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CONTABILIDADE
PATRIMÔNIO
BENS
DIREITOS
OBRIGAÇÕES
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RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
NOTA FISCAL
FATURA
DUPLICATA
TRIPLICATA
NOTA PROMISSÓRIA
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RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
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REGIME DE CAIXA
REGIME DE COMPETÊNCIA
ATIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE
PASSIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
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RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
CONTAS PATRIMONIAIS
CONTAS DE RESULTADOS
DEPRECIAÇÃO
AMORTIZAÇÃO
EXAUSTÃO
RECEITAS – SÃO AS ENTRADAS DE CAIXA OU PERSPECTIVAS DE ENTRADAS QUE
OCORREM NO DECORRER DA VIDA DAS EMPRESAS. DIVIDEM-SE EM: RECEITAS
OPERACIONAIS E NÃO OPERACIONAIS.
DESPESAS – SÃO TODAS AS SAÍDAS DE CAIXA OU INTENÇÃO DE SAÍDAS QUE
OCORREM NAS EMPRESAS, CUSTEANDO SUAS ATIVIDADES. PODEM SER: DESPESAS
OPERACIONAIS, ADMINISTRATIVA, COM VENDAS E NÃO OPERACIONAIS.
RESULTADO – É A DIFERENÇA ENTRE AS RECEITAS E AS DESPESAS EM UM
DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO.
RECEITAS > DESPESAS = LUCRO
RECEITAS < DESPESAS = PREJUÍZO
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DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO – É
UM RELATÓRIO CONTÁBIL CONSAGRADO NA LEI
6.404/76 EM SEUS ART. 176 E 187.
PARTINDO DA RECEITA OPERACIONAL
BRUTA E TERMINANDO NO LUCRO
LÍQUIDO OU PREJUÍZO
DO EXERCÍCIO.
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BALANÇO PATRIMONIAL – É O RELATÓRIO CONTÁBIL
MAIS CONHECIDO, NO MEIO CORPORATIVO E FORA
DELE. DEMONSTRA A SITUAÇÃO FINANCEIRA E
ECONÔMICA DAS CIA’s. PREVISTO NA LEI 6.404/76
ART. 176 E 178-185, É UMA PEÇA
CONTÁBIL TOTALMENTE
ESTÁTICA.
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ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
CONJUNTO DE TÉCNICAS CONTÁBEIS QUE PERMITE EXTRAIR,
DOS RELATÓRIOS FINANCEIROS, INFORMAÇÕES IMPORTANTES
QUANTO A TOMADAS DE DECISÕES, COMO
TAMBÉM UMA ANÁLISE PROFUNDA DA
SAÚDE FINANCEIRA E ECONÔMICA
DAS EMPRESAS.
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ANÁLISE VERTICAL
"É A ANÁLISE DA ESTRUTURA DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E
DO BALANÇO PATRIMONIAL, BUSCANDO EVIDENCIAR AS PARTICIPAÇÕES
DOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS E DE RESULTADOS DENTRO DO TOTAL".
(PADOVEZE)
TOTAL DO ATIVO 1.500.000 100%
ATIVO CIRCULANTE 420.000 28,00%
REALIZÁVEL LP 75.000 5%
IMOBILIZADO 900.000 60%
INTANGÍVEL 105.000 7%
ANÁLISE HORIZONTAL
DEDICA-SE A ELUCIDAR COMO ESTÁ OCORRENDO A EVOLUÇÃO DE CADA
ITEM OU CONJUNTO DE ITENS CONSTANTES DAS DEMONSTRAÇÕES NO
DECORRER DOS TEMPOS.
2010 EM % 2011 EM %
TOTAL ATIVO 2.000.000 100 2.250.000 112,50
ATIVO CIRCULANTE 800.000 100 930.000 116,25
REALIZÁVEL LP 320.000 100 200.000 62,50
IMOBILIZADO 800.000 100 1.000.00 125
INTANGÍVEL 80.00 100 120.000 150
EXERCÍCIOS PARA
PRÁTICA E REFLEXÃO
NO LABORATÓRIO
GESTÃO EMPRESARIAL
→ AS PRINCIPAIS ATIVIDADES DA GESTÃO DE UMA EMPRESA SÃO:
― ESTABELECER OS OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS;
― OBTER FINANCIAMENTO;
― REALIZAR INVESTIMENTO;
― EXECUTAR AS OPERAÇÕES.
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GESTÃO FINANCEIRA – DEFINIÇÃO
“ COMPREENDE OS ESFORÇOS DESPENDIDOS, OBJETIVANDO A
FORMULAÇÃO DE UM ESQUEMA QUE SEJA ADEQUADO À
MAXIMIZAÇÃO DOS RETORNOS AOS PROPRIETÁRIOS DA EMPRESA,
MAS AO MESMO TEMPO, PROPORCIONAR A MANUTENÇÃO DE UM
CERTO GRAU DE LIQUIDEZ”.
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BUSCAR A MAIOR RENTABILIDADE POSSÍVEL SOBRE
O INVESTIMENTO EFETUADO.
GESTÃO FINANCEIRA – OBJETIVOS
BUSCAR A MELHOR LIQUIDEZ DA EMPRESA.
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GESTOR FINANCEIRO – ATRIBUIÇÕES
REALIZAÇÃO DE ANÁLISES E PLANEJAMENTO FINANCEIRO
DECISÕES DE INVESTIMENTOS
DECISÕES DE FINANCIAMENTOS
DECISÕES DE DIVIDENDOS
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ATIVO
CIRCULANTE
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
DECISÃO DE CAPITAL DE GIRO
DECISÃO DE INVESTIMENTO
DECISÃO DE
FINANCIAMENTOS
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OPERACIONAL
INVESTIMENTOS
TERCEIROS
EQUITY
FUNCIONÁRIOS
GOVERNO
FORNECEDORES
LUCROS
CAPITAL SOCIAL
CAIXA / BANCOS
ESTOQUE
CLIENTES
IMÓVEIS
MAQ. / EQUIP.
VEÍCULOS
→ TUDO QUE FOR OPERACIONAL E TERCEIROS É CAPITAL DE GIRO
→ JAMAIS TIRAR DINHEIROS DO AC E COLOCAR NO PC
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CAPITAL DE GIRO
O CAPITAL DE GIRO DE UMA EMPRESA É O VOLUME DE RECURSOS
DEMANDADOS PARA FINANCIAR AS NECESSIDADES OPERACIONAIS,
MANTENDO LIQUIDEZ, QUE VÃO DESDE A AQUISIÇÃO DA MERCADORIA
OU MATÉRIA-PRIMA ATÉ O RECEBIMENTO PELA VENDA, BEM COMO
PODER HONRAR SEUS COMPROMISSOS DE CURTO PRAZO, MANTENDO
ASSIM SUAS CONTAS EM DIA. A EMPRESA PRECISA MANTER UM NÍVEL
SATISFATÓRIO DE CAPITAL DE GIRO. OS ATIVOS CIRCULANTES DA
EMPRESA DEVEM SER SUFICIENTEMENTE CONSIDERÁVEIS, DE MODO A
COBRIR OS SEUS RESPECTIVOS PASSIVOS CIRCULANTES, GARANTINDO-
SE ASSIM RAZOÁVEL MARGEM DE SEGURANÇA.
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GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO
O OBJETIVO DA EMPRESA EM MANTER UM CAPITAL DE
GIRO É GERIR ADEQUADAMENTE AS CONTAS DE ATIVO E
PASSIVO CIRCULANTE NA EMPRESA, A FIM DE ALCANÇAR
UM NÍVEL ADEQUADO DE CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO
E O EQUILÍBRIO ENTRE LUCRATIVIDADE E RISCO.
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ATIVO
CIRCULANTE
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO
O QUE DEVE SER FEITO
Pagar funcionários
Comprar / pagar fornecedores
Vender / receber clientes
Pagar impostos
Pagar gastos da fábrica
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CAIXA / BANCOS
CLIENTES
ESTOQUES
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
COMPROMISSOS
A PAGAR
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – DECISÃO
ATIVO CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
1ª - Liquidez dos ativos correntes em
face da composição dos vencimentos de
curto prazo;
2ª - Conflito entre Liquidez de
Rentabilidade (já que ˃ Liquidez
representa ˂ Rentabilidade);
3ª - Conciliação de Risco e Retorno.
Saldos em excesso geram ˂ Risco-
Retorno e saldos justos proporcionam ˃
Risco-Retorno.
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CICLO OPERACIONAL E CICLO DE CAIXA
AS ATIVIDADES OPERACIONAIS DAS EMPRESAS ENVOLVEM, DE FORMA
REPETITIVA, OPERAÇÕES QUE REÚNEM DIVERSOS ELEMENTOS
PATRIMONIAIS DA EMPRESA. ELAS VÃO DA COMPRA DE MERCADORIAS,
SUA PRODUÇÃO, PAGAMENTO DOS FORNECEDORES, RECEBIMENTO DAS
VENDAS, INVESTIMENTOS, EQUIPAMENTOS, ETC. ESTAS ATIVIDADES
NÃO SÃO TOTALMENTE SINCRONIZADAS, GERANDO PRAZOS ENTRE
UMA ATIVIDADE E OUTRA. É DIANTE DESTA ÓTICA QUE SE CONFIGURA O
QUE SE CHAMA DE CICLO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA, QUE VAI DA
COMPRA DE SUA MATÉRIA-PRIMA AO RECEBIMENTO DAS VENDAS. POR
MEIO DE TÉCNICAS GERENCIAIS, TODO O CICLO OPERACIONAL PODE
SER CALCULADO EM DIAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
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OBSERVE, CONFORME MOSTRA A FIGURA, QUE A EMPRESA EFETUA A
COMPRA DA MERCADORIA E, APÓS UM DETERMINADO PERÍODO, FAZ O
PAGAMENTO DA MERCADORIA. PARA ESTE TEMPO, DÁ-SE O NOME DE
“PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DE FORNECEDORES” (PMP).
PASSADO OUTRO PERÍODO, A EMPRESA EFETUA A VENDA DESTE
PRODUTO. A ESTE OUTRO PERÍODO DÁ-SE O NOME DE “PRAZO MÉDIO
DE ESTOCAGEM” (PME).
E, APÓS UM NOVO PERÍODO, AO RECEBER O DINHEIRO REFERENTE À
VENDA DO PRODUTO, DÁ-SE O NOME A ESTE TEMPO DE “PRAZO MÉDIO
DE RECEBIMENTO DE CLIENTES” (PMR).
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CICLO DE CAIXA
O CICLO DE CAIXA (CC) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O PAGAMENTO AO
FORNECEDOR (PMP) E O MOMENTO DO RECEBIMENTO DAS VENDAS (PMR), ONDE O RESULTADO
INDICA O VOLUME DE RECURSOS QUE A EMPRESA PRECISA CAPTAR DE FINANCIAMENTOS. É
NESSE PERÍODO QUE A OPERAÇÃO ESTÁ SENDO FINANCIADA PELO CAPITAL DE GIRO. ENTÃO,
QUANTO MENOR FOR ESTE PERÍODO, MENOS CAPITAL DE GIRO SERÁ NECESSÁRIO PARA O
OPERACIONAL DA EMPRESA E, ASSIM, PODE-SE DIRECIONAR O CAPITAL PARA INVESTIMENTOS
MAIS RENTÁVEIS NA EMPRESA. OS JAPONESES, POR EXEMPLO, DESENVOLVERAM UMA
METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES, CHAMADA JUST IN TIME (JIT), QUE TEM
COMO BASE FILOSOFAL A REDUÇÃO DE ESTOQUES A PRATICAMENTE ZERO. ESTA METODOLOGIA
FAZ COM QUE O CICLO OPERACIONAL E DE CAIXA TENHAM UMA REDUÇÃO DRÁSTICA. COMO
CONSEQUÊNCIA, SURGE UMA MENOR NECESSIDADE DE RECURSOS INVESTIDOS EM ESTOQUE.
ISTO REQUER UMA SINCRONIA MUITO GRANDE NO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO, MAS TRAZ
GANHOS SIGNIFICATIVOS PARA A EMPRESA.
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CICLO OPERACIONAL
O CICLO OPERACIONAL (CO) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O
PERÍODO EM QUE A EMPRESA COMPROU O PRODUTO E O MESMO
FICOU ARMAZENADO EM ESTOQUE ACRESCENTANDO O PERÍODO QUE A
EMPRESA DEMOROU PARA RECEBER O VALOR PELO PRODUTO
VENDIDO.
PORTANTO, O CICLO OPERACIONAL (CO) INDICARÁ O PRAZO DE
INVESTIMENTO, E SEMPRE QUE O PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO (PMP)
FOR SUPERIOR AO PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM (PME), SIGNIFICA QUE
OS FORNECEDORES FINANCIARÃO TAMBÉM UMA PARTE DAS VENDAS.
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CONCLUSÃO
CC = PME + PMR - PMP
CO = PME + PMR
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VALOR MÉDIO ESTOQUES
PME = ------------------------------------ x 360
CUSTO MERC. VENDIDAS
PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM – PME
É O PERÍODO MÉDIO DE PRODUÇÃO E ESTOCAGEM DE
MERCADORIAS. ESSE PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA
COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA AO MOMENTO DA VENDA DO
PRODUTO ACABADO.
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VALOR MÉDIO DUP. A PAGAR
PMP = ---------------------------------------- x 360
COMPRAS ANUAL A PRAZO
PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO – PMP
É O PERÍODO MÉDIO PARA PAGAMENTO AOS FORNECEDORES.
ESSE PERÍODO COMEÇA COM A COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA E
TERMINA NO MOMENTO DO PAGAMENTO DA DUPLICATA.
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VALOR MÉDIO DUP. A RECEBER
PMR = ------------------------------------------- x 360
VENDAS ANUAL A PRAZO
PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO – PMR
É O PERÍODO MÉDIO PARA RECEBIMENTO DOS CLIENTES. ESSE
PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA VENDA DO PRODUTO
AO MOMENTO DO RECEBIMENTO.
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REFLEXÃO
PERGUNTA: COMO ESSES PERÍODOS SE RELACIONAM COM O
CAPITAL DE GIRO (CG) DA EMPRESA?
RESPOSTA: À MEDIDA QUE O PROCESSO DE PRODUÇÃO VAI
EVOLUINDO, SÃO EMBUTIDOS FATORES DE PRODUÇÃO AOS
NOSSOS PRODUTOS (MATÉRIA-PRIMA, MÃO-DE-OBRA, GASTOS
GERAIS DE FABRICAÇÃO, ENTRE OUTROS) E ESSE DINHEIRO TEM
QUE SAIR DE ALGUM LUGAR. OU SEJA, É O CAPITAL DE GIRO O
RESPONSÁVEL POR SUPRIR ESTAS NECESSIDADES DE RECURSOS.
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CASO 1:
SUPONDO QUE UMA EMPRESA OBTEVE UM PME DE 25 DIAS E UM PMR
DE 30 DIAS, CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 55 DIAS. SE ESTA
EMPRESA OBTEVE PMP DE 25 DIAS ISSO SIGNIFICA QUE O SEU CICLO DE
CAIXA FOI DE 30 DIAS, OU SEJA, A EMPRESA VAI RECEBER SUAS VENDAS
COM 55 DIAS, MAS VAI PAGAR SEUS FORNECEDORES COM APENAS 25
DIAS, NESTE CASO A EMPRESA PRECISARÁ DE RECURSOS PARA
FINANCIAR OS SEUS CLIENTES DURANTE 30 DIAS.
QUANTO MENOR FOR O CICLO DE CAIXA MELHOR SERÁ PARA A
EMPRESA, NO CASO EXPOSTO ACIMA, A EMPRESA PRECISA MELHORAR
O SEU DESEMPENHO, REDUZINDO SEU PME E SEU PMR PARA ASSIM
DIMINUIR SEU CICLO OPERACIONAL, OU CONSEGUIR COM OS
FORNECEDORES UM PRAZO MAIS DILATADO PARA PAGAMENTO (PMP).
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CASO 2:
SUPONDO QUE A EMPRESA OBTEVE PME DE 20 DIAS E PMR DE 20 DIAS,
CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 40 DIAS, SUPONDO QUE O
PMP DA EMPRESA FOI DE 50 DIAS CHEGAMOS A UM CICLO DE CAIXA DE
( – ) 10 DIAS, SIGNIFICANDO QUE OS CLIENTE ESTÃO SENDO
TOTALMENTE FINANCIADOS PELOS FORNECEDORES. A EMPRESA ESTÁ
COMPRANDO, ESTOCANDO, VENDENDO E RECEBENDO O VALOR DE
SUAS VENDAS PARA SÓ DEPOIS PAGAR SEUS FORNECEDORES.
ESTE CASO APRESENTA A MELHOR SITUAÇÃO PARA A EMPRESA, MAS
CASO NÃO SEJA POSSÍVEL TER UM CICLO DE CAIXA NEGATIVO, A
EMPRESA PRECISA REDUZI-LO AO MÁXIMO POSSÍVEL.
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EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E
REFLEXÃO
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JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
DP. REC. 92000 88000 89000 91000 93000 87000 86000 94000 92000 88000 89000 91000
VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000
DP. PAG 76000 84000 83000 77000 82000 78000 76000 84000 80000 80000 84000 76000
CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000
VL. EST. 80000 80000 90000 70000 75000 85000 84000 76000 77000 83000 82000 78000
CPV 140000 130000 125000 145000 130000 140000 125000 140000 125000 140000 135000 125000
Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC.
EXERCÍCIO 01
80.000
PME = --------------- x 360 → 18 dias
1.600.000
80.000
PMP = --------------- x 360 → 40 dias
720.000
90.000
PMR = --------------- x 360 → 45 dias
720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
CO = PME + PMR
CO = 18 + 45
CO = 63
CC = PME + PMR - PMP
CC = 18 + 45 - 40
CC = 23
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HIPOTETICAMENTE, ESSA EMPRESA NECESSITA DE UM CG DE R$ 1.500.000,00 A UMA
TAXA DE JUROS DE 18% A.A. QUANTO SERIA A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA?
VOCÊ, COMO GESTOR FINANCEIRO DA EMPRESA, QUAL SERIA UMA SOLUÇÃO PARA
DIMINUIR ESSA DESPESAS?
CASO A EMPRESA CONSIGA AUMENTAR EM 10 DIAS O PRAZO PARA PAGAMENTO,
QUAL O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS?
CASO A EMPRESA DIMINUA EM 5 DIAS O PME E DIMINUA O PMR EM 8 DIAS, QUAL
SERIA O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS DA EMPRESA?
IMAGINE, QUE O PMP AUMENTE EM 3 DIAS, O PME AUMENTE EM 8 DIAS EM O PMR
DIMINUAM EM 10 DIAS, QUAL SERIA O REFLEXO NAS DESPESAS FINANCEIRAS?
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EXERCÍCIO 02
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
DP. REC. 65000 55000 70000 50000 57000 63000 64000 56000 59000 61000 57000 63000
VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000
DP. PAG 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000
CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000
VL. EST. 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000
CPV 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000
Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC.
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50.000
PME = --------------- x 360 → 12 dias
1.500.000
50.000
PMP = --------------- x 360 → 25 dias
720.000
60.000
PMR = --------------- x 360 → 30 dias
720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
CO = PME + PMR
CO = 12 + 30
CO = 42
CC = PME + PMR - PMP
CC = 12 + 30 - 25
CC = 17
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A EMPRESA DO EXERCÍCIO ANTERIOR, PRECISA DE R$ 2.000.000,00 PARA SUPORTAR O
CICLO DE CAIXA E VAI AO MERCADO FINANCEIRO CAPTAR ESSE DINHEIRO A UMA
TAXA DE 15% A.A. QUAL SERÁ A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA?
CASO A EMPRESA CONSIGA REDUZIR O SEU PME EM 5 DIAS, QUAL O REFLEXO NAS
DESPESAS FINANCEIRAS?
SE O PMP AUMENTAR EM 6 DIAS E O PMR DIMINUIR EM 15 DIAS, O QUE VAI
ACONTECER? O QUE VOCÊ ENTENDE POR ESSE RESULTADO?
CASO O PMR DIMINUA EM 3 DIAS, O PMP AUMENTE EM 5 DIAS E O PME AUMENTE
EM 6 DIAS, QUAL O IMPACTO NAS FINANÇAS DA EMPRESA?
IMAGINE QUE O PMR DIMINUA EM 15 DIAS E OS DEMAIS INDICADORES
PERMANEÇAM IGUAL, O QUE ACONTECERÁ COM ESSA EMPRESA? QUAL SERIA SUA
SUGESTÃO NESSE CASO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
ATIVO
CIRCULANTE
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
GESTÃO DE INVESTIMENTOS – OBJETIVO
O QUE DEVE SER FEITO
Adquirir terreno
Adquirir / alugar estabelecimento
Adquirir / investir outra empresa
Adquirir imóvel para aluguel
Adquirir máquinas
Adquiri equipamentos
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INVESTIMENTO – DEFINIÇÕES
“SERIA UM GASTO REGISTRADO NO ATIVO, EM FUNÇÃO DE SUA VIDA
ÚTIL OU DA EXPECTATIVA DE BENEFÍCIOS FUTUROS.” PAULO BREDA
“O ATO DE INVESTIR IMPLICA EM APLICAR CAPITAL EM UM
COMPONENTE PRODUTOR DE RESULTADO.” ANTÔNIO LOPES DE SÁ
"... APLICAÇÕES DE RECURSOS VISANDO À GERAÇÃO DE RENDIMENTOS
OU À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE SATISFAÇAM A UMA NECESSIDADE
SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS.“ MILTON AUGUSTO WALTER
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SIMPLIFICANDO...
INVESTIMENTO É TODO GASTO REALIZADO DA INTENÇÃO DE
OBTER UM RETORNO, SEJA ELE IMEDIATO OU FUTURO. OS
INVESTIMENTOS PODEM SER REALIZADOS NO ATIVO
CIRCULANTE OU NO ATIVO NÃO CIRCULANTE DA EMPRESA.
ENQUANTO ESSES GASTOS NÃO ESTÃO GERANDO RECEITA,
PODEMOS DIZER QUE É UM INVESTIMENTO, MAS
IMEDIATAMENTE A REALIZAÇÃO DE UMA RECEITA, DEVEM SER
CONTABILIZADOS COMO PARTE DOS CUSTOS DOS PRODUTOS
VENDIDOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
INVESTIMENTOS
Gastos com recursos
tangíveis ou intangíveis
ATIVO CIRCULANTE
Realizáveis em 360 dias e
características circulante
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Realizáveis após 360 dias e
Características permanentes
NECESSIDADE DE
CAPITAO DE GIRO
É a diferença entre o
AC e o PC operacionais
SALDO DE TESOURARIA
É a diferença entre os Ativos Financeiros
e os Passivos Financeiros de curto prazo
REALIZÁVEL A
LONGO PRAZO
Acima de 360 dias
INVESTIMENTOS
Não destinados ao
objeto social nem
a venda
IMOBILIZADO
Destinados
exclusivamente ao
objeto social e não
a venda
DIFERIDO
Gastos realizados
antes do início das
atividades
PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO
TAMBÉM CONHECIDO COMO PRI, É O TEMPO QUE LEVARÁ PARA O
SÓCIO OU ACIONISTA TER DE VOLTA O VALOR INTEGRAL DO
INVESTIMENTO REALIZADO NA EMPRESA.
Valor do Investimento
PRI = ------------------------------
Lucro Líquido
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ENTENDI
TUDO.
SÓ FALTA UM
EXEMPLO
PRÁTICO
CERTA EMPRESA DECIDIU INVESTIR EM TREINAMENTOS PARA
SEUS FUNCIONÁRIOS, BASEADA EM ESTUDOS QUE APONTARAM
OS SEGUINTES DADOS:
- INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 25.000,00;
- AUMENTO DA PRODUÇÃO EM 200 UNIDADES;
- RECEITA DE VENDAS POR UNIDADE R$ 15,00;
- CUSTO DA UNIDADE VENDIDA R$ 7,50;
- IMPOSTOS SOBRE O PREÇO DE VENDA É 20%
- IMPOSTO DE RENDA É 15%
CALCULE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO – PRI.
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DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
RECEITA DE VENDAS → 200 UNIDADES R$ 3.000,00
( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS R$ 1.500,00
( - ) IMPOSTO SOBRE A VENDA (20%) R$ 600,00
( =) LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA R$ 900,00
( - ) IMPOSTO DE RENDA (15%) R$ 135,00
( = ) LUCRO LÍQUIDO R$ 765,00
25.000
PRI = --------- = 32,68 MESES
765
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EXERCÍCIOS
PRÁTICOS
A EMPRESA ALFA PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA DIVERSIFICAR
SUA PRODUÇÃO E ESTA PRODUZIRÁ 500 UNIDADES CASO TRABALHE 220 HORAS
DURANTE O MÊS. SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE UM NOVO
FUNCIONÁRIO CUJO SALÁRIO É DE R$ 1.200,00 MAIS OS ENCARGOS TRABALHISTAS
(FGTS 8%) E SOCIAIS (INSS 27,8%). UM ESTUDO APONTOU AINDA:
- INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 30.000,00;
- DEPRECIAÇÃO DA MÁQUINA R$ 500,00
- ENERGIA ELÉTRICA CONSUMIDA/HORA R$ 1,50
- PREÇO DE VENDA DO PRODUTO R$ 35,00;
- DEMAIS GASTOS DE FABRICAÇÃO R$ 200,00
- CUSTO DO PRODUTO VENDIDO R$ 20,00
- IMPOSTOS SOBRE A VENDA 20%
- IMPOSTO DE RENDA 15%
DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO.
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DETERMINADA EMPRESA PRETENDE INVESTIR EM UMA NOVA MÁQUINA QUE VAI LHE
CUSTAR R$ 50.000,00. PARA DIVULGAR O NOVO PRODUTO E EMPRESA DEVE TER UMA
DESPESA DE R$ 2.500,00 EM PROPAGANDA E PUBLICIDADE. CONSIDERANDO QUE A
MÁQUINA VAI TRABALHAR 720 HORAS/MÊS E CONSUMIR R$ 1,25/HORA DE ENERGIA
ELÉTRICA, HÁ UM ESTUDO QUE APONTA UMA DEPRECIAÇÃO DE R$ 850,00/MÊS.
OUTROS ESTUDOS EVIDENCIAM QUE SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE 3
FUNCIONÁRIOS COM SALÁRIOS FIXOS DE R$ 1.500,00. ADEMAIS, CONSIDERE AS
SEGUINTES INFORMAÇÕES:
- AUMENTO NAS VENDAS EM 1000 UNIDADES;
- PREÇO DE VENDA R$ 55,00/UNIDADE;
- MATÉRIA-PRIMA R$ 25,00/UNIDADE;
- GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO R$ 2,50/UNIDADE;
- IMPOSTOS SOBRE A VENDA 25%
- IMPOSTO DE RENDA 15%
- ENCARGOS TRABALHISTA (FGTS 8%) E ENCARGOS SOCIAIS (INSS 27,8%)
DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO.
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PAYBACK SIMPLES E DESCONTADO
PAYBACK, É UMA TERMINOLOGIA DA GESTÃO FINANCEIRA, SERVE PARA
INDICAR O PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO, OU SEJA,
QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA O EMPRESÁRIO OU INVESTIDOR TER DE
VOLTA O MESMO VALOR DO INVESTIMENTO.
PAYBACK SIMPLES – NÃO CONSIDERA O VALOR DO
DINHEIRO NO TEMPO.
PAYBACK DESCONTADO – CONSIDERA O VALOR DO
DINHEIRO NO TEMPO.
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QUANDO DEVEMOS USAR O PAYBACK?
USUALMENTE, O PAYBACK É UTILIZADO PARA ANÁLISE DE
INVESTIMENTOS DE PEQUENO PORTE, E QUANDO O MAIS
IMPORTANTE É CONHECER O TEMPO NECESSÁRIO PARA A
RECUPERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO.
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PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO
0 (500.000) (500.000)
1 120.000 (380.000)
2 140.000 (240.000)
3 160.000 (80.000)
4 180.000 100.000
80.000
PBS = 3 + ------------ = 3,44 anos
180.000
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PARA COMEÇO DE CONVERSA...
O DINHEIRO TEM O SEU “VALOR” EM UM DETERMINADO MOMENTO.
OU SEJA, O QUE COMPRAMOS HOJE POR UM VALOR X, COMPRAREMOS
DAQUI UM ANO POR X + 1. ESSE 1, REFERE-SE AO ACRÉSCIMO
INFLACIONÁRIO QUE QUALQUER PRODUTO OU SERVIÇO SOFRE NO
DECORRER DO TEMPO.
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O VALOR DO DINHEIRO...
DAQUI UM ANO, MEU EMPREENDIMENTO VAI GERAR UM CAIXA
DE R$ 50.000,00. CONSIDERANDO QUE A SELIC (TAXA BÁSICA DE
JUROS) SEJA 8,50% A.A., QUANTO TEREI EM MÃOS SE TRAZER
ESSE VALOR PARA A DATA PRESENTE?
FV
PV = ----------
(1 + i)ⁿ
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ENTÃO...
50.000
PV = -----------------
(1 + 0,085)¹
50.000
PV = -----------------
1,085
PV = 46.082,95
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VOLTANDO AO PAYBACK DESCONTADO...
UMA CONSTRUTORA INVESTE R$ 100.000,00 NA
CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE E VAI RECEBER
MENSALMENTE UMA IMPORTÂNCIA NO VALOR DE R$
25.000,00. CONSIDERANDO UMA TAXA DE JUROS DE 5%
A.M., EM QUANTO TEMPO ELA TERÁ O SEU CAPITAL
RECUPERADO?
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PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO
0 (100.000) (100.000)
1 23.809,52 (76.190,48)
2 22.675,74 (53.514,74)
3 21.595,94 (31.918,80)
4 20.567.56 (11.351,24)
5 19.588,15 8.236,91
11.351,24
PBD = 4 + ---------------- = 4,58 meses
19.588,15
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VANTAGENS DO PAYBACK
− MÉTODO SIMPLES
− FÁCIL DE ENTENDER
− FÁCIL DE CALCULAR
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DESVANTAGENS DO PAYBACK
− APRESENTA O INCONVENIENTE DE NÃO TER EM CONTA OS “CASH
FLOWS” GERADOS DEPOIS DO ANO DE RECUPERAÇÃO. PORTANTO, NÃO
É ACONSELHADO PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE LONGA DURAÇÃO,
− NÃO LEVA EM CONSIDERAÇÃO OS RISCOS DO PROJETO;
− CONSIDERA SOMENTE O TEMPO DE RETORNO, IGNORANDO A
RIQUEZA GERADA PELO PROJETO.
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É HORA DE PRATICAR E REFLETIR
UM GRUPO DE EMPRESÁRIOS PLANEJAM ABRIR UM
NOVO EMPREENDIMENTO E OS ESTUDOS REALIZADOS
APONTAM OS SEGUINTES DADOS:
- INVESTIMENTO INICIAL: R$ 500.000,00;
- GERAÇÃO DE CAIXA: R$ 125.000,00 / R$ 150.000,00 /
R$ 175.000,00 / R$ 200.000,00 NO 1º, 2º, 3º E 4ª ANO
RESPECTIVAMENTE.
- TAXA DE JUROS: 10% A.A.
QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA OBTEREM O RETORNO DO
INVESTIMENTO NO PAYBACK DESCONTADO?
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PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO
0 (500.000) (500.000)
1 113.636,36 (386.363,64)
2 123.966,94 (262.396,70)
3 131.480,09 (130.916,61)
4 136.602,69 5.686,08
130.916,61
PBD = 3 + ----------------- = 3,96
136.602,69 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
Período Investimento A Investimento B Investimento C
0 -100.000,00 -100.000,00 -100.000,00
1 25.000,00 40.000,00 30.000,00
2 25.000,00 30.000,00 30.000,00
3 30.000,00 30.000,00 30.000,00
4 30.000,00 25.000,00 30.000,00
5 40.000,00 25.000,00 30.000,00
UMA DETERMINADA EMPRESA POSSUI TRÊS OPÇÕES DE
INVESTIMENTOS, COMO MOSTRADOS LOGO ABAIXO. VOCÊ, COMO
GESTOR FINANCEIRO DESSA ORGANIZAÇÃO, QUAL DECISÃO DE
INVESTIMENTOS FARIA, CONSIDERANDO O PAYBACK SIMPLES E O
PAYBACK DESCONTADO A UMA TAXA DE JUROS DE 5%A.M.
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VALOR PRESENTE LÍQUIDO – VPL
NESTA METODOLOGIA, O CÁLCULO DO RETORNO DO INVESTIMENTO
CONSISTE EM TRAZER TODA A PROSPECÇÃO DE ENTRADAS DE CAIXA
PARA O VALOR PRESENTE, POSSIBILITANDO ASSIM, UMA RELAÇÃO
ENTRE O VALOR DO INVESTIMENTO E O RETORNO QUE ELE VAI GERAR,
CONSIDERANDO TANTO O DESEMBOLSO QUANTO OS RECEBIMENTOS
EM UM SÓ MOMENTO.
― DIFERENTE DO PAYBACK, O VPL CONSIDERA TODO O FLUXO DE CAIXA
PROJETADO, PERMITINDO ENTÃO, APURAR A VIABILIDADE DE UM
INVESTIMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZO.
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FLUXO DE CAIXA – FC
EM FINANÇAS, O FLUXO DE CAIXA, REFERE-SE AOS VALORES QUE
ENTRAM E SAEM NO CAIXA DE UMA EMPRESA DURANTE UM PERÍODO
DE TEMPO DEFINIDO, ALGUMAS VEZES LIGADO A UM PROJETO
ESPECÍFICO.
― NAS NOSSA AULAS USAREMOS O CASH FLOW
EM FORMA DE GRÁFICO, MAS PODEMOS
VÊ-LO EM FORMA DE PLANILHAS.
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EXEMPLO PRÁTICO
A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA
AUMENTAR A PRODUÇÃO. A MESMA CUSTA R$ 250 MIL E AO FINAL DE CINCO
PERÍODOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 30 MIL. CONSIDERANDO UMA TAXA DE
12% a.a E ANALISANDO A PROJEÇÃO DE CAIXA GERADO PELO EQUIPAMENTO, O
PROJETO É VIÁVEL? POR QUÊ?
PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA
1 80.000
2 70.000
3 60.000
4 50.000
5 40.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
A EMPRESA VGSUL S/A PRETENDE ADQUIRIR UM NOVO PARQUE
INDUSTRIAL, PARA TANTO DEVERÁ INVESTIR R$ 500 MIL E A PROJEÇÃO
DE ENTRADAS DE CAIXA ESTÁ DESCRIMINADA LOGO ABAIXO. OS
PERÍODOS ESTÃO EM MESES E A TAXA DE JUROS DE 24% a.a. PODEMOS
CONSIDERAR O INVESTIMENTO VIÁVEL? EM CASO POSITIVO, QUAL O
PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE ESSE INVESTIMENTO?
PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA
1 120.000
2 130.000
3 140.000
4 150.000
5 160.000
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A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE EXPANDIR SEUS NEGÓCIOS E PARA TANTO
BUSCA O MELHOR INVESTIMENTO DENTRE AQUELES QUE ESTÃO LOGO ABAIXO:
Período Investimento A Investimento B Investimento C
0 500.000,00 600.000,00 800.000,00
1 100.000,00 170.000,00 200.000,00
2 130.000,00 190.000,00 210.000,00
3 150.000,00 170.000,00 210.000,00
4 140.000,00 180.000,00 200.000,00
5 160.000,00 160.000,00 200.000,00
ESSES PERÍODOS ESTÃO EM MESES, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA DE INFLAÇÃO
DE 30% a.a E RESPONDA QUAL O INVESTIMENTO QUE PROPORCIONA O MELHOR
RETORNO, APRESENTANDO O LUCRO E O PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE O
INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
CERTA EMPRESA POSSUI AS SEGUINTES OPÇÕES DE INVESTIMENTOS:
1ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 50.000,00 QUE
AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 20.000,00.
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2ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 90.000,00 QUE
AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 45.000,00.
3ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 75.000,00 QUE
AO FINAL DE 7 ANOS APRESENTA VALOR DE VENDA IRRELEVANTE.
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INVESTIMENTO 1 INVESTIMENTO 2 INVESTIMENTO 3
PERÍ
ODO
ENTRADA
DE CAIXA
MANUTEN
ÇÃO
ENTRADA
DE CAIXA
MANUTEN
ÇÃO
ENTRADA
DE CAIXA
MANUTEN
ÇÃO
1 18000,00 2000,00 29000,00 3000,00 30000,00 500,00
2 19000,00 3000,00 31000,00 4000,00 32000,00 600,00
3 20000,00 4000,00 33000,00 5000,00 34000,00 700,00
4 20000,00 5000,00 35000,00 6000,00 36000,00 800,00
5 19000,00 6000,00 33000,00 7000,00 38000,00 900,00
6 18000,00 5000,00 31000,00 8000,00 40000,00 1000,00
7 17000,00 4000,00 29000,00 90000,00 42000,00 1100,00
TODOS OS PERÍODOS ESTÃO EM ANOS, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA
DE JUROS DE 1,5% am. PEDE-SE:
A)QUAL DOS INVESTIMENTOS É A MELHOR OPÇÃO? QUAL O RETORNO?
B)CONSIDERANDO O VALOR INVESTIDO, QUAL O PERCENTUAL DE LUCRO
DESSE INVESTIMENTO?
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ATIVO
CIRCULANTE
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
GESTÃO DE FINANCIAMENTOS – OBJETIVO
O QUE DEVE SER FEITO
Emp. e Financ. / bancários
Lançar ações
Tipo de ações
Lançar títulos híbridos
Aporte de Capital
COMO LEVANTAR DINHEIRO
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CAPTAÇÃO DE RECURSOS
― EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS;
― FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS;
― APORTE DE CAPITAL;
― AÇÕES ORDINÁRIAS;
― AÇÕES PREFERENCIAIS;
― DEBÊNTURES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
ATIVO
CIRCULANTE
ATIVO NÃO
CIRCULANTE
PASSIVO
CIRCULANTE
EXIGÍVEL REALIZADO
A LONGO PRAZO
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
ESTRUTURA DE CAPITAL DA EMPRESA
CAPITAL DE
TERCEIROS
CAPITAL
PRÓPRIO
CAPITAL DE CURTO PRAZO
CAPITAL PERMANENTE OU
DE LONGO PRAZO
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ENTENDI TUDO,
MAS PODE DAR UM
EXEMPLO?
CONSIDERE QUE UM INVESTIDOR TENHA R$ 1 MILHÃO APLICADO NO MERCADO FINANCEIRO A
UMA TAXA DE 20% A.A. SURGE UMA OPORTUNIDADE DE INVESTIR EM UM EMPREENDIMENTO
PRÓPRIO E ELE ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE TIRAR TODO O DINHEIRO DO MERCADO
FINANCEIRO E APLICAR NO NEGÓCIOS OU DE APLICAR APENAS 50% NO NEGÓCIO E O RESTANTE
BUSCAR FINANCIAMENTOS JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE 15% A.A. ANALISE UMA
PROJEÇÃO PARA A DRE DO NEGÓCIOS E EM SEGUIDA RESPONDA AS QUESTÕES:
RECEITAS DE VENDAS 800.000,00 800.000,00
( - ) Custos dos Produtos Vendidos 300.000,00 300.000,00
( = ) LUCRO BRUTO 500.000,00 500.000,00
( - ) Despesas Administrativas 100.000,00 100.000,00
( - ) Despesas de Vendas 80.000,00 80.000,00
( = ) LUCRO OPERACIONAL 320.000,00 320.000,00
( - ) Despesas Financeiras 0,00 75.000,00
( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 320.000,00 245.000,00
( - ) Imposto de Renda (30%) 96.000,00 73.500,00
( = ) LUCRO LÍQUIDO 224.000,00 171.500,00
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1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL)
DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS?
2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL)
APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO?
3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR
INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE
JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL.
5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O
AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO
ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES.
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RESPOSTA
200.000
1) RPL = ---------------- → 20%
1.000.000
224.000
2) RPL = ---------------- → 22,40%
1.000.000
3) Aumento de 2,40% ou R$ 24.000
1OO.OOO + 171.500 + 22.500
4) RPL = ----------------------------------------- → 29,40%
1.000.000
5) Aumento de 9,4% ou R$ 94.000
EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO
CONSIDERANDO QUE A EMPRESA BRASIL S/A TENHA UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 1,5
MILHÕES QUE LHE RENDA JUROS DE R$ R$ 250 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA
AQUISIÇÃO DE UMA NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR
TODO O DINHEIRO DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO
NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA
TAXA DE JUROS DE 12% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS
QUESTÕES A SEGUIR.
RECEITAS DE VENDAS 1.000.000,00
( - ) Custos dos Produtos Vendidos 550.000,00
( = ) LUCRO BRUTO 450.000,00
( - ) Despesas Administrativas 100.000,00
( - ) Despesas de Vendas 80.000,00
( = ) LUCRO OPERACIONAL 270.000,00
( - ) Despesas Financeiras 0,00
( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 270.000,00
( - ) Imposto de Renda (15%) 40.500,00
( = ) LUCRO LÍQUIDO 229.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL)
DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS?
2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL)
APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO?
3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR
INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE
JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL.
5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O
AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO
ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES.
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A EMPRESA ESTADO DE SÃO PAULO TEM UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 100 MIL QUE LHE
RENDA JUROS DE R$ 15 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA AQUISIÇÃO DE UMA
NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR TODO O DINHEIRO
DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO NEGÓCIO E O
RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE JUROS DE
10% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS QUESTÕES A
SEGUIR.
RECEITAS DE VENDAS 500.000,00
( - ) Custos dos Produtos Vendidos 250.000,00
( = ) LUCRO BRUTO 250.000,00
( - ) Despesas Administrativas 20.000,00
( - ) Despesas de Vendas 20.000,00
( = ) LUCRO OPERACIONAL 210.000,00
( - ) Despesas Financeiras 0,00
( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 210.000,00
( - ) Imposto de Renda (15%) 31.500,00
( = ) LUCRO LÍQUIDO 178.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO
TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS?
2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO
TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO?
3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA
APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO
BNDES. DETERMINE O RPL.
4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO
MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA
DAS OPÇÕES.
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A EMPRESA 3º ADM DETÉM UM CAPITAL DE R$ 1.200.000,00 APLICADO
NO MERCADO FINANCEIRO QUE RENDE JUROS DE R$ 360.000,00.
SURGE UMA OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR UMA NOVA EMPRESA PELO
MESMO VALOR DO CAPITAL INVESTIDO, COM A SEGUINTE DRE
PROJETADA:
FATURAMENTO BRUTO 1.500.000,00
( - ) Custos dos Produtos Vendidos 830.000,00
( = ) LUCRO BRUTO 670.000,00
( - ) Despesas Administrativas 180.000,00
( - ) Despesas de Vendas 70.000,00
( = ) LUCRO OPERACIONAL 420.000,00
( - ) Despesas Financeiras 0,00
( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 420.000,00
( - ) Imposto de Renda (20%) 84.000,00
( = ) LUCRO LÍQUIDO 336.000,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
1) QUAL É O RETORNO DO INVESTIMENTO DEIXANDO TODO O CAPITAL
NO MERCADO FINANCEIROS?
2) QUAL SERÁ O RETORNO DO INVESTIMENTO APLICANDO TODO O
CAPITAL NO EMPREENDIMENTO?
3) CASO APLIQUE APENAS 50% DO CAPITAL NA EMPRESA E O RESTANTE
BUSQUE JUNTO AO BNDES A UMA TAXA DE JUROS DE 10% A.A, QUAL
SERÁ O RETORNO TOTAL DOS INVESTIMENTOS?
4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO
MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA
DAS OPÇÕES.
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FLUXO DE CAIXA
É UM INSTRUMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA QUE
PROJETA PARA PERÍODOS FUTUROS TODAS AS
ENTRADAS E AS SAÍDAS DE RECURSOS FINANCEIROS
DA EMPRESA, INDICANDO COMO SERÁ O SALDO DE
CAIXA PARA O PERÍODO PROJETADO.
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VARIÁVEIS QUE COMPÕEM O FC
FATURAMENTO
CUSTOS
INVESTIMENTOS
EMPRÉSTIMOS / FINANCIAMENTOS
DESPESAS OPERACIONAIS / ADMINISTRATIVAS / FINANCEIRAS
EXEMPLO
O SALDO DE CAIXA DA EMPRESA “SOBREVIVÊNCIA” EM 02/01/2014 É DE R$
1.000,00. CONSIDERE OS SEGUINTES DADOS E ELABORE O FLUXO DE CAIXA:
→ JANEIRO
COMPRAS: R$ 30.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS
FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% Á VISTA / 30 / 60 / 90 DIAS
IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10%
FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00
EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: R$ 10.000,00
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→ FEVEREIRO
COMPRAS: R$ 25.000,00 – 16% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS
FATURAMENTO: R$ 51.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS
IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10%
FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00
JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10%
→ MARÇO
COMPRAS: R$ 30.000,00 – 10% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS
FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS
IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10%
FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00
JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10%
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PRÁTICA E
REFLEXÃO
― POR QUE A EXPANSÃO DA MOEDA E DO CRÉDITO PODEM GERAR
INFLAÇÃO?
― POR QUE O NORDESTINO POSSUI UMA RENDA PER CAPITA MUITO
INFERIOR À DO PAULISTA?
― COMO PODE UMA DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL CONDUZIR A UMA
MELHORIA NA BALANÇA COMERCIAL?
― ATÉ ONDE JUROS ALTOS REDUZEM O CONSUMO E ESTIMULAM A
POUPANÇA?
PARA COMEÇO DE CONVERSA...
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― POR QUE A TAXA DE JUROS DE MERCADO E O PREÇO ESPERADO DE
VENDA DO PRODUTO SÃO DADOS IMPORTANTES PARA AS DECISÕES DE
INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ?
― POR QUE A RENDA DOS AGRICULTORES SE ELEVA QUANDO OCORRE
UMA ESTIAGEM QUE REDUZ A PRODUÇÃO ?
― POR QUE A ALTA DE PREÇO DO CAFEZINHO REDUZ A DEMANDA DE
AÇÚCAR ?
PARA COMEÇO DE CONVERSA...
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― POR QUE O GOVERNO AUMENTA OU DIMINUI A TAXA BÁSICA DE
JUROS?
― POR QUE O GOVERNO REDUZ IMPOSTOS SOBRE ALGUNS BENS DE
CAPITAL E TORNA E INTRODUZI-LOS
― POR QUE, EM DETERMINADOS MOMENTOS, HÁ UMA AVALANCHE DE
CRÉDITOS NO MERCADO;
― O QUE ACONTECE SE NA ECONOMIA NACIONAL HAVER DOLAR EM
ABUNDÂNCIA. QUAL A MEDIDA DO GOVERNO?
― POR QUE ESTUDAR ECONOMIA QUANDO O LAZER É MAIS ATRAENTE?
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― A CIÊNCIA QUE ESTUDA A ESCASSEZ.
― A CIÊNCIA QUE ESTUDA O USO DOS RECURSOS ESCASSOS NA
PRODUÇÃO DE BENS ALTERNATIVOS.
― O ESTUDO DA FORMA PELA QUAL A SOCIEDADE ADMINISTRA SEUS
RECURSOS ESCASSOS.
É UMA CIÊNCIA SOCIAL QUE ESTUDA A PRODUÇÃO, A CIRCULAÇÃO E O
CONSUMO DOS BENS E SERVIÇOS QUE SÃO UTILIZADOS PARA
SATISFAZER AS NECESSIDADES HUMANAS.
ECONOMIA – DEFINIÇÃO
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PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS
NECESSIDADES HUMANAS → ILIMITADAS OU INFINITAS.
FATORES DE PRODUÇÃO → FINITO E LIMITADO
ESCASSEZ: A NATUREZA LIMITA OS RECURSOS DA SOCIEDADE.
RESTRIÇÃO FÍSICA DOS RECURSOS.
O QUE E QUANTO PRODUZIR?
A SOCIEDADE DEVE PRODUZIR MAIS BENS DE CONSUMO OU BENS DE
CAPITAL, E QUANTO?
COMO PRODUZIR?
QUESTÃO DE EFICIÊNCIA PRODUTIVA. CAPITAL OU MÃO-DE-OBRA
INTENSIVA.
PARA QUEM PRODUZIR?
COMO SERÁ A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA GERADA PELA ATIVIDADE
ECONÔMICA. QUAIS OS SETORES BENEFICIADOS.
PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS
MICROECONOMIA
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É O RAMO DA ECONOMIA QUE ESTUDA O FUNCIONAMENTO
DO MERCADO DE UM DETERMINADO PRODUTO OU
GRUPO DE PRODUTOS, OU SEJA,
O COMPORTAMENTO DOS CONSUMIDORES E
PRODUTORES DE TAIS BENS.
MICROECONOMIA
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ESTUDA O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES E
PRODUTORES E O MERCADO NO QUAL INTERAGEM.
PREOCUPA-SE COM A DETERMINAÇÃO DOS
PREÇOS E QUANTIDADES EM MERCADOS
ESPECÍFICOS.
MICROECONOMIA ANALISA A FORMAÇÃO
DE PREÇOS NO MERCADO.
MERCADO DE
BENS E SERVIÇOS
MERCADO DOS
FATORES DE
PRODUÇÃO
PREÇOS DOS BENS E
SERVIÇOS
SALÁRIOS, JUROS,
ALUGUÉIS E LUCROS
REMUNERAÇÃO
REMUNERAÇÃO
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OFERTA E DEMANDA
OFERTA É O VOLUME DE BENS OU SERVIÇOS QUE AS
EMPRESAS COLOCAM A DISPOSIÇÃO DOS
CONSUMIDORES. A OFERTA É UMA FUNÇÃO
CRESCENTE, POIS, NO AUMENTO DOS PREÇOS, OS
FORNECEDORES COLOCAM UMA QUANTIDADE
MAIOR DO PRODUTO NO
MERCADO.
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FATORES QUE INFLUENCIAM A OFERTA
• O PREÇO DO PRÓPRIO BEM
• O CUSTO DE INSUMOS
• A TECNOLOGIA DISPONÍVEL PARA A PRODUÇÃO
• O NÚMERO DE CONCORRENTES ATUANDO NO MERCADO
• AS EXPECTATIVAS DO PRODUTOR SOBRE OS PREÇOS FUTUROS
• OS IMPOSTOS OU SUBSÍDIOS DO GOVERNO
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PREÇO DO CELULAR
LEI DA OFERTA
OFERTA E DEMANDA
DEMANDA É O VOLUME DA PROCURA POR
DETERMINADO BEM OU SERVIÇO. AUMENTANDO O
PREÇO, A PROCURA DIMINUI E VICE-VERSA.
A LEI DE DEMANDA, CARACTERIZA-SE POR UMA
FUNÇÃO DECRESCENTE.
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FATORES QUE INFLUENCIAM A DEMANDA
• A RENDA DO CONSUMIDOR
• PREÇO DOS CONCORRENTES
• PRODUTOS SUBSTITUTOS
• ENTRADA DE CONCORRENTES
• AUMENTO DA POPULAÇÃO CONSUMIDORA
• PREFERÊNCIA DO CONSUMIDOR – MUDANÇA
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QTDDECELULARES
PREÇO DO CELULAR
LEI DA DEMANDA
POLÍTICAS MACROECONÔMICA
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POLÍTICA
MONETÁRIA
POLÍTICA
CAMBIAL
POLÍTICA
RENDAS
POLÍTICA
FISCAL
POLÍTICA CAMBIAL
TEM COMO OBJETIVO ADMINISTRAR
A TAXA DE CÂMBIO, PROMOVENDO O
CONTROLE DE OPERAÇÕES
INTERNACIONAIS.
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DIZ RESPEITO AO VALOR DA MOEDA NACIONAL FRENTE A ESTRANGEIRA
(REAL VS DOLAR). QUANTOS REAIS É PRECISO PARA COMPRAR UM
DOLAR?
MOEDA NACIONAL BARATA
AQUECE A EXPORTAÇÃO
ESFRIA O MERCADO INTERNO
PRODUTOS QUE DEPENDEM DE INSUMOS IMPORTADOS
FICAM COM PREÇOS INFLADOS
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I
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MOEDA NACIONAL CARA
AQUECE A IMPORTAÇÃO
AQUECE MERCADO INTERNO
INSUMOS E PRODUTOS ESTRANGEIROS FICAM
COM PREÇOS MAIS ACESSÍVEIS
T
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B
I
O
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POLÍTICA FISCAL
FERRAMENTA UTILIZADA PARA
ESTABELECER AS RECEITAS E AS
DESPESAS PÚBLICAS. OU SEJA, COMO
VAI SER ARRECADADO E ONDE VAI
SER GASTO O DINHEIRO.
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS
˃
GASTOS GOVERNAMENTAIS
=
SUPERÁVIT FISCAL
ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS
˂
GASTOS GOVERNAMENTAIS
=
DÉFICIT FISCAL
TEM-SE QUE, A GRANDE DIFICULDADE É ENCONTRAR O PONTO ÓTIMO
DAS RECEITAS. ASSIM, NÃO ENFRAQUECE A ECONOMIA E CUMPRE-SE O
PAPEL SOCIAL DO ESTADO, QUE É PROMOVER O BEM ESTAR, QUALIDADE
DE VIDA, SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO...
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POLÍTICA DE RENDAS
CONSISTE NA INTERFERÊNCIA DO GOVERNO
NOS PREÇOS E SALÁRIOS PRATICADOS PELO
MERCADO. SE NÃO FOR BEM APLICADA, A
CONSEQUÊNCIA PODE SER DANOSA.
― TABELAMENTO DOS PREÇOS
― SALÁRIO MÍNIMO
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POLÍTICA MONETÁRIA
ARTIFÍCIO UTILIZADO PARA CONTROLAR A
QUANTIDADE DE MOEDA, CRÉDITO E TAXA DE
JUROS, EQUILIBRANDO A LIQUIDEZ NO
SISTEMA ECONÔMICO DO PAÍS.
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DEPÓSITO COMPULSÓRIO
PERCENTUAL QUE DEVERÁ SER RECOLHIDO AO BACEN, PELOS
BANCO, SOBRE OS VALORES DE DEPÓSITOS EM CONTA
CORRENTE E POUPANÇA.
DEPÓSITO
COMPULSÓRIO
MOEDA DISPONÍVEL
ATIVIDADE ECONÔMICA
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REDESCONTO BANCÁRIO
SÃO UTILIZADOS PELOS BANCOS COMERCIAIS SOMENTE QUANDO HÁ
UM DESCOMPASSO NO CASH FLOW, OU SEJA, QUANDO A DEMANDA DE
RECURSOS DEPOSITADOS NÃO COBREM SUAS NECESSIDADES.
TAXA DE
REDESCONTO
EMPRÉSTIMO AOS
BANCOS
MOEDA NA ECONOMIA
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OPEN MARKET
COMPRA E VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS. ONDE O GOVERNO
REGULA A QUANTIDADE DE MOEDA DISPONÍVEL NOS AGENTES
ECONÔMICOS PESSOAS FÍSICAS E PESSOAS JURÍDICAS.
VENDA DE
TÍTULOS
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MOEDA DISPONÍVEL
ATIVIDADE ECONÔMICA
ATIVIDADE AVALIATIVA
1. COMO VOCÊ DEFINE A CIÊNCIA ECONÔMICA?
2. QUAIS SÃO OS AGENTES ECONÔMICOS? COMO ELES INTERAGEM NA
ECONOMIA?
3. PORQUÊ HÁ UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO NO TOCANTE A LEI DA ESCASSEZ?
4. QUAL A DIFERENÇA ENTRE MICRO E MACROECONOMIA?
5. DISCORRA SOBRE AS POLÍTICA MACROECONÔMICAS.
6. COMENTE SOBRE: A) DEPÓSITO COMPULSÓRIO; B) REDESCONTO BANCÁRIO; C)
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  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5. CONTABILIDADE PATRIMÔNIO BENS DIREITOS OBRIGAÇÕES Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  • 6. NOTA FISCAL FATURA DUPLICATA TRIPLICATA NOTA PROMISSÓRIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  • 7. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980 REGIME DE CAIXA REGIME DE COMPETÊNCIA ATIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE / NÃO CIRCULANTE PATRIMÔNIO LÍQUIDO RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS...
  • 8. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 RELEMBRANDO CONCEITOS BÁSICOS... CONTAS PATRIMONIAIS CONTAS DE RESULTADOS DEPRECIAÇÃO AMORTIZAÇÃO EXAUSTÃO
  • 9.
  • 10. RECEITAS – SÃO AS ENTRADAS DE CAIXA OU PERSPECTIVAS DE ENTRADAS QUE OCORREM NO DECORRER DA VIDA DAS EMPRESAS. DIVIDEM-SE EM: RECEITAS OPERACIONAIS E NÃO OPERACIONAIS. DESPESAS – SÃO TODAS AS SAÍDAS DE CAIXA OU INTENÇÃO DE SAÍDAS QUE OCORREM NAS EMPRESAS, CUSTEANDO SUAS ATIVIDADES. PODEM SER: DESPESAS OPERACIONAIS, ADMINISTRATIVA, COM VENDAS E NÃO OPERACIONAIS. RESULTADO – É A DIFERENÇA ENTRE AS RECEITAS E AS DESPESAS EM UM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO. RECEITAS > DESPESAS = LUCRO RECEITAS < DESPESAS = PREJUÍZO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 11. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO – É UM RELATÓRIO CONTÁBIL CONSAGRADO NA LEI 6.404/76 EM SEUS ART. 176 E 187. PARTINDO DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA E TERMINANDO NO LUCRO LÍQUIDO OU PREJUÍZO DO EXERCÍCIO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 12. BALANÇO PATRIMONIAL – É O RELATÓRIO CONTÁBIL MAIS CONHECIDO, NO MEIO CORPORATIVO E FORA DELE. DEMONSTRA A SITUAÇÃO FINANCEIRA E ECONÔMICA DAS CIA’s. PREVISTO NA LEI 6.404/76 ART. 176 E 178-185, É UMA PEÇA CONTÁBIL TOTALMENTE ESTÁTICA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 13. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONJUNTO DE TÉCNICAS CONTÁBEIS QUE PERMITE EXTRAIR, DOS RELATÓRIOS FINANCEIROS, INFORMAÇÕES IMPORTANTES QUANTO A TOMADAS DE DECISÕES, COMO TAMBÉM UMA ANÁLISE PROFUNDA DA SAÚDE FINANCEIRA E ECONÔMICA DAS EMPRESAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 14. ANÁLISE VERTICAL "É A ANÁLISE DA ESTRUTURA DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS E DO BALANÇO PATRIMONIAL, BUSCANDO EVIDENCIAR AS PARTICIPAÇÕES DOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS E DE RESULTADOS DENTRO DO TOTAL". (PADOVEZE) TOTAL DO ATIVO 1.500.000 100% ATIVO CIRCULANTE 420.000 28,00% REALIZÁVEL LP 75.000 5% IMOBILIZADO 900.000 60% INTANGÍVEL 105.000 7%
  • 15. ANÁLISE HORIZONTAL DEDICA-SE A ELUCIDAR COMO ESTÁ OCORRENDO A EVOLUÇÃO DE CADA ITEM OU CONJUNTO DE ITENS CONSTANTES DAS DEMONSTRAÇÕES NO DECORRER DOS TEMPOS. 2010 EM % 2011 EM % TOTAL ATIVO 2.000.000 100 2.250.000 112,50 ATIVO CIRCULANTE 800.000 100 930.000 116,25 REALIZÁVEL LP 320.000 100 200.000 62,50 IMOBILIZADO 800.000 100 1.000.00 125 INTANGÍVEL 80.00 100 120.000 150
  • 16. EXERCÍCIOS PARA PRÁTICA E REFLEXÃO NO LABORATÓRIO
  • 17. GESTÃO EMPRESARIAL → AS PRINCIPAIS ATIVIDADES DA GESTÃO DE UMA EMPRESA SÃO: ― ESTABELECER OS OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS; ― OBTER FINANCIAMENTO; ― REALIZAR INVESTIMENTO; ― EXECUTAR AS OPERAÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 18. GESTÃO FINANCEIRA – DEFINIÇÃO “ COMPREENDE OS ESFORÇOS DESPENDIDOS, OBJETIVANDO A FORMULAÇÃO DE UM ESQUEMA QUE SEJA ADEQUADO À MAXIMIZAÇÃO DOS RETORNOS AOS PROPRIETÁRIOS DA EMPRESA, MAS AO MESMO TEMPO, PROPORCIONAR A MANUTENÇÃO DE UM CERTO GRAU DE LIQUIDEZ”. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 19. BUSCAR A MAIOR RENTABILIDADE POSSÍVEL SOBRE O INVESTIMENTO EFETUADO. GESTÃO FINANCEIRA – OBJETIVOS BUSCAR A MELHOR LIQUIDEZ DA EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 20. GESTOR FINANCEIRO – ATRIBUIÇÕES REALIZAÇÃO DE ANÁLISES E PLANEJAMENTO FINANCEIRO DECISÕES DE INVESTIMENTOS DECISÕES DE FINANCIAMENTOS DECISÕES DE DIVIDENDOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 21. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DECISÃO DE CAPITAL DE GIRO DECISÃO DE INVESTIMENTO DECISÃO DE FINANCIAMENTOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 22. OPERACIONAL INVESTIMENTOS TERCEIROS EQUITY FUNCIONÁRIOS GOVERNO FORNECEDORES LUCROS CAPITAL SOCIAL CAIXA / BANCOS ESTOQUE CLIENTES IMÓVEIS MAQ. / EQUIP. VEÍCULOS → TUDO QUE FOR OPERACIONAL E TERCEIROS É CAPITAL DE GIRO → JAMAIS TIRAR DINHEIROS DO AC E COLOCAR NO PC Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 23. CAPITAL DE GIRO O CAPITAL DE GIRO DE UMA EMPRESA É O VOLUME DE RECURSOS DEMANDADOS PARA FINANCIAR AS NECESSIDADES OPERACIONAIS, MANTENDO LIQUIDEZ, QUE VÃO DESDE A AQUISIÇÃO DA MERCADORIA OU MATÉRIA-PRIMA ATÉ O RECEBIMENTO PELA VENDA, BEM COMO PODER HONRAR SEUS COMPROMISSOS DE CURTO PRAZO, MANTENDO ASSIM SUAS CONTAS EM DIA. A EMPRESA PRECISA MANTER UM NÍVEL SATISFATÓRIO DE CAPITAL DE GIRO. OS ATIVOS CIRCULANTES DA EMPRESA DEVEM SER SUFICIENTEMENTE CONSIDERÁVEIS, DE MODO A COBRIR OS SEUS RESPECTIVOS PASSIVOS CIRCULANTES, GARANTINDO- SE ASSIM RAZOÁVEL MARGEM DE SEGURANÇA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 24. GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO O OBJETIVO DA EMPRESA EM MANTER UM CAPITAL DE GIRO É GERIR ADEQUADAMENTE AS CONTAS DE ATIVO E PASSIVO CIRCULANTE NA EMPRESA, A FIM DE ALCANÇAR UM NÍVEL ADEQUADO DE CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO E O EQUILÍBRIO ENTRE LUCRATIVIDADE E RISCO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 25. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Pagar funcionários Comprar / pagar fornecedores Vender / receber clientes Pagar impostos Pagar gastos da fábrica Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 26. CAIXA / BANCOS CLIENTES ESTOQUES ATIVO NÃO CIRCULANTE COMPROMISSOS A PAGAR EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO – DECISÃO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE 1ª - Liquidez dos ativos correntes em face da composição dos vencimentos de curto prazo; 2ª - Conflito entre Liquidez de Rentabilidade (já que ˃ Liquidez representa ˂ Rentabilidade); 3ª - Conciliação de Risco e Retorno. Saldos em excesso geram ˂ Risco- Retorno e saldos justos proporcionam ˃ Risco-Retorno. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 27. CICLO OPERACIONAL E CICLO DE CAIXA AS ATIVIDADES OPERACIONAIS DAS EMPRESAS ENVOLVEM, DE FORMA REPETITIVA, OPERAÇÕES QUE REÚNEM DIVERSOS ELEMENTOS PATRIMONIAIS DA EMPRESA. ELAS VÃO DA COMPRA DE MERCADORIAS, SUA PRODUÇÃO, PAGAMENTO DOS FORNECEDORES, RECEBIMENTO DAS VENDAS, INVESTIMENTOS, EQUIPAMENTOS, ETC. ESTAS ATIVIDADES NÃO SÃO TOTALMENTE SINCRONIZADAS, GERANDO PRAZOS ENTRE UMA ATIVIDADE E OUTRA. É DIANTE DESTA ÓTICA QUE SE CONFIGURA O QUE SE CHAMA DE CICLO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA, QUE VAI DA COMPRA DE SUA MATÉRIA-PRIMA AO RECEBIMENTO DAS VENDAS. POR MEIO DE TÉCNICAS GERENCIAIS, TODO O CICLO OPERACIONAL PODE SER CALCULADO EM DIAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 28. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 29.
  • 30. OBSERVE, CONFORME MOSTRA A FIGURA, QUE A EMPRESA EFETUA A COMPRA DA MERCADORIA E, APÓS UM DETERMINADO PERÍODO, FAZ O PAGAMENTO DA MERCADORIA. PARA ESTE TEMPO, DÁ-SE O NOME DE “PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DE FORNECEDORES” (PMP). PASSADO OUTRO PERÍODO, A EMPRESA EFETUA A VENDA DESTE PRODUTO. A ESTE OUTRO PERÍODO DÁ-SE O NOME DE “PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM” (PME). E, APÓS UM NOVO PERÍODO, AO RECEBER O DINHEIRO REFERENTE À VENDA DO PRODUTO, DÁ-SE O NOME A ESTE TEMPO DE “PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DE CLIENTES” (PMR). Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 31. CICLO DE CAIXA O CICLO DE CAIXA (CC) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O PAGAMENTO AO FORNECEDOR (PMP) E O MOMENTO DO RECEBIMENTO DAS VENDAS (PMR), ONDE O RESULTADO INDICA O VOLUME DE RECURSOS QUE A EMPRESA PRECISA CAPTAR DE FINANCIAMENTOS. É NESSE PERÍODO QUE A OPERAÇÃO ESTÁ SENDO FINANCIADA PELO CAPITAL DE GIRO. ENTÃO, QUANTO MENOR FOR ESTE PERÍODO, MENOS CAPITAL DE GIRO SERÁ NECESSÁRIO PARA O OPERACIONAL DA EMPRESA E, ASSIM, PODE-SE DIRECIONAR O CAPITAL PARA INVESTIMENTOS MAIS RENTÁVEIS NA EMPRESA. OS JAPONESES, POR EXEMPLO, DESENVOLVERAM UMA METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES, CHAMADA JUST IN TIME (JIT), QUE TEM COMO BASE FILOSOFAL A REDUÇÃO DE ESTOQUES A PRATICAMENTE ZERO. ESTA METODOLOGIA FAZ COM QUE O CICLO OPERACIONAL E DE CAIXA TENHAM UMA REDUÇÃO DRÁSTICA. COMO CONSEQUÊNCIA, SURGE UMA MENOR NECESSIDADE DE RECURSOS INVESTIDOS EM ESTOQUE. ISTO REQUER UMA SINCRONIA MUITO GRANDE NO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO, MAS TRAZ GANHOS SIGNIFICATIVOS PARA A EMPRESA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 32. CICLO OPERACIONAL O CICLO OPERACIONAL (CO) CONSISTE NO TEMPO DECORRIDO ENTRE O PERÍODO EM QUE A EMPRESA COMPROU O PRODUTO E O MESMO FICOU ARMAZENADO EM ESTOQUE ACRESCENTANDO O PERÍODO QUE A EMPRESA DEMOROU PARA RECEBER O VALOR PELO PRODUTO VENDIDO. PORTANTO, O CICLO OPERACIONAL (CO) INDICARÁ O PRAZO DE INVESTIMENTO, E SEMPRE QUE O PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO (PMP) FOR SUPERIOR AO PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM (PME), SIGNIFICA QUE OS FORNECEDORES FINANCIARÃO TAMBÉM UMA PARTE DAS VENDAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 33. CONCLUSÃO CC = PME + PMR - PMP CO = PME + PMR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 34. VALOR MÉDIO ESTOQUES PME = ------------------------------------ x 360 CUSTO MERC. VENDIDAS PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM – PME É O PERÍODO MÉDIO DE PRODUÇÃO E ESTOCAGEM DE MERCADORIAS. ESSE PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA AO MOMENTO DA VENDA DO PRODUTO ACABADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 35. VALOR MÉDIO DUP. A PAGAR PMP = ---------------------------------------- x 360 COMPRAS ANUAL A PRAZO PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO – PMP É O PERÍODO MÉDIO PARA PAGAMENTO AOS FORNECEDORES. ESSE PERÍODO COMEÇA COM A COMPRA DA MATÉRIA-PRIMA E TERMINA NO MOMENTO DO PAGAMENTO DA DUPLICATA. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 36. VALOR MÉDIO DUP. A RECEBER PMR = ------------------------------------------- x 360 VENDAS ANUAL A PRAZO PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO – PMR É O PERÍODO MÉDIO PARA RECEBIMENTO DOS CLIENTES. ESSE PERÍODO COMPREENDE O MOMENTO DA VENDA DO PRODUTO AO MOMENTO DO RECEBIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 37. REFLEXÃO PERGUNTA: COMO ESSES PERÍODOS SE RELACIONAM COM O CAPITAL DE GIRO (CG) DA EMPRESA? RESPOSTA: À MEDIDA QUE O PROCESSO DE PRODUÇÃO VAI EVOLUINDO, SÃO EMBUTIDOS FATORES DE PRODUÇÃO AOS NOSSOS PRODUTOS (MATÉRIA-PRIMA, MÃO-DE-OBRA, GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO, ENTRE OUTROS) E ESSE DINHEIRO TEM QUE SAIR DE ALGUM LUGAR. OU SEJA, É O CAPITAL DE GIRO O RESPONSÁVEL POR SUPRIR ESTAS NECESSIDADES DE RECURSOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 38. CASO 1: SUPONDO QUE UMA EMPRESA OBTEVE UM PME DE 25 DIAS E UM PMR DE 30 DIAS, CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 55 DIAS. SE ESTA EMPRESA OBTEVE PMP DE 25 DIAS ISSO SIGNIFICA QUE O SEU CICLO DE CAIXA FOI DE 30 DIAS, OU SEJA, A EMPRESA VAI RECEBER SUAS VENDAS COM 55 DIAS, MAS VAI PAGAR SEUS FORNECEDORES COM APENAS 25 DIAS, NESTE CASO A EMPRESA PRECISARÁ DE RECURSOS PARA FINANCIAR OS SEUS CLIENTES DURANTE 30 DIAS. QUANTO MENOR FOR O CICLO DE CAIXA MELHOR SERÁ PARA A EMPRESA, NO CASO EXPOSTO ACIMA, A EMPRESA PRECISA MELHORAR O SEU DESEMPENHO, REDUZINDO SEU PME E SEU PMR PARA ASSIM DIMINUIR SEU CICLO OPERACIONAL, OU CONSEGUIR COM OS FORNECEDORES UM PRAZO MAIS DILATADO PARA PAGAMENTO (PMP). Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 39. CASO 2: SUPONDO QUE A EMPRESA OBTEVE PME DE 20 DIAS E PMR DE 20 DIAS, CHEGAMOS A UM CICLO OPERACIONAL DE 40 DIAS, SUPONDO QUE O PMP DA EMPRESA FOI DE 50 DIAS CHEGAMOS A UM CICLO DE CAIXA DE ( – ) 10 DIAS, SIGNIFICANDO QUE OS CLIENTE ESTÃO SENDO TOTALMENTE FINANCIADOS PELOS FORNECEDORES. A EMPRESA ESTÁ COMPRANDO, ESTOCANDO, VENDENDO E RECEBENDO O VALOR DE SUAS VENDAS PARA SÓ DEPOIS PAGAR SEUS FORNECEDORES. ESTE CASO APRESENTA A MELHOR SITUAÇÃO PARA A EMPRESA, MAS CASO NÃO SEJA POSSÍVEL TER UM CICLO DE CAIXA NEGATIVO, A EMPRESA PRECISA REDUZI-LO AO MÁXIMO POSSÍVEL. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 41. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DP. REC. 92000 88000 89000 91000 93000 87000 86000 94000 92000 88000 89000 91000 VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 DP. PAG 76000 84000 83000 77000 82000 78000 76000 84000 80000 80000 84000 76000 CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 VL. EST. 80000 80000 90000 70000 75000 85000 84000 76000 77000 83000 82000 78000 CPV 140000 130000 125000 145000 130000 140000 125000 140000 125000 140000 135000 125000 Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC. EXERCÍCIO 01
  • 42. 80.000 PME = --------------- x 360 → 18 dias 1.600.000 80.000 PMP = --------------- x 360 → 40 dias 720.000 90.000 PMR = --------------- x 360 → 45 dias 720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 43. CO = PME + PMR CO = 18 + 45 CO = 63 CC = PME + PMR - PMP CC = 18 + 45 - 40 CC = 23 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 44. HIPOTETICAMENTE, ESSA EMPRESA NECESSITA DE UM CG DE R$ 1.500.000,00 A UMA TAXA DE JUROS DE 18% A.A. QUANTO SERIA A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA? VOCÊ, COMO GESTOR FINANCEIRO DA EMPRESA, QUAL SERIA UMA SOLUÇÃO PARA DIMINUIR ESSA DESPESAS? CASO A EMPRESA CONSIGA AUMENTAR EM 10 DIAS O PRAZO PARA PAGAMENTO, QUAL O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? CASO A EMPRESA DIMINUA EM 5 DIAS O PME E DIMINUA O PMR EM 8 DIAS, QUAL SERIA O IMPACTO NAS DESPESAS FINANCEIRAS DA EMPRESA? IMAGINE, QUE O PMP AUMENTE EM 3 DIAS, O PME AUMENTE EM 8 DIAS EM O PMR DIMINUAM EM 10 DIAS, QUAL SERIA O REFLEXO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 45. EXERCÍCIO 02 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DP. REC. 65000 55000 70000 50000 57000 63000 64000 56000 59000 61000 57000 63000 VD. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 DP. PAG 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000 CP. PZ. 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 60000 VL. EST. 53000 47000 48000 52000 49000 51000 52000 48000 47000 53000 51000 49000 CPV 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 125000 Calcular o PME, o PMP, o PMR, o CO e o CC. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 46. 50.000 PME = --------------- x 360 → 12 dias 1.500.000 50.000 PMP = --------------- x 360 → 25 dias 720.000 60.000 PMR = --------------- x 360 → 30 dias 720.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 47. CO = PME + PMR CO = 12 + 30 CO = 42 CC = PME + PMR - PMP CC = 12 + 30 - 25 CC = 17 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 48. A EMPRESA DO EXERCÍCIO ANTERIOR, PRECISA DE R$ 2.000.000,00 PARA SUPORTAR O CICLO DE CAIXA E VAI AO MERCADO FINANCEIRO CAPTAR ESSE DINHEIRO A UMA TAXA DE 15% A.A. QUAL SERÁ A DESPESA FINANCEIRA DESSA EMPRESA? CASO A EMPRESA CONSIGA REDUZIR O SEU PME EM 5 DIAS, QUAL O REFLEXO NAS DESPESAS FINANCEIRAS? SE O PMP AUMENTAR EM 6 DIAS E O PMR DIMINUIR EM 15 DIAS, O QUE VAI ACONTECER? O QUE VOCÊ ENTENDE POR ESSE RESULTADO? CASO O PMR DIMINUA EM 3 DIAS, O PMP AUMENTE EM 5 DIAS E O PME AUMENTE EM 6 DIAS, QUAL O IMPACTO NAS FINANÇAS DA EMPRESA? IMAGINE QUE O PMR DIMINUA EM 15 DIAS E OS DEMAIS INDICADORES PERMANEÇAM IGUAL, O QUE ACONTECERÁ COM ESSA EMPRESA? QUAL SERIA SUA SUGESTÃO NESSE CASO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 49. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DE INVESTIMENTOS – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Adquirir terreno Adquirir / alugar estabelecimento Adquirir / investir outra empresa Adquirir imóvel para aluguel Adquirir máquinas Adquiri equipamentos Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 50. INVESTIMENTO – DEFINIÇÕES “SERIA UM GASTO REGISTRADO NO ATIVO, EM FUNÇÃO DE SUA VIDA ÚTIL OU DA EXPECTATIVA DE BENEFÍCIOS FUTUROS.” PAULO BREDA “O ATO DE INVESTIR IMPLICA EM APLICAR CAPITAL EM UM COMPONENTE PRODUTOR DE RESULTADO.” ANTÔNIO LOPES DE SÁ "... APLICAÇÕES DE RECURSOS VISANDO À GERAÇÃO DE RENDIMENTOS OU À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE SATISFAÇAM A UMA NECESSIDADE SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS.“ MILTON AUGUSTO WALTER Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 51. SIMPLIFICANDO... INVESTIMENTO É TODO GASTO REALIZADO DA INTENÇÃO DE OBTER UM RETORNO, SEJA ELE IMEDIATO OU FUTURO. OS INVESTIMENTOS PODEM SER REALIZADOS NO ATIVO CIRCULANTE OU NO ATIVO NÃO CIRCULANTE DA EMPRESA. ENQUANTO ESSES GASTOS NÃO ESTÃO GERANDO RECEITA, PODEMOS DIZER QUE É UM INVESTIMENTO, MAS IMEDIATAMENTE A REALIZAÇÃO DE UMA RECEITA, DEVEM SER CONTABILIZADOS COMO PARTE DOS CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 52. INVESTIMENTOS Gastos com recursos tangíveis ou intangíveis ATIVO CIRCULANTE Realizáveis em 360 dias e características circulante ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizáveis após 360 dias e Características permanentes NECESSIDADE DE CAPITAO DE GIRO É a diferença entre o AC e o PC operacionais SALDO DE TESOURARIA É a diferença entre os Ativos Financeiros e os Passivos Financeiros de curto prazo REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Acima de 360 dias INVESTIMENTOS Não destinados ao objeto social nem a venda IMOBILIZADO Destinados exclusivamente ao objeto social e não a venda DIFERIDO Gastos realizados antes do início das atividades
  • 53. PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO TAMBÉM CONHECIDO COMO PRI, É O TEMPO QUE LEVARÁ PARA O SÓCIO OU ACIONISTA TER DE VOLTA O VALOR INTEGRAL DO INVESTIMENTO REALIZADO NA EMPRESA. Valor do Investimento PRI = ------------------------------ Lucro Líquido Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 55. CERTA EMPRESA DECIDIU INVESTIR EM TREINAMENTOS PARA SEUS FUNCIONÁRIOS, BASEADA EM ESTUDOS QUE APONTARAM OS SEGUINTES DADOS: - INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 25.000,00; - AUMENTO DA PRODUÇÃO EM 200 UNIDADES; - RECEITA DE VENDAS POR UNIDADE R$ 15,00; - CUSTO DA UNIDADE VENDIDA R$ 7,50; - IMPOSTOS SOBRE O PREÇO DE VENDA É 20% - IMPOSTO DE RENDA É 15% CALCULE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO – PRI. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 56. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS RECEITA DE VENDAS → 200 UNIDADES R$ 3.000,00 ( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS R$ 1.500,00 ( - ) IMPOSTO SOBRE A VENDA (20%) R$ 600,00 ( =) LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA R$ 900,00 ( - ) IMPOSTO DE RENDA (15%) R$ 135,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO R$ 765,00 25.000 PRI = --------- = 32,68 MESES 765 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 58. A EMPRESA ALFA PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA DIVERSIFICAR SUA PRODUÇÃO E ESTA PRODUZIRÁ 500 UNIDADES CASO TRABALHE 220 HORAS DURANTE O MÊS. SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE UM NOVO FUNCIONÁRIO CUJO SALÁRIO É DE R$ 1.200,00 MAIS OS ENCARGOS TRABALHISTAS (FGTS 8%) E SOCIAIS (INSS 27,8%). UM ESTUDO APONTOU AINDA: - INVESTIMENTO NO VALOR DE R$ 30.000,00; - DEPRECIAÇÃO DA MÁQUINA R$ 500,00 - ENERGIA ELÉTRICA CONSUMIDA/HORA R$ 1,50 - PREÇO DE VENDA DO PRODUTO R$ 35,00; - DEMAIS GASTOS DE FABRICAÇÃO R$ 200,00 - CUSTO DO PRODUTO VENDIDO R$ 20,00 - IMPOSTOS SOBRE A VENDA 20% - IMPOSTO DE RENDA 15% DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 59. DETERMINADA EMPRESA PRETENDE INVESTIR EM UMA NOVA MÁQUINA QUE VAI LHE CUSTAR R$ 50.000,00. PARA DIVULGAR O NOVO PRODUTO E EMPRESA DEVE TER UMA DESPESA DE R$ 2.500,00 EM PROPAGANDA E PUBLICIDADE. CONSIDERANDO QUE A MÁQUINA VAI TRABALHAR 720 HORAS/MÊS E CONSUMIR R$ 1,25/HORA DE ENERGIA ELÉTRICA, HÁ UM ESTUDO QUE APONTA UMA DEPRECIAÇÃO DE R$ 850,00/MÊS. OUTROS ESTUDOS EVIDENCIAM QUE SERÁ NECESSÁRIO A CONTRATAÇÃO DE 3 FUNCIONÁRIOS COM SALÁRIOS FIXOS DE R$ 1.500,00. ADEMAIS, CONSIDERE AS SEGUINTES INFORMAÇÕES: - AUMENTO NAS VENDAS EM 1000 UNIDADES; - PREÇO DE VENDA R$ 55,00/UNIDADE; - MATÉRIA-PRIMA R$ 25,00/UNIDADE; - GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO R$ 2,50/UNIDADE; - IMPOSTOS SOBRE A VENDA 25% - IMPOSTO DE RENDA 15% - ENCARGOS TRABALHISTA (FGTS 8%) E ENCARGOS SOCIAIS (INSS 27,8%) DETERMINE O PRAZO DE RETORNO DO INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 60. PAYBACK SIMPLES E DESCONTADO PAYBACK, É UMA TERMINOLOGIA DA GESTÃO FINANCEIRA, SERVE PARA INDICAR O PERÍODO DE RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO, OU SEJA, QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA O EMPRESÁRIO OU INVESTIDOR TER DE VOLTA O MESMO VALOR DO INVESTIMENTO. PAYBACK SIMPLES – NÃO CONSIDERA O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. PAYBACK DESCONTADO – CONSIDERA O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 61. QUANDO DEVEMOS USAR O PAYBACK? USUALMENTE, O PAYBACK É UTILIZADO PARA ANÁLISE DE INVESTIMENTOS DE PEQUENO PORTE, E QUANDO O MAIS IMPORTANTE É CONHECER O TEMPO NECESSÁRIO PARA A RECUPERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 62. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (500.000) (500.000) 1 120.000 (380.000) 2 140.000 (240.000) 3 160.000 (80.000) 4 180.000 100.000 80.000 PBS = 3 + ------------ = 3,44 anos 180.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 63. PARA COMEÇO DE CONVERSA... O DINHEIRO TEM O SEU “VALOR” EM UM DETERMINADO MOMENTO. OU SEJA, O QUE COMPRAMOS HOJE POR UM VALOR X, COMPRAREMOS DAQUI UM ANO POR X + 1. ESSE 1, REFERE-SE AO ACRÉSCIMO INFLACIONÁRIO QUE QUALQUER PRODUTO OU SERVIÇO SOFRE NO DECORRER DO TEMPO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 64. O VALOR DO DINHEIRO... DAQUI UM ANO, MEU EMPREENDIMENTO VAI GERAR UM CAIXA DE R$ 50.000,00. CONSIDERANDO QUE A SELIC (TAXA BÁSICA DE JUROS) SEJA 8,50% A.A., QUANTO TEREI EM MÃOS SE TRAZER ESSE VALOR PARA A DATA PRESENTE? FV PV = ---------- (1 + i)ⁿ Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 65. ENTÃO... 50.000 PV = ----------------- (1 + 0,085)¹ 50.000 PV = ----------------- 1,085 PV = 46.082,95 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 66. VOLTANDO AO PAYBACK DESCONTADO... UMA CONSTRUTORA INVESTE R$ 100.000,00 NA CONSTRUÇÃO DE UMA PONTE E VAI RECEBER MENSALMENTE UMA IMPORTÂNCIA NO VALOR DE R$ 25.000,00. CONSIDERANDO UMA TAXA DE JUROS DE 5% A.M., EM QUANTO TEMPO ELA TERÁ O SEU CAPITAL RECUPERADO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 67. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (100.000) (100.000) 1 23.809,52 (76.190,48) 2 22.675,74 (53.514,74) 3 21.595,94 (31.918,80) 4 20.567.56 (11.351,24) 5 19.588,15 8.236,91 11.351,24 PBD = 4 + ---------------- = 4,58 meses 19.588,15 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 68. VANTAGENS DO PAYBACK − MÉTODO SIMPLES − FÁCIL DE ENTENDER − FÁCIL DE CALCULAR Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 69. DESVANTAGENS DO PAYBACK − APRESENTA O INCONVENIENTE DE NÃO TER EM CONTA OS “CASH FLOWS” GERADOS DEPOIS DO ANO DE RECUPERAÇÃO. PORTANTO, NÃO É ACONSELHADO PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE LONGA DURAÇÃO, − NÃO LEVA EM CONSIDERAÇÃO OS RISCOS DO PROJETO; − CONSIDERA SOMENTE O TEMPO DE RETORNO, IGNORANDO A RIQUEZA GERADA PELO PROJETO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 70. É HORA DE PRATICAR E REFLETIR
  • 71. UM GRUPO DE EMPRESÁRIOS PLANEJAM ABRIR UM NOVO EMPREENDIMENTO E OS ESTUDOS REALIZADOS APONTAM OS SEGUINTES DADOS: - INVESTIMENTO INICIAL: R$ 500.000,00; - GERAÇÃO DE CAIXA: R$ 125.000,00 / R$ 150.000,00 / R$ 175.000,00 / R$ 200.000,00 NO 1º, 2º, 3º E 4ª ANO RESPECTIVAMENTE. - TAXA DE JUROS: 10% A.A. QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA OBTEREM O RETORNO DO INVESTIMENTO NO PAYBACK DESCONTADO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 72. PERÍODO FLUXO DE CAIXA SALDO 0 (500.000) (500.000) 1 113.636,36 (386.363,64) 2 123.966,94 (262.396,70) 3 131.480,09 (130.916,61) 4 136.602,69 5.686,08 130.916,61 PBD = 3 + ----------------- = 3,96 136.602,69 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 73. Período Investimento A Investimento B Investimento C 0 -100.000,00 -100.000,00 -100.000,00 1 25.000,00 40.000,00 30.000,00 2 25.000,00 30.000,00 30.000,00 3 30.000,00 30.000,00 30.000,00 4 30.000,00 25.000,00 30.000,00 5 40.000,00 25.000,00 30.000,00 UMA DETERMINADA EMPRESA POSSUI TRÊS OPÇÕES DE INVESTIMENTOS, COMO MOSTRADOS LOGO ABAIXO. VOCÊ, COMO GESTOR FINANCEIRO DESSA ORGANIZAÇÃO, QUAL DECISÃO DE INVESTIMENTOS FARIA, CONSIDERANDO O PAYBACK SIMPLES E O PAYBACK DESCONTADO A UMA TAXA DE JUROS DE 5%A.M. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 74. VALOR PRESENTE LÍQUIDO – VPL NESTA METODOLOGIA, O CÁLCULO DO RETORNO DO INVESTIMENTO CONSISTE EM TRAZER TODA A PROSPECÇÃO DE ENTRADAS DE CAIXA PARA O VALOR PRESENTE, POSSIBILITANDO ASSIM, UMA RELAÇÃO ENTRE O VALOR DO INVESTIMENTO E O RETORNO QUE ELE VAI GERAR, CONSIDERANDO TANTO O DESEMBOLSO QUANTO OS RECEBIMENTOS EM UM SÓ MOMENTO. ― DIFERENTE DO PAYBACK, O VPL CONSIDERA TODO O FLUXO DE CAIXA PROJETADO, PERMITINDO ENTÃO, APURAR A VIABILIDADE DE UM INVESTIMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 75. FLUXO DE CAIXA – FC EM FINANÇAS, O FLUXO DE CAIXA, REFERE-SE AOS VALORES QUE ENTRAM E SAEM NO CAIXA DE UMA EMPRESA DURANTE UM PERÍODO DE TEMPO DEFINIDO, ALGUMAS VEZES LIGADO A UM PROJETO ESPECÍFICO. ― NAS NOSSA AULAS USAREMOS O CASH FLOW EM FORMA DE GRÁFICO, MAS PODEMOS VÊ-LO EM FORMA DE PLANILHAS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 76. EXEMPLO PRÁTICO A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE ADQUIRIR UMA NOVA MÁQUINA PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO. A MESMA CUSTA R$ 250 MIL E AO FINAL DE CINCO PERÍODOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 30 MIL. CONSIDERANDO UMA TAXA DE 12% a.a E ANALISANDO A PROJEÇÃO DE CAIXA GERADO PELO EQUIPAMENTO, O PROJETO É VIÁVEL? POR QUÊ? PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA 1 80.000 2 70.000 3 60.000 4 50.000 5 40.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 78. A EMPRESA VGSUL S/A PRETENDE ADQUIRIR UM NOVO PARQUE INDUSTRIAL, PARA TANTO DEVERÁ INVESTIR R$ 500 MIL E A PROJEÇÃO DE ENTRADAS DE CAIXA ESTÁ DESCRIMINADA LOGO ABAIXO. OS PERÍODOS ESTÃO EM MESES E A TAXA DE JUROS DE 24% a.a. PODEMOS CONSIDERAR O INVESTIMENTO VIÁVEL? EM CASO POSITIVO, QUAL O PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE ESSE INVESTIMENTO? PERÍODO ENTRADAS DE CAIXA 1 120.000 2 130.000 3 140.000 4 150.000 5 160.000 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 79. A EMPRESA BRASIL S/A PRETENDE EXPANDIR SEUS NEGÓCIOS E PARA TANTO BUSCA O MELHOR INVESTIMENTO DENTRE AQUELES QUE ESTÃO LOGO ABAIXO: Período Investimento A Investimento B Investimento C 0 500.000,00 600.000,00 800.000,00 1 100.000,00 170.000,00 200.000,00 2 130.000,00 190.000,00 210.000,00 3 150.000,00 170.000,00 210.000,00 4 140.000,00 180.000,00 200.000,00 5 160.000,00 160.000,00 200.000,00 ESSES PERÍODOS ESTÃO EM MESES, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA DE INFLAÇÃO DE 30% a.a E RESPONDA QUAL O INVESTIMENTO QUE PROPORCIONA O MELHOR RETORNO, APRESENTANDO O LUCRO E O PERCENTUAL DE LUCRO SOBRE O INVESTIMENTO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 80. CERTA EMPRESA POSSUI AS SEGUINTES OPÇÕES DE INVESTIMENTOS: 1ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 50.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 20.000,00. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 2ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 90.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS PODERÁ SER VENDIDA POR R$ 45.000,00. 3ª OPÇÃO: ADQUIRIR UMA MÁQUINA NO VALOR DE R$ 75.000,00 QUE AO FINAL DE 7 ANOS APRESENTA VALOR DE VENDA IRRELEVANTE.
  • 81. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 INVESTIMENTO 1 INVESTIMENTO 2 INVESTIMENTO 3 PERÍ ODO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO ENTRADA DE CAIXA MANUTEN ÇÃO 1 18000,00 2000,00 29000,00 3000,00 30000,00 500,00 2 19000,00 3000,00 31000,00 4000,00 32000,00 600,00 3 20000,00 4000,00 33000,00 5000,00 34000,00 700,00 4 20000,00 5000,00 35000,00 6000,00 36000,00 800,00 5 19000,00 6000,00 33000,00 7000,00 38000,00 900,00 6 18000,00 5000,00 31000,00 8000,00 40000,00 1000,00 7 17000,00 4000,00 29000,00 90000,00 42000,00 1100,00
  • 82. TODOS OS PERÍODOS ESTÃO EM ANOS, PORÉM CONSIDERE UMA TAXA DE JUROS DE 1,5% am. PEDE-SE: A)QUAL DOS INVESTIMENTOS É A MELHOR OPÇÃO? QUAL O RETORNO? B)CONSIDERANDO O VALOR INVESTIDO, QUAL O PERCENTUAL DE LUCRO DESSE INVESTIMENTO? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 83. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO GESTÃO DE FINANCIAMENTOS – OBJETIVO O QUE DEVE SER FEITO Emp. e Financ. / bancários Lançar ações Tipo de ações Lançar títulos híbridos Aporte de Capital COMO LEVANTAR DINHEIRO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP296980
  • 84. CAPTAÇÃO DE RECURSOS ― EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS; ― FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS; ― APORTE DE CAPITAL; ― AÇÕES ORDINÁRIAS; ― AÇÕES PREFERENCIAIS; ― DEBÊNTURES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 85. ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL REALIZADO A LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ESTRUTURA DE CAPITAL DA EMPRESA CAPITAL DE TERCEIROS CAPITAL PRÓPRIO CAPITAL DE CURTO PRAZO CAPITAL PERMANENTE OU DE LONGO PRAZO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 86. ENTENDI TUDO, MAS PODE DAR UM EXEMPLO?
  • 87. CONSIDERE QUE UM INVESTIDOR TENHA R$ 1 MILHÃO APLICADO NO MERCADO FINANCEIRO A UMA TAXA DE 20% A.A. SURGE UMA OPORTUNIDADE DE INVESTIR EM UM EMPREENDIMENTO PRÓPRIO E ELE ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE TIRAR TODO O DINHEIRO DO MERCADO FINANCEIRO E APLICAR NO NEGÓCIOS OU DE APLICAR APENAS 50% NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR FINANCIAMENTOS JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE 15% A.A. ANALISE UMA PROJEÇÃO PARA A DRE DO NEGÓCIOS E EM SEGUIDA RESPONDA AS QUESTÕES: RECEITAS DE VENDAS 800.000,00 800.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 300.000,00 300.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 500.000,00 500.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 100.000,00 100.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 80.000,00 80.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 320.000,00 320.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 75.000,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 320.000,00 245.000,00 ( - ) Imposto de Renda (30%) 96.000,00 73.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 224.000,00 171.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 88. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 89. RESPOSTA 200.000 1) RPL = ---------------- → 20% 1.000.000 224.000 2) RPL = ---------------- → 22,40% 1.000.000 3) Aumento de 2,40% ou R$ 24.000 1OO.OOO + 171.500 + 22.500 4) RPL = ----------------------------------------- → 29,40% 1.000.000 5) Aumento de 9,4% ou R$ 94.000
  • 91. CONSIDERANDO QUE A EMPRESA BRASIL S/A TENHA UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 1,5 MILHÕES QUE LHE RENDA JUROS DE R$ R$ 250 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA AQUISIÇÃO DE UMA NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR TODO O DINHEIRO DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE JUROS DE 12% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS QUESTÕES A SEGUIR. RECEITAS DE VENDAS 1.000.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 550.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 450.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 100.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 80.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 270.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 270.000,00 ( - ) Imposto de Renda (15%) 40.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 229.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 92. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 5) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 93. A EMPRESA ESTADO DE SÃO PAULO TEM UMA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE R$ 100 MIL QUE LHE RENDA JUROS DE R$ 15 MIL AO ANO E QUE TENHA UM PROJETO PARA AQUISIÇÃO DE UMA NOVA EMPRESA, A MESMA ESTÁ AVALIANDO A POSSIBILIDADE DE RETIRAR TODO O DINHEIRO DA APLICAÇÃO OU RETIRAR SOMENTE 50% DA APLICAÇÃO PARA APLICAR NO NEGÓCIO E O RESTANTE BUSCAR UM FINANCIAMENTO JUNTO AO BNDES QUE COBRA UMA TAXA DE JUROS DE 10% A.A. ANALISANDO A DRE PROJETADA DO NOVO NEGÓCIO, RESPONDA AS QUESTÕES A SEGUIR. RECEITAS DE VENDAS 500.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 250.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 250.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 20.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 20.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 210.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 210.000,00 ( - ) Imposto de Renda (15%) 31.500,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 178.500,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 94. 1) QUAL É O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) DEIXANDO TODO O DINHEIRO NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) APLICANDO TODO O DINHEIRO NO EMPREENDIMENTO? 3) AGORA, ELABORE UMA DRE CASO O EMPREENDEDOR INVISTA APENAS 50% DO SEU CAPITAL E O RESTANTE FINANCIE JUNTO AO BNDES. DETERMINE O RPL. 4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 95. A EMPRESA 3º ADM DETÉM UM CAPITAL DE R$ 1.200.000,00 APLICADO NO MERCADO FINANCEIRO QUE RENDE JUROS DE R$ 360.000,00. SURGE UMA OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR UMA NOVA EMPRESA PELO MESMO VALOR DO CAPITAL INVESTIDO, COM A SEGUINTE DRE PROJETADA: FATURAMENTO BRUTO 1.500.000,00 ( - ) Custos dos Produtos Vendidos 830.000,00 ( = ) LUCRO BRUTO 670.000,00 ( - ) Despesas Administrativas 180.000,00 ( - ) Despesas de Vendas 70.000,00 ( = ) LUCRO OPERACIONAL 420.000,00 ( - ) Despesas Financeiras 0,00 ( = ) LUCRO ANTES DO IRPJ 420.000,00 ( - ) Imposto de Renda (20%) 84.000,00 ( = ) LUCRO LÍQUIDO 336.000,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 96. 1) QUAL É O RETORNO DO INVESTIMENTO DEIXANDO TODO O CAPITAL NO MERCADO FINANCEIROS? 2) QUAL SERÁ O RETORNO DO INVESTIMENTO APLICANDO TODO O CAPITAL NO EMPREENDIMENTO? 3) CASO APLIQUE APENAS 50% DO CAPITAL NA EMPRESA E O RESTANTE BUSQUE JUNTO AO BNDES A UMA TAXA DE JUROS DE 10% A.A, QUAL SERÁ O RETORNO TOTAL DOS INVESTIMENTOS? 4) COMPARE AS TRÊS OPÇÕES E RESPONDA QUAL SERÁ O AUMENTO MARGINAL DA RIQUEZA DO EMPREENDEDOR AO ADOTAR CADA UMA DAS OPÇÕES. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 97.
  • 98. FLUXO DE CAIXA É UM INSTRUMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA QUE PROJETA PARA PERÍODOS FUTUROS TODAS AS ENTRADAS E AS SAÍDAS DE RECURSOS FINANCEIROS DA EMPRESA, INDICANDO COMO SERÁ O SALDO DE CAIXA PARA O PERÍODO PROJETADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 99. VARIÁVEIS QUE COMPÕEM O FC FATURAMENTO CUSTOS INVESTIMENTOS EMPRÉSTIMOS / FINANCIAMENTOS DESPESAS OPERACIONAIS / ADMINISTRATIVAS / FINANCEIRAS
  • 100. EXEMPLO O SALDO DE CAIXA DA EMPRESA “SOBREVIVÊNCIA” EM 02/01/2014 É DE R$ 1.000,00. CONSIDERE OS SEGUINTES DADOS E ELABORE O FLUXO DE CAIXA: → JANEIRO COMPRAS: R$ 30.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% Á VISTA / 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: R$ 10.000,00 Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 101. → FEVEREIRO COMPRAS: R$ 25.000,00 – 16% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 51.000,00 – 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10% → MARÇO COMPRAS: R$ 30.000,00 – 10% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS FATURAMENTO: R$ 60.000,00 – 20% À VISTA 30 / 60 / 90 DIAS IMPOSTOS SOBRE FATURAMENTO: 10% FOLHA DE PAGAMENTO: R$ 5.000,00 JUROS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO: 10% Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 103.
  • 104. ― POR QUE A EXPANSÃO DA MOEDA E DO CRÉDITO PODEM GERAR INFLAÇÃO? ― POR QUE O NORDESTINO POSSUI UMA RENDA PER CAPITA MUITO INFERIOR À DO PAULISTA? ― COMO PODE UMA DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL CONDUZIR A UMA MELHORIA NA BALANÇA COMERCIAL? ― ATÉ ONDE JUROS ALTOS REDUZEM O CONSUMO E ESTIMULAM A POUPANÇA? PARA COMEÇO DE CONVERSA... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 105. ― POR QUE A TAXA DE JUROS DE MERCADO E O PREÇO ESPERADO DE VENDA DO PRODUTO SÃO DADOS IMPORTANTES PARA AS DECISÕES DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ? ― POR QUE A RENDA DOS AGRICULTORES SE ELEVA QUANDO OCORRE UMA ESTIAGEM QUE REDUZ A PRODUÇÃO ? ― POR QUE A ALTA DE PREÇO DO CAFEZINHO REDUZ A DEMANDA DE AÇÚCAR ? PARA COMEÇO DE CONVERSA... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 106. ― POR QUE O GOVERNO AUMENTA OU DIMINUI A TAXA BÁSICA DE JUROS? ― POR QUE O GOVERNO REDUZ IMPOSTOS SOBRE ALGUNS BENS DE CAPITAL E TORNA E INTRODUZI-LOS ― POR QUE, EM DETERMINADOS MOMENTOS, HÁ UMA AVALANCHE DE CRÉDITOS NO MERCADO; ― O QUE ACONTECE SE NA ECONOMIA NACIONAL HAVER DOLAR EM ABUNDÂNCIA. QUAL A MEDIDA DO GOVERNO? ― POR QUE ESTUDAR ECONOMIA QUANDO O LAZER É MAIS ATRAENTE? Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 107. ― A CIÊNCIA QUE ESTUDA A ESCASSEZ. ― A CIÊNCIA QUE ESTUDA O USO DOS RECURSOS ESCASSOS NA PRODUÇÃO DE BENS ALTERNATIVOS. ― O ESTUDO DA FORMA PELA QUAL A SOCIEDADE ADMINISTRA SEUS RECURSOS ESCASSOS. É UMA CIÊNCIA SOCIAL QUE ESTUDA A PRODUÇÃO, A CIRCULAÇÃO E O CONSUMO DOS BENS E SERVIÇOS QUE SÃO UTILIZADOS PARA SATISFAZER AS NECESSIDADES HUMANAS. ECONOMIA – DEFINIÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 108. PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS NECESSIDADES HUMANAS → ILIMITADAS OU INFINITAS. FATORES DE PRODUÇÃO → FINITO E LIMITADO ESCASSEZ: A NATUREZA LIMITA OS RECURSOS DA SOCIEDADE. RESTRIÇÃO FÍSICA DOS RECURSOS.
  • 109. O QUE E QUANTO PRODUZIR? A SOCIEDADE DEVE PRODUZIR MAIS BENS DE CONSUMO OU BENS DE CAPITAL, E QUANTO? COMO PRODUZIR? QUESTÃO DE EFICIÊNCIA PRODUTIVA. CAPITAL OU MÃO-DE-OBRA INTENSIVA. PARA QUEM PRODUZIR? COMO SERÁ A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA GERADA PELA ATIVIDADE ECONÔMICA. QUAIS OS SETORES BENEFICIADOS. PROBLEMAS ECONÔMICOS FUNDAMENTAIS
  • 110. MICROECONOMIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 É O RAMO DA ECONOMIA QUE ESTUDA O FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE UM DETERMINADO PRODUTO OU GRUPO DE PRODUTOS, OU SEJA, O COMPORTAMENTO DOS CONSUMIDORES E PRODUTORES DE TAIS BENS.
  • 111. MICROECONOMIA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 ESTUDA O COMPORTAMENTO DE CONSUMIDORES E PRODUTORES E O MERCADO NO QUAL INTERAGEM. PREOCUPA-SE COM A DETERMINAÇÃO DOS PREÇOS E QUANTIDADES EM MERCADOS ESPECÍFICOS.
  • 112. MICROECONOMIA ANALISA A FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO. MERCADO DE BENS E SERVIÇOS MERCADO DOS FATORES DE PRODUÇÃO PREÇOS DOS BENS E SERVIÇOS SALÁRIOS, JUROS, ALUGUÉIS E LUCROS REMUNERAÇÃO REMUNERAÇÃO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 113. OFERTA E DEMANDA OFERTA É O VOLUME DE BENS OU SERVIÇOS QUE AS EMPRESAS COLOCAM A DISPOSIÇÃO DOS CONSUMIDORES. A OFERTA É UMA FUNÇÃO CRESCENTE, POIS, NO AUMENTO DOS PREÇOS, OS FORNECEDORES COLOCAM UMA QUANTIDADE MAIOR DO PRODUTO NO MERCADO. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 114. FATORES QUE INFLUENCIAM A OFERTA • O PREÇO DO PRÓPRIO BEM • O CUSTO DE INSUMOS • A TECNOLOGIA DISPONÍVEL PARA A PRODUÇÃO • O NÚMERO DE CONCORRENTES ATUANDO NO MERCADO • AS EXPECTATIVAS DO PRODUTOR SOBRE OS PREÇOS FUTUROS • OS IMPOSTOS OU SUBSÍDIOS DO GOVERNO Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 115. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 100 120 140 160 180 QTDDECELULARES PREÇO DO CELULAR LEI DA OFERTA
  • 116. OFERTA E DEMANDA DEMANDA É O VOLUME DA PROCURA POR DETERMINADO BEM OU SERVIÇO. AUMENTANDO O PREÇO, A PROCURA DIMINUI E VICE-VERSA. A LEI DE DEMANDA, CARACTERIZA-SE POR UMA FUNÇÃO DECRESCENTE. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 117. FATORES QUE INFLUENCIAM A DEMANDA • A RENDA DO CONSUMIDOR • PREÇO DOS CONCORRENTES • PRODUTOS SUBSTITUTOS • ENTRADA DE CONCORRENTES • AUMENTO DA POPULAÇÃO CONSUMIDORA • PREFERÊNCIA DO CONSUMIDOR – MUDANÇA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 118. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 100 120 140 160 180 QTDDECELULARES PREÇO DO CELULAR LEI DA DEMANDA
  • 119. POLÍTICAS MACROECONÔMICA Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA MONETÁRIA POLÍTICA CAMBIAL POLÍTICA RENDAS POLÍTICA FISCAL
  • 120. POLÍTICA CAMBIAL TEM COMO OBJETIVO ADMINISTRAR A TAXA DE CÂMBIO, PROMOVENDO O CONTROLE DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 121. DIZ RESPEITO AO VALOR DA MOEDA NACIONAL FRENTE A ESTRANGEIRA (REAL VS DOLAR). QUANTOS REAIS É PRECISO PARA COMPRAR UM DOLAR? MOEDA NACIONAL BARATA AQUECE A EXPORTAÇÃO ESFRIA O MERCADO INTERNO PRODUTOS QUE DEPENDEM DE INSUMOS IMPORTADOS FICAM COM PREÇOS INFLADOS Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 T A X A D E C Â M B I O
  • 122. MOEDA NACIONAL CARA AQUECE A IMPORTAÇÃO AQUECE MERCADO INTERNO INSUMOS E PRODUTOS ESTRANGEIROS FICAM COM PREÇOS MAIS ACESSÍVEIS T A X A D E C Â M B I O Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 123. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA FISCAL FERRAMENTA UTILIZADA PARA ESTABELECER AS RECEITAS E AS DESPESAS PÚBLICAS. OU SEJA, COMO VAI SER ARRECADADO E ONDE VAI SER GASTO O DINHEIRO.
  • 124. ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS ˃ GASTOS GOVERNAMENTAIS = SUPERÁVIT FISCAL ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS ˂ GASTOS GOVERNAMENTAIS = DÉFICIT FISCAL TEM-SE QUE, A GRANDE DIFICULDADE É ENCONTRAR O PONTO ÓTIMO DAS RECEITAS. ASSIM, NÃO ENFRAQUECE A ECONOMIA E CUMPRE-SE O PAPEL SOCIAL DO ESTADO, QUE É PROMOVER O BEM ESTAR, QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO... Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980
  • 125. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA DE RENDAS CONSISTE NA INTERFERÊNCIA DO GOVERNO NOS PREÇOS E SALÁRIOS PRATICADOS PELO MERCADO. SE NÃO FOR BEM APLICADA, A CONSEQUÊNCIA PODE SER DANOSA. ― TABELAMENTO DOS PREÇOS ― SALÁRIO MÍNIMO
  • 126. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 POLÍTICA MONETÁRIA ARTIFÍCIO UTILIZADO PARA CONTROLAR A QUANTIDADE DE MOEDA, CRÉDITO E TAXA DE JUROS, EQUILIBRANDO A LIQUIDEZ NO SISTEMA ECONÔMICO DO PAÍS.
  • 127. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 DEPÓSITO COMPULSÓRIO PERCENTUAL QUE DEVERÁ SER RECOLHIDO AO BACEN, PELOS BANCO, SOBRE OS VALORES DE DEPÓSITOS EM CONTA CORRENTE E POUPANÇA. DEPÓSITO COMPULSÓRIO MOEDA DISPONÍVEL ATIVIDADE ECONÔMICA
  • 128. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 REDESCONTO BANCÁRIO SÃO UTILIZADOS PELOS BANCOS COMERCIAIS SOMENTE QUANDO HÁ UM DESCOMPASSO NO CASH FLOW, OU SEJA, QUANDO A DEMANDA DE RECURSOS DEPOSITADOS NÃO COBREM SUAS NECESSIDADES. TAXA DE REDESCONTO EMPRÉSTIMO AOS BANCOS MOEDA NA ECONOMIA
  • 129. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980 OPEN MARKET COMPRA E VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS. ONDE O GOVERNO REGULA A QUANTIDADE DE MOEDA DISPONÍVEL NOS AGENTES ECONÔMICOS PESSOAS FÍSICAS E PESSOAS JURÍDICAS. VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS MOEDA DISPONÍVEL ATIVIDADE ECONÔMICA
  • 130. ATIVIDADE AVALIATIVA 1. COMO VOCÊ DEFINE A CIÊNCIA ECONÔMICA? 2. QUAIS SÃO OS AGENTES ECONÔMICOS? COMO ELES INTERAGEM NA ECONOMIA? 3. PORQUÊ HÁ UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO NO TOCANTE A LEI DA ESCASSEZ? 4. QUAL A DIFERENÇA ENTRE MICRO E MACROECONOMIA? 5. DISCORRA SOBRE AS POLÍTICA MACROECONÔMICAS. 6. COMENTE SOBRE: A) DEPÓSITO COMPULSÓRIO; B) REDESCONTO BANCÁRIO; C) OPEN MARKET. Prof. Eliseu Fortolan │ CRC 1SP 296.980