SlideShare uma empresa Scribd logo
Pessoas Especiais:
considerações bioéticas
sobre Diferenças de Ser
Ms: Luiza Colmán
De quem estamos falando?
 Medicina: lógica da deficiência
principalmente no que se refere ao corpo
- normalidade/anormalidade
- Funcionalidade/disfuncionalidade;
- Desorganização, incompleto ou violado
- Não adequação total ou parcial do modelo
- Excepcional
- Adoecido ou expressão da doença
De quem estamos falando?
 Excepcionalidade: condição especial na qual
determinado indivíduo se encontra e que requer
atenção e cuidados especiais
- medidas educacionais, sociais, psicológicas e
médicas especiais
- Indica o caráter de déficit: físico, psicológico,
cognitivo emocional → sujeito em desvantagens
temporárias ou permanentes limitando suas
possibilidade;
- Pessoa Portadora de Deficiência – Deficiência
física, Deficiência Mental, Deficiente visual –
excludente
- Portadores de Necessidades Especiais (PNEs)
De quem estamos falando?
 No campo da atenção
a saúde:
- Exclusão social e
atendimento
segregado
- Mais recente: inclusão
social
Obs: Atualmente
exclusão e
segregação convivem
com práticas de
integração e inclusão
Pessoas especiais e a
bioética
 Um ser especial:
- Produto e produtor de subjetividade
- Um ser de autonomia
- Um ser de direitos e deveres
- Um ser que deseja e é desejado
SER ESPECIAL É SER HUMANO
Pessoas especiais e a
bioética
 Princípio de Justiça: condições iguais de acesso a
recursos
- Participam do mundo de forma quantitativa e
qualitativamente desigual
- Por vezes são: excluídos, segregados,
manipulados, abusados, tutelados,
desacreditados, descartados
- Estabelece limites e marca posições relacionais
- Marca interdependência e complementariedade;
Pessoas especiais e a
bioética
 A bioética nasce atrelada à defesa da vida
e da dignidade humana
 No Brasil – resolução 196/96 - Conselho
Nacional de Saúde do Ministério da Saúde
- Responde a questões de desigualdade e
menos valia
- Estabelece fundamentos teóricos que
assegurem: autonomia, beneficência, não-
maleficência e justiça
- Direito das pessoas em situação de
vulnerabilidade: o paciente
Olhares especiais sobre a
Diferença do ser
 Todos os olhares devem ser especiais;
 A diferença é constitutiva do ser humano: não deve ser
anulada;
 Não deve ser usada para tratamentos desiguais –
discriminação negativa;
 Discriminação positiva: movimentos de inclusão, dar
visibilidade e condições de participação social a grupos
em condições desfavoráveis
 Princípios: celebração das diferenças, valorização da
diversidade humana, igualdade e importância das
maiorias e cidadania
 Na saúde: a atenção deve ser distribuída de acordo
com as necessidades – a cada um conforme suas
diferenças de ser
Sobre as diferenças Físicas do
ser
 Comprometimento do aparelho locomotor, osteoaricular,
sistema muscular, sistema nervoso;
 Lesão cerebral, lesão medular, miopatias (distrofias
musculares), patologias degenerativas do sistema nervoso
central; lesões nervosas periféricas, amputações, entre
outros;
 Deficiente físicos: locomovem com ou sem aparatos; os
cadeirantes; e os que não conseguem se locomover;
 Profissional da saúde:
- observação, compreensão,
- saber identificar o objetivo do paciente,
- ESCUTA;
- tolerância com as incapacidade funcionais
- Cooperação com o paciente;
- Eliminação de estigmas- saber lidar com o preconceito
Sobre as diferenças Mentais do
ser
 Qualidade de vida do paciente e de sua família –
ênfase na formação humanística;
 Caracteriza-se pelos desenvolvimento intelectual
insuficiente, em termos globais ou específicos,
podendo ser acompanhadas ou não por manifestações
patológicas;
 Segunda APA: critérios diagnósticos para DM
(deficiência Mental)
- Funcionamento mental significativamente inferior à
média;
- Défits ou prejuizos no funcionamento adaptativo atual e
início inferior aos 18 anos;
Sobre as diferenças Mentais do
ser
 Fatores etiológicos:
- Pré-natais: aberrações autossomicas, mal
formações cerebrais; infecções, drogas
teratogênicas, desnutrição, radiações;
- Peri-natais: hipóxia, prematuridade, baixo peso,
infecções
- Pós-natais: infecções (meningite), traumatismo
cranianos, desmielinizações, desnutrição,
privação economica-socioafertiva-cultural;
intoxicações, radiações, convulsões
- Transtorno no desenvolvimento (ex: Down):
necessidade de intervenções de diversas
especialidades
Sobre as diferenças Mentais do
ser
 A ciência busca um olhar para totalidade do sujeito e
seu potencial além da deficiência;
 A criança deficiente não é vista como um ser passivo,
precisa reconhecer o propósito das intervenções;
 Respeito a autonomia e os valores da criança e da
família;
 Co-responsabilidade ;
 Menores de idade e deficientes mentais possuem
autonomia reduzida- mas devendo explicar segundo
sua capacidade se deseja e obter sua concordância
 Profissional da saúde:
- Capacitação e formação especializada;
- Habilidade para atuar junto a família;
- Atuar junta a instituições, escola, equipe responsável
Obs: As políticas de inclusão conduzem a novos desafios
Sobre as diferenças psíquicas
de Ser
 Historicamente: a internação era para o louco, pobres,
mendigos, portadores de DSTs, marginais,
homossexuais;
 A “desrazão” é atribuída a tudo que desvia da ordem,
da moral, da socidade;
 Loucura ganha status de doença – 1973- Philippe Pinel
– surgimento da psiquiatria;
 A invenção da loucura irá justificar os grilhões:
remetida a causa orgânica, medicalizável, ora curável,
ora não;
 Mesmo após 200 anos de Pinel: visão assitencialista;
 Transtornos Psíquicos: prejuízos da razão, substituição
da realidade por alucinações, delírios, ansiedade,
Sobre as diferenças psíquicas
de Ser
 Ser um sujeito de “desrazão”:
- desqualificado para o mundo,
- não merecedor de confiança,
- sempre enganado ou enganador;
- Fora da realidade;
- Incapaz de estabelecer relações verdadeiras
- Exclusão dos processos de trocas
 Profissional da saúde:
- Desconfiar dos sentidos únicos atribuídos aos
sujeitos;
- Posição de acolhimento, de escuta, compreensão;
- Partilhar significados e sentidos;
- Convidar o outra a participar das trocas;
O olhar sobre o idosos
 População crescente no Brasil
 Idoso: pessoas com 60 anos ou mais
 Bioética:
- relação do profissional de saúde com o idoso:
Senescência X senilidade – escuta do outra na sua
plenitude como pessoa; Queixa de maus-tratos;
- pesquisa com participação de idosos: TCLE
- a tomadas de decisão e envelhecimento,
- o morrer com dignidade; obstinação terapêutica
 Profissionais da saúde:
- Oferecem privacidade
- Escuta das queixas;
- Treinam cuidadores

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIASBIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
José Carlos Nascimento
 
Bioetica direito a informação
Bioetica   direito a informaçãoBioetica   direito a informação
Bioetica direito a informação
Nilson Dias Castelano
 
Autonomia paternalismo
Autonomia paternalismoAutonomia paternalismo
Autonomia paternalismo
Patricia Raitz
 
Bietica enfermagem politecnico
Bietica enfermagem politecnicoBietica enfermagem politecnico
Bietica enfermagem politecnico
Edison Santos
 
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOSBIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
Oyara Mello
 
Etica e Bioética
Etica e BioéticaEtica e Bioética
Etica e Bioética
José Vitor Alves
 
Biotecnologia e Ética
Biotecnologia e Ética  Biotecnologia e Ética
Biotecnologia e Ética
Carmem Rocha
 
bioetica
 bioetica bioetica
Biodireito & bioetica
Biodireito & bioeticaBiodireito & bioetica
Biodireito & bioetica
Milton Aldana
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
Daniel Boso
 
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEMBIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
Centro Universitário Ages
 
Bioetica
BioeticaBioetica
Cartilha Educativa sobre Bioética
Cartilha Educativa sobre BioéticaCartilha Educativa sobre Bioética
Cartilha Educativa sobre Bioética
Mayara Mônica
 
Etica e bioetica
Etica e bioeticaEtica e bioetica
Etica e bioetica
Lucas Almeida Sá
 
Consentimento livre e esclarecido
Consentimento livre e esclarecidoConsentimento livre e esclarecido
Consentimento livre e esclarecido
Família Cristã
 
Conceitos Básicos Bioética
Conceitos Básicos BioéticaConceitos Básicos Bioética
Conceitos Básicos Bioética
Nadsonea Azevedo
 
Texto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúdeTexto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúde
Psicologia_2015
 
Código de Ética Médica-CFM
Código de Ética Médica-CFMCódigo de Ética Médica-CFM
Código de Ética Médica-CFM
Augusto Miranda
 
A bioetica em psicologia
A bioetica em psicologiaA bioetica em psicologia
A bioetica em psicologia
Marta Elini Borges
 

Mais procurados (19)

BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIASBIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
BIOÉTICA EM URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
 
Bioetica direito a informação
Bioetica   direito a informaçãoBioetica   direito a informação
Bioetica direito a informação
 
Autonomia paternalismo
Autonomia paternalismoAutonomia paternalismo
Autonomia paternalismo
 
Bietica enfermagem politecnico
Bietica enfermagem politecnicoBietica enfermagem politecnico
Bietica enfermagem politecnico
 
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOSBIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
BIOÉTICA E SEUS PRINCÍPIOS
 
Etica e Bioética
Etica e BioéticaEtica e Bioética
Etica e Bioética
 
Biotecnologia e Ética
Biotecnologia e Ética  Biotecnologia e Ética
Biotecnologia e Ética
 
bioetica
 bioetica bioetica
bioetica
 
Biodireito & bioetica
Biodireito & bioeticaBiodireito & bioetica
Biodireito & bioetica
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
 
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEMBIOÉTICA EM ENFERMAGEM
BIOÉTICA EM ENFERMAGEM
 
Bioetica
BioeticaBioetica
Bioetica
 
Cartilha Educativa sobre Bioética
Cartilha Educativa sobre BioéticaCartilha Educativa sobre Bioética
Cartilha Educativa sobre Bioética
 
Etica e bioetica
Etica e bioeticaEtica e bioetica
Etica e bioetica
 
Consentimento livre e esclarecido
Consentimento livre e esclarecidoConsentimento livre e esclarecido
Consentimento livre e esclarecido
 
Conceitos Básicos Bioética
Conceitos Básicos BioéticaConceitos Básicos Bioética
Conceitos Básicos Bioética
 
Texto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúdeTexto 1 modelos em saúde
Texto 1 modelos em saúde
 
Código de Ética Médica-CFM
Código de Ética Médica-CFMCódigo de Ética Médica-CFM
Código de Ética Médica-CFM
 
A bioetica em psicologia
A bioetica em psicologiaA bioetica em psicologia
A bioetica em psicologia
 

Destaque

Pesquisa com seres humanos
Pesquisa com seres humanosPesquisa com seres humanos
Pesquisa com seres humanos
Nilson Dias Castelano
 
Discriminacao simples-e_generalizacao
Discriminacao simples-e_generalizacaoDiscriminacao simples-e_generalizacao
Discriminacao simples-e_generalizacao
Nilson Dias Castelano
 
Aprendizagem operante
Aprendizagem operanteAprendizagem operante
Aprendizagem operante
Nilson Dias Castelano
 
Equivalência de estímulos
Equivalência de estímulosEquivalência de estímulos
Equivalência de estímulos
Nilson Dias Castelano
 
Bioética privacidade e segredo profissional
Bioética   privacidade e segredo profissionalBioética   privacidade e segredo profissional
Bioética privacidade e segredo profissional
Nilson Dias Castelano
 
Aula 13 terapia do esquema
Aula 13 terapia do esquemaAula 13 terapia do esquema
Aula 13 terapia do esquema
Mauro Rezende
 
Esquema inicias desaptativos
Esquema inicias desaptativosEsquema inicias desaptativos
Esquema inicias desaptativos
Tiago Malta
 
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuaisTerapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
Eduardo Moreira
 
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-ComportamentalTeoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Nilson Dias Castelano
 
Trabalhando com os pensamentos automáticos
Trabalhando com os pensamentos automáticosTrabalhando com os pensamentos automáticos
Trabalhando com os pensamentos automáticos
Sarah Karenina
 
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCCIdentificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
Sarah Karenina
 
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva ComportamentalTCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
Glaucia Lima de Magalhaes
 

Destaque (12)

Pesquisa com seres humanos
Pesquisa com seres humanosPesquisa com seres humanos
Pesquisa com seres humanos
 
Discriminacao simples-e_generalizacao
Discriminacao simples-e_generalizacaoDiscriminacao simples-e_generalizacao
Discriminacao simples-e_generalizacao
 
Aprendizagem operante
Aprendizagem operanteAprendizagem operante
Aprendizagem operante
 
Equivalência de estímulos
Equivalência de estímulosEquivalência de estímulos
Equivalência de estímulos
 
Bioética privacidade e segredo profissional
Bioética   privacidade e segredo profissionalBioética   privacidade e segredo profissional
Bioética privacidade e segredo profissional
 
Aula 13 terapia do esquema
Aula 13 terapia do esquemaAula 13 terapia do esquema
Aula 13 terapia do esquema
 
Esquema inicias desaptativos
Esquema inicias desaptativosEsquema inicias desaptativos
Esquema inicias desaptativos
 
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuaisTerapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
Terapia cognitivo comportamental para as disfunções sexuais
 
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-ComportamentalTeoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
Teoria do Esquema - Cognitivo-Comportamental
 
Trabalhando com os pensamentos automáticos
Trabalhando com os pensamentos automáticosTrabalhando com os pensamentos automáticos
Trabalhando com os pensamentos automáticos
 
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCCIdentificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC
 
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva ComportamentalTCC - Terapia Cognitiva Comportamental
TCC - Terapia Cognitiva Comportamental
 

Semelhante a Bioética pessoas especiais

3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
MartaMatos44
 
Resumo prova 1º bimestre
Resumo prova 1º bimestreResumo prova 1º bimestre
Resumo prova 1º bimestre
Alex E Jacqueline Furtado
 
_1ª.pptx
_1ª.pptx_1ª.pptx
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptxSaúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
AndreiaCosta151227
 
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentaisDesequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
AccioCarvalho2
 
TRANSTORNOS AB.ppt
TRANSTORNOS AB.pptTRANSTORNOS AB.ppt
TRANSTORNOS AB.ppt
IvoneSantos45
 
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).pptaula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
SANDRAREIS96
 
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOSASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
Márcio Borges
 
Deficiencia mental preconceito
Deficiencia mental preconceitoDeficiencia mental preconceito
Deficiencia mental preconceito
Graca Miguel
 
2013
20132013
2013
Pelo Siro
 
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdfPPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
LucianaFilicio
 
Demência e saúde mental na terceira idade
Demência  e saúde mental na terceira idadeDemência  e saúde mental na terceira idade
Demência e saúde mental na terceira idade
ssuserf8721e1
 
Cartilha de orientação em saúde mental
Cartilha de orientação em saúde mentalCartilha de orientação em saúde mental
Cartilha de orientação em saúde mental
Pedro Henrique
 
Envelhecimento
EnvelhecimentoEnvelhecimento
Envelhecimento
Janaína Lassala
 
Esquizofrenia e bipolaridade
Esquizofrenia e bipolaridadeEsquizofrenia e bipolaridade
Esquizofrenia e bipolaridade
cleytonlopes
 
Cartilha saude mental
Cartilha saude mentalCartilha saude mental
Cartilha saude mental
karol_ribeiro
 
Um olhar sobre a dependência química.
Um olhar sobre a dependência química.Um olhar sobre a dependência química.
Um olhar sobre a dependência química.
Maria José E.Junqueira D.Alcalá Cravo.
 
adolescencia.ppt
adolescencia.pptadolescencia.ppt
adolescencia.ppt
RosaDEMatos
 
adolescencia.ppt
adolescencia.pptadolescencia.ppt
adolescencia.ppt
GabrieleMachado16
 
adolescencia (1).ppt
adolescencia (1).pptadolescencia (1).ppt
adolescencia (1).ppt
NaiaraMendes13
 

Semelhante a Bioética pessoas especiais (20)

3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
3553_-_saude_mental_na_3._idade.pptx
 
Resumo prova 1º bimestre
Resumo prova 1º bimestreResumo prova 1º bimestre
Resumo prova 1º bimestre
 
_1ª.pptx
_1ª.pptx_1ª.pptx
_1ª.pptx
 
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptxSaúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
Saúde Mental no seu Contexto Geral tesouro o1.pptx
 
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentaisDesequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
Desequibrios emocionais: Um resumo dos principais transtornos mentais
 
TRANSTORNOS AB.ppt
TRANSTORNOS AB.pptTRANSTORNOS AB.ppt
TRANSTORNOS AB.ppt
 
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).pptaula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
aula-1-comportamento-normal-x-comportamento-anormal (2).ppt
 
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOSASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
ASSISTÊNCIA E ORIENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DE IDOSOS
 
Deficiencia mental preconceito
Deficiencia mental preconceitoDeficiencia mental preconceito
Deficiencia mental preconceito
 
2013
20132013
2013
 
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdfPPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
PPT - Modalidades de Atenção ao Idoso - Giovanna Aguiar.pdf
 
Demência e saúde mental na terceira idade
Demência  e saúde mental na terceira idadeDemência  e saúde mental na terceira idade
Demência e saúde mental na terceira idade
 
Cartilha de orientação em saúde mental
Cartilha de orientação em saúde mentalCartilha de orientação em saúde mental
Cartilha de orientação em saúde mental
 
Envelhecimento
EnvelhecimentoEnvelhecimento
Envelhecimento
 
Esquizofrenia e bipolaridade
Esquizofrenia e bipolaridadeEsquizofrenia e bipolaridade
Esquizofrenia e bipolaridade
 
Cartilha saude mental
Cartilha saude mentalCartilha saude mental
Cartilha saude mental
 
Um olhar sobre a dependência química.
Um olhar sobre a dependência química.Um olhar sobre a dependência química.
Um olhar sobre a dependência química.
 
adolescencia.ppt
adolescencia.pptadolescencia.ppt
adolescencia.ppt
 
adolescencia.ppt
adolescencia.pptadolescencia.ppt
adolescencia.ppt
 
adolescencia (1).ppt
adolescencia (1).pptadolescencia (1).ppt
adolescencia (1).ppt
 

Mais de Nilson Dias Castelano

Bioética aborto e eutanasia
Bioética    aborto e eutanasiaBioética    aborto e eutanasia
Bioética aborto e eutanasia
Nilson Dias Castelano
 
Psicologia experimental - v2
Psicologia experimental - v2Psicologia experimental - v2
Psicologia experimental - v2
Nilson Dias Castelano
 
O estudo do comportamento - v1
O estudo do comportamento - v1O estudo do comportamento - v1
O estudo do comportamento - v1
Nilson Dias Castelano
 
Regrasx contingências
Regrasx contingênciasRegrasx contingências
Regrasx contingências
Nilson Dias Castelano
 
Controle de estímulos - v1
Controle de estímulos - v1Controle de estímulos - v1
Controle de estímulos - v1
Nilson Dias Castelano
 
Comportamento social-v1
Comportamento social-v1Comportamento social-v1
Comportamento social-v1
Nilson Dias Castelano
 
Análise funcional, contingência e contiguidade
Análise funcional, contingência e contiguidadeAnálise funcional, contingência e contiguidade
Análise funcional, contingência e contiguidade
Nilson Dias Castelano
 
Modelagem
ModelagemModelagem
Interação operante-respondente
Interação operante-respondenteInteração operante-respondente
Interação operante-respondente
Nilson Dias Castelano
 
Condicionamento respondente
Condicionamento respondenteCondicionamento respondente
Condicionamento respondente
Nilson Dias Castelano
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
Nilson Dias Castelano
 
Definição de aprendizagem
Definição de aprendizagemDefinição de aprendizagem
Definição de aprendizagem
Nilson Dias Castelano
 
Definições e conceitos básicos em análise do comportamento
Definições e conceitos básicos em análise do comportamentoDefinições e conceitos básicos em análise do comportamento
Definições e conceitos básicos em análise do comportamento
Nilson Dias Castelano
 
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologiaA emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
Nilson Dias Castelano
 
causas internas x causas externas
causas internas x causas externascausas internas x causas externas
causas internas x causas externas
Nilson Dias Castelano
 
Behaviorismo - História Filosofia
Behaviorismo - História FilosofiaBehaviorismo - História Filosofia
Behaviorismo - História Filosofia
Nilson Dias Castelano
 
Sensação e Percepção
Sensação e PercepçãoSensação e Percepção
Sensação e Percepção
Nilson Dias Castelano
 
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
Nilson Dias Castelano
 
Transtorno de Personalidade Borderline
Transtorno de Personalidade BorderlineTranstorno de Personalidade Borderline
Transtorno de Personalidade Borderline
Nilson Dias Castelano
 
Alcoolismo
AlcoolismoAlcoolismo

Mais de Nilson Dias Castelano (20)

Bioética aborto e eutanasia
Bioética    aborto e eutanasiaBioética    aborto e eutanasia
Bioética aborto e eutanasia
 
Psicologia experimental - v2
Psicologia experimental - v2Psicologia experimental - v2
Psicologia experimental - v2
 
O estudo do comportamento - v1
O estudo do comportamento - v1O estudo do comportamento - v1
O estudo do comportamento - v1
 
Regrasx contingências
Regrasx contingênciasRegrasx contingências
Regrasx contingências
 
Controle de estímulos - v1
Controle de estímulos - v1Controle de estímulos - v1
Controle de estímulos - v1
 
Comportamento social-v1
Comportamento social-v1Comportamento social-v1
Comportamento social-v1
 
Análise funcional, contingência e contiguidade
Análise funcional, contingência e contiguidadeAnálise funcional, contingência e contiguidade
Análise funcional, contingência e contiguidade
 
Modelagem
ModelagemModelagem
Modelagem
 
Interação operante-respondente
Interação operante-respondenteInteração operante-respondente
Interação operante-respondente
 
Condicionamento respondente
Condicionamento respondenteCondicionamento respondente
Condicionamento respondente
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
 
Definição de aprendizagem
Definição de aprendizagemDefinição de aprendizagem
Definição de aprendizagem
 
Definições e conceitos básicos em análise do comportamento
Definições e conceitos básicos em análise do comportamentoDefinições e conceitos básicos em análise do comportamento
Definições e conceitos básicos em análise do comportamento
 
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologiaA emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
A emergência do pensamento moderno e o projeto científico da psicologia
 
causas internas x causas externas
causas internas x causas externascausas internas x causas externas
causas internas x causas externas
 
Behaviorismo - História Filosofia
Behaviorismo - História FilosofiaBehaviorismo - História Filosofia
Behaviorismo - História Filosofia
 
Sensação e Percepção
Sensação e PercepçãoSensação e Percepção
Sensação e Percepção
 
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental
 
Transtorno de Personalidade Borderline
Transtorno de Personalidade BorderlineTranstorno de Personalidade Borderline
Transtorno de Personalidade Borderline
 
Alcoolismo
AlcoolismoAlcoolismo
Alcoolismo
 

Último

Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
marcos oliveira
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 

Bioética pessoas especiais

  • 1. Pessoas Especiais: considerações bioéticas sobre Diferenças de Ser Ms: Luiza Colmán
  • 2. De quem estamos falando?  Medicina: lógica da deficiência principalmente no que se refere ao corpo - normalidade/anormalidade - Funcionalidade/disfuncionalidade; - Desorganização, incompleto ou violado - Não adequação total ou parcial do modelo - Excepcional - Adoecido ou expressão da doença
  • 3. De quem estamos falando?  Excepcionalidade: condição especial na qual determinado indivíduo se encontra e que requer atenção e cuidados especiais - medidas educacionais, sociais, psicológicas e médicas especiais - Indica o caráter de déficit: físico, psicológico, cognitivo emocional → sujeito em desvantagens temporárias ou permanentes limitando suas possibilidade; - Pessoa Portadora de Deficiência – Deficiência física, Deficiência Mental, Deficiente visual – excludente - Portadores de Necessidades Especiais (PNEs)
  • 4. De quem estamos falando?  No campo da atenção a saúde: - Exclusão social e atendimento segregado - Mais recente: inclusão social Obs: Atualmente exclusão e segregação convivem com práticas de integração e inclusão
  • 5. Pessoas especiais e a bioética  Um ser especial: - Produto e produtor de subjetividade - Um ser de autonomia - Um ser de direitos e deveres - Um ser que deseja e é desejado SER ESPECIAL É SER HUMANO
  • 6. Pessoas especiais e a bioética  Princípio de Justiça: condições iguais de acesso a recursos - Participam do mundo de forma quantitativa e qualitativamente desigual - Por vezes são: excluídos, segregados, manipulados, abusados, tutelados, desacreditados, descartados - Estabelece limites e marca posições relacionais - Marca interdependência e complementariedade;
  • 7. Pessoas especiais e a bioética  A bioética nasce atrelada à defesa da vida e da dignidade humana  No Brasil – resolução 196/96 - Conselho Nacional de Saúde do Ministério da Saúde - Responde a questões de desigualdade e menos valia - Estabelece fundamentos teóricos que assegurem: autonomia, beneficência, não- maleficência e justiça - Direito das pessoas em situação de vulnerabilidade: o paciente
  • 8. Olhares especiais sobre a Diferença do ser  Todos os olhares devem ser especiais;  A diferença é constitutiva do ser humano: não deve ser anulada;  Não deve ser usada para tratamentos desiguais – discriminação negativa;  Discriminação positiva: movimentos de inclusão, dar visibilidade e condições de participação social a grupos em condições desfavoráveis  Princípios: celebração das diferenças, valorização da diversidade humana, igualdade e importância das maiorias e cidadania  Na saúde: a atenção deve ser distribuída de acordo com as necessidades – a cada um conforme suas diferenças de ser
  • 9. Sobre as diferenças Físicas do ser  Comprometimento do aparelho locomotor, osteoaricular, sistema muscular, sistema nervoso;  Lesão cerebral, lesão medular, miopatias (distrofias musculares), patologias degenerativas do sistema nervoso central; lesões nervosas periféricas, amputações, entre outros;  Deficiente físicos: locomovem com ou sem aparatos; os cadeirantes; e os que não conseguem se locomover;  Profissional da saúde: - observação, compreensão, - saber identificar o objetivo do paciente, - ESCUTA; - tolerância com as incapacidade funcionais - Cooperação com o paciente; - Eliminação de estigmas- saber lidar com o preconceito
  • 10. Sobre as diferenças Mentais do ser  Qualidade de vida do paciente e de sua família – ênfase na formação humanística;  Caracteriza-se pelos desenvolvimento intelectual insuficiente, em termos globais ou específicos, podendo ser acompanhadas ou não por manifestações patológicas;  Segunda APA: critérios diagnósticos para DM (deficiência Mental) - Funcionamento mental significativamente inferior à média; - Défits ou prejuizos no funcionamento adaptativo atual e início inferior aos 18 anos;
  • 11. Sobre as diferenças Mentais do ser  Fatores etiológicos: - Pré-natais: aberrações autossomicas, mal formações cerebrais; infecções, drogas teratogênicas, desnutrição, radiações; - Peri-natais: hipóxia, prematuridade, baixo peso, infecções - Pós-natais: infecções (meningite), traumatismo cranianos, desmielinizações, desnutrição, privação economica-socioafertiva-cultural; intoxicações, radiações, convulsões - Transtorno no desenvolvimento (ex: Down): necessidade de intervenções de diversas especialidades
  • 12. Sobre as diferenças Mentais do ser  A ciência busca um olhar para totalidade do sujeito e seu potencial além da deficiência;  A criança deficiente não é vista como um ser passivo, precisa reconhecer o propósito das intervenções;  Respeito a autonomia e os valores da criança e da família;  Co-responsabilidade ;  Menores de idade e deficientes mentais possuem autonomia reduzida- mas devendo explicar segundo sua capacidade se deseja e obter sua concordância  Profissional da saúde: - Capacitação e formação especializada; - Habilidade para atuar junto a família; - Atuar junta a instituições, escola, equipe responsável Obs: As políticas de inclusão conduzem a novos desafios
  • 13. Sobre as diferenças psíquicas de Ser  Historicamente: a internação era para o louco, pobres, mendigos, portadores de DSTs, marginais, homossexuais;  A “desrazão” é atribuída a tudo que desvia da ordem, da moral, da socidade;  Loucura ganha status de doença – 1973- Philippe Pinel – surgimento da psiquiatria;  A invenção da loucura irá justificar os grilhões: remetida a causa orgânica, medicalizável, ora curável, ora não;  Mesmo após 200 anos de Pinel: visão assitencialista;  Transtornos Psíquicos: prejuízos da razão, substituição da realidade por alucinações, delírios, ansiedade,
  • 14. Sobre as diferenças psíquicas de Ser  Ser um sujeito de “desrazão”: - desqualificado para o mundo, - não merecedor de confiança, - sempre enganado ou enganador; - Fora da realidade; - Incapaz de estabelecer relações verdadeiras - Exclusão dos processos de trocas  Profissional da saúde: - Desconfiar dos sentidos únicos atribuídos aos sujeitos; - Posição de acolhimento, de escuta, compreensão; - Partilhar significados e sentidos; - Convidar o outra a participar das trocas;
  • 15. O olhar sobre o idosos  População crescente no Brasil  Idoso: pessoas com 60 anos ou mais  Bioética: - relação do profissional de saúde com o idoso: Senescência X senilidade – escuta do outra na sua plenitude como pessoa; Queixa de maus-tratos; - pesquisa com participação de idosos: TCLE - a tomadas de decisão e envelhecimento, - o morrer com dignidade; obstinação terapêutica  Profissionais da saúde: - Oferecem privacidade - Escuta das queixas; - Treinam cuidadores