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Disciplina: Modelos de Liderança Profa. Mara Baroni 1ª aula: 17/02/2011
Sumário Liderança Conceito Teorias - Teoria dos traços - Teoria comportamental - Funções de liderança - Estilos de liderança -  Teoria Contingencial ou Situacional - Teoria da Liderança Transacional - Teoria da Liderança Transformacional - Teoria da Atribuição - Teoria da Liderança Carismática - Referências bibliográficas -  -  - Características de liderança e traços de personalidade (fator inato e adquirido)
Liderança Conceito: Liderar vem de laden que significa ir ou viajar junto.  Liderança caracteriza-se por ser um processo no qual alguém determina o  propósito ou o sentido para uma ou mais pessoas, fazendo também com  que todos se mobilizem em alguma direção não só de maneira eficaz, mas também com total  envolvimento por  parte da equipe.
Teorias sobre liderança “ A Liderança tem sido tema de pesquisas nos mais diversos campos do conhecimento humano desde a década de 30.   Embora houvesse muitos livros e artigos ilustrando a "boa" liderança antes deste período, tais obras eram, principalmente, teorias filosóficas ou sugestões com poucos dados e informações consistentes que sustentassem seus pontos de vista.
Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre Liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer.
ABORDAGENS DA LIDERANÇA   A primeira abordagem vê a liderança como resultado de uma combinação de traços, enfatizando especialmente as qualidades pessoais do líder, onde o mesmo deveria possuir certas características de personalidade especiais que seriam facilitadoras no desempenho da liderança.  TEORIA DOS TRAÇOS
Nesta teoria são enfatizadas qualidades intrínsecas da pessoa. Esta teoria permite concluir que os líderes já nascem como tal, não havendo a probabilidade de ‘fazê-los’ posteriormente por meio do uso de técnicas de desenvolvimento pessoal.
A VISÃO DE LIDERANÇA: de que os líderes nascem feitos, e não  aprendem a ser  líderes – ainda é, de fato  popular (embora não entrem os  pesquisadores). Esta teoria dos traços predominou até  a década de quarenta, passando estas  características a serem estudadas  dentro de uma perspectiva  universalista.
Não eram correlacionadas as características, a outros aspectos relevantes, como se a liderança era eficaz ou não, ou a circunstâncias que  poderiam interferir no processo.
Quanto à sua natureza, esses traços não eram considerados como produtos do meio. Dentro desse enfoque teórico são concebidos como características pessoais inatas.
Por um lado, esta abordagem acerca da consistência da teoria dos traços de personalidade, mostrou que o líder não é o mesmo, não agindo sempre da mesma forma, visto que falhou ao identificar as características únicas que os identificariam.
Porém, identificou traços constantemente associados à liderança, que podem proporcionar sucesso por diferenciarem os líderes dos não-líderes, tal como,  desejo de liderar, honestidade e integridade, autoconfiança e ambição.
Como alternativa a esta teoria, os estudos de liderança procuraram enfatizar o comportamento do líder perante determinada situação, onde o enfoque da abordagem situacional.
É o comportamento tal como  é observado, e não alguma  hipotética habilidade ou  potencialidade inata ou  adquirida de liderança.
Por tratar-se de sua difícil aplicabilidade da teoria dos traços de personalidade, os estudiosos saíram dos estudos da teoria dos traços de personalidade para a teoria comportamental.
A Teoria do Comportamento  Após muitos estudos realizados, acerca dos traços e suas comparações, onde não ficou comprovado que os líderes eficazes não apresentavam nenhuma relação entre  traços, ou características  que o fizessem desta forma, os pesquisadores procuraram enfatizar os  comportamentos  que diferenciavam os  líderes eficazes .
Em outras palavras, em vez de tentar descobrir o que os  líderes  eficazes  eram , os pesquisadores procuraram determinar o que eles  faziam .
Esta teoria, diferentemente dos traços, defende que os  comportamentos  podem ser  aprendidos  e, portanto, as pessoas treinadas nos comportamentos de liderança apropriados, poderiam liderar eficazmente.
.Estes comportamentos de liderança poderiam ser apropriados em determinada situação e, em outra, definitivamente não seria o aconselhado, considerando os diversos fatores.
Foram os estudos baseados nas tentativas de comparação das características dos líderes eficazes e ineficazes, que também não conseguiram comprovar cientificamente os traços associados à boa liderança.
Quase todos os demais estudos desta área também constataram que a  liderança eficaz dependia não de um determinado conjunto de traços , mas até de que ponto os  traços do líder  estavam de acordo com  as exigências da situação  em que ele estava.
Um destes estudos descobriu que  traços como inteligência, iniciativa e auto- afirmação , estavam associados até certo ponto com altos níveis de desempenho. . Os pesquisadores acabaram concentrando-se em dois aspectos do  comportamento de liderança :
A- FUNÇÕES DE LIDERANÇA   Considerando as funções de liderança, onde para um grupo funcionar bem, alguém deveria desempenhar duas funções principais.  Uma relacionada com as tarefas, onde a função é a resolução de problemas, e uma outra função, de manutenção do grupo, ou funções sociais.
Os estudos realizados na Universidade de Michigan centraram-se no líder atuando no grupo versus sua eficácia.  Foi verificado que os grupos mais eficazes possuem um líder que desempenha a função da tarefa, enquanto outro membro do grupo desempenha a função social. Se a mesma pessoa conseguir desempenhar bem ambas as funções, será um líder eficaz.
Tipos de Liderança a- Autocrática;  b- Democrática c- Liberal
White e Lippitt fizeram um estudo em 1939 para verificar o impacto causado por esses três diferentes estilos de liderança em meninos de dez anos, orientados para a execução de tarefas. Os meninos foram divididos em quatro grupos e, de seis semanas, a direção de cada grupo era desenvolvida pôr líderes que utilizavam três estilos diferentes: a liderança autocrática, a liderança liberal (laissez-faire) e a liderança democrática.
B- ESTILOS DE LIDERANÇA   Os resultados dessa experiência tiveram uma entusiástica repercussão nos Estados Unidos, pois os meninos se comportam da seguinte forma aos diferentes tipos de liderança a que foram submetidos: LIDERANÇA AUTOCRÁTICA.  O comportamento dos grupos mostrou forte tensão, frustração e, sobretudo, agressividade, de um lado, e, de outro, nenhuma espontaneidade nem iniciativa, nem formação de grupos de amizade. Embora aparentemente gostassem das tarefas, não demonstraram satisfação com relação à situação. O trabalho somente se desenvolvia com a presença física do líder. Quando este se ausentava, as atividades paravam e os grupos expandiam seus sentimentos reprimidos, chegando a explosões de indisciplina e de agressividade.
LIDERANÇA LIBERAL . Embora a atividade dos grupos fosse intensa, a produção foi simplesmente medíocre. As tarefas se desenvolviam ao acaso, com muitas oscilações perdendo-se muito tempo com discussões mais voltadas para motivos pessoais do que relacionadas com o trabalho em si. Notou-se forte individualismo agressivo e pouco respeito com relação ao líder.  LIDERANÇA DEMOCRÁTICA . Houve formação de grupos de amizade e de relacionamentos cordiais entre os meninos. Líder e subordinados passaram a desenvolver comunicações espontâneas, francas e cordiais. O trabalho mostrou um ritmo suave e seguro sem alterações mesmo quando o líder se ausentava. Houve um nítido sentido de responsabilidade e comprometimento pessoal
Na Liderança democrática , o líder é extremamente comunicativo, encoraja a participação das pessoas e se preocupa igualmente com o trabalho e com o grupo. O líder atua como um facilitador para orientar o grupo, ajudando nas definições dos problemas e nas soluções, coordenando as atividades e sugerindo idéias. Os grupos submetidos à  liderança democrática  apresentam boa quantidade de trabalho e qualidade surpreendentemente melhor, acompanhadas de um clima de satisfação, integração grupal, responsabilidade e comprometimento das pessoas.
Na prática, administrador poderá utilizar os três estilos de liderança, de acordo com a tarefa a ser executada, as pessoas e a situação. O administrador tanto poderá mandar cumprir as ordens como sugerir aos colaboradores a realização de certas tarefas, ou ainda consultar antes de tomar decisão. O desafio está em saber como aplicar cada estilo, com quem e em que circunstância e tarefas a serem desenvolvidas
A liderança autocrática enfatiza o líder. A liberal os subordinados.  A liderança democrática equilibra a ênfase tanto no líder, quanto nos subordinados.
Não existe um modelo padrão, uma receita já pronta para a liderança eficaz, onde podemos dizer que em tal circunstância, a liderança x, y ou z seria a mais adequada.  Na prática, o que vemos, é uma mescla dos três estilos de acordo com a situação , com as pessoas e a tarefa a ser executada.
A Teoria Contingencial ou  Situacional   Esta teoria procura identificar qual dos fatores situacionais é mais importante e prever o estilo de liderança que será mais eficaz em determinada circunstância.  Os teóricos da contingência defendem a noção de que não existem estilos de liderança universalmente adequados.
O princípio fundamental das teorias situacionais de liderança é que a eficácia do líder reside na sua capacidade de responder ou ajustar-se a determinada situação.
Partindo deste princípio, e considerando os estudos já realizados, resume-se que as pessoas podem nascer com algumas características que, se trabalhadas adequadamente, tendo consigo outras pessoas que também estejam buscando um determinado objetivo,
fazendo com que o mesmo seja comum buscando satisfazer uma necessidade e, sendo flexível nas tomadas de decisões que resultarão em mais ações, forma-se uma cadeia onde, acredita-se que a liderança possa e deva ser eficaz. Desta forma, aperfeiçoada.
O enfoque situacional  sustenta que tudo seja flexível e possa adaptar-se às demandas das situações, inclusive o estilo dos gerentes. É como se pretendessem que essas pessoas despojassem-se de suas emoções e agissem de acordo com o que  a situação está exigindo.
Os modelos citados de estilos de liderança, até então, delineiam o comportamento do líder em relação aos liderados, com base na interpretação de que o ambiente no qual se vê inserido encontra-se dividido em dimensões que ora focam na tarefa, ora nas pessoas ou em ambas, simultaneamente.
Em tempos de mudança de paradigmas, novas concepções são agregadas nas discussões sobre estilos de liderança por incorporarem aspectos motivacionais e culturais do homem e da sociedade.
A Teoria da Liderança  Transacional   Vale ainda ressaltar os estudos realizados acerca da liderança  transacional e transformacional . Na liderança transacional, existe uma troca (seja política, econômica, psicológica) entre o líder e o seguidor, enquanto ambos acreditarem que isso irá beneficiá-los.  É uma transação , pura e simples.
A Teoria da Liderança Transformacional  Já na  liderança transformacional , uma ou mais pessoas engajam-se com outras a fim de que tanto líderes ou seguidores elevem um ao outro a níveis mais altos de motivação e moral. Há uma suposição de que os líderes eficazes possuam uma  grande sensibilidade a respeito das necessidades dos liderados , onde os mesmos conheçam as suas próprias a ponto de não projetá-las nos seguidores.
No caso de  liderança transformadora , o líder procura motivos potenciais nos seguidores, no sentido de satisfazer necessidades de alto nível e assume o seguidor como uma pessoa total.
A Teoria da Atribuição   O rótulo de líder parte do princípio de que existe uma pessoa, um grupo ou mesmo  uma nação como  condição  para que lhe  possa ser  atribuída tal característica .  Não é um processo unilateral de  autodeterminação da liderança; há um resgate na questão de que o reconhecimento da figura do líder passa pelo  consentimento do grupo .
O consentimento do grupo será o resultado de um sem número de opiniões individuais contemporizadas para que determinado indivíduo seja rotulado como líder.
A Teoria da Liderança  Carismática   E, por último, podemos citar ainda a  liderança carismática,  que também está ligada ao processo dinâmico de atendimento das  necessidades dos liderados.  Na virada do século XX ressurge um estilo de liderança muito próximo da motivação e dos estudos comportamentais do ser humano, em detrimento dos modelos focados no paradigma democracia-autocracia, ou equipe de colaboradores versus execução da tarefa.
Neste sentido, não como forma de dominação, mas como um processo de influenciar pessoas,  surge o líder carismático , que é aquele que promove revoluções, renova paradigmas, evoca sonhos e é visto como um agente de mudanças porque conduz seus seguidores a transcender interesses pessoais na realização de determinada ação em  prol do sucesso do grupo .
A percepção “ agente de mudanças ” do líder carismático, ao expressar característica da liderança como a capacidade de imaginar cenários ideais e realizar feitos extraordinários através da transmissão de uma visão, que sugere uma orientação de futuro a ser alcançado.
O líder transformador e o líder carismático  assemelham-se por estarem imbuídos deste sentimento de visão que os qualifica na condução de pessoas promovedoras de mudanças, pois inspiram liderados a “darem o sangue” no alcance das metas do grupo
sem esquecer das  necessidades  de desenvolvimento  individuais, induzindo- os, ainda, à mudanças de percepções ao estimularem a troca de velhos problemas por novas oportunidades.
Referências Bibliográficas BERGANINI, Cecília Whitaker. O líder eficaz,1ª ed.  São Paulo:Atlas, 2006. Teorias de liderança. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/7074272/Teorias-de-Lideranca   . Site acessado em 06/02/2011. Liderança  Luiz Fernando Brunini ;Marcelo Araujo de Souza Rosangela Cristina Rubin  Disponível em: http://www.maurolaruccia.adm.br/trabalhos/lider2.htm

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Modelos de liderança 2a aula - 17/02/2011

  • 1. Disciplina: Modelos de Liderança Profa. Mara Baroni 1ª aula: 17/02/2011
  • 2. Sumário Liderança Conceito Teorias - Teoria dos traços - Teoria comportamental - Funções de liderança - Estilos de liderança - Teoria Contingencial ou Situacional - Teoria da Liderança Transacional - Teoria da Liderança Transformacional - Teoria da Atribuição - Teoria da Liderança Carismática - Referências bibliográficas - - - Características de liderança e traços de personalidade (fator inato e adquirido)
  • 3. Liderança Conceito: Liderar vem de laden que significa ir ou viajar junto. Liderança caracteriza-se por ser um processo no qual alguém determina o propósito ou o sentido para uma ou mais pessoas, fazendo também com que todos se mobilizem em alguma direção não só de maneira eficaz, mas também com total envolvimento por parte da equipe.
  • 4. Teorias sobre liderança “ A Liderança tem sido tema de pesquisas nos mais diversos campos do conhecimento humano desde a década de 30. Embora houvesse muitos livros e artigos ilustrando a "boa" liderança antes deste período, tais obras eram, principalmente, teorias filosóficas ou sugestões com poucos dados e informações consistentes que sustentassem seus pontos de vista.
  • 5. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre Liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer.
  • 6. ABORDAGENS DA LIDERANÇA A primeira abordagem vê a liderança como resultado de uma combinação de traços, enfatizando especialmente as qualidades pessoais do líder, onde o mesmo deveria possuir certas características de personalidade especiais que seriam facilitadoras no desempenho da liderança. TEORIA DOS TRAÇOS
  • 7. Nesta teoria são enfatizadas qualidades intrínsecas da pessoa. Esta teoria permite concluir que os líderes já nascem como tal, não havendo a probabilidade de ‘fazê-los’ posteriormente por meio do uso de técnicas de desenvolvimento pessoal.
  • 8. A VISÃO DE LIDERANÇA: de que os líderes nascem feitos, e não aprendem a ser líderes – ainda é, de fato popular (embora não entrem os pesquisadores). Esta teoria dos traços predominou até a década de quarenta, passando estas características a serem estudadas dentro de uma perspectiva universalista.
  • 9. Não eram correlacionadas as características, a outros aspectos relevantes, como se a liderança era eficaz ou não, ou a circunstâncias que poderiam interferir no processo.
  • 10. Quanto à sua natureza, esses traços não eram considerados como produtos do meio. Dentro desse enfoque teórico são concebidos como características pessoais inatas.
  • 11. Por um lado, esta abordagem acerca da consistência da teoria dos traços de personalidade, mostrou que o líder não é o mesmo, não agindo sempre da mesma forma, visto que falhou ao identificar as características únicas que os identificariam.
  • 12. Porém, identificou traços constantemente associados à liderança, que podem proporcionar sucesso por diferenciarem os líderes dos não-líderes, tal como, desejo de liderar, honestidade e integridade, autoconfiança e ambição.
  • 13. Como alternativa a esta teoria, os estudos de liderança procuraram enfatizar o comportamento do líder perante determinada situação, onde o enfoque da abordagem situacional.
  • 14. É o comportamento tal como é observado, e não alguma hipotética habilidade ou potencialidade inata ou adquirida de liderança.
  • 15. Por tratar-se de sua difícil aplicabilidade da teoria dos traços de personalidade, os estudiosos saíram dos estudos da teoria dos traços de personalidade para a teoria comportamental.
  • 16. A Teoria do Comportamento Após muitos estudos realizados, acerca dos traços e suas comparações, onde não ficou comprovado que os líderes eficazes não apresentavam nenhuma relação entre traços, ou características que o fizessem desta forma, os pesquisadores procuraram enfatizar os comportamentos que diferenciavam os líderes eficazes .
  • 17. Em outras palavras, em vez de tentar descobrir o que os líderes eficazes eram , os pesquisadores procuraram determinar o que eles faziam .
  • 18. Esta teoria, diferentemente dos traços, defende que os comportamentos podem ser aprendidos e, portanto, as pessoas treinadas nos comportamentos de liderança apropriados, poderiam liderar eficazmente.
  • 19. .Estes comportamentos de liderança poderiam ser apropriados em determinada situação e, em outra, definitivamente não seria o aconselhado, considerando os diversos fatores.
  • 20. Foram os estudos baseados nas tentativas de comparação das características dos líderes eficazes e ineficazes, que também não conseguiram comprovar cientificamente os traços associados à boa liderança.
  • 21. Quase todos os demais estudos desta área também constataram que a liderança eficaz dependia não de um determinado conjunto de traços , mas até de que ponto os traços do líder estavam de acordo com as exigências da situação em que ele estava.
  • 22. Um destes estudos descobriu que traços como inteligência, iniciativa e auto- afirmação , estavam associados até certo ponto com altos níveis de desempenho. . Os pesquisadores acabaram concentrando-se em dois aspectos do comportamento de liderança :
  • 23. A- FUNÇÕES DE LIDERANÇA Considerando as funções de liderança, onde para um grupo funcionar bem, alguém deveria desempenhar duas funções principais. Uma relacionada com as tarefas, onde a função é a resolução de problemas, e uma outra função, de manutenção do grupo, ou funções sociais.
  • 24. Os estudos realizados na Universidade de Michigan centraram-se no líder atuando no grupo versus sua eficácia. Foi verificado que os grupos mais eficazes possuem um líder que desempenha a função da tarefa, enquanto outro membro do grupo desempenha a função social. Se a mesma pessoa conseguir desempenhar bem ambas as funções, será um líder eficaz.
  • 25. Tipos de Liderança a- Autocrática; b- Democrática c- Liberal
  • 26. White e Lippitt fizeram um estudo em 1939 para verificar o impacto causado por esses três diferentes estilos de liderança em meninos de dez anos, orientados para a execução de tarefas. Os meninos foram divididos em quatro grupos e, de seis semanas, a direção de cada grupo era desenvolvida pôr líderes que utilizavam três estilos diferentes: a liderança autocrática, a liderança liberal (laissez-faire) e a liderança democrática.
  • 27. B- ESTILOS DE LIDERANÇA Os resultados dessa experiência tiveram uma entusiástica repercussão nos Estados Unidos, pois os meninos se comportam da seguinte forma aos diferentes tipos de liderança a que foram submetidos: LIDERANÇA AUTOCRÁTICA. O comportamento dos grupos mostrou forte tensão, frustração e, sobretudo, agressividade, de um lado, e, de outro, nenhuma espontaneidade nem iniciativa, nem formação de grupos de amizade. Embora aparentemente gostassem das tarefas, não demonstraram satisfação com relação à situação. O trabalho somente se desenvolvia com a presença física do líder. Quando este se ausentava, as atividades paravam e os grupos expandiam seus sentimentos reprimidos, chegando a explosões de indisciplina e de agressividade.
  • 28. LIDERANÇA LIBERAL . Embora a atividade dos grupos fosse intensa, a produção foi simplesmente medíocre. As tarefas se desenvolviam ao acaso, com muitas oscilações perdendo-se muito tempo com discussões mais voltadas para motivos pessoais do que relacionadas com o trabalho em si. Notou-se forte individualismo agressivo e pouco respeito com relação ao líder. LIDERANÇA DEMOCRÁTICA . Houve formação de grupos de amizade e de relacionamentos cordiais entre os meninos. Líder e subordinados passaram a desenvolver comunicações espontâneas, francas e cordiais. O trabalho mostrou um ritmo suave e seguro sem alterações mesmo quando o líder se ausentava. Houve um nítido sentido de responsabilidade e comprometimento pessoal
  • 29. Na Liderança democrática , o líder é extremamente comunicativo, encoraja a participação das pessoas e se preocupa igualmente com o trabalho e com o grupo. O líder atua como um facilitador para orientar o grupo, ajudando nas definições dos problemas e nas soluções, coordenando as atividades e sugerindo idéias. Os grupos submetidos à liderança democrática apresentam boa quantidade de trabalho e qualidade surpreendentemente melhor, acompanhadas de um clima de satisfação, integração grupal, responsabilidade e comprometimento das pessoas.
  • 30. Na prática, administrador poderá utilizar os três estilos de liderança, de acordo com a tarefa a ser executada, as pessoas e a situação. O administrador tanto poderá mandar cumprir as ordens como sugerir aos colaboradores a realização de certas tarefas, ou ainda consultar antes de tomar decisão. O desafio está em saber como aplicar cada estilo, com quem e em que circunstância e tarefas a serem desenvolvidas
  • 31. A liderança autocrática enfatiza o líder. A liberal os subordinados. A liderança democrática equilibra a ênfase tanto no líder, quanto nos subordinados.
  • 32. Não existe um modelo padrão, uma receita já pronta para a liderança eficaz, onde podemos dizer que em tal circunstância, a liderança x, y ou z seria a mais adequada. Na prática, o que vemos, é uma mescla dos três estilos de acordo com a situação , com as pessoas e a tarefa a ser executada.
  • 33. A Teoria Contingencial ou Situacional Esta teoria procura identificar qual dos fatores situacionais é mais importante e prever o estilo de liderança que será mais eficaz em determinada circunstância. Os teóricos da contingência defendem a noção de que não existem estilos de liderança universalmente adequados.
  • 34. O princípio fundamental das teorias situacionais de liderança é que a eficácia do líder reside na sua capacidade de responder ou ajustar-se a determinada situação.
  • 35. Partindo deste princípio, e considerando os estudos já realizados, resume-se que as pessoas podem nascer com algumas características que, se trabalhadas adequadamente, tendo consigo outras pessoas que também estejam buscando um determinado objetivo,
  • 36. fazendo com que o mesmo seja comum buscando satisfazer uma necessidade e, sendo flexível nas tomadas de decisões que resultarão em mais ações, forma-se uma cadeia onde, acredita-se que a liderança possa e deva ser eficaz. Desta forma, aperfeiçoada.
  • 37. O enfoque situacional sustenta que tudo seja flexível e possa adaptar-se às demandas das situações, inclusive o estilo dos gerentes. É como se pretendessem que essas pessoas despojassem-se de suas emoções e agissem de acordo com o que a situação está exigindo.
  • 38. Os modelos citados de estilos de liderança, até então, delineiam o comportamento do líder em relação aos liderados, com base na interpretação de que o ambiente no qual se vê inserido encontra-se dividido em dimensões que ora focam na tarefa, ora nas pessoas ou em ambas, simultaneamente.
  • 39. Em tempos de mudança de paradigmas, novas concepções são agregadas nas discussões sobre estilos de liderança por incorporarem aspectos motivacionais e culturais do homem e da sociedade.
  • 40. A Teoria da Liderança Transacional Vale ainda ressaltar os estudos realizados acerca da liderança transacional e transformacional . Na liderança transacional, existe uma troca (seja política, econômica, psicológica) entre o líder e o seguidor, enquanto ambos acreditarem que isso irá beneficiá-los. É uma transação , pura e simples.
  • 41. A Teoria da Liderança Transformacional Já na liderança transformacional , uma ou mais pessoas engajam-se com outras a fim de que tanto líderes ou seguidores elevem um ao outro a níveis mais altos de motivação e moral. Há uma suposição de que os líderes eficazes possuam uma grande sensibilidade a respeito das necessidades dos liderados , onde os mesmos conheçam as suas próprias a ponto de não projetá-las nos seguidores.
  • 42. No caso de liderança transformadora , o líder procura motivos potenciais nos seguidores, no sentido de satisfazer necessidades de alto nível e assume o seguidor como uma pessoa total.
  • 43. A Teoria da Atribuição O rótulo de líder parte do princípio de que existe uma pessoa, um grupo ou mesmo uma nação como condição para que lhe possa ser atribuída tal característica . Não é um processo unilateral de autodeterminação da liderança; há um resgate na questão de que o reconhecimento da figura do líder passa pelo consentimento do grupo .
  • 44. O consentimento do grupo será o resultado de um sem número de opiniões individuais contemporizadas para que determinado indivíduo seja rotulado como líder.
  • 45. A Teoria da Liderança Carismática E, por último, podemos citar ainda a liderança carismática, que também está ligada ao processo dinâmico de atendimento das necessidades dos liderados. Na virada do século XX ressurge um estilo de liderança muito próximo da motivação e dos estudos comportamentais do ser humano, em detrimento dos modelos focados no paradigma democracia-autocracia, ou equipe de colaboradores versus execução da tarefa.
  • 46. Neste sentido, não como forma de dominação, mas como um processo de influenciar pessoas, surge o líder carismático , que é aquele que promove revoluções, renova paradigmas, evoca sonhos e é visto como um agente de mudanças porque conduz seus seguidores a transcender interesses pessoais na realização de determinada ação em prol do sucesso do grupo .
  • 47. A percepção “ agente de mudanças ” do líder carismático, ao expressar característica da liderança como a capacidade de imaginar cenários ideais e realizar feitos extraordinários através da transmissão de uma visão, que sugere uma orientação de futuro a ser alcançado.
  • 48. O líder transformador e o líder carismático assemelham-se por estarem imbuídos deste sentimento de visão que os qualifica na condução de pessoas promovedoras de mudanças, pois inspiram liderados a “darem o sangue” no alcance das metas do grupo
  • 49. sem esquecer das necessidades de desenvolvimento individuais, induzindo- os, ainda, à mudanças de percepções ao estimularem a troca de velhos problemas por novas oportunidades.
  • 50. Referências Bibliográficas BERGANINI, Cecília Whitaker. O líder eficaz,1ª ed. São Paulo:Atlas, 2006. Teorias de liderança. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/7074272/Teorias-de-Lideranca . Site acessado em 06/02/2011. Liderança Luiz Fernando Brunini ;Marcelo Araujo de Souza Rosangela Cristina Rubin Disponível em: http://www.maurolaruccia.adm.br/trabalhos/lider2.htm