vocação
para produzir mudanças significativas no âmbito dos processos de
trabalho e da compreensão da lógica dos serviços enquanto ferramentas
das RAS. Tal fato agrega valor e significado para a equipe e população
usuária.
ADRIANA MARIA FIGUERÊDO BATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; ENEIDA CARVALHO GOMES FERREIRA;
FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARLI FRANCISCA DOS SANTOS PALMEIRA;
MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA.
A ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA NA REGIÃO DE ITABAIANA, POTENCIALIDADES E
FRAGILIDADES: UMA INTERPRETAÇÃO A PARTIR DA ESTRATÉGIA PLANIFICASUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
elienecclima@gmail.com]
ITABAIANA/SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Região de Itabaiana: 14 municípios (mais de 240 mil habitantes).
Desafio: relatar processo de implementação da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE).
• Como transformar o Centro de
Especialidades Médicas (CEM) em AAE
no Modelo de Atenção as Condições
Crônicas (MACC) em integração com a
Atenção Primária a Saúde (APS)?
Etapas da Preparatória a 2.2: envolvimento
relativo da equipe existente.
Entrave? apenas possui duas categorias
dessa linha (enfermeiro e técnico de
enfermagem).
Percebemos que avanços foram realizados e determinantes
para o aperfeiçoamento e melhoria contínua do PlanificaSUS.
A experiência permitiu conhecer as peculiaridades do grupo e planejar ações futuras. O que nos coube foi
apresentar aspectos propícuos para que soergam o seu propósito: a integração em redes da AAE e APS.
O caminhar será o responsável pelo que disso se pode esperar: o fazer-se caminho.
•Porta aberta
•Modelo fragmentado
Atualmente
•Agenda referenciada
•Estratificação de risco
Desafio
Hábitos, cultura e tradição
Grupo Condutor
Regional
(apresentação
dos resultados)
Gestão Estadual
com reuniões
setorizadas
Gestão do CEM
(ações
descentralizadas
do Plano de Ação)
Reuniões
semanais de
tutoria
Monitoramento e
revisão do Plano
de Ação
Apresentação e
sensibilização
para os
servidores do
CEM
Uso do dashboard da plataforma.
LIÇÕES APRENDIDAS
ADRIANA MARIA FIGUERÊDO BATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; ENEIDA CARVALHO GOMES
FERREIRA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARLI FRANCISCA DOS
SANTOS PALMEIRA; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA.
A CONSTRUÇÃO DE MECANISMOS PARA CONCRETIZAÇÃO DA ATENÇÃO
AMBULATORIAL ESPECIALIZADA: O CASO DA REGIÃO DE ITABAIANA-SE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[elienecclima@gmail.com]
ITABAIANA/SERGIPE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Região de Itabaiana: 14 municípios (mais de 240.000 habitantes).
Integralidade da saúde: finalidade de integração de serviços na região.
• Como inadequações na estrutura física,
equipamentos e recursos humanos
interferem para que o Centro de
Especialidades possa funcionar baseado
no Modelo de Atenção às Condições
Crônicas (MAAC)?
Levantamento de custo para as devidas
adequações da AAE:
• Demandado pela Diretoria de Atenção
Integral à Saúde da Secretaria de Estado
da Saúde (SES)
• Realizado pelo grupo executor e tutores
da SES e da Fundação Estadual de Saúde
(FUNESA).
• Decisões políticas positivas, planejamento e uso racional
dos recursos públicos.
• Desenvolvimento de competências e habilidades e
corresponsabilidades → contribuíram para ações
articuladas da equipe.
Projeto realizado mediante decisão estratégica que consolida um esforço coletivo para superação do modelo
fragmentado na saúde para o Modelo da Atenção as Condições Crônicas.
Check list da
ambiência
Carteira de
serviços
disponível
Levantamento
das
necessidades
Estrutura física, aquisição de
equipamentos, materiais e
contratação de profissionais
1
•Estudo da população-alvo
2
• Levantamento do quantitativo de recursos
•Planilha de Dimensionamento da Capacidade
Operacional da AAE
3
•Sistematização dos recursos necessários
•Planilha orçamentária subdividida em tipo de
investimento e por ambiente
4
•Apresentação aos gestores
Uso do dashboard da plataforma.
BRUNA MELO AMADOR; AURIMERY GOMES CHERMONT, ALDA HELENA DASILVA MELO; ANTÔNIA LYANDRA JESUS DOS SANTOS; DELMÁRCIA THAIS
BARBOZA ROCHA; LÍLIAN CARLA MONTEIRO DA SILVA; LILIAN OLIVEIRA MAGALHÃES; LUÍS AUGUSTO MELO E SILVA e MARIA DE NAZARÉ SOUZA DA SILVA
OFICINAS DE IMPLANTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO NAS
SALAS DE VACINAS, NO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA, PARÁ, BRASIL
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
bruna.amador@hotmail.comBRAGANÇA - PARÁ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A experiência aconteceu no município de Bragança, Pará, nordeste paraense, com 126.143 mil habitantes. A rede Básica
municipal apresenta 26 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com 48 Equipes de Saúde da Família, sendo dez localizadas no
meio urbano e 16 no meio rural. Além de contar com cinco pontos de apoio.
A vigilância epidemiológica municipal
gerencia 32 salas de vacinas, distribuídas
dentre UBS, pontos de apoio, Serviço de
Atenção Especializada/Centro de Testagem
e Aconselhamento (SAE/CTA) e três
maternidades, e que não possuem
Procedimentos Operacionais Padrão (POP´s)
em suas salas.
Decidiu-se aplicar a oficina de Implantação dos POP´s salas de
vacinas não somente na UBS laboratório. Porém, como forma
de expansão e otimização do processo de educação
permanente, ampliou-se às 32 salas de vacinas; objetivando
desenvolver competências dos funcionários para gerenciar os
processos, aprimorar a qualidade das atividades, implantar
POP´s e o checklist.
Observou-se que as salas de vacinas adotavam
normas e procedimentos próprios, sem
supervisão do enfermeiro responsável,
comprometendo o gerenciamento dos
processos administrativos, a garantia da
qualidade da imunização ofertada à população,
a segurança do usuário e do profissional
durante os procedimentos, e o alcance de
indicadores e da cobertura vacinal municipal.
A forma utilizada pela equipe da planificação para avaliar as
melhorias foi entregar para cada sala de vacina o caderno com
todos os POP´s impressos, e com ele: a implantação do checklist,
que deve ser aplicado mensalmente pela enfermeira, para
avaliação das conformidades e não conformidades da sala de
vacina de sua responsabilidade, além da implantação de adesivos
de geladeira com as normas para a organização interna.
Após a leitura dos POP´s, identificou-se a necessidade de
realizar educação permanente, monitorar e avaliar os
serviços, estabelecendo prazos para tal, pois é um passo
importante para o desenvolvimento dos processos de
trabalho das equipes da atenção primária à saúde.
A importância de orientar o processo de trabalho com metodologias ativas, escutar as dúvidas e adequar práticas,
levaram os profissionais e a equipe do “PLANIFICASUS”, a uma reflexão acerca da assistência ofertada. Gerando
documento ao gestor sugerindo melhorias para o desenvolvimento dos POP´s.
Luciana Mendes Barcelos; Fabiane Peixoto Cardoso; Vanessa Cristina Bertussi; Ana Rita de Faria
Visita domiciliar e o papel da odontologia no
Programa de Saúde da Família
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
[Uberlandia / MG]
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
 As Visitas Domiciliares são meios importantes da Estratégia de Saúde da Família, possibilitam a criação de vínculos com a comunidade
facilitando o trabalho dos profissionais de saúde, pois passam a conhecer a realidade, dificuldades, e fatores de riscos que possam
interferir no processo saúde-doença;
 Tendo o propósito de conhecer o ambiente familiar, estreitar relações entre profissionais e pacientes, tendo como foco a família;
 Possibilita diagnosticar pontos críticos pertinentes à realidade, visa promoção de saúde com práticas educativas, motivação para
autocuidado, e estratificação de risco no intuito de encontrar subsídios para um adequado planejamento de ações em saúde;
 Pacientes impossibilitados e/ou com dificuldade de
deslocamento até as unidade de saúde;
 Idosos, pacientes acamados no geral, assim como vítimas de
acidentes e violência urbana;
 Usuários com necessidades especiais (mental, motora, visual),
 Gestantes, puérperas com recém-nascidos.
 Avaliação através de visitas/retornos programados;
 Uso das técnicas de entrevista e de observação sistematizada;
 Momento importante dentro da família, tornado-se um espaço de diálogo e troca de
saberes que contribui de forma positiva para o processo de educação em saúde e mais
uma vez destacando o papel do ACS como promotor da educação e identificador de
fatores que determinam o processo saúde-doença, sendo ele o profissional que mais tem
contato com a população.
 A visita domiciliar proporciona a equidade e um atendimento humanizado a uma parcela
da população distanciada da odontologia tradicional reconhecendo suas diferenças.
 O agente comunitário de saúde (ACS)  muito importante
nesse processo  profissional responsável para ajudar a
diagnosticar necessidades da população;
 Avaliação da área, colocando em questão riscos e benefícios
para viabilizar atender àqueles que possuem dificuldades de
locomoção, além de resistência de adesão ao sistema, e até
mesmo a falta de informação, devido a vunerabilidade social;
 Trabaho integrado e multidisciplinar, onde toda equipe poderá se
envolver para planejar a melhor estratégia de abordagem para o
usuário com necessidade da visita.
 Visitas domiciliares são benéficas e trazem resultados positivos;
 Importante ferramenta no cuidado e processo saúde-doença;
 Toda equipe de saúde bucal dentro de um PSF deve inseri-la na rotina, no intuito de estabelecer um vínculo
mais efetivo com a comunidade assistida, promovendo um atendimento humanizado da atenção e do cuidado
em saúde bucal, favorencendo outros processos saúde-doença para melhor qualidade de vida.
 Rodas de conversas em equipe  Motivação do profissional para que um olhar mais
humanizado seja estimulado,
 Aplicação de questionários para compreensão do problema dentro de um contexto social,
para que assim o profissional de saúde entenda os princípios em prestar o cuidado afim de
que se torne autocuidado mudando a realidade na qual o usuário esteja inserido;
 Práticas educativas, a fim de se desenvolver potencialidades individuais e coletivas,
incentivando hábitos saudáveis .
 Compreensão da importância do suporte emocional para o paciente e familiares;
 Mudança de comportamento do usuário com um olhar mais positivo pra vida;
 Importância de um acolhimento humanizado para com o usuário;
 Oferecimento de melhor qualidade de vida, no seu contexto de doenças incuráveis e/ou em
condiçoes desvaforáveis, de vulnerabilidade social para comparecer em uma unidade de
saúde;
 Possível planejametno para realização de procedimentos curativistas devolvendo a saúde
bucal para estes pacientes.
Contextualização do
Problema
 Capacitação da Equipe
 Compreensão do Problema,
facilitando abordagem com os usuarios
 Desenvolvimento de atividades para promoção da saúde bucal.
 Mudar a perspectiva de uma visão de tratamento de doenças
para uma visão de tratar pessoas de forma humanizada.
[lucianabarcelos@hotmail.com]
Luana Amorim, Alessandra Rodrigues, Aldenise Lima, Eduardo Barros, Thaina Gomes,
Wanessa Moraes
A Planificação e o processo de territorialização em uma Unidade
Laboratório da Região do Rio Caetés-Pará
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
[luamorim29@hotmail.com]
REGIÃO CAETES - CAPANEMA / PARÁ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Atenção primária visa uma estratégia de organização do SUS e ordenadora da RAS, sendo resolutiva,
coordenando e responsabilizando a saúde da população adstrita as ESF, rompendo paradigmas, valorizando as
necessidades dos usuários.
A gestão praticada no SUS atualmente é voltada para
gestão da oferta, preocupando-se com a organização
dos serviços de saúde e em seus prestadores, não
havendo critério para a população atendida.
A população no atual modelo é genérica,
definida pelo IBGE, não gerando valor as pessoas
usuárias e nem criando vinculo entre os
profissionais de saúde e as pessoas usuárias.
Participação da Equipe:
- Workshops
- Oficinas de Monitoramento
- Plano de Ação
Com o conhecimento real da população usuária há a possibilidade de se
estruturar a demanda de modo que, se ajuste uma oferta de cuidados
primários com ela coerente, além de romper com o modelo de gestão de
oferta.
A nossa população estimada seria de 4.289 pessoas, atualmente estamos
com 2.285 da população cadastrada no sistema e iniciaremos a
estratificação de risco familiar, com efetiva participação e envolvimento da
equipe de ACS, propiciando além dos cadastros, estruturação da demanda
de usuários e reorganização do processo de trabalho da equipe.
A população cadastrada não era nossa população real, havendo a
necessidade de cadastramento, diante disto a aquisição de computadores
foi realizada, assim como escalas de digitação no E-SUS para os ACS, e
posteriormente, atualização do Mapa de Território da unidade.
A gestão da saúde da população implica na vinculação permanente de uma população, com a APS se organizando
em processos como territorialização e o cadastramento das famílias, modificando processos centralizando a
atenção na família e na comunidade, organizando a demanda e a oferta.
Autora: Daniela Rosa de Oliveira
Co-Autores: Daniela da Silva, Nayara A. Moraes, Dayane C. Bordin, Ludimara O. Rosa, Priscila Gomes, Karen C. Pereira, Simone S. Santos Roseni T. Firmino, Joana I. Romagna, Sumaya Pucci,
Melyssa Palma, Marcela Palma, Georgia Parizzi, Franciele Spolti,Kelly Martins, Fernanda de Matia, Deise B.B. de Lima, Alexandre Bertoni, Renata Meurer, Bruna C. Vaz.
Planificação da Saúde: uma experiência de afeto, inovação, renovação, retroinvenção no
fortalecimento da Atenção Primária a Saúde e Especializada na Serra Catarinense.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[daniolivr_sc@yahoo.com.br]
planificasusserracatarinense@gmail.comSerra Catarinense/Santa Catarina
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A experiência se dá pelo Grupo Condutor PlanificaSUS Serra Catarinense-GCPSC o qual é composto pela SES/SC, Rede Cegonha, Supervisão
Regional de Saúde de Lages/SES e SMS Lages. A região possui 18 municípios, sendo Lages o município sede. Região com grande extensão
territorial e vazio assistencial. Fazendo-se necessário o fortalecimento da Atenção Primária em Saúde (APS) e especializada.
A região apresenta indicadores
de morbimortalidade elevados,
apesar de ao longo dos anos
ter ocorrido redução da
mortalidade infantil, ainda faz-
se necessário investimentos
nos processos organizacionais
que envolvem território e
gestão de oferta por base
populacional e acesso.
Por meio de um diagnóstico situacional junto as
equipes de APS constatou-se que as causas estão
na singularidade do território vivo, da não
padronização de alguns processos, da não
ocorrência de fluxo e contra fluxo definido e plano
de cuidado compartilhado com a especializada,
desfavorecendo a resolutividade dos problemas de
saúde e mudança de práticas.
• organização da semana
padrão;
• apoio institucional a um
município;
• facilitador ou tutor.
• O grupo estrutura, avalia,
monitora, articula e
propõe estratégias de
mudanças de práticas por
meio de inovação,
metodologias ativas e
afeto.
Iniciam com a organização dos 18 pólos de
atuação, trabalhando a singularidade do
território com transparência e traduzindo
em oportunidades locais de resolução de
problemas; as metodologias ativas são
destaque tornando as práticas simpáticas
e solidárias; a territorialização regional da
APS por georreferenciamento envolvendo
a intersetorialidade é o grande diferencial.
• monitoramento do plano de ação;
• participação CIR
• Intersetorialidade
• visitas técnicas e apoio institucional
• roda de estudo do GCPSC
• protocolos
• integração APS e AAE
Efeitos: vínculo gestão/equipe(co-
gestão)/território/serviço/comunidade;
redução de conflitos, valorização,
ampliação do acesso, novas soluções
• inovação junto com a renovação e a
retro inovação: velho no novo, o novo
no velho;
• traduzir políticas públicas em
oportunidades locais;
• ação e suas demandas no território
refletindo em indicadores de saúde.
• processo de avaliação é constante no
cotidiano.
A forma de condução precisa ter significado para quem faz parte, é uma questão de início, situada num lugar, em busca de
possibilidades, de respostas, de tentativas que levam a construção gradativa de outras possibilidades, horizontes e territorialidades, ou
seja: fomos fazendo e criando arranjos.
Mariana Brant Martins, Jeane Bonfim Vasques, Paulo Daniel Durães
A Atenção primária e o serviço de contra referência da
Unidade de Atendimento Integrado Roosevelt
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
marianabrant11@gmail.com
Uberlândia / MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Baseado no Protocolo de classificação de risco Manchester, a UAI Roosevelt, tem em
média, no horário do trabalhador, que se faz de 16hàs 22h, 1300 pacientes classificados
como verdes, por mês.
A triagem remaneja o paciente ao módulo básico
em prontuário eletrônico, para continuidade do
serviço. Para isso, ordenadores de
fluxo/assistentes sociais precisam de maior
envolvimento na fase final do processo,
garantindo acesso ao agendamento em sua área
de abrangência.
O “Fluxo de Verdes”, que direciona
pacientes, assim classificados,
porém com perfil de atendimento
básico, é direcionado ao médico
lotado em Pronto Atendimento (PA)
que por sua vez realiza a consulta
enfatizando contra referência.
O manejo da atenção primária no
PA desvia o paciente do fluxo de
urgência e emergência e o devolve
em contra referência para Unidade
básica de origem, se necessário
seguimento.
Considerando Abril como início do processo, 1747
pacientes classificados como verdes foram
atendidos no PA. Após 6meses de sua
implantação, em setembro do corrente ano, 947
pacientes verdes foram atendidos. Desta forma,
evidencia-se uma redução de 800 pacientes em
porta de entrada no PA Roosevelt, considerando a
importância da Atenção Primária.
Enfermeiros, ordenadores de fluxo,
recepção e médicos devem estar
alinhados para orientação ao
paciente, na necessidade de
seguimento em Atenção Primária.
O fluxo de verdes proporciona a conscientização
da população quanto ao objetivo de atendimento
de um PA, trazendo humanização. O paciente
compreende o fluxo de urgência e emergência,
dando credibilidade ao serviço básico.
Diante do exposto, acreditamos que o fluxo de verdes, traz ao paciente uma nova
concepção do serviço de Pronto Atendimento e inclui a atenção primária como parte do
processo em urgência e emergência.
Thiago Tadeu RendeLeila Keley Barroso
Estratégias Para Melhorias de Indicadores de Coleta de Citologia Oncótica
O levantamento dos indicadores é
de responsabilidade dos gestores
locais das Unidades de Saúde,
visando melhoria do estado de
saúde da população assistida.
Sendo o indicador de Controle de
prevenção de Câncer (CA) Colo de
Útero um desafio para ESF.
Pactuado ações como: Busca Ativa das faltosas,
Visita Domiciliares dos Agentes Comunitários de
Saúde, ligações e mensagens de texto,
conscientização da população em sala de espera,
grupos operativos, agendamentos em
consultório multiprofissional, coletas em livre
demanda, horário do trabalhador e mutirão em
final de semana.
Após analise das ações observamos a corresponsabilização e
interação da equipe proporcionou o aumento de adesão,
diminuindo o absentismo nos agendamento, melhoria dos
indicadores ,aumento do vínculo com as mulheres, diagnóstico
precoce e consequentemente redução dos agravos da doença
[thiago_rende@yahoo.com.br
Uberlândia-MG
Os indicadores de Saúde são caracterizados como dados de informações sobre
estado de saúde de uma população que norteará as ações de planejamento, a
execução e a avaliação das ações realizadas, visando reduzir agravos e danos a saúde
da população adstrita.
O CA de Colo de Útero é a terceira
neoplasia que mais acomete a
mulher, o mesmo é previnível
através da coleta de Citologia
Oncótica, a baixa adesão para
realização do exame e
acompanhamento é um problema
que gestores de saúde apontam.
Após identificar a baixa adesão nas
coletas de citologia a equipe
multiprofissional se mobilizou para
realização de ações que envolviam:
convocação, conscientização e
melhoria das estratégias de adesão.
As medições de melhorarias foram realizadas
através de dados comparativos do mês anterior
as ações, onde observa-se a melhora de 115 %
de aumento nas coletas de Citologia.
Ao analisar a melhoria dos dados, foi
compreendido a responsabilidade sanitária da
equipe, com vista a planejar e executar ações
na sua área de abrangência, monitorar os
indicadores e cobertura do exame. Programar
e desenvolver estratégias ao longo do ano.
ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A VITALIDADE E FUNCIONALIDADE DOS
IDOSOS EM UBERLÂNDIA
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
licbbotelho@Hotmail.com
BOTELHO, Liliane Costa Borges. FARIA, Ana Rita. MORAIS, Helaine Aparecida de Faria.
FELIPE, Flávia Nadimy. SANTANA, Elielda do Carmo.
Uberlândia-MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Todos os profissionais da UBSF Jardim
Europa1 e do NASF, através de grupos
operativos, visitas domiciliares e mutirões
estratificaram 100% dos idosos.
O envelhecimento da população é um fato
irreversível, e no cenário atual existem
poucas estratégias direcionadas ao cuidado
à população idosa na Atenção Primária.
O risco de Fragilização, perda de
Funcionalidade e Vitalidade dos indivíduos
aumenta com o envelhecimento.
A Atenção Primária à Saúde, na perspectiva do envelhecimento como mais um ciclo de vida que merece
ser saudável, deve organizar-se de forma interdisciplinar, implementando ferramentas que melhorem a
Funcionalidade e Vitalidade do idosos, garantam o vínculo e continuidade do cuidado.
Após Identificação do Idoso Frágil e do
Idoso em Risco de Fragilização, uma
avaliação multidimensional e médica é
agendada na UBSF, para elaboração do
Plano de Cuidados com estratégias
multidisciplinares.
O auto cuidado é incentivado. Estratégias
reabilitadoras são usadas quando
necessário.
Desprescrição medicamentosa de 38,1% do Idosos
Frágeis e/ou Idosos com Risco de Fragilização, o que
ocasionou:
-Redução da Polifarmacia e Iatrogenia.
-Redução de exames e procedimentos solicitados,
baseado na estratificação do idoso.
-Redução da hiperutilização da UBSF por estes idosos,
por diminuição da Iatrogenia.
-Melhora da Funcionalidade e Vitalidade, referida pelo
próprio idoso e familiares.
Foram estratificados 204 idosos( 100%),
pela ferramenta IVCF 20. (Gráfico 1)
Gráfico 1
A estratificação do Risco de Fragilidade dos idosos na
Atenção Primária, através do IVCF 20, com avaliação
multidimensional e a elaboração do Plano de Cuidados ,
mostrou-se uma ferramenta altamente eficaz no
cuidado à pessoa idosa.
CONCLUSÃO
Diminuição da Polifarmaica e Iatrogenia com melhora, à curto prazo , na Vitalidade e Funcionalidade dos
idosos. Redução de Exames e Procediemntos solicitados, assim como diminuição das Intercorrências e
Internações , com provável impacto na Saúde Pública.
Thaís Garcia Amancio e Fernanda Santana Gonçalves
Uso de tecnologia leves para acompanhamento de pessoas com hipertensão
e diabetes a partir do Modelo de Atenção às Condições Crônicas.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
thais.naisi@gmail.com
Brasília/DF
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Uma equipe de Saúde da Família enfrenta inúmeros desafios, o maior deles é o conhecimento do território,
identificação da população, dos grupos de risco e dos casos que necessitam de gestão da clínica. Este trabalho trata
da gestão dos casos de hipertensão e diabetes de um território no Itapoã-DF.
No final de 2017 nenhuma pessoa com hipertensão
e diabetes acompanhada por nossa equipe tinha
estratificação de risco e não havia sistematização
da assistência prestada. O conhecimento
quantitativo dessas população se dava por
avaliação manual dos cadastros no papel e em uma
planilha na qual somente um membro da equipe
tinha acesso. Não havia conhecimento qualitativo.
• Institui-se o grupo de hipertensão e diabetes semanal.
• Criou-se uma planilha de monitoramento dos usuários.
• Criou-se uma pasta com o instrumento de estratificação,
de avaliação e pactuação de auto-cuidado de cada usuário.
• Sistematizou-se o atendimento: usuários hipertensos e
diabéticos são identificados e agendados para o dia do
grupo, onde é acolhido, triado, participa de conversa
educativa, de avaliação e pactuação de auto-cuidado, é
inserido na planilha e passa por atendimento individual, na
qual a estratificação é realizada. As receitas são renovadas
de forma presencial e com a aferição de pressão.
• Morosidade no cadastramento (apenas duas ACS
e mudanças dos sistemas de cadastramento)
• Renovações das receitas contínuas sem a
presença do paciente
• Não havia um instrumento de gestão dos casos
• Faltava rotina de estratificação de risco
• Faltava sistematização da assistência no cuidado
com essa população.
Cada membro da equipe passou a ter um papel
bem definido:
• ACS: cadastros, buscas ativas, a avaliação do
auto-cuidado e identificação de necessidades.
• Técnicas de enfermagem: agendamentos,
acolhimento e pactuação do auto-cuidado.
• Enfermeira e Médica: orientações no grupo e
atendimentos individuais, que inclui a
estratificação de risco
Além do melhor acompanhamento das pessoas com
hipertensão e diabetes houve a organização do fluxo com
atenção secundária, fortalecimento do trabalho em equipe e
equipe engajada com o cuidado destes usuários, buscando
melhorias no processo.
Tabela 1. Gestão de pessoas com hipertensão e diabetes
Out/2018 Fev/2019 Dez/2019
Hipertenso/Diabéticos 48 109 239
Estratificados Sem informação 47 153
Sem consulta há 6 meses Sem informação Sem informação 67
Insulino-dependentes 4 5 23
O grupo de diabetes e hipertensão e a sistematização das ações são importantes na melhoria do acesso, vinculação,
acompanhamento e oferta de orientações que muitas vezes não conseguem ser feitas em consultório. A realização do
auto-cuidado apoiado está em processo e exige ainda mais treinamento e organização da equipe.
CONCLUSÃO
Foi visível que o trabalho em equipe, o planejamento e o
monitoramento das ações e dos usuários agregou qualidade na
assistência. Além disso foi vivenciado que o processo de
aperfeiçoamento é dinâmico e há muito a ser feito para que
mais usuários atinjam a meta terapêutica.
LIÇÕES APRENDIDAS
Kamila de Oliveira Pinheiro Rodrigues, Raimunda Sousa de Oliveira Pinheiro, Elizangela
Fontenele Fortaleza da Silva, Maria do Socorro da Silva Cavalcante
Projeto de Melhoria no Atendimento dos Usuários na Estratégia Saúde da
Família de Tauarizinho no Município de Peixe-Boi Pará .
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
kamilinhaopr@hotmail.com
REGIÃO DOS CAETÉS PEIXE-BOI PARÁ
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Redes de Atenção à
Saúde
-Organizações Poliárquicas
-Atenção Contínua e Integral
-Coordenado pela Atenção primária à Saúde
PlanificaSUS
Horas em filas
Madrugada para
conseguir ficha
Falta de
agendamento
Falta de Agendamento
Projeto de Melhoria
Equipe da APS
PlanificaSUS Organização do
Acesso
Oficinas Tutoriais Workshops
Reconhecimento
do Problema
Conhecimentos
Adquiridos
- Elaboração de Plano de Ação;
- Conhecimento das diferentes demandas;
-Coerência entre a estrutura da demanda e a
oferta;
-Elaboração de Fluxograma;
- Reorganização da Agenda;
- Garantia de Acesso.
Fluxograma+Agendamento+ Agrupamento das Demandas
- Garantia da estruturação
- Definição de número de atendimentos disponíveis;
- Envolvimento de todos os profissionais;
- Garantia de diversos tipos de atendimento.
- A organização da demandas garantiu
a integralidade da atenção.
- Com o agendamento os profissionais
se organizam e oferecem aos usuários
um atendimento com qualidade.
O processo PlanificaSUS está sendo de suma importância para que possamos dar
continuidade na organização dos serviços ofertados garantindo a qualidade na
assistência ao usuário e comunidade.
ESTÊVÃO CUBAS ROLIM; FERNANDA SANTANA, CRISTINA ROLIM, ELENI RIBEIRO
Escola de Pacientes DF e a Pasta-PDF – UBS Laboratório da
Planificação SES-DF e cenário de prática da Universidade de Brasília
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
estevaocubasr@gmail.com
BRASÍLIA/ DF
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Escola de Pacientes DF é estratégia que atua em (1) padrão de cuidado técnico com segurança
clínica, e (2) autocuidado apoiado do usuário através de orientações impressas e audiovisuais, tendo
atividades em cenário da Planificação SES-DF – Itapoã e vínculos com a Universidade de Brasília.
Especialmente em cenários de
vulnerabilidade social e pressão assistencial
aumentada, é fundamental haver padrão de
cuidados em critérios de avaliação,
diagnóstico, tratamento e coordenação de
cuidado. Infelizmente, diversos serviços
apresentam déficits importantes nesses
quesitos.
Contribuem para esse cenário casos de
desassistência prévia por cobertura de APS
insuficiente, além de evolução na história
natural de doenças gerando complicações a
longo prazo, em especial para DCNT. Nesses
cenários, a educação permanente também
sofre em especial, contribuindo para
persistência de lacunas de conhecimento
com ciclo vicioso de impacto assistencial.
Com múltiplos colaboradores, ferramentas
de gestão clínica para as condições mais
comuns em saúde pública, sejam agudas ou
crônicas, em compartilhada do Google Drive
de supervisão – Pasta-PDF, disponível para
profissionais de saúde e alunos.
Os anexos de supervisão da Pasta-PDF permitem acesso
online A UBS condutora da EP é cenário de ensino e pesquisa
da Universidade de Brasília, estando em região periférica do
DF. Acadêmicos contribuíram com revisões de literatura e
ajustes das ferramentas usadas durante as atividades de
preceptoria e docência. O material fica disponível para fins de
educação permanente e atuação clínica. Avanços da iniciativa
são documentados em produções científicas.
As ferramentas são desenvolvidas desde 2016, tendo sido
usadas para 17.091 atendimentos até 2019-Outubro.
Atualmente tema de estudo de doutorado na Universidade de
Brasília, a Escola de Pacientes DF tem iniciativas premiadas
com arquivos compartilhados com 193 supervisores e alunos
via Google Drive. Com o uso da Pasta-PDF há impacto em
maior número de atendimentos e resolução de demandas,
gerando menor tempo de espera e tempo para demandas
administrativas e institucionais, também em versão impressa.
O desenvolvimento contínuo de ferramentas para aumento
de resolubilidade e acesso trouxe lições sobre importância de
fluxo de trabalho, pactuação de metas, monitoramento e
avaliação. O cenário de laboratório da planificação trouxe
ainda feedbacks sobre alicerces da atenção primária,
fortalecendo processos em curso desde 2016.
A Pasta-PDF contribui tanto a educação popular em saúde quanto otimiza a abordagem de
condições comuns na APS com maior segurança e eficiência. A educação permanente em serviços
de Atenção Primária à Saúde é desafiadora e prioritária, impactando assistência à saúde e segurança
do paciente.
O olhar da Atenção Primária em Saúde- APS sobre a Saúde Mental
Janaína Suziéli Pinto1, Letiele da Costa Hanzel2
1 Enfermeira, Especialista em Gestão do Trabalho e Educação em Saúde- UFRN, Especialista em Estratégia Saúde da Família com ênfase em Políticas Públicas- Universidade Dom Bosco,
Tutora Planifica- SUS/ Morro Redondo- RS. E-mail: suzielidejesus@bol.com.br; Telefone (53) 981-4279.
2 Acadêmica de Enfermagem- UFPel, nono semestre, estagiária da unidade de Saúde Arthur Neubert- Morro Redondo- RS. E-mail: letyelle08@gmail.com; Telefone: (53)98128-0608.
Contexto:
A Atenção Primária à Saúde (APS) tem sido uma grande
preocupação dos gestores estaduais, desse modo o CONASS,
desde 2007, vem desenvolvendo a Planificação da Atenção
Primária à Saúde (PAPS). No Município de Morro Redondo o
planifica teve inicio no mês de Julho, com a escolha da
unidade laboratório- Palha Branca, por possuir equipe
completa e menor demanda.
Problema
O tema proposto para ser trabalhado na região de saúde 21
foi à saúde mental, o qual é um grande desafio para equipe da
unidade laboratório, pois se sentem inseguros para exercer o
cuidado, devido falta de apoio de profissionais (psicólogo e
psiquiatra) e de redes locais como: CAPS, leito em hospital
geral, etc.
Avaliação do problema e análise das causas ;
Em conversa com a equipe avaliamos os problemas acima
identificados, a partir disso construímos um plano de trabalho
com metas e objetivos, que esta sendo desenvolvido no decorrer
da semana, e parte deste trabalho será exposto nesse resumo.
Envolvimento da equipe
No inicio a equipe não estava muito envolvida, pois não
compreendia o objetivo do Planifica SUS, após os Workshops,
oficinas e visita das tutoras do nível central começaram a
entender a importância das atividades e o seu papel dentro deste
processo.
Estratégia de melhorias
O tutor realizou uma oficina de sensibilização para todos os
profissionais para que compreendessem a importância de trabalhar
saúde mental na APS.
Intervenção
A equipe após a oficina construiu um instrumento para mapear e
conhecer os pacientes com transtorno mental do território. O
instrumento será aplicado nas residências pelos ACS e servirá para
construir o perfil dos usuários. Consiste em questões fechadas
como: sexo, idade, renda, zona rural, zona urbana e questões
abertas: transtorno, medicação, risco de suicídio, uso da rede de
saúde mental, vícios, deficiência e o interesse em oficina
terapêutica.
Medições de melhorias
Durante o mês de setembro de 2019 das 2.139 pessoas da unidade
laboratório foram entrevistadas através do instrumento 56 pessoas
com transtornos mentais sendo os mais prevalentes a depressão e
ansiedade, destas apenas três relataram ter ideação suicida, sendo
que a maioria não quis falar sobre o assunto.
Efeitos da mudança
Através dos Workshops e das atividades propostas, a equipe passou
a realizar reuniões semanalmente voltadas ao planifica, a fim de
organizar o serviço e o processo de trabalho na unidade.
Lições aprendidas
Frente ao exposto, pode-se compreender o papel da APS em relação à planificação e o objetivo deste processo mobilizador,
também conhecer o perfil dos usuários com transtornos mentais, a realidade do território e suas necessidades, etc.
Conclusões
Concluímos que trabalhar a planificação está sendo árduo e de grande dedicação, mas, contudo é possível afirmar que trabalhar a
saúde mental se faz necessário, visto que os índices de suicídio vêm aumentando em nossa região. Com o planifica acredita-se em
uma assistência de qualidade a esses usuários.
“Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não
existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou
desistem deles.” Augusto Cury
EMILLY BRITO BOMFIM¹ THÁRSIA OLIVEIRA DE MENEZES BASTOS²
PLANIFICASUS: QUALIDADE ASSISTENCIAL NA ATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE
PROBLEMA
A atualização cadastral dos
usuários.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
Fica claro que a Planificação é um processo contínuo de
ensino-aprendizagem.
[nutri_emillybrito@hotmail.com]
[CAMAMU/ BAHIA]
CONTEXTO
A implantação da Planificação proporcionará a
reorganização da Atenção à Saúde.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Condições de moradia,
saneamento básico, situação de
saúde (surgimento de doenças
crônicas) e vulnerabilidade.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A solidificação dos aspectos fundamentais na
APS começa a acontecer de maneira
organizada e pactuada.
PATRÍCIA PADILHA SOBUTKA, Érica Ianoski, Gisele Rocha, Jackeline Vasques, Walter
Henrique Trevisan.
Olhar Regional diante da Planificação da Atenção à Saúde na 4ª
Região de Saúde do Paraná.
Na 4ª Região de Saúde, a RAS, apresenta
potencialidades e fragilidades, que estão
sendo trabalhadas através da
metodologia da Planificação da Atenção.
O planificaSUS é estratégia para avançar e
superar desafios da RAS, nos processos de
trabalho entre APS e AAE através de
alinhamento conceitual, trabalhando os
processos por etapas: territorialização,
acesso, agenda...
A Planificação tem contribuído para o alinhamento dos processos de trabalho,além de
propiciar aos profissionais o entendimento de organizarem esses processos, tornando
maior e melhor a adesão.
patriciasobutka@outlook.com
4ª REGIÃO DE SAÚDE/IRATI/PARANÁ
Composta por população de 170 mil hab., a 4ª Região de Saúde, cuja a sede fica no
município de Irati, aderiu ao planificaSUS em julho/2019, a fim de propiciar discussões
e mudanças no modus operandi, buscando a correta operacionalização da RAS.
A qualificação dos profissionais e a
implantação do MACC, está amenizando a
fragilidade de integração entre as
Equipes.
O processo de planificação está sendo
fundamental para garantir a integração e
comunicação das equipes APS e AAE.
Com a Planificação constatamos na APS a
reorganização do território. Na AAE houve
a retomada da LC do Idoso no MACC.
A organização da RAS é crucial para
atender a situação epidemiológica e
demográfica, para isto faz-se necessário
uma APS resolutiva e ordenadora do
cuidado integrada e fortalecida com a AAE.
Carla Redin, Daiana M. Zanelato, Nicoli M. da Silva Borges, Valquíria C. Correa, Danúbia B. Matos, Janire A. Hoffmann, Adriana
S. Magnus, Jenifer C. Martins, Leandra C. da Rosa, Ana Cláudia M. Carlos, Priscila G. Valim, Paula Rocha, Gilcina Borges Pereira
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO EM SAÚDE:
DESAFIOS E AVANÇOS NA UNIDADE LABORATÓRIO DE TRÊS CACHOEIRAS, RS.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
carla.redin@gmail.com
TRÊS CACHOEIRAS/RS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Três Cachoeiras/RS possui 10.217 habitantes, conta com 4 Estratégias de Saúde da Família
(ESF) e iniciou o processo de Planificação em Saúde, em 2017. O ESF Maria da Rocha Valim é a
unidade laboratório do município, com 4.200 usuários e 1.151 famílias cadastradas no e-SUS.
A ESF é a que possui mais usuários cadastrados do
município, seu território possui bastante
vulnerabilidade socioeconômica, levando a grande
procura dos serviços de saúde, que sobrecarregava
os profissionais que não sentiam fazer um cuidado
adequado a sua população.
O agendamento de consultas era por sistema de
ficha, gerando filas enormes. Após a implantação da
agenda aberta, o usuário agendava consulta médica
diretamente na recepção, sem um acolhimento pela
enfermagem, gerando uma longa espera (de 6 a 8
meses entre a agenda e a consulta). Com isso,
aumentou a demanda espontânea da unidade e o
acolhimento com classificação de risco não era tão
resolutivo. Sobrecarga e rotatividade dos
profissionais.
Com o processo de Planificação:
 Tutora com horário protegido (24hs/mês);
 Reuniões de equipe como espaço da Planificação;
 Trabalho intenso de educação da população sobre as novas rotinas
(líderes comunitários, informativos entregues nas casas, banners e
informações na unidade, salas de espera, etc);
 Contratação de uma 2ª enfermeira para a unidade (março de 2019).
Relatórios de gestão (SMS) + instrumentos da planificação:
 ACR realizado pela enfermagem (agendamento de consultas);
 Redução do atendimento de demanda espontânea de 20% com a
atuação da 2ª enfermeira;
 Redução da média de espera entre o agendamento e a consulta médica
(1 a 2 meses);
 Planejamento de outras ações de cuidado;
 Fluxos da ESF mais organizados e de conhecimento da equipe;
 Reorganização do trabalho das ACS a partir da classificação risco
familiar (escala Coelho-Savassi).
 Oficinas da Planificação (2017-2018);
 Encontros de tutores junto ao CONASS e 18 CRS,
com vistas à discussão e ao compartilhamento
dos instrumentos;
 Reuniões de equipe.
 Os processos de trabalho levam tempo e demandam envolvimento de
todos;
 A importância de envolver a população na educação da mudança,
corresponsabilizando-a sobre seu cuidado (todos os profissionais
“falam a mesma língua”);
 Mesmo com limitações (estruturais, rotatividade de profissionais) é
possível melhorar o atendimento em saúde.
Com o processo de planificação foi possível melhorar os fluxos e os processos de
trabalho. A equipe de saúde é que coordena o cuidado dos usuários no território
adstrito e isso permite que todos possam acessar o serviço de saúde, sendo
atendimentos de forma integral e com equidade.
Alexandra Silvestre Amaral; Filipe Costa Leandro Bitu; Gilcilene Pretta Cani Ribeiro; Jaqueline Izabel Oliveira; João Cláudio
Ferreira Peixoto; Lidiane Lima Regino; Luiz Gonzaga Júnior; Maria Cláudia Tavares Mattos; Vinicius Travassos Amaral.
A construção e desconstrução da Unidade Pernambucana de
Atenção Especializada com a Planificação da Atenção à Saúde.
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
lidiane.regino@upaebelojardim.org.br
IV GERES - VII Microrregião - Belo Jardim - PE
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS
DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Planificação da Atenção à Saúde configurou-se como um caminho e está impactando positivamente na
implementação da RAS nessa região, efetivamente agregando valor, respeitando as diferentes experiências e
trabalhando na horizontalidade os conhecimentos.
A responsabilização da Atenção Ambulatorial Especializada
perpassa seu papel de atendimento para outras funções tão ou
mais importantes, que nem sempre estará no locus da
especializada, mas aonde a RAS mais precisar. Além da
necessária aproximação com a equipe da APS.
A gestão e os colaboradores estão completamente envolvidos,
compreendidas as melhorias que o Modelo das Condições
Crônicas (MACC) trará aos usuários do SUS. A unidade já possui
toda equipe para a carteira básica da rede priorizada
(Hipertensão Arterial e Diabetes) pelo Estado e está em processo
de adequação estrutural e administrativa que caminham em
consonância com a estratégia do PLANIFICASUS.
Utilizamos as ferramentas ofertadas pelo PLANIFICASUS como
forma de acompanhamento das melhorias. O dashboard
disponível na plataforma e a pesquisa de avaliação da equipe e
do usuário norteiam os pontos que sinalizam as adequações e
a atenção aos prazos para execução com plenitude das etapas
propostas. O comportamento dos profissionais colaboradores
da atenção especializada, mais sensibilizados à importância do
acolhimento e ansiosos pela efetivação do MACC. Existe a
participação efetiva da gestão e equipe em todas as etapas do
PLANIFICASUS.
A construção institucional da atenção especializada coerente
com as redes de atenção à saúde (RAS); avançando na solução
do problema da relação entre APS e especialistas e na
estruturação efetiva, e eficiente de uma atenção especializada
ambulatorial que de fato seja coordenada pela Atenção Primária
à Saúde (APS) e parceira das equipes da Estratégia de Saúde da
Família (ESF).
O modelo de gestão de oferta, trabalhado hoje, ao longo dos
anos vem mostrando-se insuficiente para as necessidades de
saúde da população, ocasionando listas de espera e usuários sem
a estratificação do risco e/ou o encaminhamento para a
especialidade.
Para implantação/implementação ações foram necessárias:
adequação do espaço físico; escolha e inserção na equipe do
enfermeiro responsável pelo ponto de apoio; adequação dos
fluxos, tanto internos, quanto para os agendamentos
realizados pela APS; elaboração de protocolos clínicos,
compartilhados com a APS, para manejar as condições crônicas
priorizadas.
Algumas ações foram conduzidas em cumprimento do
proposto em plano. A equipe de enfermagem já participou de
treinamentos sobre atendimentos específicos da linha de
cuidados, visitas aos municípios adscritos foram agendadas
com o intuito de estreitar relações e conhecimento territorial.
A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada é gerida pela
Organização Social de Saúde do HCP Gestão com a finalidade de
executar consultas e exames complementares, contribuindo com
a resolutividade da atenção em saúde da população adscrita de
08 municípios da VIII microrregião da IV GERES.
Beatriz Amaro Rocha; Gabriella Oliveira Costa
Relato de Experiência Sobre a Implantação da Agenda Protegida na
Unidade Laboratório do Município de Campo Verde-MT
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
beatrizamaro.mt@gmail.com
Campo Verde/MT
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Planificação em Mato Grosso abrange 19 municípios da região de saúde Sul Mato-Grossense, com o
apoio e acompanhamento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. No município de Campo
Verde o processo iniciou em julho de 2019, sendo a Unidade Laboratório (UL) a ESF São Miguel.
Na tutoria da etapa 1 na UL a equipe
trouxe apontamentos referentes ao
consolidado da autoavaliação de
satisfação do trabalhador. Evidenciaram
os seguintes problemas: falta de
comunicação, ausência de planejamento
e avaliação das ações realizadas,
momentos para discussão das
dificuldades da rotina.
Os profissionais da UL compreenderam que
para a planificação conseguir alcançar
avanços com qualidade, seria imprescindível
que todos estivessem engajados e
envolvidos. Perceberam que o conhecimento
geral e compartilhado, o planejamento e a
troca de saberes favoreceria a qualidade do
processo, facilitando a comunicação e
possibilitando melhor definição dos
objetivos e atribuições.
Evidenciaram que o compartilhamento de
informações existia de forma superficial,
fazendo com o que os profissionais não
conseguissem “falar a mesma língua”. De
forma unânime verbalizaram a necessidade de
realizarem reuniões de equipe mais frequentes
e programadas.
Diante da problemática evidenciada, foi instituído no plano de ação
da tutoria que a equipe iria aderir à proposta de trabalhar com a
agenda protegida. Após quatro tutorias e cinco reuniões da equipe,
foi aplicado um questionário aos profissionais com questões
abertas: 1) você considera o momento de agenda protegida
importante, por quê? 2) quais as mudanças você consegue perceber
após o início das reuniões de tutoria e de equipe? 3) como você
avalia os conteúdos abordados nas reuniões? 4) tem sugestões para
melhoria desse processo na equipe?
Quatorze profissionais da unidade participaram e
responderam o questionário. Todos afirmaram que
consideram importante o momento das reuniões e
apontaram diferentes justificativas: “melhor interação da
equipe”; “solução de problemas encontrados”; “discussão de
melhorias para a unidade”; “sugestão de novas ideias e
propostas”. Relataram: “melhoria da comunicação da
equipe”; “organização do processo de trabalho”; “conhecer as
necessidades”; “mais união da equipe”; “ideias boas estão
surgindo nas reuniões”.
As respostas da equipe demonstraram que os conteúdos
abordados nas reuniões foram avaliados de forma positiva: “são
temas relevantes para população e para nós”; “são discutidos as
nossas dificuldades e soluções”. Durante as reuniões muitas
demandas foram evidenciadas, por isso a equipe deixou como
sugestão o aumento do tempo de duração da reunião.
Assim conclui-se que foi alcançado o objetivo proposto de se ter o espaço da
agenda protegida na rotina. E o mais importante, a própria equipe conseguiu
perceber a relevância da agenda protegida como ferramenta essencial para
as mudanças dos processos de trabalho.
Prycyla Melo, Maria Madalena Veras, Julio Guimarães
Territorialização como processo de conhecimento e
identificação entre equipe e população
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
P_nutri@yahoo.com.br
São João de Pirabas/PA – Região Rio Caetés
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O território é lugar onde pessoas moram, produzem, provocam e passam por mudanças. A
planificação veio com a proposta de promover, antes de tudo, a territorialização das áreas
cobertas pelas unidades.
Realizar o trabalho da estratégia saúde
da família exige profundo
conhecimento da população e suas
relações com o lugar em que vive, além
das características desse lugar. Na
unidade laboratório, a equipe vinha
realizando suas ações, mas não haviam
feito a análise do território.
Os fluxos dentro da unidade de saúde
são intensos e há uma gama de
atividades ocorrendo nela
diariamente. Isso dificulta, muitas das
vezes, a discussão sobre os processos
pelos quais as pessoas que são
atendidas passam no território.
Além da equipe de saúde da família,
os agentes de combate às endemias
(ACEs) também estão envolvidos no
processo.
Fotos: oficina tutorial de territorialização
e mapa dinâmico com construção
iniciada.
Com a integração da equipe neste processo,
entendeu-se a importância de intensificar o cadastro
das famílias para garantir a obtenção de informação
qualificada e fortalecimento do vínculo entre equipe
e população.
O processo de territorialização trouxe para a equipe a
capacidade de estar em discussão continua em relação
às necessidades reais da população.
O trabalho em equipe e participação de todos é primordial no processo de
territorialização e este processo é imprescindível na organização dos processos de
trabalho da atenção primária, visto que é necessário estudar o território para
direcionar as ações e garantir acesso aos serviços na rede.
Valquíria Costa Correa, Danúbia Borges Matos, Janire Andrade Hoffmann, Adriana Scheffer Magnus, Jenifer Costa Martins,
Daiana Maggi Zanelato, Carla Redin, Gilcina Borges Pereira
ESCALA DE RISCO FAMILIAR: UMA FERRAMENTA DE QUALIFICAÇÃO DO PROCESSO
DE TRABALHO UTILIZADA NA UNIDADE LABORATORIO DA PLANIFICAÇÃO DA
ATENÇÃO A SAÚDE, TRÊS CACHOEIRAS, RS.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
valeriafccosta@hotmail.com
TRÊS CACHOEIRAS/RS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Três Cachoeiras/RS possui 10.217 habitantes e iniciou a Planificação em Saúde, em 2017, no ESF
Maria da Rocha Valim. Um dos instrumentos utilizado foi a Escala de Risco Familiar que determina o
risco social e de saúde, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar.
No que se refere o cuidado das famílias, a equipe
não conseguia colocar em prática o principio da
equidade. Faltava uma ferramenta padronizada que
permitisse um olhar diferenciado para as famílias
que apresentavam vulnerabilidades e riscos
distintos.
As agentes comunitárias de saúde (ACS) tinham por
rotina a visita mensal em todas as famílias do
território, gerando um dado de cuidado mais voltado
para a produção e não tanto para o cuidado.
A equipe já priorizava algumas situações
consideradas de risco na família (presença de
diabéticos, hipertensos, acamados), mas ainda
faltava um olhar diferenciado para aquelas outras
famílias.
Em 2018:
 Estudo e discussão sobre a CRF em reuniões de equipe (toda a equipe);
 Aplicação da Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi (ACS);
 Confecção dos mapas de cada microárea, com alfinetes coloridos para
identificar visualmente os núcleos familiares e seus respectivos riscos
(ACS);
 Inserção de indicador referente à saúde mental (1ª versão da escala)
Em 2019:
 Atualização do instrumento (2ª versão da escala) e reaplicação no
território;
 Atualização dos mapas (ACS).
 Os mapas se tornaram um recurso visual, produzido pela equipe, de
baixo custo (isopor e alfinetes coloridos) e possibilitou que toda a
equipe pudesse olhar para o seu território e visualizar os riscos e
potenciais de adoecimento das famílias sob seu cuidado.
 Houve uma repactuação na rotina de visitas das ACSs a partir da
classificação das famílias (risco maior-R3 tem um acompanhamento
mais frequente).
 A equipe passou a discutir os casos de famílias com mais risco, visando
a melhoria do cuidado.
 Ampliação da ferramenta para as demais ESFs do município.
O princípio da equidade sendo colocado em prática
(famílias com vulnerabilidades diferentes,
necessitam de cuidados distintos). Reconhecimento
e envolvimento de toda a equipe acerca das
condição do território e das famílias. Planejamento
de ações voltadas às necessidades do território.
Valorização do trabalho das ACSs.
A escala atualizada é útil ao mostrar a realidade do território ao despontar as
vulnerabilidades deste. Além de contribuir com a organização do processo de trabalho
pelas ACS, que não se baseiam no quantitativo de visitas, mas sim em um atendimento
de maior qualidade, pautado na equidade do cuidado.
Mapa Micro área 02
Resultado, em %, da Classificação de Risco Familiar
Legenda: R1: risco menor; R2: risco médio; R3: risco máximo
LARISSA BOTELHO; MARIANA MACHADO; MELYNE SERRALHA ROCHA
EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE RENOVAÇÃO DE RECEITAS COMO
INSTRUMENTO DE APROXIMAÇÃO DO PACIENTE DE SEU TRATAMENTO E
OTIMIZAÇÃO DA AGENDA MÉDICA NA DINÂMICA DAS UAPSF’s
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
lacabos@yahoo.com.br
UBERLÂNDIA/MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A rotina de renovação de medicações de uso controlado pelos pacientes de Saúde Mental do território de uma UBPSF é uma
realidade constante, volumosa que demanda tempo e disponibilidade com sobrecarga até então quase que exclusivamente
do uso clínico da Unidade e do Setor Administrativo que ficava responsável pela recepção e entrega das mesmas ao usuário.
A renovação das medicações exigem além da
responsabilidade de sua execução, um tempo
hábil do clínico para sua preparação.
Percebemos a distância que o usuário se mantém
do seu tratamento e da equipe de saúde.
É importante considerar também o grande
aumento e demanda de psicofármacos por parte
da população, principalmente os
benzodiazepínicos.
• Estabelecimento de novo modelo de renovação de medicações,
levando a uma constante atualização dos pacientes do território
que fazem uso regular de medicações controladas.
• Divulgação da Educação em Saúde com
seu conjunto de saberes e práticas voltadas
para promoção de saúde.
• Percebemos em uma grande maioria dos
usuários uma lógica puramente
medicamentosa e mecanicista de tratamento,
além da expectativa de entrega imediata das
mesmas na renovação.
• Padrão de tratamento com ênfase somente na
doença, individualista, com distanciamento
subjetivo e afetivo do processo de
adoecimento.
• Ausência de corresponsabilização em sua
evolução sem mudanças de hábitos de vida e
com padrões mentais adoecedores.
• Monitoramento do uso correto da medicação dos usuários com
prevenção do uso exagerado de psicofármacos e possíveis
abandonos de tratamento;
• Inserção dos pacientes em outros Programas de Saúde, Grupos e
Rede Comunitária e integração dos pacientes oriundos de CAPS na
UBPSF;
• Mudança da lógica medicamentosa de simples troca para inserção
em um modelo de atendimento de saúde global com mudanças de
hábitos de vida;
• Aproximação do tratamento do usuário com a equipe, evitando
impessoalidade do atendimento;
• Otimização do acompanhamento com retornos agendados;
• Eliminação de acúmulo de receitas para o médico com divisão
programada do trabalho em equipe;
• Otimização do setor administrativo pela eliminação do constante
depósito de receituários.
• Reunião de equipe com levantamento da
rotina mecanicista e lançamento da estratégia
de trabalho de grupo com usuários em dia e
horário fixo semanal.
• Dinâmicas coordenadas alternadamente com
a psicóloga e enfermeira.
• Médico Clínico e Agente Comunitário de Saúde
em trabalho integrado.
• Estreitamento de laços do usuário e Unidade de Saúde;
• Aumento da capacidade de trabalho em equipe com efetividade do
matriciamento do paciente de saúde mental para toda a equipe;
• Ruptura do reducionismo clínico-medicamentoso por parte do
usuário;
• Aumento da segurança das prescrições.
A introdução do trabalho em equipe via grupo operativo de trocas de receitas vem trazer um incremento à promoção do bem-
estar psíquico do usuário inserindo-o em uma nova lógica de cuidados e também no manejo de outras condições clínicas. A
atividade contribui para a aquisição de um novo olhar, não somente de sua condição clínica, mas também de sua própria vida.
FLÁVIA DALILA SILVA CARVALHO, PAULA ROSSANA DE LIMA BARBOSA SOUSA, ANA LETÍCIA VELOSO GOMES, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA, MARCOS
RAPHAEL DE SOUZA ABREU, LIDIANE DIVINA DO NASCIMENTO E ROMILDA MONTEIRO DOS SANTOS.
Territorialização e Implantação de Tablet aos
Agentes Comunitários de Saúde
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
flavinhadalila@hotmail.com]
SILVÂNIA/GO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Com avanços tecnológicos do uso de prontuário
eletrônico e-SUS nas Unidades Básicas de Saúde
(UBS) viu-se a necessidade de melhorias no
trabalho realizado dos Agentes Comunitários de
Saúde (ACS) como forma facilitadora de
processar informações, gerir dados, integração e
qualidade da informação.
Com o processo de Planificação acontecendo no
município e após a busca de dados do território
viu-se a necessidade de realizar redivisão de área
de cobertura por UBS e por ACS e informatizar os
dados produzidos pelos ACS.
Equipe se deparou com a falta de mapas da área
urbana e rural e base de dados inconsistentes,
deu-se início ao processo de construção e
levantamento dos dados apresentados pelos ACS.
Vários encontros aconteceram com o gestor,
equipe de tutores e ACS para conclusão das
novas microáreas e implantação do aplicativo
ephealth no sistema do tablet.
O grupo de tutores municipal iniciou o processo
de busca de dados e mapas territorial existente
para facilitar o trabalho de redivisão de áreas. Foi
solicitado aos ACS um levantamento de dados de
quantidade de casas, pessoas, comércio e lote
vago por cada área de trabalho, e feito um
empenho para ser realizado também esse
levantamento das áreas descobertas.
A territorialização reorganizou os
serviços de acordo com o
território, ou seja conhecendo o
território e permitindo visualizar
as necessidades do mesmo, e
consequentemente viabilizar
estratégias e planejamento de
ações em saúde.
Realização da redivisão de áreas buscando ter uma maior cobertura
territorial por agente comunitário de saúde e a aquisição de tablets
visando melhoria no trabalho com dados mais fidedignos e de fácil
acesso. A territorialização veio de encontro com a Planificação sendo
possível adequar a quantidade de pessoas atendidas em cada UBS e
por ACS, antes algumas com excesso de pessoas cadastradas e outras
com um número menor. Assim foi possível reduzir o número de
microáreas descobertas por ACS de 11 para 4 e pactuado com a
gestão para a realização de um concurso público afim de suprir essa
necessidade.
Através da territorialização foi possível equiparar o número de
pessoas vinculadas ao ACS e a cada Equipe de Saúde. Com a redução
de microáreas descoberta aumentou a cobertura da população
cadastrada no município.
Tendo em vista as mudanças realizadas os ACS iniciaram um novo
cadastro populacional já informatizado com o uso do tablet, podendo
assim após todo esse processo ser possível uma nova análise
territorial. Seguindo todas as diretrizes da PNAB 2017.
Avanços que vem acontecendo tem mostrado eficácia no trabalho da
saúde. Os dados são fáceis e rápidos de serem gerados, é possível
saber grupos de riscos existentes, visualizar estratificação de risco
familiar e poder elaborar estratégias de saúde pública. Isso tem se
concretizado com os relatos dos próprios ACS no processo de
construção de dados.
FLÁVIA DALILA SILVA CARVALHO, PAULA ROSSANA DE LIMA BARBOSA SOUSA, ANA LETÍCIA VELOSO GOMES, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA, MARCOS
RAPHAEL DE SOUZA ABREU, LIDIANE DIVINA DO NASCIMENTO E ROMILDA MONTEIRO DOS SANTOS.
Planificação da Atenção Primária à Saúde: Organização de Processos de
Trabalho no Município de Silvânia-GO
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
flavinhadalila@hotmail.com]
SILVÂNIA/GO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Após a realização de uma estimativa rápida do
território detectamos problemas com os
cadastros da população, 11 áreas descobertas
por agente de saúde, discrepância entre o
número de pessoas vinculadas na unidade de
saúde e por agente de saúde.
O processo da Planificação vem fortalecendo as práticas de
cuidado, visando mudanças e organizando os serviços para melhor
resolutividade das demandas da AB. Desenvolvendo habilidades e
competências na equipe, qualificando trabalhadores da APS
buscando promover avanços no cuidado ao usuário.
Com o processo de expansão em andamento e as mudanças já
implantadas nas unidades, podemos acompanhar os benefícios e
facilidades nos processos de trabalho diário. O município conta com
dados mais fidedignos a partir da territorialização e o tablet como
ferramenta tecnológica que foi disponibilizada para os agentes de
saúde.
A partir da análise dos problemas relatados
verificamos a necessidade de realizar a
territorialização como instrumento norteador
para adequarmos a PNAB.
A reorganização dos processos de trabalho, as
práticas de cuidados e o fluxo de atendimento
na APS buscam oferecer ao usuário um cuidado
compartilhado além de realizar o trabalho de
forma ampliada.
A planificação permitiu utilizar ferramentas como estimativa rápida,
diagnóstico local e questionários de avaliação os quais possibilitaram
conhecer o território e a partir disso redimensionar as microáreas
permitindo as UBS organizarem os serviços a serem ofertados à
população.
Implantação de bloco de hora no atendimento ao usuário; elaboração
de POP (procedimento operacional padrão); agenda protegida;
elaboração de Projeto Terapêutico Singular, autocuidado apoiado;
compartilhamento de cuidados; plano de gerenciamento de resíduos;
estratificação de risco familiar; ambiência; informatização;
fluxograma; outros.
A Planificação da Atenção Primária à Saúde
objetiva reestruturar a Atenção Primária à Saúde
(APS) como fórmula capaz de produzir uma
ressignificação densa na base estrutural do SUS,
além disso, alçar a APS à sua condição de
epicentro no modelo de organização dos
serviços.
O processo no município de Silvânia-GO foi
iniciado no ano 2016 utilizando como estratégia
a realização de 11 (onze) oficinas e a qualificação
dos profissionais. Os facilitadores participavam
de encontros proporcionados pela Regional
Centro Sul, e posteriormente multiplicava o
conhecimento para todos os profissionais que
atuam na APS municipal num processo de
educação permanente.
Reuniões de matriciamento e educação permanente com as equipes
de saúde no município para ampliar a visão sobre o cuidado com o
usuário e fortalecendo vínculo do mesmo com a unidade de saúde.
Iniciado em 2017 o processo de implementação da ESF 08 Bonfim
como unidade laboratório onde mensalmente foram realizadas
oficinas com agenda protegida da equipe, NASF-AB e Tutores Regional,
com a finalidade de acompanhar e nortear as etapas do processo que
eram pactuadas em cada encontro.
Após os avanços da organização da Unidade Laboratório foi iniciado o
processo de expansão para as sete UBS.
MARCOS RAPHAEL DE SOUZA ABREU, SIMONE UMBELINO BARBOSA, FLAVIA DALILA SILVA CARVALHO, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA E PAULA
ROSSANA DE L. B. SOUSA
Projeto Sorriso Corajoso: a união da odontologia com o lúdico para a
promoção de saúde bucal em Silvânia
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
marcosrsabreu@gmail.com
SILVÂNIA/GO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Projeto Sorriso Corajoso auxilia o atendimento odontológico através do encorajamento de forma lúdica utilizando o
personagem “porquinho da coragem”, o qual foi testado no consultório odontológico da ESF SÃO SEBASTIÃO, período em
que foi observada a aceitação dos pacientes com idade de até 7 anos.
O medo da criança pela figura do cirurgião
dentista dificulta a avaliação, intervenção oral e
orientações de autocuidado com crianças de até
7 anos podendo se tornar um problema de
saúde pública.
Buscar identificar e prevenir que pequenos
sinais se transformem em casos graves, através
da Promoção em Saúde e levar ao paciente os
recursos existentes, são atitudes necessárias
para auxiliar na resolução de problemas de
saúde da população.
Com intuito de expandir a ideia a equipe do
Programa Saúde na Escola levou o projeto para
todos os centros Municipais De Educação
Infantil do município apesentando o personagem
que vai acompanhar as crianças nas consultas
odontológicas, facilitando a adesão aos
tratamentos e tornando esse momento menos
traumático.
Através do lúdico nas escolas, instituições públicas e ESF o público
infantil tem maior adesão ao tratamento, assim proporcionando
conhecimento e desenvolvendo habilidades nas crianças referente à
prevenção das doenças bucais.
As ações de promoção de saúde bucal infantil, devem ser acionadas
por meio de ferramentas que tornem o processo de aprendizagem
mais dinâmico e de fácil compreensão. A utilização do lúdico, através
de um personagem animado palpável, possibilita a melhora na
adesão do paciente.
População infantil orientada quanto aos cuidados com higiene bucal,
melhor interação entre profissional e paciente, público infantil mais
frequente e aderida ao tratamento, pois cuidando da primeira
infância espera-se ter uma população adulta com hábitos de saúde
bucal adequados.
A utilização do lúdico para estimular a participação da criança ao
atendimento odontológico.
Ao chegar no consultório a equipe da odontologia apresenta o
porquinho como amigo corajoso, passa as informações de forma
simples, harmoniosas e atraentes, tornando o atendimento mais
tranquilo e menos traumático, pois encoraja o paciente com uma
nova dinâmica de abordagem. A criança recebe o porquinho e
permanece segurando durante todo o atendimento como forma de
estímulo e autoconfiança.
A promoção de práticas saudáveis de prevenção,
orientação e autocuidado são fatores
importantes para o bom desenvolvimento da
saúde populacional.
Visando isso a utilização do amigo corajoso
incentiva a criança a quebrar as barreiras do
medo da figura do odontólogo.
Ana Carolina Fernandes; Carlos Eduardo de Oliveira Lula
PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE NO MARANHÃO: AVANÇOS E DESAFIOS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
anacarolinaurf@gmail.com
Secretaria de Estado/ Maranhão
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O Projeto Planificação da Atenção à Saúde no Estado do Maranhão teve em 2015, com a Região de Saúde de Caxias, logo em
seguida, em 2016 a Região de Saúde de Timon, em 2017 a Região de Saúde de Balsas e em 2019 a Região de Saúde de São
João dos Patos, envolvendo quase totalidade da macro leste do Estado;
Altos índices de mortalidade materna e infantil. Organização da APS e garantia de atendimento na Atenção
Ambulatorial Especializada – AAE.
Variáveis como interlocução entre os pontos de
atenção à saúde, manejo do pré natal de risco
habitual e alto risco e governança regional, são
prováveis causas para tais resultados
apresentados nas séries históricas dos
indicadores mortalidade materna e infantil.
Para melhores resultados foi necessário o
envolvimento e sensibilização de gestores,
coordenadores e profissionais de saúde. O
alinhamento é uma constante entre o nível
estadual, municipal e equipe CONASS através
dos grupos condutores, e isso tem sido um
grande diferencial para a sustentabilidade de
todo o processo.
O envolvimento da gestão municipal para a
transformação da realidade local é condição sine
qua non. Além do apoio da gestão, o
reconhecimento de cada profissional a respeito
de sua responsabilidade sob o processo faz toda
a diferença. Isso tem sido possível devido à
formação em serviço proporcionada pelas
tutorias.
A Planificação da Atenção à Saúde trouxe consigo
o reconhecimento do verdadeiro papel da
Atenção Primária, trouxe a certeza que é possível
fazer mais com menos, que é possível transformar
práticas de trabalho, e que é possível com a
organização de processos atingir resultados
inimagináveis.
Severino Azevedo de Oliveira Júnior
Isabelle Silva de Albuquerque
Implantação da Avaliação Geriátrica Global baseada em tomada de decisões,
monitoramento e promoção ao envelhecimento ativo
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E
INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
E-mail: juniorazevedo1719@yahoo.com.br
Parnamirim/RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Projeto desenvolvido em
Parnamirim/RN, inicialmente em duas
Unidades Básicas de Saúde e
subsequentemente ampliado para
todas as 29 do município.
Dificuldade APS na avaliação geral de
saúde da pessoa idosa.
Baixas condições de saúde do idoso e
da rede de atenção ao idoso.
Instrumentos de gestão e indicadores
de avaliação ineficazes.
Sensibilização da gestão.
Planificação da APS.
Oficina Avaliação Geriátrica Global.
Implementação da Caderneta de Saúde da
Pessoa idosa.
Desarticulação do cuidado da
pessoa idosa.
Instrumentos para avaliação global
dos idosos.
Educação continuada em saúde.
Melhoria da qualidade de vida, e vida ativa e
saudável da pessoa idosa em
Parnamirim/RN.
Maior número de Idosos com cadernetas de
saúde.
Alinhamentos de conceitos com a
planificação APS, profissionais envolvidos
na linha de cuidado e gestão.
Instrumentalização da caderneta
de saúde da pessoa idosa em
todos os níveis da rede municipal.
Avaliação das demandas
reprimidas.
Parnamirim tem estimado 16.800 idosos e
quão desafiador trabalhar todas as
singularidades desse público e construir de
forma coesa uma linha de cuidado integral à
saúde da população idosa.
Valeria Cristina Silva de Souza¹; Raíza Régina dos Anjos Holanda²
1- Enfermeira da Estratégia Saúde da Família
2- Médica da Estratégia Saúde da Família
Implantação da Tutoria de Planificação na APS do município de Davinópolis – Goiás.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[valeriacristinass.enf@gmail.com]
Davinópolis – Goiás
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A planificação é um processo de planejamento da Atenção a saúde. Este trabalho teve como objetivo,
relatar a experiência da tutorial de planificação no município de Davinópolis goiás, com o intuito de
reorganizer o processo de trabalho, otimizar o acesso da população aos serviços de saúde.
As oficinas de planificação foram realizadas
na unidade básica, com inicio no mês de
Setembro de 2018, e com atividades
realizadas: coleta de dados do território de
abrangência e fluxograma de atendimento,
territorialização , demanda espontânea e
programada, classificação de risco, e linha
de cuidado das doença crônicas.
Capacitar os profissionais da equipe da unidade básica,
para melhorar no acolhimento e ações estratégicas.
Fortalecer os vínculos entre a unidade básica e os usuários;
orientação adequada para os usuários sobre os serviços
ofertados na unidade; Informar sobre o horário de
funcionamento da unidade; Organizar a classificação de
risco dos pacientes com doença crônicas; Oferecer
atendimento medico e psicológico para dependentes de
álcool e drogas.
O problema principal na unidade, estava
sendo a organização do fluxo de
atendimentos e a classificação de risco dos
pacientes com doenças crônicas, e com a
reorganização, conseguimos definir cada
microárea, levantamento do risco familiar
embasado na escala de Coelho-savassi.
Como também, a informatização da unidade
básica, utilizando o prontuário eletrônico do
E-SUS.
A mensuração que evidenciamos ao longo do
desenvolvimento do trabalho, foi uma melhoria do
acolhimento aos usuários, uma reorganização dos
atendimentos através de orientações sore a demanda
espontânea e agendada.
Notamos uma melhor satisfação dos usuários aos serviços
e informações da unidade básica.
No decorrer do trabalho na unidade, tivemos uma
participação ativa e colaborativa da equipe de profissionais
da unidade.
Primeiramente foi realizada uma reunião com
a equipe, para uma melhor orientação sobre
a planificação, tivemos apoio e como também
engajamento de toda a equipe da unidade,
para ajudar nessa reorganização do processo
de trabalho na unidade, a enfermeira fez as
orientações necessárias para os agentes
comunitários e de endemia, e com a
participação da médica para a classificação de
risco dos usuários com doença crônicas.
Através dessa experiência da planificação, notamos que é
necessário um trabalho continuo de planejamento e
organização dos serviços na unidade básica,
aperfeiçoamento e educação permanente de todos os
profissionais da unidade, comprometimento no
atendimento e acolhimento aos usuários, através de
informação e esclarecimento adequado.
A tutorial de planificação contribuiu para apoiar e melhorar a reorganização dos processos de trabalho na unidade
básica, na qual a partir dessas mudanças, obtivemos resultados positivos desde o acolhimento mais qualificado,
para que possamos melhorar a atenção do cuidado no território de abrangência.
Sidicácio Souza Rocha, Leidiany Facheti Vassoler, Irla Carvalho.
Projeto de Suporte para melhorar os indicadores de adesão terapêutica dos
Hipertensos e Diabéticos nas Estratégias de Saúde da Família
PROBLEMA
A hipertensão arterial sistêmica e o diabetes
no Brasil é caso de saúde pública que merece
destaque. O município de Montanha/ES
utilizou estratégia para melhorar o acesso
desses pacientes.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
Cadastrar 100% dos hipertensos e/ou diabéticos da área de
abrangência detectados pelo rastreamento no Programa de
Atenção à Hipertensão Arterial e à Diabetes Mellitus da UBS/USM.
O cenário do trabalho o município com suas áreas de abrangência
das ESFs, capacitando os Agentes Comunitários de Saúde e toda
equipe. Sendo realizada a Estratificação de Risco das micro áreas
do município, implantando assim o cartão de acompanhamento.
CONCLUSÃO
Permitiu o desenvolvimento de uma nova proposta de promoção, prevenção e
assistência à saúde. Apesar dos desafios e dificuldades encontradas, fortaleceu
ações para os hipertensos e diabéticos, considerando que que os pacientes de
alto risco e muito alto risco são encaminhados para a Unidade Cuidar.
kassius_rocha@Hotmail.com
MONTANHA/ES – REGIÃO NORTE
CONTEXTO
Com a planificação na Região Norte do Estado do Espirito Santo, foi possível
trabalhar com várias vertentes na estratificação e classificação do risco dos
pacientes, o município pegou como base os hipertensos e diabéticos.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Estimativas futuras apontam para um
crescimento da incidência nos países em
desenvolvimento, com destaque para as
doenças cardiovasculares e distúrbios do
metabolismo, compreendendo a Hipertensão
Arterial Sistêmica - (HAS) e o Diabetes
Mellitus (DM), respectivamente. Melhorar a
qualidade do atendimento aos portadores de
hipertensão e diabetes cadastrados e
acompanhados. (Alto, médio e baixo risco).
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
A inserção da odontologia foi fundamental, considerando
que a mesma não estava presente desde o início
possivelmente acarretou prejuízos no processo de
integralização dos profissionais e todas as equipes de ESFs
envolvidas para encaminhar para a referência. Foram
realizadas oficinas no município pela Secretaria de Saúde
do Estado e CONASS, discutindo questões voltadas para a
saúde.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Indicadores das Estratégias de Saúde da Família, com a
porcentagem de estratificação dos riscos do hipertenso e
diabético, encaminhados para a Unidade Cuidar Norte, referência
da cidade, com diversas especialidades, fazendo o atendimento
muti profissional, fazendo assim um plano de cuidado do
paciente.
LIÇÕES APRENDIDAS
Além da identificação precoce dos casos, evitar futuras
complicações, melhorar a qualidade de saúde e reduzir gastos com
hospitalizações, exames e medicações. reorganização do serviço, o
que culminou num aumento significativo na detecção dos casos e
possibilitou a otimização do sistema Prontuário Eletrônico
disponibilizado para o atendimento.
Ricardo Tadeu Brik – Edina Pereira dos Santos
PLANIFICA SUS COMO FACILITADOR NO PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO
NO MUNICÍPIO DE TEIXEIRA SOARES – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
PROBLEMA
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E
INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
fisiopgcp@hotmail.com
Teixeira Soares/Paraná
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Com o município dividido em apenas três ESF’s, sendo uma urbana e duas rurais, havia uma sobrecarga
populacional atendida pela ESF1, que é a Unidade Laboratório do município. Através da construção de
uma maquete pode-se viabilizar a territorialização proposta pelo Planifica SUS.
 Grande demanda;
 Centralização dos serviços;
 Resolutividade da Atenção Primária;
 Construção de mapas e uma maquete;
 Divisão do território;
 Credenciamento de uma nova ESF;
 Necessidade de aprimorar e otimizar o
atendimento da equipe;
 Reorganização territorial;
 Atendimento com base populacional
proposto pelo Planifica SUS.
 Todos os funcionários do Centro de
Saúde;
 Estratégia Saúde da Família;
 Redução no número de atendimentos diárias num
período de cinquenta dias;
 Favorecimento da realização de estratificação de risco,
acompanhamento de portadores de DCNT’S e
planejamento de ações em concordância com as
necessidades da população.
 Trabalhar de forma integrada;
 Discutir os problemas para encontrar soluções.
O Planifica SUS veio como um facilitador para que pudéssemos
realizar as mudanças necessárias e assim melhorar a qualidade do
atendimento e do acesso à população, priorizando prevenção em
saúde e qualidade de vida.
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21
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 14 16 17 18 19 20 21 21 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
NÚMERO DE ATEDIMENTOS EM SETEMBRO E OUTUBRO
NÚMERO DE ATENDIMENOS Linear (NÚMERO DE ATENDIMENOS)
Aline Liaschi Tizziani Santos
Carolina Sousa Cruz Rosa
A Experiência Da Implantação Do Agendamento Na Unidade
Laboratório No Município De Corumbiara – Rondônia
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
aline.tizziani@hotmail.com
CORUMBIARA / RO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A unidade de saúde da zona urbana, “UBS Francisco Soares dos Santos”, em Corumbiara, possui cadastrado
3910 usuários, com 8 agentes comunitários de saúde, a equipe é composta por: enfermeiro, médico, técnicas
de enfermagem e dentista. A unidade nunca trabalhou com o agendamento.
A UBS funcionava no prédio do hospital
municipal, restringia seus atendimentos a:
consultas, visita domiciliar, vacina e
atividades coletivas. As fichas eram
limitadas pelo período, por ordem de
chegada. Normalmente os serviços
prestados eram para usuários que não
estavam cadastrados na equipe.
Na oficina II da tutoria Regional, a equipe
teve seu primeiro contato com a agenda.
Uma tarefa havia sido designada: verificar
os fluxos da UBS e o preencher a matriz dos
micro e macroprocessos. Foi identificado as
demandas e horários mais frequentados na
UBS, os principais eventos agudos e
crônicos, e as demandas administrativas,
permitindo conhecer o perfil
epidemiológico de saúde da população.
Muitos encontros e tentativas fracassadas para
implantar a agenda, ainda era usado o E-Sus
CDS, e a agenda era manual. Em maio de 2019,
com a implantação do PEC e capacitação, os
profissionais passaram a entender e utilizar o
agendamento, isso desafiou a capacidade de
cada servidor de aprender a trabalhar com a
agenda.
As adaptações são constantes e se adequam ao fluxo.
Principais intervenções realizadas: prédio próprio para a UBS;
aumento da carteira de serviço; reterritorialização; instalação
do PEC e capacitação profissional; análise de fluxo e
adaptação da agenda; divulgação para a população (rádio,
panfletos, reuniões intersetoriais.)
No início a agenda ficou mais aberta para receber o usuário e
reeducar o fluxo. A UBS agenda individualmente e confirma
consultas via telefone fixo e WhatsApp.
A entrevista dos usuários a respeito da agenda e atendimento é
periódica, avaliando de satisfeito para muito satisfeito quanto a
agenda. O grau de satisfação dos profissionais e sua avaliação do
ambiente de trabalho tem sido positivo. O agendamento ao
telefone e aplicativo se consolidou como ferramenta útil à
comunidade e equipe. Os atendimentos e tempo de consultas
permitem melhor qualidade da assistência. O problema de
corredores e sala de espera cheios foi consideravelmente
resolvido. Os atendimentos programados as pessoas com agravos
crônicos, os grupos de trabalho, as visitas, os procedimentos,
passaram a ter seu tempo garantido nas agendas profissionais.
A agenda estabeleceu organização do fluxo dentro da UBS e
fora dela, pois também organiza o tempo dos profissionais
para ações na comunidade. A agenda direciona o
atendimento conforme seu grau de risco.
A agenda é um dispositivo útil, não pode ser engessada, deve estar em sintonia com o fluxo das demandas,
visto que os clientes têm um perfil epidemiológico modificável. Quando bem utilizada, gera satisfação por
parte dos usuários e profissionais, refletindo em assistência de melhor qualidade.
Maria de Carvalho Dantas Alves, João Rabelo de Araújo Filho
Projeto de melhoria através da implantação da plataforma RAPS-
SALUS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
mariadantasfisioterapiagmail.com
Pinhão/Sergipe
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O presente projeto da implantação da plataforma RAPS-SALUS apresenta como proposta, a melhoria do monitoramento e mapeamento do território, que foi criado para a Atenção
Primaria a Saúde (APS), pelo técnico de informática e Agente Comunitário de Saúde (ACS) João Rabelo de Araújo Filho.
A plataforma traz suas funcionalidades baseadas nos quatro princípios da APS, na qual o primeiro é a porta de entrada ao sistema, que é realizado através do aplicativo móvel com
cadastro do paciente por meio do profissional de saúde, usando a geolocalização e informações como nome e sua condição de saúde, o segundo e terceiro princípios são
continuidade e coordenação, respectivamente, que são feitos através do monitoramento, filtragem e atualização do status dos pacientes através do aplicativo móvel ou da aplicação
web que estará disponível na APS, e por fim, a integralidade, que é feito pela portabilidade do soft.
Atualmente os municípios apresentam dificuldades com o mapeamento e
monitoramento do seu território, principalmente na identificação,
estratificação de riscos e mapa do território, muitas vezes são feitas
manualmente sem recursos da informática, ocasionando em informações
ingessadas e atrasadas, visto que, diariamente a situação da família muda.
Além disso, durante o percurso de alimentação no sistema e-sus pode haver
perdas de dados ou informações.
1- Os mapas das microáreas não existem ou são desenhadas
manualmente dificultando o acompanhamento dos usuários;
2- A falta de comunicação entre os setores da saúde com por exemplo,
serviços de diagnósticos e UBS;
3- Prontuários de papel extensos, que perdem além da dificuldade para
encontrar e compartilhar entre as equipes;
4- Listas feitas manualmente para campanhas e acompanhamentos dos
status dos usuários;
5- E comunicação de eventos atrasados, de forma semanal ou mensal
pela equipe de saúde.
A alimentação da plataforma se dá principalmente por meio dos Agentes
Comunitários de Saúde. Uma vez que eles agem como facilitadores na
criação de vínculos, na reorganização do trabalho em equipe, na
ampliação do acesso aos serviços de saúde e na comunicação entre
usuários e profissionais de saúde. Assim, é possível notar que para eles a
proposta do aplicativo facilitará bastante o seu trabalho em campo, o que
os motiva a implantação da plataforma.
Assim como para os demais profissionais, pois todos realizarão o
monitoramento dos usuários com mais facilidade e em tempo real.
Portanto, toda equipe encontra-se envolvida no processo de implantação.
Com o RAPS-SALUS, teremos cadastro dos usuários de forma rápida e simples identificando suas
condições de saúde, com uma melhor visualização dos grupos prioritários, com marcadores
personalizados no mapa em tempo real; notificações de mudança de status dos usuários, ou seja, se ele
estava classificado como alto risco, é possível alterar para outra classificação, como menor risco, assim
que mude o perfil de saúde do usuário, e os profissionais saberão. Além disso, um mapa interativo para
monitoramento e planejamento de estratégias de saúde pela equipe.
O uso da tecnologia da internet possibilita as Equipes estarem com informações atualizadas em tempo
real, visto que o município de Pinhão atualmente conta com tabletes e computadores para o trabalho
das equipes. Em virtude disso, informatizando o processo de alimentação destas informações, todos os
profissionais poderão acompanhar a população em tempo oportuno, através deste aplicativo, além dos
usuários contribuírem neste processo. Além disso, transformação em uma rede com uma maior
inteligibilidade e monitoramento nas linhas de comunicação, criando elos para uma melhor coordenação
com a coleta e sincronização de dados.
Este projeto possui diversas funcionalidades úteis aos profissionais de saúde e gestores pois cria um
mapeamento interativo, humanizado e com usabilidade.
Portanto o projeto da plataforma RAPS-SALUS baseado nos conceitos de mapeamento por geolocalização dos grupos prioritários do Programa de Saúde da Família, contribuirá para a
identificação da população e suas condições de saúde, transformando o sistema de saúde em uma rede que fortalece a entrada do paciente pela UBS, aumentando a probabilidade de
identificar as patologias e com as integrações dos recursos é possível um melhor uso desses serviços evitando atrasos de condutas, exames e vacinas.
Além disso, a equipe terá campanhas com impactos mais positivos, auxiliando as pessoas a navegarem nas complexas redes de serviço de saúde.
Maria Caroline Laurindo Kinczel – Autora
Leandro Ditzel – coautor
Desafios e Dificuldades para a Implantação do Planifica SUS em Município com
Poucos Recursos e os Avanços já Alcançados com a Planificação
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
caroline_laurindo@yahoo.com.br
IRATI - PR
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Neste trabalho relataremos a angústia da equipe ao saber que nosso município, carente de recursos humanos e baixa
cobertura de Estratégia de Saúde da Família, havia aderido ao Planifica SUS e, ao mesmo tempo, vislumbrar a possibilidade
de estruturar a Atenção Primária no município de Irati-PR.
Temos falta de recursos humanos, financeiros
e o teto de limite prudencial impedem a boa
cobertura da Estratégia de Saúde da Família,
que há anos vem sendo desestruturada,
dificultando a implantação e continuidade do
Planifica SUS no município, tornando para nós
um grande desafio.
Estruturar a equipe da Unidade Laboratório, já que não tínhamos
Agentes Comunitários e Dentista 40h na Unidade. A estrutura da
Unidade não condizia com as exigências do Programa, que continha
rachaduras, pintura ruim e banheiro para portadores de
necessidades especiais era inadequado. Conseguimos envolver o
Conselho Municipal de Saúde e gestão Municipal, com o intuito de
propor mudanças.
O Planifica SUS veio como o norte que a equipe necessitava. Precisávamos de um
fator desencadeante para a estruturação e organização dos processos.
Acreditamos que as melhorias virão com maior intensidade com a continuidade do
Programa.
A proposta é uma possibilidade de mudanças,
que mesmo com baixas condições de trabalho e
incerteza dos resultados a serem atingidos,
aceitaram o desafio e motivados, uniram-se para
melhorar o ambiente de trabalho e estruturar a
ESF para a melhor atenção ao usuário que é o foco
do Planifica SUS.
Apesar das dificuldades com a Atenção Primária desestruturada,
funcionários desmotivados, notamos que é possível melhorar e
sensibilizar os profissionais para mudança, esta já está sendo
observada tanto pela equipe quanto pela população.
O município não tinha condições para aderir o
programa. Não tínhamos profissionais suficientes
para o desenvolvimento dos trabalhos, tivemos
que remanejar servidores de outras unidades
para estruturar a unidade laboratório. Como por
exemplo, a inexistência de dentista 40h mesmo
antes da adesão, já que este era um item
primordial para tal, tampouco Agente
Comunitário para fazer a territorialização.
População melhor assistida com o aumento da oferta e
estruturação da demanda; melhor cobertura de agente comunitário;
envolvimento com lideranças da comunidade; equipe passou a
conhecer melhor os usuários da área de abrangência e assim melhor
intervenção nas ações e tomadas de decisões; população e equipe
satisfeitas com as mudanças já acontecidas.
Jaqueline Nardelli, Jessica Amaral, Caio Alencar, Renan Lyra, Maiara Maia,
Luciana Maciel e Alyne Milhomem
Adequação dos fluxos de Atendimento na Unidade Básica de Saúde
nº3 do Paranoá Parque: Uma experiência exitosa na Atenção
Primária à Saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
jaquinardelli@gmail.com
Paranoá Parque – Distrito Federal
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Portaria de Consolidação nº 1/2017 do MS, estabelece como direito da pessoa ter
atendimento adequado, ágil, com qualidade e garantia de continuidade, se faz necessária
maior atenção aos fluxos da unidade, a fim de identificar os fatores que vêm
influenciando na demora do atendimento ao usuário.
A demora do usuário para atendimento na UBS 3
do Paranoá Parque e a falta de organização dos
fluxos de atendimento.
De acordo com dados levantados na unidade em
maio, o tempo de espera dos usuários para
atendimento era em média 70 minutos. A demora
era influenciada por desarranjos nos fluxos de
demanda espontânea e consultas agendadas.
O problema e as propostas de mudanças dos
fluxos estiveram em pauta durante as reuniões do
Colegiado Gestor, onde as equipes de ESF
propuseram melhorias à partir da experiência
diária de atendimento. A proposta elaborada para
os novos fluxos foi aprovada pelo Colegiado e
implementada por todos os profissionais da UBS.
Desenvolvimento em grupo dos novos fluxos de demandas espontâneas
e agendadas. Validação com os profissionais da assistência em
Colegiado Gestor, e adesão às mudanças.
Durante o mês de maio, os usuários permaneciam na unidade 103
minutos, em média. Já no mês de agosto, o tempo médio de
permanência reduziu para 66 minutos. O tempo de espera dos usuários
para atendimento em agosto foi de 20 minutos. Ressalta-se que não
houve redução no tempo de consulta no período dos levantamentos.
Essa experiência ressaltou a importância de estruturar melhor os fluxos
na Unidade visando aprimorar a qualidade do atendimento ao usuário.
Além disso, uma tomada de decisão coletiva possibilita maior adesão às
mudanças propostas.
Conclui-se que a mudança da rotina dos fluxos de acolhimento da unidade diminuiu o
tempo de espera do usuário para atendimento, contribuindo assim para um atendimento
mais eficaz. A adequação dos fluxos contribuiu para a otimização do tempo.
Rayegne Alves dos Santos Mendes; Sebastião Caio dos Santos Dantas;
Maura Vanessa Silva Sobreia: Vanessa dias de Araújo Barreto
INTEGRALIDADE E HORIZONTALIDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROCESSO DE
PLANIFICAÇÃO DO SUS NO MUNICÍPIO DE TIMBAÚBA DOS BATISTAS -RN
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
rayegnealves@gmail.com
CAICÓ, IV USARP - RN
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Tendo em vista o processo de reestruturação da Rede de atenção a Saúde, promovido pelo CONASS, na perspectiva de
qualificação da RAS, reorganizando processos de trabalho e promovendo a resolutividade dos serviços na Atenção
primária a Saúde teve início o processo de planificação no Seridó Potiguar.
O modelo de atenção primária exercido
atualmente vai de encontro a princípios
propostos pelo SUS, onde temos atualmente uma
rede que não é capaz de prestar cuidados de
forma integral, nem promover a equidade entre
seus usuários .
Visto que o sistema de saúde atual esta fadado a
falhas, e tornou-se obsoleto, tendo em vista que
não acompanhou a mudança do perfil
epidemiológico da população e está vulnerável a
má influência política, observou-se a
necessidade de mudança na estratégia de oferta
de serviços de saúde, como forma de melhoria
na forma da promoção a saúde.
A equipe de saúde de Timbaúba foi
acompanhada pelo mesmo facilitador desde o
primeiro encontro, o que permitia a criação de
vincúlo, tornando o processo de implementação
mais leve e confortável. Mostrou-se envolvida e
aberta a essa nova proposta de reestruturação do
processo de trabalho
Foram realizadas, oficinas prévias com
os facilitadores, com fins de
organização do processo, permitindo
assim um alinhamento de condutas.
Assim, foram realizados os workshops
I e II , com a referida equipe de saúde
da família, onde foi explanado e
discutido toda a parte teórica da
proposta de planificação dos SUS,
possibilitando assim a compreensão
de todo o processo e orientando a
realização das ações nas unidades.
Du
Foram utilizadas dinâmicas de
avaliação, a fim de mensurar junto a
equipe, o nível de satisfação da equipe
e de evolução das ações proposta pelo
projeto. Tais instrumentos foram
recolhidos e enviados ao grupo
condutor para análise. Após as ações
propostas, discussões em grupo e
estudos prévios sobre a proposta de
planificação, observou-se o interesse e
disposição da equipe da unidade de
saúde em realizar as orientações
propostas, facilitando assim a
continuidade do processo de
planificação.
A interação com o grupo condutor e as oficinas prévias com os
facilitadores, permitiram que a realização dos workshops se dessem
de forma mais embasada e segura. A interação do facilitador com a
equipe, na perspectiva de uma figura de apoio, permite que
proposta da planificação seja aceita e compreendida mais
facilmente.
O processo de restruturação da RAS é um processo longo e tortuoso, contudo a proposta disposta pelo CONASS na
concretização do planifica SUS, permite que tal caminho não seja percorrido de forma e confusa. Assim, a equipe de
saúde conseguiu realizar as ações propostas, entendendo todo o processo.
Lucelia Carolina Da Silva.
Busca de Cobertura Vacinal.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
:luceliacarolina2011@hot
mail.com.
centro oeste Itaberai-Go.
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Chegar ao número de crianças
faltosas na sala de vacina.
Números de crianças menores de 05anos acompanhadas por ACS.
Todo trabalho em equipe é grandioso.
desenvolvimento de ações em parceria fazem
acontecer e atingir metas
Atualização dos registros vacinais das crianças menores de 5 anos, contribuiu
para uma melhora da cobertura vacinal e acreditando que sempre possível
fazer a diferença com as trabalho em equipe.
ANDERSON QUEIROZ SANTOS.
" TRANSFORMANDO E PLANIFICANDO : NOVO CICLO NA
USF - EDVALDO NASCIMENTO DE BRITO".
PROBLEMA *
DIFICULDADE NO AGENDAMENTO DE CONSULTAS: A
PROBLEMÁTICA PREJUDICA A QUALIFICAÇÃO DOS
ATENDIMENTOS, UMA VEZ QUE OS PACIENTES CHEGAM
EM GRANDES QUANTIDADES NUM ÚNICO MOMENTO
(08H) DEIXANDO PROFISSIONAIS "PRESSIONADOS"
DIRETA E/OU INDIRETAMENTE PELA CLIENTELA QUE
RECLAMAM DO TEMPO DE PERMANÊNCIA NA UNIDADE.
ESTRATÉGIA DE MELHORIAS *
APÓS IMPLANTAÇÃO DA PLANIFICAÇÃO,
SURGIU UMA VISIBILIDADE GERENCIAL
(COORDENAÇÃO APS + GERENTE DA
UNIDADE LABORATÓRIO) IMPLANTANDO
O "BLOCO DE HORAS" REORGANIZANDO
AS DEMANDAS, ONDE REALIZAMOS
DIVERSAS REUNIÕES EM EQUIPE
DISCUTINDO AÇÕES DE MELHORIAS NOS
ATENDIMENTOS.
CONCLUSÃO *
COLETIVIDADE X HUMANIZAÇÃO: A USF-ENB TEM DESENVOLVIDO UM TRABALHO DE EQUIPE, CONDIZENDO
AS DUAS PALAVRAS DE INÍCIO QUE DEFINEM O ÊXITO. DIANTE INÚMEROS AVANÇOS, TEMOS A CERTEZA
QUE O "BLOCO DE HORAS" É DESTAQUE E CONTAGIANTE ENVOLVENDO OUTRAS EQUIPES DO MUNICÍPIO.
enf.anderson@hotmail.com
NOVA IBIÁ - BA
CONTEXTO *
A USF EDVALDO NASCIMENTO DE BRITO, INGRESSOU NO PLANIFICASUS NO INTUITO DE FORTALECER A APS
ENCARANDO O DESAFIO POR ACREDITAREM QUE O SUS FAZ ACONTECER NUMA VIVÊNCIA REAL NO
COTIDIANO.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA E ANÁLISE DAS CAUSAS *
A USF TEM UM ACÚMULO MAIOR DE DEMANDA PELO
TURNO MATUTINO (ZONA RURAL), ASSIM TINHA COMO
OBSTÁCULO ORGANIZACIONAL NOS AGENDAMENTOS E
CONSCIENTIZAÇÃO DESTA CLIENTELA HABITUADA HÁ 07
ANOS NUM MODELO PADRÃO, SENDO NECESSÁRIO
DESMISTIFICAR QUE PACIENTES PERIURBANOS SÓ
PODERIAM SER ATENDIDOS PELA MANHÃ, O QUE
TÍNHAMOS COMO GRANDE PROBLEMÁTICA.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE *
INCORPORAMOS FACILMENTE E DIRETAMENTE A EQUIPE
NA PARTICIPAÇÃO ATIVA NESTE NOVO MODELO DE
ADAPTAÇÃO NO PROCESSO DE TRABALHO, OBTENDO
PARCERIA E POSITIVIDADE QUE ESTÃO TENDO UM
OLHAR HOLÍSTICO, ALÉM DA QUALIDADE NA
ASSISTÊNCIA E HUMANIZAÇÃO, COLOCANDO EM
PRÁTICA A FRASE: “ENXERGAR A FLORESTA E NÃO
SOMENTE CADA UMA DAS ÁRVORES”.
MEDIÇÕES DE MELHORIAS *
ESTAMOS AVALIANDO / CONTROLANDO
ESTA INOVAÇÃO ATRAVÉS: FORMULÁRIO
PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE;
AVALIAÇÃO DO E-SUS; REGISTRO EM ATA
DE OPINIÕES DOS CONSELHEIROS DE
SAÚDE.
LIÇÕES APRENDIDAS *
O DESAFIO FOI LANÇADO E COLOCADO EM
PRÁTICA O "BLOCO DE HORAS" NA
CERTEZA DA REORGANIZAÇÃO DO
PROCESSO DE TRABALHO E CONQUISTA
PARA O PROTAGONISMO DO CUIDADO À
CLIENTELA DO TERRITÓRIO.
CLAUDIA DA SILVA DE AGUIAR
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ESTRETÉGIA DE SAÚDE DA
FAMÍLIA APÓS IMPLANTAÇÃO DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
enf.claudia.aguiar@hotmail.com
TORRES / RS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
No município de Torres, Rio Grande do Sul, a Unidade de Saúde ESF São Jorge, a qual
pertence a 18CRS, passou a ser a equipe laboratório da Planificação da Atenção à Saúde e,
com os avanços das tutorias, foi qualificada para realizar as estratificações de risco
cardiovascular aos pacientes portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um grave
problema de saúde pública e contribui, direta ou
indiretamente, para o ocorrência de mortes por
doença cardiovascular no país.
Com um número crescente de indivíduos hipertensos,
fez-se necessário calcular o risco cardiovascular (RCV)
dos pacientes cadastrados nessa Unidade de
Estratégia de Saúde da Família.
A estratificação dos pacientes portadores de HAS
contribui para o acompanhamento efetivo,
planejamento assistencial e adequação das medidas
a serem alcançadas tanto pelo paciente como pela
equipe multidisciplinar.
A avaliação do risco cardiovascular em hipertensos e a influência dos fatores
de risco nos escores de estratificação, qualifica o cuidado.
A estratificação de risco cardiovascular é realizada com todos os pacientes
diagnosticados com hipertensão arterial sistêmica a partir do escore de
Framingham, seguindo a resolução N° 303/18 – CIB/RS.
Com a RCV é possível obter o risco porcentual de evento cardiovascular em
dez anos para homens e mulheres, sendo o risco classificado como baixo
(menos de 10%), intermediário (10 a 20%) e alto (mais de 20%).
Após a classificação é realizado um plano de cuidado, com
encaminhamentos a nutricionista, atividade física, grupo para cessar o
tabaco, controle de exames e especialidades médicas conforme a
necessidade e risco calculado.
Com as tutorias da planificação da atenção à Saúde a equipe da Unidade
laboratório passou a ter uma visão diferenciada para os hipertensos
cadastrados, apresentando eficácia na linha de cuidado dos pacientes
portadores dessa patologia.
Dado o exposto, a Unidade de Saúde em questão qualifica o cuidado do indivíduo
portador de Hipertensão Arterial Sistêmica, com acompanhamento conforme o risco
cardiovascular, promovendo medidas preventivas e diminuindo encaminhamentos a
atenção secundária e terciária.
AUTORES: Silvane do Carmo Gavronski; Angela Maria da Cruz Cardoso Macarroni
TÍTULO:
DESBRAVANDO O PLANIFICASUS, Modelo Organizacional da APS e AAE em favor da Gestão e da
Comunidade
PROBLEMA:
Diante do número de profissionais versus número de pessoas, a
cobertura de ESF do Município superava 100%, mas a área central do
Município não tinha cobertura de ACS’s nem uma equipe definida e
exclusiva para atendimento, oferecendo apenas atendimentos
curativos realizados no Pronto Atendimento Municipal. Além disso,
uma grande parte da área rural, deixava de procurar sua unidade de
saúde referência para ir até o PA (Pronto Atendimento Municipal) em
virtude do transporte coletivo facilitar o acesso à esta unidade de
saúde.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
Com a implantação do projeto PLANIFICASUS na 4ª Regional de
Saúde, SESA em conjunto com o Hospital Albert Einstein SP, após
o levantamento do diagnóstico local de saúde e a exposição do
problema, iniciamos o projeto revendo todo o território Municipal
quanto ao número de pessoas, famílias e índice de vulnerabilidade
social, econômico e cultural, através de um novo recadastramento
em saúde.
CONCLUSÃO
Através deste projeto modelo organizacional foi possível conhecer nossa população dentro de suas necessidades, vulnerabilidades e anseios,
ofertando aos mesmos ações de prevenção e promoção através do fortalecimento da APS como resolutiva e ordenadora do cuidado, além das
ações curativas, paliativas, reabilitadoras, vinculadas a AAE em tempo oportuno.
Conforme o novo financiamento da APS recentemente divulgado pelo MS, onde levará em conta o número de cadastros e o perfil
sociodemográfico da área, os indicadores alcançados por cada equipe, a cobertura municipal de APS e o tipo de equipe, este projeto veio de
encontro às necessidades da população e em favor dos anseios da gestão municipal.
silvanegavronski@hotmail.com
MUNICÍPIO: Inácio Martins- Paraná
CONTEXTO:
No Município de Inácio Martins-Pr, haviam muitas divergências na distribuição do número de pessoas atendidas pelas equipes de estratégia de
saúde da família, algumas atendiam uma média de 1.900 pessoas e outras 3.500 pessoas, além de contar com uma cobertura de ESF de 75% da
população, deixando 25% da população descoberta de um atendimento integral, preventivo e resolutivo, foco principal das ações de prevenção e
promoção da saúde, para o fortalecimento da Atenção Primaria.
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS:
Para avaliar a situação foram convocados os Agentes Comunitários de
Saúde (ACS) e o comitê gestor municipal e definiram-se as estratégias
para a territorialização, exposição do projeto com a divisão das equipes
para recadastramento, condensação e avaliação dos resultados pela
coordenação, discussão do desenvolvimento do trabalho, e adaptações
nos fluxos e reavaliação do processo quando necessário.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
A partir desse projeto obtivemos um diagnóstico real da população,
quanto ao número de pessoas e famílias, bem como do índice de
vulnerabilidade, estando referenciada a uma unidade de saúde para
atendimento, promoção de saúde e prevenção de doenças, oferecendo
a população um atendimento igualitário e integral, bem como
facilitando o acesso aos serviços disponíveis em todas as áreas da
saúde, nas ações desenvolvidas pelas equipes.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
O objetivo desse projeto foi atingir efetivamente 100% de
cobertura de ESF no Município de Inácio Martins-Pr, através de um
análise fidedigna da população, da oferta de serviços de acordo
com as suas necessidades, promovendo saúde e a prevenção de
doenças e agravos.
LIÇÕES APRENDIDAS:
Toda mudança é possível quando se tem objetivos claros,
determinação e comprometimento. O envolvimento e a
participação das equipes, adesão e apoio da gestão, diretrizes
norteadoras, e o entendimento populacional, tudo isso
acontecendo de maneira sincronizada, nos permite mudar
qualquer cenário.
Fabricio Pereira Montes, Loany Queiroz Rodrigues Carvalho, Paulo Henrique Silva Costa
Estratificação de Risco em Saúde Bucal no PSE.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
[fabriciopereiramontes@gmail.com
SENADOR CANEDO/GOIÁS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Com a planificação passamos a estratificar os riscos na UBS todos
os dias, e também nas escolas quinzenalmente. A equidade foi de fato
aplicada e ainda conseguimos identificar os riscos e atingir com mais
resolutividade os problemas, identificando e encaminhando os casos
que fossem necessário tratamento na UBS, prevenção primária na
própria escola os casos que poderiam ir parar nas UBS sem
necessidades, podendo pegar a vaga de quem de fato estivesse
precisando. Também fizemos a reorganização do agendamento na
UBS.
Já é nítida a melhora nos resultados, em 10 meses de programa,
conseguimos observar que esta sendo uma revolução para à Saúde
Bucal e também é nítida a melhora para com toda a equipe da ESF,
que também esta sendo reorganizada de acordo com a planificação.
Os Dentistas se sentem mais capacitados para entender o processo
de uma APS resolutiva.
Os agendamentos para tratamento na Unidade, são diários e sem
demanda reprimida hj no município, graças a reorganização dos
processos de trabalho recebidos pela planificação.
Os 34 cirurgiões dentistas e 34 ASB,
receberam o projeto em janeiro e receberam a
capacitação com muita atenção, e desde então
aplicam o projeto com muita responsabilidade e
carinho. Mostrando envolvimento e ampliando o
conhecimento graças a planificação.
A planificação é um divisor de águas para o SUS, que já é muito bem estruturado, e se torna ainda mais apaixonante,
organizado e resolutivo, para que de fato dê à nossa população uma Saúde cada vez melhor.
Para Ampliação do acesso e resolutividade baseado na Planificação, fizemos um projeto dentro do PSE, par que os
cirurgiões-dentistas responsáveis por cada unidade escolar dentro de sua área de abrangência, realizem busca ativa através
de estratificação de risco para encaminhamento dos educandos com necessidades de tratamento para sua UBS.
Uma população de 22000 educandos e
muitos sem ainda ter passado por avaliação
odontológica. Índice alto de intercorrências de
crianças e adolescentes sem antes terem
passado por avaliação. Causando déficit de
atenção ou ausência desses educandos por
problemas dentais, sendo uma causa importante
no aprendizado e prejudicando o futuro destes
alunos.
Sem busca ativa, os responsáveis só
chegavam até à UBS, para levar suas crianças
,quando já apresentavam dor. Sem que tivessem
a chance de serem estratificados e serem
identificados precocemente, quanto aos riscos
Cárie, oclusopatias, bem como algumas
condições que não precisariam ser
encaminhadas para UBS, resolvendo na própria
escola ,desafogando a unidade.
Com a reorganização proposta pela planificação, podemos sem
que aumente nossa demanda, sermos resolutivos de acordo com os
princípios do SUS. O Trabalho feito com organização e planejamento
é sempre mais efetivo.
A Planificação é fundamental para o futuro do SUS.
AUTOR: Danieli Maria Corassa
Classificação do Risco Familiar pela Escala de Coelho e
Savassi no Município de Bozano
PROBLEMA
Equipe de saúde apresentava
dificuldades em identificar e
visualizar onde estava concentrado
os maiores riscos familiares, não
tendo acompanhamento efetivo
da população adscrita.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
Definir território, microáreas,
cadastramento da população,
cada grupo familiar foi
classificado e identificado no
mapa conforme grau de risco:
R1 – Risco menor – VERDE
R2 - Risco médio – AMARELO
R3 – Risco máximo - VERMELHO
CONCLUSÃO
Após a Classificação de Risco Familiar, houve melhor
acompanhamento das famílias de maior vulnerabilidade,
promovendo em conjunto com a equipe de saúde o autocuidado
apoiado através de grupos e visitas domiciliares.
dani.corassa@hotmail.com
Bozano/RS
CONTEXTO
Classificar o Risco Familiar de todas as famílias do
município, conhecendo suas vulnerabilidades para melhor
acompanhamento através da equipe de saúde.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Equipe identificou as maiores
vulnerabilidades e problemas de
saúde através da Escala e após
análise dos dados, iniciamos
estratégias de atendimento e
acompanhamento das situações
de risco, como o alto índice de
usuários Hipertensos.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Toda equipe
multidisciplinar
envolvida no
Processo.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Após o novo método de trabalho ser
implementado, houve melhor acesso da
população ao serviço de saúde, com isso
acompanhamento contínuo, atendendo cada
família conforme sua necessidade, focando na
prevenção e promoção da saúde do grupo
familiar.
LIÇÕES APRENDIDAS
Conhecer a população adscrita, trabalhar em
conjunto com equipe multidisciplinar, ofertar os
serviços de maneira resolutiva, focando no
acompanhamento contínuo do usuário.
CÁSSIO A. COELHO, MAIARAA. MAIA, NATACHA O. HOEPFNER
Planificação na Unidade Básica de Saúde 03 do Paranoá Parque Através da Tutoria do
CONASS : Relato de Experiência de Residentes de Gestão de Políticas Públicas para a Saúde
PROBLEMA E AVALIAÇÃO
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
cassioalves48@hotmail.comBRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL
CONTEXTO
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
RESULTADOS
Visando a implementação da estratégia de Planificação da APS
na UBS 03 do Paranoá Parque, que tem por objetivo apoiar o
corpo técnico e gerencial das secretarias estaduais e municipais
de saúde na organização dos micro e macro processos da APS,
foram planejadas e desenvolvidas ações relativas à
Planificação.
A UBS foi inaugurada em 06/07/2018, em espaço provisório
localizado fora do território adscrito. Nesse cenário, um dos
principais problemas enfrentados pelos gestores da unidade é
a necessidade de levantamento de informações que dessem
suporte a implementação das ações da estratégia de
Planificação. Foi identificada, pelos residentes e gerência da
UBS, a necessidade de maior compreensão dos fluxos e
processos de trabalho, a percepção de usuários e servidores, a
realidade da unidade e do território, sendo essa dificultada
pela insuficiência de ACSs atuantes.
Durante o processo de aplicação, pelos residentes, dos
instrumentos disponibilizados pelo CONASS, houve
envolvimento de toda a equipe de profissionais da UBS,
contribuindo com as informações necessárias para a coleta de
dados, além de proporcionar espaços de trocas de experiências
e maior compreensão da complexidade dos processos de
trabalhos da unidade, possibilitando a elaboração de
estratégias para a ampliação das ações de planificação.
Dentre as estratégias de coleta de dados, avaliação e melhoria
dos serviços na UBS estão:
A partir dos dados coletados, destaca-se:
Para atender aos requisitos necessários
para a implementação das ações da
planificação foi realizado, a partir das
tutorias do CONASS, o planejamento
para a aplicação dos instrumentos que
A implementação de ações da planificação, enquanto
instrumento de gestão e organização da APS, possibilitou o
levantamento de dados relativos às demandas da unidade que
subsidiaram o planejamento de ações voltadas para o
desenvolvimento de competências, conhecimentos,
habilidades e atitudes para a organização e qualificação dos
processos na UBS.
Avaliação dos fluxos
da unidade
Levantamento das
perspectivas e
sugestões dos usuário
e servidores
Adequação da
estrutura da unidade
de acordo com as
normas preconizadas
Adequação da sala de
vacina às normas
Satisfação dos Servidores e Usuários, o Instrumento de
Ambiência e o Checklist da Sala de Vacinação.
Além disso, foi planejada reaplicação dos instrumentos após
intervenções realizadas a partir dos dados coletados, para a
avaliação das mudanças ocorridas na estrutura e nos processos
de trabalho da unidade.
Principais demandas da unidade. Tempo médio de espera.
Grau de satisfação em relação ao atendimento do profissional.
Recebeu informações
sobre as rotinas da UBS
(horário de atendimento,
dia de marcação de
consulta, etc.).
Recebe o necessário para
realizar o trabalho?
(materiais, equipamentos,
instrumentos e insumos).
CÁSSIO A. COELHO; MAIARAA. MAIA; NATACHA O. HOEPFNER.
A INSERÇÃO DE RESIDENTES DE GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARAA
SAÚDE NA IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE PLANIFICAÇÃO DAATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE
01 DE SÃO SEBASTIÃO
CONCLUSÃO
natacha.oh1@gmail.com
BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL
CONTEXTO, PROBLEMA E AVALIAÇÃO
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
A prática do acolhimento é uma importante ferramenta para
contribuir com o processo de trabalho das equipes de saúde da
família. É justamente nesse cenário em que se encontra um dos
principais problemas identificados na UBS. Percebe-se uma
estreita relação da disponibilidade de acesso aos serviços da
UBS com a complexa gestão dos fluxos na unidade. Diante
disso, os principais problemas observados são:
A inserção dos profissionais residentes nos acolhimentos da
UBS possibilitou o desenvolvimento de uma atuação com base
nas diretrizes para o acesso dos serviços de APS e da Política
Nacional de Humanização. Buscou-se, com tal intervenção, a
redução de filas e do tempo de espera, prontidão na oferta de
informações evitando a espera desnecessária, a ampliação do
acesso, um atendimento acolhedor e resolutivo baseado em
critérios de risco, uma escuta qualificada, o encaminhamento
responsável e a garantia dos direitos dos usuários.
Além disso, foi possível o desenvolvimento de estratégias
voltadas à melhoria do acesso às informações da unidade, a
organização dos fluxos e a inserção de ferramentas de
classificação de risco nos acolhimentos. Alguns dos
instrumentos gráficos produzidos são representados a seguir:
Além disso, percebe-se grande sobrecarga do serviço,
relacionada a numerosa população adscrita, em um vasto
território urbano e rural.
Foi realizada a inserção dos Residentes de Gestão de Políticas
Públicas para a Saúde, vinculados à FIOCRUZ Brasília, em
Equipes de Saúde da Família da UBS, a fim de, assumindo os
acolhimentos, prestar o serviço de atendimento à população.
Essa imersão junto às equipes proporcionou espaços de trocas
de experiências e compreensão da complexidade da gestão dos
fluxos da unidade, possibilitando a elaboração de estratégias
para a ampliação dos processos de planificação.
Com a inserção dos residentes nos espaços de acolhimento,
enquanto profissionais dotados de conhecimentos e
habilidades desenvolvidas na formação acadêmica e de gestão
em saúde, foi possível uma visão baseada na compreensão dos
micro e macro processos que envolvem a organização dos
cuidados e o acesso aos serviços de saúde. Esse processo
possibilitou a oferta de um acolhimento baseado nas diretrizes
da APS e o levantamento dos problemas passíveis de
intervenções, junto ao CONASS, através das estratégias de
planificação.
A inserção dos profissionais residentes no acolhimento
promoveu reforço da atenção básica como porta de entrada e
de contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde.
A experiência exitosa e a coleta de dados possibilitou a
elaboração de estratégias de intervenção visando melhorias
na prestação de serviços nos acolhimentos de todas as
equipes da GSAP 1. Nesse cenário, observa-se que um
modelo resolutivo de oferta de informações e classificação
de risco adequada pode gerar maior eficiência na prestação
dos serviços, visto que reduz a necessidade de espera nas
filas dos acolhimentos, permitindo melhor acesso de usuários
com demandas agudas.
Com base na experiência vivenciada, demandas levantadas e
problemas identificados, percebe-se a necessidade de
priorização na elaboração, implementação e divulgação das
ações de planificação voltadas às salas de acolhimento e
recepção, visto que correspondem ao contato inicial do
usuário com a APS dentro da Unidade Básica de Saúde.
Longas filas
Longos períodos
de espera
Restrição no
atendimento às
demandas
espontâneas
Agendas lotadas
Reagendamentos
constantes
Adoecimento e
alta taxa de
absenteísmo dos
profissionais
Banners para disponibilização de informações diárias sobre
as equipes (ex.: períodos de férias, reuniões de equipes,
grupos e afastamento de profissionais). Manual impresso de classificação de risco na APS com as
principais demandas da UBS.
TUTORIA EXTERNA NO MUNICÍPIO DE LUZIÂNIA-GO
PROBLEMA
Como realizar uma tutoria externa
resolutiva?
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA
Reuniões mensais com os profissionais das 25
equipes para passar planos de ações a serem
executados por cada equipe, para mostrar os
avanços de cada uma, para capacitações e
para discussões de casos. No decorrer do mês,
a tutora externa realiza visitas pontuais em
várias unidades.
CONCLUSÃO
Trabalhar com o modelo de melhoria e com a
concepção da educação tutorial, ou seja, todos
ensinam e todos aprendem. Realizar o papel de
tutor que está dentro das unidades para
acompanhar e ajudar no conjunto de
mudanças de micro e macroprocessos.
valeriafccosta@hotmail.comValéria Fernandes Carvalho Costa - Go
CONTEXTO
Relatar a forma de trabalho da tutora externa no município
de Luziânia, descrevendo as ações realizadas, a maneira de
fazê-las, mostrando os avanços alcançados de cada equipe.
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
Equipes das unidades das
unidades de saúde de
Luziânia com processo de
trabalho desorganizado,
demanda da área de
influência maior que a de
abrangência, unidades sem
bloco de horas, sem
organização de prontuários,
sem territorialização, etc.
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
Há envolvimento de equipes
multiprofissionais de 25
unidades de saúde de Luziânia +
Coordenação das Ações Básicas
de Saúde + Núcleo de Vigilância
epidemiológica (NVE) + Núcleo
Ampliado de Saúde da Família,
com a tutora externa do
município.
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
Através de planilhas de monitoramento das
ações realizadas por cada equipe (planilha
de planos de ações), pelos levantamentos
epidemiológicos, pelos relatórios mensais
(discutidos com a gestão) e pelas visitas às
equipes.
LIÇÕES APRENDIDAS
Toda mudança pressupõe novas escolhas,
novas atitudes e transformações, além de
novos conhecimentos.
Processo de Implementação da Tutoria da Planificação da
Atenção Primária em uma Unidade Laboratório
PROBLEMA
Processo de trabalho da equipe multiprofissional de uma unidade laboratório ineficiente e sem resolutividade.
ESTRATÉGIAS DE MELHORIA
CONCLUSÃO
O objetivo do projeto foi otimizar a implementação da Tutoria na unidade de saúde através de
capacitações, planejamentos, planos de ações, organizações, empoderamento da equipe, entre
outras ações e serviu de parâmetro para agir e atuar de maneira mais confiante, com novos
conhecimentos, na expansão dessas ações para outras Unidades de Saúde do município.
valeriafccosta@hotmail.com
Valéria Fernandes Carvalho Costa - Go
CONTEXTO
Relato da tutora externa da experiência de Tutoria da Planificação da Atenção Primária à Saúde,
descrevendo as ações propostas e realizadas em uma Unidade Laboratório, na perspectiva de
dispersão e/ou expansão da experiência da Unidade Laboratório para outras Unidades de Saúde.
Envolvimento da equipe
REALIZAÇÃO DE OFICINAS MENSAIS com a equipe, facilitadores do CONASS,
apoiadores da Regional do Entorno Sul, Gerente Ações Básicas, Coordenador
da Estratégia Saúde da Família e Tutora externa.
FILAS Recepção cheia e sem bloco de horas
Reorganização dos prontuários
Remapeamento
ATIVIDADES EM GRUPO com gestantes, crescimento e desenvolvimento,
planejamento familiar, obesidade e sobrepeso e atividades na quadra e
terapia comunitária
Fluxogramas
Premiações
Grupo atividade física Grupo gestante
Camila Dalla Pardo Riva; Edilson Alves da Silva; Mariana Marques Barison
Reorganização da Atenção Primária em Ji-Paraná – Centro de Referencia
Ambulatorial Materno Infantil (CREAMI)
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
mm.barison@gmail.com
JI-PARANÁ / RO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
No município de Ji-Paraná, Rondônia, em 2018 foi iniciado o Processo de Planificação da APS. Um dos produtos do processo
de expansão do projeto de planificação da Atenção Primária á Saúde (APS) em Ji-Paraná foi a criação do Centro de Referência
Ambulatorial Materno Infantil (CREAMI), que conta com uma equipe multiprofissional com obstetra, psicólogo, pediatra,
nutricionista, assistente social, fisioterapeuta e enfermeiros.
É de extrema importância a existência de um
centro especializado que atenda a demanda da
população de risco materno infantil e dessa
forma garanta a integralidade do cuidado aos
usuários que demandam cuidados especiais.
A coordenação dos cuidados se constitui na
articulação entre os diversos serviços e ações
relacionados à atenção em saúde de forma que,
independentemente do local onde sejam
prestados, estejam sincronizados e voltados ao
alcance de um objetivo comum (GIOVANELLA;
ESCOREL; MENDONÇA, 2009). Logo, a
coordenação é um atributo organizacional dos
serviços de saúde que se traduz na percepção de
continuidade na perspectiva do usuário (CONILL,
2006).
O circuito de atendimento determina que a
interprofissionalidade seja a forma
predominante de atendimento, o que exige um
bom relacionamento entre a equipe, e o que
percebemos que vem ocorrendo pelo sucesso do
atendimento.
A principal estratégia de melhoria que foi utilizada com a criação do
CREAMI foi a oferta de um centro especializado para atendimento
integral ás gestantes de alto risco e crianças de até dois anos também
de alto risco, permitindo a integralidade do cuidado.
Já é possível perceber um melhor controle das condições crônicas
prevalentes na gestação (Doença hipertensiva da gestação e
Diabetes Melitus gestacional) e com certeza daqui um tempo será
possível perceber um declínio do índice de complicações
decorrentes dessas patologias devido seu melhor controle e
tratamento.
O cuidado compartilhado além de permitir um melhor êxito no
tratamento do usuário, reduzindo as chances de complicações,
possibilita também a visão de clinica ampliada e integralidade ao
usuário que possui múltiplas comorbidades e necessita de um olhar
diferenciado para sua patologia.
O CREAMI surgiu para qualificar o atendimento dentro da reorganização da Atenção Primária á Saúde no município,
fazendo parte da Rede de Atenção á Saúde, sendo a APS a organizadora racionalizada e resolutiva por meio do acesso
qualificado e a organização dos serviços de saúde da rede municipal.
Camila Dalla Pardo Riva; Edilson Alves da Silva; Mariana Marques Barison
Projeto de Planificação da Atenção Primária à Saúde no Município de Ji-
Paraná/Rondônia
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
mm.barison@gmail.com
JI-PARANÁ / RO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O projeto de qualificação e melhoria do acesso
da Atenção Básica (AB) atua para reformular a
Atenção Primária a Saúde e reorganizar os macro
e microprocessos de trabalho, qualificando os
servidores e otimizando os serviços.
O projeto de planificação da Atenção Básica
objetiva justamente resgatar a qualidade do
atendimento e reorganizar o serviço, resgatar os
princípios do SUS, que com o tempo foi sendo
engolido pelo modelo biomédico de atendimento
e perdendo a humanização nos serviços
ofertados aos usuários.
No inicio houve bastante resistência por parte
dos servidores, afinal toda mudança incomoda, e
todos estavam bastante descrentes de que a
melhoria realmente fosse ser possível. Após as
duas primeiras oficinas foi possível perceber uma
mudança no comportamento dos usuários.
A expansão no estado de Rondônia teve início em 2018 com a realização de oficinas teóricas para as seguintes regiões do
estado: Central, Vale do Guaporé e Cone Sul. O município de Ji-Paraná faz parte da região Central e contou com a
participação e qualificação de 600 servidores da área da saúde.
A planificação do município pôde propiciar um grande aprendizado sobre como as propostas do processo de planificação
da Atenção Básica podem otimizar a qualidade da assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), organizando
de forma universal os serviços ofertados, reduzindo o tempo de espera por consultas agendadas, atendendo de forma
estratificada as demandas espontâneas e reduzindo os eventos agudos.
O processo de planificação da AB permitiu aos servidores do
município de Ji-Paraná ter um olhar mais humanizado para as praticas
de saúde e para a qualidade dos serviços que estão sendo ofertados,
além de qualificar os servidores em suas áreas de atuação, ofertando
conhecimento para que novas mudanças aconteçam diariamente nas
ações das equipes.
A planificação da Atenção á Saúde é um instrumento de gestão e
organização da Atenção Primária á Saúde (APS) e da Atenção
Ambulatorial Especializada (AEE) na Rede de Atenção á Saúde (RAS).
Um conjunto de oficinas, tutorias, e capacitações práticas de curta
duração para as equipes, técnico gerenciais dos estados e municípios,
visando à organização dos macroprocessos da APS e AAE, envolvendo
100% dos seus trabalhadores.
As principais mudanças ocorreram na organização dos serviços
ofertados aos usuários e sua organização: atendimento por bloco de
horas, agendamento de consultas e procedimentos por telefone,
confirmação de consulta um dia antes realizada por telefone,
instituição de horário protegido para realização de Educação
Permanente e consequente qualificação dos servidores, organização
de macro e microprocessos, estratificação de risco, entre outras ações
que ainda estão sendo implantadas durante o período de tutoria nas
Unidades laboratórios.
Elaize Maria Gomes de Paula; José Luiz Calixto Pereira; Rubia Pereira Barra.
Integração Vigilância em Saúde e APS na Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia
– MG, por meio da Planificação da Atenção em Saúde
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO
CONCLUSÃO
elaize.paula@gmail.com
Uberlândia - MG
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Foram realizadas oficinas com participação dos técnicos da VS, da
APS e equipes das UBS para apresentação das planilhas de
gerenciamento de processos das ações de vigilância em saúde
integradas aos momentos de tutorias. Abordou-se os temas de
ações de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, controle
Vetorial; Vigilância Sanitária, Vigilância em Saúde Ambiental e
Saúde do Trabalhador.
Foi realizado em Uberlândia uma oficina para subsidiar o CONASS na elaboração de proposta de integração Vigilância em
Saúde/APS, na tutoria na Planificação da Atenção à Saúde. A equipe da vigilância em saúde e da APS da SMS de Uberlândia,
participaram ativamente da preparação da oficina.
As ações eram realizadas de forma
individualizada, pontual, sem programação, os
processos completamente desintegrados das
equipes VS com APS, o que provocava restrições
no efetivo controle das doenças e agravos
prioritários.
Apesar dos esforços da SMS, a descentralização
da vigilância em saúde ainda não havia
provocado a esperada integração dessas práticas
às ações de atenção, executadas pelas unidades
básicas de saúde. Várias ações de vigilância em
saúde mantinham-se centralizadas.
Após a oficina nota-se uma maior integração entre as ações da
Vigilância em Saúde com a Atenção Primária. Por meio do material
da oficina consolidado pelo CONASS, várias ações foram
desencadeadas nos territórios como, por exemplo, ações
compartilhadas da VS com APS no controle de roedores, controle
de animais peçonhentos, melhoria nas ações para casos de
acumuladores, imunização, epizootias, etc.
Com a realização da oficina observou-se melhor entendimento dos técnicos da Vigilância e da Atenção Primária, que
reconhecem que a responsabilidade do território é de todos e que as ações devem ser integradas para melhor resultado em
favor da comunidade.
Como os técnicos da VS e APS participaram
ativamente da elaboração de todo o material
da oficina inclusive elaborando todos os fluxos
necessários para a integração com a APS,
ficaram muito motivados a participar da
oficina. Participaram 104 técnicos da SMS de
Uberlândia, além de técnicos dos 10 Estados e
representante do Ministério da Saúde.
A oficina demonstrou para os técnicos da APS e VS que as ações
não podem ser isoladas. Compartilhar o conhecimento, organizar os
processos e trabalhar em equipe traz benefícios para a saúde da
população fazendo com que a equipe consiga um melhor
aproveitamento do tempo com maior resolutividade para a
população e trabalhadores da saúde.
Marta Maria da Silva Savaris – Autora
Karla Camila Silvério – Co-autora
Territorialização: a organização dos dados e estratificação de risco, para a oferta
de serviços na Unidade de Saúde.
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
enfmms@hotmail.com
Rebouças/Paraná
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
Neste trabalho queremos demonstrar a importância da territorialização, como base para a
organização e programação da assistência aos usuários da unidade de saúde.
Com base na delimitação da área de
abrangência, foram realizados o
cadastramentos e registros das
condições de saúde de cada usuário
(dados de identificação, condição de
saúde – gestantes, crianças,
hipertensos, diabéticos, idosos, e
saúde mental e sua classificação de
risco), por micro área.
Com a coleta de dados, os quais serviram para
instrumentalização e construção das planilhas, para
acompanhamento e programação do cuidado de cada
usuário de acordo com sua condição/estratificação.
A manutenção dos dados de forma
atualizada e integrada entre todos os
profissionais da equipe, é a maior
dificuldade encontrada.
Os dados coletados embasam todo o percurso do
usuário dentro do sistema, e os serviços ofertados pela
unidade de saúde, servindo também controle da sua
trajetória até mesmo na AAE, garantindo a seqüência e
a resolutividade de sua condição de saúde.
Desde a coleta das informações, exames,
estratificação de risco, a programação
das consultas, construção do plano de
cuidados e compartilhamento do caso a
AAE, há o envolvimento de todos os
integrantes da equipe, trabalhando com
comprometimento para melhores
resultados. Com os resultados dos acompanhamentos dos já
estratificados, percebemos a melhora do serviço
prestado, bem como a organização dentro da unidade
de saúde, permitindo o fácil acesso e manipulação das
informações coletadas e compartilhadas com os
membros da equipe.
O PLANIFICASUS, veio validar nossa estratégia da utilização da territorialização como
base para o planejamento e execução dos serviços ofertados na Unidade de Saúde.
Ana Glaucy Silva Cardoso
Relato de Experiência Sobre o Uso do Aplicativo Whatsapp
para Melhor Interação com as Gestantes Acompanhadas na
ESF – 08 Parque Alvorada Timon -MA
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
TIMON / MARANÃO
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
O WhatsApp é um aplicativo de mensagens via Internet que possibilita a comunicação a partir do compartilhamento instantâneo
de texto/voz, imagens, músicas e vídeos, portanto utilizar esse aplicativo na assistência em saúde tem demonstrado resultados
satisfatórios como ferramenta de comunicação entre profissional/paciente e de educação em saúde.
Devido as mudanças efetuadas na assistência pré-natal com a planificação, observou – se a
necessidade de obter um canal de comunicação onde a gestante pudesse esclarecer
algumas dúvidas que por ventura não foram sanadas durante o atendimento, bem como
realizar busca ativa de faltosos.
Com mais de 1,5 bilhão de usuários ativos
mensalmente em todo o mundo e 60 bilhões de
mensagens enviadas todos os dias, o WhatsApp é um
dos aplicativos mais presentes na rotina da população
em nível global. Se no início a ferramenta era para
troca de mensagens pessoais, hoje seu conceito foi
ampliado sendo usado cada vez mais pelas empresas,
então poderia ser utilizado como ferramenta para
estreitar os laços e melhorar o acolhimento com o
cliente.
A utilização do aplicativo whatsapp como ferramenta para melhorar a relação
entre profissional/usuários e facilitar a comunicação das atividades
realizadas na unidade aumentando assim a participação popular em ações
educativas.
A ideia surgiu para lembrar as gestantes das reuniões do grupo operativo
pois havia pouca participação e o esquecimento era o principal motivo
elencado, após o cancelamento de atendimento de agendamento prévio, o
grupo de whatsapp foi utilizado para elencar frustrações referentes a
atendimento e acolhimento, dando início a confirmação de atendimento pelo
aplicativo, e com o estreitamento natural da relação começou a ser utilizado
também para tirar dúvidas.
Mudanças importantes foram observadas em relação ao acompanhamento
pré-natal, tais como: aumento no número de gestantes em
acompanhamento, aumentando também o número de consultas por
gestantes e melhor adesão ao acompanhamento, com a realização dos
exames solicitados, imunização adequada e comparecimento as consultas
odontológicas.
O envolvimento da equipe limita – se as enfermeiras
devido à resistência as mudanças, pois nem todos
os profissionais estão abertos a essa proximidade de
acesso direto sem limite de dia ou horário.
Com o aumento da relação de confiança, compromisso e vínculo entre
equipe/usuário detectou – se maior efetividade do trabalho realizado
com as gestantes da ESF 08.
Precisamos ter em vista a perspectiva de que o uso do aplicativo não substitui as avaliações
presenciais, incluindo a obrigação de registar as recomendações no prontuário e solicitar uma
consulta presencial, mesmo que não agendada, quando a situação requerer novas orientações, diz
Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti, 3º vice-presidente e diretor de Fiscalização do CFM. 4
Porém este trabalho demonstrou a intensificação do vínculo entre as gestantes acompanhadas na
ESF 08 através do aplicativo whatsapp, trazendo melhorias à assistência pré-natal.
Déborah de P. A. Dalpiaz; Natalia Tolentino; Julio Campos; Maria de Fatima de Souza; Jackeliny Ribeiro; Maria Abadia Gonçalves;
Suzanita Souza.
A EXPERIÊNCIA E A VIVÊNCIA ENTRE OS PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E A ATENÇÃO
DO PRÉ-NATAL
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
postosantaclara2019@gmail.com
REGIÃO DE SAÚDE ENTORNO SUL/CRISTALINA/GO/ESF SANTA CLARA
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A Experiência da Planificação motivou a Unidade de saúde Santa Clara a
desenvolver uma ferramenta do grupo de WATSHAPP, com o objetivo de
proporcionar um elo de ligação entre servidores, serviços de saúde e grupo de
gestante assistidas pela equipe.
• Baixa cobertura devido ao déficit a profissionais ACS
interferindo diretamente na busca ativa;
• Vulnerabilidade social de um percentual de gestantes
assistidas;
• Índices inaceitáveis de morbimortalidade materna e
neonatal;
• Implantação e execução do fluxograma na unidade de saúde;
• Organização da agenda de todos os profissionais em bloco de horas;
• Capacitação da Equipe para o acolhimento;
Como intervenção adotamos a metodologia da estimativa rápida usando como base
a planilha para classificar e estratificar os riscos baseado no fluxograma.
• Melhoria na referência e sequência no atendimento
dentro da Unidade;
• Garantia na acessibilidade com agendamento;
• Facilidade na intervenção no atendimento ao grupo de
gestantes;
• Aumento do percentual atingido no acompanhamento com qualidade, criando
elo entre equipe, serviços e ações oferecidas pela UBS;
• Redução das Taxas de Morbimortalidade Materna, Perinatal e neonatal;
• Redução no número de intercorrências e complicações durante a gravidez e
parto por meio da intervenção multiprofissional;
O trabalho em equipe permitiu o entendimento quanto a
importância da planificação, facilitando o desenvolvimento
das ferramentas necessárias, objetivando assim, o
fortalecimento de vínculos e laços de confiança entre
profissionais e usuários.
• Qualidade no atendimento;
• Acessibilidade das gestantes na unidade de saúde;
• Organização do fluxo na Unidade;
• Fortalecimento do trabalho em equipe;
• Reconhecimento da importância dos trabalhos da equipe;
• Troca de experiências;
Conclui - se que o trabalho em equipe é um poderoso instrumento de identificação dos pontos fortes e fracos na busca pela perfeição dentro da
assistência a população. Com isso, todas as ações desenvolvidas durante o pré-natal foram vistas como satisfatórias. Contudo observamos o alcance a
comunidade de forma proativa, objetivando, a qualidade e eficácia no serviço oferecido na Atenção Básica de Saúde de Cristalina GO.
Visita de gestantes na maternidade do HMCS
Jéssica Pereira Terra_RS
Introdução da Auriculoterapia em uma UBS
PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO
CONCLUSÃO
Jp-terra@hotmail.com
Mostardas, RS
CONTEXTO
AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA/CAUSAS
ENVOLVIMENTO DA EQUIPE
MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS
MUDANÇAS
LIÇÕES APRENDIDAS
A planificação possibilitou repensar as práticas de trabalho, voltadas para
qualidade e as necessidades dos clientes. A Auriculoterapia é uma prática
milenar e integrativa, que promove a Saúde e complementa os
tratamentos já realizados.
Um dos problemas atuais que enfrentamos é a cultura
instalada centrada no tratamento Queixa-conduta e não
na singularidade dos sujeitos. As terapias alternativas
possibilitam melhorar a saúde dos envolvidos.
As práticas de Auriculoterapia foram realizadas em dois grupos ao
combate do tabagismo ,em um grupo de aproximadamente 15
pessoas. Após 4 sessões individuais de auriculoterapia
foram realizados relatos, que demostraram melhoras significativas
em dores , ansiedade, sono , compulsão alimentar, perda de peso
e o abondono do tabagismo.A enfermeira realiza na consulta de
enfermagem , uma escuta qualificada , e avalia asmedicações, em uso
Após é realizado palpação e inspeção do pavilhão auricular, coloca-se
sementes de mostardas ou cristais ( que são esferas
que são afixadas em pontos específicos descritos pelo cliente .
A população atualmente vem adoecendo e apresentam
inúmeras doenças crônicas, que se não forem tratadas
e bem conduzidas poderão acarretar aumento de
internações , sequelas, por não serem efetivos os
tratamentos e implementados em tempo hábil.
Acredito que uma das causas do adoecimento
é ainversão da atuação focado nas práticas curativas
e não nas ações preventivas e de qualidade do
cuidado , que propiciará resultados positivos á longo prazo.
Foi observado a melhora integral dos envolvidos
melhoras significativas , de como estavam
e de como ficaram após a aplicação desta
prática integrativa.. No grupo de tabagismo,
as pessoas além de receber o tratamento
medicamentoso, receberam a complementação
da prática integrativa e conseguiram parar de fumar.
Os relatos identificam tentativas de insucesso
para o abondono do tabagismo e com a
complementação da Auriculoterapia possibilitou
o êxito do abandono do tabagismo.
A equipe antes da implementação da nova prática, passou
por uma
sensibilização através de uma palestra ,para demostração
da Auriculoterapia.A equipe aderiu e auxiliam na
captação e indicação dos pacientes que apresentam
necessidades para auxiliar na recuperação e promoção da
Saúde. Além deste trabalho ser estendido ao grupo de
abandono do tabagismo.
Nos dias atuais é necessário estar aberto a novos aprendizados
voltados para melhoria na vida das pessoas. Somos
resultados de energias e pensamentos. Por isso ,
quando temos uma saúde mental voltada para o otimismo,
estamos mais propícios a cura e harmonização; A Prática da
Auriculoterapia propicia dar acesso as outras formas de
cuidado para ter novos resultados.
A inserção da Auriculoterapia em uma UBS possibilitou a promoção da saúde e prevenção
de doenças. E, através de relatos houveram melhorias significativas em dores , ansiedade.
A aplicação de um estímulo auricular ,acelerou uma série de reflexões SNC,
desencadeando uma ação terapêutica em todos os órgãos e a nível neurológico
harmonizando o organismo.

Banners – II Seminário da Planificação da Atenção à Saúde

  • 1.
    AUTORES: Charlles Zappe Ricardo Mendes Planificação sobre a Assistência Farmacêutica na Atenção Primária à Saúde PROBLEMA Mostrar para toda a equipe que trabalha na atenção primária à saúde o que engloba os processos constituintes da assistência farmacêutica, que em última análise, culminam na disponibilidade do medicamento nas Unidades Básicas de Saúde. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO O uso de plataformas de acompanhamento de pacientes, planilhas de registro de retiradas de medicamentos e orientações diretas para o uso de medicamentos são algumas das ferramentas utilizadas visando a melhoria de resultados na farmacoterapia, diminuindo abandonos e consequente aumentando os índices de cura e melhorando a qualidade de vida dos pacientes crônicos. CONCLUSÃO O uso de linguagem acessível a toda a equipe tornou possível a ampliação do entendimento do que vem a ser a assistência farmacêutica, com suas respectivas ramificações, dentro do cuidado ao paciente. Email: nafcap31@gmail.com RIO DE JANEIRO / RJ CONTEXTO A assistência farmacêutica possui uma dimensão que engloba várias atividades e processos, tendo como propósito primordial e finalístico o uso racional de medicamentos e a garantida da qualidade de vida do paciente. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Verificamos que infelizmente, para muitos, o trabalho da farmácia dentro da atenção primária é pobremente resumido na "entrega de remédios". Acreditamos que isto se deva ao fato do desconhecimento por parte da população e equipe da UBS quanto à real potencialidade para cuidado do paciente de um serviço que se encontra subestimado. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Convidamos alguns farmacêuticos que realizam ações ativas em suas Unidades para compartilhar a experiência que realizam dentro da assistência farmacêutica, como a adesão à farmacoterapia (insulinodependentes, aqueles em tratamento de sífilis e tuberculose), além de compartilharem a importância da conciliação farmacêutica, bem como as orientações básicas para a correta administração de medicamentos. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Os resultados dos trabalhos realizados nestas Unidades mostram aumento nos índices de cura em casos de tuberculose e maior adesão ao tratamento de pacientes insulinodependentes. Mesmo não registrados oficialmente, pacientes que utilizam antibióticos não costumam retornam para uso de outro antibiótico, indicando sucesso na orientação de seu uso. LIÇÕES APRENDIDAS A importância do trabalho de educação continuada nos processos relacionados aos serviços farmacêuticos como ferramenta de gestão reforça a integração entre os diversos atores envolvidos no cuidado do paciente.
  • 2.
    Flávia Atanazio doNascimento Apoiadora Institucional da Coordenadoria de Atenção Primária 3.1 O FACILITADOR COMO UMA POTÊNCIA DE FORTALECIMENTO DOS PROCESSOS DA PLANIFICAÇÃO DE ATENÇÃO A SAÚDE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO flavia.saude15@gmail.com Município do Rio de Janeiro / RJ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS O início do processo de implantação da Planificação da Atenção a Saúde no Município do Rio de Janeiro na CAP 3.1, desde o ano 2018, tem gerado oportunidade para alguns profissionais que compõem a Gestão de atuarem de forma ativa como facilitadores junto aos trabalhadores de saúde nas etapas de concentração, dispersão, oficinas de tutoria e grupo condutor. 1) Fragilidade na aproximação entre a gestão e as equipes de saúde; 2) Dificuldade das equipes em identificar o perfil de sua demanda de atendimento; 3) Falta de mapeamento do processo de trabalho das equipes ocasionando no desconhecimento de suas fragilidades; 4) Predomínio da resolução de problemas com caráter emergencial pela ausência do planejamento de ações de forma longínqua. Este processo contou com o apoio de uma equipe multiprofissional que compõe a assistência e a gestão da rede de atenção primária a saúde da Coordenadoria de Atenção Primária 3.1. Estes profissionais são capacitados para atuarem como facilitadores na implantação da Planificação da Atenção a Saúde a fim de replicar as oficinas nas unidades laboratório. Estruturação dos macroprocessos: Acolhimento e classificação de risco, estratificação de risco, programação da agenda; Realizar gestão de lista de gestantes e crianças menores de 2 anos; Aplicar estudo de demanda periódico nas Unidades de saúde; Confeccionar matriz para o monitoramento das metas pactuadas; Construir plano de ação para realizar e alcançar as metas propostas. Profissionais engajados na construção e monitoramento da lista de gestantes e crianças menores de 2 anos e doenças crônicas, impactando na organização das agendas, oportunizando vagas e garantindo o acesso para novos usuários. Compreensão das equipes de saúde que a organização do processo de trabalho proposto pela Planificação de Atenção a Saúde não se configura como uma tarefa que demanda tempo e sim uma importante ferramenta que garante a oferta de um serviço de qualidade de acordo com a demanda do território. O profissional que compõe a gestão na função de facilitador tem um papel importante na relação dialógica com os profissionais de saúde instituindo uma aproximação que permite a melhor visualização da deficiência das equipes e oportuniza ações viáveis para a melhoria dos indicadores de saúde. A Frágil aproximação entre a gestão e equipes de saúde para realização do mapeamento do processo de trabalho prejudica a identificação dos problemas prioritários o que reflete nos indicadores de saúde. LIÇÕES APRENDIDAS Foto 1,2 e 3 Profissionais da APS que participaram da Oficina de Planificação em Atenção a Saúde no Município do Rio de Janeiro CAP 3.1 ( atividades subgrupos). Setembro/2019. Fonte: arquivo pessoal
  • 3.
    Rita Torres Sobral,Isabella Cristina Lopes de Souza, Paula Araujo Vahia de Abreu, Janaina Rangel de Lima Porto Pinto, Rosane Esteves A Planificação Como Estratégia de Fortalecimento da Cultura de Segurança do Paciente na Atenção Primária à Saúde – experiência do CSEGSF/ENSP PROBLEMA Desde que o relatório errar é humano, que apontou que cerca de 100.000 pessoas morreram nos EUA por conta de EAs a cada ano, diversos estudos vem mostrando que o cuidado à saúde, se tornou potencialmente perigoso. Os danos causados pelos cuidados podem ter muito impacto na condição de saúde. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO A Planificação traz discussão, reflexão e propostas aos processos de trabalho por meio de oficinas temáticas objetivando a operacionalização das RAS. A criação da oficina de Segurança do Paciente foi uma oportunidade de dar visibilidade ao tema, contextualizá-lo em relação aos atributos da APS e assim, fomentar a cultura de segurança do paciente. Desta forma espera-se melhorar ações relacionadas. CONCLUSÃO As oficinas de planificação tem contribuído muito para o alinhamento de conceitos e reconhecimentos dos processos de trabalho da APS. Este processo, somado a uma oficina dedicada a este tema, fortalecem a cultura de segurança do paciente e melhoram as condições para implementação das suas ações. ritasobral@ensp.fiocruz.br Rio de Janeiro - RJ CONTEXTO A Segurança do Paciente visa reduzir ao mínimo aceitável o risco de dano desnecessário associado ao cuidado em saúde. Tem como metas a identificação dos pacientes, a comunicação efetiva, o uso seguro de medicamentos, cirurgia segura, higienização das mãos e redução de quedas e úlceras por pressão AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS A APS é onde ocorre o maior número de interações entre profissionais de saúde e pacientes, é o nível mais utilizado pela população, e é o nível de atenção no qual o paciente tem maior autonomia em aderir ou não as recomendações dos profissionais de saúde. Ainda que com poucos estudos, já se verificou que a maior parte eventos adversos da APS relacionam-se a diagnóstico e tratamento medicamentoso. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Provocado pelo núcleo da ENSP, o CSEGSF criou, em 2018, sua comissão interna de segurança do paciente. Diversas ações foram implementadas e sentiu-se a necessidade de promover a cultura de segurança. Optou-se por utilizar-se da Planificação para sensibilização, com inclusão, pela primeira vez, de uma oficina exclusiva para o tema, desenvolvida por profissionais do serviço e da gestão das unidades. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Espera-se verificar um aumento nas ações de cultura de segurança, marcada por comunicação aberta, trabalho em equipe, cultura justa, reconhecimento da dependência mútua, incentivo à notificação de incidentes, aprendizado contínuo a partir das notificações de eventos e a primazia da segurança como uma prioridade em todos os níveis da organização. LIÇÕES APRENDIDAS Importância de acumular conhecimento em relação aos incidentes e eventos adversos, para que se possa aprender com eles. Considerar que os profissionais vão errar. Cabe ao sistema criar mecanismos para evitar que o erro atinja o paciente. Fortalecer trabalho em equipe com a presença do farmacêutico, educação profissional e envolvimento do paciente.
  • 4.
    Thainna Barbosa deSouza Nogueira/ Enfermeira de Família Fortalecimento da Linha de Cuidado da Criança e Adolescente no nível da gestão de um Área de Planejamento (AP) no Município do Rio de Janeiro PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO Email: thainnabsnogueira@gmail.com Rio de Janeiro/ RJ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Assessoria Técnica da Linha de Cuidados da Criança e do Adolescente atende 32 Unidades da Atenção Primária à Saúde em uma AP com uma população de 1 milhão de pessoas. A Linha de Cuidados da Criança e do Adolescente respondia demandas de outras linhas com vacância; não tinha processo estruturado e análise de óbitos sem desdobramentos no processo de trabalho. Organizar e potencializar a coordenação do cuidado, oportunizar os encaminhamentos e discussões das equipes a respeito dos casos de comorbidade infantil, nivelar o conhecimento básico de cuidados e sinais de alarme na infância. Falta de tempo para organizar ações preventivas; Falta de padronização escrita pela Linha da; Criança dos principais cuidados e pontos de atenção; Agentes Comunitários pouco sensibilizados para os sinais de alarme na Infância; Otimização do tempo para os processos da Linha; Construção do Guia de Bolso do Agente Comunitário em Saúde. Equipes mais comprometidas e envolvidas nos processos de trabalho, além de fundamentadas e sensibilizadas para o olhar de identificação dos principais cuidados e sinais de riscos relacionados às maiores taxas de óbitos infantis do território. Foi realizada discussão durante a Planificação, avaliação dos casos de óbitos e recomendações, organização dos processos da Linha, visitas de monitoramento em Unidades e discussão entres as demais Linhas de Cuidado da DAPS denominados "Momento Equipar". Como estruturar processos de trabalho mesmo em meio as intercorrências e demandas; Estudar os casos de óbitos visando intervenção dos macros e microprocessos visando também a prevenção de incidentes; Como construir material acessível, rápido e factível para as equipes. Durante a Planificação a Linha de Cuidado da Criança, mesmo em meio às demandas, conseguiu avaliar os principais pontos críticos, realizar diagnóstico situacional e trabalhar projeto de interação visando diminuição das taxas de mortalidade infantil dentro do território de residência, buscando maior acessibilidade e nivelamento de conhecimento para aa equipes e um olhar mais sensibilizado para os sinais de alarme na Infância.
  • 5.
    KAMILA CABRAL KOSA;BIANCA MAIA CURTY; ÉRIKA DE ALMEIDA LEITE DA SILVA TEIXEIRA DE SOUZA ; EDNA FERRREIRA SANTOS. VIVÊNCIA DE RESIDENTES EM SAÚDE COLETIVA NO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE (PAS) NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (APS) NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO kamilackosas2@hotmail.com RIO DE JANEIRO/ RJ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A vivência de residentes em saúde coletiva na Planificação da Atenção à Saúde (PAS) ocorre concomitante a sua inserção na Divisão de Ações e Programas em Saúde (DAPS), onde é feita a gerência de linhas de cuidados e de ações em saúde da Coordenadoria da Atenção Primária da Área de Planejamento (CAP). A vivência como residentes em Saúde Coletiva neste cenário trouxe enfrentamentos a respeito do contexto sociodemográfico, epidemiológico e organizacional dos serviços de saúde em que se insere a proposta da Planificação e o desenvolvimento de habilidades, conhecimentos e atitudes para aplicar como facilitadores no processo da PAS. A ausência de vivências e discussões sobre processos de PAS e a respeito dos contextos dos territórios das CAPs do município do Rio de Janeiro no primeiro ano de residência, aliado a recente chegada das residentes na DAPS. Participaram da PAS profissionais da atenção primária a saúde, tais como agentes comunitários de saúde (ACS), enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos e residentes em saúde coletiva, desde os que se encontram na gestão até os que estão na ponta, demonstrando a riqueza dessa vivência. Para apreenderem conhecimentos, habilidades e atitudes foi necessária imersão das residentes nos textos, casos da apostila e referenciais da PAS (Construção Social da APS e Modelo de Atenção às Condições Crônicas - MACC) durante a Formação de facilitadores. Posteriormente atuaram na Multiplicação nas unidades, Tutoria para o acompanhamento das atividades da oficina anterior e da Dispersão para as atividades futuras. Nesse movimento, as residentes articularam dinâmicas, fomentaram debates sobre conceitos, vivências e processos de trabalho dos profissionais e ouviram o relato dos tutores sobre seus enfrentamentos. A vivência na Oficina de Formação de Facilitadores e a aplicação do que foi apreendido nas Oficinas de Multiplicação nas unidades permitiram um novo olhar do processo de gestão e organização da Atenção Primária à Saúde para as residentes. A partir dos referenciais teóricos da Construção Social da APS e do processo de PAS foi possível fomentar nas futuras sanitaristas, reflexões e discussões sobre um modo colaborativo e resolutivo de gestão em saúde já no primeiro ano de residência. A vivência na PAS proporcionou conhecimentos e experiências potentes no processo de formação do futuro sanitarista, subsidiando a sua prática nos campos e fomentando o desenvolvimento de habilidades de gestão em saúde. Como potencialidades, vê-se que a PAS se configura como um processo participativo, problematizador e customizado para a realidade do território e para atuação de profissionais em formação, como residentes em saúde coletiva. A dependência da disponibilidade dos profissionais envolvidos na PAS são potenciais limitadores neste processo, devido às intensas demandas externas. Foto 1 - Profissionais da APS que participaram da Oficina de formação de multiplicadores. Setembro/2019 Fonte: arquivo pessoal. Foto 2 e 3 - Profissionais da APS que participaram da Oficina de PAS em uma das unidades de saúde (atividades em subgrupos). Setembro/2019. Fonte: arquivo pessoal.
  • 6.
    Sheila Cristina deSouza Pinheiro Bianca Fernanda Evangelista e Ana Paula Oliveira Reis Região Itabaiana/ Município Areia Branca /Sergipe sheila.beca@yahoo.com.br Apenas a unidade laboratório participava da oficina tutorial, as demais equipes que não estão na unidade laboratório demandaram uma organização dos macroprocessos da APS. Realizado a mesma oficina tutorial da unidade laboratório nas demais unidades. Observado melhorias através de indicadores de participação dos profissionais nos workshops, e satisfação das equipes com os avanços na organização da APS. A EXPERIÊNCIA DA EXPANSÃO SIMULTÂNEA DA PROPOSTA DO PLANIFICASUS NO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA/SE A participação de todos os profissionais do município no alinhamento promovido pelos Workshops do Planifica e a mudança de comportamento motivacional dos demais profissionais da unidade laboratório fez que com despertasse no coletivo do município a necessidade de sua organização. Isso incentivou na gestão a ir além da UL , ou seja, planificar todo o município simultaneamente. Município de Areia Branca/ Sergipe com população estimada pelo IBGE de 18.542 Hab. Contém 7 Equipes de Estratégia de Saúde da família e 3 de saúde bucal totalizando 140 profissionais que atuam na APS aderiu ao PlanificaSUS na região de Itabaiana/SE. O movimento foi gerado pelos próprios profissionais do município que demandou a gestão na organização e qualificação dos macros e microprocessos. A motivação da equipe para organizar os processos de trabalho de forma mais resolutiva é umas das maneiras de também motivar a gestão as ações para atender as expectativas de seus profissionais e usuários da APS.
  • 8.
    ANA CLÁUDIA BEZERRA;MARIA APARECIDA SOUZA; FABRICIO LAGO; ALINE SILVA; RISONETH SILVA; ANDREZA SILVA; MARCIA; LUCICLEIDE SANTOS; LUIZ SANTOS; JOSEFA SANTOS; CILENE NETO; RICARDO XAVIER; MARIA SILVA; ANIELLY VASCONCELOS; VANDERLEIA SILVA; MARCELO FILHO; GILCILENE VASCONCELOS TERRITORIALIZAÇÃO: INTENSIFICAÇÃO CADASTRAL DA POPULAÇÃO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO E-mail: anacbenfer@gmail.comPOÇÃO / PE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Territorialização é um passo importante para qualificação do processo de trabalho da atenção primária a saúde. A planificação da atenção contribuiu para fortalecer essa estratégia. Ausência de cadastros domiciliares e individuais, dificultando a identificação da área, ações em saúde e alcance de metas, devido a ausência de cadastros na base de dados do E-SUS. Atualização cadastral Estratificação de risco individual Educação permanente com a equipe Educação em saúde Estratificação familiar Para alcançar a meta de 100% da população cadastrada, foi realizada uma força tarefa onde todos os profissionais da equipe se dedicaram a realizar visitas para cadastrarem as famílias e/ou digitações no e-sus É possível dar o melhor de si para o bem do outro. Prestar uma assistência de qualidade, saber ouvir, observar e querer sempre melhor para a nossa casa que está sendo construída de acordo com os conceitos do grande mestre Eugênio Vilaça Conhecimento da população adstrita Melhoria dos indicadores de atenção Assistência de qualidade aos grupos/atrás de risco Redução da espera por atendimento Ofertar o serviço de acordo com a necessidade da população Ausência de cadastros no e-sus e/ou cadastros desatualizados Recusa Cadastral / Ausência da documentação necessária no ato do cadastro Não realização de algumas visitas domiciliares O planifica SUS veio realmente para resgatar a essência da atenção primária a saúde e está sendo muito eficaz, visto que ela auxiliou no planejamento das ações, no desejo de mudança dos profissionais e impactou de forma positiva a unidade básica de saúde no território.
  • 9.
    Ana Carolina OliveiraNóbrega EDUC+Saúde: Planificação da APS e Educação Permanente através de curso em EAD PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO Carol12.nobrega@gmail.comÁguas Lindas de Goiás/ Goiás CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O município de Águas Lindas está em processo de Planificação da APS desde 2016, hoje em 100% das equipes de ESF.Conta com uma tutora externa; além dos tutores internos(Coordenadores) e facilitadores(membros Eq). Desaceleração do processo de Tutoria, dificuldade em encerrar alguns processos e vários estavam em estágios diferentes nas diferentes EqESF. Além de sobrecarga da Tutora externa, rodízio de profissionais e desmotivação das equipes. O projeto EDUC+Saúde surge com a proposta de associar Educação Permanente e Continuada ao efetivo avanço no processo de Planificação. É o instrumento utilizado para fortalecimento e avanço do processo de Planificação, uma vez que é planejado de forma a ofertar conhecimento teórico e vivência prática dos processos de trabalho da APS. Devido à alta demanda de ações (Plano de ação da Tutoria), ao rodízio interno dos profissionais das EqESF e à presença de apenas uma tutora externa; o processo de Tutoria estava lento e desnivelado entre as equipes. Tutora externa, 18 Tutores internos (enfermeiros) e 36 facilitadores (2 membros de cada equipe. Avanços no processo de construção social da APS, maior envolvimento dos servidores, domínio do conteúdo por parte dos servidores (mais conhecimento),nivelamento e aceleração do processo em todas as equipes. Além de unidade e fortalecimento de parcerias municipais, como entre a SMS e o IFG., É indispensável perseverar; necessário avaliar sistematicamente o processo de Planificação/tutoria; e mudar os trajetos quando necessário. Para o êxito no processo de Planificação da APS é necessário determinação e esforço para persistir,recomeçar,inovar e sensibilizar os envolvidos. Demanda tempo,energia,entrega e amor; mas com resultados mensuráveis.
  • 10.
    Analaura Ribeiro Pereira;Edna Ferreira Santos; Renata da Silva Rodrigues Reestruturação e Qualificação da Informação de Usuários Cadastrados do Território a partir do ESUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO analaurarpereira@gmail.com RIO DE JANEIRO/RJ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Unidade de Atenção Primária à Saúde da cidade do Rio de Janeiro inaugurada em setembro de 2016 com 24000 habitantes de população adscrita com oito equipes de ESF e quatro equipes de ESB, em início de 2019 há redução de equipes da ESF e ESB, permanecendo 6 e 2, respectivamente. Processos construídos em conjunto: - Educação permanente com os agentes comunitários de saúde sobre inconsistências do ESUS e sobre formas/unificação de cadastro; - Criação de uma lista no google drive dos cadastros que necessitam de unificação de cadastro, que atualmente, só pode ser feito pelo gestor/coordenador; - Educação permanente com os enfermeiros, cirurgiãs-dentistas, médicos e administrativos sobre formas de cadastro, como verificar o cadastro e como editar cadastro no ESUS. - Educação permanente de acesso aos relatórios de inconsistências e demais funcionalidades do ESUS e como podemos qualificar o ESUS. Desde a inauguração em 2016 utiliza-se o prontuário eletrônico do paciente (PEP) privado e em novembro de 2018 foi feita a transição para o ESUS. Em 2019, devido à redução das Equipes de ESF com a manutenção da base territorial foi necessário reajustar a quantidade de usuários por equipe de ESF, e agora estamos em novo processo de reestruturação para remodelar novamente as equipes, já que tivemos redução de área adscrita, graças ao processo que iniciado na Planificação. A base de cadastro do PEP privado migrou em novembro de 2018 para o ESUS e foi constatado 4500 inconsistências e atualmente, estamos com 612 inconsistências. A base territorial de cadastros da equipe e da unidade de estar sempre atualizada e sem inconsistências cadastrais, já que a base cadastral é o “base/chão de casa” na construção de cuidado na APS. É o nosso ponto de partida. Diariamente, nos deparamos com a necessidade de verificar, monitorar e avaliar processos de cuidado em saúde. Para termos qualidade em saúde precisamos saber a real necessidade de saúde da população e a nossa base deve ser conhecida e qualificada de informações fidedignas. INCONSISTÊNCIAS TOTAL NOV 2018 4500 NOV 2019 612 O ESUS possui integração com Cadweb SUS online, que cadastra os usuários do SUS e gera o Cartão Nacional de Saúde (CNS), que é o documento de identificação do usuário no SUS. Essa integração facilita e agiliza o dia-a-dia dos usuários e profissionais do SUS.
  • 11.
    Camila Dayane AndradeLopes PLANO DE CUIDADOS COMPARTILHADO: UM INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO, DAATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E AATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA, QUE AUXILIA NA CONTINUIDADE DO CUIDADO DOS USUÁRIOS NA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO camila_dayanne@yahoo.com.br CAXIAS-MA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS No Município de Caxias no interior do Estado do Maranhão vivenciamos avanços na melhoria da assistência aos usuários na linha de cuidado materno infantil, que vem passando pelo processo de Planificação desde o ano de 2015. Ausência de comunicação entre os serviços, dificultando para o usuário a garantia da continuidade do cuidado Após a reorganização da Atenção Primária em Saúde (APS) e consolidação do seu papel como coordenadora do cuidado e ordenadora dos fluxos de atenção, foi necessário a integração desta com a Atenção Ambulatorial Especializada (AAE), concretizando de fato a implantação da rede de atenção à saúde materno infantil. A medida que foram implantados novos processos de trabalho, foi possível realizar a discussão entre os dois serviços, melhorando a relação entre eles além de qualificar a assistência as gestantes e crianças do Município e Região. Com a implementação de diretrizes clínicas e estabelecimento da estratificação de risco de crianças e gestantes que anteriormente eram acompanhadas somente na APS, foi estabelecido o fluxo de encaminhamento para o serviço especializado, daqueles usuários que apresentassem algum fator de risco. Todos os usuários que são encaminhados para o serviço especializado concluem o atendimento com seu Plano de Cuidados Compartilhado que deverá ser levado até a sua equipe de Estratégia de Saúde da Família para que o mesmo possa ser monitorado pelos membros da equipe dentro da sua unidade básica de origem ou em qualquer outro ponto de atenção da rede de saúde que esse usuário precise utilizar. A utilização dessa ferramenta tem contribuído efetivamente para a comunicação entre as equipes, aproximando os profissionais que estão envolvidos com a assistência aos usuários facilitando a troca de saberes entre estes. Desta forma, resultando em melhorias e qualidade da assistência através do empoderamento das equipes no manejo clínico além da organização do fluxo de atendimento priorizando o acesso e estabelecendo vínculo do usuário na APS que representa a porta de entrada destes para os demais pontos da Rede de Atenção à Saúde.
  • 12.
    [Karina Kelly deOliveira] A Planificação da Saúde sob o olhar da gestão da Atenção Primária do município de Uberlândia PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO karinakellyoliveira66@gmail.com [Uberlândia_MG] CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Desde 2017, a Planificação da Atenção à Saúde, proposta pelo CONASS, em Uberlândia, Qualifica SaUDI, qualifica as equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) para a coordenação das Redes de Atenção a Saúde (RAS) e interação mais resolutiva entre a APS e a Atenção Ambulatorial Especializada (AAE). As equipes da APS atuavam na lógica da consultação, com o cuidado centrado na figura do médico. As agendas não respeitavam a estratificação de risco e a parametrização proposta para cada condição de saúde. O que na maioria das vezes deixava os profissionais decepcionados pela carga de trabalho e com pouca resolução perante a rede. As oficinas educacionais, realização das tutorias e elaboração de planos de ações realizadas com as equipes de acordo com os referenciais teóricos “Construção Social da Atenção Primária” e o Modelo de Atenção às Condições Crônicas de Eugênio Vilaça, foram fundamentais para organização da “casa” da APS. A alta rotatividade dos profissionais da APS aliado à falta de preparo dos novos profissionais colaborava para uma atuação fragmentada nas condições crônicas. Além disto, a falta de uma metodologia que possibilitasse os profissionais a atuarem de uma forma padronizada trazia as dificuldades relatadas acima. A APS monitora periodicamente os indicadores e os resultados podem ser medidos quantitativamente e qualitativamente. Equipes fortalecidas para atendimento aos portadores de condições crônicas, ao idoso, ao paciente com fibromialgia e assistência com qualidade de hora marcada para realização de procedimentos como vacina e curativo. Por meio das oficinas e tutoria iniciou-se a planificação, em 10 unidades laboratório e para cada unidade um tutor era responsável por replicar oficinas tutoriais definidas em vários momentos. Isto fez com que os profissionais conhecessem os processos a serem implantados e se motivaram para mudar os processos de trabalho nas unidades de saúde. A Planificação introduziu o trabalho interdisciplinar. Pacientes crônicos são estratificados por risco, possuem consultas programadas e a participação no autocuidado apoiado. A organização dos macroprocessos da Atenção Primária à Saúde e a integração com a Atenção Especializada modificou a forma de pensar e de agir das equipes de saúde no município. Deu a possibilidade da coordenação da APS do município trabalhar com uma metodologia comprovada pelo CONASS, em busca do fortalecimento da APS.
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    AUTORA: DANIELE OLIVEIRADA SILVA TEIXEIRA O modelo de planificação: As estratégias entre tutores de uma região do Maranhão para organização e melhorias dos serviços de saúde PROBLEMA  Serviços de saúde fragmentado  Falta de comunicação em Rede  Falta de fluxo de atendimento  Peregrinação de Gestantes e crianças de alto risco em busca de atendimento ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO De início foram criados grupos de WhatsApp para aproximação e acompanhamento dos trabalhos e evolução dos tutores na organização dos serviços como forma de apoio mútuo entre tutores, Coordenação do Estado e analistas do Albert Einstein. CONCLUSÃO Através da Planificação do SUS, do comprometimento e responsabilidade dos tutores, municípios e Estado, uma Rede está em construção. E com a estratificação de risco, gestantes e crianças de alto risco recebem um melhor cuidado e acompanhamento, uma vez que a comunicação entre APS e AAE através das tutorias melhorou. [enf.dos7@gmail.com] COLINAS/MARANHÃO CONTEXTO A proposta de reorganização dos serviços de saúde na Atenção Primária e implantação dos serviços no Ambulatório Especializado em uma Maternidade na região de São João dos Patos, Maranhão, conforme o Modelo de Atenção as Condições Crônicas através da planificação do SUS. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Os serviços de saúde funcionavam de forma fragmentada e individual nos 15 municípios da região, não havia fluxo de agendamento da oferta dos serviços do Ambulatório de Alto Risco, impossibilitando o atendimento de gestantes e crianças de alto risco e o compartilhamento do cuidado dos usuários; e as unidades hospitalares recebiam grande demanda de usuários com problemas solucionáveis na APS. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Cada tutor externou suas dificuldades e identificou como o funcionamento em Rede é de suma importância para qualidade dos serviços de saúde e oportunidades de melhorias na oferta dos serviços e cobertura dos usuários. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS  Comunicação e vontade são os primeiros passos para organização dos serviços  O que está ao alcance das mãos pode ser feito  Trabalhar em Rede é a melhor estratégia para oferta de um serviço de saúde digno e com equidade 14 29 25 34 6443 58 87 78 100 1177 946 913 775 763 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 Jun-19 Jul-19 Aug-19 Sep-19 Oct-19 Jun-19 Jul-19 Aug-19 Sep-19 Oct-19 PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO 14 29 25 34 64 CONSULTAS CRIANÇA DE ALTO RISCO 43 58 87 78 100 CASOS AMBULATORIAIS ATENDIDOS EM PRONTO ATENDIMENTO 1177 946 913 775 763 PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO CONSULTAS CRIANÇA DE ALTO RISCO CASOS AMBULATORIAIS ATENDIDOS EM PRONTO ATENDIMENTO
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    LAYLIANE SOUSA NETTO DESAFIODO CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS PELAS EQUIPES QUE COMPÕEM A UNIDADE LABORATÓRIO CENTRAL DA REGIÃO CONSORCIADA DE VALENÇA- BA. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO laylianenetto@yahoo.com.br VALENÇA/BAHIA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Unidade Laboratório Central da Região de Valença possui sede no município de Valença, localizada no bairro do Novo Horizonte. Esta possuem duas Equipes de Saúde da Família com Saúde Bucal. Baixo percentual de cadastro familiar e individual da população adscrita pelas Equipes de Saúde da Família do Novo Horizonte digitalizadas no E-SUS. A equipe tem uma estimativa das pessoas e famílias que acompanham, porém não tem registros no Sistema de Informação. A população total de responsabilidade de uma Rede de Atenção à Saúde deve ser totalmente conhecidas e registradas em sistemas de informações potentes. O cadastro familiar é uma ferramenta fundamental para a Equipe de Saúde da Família. Com o cadastro familiar efetivo é possível instituir a gestão de base populacional. As Equipes estão comprometidas no desafio de atingir 100% do cadastro. Pois, já estão conscientes que a Territorialização é a base para o desenvolvimento das ações na Atenção Primária à Saúde. A Planificação despertou na equipe a conclusão de que a deficiência no cadastro de forma sistematizada faz com que a equipe não consiga desenvolver as atividades proposta. Isso é possível verificar a cada oficina diante da dependência das informações do cadastro. A Planificação vem sendo uma indutora de mudanças e mostrando as equipes que não existe Unidade de Saúde da Família sem cadastro. Que é preciso melhorar o processo de trabalho nas equipes, pois estas são responsáveis pelo território sanitário, área de abrangência. E que o processo de Territorialização tem como um dos pilares o cadastramento das famílias e seus indivíduos. Nº DE CADASTROS INDIVIDUAIS X ETAPAS
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    São João dosPatos-Maranhão e Rios dos Caetés-Pará “Uma diretriz assistencial é uma trilha, não um trilho.” A importância dos extratos de risco para o planejamento regional de saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO Lucileia.elller@gmail.com CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS As ameaças ao Sistema Único de Saúde são constantes, no que tange a garantia da implantação do Projeto do PlanificaSUS é necessário que possamos utilizar as garantias constitucionais a partir de um planejamento loco regional que retrate a necessidade da população. Cenário de transição política, realidade das regiões sem repasse de recursos, suspensão ou incentivo aos municípios que garanta cofinanciamento de Atenção Primária à Saúde, congelamento de gastos, Ausência de conhecimentos dos problemas de saúde, perfil demográfico e epidemiológico comprometendo o planejamento de saúde. Observadas elaboração dos Planos Anuais de Saúde e Planos Estaduais de Saúde, garantindo recursos para a atenção Primária nos instrumentos de gestão do SUS: Plano Plurianial, Lei Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual, além de contribuir com o fortalecimento regional no processo de regionalização, descentralização do poder político e administrativo Integração dos Projetos PlanificaSUS, Fortalecimento da Gestão Estadual do SUS e Planejamento Regional Integrado, a apresentação dos planos de ação nos espaços de governança regional -Colegiado Gestor e Colegiado de Gestão Regional CIR. A integração entre as equipes de atenção primária e a atenção secundária que vem disciplinando o fluxo da rede de saúde no território e mudando a lógica da regulação do acesso e da assistência As propostas de melhorias apontadas no plano de ação das Unidades Laboratórios que demandam recursos estão sendo programadas para o Plano Anual de Saúde . Todas as etapas do projeto PlanificaSUS devem ser bem planejadas junto as regiões de saúde. A elaboração da programação assistencial, custos para rateio da oferta de serviços com base na necessidade de saúde, fluxos assistenciais e instrumentos que serão utilizados para a integração entre os pontos de atenção. Os investimentos necessários para a melhoria da organização da assistência a saúde devem ser garantidos nos instrumentos de gestão do SUS. Aliny Pedrosa, Ana Carolina Fernandes, Juciara Sampaio, Lucileia Eller, Samia Borges
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    CHARLENE DIPAULA DACOSTA MARTINS A EXPERIENCIA DO CIRCUITO DE ATENDIMENTO A GESTANTE NA UNIDADE LABORATORIO DANIEL GUANABARA EM COELHO NETO - MA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO CHARLENEDIPAULA@GMAIL.COM COELHO NETO/ MA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Uma atenção pré-natal de qualidade é capaz de diminuir a morbidade e a mortalidade materno-infantil uma vez que a identificação do risco gestacional pelo profissional permite a orientação e os encaminhamentos adequados em cada momento da gravidez. A organização dos processos de trabalho, a capacitação profissional e a organização de fluxos dentro da Ubs são fatores de extrema importância para esse processo. Este trabalho destaca a importância da qualidade e do cuidado multiprofissional no pré-natal e a utilização de um novo processo de trabalho. A desorganização dos processos de trabalho, baixa adesão ao pré-natal, baixa qualidade da assistência e do cuidado multiprofissional ofertado as gestantes, qualidade dos registros em prontuário. A desorganização dos processos de trabalho, a inadequação da atenção a gestante, a importância da qualidade dos registros em prontuário e do cuidado multiprofissional no pré-natal que não existia na Ubs. Participam desse novo formato de assistência a equipe multiprofissional, composta pela equipe da Esf, Nasf e atenção hospitalar. Após as vivências do atendimento multiprofissional às gestantes, observou-se uma melhora significativa da qualidade das orientações ofertadas a esse publico que passaram a ser focadas nas suas especificidades e particularidades. Notou-se ainda um maior apoio a equipe da ESF após a organização dos processos e dos fluxos dentro da UBS. Uma equipe multiprofissional fortalecida e capacitada com processos organizados é capaz de prestar um serviço de qualidade a sua população, transformando a APS na ordenadora dos serviços. A assistência pré-natal é fator essencial para se prevenir eventos adversos sobre a saúde da gestante e seus bebes. A estratificação de risco mostrou-se um importante instrumento de trabalho permitindo assim a comunicação das equipes da APS com os demais níveis da atenção. Também se mostram fatores determinantes a capacitação profissional, a qualidade dos registros e a comunicação entre as equipes. A Planificação da APS foi fator de extrema importância, pois organizou os processos de trabalho e propôs intervenções para qualificar a atenção prestada a população, fortalecendo assim a APS na coordenação do cuidado. • Organização dos processos de trabalho; • Utilização da estratificação de risco da gestante nas consultas; • Formação de grupos operativos; • Realização do plano de cuidados individualizado e autocuidado apoiado; • Analise da qualidade da assistência e do cuidado multiprofissional oferecido as gestantes da unidade Laboratório; • Coleta de dados através da análise dos registros realizados nos prontuários das gestantes, vinculadas ao Pré- Natal que utilizaram a nova ferramenta “Circuito de atendimento as Gestantes.”
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    ADRIANA SILVA TRINIDAD/ANNY KAROLE MARTINS DE MORAES/ ÉRICA COÊLHO DE SÁ RUFINO/ KÉLLYDA LIMA MONTEIRO GEDEON A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AUTOCUIDADO APOIADO PARA O FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO CONTINUADA: A VISÃO DOS USUÁRIOS NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE PARQUE UNIÃO NO MUNICÍPIO DE TIMON/MA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO TRINIDAD.DRI@GMAIL.COMTIMON/ MARANHÃO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Após as intervenções obteve-se uma ampliação na habilidade e na confiança dos pacientes em gerenciarem suas condições de saúde no dia a dia, assim prevenindo, controlando ou reduzindo os impactos das condições crônicas. Eles se autoconheceram e compreenderam a mudança de comportamento. Outra mudança foi à relação estabelecida e a valorização da equipe para com o outro, assim considerando sua história de vida e sua capacidade em resolver seus problemas. Com o reconhecimento do grau de motivação que o paciente se dispõe em querer mudar, a equipe de saúde apresenta uma maior efetividade na escolha das estratégias de ação, ou seja, aquelas que favoreçam o trânsito de um estágio para outro, na sustentação das mudanças, na prevenção de recaídas e no fortalecimento do compromisso para a mudança. É de fundamental importância à elaboração de um plano de autocuidado individualizado com metas realistas para atender às necessidades dos pacientes. Ele deve ser elaborado de acordo com o paciente, os profissionais da equipe multiprofissional e com os familiares. A equipe de saúde da família tem que estar preparada e proativa, a fim de colaborar para a reabilitação e reinserção dos indivíduos buscando um cuidado humanizado e integral em todos os níveis de atenção. Há uma crise na microrrelação clínica entre equipe de saúde da APS e usuários. Para dar conta das condições crônicas dos usuários, uma nova clínica deve incorporar um conjunto de mudanças, entre elas a implantação do plano de autocuidado como forma de melhorar a atenção continuada. O fracasso dos sistemas de atenção à saúde fragmentados, no plano micro, determinou a falência da principal instituição que o sustentou, a consulta médica de curta duração. O modelo de atenção centrado na atenção uniprofissional, em tempo curto, é fonte de inúmeros problemas. A melhoria da saúde das pessoas portadoras de condições crônicas requer transformar um sistema de atenção à saúde que é essencialmente fragmentado, em um outro sistema que seja proativo, integrado, contínuo, focado na pessoa e na família e voltado para a promoção e a manutenção da saúde. O autocuidado apoiado prepara e empodera usuários para que autogerenciem sua saúde e a atenção à saúde prestada. É preciso cooperação entre a equipe de saúde e as pessoas usuárias para, conjuntamente, definir os problemas, estabelecer as prioridades, propor as metas, elaborar os planos de cuidado e monitorar os resultados. O plano de autocuidado apoiado deve ser individualizado, ter metas realistas e ser elaborado de acordo com o paciente, os profissionais da equipe multiprofissional e com os familiares, e devem ser elencados todos os recursos disponíveis na comunidade e segmentos da saúde para efetiva realização. A equipe multidisciplinar foi formada por duas enfermeiras, duas médicas e dois dentistas, atuantes na UBS, além de uma nutricionista, uma psicóloga e uma fisioterapeuta, que atuam no NASF da região adscrita. Em um único dia, cada profissional consultou cada paciente e foi preenchido um questionário com metas e pactuação, com posterior reunião para discutir e individualizar o plano de cuidado.
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    Prycyla Melo, MariaMadalena Veras Utilização de estratégias lúdicas para promover maior participação nos workshops PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO P_nutri@yahoo.com.br São João de Pirabas/PA – Região Rio Caetés CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A planificação da atenção primária à saúde tem sido um momento de reflexão e transformação indiscutíveis e tem trazido, em seu desenho, o fortalecimento da educação permanente, englobando toda a rede de atenção à saúde no nível municipal, com os workshops temáticos para alinhamento teórico. A linguagem utilizada nos guias dos workshops é bastante técnica, o que trouxe consigo algumas dificuldades na condução da metodologia proposta, visto que algumas pessoas apresentam menor contato com tais conteúdos no cotidiano. Baixa participação de alguns profissionais no workshop; Problemas em relação à leitura do texto ; Receio de não dar a contribuição esperada. Fotos: Palavras cruzadas com conceitos trabalhados no workshop 2. Proposta "aprender brincando" → Melhor participação e empenho das pessoas → Compreensão dos conceitos → Discussão acerca da aplicabilidade dos conceitos na prática. Os jogos e outras metodologias ativas são bastante eficazes nos workshops da planificação da atenção à saúde, provocando maior interação e tornando o momento divertido e mais produtivo. As metodologias que utilizam o lúdico para trabalhar atividades teóricas com profissionais da saúde são de grande valia em eventos de educação permanente. É um desafio inserir essa proposta constantemente em nosso cotidiano. As equipes de saúde da família do município tiveram boa frequência nos eventos de alinhamento teórico. A equipe condutora dos workshops realizou a avaliação dos problemas apresentados no anterior..
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    FREDERYCO LISBÔA LÔBO Utilizaçãoda Análise de Situação de Saúde (ASIS) para Planejamento Individualizado de Cada Território PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO frederycolobo@outlook.com OUVIDOR / GOIÁS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS As ações e intervenções não eram planejadas acarretando em:  Falsa percepção da realidade local;  Desconhecimento se os dados estavam dentro do esperado para o município; e  As Unidades apresentavam realidades diferentes, mas trabalhavam da mesma forma e com as mesmas metas. As ações e tomadas de decisões na equipe eram realizadas apenas com os conhecimentos empíricos e datas comemorativas da saúde e não representavam a realidade nem do município quanto mais de cada uma das unidades de saúde. Toda a equipe identificou os ganhos com a utilização da ASIS no planejamento individualizado, pois compartilharam de um conhecimento até então desconhecido e direcionaram as ações para a realidade de cada Unidade Pelo E-SUS AB, foram levantados os dados demográficos e de morbimortalidade de cada área adscrita a Unidade de Saúde. Os dados foram confrontados com a literatura e a realidade local no qual foram interpretados para o planejamento de ações que viessem a melhorar os números obtidos. Com a ASIS foi observado:  Identificação das peculiaridades dos dados demográficos de cada unidade;  Conhecimento da morbimortalidade e fatores de risco para cada unidade;  Ações foram individualizadas de acordo com a realidade de cada unidade;  As metas foram estabelecidas de forma diferenciada para cada Unidade; e  Criação de uma identidade local e personalizada Existe a necessidade de reuniões permanentes com toda a equipe para que diante da identificação de problemas sejam criadas. Tão importante quanto a inserção dos dados nos sistemas é a utilização destes dados para o planejamento e monitorização das ações. E é importante conhecer a realidade local e confrontá-la com a literatura para conhecermos nossas necessidades Diante da escassez de recursos, principalmente financeiro, há a necessidade de soluções que melhorem a funcionalidade e resolubilidade da equipe. Quando se utiliza o ASIS para o estabelecimento de ações, estamos priorizando a utilização de recursos para as maiores necessidades, bem como teremos maior chance destes recursos mudarem efetivamente a nossa realidade local. A realidade nacional é a média de varias realidades locais, e muitas vezes a nossa realidade local se distancia em alguns dados desta média, por isto é necessário personalizarmos a um contexto municipal e, ainda mais desejável, no território das Unidades de Saúde para que as medidas sejam ainda mais efetivas. A Atenção Primária à Saúde (APS) em Ouvidor-GO rendeu-se ao “apaga fogo” de doenças agudas e crônicas agudizadas, esquecendo-se dos pilares da Estratégia Saúde da Família. Com a tutoria da Planificação da APS os processos foram revisados e vários problemas foram identificados, dentre os quais a falta de planejamento das ações e tomadas de decisões.
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    Alessandra Milene daSilva Rodrigues, Aliny Pedrosa, Ana Carolina Fernandes, Aurilívia Barros, Eduardo Barros, Juciara Sampaio, Luciléia Eller, Sâmia Borges, Soliane Monteiro. “UM PASSO E JÁ NÃO ESTAMOS NO MESMO LUGAR”. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO Lucileia.eller@gmail.com Utilização de modelo fragmentado de atenção à saúde, gerando ineficiência do serviço, por dificuldade de compreensão das necessidades da população em seu território e de suas diversidades regionais, prejudicando o planejamento e provimento. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O projeto do PlanificaSUS acabou de completar três meses nas regiões de saúde de São João dos Patos localizada no Maranhão e Rio dos Caetés no Pará. Apesar de recém-iniciado, já é possível perceber as inúmeras melhorias alcançadas com a implementação do projeto. A cada fase, percebe-se a evolução ocorrida no processo, que se incrementa em tão pouco tempo, isso somente é possível pela efetiva adesão das equipes. São João dos Patos - Maranhão, Rio dos Caetés – Pará. Por meio das ações do projeto, pretende-se induzir a mudança de modelo de atenção à saúde para a gestão de base populacional. A realização de workshops para alinhamento conceitual, as oficinas tutoriais e os prazos estabelecidos para a replicação no território, o incremento para acompanhamento das ações por meio da Plataforma de Monitoramento e Avaliação do PlanificaSUS, têm contribuído para os avanços evidenciados nas etapas propostas pelo projeto. Bem como, o monitoramento dos Planos de ação nos espaços de governança regional Colegiado Gestor e Colegiado de Gestão Regional CIR. O perfil dos tutores e suas habilidades como dedicação e liderança, a parceria com as equipes e com o grupo gestor tem demonstrado em pouco tempo bons resultados. As melhorias são identificadas por meio das atividades de monitoramento realizadas nas UL, do monitoramento à Plataforma do PlanificaSUS e do feedback nas apresentações realizadas pelos tutores nas oficinas tutoriais de formação com socialização de experiências exitosas, nesse espaço também se apresenta os registros fotográficos. É possível identificar por meio dos relatos alguns avanços, como a organização do processo de trabalho, segurança e satisfação para o profissional e para o usuário do serviço de saúde. A análise situacional realizada nas Unidades Laboratórios (UL) identificou várias situações de fragilidade, como segue: 1) Fragilidade em gestão do serviço- dificuldade na efetivação dos processos de controle, gestão de qualidade, gestão do tempo; 2)Fragilidade nos processos de trabalho- desperdício de insumos e materiais, baixa fixação e sobrecarga dos profissionais de saúde, gerando alto custo para os municípios e insatisfação dos usuários. A utilização da metodologia da Planificação da Atenção à Saúde se apresenta eficaz para a organização da atenção à saúde por meio das Redes de Atenção à Saúde (RAS), com foco na mudança do modelo assistencial. Nesse contexto, é possível observar o engajamento dos tutores, do grupo gestor e dos gestores municipais, que mesmo com adversidades avançam para o alcance na melhoria do processo de trabalho nas suas regiões. É possível notar que os trabalhadores do SUS estão motivados com o aprendizado adquirido, com a certificação do Curso EAD para Tutores e com a troca de saberes entre profissionais de saúde. Evidencia-se neste projeto: - A construção das relações e valorização das equipes. - A integração entre as equipes de Atenção Primária e Atenção Ambulatorial Especializada durante as oficinas tutoriais e intercâmbio entre as equipes. E
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    Lopes, M.G.D; Pereira,A.M.V.B; Rocha, G. A Planificação da Atenção à Saúde no Cuidado ao Idoso no Estado do Paraná PROBLEMA: capacitar os profissionais de saúde para o desafio de manejar as necessidades de saúde da pessoa idosa em todos os pontos de atenção do SUS. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO: Planificação da Atenção à Saúde para implementar a Linha Guia Saúde do Idoso no estado. Aderir ao PlanificaSUS. CONCLUSÃO: partir da experiência de Irati, a SESA/PR pretende ampliar o uso da metodologia do PlanificaSUS para as outras regiões do estado, no fortalecimento da Linha de Cuidado do Idoso na Rede de Atenção à Saúde, visando promover o envelhecimento ativo, digno e saudável. maria.lopes@sesa.pr.gov.br CURITIBA/PR Contexto: A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA/PR), em abril de 2019, assinou sua adesão ao projeto A Organização da Atenção Ambulatorial Especializada em Rede com a Atenção Primária à Saúde (PlanificaSUS), visando fortalecer a linha de cuidado à saúde do idoso no SUS estadual. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS: O envelhecimento da população, com estimativa que o número de idosos será aumentado em 756,1 mil pessoas entre 2020 e 2030 no Paraná. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE: integração do trabalho das equipes multiprofissionais da APS e da AAE. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS: Garantia apoio gestores envolvidos no PlanificaSUS no Paraná; 30 facilitadores, 12 tutores e 900 trabalhadores da saúde no Projeto, aproximação equipes APS e da AAE na Região de Irati e sensibilização para o cuidado da pessoa idosa. Reorganização de equipe de atenção básica, fortalecimento da Rede de Atenção à Saúde, percepção das fragilidades, especificidades e necessidades do idoso. LIÇÕES APRENDIDAS: Vale a pena lutar pelo SUS , promovendo a integração da APS e a AAE
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    FLÁVIA KARITAS O.S.BOARETO; MELYNE SERRALHA ROCHA A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS NA UBSF SÃO JORGE V PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO flaviakaritas@saudesetorsul.org.brUBERLÂNDIA/MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS As condições de saúde são circunstâncias na saúde das pessoas que se apresentam de forma mais ou menos persistentes e que exigem respostas sociais reativas ou proativas, episódicas ou contínuas e fragmentadas ou integradas, dos sistemas de atenção à saúde, dos profissionais de saúde e das pessoas usuárias. Na UBSF São Jorge V havia um desencontro entre a situação epidemiológica dominada por condições crônicas e um sistema de atenção à saúde, voltado para responder as agudizações de condições crônicas de forma fragmentada, episódica e reativa. No início de 2017 os ACS realizaram a atualização do cadastro da população adscrita, realizando visitas domiciliares mesmo em períodos noturnos para que se conhecessem os usuários que apresentavam condições crônicas. Médica e enfermeira foram capacitadas para a estratificação de risco segundo as diretrizes clínicas para cada condição crônica. Com base nos dados obtidos, a médica e a enfermeira realizaram em formato de mutirão, a estratificação de risco de todos as gestantes, crianças, hipertensos, diabéticos e idosos e as consultas garantidas e agendadas conforme parametrização do protocolo, nos próximos 12 meses. Na UBSF São Jorge V, não diferente das demais unidades de atenção à saúde, trabalhava com a agenda centrada nas condições agudas, em resposta às demandas que os usuários traziam no momento. Na avaliação dos prontuários clínicos foi possível observar usuários portadores de HAS e DIA não compensados, em hiperutilização dos serviços, com aproximadamente 10 consultas médicas e de enfermagem em um período de 1 ano. - A agenda é equilibrada entre a demanda espontânea e programada. - Redução dos hiperutilizadores, por se sentirem seguros com a consulta garantida. - Atendimento profissional foca em aspectos clínicos e cuidado, conforme o risco, resultando em um plano de cuidados determinado à aquele paciente. Com a implantação da Planificação da Atenção á Saúde no município de Uberlândia-MG, a equipe foi capacitada para organizar o macroprocesso das condições crônicas. Para isto toda a equipe passou pela oficina teórica e participou das tutorias. Foi esclarecido sobre a epidemiologia das condições crônicas no Brasil, e do território da UAPSF, demonstrando o fracasso no modelo de atendimento realizado anteriormente. A estratificação da população em subpopulações leva à identificação e ao registro das pessoas usuárias portadoras de necessidades similares, a fim de colocá-las juntas, com os objetivos de padronizar as condutas referentes a cada grupo nas diretrizes clínicas e de assegurar e distribuir os recursos humanos específicos para cada qual. A estratificação de riscos trouxe um forte impacto na agenda dos profissionais de saúde, racionalizando os atendimentos e diminuindo os hiperutilizadores. A atenção é centrada na pessoa usuária, conforme o risco, encaminhando para os especialistas, apenas os que realmente necessitam de atenção especializada.
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    Aliny Pedrosa, AuriliviaBarros, Eduardo Barros, Juciara Sampaio, Lucileia Eller “Análise comportamental, aplicada à prática de ensino aprendizagem no processo da Planificação”. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO Lucileia.eller@gmail.com Despertar o desejo de aprendizado e aplicação da metodologia da planificação pelo tutor na unidade laboratório para a garantia da implantação do projeto, considerando temperamento e a personalidade do indivíduo, ligadas diretamente a sua forma de comportamento de agir, interagir e desenvolver as atividades. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O processo de ensino exige habilidade do educador para que identifique que cada tutor possui seu próprio ritmo de aprendizagem. Respeitar a história particular formada por sua estrutura biológica, psicológica, social e cultural no processo de ensino e aprendizagem observando cada aluno São João dos Patos-Maranhão, Rio dos Caetés-Pará Durante as aulas semipresenciais com base no estudo de temperamento, foi possível identificar os seguintes perfis: sanguíneos, colérico melancólico e fleumático bem como os defeitos e qualidades de cada grupo, sendo assim a formação do grupo e as atividades desenvolvidas incluindo as ativas são baseada na afinidade entre temperamentos. Maior comprometimento da equipe e iniciativas para melhoria do rendimento das atividades de dispersão e durante atividades em grupo nas aulas semipresenciais. Ao aplicar a melhoria relacionada ao temperamento, no que diz respeito a formação de grupos de trabalho, e a aplicação de metodologias ativas, notou-se uma melhor integração entre os indivíduos e conseqüentemente um melhor rendimento nas atividades afins. Deve-se ao fato do conhecimento dos temperamentos e do melhor direcionamento para trabalhos, baseado no temperamento do indivíduo. Com base em estudos comportamentais dos componentes do grupo, foram observadas diversidades de temperamentos e personalidades durante as aulas semipresenciais o que vem contribuindo diretamente andamento ou não das atividades dentro e fora da sala de aula, dependendo da formação da turma suas respectivas características, focadas em relação ao temperamento do individuo ou na relação grupal. Para identificar o melhor caminho a seguir, e para que estejamos preparados para respeitar o ritmo da cada aluno, saber lidar com as diferença e necessário estabelecer relação entre a pluralidade de pessoas e a pessoa singular a que chamamos “indivíduo". Foi possível despertar o envolvimento e interesse individual e coletivo no desenvolvimento das atividades de dispersão no processo do Planifica SUS. É preciso observar atentamente o fator humano como forma de alcance de objetivos e metas. Desenvolver tutores e dar autonomia é muito mais que compartilhar a execução de tarefas ou instrumentos é acompanhar não somente a atividade mas também o comportamental de cada componente do grupo, que deve ser levado em consideração quando o fator é humano.
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    OTONI SILVA DEQUEIROZ SOUZA, MARCILENE SANTIAGO NEGRÃO MODESTO, STÉFANIE PINTO DA COSTA MARTINS (Re)Discutindo Territorialização No Contexto Da Estratégia Saúde Da Família, A Partir Do Processo de Planificação Da Atenção À Saúde Na Região Do Rio Caetés, Pará – Um Relato De Experiência PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO otonisouza.primavera@gmail.comREGIÃO DO RIO CAETÉS, PRIMAVERA/ PARÁ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O Processo de Planificação da Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (PlanificaSUS) está fundamentado num conjunto de ações educacionais, baseadas em metodologias ativas, voltadas para o desenvolvimento de competências, conhecimento, habilidades e atitude, necessárias para a organização e a qualificação das ações e serviços de saúde. A Região de Saúde do Rio Caetés está localizada na Região Nordeste do Pará, e foi eleita para desenvolvimento do PlanificaSUS. A cidade de Primavera é um dos 16 municípios que compõe esta região, sendo a Unidade de Saúde do ARDEP (CNES 5545188) a Unidade Laboratório (UL). O PlanificaSUS propõe (re)discutir a territorialização, considerando aspectos do macroprocesso da Atenção Primária à Saúde (APS), inserida na reconfiguração das Redes de Atenção à Saúde (RAS) da Região Caetés. A territorialização em saúde configura-se como processo permanente de identificação, compreensão e ação com base nas características territoriais. O processo de territorialização é o ponto de partida para organização dos serviços e das práticas de vigilância em saúde, isto é, a partir do qual se realiza o reconhecimento e o esquadrinhamento do território segundo a lógica das relações entre condições de vida, ambiente e acesso às ações e serviços de saúde (Teixeira et.al.1998). De acordo com Mendes (2015), o processo de territorialização configura-se como um macroprocesso básico, necessário à construção social da APS. Nesta perspectiva, Teixeira (1998) destaca que o processo de elaboração de diagnósticos territoriais de condições de vida e situação de saúde devem estar relacionado tecnicamente ao trinômio estratégico: informação-decisão- ação. Assim, cabe inquirir se a Equipe de Saúde da Família (eSF) identifica o processo de territorialização como uma estratégia fundamental e permanente do processo de trabalho? A ampliação do olhar dos profissionais da APS sobre o território e o processo de territorialização é estratégica e ponto de partida para superação dos limites da unidade de saúde e das práticas do modelo de atenção convencional; (re)construção do vínculo dos profissionais e do sistema de saúde com o lugar; adequação das ações de saúde à singularidade de cada contexto sócio-histórico específico; e incorporação efetiva do paradigma da promoção da saúde e da participação (SANTOS e RIGOTTO 2011). Nessa perspectiva, a OT possibilitou uma intensa reflexão sobre território e o processo de territorialização a partir de uma perspectiva multiprofissional, (re)construindo o saber e acrescentando novas compreensões. A atuação das eSF deve estar fundamentada em um processo de territorialização realizado de modo seguro e esclarecedor, sendo capaz de servir de alicerce ao planejamento em saúde. Este processo envolve uma relação dialógica ativa entre eSF e comunidade, propondo a compreensão ampliada da saúde-doença-cuidado. Contudo, ainda existe uma lacuna científica que sirva de referência à execução do processo de territorialização. Considerando a proposta metodológica do PlanificaSUS, toda a eSF do Ardep/ UL foi convidada a participar da Oficina Tutorial (OT) da etapa 2.1: MACROPROCESSOS BÁSICOS – TERRITORIALIZAÇÃO E CADASTRO FAMILIAR. A medição das melhorias e efeitos das mudanças aconteceram em dois momentos distintos: durante a OT, onde foi possível identificar a compreensão dos profissionais sobre o processo de territorialização; e nos dias que se seguintes, durante o exercício do processo de trabalho dos profissionais. • O território é dinâmico e mutável; • A territorialização é um processo permanente; • O processo de territorialização é permanente; • O processo de territorialização exige organização, metodologia e conhecimento multidimensional sobre o território; • O processo de territorialização possibilita a elaboração de diagnósticos territoriais de condições de vida e saúde, fomentando o trinômio: informação- decisão-ação; A qualidade do processo de territorialização está relacionada com inúmeros fatores, dentre eles, pode-se destacar: a compreensão das eSF sobre território e territorialização; os sujeitos do processo; as estratégias metodológicas utilizadas pelas eSF para aproximação com território e com o processo de territorialização; a relação entre eSF, comunidade, família. Assim, a proposta da territorialização representa um esforço no (re)conhecimento do território. Envolve uma relação dialógica e ativa entre profissionais da APS e a comunidade, permanentemente, e de forma processual, supondo a compreensão ampliada da saúde-doença-cuidado.
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    Christina Coelho Nunes,Diana Martins Barbosa, Gelza Matos Nunes, Jacqueline dos Santos Silva, Kátia Guimarães Ramos Ribeiro. Priscila Vieira Elias, Raquel Guieiro Cruz, Rosana de Vasconcelos Parra, Tatianna Mendes da Rocha O desafio da implementação do PlanificaSUS em um Estado de 853 municípios PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [guieiroraquel@gmail.com REGIÕES DE CAPELINHA E DIAMANTINA, MINAS GERAIS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O Estado de Minas Gerais fez adesão ao PlanificaSUS em fevereiro de 2019 tendo como objetivo a integração da Atenção Ambulatorial Especializada e a Atenção Primária à Saúde. Os 29 municípios participantes estão localizados nas Regiões de Saúde Ampliada Jequitinhonha e Nordeste. O desafio de implantação do PlanificaSUS em um estado de 853 municípios, sem perder a qualidade do projeto, assim como alcançar os resultados esperados com a premissa de não acarretar custos nem para os municípios e nem para o estado. O PlanificaSUS vem sendo conduzido em Minas Gerais já pensando na expansão para todo o estado. Assim, buscamos o envolvimento do maior número de servidores para que o piloto já servisse como instrumento de alinhamento conceitual e treinamento, além de construirmos e organizarmos uma estrutura de governança técnica apta a multiplicar o projeto às demais regiões do estado. Necessidade da equipe da SES/MG absorver a metodologia do projeto, revisar as ações e programas já vigentes em função dos novos inputs do PlanificaSUS e criar um mecanismo de capilarizar esse processo. Tudo isso sob a pressão de “Cronos” e em plena crise financeira. Todo o projeto se encontra em fase inicial, portanto o principal efeito imediato medido é o alcance da segurança na condução do projeto, sem as atribulações iniciais. A partir dessa segunda etapa do piloto estaremos ainda monitorando a execução satisfatória dos planos de ação, assim como a evolução de cada município em relação ao modelo proposto. Enfrentamos uma série de desencontros em função do contingente de pessoas, do tempo muito curto para alinhamentos internos e pela falta de clareza em relação a metodologia a ser adotada. Hoje, para cada rodada de workshop, o projeto conta com 56 Facilitadores, 08 Tutoras Analistas Estaduais e 42 Tutores Municipais. As principais lições aprendidas estão relacionadas às estratégias de comunicação adotadas ou a ausência delas. É sempre necessário um sponsor do projeto para condução política da proposta e, sobretudo, dar o tom de prioridade e dirimir impasses de autoridade ou divergências de relações interpessoais. Entendemos que é necessária uma estrutura de governança robusta para a ampliação da proposta para as demais regiões do estado. Para além do domínio do conteúdo técnico e aprendizado do método, há o desafio da capilarização do projeto e resposta às questões assistenciais que irão surgir.
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    Autores: ARAGÃO, FernandaBarreto1; REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; FERREIRA, Guadalupe Sales; JÚNIOR, João dos Santos Lima; ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier. ARACAJU / SERGIPE. A Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe ingressa no PlanificaSUS contemplando duas regiões de saúde, Região de Lagarto (composta por 06 municípios) e Região de Itabaiana (composta por 14 municípios). DESAFIOS E AVANÇOS DE SERGIPE NA REALIZAÇÃO DE ALINHAMENTO CONCEITUAL ATRAVÉS DE UM POLO FORMADOR DE WORKSHOP: RELATO DE EXPERIÊNCIA. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO fernanda.aragao@saude.se.gov.br CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Qualidade de alinhamento conceitual através de Um (01) polo formador por região de saúde Problema: Quantitativo de profissionais versus espaço físico adequado Dificuldade quanto a espaços públicos ou privados que comportem público superior a 500 pessoas Dificuldades em relação ao transporte intermunicipal Fragilidades para disponibilização de alimentação para os participantes Parceria SES/SE SMS IE Funesa PLANIFICASUS SERGIPE Sergipe possui parceiros estratégicos que têm contribuído para a realização dos Workshops, com polo formador unificado. 1. Escola Estadual de Saúde Pública (FUNESA) Gestão logística e operacional, garantindo condições estruturais para o desenvolvimento das atividades pedagógicas; 2. SMS Transporte intermunicipal deslocando os profissionais ao polo formador a cada etapa; 3. Instituições de ensino Espaço, mediante termo de cooperação técnico, didático e científico do Programa de Estágio Curricular obrigatório. A cada etapa a organização dos Workshops em polo único, por região, tem sido aprimorada. Reconhecendo desafios, estratégias são discutidas e implantadas a fim de promover encontros presenciais de qualidade na formação teórica e bem-estar aos participantes. A integração entre atores estaduais estratégicos enriquece e fortalece o PlanificaSUS em Sergipe. O estado de Sergipe tem realizado os encontros de alinhamento conceitual do PlanificaSUS de forma unificada, por região, garantindo a logística necessária para sua realização com qualidade, a partir da articulação estratégica entre parceiros estaduais.
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    Maria Gisélia DaSilva Rocha Projeto de Melhoria na Qualidade de Vida dos Usuários da Atenção Básica de Buritinópolis- GO, a Partir do Uso de Plantas Medicinais PROBLEMA A diminuição e perca dos saberes culturais na comunidade quanto ao uso das plantas medicinais que promovem o auto cuidado, promoção da saúde e empoderamento dos saberes tradicionais, além da procura demasiadamente excessiva por medicamentos na Atenção Básica. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO Parceria da equipe multidisciplinar e atores das secretarias municipais de saúde, envolvimento da comunidade e consolidação da implementação da horta de plantas medicinais na Atenção Básica. CONCLUSÃO O projeto de melhoria na qualidade de vida dos usuários da Atenção Básica de Buritinópolis a partir do uso de plantas medicinais estimula a interação entre usuários e profissionais de saúde, além do empoderamento da comunidade, uma vez que traz para o serviço de saúde a troca de saberes práticos e culturais o desenvolvimento local e promove o resgate dos saber tradicional da população, estimulando a promoção e prevenção a saúde. Também contribui para socialização da pesquisa científica e desenvolvimento da visão crítica tanto dos profissionais quanto da população sobre o uso adequado de plantas medicinais, sendo relevante para promoção de saúde e para o cuidado profissional e autônomo, o uso das plantas medicinais ainda viabiliza a possibilidade terapêutica, além dos medicamentos em comum aos serviços de saúde, ainda fortalece a implementação de políticas públicas e estimula os profissionais de saúde a organizarem as ações de educação em saúde e ambiental juntamente com a equipe multidisciplinar do município. gilmaryy@hotmail.com BURITINÓPOLIS-GO CONTEXTO Buritinópolis é um município do estado de Goiás localizado na Região de Saúde Nordeste II possui uma população estimada em 3.3021 habitantes. O município possui uma Equipe de Estratégia de Saúde da Família com 100% de cobertura estimada pelo E-SUS, sendo a Atenção Básica a reorganizadora do cuidado e única porta de entrada dos serviços de saúde no município. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Observa-se que a diminuição e perda dos saberes tradicionais da comunidade a cerca do uso das plantas medicinais tem impactado na busca demasiada por medicação nos serviços da Atenção Básica, o que reflete o uso corriqueiro por medicamentos e fomenta a diminuição ou perca dos saberes tradicionais a cerca do uso das plantas medicinais sendo visto que a unidade de saúde não possuía outra forma de terapêutica. Essa analise foi levantada a partir das oficinas de Planificação da Atenção à Saúde. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE contou-se com o envolvimento da equipe multidisciplinar do município tais como: ACS, enfermeiro, farmacêutico, médico, técnico em enfermagem, odontólogo, assistente social, professores, nutricionista, educador físico entre outros, além da interação com outras secretarias municipais, envolvimento da comunidade, da gerencia da Atenção Básica e Gestores do Município. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Procura pela comunidade pela oferta do uso de plantas medicinais na atenção básica e diminuição do uso de medicamentos em síntese na Atenção Básica. LIÇÕES APRENDIDAS Para implementação de ações significativas de promoção a saúde, redução de danos e implementação de políticas publicas necessitamos do trabalho multidisciplinar, envolvimento da equipe, apoio da gerencia e gestores em saúde, e principalmente conhecer os vazios assistenciais na nossa comunidade.
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    GISELI DA ROCHA ESTRATÉGIASPARA ORGANIZAÇÃO DOS WORKSHOPS NO PARANÁ PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO giseli.rocha@sesa.pr.gov.br 4ª REGIÃO/ PR CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Este relato de experiência demonstra a evolução das estratégias utilizadas pelos profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (SESA/PR) para organização dos workshops na 4ª Região de Saúde no Estado do Paraná, seguindo a metodologia proposta pelo projeto do PlanificaSUS. O Paraná escolheu a 4ª Região de Saúde para implantação do projeto do PlanificaSUS, que possui 9 municípios e 950 profissionais. Os problemas na execução dos workshops estavam principalmente na viabilização de espaço e garantia de refeição para profissionais devido à distância de alguns municípios. Após a escolha da região verificou-se que na 4ª Regional de Saúde nenhum dos municípios possuía estrutura física para receber os profissionais de saúde que viriam nas turmas A e B dos nove municípios. Além disso a distância entre o município sede para o mais distante de aproximadamente 60 Km prejudicava o deslocamento dos profissionais caso precisassem de almoço nos seus respectivos municípios. Com a identificação dos principais problemas, o Grupo Condutor Estadual do PlanificaSUS, com apoio da equipe da 4ª Regional de Saúde do Paraná, tomou medidas para identificar locais e responsáveis por cada ação, para preparar da melhor maneira possível os encontros com todos os profissionais da Atenção Primária à Saúde, AAE, vigilâncias e pontos estratégicos. Benefícios gerados através do planejamento da execução dos workshops fazem com que se gaste menos tempo na organização e os resultados esperados melhores. Entendemos que para uma boa execução dos objetivos propostos pelo PlanificaSUS é necessário discutir intensamente o conteúdo em uma boa estrutura. A realização do workshop para participação de diversos profissionais precisa de “várias mãos”, contudo, a definição de papéis é fundamental. Um dos pontos fortes foi a escolha da melhor metodologia a ser utilizada em cada conteúdo e os parceiros que foram identificados nos municípios, além da avaliação do grupo condutor ao término de cada workshop. Uma das estratégias utilizadas no avanço das etapas foi a distribuição de ações e o trabalho em equipe. Buscando ações para soluções dos problemas identificados e melhoria na qualidade, sem que somente remediasse a situação, evitando desperdícios de tempo, materiais, mão de obra e otimizando os recursos disponíveis. Divididos os grupos em dois polos diferente na cidade sede da região Irati. Realizado escala dos municípios na turma A e B de acordo com o número de profissionais que participariam dos workshops, realizado licitação pela SESA/PR para contratação de alimentação (almoço) para todos os participantes. Identificado os parceiros para auxílio na execução dos trabalhos. Satisfação dos integrantes da equipe de facilitadores realizado via feedback ao término do workshop e avaliação de satisfação dos participantes de todos os municípios envolvidos. O workshop de abertura foi realizado no município sede da unidade vitrine Teixeira Soares, pois o público alvo que participaria do evento era menor. No workshop 1 e 2, a regional de saúde ficou com a organização da estrutura física local e o nível central com o apoio administrativo, logístico e das metodologias que seriam utilizadas.
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    Alves, Gracielen CristinaMilomes, Veras,Graciella de Sousa. Melhorias na linha de cuidado materno infantil no município de Pimenta Bueno - RO através do processo de Planificação da Atenção à Saúde. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO assessoriapimentabueno@gmail.com Pimenta Bueno/RO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Planificação da Atenção à Saúde é uma proposta de gestão e organização da Atenção Primária à Saúde e da Atenção Ambulatorial Especializada. É nesse contexto que as Unidades Básicas de Saúde do Município de Pimenta Bueno – RO, vem apresentando melhorias, desde 2017 com o início da Planificação na região. As unidades não possuíam detector fetal, teste rápido de gravidez, estratificação de risco das gestantes e referência para o pré-natal de alto risco. Reuniões de equipe (gestão/profissionais), para discutir metas e estratégias de melhoria. Transparência com os recursos financeiros disponíveis. Investimento em Educação Permanente. Valorização da opinião popular. A falha na organização dos processos de trabalho relacionados a assistência materno infantil, resultava em um pré-natal ineficaz, com consequências indesejáveis que resultavam no deslocamento de uma gestante ou concepto a cerca de 500km para uma assistência de alta complexidade. O impacto da Implantação da Rede de Assistência Materno Infantil foi avaliado através das planilhas de monitoramento e dos instrumentos de avaliação disponibilizados através do processo de tutoria da Planificação da APS. Avalia-se continuamente indicadores de gestão, através dos programas e-sus AB e e-Gestor. Com o envolvimento e comprometimento das equipes foram realizados, intervenções na estrutura das UBS, reorganização do território, aquisição de equipamentos, organização de fluxos e protocolos. A importância de prestar um atendimento de qualidade a esta fração da população tão vulnerável e que com pouco recurso é possível transformar a realidade dos nossos indicadores de assistência materno infantil. O quão importante é o trabalho em equipe o bom relacionamento gestor/profissional/usuário. Através da experiencia vivenciada com o Processo de Planificação da Atenção à Saúde obteve-se um rico aprendizado. Observou-se nitidamente os impactos provocados pela proposta de organização dos processos de trabalho e o quanto pode ser feito com recursos alocados de forma correta e transparente.
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    FREDERYCO LISBÔA LÔBO Cartãoda Família: Uma Ferramenta de Fortalecimento do Elo Entre a Unidade de Saúde e o Núcleo Familiar PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO frederycolobo@outlook.com OUVIDOR / GOIÁS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O PEC traz enormes ganhos a funcionalidade da UBSF, contudo com a sua utilização os profissionais:  Não identificam o usuário dentro do seu núcleo familiar;  Perdem a referência de quem é o seu ACS; e  Não localizam o usuário dentro do território, dificultando o fluxograma de referência dentro da Rede de Atenção a Saúde (RAS). A substituição dos prontuários manuais separados por Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e núcleos familiares pelo Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) individualizou o usuário, fragilizando o vínculo entre os profissionais da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) e o Núcleo familiar pela ausência desta identificação dentro do sistema Toda a equipe identificou os ganhos com a implantação do Cartão da Família, desde a recepção, a classificação de risco/vulnerabilidade, os profissionais da assistência e, inclusive os ACS que relataram a valorização de suas visitas O Cartão da Família é preenchido pelo ACS durante o cadastro e assinado pelo mesmo em toda visita domiciliar. Durante o agendamento é solicitado e se estiver desatualizado é recolhido para a realização da visita domiciliar. Os profissionais identificam todo o núcleo familiar e a sua localização, facilitando a adequada aplicação do protocolo durante a classificação de risco/vulnerabilidade. No verso do cartão existem informações da unidade aos usuários Com a implantação do Cartão da Família foi observado:  Valorização das visitas domiciliares dos ACSs pelos usuários;  Aumento do número de visitas domiciliares dos ACSs;  Identificação do usuário com a unidade de saúde ao qual pertencem;  Facilidade nas decisões da equipe que envolvem o posicionamento do usuário dentro da RAS; e  Reconhecimento do núcleo familiar ao qual pertence o usuário Existe a necessidade de reuniões permanentes com toda a equipe para que diante da identificação de problemas sejam criadas soluções, muitas vezes simples e de baixo custo como o Cartão da Família, e que durante este processo seja realizado o monitoramento para o aprimoramento das medidas implantadas A Atenção Primária à Saúde (APS) em Ouvidor-GO rendeu-se ao “apaga fogo” de doenças agudas e crônicas agudizadas, esquecendo-se dos pilares da Estratégia Saúde da Família. Com a tutoria da Planificação da APS os processos foram revisados e vários problemas foram identificados, dentre os quais a perda de elo entre a equipe e os núcleos familiares do território adscrito Diante da escassez de recursos, principalmente financeiro, há a necessidade de soluções simples e de baixo custo, que venham a melhorar a funcionalidade da equipe. O Cartão da Família foi uma das ideias que vieram a trazer inúmeras melhorias e mudou o comportamento positivamente tanto dos usuários quanto dos profissionais. Procurou-se melhorar o elo entre a equipe e o núcleo familiar e acabou-se por conseguir ajustar outros problemas que até então não haviam sido identificados, como a valorização do ACS e a receptividade as visitas domiciliares.
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    MARA LILIAN SOUZACORREIA, DANIELA FARIAS DE CARVALHO, KELVYA FERNANDA ALMEIDA LAGO, JOZILMA PEREIRA DE ARAUJO, ALINY DE OLIVEIRA PEDROSA EMPODERAMENTO DO USUARIO NO ATENDIMENTO COMPARTILHADO PARA FAVORECIMENTO DO AUTO CUIDADO APOIADO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO fono.mara@yahoo.com.br CAXIAS / MARANHÃO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O uso de imagens ilustrativas é considerada relevante nas orientações em saúde pois proporciona na vida das pessoas a facilidade de entendimento, o que possibilita alcançar a criança e seus familiares de forma global, particular, criativa e participativa para adesão ao tratamento. A demanda para tratamento na rede de atendimento especializada da região de Caxias – MA e pensando em favorecer o potencial de atendimento e humanização para diminuir o fluxo para tratamento na atenção especializada e otimizar a participação da família no tratamento de crianças de alto risco. Procurando desenvolver a melhoria do auto cuidado apoiado dos usuários atendidos e priorizando sua efetivação para resguardar a atenção em sua integralidade, inerentes à promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, respeitando, sobretudo a individualidade do usuário. A proposta principal da equipe é oferecer empoderamento do usuário no envolvimento pelo atendimento compartilhado, pois além de otimizar o tempo, colaborar com o atendimento integral e multidisciplinar, cada um ofertando a sua conduta de forma acessível através de figuras educativas afim de contemplar um objetivo comum. São levantadas durante a consulta as alterações que devem ser modificadas no cotidiano da criança com a utilização da estratégia participativa, associados a recursos lúdicos. Esclarecendo a família para que faça adesão participativa e significativa no tratamento das crianças, entendendo sua realidade, e a possibilidade de alcançar sucesso no processo de acompanhamento na atenção especializada. As orientações são transmitidas de maneira lúdica, identificadas com os familiares de forma simples, que funcionam como um estimulo. Quando visualizam as imagens com as metas identificadas, eles conseguem fazer as associações da criança com sintomatologia semelhante, o que se avalia como aprendizado adquirido. Nessa vivência é perceptível que as intervenções tiveram rendimento satisfatório em relação as crianças. A experiência permitiu conhecer as peculiaridades de cada grupo familiar para planejar orientações compreensíveis e significativas aos acompanhantes, auxiliando no desenvolvimento da responsabilidade individual e na prevenção de alterações. O uso da estratégia por meio de imagens, nota-se um processo de mediação, que facilita a compreensão de cada meta a ser alcançada, constatando-se desta forma, o interesse e adesão ao tratamento. Enquanto profissionais as ações desenvolvidas contribuem para o atendimento de forma holística.
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    GISELI DA ROCHA GRUPODE ESTUDOS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DOS FACILITADORES DO PLANIFICASUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO giseli.rocha@sesa.pr.gov.br 4ª REGIÃO/ PR CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná aderiu, em abril/2019, ao projeto PlanificaSUS, com o intuito de fortalecer o cuidado à saúde do idoso na Atenção Primária e organizar a Rede de Atenção à Saúde. O projeto contém sete etapas, com ciclos de workshops, oficinas tutoriais e cursos curtos. Os workshops são conduzidos por facilitadores, que recebem formação técnica no curso de educação à distância (EaD). Como facilitar aos participantes dos workshops da região de Irati a participação, compreensão e discussão do conteúdo técnico no cuidado à saúde do idoso em cada etapa do PlanificaSUS A técnica de ensino definida para trabalhar as fragilidades evidenciadas no processo de formação dos facilitadores, foi a implantação de um grupo de estudos, com o objetivo de fomentar a reflexão, discussão dos textos e proposições de metodologias de ensino aprendizagem para envolver o público. A intervenção estratégica adotada para desenvolver o PlanificaSUS no Paraná foi a organização de grupo de estudos, implantado em agosto/2019, com a participação de apenas 14 (quatorze) facilitadores, que na sequência envolveu todos os 30 (trinta) facilitadores, via videoconferência, ferramenta que passou a ser utilizada em todas as reuniões subsequentes. A ausência de conhecimento de métodos de ensino e de diálogos participativos, a densidade dos textos apresentados para os trabalhos em grupos e a necessidade de adequar os textos à Linha de Cuidado do Idoso, motivou a equipe de facilitadoras/es a criar grupo de estudos, como estratégia de formação e de educação continuada para facilitadores do PlanificaSUS no Paraná. Após a implantação do grupo de estudos evidenciou-se a satisfação dos integrantes da equipe de facilitadores do PlanificaSUS no Paraná, realizado por meio de feedback ao término de cada workshop e avaliação de satisfação quanto ao domínio dos facilitadores na condução dos grupos, realizada por todos os participantes. Apropriação do conteúdo apresentado nos guias do PanificaSUS, tanto pelos facilitadores como pelos participantes, atores principais no processo de ensino aprendizagem, com postura reflexiva, valorizando os diferentes saberes (des)construídos, ressignificando a prática profissional e valorizando o Sistema Único de Saúde. O processo de formação dos facilitadores, paralelo com as etapas operacionais do PlanificaSUS, demonstrou a necessidade de qualificar os facilitadores, não apenas com repasse de informações/conteúdos, mas também a capacitação e desenvolvimento destes para engajar, ensinar e facilitar o processo de ensino-aprendizagem. A educação à distância para a formação de facilitador é uma importante ferramenta de qualificação e desenvolvimento do PlanificaSUS. Porém, é necessário trabalhar, para além do conteúdo técnico, as formas de abordagem e interação com o público, por meio de metodologias ativas, no caso a andragogia. O Grupo Condutor do PlanificaSUS, envolveu profissionais de todas as regiões de saúde para atuarem como facilitadores, visando sua ampliação no estado. Entre o primeiro e segundo workshop, a percepção da equipe de facilitadores, foi de que trabalhar apenas o conteúdo técnico dos guias do PlanificaSUS não era suficiente para apresentá-lo e facilitar o entendimento e o diálogo entre os participantes.
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    KELVYA FERNANDA ALMEIDALAGO LOPES; JOZILMA PEREIRA DE ARAÚJO; VALESKA CINTIA OLIVEIRA DA ROCHA; MARAISA PEREIRA SENA; ALINY PEDROSA; EGISLANE DA SILVA SALES MONITORAMENTO CRUZADO COMO ESTRATÉGIA PARA QUALIFICAÇÃO DO ATENDIMENTO NA LINHA MATERNO- INFANTIL PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO kelvya-fernanda@hotmail.com MUNICÍPIO/REGIÃO: CAXIAS- MA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O Centro Especializado em Assistência Materno Infantil (CEAMI), presta atendimento seguindo as instruções da planificação na atenção ambulatorial especializada (AAE), às gestantes e crianças estratificadas como alto risco pela Atenção Primária à Saúde (APS). Lacunas da APS na estratificação de risco, bem como a necessidade de certificar as contribuições do plano de cuidados compartilhado. A estratificação de risco (ER) adequada é indispensável para o oferecimento do atendimento especializado às crianças e gestantes de alto risco. No que tange o plano de cuidados, este instrumento é norteador para o tratamento que necessita ser analisado pela equipe da APS para implementação da assistência. PROFISSSIONAIS CEAMI NEP CEAMIX MONITORAMENTO CRUZADO ( MENSAL) Sorteio da UBS Após as visitas, teve-se como meta inicial a confiabilidade na estratificação de risco e busca pelo aperfeiçoamento nos processos organizacionais nas UBS e melhorias quanto ao registro no plano de cuidados compartilhado. Representante NEP/ CEAMI + Coordenadores APS+ Gestão/ VISITA À UBS Acontece em um clima de cooperação mútua e cultura de aprendizado em conjunto, inclusive com os erros. Observa-se os processos de trabalho, com atenção especial para reorganização assistencial prestada às gestantes e crianças. Firma-se um elo de confiança com identificação das possibilidades de melhorias entre CEAMI E APS, enfatizando aspectos essenciais e indispensáveis que devem constar tanto nos registros quanto no envolvimento educativo do profissional e cliente. Percebe-se a importância do monitoramento cruzado e de sua permanência efetiva, sendo um meio eficaz para diálogo dos profissionais. A cada visita realizada, valoriza-se as potencialidades e a necessidade de permanente vigilância e qualificação no atendimento materno infantil, com base nas evidências científicas e no efetivo alinhamento dos protocolos entre a APS e CEAMI.
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    Autores: ALVES, LucianaSantana Santos; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; REIS, Ana Paula Oliva; MELO, Ana Lúcia Sousa Nascimento; ARAGÃO, Fernanda Barreto; JÚNIOR, João dos Santos Lima; SILVA , Maria do Socorro Xavier; REIS, Maria Izabel Mendes Cortes; ROCHA, Tatiane Batista. O PlanificaSUS na região de Lagarto/SE: Um relato de experiência sob o olhar do Grupo Executor Estadual. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [lucianaaju2010@hotmail.com] ARACAJU / SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Março de 2019 / A escolha da região de saúde: critérios técnicos Região de Lagarto, com 06 municípios, foi eleita por possuir maior cobertura NASF, enquanto critério de desempate. Para eleger a rede prioritária a ser trabalhada (Materno Infantil), foram utilizados indicadores estaduais de saúde. Pré-Natal Fragmentada Atuação independente Sem carteira básica de serviços TRANSFORMAR, MODIFICAR, ADEQUAR MICRO MACROPROCESSOS DENTRO DA UL ALCANÇAR AS FUNÇÕES DA APS RESOLUTIVIDADE COMUNICAÇÃO RESPONSABILIDADE Durante os processos das Etapas Preparatória: 1, 2.1 e 2.2 Envolvimento satisfatório da APS : profissionais e gestores Ausência da carteira de serviços para linha de cuidado materno-infantil (unidade isolada, cuidado médico, decisões desarticuladas, função assistencial Envolvimento efetivo : • Da Gestão Estadual (reuniões articuladas) • Grupo Condutor Regional (apresentação dos resultados parciais) • Da Gestão da Unidade (com reuniões tutoriais semanais e chamamento de outros atores locais) Movimento de apresentação e sensibilização para os servidores do serviço especializado Elaboração de Plano de Ação • projeção de impacto financeiro • reforma e ou adequações estruturais • aquisição de equipamentos e mobiliários • decisão de política e de gestão para a efetivação da carteira de serviço em resposta à necessidade da linha materno-infantil. • Painel de bordo com indicadores e prazos • Verificação de avanços pelos instrumentos de avaliação dos macroprocessos da AAE e da execução do plano de ação. Entende-se que muito foi feito e que ainda há muito a fazer para o segmento e efetivação da proposta do projeto PlanificaSUS na região de Lagarto. O experenciar-se no projeto permitiu conhecer a realidade da prática do fazer distante do ideal e do esperado, o que gera coragem para perseguir a mudança que o projeto propõe.
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    DANIELA COELHO BORGESdanicoelho_enf@hotmail.com VINCULAÇÃO DE GESTANTES À MATERNIDADE DE REFERÊNCIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO UBERLÂNDIA/ MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Rede Cegonha, estratégia criada pelo Ministério da Saúde em 2011, tem como objetivos qualificar as Redes de Atenção Materno-Infantil nos municípios e reduzir a taxa de mortalidade materno-infantil no Brasil (BRASIL, 2019). Dentre suas ações, a articulação entre os pontos de atenção em rede, a vinculação da gestantes às maternidades e o acolhimento das gestantes e dos recém-nascidos em tempo hábil pelas unidades de saúde possuem grande peso e importância para o alcance dos objetivos propostos pela estratégia. O município de Uberlândia nos últimos anos vinha apresentando altas taxas de mortalidade materna e infantil e tal situação fez com fossem repensadas algumas práticas para garantir a integralidade do cuidado e a qualidade da assistência prestada e, a partir daí, a diminuição desses números. A vinculação das gestantes à maternidade de referência foi a base desse plano de ações. Alta taxa de mortalidade materno-infantil no município. Esse fato, infelizmente, acompanha a realidade do cenário nacional sobre mortalidade. Para Laurenti et al. (2004), a mensuração da mortalidade materna não é simples, o que reduz sobremaneira, a criação de estratégias para redução desse fenômeno. Os mesmos autores informam que no Brasil as taxas de mortalidade materna e infantil são motivos de grande preocupação para os governantes. Viana et al. (2011) declaram que para mudar esse triste quadro é necessário comprometimento das áreas política, social e econômica de forma responsável. Além da vinculação e avaliação da mulher grávida com 40 semanas de idade gestacional na maternidade, outras estratégias da equipe para garantir o adequado acompanhamento das gestantes são: captação precoce das gestantes; orientação para as pacientes sobre o fluxo de atendimento na rede de saúde e ações durante o pré-natal; realização de visitas domiciliares mais constantes nas casas das gestantes; encaminhamento para avaliação e conduta com equipe de saúde bucal de referência; marcação de todas as consultas programadas de pré-natal já no primeiro atendimento; confirmação prévia das consultas marcadas - pelo whatsapp, contato telefônico ou vistas domiciliares, lembrando a gestante sobre sua consulta marcada; busca ativa das faltosas para atendimento ainda na mesma semana; agendamento programado de vacinas; atendimento compartilhado entre médica da unidade e tutora de ginecologia e obstetrícia; relato de caso de infecções ou quaisquer outras intercorrências do pré-natal, feito pela médica para a enfermeira, para que essa possa acompanhar de perto a resolução do caso (uso de antibióticos prescritos, repetição de exames laboratoriais etc.); atendimento compartilhado das gestantes com profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF (assistente social, fisioterapeuta, educador físico, psicóloga), quando necessário; realização de grupos operativos com as gestantes. Ainda não foi criado nenhum instrumento de avaliação qualitativa sobre as ações que vêm sendo executadas, embora as falas das puérperas após retorno para atendimento na unidade de saúde têm sido favoráveis. Também as gestantes fazem relatos de estarem surpresas com a organização do serviço, principalmente quanto à programação de todas as consultas de pré-natal, já no primeiro atendimento. Além disso, elas fazem menção sobre o quanto é interessante conhecer a maternidade e a equipe que as acompanharão durante o parto, fato esse que confere bastante segurança às pacientes e confiança no serviço prestado. Espera-se que, em breve, a medição da melhoria ocasionada com a intervenção estará expressa na diminuição da taxa de mortalidade do município, em virtude das boas práticas que vêm sendo aplicadas. Foram feitas reuniões de padronização de condutas entre membros das equipes de Atenção Primária (enfermeiro e médico) e representantes da maternidade. Nessas reuniões foi elucidada a importância da vinculação das gestantes à maternidade para garantia da integralidade do cuidado e maior segurança e tranquilidade para a gestante. A partir das reuniões para alinhamento de conduta foram feitas reuniões locais com a totalidade da equipe de Saúde da Família para divulgação da ideia e definição de responsabilidades de cada um dos profissionais da unidade. Algumas ações realizadas na unidade: envio de relatórios quinzenais à gestão e à maternidade, contendo os principais dados das gestantes e destacando a idade gestacional de cada uma delas; conferência dos cadastros das gestantes a respeito da vinculação à maternidade; orientação massiva às pacientes durante as consultas de pré-natal sobre a vinculação à maternidade (com ênfase das informações na primeira consulta de pré-natal, que é realizada pela enfermeira); encaminhamento médico da gestante com 40 semanas de idade gestacional para avaliação e conduta na maternidade de vinculação; marcação rápida de consulta para o binômio – primeira consulta puerperal e de puericultura, mediante contato da maternidade com a unidade de referência da paciente ou a partir da identificação da alta da puérpera e do bebê da maternidade, por algum membro da equipe de saúde. Além dessas ações, o olhar cuidadoso de toda equipe a respeito de todo o cuidado pré-natal fazem parte da rotina de trabalho dos profissionais. A atenção adequada durante a assistência pré-natal é essencial para a garantia da saúde materna e fetal. Através das boas práticas durante esse acompanhamento assegura-se a evolução favorável da gravidez, o parto sem complicações e a saúde do binômio mãe- bebê (ANDRADE, et al., 2016, p. 2377). Altas taxas de mortalidade materna e infantil podem ser evitadas a partir da assistência qualificada e garantia da completude do cuidado, que nada mais é do que assegurar o princípio de integralidade da assistência no Sistema Único de Saúde. No caso de gestantes e recém-nascidos, esses cuidados envolvem o atendimento pré-natal, a assistência durante o parto e os cuidados após o nascimento. É essencial o trabalho em rede e a manutenção da “conversa” e da troca de informações permanentes entre unidade de saúde e maternidade. O envio de relatórios periódicos com informações das gestantes acompanhadas na Atenção Primária à Saúde (APS), o encaminhamento de gestantes com 40 semanas para serem avaliadas e para conhecerem o serviço de saúde no qual darão a luz aos seus bebês (fluxo de informações da unidade para a maternidade), a contrarreferência de como foi o parto e a informação da alta da puérpera e do bebê (fluxo de informações da maternidade para a unidade) são estratégias simples, porém de grande valor, que podem fazer toda a diferença na qualidade do serviço prestado pela rede de saúde como um todo. É a tecnologia leve sendo bem empregada e a serviço do sistema de saúde para garantir bons resultados na resolução das causas que podem contribuir para o aumento da mortalidade materno- infantil. A respeito dos aprendizados sobre essa experiência, enfatiza-se o trabalho em equipe, que deve apresentar fala coesa e única e ações assertivas e no tempo certo. Outros pontos importantes são a boa orientação aos pacientes, o acolhimento e o acompanhamento sistemático e rigoroso dos casos, principalmente dos que mais requerem nossa atenção. Além disso, o trabalho em rede, com destaque para a referência e contrarreferência das pacientes, e o diálogo constante, tanto dentro da mesma equipe de saúde, quanto entre equipes de saúde de diferentes pontos de atenção. Devemos ter sempre em mente que fazemos parte da mesma rede de assistência, cada equipe de saúde com suas particularidades e pontos fortes e que precisamos agir, de fato, como um sistema de saúde único, visto que todas as ações realizadas são em prol do bem-estar e da qualidade de vida dos pacientes. Pode-se concluir que todo esse processo será de ganho para todas as esferas de sujeitos envolvidos, a citar: as gestantes e suas famílias que adquirem segurança e confiança na assistência prestada, recebendo informações coesas da equipe de saúde, tomam conhecimento de toda a programação do pré-natal, recebem atendimento multiprofissional quando necessário, são ajudadas a monitorar e resolver quaisquer problemas que porventura venham a surgir durante o acompanhamento, conhecem previamente a maternidade, as ações e a equipe responsável pelo parto; os profissionais de saúde que promovem a integração entre os pontos de atenção responsáveis pela assistência à saúde da mulher, compreendem que a tecnologia leve é um poderoso instrumento de trabalho e se realizam profissionalmente, pois conseguem proporcionar a boa condução de seus trabalhos e obter bons resultados nos casos acompanhados; a gestão da rede de saúde, que terá a certeza do comprometimento dos profissionais de saúde com seu trabalho e da qualidade da assistência prestada aos usuários do sistema de saúde; a sociedade como um todo que, certamente, ganhará com a redução das taxas de mortalidade materna e infantil e poderá contar com uma rede de saúde integral e eficaz.
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    Adilson Ribeiro; JessicaSouza; Josiane Moreira; Jussara Oliveira; Leandro Gama; Monica Cruz; Muriel Andrade; Patrícia Borges; Roberto Deway; Simone Soares O processo de implementação do Planifica SUS na Atenção Ambulatorial Especializada (AAE): Relato de experiência da Policlínica Regional de Saúde do Baixo Sul PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO jessicaenf@yahoo.com.br VALENÇA/BAHIA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Policlínica Regional de Saúde do Baixo Sul atende uma população adscrita de 13 municípios consorciados totalizando, aproximadamente, 334.242 habitantes. A cobertura populacional da Estratégia de Saúde da Família (ESF) na região é de 86%. Inicialmente será adotada a carteira básica da linha de cuidado de Hipertensão e Diabetes.  Envolvimento das Comissões de Saúde da Policlínica na organização dos macroprocessos;  Marcação de consultas/exames subsequentes na Policlínica;  Envolver a APS nos agendamentos e no cuidado compartilhado;  Formulário de compartilhamento do cuidado  Gestão baseada na oferta;  Critério Populacional para rateio das vagas;  Acesso aos serviços especializados através das Centrais Municipais de Regulação à Saúde; Ausência da participação da APS na regulação do acesso aos serviços especializados Comprometimento da garantia da Integralidade do cuidado; Não utiliza o modelo de estratificação de risco para o acesso; Sem vínculo entre usuário e os profissionais da atenção especializada.  Equipes da assistência e da gestão AAE comprometidas com o novo modelo de atenção;  Ações cooperativas e interdependentes da AAE e da APS;  Aumento da participação dos profissionais e da gestão na construção de indicadores de acesso/qualidade;  Participação do usuário através da ouvidoria no processo de implementação do projeto;  Reuniões frequentes entre os tutores/equipe APS e AAE  Construir um modelo de atenção à saúde resolutivo, organizado por meio das Redes de Atenção á Saúde (RAS);  Comunicação qualificada entre APS e AAE que permite a identificação de fragilidades e potencialidades dos serviços e da RAS. A implementação do projeto propõe mudanças no modus operandi das equipes e dos serviços, o que é desafiador, porém esse modelo irá direcionar o cuidado para as condições crônicas mais prevalentes na região proporcionando resolutividade na assistência e otimização na utilização dos recursos no SUS.
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    Rosângela A. Vaz/ Silvana Hubner ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM GESTANTES NO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO PROBLEMA No município de Pimenteiras do Oeste, as gestantes antes da Planificação não eram estratificadas pelo risco Habitual, médio e Alto Risco. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO A partir das tutorias nos foi apresentado o instrumento check list da gestante, e realizado capacitação na ficha de estratificação de risco. Aplicamos em todas as consultas de pré natal que resulta num plano de ação, em seguida através do levantamento de todas as gestantes do município com os ACS, mapeamos 37 gestantes, destas, 30 classificadas como risco habitual, 5 classificadas como médio risco e apenas 2 foram encaminhadas a atenção terciária especializada. CONCLUSÃO O acompanhamento do pré-natal assegura um melhor desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impactos para a saúde materna, sendo fundamental a estratificação do risco gestacional na atenção básica. roaraujo.vaz@gmail.com Pimenteiras do Oeste - Rondônia CONTEXTO A estratificação das gestantes por estratos de riscos é um elemento central da organização da rede de atenção à saúde da mulher e criança, possibilitando um elo entre a atenção básica e a especialidade. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Com o processo de Planificação em especial após abril 2019 ficou claro ao médico de família e enfermeiro a necessidade de uma revisão dos critérios e dos estratos de risco da gestante. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Inicialmente o médico não achava necessários a estratificação em todas as consultas, porém após discussões com a enfermeira houve uma boa adesão e a equipe prontamente aceitou este processo. Todos perceberam a importância de estratificar as gestantes bem como o monitoramento. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS A medição é feita pela enfermeira da equipe com o auxílio dos ACS, através de monitoramento mensal da planilha no horário protegido, intensificado as visitas domiciliares a estas mulheres, em especial se o escore nos aponta para médio risco ou alto risco. LIÇÕES APRENDIDAS A aproximação e o compartilhamento com a rede especializada trouxe mais segurança no processo da Planificação e no atendimento a gestante na atenção básica, esta realidade foi muito esperada na nossa região de saúde.
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    Autores: ARAGÃO, FernandaBarreto1; BARROS, Ana Lídia Nascimento de; REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; FERREIRA, Guadalupe Sales; SANTOS, Ivamilton Nascimento; JÚNIOR, João dos Santos Lima; ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier. ARACAJU / SERGIPE. A região de Lagarto é composta por 06 municípios com especificidades relevantes para o processo de reorganização e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. ESTRATÉGIAS PARA AVANÇOS DA APS EM MUNICÍPIO DA REGIÃO DE LAGARTO/SE: RELATO DE EXPERIÊNCIA. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO fernanda.aragao@saude.se.gov.br CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Dentre os municípios que compõem a Região, encontra-se o município PV, que apresenta fragilidades na APS: Falhas na execução de ações inerentes à ESF; Cumprimento de carga horária; Equipes incompletas; Áreas descobertas. Dificuldades financeiras Recursos destinados a manutenção de serviço de urgência Impasses importantes nos processos de trabalho Fragilização nas relações interpessoais Falhas quanto ao cumprimento efetivo das atribuições das eSF Ações de Apoio Institucional SES COSEMS Durante as Oficinas Tutoriais (OT) Discussão das problemáticas municipais •Promover a discussão técnica da PNAB e programas da APS; •Visita da RT e-SUS AB/SES; Apoio Institucional APS/SES •Discussão sobre a efetividade do serviço de urgência municipal; Apoio Gestão APS /SES •Apoio direto à gestão municipal. Apoio Institucional do COSEMS/SE A integração de diversos atores, que ocupam diferentes espaços de gestão (SES, SMS, COSEMS) tende a potencializar o produto de projetos de intervenção como o PlanificaSUS. O Projeto PlanificaSUS reafirma a necessidade de construção da rede entre pessoas, com apoio mútuo e integração, rumo aos primeiros passos na construção das RAS. Elaboração de relatórios de análise situacional do serviço de urgência para avaliação da efetividade junto ao poder executivo local; Reflexão e discussão sobre a necessidade de fortalecimento da APS; Proposta, a ser aprovada, para realocação de recursos.
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    CASTELLO, R; BONATI,P; OLIVEIRA, K; BARRA, R. TREM DA SAÚDE DO IDOSO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO ricardovcastello@gmail.com UBERLÂNDIA/ MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS No início de 2017 foi implantado o Qualifica SaUDI em Uberlândia-MG, cuja metodologia é a Planificação da Atenção à Saúde (PAS), utilizada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), desde então é realizada a qualificação das equipes de saúde com foco nas Rede de Atenção à Saúde (RAS). No município de Uberlândia-MG não era realizada a estratificação de risco da saúde do idoso, por isso, o sistema era fragmentado e pouco eficiente, além de ser reativo e orientado a atenção às condições agudas da pessoa idosa. O problema de ofertar atendimento de maneira fragmentada é que se torna reativo às demandas, uma vez que o médico, sendo o principal ator a ser responsabilizado, direciona seu atendimento com ênfase em ações curativas e pouco observa a influência da equipe multiprofissional, além disso, compreende sua consulta de maneira biomédica focada na doença. Para que exista um plano de cuidado à saúde da pessoa idosa é necessário envolver principalmente a gestão, considerando que ações à longo prazo devem ser bem gerenciadas e monitoradas. Após estabelecidas as metas e identificado o problema, envolve-se toda a equipe de atenção básica restabelecendo a coerência entre a demanda e a oferta, otimizando a utilização dos recursos municipais. A primeira estratégia foi sensibilizar a gestão em saúde sobre a importância da estratificação de risco, após feito, realizou "mutirões" em cada setor da cidade (central/norte, leste, oeste, sul, zona rural) realizando capacitação dos profissionais no instrumento IVCF-20 e como realizar a gestão de caso na situações de idosos estratificados como frágeis. No período de 2018 e 2019, nesses 5 mutirões, foram avaliados 514 idosos com idade média de 70 anos. Através do IVCF-20 verificou-se que desses idosos, 281 foram considerados robustos, 159 estão em processo de fragilização e 71 foram avaliados em risco frágil. Foram capacitados mais de 300 profissionais vinculados a atenção básica e especializada. O trabalho em rede se torna eficiente por identificar o indivíduo dentro de um contexto biopsicossocial, além disso, desenvolver ações baseadas em conhecimentos técnicos de cada segmento profissional torna mais rico o diagnóstico e o plano de cuidado. O conhecimento ampliado da clínica organizado por um contínuo de atenção foi melhorado. A capacitação dos profissionais de saúde foi muito positiva. Sabe-se que a qualidade da assistência está diretamente relacionada à formação dos profissionais. Por isso, destaca-se a importância desse tipo de atividade político-pedagógica, a qual proporciona a melhora e a qualificação da saúde.
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    Autores: Cristiane MunizSaad / Érika de Almeida Leite da Silva Teixeira de Souza / Claudia Cristina Macedo Contribuições da Planificação da Atenção à Saúde (PAS) na Qualificação do Processo de Trabalho da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) de uma Coordenadoria de Área de Planejamento (CAP) no Município do Rio de Janeiro (Período de Agosto de 2018 à Novembro de 2019) PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO cristianesaad.sms@gmail.com Rio de Janeiro - AP 3.1 CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A CAP tem a responsabilidade sanitária sobre o território com 1 milhão de pessoas e 32 unidades da APS. A Divisão de Ações e Programas - DAPS com o Núcleo Interno de Regulação-NIR e o Núcleo de assistência farmacêutica-NAF realizam a assessoria técnica o cuidado das pessoas que nascem, crescem e envelhecem nesse território. A DAPS/NIR/NAF realizava a assessoria técnica com base na resolução de problemas emergenciais sem um propósito específico. As Linhas de Cuidados e Eixos Estratégicos não tinham a estruturação dos processos de trabalho e portanto possuíam uma série de fragilidades no monitoramento e avaliação. Engajamento da equipe no estabelecimento de 4 fases: Compreender, Reestruturar, Ajustar e Construir Novos Processos na DAPS/NIR/NAF; Construção da identidade desse novo jeito de trabalho em equipe, Descrição da Cadeia de Valor e da Metodologia de trabalho, Desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais, Desenvolvimento de projetos de melhoria com foco em resultados. Construir cultura organizacional baseada em propósitos; Coordenar Linhas de Cuidados, Eixos Estratégicos e Ações de saúde no território; Estruturar os macro e microprocessos com base no modelo operacional de Construção Social da Atenção Primária à Saúde e Modelo de Atenção às Condições Crônicas, Desenvolvimento de Competências Técnicas e Comportamentais; Implementação dos projetos de melhoria. Trabalho realizado de forma emergencial e com falta de propósito; fragilidade na definição e interação nos processos; falta de definição de responsabilidade técnica e vacâncias em linhas de cuidados ou eixos estratégicos; grupo de trabalho desagregado e com fragilidades técnicas; falta de um diagnóstico de situação de saúde e sua análise; fragilidade no monitoramento e avaliação dos indicadores. Construção do propósito, missão, visão e valores, Criação da Cadeia de Valor e do Quadro de gestão das Linhas de Cuidados e Eixos Estratégicos; Materialização dos Projetos: Segurança do Paciente na APS, Sistematização da Assistência de Enfermagem, Estruturação da Porta de Entrada com Classificação de Risco e Estratificação das Condições Crônicas. Aproximação da Alta Liderança; Desconforto da equipe e das unidades com as mudanças; Entendimento sobre uma organização com propósito; Mapeamento dos Processos, Estruturação do Monitoramento e Avaliação dos indicadores, Reorganização dos processos de Porta de Entrada, Indução da Assistência Farmacêutica e Boas Prática de Segurança do paciente. Realizou-se consultorias e oficinas da PAS com a Assessoria do CONASS; Encontros com Alta Liderança (SES,SMS eCAP), FIOCRUZ, Assessores Técnicos, Gestores das Unidades APS e Conselho Distrital de Saúde; Participação de capacitações e eventos que agregassem valor à equipe; Tutorias nas 4 unidades laboratório e Visitas de monitoramento dos processos nas outras unidades. Trabalhar os processos com visão sistêmica e fator humano; Realizar projetos curtos, com metas alcançáveis e recursos disponíveis, atendendo às necessidades do território em tempo oportuno; Incidentes com desfechos desfavoráveis ocorrem por condições crônicas agudizadas, Monitorar em tempo real; Processo de cocriação para garantir resolutividade. A assessoria do CONASS potencializou a PAS com a materialização das inovações a partir das unidades laboratórios, que contribuíram para o fortalecimento das Redes de Atenção à Saúde e das linhas de cuidados, a melhora dos processos e o acompanhamento do território vivo.
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    AUTORES: Giane Gioiae Kátia Virgílio PLANIFICASUS – O Resgate do encantamento da Atenção Primária PROBLEMA Verificamos que houve uma perda de encantamento, da emoção em atender o usuário e enxergar o resultado, perderam a lógica da APS no nosso município ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO Criaram estratégias de encontros e discussão que foram sendo demonstradas no dia a dia da unidade, inclusive na visualização. E, fomos verificando a mudança no atendimento ao usuário. CONCLUSÃO A Atenção Primária de Saúde é o carro chefe da nossa saúde. Que consigamos sempre tornar o Sistema Único universal a todos sem distinção. controleavaliacaopr@gmail.com Médio Paraíba-PORTO REAL/RJ CONTEXTO A Atenção Primária de Saúde tem em seu contexto trabalho de equipe e tem como objetivo a integralidade, articulando com as Redes de Atenção à Saúde a certeza da promoção e prevenção, bem como a garantia da continuidade do cuidado, reconhecendo que o cuidado integral do usuário deverá ser prioridade. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Aumento das demandas reprimidas, o aumento de doenças, exemplo a oncológica, o aumento do atendimento da urgência e emergência do Hospital Municipal. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Na chegada do PLANIFICASUS, apesar da desconfiança, observamos que a equipe escolhida para laboratório demonstrou um alívio, uma luz no fim do túnel em reconstruir as diretrizes, enfim dar cor a unidade MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Desde o primeiro encontro na unidade e nos posteriores, verificamos um encantamento e cor diferente na unidade, uma alegria em providenciar a melhoria LIÇÕES APRENDIDAS O usuário estar sendo atendido e acompanhado na unidade, ver o brilho nos olhos de cada um, aquela força interna, mas agora chegando organizada e objetiva, promovendo o cuidado, fazendo em sintonia, tudo junto, tendo tempo para a busca e para o tratamento
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    AUTOR PRINCIPAL: MarciaRibeiro da Silva Prado; CO-AUTORES: Georgia Santos de Souza; Ana Rita Faria; Nubia Cassia Camargo Carvalho; Cynthia Silva Stockler Atenção Continua- Auto Cuidado Apoiado para Pacientes Diabéticos PROBLEMA Foram incluídas pessoas com DM2, acompanhadas pela equipe da UBSF Morumbi 1. Os critérios de exclusão foram os seguintes: Dificuldades de locomoção dos pacientes, diabéticos impossibilitados de realizar as atividades de autocuidado, em virtude de déficit visual, transtorno mental e/ou limitações físicas. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO Em casa, os usuários continuam sendo acompanhados pelos agentes comunitários de saúde, que verificam se o plano pactuado com a equipe está sendo cumprido. Visitas domiciliares pelo padrinho são realizadas periodicamente. É um atendimento direcionado de forma integral para o usuário. Não é feito um atendimento com base apenas em um olhar, mas um olhar integrado, inter e multidisciplinar. No autocuidado apoiado, os usuários e a equipe multiprofissional fazem parte de um único time, com o mesmo objetivo: enfrentar as condições crônicas de maneira inovadora. Trata-se de intervenção voltada à mudança de comportamento e estilo de vida aplicada nas ações de adoção de comportamentos saudáveis e apoio ao autocuidado. Os usuários gerenciam seu próprio cuidado, tomam decisões cotidianas sobre alimentação, atividade física e medicação. A equipe de saúde preparada procura ampliar a capacidade de confiança e eficácia dele no manejo de sua condição. Nessa parceria que se estabeleceu entre o profissional de saúde e o paciente é construído colaborativamente o Plano de Autocuidado. O início da elaboração do plano de autocuidado, após a avaliação é aconselhar, esclarecer dúvidas, verificar se a pessoa entendeu sobre o assunto, a partir daí o paciente seleciona algum comportamento para adotar nos próximos dias, considerando o grau de interesse e de confiança em executar o plano. O acompanhamento do processo de mudança pelo profissional é realizado semanalmente e/ou quinzenalmente. Os instrumentos de registros de monitoramento são diários pelo usuário e pelo profissional registro de planilhas de monitoramento. CONCLUSÃO Adotar comportamentos saudáveis é fundamental para o alcance das metas do cuidado das condições crônicas. No entanto, as pessoas e as equipes de saúde geralmente desconhecem abordagens efetivas para lidar com questões como a ambivalência, os obstáculos, os lapsos e as recaídas presentes no processo de mudança. Ao reconhecer isto, a equipe de saúde escolhe as melhores estratégias para apoiar a pessoa no processo de adoção e sustentação de comportamentos saudáveis. marciarsprado2017@gmail.com Uberlândia- MG CONTEXTO Para a equipe de saúde, é fundamental reconhecer o contexto pessoal e cultural como dimensões importantes na dinâmica de mudança de comportamento. Desta maneira, estabelece-se uma relação ética onde a valorização do outro, da sua história de vida e da sua capacidade em resolver seus problemas é considerada. Com o apoio dos profissionais de saúde, o usuário é quem decide quais comportamentos quer adotar neste momento, pactua e elabora um plano de ação para isso. A equipe de saúde acompanha e monitora este processo, auxiliando-o a adequar seu plano de acordo com os resultados alcançados. AVALIAÇÃO DOS PROBLEMAS E ANALISE DAS CAUSAS Alcançar a estabilidade no controle clínico e metabólico do DM é um desafio, tendo em vista a complexidade dos fatores que interveem nesse processo. Além de informações sobre mudanças na alimentação, na prática de exercícios físicos, uso de medicamentos e manejo de insumos necessários ao tratamento, a equipe de Saúde da Família também precisa entender o conceito que o usuário tem sobre a doença e quais são as informações necessárias para que ele consiga assumir a autonomia e a corresponsabilidade nas decisões diárias referentes ao autocuidado, adaptadas à sua realidade socioeconômica e cultural. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE As metas do plano de cuidado são ajustadas e acordadas com uma equipe multiprofissional, composta por Enfermeiros, Dentistas, Fisioterapeutas, Profissional de educação física, Psicólogos, Assistentes sociais, Farmacêuticos, Médicos Clínicos, Cardiologista, Endocrinologista, Oftalmologista e Agentes comunitários de saúde. Os profissionais trabalham de maneira interdisciplinar, discutindo os casos e acompanhando a evolução de cada usuário. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Após o monitoramento de três meses os pacientes são avaliados novamente através de exame laboratorial em um novo encontro com a equipe multidisciplinar. Mudanças podem significar um processo intenso na vida de qualquer pessoa. Quando se tratam de transformações no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação mais saudável, o assunto fica ainda mais sério. “Eu preciso de alguém me incentivando para fazer exercícios”, resume um paciente que aderiu muito a mudança do estilo de vida e tem participado das atividades com profissional de educação física na unidade. O brilho no olhar de uma paciente que relata que tem se sentido muito melhor após o inicio do monitoramento das mudanças que foi pactuada. LIÇÕES APRENDIDAS Achar que a pessoa não poderá mudar por não estar motivada; Não avaliar a capacidade de autocuidado da pessoa; Estabelecer o plano de autocuidado e o monitoramento sem solicitar permissão antes; Não permitir que a pessoa crie suas próprias formas de solução de problemas induzindo-a a uma solução; Forçar a escolha de um comportamento para mudança gerando resistência; Focar no problema e nas metas e esquecer o vínculo com a pessoa; Pactuar muitas mudanças ao mesmo tempo; Não cumprir com a agenda de monitoramento acordada; Não registrar o monitoramento e o Plano de Autocuidado acordado com a pessoa. As metas do plano de cuidado são ajustadas e acordadas com uma equipe multiprofissional, composta por Enfermeiros, Dentistas, Fisioterapeutas, Profissional de educação física, Psicólogos, Assistentes sociais, Farmacêuticos, Médicos Clínicos, Cardiologista, Endocrinologista, Oftalmologista e Agentes comunitários de saúde. Os profissionais trabalham de maneira interdisciplinar, discutindo os casos e acompanhando a evolução de cada usuário.
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    Cordélia Maria deAraújo PlanificaSUS: uma Estratégia de Organização da Atenção à Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO cordeliamaria4ursap@rn.gov.br 4ª Região de Saúde/RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A 4ª Região de Saúde, RN, possui uma população de 310.142 habs, distribuída em 25 municípios; elegeu atuar na organização da rede de atenção às pessoas com condições crônicas, com foco na linha de cuidado da hipertensão e diabetes. O alto índice de hipertensos e diabéticos com uma projeção (IBGE) de 9.082 pessoas, na faixa etária de 20 anos e mais, estratificados como alto risco em diabetes e hipertensão, com uma resposta ineficiente do sistema de saúde às necessidades de saúde da população. Oficina preparatória sobre o papel dos facilitadores e tutores; Oficina de alinhamento conceitual e metodológico para facilitadores e tutores, antes de cada workshop; Descentralização dos workshops para o território de cada município; Uso de metodologias ativas na condução dos workshops. Complicações por diabetes e hipertensão elevando o índice de internações por condições sensíveis à Atenção básica – ICSAB; Ações fragmentadas e centradas nos eventos agudos, com manejo inadequado das condições crônicas na APS; Necessidade de organização de uma AAE de forma regionalizada e integrada às equipes da APS. Trabalhadores da APS (1983) em processo de capacitação; Bom índice de adesão dos profissionais de saúde; Integração de tutores e facilitadores, qualificando o processo; Melhoria do processo de trabalho das equipes da ESF. Envolvimento dos grupos condutores estadual/regional; Facilitadores:50 Tutores: 26 A proatividade dos facilitadores com suas habilidades e conhecimentos para formar os demais; O envolvimento das universidades em atividades de formação; A criação de grupos de comunicação entre todos os atores. A planificação é um processo de muito aprendizado e aponta muitos desafios. Inicialmente foi um misto de ansiedade, insegurança mediante um processo desconhecido e que aponta transformações que exige pactuações para implantação da AAE e uma APS resolutiva e coordenadora do cuidado.
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    BRUNA MELO AMADOR;AURIMERY GOMES CHERMONT, ALDA HELENA DASILVA MELO; DELMÁRCIA THAIS BARBOZA ROCHA; EDUARDO PADILHA BARROS LÍLIAN CARLA MONTEIRO DA SILVA; LILIAN OLIVEIRA MAGALHÃES; LUÍS AUGUSTO MELO E SILVA e MARIA DE NAZARÉ SOUZA DA SILVA A METÁFORA DA CASA COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA APLICAÇÃO DO WORKSHOP NO PROJETO “PLANIFICASUS” NO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA-PARÁ PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO bruna.amador@hotmail.comBRAGANÇA - PARÁ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A experiência do segundo workshop do projeto “PLANIFICASUS” ocorreu no município de Bragança, Pará, composto de 26 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com 48 Equipes de Saúde da Família, cinco pontos de apoio. A abordagem de uma temática tão intrincada de conceitos e discussões a cerca da construção da Atenção Primária à Saúde, trouxe para tutores e facilitadores a interrogação de como se trabalharia o conteúdo de forma dinâmica e objetiva para 500 pessoas em três dias. Portanto, os workshops dois aconteceram em três dias, em um espaço que propiciava a formação de grupos e como estratégia de metodologia, utilizou-se “a metáfora da construção da casa”, proposta por Mendes, que norteou toda atividade. Para tal, foram utilizados materiais como: papéis coloridos, E.V.A, isopor, cola, cartolinas, canetas coloridas e o guia workshop 2. Alguns objetivos não foram alcançados no primeiro wokshop, devido o local do evento que não favoreceu a formação de grupos, além da leitura compartilhada utilizada pela equipe não sensibilizou para o assunto a plateia. A equipe da “planificaSUS” otimizou todo o conteúdo sobre território, gestão de base populacional e de oferta, e ações de vigilância em saúde com a construção social da atenção primária à saúde. Além de conseguir cumprir o horário estabelecido pelo local. A equipe da planificação após a construção do material e utilização de metodologias ativas para aplicar o conteúdo, se aproximou mais da plateia, instigou discussões e a interação entre participantes de várias categorias profissionais, com uma linguagem que nivelou o conhecimento entre os participantes e provocou discussões da forma como a assistência é prestada no município. É necessário estar sensível a novas forma de desenvolver metodologias dentro do processo do projeto do “PlanificaSUS”, desafiando a equipe a trabalhar conteúdos densos, por meio de propostas dinâmicas que movimentem a plateia e provoque a criatividade da equipe.
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    Carolina Leite Ossege,Cristiane Peres dos Santos, Moema Liziane Silva Campos e Carine de Cássia Souza de Assis Ribeiro Rodrigues IMPLEMENTAÇÃO DO CADASTRO NA APS: UMA EXPERIÊNCIA POSITIVA NA PLANIFICAÇÃO DA REGIÃO CENTRO-SUL PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO ossege.c@gmail.com Brasília/Distrito Federal CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Atenção Primária à Saúde (APS) abrange a discussão da territorialização como peça chave para o fortalecimento da rede de atenção. Assim, o cadastro familiar consiste em uma ferramenta para conhecer a população, constituindo base importante para o vínculo entre os profissionais e os usuários. Identificou-se um número inicial de cadastros subestimado em relação à meta de cobertura, considerando os dados das cinco Unidades Básicas de Saúde incluídas na Planificação. Há, também, dificuldades estruturais e logísticas das equipes quanto à implementação do cadastramento no território. Os profissionais demonstraram ao início do processo dificuldades em relação às mudanças. Entretanto, foi possível perceber um envolvimento crescente ao longo das duas etapas desenvolvidas até então na planificação. Após o workshop cujo tema foi territorialização, as equipes evidenciaram maior apropriação do tema, o que forneceu subsídio para as ações propostas. Os fatores limitadores da expansão do cadastro pelas equipes incluem o déficit expressivo de Agentes Comunitários de Saúde, a demanda significativa das unidades básicas de saúde. Além disso, há a interferência do fator humano no processo, e a inconsistência dos registros realizados nos sistemas de informação É notável o empenho do grupo condutor e dos servidores em realizar as devolutivas propostas, o que não seria possível sem a compreensão da importância de repensar os processos de trabalho da inserção dos profissionais, usuários e serviços nas redes de atenção à saúde. A planificação traz as ferramentas necessárias para instrumentalizar os profissionais em seus papéis, particularmente quanto à consolidação dos cadastros pelas equipes de Estratégia de Saúde da Família. Com isso, tem-se uma maior responsabilidade sanitária sob o território e vinculação dos usuários. 372 246 87 59 0 UBS 01 - GUARÁ UBS 01 - ESTRUTURAL UBS 02 - NÚCLEO BANDEIRANTE UBS 02 - RIACHO FUNDO I UBS 02 - ESTRUTURAL Evolução dos Cadastros no Período de Agosto a Outubro de 2019 (números absolutos) Composição de colegiado gestor das unidades e capacitação dos profissionais, visando à implementação da mudança do modelo da gestão da oferta para a gestão de base populacional. Reuniões de alinhamento do grupo condutor regional Workshops, oficinas tutoriais e instrumentos de alinhamento conceitual Mutirões como ferramenta principal para a ampliação dos cadastros
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    MELYNE SERRALHA ROCHA;RUBIA PEREIRA BARRA RELATO DE EXPERIÊNCIA: A IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE ATENÇÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS NO SETOR SUL DO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA - MG melyne@missaosaldaterra.org.br CONTEXTO A Organização Social Missão Sal da Terra gerencia, por meio de contrato de gestão 21 ESF, 3 EAB, 02 Unidade de Atendimento Integrado e 01 ambulatório de especialidades, no setor sul de Uberlândia, responsável por uma população de aproximadamente 178 mil habitantes. Embora os processos de trabalhos estivessem em fase de organização notava-se que o modelo de atenção das condições crônicas não estava implantado em sua totalidade. Observava-se fragilidades relacionas a estratificação de riscos de hipertensos e diabéticos, idosos, integração entre APS e AAE e implantação de novas tecnologias para o manejo de crônicos. As mudanças na forma de atenção baseada no modelo de atenção das condições crônicas trouxeram uso de novas tecnologias, prática do autocuidado e do cuidado profissional; a distribuição da atenção profissional, por membros, na equipe multiprofissional; a integração da APS e AE e a racionalização da agenda dos profissionais de saúde. A implantação do MACC no Setor Sul está exigindo mudanças bem definidas no modelo, e forte liderança para responder aos desafios do cuidado das condições crônicas. A essência da mudança é construir capacidade para diagnosticar a situação presente, a fim de propor um futuro melhor, o MACC. Em fevereiro de 2017 sob a orientação da SMS iniciou a implantação da planificação da atenção à saúde para a organização dos macros e microprocessos da APS e a implantação do modelo de atenção das condições crônicas. O envolvimento das equipes se deu por meio da participação de todos os profissionais nas oficinas conceituais e nos momentos de tutoria. Como o município já havia vivenciado o Plano Diretor da APS, as oficinas conceituais foram concentradas. Trabalhou-se com as equipes a construção social da APS e o MACC, e na tutoria utilizou-se as matrizes de gerenciamento de tutoria. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃOPROBLEMA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Focou-se em alguns pontos principais como a implantação do agendamento por blocos de horas, o uso do “Whatsapp” para confirmação de consultas, a estratificação de risco de hipertensos, diabéticos e idosos, bem como o agendamento de suas consultas conforme parametrização. Utilizou-se o uso de tecnologias como a atenção contínua (interação entre APS e AE), atenção compartilhada em grupos e autocuidado apoiado. As crianças e gestantes já estavam estratificadas. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS CONCLUSÃO UBERLÂNDIA/MG O agendamento por bloco de horas e a confirmação das consultas por telefone ou WhatsApp, matem as salas de espera das unidades de saúde sempre com usuários bem acomodados durante todo o período de atendimento. Usuários com condições crônicas por ter sua consulta programada garantida deixaram de buscar a unidade constantemente. Um maior número de diabéticos e hipertenso estão se mantendo controlados.
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    ANNA CLAUDIA DOSSANTOS ALMEIDA; LIDIANE DE OLIVEIRA TELES VIVÊNCIA DAS ENFERMEIRAS AO APRESENTAR A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO FAMILIAR PARA A ESF: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO annasantosalmeida@gmail.com SÃO JOSÉ DO POVO/MT CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Planificação no estado de Mato Grosso, está acontecendo na região de saúde sul mato- grossense, que abrange 19 municípios. São José do Povo está inserido nessa regional e conta com 1 UBS, que trabalha com 2 Equipe de Saúde da Família(ESF) para o atendimento de uma população cadastrada de 2700hab. Os atendimentos e visitas domiciliares são ineficazes, visto que são focados para eventos agudos em detrimento aos eventos crônicos. Esses processos de trabalho não possuem: sistematização e roteiro padrão, e além disso, não tem critérios preconizando as famílias de risco do território. A estratificação de risco familiar de Ciconnelo Neto é uma ferramenta, proposta pelo grupo condutor do estado do MT, que auxilia nos processos de trabalho da APS para a identificação das famílias que se encontram em maior vulnerabilidade. Com o auxilio do mapa inteligente é possível que a ESF enxergue sua população adstrita permitindo o melhor planejamento das ações de saúde. Os atendimentos domiciliares deveriam ser direcionados para as famílias em maior vulnerabilidade (risco máx. e médio), com o objetivo de reduzir os riscos. Porém, devido a mudança na pirâmide etária e nas condições crônicas de saúde, as ações realizadas atualmente não contemplam este cenário. Sendo necessárias mudanças nos processos de trabalho a fim de corrigir esta eventualidade. Para nós enfermeiras ao findar desta etapa de territorialização, iremos obter conhecimento e dados sobre a nossa real população, o que consideramos o ponto de partida para o planejamento das ações de saúde. Com o objetivo de preconizar as reais necessidades do indivíduo e a família, para melhorar a assistência prestada por nossas equipes. No decorrer da apresentação da ferramenta de estratificação de risco familiar desenhada por Ciconnello Neto, adaptada pela regional de saúde do Tele Pires-MT, a equipe percebeu a necessidade da utilização de tal instrumento para organizar e priorizar as ações de saúde prestada à comunidade. Partindo das ACS a proatividade na execução e aplicabilidade desta atividade em tempo oportuno. A estratificação de risco familiar Ciconello Neto será utilizada nessa etapa de territorialização como ferramenta norteadora para sistematizar e padronizar as visitas domiciliares das ACS. E com a identificação das famílias vulneráveis, isso será subsídios para as ações de saúde de toda a equipe.
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    (Re)Cadastrar Família Sem Risco Estratificar o Risco RealizarPlano de Cuidados Monitoramento Risco Baixo Risco Médio Risco Alto OBS: Os Planos de Cuidados e monitoramento serão realizados pela ESF + NASF
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    Maria Aparecida deSouza1 Edilene de C. Chaves; Mª do Carmo Ferreira de Andrade2 1- Autora, 2- Co-autoras O cuidado às doenças crônicas na IV Região de Saúde(PE): o olhar da gestão regional a partir da Planificação da Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO cidatutora@gmail.com IV REGIÃO DE SAÚDE/ PERNAMBUCO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS AIV Região de Saúde é uma região complexa: muito populosa, 1.365.390 habitantes distribuídos em 32 municípios; território sede com gestão dupla; sistema de saúde potente, com boa cobertura de atenção básica e razoável capacidade instalada de atenção especializada e hospitalar; localização geográfica privilegiada, entre o sertão e a região metropolitana, o que facilita o fluxo de usuários, inclusive de outras regiões, em busca de cuidado em saúde. Na IV Região de Saúde as doenças crônicas são um grave problema de saúde. A hipertensão e o diabetes, por exemplo, estão entre as primeiras causas de mortalidade e hospitalizações, e são apontadas como as grandes responsáveis pelo diagnóstico primário em pessoas com insuficiência renal crônica submetidas à diálise no SUS. Pautar a discussão do Modelo de Atenção às Condições Crônicas na Comissão Intergestores Regional (CIR), fortalecendo esse fórum de decisão da política de saúde para deliberações que promovam mudanças no modelo de atenção à saúde; Coordenar o processo de implantação do Planejamento Regional Integrado (PRI), visando à organização, integração e atualização da Rede Regional de Atenção à Saúde. Embora a Região possua uma boa oferta de serviços, estes estão organizados de forma fragmentada, comprometendo o acesso, a qualidade dos serviços e a vinculação entre as equipes da atenção especializada e da atenção primária em saúde, situação que pode causar o agravamento do quadro dos pacientes que não têm a garantia do diagnóstico em tempo oportuno e do cuidado contínuo e integral. Aumento da discussão e pactuações na CIR-IV Região de temas relevantes para expansão da planificação da atenção à saúde e para a consolidação da Rede Regional de Atenção à Saúde; Integração do Setor de Regulação da IV Gerência Regional de Saúde com as Unidades de Atenção Ambulatorial Especializadas sob gestão estadual, visando a mudança da gestão de oferta pela gestão do cuidado, a partir da implantação de diretrizes clínicas, da estratificação de risco e do cuidado compartilhado. Aequipe da IV Gerência Regional de Saúde está trabalhando nos espaços de governança junto aos gestores municipais e no território, junto às equipes, contribuindo para a mudança no modus operandi dos serviços de saúde, visando a implantação do Modelo de Atenção às Condições Crônicas. É necessário fortalecer o papel da Atenção Primária à Saúde e promover a organização da Atenção Ambulatorial Especializada, integrando-as, para efetivamente consolidar uma Rede Regional de Atenção à Saúde capaz de responder às necessidades de saúde das pessoas, especialmente aquelas com doenças crônicas. A adesão à planificação da atenção à saúde criou as condições para que o corpo técnico-gerencial da IV Gerência Regional de Saúde se qualificasse para apoiar/induzir a consolidação no nível regional da organização dos macroprocessos da atenção primária e da atenção especializada, integrados a partir do Modelo de Atenção às Condições Crônicas, o que vai melhorar a gestão do cuidado oferecido aos usuários, à família e a comunidade.
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    CONTEXTO Priscilla Santos deOliveira Rocha/ Amanda Gomes Ribeiro/ Jaqueline Bragio / Mariana Varajão FORTALECENDO E RESSIGNIFICANDO O SUS NO CAPARAÓ CAPIXABA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [priscillasor@gmail.com] REGIÃO SUL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO/ES AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE LIÇÕES APRENDIDAS A região sul do ES é composta por 26 municípios, que participaram em 2018 do processo de Planificação da Atenção à Saúde envolvendo 4260 profissionais de saúde. Deste total, 14 municípios formam a Região do Caparaó, onde também em 2018 foi inaugurada a Unidade de Cuidado Integral à Saúde – REDE CUIDAR SUL, um ambulatório de especialidades que trabalha com o Modelo de Atenção às Condições Crônicas - MACC, recebendo os pacientes portadores de condições crônicas estratificados como Alto e Muito Alto Risco. Atualmente a Unidade Cuidar Sul atendente cinco Linhas de Cuidado, mas o trabalho apresentado refere-se aos usuários portadores de Hipertensão e Diabetes. As 71 (setenta e uma) equipes vinculadas à Rede Cuidar Sul apresentavam dificuldades na identificação e estratificação correta dos usuários portadores de condição crônica para o compartilhamento dos que apresentam alto e muito alto risco com a Unidade de Atenção Especializada. Outra dificuldade era o manejo dos usuários com condição crônica estratificados com baixo e médio risco na APS. Não estava no escopo das ações da APS a estratificação de risco como pré-requisito para encaminhamento/ compartilhamento do usuário aos serviços especializados. A planificação trouxe a reflexão sobre essa necessidade para melhor organização do trabalho, mas principalmente para tornar mais resolutiva a AAE, que passa a receber somente aquele usuário que realmente se beneficiará desse serviço. A comunicação entre os profissionais da APS e os da AAE é a principal ferramenta para o sucesso do trabalho. Contamos com 71 equipes de APS que referenciam/compartilham seus usuários com a Unidade Cuidar Sul. Temos um cronograma de encontros mensais, visitas de monitoramento, oficinas, reuniões para estudo de caso e capacitações. Além do contato direto via e-mail, whats app e telefone com médicos e enfermeiros da APS. A implantação de uma mudança estrutural nos processos de trabalho, desde o primeiro atendimento do usuário na APS, até o compartilhamento com o serviço especializado, garantindo um fluxo mais adequado e a integralidade do cuidado. Dessa forma evitamos encaminhamentos desnecessários, aumento nas filas de espera, demora excessiva para o acesso ao atendimento especializado e ineficiência alocativa de recursos. Foram oito meses de oficinas teóricas com realização de atividades intermódulos (de mar. a out/18), conjugadas com nove meses de tutorias (mar. a nov/18) nas Unidades Laboratórios dos municípios adstritos. A equipe do NIR – Núcleo Interno de Regulação realizou duas Oficinas de Estratificação de risco por município adstrito para garantir que todos os profissionais da APS seriam preparados (jan. a abril/19) além das visitas de monitoramento mensais. Considerando algumas mudanças no quadro de servidores, de abril/19 a outubro/19 foram oferecidas 10 (dez) capacitações pontuais com novos integrantes das equipes de APS vinculadas à Unidade Cuidar Sul. Os compartilhamentos começaram a ser realizados em janeiro de 2019 e tínhamos uma média de 70% de compartilhamentos equivocados, ou o usuário não estava na Linha de Cuidado correta, ou não era de alto ou muito alto risco. Em outubro de 2019 chegamos a 20% de devoluções por falha na estratificação, o que indica uma melhoria continua na qualidade do processo que agora integra o roll de ações previstas para a equipe de APS. Em outubro de 2019 estavam em acompanhamento na Unidade Cuidar Sul - 1.222 (mil duzentos e vinte dois) pacientes Diabéticos, Hipertensos e Hiperdia de alto e muito alto risco. A melhoria na qualidade de vida dos usuários com condição crônica é visível. A estabilização dos índices glicêmicos e pressóricos, a mudança nos hábitos de vida e redução nas hospitalizações são alguns dos indicadores monitorados pela Unidade Cuidar Sul e os resultados estão sendo consolidados para posterior apresentação e divulgação. Outra melhoria foi a redução no tempo de espera para a realização de exames de alto custo, solicitados via SISREG, pelo Núcleo Interno de Regulação da Unidade Cuidar Sul, isso devido a qualificação das justificativas e informações que facilitam o processo regulatório. O trabalho em equipe é essencial para a construção do SUS que queremos. Avaliar nossos erros e dificuldades e redefinir as estratégias é essencial para alcançarmos a qualidade de nosso trabalho e a melhoria contínua do atendimento aos nossos usuários. O registro das ações e resultados é uma importante ferramenta para envolvimento de gestores. Percorremos um longo caminho, desde as primeiras discussões sobre Planificação na região de saúde, em dezembro de 2017 até a inauguração e funcionamento da Unidade de Cuidado Integral à Saúde – Rede Cuidar Sul. Foram inúmeras ações realizadas, assim como inúmeros os resultados alcançados. Fica a certeza de que temos muito a conquistar, e com o envolvimento e comprometimento de todos conseguiremos dar continuidade às mudanças no modus operandi do atendimento aos usuários portadores de condição crônica, garantindo um SUS mais resolutivo no Caparaó Capixaba. Número Estimado de usuários com Condição Crônica existente na região Número de usuários previstos para serem atendidos na Unidade Cuidar Sul (12,5%) Número de usuários compartilhados até Janeiro de 2019 Número Estimado de usuários com Condição Crônica existente na região Número de usuários previstos para serem atendidos na Unidade Cuidar Sul (12,5%) Número de usuários compartilhados até outubro de 2019 0 100 200 300 400 500 600 700 TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC TC CC jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 jun/19 jul/19 ago/19 set/19 out/19 DIABETES HIPERDIA HIPERTENSÃO Total de Compartilhamentos TC = Total de usuários compartilhados no período. CC = Total de compartilhamentos corretos. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS
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    Gabriel Souza Santos,tutor municipal, Bianca Evangelista, analista da APS e Ana Paula de Oliva Reis, consultora regional. Aceitação dos Profissionais do Município de Moita Bonita ao Projeto PlanificaSUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO gabrielenf@outlook.com Regional de Itabaiana/ Moita Bonita/ Sergipe CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Unidade Laboratório do município é composta por duas equipes de saúde da família e o NASF-AB. A boa aceitação dos profissionais da Unidade Laboratório ao projeto PlanificaSUS fez com que os profissionais das demais unidades produtivas que vem participando dos Workshops recebessem a expansão já nessa etapa 2.2 quase que simultaneamente, ora vista que quando houve a abertura oficial do projeto mostrando que irá organizar o fluxo dos serviços na Atenção Primária e na Secundária, todos sentiram-se motivados pois terão seus atendimentos integrados para melhorar o acesso dos usuários à rede. Como está interligado a aceitação dos Profissionais ao Projeto PlanificaSUS na APS do município de Moita Bonita? Está ocorrendo uma boa aceitação dos Profissionais ao Projeto, já se passaram quatro meses que a implantação vem sendo feita e são observadas algumas mudanças principalmente no modo de pensar como realizar atividades voltadas à prevenção, desenvolvendo uma atenção melhor aos grupos prioritários. A todo o momento os profissionais são postos a frente a novas ferramentas para melhor organizar a APS, fazendo com que eles sejam capacitados de maneira coerente com sua realidade, tentando mudar o ritmo corriqueiro que muitos vêm trabalhando, mostrando a importância quando as ferramentas novas são postas em prática. A intervenção ocorre de maneira regular e unificado a partir do momento que são familiarizados com as ferramentas e fazem com que o trabalho seja mais organizado tornando o sistema mais prático e eficaz não só para os usuários como também para os profissionais desde a Unidade Laboratório como as demais, pois em todas estão sendo implantadas as metodologias do PlanificaSUS, unificando a forma e o acesso das informações aos usuários. A partir do momento que é feito o giro pela unidade é observado não só a ambiência, mas como está à funcionalidade daquela unidade, dai em diante todos os funcionários desde a recepção até o médico daquela unidade unem-se para juntos abordarem a formação pelo PlanificaSUS, nesse momento o engajamento teórico passado pelo tutor mostra como será desenvolvidas as novas ferramentas. As melhorias vão acontecendo aos poucos e nos dizem se estamos fazendo o que foi planejado corretamente para chegarmos aos melhores resultados. As mudanças geram “competitividade” entre os profissionais, pois observasse que coloca-los sob novas ferramentas os fazem organizar corretamente a metodologia de trabalho, obtendo o êxito esperado. Por mais difícil que esteja sendo o processo de planificação alegramo-nos ao vermos que o processo começa realmente a andar, quando observamos os resultados obtidos durante as oficinas tutoriais. Conclui-se que, tudo que é novo causa medo, não seria diferente com o PlanificaSUS, quando começou foi observado um pouco de resistência naqueles profissionais mais antigos na área que veem a APS com suas concepções e significado, porém, na prática realizam como se fosse um pronto socorro em vez da preventiva focam na curativa, hoje surge uma luz no fim do túnel com a planificação mostrando que organizando a casa tudo fica conectado, fazendo uma APS cada vez mais preparada e humana para as resolutividades.
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    Rodrigo Leal daSilva Relato de experiência e avanços no fortalecimento da Atenção Primária na Unidade Laboratório Morada da Barra PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO planificasusresende@gmail.com Resende - RJ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Saúde no Brasil parte dos princípios do SUS e a Atenção Primária é a porta de entrada do sistema, acolhedora, preventiva e resolutiva. Hoje há uma incoerência entre as necessidades de saúde da população e o modelo proposto. É preciso observar e oferecer ao usuário o que ele precisa e não o que ele quer, através da avaliação e estratificação de risco. Reformulando e adotando novos fluxos, observamos melhorias no processo, com estratificação de risco, agendamento com hora marcada, padronização das atividades, conscientizando toda a equipe sobre a importância de seu trabalho dentro do sistema e principalmente o papel da Atenção Primária dentro da Rede. O atendimento hospitalar passou a ser a principal opção da população que busca sempre a solução através de medicações. Com o aumento das condições crônicas a Atenção Primária deve se reestruturar e resgatar seu papel preventivo, resolutivo e ordenador no processo. Com a implantação do Planifica SUS, já observamos melhorias na Unidade, na organização dos fluxos, no sistema de agendamento, fim das longas filas, cadastramento e estratificação de toda a área de cobertura, mapeamento epidemiológico e principalmente motivação de toda equipe com maior humanização do atendimento. Toda a equipe está envolvida, nas oficinas e no processo de tutoria, momentos que permitem a discussão, estabelecendo maior vínculo entre a gestão, profissionais e comunidade. A importância de conhecer as necessidades de seus usuários, o planejamento das atividades, a valorização do trabalho em grupo e o papel da Atenção Primária como ordenadora do processo. A Planificação valoriza a Atenção Primária, gera motivação profissional, garante atendimento qualificado proporcionando resolutividade e promoção de saúde.
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    Angela de MeloSantos, Raquel Ferreira Coelho, Juliana Lima Costa de Souza ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS COM TEA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: POSSIBILIDADES E AVANÇOS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO anjapedagogia@hotmail.com CAXIAS - MA AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPEMEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O reconhecimento dos sinais iniciais da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) necessita de um olhar diferenciado, e a equipe da APS pode detectar precocemente e trabalhar as ações com foco no autocuidado apoiado tanto o usuário quanto a família. Usuários com diagnóstico de TEA sem o devido acompanhamento para a condição que tem. Atendimento individualizado, orientação aos pais quanto a atividades a serem realizadas em casa, atendimento com fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e assistente social para a criança com TEA e familiares. As intervenções realizadas trabalham a seletividade alimentar, aquisição da fala, arte terapia, coordenação motora fina e coordenação motora grossa, assim como a aceitação e envolvimento da família no processo e reabilitação. É sabido que as terapias necessárias para o tratamento de pessoas com autismo, constituem em um orçamento alto, sendo necessário o acompanhamento de equipe multidisciplinar, assim como o cuidado aos cuidadores desse indivíduo. Sendo que se for estimulado precocemente a chance de desenvolvimento em todos os aspectos dos indivíduos as chances de reabilitação são enormes. A aceitação da família quanto ao transtorno dos filhos e busca de melhoria para o tratamento, desenvolvimento da fala, diminuição de estereotipias, melhora na coordenação motora grossa e fina, socialização e aceitação de alimentos, em que a criança não tinha interesse. Assiduidade nas atividades com a equipe multidisciplinar e em outras instituições e a continuidade das atividades na residência familiar e um olhar bastante atento dos ACS quanto aos sinais de desenvolvimento/ou atraso e com isso procurar encaminhar para o atendimento nos serviços de saúde. Mediante intervenções precoce, durante as terapias os familiares, passam a ver o indivíduo com transtorno de forma diferenciada, focando nos avanços. Assim como a significância dos atendimentos e a formação com os ACS, que monitora suas áreas de atuação através da estratificação de risco e com foco no plano de cuidado. Durante o projeto, foram realizadas capacitações com os ACS de três UBS, para identificação de possíveis casos de TEA, para posterior acompanhamento com os profissionais da Equipe NASF-AB e, se necessário, encaminhar aos serviços especializados, focando sempre a autonomia do sujeito quanto ao auto cuidado. A atenção Básica, segundo as Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo, diz que as equipes profissionais são importantes na identificação de sinais iniciais de problemas de desenvolvimento. Isso só é possível quando os territórios estão definidos, estratificados e planos de cuidados realizados. CONTEXTO
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    A Implantação daEstratificação de risco da gestante na Região do Café: Fortalecendo o vínculo entre a Atenção Primaria em Saúde e Atenção Ambulatorial Especializada PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO elilicausa@aol.com CACOAL-RONDONIA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Silva, Elisangela Oliveira Lins, Laís Fernanda Tenório Carris, Keila Pulqueiro Varjão O Modelo de Atenção as Condições Crônicas, veio para organizar o funcionamento das Redes de Atenção à Saúde (RAS). Sendo implantado na Região do Café, através do processo da Planificação, trouxe parâmetros para estruturação e organização das redes. O processo foi introduzido no que tange a área materna e infantil, com intuito de reduzir a mortalidade. Os indicadores de mortalidade materna no Estado de Rondônia apontam níveis altos, observa-se superlotação nas maternidades de médio e alto risco, evidenciando que o manejo desta condição, não só pela Atenção Primaria em saúde, como por toda a RAS, não era resolutivo, não havia parâmetros para estratificação dos riscos e nem protocolos instituídos. Como matriciadores a Atenção Ambulatorial Especializada identificou as dificuldades na aplicação da ficha de estratificação por parte dos profissionais, trazendo a problemática ao conhecimento dos gestores, onde foi proposto a capacitação de toda a rede, e visitas e in loco em cada município pelos profissionais da AAE, estabelecendo a comunicação, que ainda era inexistente na rede e compartilhando as dúvidas no manejo das gestantes. Através das oficinas e tutorias realizadas na Região evidenciaram que não havia organização na RAS, pois grande parte das APS não tinha a base populacional cadastrada, deixando os grupos populacionais prioritários, como as gestantes sem a assistência apropriada para a sua condição clínica, pois o manejo através da estratificação de risco era ineficiente. A consequência foi a fragmentação da assistência direta, tornando as urgências e emergências congestionadas por despreparo e não continuidade adequada do cuidado prestados. A aproximação das equipes se deu através das oficinas, onde toda a região foi envolvida. Após com a instituição das reuniões semanais para as equipes alavancou nos microprocessos, tornando assim os planos de ação como guia para identificar os problemas, e traçando estratégias para implantação das melhorias propostas pelo CONASS. Foram instituídas planilhas no Excel para o monitoramento dos compartilhamentos, possibilitando a identificação não só da Atenção Primaria Saúde de origem, como também do profissional que estratificava de forma errônea, dando assim subsídios para a equipe trabalhar pontualmente com as problemáticas levantadas. A implementação adequada da estratificação de risco das gestantes possibilitou na região, não só identificação precoce dos riscos e o manejo adequado para as diversas condições, como também a comunicação efetiva dos profissionais, que era inexistente. O processo fortaleceu a RAS, aproximou a região polo dos demais municípios, onde possibilita a troca de experiências, e a busca constante por melhorias. A Ficha de Estratificação é um instrumento altamente norteador sobre os próximos passos a serem realizados, para o desenvolvimento do quadro clínico, e os parceiros necessários para seguimento do caso. A visão multiprofissional integra a gestante como um todo, fortalecendo o autocuidado apoiado e o empoderamento quanto a sua condição. A Ficha de Estratificação de Riscos das gestantes está em constante estudo, para melhor identificar e trabalhar os quadros maléficos para uma gestação. Muitos foram os avanços na região, principalmente no que tange a comunicação da RAS, e o manejo adequado da gestante estratificada como alto risco, pois possibilita a identificação precoce dos riscos, minimizando não so as sequelas, como também os números de mortalidade na fase gestacional.
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    Rita Torres Sobral,Isabella Cristina Lopes de Souza, Paula Araujo Vahia de Abreu, Janaina Rangel de Lima Porto Pinto, Quezia de Ornellas Soares, Liliane Botelho de Santana A Planificação Como Estratégia de Fortalecimento da Assistência Farmacêutica na Atenção Primária à Saúde – experiência do CSEGSF/ENSP PROBLEMA A desigualdade do acesso, o manejo inadequado, a falta de seguimento de padrões definidos em diretrizes clínicas, o impacto dos erros de medicação e questões econômicas são algumas razões que colocam o mau uso dos medicamentos como um problema a ser combatido inclusive dentro das unidades básicas. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO A apostila de planificação foi revista pelos farmacêuticos da CAP 3.1 e das unidades envolvidas nas oficinas em algumas reuniões e debates, para que o texto refletisse a realidade do território. Os grupos nas oficinas tiveram pelo menos um facilitador farmacêutico, preferencialmente das UBSs. A importância dos processos de trabalho e as possibilidades de contribuição no cuidado foram enfatizadas. CONCLUSÃO A oficina de planificação foi uma grande oportunidade de dar visibilidade ao trabalho realizado pelas equipes de Farmácia das unidades e de demonstrar que a atenção à saúde tem muito a ganhar garantindo condições para o cuidado farmacêutico, tendo assim fortalecido a assistência Farmacêutica na APS. ritasobral@ensp.fiocruz.br Rio de Janeiro - RJ CONTEXTO As ações de Assistência Farmacêutica visam garantir o acesso aos medicamentos e seu uso racional, atuando em diversas áreas, desde a logística de abastecimento, para garantir sua disponibilidade oportuna, até a farmácia clínica, e na perspectiva da segurança do paciente, evitando dano desnecessário AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Por razões econômicas e sanitárias, impõe-se, nas RAS, organizar e fortalecer a assistência farmacêutica, como um de seus sistemas transversais de apoio. Este engloba dois grandes campos: a logística e a farmácia clínica. Em geral, prevalecem os esforços quanto aos ciclos logísticos, mas é preciso garantir condições para que sejam realizadas também ações relacionadas ao cuidado farmacêutico. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE A proposta das Redes de Atenção à Saúde é uma organização contínua de todos os níveis de atenção. A Planificação traz discussão, reflexão e propostas aos processos de trabalho por meio de oficinas temáticas objetivando a operacionalização das RAS. A adaptação da oficina de assistência farmacêutica para a realidade do território foi uma oportunidade de dar visibilidade ao tema, envolvendo a equipe. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS As melhorias se deram desde a elaboração da apostila, entre os farmacêuticos envolvidos, durante as oficinas, com a apresentação e o reconhecimento da importância dos processos de trabalho, e após, com o maior entrosamento entre a equipe e os outros profissionais de saúde, possibilitando maior contribuição da assistência farmacêutica no cuidado. LIÇÕES APRENDIDAS O reconhecimento da importância dos processos de trabalho dentro do contexto de garantia de acesso e uso racional de medicamentos, trouxe mais motivação para a equipe da Farmácia que aprimorou registros e investiu em demonstrar suas ações em congressos, tendo obtido uma menção honrosa no trabalho sobre intervenção farmacêutica, no X RioPharma
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    SOUZA, Claudiana Duarte1;REIS, Ana Paula Oliva; MENDONÇA, Ana Paula Vieira Alves; FRANÇA, Clóvis de Oliveira; ARAGÃO, Fernanda Barreto; FERREIRA, Guadalupe; JÚNIOR, João dos Santos Lima; ALVES, Luciana Santana Santos; SILVA, Maria do Socorro Xavier da; A Planificação Da Atenção À Saúde Promovendo Maior Integração Entre Os Profissionais De Saúde E Qualificando O Atendimento Ao Usuário Do SUS: Relato De Experiência. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO claudiasouza@hotmail.comSalgado/Sergipe CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A PAS, pareceria entre CONASS, MS e Hospital Albert Einstein pelo PROAD-SUS chegou a Sergipe com grande potencial de organização e melhoria no trabalho e relações interpessoais dos participantes. No município de Salgado a Unidade Laboratório é a UBS Pov Água Fria com ações alcançando as demais UBS. A PAS trouxe consigo a lição que organizando é possível fazer mais e de forma mais tranquila, também de não deixar de acreditar que é possível melhorar e que a união de esforços e o uso das ferramentas corretas são o caminho para se alcançar o sucesso que todos desejam. A planificação ainda está em andamento na UBS Água Fria, sabemos que há um longo caminho a ser percorrido, que muitos desafios virão e precisarão ser superados, porém mediante tudo já foi vivido até aqui, estamos dispostos e entusiasmados a ir adiante, rumo ao sucesso. Avante SUS! Este é o lema. ↑ Demanda ↑ Insatisfação Profissional ↓ Relacionamentos Interpessoais ↑ Fragilidade nos Atendimentos ↓ Organização dos Processos ↑ Insatisfação ↓ Ordenação dos Insumos ↓ Entendimento de APS e ESF ↑ Atrito membros da eSF e Gerência de UBS ↓ Fluxos Definidos Ferra- mentas do Planifica SUS Oficinas Tutoriais e Colegia- do Gestor Plano de Ação e Devolu- tivas com os tutores Reconhe cimento da UL Organi- zação de Proces- sos Estratific ação Mudan- ça de Pensa- mento e Intera- ção ↑ Fluidez Processos e Relações Realização das Ações do Plano ↑ Satisfação e Comprometimen to Planificação da APS (melhoria das Condições de Trabalho e Energias Renovadas, Qualidade do SUS) Profis- sionais Ges- tão
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    Carolina Leite Ossege,Cássia de Andrade Araújo, Maria Luiza Alves Naves dos Santos e Laila Melo Dantas Torres O CAMINHAR DO CEDHIC NA CONSOLIDAÇÃO DA AAE REGIÃO CENTRO-SUL PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO ossege.c@gmail.com Brasília/Distrito Federal CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Foi realizada a análise situacional do serviço ambulatorial da Região de Saúde Centro-Sul do Distrito Federal, para a implementação do Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (CEDHIC), que opera em modelo tradicional e contempla a linha de cuidado do PlanificaSUS, em hipertensão e diabetes. A limitação do fator humano (envolvido na mudança do modelo de atenção à saúde), culminou em baixa adesão inicial ao processo. Além disso, percebeu-se a necessidade de adequação do ambulatório para rodar o Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC). O desafio posto foi o de envolver toda a equipe, tanto da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) quanto do colegiado gestor, em torno da identificação das necessidades do ambulatório. Para tanto, fez-se necessário compreender a que veio a planificação, de que modo a equipe começou a se inserir dentro das etapas propostas e, a partir daí, projetar um envolvimento maior no processo. A atual inserção do serviço ocorre na lógica de um sistema fragmentado. É evidente o funcionamento com base na demanda por oferta, em detrimento do reconhecimento do território. Além disso, pode ser apontada a dificuldade de estabelecimento da atenção em rede, considerando a integração entre os serviços, as barreiras de acesso e o efeito velcro. Oportunamente, verificou-se as expectativas dos profissionais (listadas à direita) durante a reunião de equipe. Além disso, notou-se que os servidores superaram as resistências iniciais. Como todo processo, leva-se tempo para a análise, o planejamento e a consolidação das ações. A todo momento, faz-se primordial envolver a equipe e identificar as limitações existentes, sendo o registro do processo parte fundamental. A estruturação dos processos da AAE consiste em um desafio, na medida em que exige a superação de limitações físicas, estruturais e de recursos humanos para a implementação do modelo. Esse processo possui um inegável benefício quando se dá de forma motivada, com a finalidade de alcançar as metas propostas. Composição do colegiado gestor da AAE, como potente ferramenta de gestão para a ressignificação dos processos de trabalho e garantia de que a mudança se traduza, na prática, em melhoria Cartazes informativos e comunicação direta com os servidores Questionário de avaliação da satisfação dos profissionais Identificação das necessidades de estrutura física, equipamentos e recursos humanos Reorganização do serviço Satisfação do usuário e da equipe Melhoria dos indicadores de saúde Maior integração e motivação para o trabalho Qualidade assistencial dos atendimentos prestados
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    Tatiane B. Rocha;Luciana S. S. Alves; Maria do Socorro X. Silva; Maria Izabel M. C. Reis; Ana Lúcia S. N. Melo; Ana Paula O. Reis Relato de experiência: Desafios para a implantação atenção ambulatorial especializada na Região de Saúde de Lagarto sob a perspectiva de ter assistência ao usuário do SUS de forma qualificada, integrada em rede de atenção à saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO tatinha_batistarocha@hotmail.com LAGARTO / SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Região de Lagarto: ● formada por seis municípios ●aproximadamente 259.261 mil habitantes ● incidência de óbitos na fase materno-infantil em Sergipe ● Projeto PlanificaSUS realizado na rede materno-infantil Como reestruturar o ambulatório da unidade laboratório especializado para garantir a linha de cuidados materno- infantil da atenção ambulatorial especializada a partir do Modelo de Atenção das Condições Crônicas (MACC). ● Projeto com 100% de envolvimento dos gestores estaduais, municipais, membros do grupo condutor estadual e regional, e gestores da unidade laboratório. ● “Fazer junto” com a equipe, analisando e discutindo através da construção dos “Planos de Ações” com prazos estabelecidos para cada tarefa. ● ações corretivas a partir das fragilidades apresentadas. ● Atender a proposta da linha de cuidado materno-infantil no ambulatório especializado a partir do MACC, visto que, faz-se presente apenas nesta unidade as categorias de profissionais: técnico de enfermagem, enfermeiro e médico, os quais não atendem aos critérios trazidos na carteira básica. ● Monitoramento e avaliação contínua fase a fase do projeto. ● Etapas superadas e outras a serem superadas com clareza do que se deve fazer. ● Aspectos positivos na equipe referente a mudança no “modus operando” . ● Entraves na atenção ambulatorial especializada, visto que o laboratório em curso não contempla a carteira da linha de cuidado materno-infantil baseado no MACC. ● Através das ferramentas aplicadas notou-se a necessidade da reorganização e reestruturação do ambiente e da equipe operacional para atender a proposta de organização da atenção ambulatorial especializada em rede com a Atenção Primária à Saúde. ● O projeto vem permitindo avaliar o que é feito e o que se deve fazer, dando força e apoio para que os entraves sejam verificados e superados da melhor forma para garantir a organização da Atenção Ambulatorial Especializada em rede com a Atenção Primária à Saúde na região de Lagarto.
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    SÔNIA APARECIDA GOMES;KÊNIA LEAL PIMENTA; MELYNE SERRALHA ROCHA O USO DO APLICATIVO WHATSAPP PARA AGENDAMENTO DE CONSULTAS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO sonia.uaipp@gmail.com UBERLÂNDIA/MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Atualmente, grande parte da população dispõe de telefone celular. A incorporação dessa ferramenta nos processos de trabalho nas UBSs deve ser considerada. A utilização das mídias sociais se tornou um facilitador no cotidiano e deve ser aproveitada para melhorar o acesso aos agendamentos de consultas. O tempo de espera para o agendamento de consultas, a dificuldade de locomoção à unidade, o intenso fluxo de pacientes na central de marcação e a alta demanda de ouvidorias tornavam os agendamentos morosos e trazia insatisfação dos usuários. A incompatibilidade de horários para agendamentos presenciais e o tumulto decorrentes de filas na unidade, somados à organização dos processos de trabalho com a implantação da Planificação da Atenção à Saúde, nos motivou a implantar o uso da tecnologia do WhatsApp para facilitar os agendamentos. O envolvimento da equipe foi primordial para a mudança do processo de trabalho. A mesma foi sensibilizada sobre a problemática e, posteriormente, capacitada para aprimorar o manejo do aplicativo a fim de garantir a qualidade e agilidade do atendimento aos usuários. Definiu-se pelo uso do aplicativo WhatsApp, como elo facilitador do processo de agendamento, uma vez que ele possibilita mensagens instantâneas sem custos para o serviço e usuários do SUS. Foi implantado em todos os computadores da recepção o aplicativo WhatsApp Business e divulgado o número para todos os usuários que se deslocavam até a marcação de consultas e salas de espera da unidade. O comprovante de agendamento é fotografado por meio de print e disponibilizado no WhatsApp da pessoa solicitante. A confirmação de presença da consulta também é realizada via WhatsApp. São realizadas análises de gráficos e relatórios mensais das consultas agendadas por meio do aplicativo. O atendimento via aplicativo proporcionou a redução dos atendimentos presenciais, diminuindo filas na unidade, além de ser uma inovação que facilitou o acesso do usuário. No Brasil, a utilização de mensagens instantâneas é um dos principais usos dos aparelhos móveis. A partir disso, concluímos que o uso do aplicativo WhatsApp para o agendamento dos usuários é fundamental: de fácil acesso e que gera maior praticidade e modernidade no processo do atendimento. A experiência do atendimento ao público pelo WhatsApp demonstrou que a utilização desta tecnologia leve beneficia tanto os usuários quanto o próprio sistema de saúde, gerando maior conforto e satisfação.
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    Autores: Luiz LeonardoNobrega / Edna Ferreira Santos / Lucia Marques Cuidado Centrado na Pessoa com Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde (APS) em uma de Área de Planejamento (AP) do Município do Rio de Janeiro PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO nobrega20@gmail.com Rio de Janeiro - AP 3.1 CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O fortalecimento dos Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas é um desafio no cotidiano institucional para gestores, profissionais e usuários, então é fundamental cocriar processos que agreguem valor para vida das pessoas que nascem, crescem e envelhecem no território vivo. O cuidado centrado na doença, no procedimento e na agudização das condições crônicas; dificuldade em realizar encaminhamentos adequados por falta de consenso no uso de múltiplos protocolos; variação de fluxos internos e de padronização; falha e falta de registro qualificado. Utilização do Modelo da Construção Social da Atenção Primária à Saúde e do Modelo de Atenção às Condições Crônicas para o gerencimento dos Macroprocessos de Atenção às Condições Crônicas propondo cuidados centrados na pessoa; Alinhamento de Protocolos e Fluxos; Qualificação dos profissionais; Qualificação de Registros; Estruturar o monitoramento e avaliação; Gestão de casos complexos. Criação do Painel de Monitoramento da Linha de Cuidados de Doenças Crônica Não Transmissível; Portal de monitoramento das pessoas com lesões; Monitoramento do insulinodependente; Auditoria de Prontuário; Projetos de organização da porta de entrada e reorganização de agenda; Quadro de inconformidades; Sessão clínica para indução para raciocínio clínico, Encontro mensais de Educação permanente. Variabilidade dos fluxos internos que direcionam as condições agudizadas e crônicas, Fragilidade na capacitação da equipe em relação a classificação e estratificação de risco; Manejo clínico inadequado das pessoas com condições crônicas; Indefinição de Fluxos de Rede para algumas condições crônicas; Desenvolver habilidade no manejo do prontuário eletrônico do cidadão. Planilha de estratificação de risco; Painel de Monitoramento da Linha de Cuidado de Doenças Crônicas Não Transmissíveis; Identificação de inconformidades; Perfil das pessoas com lesões; Enfermeiro como protagonista no cuidado da pessoa com lesão; Gestão dos insumos para o curativo conforme protocolo. Criação de instrumentos de monitoramento, Potencialização do cuidado das condições crônicas pelos ciclos de vida; Reorganização dos insumos de insulinodependentes na rede; Altas por cicatrização de lesão; Participação do processo de formação dos facilitadores da PAS e aproximação com profissionais da rede; Apropriação do E- SUS. Aproximação da alta liderança da CAP; Encontros com Assessoria Técnica Divisão de Ações e Programas de Saúde/Núcleo Interno de Regulação/Núcleo de Assistência Farmacêutica, Consultorias do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Reuniões com Gestores da unidades laboratórios de inovação da PAS; Capacitações com Profissionais da APS e do NASF-AB. Descobrimos que: Trabalhar com uma visão sistêmica e com fator humano é importante na organização de redes e na entrega de valor; A ocorrência de óbito materno evitável tem relação com às doenças crônicas; O cuidado centrado na pessoa e as boas práticas relacionados à condição crônicas precisam de indução; O monitoramento é contínuo. Interação com as consultoras do CONASS provocou atitudes para mudanças estratégica na operacionalização da metáfora da casa na APS e instrumentalizou a linha de cuidado para enxergar questões relacionadas às condições crônicas que estão invisíveis no território e que exigem contínua capacitação.
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    Aceitar a proposta Aderir ao programa Organizaçãodo Workshop de abertura Intervenção mensal: participando cerca de 1.850 profissionais e 14 unidades laboratório em oficinas tutorias. MARA RÚBIA DO NASCIMENTO MELO; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE OLIVEIRA FRANÇA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT. O PAPEL DA GOVERNANÇA NA ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO A SAÚDE: COMO ADERIMOS AO PLANIFICASUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO [mara.pmi@hotmail.com] ITABAIANA/SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Desistência de um estado da federação ao PlanificaSUS: oportunidade ofertada para 2ª região de Sergipe. Decisão da adesão: precisava ser tomada em 24hs. • Como reunir 14 gestores municipais de saúde para decidir sobre a adesão em um espaço curto de tempo, sem a possibilidade de discussão ampliada e apresentação das proposta do projeto? Rede de articulação formada: Medição das melhorias: • Indicadores de participação dos profissionais nos workshops; • Participação e satisfação das equipes trabalhadoras das unidades laboratório; • Avanços na organização da APS medidos pelos próprios indicadores do PlanificaSUS. Efeitos das mudanças: organizar a RAS da região = integração efetiva entre AAE e APS. Importância do sistema de governança local para a organização do SUS: • Ausência de um grupo coeso = poderíamos ter perdido a oportunidade de estar com ferramentas concretas para a organização da RAS. Vislumbramos a melhor organização de nossos serviços aos nossos usuários e reforçamos esse compromisso mês a mês da reunião de grupo condutor, quando maciçamente estamos presentes para discutir e rediscutir o processo. Participar do PlanificaSUS e adquirir ferramentas técnico gerenciais Precisávamos neste comento ser um grupo coeso e tomar a melhor decisão Oferta irrecusável Utilização da governança Alianças estratégicas pré- estabelecidas Resposta em período escasso de tempo
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    SANDRA HILDEBRANDT DOSSANTOS UMA PERSPECTIVA REGIONAL DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE PROBLEMA: Dificuldades na sensibilização dos profissionais de saúde para adesão ao projeto de planificação, tornando o processo segmentado. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO: Os Tutores Regionais optaram por construir um calendário de visitas aos 7 municípios que recebiam a tutoria na Unidade Laboratório em Santo Augusto, o objetivo era trabalhar com 100% dos trabalhadores de saúde deste polo. Intervenção: Visita de sensibilização para os municípios com agenda com as equipes num turno e com a gestão no outro. CONCLUSÃO: Realizar a planificação é um processo continuo, dever de toda a Regional de Saúde, exige o fortalecimento de vínculos entre os profissionais da Coordenadoria e os profissionais dos municípios; o acompanhamento deve ser constante e contínuo. Sandra-hildebrandt@saude.rs.gov.brIJUÍ/ RIO GRANDE DO SUL CONTEXTO: No segundo semestre de 2018 foi proposto aos profissionais da 17ª Coordenadoria de saúde iniciar as atividades da planificação, seríamos a primeira coordenadoria a conduzir o processo da Planificação de forma descentralizada, assumindo todas as fases do processo, com ênfase na gestão. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS: Grande parte dos trabalhadores de saúde não acreditavam no método, tornando o momento da planificação um processo isolado, com ênfase na leitura de textos e cumprimento de tarefas. Facilitadores e Tutores municipais enfrentavam dificuldades para envolver as equipes nas atividades de dispersão. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE: Foi criando um grupo condutor regional da planificação pra discussão dos problemas evidenciados. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS: A realização das atividades de dispersão com ênfase no cadastramento e classificação de risco das famílias. Efeitos da mudança: Segundo relato das tutoras as equipes se apropriaram do processo, nas apresentações das atividades tivemos mais participação de diferentes profissionais de saúde. As avaliações das oficinas apresentaram saldo positivo. LIÇÕES APRENDIDAS: A Planificação requer comprometimento dos profissionais que estão conduzindo o processo.
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    Medição das melhorias: •Redução do número de encaminhamentos ao especialista; • Número de planos terapêuticos singulares estabelecidos; • Matriciamento dos especialistas a equipe mínima alocada. • Efeitos da mudança: maior resolutividade → organizar a Clinica para demanda com base na população adscrita, com a atenção centrada na pessoa, exercendo a responsabilização sanitária e o vínculo com a população. Estruturar a porta de entrada do SUS: • organização da Clínica de Saúde da Família; • garantir a oferta de acordo com a demanda populacional, • retirar a cultura da consulta Vincular a população às suas respectivas equipes: especialistas presentes no município possam atuar como matriciadores. Verificar: • carga horária de cada especialista; • origem da demanda; • escopo do atendimento. PRISCILLA DE MELO RAMOS; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE OLIVEIRA FRANÇA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT. ORGANIZANDO O ACESSO NA UNIDADE LABORATÓRIO DE ITABAIANA/SE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO [pri.mramos22@gmail.com] CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Unidade laboratório: Clínica da Saúde da Família Vereador Vivaldo Menezes. Profissionais atuantes: 2 ESF´s, 2 ESB´s, 1 NASF e diversas especialidades funcionando como ambulatório = 64 profissionais de saúde. Disposição de 15 especialistas que exercem suas atividades em organização de ambulatório, de forma complementar as equipes de Atenção Básica. Possibilidade de melhor organizar a atenção a saúde em Itabaiana, na égide do custo/efetividade, organizando a porta de entrada para o modelo da atenção centrada na pessoa = garantia da resposta que a população espera do SUS. Observar o quadro de especialistas que desenvolvem suas atividades na Unidade Laboratório ESF, ESB e NASF: dissonância de atuação de acordo com a Política Nacional de Atenção Básica. Cultura da consulta, no lugar do cuidado compartilhado. Especialistas: exercendo a lacuna deixada no cuidado primário pela APS = deixa de garantir o acesso a quem realmente necessita. Aplicação dos instrumentos do PlanificaSUS nas Oficinas Tutoriais Evidência da necessidade de organizar o acesso às especialidades Mobilização das equipes através de ações elencadas no Plano de Ação Criação de um Ambulatório de Atenção Especializada Municipal poderá melhorar o acesso e economia de escala? Impacto da permanência ou retirada dos especialistas • qual o cuidado estamos ofertando? • qual o custo desse cuidado? • estamos respondendo às suas necessidades na melhor perspectiva custo/efetividade?
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    Neusa Conceição deSouza Relato de experiência sobre a contribuição e condução do Grupo Condutor Municipal de Dom Aquino-MT na planificação da APS com as equipes de saúde da família do município. PROBLEMA Fazer com que o grupo condutor participe ativamente das atividades da planificação, através dos workshops, das oficinas tutoriais e momentos de estudos. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO -Buscar apoio e desenvolvimento do GCM. -Formação de tutores. -Fazer momento de estudo com o GCM. -Socializar as informações. -Fazer Plano de ação. CONCLUSÃO O projeto propõe um SUS mais humanizado, qualificado, sustentável para atender as necessidades dos usuários. Crescimento dos profissionais. souzaneusa@hotmail.com Dom Aquino - MT CONTEXTO Dom Aquino aderiu ao projeto da Planificação da APS (MS/CONASS/HIAE), com o objetivo de organizar e integrar a APS e AAE em uma RAS, efetiva e resolutiva para o usuário do SUS. Esse projeto iniciou-se na UBS Vila Planaltina UL APS equipe 1. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS -Dificuldades do GCM na expansão para as outras 2 Unidades. -Falta de apoio do poder Estadual para a expansão. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE -Participação nos workshops, oficinas tutoriais mensais, momentos de estudos semanais. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS O GCM apresenta um vínculo com a planificação, integrando a teoria com a prática, se responsabilizando com as atividades e buscando as melhorias possíveis dentro de suas áreas de atuação. LIÇÕES APRENDIDAS -Necessidade de fazer o planejamento das ações em equipe. -Organização dos serviços. -Valorização do usuário. Administração Municipal Secretaria Municipal de Saúde Dom Aquino-MT EQUIPE - 1 GCM EQUIPE 1,2 e 3
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    Ms. Emalline Angélicade Paula Santos – Psicóloga (CIS/AMCESPAR – PPGDC/UNICENTRO) Profa. Dra. Cristina Ide Fujinaga – Fonoaudióloga (DEFONO – PPGDC/UNICENTRO) Prof. Dr. Gustavo Zambenedetti – Psicólogo (DEPSI – PPGDC/UNICENTRO) Jackeline da Rocha Vasques – Enfermeira (NDS – SESA/PR) Willidiane Tessari – Enfermeira (CIS/AMCESPAR – PPGDC/UNICENTRO) Planificação da Atenção à Saúde como dispositivo de reorganização do processo de trabalho: A Territorialização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO emallineaps@hotmail.com 4ª Região de Saúde/Paraná CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A 4ª Região de Saúde do Paraná, composta por 9 municípios, é pioneira do PlanificaSUS na Linha de Cuidado do Idoso. O Projeto propõe a organização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) em Rede com a Atenção Primária à Saúde (APS). A AAE está localizada em Irati, representada pelo CIS/Amcespar. Um dos problemas identificados durante a Etapa 2 do PlanificaSUS (Território), foi o desconhecimento da equipe do CIS/Amcespar em relação ao território de abrangência da AAE e a necessidade de realizar o mapeamento diagnóstico da Região para efetivar o modelo de gestão com base populacional. Analisando a capacidade operacional do Ambulatório do CIS/Amcespar, identificou-se que o desconhecimento dos profissionais em relação ao território de abrangência da AAE se dá em decorrência de ser a mesma equipe que realiza os atendimentos de todas as Linhas de Cuidados, sendo que cada uma ocorre em um dia da semana. Dessa forma, a equipe exercia somente a função assistencial prevista para a AAE. Para efetivar a territorialização, a equipe da AAE, composta por 16 profissionais (1 Assistente Social, 1 Cardiologista, 1 Endocrinologista, 3 Enfermeiras, 1 Farmacêutica 1 Fisioterapeuta, 1 Fonoaudióloga, 1 Geriatra, 1 Nutricionista, 1 Obstetra, 2 Pediatras, 1 Psicóloga, 1 Técnica de Enfermagem) foi dividida em duplas, de modo que cada dupla, ficou responsável pelo cadastramento de um município. A equipe do CIS/Amcespar desenvolveu instrumentos padrão de registro dos dados e demais informações relevantes que pudessem auxiliar os profissionais durante as visitas aos municípios e facilitar o cadastramento dos serviços. Além disso, elaborou um checklist de cada uma das Linhas de Cuidado, contendo os critérios de encaminhamentos para a AAE para ser disponibilizado às equipes da APS. A territorialização ocorreu durante 2 meses. Cada dupla realizou visitas aos 9 municípios da região visando a integração com as equipes da APS, buscando o cadastramento dos serviços e a identificação dos pontos de apoio, analisando as singularidades de cada município, além de realizarem orientações sobre o trabalho da AAE, bem como sobre os critérios de encaminhamento, através do checklist. Os dados produzidos pela equipe da AAE durante a etapa da territorialização foram sistematizados em uma planilha de Excel, criada pela equipe do Ambulatório, onde foi possível evidenciar a realidade do território de abrangência da AAE e a necessidade de planejar e organizar o trabalho da AAE de acordo com as necessidades da APS. Essa experiência produziu mudanças na reorganização do processo de trabalho da AAE. A aproximação entre as equipes da AAE e da APS possibilitou a integração entre os profissionais, repercutindo na busca e construção conjunta de estratégias de melhorias para os casos compartilhados entre as equipes, tornando os encaminhamentos destes mais efetivos. A intervenção da territorialização possibilitou que a equipe da AAE conhecesse o seu território de abrangência e reconhecesse a necessidade de exercer, além da função assistencial, a função educacional e supervisional. Além disso, contribuiu para que a equipe da AAE buscasse construir estratégias e ferramentas que viabilizem o apoio matricial. Para que o trabalho em Rede se desenvolva de forma efetiva é importante que a AAE conheça o seu território de abrangência e exerça as quatro funções previstas: assistencial, educacional, supervisional e de pesquisa. Também é fundamental o uso de tecnologias leves para a integração entre a AAE e APS.
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    MARQUES,M.S; ROCHA,K. CRIAÇÃO DOPROTOCOLO CLÍNICO DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS NOS MUNICÍPIOS QUE COMPÕE A REGIONAL DE SAÚDE CENTRAL DO ESTADO DE GOIÁS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO marlice.marques@goias.gov.br Goiânia-GO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Responsabilidade de todas as esferas de governo Qualificação da força de trabalho - gestão e atenção à saúde - estimular e viabilizar a formação - educação permanente e continuada dos profissionais Linha de cuidado definir e implementar protocolos e diretrizes clínicas com base em evidências 3 oficinas presenciais 8 horas Turma com 30 profissionais de nível superior que atuam na APS - Diabetes; - Obesidade; - Hipertensão. Participação do Gestor Municipal → criação do fluxo de atendimento Goiás não possui uma linha de cuidados pactuada atualizar os profissionais de nível superior que atuam na AP Diagnóstico Tratamento  Facilitando o acesso do usuário às unidades e serviços dos quais necessita Monitoramento e avaliação Indicadores preenchidos pelos próprios municípios prestadores destes serviços Oficinas → Equipe interdisciplinar → Secretaria de Estado de Saúde de Goiás → Atenção à Saúde da Regional Central Multiplicação nos municípios Tutores da planificação Educação em saúde reflexão crítica sobre as práticas de atenção, gestão e formação Educação continuada aperfeiçoamento das habilidades dos profissionais Primeiro módulo Tutores da regional Central Grande aceitação Na futura aplicação para os profissionais do município piloto Acredita-se em rápidos efeitos positivos da mudança
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    DIEGO CAMILO PINTO;TOBIAS MARTINS QUEIROZ NETO A IMPORTÂNCIA DO GRUPO DE FIBROMIALGIA NA REDUÇÃO DA LISTA DE ESPERA PARA CONSULTAS DE REUMATOLOGIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO diegosep86@gmail.com UBERLÂNDIA/MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A fibromialgia é uma condição que se caracteriza por dor muscular generalizada, crônica que dura mais que três meses e é acompanhada de sintomas típicos, como sono não reparador e cansaço. Pode haver também distúrbios do humor como ansiedade, depressão, alterações da concentração e memória. Em Uberlândia com a implantação da Planificação da Atenção à Saúde os protocolos de encaminhamento para os especialistas foram revistos. As filas da Reumatologia era um ponto crítico. Não bastava só intervir na fila, pois o tratamento é multifatorial. O Centro de Especialidades em Reabilitação (CER) já realizava um grupo de Fibromialgia com sucesso nos resultados. As equipes de saúde da família foram matriciadas pela equipe do CER, o que trouxe um ganho no manejo da doença. O Trabalho em grupo propicia o desenvolvimento da consciência do não isolado e que não é o único a ter problemas, possibilitando reconhecer limitações e semelhanças identificadas com as experiências dos outros e maior compreensão sobre si mesmo promovendo trocas e vivencias com cidadãos em condições crônicas similares. Conclui-se que os grupos de fibromialgia se consolidaram na atenção primária, os encaminhamentos para o especialista em reumatologia estão melhores qualificados e as filas reduziram 50% em 07 (sete) meses. As práticas corporais estão gradativamente ganhando espaço na vida dos pacientes e com isso os benefícios dos exercícios físicos estão indo além do tratamento da fibromialgia. Os pacientes irão passar por uma avaliação na unidade. A maioria dos casos apresentarão outras doenças associadas, como, as osteomusculares e serão encaminhados para o grupo de fibromialgia. As intervenções ocorrem com duração prevista de 12 semanas e serão realizadas em grupos com auxílio da equipe multiprofissional. A equipe deverá verificar individualmente o cumprimento das metas estabelecidas pelo próprio paciente no início do projeto. No Brasil, a Fibromialgia e a segunda doença reumática mais comum, e com tratamento ineficiente. A prática do exercício físico influencia nas áreas de dores. Estudos demonstraram que a prática de exercícios físicos contribui no manejo da dor, fadiga, depressão e qualidade de vida dos pacientes. As avaliações deverão ser aplicadas no início e no final do projeto, utilizando a Escala Visual Analógica e o Questionário sobre o Impacto da Fibromialgia. Um dos benefícios obtidos através do profissional de educação física está na capacidade dos pacientes em realizar os exercícios físicos resistidos, alongamentos e aeróbios e que em médio prazo resultará na diminuição da fadiga, estimulará a socialização e melhorará a qualidade de vida. A equipe de profissionais é formada por médico, fisioterapeuta, profissional de educação física, enfermeiro, serviço social, psicólogo, nutricionista e agente comunitário da saúde. O tratamento multiprofissional tem se mostrado a melhor forma de enfrentamento do problema, uma vez que a fibromialgia tem aspectos em diversas dimensões de suas vidas, tanto física, quanto emocional e social.
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    Severino Azevedo deOliveira Junior; Matheus Barbosa Santos; Alessandra Justino Dionísio; Isabelle Albuquerque; Ana Carolina Cunha Tavares; Ana Paula Carneiro de Melo Workshop da Atenção Primária à Saúde em um Município do Estado do Rio Grande do Norte PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO juniorazevedo3719@yahoo.com.brParnamirim/RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O município de Parnamirim-RN, através do Workshop, faz o alinhamento conceitual da APS para a Estratégia de Saúde da Família baseado na metodologia e conteúdo das oficinas do CONASS objetivando a implantação do processo de trabalho a fim de melhorar a assistência aos seus munícipes. Existe atualmente 54 equipes de Saúde da Família, o que corresponde a um percentual de cobertura em torno de 62%, nas quais não há protocolos ou diretrizes clínicas municipais de forma que unifiquem o processo de trabalho, assim como uma avaliação e monitoramento dos dados. Desenvolver um material de qualidade baseado nos princípios de Eugênio Mendes e das oficinas do CONASS. Seguinte a isso, aplicamos para todos os profissionais supracitados, confeccionamos todos os Procedimentos Operacionais Padrão da assistência e implantamos nos equipamentos de saúde, visando a melhoria da qualidade da assistência. Tendo em vista os problemas pontuais da ESF/APS (Falta de comunicação, falta de integralidade e intersetorialidade, falta de coordenação e ordenação da rede de atenção à Saúde, alta rotatividade dos profissionais não concursados) foi planejado um plano de ação englobando tais problemas na tentativa de minimizá-los e saná-los com intuito de qualificar a APS municipal. A falta de padronização interfere diretamente na prestação de serviços de saúde de qualidade para a população adscrita. Isso acarreta numa falta de integralidade dos equipamentos, ausência de comunicação, fragilização a carteira de serviços das UBS de forma que o planejamento é totalmente fragmentado não atendendo de fato a demanda real dos usuários, mas sim um serviço de baseado na oferta. Diante do cenário exposto, o município realiza concurso público para efetivar todo o corpo profissional referente à APS. Com isso, o desenvolvimento do Workshop se deu para 269 profissionais efetivos, atualmente. Salientamos que há 356 ACS participaram da oficina, dividida em cinco dias com carga horária de 40 horas, onde houve um envolvimento em massa tanto dos profissionais quanto da gestão. Aumento da credibilidade entre a população adscrita e a Unidade Básica e Secretaria Municipal de Saúde, assim como um maior envolvimento dos profissionais no acolhimento para a melhoria da assistência. Melhor empoderamento individual e coletivo dos profissionais, tornando a saúde mais atuante no cenário municipal. Realizar mudança de paradigmas entre os profissionais da Saúde, assim como dos profissionais meios que também estão inseridos diretamente na assistência. Realizar o envolvimento das diversas secretarias municipais com a secretaria de Saúde. Trazer o gestor maior (prefeito) para o cerne da discussão no campo da saúde de Parnamirim RN Inicia-se um novo olhar dos profissionais da APS e da gestão da SMS acerca de qualidade do serviço ofertado que antes era baseado em cima da oferta e não da demanda real. Ocorre uma maior integração entre os setores da SMS, assim como melhoria no monitoramento e avaliação dos indicadores de saúde.
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    Priscilla da SilvaAraújo; Izabel Sarmento; Renata Nóbrega e Vinícius Suares ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA: DESAFIOS DA GESTÃO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO priscilladasilvaaraujo@gmail.com 14ª Região de Saúde/Paraíba CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A partir da adesão ao PlanificaSUS, pela PB no inicio de 2019 e as consequentes discussões que o projeto acarreta, a gestão Estadual decidiu apoiar e fortalecer o processo, de forma efetiva, possibilitando um financiamento à AAE da 14ª RS, a qual foi a escolhida para o processo de planificação Dificuldades apresentadas pelos municípios 14ª Região de Saúde (RS) em custear o Centro de Atenção Ambulatorial Especializada (AAE). A gestão Estadual reconheceu a necessidade de saúde da região e firmou compromisso com o processo e propôs o financiamento da AAE, a partir de convênio entre o Estado e Município sede, a fim de possibilitar uma Atenção Ambulatorial Especializada (Pré-Natal de Alto- Risco), regionalizada e de qualidade. A situação econômica dos municípios pertencentes à 14ª Região de Saúde, a dificuldade de repactuação da Programação Pactuada e Integrada (PPI) da mesma e a consequente dificuldade no que diz respeito a regionalização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE). Considerando o cenário atual, as melhorias são significantes para a 14ª Região, tendo como foco o usuário. A partir da discussão do problema no grupo condutor, uma reunião de gestão se deu na região, entre a Secretária Executiva do Estado, acompanhada dos Gerentes Executivos de Atenção à Saúde e Planejamento, além da Coord. PlanificaSUS no Estado da PB, com o secretário de saúde do município sede e prefeita. O poder da análise responsável das realidades e comunicação entre os envolvidos, torna possível uma discussão com encaminhamentos que promova organização e integração, no que diz respeito aos processos de trabalho e consequentemente reconhecimento das reais necessidades e assim agir de maneira efetiva. O financiamento, a partir do convênio firmado, fortalece a regionalização, as oportunidades de melhorias do serviço e indicadores, da Rede Materno Infantil.
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    CINTIA ALVES TEIXEIRA;MELYNE SERRALHA ROCHA PROGRAMAÇÃO DAS CONSULTAS DE PRÉ-NATAL DE ACORDO COM A PARAMETRIZAÇAO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO cintia.teixeira@saudesetorsul.org.br UBERLÂNDIA/MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A rede de atenção materno infantil é uma das prioridades do modelo de planificação da atenção à saúde no município de Uberlândia. O pré-natal adequado é de fundamental importância para prevenção e detecção precoce de doenças materno/fetais, bem como a garantia de todas as consultas definidas no protocolo. O território da UBS Pampulha é extenso e por ser uma unidade convencional, apresenta uma população de aproximadamente 60 mil pessoas. Assim, há um número expressivo de gestantes, as quais não conseguiam garantir o agendamento de todas as consultas do pré-natal. Com a organização dos processos de trabalho da Planificação, o território foi dividido em três EAB´S e em cada uma foi vinculada uma equipe multiprofissional afim de estreitar a relação paciente/unidade. Assim, foi garantido o agendamento de todas as 155 gestante até 41 semanas com o ginecologista de referência e a vinculação das mesmas a maternidade de referência. Além disso, com intuito de diminuir o absenteísmo é discutido com a paciente qual melhor dia e horário para o agendamento. A gestante é informada sobre as datas de suas consultas e avisada por telefone ou WhatsApp 24h antes do dia da consulta. A grande extensão territorial somada a dificuldade de vagas disponíveis e deslocamento à unidade para agendamento das consultas impactava diretamente na qualidade do pré- natal, uma vez que muitas gestantes finalizavam o acompanhamento com menos de 7 consultas conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. A garantia dos agendamentos de todas as consultas de pré-natal possibilitou a intensificação das buscas ativas de gestantes faltosas, o reconhecimento e intervenção precoce de patologias materno/fetais, bem como a satisfação das gestantes que relatavam a ansiedade e angústia sentida quanto à existência ou não de vagas para suas consultas subsequentes. Com a garantia dos agendamentos de todas as consultas de pré-natal já na primeira consulta houve a redução da peregrinação das gestantes por marcação de consultas e a consequente diminuição das filas. Favoreceu o estreitamento da relação de confiança entre unidade/gestante, a intensificação das buscas ativas de gestantes faltosas, e por fim a possibilidade de reconhecer e intervir precocemente em patologias materno/fetal curáveis. O envolvimento da equipe foi primordial para execução das etapas do processo do agendamento. Inicialmente houve sensibilização dos colaboradores sobre problemática e posterior participação das enfermeiras e dos setores responsáveis de agendas médicas e da central de marcação. Mesmo diante de um território extenso e heterogêneo, é possível organizar os processos de trabalho garantindo as gestantes suas consultas durante todo o período de pré-natal. Além disso o estreitamento do vínculo das gestantes com a unidade e os profissionais ampliou a relação de confiança proporcionando maior adesão ao pré-natal. Diante do exposto conclui-se que a criação do vínculo, por meio da garantia do agendamento de todas as consultas de pré-natal, foi o fator determinante para o acompanhamento de uma gravidez sem complicações, com intervenções e tratamento precoce de patologias materno/fetais evitáveis.
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    ÉRICA IANÓSKI. A PLANIFICAÇÃODA ATENÇÃO À SAÚDE COMO INSTRUMENTO NA MELHORIA DA LINHA DE CUIDADO AO IDOSO NA 4ª REGIÃO DE SAÚDE DO PARANÁ PROBLEMA O perfil da população está em transição demográfica e alimentar, evidenciando um aumento da prevalência das Condições Crônicas, porém o sistema atual de saúde encontra-se fragmentado e centrado apenas nas consultas médicas. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO O PlanificaSUS busca o conhecimento dos territórios, estratificação de risco da população e seu correto acompanhamento com o alinhamento entre a APS e a AAE. O Paraná elencou a linha de cuidados ao idoso para aplicar a planificação. Através dos workshops, das oficinas tutoriais, do aprendizado do curso EAD e de reuniões de planejamento, houveram grandes mudanças. CONCLUSÃO Evidenciamos que com o processo de Planificação, tanto a APS e a AAE devem caminhar juntas, na busca das soluções dos problemas de saúde da população do seu território, incorporando também tanto o paciente, quanto a família, no processo da construção do seu restabelecimento e no seu autocuidado. erica.ianoski@sesa.pr.gov.br 4ª REGIÃO DE SAÚDE/PARANÁ CONTEXTO Este relato de experiência tem como objetivo mostrar a mudança do perfil da população e como o PlanificaSUS está transformando a linha de cuidados à Saúde dos idosos da 4ª Região de Saúde do Paraná, que é localizada na Região Sul do Estado e composta por 09 municípios. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS A pirâmide etária está invertendo, apresentando uma maior expectativa de vida e menor taxa de natalidade. Porém o envelhecimento da população não está ocorrendo de forma saudável, surgindo maior predominância das condições crônicas. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE O novo olhar da equipe deve ser focado na integração das ações e nos serviços de Atenção à Saúde por meio da estruturação de rede e fortalecimento da Região de Saúde. A planificação da Saúde atua com foco no cuidado centrado na população idosa, com planejamento e acompanhamento das ações. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Na APS destacamos a territorialização e análise da divisão das áreas, considerando os aspectos demográficos, geográficos, sociais e a garantia do cuidado integral, com credenciamento de mais equipes de ESF, NASF e Saúde Bucal. Na AAE organização do atendimento e reabertura da agenda para atenção ao idoso, atendendo aos critérios do modelo MACC. LIÇÕES APRENDIDAS A transição das necessidades de saúde da população nos mostra que a organização dos sistemas de saúde deve ser planejada e organizada constantemente, pautada na atenção integral ao usuário. Diante deste cenário a APS deve coordenar e ordenar o cuidado em todos os ciclos de vida da população e também da promoção e prevenção até a reabilitação.
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    Beatriz Amaro Rocha;Anna Claudia dos Santos Almeida Experiências da Tutoria do PlanificaSUS na Região de Saúde Sul Mato Grossense PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO beatrizamaro.mt@gmail.com Campo Verde e São José do Povo/MT CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Em Julho de 2019 deu início a Planificação da Atenção à Saúde no Estado de Mato Grosso abrangendo os 19 municípios da região de saúde Sul Mato Grossense. Conforme estabelecido foram indicados profissionais da SMS com perfil para serem tutores, responsáveis pela implantação dos macroprocessos da APS. A escolha do profissional para ter o papel de tutor obedece aos critérios fundamentais do processo principalmente o de conhecer e ter experiência sobre APS do seu município. Porém, percebemos que a prática da tutoria exige responsabilidades e esforços para absorver novos conhecimentos e condutas. Ao iniciarmos as etapas de capacitação para tutoria da Planificação, percebemos o quanto o processo é complexo e que precisaríamos rever nossos conceitos e práticas realizadas. No início surgiram muitas dúvidas e indagações, principalmente em como relacionar a teoria estudada com a implantação efetiva nas equipes. Temos o apoio dos consultores e analistas. A troca de experiências entre os tutores dos diferentes municípios é visto como um momento enriquecedor para entender a vivência em outras perspectivas. Acreditamos que a troca de experiências e vivências de cada tutor dos diferentes municípios é um momento que deve ser mais incentivado durante os encontros de realinhamento conceitual das semanas padrão. Nas oficinas tutoriais podemos colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos. No momento da realização da oficina que somos desafiados a exercer a tutoria objetivando o “fazer junto”, ajudando a equipe na reflexão sobre a própria prática, na identificação de fragilidades e nas ações corretivas necessárias. Conseguimos acompanhar o avanço do processo e possíveis melhorias através dos anexos ofertados na plataforma da planificação. O processo da tutoria a cada nova etapa nos permite descobrir uma nova ferramenta ou processo a ser implantado, com isso conseguimos de forma gradativa trazer mudanças para as equipes e os efeitos são notados ao longo do processo. Os resultados das tutorias estão sendo construindo com diferentes metodologias de aplicabilidade para as equipes de UL. Percebemos que a forma de trabalhar com a equipe durante a tutoria está se aperfeiçoando. Pois ao longo do tempo com as dificuldades enfrentadas e experiências, passamos a conhecer melhor a equipe e as suas particularidades. Ressaltamos também que os momentos de troca de vivências entre os tutores nos fortalece e motiva a enfrentar as dificuldades. O papel do tutor é desafiador e exige preparo do profissional para conseguir realmente ser um apoiador para as equipes. Percebemos que é fundamental que o tutor tenha disponibilidade de tempo, horário protegido para exercer a tutoria e que o apoio da gestão durante o processo é de suma importância.
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    SOARES, F.A.D.; VIEIRA,A.H.S.; RESENDE, A.F.S.M.; SILVA; C.A.R.; SILVA; D.M.; COUTO, E.L.; NASCIMENTO, S.D.G. ANÁLISE DO PROCESSO DE TUTORIA DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE ADELÂNDIA-GO PROBLEMA O processo de Tutoria realizado por profissionais da Regional Oeste II seria realmente válido? Ou se mostraria apenas como uma tentativa de intervenção do Estado nos processos de trabalho do município? Os membros da equipe municipal compreendem o papel dos tutores? ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO Foram analisadas as modificações realizadas nos processos de trabalho após a implementação da Tutoria, de setembro/2017 a agosto/2019, e observadas as contribuições reais dos tutores no sentido de orientação/facilitação aos membros da equipe. CONCLUSÃO O tutor desempenha funções como orientar e educar, e o processo de Tutoria se mostrou indispensável à perfeita implementação da Planificação. Concluímos que é como a janela da construção da Atenção Primária, onde aprendemos a nos cuidar enquanto profissionais, e cuidar melhor dos nossos usuários. nutfernanda@hotmail.com ADELÂNDIA/GOIÁS CONTEXTO A constante troca de profissionais e os vícios na Atenção Básica dificultam a implantação da Planificação. A Tutoria vem como um socorro da Regional de Saúde nesse sentido, mas a equipe, e principalmente a gestão, questiona o papel dos tutores e os resultados reais desse processo. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Com as mudanças no SUS, resultantes da Planificação, a participação popular/planejamento local ganharam ênfase. O processo de Tutoria chega, então, gerando desconfiança. Há dúvidas quanto ao seu objetivo: se seria uma forma de nos auxiliar na implementação de novos e mais eficazes processos de trabalho, ou seria um viés para induzir/influenciar as ações planejadas/desenvolvidas pelo município. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Todos os membros da equipe se envolvem no desempenhar das atividades propostas pela Tutoria, seja em ações individuais, ou nas propostas por equipe/parcerias. Dessa forma, para a análise desse relato de experiência foram utilizadas as atas de reuniões, onde são registradas as opiniões de todos quanto às modificações propostas e implementadas, e a compreensão do papel da Tutoria nesse contexto. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Foram avaliados os pontos trabalhados: profissionais com ações individualizadas e sem comunicação dentro da equipe; visitas domiciliares ineficientes; prioridade do atendimento curativo, sem agendamento de consultas; ambiente desorganizado; Programa Saúde na Escola com estratégias limitadas; pré-natal ineficaz; interferência negativa da Gestão. Após a Tutoria: reuniões de equipe, educação permanente e ações conjuntas, inclusive com consulta compartilhada; atendimento domiciliar com PTS; agendamento de consultas e intensificação das campanhas preventivas; melhor ambiência; maior interação saúdexeducação; implantação do Pré-natal do Parceiro; cooperação da Gestão nos processos de trabalho. LIÇÕES APRENDIDAS A equipe compreendeu que o aprendizado é essencial à excelência do trabalho, e que o processo de Tutoria foi fundamental para a organização da implantação das mudanças necessárias, auxiliando a estabelecer prioridades e dividir as tarefas segundo as funções de cada profissional. Foi mantida liberdade para adaptações conforme realidade do município.
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    Beatriz Amaro Rocha;Gabriella Oliveira Costa Relato de Experiência do Processo de Expansão no Município de Campo Verde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO beatrizamaro.mt@gmail.com Campo Verde/MT CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Planificação em Mato Grosso abrange 19 municípios da região de saúde Sul Mato-Grossense, com o apoio e acompanhamento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. No município de Campo Verde o processo iniciou em julho de 2019, sendo a Unidade Laboratório (UL) a ESF São Miguel. Cada novo processo implantado na UL é, posteriormente, replicado pelos tutores nas demais unidades de atenção primária de saúde do município (APS), o que se caracteriza como fase de expansão do processo de construção social da APS. No município de Campo Verde contamos com o quantitativo de 11 ESF e 08 UBS. Há muito a ser desenvolvido, com o objetivo de envolver a todos de forma que entendam a importância da planificação. Com isso surge a necessidade de articular e planejar o processo de expansão, para que ele ocorra nas demais unidades da APS do município com avanços e qualidade. Temos em média 230 profissionais envolvidos na APS e na coordenação temos uma gerente e uma supervisora. Buscou-se os profissionais “peças-chave” do processo e houve a criação do Grupo Condutor Municipal. Em Campo Verde o tutor é um profissional com dedicação exclusiva para a tutoria e com isso pode apoiar um número maior de unidades e realizar a implantação das mudanças nos processos de trabalho in loco na etapa de expansão. Contando com o apoio da gestão municipal, das consultoras e analistas estaduais, foi construído um cronograma da 1ª etapa da expansão no município. Temos um cronograma estabelecido para a 1ª etapa de expansão, envolvendo dez unidades da ESF do município. Os profissionais que já participaram da etapa de expansão estão muito mais envolvidos e buscam estabelecer vínculos com a UL, com o propósito de aprender o “como se faz”, o que reforça o papel de referência da UL. Os efeitos são mais positivos tendo em vista que não se trata apenas de teorias, mas de transformações reais nos processos de trabalho. Com dois meses de início das tutorias da planificação na UL do município o fato de concretizarmos o processo da expansão para as demais unidades nos trouxe muito aprendizado e motivação. Com a expansão as demais unidades tem a oportunidade de aplicar as novas tecnologias, processos e ferramentas, tendo como referência as experiências da UL. São várias as dificuldades encontradas, é desafiador implantar mudanças no processo de trabalho das equipes. Porém, os impactos de melhoria já evidenciados, nos motiva a expandir para todo o município, enriquecendo as experiências e fortalecendo a planificação como um processo contínuo e integrado.
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    Maria Dierly Nunes Aunião da equipe é fundamental para transformação da planificação da atenção a saúde A unidade localiza-se na zona rural e apresenta estrutura física delimitada, Demarcação territorial de difícil acesso e micro-área sem cobertura de ACS. Comunicação entre a equipe mais rápida e eficaz, avaliação interna de insumos e equipamentos, computadores, impressora, ar- condicionado, TV, birôs. Longarinas, macas, cadeira para coleta de exames, carrinho de curativo, cadeiras de escritório, etc. Diante das dificuldades e dos problemas vivenciados na unidade a união e o engajamento da equipe foi essencial na aceitação de uma unidade laboratório na zona rural. Dierly_nunes@hotmail.com Nordeste, Sanharó - PE A UBS Barriguda, localizada na zona rural do município de Sanharó -PE. Abrange os sítios barriguda, serrinha, Jeto , malhada da pedra e pagão. Possui dois pontos de apoio e totaliza 2,750 usuários. Apresenta equipe completa, após ser inserida no planifica sus está trazendo melhor qualidade de vida e assistência a população. A unidade não atende os aos requisitos para ser comtemplada como unidade laboratório, devido a sua estrutura física, equipamentos e localização. O planifica sus é responsabilidade de todos e chegou para nossa equipe como um grande incentivo de mudança o entrosamento, responsabilidade, comprometimento, pontualidade e participação de todos os profissionais tornou-se referencia no nosso dia a dia. Ambiente acolhedor, gerou satisfação aos usuários com entretenimento (dicas de saúde) nos intervalos de atendimento, maior conforto e segurança no espaço físico, aumentando a demanda de oferta da cadeira de serviços, profissionais motivados, envolvidos e comprometidos com a planificação. A união e o entrosamento fazem toda diferença, o recurso limitado ou mesmo a falta dele somado ao espaço físico reduzido, não é justificativa para diminuição da assistência prestada aos nossos usuários, a comunicação eficaz entre a equipe é primordial para um bom desenvolvimento dos nossos trabalhos.
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    Aliny de OliveiraPedrosa; Egislane da Silva Sales; Kalyanne Maria Nogueira Paiva, Kelvya Fernanda Almeida Lago Lopes; Mara Lilian Souza Correia; Valeska Cintia Oliveira da Rocha. Plano de Cuidados como Dispositivo Matriciador para Usuários de Alto Risco e Atenção Primária à Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO alinypedrosa08@Hotmail.com Caxias-MA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Na Região de Saúde de Caxias, para garantir a continuidade da atenção ao usuário com condições crônicas, houve, com a planificação, a integração da atenção primária à saúde com a atenção ambulatorial especializada para prestar uma melhor assistência aos usuários estratificados como alto risco. Usuários estratificados como alto ou muito alto risco precisam de melhor assistência e vigilância da Rede. Dessa forma, há a necessidade de uma comunicação efetiva entre Atenção Primária à Saúde e demais pontos de atenção. Com a estratificação de risco de gestantes e crianças começaram a surgir muitas dúvidas em relação ao manejo de cada condição, além disso, notou-se que o cuidado qualificado precisava ser estabelecido em uma linguagem única entre os dois níveis de atenção, constituindo um único microssistema clínico. A equipe do Centro de Especialidade em Assistência Materno Infantil (CEAMI) é constantemente capacitada por técnicos do CONASS em relação ao preenchimento do Plano de Cuidados a fim de garantir um cuidado de excelência que possa contribuir para a educação do usuário e da equipe que compartilha o cuidado. Para avaliação da eficácia do Plano de Cuidados é realizado o monitoramento cruzado com equipes da Atenção Primária, assim como, reuniões de rotina para discussão de casos, na ocasião oportunidades de melhorias são identificadas e assim pactuadas atividades em equipe para o plano de ação. Os planos de cuidados são monitorados constantemente, focando em cada categoria profissional e, em meio a lacunas, estratégias são desenvolvidas, como por exemplo a implantação do prontuário eletrônico no CEAMI, que facilitará a leitura tanto pelo usuário como pelos profissionais da Unidade Básica de Saúde. Além do monitoramento cruzado, a cada tutoria com facilitadores do CONASS, os planos de cuidados são avaliados e é notado um aprimoramento constante das ações sugeridas e evoluções escritas, o que evidencia a relevância dos alinhamentos internos. Ainda, há o relato dos usuários de que participam da discussão do Plano em sua Unidade de origem. Com o Plano de Cuidados preenchido pelo CEAMI e recebido pela APS, dúvidas sobre a assistência são sanadas a partir da educação que o instrumento proporciona. Quando surge alguma inconsistência entre o manejo do usuário, tanto coordenação do Centro como da APS pode agendar um novo encontro entre os profissionais para discussão que acontece por meio do Projeto GESTAR ou do CRESCER. A cada novo Plano de Cuidados elaborado, há a garantia de aprendizado mútuo e a certeza de que o cuidado é fortalecido pela APS e CEAMI, com a possibilidade constante de adequações e a necessidade de monitoramento diário.
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    Beatriz Xavier Ramosde Souza (principal) Alessandro Simões Marinho Claudine Prado da Silva Rio Claro-RJ Fortalecimento de Microprocessos de Excelência em Serviços e de Ferramentas de Gestão nas Ações da Atenção Primária em Saúde: A Implantação Inicial do PlanificaSUS no Município de Rio Claro-RJ PROBLEMA Instauraram-se dois problemas frente à experiência de implantação do projeto: (a) que estratégias deveriam ser utilizadas para a atração, adesão e manutenção dos profissionais da APS e da AAE junto às propostas e conteúdos dos workshops? (b) como materializar a prática dos conteúdos da Planificação, na tutoria, mediante a resistência dos profissionais em aderir à revisão dos processos de trabalho visando maior eficácia e excelência? ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO A análise das intervenções está sendo realizada a partir de dois momentos no processo de implantação do PlanificaSUS: (a) intervenção no Workshop e (b) intervenção na prática da Tutoria. No que tange aos dois Workshops executados, primou-se pelo processo de planejamento e organização das tarefas dos profissionais envolvidos diretamente na condução do processo. No que se refere à intervenção na prática da Tutoria, vivencia-se o processo de aprendizagem e de melhor compreensão por parte dos profissionais das equipes da ESF do conteúdo trabalhados nos Workshops. CONCLUSÃO Pôde-se concluir, neste primeiro momento de análise, que a implantação do Projeto tem trazido a importância da revisão de atitudes frente aos objetivos estratégicos da APS, assim como a necessidade de utilização de ferramentas de gestão a partir de um novo conceito de intervenção em saúde vislumbrando ações analíticas de acordo com os microprocessos, possibilitando um fazer mais simples, porém, mais eficiente e eficaz junto à população adstrita. Contudo, os resultados iniciais vêm apontando a necessidade de se desenvolver uma cultura de gestão por excelência não somente na qualidade dos acolhimentos, como também, na tecnicidade e no fomento de competências dos profissionais das eESF, frente ao mapeamento e análises situacionais que constituem os microprocessos interventivos junto aos usuários do Sistema Único de Saúde, de maneira a se compreender que qualidade não se limita ao acolhimento, mas se ramifica para a resolubilidade diante das reais necessidades destes mesmos usuários. beatriz.enf@globo.com CONTEXTO Os trabalhos do processo de estudo, compreensão e implantação do Projeto de Planificação da Atenção Primária em Saúde (APS) e da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) no município de Rio Claro se iniciaram, objetivamente, no Workshop de Apresentação e de Capacitação de Facilitadores e Tutores realizado na cidade de Volta Redonda-RJ, enquanto Polo para a capacitação dos referidos profissionais representantes dos doze municípios que configuram a Região do Médio-Paraíba. Por conseguinte, visando a cumplicidade, co-responsabilidade e sinergia interpessoal entre os profissionais da APS e AAE, além da facilidade logística, primou-se pela realização dos Workshops no próprio território de maneira a proporcionar um ambiente estruturado de aprendizagem mútua e respeitando as especificidades do município. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS O processo de modificação cultural quanto à compreensão do papel da APS enquanto serviço estratégico, é perpassado por gargalos como o interesse, a motivação dos profissionais em aderir à proposta de Planificação do Sistema Único de Saúde (PlanificaSUS) enquanto projeto de melhorias na sistematização, eficácia e excelência dos processos de trabalho e, consequentemente, na qualidade e resolubilidade das ações da APS. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Em Rio Claro, compreendemos como envolvimento das equipes, inicialmente, duas evidências que vêm configurando o processo de implantação. A primeira faz alusão à manutenção da média de participantes nos dois Workshops realizados até o momento, com a ausência de quaisquer reforçadores negativos, como punições ou exigências maiores, para o aceite na participação do processo de aprendizagem para a execução da Planificação. A segunda evidência, se deu na participação ativa da equipe de Estratégia de Saúde Família (eESF) escolhida como piloto na proposta de tutoria. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Considerando a informalidade dos dados coletados para a exposição das mudanças e melhorias descritas neste trabalho, optou-se para o presente momento, pela criação de instrumentos quantitativos de análise de satisfação, aprendizagem e resultados parciais, a partir de um modelo de escala de Likert para uma mais fidedigna coleta e análise dos dados levantados. A aplicação dos instrumentos será realizada, tendo em vista a especificidade situacional de implantação da Planificação, ao final dos Workshops e nas etapas que constitui a Tutoria. LIÇÕES APRENDIDAS O processo de implantação do Projeto tem evidenciado a relevância da utilização de instrumentos de gestão fundamentados em estratégias de coleta, análise e execução de ações baseadas no fomento de intervenções técnicas, possibilitando a abertura para a aprendizagem e desenvolvimento de práticas considerando o conhecimento populacional, a partir de suas genuínas necessidades, além dos macro e microprocessos que perpassam a RAS, tendo a APS como ordenadora desta rede.
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    Aliny de OliveiraPedrosa; Ana Carolina Fernandes; Juciara Sampaio, Lucileia Eller. O Diferencial do Trabalho Coletivo entre Tutores de uma Região de Saúde do Maranhão: Suprimindo o Modelo Fragmentado PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO alinypedrosa08@Hotmail.com São João dos Patos-MA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A planificação da Atenção especializada e Atenção Primária surgiu como proposta de reorganização de processos de trabalho, com a implantação do Modelo de Atenção às condições crônicas na Região de São Joãos dos Patos, Maranhão, por meio do PlanificaSUS, participando do projeto 15 municípios. A realidade de um modelo fragmentado na Região ainda não permite o compartilhamento do cuidado dos usuários pelas equipes de saúde, não incentivada a troca de experiências e vivências, visto que a maioria dos profissionais não se conheciam e por isso não trabalhavam em Rede. Os indicadores de saúde, assim como relatos dos profissionais durante oficinas tutoriais evidenciaram a falta de comunicação, o trabalho fragmentado e a existência de concorrência entre os serviços de saúde antes de iniciar de fato o processo de planificação nos municípios, no ambulatório e maternidade regional. Tal problema se devia principalmente em virtude do simples fato dos profissionais não se conhecerem. Durante as oficinas tutoriais, a equipe do PlanificaSUS, juntamente com coordenação e tutores do Estado identificaram oportunidades de melhoria entre os tutores locais a fim de contribuir para a comunicação efetiva estre estes. Inicialmente foram criados grupos de WhatsApp com o intuito de prestação de apoio por parte da consultora, analistas e representantes da SES aos tutores locais que se mostravam inseguros com o processo. Ao final de cada oficina tutorial e durante o intervalo destas, tutores dos 15 municípios e do ambulatório regional são monitorados em grupos de WhatsApp, espaço no qual compartilham experiências de sua realidade e se conhecem melhor, aproximando os serviços e cooperando para o trabalho em equipe. A ferramenta permite ainda sanar dúvidas por meio do caráter educativo. A cada tutoria nota-se uma maior segurança e empenho entre os tutores, visto que estão cada vez mais próximos permitindo a compreensão do processo. A eficácia dos grupos é percebida por meio de relatos de ajuda mútua, decisões e aflições compartilhadas, que além de amadurecê-los durante o processo, os torna mais ágeis e resolutivos. Com o monitoramento das ações por meio de grupos, os prazos pactuados vem sendo cumpridos, a comunicação entre os profissionais tem melhorado e a concorrência entre os serviços diminuída, já favorecendo o compartilhamento do cuidado entre atenção primária e ambulatório especializado. O trabalho em equipe beneficia diretamente os tutores e principalmente os usuários. Os serviços concorrentes fazem parte de um modelo fragmentado que impede o crescimento profissional e a garantia de direitos fundamentais à saúde, visto que o desenho das Redes e conhecimento favorece o cuidado seguro. O trabalho coletivo garante uma maior confiança durante a planificação, sendo notório o aprendizado mútuo. Assim, tutores, facilitadores e equipes em geral do PlanificaSUS devem manter-se próximos e cooperativos neste processo educativo, pois a comunicação efetiva será decisiva para o compartilhamento do cuidado de gestantes e crianças de alto risco de forma segura.
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    ADRIANA MARIA FIGUEREDOBATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; BIANCA FERNANDA EVANGELISTA; CLÓVIS DE OLIVEIRA FRANÇA; ENEIDA CARVALHO GOMES FERREIRA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA; MARLI FRANCISCA DOS SANTOS PALMEIRA; MAYNARA LIMA FRANCA E RITA DE CÁSSIA MATOS BITENCOURT. O TELESSAÚDE E SUA INSERÇÃO NO PLANIFICASUS: O CASO DE SERGIPE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO ITABAIANA/ SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS eneida.telessaude@gmail.com Telessaúde Sergipe: Integra ensino e serviço por meio de ferramentas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), promovendo Educação Permanente em Saúde (EPS). •Baixa resolutividade da APS e da AAE Fragilidade da Rede de Atenção à Saúde (RAS) •Demanda ampla •Oferta restrita •Precariedade da cultura de EPS Sobrecarga do Sistema de Saúde Necessidade de intervir em qualificação nos espaços de trabalho tendo como referencial o Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC). Agrega-se a ferramenta Telessaúde:  Secretarias Municipais e Estadual  Fundação Estadual de Saúde  CONASEMS  Sistema Interfederativo de Garantia de Acesso Universal  Conselhos de Saúde  Universidade Federal de Sergipe (UFS) Integração que outorga a APS como ordenadora da rede e potencializadora da longitudinalidade do cuidado e a AAE apoia no matriciamento, supervisão clínica e monitoramento cruzado da APS. Melhoria da resolutividade •Uso de teleconsultoria •Segundas opiniões formativas •Apoio institucional •Tele-educação Casos clínicos e construção de plano de cuidado compartilhado Telessaúde: potencializa o PlanificaSUS → qualificação para integralidade do cuidado no baixo, médio e alto risco da RAMI, no envolvimento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) = diminuição de encaminhamentos equivocados para a AAE. Fortalecimento de assistência qualificada no território sanitário e consequente prevenção quaternária Qualificação como rotina da APS e da AAE Integrar estas iniciativas significa potencializar os micro e macro processos para obtenção de melhores resultados. PlanificaSUS Telessaúde
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    Heleno Alves daSilva Júnior1 Adilânia Cordeiro da Silva2 1- Autor, 2- Co-autor Qualidade da Territorialização com a Implantação da Plataforma ESUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO helenoenf@gmail.com BELO JARDIM/ PERNAMBUCO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A territorialização é uma ferramenta para o planejamento das ações de saúde que possibilita a identificação dos aspectos ambientais, sociais, demográficos, econômicos e dos principais problemas de saúde em determinada área e, a Plataforma e-SUS, é a proposta de reestruturação das informações da atenção primária, fundamental para ampliar a qualidade no atendimento ao usuário e a organização do território adscrito. Ausência do total de usuários e domicílios na Plataforma e-SUS para gerenciamento das informações e organização do território, com a devida identificação da população adscrita, domicílios e suas características gerais. Realizar o cadastramento individual e domiciliar de todos os indivíduos. Identificar as área descobertas e sua população específica. Atualização das informações nas fichas individuais e domiciliares. Realizar visita domiciliar, através do Agente Comunitário de Saúde e demais membros da equipe. Inserir as fichas preenchidas na Plataforma e-SUS na ferramenta exclusiva de Coleta de Dados Simplificado – CDS. Elaborar mapa do território adscrito no contexto da APS. Reorganizar os processos de trabalho, através das atividades de territorialização com alimentação adequada dos dados na Plataforma e-SUS, através das visitas domiciliares e atualizações das informações dos indivíduos e domicílios. Aumento do número de cadastros no e-SUS, com identificação da população, novos usuários, áreas adscritas, atualizações de forma periódica e sistematizada. Emissão de relatórios de acompanhamentos, com alinhamentos das ações de territorialização da Unidade Básica de Saúde laboratorial e demais de abrangência da APS do município. Atendimento individual através dos profissionais de saúde da equipe, com identificação dos usuários no PEC- Prontuário Eletrônico do Cidadão. Conhecer a área adscrita da UBS é uma função de todos os profissionais vinculados. A equipe participa dos cadastramentos e atualizações, identificando seu território e no planejamento das ações. É necessário conhecer a população adscrita através do cadastramento e, a alimentação da Plataforma e-SUS deve ser o principal ponto de organização dos processos de territorialização de forma sistemática e evolutiva. O cadastramento dos indivíduos e domicílios na Plataforma e-SUS estabelece um contato mais próximo com a população e indica caminhos para uma Atenção Primária mais crítica, reflexiva e humanizada. O perfil da área, o conhecimento das condições de vida da população, frequência como as doenças ocorrem, diagnósticos, entre outros pontos definem as prioridades de atuação. Por fim, o conhecimento do território e a adscrição são de suma importância no processo de trabalho, uma vez que o reconhecimento adequado permite maior capacidade de intervenção na origem dos problemas, tornando a APS acolhedora e resolutiva.
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    Tânia Berbert FerreiraLima; Cristina Angélica Gomes; Eliane Márcia Veloso Almeida; Rubia Pereira Barra INSTRUMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DAS EQUIPES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DE UBERLÂNDIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO [taniabflima@gmail.com Uberlandia - MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O CONASS desenvolve a Planificação da Atenção à Saúde, organiza os serviços por meio das Redes de Atenção á Saúde, coordenada pela APS, abrangendo a elaboração de conteúdos técnicos, metodologias e realização de atividades voltadas à melhoria da eficiência da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia. Verificar se aconteceu mudanças na qualidade dos serviços prestados pela Secretaria Municipal de Saúde com a implantação das propostas desenvolvidas pela Planificação da Atenção à Saúde. No sentido de certificar a qualidade dos serviços prestados, por meio Planificação da Atenção à Saúde, a equipe da SMS de Uberlândia MG, elaborou-se um instrumento de avaliação, que contemplam os macros e microprocessos da APS, que permite uma análise percentual de conformidade dos subitens de verificação para cada processo proposto. STATUS Percentual de Conformidade Pontuação Bronze 70 a 79% 71 a 80 Prata 80 a 89% 81 a 90 Ouro 90 a 100% 91 a 101 5 facilitadores 21 tutores da SMS 55 UBSFs e 15 UBSs 100% das Unidades de Uberlândia Que o instrumento elaborado pela equipe da SMS de Uberlândia MG seja útil às outras secretarias de saúde para avaliar o estágio de implantação das tecnologias propostas pela Planificação da Atenção à Saúde. As avaliações serão registradas e utilizadas como indicador de resultado no âmbito do planejamento estratégico da SMS de Uberlândia para as melhorias das tecnologias propostas pela Planificação da Atenção à Saúde junto ao Programa Qualifica SaUDI. A avaliação orientará os gestores e as equipes quanto ao diagnóstico do estágio da implantação das tecnologias propostas pela Planificação da Atenção à Saúde – Programa Qualifica SaUDI. A importância desta etapa não é o julgamento de não conformidades, mas o feedback construtivo e oportunidades de melhoria para implantar e/ou implementar a organização dos macros e microprocessos da APS.
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    VANESSA DIAS DEARAÚJO BARRÊTO; SEBASTIÃO CAIO DOS SANTOS DANTAS; MAURA VANESSA SILVA SOBREIRA; RAYEGNE ALVES DOS SANTOS MENDES; ULLY NAYANE EPIFÂNIO CARNEIRO; CLARISSA GOMES DE ARAÚJO; PÂMERA MEDEIROS DA COSTA Sistematização do Processo: Uma Análise da Implementação da Estratégia de Alinhamento Metodológico pelo Grupo Condutor Regional da Planificação no Rio Grande do Norte PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO vnssdias@hotmail.comCAICÓ/RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE É FONTE DE PREOCUPAÇÃO DOS GESTORES POR SER O PRINCIPAL ACESSO DO USUÁRIO AO SERVIÇO DE SAÚDE. O CONASS CRIOU A PLANIFICAÇÃO DA APS VISANDO DESENVOLVÊ-LA E EFETIVÁ-LA. DURANTE O PROCESSO NO RN FOI CRIADO O GRUPO CONDUTOR REGIONAL, RESPONSÁVEL PELA EFETIVAÇÃO DO PROCESSO. O PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO NO RN ENCONTROU DIVERSOS PROBLEMAS, DADO O ELEVADO NÚMERO DE MUNICÍPIOS E PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS, NÃO SENDO POSSÍVEL GARANTIR AS CONDIÇÕES IDEAIS PREVISTAS SE CADA WORKSHOP DE FACILITAÇÃO FOSSE FEITO APENAS LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO O MATERIAL FORNECIDO PELO EINSTEIN. APÓS O I WORKSHOP, FORAM IDENTIFICADAS VULNERABILIDADES QUE PRECISAVAM SER CORRIGIDAS OU OCASIONARIAM PROBLEMAS DE COMPREENSÃO POR PARTE DOS PROFISSIONAIS. FORAM, ENTÃO, DISCUTIDOS MÉTODOS QUE PERMITISSEM MAIOR RESPOSTA À PROPOSTA APRESENTADA, COM REALIZAÇÃO DE REUNIÕES DE ALINHAMENTO ANTES DOS ENCONTROS PREVISTOS NO CALENDÁRIO, CAPACITANDO TUTORES E FACILITADORES PARA A CONDUÇÃO DO PROCESSO. FORAM REALIZADAS OFICINAS DE ALINHAMENTO METODOLÓGICO COM TUTORES E FACILITADORES QUE ANTECEDERAM OS ENCONTROS DOS WORKSHOPS. TAIS REUNIÕES TIVERAM COMO FINALIDADE O ALINHAMENTO DOS PROCESSOS DE CONDUÇÃO/FACILITAÇÃO, ALÉM DA GARANTIA DA EFETIVIDADE NA CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS, TORNANDO PREMENTE A QUALIFICAÇÃO DO PROCESSO E CONSOLIDANDO AS PROPOSTAS DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA. NO RN, O PLANIFICASUS INICIOU-SE NA 4ª REGIÃO DE SAÚDE, QUE POSSUI 25 MUNICÍPIOS E QUASE DOIS MIL PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS. DIANTE DISSO, VERIFICOU- SE A DIFICULDADE DE GARANTIR A QUALIDADE DO PROCESSO DE FACILITAÇÃO E PERCEBEU-SE A NECESSIDADE DE MUDANÇA ESTRATÉGICA, OPTANDO-SE POR UM ALINHAMENTO METODOLÓGICO QUE PRECEDERIA CADA ENCONTRO, A FIM DE GARANTIR A QUALIDADE DAS CAPACITAÇÕES REALIZADAS. OS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO GRUPO CONDUTOR REGIONAL PERCEBERAM A NECESSIDADE DE CRIAÇÃO DE UM ALINHAMENTO METODOLÓGICO APÓS A REALIZAÇÃO DO I WORKSHOP, DADAS AS FRAGILIDADES IDENTIFICADAS PELO MONITORAMENTO. COM ISSO, ELABOROU-SE, DE MANEIRA AUTÔNOMA E PROATIVA, NOVA ESTRATÉGIA DE ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO DE CAPACITAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DOS WORKSHOPS SEGUINTES. APÓS A REALIZAÇÃO DOS WORKSHOPS, OS FACILITADORES REALIZARAM AVALIAÇÕES EM CADA GRUPO, CUJOS PRODUTOS AVALIATIVOS FORAM ENCAMINHADOS AO GRUPO CONDUTOR REGIONAL. ESTE, POR SUA VEZ, REALIZOU ANÁLISES CONTÍNUAS BUSCANDO IDENTIFICAR FRAGILIDADES E POTENCIALIDADES QUE REQUERESSEM INTERVENÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO, COM A FINALIDADE DE GARANTIR UNANIMIDADE. APÓS A IMPLEMENTAÇÃO DOS ENCONTROS DE ALINHAMENTO, OBSERVOU-SE MAIOR RESPOSTA POSITIVA DOS FACILITADORES EM RELAÇÃO A CONDUÇÃO DOS WORKSHOPS COM AS EQUIPES, POIS PASSARAM A APRESENTAR MAIOR SEGURANÇA METODOLÓGICA, INTERESSE EM GARANTIR A QUALIDADE DA CONDUÇÃO E DISPOSIÇÃO EM SENSIBILIZAR AS EQUIPES PARA O PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO. A INTEGRAÇÃO DO GRUPO CONDUTOR REGIONAL E A DISPOSIÇÃO EM PROPOR MELHORIAS CONTÍNUAS PARA A PLANIFICAÇÃO, ENQUANTO "LOCUS" CRIADOR DE FERRAMENTAS DE APOIO E GESTÃO DO PROCESSO, FIZERAM COM QUE A PROPOSTA DO PLANIFICASUS FOSSE MELHOR COMPREENDIDA E SEU PAPEL NO FORTALECIMENTO DA SAÚDE NA REGIÃO FOSSE RESSIGNIFICADO. A ESTRATÉGIA DE REALIZAÇÃO DE CAPACITAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO DIRECIONADA A TUTORES E FACILITADORES COM A FINALIDADE DE ALINHAR O CONTEÚDO A SER REPASSADO ÀS EQUIPES PERMITIU MAIOR COMPREENSÃO DA PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO, DISSIPANDO DÚVIDAS E ASSEGURANDO MAIOR QUALIDADE E OPERACIONALIZAÇÃO AO PROCESSO.
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    SEBASTIÃO CAIO DOSSANTOS DANTAS; MAURA VANESSA SILVA SOBREIRA; RAYEGNE ALVES DOS SANTOS MENDES; VANESSA DIAS DE ARAÚJO BARRETO; ULLY NAYANE EPIFÂNIO CARNEIRO; CLARISSA GOMES DE ARAÚJO; PÂMERA MEDEIROS DA COSTA Onde Estamos e Para Onde Vamos? Uma Abordagem Sobre o Processo de Planificação no Município de Parelhas/RN PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO profcaiodantas@hotmail.com PARELHAS/RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS No Brasil, a Atenção Primária a Saúde (APS) ocupa um lugar central no acesso a serviços de saúde, tendo em vista o processo de organização do setor, com especial força a partir dos movimentos de profissionais, em consonância com aqueles movimentos sociais que nos anos 80 do século XX dedicavam seus esforços a implementação de uma reforma sanitária em nosso território, que sistematizasse o modus operandi em saúde para garantia do direito humano fundamental consolidado nos tratados e acordos internacionais de direitos humanos. O SUS revela sua operacionalidade através da compreensão da densidade de tecnologias para o atendimento aos usuários, e adota diferentes perspectivas de construção da APS, vislumbrando o processo de adscrição e adstrição. Tal movimento se fez de forma cada vez mais desordenada, gerando vícios na implementação da lógica fundante. Ocorre que na época de sua implementação, as equipes de saúde da família tinham por foco as questões voltadas ao controle de natalidade, crescimento e desenvolvimento, acompanhamento do pré-natal e puerpério, e o combate às epidemias. Com o tempo inseriu-se como foco o controle endêmico e de zoonoses e aos agravos e condições crônica. A mira foi ampliando-se de tal maneira que o lapso restou em ausência em capacitar de forma ampliativa as novas equipes que se criava. Seja pela necessidade de implementação cada vez mais imediata de novas equipes, ou pelo surgimento de situações passíveis de controle cada vez mais recorrentes, tal aspecto pode se caracterizar enquanto agente desmotivador na gestão do trabalho. Os profissionais da APS em Parelhas foram vitimizadas pela intensificação da implementação, e clamavam por um processo de capacitação e treinamento ampliativo. Mostraram-se em um primeiro momento, desconfiados e inquietos, apresentando inclusive questionamentos de ordem estrutural. Todavia, ao compreenderem a proposta demonstraram engajamento e proatividade. Para além do que fora proposto pela promotora da formação, um aspecto válido tratou da realização prévia de uma análise da realidade regional, com direcionamento metodológico voltado a atenção a essa perspectiva, tal ação foi desenvolvida pelo grupo condutor regional (GCR), com o apoio dos tutores e facilitadores. A estratégia de implementação da lógica da APS em Parelhas/RN foi maculado pelas intervenções de natureza diversa, que impôs uma dinâmica desprovida de mecanismos de motivação e formação das equipes, gerando insatisfações e resistência nos profissionais. Todavia, a utilização de estratégias de Educação Permanente foi capaz de produzir implicação e credibilidade com o processo de trabalho em saúde, produzindo valor para profissionais e por conseguinte aos usuários. A partir da implementação do processo de planificação notou-se a iniciativa das equipes em produzir e socializar estratégias de acompanhamento estatístico de demandas e oferta, bem como de compreender a territorialização, requisitando a criação de um grupo virtual para demonstração e discussão coletiva das produções. A educação permanente enquanto estratégia de valorização profissional e de melhoria no processo de gestão do trabalho, apresenta vocação para produzir mudanças significativas no âmbito dos processos de trabalho e da compreensão da lógica dos serviços enquanto ferramentas das RAS. Tal fato agrega valor e significado para a equipe e população usuária.
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    ADRIANA MARIA FIGUERÊDOBATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; ENEIDA CARVALHO GOMES FERREIRA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARLI FRANCISCA DOS SANTOS PALMEIRA; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA. A ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA NA REGIÃO DE ITABAIANA, POTENCIALIDADES E FRAGILIDADES: UMA INTERPRETAÇÃO A PARTIR DA ESTRATÉGIA PLANIFICASUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO elienecclima@gmail.com] ITABAIANA/SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Região de Itabaiana: 14 municípios (mais de 240 mil habitantes). Desafio: relatar processo de implementação da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE). • Como transformar o Centro de Especialidades Médicas (CEM) em AAE no Modelo de Atenção as Condições Crônicas (MACC) em integração com a Atenção Primária a Saúde (APS)? Etapas da Preparatória a 2.2: envolvimento relativo da equipe existente. Entrave? apenas possui duas categorias dessa linha (enfermeiro e técnico de enfermagem). Percebemos que avanços foram realizados e determinantes para o aperfeiçoamento e melhoria contínua do PlanificaSUS. A experiência permitiu conhecer as peculiaridades do grupo e planejar ações futuras. O que nos coube foi apresentar aspectos propícuos para que soergam o seu propósito: a integração em redes da AAE e APS. O caminhar será o responsável pelo que disso se pode esperar: o fazer-se caminho. •Porta aberta •Modelo fragmentado Atualmente •Agenda referenciada •Estratificação de risco Desafio Hábitos, cultura e tradição Grupo Condutor Regional (apresentação dos resultados) Gestão Estadual com reuniões setorizadas Gestão do CEM (ações descentralizadas do Plano de Ação) Reuniões semanais de tutoria Monitoramento e revisão do Plano de Ação Apresentação e sensibilização para os servidores do CEM Uso do dashboard da plataforma. LIÇÕES APRENDIDAS
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    ADRIANA MARIA FIGUERÊDOBATISTA; ANA PAULA OLIVA REIS; ANA PAULA VIEIRA ALVES MENDONÇA; ELIENE CRISTINE CHAVES SILVA LIMA; ENEIDA CARVALHO GOMES FERREIRA; FERNANDA BARRETO ARAGÃO; JOÃO DOS SANTOS LIMA JÚNIOR; LUCIANA SANTANA SANTOS ALVES; MARIA CLÁUDIA TAVARES DE MATTOS; MARLI FRANCISCA DOS SANTOS PALMEIRA; MARIA DO SOCORRO XAVIER DA SILVA. A CONSTRUÇÃO DE MECANISMOS PARA CONCRETIZAÇÃO DA ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA: O CASO DA REGIÃO DE ITABAIANA-SE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [elienecclima@gmail.com] ITABAIANA/SERGIPE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Região de Itabaiana: 14 municípios (mais de 240.000 habitantes). Integralidade da saúde: finalidade de integração de serviços na região. • Como inadequações na estrutura física, equipamentos e recursos humanos interferem para que o Centro de Especialidades possa funcionar baseado no Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MAAC)? Levantamento de custo para as devidas adequações da AAE: • Demandado pela Diretoria de Atenção Integral à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES) • Realizado pelo grupo executor e tutores da SES e da Fundação Estadual de Saúde (FUNESA). • Decisões políticas positivas, planejamento e uso racional dos recursos públicos. • Desenvolvimento de competências e habilidades e corresponsabilidades → contribuíram para ações articuladas da equipe. Projeto realizado mediante decisão estratégica que consolida um esforço coletivo para superação do modelo fragmentado na saúde para o Modelo da Atenção as Condições Crônicas. Check list da ambiência Carteira de serviços disponível Levantamento das necessidades Estrutura física, aquisição de equipamentos, materiais e contratação de profissionais 1 •Estudo da população-alvo 2 • Levantamento do quantitativo de recursos •Planilha de Dimensionamento da Capacidade Operacional da AAE 3 •Sistematização dos recursos necessários •Planilha orçamentária subdividida em tipo de investimento e por ambiente 4 •Apresentação aos gestores Uso do dashboard da plataforma.
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    BRUNA MELO AMADOR;AURIMERY GOMES CHERMONT, ALDA HELENA DASILVA MELO; ANTÔNIA LYANDRA JESUS DOS SANTOS; DELMÁRCIA THAIS BARBOZA ROCHA; LÍLIAN CARLA MONTEIRO DA SILVA; LILIAN OLIVEIRA MAGALHÃES; LUÍS AUGUSTO MELO E SILVA e MARIA DE NAZARÉ SOUZA DA SILVA OFICINAS DE IMPLANTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO NAS SALAS DE VACINAS, NO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA, PARÁ, BRASIL PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO bruna.amador@hotmail.comBRAGANÇA - PARÁ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A experiência aconteceu no município de Bragança, Pará, nordeste paraense, com 126.143 mil habitantes. A rede Básica municipal apresenta 26 Unidades Básicas de Saúde (UBS), com 48 Equipes de Saúde da Família, sendo dez localizadas no meio urbano e 16 no meio rural. Além de contar com cinco pontos de apoio. A vigilância epidemiológica municipal gerencia 32 salas de vacinas, distribuídas dentre UBS, pontos de apoio, Serviço de Atenção Especializada/Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA) e três maternidades, e que não possuem Procedimentos Operacionais Padrão (POP´s) em suas salas. Decidiu-se aplicar a oficina de Implantação dos POP´s salas de vacinas não somente na UBS laboratório. Porém, como forma de expansão e otimização do processo de educação permanente, ampliou-se às 32 salas de vacinas; objetivando desenvolver competências dos funcionários para gerenciar os processos, aprimorar a qualidade das atividades, implantar POP´s e o checklist. Observou-se que as salas de vacinas adotavam normas e procedimentos próprios, sem supervisão do enfermeiro responsável, comprometendo o gerenciamento dos processos administrativos, a garantia da qualidade da imunização ofertada à população, a segurança do usuário e do profissional durante os procedimentos, e o alcance de indicadores e da cobertura vacinal municipal. A forma utilizada pela equipe da planificação para avaliar as melhorias foi entregar para cada sala de vacina o caderno com todos os POP´s impressos, e com ele: a implantação do checklist, que deve ser aplicado mensalmente pela enfermeira, para avaliação das conformidades e não conformidades da sala de vacina de sua responsabilidade, além da implantação de adesivos de geladeira com as normas para a organização interna. Após a leitura dos POP´s, identificou-se a necessidade de realizar educação permanente, monitorar e avaliar os serviços, estabelecendo prazos para tal, pois é um passo importante para o desenvolvimento dos processos de trabalho das equipes da atenção primária à saúde. A importância de orientar o processo de trabalho com metodologias ativas, escutar as dúvidas e adequar práticas, levaram os profissionais e a equipe do “PLANIFICASUS”, a uma reflexão acerca da assistência ofertada. Gerando documento ao gestor sugerindo melhorias para o desenvolvimento dos POP´s.
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    Luciana Mendes Barcelos;Fabiane Peixoto Cardoso; Vanessa Cristina Bertussi; Ana Rita de Faria Visita domiciliar e o papel da odontologia no Programa de Saúde da Família PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO [Uberlandia / MG] CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS  As Visitas Domiciliares são meios importantes da Estratégia de Saúde da Família, possibilitam a criação de vínculos com a comunidade facilitando o trabalho dos profissionais de saúde, pois passam a conhecer a realidade, dificuldades, e fatores de riscos que possam interferir no processo saúde-doença;  Tendo o propósito de conhecer o ambiente familiar, estreitar relações entre profissionais e pacientes, tendo como foco a família;  Possibilita diagnosticar pontos críticos pertinentes à realidade, visa promoção de saúde com práticas educativas, motivação para autocuidado, e estratificação de risco no intuito de encontrar subsídios para um adequado planejamento de ações em saúde;  Pacientes impossibilitados e/ou com dificuldade de deslocamento até as unidade de saúde;  Idosos, pacientes acamados no geral, assim como vítimas de acidentes e violência urbana;  Usuários com necessidades especiais (mental, motora, visual),  Gestantes, puérperas com recém-nascidos.  Avaliação através de visitas/retornos programados;  Uso das técnicas de entrevista e de observação sistematizada;  Momento importante dentro da família, tornado-se um espaço de diálogo e troca de saberes que contribui de forma positiva para o processo de educação em saúde e mais uma vez destacando o papel do ACS como promotor da educação e identificador de fatores que determinam o processo saúde-doença, sendo ele o profissional que mais tem contato com a população.  A visita domiciliar proporciona a equidade e um atendimento humanizado a uma parcela da população distanciada da odontologia tradicional reconhecendo suas diferenças.  O agente comunitário de saúde (ACS)  muito importante nesse processo  profissional responsável para ajudar a diagnosticar necessidades da população;  Avaliação da área, colocando em questão riscos e benefícios para viabilizar atender àqueles que possuem dificuldades de locomoção, além de resistência de adesão ao sistema, e até mesmo a falta de informação, devido a vunerabilidade social;  Trabaho integrado e multidisciplinar, onde toda equipe poderá se envolver para planejar a melhor estratégia de abordagem para o usuário com necessidade da visita.  Visitas domiciliares são benéficas e trazem resultados positivos;  Importante ferramenta no cuidado e processo saúde-doença;  Toda equipe de saúde bucal dentro de um PSF deve inseri-la na rotina, no intuito de estabelecer um vínculo mais efetivo com a comunidade assistida, promovendo um atendimento humanizado da atenção e do cuidado em saúde bucal, favorencendo outros processos saúde-doença para melhor qualidade de vida.  Rodas de conversas em equipe  Motivação do profissional para que um olhar mais humanizado seja estimulado,  Aplicação de questionários para compreensão do problema dentro de um contexto social, para que assim o profissional de saúde entenda os princípios em prestar o cuidado afim de que se torne autocuidado mudando a realidade na qual o usuário esteja inserido;  Práticas educativas, a fim de se desenvolver potencialidades individuais e coletivas, incentivando hábitos saudáveis .  Compreensão da importância do suporte emocional para o paciente e familiares;  Mudança de comportamento do usuário com um olhar mais positivo pra vida;  Importância de um acolhimento humanizado para com o usuário;  Oferecimento de melhor qualidade de vida, no seu contexto de doenças incuráveis e/ou em condiçoes desvaforáveis, de vulnerabilidade social para comparecer em uma unidade de saúde;  Possível planejametno para realização de procedimentos curativistas devolvendo a saúde bucal para estes pacientes. Contextualização do Problema  Capacitação da Equipe  Compreensão do Problema, facilitando abordagem com os usuarios  Desenvolvimento de atividades para promoção da saúde bucal.  Mudar a perspectiva de uma visão de tratamento de doenças para uma visão de tratar pessoas de forma humanizada. [lucianabarcelos@hotmail.com]
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    Luana Amorim, AlessandraRodrigues, Aldenise Lima, Eduardo Barros, Thaina Gomes, Wanessa Moraes A Planificação e o processo de territorialização em uma Unidade Laboratório da Região do Rio Caetés-Pará PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO [luamorim29@hotmail.com] REGIÃO CAETES - CAPANEMA / PARÁ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Atenção primária visa uma estratégia de organização do SUS e ordenadora da RAS, sendo resolutiva, coordenando e responsabilizando a saúde da população adstrita as ESF, rompendo paradigmas, valorizando as necessidades dos usuários. A gestão praticada no SUS atualmente é voltada para gestão da oferta, preocupando-se com a organização dos serviços de saúde e em seus prestadores, não havendo critério para a população atendida. A população no atual modelo é genérica, definida pelo IBGE, não gerando valor as pessoas usuárias e nem criando vinculo entre os profissionais de saúde e as pessoas usuárias. Participação da Equipe: - Workshops - Oficinas de Monitoramento - Plano de Ação Com o conhecimento real da população usuária há a possibilidade de se estruturar a demanda de modo que, se ajuste uma oferta de cuidados primários com ela coerente, além de romper com o modelo de gestão de oferta. A nossa população estimada seria de 4.289 pessoas, atualmente estamos com 2.285 da população cadastrada no sistema e iniciaremos a estratificação de risco familiar, com efetiva participação e envolvimento da equipe de ACS, propiciando além dos cadastros, estruturação da demanda de usuários e reorganização do processo de trabalho da equipe. A população cadastrada não era nossa população real, havendo a necessidade de cadastramento, diante disto a aquisição de computadores foi realizada, assim como escalas de digitação no E-SUS para os ACS, e posteriormente, atualização do Mapa de Território da unidade. A gestão da saúde da população implica na vinculação permanente de uma população, com a APS se organizando em processos como territorialização e o cadastramento das famílias, modificando processos centralizando a atenção na família e na comunidade, organizando a demanda e a oferta.
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    Autora: Daniela Rosade Oliveira Co-Autores: Daniela da Silva, Nayara A. Moraes, Dayane C. Bordin, Ludimara O. Rosa, Priscila Gomes, Karen C. Pereira, Simone S. Santos Roseni T. Firmino, Joana I. Romagna, Sumaya Pucci, Melyssa Palma, Marcela Palma, Georgia Parizzi, Franciele Spolti,Kelly Martins, Fernanda de Matia, Deise B.B. de Lima, Alexandre Bertoni, Renata Meurer, Bruna C. Vaz. Planificação da Saúde: uma experiência de afeto, inovação, renovação, retroinvenção no fortalecimento da Atenção Primária a Saúde e Especializada na Serra Catarinense. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [daniolivr_sc@yahoo.com.br] planificasusserracatarinense@gmail.comSerra Catarinense/Santa Catarina CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A experiência se dá pelo Grupo Condutor PlanificaSUS Serra Catarinense-GCPSC o qual é composto pela SES/SC, Rede Cegonha, Supervisão Regional de Saúde de Lages/SES e SMS Lages. A região possui 18 municípios, sendo Lages o município sede. Região com grande extensão territorial e vazio assistencial. Fazendo-se necessário o fortalecimento da Atenção Primária em Saúde (APS) e especializada. A região apresenta indicadores de morbimortalidade elevados, apesar de ao longo dos anos ter ocorrido redução da mortalidade infantil, ainda faz- se necessário investimentos nos processos organizacionais que envolvem território e gestão de oferta por base populacional e acesso. Por meio de um diagnóstico situacional junto as equipes de APS constatou-se que as causas estão na singularidade do território vivo, da não padronização de alguns processos, da não ocorrência de fluxo e contra fluxo definido e plano de cuidado compartilhado com a especializada, desfavorecendo a resolutividade dos problemas de saúde e mudança de práticas. • organização da semana padrão; • apoio institucional a um município; • facilitador ou tutor. • O grupo estrutura, avalia, monitora, articula e propõe estratégias de mudanças de práticas por meio de inovação, metodologias ativas e afeto. Iniciam com a organização dos 18 pólos de atuação, trabalhando a singularidade do território com transparência e traduzindo em oportunidades locais de resolução de problemas; as metodologias ativas são destaque tornando as práticas simpáticas e solidárias; a territorialização regional da APS por georreferenciamento envolvendo a intersetorialidade é o grande diferencial. • monitoramento do plano de ação; • participação CIR • Intersetorialidade • visitas técnicas e apoio institucional • roda de estudo do GCPSC • protocolos • integração APS e AAE Efeitos: vínculo gestão/equipe(co- gestão)/território/serviço/comunidade; redução de conflitos, valorização, ampliação do acesso, novas soluções • inovação junto com a renovação e a retro inovação: velho no novo, o novo no velho; • traduzir políticas públicas em oportunidades locais; • ação e suas demandas no território refletindo em indicadores de saúde. • processo de avaliação é constante no cotidiano. A forma de condução precisa ter significado para quem faz parte, é uma questão de início, situada num lugar, em busca de possibilidades, de respostas, de tentativas que levam a construção gradativa de outras possibilidades, horizontes e territorialidades, ou seja: fomos fazendo e criando arranjos.
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    Mariana Brant Martins,Jeane Bonfim Vasques, Paulo Daniel Durães A Atenção primária e o serviço de contra referência da Unidade de Atendimento Integrado Roosevelt PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO marianabrant11@gmail.com Uberlândia / MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Baseado no Protocolo de classificação de risco Manchester, a UAI Roosevelt, tem em média, no horário do trabalhador, que se faz de 16hàs 22h, 1300 pacientes classificados como verdes, por mês. A triagem remaneja o paciente ao módulo básico em prontuário eletrônico, para continuidade do serviço. Para isso, ordenadores de fluxo/assistentes sociais precisam de maior envolvimento na fase final do processo, garantindo acesso ao agendamento em sua área de abrangência. O “Fluxo de Verdes”, que direciona pacientes, assim classificados, porém com perfil de atendimento básico, é direcionado ao médico lotado em Pronto Atendimento (PA) que por sua vez realiza a consulta enfatizando contra referência. O manejo da atenção primária no PA desvia o paciente do fluxo de urgência e emergência e o devolve em contra referência para Unidade básica de origem, se necessário seguimento. Considerando Abril como início do processo, 1747 pacientes classificados como verdes foram atendidos no PA. Após 6meses de sua implantação, em setembro do corrente ano, 947 pacientes verdes foram atendidos. Desta forma, evidencia-se uma redução de 800 pacientes em porta de entrada no PA Roosevelt, considerando a importância da Atenção Primária. Enfermeiros, ordenadores de fluxo, recepção e médicos devem estar alinhados para orientação ao paciente, na necessidade de seguimento em Atenção Primária. O fluxo de verdes proporciona a conscientização da população quanto ao objetivo de atendimento de um PA, trazendo humanização. O paciente compreende o fluxo de urgência e emergência, dando credibilidade ao serviço básico. Diante do exposto, acreditamos que o fluxo de verdes, traz ao paciente uma nova concepção do serviço de Pronto Atendimento e inclui a atenção primária como parte do processo em urgência e emergência.
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    Thiago Tadeu RendeLeilaKeley Barroso Estratégias Para Melhorias de Indicadores de Coleta de Citologia Oncótica O levantamento dos indicadores é de responsabilidade dos gestores locais das Unidades de Saúde, visando melhoria do estado de saúde da população assistida. Sendo o indicador de Controle de prevenção de Câncer (CA) Colo de Útero um desafio para ESF. Pactuado ações como: Busca Ativa das faltosas, Visita Domiciliares dos Agentes Comunitários de Saúde, ligações e mensagens de texto, conscientização da população em sala de espera, grupos operativos, agendamentos em consultório multiprofissional, coletas em livre demanda, horário do trabalhador e mutirão em final de semana. Após analise das ações observamos a corresponsabilização e interação da equipe proporcionou o aumento de adesão, diminuindo o absentismo nos agendamento, melhoria dos indicadores ,aumento do vínculo com as mulheres, diagnóstico precoce e consequentemente redução dos agravos da doença [thiago_rende@yahoo.com.br Uberlândia-MG Os indicadores de Saúde são caracterizados como dados de informações sobre estado de saúde de uma população que norteará as ações de planejamento, a execução e a avaliação das ações realizadas, visando reduzir agravos e danos a saúde da população adstrita. O CA de Colo de Útero é a terceira neoplasia que mais acomete a mulher, o mesmo é previnível através da coleta de Citologia Oncótica, a baixa adesão para realização do exame e acompanhamento é um problema que gestores de saúde apontam. Após identificar a baixa adesão nas coletas de citologia a equipe multiprofissional se mobilizou para realização de ações que envolviam: convocação, conscientização e melhoria das estratégias de adesão. As medições de melhorarias foram realizadas através de dados comparativos do mês anterior as ações, onde observa-se a melhora de 115 % de aumento nas coletas de Citologia. Ao analisar a melhoria dos dados, foi compreendido a responsabilidade sanitária da equipe, com vista a planejar e executar ações na sua área de abrangência, monitorar os indicadores e cobertura do exame. Programar e desenvolver estratégias ao longo do ano.
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    ESTRATÉGIAS PARA MELHORARA VITALIDADE E FUNCIONALIDADE DOS IDOSOS EM UBERLÂNDIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO licbbotelho@Hotmail.com BOTELHO, Liliane Costa Borges. FARIA, Ana Rita. MORAIS, Helaine Aparecida de Faria. FELIPE, Flávia Nadimy. SANTANA, Elielda do Carmo. Uberlândia-MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Todos os profissionais da UBSF Jardim Europa1 e do NASF, através de grupos operativos, visitas domiciliares e mutirões estratificaram 100% dos idosos. O envelhecimento da população é um fato irreversível, e no cenário atual existem poucas estratégias direcionadas ao cuidado à população idosa na Atenção Primária. O risco de Fragilização, perda de Funcionalidade e Vitalidade dos indivíduos aumenta com o envelhecimento. A Atenção Primária à Saúde, na perspectiva do envelhecimento como mais um ciclo de vida que merece ser saudável, deve organizar-se de forma interdisciplinar, implementando ferramentas que melhorem a Funcionalidade e Vitalidade do idosos, garantam o vínculo e continuidade do cuidado. Após Identificação do Idoso Frágil e do Idoso em Risco de Fragilização, uma avaliação multidimensional e médica é agendada na UBSF, para elaboração do Plano de Cuidados com estratégias multidisciplinares. O auto cuidado é incentivado. Estratégias reabilitadoras são usadas quando necessário. Desprescrição medicamentosa de 38,1% do Idosos Frágeis e/ou Idosos com Risco de Fragilização, o que ocasionou: -Redução da Polifarmacia e Iatrogenia. -Redução de exames e procedimentos solicitados, baseado na estratificação do idoso. -Redução da hiperutilização da UBSF por estes idosos, por diminuição da Iatrogenia. -Melhora da Funcionalidade e Vitalidade, referida pelo próprio idoso e familiares. Foram estratificados 204 idosos( 100%), pela ferramenta IVCF 20. (Gráfico 1) Gráfico 1 A estratificação do Risco de Fragilidade dos idosos na Atenção Primária, através do IVCF 20, com avaliação multidimensional e a elaboração do Plano de Cuidados , mostrou-se uma ferramenta altamente eficaz no cuidado à pessoa idosa. CONCLUSÃO Diminuição da Polifarmaica e Iatrogenia com melhora, à curto prazo , na Vitalidade e Funcionalidade dos idosos. Redução de Exames e Procediemntos solicitados, assim como diminuição das Intercorrências e Internações , com provável impacto na Saúde Pública.
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    Thaís Garcia Amancioe Fernanda Santana Gonçalves Uso de tecnologia leves para acompanhamento de pessoas com hipertensão e diabetes a partir do Modelo de Atenção às Condições Crônicas. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO thais.naisi@gmail.com Brasília/DF CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Uma equipe de Saúde da Família enfrenta inúmeros desafios, o maior deles é o conhecimento do território, identificação da população, dos grupos de risco e dos casos que necessitam de gestão da clínica. Este trabalho trata da gestão dos casos de hipertensão e diabetes de um território no Itapoã-DF. No final de 2017 nenhuma pessoa com hipertensão e diabetes acompanhada por nossa equipe tinha estratificação de risco e não havia sistematização da assistência prestada. O conhecimento quantitativo dessas população se dava por avaliação manual dos cadastros no papel e em uma planilha na qual somente um membro da equipe tinha acesso. Não havia conhecimento qualitativo. • Institui-se o grupo de hipertensão e diabetes semanal. • Criou-se uma planilha de monitoramento dos usuários. • Criou-se uma pasta com o instrumento de estratificação, de avaliação e pactuação de auto-cuidado de cada usuário. • Sistematizou-se o atendimento: usuários hipertensos e diabéticos são identificados e agendados para o dia do grupo, onde é acolhido, triado, participa de conversa educativa, de avaliação e pactuação de auto-cuidado, é inserido na planilha e passa por atendimento individual, na qual a estratificação é realizada. As receitas são renovadas de forma presencial e com a aferição de pressão. • Morosidade no cadastramento (apenas duas ACS e mudanças dos sistemas de cadastramento) • Renovações das receitas contínuas sem a presença do paciente • Não havia um instrumento de gestão dos casos • Faltava rotina de estratificação de risco • Faltava sistematização da assistência no cuidado com essa população. Cada membro da equipe passou a ter um papel bem definido: • ACS: cadastros, buscas ativas, a avaliação do auto-cuidado e identificação de necessidades. • Técnicas de enfermagem: agendamentos, acolhimento e pactuação do auto-cuidado. • Enfermeira e Médica: orientações no grupo e atendimentos individuais, que inclui a estratificação de risco Além do melhor acompanhamento das pessoas com hipertensão e diabetes houve a organização do fluxo com atenção secundária, fortalecimento do trabalho em equipe e equipe engajada com o cuidado destes usuários, buscando melhorias no processo. Tabela 1. Gestão de pessoas com hipertensão e diabetes Out/2018 Fev/2019 Dez/2019 Hipertenso/Diabéticos 48 109 239 Estratificados Sem informação 47 153 Sem consulta há 6 meses Sem informação Sem informação 67 Insulino-dependentes 4 5 23 O grupo de diabetes e hipertensão e a sistematização das ações são importantes na melhoria do acesso, vinculação, acompanhamento e oferta de orientações que muitas vezes não conseguem ser feitas em consultório. A realização do auto-cuidado apoiado está em processo e exige ainda mais treinamento e organização da equipe. CONCLUSÃO Foi visível que o trabalho em equipe, o planejamento e o monitoramento das ações e dos usuários agregou qualidade na assistência. Além disso foi vivenciado que o processo de aperfeiçoamento é dinâmico e há muito a ser feito para que mais usuários atinjam a meta terapêutica. LIÇÕES APRENDIDAS
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    Kamila de OliveiraPinheiro Rodrigues, Raimunda Sousa de Oliveira Pinheiro, Elizangela Fontenele Fortaleza da Silva, Maria do Socorro da Silva Cavalcante Projeto de Melhoria no Atendimento dos Usuários na Estratégia Saúde da Família de Tauarizinho no Município de Peixe-Boi Pará . PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO kamilinhaopr@hotmail.com REGIÃO DOS CAETÉS PEIXE-BOI PARÁ CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Redes de Atenção à Saúde -Organizações Poliárquicas -Atenção Contínua e Integral -Coordenado pela Atenção primária à Saúde PlanificaSUS Horas em filas Madrugada para conseguir ficha Falta de agendamento Falta de Agendamento Projeto de Melhoria Equipe da APS PlanificaSUS Organização do Acesso Oficinas Tutoriais Workshops Reconhecimento do Problema Conhecimentos Adquiridos - Elaboração de Plano de Ação; - Conhecimento das diferentes demandas; -Coerência entre a estrutura da demanda e a oferta; -Elaboração de Fluxograma; - Reorganização da Agenda; - Garantia de Acesso. Fluxograma+Agendamento+ Agrupamento das Demandas - Garantia da estruturação - Definição de número de atendimentos disponíveis; - Envolvimento de todos os profissionais; - Garantia de diversos tipos de atendimento. - A organização da demandas garantiu a integralidade da atenção. - Com o agendamento os profissionais se organizam e oferecem aos usuários um atendimento com qualidade. O processo PlanificaSUS está sendo de suma importância para que possamos dar continuidade na organização dos serviços ofertados garantindo a qualidade na assistência ao usuário e comunidade.
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    ESTÊVÃO CUBAS ROLIM;FERNANDA SANTANA, CRISTINA ROLIM, ELENI RIBEIRO Escola de Pacientes DF e a Pasta-PDF – UBS Laboratório da Planificação SES-DF e cenário de prática da Universidade de Brasília PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO estevaocubasr@gmail.com BRASÍLIA/ DF CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Escola de Pacientes DF é estratégia que atua em (1) padrão de cuidado técnico com segurança clínica, e (2) autocuidado apoiado do usuário através de orientações impressas e audiovisuais, tendo atividades em cenário da Planificação SES-DF – Itapoã e vínculos com a Universidade de Brasília. Especialmente em cenários de vulnerabilidade social e pressão assistencial aumentada, é fundamental haver padrão de cuidados em critérios de avaliação, diagnóstico, tratamento e coordenação de cuidado. Infelizmente, diversos serviços apresentam déficits importantes nesses quesitos. Contribuem para esse cenário casos de desassistência prévia por cobertura de APS insuficiente, além de evolução na história natural de doenças gerando complicações a longo prazo, em especial para DCNT. Nesses cenários, a educação permanente também sofre em especial, contribuindo para persistência de lacunas de conhecimento com ciclo vicioso de impacto assistencial. Com múltiplos colaboradores, ferramentas de gestão clínica para as condições mais comuns em saúde pública, sejam agudas ou crônicas, em compartilhada do Google Drive de supervisão – Pasta-PDF, disponível para profissionais de saúde e alunos. Os anexos de supervisão da Pasta-PDF permitem acesso online A UBS condutora da EP é cenário de ensino e pesquisa da Universidade de Brasília, estando em região periférica do DF. Acadêmicos contribuíram com revisões de literatura e ajustes das ferramentas usadas durante as atividades de preceptoria e docência. O material fica disponível para fins de educação permanente e atuação clínica. Avanços da iniciativa são documentados em produções científicas. As ferramentas são desenvolvidas desde 2016, tendo sido usadas para 17.091 atendimentos até 2019-Outubro. Atualmente tema de estudo de doutorado na Universidade de Brasília, a Escola de Pacientes DF tem iniciativas premiadas com arquivos compartilhados com 193 supervisores e alunos via Google Drive. Com o uso da Pasta-PDF há impacto em maior número de atendimentos e resolução de demandas, gerando menor tempo de espera e tempo para demandas administrativas e institucionais, também em versão impressa. O desenvolvimento contínuo de ferramentas para aumento de resolubilidade e acesso trouxe lições sobre importância de fluxo de trabalho, pactuação de metas, monitoramento e avaliação. O cenário de laboratório da planificação trouxe ainda feedbacks sobre alicerces da atenção primária, fortalecendo processos em curso desde 2016. A Pasta-PDF contribui tanto a educação popular em saúde quanto otimiza a abordagem de condições comuns na APS com maior segurança e eficiência. A educação permanente em serviços de Atenção Primária à Saúde é desafiadora e prioritária, impactando assistência à saúde e segurança do paciente.
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    O olhar daAtenção Primária em Saúde- APS sobre a Saúde Mental Janaína Suziéli Pinto1, Letiele da Costa Hanzel2 1 Enfermeira, Especialista em Gestão do Trabalho e Educação em Saúde- UFRN, Especialista em Estratégia Saúde da Família com ênfase em Políticas Públicas- Universidade Dom Bosco, Tutora Planifica- SUS/ Morro Redondo- RS. E-mail: suzielidejesus@bol.com.br; Telefone (53) 981-4279. 2 Acadêmica de Enfermagem- UFPel, nono semestre, estagiária da unidade de Saúde Arthur Neubert- Morro Redondo- RS. E-mail: letyelle08@gmail.com; Telefone: (53)98128-0608. Contexto: A Atenção Primária à Saúde (APS) tem sido uma grande preocupação dos gestores estaduais, desse modo o CONASS, desde 2007, vem desenvolvendo a Planificação da Atenção Primária à Saúde (PAPS). No Município de Morro Redondo o planifica teve inicio no mês de Julho, com a escolha da unidade laboratório- Palha Branca, por possuir equipe completa e menor demanda. Problema O tema proposto para ser trabalhado na região de saúde 21 foi à saúde mental, o qual é um grande desafio para equipe da unidade laboratório, pois se sentem inseguros para exercer o cuidado, devido falta de apoio de profissionais (psicólogo e psiquiatra) e de redes locais como: CAPS, leito em hospital geral, etc. Avaliação do problema e análise das causas ; Em conversa com a equipe avaliamos os problemas acima identificados, a partir disso construímos um plano de trabalho com metas e objetivos, que esta sendo desenvolvido no decorrer da semana, e parte deste trabalho será exposto nesse resumo. Envolvimento da equipe No inicio a equipe não estava muito envolvida, pois não compreendia o objetivo do Planifica SUS, após os Workshops, oficinas e visita das tutoras do nível central começaram a entender a importância das atividades e o seu papel dentro deste processo. Estratégia de melhorias O tutor realizou uma oficina de sensibilização para todos os profissionais para que compreendessem a importância de trabalhar saúde mental na APS. Intervenção A equipe após a oficina construiu um instrumento para mapear e conhecer os pacientes com transtorno mental do território. O instrumento será aplicado nas residências pelos ACS e servirá para construir o perfil dos usuários. Consiste em questões fechadas como: sexo, idade, renda, zona rural, zona urbana e questões abertas: transtorno, medicação, risco de suicídio, uso da rede de saúde mental, vícios, deficiência e o interesse em oficina terapêutica. Medições de melhorias Durante o mês de setembro de 2019 das 2.139 pessoas da unidade laboratório foram entrevistadas através do instrumento 56 pessoas com transtornos mentais sendo os mais prevalentes a depressão e ansiedade, destas apenas três relataram ter ideação suicida, sendo que a maioria não quis falar sobre o assunto. Efeitos da mudança Através dos Workshops e das atividades propostas, a equipe passou a realizar reuniões semanalmente voltadas ao planifica, a fim de organizar o serviço e o processo de trabalho na unidade. Lições aprendidas Frente ao exposto, pode-se compreender o papel da APS em relação à planificação e o objetivo deste processo mobilizador, também conhecer o perfil dos usuários com transtornos mentais, a realidade do território e suas necessidades, etc. Conclusões Concluímos que trabalhar a planificação está sendo árduo e de grande dedicação, mas, contudo é possível afirmar que trabalhar a saúde mental se faz necessário, visto que os índices de suicídio vêm aumentando em nossa região. Com o planifica acredita-se em uma assistência de qualidade a esses usuários. “Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.” Augusto Cury
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    EMILLY BRITO BOMFIM¹THÁRSIA OLIVEIRA DE MENEZES BASTOS² PLANIFICASUS: QUALIDADE ASSISTENCIAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PROBLEMA A atualização cadastral dos usuários. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO Fica claro que a Planificação é um processo contínuo de ensino-aprendizagem. [nutri_emillybrito@hotmail.com] [CAMAMU/ BAHIA] CONTEXTO A implantação da Planificação proporcionará a reorganização da Atenção à Saúde. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Condições de moradia, saneamento básico, situação de saúde (surgimento de doenças crônicas) e vulnerabilidade. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A solidificação dos aspectos fundamentais na APS começa a acontecer de maneira organizada e pactuada.
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    PATRÍCIA PADILHA SOBUTKA,Érica Ianoski, Gisele Rocha, Jackeline Vasques, Walter Henrique Trevisan. Olhar Regional diante da Planificação da Atenção à Saúde na 4ª Região de Saúde do Paraná. Na 4ª Região de Saúde, a RAS, apresenta potencialidades e fragilidades, que estão sendo trabalhadas através da metodologia da Planificação da Atenção. O planificaSUS é estratégia para avançar e superar desafios da RAS, nos processos de trabalho entre APS e AAE através de alinhamento conceitual, trabalhando os processos por etapas: territorialização, acesso, agenda... A Planificação tem contribuído para o alinhamento dos processos de trabalho,além de propiciar aos profissionais o entendimento de organizarem esses processos, tornando maior e melhor a adesão. patriciasobutka@outlook.com 4ª REGIÃO DE SAÚDE/IRATI/PARANÁ Composta por população de 170 mil hab., a 4ª Região de Saúde, cuja a sede fica no município de Irati, aderiu ao planificaSUS em julho/2019, a fim de propiciar discussões e mudanças no modus operandi, buscando a correta operacionalização da RAS. A qualificação dos profissionais e a implantação do MACC, está amenizando a fragilidade de integração entre as Equipes. O processo de planificação está sendo fundamental para garantir a integração e comunicação das equipes APS e AAE. Com a Planificação constatamos na APS a reorganização do território. Na AAE houve a retomada da LC do Idoso no MACC. A organização da RAS é crucial para atender a situação epidemiológica e demográfica, para isto faz-se necessário uma APS resolutiva e ordenadora do cuidado integrada e fortalecida com a AAE.
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    Carla Redin, DaianaM. Zanelato, Nicoli M. da Silva Borges, Valquíria C. Correa, Danúbia B. Matos, Janire A. Hoffmann, Adriana S. Magnus, Jenifer C. Martins, Leandra C. da Rosa, Ana Cláudia M. Carlos, Priscila G. Valim, Paula Rocha, Gilcina Borges Pereira RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO EM SAÚDE: DESAFIOS E AVANÇOS NA UNIDADE LABORATÓRIO DE TRÊS CACHOEIRAS, RS. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO carla.redin@gmail.com TRÊS CACHOEIRAS/RS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Três Cachoeiras/RS possui 10.217 habitantes, conta com 4 Estratégias de Saúde da Família (ESF) e iniciou o processo de Planificação em Saúde, em 2017. O ESF Maria da Rocha Valim é a unidade laboratório do município, com 4.200 usuários e 1.151 famílias cadastradas no e-SUS. A ESF é a que possui mais usuários cadastrados do município, seu território possui bastante vulnerabilidade socioeconômica, levando a grande procura dos serviços de saúde, que sobrecarregava os profissionais que não sentiam fazer um cuidado adequado a sua população. O agendamento de consultas era por sistema de ficha, gerando filas enormes. Após a implantação da agenda aberta, o usuário agendava consulta médica diretamente na recepção, sem um acolhimento pela enfermagem, gerando uma longa espera (de 6 a 8 meses entre a agenda e a consulta). Com isso, aumentou a demanda espontânea da unidade e o acolhimento com classificação de risco não era tão resolutivo. Sobrecarga e rotatividade dos profissionais. Com o processo de Planificação:  Tutora com horário protegido (24hs/mês);  Reuniões de equipe como espaço da Planificação;  Trabalho intenso de educação da população sobre as novas rotinas (líderes comunitários, informativos entregues nas casas, banners e informações na unidade, salas de espera, etc);  Contratação de uma 2ª enfermeira para a unidade (março de 2019). Relatórios de gestão (SMS) + instrumentos da planificação:  ACR realizado pela enfermagem (agendamento de consultas);  Redução do atendimento de demanda espontânea de 20% com a atuação da 2ª enfermeira;  Redução da média de espera entre o agendamento e a consulta médica (1 a 2 meses);  Planejamento de outras ações de cuidado;  Fluxos da ESF mais organizados e de conhecimento da equipe;  Reorganização do trabalho das ACS a partir da classificação risco familiar (escala Coelho-Savassi).  Oficinas da Planificação (2017-2018);  Encontros de tutores junto ao CONASS e 18 CRS, com vistas à discussão e ao compartilhamento dos instrumentos;  Reuniões de equipe.  Os processos de trabalho levam tempo e demandam envolvimento de todos;  A importância de envolver a população na educação da mudança, corresponsabilizando-a sobre seu cuidado (todos os profissionais “falam a mesma língua”);  Mesmo com limitações (estruturais, rotatividade de profissionais) é possível melhorar o atendimento em saúde. Com o processo de planificação foi possível melhorar os fluxos e os processos de trabalho. A equipe de saúde é que coordena o cuidado dos usuários no território adstrito e isso permite que todos possam acessar o serviço de saúde, sendo atendimentos de forma integral e com equidade.
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    Alexandra Silvestre Amaral;Filipe Costa Leandro Bitu; Gilcilene Pretta Cani Ribeiro; Jaqueline Izabel Oliveira; João Cláudio Ferreira Peixoto; Lidiane Lima Regino; Luiz Gonzaga Júnior; Maria Cláudia Tavares Mattos; Vinicius Travassos Amaral. A construção e desconstrução da Unidade Pernambucana de Atenção Especializada com a Planificação da Atenção à Saúde. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO lidiane.regino@upaebelojardim.org.br IV GERES - VII Microrregião - Belo Jardim - PE CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Planificação da Atenção à Saúde configurou-se como um caminho e está impactando positivamente na implementação da RAS nessa região, efetivamente agregando valor, respeitando as diferentes experiências e trabalhando na horizontalidade os conhecimentos. A responsabilização da Atenção Ambulatorial Especializada perpassa seu papel de atendimento para outras funções tão ou mais importantes, que nem sempre estará no locus da especializada, mas aonde a RAS mais precisar. Além da necessária aproximação com a equipe da APS. A gestão e os colaboradores estão completamente envolvidos, compreendidas as melhorias que o Modelo das Condições Crônicas (MACC) trará aos usuários do SUS. A unidade já possui toda equipe para a carteira básica da rede priorizada (Hipertensão Arterial e Diabetes) pelo Estado e está em processo de adequação estrutural e administrativa que caminham em consonância com a estratégia do PLANIFICASUS. Utilizamos as ferramentas ofertadas pelo PLANIFICASUS como forma de acompanhamento das melhorias. O dashboard disponível na plataforma e a pesquisa de avaliação da equipe e do usuário norteiam os pontos que sinalizam as adequações e a atenção aos prazos para execução com plenitude das etapas propostas. O comportamento dos profissionais colaboradores da atenção especializada, mais sensibilizados à importância do acolhimento e ansiosos pela efetivação do MACC. Existe a participação efetiva da gestão e equipe em todas as etapas do PLANIFICASUS. A construção institucional da atenção especializada coerente com as redes de atenção à saúde (RAS); avançando na solução do problema da relação entre APS e especialistas e na estruturação efetiva, e eficiente de uma atenção especializada ambulatorial que de fato seja coordenada pela Atenção Primária à Saúde (APS) e parceira das equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF). O modelo de gestão de oferta, trabalhado hoje, ao longo dos anos vem mostrando-se insuficiente para as necessidades de saúde da população, ocasionando listas de espera e usuários sem a estratificação do risco e/ou o encaminhamento para a especialidade. Para implantação/implementação ações foram necessárias: adequação do espaço físico; escolha e inserção na equipe do enfermeiro responsável pelo ponto de apoio; adequação dos fluxos, tanto internos, quanto para os agendamentos realizados pela APS; elaboração de protocolos clínicos, compartilhados com a APS, para manejar as condições crônicas priorizadas. Algumas ações foram conduzidas em cumprimento do proposto em plano. A equipe de enfermagem já participou de treinamentos sobre atendimentos específicos da linha de cuidados, visitas aos municípios adscritos foram agendadas com o intuito de estreitar relações e conhecimento territorial. A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada é gerida pela Organização Social de Saúde do HCP Gestão com a finalidade de executar consultas e exames complementares, contribuindo com a resolutividade da atenção em saúde da população adscrita de 08 municípios da VIII microrregião da IV GERES.
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    Beatriz Amaro Rocha;Gabriella Oliveira Costa Relato de Experiência Sobre a Implantação da Agenda Protegida na Unidade Laboratório do Município de Campo Verde-MT PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO beatrizamaro.mt@gmail.com Campo Verde/MT CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Planificação em Mato Grosso abrange 19 municípios da região de saúde Sul Mato-Grossense, com o apoio e acompanhamento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. No município de Campo Verde o processo iniciou em julho de 2019, sendo a Unidade Laboratório (UL) a ESF São Miguel. Na tutoria da etapa 1 na UL a equipe trouxe apontamentos referentes ao consolidado da autoavaliação de satisfação do trabalhador. Evidenciaram os seguintes problemas: falta de comunicação, ausência de planejamento e avaliação das ações realizadas, momentos para discussão das dificuldades da rotina. Os profissionais da UL compreenderam que para a planificação conseguir alcançar avanços com qualidade, seria imprescindível que todos estivessem engajados e envolvidos. Perceberam que o conhecimento geral e compartilhado, o planejamento e a troca de saberes favoreceria a qualidade do processo, facilitando a comunicação e possibilitando melhor definição dos objetivos e atribuições. Evidenciaram que o compartilhamento de informações existia de forma superficial, fazendo com o que os profissionais não conseguissem “falar a mesma língua”. De forma unânime verbalizaram a necessidade de realizarem reuniões de equipe mais frequentes e programadas. Diante da problemática evidenciada, foi instituído no plano de ação da tutoria que a equipe iria aderir à proposta de trabalhar com a agenda protegida. Após quatro tutorias e cinco reuniões da equipe, foi aplicado um questionário aos profissionais com questões abertas: 1) você considera o momento de agenda protegida importante, por quê? 2) quais as mudanças você consegue perceber após o início das reuniões de tutoria e de equipe? 3) como você avalia os conteúdos abordados nas reuniões? 4) tem sugestões para melhoria desse processo na equipe? Quatorze profissionais da unidade participaram e responderam o questionário. Todos afirmaram que consideram importante o momento das reuniões e apontaram diferentes justificativas: “melhor interação da equipe”; “solução de problemas encontrados”; “discussão de melhorias para a unidade”; “sugestão de novas ideias e propostas”. Relataram: “melhoria da comunicação da equipe”; “organização do processo de trabalho”; “conhecer as necessidades”; “mais união da equipe”; “ideias boas estão surgindo nas reuniões”. As respostas da equipe demonstraram que os conteúdos abordados nas reuniões foram avaliados de forma positiva: “são temas relevantes para população e para nós”; “são discutidos as nossas dificuldades e soluções”. Durante as reuniões muitas demandas foram evidenciadas, por isso a equipe deixou como sugestão o aumento do tempo de duração da reunião. Assim conclui-se que foi alcançado o objetivo proposto de se ter o espaço da agenda protegida na rotina. E o mais importante, a própria equipe conseguiu perceber a relevância da agenda protegida como ferramenta essencial para as mudanças dos processos de trabalho.
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    Prycyla Melo, MariaMadalena Veras, Julio Guimarães Territorialização como processo de conhecimento e identificação entre equipe e população PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO P_nutri@yahoo.com.br São João de Pirabas/PA – Região Rio Caetés CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O território é lugar onde pessoas moram, produzem, provocam e passam por mudanças. A planificação veio com a proposta de promover, antes de tudo, a territorialização das áreas cobertas pelas unidades. Realizar o trabalho da estratégia saúde da família exige profundo conhecimento da população e suas relações com o lugar em que vive, além das características desse lugar. Na unidade laboratório, a equipe vinha realizando suas ações, mas não haviam feito a análise do território. Os fluxos dentro da unidade de saúde são intensos e há uma gama de atividades ocorrendo nela diariamente. Isso dificulta, muitas das vezes, a discussão sobre os processos pelos quais as pessoas que são atendidas passam no território. Além da equipe de saúde da família, os agentes de combate às endemias (ACEs) também estão envolvidos no processo. Fotos: oficina tutorial de territorialização e mapa dinâmico com construção iniciada. Com a integração da equipe neste processo, entendeu-se a importância de intensificar o cadastro das famílias para garantir a obtenção de informação qualificada e fortalecimento do vínculo entre equipe e população. O processo de territorialização trouxe para a equipe a capacidade de estar em discussão continua em relação às necessidades reais da população. O trabalho em equipe e participação de todos é primordial no processo de territorialização e este processo é imprescindível na organização dos processos de trabalho da atenção primária, visto que é necessário estudar o território para direcionar as ações e garantir acesso aos serviços na rede.
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    Valquíria Costa Correa,Danúbia Borges Matos, Janire Andrade Hoffmann, Adriana Scheffer Magnus, Jenifer Costa Martins, Daiana Maggi Zanelato, Carla Redin, Gilcina Borges Pereira ESCALA DE RISCO FAMILIAR: UMA FERRAMENTA DE QUALIFICAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO UTILIZADA NA UNIDADE LABORATORIO DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO A SAÚDE, TRÊS CACHOEIRAS, RS. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO valeriafccosta@hotmail.com TRÊS CACHOEIRAS/RS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Três Cachoeiras/RS possui 10.217 habitantes e iniciou a Planificação em Saúde, em 2017, no ESF Maria da Rocha Valim. Um dos instrumentos utilizado foi a Escala de Risco Familiar que determina o risco social e de saúde, refletindo o potencial de adoecimento de cada núcleo familiar. No que se refere o cuidado das famílias, a equipe não conseguia colocar em prática o principio da equidade. Faltava uma ferramenta padronizada que permitisse um olhar diferenciado para as famílias que apresentavam vulnerabilidades e riscos distintos. As agentes comunitárias de saúde (ACS) tinham por rotina a visita mensal em todas as famílias do território, gerando um dado de cuidado mais voltado para a produção e não tanto para o cuidado. A equipe já priorizava algumas situações consideradas de risco na família (presença de diabéticos, hipertensos, acamados), mas ainda faltava um olhar diferenciado para aquelas outras famílias. Em 2018:  Estudo e discussão sobre a CRF em reuniões de equipe (toda a equipe);  Aplicação da Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi (ACS);  Confecção dos mapas de cada microárea, com alfinetes coloridos para identificar visualmente os núcleos familiares e seus respectivos riscos (ACS);  Inserção de indicador referente à saúde mental (1ª versão da escala) Em 2019:  Atualização do instrumento (2ª versão da escala) e reaplicação no território;  Atualização dos mapas (ACS).  Os mapas se tornaram um recurso visual, produzido pela equipe, de baixo custo (isopor e alfinetes coloridos) e possibilitou que toda a equipe pudesse olhar para o seu território e visualizar os riscos e potenciais de adoecimento das famílias sob seu cuidado.  Houve uma repactuação na rotina de visitas das ACSs a partir da classificação das famílias (risco maior-R3 tem um acompanhamento mais frequente).  A equipe passou a discutir os casos de famílias com mais risco, visando a melhoria do cuidado.  Ampliação da ferramenta para as demais ESFs do município. O princípio da equidade sendo colocado em prática (famílias com vulnerabilidades diferentes, necessitam de cuidados distintos). Reconhecimento e envolvimento de toda a equipe acerca das condição do território e das famílias. Planejamento de ações voltadas às necessidades do território. Valorização do trabalho das ACSs. A escala atualizada é útil ao mostrar a realidade do território ao despontar as vulnerabilidades deste. Além de contribuir com a organização do processo de trabalho pelas ACS, que não se baseiam no quantitativo de visitas, mas sim em um atendimento de maior qualidade, pautado na equidade do cuidado. Mapa Micro área 02 Resultado, em %, da Classificação de Risco Familiar Legenda: R1: risco menor; R2: risco médio; R3: risco máximo
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    LARISSA BOTELHO; MARIANAMACHADO; MELYNE SERRALHA ROCHA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE RENOVAÇÃO DE RECEITAS COMO INSTRUMENTO DE APROXIMAÇÃO DO PACIENTE DE SEU TRATAMENTO E OTIMIZAÇÃO DA AGENDA MÉDICA NA DINÂMICA DAS UAPSF’s PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO lacabos@yahoo.com.br UBERLÂNDIA/MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A rotina de renovação de medicações de uso controlado pelos pacientes de Saúde Mental do território de uma UBPSF é uma realidade constante, volumosa que demanda tempo e disponibilidade com sobrecarga até então quase que exclusivamente do uso clínico da Unidade e do Setor Administrativo que ficava responsável pela recepção e entrega das mesmas ao usuário. A renovação das medicações exigem além da responsabilidade de sua execução, um tempo hábil do clínico para sua preparação. Percebemos a distância que o usuário se mantém do seu tratamento e da equipe de saúde. É importante considerar também o grande aumento e demanda de psicofármacos por parte da população, principalmente os benzodiazepínicos. • Estabelecimento de novo modelo de renovação de medicações, levando a uma constante atualização dos pacientes do território que fazem uso regular de medicações controladas. • Divulgação da Educação em Saúde com seu conjunto de saberes e práticas voltadas para promoção de saúde. • Percebemos em uma grande maioria dos usuários uma lógica puramente medicamentosa e mecanicista de tratamento, além da expectativa de entrega imediata das mesmas na renovação. • Padrão de tratamento com ênfase somente na doença, individualista, com distanciamento subjetivo e afetivo do processo de adoecimento. • Ausência de corresponsabilização em sua evolução sem mudanças de hábitos de vida e com padrões mentais adoecedores. • Monitoramento do uso correto da medicação dos usuários com prevenção do uso exagerado de psicofármacos e possíveis abandonos de tratamento; • Inserção dos pacientes em outros Programas de Saúde, Grupos e Rede Comunitária e integração dos pacientes oriundos de CAPS na UBPSF; • Mudança da lógica medicamentosa de simples troca para inserção em um modelo de atendimento de saúde global com mudanças de hábitos de vida; • Aproximação do tratamento do usuário com a equipe, evitando impessoalidade do atendimento; • Otimização do acompanhamento com retornos agendados; • Eliminação de acúmulo de receitas para o médico com divisão programada do trabalho em equipe; • Otimização do setor administrativo pela eliminação do constante depósito de receituários. • Reunião de equipe com levantamento da rotina mecanicista e lançamento da estratégia de trabalho de grupo com usuários em dia e horário fixo semanal. • Dinâmicas coordenadas alternadamente com a psicóloga e enfermeira. • Médico Clínico e Agente Comunitário de Saúde em trabalho integrado. • Estreitamento de laços do usuário e Unidade de Saúde; • Aumento da capacidade de trabalho em equipe com efetividade do matriciamento do paciente de saúde mental para toda a equipe; • Ruptura do reducionismo clínico-medicamentoso por parte do usuário; • Aumento da segurança das prescrições. A introdução do trabalho em equipe via grupo operativo de trocas de receitas vem trazer um incremento à promoção do bem- estar psíquico do usuário inserindo-o em uma nova lógica de cuidados e também no manejo de outras condições clínicas. A atividade contribui para a aquisição de um novo olhar, não somente de sua condição clínica, mas também de sua própria vida.
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    FLÁVIA DALILA SILVACARVALHO, PAULA ROSSANA DE LIMA BARBOSA SOUSA, ANA LETÍCIA VELOSO GOMES, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA, MARCOS RAPHAEL DE SOUZA ABREU, LIDIANE DIVINA DO NASCIMENTO E ROMILDA MONTEIRO DOS SANTOS. Territorialização e Implantação de Tablet aos Agentes Comunitários de Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO flavinhadalila@hotmail.com] SILVÂNIA/GO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Com avanços tecnológicos do uso de prontuário eletrônico e-SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) viu-se a necessidade de melhorias no trabalho realizado dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) como forma facilitadora de processar informações, gerir dados, integração e qualidade da informação. Com o processo de Planificação acontecendo no município e após a busca de dados do território viu-se a necessidade de realizar redivisão de área de cobertura por UBS e por ACS e informatizar os dados produzidos pelos ACS. Equipe se deparou com a falta de mapas da área urbana e rural e base de dados inconsistentes, deu-se início ao processo de construção e levantamento dos dados apresentados pelos ACS. Vários encontros aconteceram com o gestor, equipe de tutores e ACS para conclusão das novas microáreas e implantação do aplicativo ephealth no sistema do tablet. O grupo de tutores municipal iniciou o processo de busca de dados e mapas territorial existente para facilitar o trabalho de redivisão de áreas. Foi solicitado aos ACS um levantamento de dados de quantidade de casas, pessoas, comércio e lote vago por cada área de trabalho, e feito um empenho para ser realizado também esse levantamento das áreas descobertas. A territorialização reorganizou os serviços de acordo com o território, ou seja conhecendo o território e permitindo visualizar as necessidades do mesmo, e consequentemente viabilizar estratégias e planejamento de ações em saúde. Realização da redivisão de áreas buscando ter uma maior cobertura territorial por agente comunitário de saúde e a aquisição de tablets visando melhoria no trabalho com dados mais fidedignos e de fácil acesso. A territorialização veio de encontro com a Planificação sendo possível adequar a quantidade de pessoas atendidas em cada UBS e por ACS, antes algumas com excesso de pessoas cadastradas e outras com um número menor. Assim foi possível reduzir o número de microáreas descobertas por ACS de 11 para 4 e pactuado com a gestão para a realização de um concurso público afim de suprir essa necessidade. Através da territorialização foi possível equiparar o número de pessoas vinculadas ao ACS e a cada Equipe de Saúde. Com a redução de microáreas descoberta aumentou a cobertura da população cadastrada no município. Tendo em vista as mudanças realizadas os ACS iniciaram um novo cadastro populacional já informatizado com o uso do tablet, podendo assim após todo esse processo ser possível uma nova análise territorial. Seguindo todas as diretrizes da PNAB 2017. Avanços que vem acontecendo tem mostrado eficácia no trabalho da saúde. Os dados são fáceis e rápidos de serem gerados, é possível saber grupos de riscos existentes, visualizar estratificação de risco familiar e poder elaborar estratégias de saúde pública. Isso tem se concretizado com os relatos dos próprios ACS no processo de construção de dados.
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    FLÁVIA DALILA SILVACARVALHO, PAULA ROSSANA DE LIMA BARBOSA SOUSA, ANA LETÍCIA VELOSO GOMES, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA, MARCOS RAPHAEL DE SOUZA ABREU, LIDIANE DIVINA DO NASCIMENTO E ROMILDA MONTEIRO DOS SANTOS. Planificação da Atenção Primária à Saúde: Organização de Processos de Trabalho no Município de Silvânia-GO PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO flavinhadalila@hotmail.com] SILVÂNIA/GO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Após a realização de uma estimativa rápida do território detectamos problemas com os cadastros da população, 11 áreas descobertas por agente de saúde, discrepância entre o número de pessoas vinculadas na unidade de saúde e por agente de saúde. O processo da Planificação vem fortalecendo as práticas de cuidado, visando mudanças e organizando os serviços para melhor resolutividade das demandas da AB. Desenvolvendo habilidades e competências na equipe, qualificando trabalhadores da APS buscando promover avanços no cuidado ao usuário. Com o processo de expansão em andamento e as mudanças já implantadas nas unidades, podemos acompanhar os benefícios e facilidades nos processos de trabalho diário. O município conta com dados mais fidedignos a partir da territorialização e o tablet como ferramenta tecnológica que foi disponibilizada para os agentes de saúde. A partir da análise dos problemas relatados verificamos a necessidade de realizar a territorialização como instrumento norteador para adequarmos a PNAB. A reorganização dos processos de trabalho, as práticas de cuidados e o fluxo de atendimento na APS buscam oferecer ao usuário um cuidado compartilhado além de realizar o trabalho de forma ampliada. A planificação permitiu utilizar ferramentas como estimativa rápida, diagnóstico local e questionários de avaliação os quais possibilitaram conhecer o território e a partir disso redimensionar as microáreas permitindo as UBS organizarem os serviços a serem ofertados à população. Implantação de bloco de hora no atendimento ao usuário; elaboração de POP (procedimento operacional padrão); agenda protegida; elaboração de Projeto Terapêutico Singular, autocuidado apoiado; compartilhamento de cuidados; plano de gerenciamento de resíduos; estratificação de risco familiar; ambiência; informatização; fluxograma; outros. A Planificação da Atenção Primária à Saúde objetiva reestruturar a Atenção Primária à Saúde (APS) como fórmula capaz de produzir uma ressignificação densa na base estrutural do SUS, além disso, alçar a APS à sua condição de epicentro no modelo de organização dos serviços. O processo no município de Silvânia-GO foi iniciado no ano 2016 utilizando como estratégia a realização de 11 (onze) oficinas e a qualificação dos profissionais. Os facilitadores participavam de encontros proporcionados pela Regional Centro Sul, e posteriormente multiplicava o conhecimento para todos os profissionais que atuam na APS municipal num processo de educação permanente. Reuniões de matriciamento e educação permanente com as equipes de saúde no município para ampliar a visão sobre o cuidado com o usuário e fortalecendo vínculo do mesmo com a unidade de saúde. Iniciado em 2017 o processo de implementação da ESF 08 Bonfim como unidade laboratório onde mensalmente foram realizadas oficinas com agenda protegida da equipe, NASF-AB e Tutores Regional, com a finalidade de acompanhar e nortear as etapas do processo que eram pactuadas em cada encontro. Após os avanços da organização da Unidade Laboratório foi iniciado o processo de expansão para as sete UBS.
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    MARCOS RAPHAEL DESOUZA ABREU, SIMONE UMBELINO BARBOSA, FLAVIA DALILA SILVA CARVALHO, NAYANA DA SILVA SOUZA CAIXETA E PAULA ROSSANA DE L. B. SOUSA Projeto Sorriso Corajoso: a união da odontologia com o lúdico para a promoção de saúde bucal em Silvânia PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO marcosrsabreu@gmail.com SILVÂNIA/GO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Projeto Sorriso Corajoso auxilia o atendimento odontológico através do encorajamento de forma lúdica utilizando o personagem “porquinho da coragem”, o qual foi testado no consultório odontológico da ESF SÃO SEBASTIÃO, período em que foi observada a aceitação dos pacientes com idade de até 7 anos. O medo da criança pela figura do cirurgião dentista dificulta a avaliação, intervenção oral e orientações de autocuidado com crianças de até 7 anos podendo se tornar um problema de saúde pública. Buscar identificar e prevenir que pequenos sinais se transformem em casos graves, através da Promoção em Saúde e levar ao paciente os recursos existentes, são atitudes necessárias para auxiliar na resolução de problemas de saúde da população. Com intuito de expandir a ideia a equipe do Programa Saúde na Escola levou o projeto para todos os centros Municipais De Educação Infantil do município apesentando o personagem que vai acompanhar as crianças nas consultas odontológicas, facilitando a adesão aos tratamentos e tornando esse momento menos traumático. Através do lúdico nas escolas, instituições públicas e ESF o público infantil tem maior adesão ao tratamento, assim proporcionando conhecimento e desenvolvendo habilidades nas crianças referente à prevenção das doenças bucais. As ações de promoção de saúde bucal infantil, devem ser acionadas por meio de ferramentas que tornem o processo de aprendizagem mais dinâmico e de fácil compreensão. A utilização do lúdico, através de um personagem animado palpável, possibilita a melhora na adesão do paciente. População infantil orientada quanto aos cuidados com higiene bucal, melhor interação entre profissional e paciente, público infantil mais frequente e aderida ao tratamento, pois cuidando da primeira infância espera-se ter uma população adulta com hábitos de saúde bucal adequados. A utilização do lúdico para estimular a participação da criança ao atendimento odontológico. Ao chegar no consultório a equipe da odontologia apresenta o porquinho como amigo corajoso, passa as informações de forma simples, harmoniosas e atraentes, tornando o atendimento mais tranquilo e menos traumático, pois encoraja o paciente com uma nova dinâmica de abordagem. A criança recebe o porquinho e permanece segurando durante todo o atendimento como forma de estímulo e autoconfiança. A promoção de práticas saudáveis de prevenção, orientação e autocuidado são fatores importantes para o bom desenvolvimento da saúde populacional. Visando isso a utilização do amigo corajoso incentiva a criança a quebrar as barreiras do medo da figura do odontólogo.
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    Ana Carolina Fernandes;Carlos Eduardo de Oliveira Lula PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE NO MARANHÃO: AVANÇOS E DESAFIOS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO anacarolinaurf@gmail.com Secretaria de Estado/ Maranhão CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O Projeto Planificação da Atenção à Saúde no Estado do Maranhão teve em 2015, com a Região de Saúde de Caxias, logo em seguida, em 2016 a Região de Saúde de Timon, em 2017 a Região de Saúde de Balsas e em 2019 a Região de Saúde de São João dos Patos, envolvendo quase totalidade da macro leste do Estado; Altos índices de mortalidade materna e infantil. Organização da APS e garantia de atendimento na Atenção Ambulatorial Especializada – AAE. Variáveis como interlocução entre os pontos de atenção à saúde, manejo do pré natal de risco habitual e alto risco e governança regional, são prováveis causas para tais resultados apresentados nas séries históricas dos indicadores mortalidade materna e infantil. Para melhores resultados foi necessário o envolvimento e sensibilização de gestores, coordenadores e profissionais de saúde. O alinhamento é uma constante entre o nível estadual, municipal e equipe CONASS através dos grupos condutores, e isso tem sido um grande diferencial para a sustentabilidade de todo o processo. O envolvimento da gestão municipal para a transformação da realidade local é condição sine qua non. Além do apoio da gestão, o reconhecimento de cada profissional a respeito de sua responsabilidade sob o processo faz toda a diferença. Isso tem sido possível devido à formação em serviço proporcionada pelas tutorias. A Planificação da Atenção à Saúde trouxe consigo o reconhecimento do verdadeiro papel da Atenção Primária, trouxe a certeza que é possível fazer mais com menos, que é possível transformar práticas de trabalho, e que é possível com a organização de processos atingir resultados inimagináveis.
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    Severino Azevedo deOliveira Júnior Isabelle Silva de Albuquerque Implantação da Avaliação Geriátrica Global baseada em tomada de decisões, monitoramento e promoção ao envelhecimento ativo PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO E-mail: juniorazevedo1719@yahoo.com.br Parnamirim/RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Projeto desenvolvido em Parnamirim/RN, inicialmente em duas Unidades Básicas de Saúde e subsequentemente ampliado para todas as 29 do município. Dificuldade APS na avaliação geral de saúde da pessoa idosa. Baixas condições de saúde do idoso e da rede de atenção ao idoso. Instrumentos de gestão e indicadores de avaliação ineficazes. Sensibilização da gestão. Planificação da APS. Oficina Avaliação Geriátrica Global. Implementação da Caderneta de Saúde da Pessoa idosa. Desarticulação do cuidado da pessoa idosa. Instrumentos para avaliação global dos idosos. Educação continuada em saúde. Melhoria da qualidade de vida, e vida ativa e saudável da pessoa idosa em Parnamirim/RN. Maior número de Idosos com cadernetas de saúde. Alinhamentos de conceitos com a planificação APS, profissionais envolvidos na linha de cuidado e gestão. Instrumentalização da caderneta de saúde da pessoa idosa em todos os níveis da rede municipal. Avaliação das demandas reprimidas. Parnamirim tem estimado 16.800 idosos e quão desafiador trabalhar todas as singularidades desse público e construir de forma coesa uma linha de cuidado integral à saúde da população idosa.
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    Valeria Cristina Silvade Souza¹; Raíza Régina dos Anjos Holanda² 1- Enfermeira da Estratégia Saúde da Família 2- Médica da Estratégia Saúde da Família Implantação da Tutoria de Planificação na APS do município de Davinópolis – Goiás. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [valeriacristinass.enf@gmail.com] Davinópolis – Goiás CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A planificação é um processo de planejamento da Atenção a saúde. Este trabalho teve como objetivo, relatar a experiência da tutorial de planificação no município de Davinópolis goiás, com o intuito de reorganizer o processo de trabalho, otimizar o acesso da população aos serviços de saúde. As oficinas de planificação foram realizadas na unidade básica, com inicio no mês de Setembro de 2018, e com atividades realizadas: coleta de dados do território de abrangência e fluxograma de atendimento, territorialização , demanda espontânea e programada, classificação de risco, e linha de cuidado das doença crônicas. Capacitar os profissionais da equipe da unidade básica, para melhorar no acolhimento e ações estratégicas. Fortalecer os vínculos entre a unidade básica e os usuários; orientação adequada para os usuários sobre os serviços ofertados na unidade; Informar sobre o horário de funcionamento da unidade; Organizar a classificação de risco dos pacientes com doença crônicas; Oferecer atendimento medico e psicológico para dependentes de álcool e drogas. O problema principal na unidade, estava sendo a organização do fluxo de atendimentos e a classificação de risco dos pacientes com doenças crônicas, e com a reorganização, conseguimos definir cada microárea, levantamento do risco familiar embasado na escala de Coelho-savassi. Como também, a informatização da unidade básica, utilizando o prontuário eletrônico do E-SUS. A mensuração que evidenciamos ao longo do desenvolvimento do trabalho, foi uma melhoria do acolhimento aos usuários, uma reorganização dos atendimentos através de orientações sore a demanda espontânea e agendada. Notamos uma melhor satisfação dos usuários aos serviços e informações da unidade básica. No decorrer do trabalho na unidade, tivemos uma participação ativa e colaborativa da equipe de profissionais da unidade. Primeiramente foi realizada uma reunião com a equipe, para uma melhor orientação sobre a planificação, tivemos apoio e como também engajamento de toda a equipe da unidade, para ajudar nessa reorganização do processo de trabalho na unidade, a enfermeira fez as orientações necessárias para os agentes comunitários e de endemia, e com a participação da médica para a classificação de risco dos usuários com doença crônicas. Através dessa experiência da planificação, notamos que é necessário um trabalho continuo de planejamento e organização dos serviços na unidade básica, aperfeiçoamento e educação permanente de todos os profissionais da unidade, comprometimento no atendimento e acolhimento aos usuários, através de informação e esclarecimento adequado. A tutorial de planificação contribuiu para apoiar e melhorar a reorganização dos processos de trabalho na unidade básica, na qual a partir dessas mudanças, obtivemos resultados positivos desde o acolhimento mais qualificado, para que possamos melhorar a atenção do cuidado no território de abrangência.
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    Sidicácio Souza Rocha,Leidiany Facheti Vassoler, Irla Carvalho. Projeto de Suporte para melhorar os indicadores de adesão terapêutica dos Hipertensos e Diabéticos nas Estratégias de Saúde da Família PROBLEMA A hipertensão arterial sistêmica e o diabetes no Brasil é caso de saúde pública que merece destaque. O município de Montanha/ES utilizou estratégia para melhorar o acesso desses pacientes. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO Cadastrar 100% dos hipertensos e/ou diabéticos da área de abrangência detectados pelo rastreamento no Programa de Atenção à Hipertensão Arterial e à Diabetes Mellitus da UBS/USM. O cenário do trabalho o município com suas áreas de abrangência das ESFs, capacitando os Agentes Comunitários de Saúde e toda equipe. Sendo realizada a Estratificação de Risco das micro áreas do município, implantando assim o cartão de acompanhamento. CONCLUSÃO Permitiu o desenvolvimento de uma nova proposta de promoção, prevenção e assistência à saúde. Apesar dos desafios e dificuldades encontradas, fortaleceu ações para os hipertensos e diabéticos, considerando que que os pacientes de alto risco e muito alto risco são encaminhados para a Unidade Cuidar. kassius_rocha@Hotmail.com MONTANHA/ES – REGIÃO NORTE CONTEXTO Com a planificação na Região Norte do Estado do Espirito Santo, foi possível trabalhar com várias vertentes na estratificação e classificação do risco dos pacientes, o município pegou como base os hipertensos e diabéticos. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Estimativas futuras apontam para um crescimento da incidência nos países em desenvolvimento, com destaque para as doenças cardiovasculares e distúrbios do metabolismo, compreendendo a Hipertensão Arterial Sistêmica - (HAS) e o Diabetes Mellitus (DM), respectivamente. Melhorar a qualidade do atendimento aos portadores de hipertensão e diabetes cadastrados e acompanhados. (Alto, médio e baixo risco). ENVOLVIMENTO DA EQUIPE A inserção da odontologia foi fundamental, considerando que a mesma não estava presente desde o início possivelmente acarretou prejuízos no processo de integralização dos profissionais e todas as equipes de ESFs envolvidas para encaminhar para a referência. Foram realizadas oficinas no município pela Secretaria de Saúde do Estado e CONASS, discutindo questões voltadas para a saúde. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Indicadores das Estratégias de Saúde da Família, com a porcentagem de estratificação dos riscos do hipertenso e diabético, encaminhados para a Unidade Cuidar Norte, referência da cidade, com diversas especialidades, fazendo o atendimento muti profissional, fazendo assim um plano de cuidado do paciente. LIÇÕES APRENDIDAS Além da identificação precoce dos casos, evitar futuras complicações, melhorar a qualidade de saúde e reduzir gastos com hospitalizações, exames e medicações. reorganização do serviço, o que culminou num aumento significativo na detecção dos casos e possibilitou a otimização do sistema Prontuário Eletrônico disponibilizado para o atendimento.
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    Ricardo Tadeu Brik– Edina Pereira dos Santos PLANIFICA SUS COMO FACILITADOR NO PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO NO MUNICÍPIO DE TEIXEIRA SOARES – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO fisiopgcp@hotmail.com Teixeira Soares/Paraná CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Com o município dividido em apenas três ESF’s, sendo uma urbana e duas rurais, havia uma sobrecarga populacional atendida pela ESF1, que é a Unidade Laboratório do município. Através da construção de uma maquete pode-se viabilizar a territorialização proposta pelo Planifica SUS.  Grande demanda;  Centralização dos serviços;  Resolutividade da Atenção Primária;  Construção de mapas e uma maquete;  Divisão do território;  Credenciamento de uma nova ESF;  Necessidade de aprimorar e otimizar o atendimento da equipe;  Reorganização territorial;  Atendimento com base populacional proposto pelo Planifica SUS.  Todos os funcionários do Centro de Saúde;  Estratégia Saúde da Família;  Redução no número de atendimentos diárias num período de cinquenta dias;  Favorecimento da realização de estratificação de risco, acompanhamento de portadores de DCNT’S e planejamento de ações em concordância com as necessidades da população.  Trabalhar de forma integrada;  Discutir os problemas para encontrar soluções. O Planifica SUS veio como um facilitador para que pudéssemos realizar as mudanças necessárias e assim melhorar a qualidade do atendimento e do acesso à população, priorizando prevenção em saúde e qualidade de vida. 25 24 30 27 19 19 26 33 26 18 17 17 24 25 24 11 19 32 26 19 24 30 26 10 19 23 23 23 22 13 20 21 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 14 16 17 18 19 20 21 21 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 NÚMERO DE ATEDIMENTOS EM SETEMBRO E OUTUBRO NÚMERO DE ATENDIMENOS Linear (NÚMERO DE ATENDIMENOS)
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    Aline Liaschi TizzianiSantos Carolina Sousa Cruz Rosa A Experiência Da Implantação Do Agendamento Na Unidade Laboratório No Município De Corumbiara – Rondônia PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO aline.tizziani@hotmail.com CORUMBIARA / RO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A unidade de saúde da zona urbana, “UBS Francisco Soares dos Santos”, em Corumbiara, possui cadastrado 3910 usuários, com 8 agentes comunitários de saúde, a equipe é composta por: enfermeiro, médico, técnicas de enfermagem e dentista. A unidade nunca trabalhou com o agendamento. A UBS funcionava no prédio do hospital municipal, restringia seus atendimentos a: consultas, visita domiciliar, vacina e atividades coletivas. As fichas eram limitadas pelo período, por ordem de chegada. Normalmente os serviços prestados eram para usuários que não estavam cadastrados na equipe. Na oficina II da tutoria Regional, a equipe teve seu primeiro contato com a agenda. Uma tarefa havia sido designada: verificar os fluxos da UBS e o preencher a matriz dos micro e macroprocessos. Foi identificado as demandas e horários mais frequentados na UBS, os principais eventos agudos e crônicos, e as demandas administrativas, permitindo conhecer o perfil epidemiológico de saúde da população. Muitos encontros e tentativas fracassadas para implantar a agenda, ainda era usado o E-Sus CDS, e a agenda era manual. Em maio de 2019, com a implantação do PEC e capacitação, os profissionais passaram a entender e utilizar o agendamento, isso desafiou a capacidade de cada servidor de aprender a trabalhar com a agenda. As adaptações são constantes e se adequam ao fluxo. Principais intervenções realizadas: prédio próprio para a UBS; aumento da carteira de serviço; reterritorialização; instalação do PEC e capacitação profissional; análise de fluxo e adaptação da agenda; divulgação para a população (rádio, panfletos, reuniões intersetoriais.) No início a agenda ficou mais aberta para receber o usuário e reeducar o fluxo. A UBS agenda individualmente e confirma consultas via telefone fixo e WhatsApp. A entrevista dos usuários a respeito da agenda e atendimento é periódica, avaliando de satisfeito para muito satisfeito quanto a agenda. O grau de satisfação dos profissionais e sua avaliação do ambiente de trabalho tem sido positivo. O agendamento ao telefone e aplicativo se consolidou como ferramenta útil à comunidade e equipe. Os atendimentos e tempo de consultas permitem melhor qualidade da assistência. O problema de corredores e sala de espera cheios foi consideravelmente resolvido. Os atendimentos programados as pessoas com agravos crônicos, os grupos de trabalho, as visitas, os procedimentos, passaram a ter seu tempo garantido nas agendas profissionais. A agenda estabeleceu organização do fluxo dentro da UBS e fora dela, pois também organiza o tempo dos profissionais para ações na comunidade. A agenda direciona o atendimento conforme seu grau de risco. A agenda é um dispositivo útil, não pode ser engessada, deve estar em sintonia com o fluxo das demandas, visto que os clientes têm um perfil epidemiológico modificável. Quando bem utilizada, gera satisfação por parte dos usuários e profissionais, refletindo em assistência de melhor qualidade.
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    Maria de CarvalhoDantas Alves, João Rabelo de Araújo Filho Projeto de melhoria através da implantação da plataforma RAPS- SALUS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO mariadantasfisioterapiagmail.com Pinhão/Sergipe CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O presente projeto da implantação da plataforma RAPS-SALUS apresenta como proposta, a melhoria do monitoramento e mapeamento do território, que foi criado para a Atenção Primaria a Saúde (APS), pelo técnico de informática e Agente Comunitário de Saúde (ACS) João Rabelo de Araújo Filho. A plataforma traz suas funcionalidades baseadas nos quatro princípios da APS, na qual o primeiro é a porta de entrada ao sistema, que é realizado através do aplicativo móvel com cadastro do paciente por meio do profissional de saúde, usando a geolocalização e informações como nome e sua condição de saúde, o segundo e terceiro princípios são continuidade e coordenação, respectivamente, que são feitos através do monitoramento, filtragem e atualização do status dos pacientes através do aplicativo móvel ou da aplicação web que estará disponível na APS, e por fim, a integralidade, que é feito pela portabilidade do soft. Atualmente os municípios apresentam dificuldades com o mapeamento e monitoramento do seu território, principalmente na identificação, estratificação de riscos e mapa do território, muitas vezes são feitas manualmente sem recursos da informática, ocasionando em informações ingessadas e atrasadas, visto que, diariamente a situação da família muda. Além disso, durante o percurso de alimentação no sistema e-sus pode haver perdas de dados ou informações. 1- Os mapas das microáreas não existem ou são desenhadas manualmente dificultando o acompanhamento dos usuários; 2- A falta de comunicação entre os setores da saúde com por exemplo, serviços de diagnósticos e UBS; 3- Prontuários de papel extensos, que perdem além da dificuldade para encontrar e compartilhar entre as equipes; 4- Listas feitas manualmente para campanhas e acompanhamentos dos status dos usuários; 5- E comunicação de eventos atrasados, de forma semanal ou mensal pela equipe de saúde. A alimentação da plataforma se dá principalmente por meio dos Agentes Comunitários de Saúde. Uma vez que eles agem como facilitadores na criação de vínculos, na reorganização do trabalho em equipe, na ampliação do acesso aos serviços de saúde e na comunicação entre usuários e profissionais de saúde. Assim, é possível notar que para eles a proposta do aplicativo facilitará bastante o seu trabalho em campo, o que os motiva a implantação da plataforma. Assim como para os demais profissionais, pois todos realizarão o monitoramento dos usuários com mais facilidade e em tempo real. Portanto, toda equipe encontra-se envolvida no processo de implantação. Com o RAPS-SALUS, teremos cadastro dos usuários de forma rápida e simples identificando suas condições de saúde, com uma melhor visualização dos grupos prioritários, com marcadores personalizados no mapa em tempo real; notificações de mudança de status dos usuários, ou seja, se ele estava classificado como alto risco, é possível alterar para outra classificação, como menor risco, assim que mude o perfil de saúde do usuário, e os profissionais saberão. Além disso, um mapa interativo para monitoramento e planejamento de estratégias de saúde pela equipe. O uso da tecnologia da internet possibilita as Equipes estarem com informações atualizadas em tempo real, visto que o município de Pinhão atualmente conta com tabletes e computadores para o trabalho das equipes. Em virtude disso, informatizando o processo de alimentação destas informações, todos os profissionais poderão acompanhar a população em tempo oportuno, através deste aplicativo, além dos usuários contribuírem neste processo. Além disso, transformação em uma rede com uma maior inteligibilidade e monitoramento nas linhas de comunicação, criando elos para uma melhor coordenação com a coleta e sincronização de dados. Este projeto possui diversas funcionalidades úteis aos profissionais de saúde e gestores pois cria um mapeamento interativo, humanizado e com usabilidade. Portanto o projeto da plataforma RAPS-SALUS baseado nos conceitos de mapeamento por geolocalização dos grupos prioritários do Programa de Saúde da Família, contribuirá para a identificação da população e suas condições de saúde, transformando o sistema de saúde em uma rede que fortalece a entrada do paciente pela UBS, aumentando a probabilidade de identificar as patologias e com as integrações dos recursos é possível um melhor uso desses serviços evitando atrasos de condutas, exames e vacinas. Além disso, a equipe terá campanhas com impactos mais positivos, auxiliando as pessoas a navegarem nas complexas redes de serviço de saúde.
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    Maria Caroline LaurindoKinczel – Autora Leandro Ditzel – coautor Desafios e Dificuldades para a Implantação do Planifica SUS em Município com Poucos Recursos e os Avanços já Alcançados com a Planificação PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO caroline_laurindo@yahoo.com.br IRATI - PR CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Neste trabalho relataremos a angústia da equipe ao saber que nosso município, carente de recursos humanos e baixa cobertura de Estratégia de Saúde da Família, havia aderido ao Planifica SUS e, ao mesmo tempo, vislumbrar a possibilidade de estruturar a Atenção Primária no município de Irati-PR. Temos falta de recursos humanos, financeiros e o teto de limite prudencial impedem a boa cobertura da Estratégia de Saúde da Família, que há anos vem sendo desestruturada, dificultando a implantação e continuidade do Planifica SUS no município, tornando para nós um grande desafio. Estruturar a equipe da Unidade Laboratório, já que não tínhamos Agentes Comunitários e Dentista 40h na Unidade. A estrutura da Unidade não condizia com as exigências do Programa, que continha rachaduras, pintura ruim e banheiro para portadores de necessidades especiais era inadequado. Conseguimos envolver o Conselho Municipal de Saúde e gestão Municipal, com o intuito de propor mudanças. O Planifica SUS veio como o norte que a equipe necessitava. Precisávamos de um fator desencadeante para a estruturação e organização dos processos. Acreditamos que as melhorias virão com maior intensidade com a continuidade do Programa. A proposta é uma possibilidade de mudanças, que mesmo com baixas condições de trabalho e incerteza dos resultados a serem atingidos, aceitaram o desafio e motivados, uniram-se para melhorar o ambiente de trabalho e estruturar a ESF para a melhor atenção ao usuário que é o foco do Planifica SUS. Apesar das dificuldades com a Atenção Primária desestruturada, funcionários desmotivados, notamos que é possível melhorar e sensibilizar os profissionais para mudança, esta já está sendo observada tanto pela equipe quanto pela população. O município não tinha condições para aderir o programa. Não tínhamos profissionais suficientes para o desenvolvimento dos trabalhos, tivemos que remanejar servidores de outras unidades para estruturar a unidade laboratório. Como por exemplo, a inexistência de dentista 40h mesmo antes da adesão, já que este era um item primordial para tal, tampouco Agente Comunitário para fazer a territorialização. População melhor assistida com o aumento da oferta e estruturação da demanda; melhor cobertura de agente comunitário; envolvimento com lideranças da comunidade; equipe passou a conhecer melhor os usuários da área de abrangência e assim melhor intervenção nas ações e tomadas de decisões; população e equipe satisfeitas com as mudanças já acontecidas.
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    Jaqueline Nardelli, JessicaAmaral, Caio Alencar, Renan Lyra, Maiara Maia, Luciana Maciel e Alyne Milhomem Adequação dos fluxos de Atendimento na Unidade Básica de Saúde nº3 do Paranoá Parque: Uma experiência exitosa na Atenção Primária à Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO jaquinardelli@gmail.com Paranoá Parque – Distrito Federal CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Portaria de Consolidação nº 1/2017 do MS, estabelece como direito da pessoa ter atendimento adequado, ágil, com qualidade e garantia de continuidade, se faz necessária maior atenção aos fluxos da unidade, a fim de identificar os fatores que vêm influenciando na demora do atendimento ao usuário. A demora do usuário para atendimento na UBS 3 do Paranoá Parque e a falta de organização dos fluxos de atendimento. De acordo com dados levantados na unidade em maio, o tempo de espera dos usuários para atendimento era em média 70 minutos. A demora era influenciada por desarranjos nos fluxos de demanda espontânea e consultas agendadas. O problema e as propostas de mudanças dos fluxos estiveram em pauta durante as reuniões do Colegiado Gestor, onde as equipes de ESF propuseram melhorias à partir da experiência diária de atendimento. A proposta elaborada para os novos fluxos foi aprovada pelo Colegiado e implementada por todos os profissionais da UBS. Desenvolvimento em grupo dos novos fluxos de demandas espontâneas e agendadas. Validação com os profissionais da assistência em Colegiado Gestor, e adesão às mudanças. Durante o mês de maio, os usuários permaneciam na unidade 103 minutos, em média. Já no mês de agosto, o tempo médio de permanência reduziu para 66 minutos. O tempo de espera dos usuários para atendimento em agosto foi de 20 minutos. Ressalta-se que não houve redução no tempo de consulta no período dos levantamentos. Essa experiência ressaltou a importância de estruturar melhor os fluxos na Unidade visando aprimorar a qualidade do atendimento ao usuário. Além disso, uma tomada de decisão coletiva possibilita maior adesão às mudanças propostas. Conclui-se que a mudança da rotina dos fluxos de acolhimento da unidade diminuiu o tempo de espera do usuário para atendimento, contribuindo assim para um atendimento mais eficaz. A adequação dos fluxos contribuiu para a otimização do tempo.
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    Rayegne Alves dosSantos Mendes; Sebastião Caio dos Santos Dantas; Maura Vanessa Silva Sobreia: Vanessa dias de Araújo Barreto INTEGRALIDADE E HORIZONTALIDADE: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO DO SUS NO MUNICÍPIO DE TIMBAÚBA DOS BATISTAS -RN PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO rayegnealves@gmail.com CAICÓ, IV USARP - RN CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Tendo em vista o processo de reestruturação da Rede de atenção a Saúde, promovido pelo CONASS, na perspectiva de qualificação da RAS, reorganizando processos de trabalho e promovendo a resolutividade dos serviços na Atenção primária a Saúde teve início o processo de planificação no Seridó Potiguar. O modelo de atenção primária exercido atualmente vai de encontro a princípios propostos pelo SUS, onde temos atualmente uma rede que não é capaz de prestar cuidados de forma integral, nem promover a equidade entre seus usuários . Visto que o sistema de saúde atual esta fadado a falhas, e tornou-se obsoleto, tendo em vista que não acompanhou a mudança do perfil epidemiológico da população e está vulnerável a má influência política, observou-se a necessidade de mudança na estratégia de oferta de serviços de saúde, como forma de melhoria na forma da promoção a saúde. A equipe de saúde de Timbaúba foi acompanhada pelo mesmo facilitador desde o primeiro encontro, o que permitia a criação de vincúlo, tornando o processo de implementação mais leve e confortável. Mostrou-se envolvida e aberta a essa nova proposta de reestruturação do processo de trabalho Foram realizadas, oficinas prévias com os facilitadores, com fins de organização do processo, permitindo assim um alinhamento de condutas. Assim, foram realizados os workshops I e II , com a referida equipe de saúde da família, onde foi explanado e discutido toda a parte teórica da proposta de planificação dos SUS, possibilitando assim a compreensão de todo o processo e orientando a realização das ações nas unidades. Du Foram utilizadas dinâmicas de avaliação, a fim de mensurar junto a equipe, o nível de satisfação da equipe e de evolução das ações proposta pelo projeto. Tais instrumentos foram recolhidos e enviados ao grupo condutor para análise. Após as ações propostas, discussões em grupo e estudos prévios sobre a proposta de planificação, observou-se o interesse e disposição da equipe da unidade de saúde em realizar as orientações propostas, facilitando assim a continuidade do processo de planificação. A interação com o grupo condutor e as oficinas prévias com os facilitadores, permitiram que a realização dos workshops se dessem de forma mais embasada e segura. A interação do facilitador com a equipe, na perspectiva de uma figura de apoio, permite que proposta da planificação seja aceita e compreendida mais facilmente. O processo de restruturação da RAS é um processo longo e tortuoso, contudo a proposta disposta pelo CONASS na concretização do planifica SUS, permite que tal caminho não seja percorrido de forma e confusa. Assim, a equipe de saúde conseguiu realizar as ações propostas, entendendo todo o processo.
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    Lucelia Carolina DaSilva. Busca de Cobertura Vacinal. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO :luceliacarolina2011@hot mail.com. centro oeste Itaberai-Go. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Chegar ao número de crianças faltosas na sala de vacina. Números de crianças menores de 05anos acompanhadas por ACS. Todo trabalho em equipe é grandioso. desenvolvimento de ações em parceria fazem acontecer e atingir metas Atualização dos registros vacinais das crianças menores de 5 anos, contribuiu para uma melhora da cobertura vacinal e acreditando que sempre possível fazer a diferença com as trabalho em equipe.
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    ANDERSON QUEIROZ SANTOS. "TRANSFORMANDO E PLANIFICANDO : NOVO CICLO NA USF - EDVALDO NASCIMENTO DE BRITO". PROBLEMA * DIFICULDADE NO AGENDAMENTO DE CONSULTAS: A PROBLEMÁTICA PREJUDICA A QUALIFICAÇÃO DOS ATENDIMENTOS, UMA VEZ QUE OS PACIENTES CHEGAM EM GRANDES QUANTIDADES NUM ÚNICO MOMENTO (08H) DEIXANDO PROFISSIONAIS "PRESSIONADOS" DIRETA E/OU INDIRETAMENTE PELA CLIENTELA QUE RECLAMAM DO TEMPO DE PERMANÊNCIA NA UNIDADE. ESTRATÉGIA DE MELHORIAS * APÓS IMPLANTAÇÃO DA PLANIFICAÇÃO, SURGIU UMA VISIBILIDADE GERENCIAL (COORDENAÇÃO APS + GERENTE DA UNIDADE LABORATÓRIO) IMPLANTANDO O "BLOCO DE HORAS" REORGANIZANDO AS DEMANDAS, ONDE REALIZAMOS DIVERSAS REUNIÕES EM EQUIPE DISCUTINDO AÇÕES DE MELHORIAS NOS ATENDIMENTOS. CONCLUSÃO * COLETIVIDADE X HUMANIZAÇÃO: A USF-ENB TEM DESENVOLVIDO UM TRABALHO DE EQUIPE, CONDIZENDO AS DUAS PALAVRAS DE INÍCIO QUE DEFINEM O ÊXITO. DIANTE INÚMEROS AVANÇOS, TEMOS A CERTEZA QUE O "BLOCO DE HORAS" É DESTAQUE E CONTAGIANTE ENVOLVENDO OUTRAS EQUIPES DO MUNICÍPIO. enf.anderson@hotmail.com NOVA IBIÁ - BA CONTEXTO * A USF EDVALDO NASCIMENTO DE BRITO, INGRESSOU NO PLANIFICASUS NO INTUITO DE FORTALECER A APS ENCARANDO O DESAFIO POR ACREDITAREM QUE O SUS FAZ ACONTECER NUMA VIVÊNCIA REAL NO COTIDIANO. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA E ANÁLISE DAS CAUSAS * A USF TEM UM ACÚMULO MAIOR DE DEMANDA PELO TURNO MATUTINO (ZONA RURAL), ASSIM TINHA COMO OBSTÁCULO ORGANIZACIONAL NOS AGENDAMENTOS E CONSCIENTIZAÇÃO DESTA CLIENTELA HABITUADA HÁ 07 ANOS NUM MODELO PADRÃO, SENDO NECESSÁRIO DESMISTIFICAR QUE PACIENTES PERIURBANOS SÓ PODERIAM SER ATENDIDOS PELA MANHÃ, O QUE TÍNHAMOS COMO GRANDE PROBLEMÁTICA. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE * INCORPORAMOS FACILMENTE E DIRETAMENTE A EQUIPE NA PARTICIPAÇÃO ATIVA NESTE NOVO MODELO DE ADAPTAÇÃO NO PROCESSO DE TRABALHO, OBTENDO PARCERIA E POSITIVIDADE QUE ESTÃO TENDO UM OLHAR HOLÍSTICO, ALÉM DA QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA E HUMANIZAÇÃO, COLOCANDO EM PRÁTICA A FRASE: “ENXERGAR A FLORESTA E NÃO SOMENTE CADA UMA DAS ÁRVORES”. MEDIÇÕES DE MELHORIAS * ESTAMOS AVALIANDO / CONTROLANDO ESTA INOVAÇÃO ATRAVÉS: FORMULÁRIO PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE; AVALIAÇÃO DO E-SUS; REGISTRO EM ATA DE OPINIÕES DOS CONSELHEIROS DE SAÚDE. LIÇÕES APRENDIDAS * O DESAFIO FOI LANÇADO E COLOCADO EM PRÁTICA O "BLOCO DE HORAS" NA CERTEZA DA REORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO E CONQUISTA PARA O PROTAGONISMO DO CUIDADO À CLIENTELA DO TERRITÓRIO.
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    CLAUDIA DA SILVADE AGUIAR ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ESTRETÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA APÓS IMPLANTAÇÃO DA PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO enf.claudia.aguiar@hotmail.com TORRES / RS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS No município de Torres, Rio Grande do Sul, a Unidade de Saúde ESF São Jorge, a qual pertence a 18CRS, passou a ser a equipe laboratório da Planificação da Atenção à Saúde e, com os avanços das tutorias, foi qualificada para realizar as estratificações de risco cardiovascular aos pacientes portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um grave problema de saúde pública e contribui, direta ou indiretamente, para o ocorrência de mortes por doença cardiovascular no país. Com um número crescente de indivíduos hipertensos, fez-se necessário calcular o risco cardiovascular (RCV) dos pacientes cadastrados nessa Unidade de Estratégia de Saúde da Família. A estratificação dos pacientes portadores de HAS contribui para o acompanhamento efetivo, planejamento assistencial e adequação das medidas a serem alcançadas tanto pelo paciente como pela equipe multidisciplinar. A avaliação do risco cardiovascular em hipertensos e a influência dos fatores de risco nos escores de estratificação, qualifica o cuidado. A estratificação de risco cardiovascular é realizada com todos os pacientes diagnosticados com hipertensão arterial sistêmica a partir do escore de Framingham, seguindo a resolução N° 303/18 – CIB/RS. Com a RCV é possível obter o risco porcentual de evento cardiovascular em dez anos para homens e mulheres, sendo o risco classificado como baixo (menos de 10%), intermediário (10 a 20%) e alto (mais de 20%). Após a classificação é realizado um plano de cuidado, com encaminhamentos a nutricionista, atividade física, grupo para cessar o tabaco, controle de exames e especialidades médicas conforme a necessidade e risco calculado. Com as tutorias da planificação da atenção à Saúde a equipe da Unidade laboratório passou a ter uma visão diferenciada para os hipertensos cadastrados, apresentando eficácia na linha de cuidado dos pacientes portadores dessa patologia. Dado o exposto, a Unidade de Saúde em questão qualifica o cuidado do indivíduo portador de Hipertensão Arterial Sistêmica, com acompanhamento conforme o risco cardiovascular, promovendo medidas preventivas e diminuindo encaminhamentos a atenção secundária e terciária.
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    AUTORES: Silvane doCarmo Gavronski; Angela Maria da Cruz Cardoso Macarroni TÍTULO: DESBRAVANDO O PLANIFICASUS, Modelo Organizacional da APS e AAE em favor da Gestão e da Comunidade PROBLEMA: Diante do número de profissionais versus número de pessoas, a cobertura de ESF do Município superava 100%, mas a área central do Município não tinha cobertura de ACS’s nem uma equipe definida e exclusiva para atendimento, oferecendo apenas atendimentos curativos realizados no Pronto Atendimento Municipal. Além disso, uma grande parte da área rural, deixava de procurar sua unidade de saúde referência para ir até o PA (Pronto Atendimento Municipal) em virtude do transporte coletivo facilitar o acesso à esta unidade de saúde. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO Com a implantação do projeto PLANIFICASUS na 4ª Regional de Saúde, SESA em conjunto com o Hospital Albert Einstein SP, após o levantamento do diagnóstico local de saúde e a exposição do problema, iniciamos o projeto revendo todo o território Municipal quanto ao número de pessoas, famílias e índice de vulnerabilidade social, econômico e cultural, através de um novo recadastramento em saúde. CONCLUSÃO Através deste projeto modelo organizacional foi possível conhecer nossa população dentro de suas necessidades, vulnerabilidades e anseios, ofertando aos mesmos ações de prevenção e promoção através do fortalecimento da APS como resolutiva e ordenadora do cuidado, além das ações curativas, paliativas, reabilitadoras, vinculadas a AAE em tempo oportuno. Conforme o novo financiamento da APS recentemente divulgado pelo MS, onde levará em conta o número de cadastros e o perfil sociodemográfico da área, os indicadores alcançados por cada equipe, a cobertura municipal de APS e o tipo de equipe, este projeto veio de encontro às necessidades da população e em favor dos anseios da gestão municipal. silvanegavronski@hotmail.com MUNICÍPIO: Inácio Martins- Paraná CONTEXTO: No Município de Inácio Martins-Pr, haviam muitas divergências na distribuição do número de pessoas atendidas pelas equipes de estratégia de saúde da família, algumas atendiam uma média de 1.900 pessoas e outras 3.500 pessoas, além de contar com uma cobertura de ESF de 75% da população, deixando 25% da população descoberta de um atendimento integral, preventivo e resolutivo, foco principal das ações de prevenção e promoção da saúde, para o fortalecimento da Atenção Primaria. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS: Para avaliar a situação foram convocados os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e o comitê gestor municipal e definiram-se as estratégias para a territorialização, exposição do projeto com a divisão das equipes para recadastramento, condensação e avaliação dos resultados pela coordenação, discussão do desenvolvimento do trabalho, e adaptações nos fluxos e reavaliação do processo quando necessário. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE A partir desse projeto obtivemos um diagnóstico real da população, quanto ao número de pessoas e famílias, bem como do índice de vulnerabilidade, estando referenciada a uma unidade de saúde para atendimento, promoção de saúde e prevenção de doenças, oferecendo a população um atendimento igualitário e integral, bem como facilitando o acesso aos serviços disponíveis em todas as áreas da saúde, nas ações desenvolvidas pelas equipes. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS O objetivo desse projeto foi atingir efetivamente 100% de cobertura de ESF no Município de Inácio Martins-Pr, através de um análise fidedigna da população, da oferta de serviços de acordo com as suas necessidades, promovendo saúde e a prevenção de doenças e agravos. LIÇÕES APRENDIDAS: Toda mudança é possível quando se tem objetivos claros, determinação e comprometimento. O envolvimento e a participação das equipes, adesão e apoio da gestão, diretrizes norteadoras, e o entendimento populacional, tudo isso acontecendo de maneira sincronizada, nos permite mudar qualquer cenário.
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    Fabricio Pereira Montes,Loany Queiroz Rodrigues Carvalho, Paulo Henrique Silva Costa Estratificação de Risco em Saúde Bucal no PSE. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO [fabriciopereiramontes@gmail.com SENADOR CANEDO/GOIÁS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Com a planificação passamos a estratificar os riscos na UBS todos os dias, e também nas escolas quinzenalmente. A equidade foi de fato aplicada e ainda conseguimos identificar os riscos e atingir com mais resolutividade os problemas, identificando e encaminhando os casos que fossem necessário tratamento na UBS, prevenção primária na própria escola os casos que poderiam ir parar nas UBS sem necessidades, podendo pegar a vaga de quem de fato estivesse precisando. Também fizemos a reorganização do agendamento na UBS. Já é nítida a melhora nos resultados, em 10 meses de programa, conseguimos observar que esta sendo uma revolução para à Saúde Bucal e também é nítida a melhora para com toda a equipe da ESF, que também esta sendo reorganizada de acordo com a planificação. Os Dentistas se sentem mais capacitados para entender o processo de uma APS resolutiva. Os agendamentos para tratamento na Unidade, são diários e sem demanda reprimida hj no município, graças a reorganização dos processos de trabalho recebidos pela planificação. Os 34 cirurgiões dentistas e 34 ASB, receberam o projeto em janeiro e receberam a capacitação com muita atenção, e desde então aplicam o projeto com muita responsabilidade e carinho. Mostrando envolvimento e ampliando o conhecimento graças a planificação. A planificação é um divisor de águas para o SUS, que já é muito bem estruturado, e se torna ainda mais apaixonante, organizado e resolutivo, para que de fato dê à nossa população uma Saúde cada vez melhor. Para Ampliação do acesso e resolutividade baseado na Planificação, fizemos um projeto dentro do PSE, par que os cirurgiões-dentistas responsáveis por cada unidade escolar dentro de sua área de abrangência, realizem busca ativa através de estratificação de risco para encaminhamento dos educandos com necessidades de tratamento para sua UBS. Uma população de 22000 educandos e muitos sem ainda ter passado por avaliação odontológica. Índice alto de intercorrências de crianças e adolescentes sem antes terem passado por avaliação. Causando déficit de atenção ou ausência desses educandos por problemas dentais, sendo uma causa importante no aprendizado e prejudicando o futuro destes alunos. Sem busca ativa, os responsáveis só chegavam até à UBS, para levar suas crianças ,quando já apresentavam dor. Sem que tivessem a chance de serem estratificados e serem identificados precocemente, quanto aos riscos Cárie, oclusopatias, bem como algumas condições que não precisariam ser encaminhadas para UBS, resolvendo na própria escola ,desafogando a unidade. Com a reorganização proposta pela planificação, podemos sem que aumente nossa demanda, sermos resolutivos de acordo com os princípios do SUS. O Trabalho feito com organização e planejamento é sempre mais efetivo. A Planificação é fundamental para o futuro do SUS.
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    AUTOR: Danieli MariaCorassa Classificação do Risco Familiar pela Escala de Coelho e Savassi no Município de Bozano PROBLEMA Equipe de saúde apresentava dificuldades em identificar e visualizar onde estava concentrado os maiores riscos familiares, não tendo acompanhamento efetivo da população adscrita. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO Definir território, microáreas, cadastramento da população, cada grupo familiar foi classificado e identificado no mapa conforme grau de risco: R1 – Risco menor – VERDE R2 - Risco médio – AMARELO R3 – Risco máximo - VERMELHO CONCLUSÃO Após a Classificação de Risco Familiar, houve melhor acompanhamento das famílias de maior vulnerabilidade, promovendo em conjunto com a equipe de saúde o autocuidado apoiado através de grupos e visitas domiciliares. dani.corassa@hotmail.com Bozano/RS CONTEXTO Classificar o Risco Familiar de todas as famílias do município, conhecendo suas vulnerabilidades para melhor acompanhamento através da equipe de saúde. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Equipe identificou as maiores vulnerabilidades e problemas de saúde através da Escala e após análise dos dados, iniciamos estratégias de atendimento e acompanhamento das situações de risco, como o alto índice de usuários Hipertensos. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Toda equipe multidisciplinar envolvida no Processo. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Após o novo método de trabalho ser implementado, houve melhor acesso da população ao serviço de saúde, com isso acompanhamento contínuo, atendendo cada família conforme sua necessidade, focando na prevenção e promoção da saúde do grupo familiar. LIÇÕES APRENDIDAS Conhecer a população adscrita, trabalhar em conjunto com equipe multidisciplinar, ofertar os serviços de maneira resolutiva, focando no acompanhamento contínuo do usuário.
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    CÁSSIO A. COELHO,MAIARAA. MAIA, NATACHA O. HOEPFNER Planificação na Unidade Básica de Saúde 03 do Paranoá Parque Através da Tutoria do CONASS : Relato de Experiência de Residentes de Gestão de Políticas Públicas para a Saúde PROBLEMA E AVALIAÇÃO ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO cassioalves48@hotmail.comBRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL CONTEXTO ENVOLVIMENTO DA EQUIPE RESULTADOS Visando a implementação da estratégia de Planificação da APS na UBS 03 do Paranoá Parque, que tem por objetivo apoiar o corpo técnico e gerencial das secretarias estaduais e municipais de saúde na organização dos micro e macro processos da APS, foram planejadas e desenvolvidas ações relativas à Planificação. A UBS foi inaugurada em 06/07/2018, em espaço provisório localizado fora do território adscrito. Nesse cenário, um dos principais problemas enfrentados pelos gestores da unidade é a necessidade de levantamento de informações que dessem suporte a implementação das ações da estratégia de Planificação. Foi identificada, pelos residentes e gerência da UBS, a necessidade de maior compreensão dos fluxos e processos de trabalho, a percepção de usuários e servidores, a realidade da unidade e do território, sendo essa dificultada pela insuficiência de ACSs atuantes. Durante o processo de aplicação, pelos residentes, dos instrumentos disponibilizados pelo CONASS, houve envolvimento de toda a equipe de profissionais da UBS, contribuindo com as informações necessárias para a coleta de dados, além de proporcionar espaços de trocas de experiências e maior compreensão da complexidade dos processos de trabalhos da unidade, possibilitando a elaboração de estratégias para a ampliação das ações de planificação. Dentre as estratégias de coleta de dados, avaliação e melhoria dos serviços na UBS estão: A partir dos dados coletados, destaca-se: Para atender aos requisitos necessários para a implementação das ações da planificação foi realizado, a partir das tutorias do CONASS, o planejamento para a aplicação dos instrumentos que A implementação de ações da planificação, enquanto instrumento de gestão e organização da APS, possibilitou o levantamento de dados relativos às demandas da unidade que subsidiaram o planejamento de ações voltadas para o desenvolvimento de competências, conhecimentos, habilidades e atitudes para a organização e qualificação dos processos na UBS. Avaliação dos fluxos da unidade Levantamento das perspectivas e sugestões dos usuário e servidores Adequação da estrutura da unidade de acordo com as normas preconizadas Adequação da sala de vacina às normas Satisfação dos Servidores e Usuários, o Instrumento de Ambiência e o Checklist da Sala de Vacinação. Além disso, foi planejada reaplicação dos instrumentos após intervenções realizadas a partir dos dados coletados, para a avaliação das mudanças ocorridas na estrutura e nos processos de trabalho da unidade. Principais demandas da unidade. Tempo médio de espera. Grau de satisfação em relação ao atendimento do profissional. Recebeu informações sobre as rotinas da UBS (horário de atendimento, dia de marcação de consulta, etc.). Recebe o necessário para realizar o trabalho? (materiais, equipamentos, instrumentos e insumos).
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    CÁSSIO A. COELHO;MAIARAA. MAIA; NATACHA O. HOEPFNER. A INSERÇÃO DE RESIDENTES DE GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARAA SAÚDE NA IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE PLANIFICAÇÃO DAATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 01 DE SÃO SEBASTIÃO CONCLUSÃO natacha.oh1@gmail.com BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL CONTEXTO, PROBLEMA E AVALIAÇÃO ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO A prática do acolhimento é uma importante ferramenta para contribuir com o processo de trabalho das equipes de saúde da família. É justamente nesse cenário em que se encontra um dos principais problemas identificados na UBS. Percebe-se uma estreita relação da disponibilidade de acesso aos serviços da UBS com a complexa gestão dos fluxos na unidade. Diante disso, os principais problemas observados são: A inserção dos profissionais residentes nos acolhimentos da UBS possibilitou o desenvolvimento de uma atuação com base nas diretrizes para o acesso dos serviços de APS e da Política Nacional de Humanização. Buscou-se, com tal intervenção, a redução de filas e do tempo de espera, prontidão na oferta de informações evitando a espera desnecessária, a ampliação do acesso, um atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco, uma escuta qualificada, o encaminhamento responsável e a garantia dos direitos dos usuários. Além disso, foi possível o desenvolvimento de estratégias voltadas à melhoria do acesso às informações da unidade, a organização dos fluxos e a inserção de ferramentas de classificação de risco nos acolhimentos. Alguns dos instrumentos gráficos produzidos são representados a seguir: Além disso, percebe-se grande sobrecarga do serviço, relacionada a numerosa população adscrita, em um vasto território urbano e rural. Foi realizada a inserção dos Residentes de Gestão de Políticas Públicas para a Saúde, vinculados à FIOCRUZ Brasília, em Equipes de Saúde da Família da UBS, a fim de, assumindo os acolhimentos, prestar o serviço de atendimento à população. Essa imersão junto às equipes proporcionou espaços de trocas de experiências e compreensão da complexidade da gestão dos fluxos da unidade, possibilitando a elaboração de estratégias para a ampliação dos processos de planificação. Com a inserção dos residentes nos espaços de acolhimento, enquanto profissionais dotados de conhecimentos e habilidades desenvolvidas na formação acadêmica e de gestão em saúde, foi possível uma visão baseada na compreensão dos micro e macro processos que envolvem a organização dos cuidados e o acesso aos serviços de saúde. Esse processo possibilitou a oferta de um acolhimento baseado nas diretrizes da APS e o levantamento dos problemas passíveis de intervenções, junto ao CONASS, através das estratégias de planificação. A inserção dos profissionais residentes no acolhimento promoveu reforço da atenção básica como porta de entrada e de contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde. A experiência exitosa e a coleta de dados possibilitou a elaboração de estratégias de intervenção visando melhorias na prestação de serviços nos acolhimentos de todas as equipes da GSAP 1. Nesse cenário, observa-se que um modelo resolutivo de oferta de informações e classificação de risco adequada pode gerar maior eficiência na prestação dos serviços, visto que reduz a necessidade de espera nas filas dos acolhimentos, permitindo melhor acesso de usuários com demandas agudas. Com base na experiência vivenciada, demandas levantadas e problemas identificados, percebe-se a necessidade de priorização na elaboração, implementação e divulgação das ações de planificação voltadas às salas de acolhimento e recepção, visto que correspondem ao contato inicial do usuário com a APS dentro da Unidade Básica de Saúde. Longas filas Longos períodos de espera Restrição no atendimento às demandas espontâneas Agendas lotadas Reagendamentos constantes Adoecimento e alta taxa de absenteísmo dos profissionais Banners para disponibilização de informações diárias sobre as equipes (ex.: períodos de férias, reuniões de equipes, grupos e afastamento de profissionais). Manual impresso de classificação de risco na APS com as principais demandas da UBS.
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    TUTORIA EXTERNA NOMUNICÍPIO DE LUZIÂNIA-GO PROBLEMA Como realizar uma tutoria externa resolutiva? ESTRATÉGIAS DE MELHORIA Reuniões mensais com os profissionais das 25 equipes para passar planos de ações a serem executados por cada equipe, para mostrar os avanços de cada uma, para capacitações e para discussões de casos. No decorrer do mês, a tutora externa realiza visitas pontuais em várias unidades. CONCLUSÃO Trabalhar com o modelo de melhoria e com a concepção da educação tutorial, ou seja, todos ensinam e todos aprendem. Realizar o papel de tutor que está dentro das unidades para acompanhar e ajudar no conjunto de mudanças de micro e macroprocessos. valeriafccosta@hotmail.comValéria Fernandes Carvalho Costa - Go CONTEXTO Relatar a forma de trabalho da tutora externa no município de Luziânia, descrevendo as ações realizadas, a maneira de fazê-las, mostrando os avanços alcançados de cada equipe. AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS Equipes das unidades das unidades de saúde de Luziânia com processo de trabalho desorganizado, demanda da área de influência maior que a de abrangência, unidades sem bloco de horas, sem organização de prontuários, sem territorialização, etc. ENVOLVIMENTO DA EQUIPE Há envolvimento de equipes multiprofissionais de 25 unidades de saúde de Luziânia + Coordenação das Ações Básicas de Saúde + Núcleo de Vigilância epidemiológica (NVE) + Núcleo Ampliado de Saúde da Família, com a tutora externa do município. MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS Através de planilhas de monitoramento das ações realizadas por cada equipe (planilha de planos de ações), pelos levantamentos epidemiológicos, pelos relatórios mensais (discutidos com a gestão) e pelas visitas às equipes. LIÇÕES APRENDIDAS Toda mudança pressupõe novas escolhas, novas atitudes e transformações, além de novos conhecimentos.
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    Processo de Implementaçãoda Tutoria da Planificação da Atenção Primária em uma Unidade Laboratório PROBLEMA Processo de trabalho da equipe multiprofissional de uma unidade laboratório ineficiente e sem resolutividade. ESTRATÉGIAS DE MELHORIA CONCLUSÃO O objetivo do projeto foi otimizar a implementação da Tutoria na unidade de saúde através de capacitações, planejamentos, planos de ações, organizações, empoderamento da equipe, entre outras ações e serviu de parâmetro para agir e atuar de maneira mais confiante, com novos conhecimentos, na expansão dessas ações para outras Unidades de Saúde do município. valeriafccosta@hotmail.com Valéria Fernandes Carvalho Costa - Go CONTEXTO Relato da tutora externa da experiência de Tutoria da Planificação da Atenção Primária à Saúde, descrevendo as ações propostas e realizadas em uma Unidade Laboratório, na perspectiva de dispersão e/ou expansão da experiência da Unidade Laboratório para outras Unidades de Saúde. Envolvimento da equipe REALIZAÇÃO DE OFICINAS MENSAIS com a equipe, facilitadores do CONASS, apoiadores da Regional do Entorno Sul, Gerente Ações Básicas, Coordenador da Estratégia Saúde da Família e Tutora externa. FILAS Recepção cheia e sem bloco de horas Reorganização dos prontuários Remapeamento ATIVIDADES EM GRUPO com gestantes, crescimento e desenvolvimento, planejamento familiar, obesidade e sobrepeso e atividades na quadra e terapia comunitária Fluxogramas Premiações Grupo atividade física Grupo gestante
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    Camila Dalla PardoRiva; Edilson Alves da Silva; Mariana Marques Barison Reorganização da Atenção Primária em Ji-Paraná – Centro de Referencia Ambulatorial Materno Infantil (CREAMI) PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO mm.barison@gmail.com JI-PARANÁ / RO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS No município de Ji-Paraná, Rondônia, em 2018 foi iniciado o Processo de Planificação da APS. Um dos produtos do processo de expansão do projeto de planificação da Atenção Primária á Saúde (APS) em Ji-Paraná foi a criação do Centro de Referência Ambulatorial Materno Infantil (CREAMI), que conta com uma equipe multiprofissional com obstetra, psicólogo, pediatra, nutricionista, assistente social, fisioterapeuta e enfermeiros. É de extrema importância a existência de um centro especializado que atenda a demanda da população de risco materno infantil e dessa forma garanta a integralidade do cuidado aos usuários que demandam cuidados especiais. A coordenação dos cuidados se constitui na articulação entre os diversos serviços e ações relacionados à atenção em saúde de forma que, independentemente do local onde sejam prestados, estejam sincronizados e voltados ao alcance de um objetivo comum (GIOVANELLA; ESCOREL; MENDONÇA, 2009). Logo, a coordenação é um atributo organizacional dos serviços de saúde que se traduz na percepção de continuidade na perspectiva do usuário (CONILL, 2006). O circuito de atendimento determina que a interprofissionalidade seja a forma predominante de atendimento, o que exige um bom relacionamento entre a equipe, e o que percebemos que vem ocorrendo pelo sucesso do atendimento. A principal estratégia de melhoria que foi utilizada com a criação do CREAMI foi a oferta de um centro especializado para atendimento integral ás gestantes de alto risco e crianças de até dois anos também de alto risco, permitindo a integralidade do cuidado. Já é possível perceber um melhor controle das condições crônicas prevalentes na gestação (Doença hipertensiva da gestação e Diabetes Melitus gestacional) e com certeza daqui um tempo será possível perceber um declínio do índice de complicações decorrentes dessas patologias devido seu melhor controle e tratamento. O cuidado compartilhado além de permitir um melhor êxito no tratamento do usuário, reduzindo as chances de complicações, possibilita também a visão de clinica ampliada e integralidade ao usuário que possui múltiplas comorbidades e necessita de um olhar diferenciado para sua patologia. O CREAMI surgiu para qualificar o atendimento dentro da reorganização da Atenção Primária á Saúde no município, fazendo parte da Rede de Atenção á Saúde, sendo a APS a organizadora racionalizada e resolutiva por meio do acesso qualificado e a organização dos serviços de saúde da rede municipal.
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    Camila Dalla PardoRiva; Edilson Alves da Silva; Mariana Marques Barison Projeto de Planificação da Atenção Primária à Saúde no Município de Ji- Paraná/Rondônia PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO mm.barison@gmail.com JI-PARANÁ / RO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O projeto de qualificação e melhoria do acesso da Atenção Básica (AB) atua para reformular a Atenção Primária a Saúde e reorganizar os macro e microprocessos de trabalho, qualificando os servidores e otimizando os serviços. O projeto de planificação da Atenção Básica objetiva justamente resgatar a qualidade do atendimento e reorganizar o serviço, resgatar os princípios do SUS, que com o tempo foi sendo engolido pelo modelo biomédico de atendimento e perdendo a humanização nos serviços ofertados aos usuários. No inicio houve bastante resistência por parte dos servidores, afinal toda mudança incomoda, e todos estavam bastante descrentes de que a melhoria realmente fosse ser possível. Após as duas primeiras oficinas foi possível perceber uma mudança no comportamento dos usuários. A expansão no estado de Rondônia teve início em 2018 com a realização de oficinas teóricas para as seguintes regiões do estado: Central, Vale do Guaporé e Cone Sul. O município de Ji-Paraná faz parte da região Central e contou com a participação e qualificação de 600 servidores da área da saúde. A planificação do município pôde propiciar um grande aprendizado sobre como as propostas do processo de planificação da Atenção Básica podem otimizar a qualidade da assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), organizando de forma universal os serviços ofertados, reduzindo o tempo de espera por consultas agendadas, atendendo de forma estratificada as demandas espontâneas e reduzindo os eventos agudos. O processo de planificação da AB permitiu aos servidores do município de Ji-Paraná ter um olhar mais humanizado para as praticas de saúde e para a qualidade dos serviços que estão sendo ofertados, além de qualificar os servidores em suas áreas de atuação, ofertando conhecimento para que novas mudanças aconteçam diariamente nas ações das equipes. A planificação da Atenção á Saúde é um instrumento de gestão e organização da Atenção Primária á Saúde (APS) e da Atenção Ambulatorial Especializada (AEE) na Rede de Atenção á Saúde (RAS). Um conjunto de oficinas, tutorias, e capacitações práticas de curta duração para as equipes, técnico gerenciais dos estados e municípios, visando à organização dos macroprocessos da APS e AAE, envolvendo 100% dos seus trabalhadores. As principais mudanças ocorreram na organização dos serviços ofertados aos usuários e sua organização: atendimento por bloco de horas, agendamento de consultas e procedimentos por telefone, confirmação de consulta um dia antes realizada por telefone, instituição de horário protegido para realização de Educação Permanente e consequente qualificação dos servidores, organização de macro e microprocessos, estratificação de risco, entre outras ações que ainda estão sendo implantadas durante o período de tutoria nas Unidades laboratórios.
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    Elaize Maria Gomesde Paula; José Luiz Calixto Pereira; Rubia Pereira Barra. Integração Vigilância em Saúde e APS na Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia – MG, por meio da Planificação da Atenção em Saúde PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTERVENÇÃO CONCLUSÃO elaize.paula@gmail.com Uberlândia - MG CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Foram realizadas oficinas com participação dos técnicos da VS, da APS e equipes das UBS para apresentação das planilhas de gerenciamento de processos das ações de vigilância em saúde integradas aos momentos de tutorias. Abordou-se os temas de ações de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, controle Vetorial; Vigilância Sanitária, Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Foi realizado em Uberlândia uma oficina para subsidiar o CONASS na elaboração de proposta de integração Vigilância em Saúde/APS, na tutoria na Planificação da Atenção à Saúde. A equipe da vigilância em saúde e da APS da SMS de Uberlândia, participaram ativamente da preparação da oficina. As ações eram realizadas de forma individualizada, pontual, sem programação, os processos completamente desintegrados das equipes VS com APS, o que provocava restrições no efetivo controle das doenças e agravos prioritários. Apesar dos esforços da SMS, a descentralização da vigilância em saúde ainda não havia provocado a esperada integração dessas práticas às ações de atenção, executadas pelas unidades básicas de saúde. Várias ações de vigilância em saúde mantinham-se centralizadas. Após a oficina nota-se uma maior integração entre as ações da Vigilância em Saúde com a Atenção Primária. Por meio do material da oficina consolidado pelo CONASS, várias ações foram desencadeadas nos territórios como, por exemplo, ações compartilhadas da VS com APS no controle de roedores, controle de animais peçonhentos, melhoria nas ações para casos de acumuladores, imunização, epizootias, etc. Com a realização da oficina observou-se melhor entendimento dos técnicos da Vigilância e da Atenção Primária, que reconhecem que a responsabilidade do território é de todos e que as ações devem ser integradas para melhor resultado em favor da comunidade. Como os técnicos da VS e APS participaram ativamente da elaboração de todo o material da oficina inclusive elaborando todos os fluxos necessários para a integração com a APS, ficaram muito motivados a participar da oficina. Participaram 104 técnicos da SMS de Uberlândia, além de técnicos dos 10 Estados e representante do Ministério da Saúde. A oficina demonstrou para os técnicos da APS e VS que as ações não podem ser isoladas. Compartilhar o conhecimento, organizar os processos e trabalhar em equipe traz benefícios para a saúde da população fazendo com que a equipe consiga um melhor aproveitamento do tempo com maior resolutividade para a população e trabalhadores da saúde.
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    Marta Maria daSilva Savaris – Autora Karla Camila Silvério – Co-autora Territorialização: a organização dos dados e estratificação de risco, para a oferta de serviços na Unidade de Saúde. PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO enfmms@hotmail.com Rebouças/Paraná CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS Neste trabalho queremos demonstrar a importância da territorialização, como base para a organização e programação da assistência aos usuários da unidade de saúde. Com base na delimitação da área de abrangência, foram realizados o cadastramentos e registros das condições de saúde de cada usuário (dados de identificação, condição de saúde – gestantes, crianças, hipertensos, diabéticos, idosos, e saúde mental e sua classificação de risco), por micro área. Com a coleta de dados, os quais serviram para instrumentalização e construção das planilhas, para acompanhamento e programação do cuidado de cada usuário de acordo com sua condição/estratificação. A manutenção dos dados de forma atualizada e integrada entre todos os profissionais da equipe, é a maior dificuldade encontrada. Os dados coletados embasam todo o percurso do usuário dentro do sistema, e os serviços ofertados pela unidade de saúde, servindo também controle da sua trajetória até mesmo na AAE, garantindo a seqüência e a resolutividade de sua condição de saúde. Desde a coleta das informações, exames, estratificação de risco, a programação das consultas, construção do plano de cuidados e compartilhamento do caso a AAE, há o envolvimento de todos os integrantes da equipe, trabalhando com comprometimento para melhores resultados. Com os resultados dos acompanhamentos dos já estratificados, percebemos a melhora do serviço prestado, bem como a organização dentro da unidade de saúde, permitindo o fácil acesso e manipulação das informações coletadas e compartilhadas com os membros da equipe. O PLANIFICASUS, veio validar nossa estratégia da utilização da territorialização como base para o planejamento e execução dos serviços ofertados na Unidade de Saúde.
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    Ana Glaucy SilvaCardoso Relato de Experiência Sobre o Uso do Aplicativo Whatsapp para Melhor Interação com as Gestantes Acompanhadas na ESF – 08 Parque Alvorada Timon -MA PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO TIMON / MARANÃO CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS O WhatsApp é um aplicativo de mensagens via Internet que possibilita a comunicação a partir do compartilhamento instantâneo de texto/voz, imagens, músicas e vídeos, portanto utilizar esse aplicativo na assistência em saúde tem demonstrado resultados satisfatórios como ferramenta de comunicação entre profissional/paciente e de educação em saúde. Devido as mudanças efetuadas na assistência pré-natal com a planificação, observou – se a necessidade de obter um canal de comunicação onde a gestante pudesse esclarecer algumas dúvidas que por ventura não foram sanadas durante o atendimento, bem como realizar busca ativa de faltosos. Com mais de 1,5 bilhão de usuários ativos mensalmente em todo o mundo e 60 bilhões de mensagens enviadas todos os dias, o WhatsApp é um dos aplicativos mais presentes na rotina da população em nível global. Se no início a ferramenta era para troca de mensagens pessoais, hoje seu conceito foi ampliado sendo usado cada vez mais pelas empresas, então poderia ser utilizado como ferramenta para estreitar os laços e melhorar o acolhimento com o cliente. A utilização do aplicativo whatsapp como ferramenta para melhorar a relação entre profissional/usuários e facilitar a comunicação das atividades realizadas na unidade aumentando assim a participação popular em ações educativas. A ideia surgiu para lembrar as gestantes das reuniões do grupo operativo pois havia pouca participação e o esquecimento era o principal motivo elencado, após o cancelamento de atendimento de agendamento prévio, o grupo de whatsapp foi utilizado para elencar frustrações referentes a atendimento e acolhimento, dando início a confirmação de atendimento pelo aplicativo, e com o estreitamento natural da relação começou a ser utilizado também para tirar dúvidas. Mudanças importantes foram observadas em relação ao acompanhamento pré-natal, tais como: aumento no número de gestantes em acompanhamento, aumentando também o número de consultas por gestantes e melhor adesão ao acompanhamento, com a realização dos exames solicitados, imunização adequada e comparecimento as consultas odontológicas. O envolvimento da equipe limita – se as enfermeiras devido à resistência as mudanças, pois nem todos os profissionais estão abertos a essa proximidade de acesso direto sem limite de dia ou horário. Com o aumento da relação de confiança, compromisso e vínculo entre equipe/usuário detectou – se maior efetividade do trabalho realizado com as gestantes da ESF 08. Precisamos ter em vista a perspectiva de que o uso do aplicativo não substitui as avaliações presenciais, incluindo a obrigação de registar as recomendações no prontuário e solicitar uma consulta presencial, mesmo que não agendada, quando a situação requerer novas orientações, diz Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti, 3º vice-presidente e diretor de Fiscalização do CFM. 4 Porém este trabalho demonstrou a intensificação do vínculo entre as gestantes acompanhadas na ESF 08 através do aplicativo whatsapp, trazendo melhorias à assistência pré-natal.
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    Déborah de P.A. Dalpiaz; Natalia Tolentino; Julio Campos; Maria de Fatima de Souza; Jackeliny Ribeiro; Maria Abadia Gonçalves; Suzanita Souza. A EXPERIÊNCIA E A VIVÊNCIA ENTRE OS PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E A ATENÇÃO DO PRÉ-NATAL PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO postosantaclara2019@gmail.com REGIÃO DE SAÚDE ENTORNO SUL/CRISTALINA/GO/ESF SANTA CLARA CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A Experiência da Planificação motivou a Unidade de saúde Santa Clara a desenvolver uma ferramenta do grupo de WATSHAPP, com o objetivo de proporcionar um elo de ligação entre servidores, serviços de saúde e grupo de gestante assistidas pela equipe. • Baixa cobertura devido ao déficit a profissionais ACS interferindo diretamente na busca ativa; • Vulnerabilidade social de um percentual de gestantes assistidas; • Índices inaceitáveis de morbimortalidade materna e neonatal; • Implantação e execução do fluxograma na unidade de saúde; • Organização da agenda de todos os profissionais em bloco de horas; • Capacitação da Equipe para o acolhimento; Como intervenção adotamos a metodologia da estimativa rápida usando como base a planilha para classificar e estratificar os riscos baseado no fluxograma. • Melhoria na referência e sequência no atendimento dentro da Unidade; • Garantia na acessibilidade com agendamento; • Facilidade na intervenção no atendimento ao grupo de gestantes; • Aumento do percentual atingido no acompanhamento com qualidade, criando elo entre equipe, serviços e ações oferecidas pela UBS; • Redução das Taxas de Morbimortalidade Materna, Perinatal e neonatal; • Redução no número de intercorrências e complicações durante a gravidez e parto por meio da intervenção multiprofissional; O trabalho em equipe permitiu o entendimento quanto a importância da planificação, facilitando o desenvolvimento das ferramentas necessárias, objetivando assim, o fortalecimento de vínculos e laços de confiança entre profissionais e usuários. • Qualidade no atendimento; • Acessibilidade das gestantes na unidade de saúde; • Organização do fluxo na Unidade; • Fortalecimento do trabalho em equipe; • Reconhecimento da importância dos trabalhos da equipe; • Troca de experiências; Conclui - se que o trabalho em equipe é um poderoso instrumento de identificação dos pontos fortes e fracos na busca pela perfeição dentro da assistência a população. Com isso, todas as ações desenvolvidas durante o pré-natal foram vistas como satisfatórias. Contudo observamos o alcance a comunidade de forma proativa, objetivando, a qualidade e eficácia no serviço oferecido na Atenção Básica de Saúde de Cristalina GO. Visita de gestantes na maternidade do HMCS
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    Jéssica Pereira Terra_RS Introduçãoda Auriculoterapia em uma UBS PROBLEMA ESTRATÉGIAS DE MELHORIA E INTEVENÇÃO CONCLUSÃO Jp-terra@hotmail.com Mostardas, RS CONTEXTO AVALIAÇÃO DO PROBLEMA/CAUSAS ENVOLVIMENTO DA EQUIPE MEDIÇÃO DAS MELHORIAS E EFEITOS DAS MUDANÇAS LIÇÕES APRENDIDAS A planificação possibilitou repensar as práticas de trabalho, voltadas para qualidade e as necessidades dos clientes. A Auriculoterapia é uma prática milenar e integrativa, que promove a Saúde e complementa os tratamentos já realizados. Um dos problemas atuais que enfrentamos é a cultura instalada centrada no tratamento Queixa-conduta e não na singularidade dos sujeitos. As terapias alternativas possibilitam melhorar a saúde dos envolvidos. As práticas de Auriculoterapia foram realizadas em dois grupos ao combate do tabagismo ,em um grupo de aproximadamente 15 pessoas. Após 4 sessões individuais de auriculoterapia foram realizados relatos, que demostraram melhoras significativas em dores , ansiedade, sono , compulsão alimentar, perda de peso e o abondono do tabagismo.A enfermeira realiza na consulta de enfermagem , uma escuta qualificada , e avalia asmedicações, em uso Após é realizado palpação e inspeção do pavilhão auricular, coloca-se sementes de mostardas ou cristais ( que são esferas que são afixadas em pontos específicos descritos pelo cliente . A população atualmente vem adoecendo e apresentam inúmeras doenças crônicas, que se não forem tratadas e bem conduzidas poderão acarretar aumento de internações , sequelas, por não serem efetivos os tratamentos e implementados em tempo hábil. Acredito que uma das causas do adoecimento é ainversão da atuação focado nas práticas curativas e não nas ações preventivas e de qualidade do cuidado , que propiciará resultados positivos á longo prazo. Foi observado a melhora integral dos envolvidos melhoras significativas , de como estavam e de como ficaram após a aplicação desta prática integrativa.. No grupo de tabagismo, as pessoas além de receber o tratamento medicamentoso, receberam a complementação da prática integrativa e conseguiram parar de fumar. Os relatos identificam tentativas de insucesso para o abondono do tabagismo e com a complementação da Auriculoterapia possibilitou o êxito do abandono do tabagismo. A equipe antes da implementação da nova prática, passou por uma sensibilização através de uma palestra ,para demostração da Auriculoterapia.A equipe aderiu e auxiliam na captação e indicação dos pacientes que apresentam necessidades para auxiliar na recuperação e promoção da Saúde. Além deste trabalho ser estendido ao grupo de abandono do tabagismo. Nos dias atuais é necessário estar aberto a novos aprendizados voltados para melhoria na vida das pessoas. Somos resultados de energias e pensamentos. Por isso , quando temos uma saúde mental voltada para o otimismo, estamos mais propícios a cura e harmonização; A Prática da Auriculoterapia propicia dar acesso as outras formas de cuidado para ter novos resultados. A inserção da Auriculoterapia em uma UBS possibilitou a promoção da saúde e prevenção de doenças. E, através de relatos houveram melhorias significativas em dores , ansiedade. A aplicação de um estímulo auricular ,acelerou uma série de reflexões SNC, desencadeando uma ação terapêutica em todos os órgãos e a nível neurológico harmonizando o organismo.

Notas do Editor