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ATENÇÃO:
NÓS ESTAMOS EM UM CURSO TÉCNICO, PORTANTO, A
METODOLOGIA DE ENSINO PODE SER DIFERENTE DA QUE VOCÊS
ESTÃO ACOSTUMADOS.
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AQUISIÇÃO DO CONHECIMENTO
CONHECIMENTO
SENSÍVEL
CONHECIMENTO
INTELIGÍVELX
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INTRODUÇÃO A GESTÃO DA PRODUÇÃO
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― O HOMEM PRÉ-HISTÓRICO;
― OS ARTESÃOS;
― A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL;
― JAMES WATT – 1.764.
ELEMENTOS DA PRODUÇÃO
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TERRA – ENTENDE-SE QUE É TANTO OS RECURSOS DO SOLO
(QUANTIDADE DE TERRA, FERTILIDADE, COMPOSIÇÃO DO SOLO, ETC.)
QUANTO OS DO SUBSOLO, COMO O PETRÓLEO, LENÇÓIS FREÁTICOS OU
RIQUEZAS EM METAIS PRECIOSOS.
CAPITAL – TEM UM SENTIDO PARTICULAR AMPLO: TODAS AS
INSTALAÇÕES, OS EQUIPAMENTOS, AS MÁQUINAS, OS MÓVEIS, OUTROS
ATIVOS FIXOS E TAMBÉM OS ATIVOS CIRCULANTES COMO OS ESTOQUES
E O CAPITAL DE GIRO.
TRABALHO – INDICA A MDO QUE SE EMPREGA DIRETAMENTE PARA A
REALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO OU AQUELA DE APOIO, ALOCADA EM
FUNÇÕES AUXILIARES.
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GESTAO DA PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO
→ É A ARTE DE ADMINISTRAR OS RECURSOS TANGÍVEIS E INTANGÍVEIS
NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS POR MEIO
DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE ENTRADAS EM SAÍDAS.
OBS: AS ATIVIDADES QUE CRIAM PRODUTOS E SERVIÇOS ESTÃO
PRESENTES EM TODAS AS ORGANIZAÇÕES.
→ É O CONSUMO EFICIENTE DOS INSUMOS NECESSÁRIOS PARA A
CRIAÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO.
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GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVO
A GESTÃO DA PRODUÇÃO TEM COMO
OBJETIVO ORGANIZAR A FORMA
COM QUE AS EMPRESAS GERAM
BENS FÍSICOS E SERVIÇOS A SEREM
ENTREGUES AOS SEUS CLIENTES.
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GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVOS
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― EFICIÊNCIA;
― EFICÁCIA;
― EFETIVIDADE;
― DIMENSIONAMENTO;
― CAPACIDADE INSTALADA;
― LAYOUT.
― FALTA / ATRASO DE MATERIAL
― FALTA / ATRASO DE MDO
― FALTA DE MÁQUINAS
― FALTA DE ENERGIA
GESTÃO DA PRODUÇÃO – TURBULÊNCIAS
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AO CONTRÁRIO DO QUE MUITOS PENSAM, A GESTÃO DA PRODUÇÃO
ABRANGEM MUITO MAIS DO QUE AS EMPRESAS. ABRANGE QUALQUER
TIPO DE ORGANIZAÇÃO QUE OFEREÇA BENS OU SERVIÇOS, TAIS COMO:
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NENHUMA ORGANIZAÇÃO SOBREVIVE, A MENOS
QUE PRODUZA ALGUMA COISA QUE AS PESSOAS
NECESSITEM, AO PREÇO QUE ELAS ESTÃO DISPOSTAS
A PAGAR.
CADA ORGANIZAÇÃO DEFINE O SEU MODELO
SISTÊMICO, POIS ESTE DEPENDE DO PRODUTO A SER
COMERCIALIZADO E DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO.
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CADEIA PRODUTIVA
SÃO TODAS AS ETAPAS
PERCORRIDAS PELA MATÉRIA-PRIMA
ATÉ CHEGAR AO ESTADO DE
“CONSUMO”.
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PROCESSO DE PRODUÇÃO
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É UMA ATIVIDADE OU UM CONJUNTO
DE ATIVIDADES QUE AGREGAR VALOR
A UM OU MAIS INSUMOS E ENTREGA
UM BEM OU UM SERVIÇO QUE
ATENDA AS NECESSIDADES DOS
CONSUMIDORES.
BENS VERSUS SERVIÇOS
BENS → TANGIBILIDADE – SÃO CONCRETOS E PODEM
SER TOCADOS. CONSEQUENTEMENTE PODEM SER
ESTOCADOS E TRANSPORTADOS.
SERVIÇOS → SIMULTANEIDADE – A PRODUÇÃO DO
PRODUTO PELO FORNECEDOR E O CONSUMO DELE
PELO CLIENTE OCORRE AO MESMO TEMPO.
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Entradas
Produtos
SaídasProcessos e
Operações
Adm. Produção
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM BEM
Agregação de valor
Matéria-prima
Mão-de-obra
Energia elétrica
Informática
Máquinas
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Entradas
ServiçosConhecimento
Habilidades......
Informática
SaídasProcessos e
Operações
Adm. Produção
Agregação de valor
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM SERVIÇO
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INSUMOS
- Funcionários
- Equipamentos
- Instalações
- Materiais
- Serviços
- Energia elétrica
Clientes externos e internos
RESULTADOS
- Bens
- Serviços
Informação sobre o desempenho
Processos e operações
5
4
3
2
1
O QUE É AGREGAR DE VALOR?
QUANTO OS SENHORES ESTÃO DISPOSTOS
A PAGAR POR ESSE MONTE DE BARRO ???
E AGORA, QUANTO PAGARIAM POR
ESSE BEM???
POR QUE? NÃO É BARRO TAMBÉM?
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IMAGINE QUE AQUI TENHA 20 GRAMAS DE OURO.
QUANTO PAGARIAM POR ESSA PEÇA?
OS 20 GRAMAS DE OURO DA PEÇA ACIMA, SAIRAM
DESTA PEÇA AO LADO.
PAGARIAM O MESMO VALOR POR 20 GRAMAS
DESSE MESMO OURO?
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QUANTO ESSE GAROTO VALE? QUANTO
ESTARIAS DISPOSTO A PAGAR POR ELE???
QUANTO ELE VALE AGORA?
POR QUE?
HOUVE ALGUM PROCESSO?
SOMENTE A HABILIDADE DELE?
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→ SISTEMA PRODUTIVO
PODE SER MAPEADO PASSO A PASSO UTILIZANDO A MATRIZ
SIPOC. ESTA É APRESENTADA NA FORMA DE UM FLUXO GRAMA.
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S I OP C
SUPPLIERS
FORNECEDORES
INPUTS
ENTRADAS
PROCESS
PROCESSO
OUTPUTS
SAÍDAS
CUSTOMERS
CLIENTES
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1º
Passo
2º
Passo
Por últimoPor último
3º
Passo
HORA DE PRATICAR E REFLETIR
AGORA É
COM VOCÊ
ITEM S I P O C
HIGIENE BUCAL
CAFETERIA
ESCRITÓRIO DE
CONTABILIDADE
ESCRITÓRIO DE
ADVOCACIA
CONFECÇÃO DE
ROUPAS
ALFAIATE OU
COSTUREIRA
POSTO DE
COMBUSTÍVEL
INDÚSTRIA
AUTOMOBILISTICA
LISTE TRÊS SERVIÇOS QUE VOCÊ “CONSUMIU” NA ÚLTIMA SEMANA –
TRANSPORTE PÚBLICO OU PARTICULAR, BANCO, RESTAURANTE, ESCOLA,
SUPERMERCADO. PARA CADA UM DELES DESCREVA:
a) O SERVIÇO ATENDEU AS SUAS EXPECTATIVAS?
b) O QUE FARIA PARA MELHORAR O PROCESSO DESSE SERVIÇO?
c) COMO VOCÊ ACHA QUE O SERVIÇO PODERIA LIDAR COM O
AUMENTO OU DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES?
d) O SERVIÇO PODERIA SER MAIS BARATO, RÁPIDO E CONFIÁVEL?
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PENSE NA OFICINA DO SEU CARRO OU NO SEU SALÃO DE BELEZA E
RESPONDA:
A) QUAIS OS PRODUTOS DESSA EMPRESA?
B) QUAIS SÃO OS SEUS CLIENTES?
C) QUAIS SÃO OS SEUS FORNECEDORES?
D) QUAIS SÃO AS ENTRADAS E AS SAÍDAS DO SEU PROCESSO
PRODUTIVO?
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PENSE NO DEPARTAMENTO ONDE VOCÊ TRABALHA OU NA EMPRESA
COMO UM TODO E RESPONDA:
A) O PROCESSO PRODUTIVO É EFICIENTE? PODE SER MELHORADO?
COMO?
B) A CULTURA ORGANIZACIONAL AS VEZES IMPEDE ALGUMAS
MUDANÇA DENTRO DA EMPRESA. VOCÊ, COMO GESTOR DESSAS
MUDANÇAS, DEVE APRESENTAR FATORES POSITIVOS PARA TAIS
ACONTECIMENTOS. LISTE PELO MENOS TRÊS FATORES.
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SISTEMAS DE PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO
É UM CONJUNTO DE ELEMENTOS QUE OPERA
DE FORMA COMBINADA E HARMONIOSA
PARA TRANSFORMAR INSUMOS EM
PRODUTOS ACABADOS.
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SISTEMAS DE PRODUÇÃO – TIPOS
― PRODUÇÃO CONTÍNUA;
― PRODUÇÃO EM LOTE;
― PRODUÇÃO CUSTOMIZADA.
PRODUÇÃO
EMPURRADA
PRODUÇÃO
PUXADA
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→ PRODUZIR O MÁXIMO QUE PUDER;
→ PRODUZIR O MAIS RÁPIDO QUE PUDER;
→ ENVIAR AO PRÓXIMO PROCESSO, MESMO QUE:
― ELE AINDA NÃO ESTEJA PRONTO PARA ISSO;
― ELE NÃO PRECISE DISSO, OU;
― ELE NÃO QUEIRA ISSO.
EFICIÊNCIA / MAXIMIZAÇÃO DOS RECURSOS.
EMPURRAR
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PRODUÇÃO CONTÍNUA
― GRANDES VOLUMES / POUCA VARIEDADE;
― SEQUÊNCIA LINEAR, EM “U” OU LOOPING;
― PRODUTOS PADRONIZADOS / NÃO FLEXÍVEL;
― ALTO GRAU DE AUTOMAÇÃO / APERFEIÇOAMENTO;
― SÃO MAIS EFICIENTE;
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PRODUÇÃO EM LOTE
― TERMINANDO UM LOTE INICIA-SE OUTRO;
― QUANTIDADE LIMITADA DE UM PRODUTO POR VEZ;
― ESTOQUE PLANEJADO EM FUNÇÃO DO LOTE;
― O LOTE É DIMENSIONADO PARA ATENDER A PREVISÃO
DE VENDA DE UM DETERMINADO PERÍODO;
― MDO INTENSIVA E BARATA;
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→ PRODUZIR APENAS O QUE O PROCESSO SEGUINTE
PRECISAR;
→ SOMENTE QUANDO ELE PRECISAR.
SÓ O MATERIAL NECESSÁRIO / FOCO NO VALOR
AGREGADO
PUXAR
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PRODUÇÃO CUSTOMIZADA
― MP IMEDIATA / NÃO HÁ ESTOQUE DE PA;
― O CLIENTE OFERECE O PROJETO;
― COMEÇA APÓS O FECHAMENTO DO CONTRATO;
― POUCA PADRONIZAÇÃO;
― MDO ESPECIALIZADA / MAIS CARA ;
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ENGENHARIA SIMULTÂNEA
CRIAÇÃO CONSTANTE DE NOVOS PRODUTOS, MEDIANTE O SEU
CICLO DE VIDA, AS EXPERIÊNCIAS, CONHECIMENTOS E
RECURSOS DA EMPRESA NAS ÁREAS DE PROJETOS, MARKETING,
FABRICAÇÃO E VENDAS.
― CONSTANTE APERFEIÇOAMENTO;
― SATISFAÇÃO DO CLIENTE;
― EFICIÊNCIA NOS CUSTOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
CÉLULAS DE PRODUÇÃO
― MAIOR PRODUTIVIDADE;
― GERENCIAMENTO DO PROCESSO;
― TRABALHO EM GRUPO;
― METAS.
É UM CONCEITO QUE DIVIDE A FÁBRICA EM PEQUENOS
GRUPOS – RETA, LOOPING OU “U”. NO ENTANTO, A SOMA
DOS PRODUTOS DESSAS UNIDADES COMPÕEM A
PRODUÇÃO TOTAL.
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TECNOLOGIA DE GRUPO
― DUPLICIDADE DE ESFORÇOS;
― SETUP;
― INFORMAÇÕES EM CASO DE PROBLEMAS.
FILOSOFIA NA QUAL OS PRODUTOS E OBJETOS SÃO
IDENTIFICADOS E AGRUPADOS SEGUNDO AS SUAS
SIMILARES.
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CONSÓRCIO MODULAR
ESSE SISTEMA CONSISTE EM UMA PARCERIA ENTRE
EMPRESA E FORNECEDORES. OS FORNECEDORES SE
INSTALAM NO MESMO PARQUE INDUSTRIAL.
― FORNECEDORES ESPECIALIZADOS;
― ENTREGA IMEDIATA / NO PONTO CERTO;
―DIMINUIÇÃO DE FUNCIONÁRIOS.
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EXERCÍCIOS – PRÁTICA E REFLEXÃO
É O GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO USANDO O MÍNIMO DE MATÉRIA-
PRIMA POSSÍVEL. REQUER UM RÍGIDO CONTROLE DE ABASTECIMENTO.
VISA ATENDER A DEMANDA INSTANTANEAMENTE, COM QUALIDADE E
SEM DESPERDÍCIOS. ELE POSSIBILITA A PRODUÇÃO EFICAZ EM TERMOS
DE CUSTO, ASSIM COMO O FORNECIMENTO DE QUANTIDADE
NECESSÁRIA DE COMPONENTES, NO MOMENTO E EM LOCAIS
CORRETOS.
JUST-IN-TIME
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JUST IN TIME – JIT
― ATÉ 1950 → FORD COMPANY E GENERAL MOTORS;
― INÍCIO DE 1950 → CRISE DO PETRÓLEO → STP;
― TAIICHI OHNO;
― EFICIÊNCIA, SIMPLICIDADE, REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS DE
RECURSOS, ENTRE OUTROS;
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FILOSOFIA JUST IN TIME
― ELIMINAÇÃO DE ESTOQUES;
― ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS;
― MANUFATURA DE FLUXO CONTÍNUO;
― ESFORÇO CONTÍNUO NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS;
― MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS.
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― DESPERDÍCIO DE TRANSPORTE;
― DESPERDÍCIO DE SUPERPRODUÇÃO;
― DESPERDÍCIO DE MATERIAL ESPERANDO NO PROCESSO;
― DESPERDÍCIO DE PROCESSAMENTO;
― DESPERDÍCIO DE MOVIMENTO NAS OPERAÇÕES;
― DESPERDÍCIO DE PRODUZIR PRODUTOS DEFEITUOSOS;
― DESPERDÍCIO DE ESTOQUES.
REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS
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DE ONDE VEIO A
INSPIRAÇÃO PARA A
IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA
KANBAN, COMO
GERENCIADOR DE STOCKS?
― OS PRODUTOS ESTAVAM DISTRIBUÍDOS EM PRATELEIRAS E ERAM RETIRADOS
PELO PRÓPRIO CONSUMIDOR.
― AS PRATELEIRAS CONTINHAM MAIOR OU MENOR QUANTIDADE DE PRODUTOS
EM FUNÇÃO DA SUA DEMANDA.
― AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS SOBRE O PRODUTO, TAIS COMO:
IDENTIFICAÇÃO, QUANTIDADE E PREÇO, ESTAVAM ESCRITOS EM
PEQUENOS CARTÕES.
― A REPOSIÇÃO ERA FEITA À MEDIDA QUE OS
PRODUTOS ERAM VENDIDOS E TUDO ERA FEITO
E CONTROLADO DE FORMA VISUAL.
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KANBAN
― SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE STOCKS → É UM DOS PILARES DO
JIT;
― É UM MÉTODO QUE UTILIZA CARTÕES, ATRAVÉS DOS QUAIS É
VISUALIZADO O NÍVEL DOS STOCKS, INFORMANDO O MOMENTO
OPORTUNO DE FABRICAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS OU DE PARTE DOS
PRODUTOS.
― DEVIDO A SUA SIMPLICIDADE E CUSTO DE IMPLANTAÇÃO MUITO
PEQUENO, PODE SER ADOTADO EM QUALQUER TIPO E TAMANHO DE
EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
CARTÃO KANBAN É RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO E PELO
FUNCIONAMENTO DE TODO O SISTEMA, NELE DEVEM ESTAR
CONTIDOS AS INFORMAÇÕES MÍNIMAS PARA O BOM
FUNCIONAMENTO DA LINHA DE PRODUÇÃO. SENDO
NECESSÁRIO, ELE PODERÁ CONTER UM NÚMERO MAIOR DE
INFORMAÇÕES, DESDE QUE SEJAM IMPORTANTES PARA A ÁREA
ESPECÍFICA, ONDE SE PRETENDE IMPLEMENTAR O SISTEMA
KANBAN.
O CARTÃO KANBAN
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TIPOS DE KANBAN
― DE MOVIMENTAÇÃO: AVISA UM ESTÁGIO ANTERIOR QUE O
MATERIAL PODE SER DESTINADO PARA UM LOCAL ESPECÍFICO.
ESPECIFICA O TIPO E A QUANTIDADE DE PRODUTO QUE O POSTO
SUBSEQUENTE RETIRA DO POSTO ANTECEDENTE.
― DE PRODUÇÃO: IRÁ DIZER PARA UM SETOR QUE DETERMINADO ITEM
PODE SER PRODUZIDO PARA DISPONIBILIDADE EM ESTOQUE.
― FORNECEDOR: AVISARÁ AO FORNECEDOR QUE DETERMINADO
MATERIAL DEVER SER ENTREGA EM CERTO TEMPO EM UM CERTO
POSTO DE PRODUÇÃO.
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TIPOS DE FORNECEDOR
― FORNECEDOR INTERNO: TRATAMOS DE FORNECEDOR INTERNO A
ESTAÇÃO DE MANUFATURA ANTERIOR ÀQUELA QUE VAI DAR
CONTINUIDADE AO PROCESSO PRODUTIVO INICIADOR POR ESTA.
― FORNECEDOR EXTERNO: É AQUELE QUE, LITERALMENTE, ESTÁ
SITUADO FORA DO CONTEXTO INDUSTRIAL DA EMPRESA.
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CORES DO KANBAN E SEUS SIGNIFADOS
OS ESTOQUES ESTÃO BAIXO, NECESSITANTO DE
REPOSIÇÃO URGENTE
OS ESTOQUES ESTÃO A NÍVEL MÉDIO, PORTANTO
NECESSITAM DE ATENÇÃO QUANTO A PRODUÇÃO
PARA DISPONIBILIDADE
OS ESTOQUES ESTÃO ABASTECIDOS, PROVOCANDO
DESCONTINUIDADE NA PRODUÇÃO.
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CADA LOTE É ARMAZENADO NUM RECIPIENTE PADRONIZADO,
COM UM NÚMERO DEFINIDO DE PEÇAS E UM CARTÃO
CORRESPONDENTE A CADA CONTENTOR.
O CONTENTOR
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O QUADRO KANBAN DEVE FICAR PRÓXIMO AO ESTOQUE
DE PEÇAS NO SETOR DE PRODUÇÃO (FORNECEDOR),
DEVENDO SER FIXADO EM UM LOCAL DE FÁCIL ACESSO E
VISUALIZAÇÃO.
O CONTENTOR
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O FUNCIONAMENTO
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― AO CONTENTOR CHEIO ESTARÁ ANEXADO UM CARTÃO KANBAN;
― NO QUADRO KANBAN, CADA CONTENTOR TAMBÉM DEVERÁ TER SEU LUGAR
ESPECÍFICO;
― AO RETIRAR UM CONTENTOR DO ESTOQUE, RETIRA-SE O CARTÃO KANBAN DELE
E FIXA-O NO QUADRO KANBAN, NO LUGAR CORRESPONDENTE ;
― PARA CADA CONTENTOR HAVERÁ UM CARTÃO KANBAN;
― CADA CONTENTOR DEVERÁ TER UM LUGAR ESPECÍFICO, NO ESTOQUE;
RESUMINDO....
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O CARTÃO KANBAN ESTARÁ OU
NO CONTENEDOR OU NO
QUADRO KANBAN. POR ISSO,
TORNA-SE UM GERENCIADOR
VISUAL DE STOCKS.
UMA PAUSA
PARA ANÁLISE E
REFLEXÃO
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JUST IN TIME – JIT
NO MOMENTO CERTO
KANBAN
ADMINISTRAÇÃO DO JIT Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
PROCESSOS DE PRODUÇÃO
AS ORGANIZAÇÕES DE BENS OU SERVIÇOS QUE NÃO ADAPTAREM SEUS
SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A MELHORA CONTÍNUA DA
PRODUTIVIDADE NÃO TERÃO ESPAÇO NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO.
O SISTEMA “CLÁSSICO” DE PRODUÇÃO EM
MASSA, DERIVADO DA NOÇÃO DE ECONOMIA DE
ESCALA NÃO É MAIS VÁLIDO.
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SISTEMAS DE PRODUÇÃO
FINANÇAS
PRODUÇÃO
MARKETING
FONTE: Elaborado pelo autor conforme leituras científicas
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EXERCÍCIOS – PRÁTICA E REFLEXÃO
É A QUANTIDADE DE PRODUTOS PRODUZIDOS OU A
QUANTIDADE DE SERVIÇOS REALIZADOS;
NÃO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO
OS INSUMOS UTILIZADOS PARA A
REALIZAÇÃO DOS MESMOS.
PRODUÇÃO
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PRODUTIVIDADE
É A MENSURAÇÃO DE TUDO O QUE FOI
PRODUZIDO EM RELAÇÃO AOS
INSUMOS CONSUMIDOS NESSA
PRODUÇÃO – OU PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS.
Case Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
PRÁTICA E REFLEXÃO
→ QUAL ERA O INSUMO LEVADO EM CONTA PARA MEDIR A
PRODUTIVIDADE DO JOVEM UNIVERSITÁRIO?
→ EM RELAÇÃO AOS DEMAIS COLEGAS, QUANTO ERA A
PRODUÇÃO E A PRODUTIVIDADE DO JOVEM UNIVERSITÁRIO?
→ POR QUE OS COLEGAS HOSTILIZAVAM O JOVEM
UNIVERSITÁRIO. QUAL SERIA A PREOCUPAÇÃO DOS DEMAIS
FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA?
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TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
GASTO DESEMBOLSO
INVESTIMENTODESPESA
PERDACUSTO
FONTE: MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos
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GASTO – COMPRA DE UM PRODUTO OU SERVIÇO, QUE GERA UM SACRIFÍCIO PARA
A ENTIDADE. É A ENTREGA OU COMPROMISSO DE ENTREGA DE ATIVOS
(GERALMENTE EM DINHEIRO).
DESEMBOLSO – É A EFETIVAÇÃO DO PAGAMENTO PELA AQUISIÇÃO DE UM BEM
OU SERVIÇO. OCORRE ANTES, DURANTE OU DEPOIS DA NEGOCIAÇÃO. PORTANTO,
DEFASADO OU NÃO EM RELAÇÃO AO MOMENTO DO GASTO.
TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
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PERDA – BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DE FORMA ANORMAL E INVOLUNTÁRIA.
DEVEMOS ATENTAR PARA NÃO CONFUNDIRMOS COM CUSTO OU DESPESA. A
PERDA É PROVENIENTE DE ALGUMA ANORMALIDADE OU INVOLUNTARIEDADE.
EXEMPLOS: INCÊNDIO, INTEMPÉRIES DA NATUREZA, OBSOLESCÊNCIA.
INVESTIMENTO – GASTO ATIVADO EM FUNÇÃO DA SUA VIDA ÚTIL OU DE
BENEFÍCIOS ATRIBUÍVEIS A PERÍODO(S) FUTURO(S). EM SUMA, É UM GASTO COM
PERSPECTIVA DE RETORNO.
EXEMPLOS: COMPRA PARA ESTOQUE, MÁQUINAS.
TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
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DESPESA – TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DIRETO OU INDIRETAMENTE,
COM A INTENÇÃO DE OBTER UMA RECEITA OU NA PARTE ADMINISTRATIVA DA
EMPRESA. EXEMPLOS: MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS, COMISSÃO SOBRE VENDAS,
CONTABILIDADE, RH.
CUSTO – TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO NA INTENÇÃO DE PRODUZIR
OUTROS BENS OU SERVIÇOS. ESTÁ INTIMAMENTE LIGADO A PRODUÇÃO DE UM
BEM OU SERVIÇO, COMO: ALUGUEL DA FÁBRICA, ENERGIA ELÉTRICA,
MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS, MDO.
TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
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NATUREZA DOS
CUSTOS
CUSTOS
INDIRETOS
CUSTOS DIRETOS
CRITÉRIO DE
RATEIO
FONTE: Elaborado pelo autor segundo leituras de livros de Contabilidade de Custo
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CUSTOS DIRETOS – SÃO AQUELES QUE PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE
AO PRODUTO. EXEMPLOS: MATÉRIA-PRIMA, MOD, ENERGIA ELÉTRICA.
CUSTOS INDIRETOS – SÃO AQUELES QUE NÃO PODEM SER APROPRIADOS
DIRETAMENTE AOS PRODUTOS. PORTANTO, NECESSITAM DE UM CRITÉRIO DE
RATEIO*. EXEMPLOS: DEPRECIAÇÃO, ALUGUEL, MOI.
* MÉTODO QUE BUSCA JUSTIÇA.
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DEFINIÇÕES
PRODUTIVIDADE
PRODUTIVIDADE
PARCIAL
PRODUTIVIDADE
MAIS ELABORADA
PRODUTIVIDADE
TOTAL DOS
FATORES
PRODUTIVIDADE
GLOBAL DOS
FATORES
FONTE: Elaborada pelo autor conforme leituras científicas.
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PARCIAL – É A RELAÇÃO DA PRODUÇÃO COM UM DOS INSUMOS
UTILIZADOS, COMO A MDO (O MAIS COMUM), A ENERGIA, AS MP’S, O
TEMPO, O CAPITAL EMPREGADO E ETC.
GLOBAL – É A RELAÇÃO DA PRODUÇÃO COM TODOS OS INSUMOS
NECESSÁRIOS PARA OBTÊ-LA, DESDE OS PURAMENTE FÍSICOS, COMO AS
MP’S OU A ENERGIA, ATÉ OS DE MEDIDA MAIS COMPLEXAS COMO O
CAPITAL OU O KNOW-HOW.
TOTAL – APARENTEMENTE, ESSA DESIGNAÇÃO PARECE INDICAR A
PRÓPRIA PG. NO ENTANTO, É AQUELA QUE MEDE SOMENTE OS
INSUMOS MP E MDO. EMBORA NÃO SEJA COMPLETA, É A CONVENÇÃO
USUAL QUE VEM DA ECONOMIA.
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CÁLCULO DE ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE
ÍNDICES DE
PRODUTIVIDADE
PRODUTIVIDADE
RELATIVA
PRODUTIVIDADE
ABSOLUTA
FONTE: Moreira, Daniel. Administração da Produção, São Paulo, Saraiva, 2012.
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ÍNDICE ABSOLUTO – NESSE CÁLCULO, TANTO O QUE SE PRODUZ
FISICAMENTE (OU SERVIÇOS QUE SE ENTREGA) QUANTO
QUALQUER UM DOS INSUMOS QUE SE CONSOME TEM SUA
UNIDADE DE MEDIDA.
Nº DE TIJOLOS
IAB = ---------------------------
QT. DE FUNCIONÁRIOS
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EXERCÍCIOS – PRÁTICA E REFLEXÃO
ÍNDICE RELATIVO – QUANDO QUEREMOS ESTABELECER A
RELATIVIDADE DE PRODUTIVIDADE DE UM DETERMINADO
PERÍODO COM OUTROS PERÍODOS QUAISQUER.
EX: Nº DE TIJOLOS PRODUZIDOS E A QTD DE FUNCIONÁRIOS NO
PERÍODO 1 EM RELAÇÃO AO Nº DE TIJOLOS PRODUZIDOS E A
QTD DE FUNCIONÁRIOS DO PERÍODO N.
IAB 1
IRE = ---------- X 100
IAB N Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
EXERCÍCIOS – PRÁTICA E REFLEXÃO
É UM TEMA MUITO ABRANGENTE, MAS CONSISTE EM:
• PLANIFICAR – QUAIS OPERAÇÕES SERÃO REALIZADAS;
QUANTO TEMPO DE DURAÇÃO; QUAIS RECURSOS FÍSICOS
E HUMANOS NECESSÁRIOS.
• EXECUTAR – É A REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
PREVIAMENTE ESTABELECIDAS.
• CONTROLAR – ACOMPANHAMENTO DAQUILO QUE FOI
ESTABELECIDO COM O QUE ESTÁ SENDO REALIZADO.
GRÁFICOS DE GANTT
• GRÁFICOS DE BARRAS DESENVOLVIDOS POR HENRY GANTT, EM 1917
• DEMONSTRA O INÍCIO, DURAÇÃO E TÉRMINO DE CADA PROCESSO
• APRESENTA CADA ETAPA PERCORRIDA PELO PRODUTO
• MOSTRA A CARGA HORÁRIA DE CADA MÁQUINA
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VANTAGENS
• CUSTO MUITO BAIXO
• FÁCIL CONSTRUÇÃO E ENTENDIMENTO
• ACOMPANHAMENTO DO PROGRESSO DE CADA PROCESSO E DO
SISTEMA PRODUTIVO EM GERAL
• SEM PERCEBER, OS COLABORADORES SOFREM CERTA PRESSÃO POR
CONTA DO CRONOGRAMA PROPOSTO PELO GRÁFICO.
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EXEMPLO
1. CONSIDERAR UMA JORNADA DE TRABALHO DE 8 HORAS DIÁRIA;
2. CALCULAR O TEMPO TOTAL DE CADA ETAPA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO;
3. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – DISTRIBUIÇÃO DE TRABALHO;
4. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – ACOMPANHAMENTO DE TRABALHO;
5. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – CARGA DE TRABALHO DAS MÁQUINAS;
6. CADA MÁQUINA NECESSITA DE 5 HORAS SEMANAIS DE MANUTENÇÃO.
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MODELO PROCESSO MÁQUINA QTDADE T. UNIDADE T. TOTAL
100 1 CORTE 1 50 18 min
100 2 DOBRA 1 50 12 min
100 3 LIXADEIRA 50 6 min
101 1 CORTE 1 60 15 min
101 2 FURADEIRA 60 5 min
101 3 LIXADEIRA 60 3 min
102 1 CORTE 2 70 12 min
102 2 DOBRA 2 70 12 min
102 3 FURADEIRA 70 6 min
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EXERCÍCIO PRÁTICO
NO LABORATÓRIO
DE INFORMÁTICA
PALAVRA JAPONESA QUE SIGNIFICA
“MUDANÇA PARA MELHOR”
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VISÃO – TODA EQUIPE DEVERÁ ESTAR ENVOLVIDA E
COMPROMETIDA COM O MELHORAMENTO
CONTÍNUO DO PROCESSO
METODOLOGIA KAIZEN
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1. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA – Identificação das oportunidades
de melhoria. Escolha do projeto e formação da equipe.
2. MEDIÇÃO – Mapeamento do processo, seleção dos
indicadores e coleta de dados.
3. ANÁLISE DO PROCESSO ATUAL – Identificação e
hierarquização das causas do problema.
4. MELHORIA – geração, seleção e implementação das ações de
melhoria.
5. CONTROLE – Avaliação dos resultados e documentação do
processo (padronização). Monitoramento para assegurar a
manutenção e evolução das melhorias.
METODOLOGIA KAIZEN
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VISÃO – MÉTODO SIMPLES QUE
CONDUZ À CORREÇÃO E AO
APERFEIÇOAMENTO DO
PROCESSO
1. PLANEJAR; 2. EXECUTAR; 3. VERIFICAR;
4. AGIR
→ DIAGRAMA DE ISHIKAWA
→ DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
→ ESPINHA DE PEIXE
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VISÃO – PERMITE CONHECER OS PROBLEMAS DO
PROCESSO CADA VEZ MAIS A FUNDO
ADVINDA DA ADMINISTRAÇÃO JAPONESA,
É UMA METODOLOGIA QUE BUSCA
DISCIPLINA, SEGURANÇA E
PRODUTIVIDADE NO AMBIENTE
ORGANIZACIONAL.
1. UTILIZAÇÃO; 2. ORGANIZAÇÃO; 3. LIMPEZA;
4. SAÚDE E HIGIÊNE; 5. DISCIPLINA
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UTILIZAÇÃO É SABER USAR SEM DESPERDIÇAR
― SEIRI
RESULTADO:
REDUÇÃO DO CONSUMO (ADQUIRIR E USAR SOMENTE O
NECESSÁRIO)
REUTILIZAÇÃO DOS RECURSOS
MANTER OS RECURSOS ÚTEIS EM CONDIÇÕES DE USO
DESCARTAR SOMENTE OS RECURSOS INÚTEIS
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ORGANIZAÇÃO É SABER ORDENAR PARA FACILITAR O ACESSO E
A REPOSIÇÃO
― SEITON
RESULTADO:
LOCAIS ADEQUADOS PARA A GUARDA DOS RECURSOS
RECURSOS PLANEJADOS DE ACORDO COM O ESPAÇO FÍSICO DO
AMBIENTE, MANTENDO O MESMO SEGURO, CONFORTÁVEL E
EFICIENTE.
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LIMPEZA É SABER USAR OS RECURSOS SEM SUJAR O AMBIENTE
E ELIMINAR AS FONTES DE SUJEIRA
― SEISO
RESULTADO:
EVITAR A SUJEIRA
ESTAR ATENTO QUANTO AO MOMENTO DE LIMPAR O AMBIENTE
ELIMINAR AS FONTES DE SUJEIRA
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CUMPRIR OS TRÊS PRIMEIROS “S” NO DIA-A-DIA E CUIDAR DA
SAÚDE DO CORPO E DA MENTE
― SEIKETSU
RESULTADO:
MELHORAR A EDUCAÇÃO ALIMENTAR
BUSCAR A FELICIDADE EM TODAS AS DIMENSÕES (CORPO,
MENTE, TRABALHO, FAMÍLIA, AMIGOS...)
EVITAR DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS
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DISCIPLINA É CUMPRIR EXATAMENTE O QUE FOI ESTABELECIDO
E PRATICAR TODOS OS DEMAIS “S”
― SHITSUKE
RESULTADO:
APRENDER A CONVIVER EM SOCIEDADE
RESPEITAR AS REGRAS, NORMAS E LEIS
RESPEITAR AS INDIVIDUALIDADES
DESENVOLVER O ESPÍRITO DE EQUIPE
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VISÃO – FERRAMENTA QUE CONDUZ A
SOLUÇÃO DO PROBLEMA ATRAVÉS DE
QUESTIONAMENTOS
O QUE É QUALIDADE?
É UM CONCEITO QUE INCORPORAMOS INTUITIVAMENTE AO NOSSO
DIA-A-DIA E ESTÁ ASSOCIADO SEMPRE AO MELHOR, AO MAIS BELO, AO
MAIS DURADOURO...
― “É A TOTALIDADE DE ATRIBUTOS QUE DEVE TER UM PRODUTO PARA
QUE ATENDA OU SUPERE AS EXPECTATIVAS DOS CLIENTES”
― “É A SOMA DE TODAS AS CARACTERÍSTICAS DE UM PRODUTO OU
SERVIÇO QUE CONTRIBUEM PARA SUA SUPERIORIDADE E EXCELÊNCIA”
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QUANDO SURGIU A QUALIDADE?
― NOS PRIMÓRDIOS DA EVOLUÇÃO, O HOMEM DESCOBRIU AS
PRIMEIRAS FERRAMENTAS;
― ALGUMAS FERRAMENTAS NÃO ERAM CONFIÁVEIS;
― PROCUROU MATERIAIS MELHORES – A PEDRA;
― NESTE MOMENTO O HOMEM DESCOBRIU A QUALIDADE.
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EVOLUÇÃO DA QUALIDADE?
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― OS ARTESÃOS: INCUMBÊNCIA E CONTROLE DA MP, PROCESSO
DE PRODUÇÃO E VENDA DO PRODUTO ACABADO;
― REVOLUÇÃO INDÚSTRIAL;
― LINHA DE PRODUÇÃO │ INSPETOR DE QUALIDADE;
― TIGRES ASIÁTICOS │ INTRODUZIU UMA VISÃO PARTICULAR
SOBRE OS CONCEITOS DE QUALIDADE.
OS MÉTODOS DE VERIFICAÇÃO E CONTROLE DE
ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE PODEM SER
CLASSIFICADOS EM DUAS AMPLAS
CATEGORIAS:
― ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM;
― CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO.
CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE
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É UTILIZADA PARA VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE
DE MATÉRIAS-PRIMAS OU COMPONENTES
NO INÍCIO DO PROCESSO PRODUTIVO
OU DE PRODUTOS ACABADOS NO
FINAL DO PROCESSO PRODUTIVO.
ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM
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― ENVOLVE A RETIRADA DE UMA AMOSTRA DE UM
LOTE DE MATERIAL PARA VERIFICAR A QUANTIDADE DE ITENS
NÃO-CONFORMES E COMPARAR COM UM PADRÃO PRÉ-
ESTABELECIDO │ PLANO DE ACEITAÇÃO.
ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM
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― O PROPÓSITO É DECIDIR SE O LOTE PODE OU NÃO SER
APROVADO, COM BASE NAS INFORMAÇÕES OBTIDAS A PARTIR
DA AMOSTRA.
DEFINEM O TAMANHO DA AMOSTRA E A QUANTIDADE MÁXIMA
DE PRODUTOS NÃO-CONFORMES PERMITIDOS PARA O LOTE SER
APROVADO.
PLANOS DE ACEITAÇÃO
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A AMOSTRA NÃO CONFORMIDADE
A VANTAGEM DE SE ESPECIFICAR UM
PLANO DE ACEITAÇÃO POR
AMOSTRAGEM SEGUINDO A NBR 5426
É QUE SE TRATA DE UM PADRÃO
RECONHECIDO NACIONALMENTE.
BRASIL – NBR 5426
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CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO
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É UTILIZADO PARA VERIFICAÇÃO DA
CONFORMIDADE
DO PRODUTO PARCIALMENTE
CONCLUÍDO AO LONGO DO
PROCESSO PRODUTIVO.
CONTROLE
ESTATÍSTICO
PROCESSO
MANTER ALGO DENTRO DE
PADRÕES
CONCLUSÕES COM BASE EM
DADOS E NÚMEROS
ELEMENTOS TRANSFORMADORES
E TRANSFORMADOS
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TEM CARACTERÍSTICA PREVENTIVA, A
FIM DE CONTROLAR, REDUZIR E
ELIMINAR VARIAÇÕES, ANTES QUE O
PRODUTO APRESENTE DISTORÇÕES
QUE ESCAPEM DOS LIMITES DE
QUALIDADE DEFINIDOS COMO
ACEITÁVEIS.
CEP – MÉTODO DE PREVENÇÃO
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CAUSAS DE VARIAÇÃO NO PROCESSO
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― TIPO DE MATÉRIA-PRIMA;
― AJUSTE DA MÁQUINA;
― TEMPERATURA AMBIENTE;
― UMIDADE DO AR;
― TROCA DE TURNO;
― HABILIDADE / EXPERIÊNCIA DO FUNCIONÁRIO;
― O EMOCIONAL DO COLABORADOR;
ESTOQUES – DEFINIÇÃO
SÃO ACÚMULOS DE MÁTERIAS-PRIMAS,
COMPONENTES E PRODUTOS EM
TRANSFORMAÇÃO E PRODUTOS ACABADOS, QUE
APARECEM NOS CANAIS DE LOGÍSTICA E DE
PRODUÇÃO, NAS EMPRESAS”. RONALD H.
BALLOU
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ESTOQUES – FINALIDADE
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― MELHORAR O SERVIÇO AOS CLIENTES;
― PROTEÇÃO CONTRA MUDANÇAS DE PREÇOS;
― PROTEÇÃO CONTRA CONTINGÊNCIAS;
― PROTEÇÃO CONTRA INCERTEZAS NA DEMANDA E LEAD TIME.
DEMANDA – TIPOS
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INDEPENDENTE – SÃO ITENS QUE DEPENDEM SOMENTE DO
PEDIDO DO CLIENTES.
EX: EM GERAL, PRODUTOS ACABADOS.
DEPENDENTE – ITENS CUJA QUANTIDADE DEPENDE DA
DEMANDA DE UM ITEM INDEPENDENTE.
EX: PNEUS, NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA;
NÍVEL DE ESTOQUE
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ALTO – MAIOR PROPABILIDADE DE ATENDER BEM OS CLIENTES;
ALTO – CERTEZA DE ALTO CUSTO PARA MANTER O ESTOQUE.
BAIXO – INCERTEZA EM ATENDER OS CLIENTES;
BAIXO – CUSTO MUITO BAIXO COM OS ESTOQUES.
GESTÃO DOS ESTOQUES – DEFINIÇÃO
CONSISTE EM DEFINIR A FORMA COM QUE OS
ESTOQUES SERÃO CONSTANTEMENTE
REABASTECIDOS À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA E
O MATERIAL É CONSUMIDO. EM OUTRAS
PALAVRAS, CONSISTE EM DEFINIR O QUANTO E
QUANDO COMPRAR O MATERIAL.
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SISTEMA DE REVISÃO CONTÍNUA
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O ESTOQUE É CONTINUAMENTE MONITORADO ATÉ QUE SE
ATINJA UM NÍVEL PRÉ-DETERMINADO. ESTE NÍVEL É
DENOMINADO COMO PONTO DE RESSUPRIMENTO.
ATINGINDO O PONTO DE RESSUPRIMENTO,
É FEITO UM PEDIDO DE COMPRAS
EM LOTE FIXO.
SISTEMA DE REVISÃO PERIÓDICA
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O ESTOQUE DO MATERIAL É REPOSTO EM INTERVALOS FIXOS E
CONSTANTES DE TEMPO. OS LOTES DE COMPRA VÃO
VARIAR EM FUNÇÃO DO NÍVEL REMANESCENTE DE
ESTOQUE NO DIA DO RESSUPRIMENTO.
PONTO DE RESSUPRIMENTO
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CORRESPONDE AO NÍVEL DE
ESTOQUE QUE AO SER
ATINGIDO INDICA A
NECESSIDADE DE
RECOMPOSIÇÃO DO
MATERIAL.
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PR = (D . TR) + ES
ONDE:
PR = PONTO DE RESSUPRIMENTO
ES = ESTOQUE DE SEGURANÇA
TR = TEMPO DE RESSUPRIMENTO
D = MÉDIA DA DEMANDA
EXEMPLO
UMA PEÇA TEM UMA DEMANDA DE 30
UNIDADES POR MÊS, E SEU LEAD TIME É DE
DOIS MESES. QUAL É O PONTO DE
RESSUPRIMENTO, UMA VEZ QUE O ESTOQUE
MÍNIMO DEVE SER DE UM MÊS DE CONSUMO?
R: 90 UNIDADES
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HORA DE PRATICAR E REFLETIR
ESTOQUE DE SEGURANÇA
VISA DAR TRANQUILIDADE
QUANTO AO ATENDIMENTO AOS
CLIENTES, EM RAZÃO DA
VARIAÇÃO DA DEMANDA E DO
TEMPO DE RESSUPRIMENTO DO
MATERIAL.
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1. MÉDIA DA DEMANDA;
2. MÉDIA DO TEMPO DE RESSUPRIMENTO;
3. DESVIO PADRÃO DA DEMANDA;
4. DESVIO PADRÃO DO TEMPO DE RESSUPRIMENTO;
5. NÍVEL DE SERVIÇO
ELEMENTOS QUE PRESSIONAM O
ESTOQUE DE SEGURANÇA
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É A PROBABILIDADE DE NÃO FALTAR MATERIAL
DURANTE UM CICLO DE ABASTECIMENTO,
SENDO QUE UM CICLO DE ABASTECIMENTO
É O INTERVALO ENTRE DUAS ENTREGAS.
EX: 98 – 2%.
NÍVEL DE SERVIÇO
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DEMANDA VARIÁVEL
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É CONSIDERADA VARIÁVEL A DEMANDA
QUE OCORRE DE MANEIRA NÃO SISTÊMICA,
APRESENTANDO PICOS DE CONSUMO
DENTRO DE UM MESMO
PERÍODO.
LEAD TIME VARIÁVEL
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ESSE CONCEITO É EMPREGADO QUANTO O
FORNECEDOR ENTREGA OS MATERIAIS
EM DIFERENTES ESPAÇO DE TEMPO,
SUBSEQUENTES A REALIZAÇÃO
DO PEDIDO DE COMPRA.
CÁLCULO DO DESVIO PADRÃO
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MOSTRA O QUANTO DE DISPERSÃO HÁ
EM RELAÇÃO A MÉDIA. UM BAIXO
DESVIO PADRÃO INDICA QUE OS
DADOS TENDEM A ESTAR
PRÓXIMOS DA MÉDIA.
A RECÍPROCA É VERDADEIRA.
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EXEMPLO:
CALCULAR A MÉDIA E O DESVIO PADRÃO DA DEMANDA
DE HOT-DOG DA LANCHONETE COMILÃO.
DIA SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM
QTD 25 30 28 32 42 35 32
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EXERCÍCIOS
PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
ESTOQUE DE SEGURANÇA
DEMANDA VARIÁVEL E LEAD TIME FIXO
QUANDO O MATERIAL TEM FORNECEDOR
QUE APRESENTA ELEVADO GRAU DE
GARANTIA NO CUMPRIMENTO DO PRAZO DE
TEMPO DE RESSUPRIMENTO TORNANDO
MÍNIMA OU DESPREZÍVEL QUALQUER
VARIAÇÃO NO PRAZO DE ENTREGA.
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EXEMPLO
UMA FARMÁCIA LEVANTOU A PREVISÃO SEMANAL DE VENDAS DE 126 CAIXAS DE
DETERMINADO ANALGÉSICO, COM UM DESVIO PADRÃO DE 14 CAIXAS. A
FARMÁCIA ADOTA O SISTEMA DE REVISÃO CONTÍNUA E ABRE TODOS OS DIAS DA
SEMANA. CONSIDERANDO QUE A FARMÁCIA DESEJA UM NÍVEL DE SERVIÇO DE
97% DE ATENDIMENTO E O FORNECEDOR TEM UM PRAZO DE ENTREGA DE TRÊS
DIAS (0,429 SEMANA), CALCULAR O ESTOQUE DE SEGURANÇA NECESSÁRIO E O
PONTO DE RESSUPRIMENTO QUE DEVE SER UTILIZADO.
R: ES = 17; PR = 71
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ATIVIDADE PRÁTICA
QUANDO O MATERIAL APRESENTA
PROCESSOS DE CONSUMO OU UTILIZAÇÃO
COM DEMANDA CONSTANTE OU DE
VARIAÇÃO DESPREZÍVEL, MAS NÃO EXISTE
GARANTIA ABSOLUTA NO TEMPO DE
RESSUPRIMENTO DA MATÉRIA PRIMA.
ESTOQUE DE SEGURANÇA
DEMANDA FIXA E LEAD TIME VARIÁVEL
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EXEMPLO
O CALCÁRIO É A PRINCIPAL MATÉRIA-PRIMA NA PROCESSO DE
PRODUÇÃO DO CIMENTO, QUE É ALTAMENTE AUTOMATIZADO E
APRESENTA UM CONSUMO CONSTANTE DE 1.200 TONELADAS
POR DIA. A MINA DE CALCÁRIO ENTREGA A MATÉRIA-PRIMA EM
TRÊS DIAS COM UM DESVIO PADRÃO DE UM DIA E MEIO.
CALCULAR O ESTOQUE DE SEGURANÇA DE CALCÁRIO QUE
GARANTA UM NÍVEL DE SERVIÇO DE 99,97% NA FÁBRICA DE
CIMENTO E O PONTO DE RESSUPRIMENTO QUE DEVE SER
UTILIZADO. R: ES = 6.120; PR = 9.720
ESTOQUE DE SEGURANÇA
DEMANDA E LEAD TIME VARIÁVEIS
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HÁ QUE SE CONSIDERAR QUE A VARIAÇÃO
PODE ACONTECER NA DEMANDA E NO TEMPO
DE RESSUPRIMENTO, SIMULTANEAMENTE.
PARA TANTO, É NECESSARIO UMA RELAÇÃO
ENTRE OS DOIS FATORES E O NÍVEL DE
SERVIÇO PARA NÃO COMPROMETER O
ESTOQUE DE SEGURANÇA.
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EXEMPLO
UMA AGÊNCIA DE VEÍCULOS APRESENTA UMA DEMANDA DE 30
CARROS POR DIA E DESVIO PADRÃO DE 4 CARROS. SABENDO
QUE O LEAD TIME É DE 5 DIAS COM DESVIO PADRÃO DE 1,5 DIA.
DETERMINE O ESTOQUE DE SEGURANÇA COM UM NÍVEL DE
SERVIÇO DE 95% E O PONTO DE RESSUPRIMENTO DO ESTOQUE.
R: ES = 75; PR = 225
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EXERCÍCIOS PRÁTICOS

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Introdução à Gestão da Produção

  • 1.
  • 2. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 3. ATENÇÃO: NÓS ESTAMOS EM UM CURSO TÉCNICO, PORTANTO, A METODOLOGIA DE ENSINO PODE SER DIFERENTE DA QUE VOCÊS ESTÃO ACOSTUMADOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 5. INTRODUÇÃO A GESTÃO DA PRODUÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― O HOMEM PRÉ-HISTÓRICO; ― OS ARTESÃOS; ― A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL; ― JAMES WATT – 1.764.
  • 6. ELEMENTOS DA PRODUÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 7. TERRA – ENTENDE-SE QUE É TANTO OS RECURSOS DO SOLO (QUANTIDADE DE TERRA, FERTILIDADE, COMPOSIÇÃO DO SOLO, ETC.) QUANTO OS DO SUBSOLO, COMO O PETRÓLEO, LENÇÓIS FREÁTICOS OU RIQUEZAS EM METAIS PRECIOSOS. CAPITAL – TEM UM SENTIDO PARTICULAR AMPLO: TODAS AS INSTALAÇÕES, OS EQUIPAMENTOS, AS MÁQUINAS, OS MÓVEIS, OUTROS ATIVOS FIXOS E TAMBÉM OS ATIVOS CIRCULANTES COMO OS ESTOQUES E O CAPITAL DE GIRO. TRABALHO – INDICA A MDO QUE SE EMPREGA DIRETAMENTE PARA A REALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO OU AQUELA DE APOIO, ALOCADA EM FUNÇÕES AUXILIARES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 8. GESTAO DA PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO → É A ARTE DE ADMINISTRAR OS RECURSOS TANGÍVEIS E INTANGÍVEIS NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS POR MEIO DO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE ENTRADAS EM SAÍDAS. OBS: AS ATIVIDADES QUE CRIAM PRODUTOS E SERVIÇOS ESTÃO PRESENTES EM TODAS AS ORGANIZAÇÕES. → É O CONSUMO EFICIENTE DOS INSUMOS NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 9. GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVO A GESTÃO DA PRODUÇÃO TEM COMO OBJETIVO ORGANIZAR A FORMA COM QUE AS EMPRESAS GERAM BENS FÍSICOS E SERVIÇOS A SEREM ENTREGUES AOS SEUS CLIENTES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 10. GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― EFICIÊNCIA; ― EFICÁCIA; ― EFETIVIDADE; ― DIMENSIONAMENTO; ― CAPACIDADE INSTALADA; ― LAYOUT.
  • 11. ― FALTA / ATRASO DE MATERIAL ― FALTA / ATRASO DE MDO ― FALTA DE MÁQUINAS ― FALTA DE ENERGIA GESTÃO DA PRODUÇÃO – TURBULÊNCIAS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 12. AO CONTRÁRIO DO QUE MUITOS PENSAM, A GESTÃO DA PRODUÇÃO ABRANGEM MUITO MAIS DO QUE AS EMPRESAS. ABRANGE QUALQUER TIPO DE ORGANIZAÇÃO QUE OFEREÇA BENS OU SERVIÇOS, TAIS COMO: Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 13. NENHUMA ORGANIZAÇÃO SOBREVIVE, A MENOS QUE PRODUZA ALGUMA COISA QUE AS PESSOAS NECESSITEM, AO PREÇO QUE ELAS ESTÃO DISPOSTAS A PAGAR. CADA ORGANIZAÇÃO DEFINE O SEU MODELO SISTÊMICO, POIS ESTE DEPENDE DO PRODUTO A SER COMERCIALIZADO E DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 14. CADEIA PRODUTIVA SÃO TODAS AS ETAPAS PERCORRIDAS PELA MATÉRIA-PRIMA ATÉ CHEGAR AO ESTADO DE “CONSUMO”. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 15. PROCESSO DE PRODUÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 É UMA ATIVIDADE OU UM CONJUNTO DE ATIVIDADES QUE AGREGAR VALOR A UM OU MAIS INSUMOS E ENTREGA UM BEM OU UM SERVIÇO QUE ATENDA AS NECESSIDADES DOS CONSUMIDORES.
  • 16. BENS VERSUS SERVIÇOS BENS → TANGIBILIDADE – SÃO CONCRETOS E PODEM SER TOCADOS. CONSEQUENTEMENTE PODEM SER ESTOCADOS E TRANSPORTADOS. SERVIÇOS → SIMULTANEIDADE – A PRODUÇÃO DO PRODUTO PELO FORNECEDOR E O CONSUMO DELE PELO CLIENTE OCORRE AO MESMO TEMPO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 17. Entradas Produtos SaídasProcessos e Operações Adm. Produção PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM BEM Agregação de valor Matéria-prima Mão-de-obra Energia elétrica Informática Máquinas Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 18. Entradas ServiçosConhecimento Habilidades...... Informática SaídasProcessos e Operações Adm. Produção Agregação de valor PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM SERVIÇO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 19. INSUMOS - Funcionários - Equipamentos - Instalações - Materiais - Serviços - Energia elétrica Clientes externos e internos RESULTADOS - Bens - Serviços Informação sobre o desempenho Processos e operações 5 4 3 2 1
  • 20. O QUE É AGREGAR DE VALOR? QUANTO OS SENHORES ESTÃO DISPOSTOS A PAGAR POR ESSE MONTE DE BARRO ??? E AGORA, QUANTO PAGARIAM POR ESSE BEM??? POR QUE? NÃO É BARRO TAMBÉM? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 21. IMAGINE QUE AQUI TENHA 20 GRAMAS DE OURO. QUANTO PAGARIAM POR ESSA PEÇA? OS 20 GRAMAS DE OURO DA PEÇA ACIMA, SAIRAM DESTA PEÇA AO LADO. PAGARIAM O MESMO VALOR POR 20 GRAMAS DESSE MESMO OURO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 22. QUANTO ESSE GAROTO VALE? QUANTO ESTARIAS DISPOSTO A PAGAR POR ELE??? QUANTO ELE VALE AGORA? POR QUE? HOUVE ALGUM PROCESSO? SOMENTE A HABILIDADE DELE? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 23. → SISTEMA PRODUTIVO PODE SER MAPEADO PASSO A PASSO UTILIZANDO A MATRIZ SIPOC. ESTA É APRESENTADA NA FORMA DE UM FLUXO GRAMA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 S I OP C SUPPLIERS FORNECEDORES INPUTS ENTRADAS PROCESS PROCESSO OUTPUTS SAÍDAS CUSTOMERS CLIENTES
  • 24. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 1º Passo 2º Passo Por últimoPor último 3º Passo
  • 25. HORA DE PRATICAR E REFLETIR AGORA É COM VOCÊ
  • 26. ITEM S I P O C HIGIENE BUCAL CAFETERIA ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA CONFECÇÃO DE ROUPAS ALFAIATE OU COSTUREIRA POSTO DE COMBUSTÍVEL INDÚSTRIA AUTOMOBILISTICA
  • 27. LISTE TRÊS SERVIÇOS QUE VOCÊ “CONSUMIU” NA ÚLTIMA SEMANA – TRANSPORTE PÚBLICO OU PARTICULAR, BANCO, RESTAURANTE, ESCOLA, SUPERMERCADO. PARA CADA UM DELES DESCREVA: a) O SERVIÇO ATENDEU AS SUAS EXPECTATIVAS? b) O QUE FARIA PARA MELHORAR O PROCESSO DESSE SERVIÇO? c) COMO VOCÊ ACHA QUE O SERVIÇO PODERIA LIDAR COM O AUMENTO OU DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES? d) O SERVIÇO PODERIA SER MAIS BARATO, RÁPIDO E CONFIÁVEL? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 28. PENSE NA OFICINA DO SEU CARRO OU NO SEU SALÃO DE BELEZA E RESPONDA: A) QUAIS OS PRODUTOS DESSA EMPRESA? B) QUAIS SÃO OS SEUS CLIENTES? C) QUAIS SÃO OS SEUS FORNECEDORES? D) QUAIS SÃO AS ENTRADAS E AS SAÍDAS DO SEU PROCESSO PRODUTIVO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 29. PENSE NO DEPARTAMENTO ONDE VOCÊ TRABALHA OU NA EMPRESA COMO UM TODO E RESPONDA: A) O PROCESSO PRODUTIVO É EFICIENTE? PODE SER MELHORADO? COMO? B) A CULTURA ORGANIZACIONAL AS VEZES IMPEDE ALGUMAS MUDANÇA DENTRO DA EMPRESA. VOCÊ, COMO GESTOR DESSAS MUDANÇAS, DEVE APRESENTAR FATORES POSITIVOS PARA TAIS ACONTECIMENTOS. LISTE PELO MENOS TRÊS FATORES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 30. SISTEMAS DE PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO É UM CONJUNTO DE ELEMENTOS QUE OPERA DE FORMA COMBINADA E HARMONIOSA PARA TRANSFORMAR INSUMOS EM PRODUTOS ACABADOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 31. SISTEMAS DE PRODUÇÃO – TIPOS ― PRODUÇÃO CONTÍNUA; ― PRODUÇÃO EM LOTE; ― PRODUÇÃO CUSTOMIZADA. PRODUÇÃO EMPURRADA PRODUÇÃO PUXADA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 32.
  • 33. → PRODUZIR O MÁXIMO QUE PUDER; → PRODUZIR O MAIS RÁPIDO QUE PUDER; → ENVIAR AO PRÓXIMO PROCESSO, MESMO QUE: ― ELE AINDA NÃO ESTEJA PRONTO PARA ISSO; ― ELE NÃO PRECISE DISSO, OU; ― ELE NÃO QUEIRA ISSO. EFICIÊNCIA / MAXIMIZAÇÃO DOS RECURSOS. EMPURRAR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 34. PRODUÇÃO CONTÍNUA ― GRANDES VOLUMES / POUCA VARIEDADE; ― SEQUÊNCIA LINEAR, EM “U” OU LOOPING; ― PRODUTOS PADRONIZADOS / NÃO FLEXÍVEL; ― ALTO GRAU DE AUTOMAÇÃO / APERFEIÇOAMENTO; ― SÃO MAIS EFICIENTE; Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 35. PRODUÇÃO EM LOTE ― TERMINANDO UM LOTE INICIA-SE OUTRO; ― QUANTIDADE LIMITADA DE UM PRODUTO POR VEZ; ― ESTOQUE PLANEJADO EM FUNÇÃO DO LOTE; ― O LOTE É DIMENSIONADO PARA ATENDER A PREVISÃO DE VENDA DE UM DETERMINADO PERÍODO; ― MDO INTENSIVA E BARATA; Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 36. → PRODUZIR APENAS O QUE O PROCESSO SEGUINTE PRECISAR; → SOMENTE QUANDO ELE PRECISAR. SÓ O MATERIAL NECESSÁRIO / FOCO NO VALOR AGREGADO PUXAR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 37. PRODUÇÃO CUSTOMIZADA ― MP IMEDIATA / NÃO HÁ ESTOQUE DE PA; ― O CLIENTE OFERECE O PROJETO; ― COMEÇA APÓS O FECHAMENTO DO CONTRATO; ― POUCA PADRONIZAÇÃO; ― MDO ESPECIALIZADA / MAIS CARA ; Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 38.
  • 39. ENGENHARIA SIMULTÂNEA CRIAÇÃO CONSTANTE DE NOVOS PRODUTOS, MEDIANTE O SEU CICLO DE VIDA, AS EXPERIÊNCIAS, CONHECIMENTOS E RECURSOS DA EMPRESA NAS ÁREAS DE PROJETOS, MARKETING, FABRICAÇÃO E VENDAS. ― CONSTANTE APERFEIÇOAMENTO; ― SATISFAÇÃO DO CLIENTE; ― EFICIÊNCIA NOS CUSTOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 40. CÉLULAS DE PRODUÇÃO ― MAIOR PRODUTIVIDADE; ― GERENCIAMENTO DO PROCESSO; ― TRABALHO EM GRUPO; ― METAS. É UM CONCEITO QUE DIVIDE A FÁBRICA EM PEQUENOS GRUPOS – RETA, LOOPING OU “U”. NO ENTANTO, A SOMA DOS PRODUTOS DESSAS UNIDADES COMPÕEM A PRODUÇÃO TOTAL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 41. TECNOLOGIA DE GRUPO ― DUPLICIDADE DE ESFORÇOS; ― SETUP; ― INFORMAÇÕES EM CASO DE PROBLEMAS. FILOSOFIA NA QUAL OS PRODUTOS E OBJETOS SÃO IDENTIFICADOS E AGRUPADOS SEGUNDO AS SUAS SIMILARES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 42. CONSÓRCIO MODULAR ESSE SISTEMA CONSISTE EM UMA PARCERIA ENTRE EMPRESA E FORNECEDORES. OS FORNECEDORES SE INSTALAM NO MESMO PARQUE INDUSTRIAL. ― FORNECEDORES ESPECIALIZADOS; ― ENTREGA IMEDIATA / NO PONTO CERTO; ―DIMINUIÇÃO DE FUNCIONÁRIOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 44. É O GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO USANDO O MÍNIMO DE MATÉRIA- PRIMA POSSÍVEL. REQUER UM RÍGIDO CONTROLE DE ABASTECIMENTO. VISA ATENDER A DEMANDA INSTANTANEAMENTE, COM QUALIDADE E SEM DESPERDÍCIOS. ELE POSSIBILITA A PRODUÇÃO EFICAZ EM TERMOS DE CUSTO, ASSIM COMO O FORNECIMENTO DE QUANTIDADE NECESSÁRIA DE COMPONENTES, NO MOMENTO E EM LOCAIS CORRETOS. JUST-IN-TIME Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 45. JUST IN TIME – JIT ― ATÉ 1950 → FORD COMPANY E GENERAL MOTORS; ― INÍCIO DE 1950 → CRISE DO PETRÓLEO → STP; ― TAIICHI OHNO; ― EFICIÊNCIA, SIMPLICIDADE, REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS DE RECURSOS, ENTRE OUTROS; Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 46. FILOSOFIA JUST IN TIME ― ELIMINAÇÃO DE ESTOQUES; ― ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS; ― MANUFATURA DE FLUXO CONTÍNUO; ― ESFORÇO CONTÍNUO NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS; ― MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 47. ― DESPERDÍCIO DE TRANSPORTE; ― DESPERDÍCIO DE SUPERPRODUÇÃO; ― DESPERDÍCIO DE MATERIAL ESPERANDO NO PROCESSO; ― DESPERDÍCIO DE PROCESSAMENTO; ― DESPERDÍCIO DE MOVIMENTO NAS OPERAÇÕES; ― DESPERDÍCIO DE PRODUZIR PRODUTOS DEFEITUOSOS; ― DESPERDÍCIO DE ESTOQUES. REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 48.
  • 49. DE ONDE VEIO A INSPIRAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA KANBAN, COMO GERENCIADOR DE STOCKS?
  • 50. ― OS PRODUTOS ESTAVAM DISTRIBUÍDOS EM PRATELEIRAS E ERAM RETIRADOS PELO PRÓPRIO CONSUMIDOR. ― AS PRATELEIRAS CONTINHAM MAIOR OU MENOR QUANTIDADE DE PRODUTOS EM FUNÇÃO DA SUA DEMANDA. ― AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS SOBRE O PRODUTO, TAIS COMO: IDENTIFICAÇÃO, QUANTIDADE E PREÇO, ESTAVAM ESCRITOS EM PEQUENOS CARTÕES. ― A REPOSIÇÃO ERA FEITA À MEDIDA QUE OS PRODUTOS ERAM VENDIDOS E TUDO ERA FEITO E CONTROLADO DE FORMA VISUAL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 51. KANBAN ― SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE STOCKS → É UM DOS PILARES DO JIT; ― É UM MÉTODO QUE UTILIZA CARTÕES, ATRAVÉS DOS QUAIS É VISUALIZADO O NÍVEL DOS STOCKS, INFORMANDO O MOMENTO OPORTUNO DE FABRICAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS OU DE PARTE DOS PRODUTOS. ― DEVIDO A SUA SIMPLICIDADE E CUSTO DE IMPLANTAÇÃO MUITO PEQUENO, PODE SER ADOTADO EM QUALQUER TIPO E TAMANHO DE EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 52. CARTÃO KANBAN É RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO E PELO FUNCIONAMENTO DE TODO O SISTEMA, NELE DEVEM ESTAR CONTIDOS AS INFORMAÇÕES MÍNIMAS PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA LINHA DE PRODUÇÃO. SENDO NECESSÁRIO, ELE PODERÁ CONTER UM NÚMERO MAIOR DE INFORMAÇÕES, DESDE QUE SEJAM IMPORTANTES PARA A ÁREA ESPECÍFICA, ONDE SE PRETENDE IMPLEMENTAR O SISTEMA KANBAN. O CARTÃO KANBAN Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 53. TIPOS DE KANBAN ― DE MOVIMENTAÇÃO: AVISA UM ESTÁGIO ANTERIOR QUE O MATERIAL PODE SER DESTINADO PARA UM LOCAL ESPECÍFICO. ESPECIFICA O TIPO E A QUANTIDADE DE PRODUTO QUE O POSTO SUBSEQUENTE RETIRA DO POSTO ANTECEDENTE. ― DE PRODUÇÃO: IRÁ DIZER PARA UM SETOR QUE DETERMINADO ITEM PODE SER PRODUZIDO PARA DISPONIBILIDADE EM ESTOQUE. ― FORNECEDOR: AVISARÁ AO FORNECEDOR QUE DETERMINADO MATERIAL DEVER SER ENTREGA EM CERTO TEMPO EM UM CERTO POSTO DE PRODUÇÃO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 54. TIPOS DE FORNECEDOR ― FORNECEDOR INTERNO: TRATAMOS DE FORNECEDOR INTERNO A ESTAÇÃO DE MANUFATURA ANTERIOR ÀQUELA QUE VAI DAR CONTINUIDADE AO PROCESSO PRODUTIVO INICIADOR POR ESTA. ― FORNECEDOR EXTERNO: É AQUELE QUE, LITERALMENTE, ESTÁ SITUADO FORA DO CONTEXTO INDUSTRIAL DA EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 55. CORES DO KANBAN E SEUS SIGNIFADOS OS ESTOQUES ESTÃO BAIXO, NECESSITANTO DE REPOSIÇÃO URGENTE OS ESTOQUES ESTÃO A NÍVEL MÉDIO, PORTANTO NECESSITAM DE ATENÇÃO QUANTO A PRODUÇÃO PARA DISPONIBILIDADE OS ESTOQUES ESTÃO ABASTECIDOS, PROVOCANDO DESCONTINUIDADE NA PRODUÇÃO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980
  • 56. CADA LOTE É ARMAZENADO NUM RECIPIENTE PADRONIZADO, COM UM NÚMERO DEFINIDO DE PEÇAS E UM CARTÃO CORRESPONDENTE A CADA CONTENTOR. O CONTENTOR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 57. O QUADRO KANBAN DEVE FICAR PRÓXIMO AO ESTOQUE DE PEÇAS NO SETOR DE PRODUÇÃO (FORNECEDOR), DEVENDO SER FIXADO EM UM LOCAL DE FÁCIL ACESSO E VISUALIZAÇÃO. O CONTENTOR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 58. O FUNCIONAMENTO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― AO CONTENTOR CHEIO ESTARÁ ANEXADO UM CARTÃO KANBAN; ― NO QUADRO KANBAN, CADA CONTENTOR TAMBÉM DEVERÁ TER SEU LUGAR ESPECÍFICO; ― AO RETIRAR UM CONTENTOR DO ESTOQUE, RETIRA-SE O CARTÃO KANBAN DELE E FIXA-O NO QUADRO KANBAN, NO LUGAR CORRESPONDENTE ; ― PARA CADA CONTENTOR HAVERÁ UM CARTÃO KANBAN; ― CADA CONTENTOR DEVERÁ TER UM LUGAR ESPECÍFICO, NO ESTOQUE;
  • 59. RESUMINDO.... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 O CARTÃO KANBAN ESTARÁ OU NO CONTENEDOR OU NO QUADRO KANBAN. POR ISSO, TORNA-SE UM GERENCIADOR VISUAL DE STOCKS.
  • 60. UMA PAUSA PARA ANÁLISE E REFLEXÃO
  • 61. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 62. JUST IN TIME – JIT NO MOMENTO CERTO KANBAN ADMINISTRAÇÃO DO JIT Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 63. PROCESSOS DE PRODUÇÃO AS ORGANIZAÇÕES DE BENS OU SERVIÇOS QUE NÃO ADAPTAREM SEUS SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A MELHORA CONTÍNUA DA PRODUTIVIDADE NÃO TERÃO ESPAÇO NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO. O SISTEMA “CLÁSSICO” DE PRODUÇÃO EM MASSA, DERIVADO DA NOÇÃO DE ECONOMIA DE ESCALA NÃO É MAIS VÁLIDO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 64. SISTEMAS DE PRODUÇÃO FINANÇAS PRODUÇÃO MARKETING FONTE: Elaborado pelo autor conforme leituras científicas Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 66. É A QUANTIDADE DE PRODUTOS PRODUZIDOS OU A QUANTIDADE DE SERVIÇOS REALIZADOS; NÃO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO OS INSUMOS UTILIZADOS PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS. PRODUÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 67. PRODUTIVIDADE É A MENSURAÇÃO DE TUDO O QUE FOI PRODUZIDO EM RELAÇÃO AOS INSUMOS CONSUMIDOS NESSA PRODUÇÃO – OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Case Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 68. PRÁTICA E REFLEXÃO → QUAL ERA O INSUMO LEVADO EM CONTA PARA MEDIR A PRODUTIVIDADE DO JOVEM UNIVERSITÁRIO? → EM RELAÇÃO AOS DEMAIS COLEGAS, QUANTO ERA A PRODUÇÃO E A PRODUTIVIDADE DO JOVEM UNIVERSITÁRIO? → POR QUE OS COLEGAS HOSTILIZAVAM O JOVEM UNIVERSITÁRIO. QUAL SERIA A PREOCUPAÇÃO DOS DEMAIS FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 69. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS GASTO DESEMBOLSO INVESTIMENTODESPESA PERDACUSTO FONTE: MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 70. GASTO – COMPRA DE UM PRODUTO OU SERVIÇO, QUE GERA UM SACRIFÍCIO PARA A ENTIDADE. É A ENTREGA OU COMPROMISSO DE ENTREGA DE ATIVOS (GERALMENTE EM DINHEIRO). DESEMBOLSO – É A EFETIVAÇÃO DO PAGAMENTO PELA AQUISIÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO. OCORRE ANTES, DURANTE OU DEPOIS DA NEGOCIAÇÃO. PORTANTO, DEFASADO OU NÃO EM RELAÇÃO AO MOMENTO DO GASTO. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 71. PERDA – BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DE FORMA ANORMAL E INVOLUNTÁRIA. DEVEMOS ATENTAR PARA NÃO CONFUNDIRMOS COM CUSTO OU DESPESA. A PERDA É PROVENIENTE DE ALGUMA ANORMALIDADE OU INVOLUNTARIEDADE. EXEMPLOS: INCÊNDIO, INTEMPÉRIES DA NATUREZA, OBSOLESCÊNCIA. INVESTIMENTO – GASTO ATIVADO EM FUNÇÃO DA SUA VIDA ÚTIL OU DE BENEFÍCIOS ATRIBUÍVEIS A PERÍODO(S) FUTURO(S). EM SUMA, É UM GASTO COM PERSPECTIVA DE RETORNO. EXEMPLOS: COMPRA PARA ESTOQUE, MÁQUINAS. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 72. DESPESA – TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DIRETO OU INDIRETAMENTE, COM A INTENÇÃO DE OBTER UMA RECEITA OU NA PARTE ADMINISTRATIVA DA EMPRESA. EXEMPLOS: MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS, COMISSÃO SOBRE VENDAS, CONTABILIDADE, RH. CUSTO – TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO NA INTENÇÃO DE PRODUZIR OUTROS BENS OU SERVIÇOS. ESTÁ INTIMAMENTE LIGADO A PRODUÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO, COMO: ALUGUEL DA FÁBRICA, ENERGIA ELÉTRICA, MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS, MDO. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 73. NATUREZA DOS CUSTOS CUSTOS INDIRETOS CUSTOS DIRETOS CRITÉRIO DE RATEIO FONTE: Elaborado pelo autor segundo leituras de livros de Contabilidade de Custo Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 74. CUSTOS DIRETOS – SÃO AQUELES QUE PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE AO PRODUTO. EXEMPLOS: MATÉRIA-PRIMA, MOD, ENERGIA ELÉTRICA. CUSTOS INDIRETOS – SÃO AQUELES QUE NÃO PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE AOS PRODUTOS. PORTANTO, NECESSITAM DE UM CRITÉRIO DE RATEIO*. EXEMPLOS: DEPRECIAÇÃO, ALUGUEL, MOI. * MÉTODO QUE BUSCA JUSTIÇA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 DEFINIÇÕES
  • 75.
  • 76. PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE PARCIAL PRODUTIVIDADE MAIS ELABORADA PRODUTIVIDADE TOTAL DOS FATORES PRODUTIVIDADE GLOBAL DOS FATORES FONTE: Elaborada pelo autor conforme leituras científicas. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 77. PARCIAL – É A RELAÇÃO DA PRODUÇÃO COM UM DOS INSUMOS UTILIZADOS, COMO A MDO (O MAIS COMUM), A ENERGIA, AS MP’S, O TEMPO, O CAPITAL EMPREGADO E ETC. GLOBAL – É A RELAÇÃO DA PRODUÇÃO COM TODOS OS INSUMOS NECESSÁRIOS PARA OBTÊ-LA, DESDE OS PURAMENTE FÍSICOS, COMO AS MP’S OU A ENERGIA, ATÉ OS DE MEDIDA MAIS COMPLEXAS COMO O CAPITAL OU O KNOW-HOW. TOTAL – APARENTEMENTE, ESSA DESIGNAÇÃO PARECE INDICAR A PRÓPRIA PG. NO ENTANTO, É AQUELA QUE MEDE SOMENTE OS INSUMOS MP E MDO. EMBORA NÃO SEJA COMPLETA, É A CONVENÇÃO USUAL QUE VEM DA ECONOMIA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 78. CÁLCULO DE ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE RELATIVA PRODUTIVIDADE ABSOLUTA FONTE: Moreira, Daniel. Administração da Produção, São Paulo, Saraiva, 2012. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 79. ÍNDICE ABSOLUTO – NESSE CÁLCULO, TANTO O QUE SE PRODUZ FISICAMENTE (OU SERVIÇOS QUE SE ENTREGA) QUANTO QUALQUER UM DOS INSUMOS QUE SE CONSOME TEM SUA UNIDADE DE MEDIDA. Nº DE TIJOLOS IAB = --------------------------- QT. DE FUNCIONÁRIOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 81. ÍNDICE RELATIVO – QUANDO QUEREMOS ESTABELECER A RELATIVIDADE DE PRODUTIVIDADE DE UM DETERMINADO PERÍODO COM OUTROS PERÍODOS QUAISQUER. EX: Nº DE TIJOLOS PRODUZIDOS E A QTD DE FUNCIONÁRIOS NO PERÍODO 1 EM RELAÇÃO AO Nº DE TIJOLOS PRODUZIDOS E A QTD DE FUNCIONÁRIOS DO PERÍODO N. IAB 1 IRE = ---------- X 100 IAB N Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 83.
  • 84. É UM TEMA MUITO ABRANGENTE, MAS CONSISTE EM: • PLANIFICAR – QUAIS OPERAÇÕES SERÃO REALIZADAS; QUANTO TEMPO DE DURAÇÃO; QUAIS RECURSOS FÍSICOS E HUMANOS NECESSÁRIOS. • EXECUTAR – É A REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES PREVIAMENTE ESTABELECIDAS. • CONTROLAR – ACOMPANHAMENTO DAQUILO QUE FOI ESTABELECIDO COM O QUE ESTÁ SENDO REALIZADO.
  • 85. GRÁFICOS DE GANTT • GRÁFICOS DE BARRAS DESENVOLVIDOS POR HENRY GANTT, EM 1917 • DEMONSTRA O INÍCIO, DURAÇÃO E TÉRMINO DE CADA PROCESSO • APRESENTA CADA ETAPA PERCORRIDA PELO PRODUTO • MOSTRA A CARGA HORÁRIA DE CADA MÁQUINA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 86. VANTAGENS • CUSTO MUITO BAIXO • FÁCIL CONSTRUÇÃO E ENTENDIMENTO • ACOMPANHAMENTO DO PROGRESSO DE CADA PROCESSO E DO SISTEMA PRODUTIVO EM GERAL • SEM PERCEBER, OS COLABORADORES SOFREM CERTA PRESSÃO POR CONTA DO CRONOGRAMA PROPOSTO PELO GRÁFICO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 87.
  • 88.
  • 89.
  • 90. EXEMPLO 1. CONSIDERAR UMA JORNADA DE TRABALHO DE 8 HORAS DIÁRIA; 2. CALCULAR O TEMPO TOTAL DE CADA ETAPA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO; 3. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – DISTRIBUIÇÃO DE TRABALHO; 4. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – ACOMPANHAMENTO DE TRABALHO; 5. MONTAR O GRÁFICO DE GANTT – CARGA DE TRABALHO DAS MÁQUINAS; 6. CADA MÁQUINA NECESSITA DE 5 HORAS SEMANAIS DE MANUTENÇÃO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 91. MODELO PROCESSO MÁQUINA QTDADE T. UNIDADE T. TOTAL 100 1 CORTE 1 50 18 min 100 2 DOBRA 1 50 12 min 100 3 LIXADEIRA 50 6 min 101 1 CORTE 1 60 15 min 101 2 FURADEIRA 60 5 min 101 3 LIXADEIRA 60 3 min 102 1 CORTE 2 70 12 min 102 2 DOBRA 2 70 12 min 102 3 FURADEIRA 70 6 min Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 93.
  • 94. PALAVRA JAPONESA QUE SIGNIFICA “MUDANÇA PARA MELHOR” Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 VISÃO – TODA EQUIPE DEVERÁ ESTAR ENVOLVIDA E COMPROMETIDA COM O MELHORAMENTO CONTÍNUO DO PROCESSO
  • 95. METODOLOGIA KAIZEN Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 1. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA – Identificação das oportunidades de melhoria. Escolha do projeto e formação da equipe. 2. MEDIÇÃO – Mapeamento do processo, seleção dos indicadores e coleta de dados. 3. ANÁLISE DO PROCESSO ATUAL – Identificação e hierarquização das causas do problema.
  • 96. 4. MELHORIA – geração, seleção e implementação das ações de melhoria. 5. CONTROLE – Avaliação dos resultados e documentação do processo (padronização). Monitoramento para assegurar a manutenção e evolução das melhorias. METODOLOGIA KAIZEN Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 97. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 VISÃO – MÉTODO SIMPLES QUE CONDUZ À CORREÇÃO E AO APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO 1. PLANEJAR; 2. EXECUTAR; 3. VERIFICAR; 4. AGIR
  • 98. → DIAGRAMA DE ISHIKAWA → DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO → ESPINHA DE PEIXE Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 VISÃO – PERMITE CONHECER OS PROBLEMAS DO PROCESSO CADA VEZ MAIS A FUNDO
  • 99. ADVINDA DA ADMINISTRAÇÃO JAPONESA, É UMA METODOLOGIA QUE BUSCA DISCIPLINA, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE NO AMBIENTE ORGANIZACIONAL. 1. UTILIZAÇÃO; 2. ORGANIZAÇÃO; 3. LIMPEZA; 4. SAÚDE E HIGIÊNE; 5. DISCIPLINA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 100. UTILIZAÇÃO É SABER USAR SEM DESPERDIÇAR ― SEIRI RESULTADO: REDUÇÃO DO CONSUMO (ADQUIRIR E USAR SOMENTE O NECESSÁRIO) REUTILIZAÇÃO DOS RECURSOS MANTER OS RECURSOS ÚTEIS EM CONDIÇÕES DE USO DESCARTAR SOMENTE OS RECURSOS INÚTEIS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 101. ORGANIZAÇÃO É SABER ORDENAR PARA FACILITAR O ACESSO E A REPOSIÇÃO ― SEITON RESULTADO: LOCAIS ADEQUADOS PARA A GUARDA DOS RECURSOS RECURSOS PLANEJADOS DE ACORDO COM O ESPAÇO FÍSICO DO AMBIENTE, MANTENDO O MESMO SEGURO, CONFORTÁVEL E EFICIENTE. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 102. LIMPEZA É SABER USAR OS RECURSOS SEM SUJAR O AMBIENTE E ELIMINAR AS FONTES DE SUJEIRA ― SEISO RESULTADO: EVITAR A SUJEIRA ESTAR ATENTO QUANTO AO MOMENTO DE LIMPAR O AMBIENTE ELIMINAR AS FONTES DE SUJEIRA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 103. CUMPRIR OS TRÊS PRIMEIROS “S” NO DIA-A-DIA E CUIDAR DA SAÚDE DO CORPO E DA MENTE ― SEIKETSU RESULTADO: MELHORAR A EDUCAÇÃO ALIMENTAR BUSCAR A FELICIDADE EM TODAS AS DIMENSÕES (CORPO, MENTE, TRABALHO, FAMÍLIA, AMIGOS...) EVITAR DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 104. DISCIPLINA É CUMPRIR EXATAMENTE O QUE FOI ESTABELECIDO E PRATICAR TODOS OS DEMAIS “S” ― SHITSUKE RESULTADO: APRENDER A CONVIVER EM SOCIEDADE RESPEITAR AS REGRAS, NORMAS E LEIS RESPEITAR AS INDIVIDUALIDADES DESENVOLVER O ESPÍRITO DE EQUIPE Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 105. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 106. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 VISÃO – FERRAMENTA QUE CONDUZ A SOLUÇÃO DO PROBLEMA ATRAVÉS DE QUESTIONAMENTOS
  • 107.
  • 108. O QUE É QUALIDADE? É UM CONCEITO QUE INCORPORAMOS INTUITIVAMENTE AO NOSSO DIA-A-DIA E ESTÁ ASSOCIADO SEMPRE AO MELHOR, AO MAIS BELO, AO MAIS DURADOURO... ― “É A TOTALIDADE DE ATRIBUTOS QUE DEVE TER UM PRODUTO PARA QUE ATENDA OU SUPERE AS EXPECTATIVAS DOS CLIENTES” ― “É A SOMA DE TODAS AS CARACTERÍSTICAS DE UM PRODUTO OU SERVIÇO QUE CONTRIBUEM PARA SUA SUPERIORIDADE E EXCELÊNCIA” Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 109. QUANDO SURGIU A QUALIDADE? ― NOS PRIMÓRDIOS DA EVOLUÇÃO, O HOMEM DESCOBRIU AS PRIMEIRAS FERRAMENTAS; ― ALGUMAS FERRAMENTAS NÃO ERAM CONFIÁVEIS; ― PROCUROU MATERIAIS MELHORES – A PEDRA; ― NESTE MOMENTO O HOMEM DESCOBRIU A QUALIDADE. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 110. EVOLUÇÃO DA QUALIDADE? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― OS ARTESÃOS: INCUMBÊNCIA E CONTROLE DA MP, PROCESSO DE PRODUÇÃO E VENDA DO PRODUTO ACABADO; ― REVOLUÇÃO INDÚSTRIAL; ― LINHA DE PRODUÇÃO │ INSPETOR DE QUALIDADE; ― TIGRES ASIÁTICOS │ INTRODUZIU UMA VISÃO PARTICULAR SOBRE OS CONCEITOS DE QUALIDADE.
  • 111. OS MÉTODOS DE VERIFICAÇÃO E CONTROLE DE ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE PODEM SER CLASSIFICADOS EM DUAS AMPLAS CATEGORIAS: ― ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM; ― CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO. CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 112. É UTILIZADA PARA VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DE MATÉRIAS-PRIMAS OU COMPONENTES NO INÍCIO DO PROCESSO PRODUTIVO OU DE PRODUTOS ACABADOS NO FINAL DO PROCESSO PRODUTIVO. ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 113. ― ENVOLVE A RETIRADA DE UMA AMOSTRA DE UM LOTE DE MATERIAL PARA VERIFICAR A QUANTIDADE DE ITENS NÃO-CONFORMES E COMPARAR COM UM PADRÃO PRÉ- ESTABELECIDO │ PLANO DE ACEITAÇÃO. ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― O PROPÓSITO É DECIDIR SE O LOTE PODE OU NÃO SER APROVADO, COM BASE NAS INFORMAÇÕES OBTIDAS A PARTIR DA AMOSTRA.
  • 114. DEFINEM O TAMANHO DA AMOSTRA E A QUANTIDADE MÁXIMA DE PRODUTOS NÃO-CONFORMES PERMITIDOS PARA O LOTE SER APROVADO. PLANOS DE ACEITAÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 A AMOSTRA NÃO CONFORMIDADE
  • 115. A VANTAGEM DE SE ESPECIFICAR UM PLANO DE ACEITAÇÃO POR AMOSTRAGEM SEGUINDO A NBR 5426 É QUE SE TRATA DE UM PADRÃO RECONHECIDO NACIONALMENTE. BRASIL – NBR 5426 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 116. CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 É UTILIZADO PARA VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PRODUTO PARCIALMENTE CONCLUÍDO AO LONGO DO PROCESSO PRODUTIVO.
  • 117. CONTROLE ESTATÍSTICO PROCESSO MANTER ALGO DENTRO DE PADRÕES CONCLUSÕES COM BASE EM DADOS E NÚMEROS ELEMENTOS TRANSFORMADORES E TRANSFORMADOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 118. TEM CARACTERÍSTICA PREVENTIVA, A FIM DE CONTROLAR, REDUZIR E ELIMINAR VARIAÇÕES, ANTES QUE O PRODUTO APRESENTE DISTORÇÕES QUE ESCAPEM DOS LIMITES DE QUALIDADE DEFINIDOS COMO ACEITÁVEIS. CEP – MÉTODO DE PREVENÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 119. CAUSAS DE VARIAÇÃO NO PROCESSO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ― TIPO DE MATÉRIA-PRIMA; ― AJUSTE DA MÁQUINA; ― TEMPERATURA AMBIENTE; ― UMIDADE DO AR; ― TROCA DE TURNO; ― HABILIDADE / EXPERIÊNCIA DO FUNCIONÁRIO; ― O EMOCIONAL DO COLABORADOR;
  • 120.
  • 121. ESTOQUES – DEFINIÇÃO SÃO ACÚMULOS DE MÁTERIAS-PRIMAS, COMPONENTES E PRODUTOS EM TRANSFORMAÇÃO E PRODUTOS ACABADOS, QUE APARECEM NOS CANAIS DE LOGÍSTICA E DE PRODUÇÃO, NAS EMPRESAS”. RONALD H. BALLOU Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 122. ESTOQUES – FINALIDADE Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 ― MELHORAR O SERVIÇO AOS CLIENTES; ― PROTEÇÃO CONTRA MUDANÇAS DE PREÇOS; ― PROTEÇÃO CONTRA CONTINGÊNCIAS; ― PROTEÇÃO CONTRA INCERTEZAS NA DEMANDA E LEAD TIME.
  • 123. DEMANDA – TIPOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 INDEPENDENTE – SÃO ITENS QUE DEPENDEM SOMENTE DO PEDIDO DO CLIENTES. EX: EM GERAL, PRODUTOS ACABADOS. DEPENDENTE – ITENS CUJA QUANTIDADE DEPENDE DA DEMANDA DE UM ITEM INDEPENDENTE. EX: PNEUS, NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA;
  • 124. NÍVEL DE ESTOQUE Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 ALTO – MAIOR PROPABILIDADE DE ATENDER BEM OS CLIENTES; ALTO – CERTEZA DE ALTO CUSTO PARA MANTER O ESTOQUE. BAIXO – INCERTEZA EM ATENDER OS CLIENTES; BAIXO – CUSTO MUITO BAIXO COM OS ESTOQUES.
  • 125. GESTÃO DOS ESTOQUES – DEFINIÇÃO CONSISTE EM DEFINIR A FORMA COM QUE OS ESTOQUES SERÃO CONSTANTEMENTE REABASTECIDOS À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA E O MATERIAL É CONSUMIDO. EM OUTRAS PALAVRAS, CONSISTE EM DEFINIR O QUANTO E QUANDO COMPRAR O MATERIAL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 126. SISTEMA DE REVISÃO CONTÍNUA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 O ESTOQUE É CONTINUAMENTE MONITORADO ATÉ QUE SE ATINJA UM NÍVEL PRÉ-DETERMINADO. ESTE NÍVEL É DENOMINADO COMO PONTO DE RESSUPRIMENTO. ATINGINDO O PONTO DE RESSUPRIMENTO, É FEITO UM PEDIDO DE COMPRAS EM LOTE FIXO.
  • 127. SISTEMA DE REVISÃO PERIÓDICA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 O ESTOQUE DO MATERIAL É REPOSTO EM INTERVALOS FIXOS E CONSTANTES DE TEMPO. OS LOTES DE COMPRA VÃO VARIAR EM FUNÇÃO DO NÍVEL REMANESCENTE DE ESTOQUE NO DIA DO RESSUPRIMENTO.
  • 128. PONTO DE RESSUPRIMENTO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 CORRESPONDE AO NÍVEL DE ESTOQUE QUE AO SER ATINGIDO INDICA A NECESSIDADE DE RECOMPOSIÇÃO DO MATERIAL.
  • 129. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 PR = (D . TR) + ES ONDE: PR = PONTO DE RESSUPRIMENTO ES = ESTOQUE DE SEGURANÇA TR = TEMPO DE RESSUPRIMENTO D = MÉDIA DA DEMANDA
  • 130. EXEMPLO UMA PEÇA TEM UMA DEMANDA DE 30 UNIDADES POR MÊS, E SEU LEAD TIME É DE DOIS MESES. QUAL É O PONTO DE RESSUPRIMENTO, UMA VEZ QUE O ESTOQUE MÍNIMO DEVE SER DE UM MÊS DE CONSUMO? R: 90 UNIDADES Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 131. HORA DE PRATICAR E REFLETIR
  • 132. ESTOQUE DE SEGURANÇA VISA DAR TRANQUILIDADE QUANTO AO ATENDIMENTO AOS CLIENTES, EM RAZÃO DA VARIAÇÃO DA DEMANDA E DO TEMPO DE RESSUPRIMENTO DO MATERIAL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 133. 1. MÉDIA DA DEMANDA; 2. MÉDIA DO TEMPO DE RESSUPRIMENTO; 3. DESVIO PADRÃO DA DEMANDA; 4. DESVIO PADRÃO DO TEMPO DE RESSUPRIMENTO; 5. NÍVEL DE SERVIÇO ELEMENTOS QUE PRESSIONAM O ESTOQUE DE SEGURANÇA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 134. É A PROBABILIDADE DE NÃO FALTAR MATERIAL DURANTE UM CICLO DE ABASTECIMENTO, SENDO QUE UM CICLO DE ABASTECIMENTO É O INTERVALO ENTRE DUAS ENTREGAS. EX: 98 – 2%. NÍVEL DE SERVIÇO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 135.
  • 136. DEMANDA VARIÁVEL Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 É CONSIDERADA VARIÁVEL A DEMANDA QUE OCORRE DE MANEIRA NÃO SISTÊMICA, APRESENTANDO PICOS DE CONSUMO DENTRO DE UM MESMO PERÍODO.
  • 137. LEAD TIME VARIÁVEL Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 ESSE CONCEITO É EMPREGADO QUANTO O FORNECEDOR ENTREGA OS MATERIAIS EM DIFERENTES ESPAÇO DE TEMPO, SUBSEQUENTES A REALIZAÇÃO DO PEDIDO DE COMPRA.
  • 138. CÁLCULO DO DESVIO PADRÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 MOSTRA O QUANTO DE DISPERSÃO HÁ EM RELAÇÃO A MÉDIA. UM BAIXO DESVIO PADRÃO INDICA QUE OS DADOS TENDEM A ESTAR PRÓXIMOS DA MÉDIA. A RECÍPROCA É VERDADEIRA.
  • 139. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 140. EXEMPLO: CALCULAR A MÉDIA E O DESVIO PADRÃO DA DEMANDA DE HOT-DOG DA LANCHONETE COMILÃO. DIA SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM QTD 25 30 28 32 42 35 32 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 142. ESTOQUE DE SEGURANÇA DEMANDA VARIÁVEL E LEAD TIME FIXO QUANDO O MATERIAL TEM FORNECEDOR QUE APRESENTA ELEVADO GRAU DE GARANTIA NO CUMPRIMENTO DO PRAZO DE TEMPO DE RESSUPRIMENTO TORNANDO MÍNIMA OU DESPREZÍVEL QUALQUER VARIAÇÃO NO PRAZO DE ENTREGA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 143. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 144. EXEMPLO UMA FARMÁCIA LEVANTOU A PREVISÃO SEMANAL DE VENDAS DE 126 CAIXAS DE DETERMINADO ANALGÉSICO, COM UM DESVIO PADRÃO DE 14 CAIXAS. A FARMÁCIA ADOTA O SISTEMA DE REVISÃO CONTÍNUA E ABRE TODOS OS DIAS DA SEMANA. CONSIDERANDO QUE A FARMÁCIA DESEJA UM NÍVEL DE SERVIÇO DE 97% DE ATENDIMENTO E O FORNECEDOR TEM UM PRAZO DE ENTREGA DE TRÊS DIAS (0,429 SEMANA), CALCULAR O ESTOQUE DE SEGURANÇA NECESSÁRIO E O PONTO DE RESSUPRIMENTO QUE DEVE SER UTILIZADO. R: ES = 17; PR = 71 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 146. QUANDO O MATERIAL APRESENTA PROCESSOS DE CONSUMO OU UTILIZAÇÃO COM DEMANDA CONSTANTE OU DE VARIAÇÃO DESPREZÍVEL, MAS NÃO EXISTE GARANTIA ABSOLUTA NO TEMPO DE RESSUPRIMENTO DA MATÉRIA PRIMA. ESTOQUE DE SEGURANÇA DEMANDA FIXA E LEAD TIME VARIÁVEL Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 147. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 148. EXEMPLO O CALCÁRIO É A PRINCIPAL MATÉRIA-PRIMA NA PROCESSO DE PRODUÇÃO DO CIMENTO, QUE É ALTAMENTE AUTOMATIZADO E APRESENTA UM CONSUMO CONSTANTE DE 1.200 TONELADAS POR DIA. A MINA DE CALCÁRIO ENTREGA A MATÉRIA-PRIMA EM TRÊS DIAS COM UM DESVIO PADRÃO DE UM DIA E MEIO. CALCULAR O ESTOQUE DE SEGURANÇA DE CALCÁRIO QUE GARANTA UM NÍVEL DE SERVIÇO DE 99,97% NA FÁBRICA DE CIMENTO E O PONTO DE RESSUPRIMENTO QUE DEVE SER UTILIZADO. R: ES = 6.120; PR = 9.720
  • 149. ESTOQUE DE SEGURANÇA DEMANDA E LEAD TIME VARIÁVEIS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980 HÁ QUE SE CONSIDERAR QUE A VARIAÇÃO PODE ACONTECER NA DEMANDA E NO TEMPO DE RESSUPRIMENTO, SIMULTANEAMENTE. PARA TANTO, É NECESSARIO UMA RELAÇÃO ENTRE OS DOIS FATORES E O NÍVEL DE SERVIÇO PARA NÃO COMPROMETER O ESTOQUE DE SEGURANÇA.
  • 150. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980
  • 151. EXEMPLO UMA AGÊNCIA DE VEÍCULOS APRESENTA UMA DEMANDA DE 30 CARROS POR DIA E DESVIO PADRÃO DE 4 CARROS. SABENDO QUE O LEAD TIME É DE 5 DIAS COM DESVIO PADRÃO DE 1,5 DIA. DETERMINE O ESTOQUE DE SEGURANÇA COM UM NÍVEL DE SERVIÇO DE 95% E O PONTO DE RESSUPRIMENTO DO ESTOQUE. R: ES = 75; PR = 225 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 298.980