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PIMENTEIRAS DO OESTE - RO

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Apresentação feita por Rosângela Vaz no II Seminário da Planificação da Atenção à Saúde, realizado em Brasília, nos dias 10 e 11 de dezembro de 2019.

Publicada em: Saúde e medicina
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PIMENTEIRAS DO OESTE - RO

  1. 1. ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA DO MUNICIPIO DE PIMENTEIRAS DO OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE UBS - JUSTINO MACIEL LEITE PIMENTEIRAS DO OESTE - RO Pimenteiras Tutora Enfermeira Rosângela Vaz Mestre em Bioengenharia Especialista em Docência do ensino Superior Enfermagem do Trabalho e Epidemiologia
  2. 2. Pimenteiras do Oeste O município de Pimenteiras do Oeste, localiza-se no sul do Estado de Rondônia. A população vive da pesca e do agronegócio. Possui uma população pequena registrada no sistema e-SUS de 2.471 pessoas (IBGE 2.191 habitantes), sendo 100% o território coberto após processo de planificação.
  3. 3. Pimenteiras do Oeste
  4. 4. Desafios de Saúde  População mista (Ribeirinha, índios, quilombolas e bolivianos)  Baixa educação sanitária  Auto medicação incluindo ervas e outros medicamentos do país vizinho  População predominante adultos e jovens  Gravidez na adolescência  Hipertensos e diabéticos sem adesão terapêutica
  5. 5. Recursos físicos  1 Hospital de Pequeno Porte – 10 leitos  1 laboratório de análises clínicas  1 centro de reabilitação  1 Farmácia básica  1 Vigilância sanitária e Epidemiológica  1 UBS / 1 ESF
  6. 6. Recursos humanos  1 UBS com uma ESF e uma de Saúde Bucal – composta de:  1 Médico • 1 Enfermeiro • 2 Técnicos de enfermagem • 12 ACSs • 1 Dentista • 1 Auxiliar de Saúde Bucal  NASF (tipo 3) composto de: Psicólogo, Fisioterapeuta, Assistente Social Contamos ainda com: • Farmacêutico e uma Fonoaudióloga
  7. 7. Determinantes sociais da saúde intermediários Determinantes sociais da saúde proximais Determinantes sociais individuais com condição de saúde e/ou fator de risco biopsicológico estabelecido População total Subpopulação com fator de risco ligado a comportamento e estilo de vida Subpopulação com condição crônica simples e/ou com fator de risco biopsicológico (70-80%) Subpopulação com condição crônica complexa (20-30%) Subpopulaçâo com condição crônica muito complexa (1-5%) Relação de autocuidado/atenção profissional Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC) FONTE: MENDES (2011 ) 20% 80%
  8. 8. Problema / CASO  MLMN de 44 anos, natural da cidade, pescadora, com os seguintes antecedentes: diabetes mellitus tipo II, diagnosticado há 13 anos, em uso de hipoglicemiante oral, sem controle dos níveis glicêmicos, que variam entre 200 e 400mg/dl, hipertensão arterial há 20 anos após parto normal, obesidade IMC 44 e dislipidemia.
  9. 9. Avaliação do problema e análise das causas  A solução deste caso no modelo tradicional constitui um desafio para a equipe da ESF. A Sra. MLMN alimenta-se de dieta rica em carboidratos como farinha de mandioca, pães e bolos caseiros, gordura animal e consumo de sal, é sedentária, não praticam atividade física regular. Não quer utilizar insulina para o melhor controle glicêmico.
  10. 10. Estratégia de melhorias  Foi proposto circuito multidisciplinar com o apoio do NASF, foi feito atendimento individual de 15 minutos com o médico, enfermeiro, psicólogo, fisioterapeuta farmacêutico e assistente social, em seguida estratificada como diabetes e hipertensão risco muito alto, foi elaborado plano de cuidado individualizado e apadrinhada pela enfermeira da ESF.
  11. 11. Estratégia de melhorias  Entregue plano de cuidado com pactuação de redução do sal por 30 dias com grau de confiança 7, verificação de pressão arterial na UBS 03 vezes por semana com nível de confiança 5 e adoção de adoçante diário em substituição ao açúcar nas refeições de casa, para este último comportamento nível de confiança 7 para reavaliação em 30 dias.
  12. 12. Monitoramento  Monitoramento e adesão ao plano realizado pelo agente comunitário de saúde e enfermeira. RESULTADOS PARCIAIS • Diminuição do açúcar e carboidratos (Menos 2 kg em 30 dias) • Melhor adesão aos medicamentos
  13. 13. Lições aprendidas  A equipe envolvida demonstrou satisfação neste tipo de atendimento, pois utiliza melhor as habilidades profissionais, sendo uma ferramenta de trabalho voltada à mudança de comportamento dos usuários como também da equipe de saúde, pois possibilita a escuta ativa, a empatia com o usuário, deixando a equipe de ser mero prescritores de cuidados de procedimentos.

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