Início Sair
Dois ângulos opostos pelo vértice têm a mesma medida.
Demonstração
a + x = 180º b + x = 180ºI
= II
a + x = b + x
a + x – x = b + x – x
a + 0 = b + 0
a = b
I
II
Ângulos opostos pelo vértice
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Ângulos formados por duas retas concorrentes
• r e s são duas retas concorrentes que determinam os ângulos , , e
de medidas a, b, c e d, respectivamente.
• e são ângulos adjacentes e suplementares (a + b = 180º).
• e são ângulos opostos pelo vértice (a = c).
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Ângulos
correspondentes
a = e
b = f
c = g
d = h
Ângulos
colaterais externos
a + h = 180º
b + g = 180º
Ângulos alternos externos
a = g b = h
Ângulos alternos internos
c = e d = f
Ângulos colaterais internos
c + f = 180º
d + e = 180º
Ângulos formados por retas paralelas cortadas
por uma reta transversal
e
e
e
e
e
e
e
e
e
e e e
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Se x + y + z = 180º, então
podemos concluir que:
Soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo
• x é a medida de ;
• y é a medida de , pois e são
ângulos alternos internos, e a reta r é
paralela à reta BC;
• z é a medida de , pois as retas r
e a reta BC são paralelas, e e são
ângulos alternos internos.
= 180º.+ +
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Relação que envolve as medidas dos ângulos internos
e externos de um triângulo
180º
Em todo triângulo, a medida de um ângulo externo é igual à soma das medidas
dos ângulos internos não adjacentes a ele.
180º+ +
+ x =
x = +
y = + z = +
=
onde x é a medida do ângulo externo, e e
são ângulos internos não adjacentes a ele.
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Tomamos dois pontos na região limitada pelos polígonos:
X e Y no polígono ABCDE M e N no polígono PQRST
Polígonos convexos e polígonos não convexos
Polígonos
O segmento de reta XY, independentemente das posições dos pontos X e Y,
sempre estará inteiramente contido na região limitada pelo polígono ABCDE.
Quando isso ocorre chamamos o polígono de convexo.
No polígono PQRST é possível encontrar dois pontos (M e N) tal que o
segmento de reta MN não esteja inteiramente contido na região limitada por
esse polígono. Por isso ele é chamado de polígono não convexo.
A
B
C
D E
X
Y
P Q
R
S
T
M
N
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Elementos de um polígono convexo
Em qualquer polígono convexo, o número de vértices, de lados, de ângulos
internos e ângulos externos é o mesmo.
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Soma das medidas dos ângulos internos de um polígono convexo (Si)
Si = 180º = 1 . 180º
Número de lados menos 2 (3 – 2)
Si = 2 . 180º = 360º
Número de lados menos 2 (4 – 2)
Si = 3 . 180º = 540º
Número de lados menos 2 (5 – 2)
Se um polígono convexo tem n lados,
a soma das medidas de seus ângulos
internos (Si) é dada pela equação:
Si = (n – 2) . 180º
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
+ =
Soma das medidas dos ângulos externos de um polígono convexo (Se)
SeSi 5 . 180º
Si = (n – 2) . 180º
Si = (5 – 2) . 180º
Si = 540º
540º + Se = 900º
540º – 540º + Se = 900º – 540º
Se = 360º
Em qualquer polígono convexo, a soma das medidas dos ângulos externos
é igual a 360º.
Exemplo
+ = 180º
+ = 180º
+ = 180º
+ = 180º
+ = 180º
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Ângulos internos e ângulos externos de polígonos regulares
Indicamos por:
ai: medida de cada ângulo interno. ai = =
ae: medida de cada ângulo externo. ae = =
Um polígono convexo é um polígono regular quando tem todos os lados com a
mesma medida e todos os ângulos internos com a mesma medida.
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Números de diagonais de um polígono convexo
d =
número de diagonais que
partem de cada vértice
número de lados
Dividimos por 2 para não
contar cada diagonal 2 vezes.
A
B
CD
E
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Elementos de um triângulo
Vértices: pontos A, B e C.
Ampliando o estudo dos triângulos
Ângulos internos: , e .
Lados: segmentos de reta , e .
Ângulos externos: , e .
O lado oposto ao ângulo é o lado .
O ângulo é o ângulo oposto ao lado .
Os ângulos internos não adjacentes ao ângulo externo são os ângulos e .
Os ângulos e são adjacentes suplementares .
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Condição de existência de um triângulo
Desigualdade triangular
Em todo triângulo, a medida de um lado é sempre menor do que a soma
das medidas dos outros dois lados.
a < b + c
b < a + c
c < a + b
a
bc
3 cm
4 cm
2 cm
4 cm
2 cm 1,5 cm
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Relação entre lados e ângulos de um triângulo
Observe que ao maior ângulo opõe-se o maior lado, e ao menor ângulo
opõe-se o menor lado.
>90º >60º 30º
Em todo triângulo, ao maior ângulo opõe-se o maior lado e, reciprocamente,
ao maior lado opõe-se o maior ângulo. Da mesma forma, ao menor ângulo
opõe-se o menor lado e, reciprocamente, ao menor lado opõe-se o menor
ângulo.
> >
A
BC
60º
30º
Lados opostos
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Figuras congruentes e congruência de triângulos
Figuras congruentes
Congruência de triângulos
A congruência dos seis elementos (três lados e três ângulos) determina a
congruência dos dois triângulos.
A
B
C
D
P
Q
40º
40º
A B
C
P Q
R
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Casos de congruência de triângulos
1o caso: LAL (lado, ângulo, lado)
Dois triângulos são congruentes quando possuem dois lados e o
ângulo compreendido entre eles respectivamente congruentes.
A
B
C E
F
G
Então:
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
2o caso: LLL (lado, lado, lado)
Dois triângulos são congruentes quando possuem os
três lados respectivamente congruentes.
A B
C
EF
G
Então:
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
3o caso: ALA (ângulo, lado, ângulo)
Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado e
os dois ângulos adjacentes a ele respectivamente congruentes.
A B
C
E F
G
Então:
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
4o caso: LAAo (lado, ângulo, ângulo oposto)
Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado, um ângulo
adjacente e o ângulo oposto a esse lado respectivamente congruentes.
A
B
C
E F
G
Então:
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Mediana, bissetriz e altura de um triângulo
Mediana de um triângulo
Mediana de um triângulo é o segmento
de reta que tem como extremidades um
vértice do triângulo e o ponto médio do
lado aposto a esse vértice.
Baricentro de um triângulo
Em todo triângulo, as três medianas
cruzam-se em um mesmo ponto,
chamado baricentro do triângulo.
O baricentro de qualquer triângulo
divide a mediana na razão de 1 para 2.
A
B C
M
F
G H
M
NL
B
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Bissetriz de um triângulo
Bissetriz de um triângulo é o segmento de reta
que tem uma extremidade em um vértice do
triângulo, divide o ângulo interno ao meio e tem a
outra extremidade no lado oposto a esse vértice.
Incentro de um triângulo
Em todo triângulo, as três bissetrizes cruzam-se
em um mesmo ponto, chamado incentro do
triângulo.
A
B C
S
P
Q R
I
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Altura de um triângulo
Altura de um triângulo é o segmento de reta com uma extremidade em um
vértice e a outra extremidade no lado oposto ou no seu prolongamento,
formando com ele ângulos retos.
A
B C
H
E
F G
P
Q
R
X
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Ortocentro de um triângulo
Em todo triângulo, as três alturas ou seus prolongamentos cruzam-se em um
mesmo ponto, chamado de ortocentro do triângulo.
A
B C
H
P
R
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Mediatriz de um segmento de reta e circuncentro de um triângulo
Mediatriz de um segmento de reta Circuncentro de um triângulo
• m é a mediatriz de
F
C
B
mediatriz
de
mediatriz
de
mediatriz
de
P
C
BA
M
m
• e é reto
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Paralelogramos
Todo quadrilátero cujos lados
opostos são paralelos.
Propriedades dos paralelogramos
1a propriedade: Em todo paralelogramo,
dois ângulos opostos são congruentes e dois
ângulos não opostos são suplementares.
Ampliando o estudo dos quadriláteros
BA
C D
// e //
BA
CD
+ = 180º
+ = 180º
+ = 180º
+ = 180º
=
=
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
2a propriedade: Em todo paralelogramo, os lados opostos são congruentes.
Pelo caso ALA, concluímos que:
3a propriedade: Em todo paralelogramo, as diagonais cortam-se ao meio.
Ou seja, o ponto O, cruzamento das diagonais,
é o ponto médio das duas diagonais.
(medidas de ângulos alternos internos)=
(medidas de ângulos alternos internos)=
. Logo, e .
(caso ALA)
Então:
e
(lado comum)
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Propriedade dos retângulos
As diagonais de um retângulo são congruentes.
As diagonais de um retângulo são congruentes e cortam-se ao meio.
A B
CD
A
D C
B
CD
(retos)
(lados opostos de um retângulo)
(lado comum)
Pelo caso LAL, temos: .
Portanto:
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Propriedade dos losangos
As diagonais de um losango são perpendiculares entre si e estão contidas nas
bissetrizes dos ângulos internos do losango.
Como então e+ = 180º, = 90º.= 90º
Logo, e são perpendiculares entre si.
Então, está sobre as bissetrizes de e de .
Pelo caso LLL, temos e daí temos = .
Pelo caso LLL, temos e daí temos e .
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Trapézios
Quadriláteros que têm
apenas dois lados paralelos.
: base menor
: base maior
//
Tipos de trapézio
Trapézio retângulo é aquele que tem dois
ângulos internos retos.
Trapézio isósceles é aquele que tem dois lados não
paralelos congruentes, isto é, de medidas iguais.
A B
CD
P Q
RS
A B
CD
Início SairCapítulo 3 • Ângulos, triângulos e quadriláteros
Base média de um trapézio
Em todo trapézio, a medida da base média é igual à medida aritmética das
medidas das bases maior e menor do trapézio.
MN =
A B
CD
M N

Ângulos, triângulos e quadriláteros

  • 1.
    Início Sair Dois ângulosopostos pelo vértice têm a mesma medida. Demonstração a + x = 180º b + x = 180ºI = II a + x = b + x a + x – x = b + x – x a + 0 = b + 0 a = b I II Ângulos opostos pelo vértice
  • 2.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Ângulos formados por duas retas concorrentes • r e s são duas retas concorrentes que determinam os ângulos , , e de medidas a, b, c e d, respectivamente. • e são ângulos adjacentes e suplementares (a + b = 180º). • e são ângulos opostos pelo vértice (a = c).
  • 3.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Ângulos correspondentes a = e b = f c = g d = h Ângulos colaterais externos a + h = 180º b + g = 180º Ângulos alternos externos a = g b = h Ângulos alternos internos c = e d = f Ângulos colaterais internos c + f = 180º d + e = 180º Ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma reta transversal e e e e e e e e e e e e
  • 4.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Se x + y + z = 180º, então podemos concluir que: Soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo • x é a medida de ; • y é a medida de , pois e são ângulos alternos internos, e a reta r é paralela à reta BC; • z é a medida de , pois as retas r e a reta BC são paralelas, e e são ângulos alternos internos. = 180º.+ +
  • 5.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Relação que envolve as medidas dos ângulos internos e externos de um triângulo 180º Em todo triângulo, a medida de um ângulo externo é igual à soma das medidas dos ângulos internos não adjacentes a ele. 180º+ + + x = x = + y = + z = + = onde x é a medida do ângulo externo, e e são ângulos internos não adjacentes a ele.
  • 6.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Tomamos dois pontos na região limitada pelos polígonos: X e Y no polígono ABCDE M e N no polígono PQRST Polígonos convexos e polígonos não convexos Polígonos O segmento de reta XY, independentemente das posições dos pontos X e Y, sempre estará inteiramente contido na região limitada pelo polígono ABCDE. Quando isso ocorre chamamos o polígono de convexo. No polígono PQRST é possível encontrar dois pontos (M e N) tal que o segmento de reta MN não esteja inteiramente contido na região limitada por esse polígono. Por isso ele é chamado de polígono não convexo. A B C D E X Y P Q R S T M N
  • 7.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Elementos de um polígono convexo Em qualquer polígono convexo, o número de vértices, de lados, de ângulos internos e ângulos externos é o mesmo.
  • 8.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Soma das medidas dos ângulos internos de um polígono convexo (Si) Si = 180º = 1 . 180º Número de lados menos 2 (3 – 2) Si = 2 . 180º = 360º Número de lados menos 2 (4 – 2) Si = 3 . 180º = 540º Número de lados menos 2 (5 – 2) Se um polígono convexo tem n lados, a soma das medidas de seus ângulos internos (Si) é dada pela equação: Si = (n – 2) . 180º
  • 9.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros + = Soma das medidas dos ângulos externos de um polígono convexo (Se) SeSi 5 . 180º Si = (n – 2) . 180º Si = (5 – 2) . 180º Si = 540º 540º + Se = 900º 540º – 540º + Se = 900º – 540º Se = 360º Em qualquer polígono convexo, a soma das medidas dos ângulos externos é igual a 360º. Exemplo + = 180º + = 180º + = 180º + = 180º + = 180º
  • 10.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Ângulos internos e ângulos externos de polígonos regulares Indicamos por: ai: medida de cada ângulo interno. ai = = ae: medida de cada ângulo externo. ae = = Um polígono convexo é um polígono regular quando tem todos os lados com a mesma medida e todos os ângulos internos com a mesma medida.
  • 11.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Números de diagonais de um polígono convexo d = número de diagonais que partem de cada vértice número de lados Dividimos por 2 para não contar cada diagonal 2 vezes. A B CD E
  • 12.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Elementos de um triângulo Vértices: pontos A, B e C. Ampliando o estudo dos triângulos Ângulos internos: , e . Lados: segmentos de reta , e . Ângulos externos: , e . O lado oposto ao ângulo é o lado . O ângulo é o ângulo oposto ao lado . Os ângulos internos não adjacentes ao ângulo externo são os ângulos e . Os ângulos e são adjacentes suplementares .
  • 13.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Condição de existência de um triângulo Desigualdade triangular Em todo triângulo, a medida de um lado é sempre menor do que a soma das medidas dos outros dois lados. a < b + c b < a + c c < a + b a bc 3 cm 4 cm 2 cm 4 cm 2 cm 1,5 cm
  • 14.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Relação entre lados e ângulos de um triângulo Observe que ao maior ângulo opõe-se o maior lado, e ao menor ângulo opõe-se o menor lado. >90º >60º 30º Em todo triângulo, ao maior ângulo opõe-se o maior lado e, reciprocamente, ao maior lado opõe-se o maior ângulo. Da mesma forma, ao menor ângulo opõe-se o menor lado e, reciprocamente, ao menor lado opõe-se o menor ângulo. > > A BC 60º 30º Lados opostos
  • 15.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Figuras congruentes e congruência de triângulos Figuras congruentes Congruência de triângulos A congruência dos seis elementos (três lados e três ângulos) determina a congruência dos dois triângulos. A B C D P Q 40º 40º A B C P Q R
  • 16.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Casos de congruência de triângulos 1o caso: LAL (lado, ângulo, lado) Dois triângulos são congruentes quando possuem dois lados e o ângulo compreendido entre eles respectivamente congruentes. A B C E F G Então:
  • 17.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros 2o caso: LLL (lado, lado, lado) Dois triângulos são congruentes quando possuem os três lados respectivamente congruentes. A B C EF G Então:
  • 18.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros 3o caso: ALA (ângulo, lado, ângulo) Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado e os dois ângulos adjacentes a ele respectivamente congruentes. A B C E F G Então:
  • 19.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros 4o caso: LAAo (lado, ângulo, ângulo oposto) Dois triângulos são congruentes quando possuem um lado, um ângulo adjacente e o ângulo oposto a esse lado respectivamente congruentes. A B C E F G Então:
  • 20.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Mediana, bissetriz e altura de um triângulo Mediana de um triângulo Mediana de um triângulo é o segmento de reta que tem como extremidades um vértice do triângulo e o ponto médio do lado aposto a esse vértice. Baricentro de um triângulo Em todo triângulo, as três medianas cruzam-se em um mesmo ponto, chamado baricentro do triângulo. O baricentro de qualquer triângulo divide a mediana na razão de 1 para 2. A B C M F G H M NL B
  • 21.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Bissetriz de um triângulo Bissetriz de um triângulo é o segmento de reta que tem uma extremidade em um vértice do triângulo, divide o ângulo interno ao meio e tem a outra extremidade no lado oposto a esse vértice. Incentro de um triângulo Em todo triângulo, as três bissetrizes cruzam-se em um mesmo ponto, chamado incentro do triângulo. A B C S P Q R I
  • 22.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Altura de um triângulo Altura de um triângulo é o segmento de reta com uma extremidade em um vértice e a outra extremidade no lado oposto ou no seu prolongamento, formando com ele ângulos retos. A B C H E F G P Q R X
  • 23.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Ortocentro de um triângulo Em todo triângulo, as três alturas ou seus prolongamentos cruzam-se em um mesmo ponto, chamado de ortocentro do triângulo. A B C H P R
  • 24.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Mediatriz de um segmento de reta e circuncentro de um triângulo Mediatriz de um segmento de reta Circuncentro de um triângulo • m é a mediatriz de F C B mediatriz de mediatriz de mediatriz de P C BA M m • e é reto
  • 25.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Paralelogramos Todo quadrilátero cujos lados opostos são paralelos. Propriedades dos paralelogramos 1a propriedade: Em todo paralelogramo, dois ângulos opostos são congruentes e dois ângulos não opostos são suplementares. Ampliando o estudo dos quadriláteros BA C D // e // BA CD + = 180º + = 180º + = 180º + = 180º = =
  • 26.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros 2a propriedade: Em todo paralelogramo, os lados opostos são congruentes. Pelo caso ALA, concluímos que: 3a propriedade: Em todo paralelogramo, as diagonais cortam-se ao meio. Ou seja, o ponto O, cruzamento das diagonais, é o ponto médio das duas diagonais. (medidas de ângulos alternos internos)= (medidas de ângulos alternos internos)= . Logo, e . (caso ALA) Então: e (lado comum)
  • 27.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Propriedade dos retângulos As diagonais de um retângulo são congruentes. As diagonais de um retângulo são congruentes e cortam-se ao meio. A B CD A D C B CD (retos) (lados opostos de um retângulo) (lado comum) Pelo caso LAL, temos: . Portanto:
  • 28.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Propriedade dos losangos As diagonais de um losango são perpendiculares entre si e estão contidas nas bissetrizes dos ângulos internos do losango. Como então e+ = 180º, = 90º.= 90º Logo, e são perpendiculares entre si. Então, está sobre as bissetrizes de e de . Pelo caso LLL, temos e daí temos = . Pelo caso LLL, temos e daí temos e .
  • 29.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Trapézios Quadriláteros que têm apenas dois lados paralelos. : base menor : base maior // Tipos de trapézio Trapézio retângulo é aquele que tem dois ângulos internos retos. Trapézio isósceles é aquele que tem dois lados não paralelos congruentes, isto é, de medidas iguais. A B CD P Q RS A B CD
  • 30.
    Início SairCapítulo 3• Ângulos, triângulos e quadriláteros Base média de um trapézio Em todo trapézio, a medida da base média é igual à medida aritmética das medidas das bases maior e menor do trapézio. MN = A B CD M N