O documento apresenta uma parábola de Jesus sobre um semeador que sai a semear em diferentes tipos de solo, com resultados variados. Também discute a importância da empatia e do engajamento das pessoas para o progresso organizacional.
2 Então lhesensinava muitas coisas por parábolas, e lhes dizia no seu ensino:3 Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear;4 e aconteceu que, quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram.5 Outra caiu no solo pedregoso, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda;6 mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se.7 E outra caiu entre espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram; e não deu fruto.8 Mas outras caíram em boa terra e, vingando e crescendo, davam fruto; e um grão produzia trinta, outro sessenta, e outro cem.9 E disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.Parábola de Jesus relatada no Livro de Marcos Cap. 4
Importância da Empatia“Ofuturo não depende das ciências físicas.Depende de quem está tentando compreender e lidar com as interações entre os seres humanos.”Carl Ransom Rogers(8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo estadunidense. Importante pensador americano, foi um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).
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O Caminho aser Evitado Na busca do Engajamento...Evite o Caminho dos quatro I’sI´s
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O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento 1ºIgnorância
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O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento 2ºInflexibilidade
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O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento 3ºInconsistência
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O Caminho aser Evitado na busca do Engajamento 4ºIndiferença
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A linguagem queera resultadosA comunicação dos líderesDespertar no Interlocutor a CONSCIÊNCIA de seus múltiplos papéis no contexto da ORGANIZAÇÃO e o que é demandado destes papéis. DEVERO que fazerTrazer o conteúdo contextualizado para alinhar as COMPETÊNCIAS individuais com as COMPETÊNCIAS necessárias para a empresa. SERComo fazer QUERERObtendo ComprometimentoDespertar nas pessoas o desejo de crescer e CONTRIBUIR com os resultados da empresa.11
A palavra deGrandes Empresários“Há dois tipos de pessoas que não interessam a uma boa empresa. As que não fazem o que se manda e as que só fazem o que se manda”Henry Ford Industrial Americano 1863- 1947
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A palavra deGrandes EmpresáriosHá quatro tipos de pessoas:As que fazem as coisas acontecerem,
E as quesequer sabem que alguma coisa está acontecendo...Louis Gerstner Jr. - Chairman da IBM
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Áreas Críticas deTomadas de Decisão Pessoas Na vida, as habilidades que você usa e as pessoas que escolhe podem determinar seu SUCESSO ou FRACASSO.Quem Trabalha para você?Processos Reduzir a variabilidade sem podar a CRIATIVIDADE e INOVAÇÃO. Estratégia A temática VALOR AGREGADO deve ocupar papel central na discussão da estratégia. No início da discussão os executivos devem responder as seguintes questões: Se a empresa fechasse as portas quem se importaria – e por quê? Quanto tempo levaria para que outra empresa ocupasse a brecha?1 Beginner’s mind2 Simplicity3 Visualization j
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Pessoas Melhores, MelhoresResultados.“As pessoas das quais você se cerca determinarão a sua prosperidade e o seu sucesso. Quem está na sua equipe?”
Profissional Classe “A”Classe APró ativoClasse B-“Babaca” FORTE CONTRIBUIÇÃOAssholeClasse B+Classe CVariável RESULTADOSFRACA CONTRIBUIÇÃOBAIXO NÍVEL DE ADEQUAÇÃOALTO NÍVEL DE ADEQUAÇÃOVariável COMPORTAMENTO
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The no AssholeRuleO PROFESSOR ROBERT SUTTON, DE 53 ANOS, DA Universidade Stanford, nos Estados Unidos, não tem pudor de dizer claramente o que pensa. Mesmo que precise usar palavrões para se fazer entender. Uma prova disso é o título que escolheu para seu novo livro The no AssholeRule (A Regra de não Aceitar Babacas), lançado no mercado americano em fevereiro e já disponível no país. No livro, Sutton mostra da forma mais direta possível o que devemos fazer para sobreviver num ambiente de trabalho dirigido por chefes brutais. Segundo ele, os babacas custam caro às empresas. Diminuem a capacidade das equipes de inovar, não sabem manter os talentos e ainda podem levar as organizações a pagar indenizações por processos de assédio moral. Para sobreviver a chefes assim, ele recomenda distanciamento emocional e o cultivo da indiferença.
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O Efeito Gerente(D)“whenpeople leave companies,they tend not to quit the company,they are morelikely to have quit the boss.”Ken Blanchard
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“O talento podeser atraído para umaempresa, por causa do carisma de seuslíderes, pelos benefícios generosos epelos programas de treinamentos, maso tempo que ele permanece produtivo,criativo e comprometido édeterminado pela relação que ele temcom seu superior imediato.”Research from thousands of employeesMarcus Buckingham ‘First Break All The Rules’
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Managers Will NotHear What Workers Will Not Speak89%of managers believe employees leave for more money.11% ofmanagers believe employees leavefor other reasons.88%of employees leave for reasons other than money.12% ofemployees leave for more money.Why people leave: what managers believe vs. the reality. Source:Unpublished Saratoga Institute research, 2008.
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Fazendo Diferença –método sanduícheElogioCríticaEncorajamentoAviso: Muito Apimentado; Este sanduíche de crítica deve ser lidado com cuidado23
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TEORIA DAS NECESSIDADESHUMANASNECESSIDADE DE AUTOREALIZAÇÃOSão as necessidades mais elevadas, pois levam ao desenvolvimento contínuo ao longo da vida. É o impulso em tornar-se mais do que é, e de vir a ser tudo o que se pode ser. NECESSIDADES DE RECONHECIMENTOEstão relacionadas à estima, status, prestígio e consideração. Sua satisfação conduz à autoconfiança, e independência. A falta da satisfação pode gerar sentimentos de desamparo e inferioridade.NECESSIDADES SOCIAISEstão associadas com a vida associativa do indivíduo: participação, aceitação pelos colegas, amizade, afeto, amor. Quando não satisfeitas, a pessoa resiste e hostiliza o ambiente.NECESSIDADES DE SEGURANÇALevam a pessoa a proteger-se de qualquer perigo real ou imaginário. Manifestam-se na busca de proteção contra ameaças e privações, na fuga do perigo e no desejo de estabilidade. NECESSIDADES FISIOLÓGICASConstituem o nível mais baixo das necessidades humanas. Como alimentação, sono, repouso, etc. São consideradas necessidades biológicas e exigem a satisfação cíclica para a sobrevivência.Abraham Maslow
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Teorias da motivaçãorealizaçãoFatoresmotivadoresreconhecimentosocializaçãoFatores de manutenção ou higiênicossegurançafisiológicaHIERARQUIA DAS NECESSIDADESAbraham MaslowTEORIA DA MOTIVAÇÃO-HIGIENEFrederick Herzberg
VISÃOV A LO R N O F U T U R OLIDERANÇAINOVAÇÃOPESSOASPROCESSOSEXECUÇÃOMELHORIAAÇÃOV A L O R N O C O T I D I A N OMENTES INOVADORAS
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FINANÇASAUMENTAR O VALORPARA OSACIONISTASMAXIMIZARO CAPITALHUMANOMNIMIZAR OS CUSTOS DE RHCLIENTESPARCEIRO DE NEGÓCIOSCAPACIDADE COMPETITIVALIDERANÇA CAPACITADAOTIMIZAÇÃO DOS CUSTOSPROCESSOS INTERNOSALINHAR O PLAN. DE RH À ESTRATÉGIAFORNECER SOLUÇÕES PRÓ-ATIVASORIENTAR OSEMPREGADOS PARA A ESTRAT.PROGRAMAS DE CLASSE MUNDIALOTIMIZAR A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOSESTRATÉGIATALENTOCOMPETÊNCIASESTRATÉGICASCULTURA E CLIMA ORIENTADOS PARA O DESEMPENHOINTEGRAÇÃO ORGANIZACIONALLIDERANÇA
Comunicação assertivaPostura easserçãoAssertividade é ...expressar seus sentimentos sem negar os direitos dos outrosAssertividade é o comportamento que torna a pessoa capaz de buscar seus próprios interesses, a se afirmar sem a ansiedade indevida, a expressar seus desejos e necessidades, a exercitar seus direitos sem constrangimento e sem negar o direito e dos outros.
It began witha potato chip!Positive DisciplineGrote, Dick. (2006). Discipline without punishment: The proven strategy that turns problem employees into superior performers (2nd ed.). New York: American Management Association.
Notas do Editor
#33 More than 30 years ago, Dick Grote was the manager of training and development for Frito-Lay, one of America’s most sophisticated and best managed companies. Out of the blue, they found themselves ensnared in a PR nightmare. Day after day, mailbags arrived at Frito-Lay’s corporate headquarters filled with angry letters from angry customers, each letter reporting the same bizarre problem: The customer had discovered an obscene message written on a potato chip. All of the chips in question had been produced at the same plant – a plant that in the previous 9 months had fired 58 of its 210 employees for various breaches of discipline. The climate at that particular plant was toxic while supervisors were using a traditional “progressive discipline” system for all violations, serious or trivial. Dick soon realized the issue was not with the disciplinary problems in the plant but the disciplinary system itself…and then DWP was born.A year after implementing this new process, terminations at that plant had dropped from 58 to 19; the following year, they were down to 2.