Engagement and Change Management
Ainda,

O fator que mais contribui com o Progresso É




                              O Fator
                   Humano
Importância da Empatia



   “O futuro não depende
     das ciências físicas.
 Depende de quem está
tentando compreender e
 lidar com as interações
entre os seres humanos.”
Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla,
Califórnia, EUA), Psicólogo estadunidense. Importante pensador americano, foi um precursor da
psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).
O Caminho a ser Evitado


 Na busca do Engajamento...
Evite o Caminho dos quatro I’s
O Caminho a ser Evitado na
          busca do Engajamento




I
gnorância
O Caminho a ser Evitado na
           busca do Engajamento




I
nflexibilidade
O Caminho a ser Evitado na
          busca do Engajamento




I
nconsistência
O Caminho a ser Evitado na
          busca do Engajamento




I
ndiferença
A linguagem dos Líderes
                  A comunicação dos líderes




 DEVER              Despertar no Interlocutor a CONSCIÊNCIA de seus múltiplos
                    papéis no contexto da ORGANIZAÇÃO e o que é demandado
O que fazer
                    destes papéis.



SER                 Trazer o conteúdo contextualizado para alinhar as
Como fazer          COMPETÊNCIAS individuais com as COMPETÊNCIAS
                    necessárias para a empresa.


QUERER
                    Despertar nas pessoas o desejo de crescer e
Obtendo
Comprometimento     CONTRIBUIR com os resultados da empresa.




                                                                                9
sem uma linguagem comum
A palavra de Grandes Empresários

 “Há dois tipos de
 pessoas que não
interessam a uma
 boa empresa. As
 que não fazem o
que se manda e as
  que só fazem o
  que se manda”
            Henry Ford
Industrial Americano 1863- 1947
A palavra de Grandes Empresários


Há quatro tipos de pessoas:
 • As que fazem as coisas acontecerem,
 • Aquelas para as quais as coisas acontecem,
 • As que assistem as coisas acontecerem,
 • E as que sequer sabem que alguma coisa está
   acontecendo...
                          Louis Gerstner Jr. - Chairman da IBM
Áreas Críticas de Tomadas de

Decisão
Pessoas
   1 Beginner’s mind
Na vida, as habilidades que você usa e as pessoas que escolhe podem determinar seu
SUCESSO ou FRACASSO.



Quem Trabalha para você?
 2 Simplicity
Processos
 3 Visualization j
 Reduzir a variabilidade sem podar a CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO.


Estratégia
A temática VALOR AGREGADO deve ocupar papel central na discussão da estratégia.
No início da discussão os executivos devem responder as seguintes questões:
Se a empresa fechasse as portas quem se importaria – e por quê?
Quanto tempo levaria para que outra empresa ocupasse a brecha?
Pessoas Melhores, Melhores Resultados.
Qual o perfil do profissional classe
                “A”?
Profissional Classe “A”


 Classe B-                       Classe A
  “Babaca”                       Pró ativo
   Asshole


 Classe C                       Classe B+

BAIXO NÍVEL DE ADEQUAÇÃO         ALTO NÍVEL DE ADEQUAÇÃO

                           Variável COMPORTAMENTO
The no Asshole Rule
O PROFESSOR ROBERT SUTTON, DE 53 ANOS, DA
Universidade Stanford, nos Estados Unidos, não tem
pudor de dizer claramente o que pensa. Mesmo que
precise usar palavrões para se fazer entender. Uma
prova disso é o título que escolheu para seu novo
livro The no Asshole Rule (A Regra de não Aceitar
Babacas), lançado no mercado americano em
fevereiro e já disponível no país. No livro, Sutton
mostra da forma mais direta possível o que devemos
fazer para sobreviver num ambiente de trabalho
dirigido por chefes brutais. Segundo ele, os babacas
custam caro às empresas. Diminuem a capacidade
das equipes de inovar, não sabem manter os
talentos e ainda podem levar as organizações a
pagar indenizações por processos de assédio moral.
Para sobreviver a chefes assim, ele recomenda
distanciamento emocional e o cultivo da indiferença.
O (D) Efeito Gerente


     “when people leave
           companies,
   they tend not to quit the
            company,
        they are more
likely to have quit the boss.”

                      Ken Blanchard
“O talento pode ser atraído para uma
       empresa, por causa do carisma de seus
        líderes, pelos benefícios generosos e
       pelos programas de treinamentos, mas
       o tempo que ele permanece produtivo,
             criativo e comprometido é
       determinado pela relação que ele tem
            com seu superior imediato.”

Research from thousands of employees
Marcus Buckingham ‘First Break All The Rules’
Managers Will Not Hear What Workers
          Will Not Speak

 Why people leave: what managers believe vs. the reality. Source:
 Unpublished Saratoga Institute research, 2008.


    89%                                                         11% of
                                                                managers believe employees
    of managers believe employees leave for more money.         leave
                                                                for other reasons.


    12% of                     88%
    employees leave for more
    money.                     of employees leave for reasons other than money.
Fazendo Diferença – método sanduíche



                                     Elogio


                                 Crítica


                      Encorajamento

Aviso: Muito Apimentado; Este sanduíche de crítica deve ser lidado com cuidado

21
Positive
    Discipline




Grote, Dick. (2006).
Discipline without
punishment: The proven
strategy that turns problem
employees into superior
performers (2nd ed.). New
York: American
Management Association.
                              It began with a potato chip!
Change Management




       Mudanças
         próxima saída
Principais Direcionadores das Mudanças

GLOBALIZAÇÃO
Fenômeno iniciado na década de 80 – Conforme o jornalista Thomas Friedman –
O Mundo É Plano.
SUSTENTABILIDADE
O tripé Ambiente, Social e Econômico.
Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute no inicio dos anos 80 definiu
sociedade sustentável como aquela apta a satisfazer suas necessidades sem
diminuir as oportunidades das      futuras Gerações     de suprirem as suas.
BRIC
Emergentes –    3 bilhões      de novos capitalistas.
REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA
O conhecimento se renova a cada dia –       L3= Lifelong Learner.
CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO
Envelhecimento da população ativa e crescimento da diversidade e necessidade
de inclusão social.

World Economic and Social Survey 2007
Amplitude de Alcance dos Temas

   • Inovação   Empresa




                                                                    • Conteúdo
                          Mudanças                    Pessoal         comportamental




 • Tendências
                Mercado   Gestão de Mudanças            O conteúdo do tema de
                          Gestão de Mudanças alcança as três esferas mais
                          importantes para o sucesso de um negócio: EMPRESA e
                          necessidade de inovar, o MERCADO e suas tendências e as
                          PESSOAS e suas atitudes.
O Que Parece a Mudança?
 DESEMPENHO




                                   ESTADO

              ESTADO               DESEJADO

              ATUAL



                       ESTADO DE
                       TRANSIÇÃO


                        VALE DO
                       DESESPERO
                                     TEMPO
Receptividade Para Mudanças em
 Culturas Estáveis

   10%
    ACEITAM DE IMEDIATO



   20%
   ACEITAM COM UM POUCO DE CONVENCIMENTO



   40%
   ACEITAM COM MUITO CONVENCIMENTO



   30%
   SÓ ACEITAM DEPOIS QUE A MUDANÇA
   FOI BEM SUCEDIDA



According to Daryl R. Conner - Managing at the speed of Change
Respostas Emocionais às Mudanças


                                                           Raiva
   RESPOSTA EMOCIONAL




                                                                        Barganha                   Aceitação ou Abandono
                        Ativa




                                  Estabilidade


                                                 Negação                                       Teste
                        Passiva




                                    Imobilização


                                                                                       Depressão


                                                                   TEMPO
Developed by Sharon M. Danes, Professor, University of Minnesota, Family Social Science Department, College of
Human Ecology & Resource Management Specialist, Minnesota Extension Service, and illustrated by Jim Kiehne
Graphics. From Kubler-Ross, E., 1969, On Death and Dying.
O Campo do fluir


                   Ansiedade

                   Estresse

                   Depressão
        Desafios




                                                                          Tédio

                                                                Desinteresse

                                                                      Depressão


                                 Habilidades
Mihali Csikszentmihalyi “Flow: the psycology of optimal experience”
Os Oitos passos para uma


mudança
bem Sucedida
 1 2 3 4 5 6 7 8
                                                     Kotter & Rathgeber
                                                  Our Iceberg Is Melting
                           Changing and Succeeding Under Any Conditions
Oito Passos para a Mudança

                                                                                   8. Faça isto Colar!
                                        Implemente & Sustente a
                                             Transformação
                                                                           7. Sustentar a Mudança
                      Comprometa & Capacite
                        toda Organização                          6. Criar Indic. de Curto Prazo

                                                      5. Plan/Organizar/Agir
    Crie um Clima para a
          Mudança                        4. Comunicar para Comprometer

                              3. Definir os Impactos para Mudança

                    2. Criar um Senso de Visão / Orientação para a Equipe

          1. Criar um Senso Comum de Necessidade e Urgencia
  Based on Kotter, John P. Leading Change. Boston: Harvard Business School Press

Liderando mudanças

  • 1.
  • 2.
    Ainda, O fator quemais contribui com o Progresso É O Fator Humano
  • 3.
    Importância da Empatia “O futuro não depende das ciências físicas. Depende de quem está tentando compreender e lidar com as interações entre os seres humanos.” Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo estadunidense. Importante pensador americano, foi um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).
  • 4.
    O Caminho aser Evitado Na busca do Engajamento... Evite o Caminho dos quatro I’s
  • 5.
    O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento I gnorância
  • 6.
    O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento I nflexibilidade
  • 7.
    O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento I nconsistência
  • 8.
    O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento I ndiferença
  • 9.
    A linguagem dosLíderes A comunicação dos líderes DEVER Despertar no Interlocutor a CONSCIÊNCIA de seus múltiplos papéis no contexto da ORGANIZAÇÃO e o que é demandado O que fazer destes papéis. SER Trazer o conteúdo contextualizado para alinhar as Como fazer COMPETÊNCIAS individuais com as COMPETÊNCIAS necessárias para a empresa. QUERER Despertar nas pessoas o desejo de crescer e Obtendo Comprometimento CONTRIBUIR com os resultados da empresa. 9
  • 10.
  • 11.
    A palavra deGrandes Empresários “Há dois tipos de pessoas que não interessam a uma boa empresa. As que não fazem o que se manda e as que só fazem o que se manda” Henry Ford Industrial Americano 1863- 1947
  • 12.
    A palavra deGrandes Empresários Há quatro tipos de pessoas: • As que fazem as coisas acontecerem, • Aquelas para as quais as coisas acontecem, • As que assistem as coisas acontecerem, • E as que sequer sabem que alguma coisa está acontecendo... Louis Gerstner Jr. - Chairman da IBM
  • 13.
    Áreas Críticas deTomadas de Decisão Pessoas 1 Beginner’s mind Na vida, as habilidades que você usa e as pessoas que escolhe podem determinar seu SUCESSO ou FRACASSO. Quem Trabalha para você? 2 Simplicity Processos 3 Visualization j Reduzir a variabilidade sem podar a CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO. Estratégia A temática VALOR AGREGADO deve ocupar papel central na discussão da estratégia. No início da discussão os executivos devem responder as seguintes questões: Se a empresa fechasse as portas quem se importaria – e por quê? Quanto tempo levaria para que outra empresa ocupasse a brecha?
  • 14.
  • 15.
    Qual o perfildo profissional classe “A”?
  • 16.
    Profissional Classe “A” Classe B- Classe A “Babaca” Pró ativo Asshole Classe C Classe B+ BAIXO NÍVEL DE ADEQUAÇÃO ALTO NÍVEL DE ADEQUAÇÃO Variável COMPORTAMENTO
  • 17.
    The no AssholeRule O PROFESSOR ROBERT SUTTON, DE 53 ANOS, DA Universidade Stanford, nos Estados Unidos, não tem pudor de dizer claramente o que pensa. Mesmo que precise usar palavrões para se fazer entender. Uma prova disso é o título que escolheu para seu novo livro The no Asshole Rule (A Regra de não Aceitar Babacas), lançado no mercado americano em fevereiro e já disponível no país. No livro, Sutton mostra da forma mais direta possível o que devemos fazer para sobreviver num ambiente de trabalho dirigido por chefes brutais. Segundo ele, os babacas custam caro às empresas. Diminuem a capacidade das equipes de inovar, não sabem manter os talentos e ainda podem levar as organizações a pagar indenizações por processos de assédio moral. Para sobreviver a chefes assim, ele recomenda distanciamento emocional e o cultivo da indiferença.
  • 18.
    O (D) EfeitoGerente “when people leave companies, they tend not to quit the company, they are more likely to have quit the boss.” Ken Blanchard
  • 19.
    “O talento podeser atraído para uma empresa, por causa do carisma de seus líderes, pelos benefícios generosos e pelos programas de treinamentos, mas o tempo que ele permanece produtivo, criativo e comprometido é determinado pela relação que ele tem com seu superior imediato.” Research from thousands of employees Marcus Buckingham ‘First Break All The Rules’
  • 20.
    Managers Will NotHear What Workers Will Not Speak Why people leave: what managers believe vs. the reality. Source: Unpublished Saratoga Institute research, 2008. 89% 11% of managers believe employees of managers believe employees leave for more money. leave for other reasons. 12% of 88% employees leave for more money. of employees leave for reasons other than money.
  • 21.
    Fazendo Diferença –método sanduíche Elogio Crítica Encorajamento Aviso: Muito Apimentado; Este sanduíche de crítica deve ser lidado com cuidado 21
  • 22.
    Positive Discipline Grote, Dick. (2006). Discipline without punishment: The proven strategy that turns problem employees into superior performers (2nd ed.). New York: American Management Association. It began with a potato chip!
  • 23.
    Change Management Mudanças próxima saída
  • 24.
    Principais Direcionadores dasMudanças GLOBALIZAÇÃO Fenômeno iniciado na década de 80 – Conforme o jornalista Thomas Friedman – O Mundo É Plano. SUSTENTABILIDADE O tripé Ambiente, Social e Econômico. Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute no inicio dos anos 80 definiu sociedade sustentável como aquela apta a satisfazer suas necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras Gerações de suprirem as suas. BRIC Emergentes – 3 bilhões de novos capitalistas. REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA O conhecimento se renova a cada dia – L3= Lifelong Learner. CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO Envelhecimento da população ativa e crescimento da diversidade e necessidade de inclusão social. World Economic and Social Survey 2007
  • 25.
    Amplitude de Alcancedos Temas • Inovação Empresa • Conteúdo Mudanças Pessoal comportamental • Tendências Mercado Gestão de Mudanças O conteúdo do tema de Gestão de Mudanças alcança as três esferas mais importantes para o sucesso de um negócio: EMPRESA e necessidade de inovar, o MERCADO e suas tendências e as PESSOAS e suas atitudes.
  • 26.
    O Que Parecea Mudança? DESEMPENHO ESTADO ESTADO DESEJADO ATUAL ESTADO DE TRANSIÇÃO VALE DO DESESPERO TEMPO
  • 27.
    Receptividade Para Mudançasem Culturas Estáveis 10% ACEITAM DE IMEDIATO 20% ACEITAM COM UM POUCO DE CONVENCIMENTO 40% ACEITAM COM MUITO CONVENCIMENTO 30% SÓ ACEITAM DEPOIS QUE A MUDANÇA FOI BEM SUCEDIDA According to Daryl R. Conner - Managing at the speed of Change
  • 28.
    Respostas Emocionais àsMudanças Raiva RESPOSTA EMOCIONAL Barganha Aceitação ou Abandono Ativa Estabilidade Negação Teste Passiva Imobilização Depressão TEMPO Developed by Sharon M. Danes, Professor, University of Minnesota, Family Social Science Department, College of Human Ecology & Resource Management Specialist, Minnesota Extension Service, and illustrated by Jim Kiehne Graphics. From Kubler-Ross, E., 1969, On Death and Dying.
  • 29.
    O Campo dofluir Ansiedade Estresse Depressão Desafios Tédio Desinteresse Depressão Habilidades Mihali Csikszentmihalyi “Flow: the psycology of optimal experience”
  • 30.
    Os Oitos passospara uma mudança bem Sucedida 1 2 3 4 5 6 7 8 Kotter & Rathgeber Our Iceberg Is Melting Changing and Succeeding Under Any Conditions
  • 31.
    Oito Passos paraa Mudança 8. Faça isto Colar! Implemente & Sustente a Transformação 7. Sustentar a Mudança Comprometa & Capacite toda Organização 6. Criar Indic. de Curto Prazo 5. Plan/Organizar/Agir Crie um Clima para a Mudança 4. Comunicar para Comprometer 3. Definir os Impactos para Mudança 2. Criar um Senso de Visão / Orientação para a Equipe 1. Criar um Senso Comum de Necessidade e Urgencia Based on Kotter, John P. Leading Change. Boston: Harvard Business School Press

Notas do Editor

  • #23 More than 30 years ago, Dick Grote was the manager of training and development for Frito-Lay, one of America’s most sophisticated and best managed companies. Out of the blue, they found themselves ensnared in a PR nightmare. Day after day, mailbags arrived at Frito-Lay’s corporate headquarters filled with angry letters from angry customers, each letter reporting the same bizarre problem: The customer had discovered an obscene message written on a potato chip. All of the chips in question had been produced at the same plant – a plant that in the previous 9 months had fired 58 of its 210 employees for various breaches of discipline. The climate at that particular plant was toxic while supervisors were using a traditional “progressive discipline” system for all violations, serious or trivial. Dick soon realized the issue was not with the disciplinary problems in the plant but the disciplinary system itself…and then DWP was born.A year after implementing this new process, terminations at that plant had dropped from 58 to 19; the following year, they were down to 2.