GEOMETRIA ESPACIAL
ROTEIRO DA AULA
Tipos de Sólidos Geométricos;
Planificação;
Área;
Volume.
Prof. Ary de Oliveira
TIPOS DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS
Prof. Ary de Oliveira
Prisma
Pirâmide
Cilindro
Cone
Esfera
Tronco
PLANIFICAÇÃO
Prisma
Prof. Ary de Oliveira
Prisma Reto de
Base Triangular
Prisma Reto de
Base Quadrangular
Prisma Reto de
Base Pentagonal
PLANIFICAÇÃO
Pirâmide
Prof. Ary de Oliveira
Pirâmide Reta de
Base Triangular
Pirâmide Reta de
Base Quadrangular
Pirâmide Reta de
Base Hexagonal
PLANIFICAÇÃO
Cilindro
Prof. Ary de Oliveira
Cilindro Reto
PLANIFICAÇÃO
Cone
Prof. Ary de Oliveira
Cone Reto
PLANIFICAÇÃO
Tronco
Prof. Ary de Oliveira
Tronco de Cone Tronco de Pirâmide
APLICAÇÃO
(ENEM – 2012) Maria quer inovar sua loja de embalagens
e decidiu vender caixas com diferentes formatos. Nas
imagens apresentadas estão as planificações dessas
caixas.
Quais serão os sólidos geométricos que Maria obterá a
partir dessas planificações?
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
(A) Cilindro, prisma de base pentagonal e pirâmide.
(B) Cone, prisma de base pentagonal e pirâmide.
(C) Cone, tronco de pirâmide e pirâmide.
(D) Cilindro, tronco de pirâmide e prisma.
(E) Cilindro, prisma e tronco de cone.
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
(ENEM – 2011) A figura seguinte mostra um modelo de
sombrinha muito usado em países orientais.
Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010.
Esta figura e uma representação de uma superfície de
revolução chamada de:
(A) Pirâmide. (D) Tronco de Cone.
(B) Semiesfera. (E) Cone.
(C) Cilindro.
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ÁREA
Retângulo Quadrado Triângulo
Hexágono
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A b h  2
A l
2
b h
A


2
3 3
2
l
A 
ÁREA
Trapézio Círculo
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( )
2
B b h
A
 
 2
A R
APLICAÇÃO
(ENEM – 2011) A vazão do rio Tiete, em São Paulo,
constitui preocupação constante nos períodos chuvosos.
Em alguns trechos, são construídas canaletas para
controlar o fluxo de água. Uma dessas canaletas, cujo
corte vertical determina a forma de um trapézio isósceles,
tem as medidas especificadas na figura I. Neste caso, a
vazão da água e de 1.050 m³/s. O calculo da vazão, Q em
m³/s, envolve o produto da área A do setor transversal (por
onde passa a água), em m², pela velocidade da água no
local, v, em m/s, ou seja, Q = Av.
Planeja-se uma reforma na canaleta, com as dimensões
especificadas na figura II, para evitar a ocorrência de
enchentes.
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APLICAÇÃO
Disponível em: www2.uel.br
Na suposição de que a velocidade da água não se alterara,
qual a vazão esperada para depois da reforma na
canaleta?
(A) 90 m³/s (D) 1512 m³/s
(B) 750 m³/s (E) 2009 m³/s
(C) 1050 m³/s
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APLICAÇÃO
DADOS
Q1 = 1050 m³/s
A1 = (30 + 20)x2,5/2 = 62,5 m²
A2 = (49 + 41)x2/2 = 90 m²
v1 = v2 = Q1/A1 = 1050/62,5 = 16,8 m/s
Q2 = ?
SOLUÇÃO
Q2 = A2v2 → Q2 = 90x16,8 → Q2 = 1512 m³/s
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
Disponível em: www2.uel.br
Na suposição de que a velocidade da água não se alterara,
qual a vazão esperada para depois da reforma na
canaleta?
(A) 90 m³/s (D) 1512 m³/s
(B) 750 m³/s (E) 2009 m³/s
(C) 1050 m³/s
Prof. Ary de Oliveira
VOLUME
Prisma
Cilindro
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BV A h 
VOLUME
Esfera
Tronco
Prof. Ary de Oliveira
3
4
3
R
V


MAIOR MENORV V V 
VOLUME
Pirâmide
Cone
Prof. Ary de Oliveira
3
BA h
V


APLICAÇÃO
(ENEM – 2014) Na alimentação de gado de corte, o
processo de cortar a forragem, colocá-la no solo,
compactá-la e protegê-la com uma vedação denomina-se
silagem. Os silos mais comuns são os horizontais, cuja
forma é a de um prisma reto trapezoidal, conforme
mostrado na figura.
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
Considere um silo de 2 m de altura, 6 m de largura de topo
e 20 m de comprimento. Para cada metro de altura do silo,
a largura do topo tem 0,5 m a mais do que a largura do
fundo. Após a silagem, 1 tonelada de forragem ocupa 2 m³
desse tipo de silo.
EMBRAPA, Gado de corte. Disponível em: www.cnpgc.embrapa.br,
Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado).
Após a silagem, a quantidade máxima de forragem que
cabe no silo, em toneladas, é:
(A) 110. (D) 220.
(B) 125. (E) 260.
(C) 130.
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
DADOS
B = 6 m
h = 2 m
C = 20 m
b = 5 m
VSILO = Cx(B + b)xh/2 = 20x(6 + 5)x2/2 = 220 m³
m = ?
SOLUÇÃO
metro cúbico – m³ tonelada – t
2 1
220 m
2m = 220 → m = 220/2 → m = 110 t
Prof. Ary de Oliveira
APLICAÇÃO
Considere um silo de 2 m de altura, 6 m de largura de topo
e 20 m de comprimento. Para cada metro de altura do silo,
a largura do topo tem 0,5 m a mais do que a largura do
fundo. Após a silagem, 1 tonelada de forragem ocupa 2 m³
desse tipo de silo.
EMBRAPA, Gado de corte. Disponível em: www.cnpgc.embrapa.br,
Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado).
Após a silagem, a quantidade máxima de forragem que
cabe no silo, em toneladas, é:
(A) 110. (D) 220.
(B) 125. (E) 260.
(C) 130.
Prof. Ary de Oliveira

Geometria Espacial para ENEM

  • 1.
  • 2.
    ROTEIRO DA AULA Tiposde Sólidos Geométricos; Planificação; Área; Volume. Prof. Ary de Oliveira
  • 3.
    TIPOS DE SÓLIDOSGEOMÉTRICOS Prof. Ary de Oliveira Prisma Pirâmide Cilindro Cone Esfera Tronco
  • 4.
    PLANIFICAÇÃO Prisma Prof. Ary deOliveira Prisma Reto de Base Triangular Prisma Reto de Base Quadrangular Prisma Reto de Base Pentagonal
  • 5.
    PLANIFICAÇÃO Pirâmide Prof. Ary deOliveira Pirâmide Reta de Base Triangular Pirâmide Reta de Base Quadrangular Pirâmide Reta de Base Hexagonal
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    PLANIFICAÇÃO Tronco Prof. Ary deOliveira Tronco de Cone Tronco de Pirâmide
  • 9.
    APLICAÇÃO (ENEM – 2012)Maria quer inovar sua loja de embalagens e decidiu vender caixas com diferentes formatos. Nas imagens apresentadas estão as planificações dessas caixas. Quais serão os sólidos geométricos que Maria obterá a partir dessas planificações? Prof. Ary de Oliveira
  • 10.
    APLICAÇÃO (A) Cilindro, prismade base pentagonal e pirâmide. (B) Cone, prisma de base pentagonal e pirâmide. (C) Cone, tronco de pirâmide e pirâmide. (D) Cilindro, tronco de pirâmide e prisma. (E) Cilindro, prisma e tronco de cone. Prof. Ary de Oliveira
  • 11.
    APLICAÇÃO (ENEM – 2011)A figura seguinte mostra um modelo de sombrinha muito usado em países orientais. Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010. Esta figura e uma representação de uma superfície de revolução chamada de: (A) Pirâmide. (D) Tronco de Cone. (B) Semiesfera. (E) Cone. (C) Cilindro. Prof. Ary de Oliveira
  • 12.
    ÁREA Retângulo Quadrado Triângulo Hexágono Prof.Ary de Oliveira A b h  2 A l 2 b h A   2 3 3 2 l A 
  • 13.
    ÁREA Trapézio Círculo Prof. Aryde Oliveira ( ) 2 B b h A    2 A R
  • 14.
    APLICAÇÃO (ENEM – 2011)A vazão do rio Tiete, em São Paulo, constitui preocupação constante nos períodos chuvosos. Em alguns trechos, são construídas canaletas para controlar o fluxo de água. Uma dessas canaletas, cujo corte vertical determina a forma de um trapézio isósceles, tem as medidas especificadas na figura I. Neste caso, a vazão da água e de 1.050 m³/s. O calculo da vazão, Q em m³/s, envolve o produto da área A do setor transversal (por onde passa a água), em m², pela velocidade da água no local, v, em m/s, ou seja, Q = Av. Planeja-se uma reforma na canaleta, com as dimensões especificadas na figura II, para evitar a ocorrência de enchentes. Prof. Ary de Oliveira
  • 15.
    APLICAÇÃO Disponível em: www2.uel.br Nasuposição de que a velocidade da água não se alterara, qual a vazão esperada para depois da reforma na canaleta? (A) 90 m³/s (D) 1512 m³/s (B) 750 m³/s (E) 2009 m³/s (C) 1050 m³/s Prof. Ary de Oliveira
  • 16.
    APLICAÇÃO DADOS Q1 = 1050m³/s A1 = (30 + 20)x2,5/2 = 62,5 m² A2 = (49 + 41)x2/2 = 90 m² v1 = v2 = Q1/A1 = 1050/62,5 = 16,8 m/s Q2 = ? SOLUÇÃO Q2 = A2v2 → Q2 = 90x16,8 → Q2 = 1512 m³/s Prof. Ary de Oliveira
  • 17.
    APLICAÇÃO Disponível em: www2.uel.br Nasuposição de que a velocidade da água não se alterara, qual a vazão esperada para depois da reforma na canaleta? (A) 90 m³/s (D) 1512 m³/s (B) 750 m³/s (E) 2009 m³/s (C) 1050 m³/s Prof. Ary de Oliveira
  • 18.
  • 19.
    VOLUME Esfera Tronco Prof. Ary deOliveira 3 4 3 R V   MAIOR MENORV V V 
  • 20.
    VOLUME Pirâmide Cone Prof. Ary deOliveira 3 BA h V  
  • 21.
    APLICAÇÃO (ENEM – 2014)Na alimentação de gado de corte, o processo de cortar a forragem, colocá-la no solo, compactá-la e protegê-la com uma vedação denomina-se silagem. Os silos mais comuns são os horizontais, cuja forma é a de um prisma reto trapezoidal, conforme mostrado na figura. Prof. Ary de Oliveira
  • 22.
    APLICAÇÃO Considere um silode 2 m de altura, 6 m de largura de topo e 20 m de comprimento. Para cada metro de altura do silo, a largura do topo tem 0,5 m a mais do que a largura do fundo. Após a silagem, 1 tonelada de forragem ocupa 2 m³ desse tipo de silo. EMBRAPA, Gado de corte. Disponível em: www.cnpgc.embrapa.br, Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado). Após a silagem, a quantidade máxima de forragem que cabe no silo, em toneladas, é: (A) 110. (D) 220. (B) 125. (E) 260. (C) 130. Prof. Ary de Oliveira
  • 23.
    APLICAÇÃO DADOS B = 6m h = 2 m C = 20 m b = 5 m VSILO = Cx(B + b)xh/2 = 20x(6 + 5)x2/2 = 220 m³ m = ? SOLUÇÃO metro cúbico – m³ tonelada – t 2 1 220 m 2m = 220 → m = 220/2 → m = 110 t Prof. Ary de Oliveira
  • 24.
    APLICAÇÃO Considere um silode 2 m de altura, 6 m de largura de topo e 20 m de comprimento. Para cada metro de altura do silo, a largura do topo tem 0,5 m a mais do que a largura do fundo. Após a silagem, 1 tonelada de forragem ocupa 2 m³ desse tipo de silo. EMBRAPA, Gado de corte. Disponível em: www.cnpgc.embrapa.br, Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado). Após a silagem, a quantidade máxima de forragem que cabe no silo, em toneladas, é: (A) 110. (D) 220. (B) 125. (E) 260. (C) 130. Prof. Ary de Oliveira